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	<description>Inovação, Investimentos e empreendedorismo.</description>
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		<title>Por R$ 150 milhões, Asaas anuncia aquisição de HelenaCRM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:22:31 +0000</pubDate>
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<p>O Asaas, plataforma financeira e operacional para empresas, anuncia a segunda aquisição do ano por R$ 150 milhões. A plataforma de CRM, Helena, conquistou o maior cheque já assinado pela companhia em M&#38;A. O movimento fortalece a estratégia do Asaas de construir um ecossistema AI-native completo para PMEs, apoiando empresas do início ao fim da [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Asaas, plataforma financeira e operacional para empresas, anuncia a segunda aquisição do ano por R$ 150 milhões. A plataforma de CRM, Helena, conquistou o maior cheque já assinado pela companhia em M&amp;A. O movimento fortalece a estratégia do Asaas de construir um ecossistema AI-native completo para PMEs, apoiando empresas do início ao fim da jornada de vendas através do uso de agentes autônomos. A transação ocorre em um momento de crescimento acelerado da companhia, que teve alta de 234% no lucro líquido em 2025 e trabalha para alcançar a meta de R$ 1 bilhão em receita em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa adquirida atua na categoria de CRM conversacional, com uma solução construída para operação dentro do WhatsApp e que cobre toda a jornada de vendas, incluindo pré e pós. A plataforma reúne funcionalidades de atendimento ao cliente, chatbot, automação e gestão de funil, além de integrações com canais da Meta, como Instagram e Facebook. A Helena CRM também opera com uma rede de distribuição com mais de 500 parceiros e possui o status de Meta Certified Business Solution Provider, credencial obtida após qualificação e auditorias técnicas, que habilita provedores a operarem soluções oficiais e escaláveis dentro do ecossistema da Meta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos expandindo as capacidades de geração de valor do Asaas de forma disciplinada, com foco nas dores de nossos clientes. Com essa aquisição, vamos conectar diretamente as nossas soluções financeiras de pagamentos e cobranças, a uma camada de CRM agêntico autônomo, entrando cada vez mais cedo no principal processo dos pequenos negócios, que é a geração de demanda e receita”, afirma Piero Contezini, chairman e cofundador do Asaas. “Na prática, o cliente poderá automatizar completamente seu processo de venda, da geração de leads ao faturamento, utilizando o que há de mais moderno em modelos conversacionais já disponíveis na plataforma da Helena”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aquisição ocorre em um momento de consolidação do WhatsApp como um dos principais canais de relacionamento entre PMEs e clientes no Brasil. Segundo dados do relatório Whatsapp Consumer Behavior, 89% dos consumidores usam a ferramenta para falar com as empresas e 67% consideram o atendimento personalizado como principal motivação para comprar pelo aplicativo, reforçando o papel do canal não só como atendimento, mas como ambiente de conversão e fidelização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ficamos felizes em ver a sinergia entre as empresas, 35% dos parceiros da Helena CRM já são clientes ativos do Asaas”, comenta Guilherme Rocha, CEO da Helena CRM. “O Asaas é um aliado que conhece profundamente o mercado de PMEs e a gestão financeira desse público, além de atender ao mesmo perfil de empresas e compartilhar o mesmo propósito de elevar os negócios dos nossos clientes&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No roadmap de produto, a Helena lança em breve a funcionalidade de Voice Service e IA Analytics, uma camada de inteligência que pode incluir extração de metadados, sugestões de ações, lead scoring, resumos automáticos e insights periódicos. A estratégia do Asaas é acelerar a evolução dessa oferta, conectando os dados e o fluxo de conversas ao momento de pagamento, cobrança e conciliação, com foco em aumentar a conversão e a eficiência das PMEs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação preserva a agilidade da Helena e seu modelo de crescimento. A empresa seguirá operando de forma independente como controlada do Asaas até o final de 2028, mantendo estrutura própria e novas estratégias de crescimento aliadas aos parceiros. A integração total está prevista para o final de 2029, quando as áreas migram para dentro do Asaas e a operação passa a funcionar de forma unificada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a quinta aquisição da história do Asaas e a segunda em 2026. No início do ano, a empresa estreou no mercado de seguros com a aquisição da Mutuus e, em ciclos anteriores, ampliou o portfólio com a Base ERP, CodeMoney e Nexinvoice. Em paralelo, o Asaas também vem acelerando a distribuição. Uma parceria com a Vivo prevê a oferta da plataforma para até 1,8 milhão de PMEs do segmento empresarial da operadora, ampliando as possibilidades de geração de novos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>M&#038;A em tecnologia tem alta de mais de 70% no valor das transações e alcança US$ 478 bilhões</title>
		<link>https://startupi.com.br/ma-em-tecnologia-tem-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[aquisição]]></category>
