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	<title>Tarmann</title>
	
	<link>http://tarmann.com.br/blog</link>
	<description>Um blog sobre web, zumbis, rpg e tudo mais.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2009 20:46:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Resenha de Hard Boiled Armies</title>
		<link>http://tarmann.com.br/blog/2009/07/resenha-de-hard-boiled-armies/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 20:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[É isso mesmo, indo contra toda a onde de pirataria que rola na internet, acabei comprando um livro em formato digital para prestigiar o trabalho de quem vive &#8211; ou ganha uns trocos &#8211; com isso.
Hard Boiled Armies, ou HBA, é um PDF com 35 páginas, publicado pela One Bad Egg &#8211; a qual eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_209" class="wp-caption alignright" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-209" title="Hard Boiled Armies" src="http://tarmann.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/60728.jpg" alt="Hard Boiled Armies" width="220" height="220" /><p class="wp-caption-text">Hard Boiled Armies</p></div>
<p>É isso mesmo, indo contra toda a onde de pirataria que rola na internet, acabei comprando um livro em formato digital para prestigiar o trabalho de quem vive &#8211; ou ganha uns trocos &#8211; com isso.</p>
<p><strong>Hard Boiled Armies</strong>, ou <strong>HBA</strong>, é um PDF com 35 páginas, publicado pela One Bad Egg &#8211; a qual eu nunca tinha ouvido falar &#8211; que busca simular regras para batalhas entre exércitos usando as regras do <strong>Dungeons &amp; Dragons 4e. </strong>Seguindo o padrão de diagramação da 4e com poucas ilustrações, o livro não é <span>fluff e muito menos crunch. </span>HBA é sobre abrir a cabeça e ver as regras de uma forma diferente.</p>
<p><span id="more-206"></span></p>
<h3><span style="font-weight: normal;">Tudo é Personagem</span></h3>
<p>A primeira parte do livro apresenta as regras da 4e de uma forma diferente. Agora ao invés de criar um personagem, você vai criar uma tropa ou até um exército inteiro, com um detalhe, <strong>não mudando nada das regras da</strong><strong> 4e (ou quase nada)</strong>.</p>
<p>A velocidade passa a ser medida em milhas, pontos de vida passam a representar homens disponíveis para combate, o tempo, ao invés de ser medido em segundos e minutos, passam a ser medidos em horas e dias e por aí vai. Com uma escrita bem informal, quase que um bate papo, o texto vai oferecendo mais perguntas do que respostas, mas que no final deixam a idéia de que &#8220;não é que a 4e serve mesmo para guerras!&#8221;.</p>
<p>As raças, representam a maioria dos membros de sua unidade, porém, o livro oferece uma nova opção, a utlização de Culturas, que assim como as raças apresentam as descrições físicas de seus membros, bônus em habilidades, perícias e até poderes. Como exemplo temos os <em>Roughnecks </em>(os Pesços Duros, em tradução livre), que representam o modo de vida de uma tropa, não importando se ali temos anões, elfos, humanos e halflings misturados.</p>
<p>As classes representam papéis em combate. Os clérigos são a equipe de comando, ou o suporte médico, já os guerreiros são a infantaria, paladinos são os crusados, rangers são os arqueiros e a cavaleria, ladinos são as operaçõe secretas e as tropas de infiltração, warlocks são os snipers, warlords também fazem da equipe de comando e são o suporte tático e os magos são a atrilharia e demolição. E não é que a 4e serve mesmo para guerras!</p>
<h3><span style="font-weight: normal;">Poderes para um exército</span></h3>
<p>Até que chegamos à parte mais crunch do livro, sete poderes opcionais que podem dar um pouco mais de cor às estratégias de combate:</p>
<ul>
<li>Airlift: A tropa utiliza montarias voadoras para avançar (ou fugir).</li>
<li>Camouflage Training: Permite à tropa se camuflar no terreno no melhor estilo vietnamita.</li>
<li>Diversionary Force: Um pequeno destacamento sai da tropa para fazer um ataque.</li>
