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    <title>JB Online :: JBlog Tania Melo</title>
    <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php</link>
    <description>taniamelo</description>
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 <title>FILOSOFANDO – ESPERE O MOMENTO CERTO</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=19976</link>
<description><![CDATA[Está me parecendo que há uma ansiedade grande, especialmente na chamada classe média, com relação ao <b>futuro profissional de seus filhos</b>. Engraçado é que, se por um lado essa mesma classe média poda a autonomia dos filhos, não lhes capacitando para <i>“ir em busca de”, </i> por que a eles dão tudo e não lhes permitem <b><i>a falta</i></b>; por outro lado há uma pressão muito grande nas crianças e especialmente nos jovens adolescentes para que se preparem para o tão buscado “<i><b>mercado de trabalho</b></i>”. <br />
<br />
Aos 10/11 anos a questão do “<b>ser alguém</b>” já começa a tornar-se um fato angustiante. E penso que a criança das grandes cidades e dessa classe social não está sendo preparada para essa angústia. Não é um “<i><b>o que você vai ser quando crescer</b></i>” de acordo com seu <b>DESEJO</b>. É de acordo com as exigências do fantasma “<i><b>mercado de trabalho</b></i>”. “<i>Você está querendo morrer de fome</i>?” Essa frase paralisa o jovem, ao invés de mobilizá-lo, por que, o conhecimento, a escolarização que antes era um fator de ascensão social, agora é um fator de sobrevivência. “<b>Quem não estuda não é ninguém</b>”. “<b>Você tem que se preparar porque um dia seus pais vão faltar</b>!”.<br />
<br />
Estava remexendo meus “alfarrábios” e encontrei essa citação do filósofo e escritor grego Nikos Kazantzakis para o qual recomendo uma leitura atenta.<br />
<br />
<i>... Lembro-me de uma manhã em que eu havia descoberto um casulo na casca de uma árvore, no momento em que a borboleta rompia o invólucro e preparava-se para sair.  Esperei bastante tempo, mas estava demorando muito e eu estava com pressa.<br />
	Irritada, curvei-me e comecei a esquentá-la com meu hálito.  Eu a esquentava impaciente e o milagre começou a aconteceu diante de mim, num ritmo mais rápido que o natural.  O invólucro se abria, a borboleta saia se arrastando e nunca hei de esquecer o horror que senti então; suas asas não estavam abertas e ela se esforçava para desdobrá-las com todo seu corpinho que tremia. <br />
	Curvada, por cima, eu a ajudava com meu hálito. Em vão.  Era necessário um tempo para a maturação e o desenrolar das asas devia ser feito lentamente, ao sol.  <br />
Agora, era tarde demais. Meu sopro obrigava a borboleta a se mostrar toda amarrotada, antes do tempo.  Ela se agitou desesperada e alguns segundos depois morreu na palma da minha mão.<br />
	Aquele pequeno cadáver é, eu acho, o peso maior que tenho na consciência e hoje eu entendo bem isso: é um pecado forçar as grandes leis.  Não devemos nos apressar, ficar impacientes.  O caminho é seguir com confiança o ritmo natural da evolução... – o ritmo do crescimento".</i><br />
<br />
Estimule sua criança, impulsione-a, mas não deixe de respeitar cada momento de sua especial existência. Considere sua capacidade e seu jeito singular de ser. Chegará a hora certa da preocupação com o mercado de trabalho.<br />
<div class="rightbox"><a href="http://www.jblog.com.br/media/100/20100314-borboleta.JPG">null</a></div>]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=19976</comments>
 <pubDate>Sun, 14 Mar 2010 22:52:55 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>A VISITA DE HILLARY CLINTON - EDUCAÇÃO E DISCRIMINAÇÃO NO BRASIL</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=19847</link>
