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Teia Cultural - A cultura na rede http://www.teiacultural.com.br/v4 Música, dança, artes plásticas e digitais, fotografia, filosofia, entrevistas e muito mais! Thu, 05 Nov 2009 11:29:02 +0000 http://wordpress.org/?v=2.8.1 en hourly 1 (R)ato Médico aprovado na Câmara http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2599 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2599#comments Thu, 05 Nov 2009 11:24:38 +0000 Marcelo Rios http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2599 Médico compromissado

Médico compromissado

Antes de iniciar, quero ressaltar o valor dos comentários ao meu último post, sobre o livro “Caim”, de José Saramago (por sinal, ganhei um de presente e assim que terminar de ler, volto a falar dele por aqui). O Fernando Leme compensou o meu esquecimento ao citar a canalhice do Governo Brasileiro ter assinado um acordo com os maiores inimigos do bom-senso, da razão e do espírito livre – a seita Católica, que se diz “Igreja” – que devolve privilégios àquele bando de pedófilos ladrões e sanguinários nesta repúbliqueta dita laica. A Thífani se manifestou; Patrícia ressaltou as mentiras; e o Ernesto, também muito justamente, notou que nos permitimos chegar neste ponto em que estamos hoje ao aceitar a dominação religiosa.

Chegar a que ponto? Este, do Ato Médico. Eu sei muito bem, não são todos os médicos que são imbecis. Mas fica a pergunta: por que motivo nenhum deles representou contra o tal Ato?

Para quem ainda não o conhece, sugiro uma busca no Google, mas, resumidamente, é uma tentativa proposta por um senador (médico) em tornar privativo dos médicos o exercício de diversas atividades, hoje sob a tutela de outras categorias profissionais. No texto original, todos os procedimentos invasivos (como uma simples injeção até o passamento de uma sonda nasogástrica), diagnósticos citopatológicos, diagnose de doenças inclusive mentais, precisariam, obrigatoriamente, ter o seu início em uma consulta médica.

Nem é preciso dizer quanto dinheiro isso iria movimentar dentro do bolso dos profissionais de uma das categorias que mais sofre processos por assassinato. Quanto à incompetência médica, não precisamos ir longe: em uma cirurgia, o médico esqueceu gaze dentro da paciente, que foi a óbito. Isto aconteceu com duas pacientes dentro de uma mesma família com a qual tenho relações, e com médicos diferentes.

A questão é o corporativismo patológico destes vampiros que, no lugar de investir na melhoria dos cursos de Medicina do país e em políticas educacionais que eliminem a “Síndrome de Meu Filho é um Deus” que acometem as mães dos animais que são aprovados no vestibular de Medicina e que, por isso, alimentam a síndrome de “Eu Sou o Dono da Sua Vida” dos ainda projetos de profissional, preferem, então, proteger os médicos contra a evasão natural dos consultórios. Em resumo, as pessoas, com medo de morrer, têm recorrido cada vez menos aos médicos e, como reação, eles agora tentam obrigá-las a passar pela mãos dos seus algozes. É tudo em nome do dinheiro, e nada mais.

Ao ser aprovado no vestibular, os estudantes de Medicina prontamente organizam as suas “chopadas”. Chopadas! Um bando de bêbados enchem a cara de cerveja e outras bebidas, anunciando à Sociedade que aquele é o início de mais uma geração de “responsáveis pela saúde geral”. Depois, bêbados, matam seus colegas afogados em piscinas de USPs, violentam mulheres, espancam outros calouros e, por fim, atropelam pedestres na volta para casa. Como estavam bêbados, os pais correm às delegacias para que seus filhos não passem a noite na cadeia. “Meu filho?! Estudante de Medicina, dormi na cadeia!? É uma humilhação desnecessária! Todos cometem erros!”. Esta “humilhação desnecessária”, senhores pais, é exatamente o que dá ao Homem algo de extremamente importante: a noção de responsabilidade.