<li>Forced March: A tropa marcha até quase a exaustão para cobrir longas distâncias.</li>
<li>Mounted Travel: Nada melhor que cavalos para viajar.</li>
<li>Study the Foe: Antecipa os movimentos do inimigo estudando-o.</li>
<li>Tunnel Brigade: A tropa cava tuneis para se movimentar pelo terreno.</li>
</ul>
<h3><span style="font-weight: normal;">Habilidades, Defesas, Equipamento, Talentos e Perícias</span></h3>
<p>As habilidades passam a representar a média do soldados na tropa e as defesas e o mesmo vale para as defesas. Os equipamentos devem representar a maioria na tropa, ou seja, se um comandante dentro da tropa tiver uma bela de uma Espada Longa +2, e o resto da tropa tiver uma Espada Longa furreca, será essa que constará na planilha.</p>
<p>As perícias são as mesmas que as utilizadas para personagens, e o tópico respectivo apresenta suas utilizações em um ambiente de guerra. Alguns exemplos são: diplomacia que pode garantir o abrigo das tropas em um vilarejo durante o inverno e percepção para obter informações de batedores que você enviou pelo perímetro.</p>
<h3><span style="font-weight: normal;">Um exército de crianças zumbis?</span></h3>
<p>O livro também oferece exemplos de tropas, são The Doomkeepers, uma tropa pequena com algumas dúzias de halflings destemidos. Laughing Skull Brotherhood, uma tropa de mercenários com membros de várias raças muito bem equipados que agem furtivamente e por fim a bizarra The Corpse-Child Army, uma tropa de crianças zumbis com a planilha em formato de monstro para assombrar o sono de qualquer exército.</p>
<p>E para finalizar um cenário pronto para ser jogado, Invasão, que simula o cerco à uma cidade com um mapa bem grande para ser impresso e montado, descrição de estratégias de combate e sugestões de tropas a serem usadas pelos jogadores.</p>
<h3><span style="font-weight: normal;">Contras</span></h3>
<ul>
<li>Não acrescenta muito em termos de crunch.</li>
<li>Menos ainda em termos de fluff.</li>
<li>Poucas páginas e quase nenhuma ilustração.</li>
</ul>
<h3><strong><span style="font-weight: normal;">Prós</span></strong></h3>
<ul>
<li>Poderes bacanas para as tropas.</li>
<li>O cenário <em>Invasion, </em>pronto para ser jogado é muito prático.</li>
</ul>
<p>Resumindo, foi um livro que valeu a pena pois eu precisava exatamente daquilo no momento em que o comprei, mas para quem busca algo sobre batalhas em larga escala para 4e e tem um pouco de tempo disponível, vale a pena abrir a cabeça e fazer suas próprias adaptações.</p>
<p><a href="http://www.rpgnow.com/product_info.php?products_id=60728">Hard Boiled Armies</a> pode ser comprado no site da <a href="http://rrpgnow.com" target="_blank">RPGNow.com</a> por <strong>$ 4.99</strong>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Regras de D&amp;D 4e que você pode ter deixado passar</title>
		<link>http://tarmann.com.br/blog/2009/04/regras-de-ded-4e-que-voce-pode-ter-deixado-passar/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 12:27:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[d&d4e]]></category>
		<category><![CDATA[regras]]></category>

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		<description><![CDATA[Bisbilhotando a comunidade de D&#38;D 4e no Orkut encontrei um post interessante que chama a atenção para regras de Dungeons &#38; Dragons 4e que podem ter passado batidas na leitura ou em muitas mesas por ai. Aqui vai uma lista de 17 regras, traduzidas pelo Cylon Breno de uma lista de 53 que foi postado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_192" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-192" title="Munchkins" src="http://tarmann.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/117989jpg1-300x259.jpg" alt="Os Munchkins nunca deixariam essas regras passarem em branco." width="300" height="259" /><p class="wp-caption-text">Os Munchkins nunca deixariam essas regras passarem em branco.</p></div>
