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        <title>TDSNews</title>
        <description>Uma publicação electrónica que oferece aos seus leitores a mais recente informação estratégica sobre a indústria de defesa e segurança, assim como a actualidade informativa sobre os negócios e os protagonistas que o desenvolvem, com especial relevo para o estado da arte em Portugal.</description>
        <link>http://www.xmp.com.pt/tdsnews/assinar.phtml</link>
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            <title>Sarkozy: Prioridade à “Inteligência”</title>
            <link>http://www.xmp.com.pt/tdsnews/index.php?aid=3616</link>
            <description>Desde a sua eleição presidencial, Nicolas Sarkozy procedeu a uma profunda reorganização da comunidade de inteligência, hoje tida como mais poderosa e eficaz do que nunca. Além da modernização e reforma das diferentes estruturas, esta reestruturação é um sinal de que está a ser dada “prioridade à inteligência” na área da Defesa, da Segurança e da Economia para que a França possa agir por antecipação, na defesa dos seus interesses nacionais.</description>
            <pubDate>Wed, 27 Oct 2010 18:24:56 +0100</pubDate>
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            <title>NATO: Conceito estratégico, interesses diversos e falhas</title>
            <link>http://www.xmp.com.pt/tdsnews/index.php?aid=3615</link>
            <description>Sempre muito bem informada e com uma sofisticada grelha de leitura, a Stratfor faz, em vésperas da importantíssima reunião da NATO, em Lisboa, uma análise de situação que, quer se goste ou não, é imprescindível conhecer. E deixa os avisos que, oficialmente, Washington não pode assumir, como alerta o blogue CLARO.</description>
            <pubDate>Wed, 27 Oct 2010 18:24:37 +0100</pubDate>
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            <title>Christian Harbulot fala sobre IE em entrevista</title>
            <link>http://www.xmp.com.pt/tdsnews/index.php?aid=3614</link>
            <description>A evolução da Inteligência Económica (IE) nos últimos 15 anos é tema de uma entrevista de Christian Harbulot, fundador da francesa École de Guerre Économique, à revista do Observatoire Français des Think Tanks (que pode ler aqui, nas páginas 22 a 26), a propósito da recente criação do Institut International d’Intelligence Économique et Stratégique (de que o editor da TDSnews, José Mateus Cavaco Silva, é membro do Conselho Internacional). Harbulot é também co-redactor do relatório Martre, documento (de 1994) “fundador” da IE em França como política pública. Na mesma edição desta revista, destaque ainda para a entrevista (páginas 27 a 30) a Jean-Pierre Gratien, chefe de redacção do Canal Parlamentar da Assembleia Nacional francesa, que fala sobre a actualidade política e sobre como a internet pode ser um forte acelerador de escândalos e importante fonte de polémicas, quando comparada com os media tradicionais, bastante criticados pelas suas escolhas editoriais e tratamento da informação.</description>
            <pubDate>Wed, 27 Oct 2010 18:24:19 +0100</pubDate>
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            <title>Jogo do Go leva softpower chinês aos EUA</title>
            <link>http://www.xmp.com.pt/tdsnews/index.php?aid=3613</link>
            <description>A American Go Association (AGA) foi criada, em 1935, para promover nos Estados Unidos o jogo de tabuleiro Go, de origem chinesa e que tem na sua base estratégias de forte carácter militar. A AGA publica regularmente uma revista com as novidades do mundo do Go, um jogo de disputa ou conquista de território, onde dois jogadores se defrontam, cada qual tentando maximizar o seu território ao mesmo tempo que tenta minimizar o território do adversário. Mas o que interessa saber é que, mais que um jogo, o Go tenta promover uma cultura, numa clara e forte estratégia de softpower chinês…</description>
            <pubDate>Wed, 27 Oct 2010 18:24:01 +0100</pubDate>
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            <title>EUA perdem ligação a mísseis nucleares</title>
            <link>http://www.xmp.com.pt/tdsnews/index.php?aid=3612</link>