<description><![CDATA[A secretária de Estado americana <b>HILLARY CLINTON </b>participou de um debate, na semana passada, na Faculdade Zumbi dos Palmares, em São Paulo, onde, entre vários outros temas,<b> EDUCAÇÃO</b> teve um destaque. A partir de certo momento do debate a secretária defendeu a necessidade do que ela chamou de “<b>ações afirmativas para afastar um país de sua história de escravidão e aumentar as oportunidades na educação e no acesso ao empreg</b>o”. Ela se referia especialmente à história dos negros ou afro-descendentes como costumam chamar.<br />
<br />
Há algum tempo, mais precisamente em 11 de março do ano passado, postei aqui minhas considerações sobre a concessão de cotas para negros nas universidades brasileiras.  É minha posição, ainda hoje, após ouvir e ler sobre o tema e repensá-lo várias vezes, que, <b>se deveria existir um projeto de cotas, ele deveria PRIVILEGIAR A CONDIÇÃO SOCIAL E NÃO A COR DA PELE DO ESTUDANTE</b>. No Brasil, diferentemente dos Estados Unidos, a dificuldade de acesso a qualquer coisa <b>NÃO É</b> <i>puramente racial</i>. Naõ sou contra o movimento negro e acho que todos os que se acham discriminados devem defender seus direitos em movimentos semelhantes. Mas penso, que, aqui, <b>A MAIOR DISCRIMINAÇÃO É SOCIAL</b>. Discrimina-se pela aparência, pelo modo de se vestir, pela posição social e principalmente pelo tamanho da conta bancária.  E convenhamos que num país com uma diversidade racial como a nossa, temos muitos negros pobres, mas temos louros de olhos claros ou escuros, pardos, róseos, marrons, etc. por vezes mais pobres ainda. <br />
<br />
Além disso, penso que realmente não adianta “<i>alargar a entrada</i>” para quem quer que seja permitindo o ingresso nas universidades, sem “<i>ajudá-los a não falhar</i>”, como disse a secretária. É verdade Senhora secretária, <b>o talento é universal, mas as oportunidades não são</b>, apesar do “SOMOS TODOS IGUAIS PERANTE A LEI...”<br />
<br />
No Brasil, amigos, <b>O PRÓPRIO ACESSO À UNIVERSIDADE JÁ É DISCRIMINATÓRIO</b>. O próprio vestibular, que não existe nos Estados Unidos, aqui no Brasil é a <b>MAIOR</b> forma de discriminação. Uma das “ações afirmativas” de que a Sra. Hillary falava é a tentativa, não só de abrir a possibilidade do ingresso dos discriminados (TODOS. Qualquer que seja a sua "diferença", melhor dizendo sua "singularidade") nas universidades, mas a tentativa de fazê-los <b>PERMANECER até o final – verdadeira ação de NÃO DISCRIMINAÇÃO</b>.  Resumo dando apenas duas razões:<br />
<br />
•	Muitos alunos, apesar do ingresso, não têm condição de <b>PROSSEGUIR</b> na universidade por pura falta de preparo - sua vida escolar anterior pode não estar de acordo com as exigências do mundo do 3º grau. Sou Psicóloga e atuo muito no campo da Psicopedagoga Clínica vendo as diferenças que se apresentam e as dificuldades de certos estudantes provenientes das "<i>escolas fracas</i>", as chamadas “<i>escolas que não preparam o aluno</i>” para encarar uma universidade.<br />
<br />
•	Outros estudantes, apesar de conseguirem ingressar no curso superior, não têm <i>"condições financeiras" </i>para comprar os livros, ir até as bibliotecas, adquirir material para as pesquisas, enfim, ter grana para a alimentação e o transporte. Até por que, em geral, especialmente nas grandes cidades, o transporte público é caro e quanto menor é a condição social do estudante mais distante de sua residência é a universidade.<br />
<br />
E mais AFIRMATIVAS ainda serão as ações, se o cidadão, conseguindo chegar ao final do seu curso superior, tiver oportunidade de usar os conhecimentos lá adquiridos – <b>UM EMPREGO, uma possibilidade de trabalho</b>.  Claro que haverá sempre aquele que, apesar de todas as dificuldades, mesmo estando dentro dos grupos discriminados, consegue <b>entrar no curso superior, chegar ao final e conseguir a tão desejada colocação no mercado de trabalho</b>. Parabéns a esse. <br />
<br />