<p>Bisbilhotando a <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=37989596">comunidade de D&amp;D 4e no Orkut</a> encontrei um post interessante que chama a atenção para regras de Dungeons &amp; Dragons 4e que podem ter passado batidas na leitura ou em muitas mesas por ai. Aqui vai uma lista de 17 regras, traduzidas pelo Cylon Breno de uma lista de 53 que foi postado originalmente no fórum da Wizards (<a href="http://forums.gleemax.com/showthread.php?t=1095104">clique aqui para ver a lista completa, em inglês</a>).</p>
<p><span id="more-185"></span></p>
<ol>
<li>(PHB 58) Não existe mais a regra do dano mínimo 1.</li>
<li>(PHB 295) Quando você é afetado por um efeito de cura que gasta um Pulso de Cura e você não tem nenhum, você é curado para 1 Ponto de Vida se estiver inconsciente.</li>
<li>(PHB 294) Pontos de Vida temporário não te deixa consciente se você estiver inconsciente.</li>
<li>(PHB 295) Quando você deixa uma criatura com 0 Pontos de Vida você pode escolher mata-la ou deixa-la inconsciente.</li>
<li>(PHB 291) Uma ação preparada é uma ação imediata mesmo que sua iniciativa vá para depois da criatura que disparou a ação imediata.</li>
<li>Sempre que se referir a &#8220;armas de duas mãos&#8221; está se falando a categoria, não ao modo que você usa ela. Você pode usar poderes que especifiquem armas de duas mãos mesmo que estiver usando ela com apenas uma mão.</li>
<li>(PHB 30) Todas as defesas incluem 1/2 do seu nivel. Incluindo sua CA.</li>
<li>(PHB 214) &#8211; Usar um escudo leve te permite fazer algumas coisas com essa mão ainda como recarregar armas e escalar.</li>
<li>Nenhuma criatura maior que <em>Large</em> tem área ameaçada expandida a menos que diga especificamente isso. Se nada for dito o contrário, um dragão ainda ameaça só uma casa a sua frente.</li>
<li>(PHB 40/195/286) Você sabia que um elfo com o feat <em>Fast</em><em> </em><em>Runner</em> e usando seu Ponto de Ação pode correr mais de 33 casas em um único round?</li>
<li>Você não pode dar ataques de oportunidade nem usar uma ação de interrupção no SEU turno (ladinos com <em>deft</em><em> </em><em>strike</em> e ação preparada agradecem).</li>
<li>(DMG 44) &#8211; Quando você empurra ou desloca (<em>slide</em>) um adversário em terreno acidentado, ele deve fazer um save para não ficar <em>prone</em>.</li>
<li>(PHB 285) &#8211; Se você é afetado por um poder que te impede de tomar ações de oportunidade, você não pode flanquear.</li>
<li><em>Close</em><em> </em><em>blast</em> ou <em>close</em><em> </em><em>burst</em><em> </em>não provocam ataque de oportunidade pois não tem nada que diga que eles provoquem.</li>
<li>(PHB 290) Não existe limite para o numero de ataques de oportunidade, apenas o limite de um por criatura.</li>
<li>(PHB 287) Com uma arma de <em>reach</em>, você não precisa parar adjacente ao adversário quando dá uma carga.</li>
<li>(PHB 217) &#8211; A mesma regra das criaturas grandes se aplica a armas de reach: você só gera Ataque de Oportunidade quando passa adjacente a criatura independente do reach da arma. A menos é claro que alguma coisa especifique o contrário.</li>
</ol>
<p>São pequenos detalhes que podem fazer a diferença em uma situação difícil na mesa.</p>
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		</item>
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		<title>Regras da Casa D&amp;D 4e: Fim dos descansos milagrosos</title>
		<link>http://tarmann.com.br/blog/2009/04/regras-da-casa-dd-4e-fim-dos-descansos-milagrosos/</link>
		<comments>http://tarmann.com.br/blog/2009/04/regras-da-casa-dd-4e-fim-dos-descansos-milagrosos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 19:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[d&d4e]]></category>
		<category><![CDATA[house rules]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a chegada da quarta edição do D&#38;D, também vieram os descansos milagrosos, ou seja, nada como uma boa soneca após aquela peleja modhafocka com o Orcus para acordar zerado no dia seguinte como se nada tivesse acontecido. Nada de cicatrizes, queimaduras, dores nas costas ou ossos quebrados. Fácil não? Na minha mesa não!

A nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_196" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-196" title="Isso vai doer um bocado amanhã." src="http://tarmann.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/4e_healing2jpg-327x276jpg-300x253.jpg" alt="Isso vai doer um bocado amanhã." width="300" height="253" /><p class="wp-caption-text">Isso vai doer um bocado amanhã.</p></div>
<p>Com a chegada da quarta edição do D&amp;D, também vieram os descansos milagrosos, ou seja, nada como uma boa soneca após aquela peleja modhafocka com o Orcus para acordar zerado no dia seguinte como se nada tivesse acontecido. Nada de cicatrizes, queimaduras, dores nas costas ou ossos quebrados. Fácil não? <strong>Na minha mesa não!</strong><br />
<span id="more-167"></span></p>
<p>A nova edição estimula a utilização de encontro sucessivos, sendo a maioria deles combates, caso contrário os poderes diários não fariam tanto sentido. A correria acontece até que o grupo chega ao grande desafio e caso vençam, podem finalmente descansar e começar revigorados quando os jogadores se encontrarem novamente. As regras inclusive favorecem o non-stop de encontros da sessão, um exemplo são os Milestones (se não me engano, traduzidos como Etapas), que recuperam pontos de ação gastos a cada dois encontros sem descanso.</p>
<p>Em grande parte das minhas aventuras, pricipalmente naquelas onde os personagens viajam por muitos lugares, gosto de passar a sensação do tempo. Mas isso não seria possível, pois por mais heróicos que os personagens sejam, eles não poderiam passar dias correndo atrás de uma quest sem um Descanso Prolongado, ou seja, em praticamente todos os combates eles estariam com os Pontos de Vida e os Pulsos de Cura tinindo.</p>
<p>É nesse ponto que crio minha primeira House Rule para D&amp;D 4e:</p>
<p><strong>Descanso Prolongado</strong></p>
<p>Não recuperam pulsos de cura e recuperam [mod. de constituição x nível] pontos de vida por dia (mínimo de 1 pv por nível) completo sem atividades exaustivas, como trabalhos forçados e combates.</p>
<p><strong>Recuperação</strong></p>
<p>O personagem recupera [mod. de constituição / 2] pulsos de cura por dia.</p>
<p>Para aventuras hardcore, basta não permitir a recuperação dos pontos de vida, fazendo que os personagens gastem seus pulsos de cura para se curarem.</p>
<p>Acredito que essa regra não faça muita diferença aventuras tradicionais da D&amp;D 4e, mas naquelas onde a passagem do tempo é importante e os combates devem permanecer desafiadores será um <del>pé no saco</del> incomodo na vida dos aventureiros que agora vão sentir algum impacto pós-combates.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Guia de interpretação de personagem</title>
		<link>http://tarmann.com.br/blog/2009/04/guia-de-interpretacao-de-personagem/</link>
		<comments>http://tarmann.com.br/blog/2009/04/guia-de-interpretacao-de-personagem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 16:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[roleplay]]></category>

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		<description><![CDATA[Início de campanha/aventura, o mestre determina o nível inicial e os jogadores começam a bolar seus personagens. Os munchkins logo começam a criar seus combos mothafuckas, outros (poucos) começam a trabalhar em prelúdios elaborados e profundos e por fim os jogadores casuais abrem os livros básicos e montam um personagem que vai servir ao propósito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_154" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-full wp-image-154" title="Seebo Peau" src="http://www.tarmann.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/kicking_back_by_ralphhorsley1.jpg" alt="Seebo cantando uma gatinha na Taverna  do Rato Morto (Imagem: Kicking Back de *RalphHorsley)" width="240" height="318" /><p class="wp-caption-text">Seebo cantando uma gatinha na Taverna  do Rato Morto (Imagem: Kicking Back de *RalphHorsley)</p></div>
