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	<title>Tambotech</title>
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	<description>Blog de informática e Tecnologia com explicações de uma maneira despojada com tutoriais, vídeo aulas e dicas de suporte!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Sep 2026 14:02:10 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Tambotech</title>
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		<title>Referências de design: um site para cada parte da página</title>
		<link>https://www.tambotech.com.br/tecnologia/referencias-design-parte-pagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Vago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:53:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Galerias de referência reúnem só hero, CTA, menu, rodapé ou página 404. Veja as principais e o que elas não entregam.</p>
<p>O post <a href="https://www.tambotech.com.br/tecnologia/referencias-design-parte-pagina/">Referências de design: um site para cada parte da página</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tambotech.com.br">Tambotech</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Para o designer, referência é tudo. É com essa ideia que uma lista de galerias especializadas circulou no Threads nesta semana: um endereço reúne apenas páginas de erro 404, outro se dedica a rodapés, um terceiro cataloga botões de chamada para ação. O autor do post fez uma ressalva: &#8220;espero que vocês não se limitem às sugestões de links que eu estou dando aqui&#8221;. Os acervos servem para usar, mas repertório se constrói com o contexto de tudo o que cerca o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lógica é prática. Quando o designer trava em um trecho específico do layout, não quer navegar por centenas de sites inteiros atrás de uma solução. Quer colocar dezenas de exemplos do mesmo bloco lado a lado e decidir rápido.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/robo-desenhando-propria-perna-magnific.jpg" alt="Robô humanoide de metal sentado no chão de um estúdio, desenhando a própria perna mecânica com um lápis em uma folha de papel" class="wp-image-17765" srcset="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/robo-desenhando-propria-perna-magnific.jpg 1280w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/robo-desenhando-propria-perna-magnific-400x225.jpg 400w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/robo-desenhando-propria-perna-magnific-590x332.jpg 590w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/robo-desenhando-propria-perna-magnific-747x420.jpg 747w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/robo-desenhando-propria-perna-magnific-640x360.jpg 640w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/robo-desenhando-propria-perna-magnific-681x383.jpg 681w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem gerada usando o Magnific</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">Uma galeria para cada pedaço da página</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os cinco endereços mais citados cobrem, cada um, uma unidade da interface. O <a href="https://supahero.io/" target="_blank" rel="noopener">Supahero</a> reúne hero sections, a primeira dobra que decide se o visitante continua rolando. O site informa hoje que passou a fazer parte do <a href="https://screensdesign.com/" target="_blank" rel="noopener">Screensdesign</a>, uma biblioteca maior voltada a interfaces de aplicativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.cta.gallery/" target="_blank" rel="noopener">CTA.gallery</a> faz o mesmo com chamadas para ação. A navegação é organizada por tipo, como botão, formulário, newsletter, modal e preço, além de indústria e modo claro ou escuro. O <a href="https://www.404s.design/" target="_blank" rel="noopener">404s.design</a> cataloga páginas de erro e permite filtrar por estilo, como brutalist, glitchy ou ilustrado, e por interação, incluindo páginas com minijogos e cursor personalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.navbar.gallery/" target="_blank" rel="noopener">Navbar Gallery</a> concentra a curadoria em menus de navegação. Há filtros para mega menu, barra lateral, barra de busca e breadcrumbs. O <a href="https://www.footer.design/" target="_blank" rel="noopener">footer.design</a> se apresenta como a única galeria de rodapés do mundo, com exemplos organizados por tipo de projeto e estilo visual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um acervo puxou o outro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A história desses sites se cruza. O footer.design, mantido por Benten Woodring, Devin Fountain e Matt Cram, aparece como inspiração declarada de outros dois projetos. Salim Lunat, criador do CTA.gallery, conta que sempre quis contribuir com a comunidade de design. A oportunidade surgiu quando conheceu a galeria de rodapés e percebeu que as chamadas para ação ficavam de fora das bibliotecas maiores. A Navbar Gallery nasceu de uma faísca no Twitter provocada pelo mesmo site: Christina Liubynska percebeu que a navegação não tinha um repositório dedicado e construiu o projeto em público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O padrão aparece em outros lugares. Existem galerias específicas de hero, bibliotecas de seções inteiras, como a <a href="https://www.unsection.com/" target="_blank" rel="noopener">Unsection</a>, e catálogos dedicados a telas de aplicativos. A especialização deixou de ser nicho e virou método de curadoria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que essas galerias não entregam</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O discurso de conversão é a parte mais frágil. Nenhuma das cinco entrega algo para colar no código. O que existe é captura de tela, metadados e um link para o site original. Elas servem como referência visual, não como biblioteca de componentes prontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não há prova de que os exemplos convertem melhor. O CTA.gallery usa expressões como &#8220;conversion-boosting&#8221;, mas as páginas consultadas não trazem teste A/B nem métrica de conversão. Há ainda um risco estrutural: como os catálogos apontam para páginas de terceiros, os exemplos envelhecem, mudam de layout ou desaparecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre o 404s.design no <a href="https://news.ycombinator.com/item?id=43589119" target="_blank" rel="noopener">Hacker News</a>, com 77 pontos e 13 comentários, levantou um ponto técnico que vale para qualquer uma dessas referências. Uma página de erro criativa precisa ser leve. Requisições antigas de favicon e ícones de toque ainda chegam ali, e uma página pesada desperdiça banda. Criatividade sem parcimônia técnica vira problema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde buscar referência de cada parte do site</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhum desses acervos tem versão em português, e quem procura componente pronto, e não apenas referência, paga em dólar. A seleção abaixo separa o que é inspiração visual do que é material implementável:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://supahero.io/" target="_blank" rel="noopener">Supahero</a> &#8211; hero sections, a primeira dobra da página. Hoje faz parte do Screensdesign.