Mas, então, “responsáveis pela saúde”, irresponsáveis? É um contrasenso que a cegueira geral não permite enxergar. O “Clube de Privilégios” criado pela seita Católica, quando configurou o “Paraíso” como sendo o lugar onde os eleitos se regozijam olhando, do alto de seu favorecimento, os suplícios sofridos pelos condenados ao inferno, hoje foi tornado real. Nossas beatas, nossa “juventude cristã”, nosso protestantismo de discursos de um deus beligerante, nossa crença de que, por comermos biscoitos salvacionistas em igrejas, somos melhores que os outros: tudo isto alimenta a proposição e aprovação do Ato Médico. Afinal de contas, o fato de ser estudante de Direito e Medicina é o acesso a uma espécie de Olimpo.

Em frente a uma faculdade, vi um destes estudantes, de terno e gravata, comprando, com R$50,00, um pacotinho de cocaína. Fez a carreira de pó em cima do cartão de crédito, pegou uma nota de dois reais, enrolou e cheirou tudo ali mesmo, encostado no meu carro, dentro do qual eu estava. Terminou e foi-se embora, de volta para a mesa do bar, onde várias garrafas de cerveja descansavam, vazias, e outras ainda por chegar. Isto, claro, ao som de “Chiclete com Banana” que, no Carnaval, reúnem em redor do seu trio elétrico a maior concentração de cheiradores de pó por metro quadrado da avenida. Amanhã, aquele estudante viciado estará por detrás de uma mesa de consultório, tomando conta do seu rim, do seu pulmão, do seu sangue.

Que me perdõem os médicos sérios, honestos e comprometidos, já tão raros neste país. Infelizmente, o nome de vocês vem sendo jogado na lama pela enorme maioria de seus colegas, contra os quais vocês já não têm força alguma.

Quanto ao leitor, com o Ato Médico o seu plano de saúde ficará mais caro. O número de mortes também aumentará. Continue defendendo a idéia de que “política e religião não se discute” e o próximo a morrer em uma mesa de cirurgia ou durante o passamento de uma sonda nasogástrica pode ser você.

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“Caim”, de José Saramago http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2590 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2590#comments Mon, 26 Oct 2009 11:34:06 +0000 Marcelo Rios http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2590 José Saramago - Giuseppe Giglia/Efe

José Saramago - Giuseppe Giglia/Efe

Não entendo o motivo de tanta irritação por parte da seita católica em razão do lançamento do romance de José Saramago, “Caim”. Ainda não li o livro, mas tenham certeza de que vou comprá-lo e ler com vontade.

Segundo a reportagem da Folha Online, o romance mostra uma visão irônica da bíblia e as declarações de Saramago acerca deste livro “sagrado” já não são novas, sequer originais – Carlos Bernardo Loureiro, na década de 1980, já havia explicitado muito mais. Mas, fiquem atentos, pois o que José Saramago fala é a mais pura manifestação de lucidez.

A seita católica tenta minimizar a importância do romance, dizendo que foi uma “jogada publicitária”. Convenhamos, José Saramago não precisa de jogadas publicitárias: seu público é cativo. E seria um tiro no pé, ele, português e morando na Espanha – dois países nojentamente católicos – usar uma estratégia de marketing de criticar a bíblia.

Sou publicitário, sei que muita gente – como eu – vai comprar o livro por causa disso, mas o cara, de forma nítida, não está nem aí para a opinião da seita sobre sua obra. O fato é a bíblia é, sim, o livro que mais habilidade mostra em criar fanáticos: quantos serial killers têm a bíblia como fundamento? Basta ver a “A Enciclopédia de Serial Killers”, de Micheal Newton. Veja-se, mesmo, quantas pessoas foram dizimadas só no Velho Testamento. A Inquisição ainda é uma página difícil de engolir para a própria igreja, que tenta, a todo custo, apagá-la da história. Durante tal campanha, foram assassinadas e destroçadas em sessões de torturas muito mais do que as duas Grandes Guerras conseguiram.

E é sempre a mesma história com os porcos católicos: são pedófilos, bêbados, assassinos, ladrões. Estes são os padres. O papa, um nazista descarado. Afinal, no exército de Hitler, se você não concordasse com as idéias, morria. Se ele chegou vivinho da silva à velhice, algo, tenuemente, diz que ele concordava com as políticas nazistas… Não é à toa que a seita católica, através de seu papa Pio, apoiou os nazistas.