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<p>WhatsApp, Instagram e Facebook consolidaram-se como uma das negociações mais relevantes do mercado global de fusões e aquisições (M&#38;A) no ano. Para analistas, no entanto, o movimento está longe de ser um caso isolado e reflete uma tendência mais ampla de consolidação estratégica no setor de tecnologia. “Há um movimento de fusões e aquisições no [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">WhatsApp, Instagram e Facebook consolidaram-se como uma das negociações mais relevantes do mercado global de fusões e aquisições (M&amp;A) no ano. Para analistas, no entanto, o movimento está longe de ser um caso isolado e reflete uma tendência mais ampla de consolidação estratégica no setor de tecnologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há um movimento de fusões e aquisições no mercado de tecnologia como estratégia para alavancar negócios. Empresas que partem para a compra, como a Meta, objetivam adquirir algoritmos, talentos e competências, que se tornam ativos importantes, acelerando seus departamentos de inovação sem desenvolver do zero”, observa o administrador Leonardo Grisotto, cofundador e sócio-diretor da Zaxo, boutique de M&amp;A.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, o movimento de M&amp;A passa a se configurar como ferramenta para agregar competências e funcionalidades tecnológicas que a empresa não dispõe internamente, mas que são vistas como impulsionadoras. Segundo o especialista, esse movimento se intensificou com a difusão de tecnologias de inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo um estudo da Bain &amp; Company, o M&amp;A em tecnologia atingiu crescimento superior a 76% no valor das transações, alcançando US$ 478 bilhões no acumulado do ano. Quase metade do valor estratégico de negócios acima de US$ 500 milhões envolveu empresas nativas de IA ou citou benefícios ligados à IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o levantamento, no último ano houve forte mudança para “scope deals”, aquisições voltadas à expansão em novos mercados e segmentos de clientes, em vez de “scale deals”, focados apenas em ampliar operações existentes. Cerca de 60% das transações acima de US$ 1 bilhão foram classificadas como de escopo, o maior índice já registrado, refletindo foco em crescimento de receita e aquisição de novas capacidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, de acordo com Grisotto, não só grandes empresas, como também aquelas de médio porte, têm adotado essa estratégia. “Apesar de a maioria dos negócios envolver valores acima de US$ 5 bilhões, internamente, no Brasil, também temos exemplos, e o movimento se apresenta como tendência do mercado nacional de M&amp;A”, frisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No país, as fusões e aquisições envolvendo players do setor de tecnologia abrangem principalmente desenvolvedoras de softwares como serviço, plataformas de gestão empresarial, inteligência artificial e organizações de cibersegurança. “Empresas que precisam intensificar e acelerar sua digitalização optam por adquirir soluções consolidadas, em vez de começar do zero nesse processo”, pontua o executivo da Zaxo M&amp;A Partners.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação proporcionada pelas novas tecnologias, competências e talentos incorporados com o processo de M&amp;A, junto com governança e capacidade de resiliência, torna-se, na avaliação do especialista, alicerce para empresas que buscam expansão acelerada, mas sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O M&amp;A cada vez mais é entendido como um caminho estratégico para o crescimento de uma organização. Isso da perspectiva ‘buy’ (de quem deseja comprar). Do ponto de vista ‘build’, o M&amp;A estimula o desenvolvimento interno de inovações, inclusive. Para médias empresas, isso é ainda mais relevante”, ilustra Grisotto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, muitas vezes a aquisição tem caráter defensivo, ou seja, evitar que um concorrente incorpore determinada tecnologia, equipe ou base de clientes pode ser tão estratégico quanto expandir portfólio. “Nesses casos, comprar passa a ser uma forma de proteger posicionamento, garantir acesso à inovação e bloquear movimentos adversários. Na prática, isso torna o ambiente mais dinâmico e competitivo: empresas que não acompanham o ritmo de consolidação tendem a perder relevância, enquanto grupos capitalizados aceleram sua capacidade de entrega e de escala”, completa o executivo.</p>
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		<title>Fazer mais já não é estratégia: a era da qualidade no marketing para PMEs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Convidado Especial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
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<p>* Por Steven Quach Durante anos, o marketing foi guiado por uma lógica simples: mais campanhas, mais conteúdos, mais leads e mais presença significava mais crescimento. A explosão das ferramentas digitais reforçou essa mentalidade, permitindo escalar produção e distribuição como nunca antes. Mas essa equação deixou de funcionar. Os consumidores vivem uma fadiga digital diante [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>* Por Steven Quach</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante anos, o marketing foi guiado por uma lógica simples: mais campanhas, mais conteúdos, mais leads e mais presença significava mais crescimento. A explosão das ferramentas digitais reforçou essa mentalidade, permitindo escalar produção e distribuição como nunca antes. Mas essa equação deixou de funcionar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os consumidores vivem uma fadiga digital diante do excesso de estímulos. Um estudo da WSGN apresentado durante a NRF 2026 indica que 78% dos consumidores estão exaustos com a quantidade de anúncios e produtos disponíveis, reflexo direto da superexposição a mensagens comerciais. Publicar mais não garante visibilidade. Enviar mais e-mails não garante abertura. Gerar mais leads não garante vendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para pequenas e médias empresas, essa mudança é ainda mais significativa. Diferentemente de grandes