</li><li><a href="https://hero.gallery/" target="_blank" rel="noopener">Hero Gallery</a> &#8211; só heros, com análise de layout, texto, chamada e prova social de cada exemplo.</li><li><a href="https://www.cta.gallery/" target="_blank" rel="noopener">CTA.gallery</a> &#8211; chamadas para ação por tipo, como botão, formulário, newsletter, modal e preço, além de indústria e modo claro ou escuro.</li><li><a href="https://www.navbar.gallery/" target="_blank" rel="noopener">Navbar Gallery</a> &#8211; navegação: mega menu, barra lateral, barra de busca e breadcrumbs.</li><li><a href="https://www.footer.design/" target="_blank" rel="noopener">footer.design</a> &#8211; rodapés organizados por tipo de projeto e estilo. Se apresenta como a única galeria do tipo.</li><li><a href="https://www.404s.design/" target="_blank" rel="noopener">404s.design</a> &#8211; páginas de erro por estilo, como brutalist, glitchy ou ilustrado, e por interação, com minijogos e cursor personalizado.</li><li><a href="https://www.unsection.com/" target="_blank" rel="noopener">Unsection</a> &#8211; milhares de seções de sites reais, de hero a FAQ e rodapé. Plano Pro a US$ 5 por mês, cerca de R$ 26.</li><li><a href="https://uibook.art/" target="_blank" rel="noopener">UIBook</a> &#8211; designs de sites reais pesquisáveis por seção, com filtro de setor, estilo, tipografia e cor.</li><li><a href="https://kombai.com/gallery/web/" target="_blank" rel="noopener">Kombai Gallery</a> &#8211; mais de 20 mil referências de web e mobile, com prompts prontos para agentes de IA.</li><li><a href="https://uiverse.io/" target="_blank" rel="noopener">Uiverse</a> &#8211; elementos de interface open source com código para copiar em HTML, CSS, Tailwind e React.</li><li><a href="https://pagedone.io/section" target="_blank" rel="noopener">Pagedone</a> &#8211; mais de 4.650 componentes e seções com código HTML e Tailwind.</li><li><a href="https://tailwindcss.com/plus/ui-blocks" target="_blank" rel="noopener">Tailwind Plus</a> &#8211; mais de 500 blocos prontos, por US$ 149 o pacote, cerca de R$ 762.</li><li><a href="https://land-book.com/" target="_blank" rel="noopener">Land-book</a>, <a href="https://godly.website/" target="_blank" rel="noopener">Godly</a> e <a href="https://minimal.gallery/" target="_blank" rel="noopener">Minimal Gallery</a> &#8211; sites completos, para ver a página inteira em vez de uma seção.</li><li><a href="https://mobbin.com/" target="_blank" rel="noopener">Mobbin</a> &#8211; telas e fluxos de aplicativos, com mais de 621 mil telas catalogadas.</li><li><a href="https://component.gallery/" target="_blank" rel="noopener">Component Gallery</a> &#8211; compara o mesmo componente em 95 design systems, com notas de acessibilidade.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem quer ir além da inspiração, a <a href="https://news.ycombinator.com/item?id=43589119" target="_blank" rel="noopener">discussão no Hacker News</a> sobre o 404s.design rendeu sugestões que servem para qualquer seção do site. Uma delas é usar a página de erro para listar os links mais procurados, recurso que só funciona quando o site tem busca decente. Outra é assumir a falha em vez de dizer ao visitante que ele se perdeu. Há ainda uma ideia que virou projeto: em vez de uma mensagem vazia, exibir rostos de crianças desaparecidas, como faz o <a href="https://notfound.org/" target="_blank" rel="noopener">notfound.org</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim, referência só rende quando entra num sistema. Ferramentas como o <a href="https://www.tambotech.com.br/tecnologia/open-design-ferramenta-open-source/" target="_blank" rel="noopener">Open Design</a>, já mostradas no blog, organizam padrões de projeto para a inteligência artificial gerar interface coerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://supahero.io/" target="_blank" rel="noopener">Supahero</a> | <a href="https://www.cta.gallery/" target="_blank" rel="noopener">CTA.gallery</a> | <a href="https://www.404s.design/" target="_blank" rel="noopener">404s.design</a> | <a href="https://www.navbar.gallery/" target="_blank" rel="noopener">Navbar Gallery</a> | <a href="https://www.footer.design/" target="_blank" rel="noopener">footer.design</a> | <a href="https://screensdesign.com/" target="_blank" rel="noopener">Screensdesign</a> | <a href="https://www.unsection.com/" target="_blank" rel="noopener">Unsection</a> | <a href="https://news.ycombinator.com/item?id=43589119" target="_blank" rel="noopener">Hacker News</a></p>
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		<title>Shopify compra Tailwind e acende alerta sobre independência</title>
		<link>https://www.tambotech.com.br/tecnologia/shopify-tailwind-independencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Vago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Shopify]]></category>
		<category><![CDATA[Tailwind CSS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tambotech.com.br/?p=17755</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Tailwind entra na Shopify com promessa de manutenção, mas o novo vínculo levanta dúvidas sobre roadmap e independência.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Tailwind Labs anunciou em setembro de 2026 sua entrada na Shopify. Coberturas independentes tratam o acordo como uma aquisição, mas o comunicado de Adam Wathan não informa a estrutura jurídica, o valor nem os termos financeiros. O que se sabe é que o framework passa a ter a Shopify como casa corporativa. A empresa também encerra novas inscrições no Tailwind Plus e no ui.sh.