O fato é que a seita católica ainda tenta fazer com as pessoas enxerguem como hereges os que raciocinam, aqueles que denunciam a irracionalidade daquela através de livros como a bíblia e dos óbvios casos em que fica mais que demonstrada que os sacerdotes nada mais são do que criminosos escondidos sob um véu de não mais que suposta santidade. Os fiéis recebem hóstias das mãos sujas por esperma de crianças abusadas por pedófilos, e acham que ali está “o corpo de Cristo”.

Padres que bebem suas cervejas, usam suas drogas, praticam seus abusos têm passe livre nas casas brasileiras. Quando eles desgraçam a vida de crianças abusadas sexualmente, ninguém protesta, e eles apenas são transferidos de paróquia, para continuar se deliciando com as suas iguarias infanto-juvenis em outras paragens. Durante séculos, fizeram campanhas para denegrir – falsamente – a imagem das culturas antigas de onde copiaram seus símbolos: o sol do “santíssimo”, as luminárias vermelhas nas igrejas, a figura de Maria com o seu véu estrelado copiado de Ísis. A lenda do nascimento de Jesus, a trindade indiana… Tudo cópia. Vem aí o livro sobre as cópias e farsas da igreja católica, de Cristiane Amaral, no prelo.

Depois de milênios de mentiras, traições, dominação e enganações que nos despedaçaram psiquicamente de modo cruel, eles se dóem quando alguém levanta a ponta do véu que revela quanta sujeira ainda há debaixo do tapete, esperando para nos fazer espirrar violentamente toda a secreção de espólio acumulada na nossa história existencial. Francamente…

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Depressa aos poucos http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2584 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2584#comments Sun, 18 Oct 2009 12:09:38 +0000 Lívia Gusmão http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2584 a morte 1

se morre um pouco por dia
quase não sente o corpo cair
mas ao morrer tudo de uma vez
impossível não sentir o chão comer
as mãos os pés os planos a fé
não interessa com quantas letras
escrevam o adeus no jazigo
melhor seria ouvir em vida
todos os dias ao pé do ouvido

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A troca da trouxa http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2580 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2580#comments Sun, 18 Oct 2009 12:02:19 +0000 Lívia Gusmão http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2580 trouxa

a trouxa de roupa
a trouxa sem roupa
a trouxa despida
que acha que é única
quando vê pela janela
a fila

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A fixação do Blues como meio de comunicação http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2574 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2574#comments Fri, 09 Oct 2009 13:24:42 +0000 Thífani Postali http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2574 ledbelly-728485Ao continuar o tema que ocupa este espaço, descreverei alguns aspectos importantes da música que deu origem aos inúmeros gêneros musicais, consumidos diariamente por grande parte da América e tantas outras  do mundo. Para tanto, importa esclarecer que o Blues possui atitude específica de grupo e que o estilo musical ganhou proporção após a escravatura. Para melhor compreensão sobre essas questões históricas, ler os textos anteriores.

Ao avaliar que a música pode ser encarada como um meio de comunicação potencialmente eficaz, é possível considerá-la como o modo mais viável para que os ex-escravos pudessem manifestar seus sentimentos, visto que, mesmo libertos, sofreram da mesma marginalidade social, ocorrida no período escravagista.  Apenas alguns afro-descendentes possuíam, entre o fim do século XIX e início do século XX, a possibilidade de freqüentar uma escola, em geral, os denominados como “elite negra” que, segundo Flávio Gomes, era um grupo formado por uma pequena parcela de trabalhadores liberais, geralmente letrados. Aprender a ler e a escrever por conta também era dificultoso, já que muitas famílias, vítimas do antigo sistema, encontravam-se analfabetas.  Portanto, a manifestação por meio de panfletos, jornais e informativos em geral, tornou-se inviável abrindo espaços para a música que, de forma democrática, permitiu o entendimento discursivo coletivo.