corporações, elas não podem competir em volume de mídia ou produção de conteúdo. Quando tentam seguir a lógica do “mais”, acabam diluindo recursos, aumentando custos e reduzindo impacto. Em 2026, o marketing para PMEs precisa ter a qualidade como foco central. Seja na compra de mídia, na produção criativa ou em conteúdos de SEO, a qualidade está se tornando o grande diferencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relevância supera presença</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em um ambiente saturado de mensagens, estar presente deixou de ser sinônimo de ser eficaz. A sobrecarga de estímulos tornou os consumidores mais seletivos e menos tolerantes à irrelevância. Um levantamento da Hibou, empresa especializada em monitoramento e insights de consumo, revela que 78% dos brasileiros evitam propagandas sempre que podem, evidenciando um comportamento cada vez mais consciente e seletivo diante da publicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa desconexão tem consequências diretas: 81% dos consumidores ignoram mensagens irrelevantes e 71% se sentem frustrados por elas, de acordo com a pesquisa da Attentive. Mais do que capturar atenção, a relevância passou a determinar valor. Para PMEs, a implicação é clara: vencer não significa aparecer em todos os canais, mas ser útil nos momentos certos. A vantagem competitiva não está na onipresença, e sim na capacidade de entregar mensagens precisas, contextualizadas e genuinamente relevantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qualidade de dados supera volume de dados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento das ferramentas digitais tornou os dados abundantes, mas abundância não equivale a inteligência. O verdadeiro diferencial competitivo está na qualidade e na aplicação estratégica dessas informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio não é coletar mais dados, mas transformá-los em decisões eficazes. Afinal, quando um anúncio é relevante, o engajamento cresce. 75% dos consumidores preferem comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas, de acordo com o estudo da Deloitte, Relatório Marketing Trends 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a vantagem competitiva não vem de coletar mais dados, mas de identificar quais informações realmente orientam decisões: quais leads demonstram intenção real, quais mensagens convertem e quais interações aceleram o ciclo de compra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para pequenas e médias empresas, isso significa priorizar dados acionáveis: compreender o comportamento do cliente, identificar padrões de compra e alinhar marketing e vendas. Com apoio da IA, equipes podem eliminar tarefas manuais, reduzir desperdícios e concentrar esforços nas oportunidades com maior probabilidade de conversão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A IA Agêntica é revolucionária, mas pode ser um exagero</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A inteligência artificial continuará evoluindo de ferramentas isoladas para se tornar uma parte central das operações das equipes modernas de marketing. Dados da Pipedrive mostram que três em cada quatro (75%) gestores de marketing já adotaram IA. O número é significativo, mas o verdadeiro diferencial não está apenas na adoção, e sim na forma como ela é aplicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dito isso, na corrida para adotar IA agêntica, muitos líderes estão ignorando uma verdade fundamental: complexidade é um custo, não um recurso. Embora a IA agêntica seja a grande inovação do ano, estamos percebendo que, para o básico das operações de marketing, eliminar tarefas redundantes e de alto volume, ela costuma ser um exagero caro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença está nos resultados previsíveis versus probabilísticos. Para operações centrais, como sincronização de dados, distribuição de leads ou controle de orçamento, precisamos de resultados previsíveis — uma lógica fixa de “se isso, então aquilo” (por meio de engenharia tradicional de automação ou ferramentas como o Zapier) que produza o mesmo resultado 100% preciso todas as vezes. A automação tradicional é mestre nisso. Ela é enxuta, rápida e não “alucina”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os sistemas agênticos são probabilísticos. Eles usam raciocínio para navegar por problemas “difusos”, o que introduz uma margem de erro e um custo por token mais alto. Quando o objetivo é eliminar redundâncias, você não precisa de um sistema que “pense” — precisa de um sistema que execute. Em 2026, CMOs não estão substituindo totalmente suas pilhas de automação por agentes; estão usando automações enxutas para o trabalho pesado e reservando a inteligência agêntica, mais cara, para as raras tarefas que realmente exigem um cérebro semelhante ao humano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Steven Quach é CMO da Pipedrive</em></p>
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		<title>R$ 4 bilhões em ativos: FIDC amplia crédito privado em Goiás e MG</title>
		<link>https://startupi.com.br/r-4-bilhoes-em-ativos-fidc-amplia-credito-privado-em-goias-e-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
