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	<title>TheCityFix Brasil</title>
	
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	<description>Transporte Sustentável</description>
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		<title>Por mais segurança e responsabilidade no transporte público</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 19:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>priscilapacheco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9591" class="wp-caption aligncenter" style="width: 810px"><a href="http://www.flickr.com/photos/embarqbrasil/8589375839/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-9591  " title="8589375839_7f90aa8cf0_c" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/8589375839_7f90aa8cf0_c.jpg" alt="" width="800" height="534" /></a><p class="wp-caption-text">Em menos de dois meses, 14 pessoas morreram em acidentes envolvendo ônibus no Rio (Foto: Mariana Gil/EMBARQ Brasil)</p></div>
<p>No dia 2 de abril, o acidente com o ônibus que despencou do viaduto Brigadeiro Trompowski, caindo de uma altura de dez metros na Avenida Brasil e deixando oito mortos, chamou a atenção do país para a situação da segurança no transporte público. Desde o início de abril, em menos de dois meses, pelo menos 14 pessoas já morreram em acidentes envolvendo ônibus no Rio de Janeiro.</p>
<p>O acidente do dia 2, que segundo as testemunhas resultou de uma discussão entre motorista e passageiro, foi uma tragédia anunciada. Quem costuma pegar ônibus sabe que as condições do transporte coletivo no Brasil em geral não são as melhores. Atrasos, superlotação, veículos mal conservados, frota menor que a demanda, desrespeito.</p>
<p>Todos esses problemas passam por questões de interesses políticos e econômicos envolvidos, mas desembocam também em outro velho e conhecido motivo de conflito: nossas ruas estão abarrotadas de carros que, em sua maioria, transportam apenas uma pessoa. O resultado são congestionamentos quilométricos que custam algumas horas diárias a todos que se deslocam, além de aumentarem os riscos de novas tragédias.</p>
<p>Segundo dados do DPVAT (o seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), nos últimos quatro anos houve um <a href="http://oglobo.globo.com/rio/atropelamentos-de-pedestres-por-onibus-cresceram-43-no-rio-desde-2008-8365638" target="_blank">amento de 43% no número de seguros</a> pagos a famílias de pedestres que morreram em acidentes com ônibus, micro-ônibus e vans no estado do Rio. A<a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/05/amigos-de-entregador-atropelado-em-piedade-no-rio-pedem-investigacao.html" target="_blank"> recorrência e o aumento</a> preocupam também a Prefeitura, que já anunciou novas cobranças às empresas de ônibus, como um treinamento de reciclagem aos motoristas e a demissão daqueles que forem condenados ou flagrados cometendo infrações graves.</p>
<p>Ainda assim, pedestres, passageiros e ciclistas continuam sendo o lado mais vulnerável dessa briga. O interessante, porém, é que parte da solução para o problema parte de um compromisso que é o mesmo para todos: dentro de um carro ou fora deles, basta responsabilidade. Seja consciente!</p>
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		<title>“Recompensa” a quem pedala</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 13:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisazottis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luísa Zottis Copenhagen, na Dinamarca, mostra que não é à toa que é a capital mundial da bicicleta. O transporte é “queridinho” da população, que pedala diariamente cerca de 1,2 milhão de quilômetros, um dos índices mais altos do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9583" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/3573111299_8497daa978_z1.jpg"><img class="size-full wp-image-9583" title="3573111299_8497daa978_z" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/3573111299_8497daa978_z1.jpg" alt="" width="640" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Benefício em hotel corrobora com a cultura bike-friendly e de sustentabilidade de Copenhagen. (Foto: Spacing Magazine)</p></div>
<p><em>Por Luísa Zottis</em></p>