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1280" height="720" src="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17755.png" alt="Robô criando um site em computador" class="wp-image-17758" srcset="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17755.png 1280w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17755-400x225.png 400w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17755-590x332.png 590w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17755-747x420.png 747w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17755-640x360.png 640w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17755-681x383.png 681w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem gerada usando o Magnific</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A promessa é manter Tailwind CSS e os demais projetos open source sob a licença MIT. A equipe afirma que continuará responsável pela manutenção, agora com apoio da Shopify. A mudança reduz o risco imediato de abandono, depois de um período difícil para a empresa. Em janeiro, Wathan relatou no GitHub uma queda de cerca de 40% no tráfego da documentação desde 2023, receita quase 80% menor e a demissão de 75% da equipe de engenharia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso expõe uma mudança na distribuição de software. Ferramentas de IA respondem a dúvidas e produzem classes de Tailwind sem levar o desenvolvedor à página que antes apresentava os produtos pagos. A situação lembra a dependência discutida quando a OpenAI anunciou o fim do fornecimento de modelos ao <a href="https://www.tambotech.com.br/tecnologia/openai-encerra-cursor-spacex/" target="_blank" rel="noopener">Cursor após a compra da Anysphere pela SpaceX</a>: quem constrói sobre uma plataforma de terceiros depende de contratos, prioridades e decisões que não controla. Não há ligação direta entre aquele caso e a entrada da Tailwind na Shopify. A comparação apenas mostra como a autonomia técnica pode depender de acordos comerciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que muda com a Shopify</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Shopify já usava Tailwind em escala e tem interesse direto em mantê-lo saudável. Wathan citou como áreas de trabalho as lojas dos comerciantes, o painel administrativo, o checkout, o aplicativo Shop e iniciativas de comércio com agentes de IA. Desenvolver o framework dentro de um produto real pode acelerar melhorias e revelar problemas que uma equipe isolada não enxerga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação vem do mesmo ponto. A empresa que financia a equipe e oferece o principal ambiente de validação também pode direcionar a atenção para necessidades próprias. Não há evidência de que a Shopify tenha alterado o roadmap, bloqueado contribuições ou condicionado o uso do Tailwind à sua plataforma. A licença MIT também não resolve essa questão. Ela permite usar, modificar e distribuir o código, mas não define quem escolhe as próximas prioridades nem garante investimento nos projetos menos úteis ao comércio eletrônico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte dos comentários no Hacker News vê a operação como uma saída racional para uma ferramenta que precisava de fôlego financeiro. Outra parte teme que o Tailwind se torne uma extensão das necessidades da Shopify. As duas leituras convivem porque o anúncio confirma a nova fonte de apoio, mas não explica como a governança funcionará.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O alerta é de governança, não de licença</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão sobre independência não exige prever que o projeto será capturado. É preciso acompanhar sinais concretos: quais issues recebem atenção, se os recursos de uso geral continuam avançando, como ficam as bibliotecas adjacentes e se o Tailwind Plus terá atualizações compatíveis com versões futuras. Clientes atuais mantêm acesso aos produtos pagos, segundo o anúncio. Quem ainda não era cliente perde a possibilidade de fazer novas inscrições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para desenvolvedores e agências no Brasil, o cenário imediato não pede migração apressada. O Tailwind continua sob a licença MIT e pode permanecer no stack de projetos novos e existentes. A cautela é comercial. Equipes que dependiam do Tailwind Plus ou do ui.sh precisam avaliar alternativas, manter cópias dos ativos licenciados e evitar que componentes pagos se tornem uma dependência impossível de renovar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Shopify pode dar à Tailwind a estabilidade que a venda de templates deixou de oferecer. Em contrapartida, a saúde futura de um projeto usado por milhões passa a depender mais diretamente dos interesses de uma única companhia. O primeiro teste não será o comunicado, mas as decisões de roadmap que vierem depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://tailwindcss.com/blog/tailwind-is-joining-shopify" target="_blank" rel="noopener">Tailwind CSS</a> | <a href="https://github.com/tailwindlabs/tailwindcss.com/pull/2388" target="_blank" rel="noopener">GitHub</a> | <a href="https://www.pymnts.com/commerce/ecommerce/2026/shopify-brings-on-tailwind-labs-team-to-drive-custom-storefront-push/" target="_blank" rel="noopener">PYMNTS</a> | <a href="https://news.ycombinator.com/item?id=49626190" target="_blank" rel="noopener">Hacker News</a></p>
<p>O post <a href="https://www.tambotech.com.br/tecnologia/shopify-tailwind-independencia/">Shopify compra Tailwind e acende alerta sobre independência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tambotech.com.br">Tambotech</a>.</p>
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		<item>
		<title>Apple anuncia iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável</title>
		<link>https://www.tambotech.com.br/tecnologia/iphone-duo-dobravel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Vago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 21:08:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tambotech.com.br/?p=17746</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apple confirma o iPhone Duo, seu primeiro dobrável, com tela de 7,6 polegadas e preço inicial de US$ 1.999 nos EUA.</p>