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<p>O avanço do mercado de capitais sobre o financiamento empresarial ganhou novo capítulo com a expansão do Grupo IOX no segmento de crédito privado para pequenas e médias empresas. Após adquirir a carteira de recebíveis da Via Capital, a companhia passou a reforçar sua atuação em praças onde ainda tinha menor presença, como Goiás e [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O avanço do mercado de capitais sobre o financiamento empresarial ganhou novo capítulo com a expansão do Grupo IOX no segmento de crédito privado para pequenas e médias empresas. Após adquirir a carteira de recebíveis da Via Capital, a companhia passou a reforçar sua atuação em praças onde ainda tinha menor presença, como Goiás e Minas Gerais, em um movimento que acompanha a maior procura de PMEs por alternativas ao crédito bancário tradicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação ocorre em um momento de transformação no financiamento corporativo brasileiro. Pela primeira vez, o estoque de instrumentos do mercado de capitais, como debêntures, CRIs e FIDCs, chegou a R$ 2,7 trilhões, valor equivalente a cerca de 23% do PIB, superando o crédito bancário destinado às empresas. Nesse ambiente, estruturas mais flexíveis e customizadas passaram a ganhar espaço, especialmente entre companhias de médio porte que enfrentam maior seletividade dos bancos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Vicente Guimarães, diretor de Relações com Investidores do Grupo IOX, a aquisição da carteira da Via Capital tem peso estratégico não apenas pelo volume, mas pela pulverização. A carteira representa cerca de 15% do portfólio total do grupo, mas reúne forte presença no universo PME, com atuação relevante em Goiás e Belo Horizonte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Via Capital tinha 1.400 cedentes para uma carteira de R$ 400 milhões, enquanto o Grupo IOX contava com 700 cedentes em um FIDC de R$ 3,2 bilhões em patrimônio líquido. A estratégia, afirma o executivo, é ampliar a diversificação da carteira e reduzir a concentração de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de crescer atendendo empresas maiores, o grupo decidiu voltar a expandir sua base no middle market, segmento formado por empresas com faturamento anual de até R$ 500 milhões. A expectativa é que o Grupo IOX alcance R$ 4 bilhões em patrimônio líquido ainda no primeiro semestre de 2026.<br><br>O movimento também reflete o avanço dos FIDCs como ferramenta de financiamento para empresas. Antes vistos como estruturas de nicho, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios ganharam escala nos últimos anos, impulsionados pela busca de investidores por retorno ajustado ao risco e pela necessidade de companhias por capital de giro mais ágil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de fundos estruturados já ultrapassou R$ 800 bilhões em patrimônio líquido, com expectativa de superar R$ 1 trilhão até o fim de 2026. Para Guimarães, a expansão do crédito privado está diretamente ligada à lacuna deixada pelos bancos. Com juros elevados, maior cautela na concessão de crédito e seletividade crescente, as instituições tradicionais passaram a restringir o acesso de muitas empresas ao capital. Nesse espaço, os FIDCs oferecem análise mais granular de risco, estruturas sob medida e maior velocidade na liberação de recursos.</p>
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		<title>Bipolaridade das gigantes de IA</title>
		<link>https://startupi.com.br/bipolaridade-das-gigantes-de-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolha do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do editor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>A contradição do Vale do Silício: enquanto a OpenAI acelera rumo ao IPO, a Anthropic pede uma pausa global no avanço da IA. A confusa estratégia por trás de um cenário cenário “bipolar”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p class="wp-block-paragraph">Para quem está construindo uma startup hoje, o ecossistema de inteligência artificial parece uma montanha-russa em alta velocidade. De um lado, a <strong>OpenAI</strong> acelera rumo a Wall Street com um pedido confidencial de <strong>IPO</strong>. Do outro, a <strong>Anthropic</strong> puxa o freio de mão público, sugerindo uma <strong>pausa global</strong> no desenvolvimento para debater riscos existenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o fundador focado no runway e no product-market fit, esse comportamento bipolar das Big Techs não é apenas fofoca do Vale do Silício — <strong>é risco de infraestrutura</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O jogo dos gigantes: acelerar com o capital vs. frear com a regulação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender para onde o mercado vai, as startups precisam decodificar o que esses movimentos paradoxais realmente significam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A rota de liquidez da OpenAI:</strong> Ao buscar a abertura de capital, a criadora do ChatGPT sinaliza que a corrida da IA entrou na fase de <strong>comercialização em massa e escala industrial</strong>. Eles precisam de montanhas de dinheiro público para sustentar os custos de infraestrutura e processamento.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O freio defensivo&#8221; da Anthropic:</strong> Ao mesmo tempo em que revela que seu modelo Claude já gera mais de 80% do próprio código e pleiteia um valuation de US$ 1 trilhão em seu próprio processo de IPO, a empresa pede uma pausa. É a estratégia do &#8220;puxe a escada&#8221;: usar o discurso da segurança para moldar regulações que dificultem a entrada de novos competidores menores.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que sua startup precisa monitorar esses movimentos?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Construir uma solução de tecnologia hoje sem olhar para OpenAI, Google e Anthropic é como montar uma casa de praia sabendo que a maré muda de lugar a cada duas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Risco de dependência (<em>lock-in</em> de API)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o seu produto é uma camada fina de software em cima da API de terceiros, a mudança de postura de uma dessas gigantes destrói seu modelo de negócios do dia para a noite. O IPO da OpenAI pode inflacionar preços de tokens para agradar acionistas; a &#8220;pausa&#8221; da Anthropic pode congelar atualizações que você esperava para rodar seu roadmap.