Mas, será que nossos governantes estão preparados para <b>pensar estrategicamente</b> e <b>construir um Programa </b>que a médio ou longo prazo possibilite isso à maioria dos brasileiros dispostos a se candidatar ao Ensino Superior? Esta seria talvez a mais efetiva "ação afirmativa".<br />
]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=19847</comments>
 <pubDate>Tue, 9 Mar 2010 10:20:22 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>SOBRE AS DROGAS</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=19679</link>
<description><![CDATA[Acabei de levar um “puxão de orelha” de uma pessoa amiga. Como é que em um blog que pretende falar sobre questões de crianças e adolescentes, até agora, eu não postei nada a respeito de <b>DROGADIÇÃO</b>? <br />
<br />
Como uma matéria que está em todos os jornais, especialmente nas grandes cidades onde o problema da <b>violência</b>, acredita-se, é gerada pelo tráfico de drogas, aparece diariamente nas primeiras páginas dos jornais e é motivo de entrevistas, debates e mesas redondas televisivas, eu até agora não falei do assunto?<br />
 <br />
Mas, eu me defendo. Falar de quê?  Do tráfico. Não dá para nesse espaço falar sobre isso. <br />
 <br />
O pouco que tenho a falar é que o <b>VÍCIO</b> em droga não é causado <b>APENAS</b> por força da dependência química, como querem muitos. <b>Antes dessa dependência química</b>, que de fato é produzida por alguns tipos de drogas, <b>ocorre uma outra dependência</b>- <b>A DEPENDÊNCIA EMOCIONAL - ou psicológica</b>. E estou me referindo a qualquer tipo de droga. <br />
 <br />
Vamos pensar lá nas chamadas “comunidades carentes” - só como exemplo.<br />
A criança vai crescendo e observando as <b>grandes diferenças sociais</b> que com o acesso à moderna tecnologia são cada vez mais visíveis. As diferenças vão crescendo cada vez mais sob seus olhos. Como qualquer ser humano, ela é <b>movida por desejo</b>. A criança <b>DESEJA</b>. Seu desejo, na realidade, não é seu, mas é como se fosse, por que é um desejo imposto pelo mercado de consumo e, como tal, <b> é um desejo que lhe é INTROJETADO</b>. <br />
<br />
Abrindo um parêntese. Se pensarmos bem ... <i><b>o desejo de cada um de nós é, na verdade, o desejo do outro.</b> </i> <br />
<br />
Continuando...  A criança não consegue alcançar o desejado. Frustra-se.  <b>Esse sistema em que vive não a prepara para essa frustração</b>. Pelo contrário. Diz a ela que ela <b>PRECISA </b>alcançar o desejado a todo custo, por que ela <b>TEM QUE </b>alcançar o sucesso. É o sucesso que importa.  Perder nunca. Ser perdedor é errado. <br />
<br />
Por isso eu disse: não tenho como discutir neste pequeno espaço o tema <b>uso de drogas</b>. Esse tema precisa envolver formação de valores, modelo familiar, educação, modelo social, comprometimento dos governantes...  <br />
<br />
É isso...]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=19679</comments>
 <pubDate>Sun, 28 Feb 2010 21:22:08 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Educação Sexual na Escola aos 7 anos ?</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=19187</link>
<description><![CDATA[Fiquei ausente por um tempo e peço desculpas aos meus leitores. Mas, estou de volta. <br />
Sentei-me no último domingo à noite, aqui, diante da tela do computador para ver meus e-mails e acessar esse mundo virtual, buscar boa leitura e, claro, pensar um tema para colocar aqui. <br />
<br />
Aí, escutei na TV o final da reportagem do programa Fantástico da Globo, que falava do <b>projeto de  inclusão de Educação Sexual nas Escolas para crianças a partir de SETE anos</b>. Não vi a reportagem na íntegra, aliás, só assisti ao finalzinho, mas gostaria de colocar algumas impressões sobre o tema.  <br />
<br />