<p>O post <a href="https://www.tambotech.com.br/tecnologia/iphone-duo-dobravel/">Apple anuncia iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tambotech.com.br">Tambotech</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Apple confirmou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável. O aparelho abre como um livro, traz uma tela interna de 7,6 polegadas e terá preço inicial de US$ 1.999 nos Estados Unidos. A pré-venda começa em outubro, semanas depois da chegada do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/iphone-duo-reproducao.jpg" alt="Reprodução visual do iPhone Duo dobrável"/><figcaption>Reprodução visual do iPhone Duo. O preço exibido na arte não deve ser usado como referência oficial.</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">O iPhone Duo dobrável é oficial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A dúvida acabou. A Apple publicou a página oficial do <a href="https://www.apple.com/iphone-duo/" target="_blank" rel="noopener">iPhone Duo</a> e confirmou o produto como seu primeiro iPhone dobrável. O dispositivo tem formato de livro e, quando aberto, oferece a maior tela já colocada em um iPhone.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fechado, o Duo usa uma tela externa de 5,4 polegadas. Aberto, chega a 7,6 polegadas. A Apple manteve a mesma proporção entre os dois painéis para que o conteúdo mude de uma tela para outra sem uma quebra tão brusca de layout.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Especificações do iPhone Duo</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Tela interna dobrável Super Retina XDR de 7,6 polegadas.</li><li>Tela externa Super Retina XDR de 5,4 polegadas.</li><li>Acabamento nano-texturizado na tela interna para reduzir reflexos.</li><li>Câmera FaceTime escondida sob a tela interna.</li><li>Chip A20 Pro com Neural Engine de 16 núcleos.</li><li>Sistema de bateria dupla.</li><li>Modem C2, Wi-Fi 7, Bluetooth 6, 5G e eSIM.</li><li>Câmera Fusion Main de 48 MP e câmera Fusion Ultra Wide de 48 MP.</li><li>Câmera frontal Center Stage de 12 MP.</li><li>Gravação em 4K a 120 quadros por segundo em Dolby Vision.</li><li>Até 31 horas de reprodução de vídeo pela tela interna e até 44 horas pela tela externa.</li><li>Estrutura de titânio, proteção Ceramic Shield e Ceramic Shield 2.</li><li>Resistência à água e poeira com certificação IP68.</li><li>Touch ID integrado ao botão lateral.</li><li>Cores Night Sky e Star White.</li><li>Armazenamento a partir de 256 GB, com opção de até 2 TB.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">O formato também muda a experiência do sistema. O iOS 27 permite abrir dois aplicativos lado a lado, usar duas janelas do mesmo aplicativo e salvar pares de apps para voltar rapidamente a uma tarefa. O aparelho pode ficar apoiado em diferentes ângulos para chamadas, vídeos e fotos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Especificações do iPhone 18, 18 Pro e 18 Pro Max</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Apple confirmou oficialmente o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. Já o iPhone 18 comum não teve especificações completas divulgadas no material oficial consultado. Por isso, não é correto preencher essa ficha técnica com informações de vazamentos.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>iPhone 18:</strong> modelo citado em rumores, mas sem tela, chip, câmeras, bateria, armazenamento, preço ou data de venda confirmados pela Apple.</li><li><strong>iPhone 18 Pro:</strong> tela Super Retina XDR, chip A20 Pro, câmera principal Fusion de 48 MP com abertura variável, três câmeras traseiras de 48 MP, câmera frontal Center Stage de 18 MP, Wi-Fi 7, Bluetooth 6, modem C2, iOS 27 e armazenamento de 256 GB a 2 TB.</li><li><strong>iPhone 18 Pro Max:</strong> mesma plataforma do Pro, tela maior, câmera principal com abertura variável, três câmeras traseiras de 48 MP, câmera frontal Center Stage de 18 MP, armazenamento de 256 GB a 2 TB e até 45 horas de reprodução de vídeo em modelos eSIM.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">O iPhone 18 Pro começa em US$ 1.199 e o iPhone 18 Pro Max em US$ 1.299 nos Estados Unidos. A pré-venda começa em 12 de setembro e a disponibilidade está marcada para 18 de setembro de 2026. Não há preço brasileiro confirmado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo vão disputar o mesmo público?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existe alguma sobreposição, mas os produtos parecem mirar públicos diferentes. O iPhone 18 Pro Max é o celular tradicional para quem quer a melhor câmera, a maior bateria e desempenho máximo sem abrir mão de um aparelho mais simples e conhecido. O iPhone Duo vende outra ideia: uma tela grande para multitarefa, vídeos e leitura em um corpo que fecha e cabe no bolso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O risco de canibalização existe principalmente entre compradores dispostos a pagar mais de US$ 1.000 por um iPhone premium. Ainda assim, a diferença de preço e de formato cria uma divisão clara. Quem prioriza fotografia e autonomia pode preferir o Pro Max; quem quer produtividade em duas telas, novas formas de apoio e uma experiência próxima de um mini tablet pode escolher o Duo. A Apple parece estar ampliando a linha premium, não substituindo o Pro Max.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é mito e o que ainda não foi confirmado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O nome iPhone Ultra apareceu durante meses em vazamentos, mas não é o nome oficial. A Apple escolheu iPhone Duo. Também não procede a ideia de que o aparelho seria apenas um conceito criado por fãs: a própria Apple já publicou a página do produto.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Nome iPhone Ultra:</strong> mito. O nome oficial é iPhone Duo.</li><li><strong>Lançamento do Duo junto com o Pro:</strong> mito. O dobrável chega em outubro, depois dos modelos Pro.</li><li><strong>Preço de US$ 999:</strong> não confirmado. A página oficial informa preço inicial de US$ 1.999; o valor de US$ 999 aparece apenas na reprodução visual recebida.</li><li><strong>Preço brasileiro:</strong> não confirmado. Ainda não há valor oficial em reais.</li><li><strong>iPhone 18 comum já detalhado:</strong> não confirmado. A Apple não publicou a ficha técnica completa desse modelo.</li><li><strong>Apple Pencil no lançamento:</strong> não confirmado para o primeiro dia. A Apple fala em suporte mais tarde em 2026.</li><li><strong>Fim imediato do iPhone 18 Pro Max:</strong> mito. A Apple não anunciou que o Pro Max sairá de linha.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Outro rumor dizia que o dobrável seria lançado imediatamente junto com os modelos Pro. Isso também não aconteceu. O iPhone Duo terá pré-venda em 16 de outubro de 2026, às 5h no horário do Pacífico, e chegará às lojas em 23 de outubro. O iPhone 18 Pro e o Pro Max chegam antes, em 18 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suporte ao Apple Pencil existe, mas a Apple afirma que ele chegará mais tarde em 2026. Portanto, não é correto dizer que o acessório estará necessariamente disponível no primeiro dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não foi confirmado nenhum preço para o Brasil. O valor de US$ 1.999 é o preço inicial informado para o mercado norte-americano. A imagem que acompanha esta matéria é uma reprodução visual e mostra outro valor, de US$ 999, que não coincide com a página oficial. Esse número não deve ser tratado como preço do produto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais iPhones devem sair de linha?