Assim, o gênero musical que melhor se encaixa como manifestação de grupo, é o Blues, pois, uma vez em liberdade, os afro-descendentes adquiriram atitude e resistência frente a sociedade hegemônica e uniculturalista. Roberto Muggiati, autor do livro “Blues, da Lama à Fama”, ressalva que o gênero musical olhava o mundo sem ilusões, como a coisa complexa que é e que manifestava a consciência do afro-descendente com relação a sua separação do resto da sociedade americana. Desta forma, o Blues pode ser comparado ao banzoafricano, ou seja, “a nostalgia mortal dos negros da África, quando cativos ou ausentes do seu país”. Ney Vilela afirma que o gênero marcou uma evolução não apenas musical, mas social: o aparecimento de uma forma particular de canção individual que foi utilizada como meio para dar voz aos afro-descendentes.    Muitas canções demonstram exatamente a situação social vivida pelos afro-descendentes daquela época. Viver em sociedade fez com que o discurso do Blues carregasse, além das características antigas do campo, outras urbanas. O especialista em Blues, Paul Oliver, foi quem melhor sintetizou o significado do estilo musical produzido no espaço urbano:

 

O Blues é o lamento dos oprimidos, o grito de independência, a paixão dos lascivos, a raiva dos frustrados e a gargalhada do fatalista. É a agonia da indecisão, o desespero dos desempregados, a angústia dos destituídos e o humor seco do cínico.

 

Leadbelly (1889 – 1949) – um dos bluesmanmais consagrados do início do século XX – gravou a canção T.B. Bluesque discursa, em especial, sobre a tuberculose: “A T.B. está me matando/ Mulher, sou como um prisioneiro / Estou sempre trabalhando na rua / Quando me pus de pé / Nem podia andar pela rua / Mas os homens estão me olhando / Da cabeça aos pés / Mas estão mortos agora / E a T.B. está me matando / Quero meu corpo enterrado / No profundo mar azul.”[1]  Essa canção é um exemplo, dentre tantos outros, que ilustra as condições de vida dos afro-descendentes. Muitos morriam de tuberculose em decorrência da vida difícil que levavam. A canção pode ser interpretada como uma analogia sobre o sistema escravagista (prisioneiro) e o sistema pós-escravidão, pois Ledbelly diz que, mesmo muito doente, tem que trabalhar e que é a todo o momento vigiado por aqueles que representam a sociedade dominante. Outro aspecto importante da música, é que o autor cita o “mar azul”, uma observação que pode ser facilmente assimilada a uma das idéias que remetem ao significado da palavra Blues, ou seja, mesmo com toda a beleza, o mar – com sua imensidão -, é o maior obstáculo dos africanos e seus descendentes para chegar às terras de origem.

Em suma, as letras de Blues expressavam sentimentos de todos os gêneros, mas, sempre com um ceticismo agudo. Discursavam, particularmente, sobre a descrença social, ora de forma séria, ora sarcástica. Elas anunciavam as angústias do trabalho estafante, do viver à margem da sociedade, do ter que se contentar com a miséria e vivenciar o preconceito.


[1]Tradução da música T.B Blues do álbum Ledbelly vol.5 1938 – 1942.

 REFERÊNCIAS

BARBOSA, Wilson do Nascimento. Cultura Negra e dominação. São Leopoldo, RS: Unisinos, 2006.
Coleção: Mestres do BLUES. Barcelona, Espanha: Altaya, 1995.
GOMES, Flávio. Negros e Política (1888-1937).Rio de Janeiro, RJ: Jorge Zahar Editor, 2005.
JACOBS, Harriet A. Incidentes na vida de uma escrava. Lisboa: Antígona, 1993.
MUGGIATI, Roberto. Blues– da lama à fama. São Paulo, SP: Editora 35, 1995.
MUGGIATI, Roberto. O Que é Jazz. São Paulo – SP: Editora brasiliense, 1983.
PINTO, Costa L. A. O negro no Rio de Janeiro. São Paulo, SP: UFRJ, 1998.
QUEIROZ, Suely R. Reis de. A abolição da escravidão. São Paulo, SP: Editora Brasiliense, 2008.
VILELA, Ney. Jazz uma arte indomável. Leituras da História. São Paulo, SP, n.15, p. 54-63, 2008.