Quando vejo a imprensa fazendo esse tipo de reportagem, de tema tão delicado e quase sempre de forma um tanto superficial, fico preocupada. O poder da imprensa é muito grande. Ela é definitivamente formadora de opinião. <b>Estou convencida de que ela é o quarto poder</b>, em especial quando o recurso é um programa que entra na casa das pessoas, com essa <b>cara de verdade</b>, como é o caso do programa a que me refiro. <br />
<br />
<div style="text-align: center"><a href="http://www.jblog.com.br/media/100/20100203-sexualidade.JPG">null</a></div><br />
<br />
Realmente, há um <b>projeto de lei </b>tramitando em uma câmara municipal no Brasil sugerindo a inclusão de educação sexual nas escolas para crianças nessa faixa etária. Algo ainda muito embrionário. E qual o objetivo? Minimizar custos com gravidez precoce, infecções sexualmente transmissíveis, abortos e coisas do gênero. <b>Papel do Estado</b>, a quem cabe , entre outras coisas, organizar a sociedade. Então, o Estado <b>usa suas instituições </b>para atingir seus objetivos. E <b>usa a Escola</b>, também.<br />
<br />
Mas, será que em um país onde a educação básica está tão deficiente, numa Escola que precisa de reforma, que precisa de professores mais bem preparados e mais que isso, precisa de professores que recebam <b>melhores salários para permitir que tenham um tempo livre para se dedicar a estudar, ler, se reciclar, se atualizar para entender o que está acontecendo no mundo fora dos muros da Escola</b>, me pergunto. <br />
<br />
•	<i>Que tipo de educação sexual poderá essa Escola dar para crianças em tão tenra idade e de que forma? <br />
•	Será que nessa idade não seria melhor que se deixasse essa parte da educação a cargo das famílias? <br />
•	Não seria mais importante que se incentivasse uma infância mais longa, ao invés de dar mais estímulos para um tema que já está tão presente na vida infantil, a ponto de encurtá-la cada dia mais?<br />
•	Não seria melhor para o desenvolvimento das crianças, que elas aprendessem sobre a sua sexualidade, aos poucos, respeitando sua individualidade, sua curiosidade e o modelo familiar em que estão inseridas? <br />
•	Nessa idade, não seria melhor se respeitar as demandas individuais nesse tema?<br />
.               Não seria melhor o Estado se preocupar em dar melhores condições para que a criança brasileira viva a <b>INFÂNCIA</b> de forma mais verdadeira.</i><br />
<br />
Não consigo me acostumar com essa tendência a se globalizar tudo. Além disso, esse país tem dimensões continentais e <b>muitas diferenças culturais </b>apesar dessa globalização, apesar da TV a cabo, apesar da Internet... E mais, os espaços familiares têm modelos diferentes uns dos outros, são espaços singulares.<br />
<br />
Não acredito que, no momento, a implantação de um projeto desse tipo venha a produzir cidadãos melhores para o futuro do Brasil; <b>E é esse o objetivo da Educação</b>.<br />
<br />
]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=19187</comments>
 <pubDate>Wed, 3 Feb 2010 11:16:15 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title>Uma criança disputada por duas famílias - Consequências</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=18234</link>
<description><![CDATA[Por um lado parece desumano. A mulher, que recentemente perdeu a filha, agora se afasta do neto, que certamente a confortava pela perda anterior. O menino foi levado pelo pai biológico. <br />
<br />
Acompanhei pela imprensa o desenrolar do drama da criança disputada pelo pai biológico norte-americano e pela família materna brasileira. A decisão, “provisoriamente final”, foi tomada pela <b>“Lei dos Homens”.</b><br />
<br />
É assim. A moderna <b>“Lei dos Homens”</b> tem regras rígidas próprias. Quando a contrariamos, mesmo em nome do que achamos <b>“justo”, </b>estamos iniciando reações cujas conseqüências teremos, necessariamente, que arcar.    Assim, quando eu, ser humano comum, resolvo criar a minha “<b>justiça pessoal</b>”, acabo por ter que arcar com todas as conseqüências dessa minha decisão. <br />
<br />