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Captura regulatória</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando as grandes empresas pedem &#8220;pausa para debater riscos&#8221;, o resultado final costuma ser uma legislação pesada e complexa. Gigantes têm exércitos de advogados para lidar com compliance; startups não. Monitorar esse discurso antecipa quais travas burocráticas o seu produto enfrentará nos próximos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Agilidade como vantagem competitiva</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os titãs se enfrentam em disputas geopolíticas, auditorias de segurança e escrutínio público, abre-se uma janela de oportunidade para as startups. Empresas menores têm a agilidade que falta aos gigantes para pivotar, adotar modelos open-source alternativos e focar em dores de nicho hiper-específicas onde as Big Techs não têm tempo de prestar atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Regra de ouro para fundadores:</strong> Use a infraestrutura dos gigantes para validar suas hipóteses rapidamente, mas desenhe sua arquitetura técnica para ser agnóstica. Quem depende de um único ecossistema bipolar acaba herdando a instabilidade dele.</p>
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		<title>Proptechs, assim como as grandes incorporadoras, precisam de estratégia e diversificação para sobreviver em 2026</title>
		<link>https://startupi.com.br/proptechs-assim-como-as-grandes-incorporadoras-precisam-de-estrategia-e-diversificacao-para-sobreviver-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[Startupi Expresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>Em entrevista para a Gazeta Mercantil, fundador da Setin revela como equilibra a empresa entre os mercados de luxo e econômico — e quais lições as startups do setor imobiliário podem tirar para crescer em meio ao caos</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O mercado imobiliário brasileiro sempre foi desafiador. Mas 2026 elevou a régua. Com a Selic neste momento em 14,75% ao ano e uma crise estrutural de mão de obra, incorporadoras tradicionais, e todas as <em>proptechs</em>, precisam repensar tudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conversa para o programa GZM Talks, <strong>Antonio Setin</strong>, fundador da <strong>Setin Incorporadora</strong> — que completa 47 anos em 2026 e mira R$ 1,7 bilhão em VGV —, entregou um verdadeiro manual de resiliência. E o recado para as startups do setor é claro: diversificação não é luxo, é sobrevivência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Duas frentes, um mesmo DNA: o que as proptechs podem aprender</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto muitas startups ainda buscam o <em>product-market fit</em>, a Setin já opera um portfólio duplo que equilibra risco e oportunidade:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; A Setin Incorporadora (de alto padrão): Terceiro lançamento da linha Alma Brasileira, no bairro do Paraíso (SP), com R$ 600 milhões em VGV — 50% acima do lançamento anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Mundo Apto (econômico): Focado no Minha Casa, Minha Vida, deve ultrapassar R$ 1 bilhão em VGV anual, atendendo à demanda reprimida por moradia acessível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mais do que crescer, nosso foco sempre foi construir valor de forma consistente. Aprendemos a equilibrar portfólio, risco e oportunidade atuando de maneira complementar em segmentos distintos”, diz Setin.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que isso pode significar para as proptechs?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para startups de habitação, <em>fintechs </em>imobiliárias e <em>marketplaces </em>do setor, a mensagem é direta:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1. Não aposte tudo em um único segmento — ciclos de luxo e econômico raramente andam juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Tecnologia sozinha não resolve crise de mão de obra — mas pode otimizar custos e pré-fabricação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Selic alta exige criatividade financeira — consórcio, crypto, tokenização ou crédito privado? As proptechs que resolverem esse gargalos terão vantagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um país onde sobreviver já é mérito, Setin mostra como construiu sua estratégia de longo prazo é o que separa os <em>players</em> que ficam dos que somem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio do GZM Talks com Antonio Setin já está disponível no Spotify, YouTube e no link abaixo. Confira:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Os desafios do mercado imobiliário brasileiro em 2026, com Antonio Setin, CEO da Setin Incorporadora" width="788" height="443" src="https://www.youtube.com/embed/N3c9JKAIZoU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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		<item>
		<title>AWS leva healthtechs brasileiras a Londres para impulsionar internacionalização e uso de IA</title>