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“Domingo na Praça” terá edição especial de Dia das Crianças http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2570 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2570#comments Thu, 08 Oct 2009 18:25:02 +0000 Roberta Massagardi http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2570 As famílias sorocabanas terão um motivo a mais para passear no Parque “Carlos Alberto de Souza”, no Campolim, neste domingo (11), entre 8h e 18h. É que, em razão da festividade do Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro, o Projeto “Domingo da Praça” terá atrações especiais para a garotada. Além das apresentações musicais e da feira de artesanato, haverá teatro, pintura facial, escultura de balões, oficina de pintura e distribuição de brindes às crianças. Todas as atividades são gratuitas.

O projeto é uma promoção das secretarias da Cidadania (Secid) e de Relações do Trabalho (Sert), com produção musical de Carlos Madia.

'Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Guará' será encenada às 10h pelo grupo Balaio

'Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Guará' será encenada às 10h pelo grupo Balaio

Pela manhã, as crianças poderão conferir dois espetáculos. Às 10h, haverá a apresentação da peça “Chapeuzinho Vermelho e o Lobo-Guará”, do Grupo Balaio. Trata-se de uma adaptação de Ângelo Machado para o clássico Chapeuzinho Vermelho, que conta a história do lobo-guará, o seu habitat natural e a ameaça de extinção que vem sofrendo. Às 11h, o Clube da Sucata apresentará a peça “Sucateatrando”, que aborda temas ambientais com crianças de todas as idades, estimulando o público a refletir sobre sua relação com a natureza, seus hábitos e seu comportamento de consumo e descarte de diferentes materiais.

Ainda durante a manhã, das 8h às 12h, a garotada poderá participar de oficinas com a Tia Alegria, que fará esculturas de balões e pintura artística com as crianças que estiverem no local. E, das 8h às 13h, os sorocabanos também poderão participar da oficina de pintura oferecida pela Associação Cultural Pintura Solidária.

Às 11h será a vez do Clube da Sucata com a peça 'Sucateatrando'

Às 11h será a vez do Clube da Sucata com a peça 'Sucateatrando'

Já das 8h às 18h, as pessoas também poderão procurar por profissionais da saúde que estarão no local orientando sobre diversas doenças, como diabetes, hipertensão, colesterol e obesidade. Além disso, os profissionais farão a aferição da pressão arterial dos interessados.

No início da tarde, às 12h, a atração do “Domingo na Praça” será o Ronald McDonald. E, a partir das 16h, os papais poderão curtir o show “Tributo ao Rei”, com Roberto Guimarães. Na apresentação o artista presta uma homenagem ao cantor Roberto Carlos. A produção e a direção musical é de Vinícius Ferraz.

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Lua Nova participa de Desafio Nacional http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2565 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2565#comments Mon, 05 Oct 2009 23:37:27 +0000 Armando Coló Neto http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2565 lua novaA Associação de Formação e Reeducação Lua Nova está participando do Desafio Nacional “Usina de Transformação – Ação Comunitária”, promovido pelo Centro de Formação e Tratamento Comunitário do Brasil.

O objetivo do Desafio é através do empreendedorismo social, criar um ambiente comunitário que possa gerar segurança e integração entre seus moradores, além de promover o desenvolvimento pessoal e comunitário das pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade, Além do desenvolvimento de potencialidades, criação de vínculos e articulação em redes que contribuam na melhoria da qualidade de vida dos jovens e suas comunidades correspondentes.

A primeira etapa tem a duração de quatro meses com encontros presenciais e on-line, onde pessoas da comunidade, orientados e acompanhados por uma equipe de líderes comunitários, poderão desenvolver projetos em suas comunidades e que produzir um impacto social e ambiental, sendo apoiados na parte econômica e técnica pela equipe do Centro de Formação.