Pelo que tomei conhecimento, através dos relatos da imprensa, a decisão unilateral da mãe do menino aparentemente criou uma situação inusitada. E é com base no informado pela imprensa que quero colocar algumas questões. <b>Pensando na criança</b>, não seria melhor ter saído daquele casamento, dentro do estabelecido pela Lei? Haveria sofrimento, sim. Sabemos dos reflexos que uma <b>separação LITIGIOSA </b>impõe a uma criança. Mas provavelmente não geraria esse drama, nem alcançaria a imprensa mundial da forma que alcançou.<br />
<br />
<div class="leftbox"><a href="http://www.jblog.com.br/media/100/20091229-Separação.JPG">null</a></div><b>Quero fazer focar seu pensamento na criança</b>. Vamos pensar na <b>insegurança </b> que sofreu com o afastamento das pessoas com quem vivia (<i>avós, irmã, padrasto, tios, primos, colegas de escola</i>) sendo transferida aos cuidados de pessoas provavelmente estranhas para ela. <br />
<br />
Lá pelos 4/5 anos de idade, penso, ela também sofreu com a atitude anterior. Afastada do pai e das pessoas com quem fizera <b>vínculos nos primeiros anos de vida</b>, a criança veio para o Brasil, à época, lugar estranho para ela que vivera uma parte da infância em outro país. <br />
<br />
Mas, aqui no Brasil perdeu a mãe. O que seria melhor agora? Sua educação deveria ser de responsabilidade do pai ou da família de sua mãe, já falecida? Se o caso não envolvesse fronteiras entre países, como tudo isso seria visto pelas pessoas? Se a criança morasse, por exemplo, em um bairro de São Paulo e o pai em outro bairro da mesma cidade; como analisaríamos o caso?<br />
<br />
Não estou aqui em defesa de nenhuma das partes. Estou querendo fazer as pessoas adultas pensarem no <b>quão pode ser perigosa uma ATITUDE IMPULSIVA</b>, quando uma criança está envolvida. A mãe deve ter tido motivos para voltar para o Brasil. Não tenho informação sobre os motivos do afastamento do pai enquanto a criança era criada pela mãe.  <br />
<br />
Dentro de todo esse drama, o importante é que nós, adultos, saibamos tirar desse caso uma lição: Soluções baseadas numa <b>“justiça pessoal”</b>, acabam por gerar sofrimento mais adiante. Como gerou nesse caso. <b>Incapazes de chegar a um acordo</b>, as partes <b>tiveram que recorrer à “Lei dos Homens</b>”. E, nesse caso, <b>será que a lei fez justiça</b>? <br />
<br />
As famílias envolvidas estão agindo e falando pelo <b>CORAÇÃO</b>. Compreensível. <br />
A <b>“Lei dos Homens”</b> age e fala através da <b>RAZÃO</b>. <br />
<br />
A <b>emoção</b> impediu o acordo amigável. <br />
A <b>razão </b>decidiu. <br />
<br />
<b>Tomara que as duas famílias se entendam em benefício da saúde emocional da criança e da saúde das próprias famílias.</b>]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=18234</comments>
 <pubDate>Tue, 29 Dec 2009 15:40:56 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title>MENSAGEM DE BOAS FESTAS</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=18072</link>
<description><![CDATA[Para Você, um verso da música Ando Devagar, de Amir Sater.<br />
<br />
<a href="http://www.jblog.com.br/media/100/20091220-Natal 2009.JPG">null</a><br />
<br />
É tempo de recomeçar. Um Feliz Natal e um Bom Ano Novo pra Você.<br />
<br />
<a href="http://www.jblog.com.br/media/100/20091220-Natal.JPG">null</a><br />
<br />
]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=18072</comments>
 <pubDate>Sun, 20 Dec 2009 01:22:33 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title>O Direito de me Indignar</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=18040</link>
<description><![CDATA[Vou escrever aqui algumas linhas dirigidas principalmente <b>aos jovens </b>brasileiros. Esses jovens que brilham no Maracanã torcendo por uma de nossas grandes paixões – <b>o futebol.</b><br />
<br />