<p>Início de campanha/aventura, o mestre determina o nível inicial e os jogadores começam a bolar seus personagens. Os munchkins logo começam a criar seus combos mothafuckas, outros (poucos) começam a trabalhar em prelúdios elaborados e profundos e por fim os jogadores casuais abrem os livros básicos e montam um personagem que vai servir ao propósito de divertir por aquela, e quem sabe mais algumas sessões.</p>
<p>Mas quando a sessão começa e os personagens começam a aparecer é que surge aquela sensação de déjà vu. Quando um jogador cria seu personagem, por mais que ele seja completamente diferente do anterior, seja em raça, classe ou até viva em outro cenário, será o mesmo jogador que irá interpretá-lo e final das contas eles vão agir de forma muito parecidas, e é exatamente daí que vem a sensação.</p>
<p><span id="more-134"></span></p>
<h2>Como ele agiria?</h2>
<p>Uma forma de contornar isso é criar um pequeno guia de interpretação de personagem. Ai você pode pensar &#8220;carvalho! prelúdio já é um saco de se fazer, ainda vou ter que fazer a porcaria de um guia?!&#8221;. Não! Não é bem por ai, a coisa toda é bem simples.</p>
<p>Vou usar um exemplo de um personagem que criei ano passado para uma aventura que acabou não indo muito longe. A primeira coisa que fiz foi pensar em uma história do personagem, veja bem UMA história, não de onde ele veio ou como ele se tornou o que é hoje. Acabou ficando assim:</p>
<blockquote><p><strong>Seebo Peau</strong></p>
<p>Apelidos: Sem noção, O Matador de Pulgas, Bisbilhoteiro, Sacola-cheia, Orelhudo.<br />
Tendência: Caótico e Neutro.</p>
<p>Seebo sempre foi brincalhão, apesar de suas brincadeiras terem passado do limite algumas vezes. Esse gnomo não respeita autoridade e faz o que bem entender. Adora ouvir histórias e é fascinado por contos antigos de seu povo. Tem a péssima mania de se esconder em lugares estranhos para ouvir uma conversa. Dizem por ai que ele já passou uma semana inteira dentro de uma taverna ouvindo conversas e roubando pequenos bocados de comida para não precisar ir para casa comer.</p>
<p>Apesar de tudo ele é querido por seus conhecidos, pois sabem que ele tem bom coração. Seebo presenteia a todos que conhece de alguma forma, mas existem rumores que dizem que tudo o que ele dá foi roubado. O fato é que todos seus presentes são magníficos e exóticos e ninguém nunca reclamou ao receber um.</p>
<p>Um pouco mais baixo do que um gnomo costuma ser, tem cabelos negros e compridos presos por uma tira de couro. Está sempre vestido com roupas escuras, sendo o preto e o vinho suas cores favoritas. Usa uma capa negra como a noite e em momentos mais sociais usa um chapéu extravagante com uma pena negra que diz ser de um Grifo lendário, ninguém acredita é claro, mas todos fingem acreditar quando ele conta a história para agradar o velho amigo gnomo.</p></blockquote>
<p>Essas são as linhas gerais do personagem, ficou um pouco longo porque acabei me empolgando com suas possibilidades em jogo. Bom, agora o próximo passo é definir algumas características que serão visiveis na interpretação:</p>
<ul>
<li>Seebo é alegre e está sorrindo.</li>
<li>Uma vez por sessão oferecer um presente alguém, seja ele PJ ou PNJ.</li>
<li>De vez em quando fuçar nas coisas de algum PJ.</li>
<li>De vez en quando oferecer algo belo e caro para algum PNJ, mesmo que seja algo importante para o grupo. O grupo pode descobrir isso algum tempo depois, quando for complicado de recuperar o item.</li>
<li>Sempre que o grupo se encontra em alguma situação difícil ele comenta que já viveu uma situação parecida e conta uma história absurda.</li>
</ul>
<p>Esse será o tempero inicial do personagem que pode evoluir conforme a campanha e o feedback da mesa. O interessante é mostrar o guia apenas para o mestre para que ele crie situações onde seu personagem possa se desenvolver e não para os outros jogadores para que seu personagem não se torne previsível.</p>