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Apple não divulgou uma lista oficial de modelos que deixarão de ser vendidos por causa do Duo. A chegada do dobrável não significa que todos os iPhones atuais serão retirados imediatamente. O Duo ocupa uma faixa premium própria, acima dos modelos Pro pelo preço e pelo formato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais provável é que a Apple mantenha o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max como celulares tradicionais de alto desempenho. A empresa também não confirmou, no material consultado, a saída de linha dos modelos mais acessíveis. Qualquer afirmação sobre o fim de um iPhone específico ainda é especulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o consumidor brasileiro, a decisão depende de três informações que ainda faltam: preço local, impostos e data de venda no país. Até a Apple publicar esses dados, qualquer valor em reais será uma suposição. O fato confirmado é que o iPhone Duo existe, será vendido primeiro nos Estados Unidos por US$ 1.999 e representa a primeira entrada oficial da Apple no mercado de dobráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.apple.com/iphone-duo/" target="_blank" rel="noopener">Apple</a> | <a href="https://www.apple.com/iphone-18-pro/" target="_blank" rel="noopener">Apple iPhone 18 Pro</a> | <a href="https://www.reuters.com/business/retail-consumer/apple-expected-unveil-first-folding-phone-with-new-ceo-ternus-command-2026-09-09/" target="_blank" rel="noopener">Reuters</a> | <a href="https://www.theverge.com/tech/991203/iphone-duo-foldable-news-specs-price-release-date" target="_blank" rel="noopener">The Verge</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DeepSeek anuncia V4.1 Flash e muda cobrança da API Pro</title>
		<link>https://www.tambotech.com.br/tecnologia/deepseek-flash-precos-api/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Vago]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 20:54:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[DeepSeek]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tambotech.com.br/?p=17739</guid>

					<description><![CDATA[<p>DeepSeek V4.1 Flash aparece em agregadores; relatos comunitários apontam ganho de velocidade, sem benchmark oficial comparável.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O DeepSeek V4.1 Flash passou a aparecer como lançado em agregadores de API em 10 de setembro de 2026. A <a href="https://openrouter.ai/deepseek/deepseek-v4.1-flash" target="_blank" rel="noopener">página do OpenRouter</a> o lista com contexto de 1 milhão de tokens, entrada de texto e imagem, saída de texto e suporte a ferramentas e JSON. A documentação pública da DeepSeek ainda não incluiu uma página específica para o V4.1, portanto esses dados precisam ser atribuídos ao agregador. Segundo a DeepSeek, o modelo supera o V4 Pro em desempenho, custo, velocidade e tempo de execução.</p>

<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="1280" height="630" src="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17739.jpg" alt="Comunicado da DeepSeek sobre o V4.1 Flash" class="wp-image-17740" srcset="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17739.jpg 1280w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17739-400x197.jpg 400w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17739-590x290.jpg 590w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17739-853x420.jpg 853w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17739-640x315.jpg 640w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/post-17739-681x335.jpg 681w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">Comunicado da DeepSeek sobre o V4.1 Flash.</figcaption></figure>
</div>

<p class="wp-block-paragraph">A comunicação da DeepSeek informou que, até a chegada do V4.1 Pro, requisições enviadas ao V4 Pro seriam atendidas pelo V4.1 Flash e cobradas com a tabela do Flash. Empresas que usam a API devem confirmar no retorno e nos registros da própria integração qual modelo respondeu a cada chamada.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O que muda na API da DeepSeek</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A nova tabela prevê US$ 0,003 por 1 milhão de tokens de entrada com cache fora do pico, US$ 0,006 no pico, US$ 0,15 por entrada sem cache fora do pico e US$ 0,30 no pico. Para saída, os valores são US$ 0,60 e US$ 1,20, respectivamente. Na tabela pública anterior do V4 Flash, esses valores eram US$ 0,007, US$ 0,22 e US$ 0,66 fora do pico. A queda comercial varia conforme o tipo de token: é mais forte em entradas com cache e menor na saída.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A empresa define as faixas de pico em UTC e informa que todos os demais horários são considerados fora de pico. Em aplicações de alto volume, a diferença entre uma entrada com cache e outra sem cache pode alterar o custo. Uma resposta longa também pode custar mais do que o prompt que a originou.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Os valores podem mudar conforme o canal de acesso. No OpenRouter, o V4.1 Flash aparece a US$ 0,30 por milhão de tokens de entrada e US$ 1,20 por milhão de saída. Em uma tabela do OpenCode consultada pela reportagem, a opção fora do pico é de US$ 0,15 e US$ 0,60, respectivamente, e dobra no pico. Esses valores de agregadores não substituem a tabela da API direta da DeepSeek.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A mudança afeta uma rota que os clientes já escolheram. Em vez de manter o V4 Pro até o sucessor chegar, a DeepSeek diz que encaminhará as chamadas ao V4.1 Flash. Empresas que dependem de consistência devem registrar o modelo efetivamente retornado pela API, comparar latência, function calling e qualidade em prompts reais, e manter uma alternativa para tarefas críticas. Um roteamento transparente pode alterar comportamento e respostas sem mudança no código do cliente.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O que tem de novo no DeepSeek V4.1</h2>