Tudo bem. Esporte é alegria, é motivo de prazer. Adoro ver a alegria que o futebol provoca nas pessoas e em especial nos jovens. No Rio, vivemos muito da praia, do samba e do futebol e até aí nada de errado. Brasileiros de todos os cantos do país participam dessa alegria. Isso também é muito bom.<br />
<br />
Mas, convenhamos, amigos. <b>Outra reforma no Maracanã!? </b>Mas, não é uma reforma de manutenção, complementar à que foi feita para o PAN. Serão investidos <b>quinhentos milhões de reais </b>na obra do estádio para prepará-lo para a <b>Copa de 2014</b>. E essa vai ser a <b>terceira obra realizada desde o ano 2000</b>. Será que em tão pouco tempo há uma deterioração que resulte nesse nível de investimento? E eu pergunto. <b>Vai haver uma outra reforma de mesmo porte para as Olimpíadas de 2016</b>?<br />
<br />
Permito-me o direito de me indignar e convido todos a pensar. Um país que <b>precisa ainda de tanto investimento em educação, saúde e saneamento básico</b>, dispor de tanto dinheiro para tão constantes reformas em apenas um estádio de futebol ! Talvez queiram me dizer que esse tipo de investimento produz retorno por que gera emprego, abre portas para o turismo e faz a economia se desenvolver. <b>Será mesmo necessário <b>tanto investimento </b> para dar isso aos brasileiros?</b><br />
<br />
Penso que há algo errado aí.<br />
<br />
<b>PS: NÃO DEIXE DE LER OS COMENTÁRIOS. ESTÃO MUITO PERTINENTES E PENSO COMPLEMENTAM MINHAS COLOCAÇÕES.</b>]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=18040</comments>
 <pubDate>Fri, 18 Dec 2009 01:25:25 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title>Tem Vida Inteligente na TV</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=17938</link>
<description><![CDATA[Comento às vezes aqui, que <b>de vez em quando fico sem assunto</b>. É natural. Já conversei com alguns colunistas e escritores, daqueles que têm que produzir regularmente um texto, por força do campo em que atuam, e eles têm a mesma sensação. Então, não estou sozinha. <br />
<br />
Quando é assim, eu, aqui do meu espaço virtual, procuro contribuir de alguma forma para que os interessados no meu tema, que, aliás, não tem muito espaço (<i>Você sabe Psicologia e Educação não têm o espaço que deveriam ter nos meios de comunicação</i>), possam buscar outros campos de informação e aprendizagem.<br />
<br />
<div class="leftbox"><a href="http://www.jblog.com.br/media/100/20091214-TV.JPG">null</a></div>Vou contar pra Você o que tenho assistido nas noites de domingo na TV. Não sei como é nas TVs dos outros lugares, mas a TV Cultura exibe aqui, no Rio, às 23:00 horas, todo domingo, o programa Café Filosófico. Assisto a quase todos. Trata-se de uma série de encontros onde estão sendo discutidos os problemas do homem do mundo contemporâneo. Filósofos, Psicólogos, Psicoterapeutas, Sociólogos e outros especialistas são convidados a falar.<br />
<br />
Nesse último domingo o tema foi “<b>O que forma o sujeito hoje</b>”, que discutiu a construção da identidade  na atualidade e pincelou pontos fortes de programas anteriores que abordaram o tema; reflexões excelentes sobre valores que formam e guiam o ser humano e <b>quem é o sujeito contemporâneo</b>. <br />
<br />
O público alvo do Café Filosófico, creio, são os profissionais da área humana. Mas, nesse domingo especialmente, as discussões tiveram uma linguagem muito simples, de acesso fácil, mesmo para leigos. Os especialistas disponibilizaram excelentes reflexões, <b>especialmente para os interessados na formação das crianças e adolescentes. </b><br />
<br />
<b>Tem vida inteligente, sim, na TV</b>. Se Você quiser, dá uma olhada... Depois me fala se gostou.<br />
<br />
<br />
Obs. Pena que, conforme informado pelo primeiro leitor Edmar Ferreira que comenta este texto, o programa não é exibido em Minas Gerais.]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=17938</comments>