		<link>https://startupi.com.br/aws-leva-healthtechs-brasileiras-a-londres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 19:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>A AWS Startups levará uma delegação de oito healthtechs brasileiras para uma imersão em Londres entre os dias 8 e 12 de junho. A iniciativa, denominada Brazilian HealthTech Immersion: London Edition, tem como objetivo apoiar a internacionalização das empresas e ampliar o uso de inteligência artificial generativa no setor de saúde. A programação acontecerá paralelamente [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A AWS Startups levará uma delegação de oito healthtechs brasileiras para uma imersão em Londres entre os dias 8 e 12 de junho. A iniciativa, denominada Brazilian HealthTech Immersion: London Edition, tem como objetivo apoiar a internacionalização das empresas e ampliar o uso de inteligência artificial generativa no setor de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação acontecerá paralelamente à London Tech Week e reunirá 23 executivos das startups Beep Saúde, Conexa, Intuitive Care, GestãoDS, StaryaAI, Nuria, Livance e Doutor-AI. A agenda inclui workshops na sede da AWS em Londres, mentorias, debates sobre tecnologia e saúde, além de visitas para conhecer o funcionamento do sistema de saúde britânico. As informações foram detalhadas por Karina Lima, head de Startups da AWS Brasil, em entrevista ao Startupi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Karina, a escolha do segmento de saúde reflete o estágio de maturidade alcançado pelas healthtechs brasileiras e o potencial de transformação trazido pela inteligência artificial generativa. “As healthtechs amadureceram muito nos últimos anos. A inteligência artificial generativa acelerou significativamente esse movimento, principalmente em um setor altamente regulado e com grande volume de dados. Hoje, essas empresas estão olhando para escalabilidade, eficiência operacional e expansão de mercado”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a executiva, a AWS estruturou a iniciativa para atuar além do fornecimento de infraestrutura tecnológica, apoiando o desenvolvimento estratégico das startups e promovendo conexões com investidores, parceiros e mercados internacionais. “O nosso papel é ser um parceiro de negócio. Não é apenas fornecer tecnologia, mas ajudar os fundadores a entenderem como escalar suas empresas, acessar novos mercados e utilizar as ferramentas disponíveis para resolver problemas reais dos seus clientes”, diz Karina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação em Londres foi desenhada para combinar discussões sobre tecnologia, negócios e saúde. Além da participação na London Tech Week, os empreendedores participarão de workshops baseados na metodologia “Working Backwards”, utilizada pela Amazon para desenvolver produtos a partir das necessidades dos clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro foco da missão será compreender como o Reino Unido utiliza tecnologia e dados para aprimorar serviços de saúde. Segundo Karina, a proposta é que os participantes observem práticas adotadas em um dos sistemas de saúde mais consolidados do mundo e avaliem como esses aprendizados podem ser aplicados no Brasil. “Queremos que eles entendam não apenas as tecnologias utilizadas, mas também como funciona o ecossistema de saúde local, quais são as demandas da população, como os dados são tratados e de que forma a inovação é incorporada ao sistema”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o retorno ao Brasil, a AWS pretende promover um encontro para compartilhar os aprendizados da missão com outros empreendedores e agentes do ecossistema. A ideia é que os participantes atuem como multiplicadores do conhecimento adquirido durante a imersão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A executiva destaca que um dos principais desafios para o avanço das healthtechs continua sendo a organização e o aproveitamento dos dados disponíveis. “Os dados continuam sendo um dos maiores ativos do setor. A tecnologia atual permite estruturar essas informações de forma muito mais rápida e eficiente, mas é preciso investir nessa base para que a inteligência artificial gere resultados consistentes. Sem dados organizados, não existe aplicação eficiente de IA”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Karina, o cenário atual abre espaço para que startups brasileiras ampliem sua atuação internacionalmente e utilizem a inteligência artificial como ferramenta para resolver desafios históricos da saúde. “O Brasil construiu um ecossistema de healthtechs bastante relevante. Nosso objetivo é ajudar essas empresas a transformar conhecimento, tecnologia e inovação em impacto para pacientes, profissionais de saúde e para o próprio sistema”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Programa Mulheres na Tecnologia impulsiona projetos femininos em deep techs</title>
		<link>https://startupi.com.br/programa-mulheres-na-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>O Programa Mulheres na Tecnologia iniciou sua jornada de capacitações com foco no fortalecimento do protagonismo feminino em projetos de ciência, tecnologia e inovação voltados ao universo das deep techs. A iniciativa é conduzida pelo Parque Tecnológico CTI-Tec, no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer), em Campinas (SP), com apoio do [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p class="wp-block-paragraph">O Programa Mulheres na Tecnologia iniciou sua jornada de capacitações com foco no fortalecimento do protagonismo feminino em projetos de ciência, tecnologia e inovação voltados ao universo das deep techs. A iniciativa é conduzida pelo Parque Tecnológico CTI-Tec, no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer), em Campinas (SP), com apoio do CTI Renato Archer e da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag). O programa reúne parceiros estratégicos, como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Coalizão pelo Impacto Campinas, o IAPRENDI e a Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), para oferecer formação técnica, visão de mercado e conexão com o ecossistema de inovação às participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início de maio, o programa recebeu 76 inscrições de mulheres e equipes de diferentes regiões do país. Até o final de junho, as participantes passam por uma série de capacitações voltadas à estruturação de projetos e preparação para a fase de desenvolvimento. Após