            <description>O Air Force Global Strike Comand comunicou na terça-feira (26 de Outubro) que, no sábado, foi perdida a ligação a 50 dos seus mísseis balísticos nucleares intercontinentais, durante 45 minutos, e que na mesma terça-feira, pela manhã, informou disso Obama. Fontes militares asseguram, no entanto, que a existência de sistemas redundantes garantiu que, em nenhuma altura, a força aérea estivesse completamente impossibilitada de monitorizar, comunicar, ou, em caso de necessidade, lançar os mísseis balísticos intercontinentais (ICMB). A equipa de investigadores descobriu também, na terça-feira, que incidentes semelhantes ocorreram em outros locais há mais de dez anos e tiveram igualmente por base um problema de hardware. Os mísseis Minuteman III, no centro do incidente, estão equipados com ogivas nucleares múltiplas e são controlados a partir da base aérea de Warren, no Wyoming. A natureza exacta do problema ainda está a ser investigada e divergem as explicações sobre o incidente. Uma fonte militar disse que se deveu a um cabo subterrâneo que foi cortado. O que se sabe é que a comunicação entre as armas e aqueles que as controlam foi “interrompida” e que depois houve um controlo de segurança de todas as bases de mísseis sem que o equipamento tenha revelado danos. Um responsável da força aérea norte-americana, que falou sob anonimato com a AFP, exclui a tese de acto hostil. “Nós não temos nenhuma prova para sugerir que um acto deliberado ou mal-intencionado é a causa do que aconteceu”, disse. O Air Force Global Strike Comand controla os 450 mísseis intercontinentais Minuteman III armazenados em diferentes bases norte-americanas. Equipados com uma ou várias ogivas nucleares, os mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) têm um alcance de 5.500 quilómetros e um enorme poder de destruição.</description>
            <pubDate>Wed, 27 Oct 2010 18:23:45 +0100</pubDate>
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            <title>UE reforça defesa contra ciberataques</title>
            <link>http://www.xmp.com.pt/tdsnews/index.php?aid=3611</link>
            <description>Numa altura em que as ameaças de ataques informáticos se tornam cada vez mais reais e em que vários países discutem a ciberguerra, a União Europeia está a reforçar a capacidade de defesa face aos ciberataques. A Comissão Europeia avançou já com uma nova proposta de directiva e reforçou os poderes da Agência Europeia para a Segurança das Redes e da Informação (ENISA). “O crime está a explorar novos caminhos. Com a ajuda de software maligno, é possível assumir o controlo de grande número de computadores e obter números de cartões de crédito ou informações sensíveis e lançar ataques de grande escala. É tempo de reforçarmos os nossos esforços contra o cibercrime, muitas vezes utilizado pela criminalidade organizada”, alerta a comissária europeia Cecilia Malmström, responsável pelos Assuntos Internos. A nova proposta penaliza a utilização de ferramentas para desenvolvimento de software malicioso e criação de botnets, introduz o conceito de intercepção ilegal de sistemas de informação como crime e reforça as ligações de cooperação entre as entidades, que serão também obrigadas a manter estatísticas de actividades ligadas a ataques informáticos. As penalizações são também reforçadas com o aumento das penas de prisão até um máximo de dois anos, sendo que são também penalizados os utilizadores que estiverem envolvidos na instigação, apoio e tentativa de realizar ataques informáticos. Cibercrime é prioridade O governo britânico está a proceder à primeira revisão estratégica, desde há 12 anos, em matéria de defesa e segurança, dando agora a prioridade às ciberameaças e ao terrorismo, também uma forte preocupação nos EUA, queestudam a melhor forma de reforçar a protecção do país, nomeadamente através do aumento significativo dos poderes e competências da estrutura militar americana. A política francesa também tem estado muito activa em matéria de ciberdefesa e é tema de uma entrevista do ouest-france.fr a Nicolas Arpagian, chefe de redacção da revista “Prospective Stratégique” e coordenador na Escola Militar de Paris.</description>
            <pubDate>Wed, 27 Oct 2010 18:23:27 +0100</pubDate>
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