 <pubDate>Mon, 14 Dec 2009 12:35:50 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title>Aos amigos leitores</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=17918</link>
<description><![CDATA[<div class="leftbox"><a href="http://www.jblog.com.br/media/100/20091212-Crianças e Jovens II.JPG">null</a></div>Volta e meia, alguns leitores pedem informações sobre livros que eu tenha eventualmente editado. Sinto muito, mas não tenho nenhuma obra literária publicada. Minha única ligação com leitores é este blog e artigos pequenos que tenho publicado, mas que são de divulgação restrita. <br />
<br />
Já me foi sugerido que eu publicasse os textos do blog <b>Sobre Crianças e Adolescentes </b>em formato de livro. Eu até gostaria. Mas isso necessitaria tempo livre para buscar os caminhos e lutar pelos espaços midiáticos. Infelizmente, minha atuação clínica não me dá tempo para isso. Ou talvez minha competência não me permita mais essa atuação. <br />
<br />
Por enquanto, limito-me a publicar esses pequenos textos que divulgam o meu modo de pensar, minhas experiências sobre o comportamento humano e minha forma de ver as coisas da vida. Espero estar sendo útil.<br />
<br />
Continuem contribuindo com seus comentários. Eles são muito úteis. Aprendo muito com eles e acredito que todos que acompanham os temas, igualmente aprendam. <br />
<br />
E recomendo que sempre que os leitores tenham oportunidade de acessar meus textos, <b>leiam os comentários. </b> Há muitos deles de grande contribuição para nossas reflexões, especialmente "Sobre Crianças e Adolescentes".<br />
<br />
<br />
<br />
]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=17918</comments>
 <pubDate>Sat, 12 Dec 2009 00:28:55 -0200</pubDate>
</item><item>
 <title>O QUE ENSINAR AOS NOSSOS FILHOS - Parte II</title>
 <link>http://jblog.com.br/taniamelo.php?itemid=17734</link>
<description><![CDATA[Se existe Indiana Jones, parte I, II e III, De Volta para o Futuro I, II, III, Rambo I, II, III, também posso criar <b>O que ensinar aos nossos Filhos – Parte II</b>. A primeira parte eu coloquei neste blog em <b>abril de 2008</b>, mas resolvi voltar ao assunto.<br />
<br />
No texto Parte I eu citava Frei Beto que disse uma vez: <i>"Ensina a teu filho que não ter talento esportivo ou rosto e corpo de modelo e sentir-se feio diante dos padrões vigentes de beleza não é motivo para ele perder a auto-estima”</i>.<br />
<br />
Ensina também a teu filho que os modelos de ser e modelos de ter <b>são apenas modelos</b>; são criados para sustentar um sistema que necessita estimular o consumo daquilo que está aí. Ensina a ele que a maioria das pessoas que andam nas ruas não tem essa estética imposta. Diz a ele que <b>somos seres singulares </b>e como tal temos diferenças de modo de ser internos e externos. Faz teu filho entender que esse sucesso obrigatório, que está sendo imposto (<i>a redundância é proposital</i>) faz parte também dos modelos.<br />
<br />
Penso que ensinando assim estaremos contribuindo para <b>minimizar o abandono escolar</b>. Estaremos ensinando a criança a <b>elaborar uma reprovação na escola</b>, fazendo com que isso sirva de aprendizagem e não seja visto apenas como fracasso. Assim, ele não desistirá, por que <b>desistir é passar a desconsiderar o viver</b>. Faz teu filho entender isso, para minimizar nele os sentimentos de incompetência, de incapacidade, que são desenvolvidos naqueles que não conseguem ser tão bem sucedidos nos bancos escolares, nos concursos e nas competições. <br />
<br />
E explica pra ele que <b>não há um modelo de ser </b>. Que desejo, prazer, realização, felicidade são constructos e como tal é algo singular para cada um de nós. <br />
<br />
Continua...<br />
]]></description>
 <category>General</category>
<comments>http://jblog.com.br/taniamelo.phpindex.php?itemid=17734</comments>
 <pubDate>Fri, 4 Dec 2009 01:39:21 -0200</pubDate>
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