<p class="wp-block-paragraph">A promessa de que o V4.1 Flash supera o V4 Pro em todos os indicadores ainda é uma afirmação da DeepSeek. Até esta apuração, a documentação pública listava as linhas V4 Flash e V4 Pro, sem uma página específica para o V4.1 Flash. Benchmarks detalhados, metodologia e compatibilidade por endpoint ainda precisam aparecer na documentação ou em testes independentes.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A diferença para uma troca de checkpoint é relevante. Em julho, a DeepSeek informou que o V4-Flash-0731 manteve a mesma arquitetura e o mesmo tamanho do V4-Flash-Preview, recebendo apenas novo pós-treinamento. Para o V4.1 Flash, a comunicação disponível fala em “nova estrutura de modelo” e multimodalidade nativa. Isso indica uma mudança além do pós-treinamento, mas não revela quais componentes foram alterados.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A comparação concreta é com o <a href="https://huggingface.co/deepseek-ai/DeepSeek-V4-Flash-Vision-Exp" target="_blank" rel="noopener">V4-Flash-Vision-Exp</a>. O model card oficial o descreve como V4 Flash com módulos visuais adicionados e treinamento continuado. O V4.1 Flash, por sua vez, é anunciado como multimodal nativo. A DeepSeek ainda não explicou como integra essa capacidade, portanto não é correto afirmar mudanças em MoE, atenção, experts, encoder visual, contexto ou quantização.</p>

<p class="wp-block-paragraph">O beta temporário reforçou que se tratava de uma validação. Ele usou o identificador <code>deepseek-v4.1-flash-expires-on-0910</code>, manteve a API existente, teve cobrança igual à do V4 Flash e limite de 20 requisições simultâneas por conta, segundo a <a href="https://technode.com/2026/09/09/deepseek-v4-1-flash-multimodal-limited-beta/" target="_blank" rel="noopener">TechNode</a>. Os relatos de velocidade se repetiram em fóruns e testes de primeiro dia. Há medições comunitárias entre cerca de 280 e 500 tokens por segundo, incluindo um relato de aproximadamente 350 tokens por segundo no <a href="https://forums.developer.nvidia.com/t/deepseek-v4-1-flash/382725" target="_blank" rel="noopener">fórum da NVIDIA</a>. Uma análise da <a href="https://www.orcarouter.ai/blog/deepseek-v4-1-flash-vs-deepseek-v4-flash" target="_blank" rel="noopener">OrcaRouter</a> contrapõe essa faixa aos 120 a 140 tokens por segundo do V4 Flash 0731. São testes comunitários, com carga e tarefas diferentes, não um benchmark oficial comparável. No OpenRouter, a mediana P50 exibida para o provedor DeepSeek é de 130 tokens por segundo, uma métrica de outra plataforma e condição de medição.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O que ainda não sabemos</h2>

<p class="wp-block-paragraph">Até esta atualização, não há technical report, model card completo, diagrama ou checkpoint público do V4.1 Flash. A DeepSeek não divulgou quantidade total ou ativa de parâmetros, número de experts, mecanismo de roteamento, mudanças no MoE, atenção, cache KV, janela de contexto, tokenizer, speculative decoding ou método de treinamento multimodal. A família V4 documentada suporta 1 milhão de tokens, mas isso ainda não foi confirmado para o V4.1 Flash. Também não há metodologia pública nem tabela detalhada de benchmarks para sustentar a alegação de que ele supera o V4 Pro nos principais indicadores.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Isso também deixa aberta a situação dos pesos. V4 Flash, V4 Flash 0731 e Vision-Exp têm material publicado sob licença MIT, mas não havia checkpoint nem model card equivalente do V4.1 Flash nesta apuração. Quem roda modelos próprios em vLLM ou outra infraestrutura não deve presumir disponibilidade local a partir do anúncio da API.</p>

<h2 class="wp-block-heading">O impacto para usuários no Brasil</h2>

<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o preço em dólar é apenas a primeira parte da conta. A cobrança final varia com o câmbio do cartão ou banco, spread, tarifas e, quando houver, a margem do provedor intermediário. Para empresas, a contratação de uma API estrangeira pode ainda exigir análise contábil e tributária conforme o contrato e a natureza do serviço.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Como referência, cada milhão de tokens de saída na nova tabela custa US$ 0,60 fora do pico e US$ 1,20 no pico. Isso não equivale a uma economia automática em reais: uso de cache, tamanho das respostas, ferramentas conectadas e volume de chamadas definem o custo total. Quem consome a DeepSeek por agregadores também precisa conferir se a redução será repassada integralmente.</p>

<p class="wp-block-paragraph">A mudança ocorre em um mercado que separa modelos mais baratos de opções mais capazes. Se os testes confirmarem a promessa, a DeepSeek poderá entregar uma alternativa mais acessível para agentes, atendimento automatizado e processamento de documentos. Se a troca alterar respostas ou disponibilidade, clientes do V4 Pro poderão perceber a mudança sem alterar o nome do modelo em suas integrações.</p>

<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://api-docs.deepseek.com/quick_start/pricing/" target="_blank" rel="noopener">DeepSeek API</a> | <a href="https://api-docs.deepseek.com/" target="_blank" rel="noopener">Documentação da DeepSeek</a> | <a href="https://openrouter.ai/deepseek/deepseek-v4.1-flash" target="_blank" rel="noopener">OpenRouter</a> | <a href="https://forums.developer.nvidia.com/t/deepseek-v4-1-flash/382725" target="_blank" rel="noopener">Fórum NVIDIA</a> | <a href="https://www.orcarouter.ai/blog/deepseek-v4-1-flash-vs-deepseek-v4-flash" target="_blank" rel="noopener">OrcaRouter</a> | <a href="https://technode.com/2026/09/09/deepseek-v4-1-flash-multimodal-limited-beta/" target="_blank" rel="noopener">TechNode</a></p>
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		<item>
		<title>Plugin leva o Neural Rendering do DLSS 5 ao ComfyUI</title>
		<link>https://www.tambotech.com.br/tecnologia/dlss5-comfyui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Vago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 15:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[ComfyUI]]></category>
		<category><![CDATA[DLSS 5]]></category>