essa etapa, dez projetos serão selecionados para serem acelerados nos laboratórios do CTI Renato Archer entre os meses de julho e setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a coordenadora de Ambientes de Inovação do Parque Tecnológico CTI-Tec, no CTI Renato Archer, pela Fundepag, Lívia Bernardes, o programa foi estruturado para proporcionar uma experiência prática e alinhada às demandas do mercado de inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além do conteúdo técnico, as participantes têm acesso a um ambiente colaborativo, com troca de experiências, mentorias e aproximação com especialistas e instituições do ecossistema, criando conexões fundamentais para transformar pesquisas e ideias em soluções com potencial de impacto”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fundadora e CEO da Centr.au &#8211; Central de Automações, Luciana Cavalhero, uma das participantes do programa, destaca que o Mulheres na Tecnologia reforçou uma convicção pessoal: a tecnologia vai além das máquinas e está diretamente relacionada à geração de oportunidades para as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O programa cria pontes para que mais mulheres ocupem espaços estratégicos, empreendam, inovem e liderem a transformação digital. Iniciativas como essa não apenas formam profissionais, mas também contribuem para a construção do futuro da nossa sociedade”, ressalta. Ecossistema colaborativo apoia transformação de ideias em negócios</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Programa Mulheres na Tecnologia reúne instituições que atuam no fortalecimento da inovação, do empreendedorismo e da participação feminina na tecnologia. Além do Parque Tecnológico CTI-Tec, do CTI Renato Archer e da Fundepag, o programa conta com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Sistema Paulista de Ambientes de Inovação (SPAI), da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação da Prefeitura de Campinas e do Movimento Elas Conectam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma trilha de capacitações voltada ao amadurecimento das ideias, a iniciativa combina embasamento científico, desenvolvimento tecnológico e estratégias de negócios para apoiar pesquisadoras e empreendedoras na evolução de seus projetos. O Sebrae contribui com sua experiência em desenvolvimento de negócios, oferecendo capacitações em comportamento empreendedor, modelagem de negócios, finanças e formalização. Já a Coalizão pelo Impacto Campinas amplia a discussão sobre inovação com propósito, abordando modelos de negócios de impacto socioambiental e geração de valor para a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IAPRENDI atua na preparação das participantes para o mercado e para investidores, promovendo palestras, workshops e mentorias focadas na transformação de pesquisas em negócios estruturados e investíveis. A ACIC fortalece a conexão com o setor empresarial, aproximando as participantes do mercado e contribuindo para o desenvolvimento de estratégias comerciais e técnicas de vendas. O CTI Renato Archer, por sua vez, desempenha papel central no suporte técnico e científico dos projetos, oferecendo apoio metodológico, capacitação em pesquisa aplicada e acesso à infraestrutura laboratorial para a fase de desenvolvimento das soluções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Qual é o risco do desenvolvimento de software com IA?</title>
		<link>https://startupi.com.br/qual-e-o-risco-do-desenvolvimento-de-software-com-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Convidado Especial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 12:39:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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<p>* Por Ramon Ribeiro Quase metade do código produzido por assistentes de inteligência artificial contém vulnerabilidades de segurança, mesmo quando parece funcional e pronto para produção. Não se trata de especulação: o relatório GenAI Code Security 2025 da Veracode, que testou mais de cem modelos de linguagem em 80 tarefas de codificação, encontrou que 45% [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>* Por Ramon Ribeiro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase metade do código produzido por assistentes de inteligência artificial contém vulnerabilidades de segurança, mesmo quando parece funcional e pronto para produção. Não se trata de especulação: o relatório GenAI Code Security 2025 da Veracode, que testou mais de cem modelos de linguagem em 80 tarefas de codificação, encontrou que 45% das amostras falharam em testes de segurança, com falhas em categorias clássicas do OWASP Top 10.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Java, a linguagem mais utilizada em ambientes corporativos, a taxa de falha chegou a 72%. Em paralelo, pesquisa da Stanford University publicada nos anais da ACM CCS demonstrou que desenvolvedores que usam assistentes de IA não apenas produzem código menos seguro, mas também declararam acreditar na segurança do que geraram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Gartner projeta que 75% dos engenheiros de software em grandes empresas utilizarão assistentes de IA para codificação até 2028. No Brasil, pesquisa da GitHub com 500 respondentes em empresas de grande porte publicada em 2024 indicou que mais de 97% dos desenvolvedores já utilizam essas ferramentas no trabalho, percentual equivalente ao de economias como Estados Unidos, Alemanha e Índia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Limitações dos modelos de linguagem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A raiz do problema está na natureza desses sistemas. Modelos de linguagem não “entendem” segurança no sentido técnico. Eles operam por probabilidade, reproduzindo padrões presentes nos dados de treinamento. Como esses dados incluem