Os grupos participantes surgiram de comunidades já trabalhadas pelo CFTC Brasil, os quais receberam os critérios de participação com as regras e requisitos correspondentes. Sendo eles a Associação Reciclázaro (São Paulo-SP), o Centro Dom Helder Camara (Bayeux- PB), Fraternidade “O Amor é a resposta” (Teresina, PI), Grupo Caps Jovem (Sorocaba, SP), Ong Pode Crer (Sorocaba-SP) e Associação Lua Nova (Sorocaba-SP).

Em cada etapa do Desafio, os grupos participantes desenvolvem diferentes tarefas, que possibilitam o desenvolvimento das mais diversas habilidades, assim como a participação ativa de toda comunidade.

A Lua Nova desenvolve suas tarefas em parcerias com os jovens do Comitê da Juventude Ativa, da comunidade Lua Nova e comunidade da Vila Barão e Baronesa.

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Cachos de chuva http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2557 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2557#comments Fri, 02 Oct 2009 04:15:17 +0000 Lívia Gusmão http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2557 cachos-de-chuva

Cá cheia minha vida
como infrutescência
gotas de uva

Cachos
dormente sonho
como nova cheia lua

Faço bagunço sonhos
beijo
cachos de chuva

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“Quinteto Miló” e “Encontro de Corais” serão as atrações do “Domingo na Praça” http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2551 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2551#comments Wed, 30 Sep 2009 15:12:44 +0000 Roberta Massagardi http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2551 Madrigal Uniso é um dos corais que irá participar do encontro

Madrigal Uniso é um dos corais que irá participar do encontro

Os sorocabanos que passearem pelo Parque “Carlos Alberto de Souza”, no Campolim, neste domingo (4), das 9h às 18h, poderão se divertir com diversas atrações do Projeto “Domingo na Praça”, entre elas as apresentações musicais de corais regidos por Cadmo Fausto e o “Quinteto Miló”.

O evento, promovido pelas secretarias de Cidadania (Secid) e Relações de Trabalho (Sert), tem produção musical de Carlos Madia.

Para agitar a manhã, a partir das 10h30, as pessoas poderão assistir a apresentação dos corais “Madrigal Uniso”, “Satúrnia Energia Viva” e “Coral Infantil do Colégio Dom Aguirre”, todos  regidos pelo maestro Cadmo Fausto.

Nascido em São Paulo, o artista estudou piano no Conservatório de Tatuí, na Escola Municipal de Música de São Paulo e na Universidade São Judas Tadeu. Como regente de coral, Cadmo foi assistente do maestro Samuel Kerr.

Atualmente, trabalha com coros mistos, feminino, da terceira idade e infantis.

Quinteto Miló é a atração da tarde

Quinteto Miló é a atração da tarde

No período da tarde, a partir das 16h, o “Domingo na Praça” apresentará o “Quinteto Miló”, que animará o público com um repertório de importantes nomes da música brasileira, entre eles Edu Lobo, Guinga e Hermeto Pascoal, além de releituras de grandes composições como “Krassik de Ramos” (Eduardo Neves) e “Migalhas de Amor” (Jacob do Bandolim).

O grupo é formado por músicos integrantes da “Vintena Brasileira”: Guilherme Fanti (violão, guitarra e viola), Marcel Bottaro (contrabaixo acústico), Márcio Corrêa (bateria e percussão), Michelle Ortega (violino) e Rayraí Galvão (gaita).

Paralelamente às apresentações musicais, o “Domingo na Praça” também contará durante todo o dia com a tradicional feira de artesanatos e a oficina de pintura oferecida pela Associação Cultural Pintura Solidária.

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Novidade http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2548 http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2548#comments Tue, 29 Sep 2009 23:41:15 +0000 Lívia Gusmão http://www.teiacultural.com.br/v4/?p=2548 novidade
Dei pra olhar teus retratos
ver tuas mensagens passadas
me matar de saudade ciúme raiva

Dei pra tentar musicar
teus passos até tua casa
achar que sotaque é melodia da fala

Dei pra pensar que podia
ter teu querer um dia
só por querer te ter

Dei pra sonhar alto, cair dos balões de ar
que prendias entre os dedos
e soltaste pra eu voar

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