<p>Um cuidado a ser tomado é não se tornar repetitivo e não se tornar um mala na mesa. Use o guia moderadamente.</p>
<p>Feliz primeiro de abril!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Zeross: Morte vinda dos céus</title>
		<link>http://tarmann.com.br/blog/2009/02/zeross-morte-vinda-dos-ceus/</link>
		<comments>http://tarmann.com.br/blog/2009/02/zeross-morte-vinda-dos-ceus/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 13:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tarmann</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Zeross]]></category>
		<category><![CDATA[cenário]]></category>
		<category><![CDATA[zeross]]></category>

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		<description><![CDATA[Na vida de todo rpgista existe um momento onde, pelo menos por um instante, o jogador, ou mais comumente o mestre, pensa em criar seu próprio universo. Um lugar onde todas as idéias e inspirações provenientes das mais diversas fontes colidem e se transformam em um mundo. Um lugar para heróis, vilões, NPCs, encontros aleatórios, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_158" class="wp-caption alignright" style="width: 337px"><img class="size-medium wp-image-158" title="Zeross" src="http://www.tarmann.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/space_of_colours_arrival_by_joejesus1-327x204.jpg" alt="Ilustração de JoeJesus" width="327" height="204" /><p class="wp-caption-text">Ilustração de JoeJesus</p></div>
<p>Na vida de todo rpgista existe um momento onde, pelo menos por um instante, o jogador, ou mais comumente o mestre, pensa em criar seu próprio universo. Um lugar onde todas as idéias e inspirações provenientes das mais diversas fontes colidem e se transformam em um mundo. Um lugar para heróis, vilões, NPCs, encontros aleatórios, ou sejá lá o for, ganharem vida vida e novos personagens se tornarem lendas.</p>
<p>Esse momento chegou para mim há muitos anos atrás, mas só começou a tomar forma no final do ano passado. Seu nome, a primeira coisa que veio a minha cabeça a respeito do cenário, é <strong>Zeross</strong>, e esses são seus primeiros esboços.</p>
<p><span id="more-124"></span></p>
<h3>Morte vinda dos céus</h3>
<p>Ael, 1 A.M.</p>
<p>O gigantesco bloco de aço veio dos céus  e trouxe consigo a destruição do povo élfico no ato de sua queda e levantou nuvem negra que cobre o céu de Ael até os dias atuais. Sua chegada desencadeou a Guerra do Aço, atraindo criaturas de natureza caótica para servirem de ferramenta para seus cruéis propósitos.</p>
<p>Os anões também não tiveram muita sorte com a chegada do monolito, um terremoto de proporções épicas soterrou cidades inteiras e sepultou grande parte dos membros de sua raça.</p>
<p>De um lado os elfos e anões remanescente e os homens. E do outro lado os bárbaros do norte, orcs, gigantes e todo o tipo de criatura que habitava aquela região.</p>
<p>A guerra durou pouco mais de 100 anos, onde os domínios dos servos do grande monolito apenas se expandiam, trazendo loucura a todos aqueles que adentrassem suas terras. Foi quando os anões retiraram seu exército para dentro dos portões da cidadela anã.</p>
<p>Os elfos e anões foram praticamente extintos após a Guerra do Aço. Os nobres fugiram em direção ao grande oceano, enquanto os que ficaram tiveram que se fugir e se esconder.</p>
<p>Os homens, derrotados fugiram para o sul onde com a ajuda dos anões remanescentes e os poucos elfos que os acompanharam se esconderam em um antigo forte onde trabalharam dia e noite para que seus muros fossem altos e resistentes e ali aguardaram seu fim.</p>
<p>Inspirações: <a href="http://www.pelgranepress.com/trail/">Call of Cthulhu</a>, Ravenloft, Eberron, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hellgate_London">Hellgate: London</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/George_A._Romero">George A. Romero</a> (sempre!), <a href="http://www.inominattus.com/">Inominattus</a> (e seus cenários fodásticos).</p>
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