Mais humanizado, o Google dá um boost no seu algorítimo e anuncia ferramenta capaz de simular a maneira como pensamos
O controle dos sites pode ser feito por meio de roteadores dos provedores da Internet que pertencem ao governo ou de domínios específicos
Deu até preguiça. A polêmica travada entre formatos digitais e narrativas convencionais há muito não avança. Mas veja uma ideia inovadora sobre o tema e o que ela significa
Falamos com um hackerspace paulistano para saber mais sobre a ação hacker e sua ética (tá, e para descobrir como alguns caras simplesmente invadem o e-mail da Dilma Rousseff)
Na Casa de Cultura Digital, em São Paulo, uma garoa nada fina com o “Garoa” para quem ainda acredita que ser hacker é ser do “mau”. Confira o áudio da conversa:
Conheça o revolucionário “Los SuperDemokraticos”, grupo político alemão que criou um novo conceito de democracia baseado na geração 2.0 e em experiências com o LSD
Dados oficiais do Executivo, Legislativo e Judiciário bem como informações gerais sobre programas, ações, projetos e obras já estão disponíveis em links nas páginas do governo federal identificados por um selo em forma de um balão amarelo de quadrinhos, com a letra “i”, em verde. (more…)
O estrago está feito. Simplesmente, as imagens se espalharam por 211 domínios de mais de 20 países, de acordo com a ONG SaferNet. No período que vai de 4/05, dia em que as fotos “vazaram”, e 8/05, a ONG registrou 8 milhões de acessos às fotos. A maioria em domínios internacionais –quase impossível tirá-las do ar. (more…)
O Congresso vai votar projeto de lei que pretende criminalizar atividades cotidianas, como o compartilhamento de músicas.
De autoria do deputado Azeredo, ela supostamente teria o objetivo de nos proteger contra fraudadores e hackers –o parlamentar aproveitou a onda dos recentes ataques à páginas do governo brasileiro.
Mas, como alguém que faz uma cirurgia com uma motosserra, as normas excessivamente cautelosas impostas da lei trariam altíssimos custos sem de fato cumprir seu objetivo.
Então, avante! Envie uma mensagem às lideranças das comissões de Constituição e Justiça, Ciência e Tecnologia e Segurança Pública e divulgue a campanha do Avaaz.
Se não, vá atrás do seu convite. Se sim, confira três funcionalidades que não dá para deixar de saber sobre a nova rede social de Google, o todo poderoso
- Confie nos círculos. Uma grande sacada do Google Plus é a divisão dos contatos em grupos: família, trabalho, etc. Mas não é aí que está o diferencial. Ao atualizar seu status, é possível escolher qual círculo poderá vê-lo. É o fim da autocensura na hora de escrever. Essa divisão, então, será essencial para a sua privacidade.
- Tá tudo fechado. Vá lá nas configurações e perca um tempo definindo o que vai aparecer na busca, quem vai poder ver o quê, do contrário, como o Google fechou tudo, muita gente não vai ver o que você diz.
- Integração. Ao postar um documento, ele vai parar no GDocs. Ao postar uma foto, ela vai parar no Picasa. Também uma toolbar preta vai aparecer no topo do seu browser quando você estiver no gmail te avisando das notificações da rede.
Outra coisa que você verá muito são gifs antifacebook como esse:

PS: Lembre-se que, como no Facebook, todo cuidado com dados é pouco. Também não deixe de adicionar o synthrochestra na rede. E por que não no Facebook.