tanto boas práticas quanto implementações vulneráveis, o resultado tende a refletir essa ambiguidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de falha é particularmente perigoso porque não se apresenta como erro evidente. Uma vulnerabilidade de segurança pode permanecer invisível por meses. O sistema continua operando normalmente, enquanto expõe dados, permite acessos indevidos ou cria caminhos para exploração futura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, o que se observa é a ampliação de falhas já conhecidas, mas agora em escala maior. Entre as mais recorrentes estão problemas de injeção, uso inadequado de queries, validação insuficiente de entrada e construção insegura de chamadas a APIs. Em muitos casos, o modelo sugere soluções que parecem padrão, mas ignoram nuances de contexto, como origem dos dados, limites de confiança ou regras específicas de negócio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falhas de autenticação e autorização também aparecem com frequência. Fluxos gerados por IA tendem a simplificar processos, omitindo validações intermediárias ou adotando permissões mais amplas do que o necessário. Em um ambiente corporativo, esse tipo de simplificação pode abrir acesso indevido a dados sensíveis ou funções administrativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro vetor relevante é o uso de dependências. Modelos frequentemente sugerem bibliotecas externas para resolver problemas específicos, mas nem sempre consideram a segurança ou a maturidade desses componentes. Em alguns casos, indicam pacotes desatualizados ou até inexistentes, o que cria espaço para ataques de cadeia de suprimentos, como o registro malicioso de bibliotecas com nomes sugeridos pelo próprio modelo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como incorporar a IA com segurança</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A questão central não é mais decidir se a organização vai usar IA no desenvolvimento. A questão é construir controles proporcionais à velocidade com que esse código entra em produção. Tratar todo output de modelos de linguagem como código de terceiro não confiável, integrando análise estática e dinâmica calibrada para os padrões de vulnerabilidade específicos da IA diretamente no pipeline de CI/CD, é o ponto de partida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mapear e controlar o shadow AI antes que ele exponha os ativos da organização é o segundo passo, e nenhum inventário de ferramentas aprovadas substitui controles técnicos efetivos de prevenção de vazamento de dados para provedores externos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que se consolida, portanto, é uma mudança no próprio conceito de desenvolvimento. A IA não substitui o engenheiro de software, mas altera o papel desse profissional. O foco deixa de ser apenas escrever código e passa a ser validar, interpretar e garantir que aquilo que foi gerado atende aos requisitos de segurança, qualidade e conformidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Gartner estimou em seu relatório Predicts 2026 que abordagens baseadas em geração de código por IA aumentarão os defeitos de software em 2.500% até 2028 se os processos de revisão não forem redesenhados. Não é uma previsão catastrófica, é uma projeção de escala com base nas taxas atuais de adoção e nas taxas documentadas de vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, o risco não está na tecnologia em si, mas na forma como ela é incorporada ao processo. Organizações que tratam a IA como um acelerador sem ajustar seus controles tendem a acumular vulnerabilidades em ritmo superior à sua capacidade de resposta. Já aquelas que estruturam governança, observabilidade e disciplina de engenharia conseguem capturar ganhos de produtividade sem abrir mão da segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Ramon Ribeiro é diretor comercial da Solo Network e CTO da Solo Iron</em></p>
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		<title>Como as tarifas dos EUA podem virar o pitch perfeito para startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolha do Editor]]></category>
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<p>A fragmentação das cadeias globais abre um mercado bilionário para quem vende previsibilidade e conformidade.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A desglobalização virou o modelo de negócios mais lucrativo da década. E a nova ofensiva americana, que ameaça taxar parceiros históricos sob a justificativa de combater o trabalho forçado, transformou a conformidade regulatória em um verdadeiro pesadelo logístico internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as multinacionais, auditar o DNA de cada subfornecedor é impossível manualmente. Isso abre um oceano azul para deeptechs de <strong>rastreabilidade via IA e blockchain</strong>, que convertem relatórios socioambientais em blindagem aduaneira instantânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a velha máxima do <em>just-in-time</em> faliu. Startups de <strong>logística preditiva</strong> capazes de redesenhar rotas em tempo real e antecipar o humor regulatório de Washington viraram o novo artigo de luxo no ecossistema corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a burocracia tarifária pune a lentidão. Enquanto os gigantes de mercado tentam realocar complexas fábricas bilionárias, plataformas ágeis de <strong>sourcing alternativo</strong> conectam novos fornecedores homologados em minutos, capturando nichos antes intransponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto superpotências erguem barreiras, a agilidade das startups prova que o protecionismo não mata o comércio — apenas muda os donos do pedágio. No tabuleiro geopolítico de 2026, ganha quem vende o mapa.</p>
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