		<category><![CDATA[NVIDIA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tambotech.com.br/?p=17720</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projeto experimental integra o Neural Rendering do DLSS 5 ao ComfyUI, mas exige GPU RTX e runtime compatível.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um projeto publicado no GitHub levou o Neural Rendering do DLSS 5 para dentro do ComfyUI, popular interface baseada em nós para criação de imagens com inteligência artificial. A integração ainda é experimental e não tem vínculo oficial com a NVIDIA nem com o próprio ComfyUI, mas já permite testar o recurso no mesmo fluxo usado para gerar e editar imagens.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/dlss5-comfyui.jpg" alt="Robô em transformação com DLSS 5 no ComfyUI" class="wp-image-17726" srcset="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/dlss5-comfyui.jpg 1280w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/dlss5-comfyui-400x225.jpg 400w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/dlss5-comfyui-590x332.jpg 590w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/dlss5-comfyui-747x420.jpg 747w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/dlss5-comfyui-640x360.jpg 640w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/dlss5-comfyui-681x383.jpg 681w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem gerada usando o Magnific</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O Reel publicado pelo perfil Github repo mostra o repositório <a href="https://github.com/lisitskyaa/ComfyUI-DLSS5-NR" target="_blank" rel="noopener">ComfyUI-DLSS5-NR no GitHub</a> e a execução do nó dentro do programa. O autor descreve uma integração que dispensa um executável auxiliar e não grava imagens temporárias no disco. A proposta é aplicar o processamento neural sem deixar o ambiente do ComfyUI.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o plugin conecta o ComfyUI ao DLSS 5</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto recebe a imagem do ComfyUI por Python e ctypes, passa os dados por uma ponte nativa chamada <code>dlss5nr_bridge.dll</code> e usa D3D12 e NGX para chamar a função de Neural Rendering. O resultado volta para o fluxo como uma nova imagem. Na versão v0.2.0, a transferência passa por staging na CPU, convertendo o tensor para float32 e depois para RGBA16F antes do processamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso diferencia o nó de um simples filtro 2D. O <a href="https://research.nvidia.com/labs/adlr/DLSS5/" target="_blank" rel="noopener">trabalho técnico da NVIDIA sobre o DLSS 5</a> descreve uma etapa de renderização neural guiada por informações da cena, com foco em iluminação, materiais e estabilidade entre quadros. No caso do ComfyUI, o projeto comunitário adapta a chamada para imagens geradas no workflow, e não para um pipeline completo de jogo com todos os buffers de um motor 3D.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio repositório informa que a saída mantém a resolução da imagem de entrada. Portanto, este nó não substitui o DLSS Super Resolution nem promete aumentar a resolução por conta própria. Ele funciona como uma etapa experimental de pós-processamento neural, com controles de estilo, preset, intensidade, tom, estrutura, pele e máscara automática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aí que aparece uma possibilidade para quem produz UGC, sigla usada para conteúdo gerado por usuários. Um criador que produz vídeos realistas com inteligência artificial poderia testar o nó em imagens ou quadros renderizados no ComfyUI para ajustar iluminação, materiais, pele, cabelo e microdetalhes. Em cenas com aparência fotográfica, esse tipo de tratamento pode aproximar a imagem de uma referência mais natural, especialmente quando o problema está na resposta da luz e não na resolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a promessa precisa ser medida. O repositório não prova que o plugin melhora vídeos UGC completos, nem que elimina cintilação ou mantém a identidade de uma pessoa entre todos os quadros. O DLSS 5 oficial foi desenhado para receber informações de motores de jogos, como vetores de movimento e dados da cena. Um workflow de vídeo no ComfyUI tem limitações diferentes. Portanto, o uso mais realista hoje é tratar o projeto como um experimento para imagens e sequências de quadros, não como uma solução pronta para deixar qualquer vídeo mais real.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Requisitos, download e riscos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O plugin exige Windows 10 ou 11 de 64 bits, uma GPU NVIDIA RTX, driver recente e uma versão compatível de <code>nvngx_dlssnr.dll</code>. Também é necessário ter o ComfyUI com Python, PyTorch e NumPy. O arquivo proprietário do runtime não é distribuído pelo projeto. O usuário deve obter uma cópia compatível por meios legais e verificar se ela corresponde à sua placa e ao driver instalado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para baixar o plugin, o caminho indicado é a área de <a href="https://github.com/lisitskyaa/ComfyUI-DLSS5-NR/releases" target="_blank" rel="noopener">Releases do ComfyUI-DLSS5-NR</a>. O autor alerta para não usar o arquivo automático <code>Source code.zip</code> quando a intenção for uma instalação normal, porque esse pacote não contém a ponte nativa compilada. A versão de usuário vem no ZIP de lançamento para Windows x64.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há riscos concretos. A interface usada pelo projeto é não documentada e pode mudar conforme o driver ou o runtime da NVIDIA. Uma incompatibilidade pode gerar erros como <code>0xBAD00001</code>, impedir a criação do recurso ou até derrubar o processo do ComfyUI. O GitHub também recomenda consultar o nó de informações de runtime antes de investigar problemas, pois ele mostra a GPU selecionada, as versões da ponte e o hash SHA-256 da DLL fornecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demonstração do Reel confirma o fluxo apresentado, mas não funciona como benchmark. O projeto ainda não traz uma comparação independente de desempenho ou qualidade visual, e os resultados podem variar conforme a GPU, o driver e o runtime usado. A integração também não equivale ao DLSS 5 oficial dentro de um motor de jogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O interesse brasileiro é direto: quem já possui uma RTX compatível pode experimentar uma tecnologia anunciada para jogos sem trocar imediatamente de placa. Só que o custo não está apenas no hardware. Drivers, DLLs, compatibilidade e estabilidade ainda fazem parte do teste. O assunto também complementa o guia do Tambotech sobre <a href="https://www.tambotech.com.br/tecnologia/dlss-5-como-baixar/" target="_blank" rel="noopener">onde baixar e como rodar o DLSS 5 em placas e jogos antigos</a>, que reúne outros projetos comunitários e os cuidados com arquivos de terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ComfyUI-DLSS5-NR não transforma o DLSS 5 em recurso pronto para produção. Ele mostra, porém, como a comunidade já está tentando transportar o Neural Rendering para fora dos jogos e colocá-lo em fluxos locais de criação de imagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://github.com/lisitskyaa/ComfyUI-DLSS5-NR" target="_blank" rel="noopener">GitHub &#8211; ComfyUI-DLSS5-NR</a> | <a href="https://www.nvidia.com/en-us/geforce/news/dlss-5-3d-guided-neural-rendering/" target="_blank" rel="noopener">NVIDIA</a> | <a href="https://research.nvidia.com/labs/adlr/DLSS5/" target="_blank" rel="noopener">NVIDIA ADLR</a> | <a href="https://www.instagram.com/reel/DdEmOGVE8Mp/?stkn=ZzNzcmZsdTNocG1h" target="_blank" rel="noopener">Reel analisado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manacá-1B leva IA aberta em português ao Brasil</title>
		<link>https://www.tambotech.com.br/tecnologia/manaca-ia-aberta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Vago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 15:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos Open Source]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.tambotech.com.br/?p=17717</guid>

					<description><![CDATA[<p>Manacá-1B é um modelo aberto de 1,72 bilhão de parâmetros treinado do zero para o português do Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.tambotech.com.br/tecnologia/manaca-ia-aberta/">Manacá-1B leva IA aberta em português ao Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.tambotech.com.br">Tambotech</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://github.com/Instituto-IA-LNCC/manaca-1b-base" target="_blank" rel="noopener">Manacá-1B</a> é um novo modelo de linguagem aberto, com 1,72 bilhão de parâmetros, treinado do zero para o português brasileiro pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). O projeto libera pesos, código, dados de avaliação e o processo de treinamento. A proposta é oferecer uma base auditável para pesquisa e produtos de IA feitos no país.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1280" height="720" src="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/manaca-1b-featured-16x9-1.png" alt="Robô didático diante de lousa em verde e amarelo" class="wp-image-17722" srcset="https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/manaca-1b-featured-16x9-1.png 1280w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/manaca-1b-featured-16x9-1-400x225.png 400w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/manaca-1b-featured-16x9-1-590x332.png 590w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/manaca-1b-featured-16x9-1-747x420.png 747w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/manaca-1b-featured-16x9-1-640x360.png 640w, https://www.tambotech.com.br/wp-content/uploads/2026/09/manaca-1b-featured-16x9-1-681x383.png 681w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption class="wp-element-caption">Imagem gerada usando o Magnific</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading">O que é o Manacá-1B</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Manacá-1B é um modelo decoder-only, arquitetura usada para prever e continuar texto. Ele foi treinado para lidar com o português brasileiro e nasce como modelo-base. Isso significa que ainda não recebeu ajuste específico para seguir instruções, conversar como chatbot ou obedecer comandos do usuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto importa porque o projeto não tenta se apresentar como um assistente pronto para substituir ferramentas populares. A ideia é fornecer uma fundação técnica para que universidades, empresas e desenvolvedores construam versões especializadas, façam ajuste fino e testem aplicações em português. O nome remete ao manacá-da-serra, flor que muda de cor durante a maturação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia e treinamento reproduzível</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença do Manacá-1B está na abertura do processo. O repositório reúne o ambiente em Docker, a preparação do corpus, o treinamento do tokenizador, o pré-treino com Megatron-LM, a conversão para Hugging Face e os testes. Os autores também publicaram logs de treino, configurações e vetores de previsão por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O corpus usa fontes abertas em português brasileiro, incluindo uma amostra do GigaVerbo, textos jurídicos e legislativos do Ulysses Tesemõ, da USP, e a Wikipedia em português. São cerca de 20,1 bilhões de tokens únicos. No pré-treino, o modelo processou aproximadamente 41,9 bilhões de tokens ao longo de duas épocas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recursos já existentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento já oferece o material necessário para estudar o modelo, verificar os resultados e iniciar trabalho de adaptação para casos de uso próprios.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Pesos do modelo-base no Hugging Face;</li><li>Tokenizador próprio para português brasileiro;</li><li>Pipeline de treinamento containerizado em Docker;</li><li>Logs brutos de treino e avaliação;</li><li>Benchmarks em português, como CALAME-PT, HellaSwag-PT, ARC-Challenge-PT e LAMBADA-PT.</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">O que está por vir</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A versão publicada é a base do trabalho. Segundo a documentação do projeto, o próximo passo é criar uma variante ajustada para instruções em português. Isso pode transformar o modelo em uma peça mais prática para interfaces conversacionais e serviços locais, mas essa etapa ainda exige treinamento e avaliação próprios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos resultados divulgados, o Manacá-1B alcançou 45,31% no LAMBADA-PT, benchmark de previsão da última palavra, superando os pares abertos abaixo de 7 bilhões de parâmetros usados na comparação do estudo. O trabalho também corrigiu uma falha de normalização que derrubava o resultado do modelo quando o tokenizador era convertido de forma incompleta para o ecossistema Hugging Face.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Manacá-1B não resolve sozinho a dependência brasileira de modelos estrangeiros. Mas abre uma base verificável para quem precisa desenvolver IA em português com mais transparência sobre dados, treinamento e limitações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://github.com/Instituto-IA-LNCC/manaca-1b-base" target="_blank" rel="noopener">GitHub</a> | <a href="https://arxiv.org/html/2608.30114" target="_blank" rel="noopener">arXiv</a> | <a href="https://huggingface.co/menezesbruno/manaca-1b-base" target="_blank" rel="noopener">Hugging Face</a></p>
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