<p>Copenhagen, na Dinamarca, mostra que não é à toa que é a capital mundial da bicicleta. O transporte é “queridinho” da população, que pedala diariamente cerca de 1,2 milhão de quilômetros, um dos índices mais altos do mundo.</p>
<p>A marca registrada da cidade virou um “vale-troca” sustentável no hotel Crowne Plaza, com a instalação de bicicletas que geram energia limpa. Os hóspedes que pedalarem por 10 Watts/hora, medidos por um iPhone conectado no aparelho, ganham uma refeição equivalente a cerca de 60 reais.</p>
<p>A iniciativa instiga a geração de energia limpa, a prática de exercício físico e as pedaladas dentro e fora do hotel, reafirmando ainda mais a cultura bike-friendly da cidade – que se deve principalmente a inúmeras políticas públicas que priorizam a magrela.</p>
<p>Quer conhecer mais sobre roteiros, aluguéis e atrações ciclísticas de Copenhagen? Então, <a href="http://www.visitcopenhagen.com/transport/bike-city-copenhagen" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p><em>Fonte: Hypeness</em></p>
<div id="attachment_9584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.flickr.com/photos/bikeleague/4721490528/"><img class="size-full wp-image-9584" title="4721490528_de287d16ee_z" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/4721490528_de287d16ee_z.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Rodovias para bikes são fundamentais à mobilidade urbana de Copenhagen. (Foto: League of American Bicyclists)</p></div>
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		<title>O papel das calçadas na dinâmica das cidades</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 20:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>priscilapacheco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9572" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><img class="size-full wp-image-9572 " title="ruadasflores" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/ruadasflores.jpg" alt="" width="1024" height="680" /><p class="wp-caption-text">A ampla calçada da Rua das Flores, em Curitiba (Foto: Mariana Gil/EMBARQ Brasil)</p></div>
<p>Nas ruas, existem pelo menos três segmentos de concreto paralelos: um para o trânsito de veículos e dois passeios adjacentes para a circulação de pedestres. Estes últimos, que nós chamamos de calçadas, são caminhos de uso público feitos para garantir que as pessoas, independentemente de idade e condição física, possam circular com segurança e eficiência pela cidade. Sendo assim, é indispensável que sejam mantidas em bom estado e adaptadas às necessidades de todos.</p>
<p>Caminhar, afinal, é uma das maneiras mais saudáveis e plenas de se conhecer uma cidade: você pode parar, atender o celular, entrar e sair dos lugares sem pensar no estacionamento, ver as pessoas, interagir, conhecer. E mesmo a cidade onde se mora sempre tem algo novo a mostrar. Para viver a cidade, é preciso caminhar. E para caminhar, calçadas.</p>
<p>Mas não é toda rua que tem uma boa calçada. São buracos, degraus, desníveis, trechos estreitos demais, pedras soltas. Na maior parte das cidades brasileiras, a <a href="http://jus.com.br/revista/texto/22302/a-natureza-juridica-das-calcadas-urbanas-e-a-responsabilidade-primaria-dos-municipios-quanto-a-sua-feitura-manutencao-e-adaptacao-para-fins-de-acessibilidade#ixzz2I42viSh6" target="_blank">legislação</a> determina que as calçadas, sua execução e manutenção, são responsabilidade dos proprietários dos imóveis que se alinham a elas. O resultado é mais ou menos uma colcha de retalhos.</p>
<p>De qualquer forma, é importante considerar que as calçadas são parte essencial do complexo urbano e exercem influência direta na dinâmica das cidades. A decisão de ir a pé, de caminhar ou não caminhar, está ligada a questões de horário, diversidade de opções e densidade populacional, mas também à facilidade de deslocamento e até à estética.</p>
<p>Pode parecer pouca coisa, mas calçadas bem conservadas – e quem sabe até bonitas – estimulam as pessoas a caminhar, a sair de casa sem o carro. E quanto menos carros e mais pessoas nas ruas, melhor para a cidade. Incentivar os meios de transporte não motorizados, por meio da implantação de ciclovias e da qualificação dos percursos de pedestres, representa um ganho para a qualidade de vida da população, que passa a dispor de alternativas viáveis de locomoção e, consequentemente, a contribuir para a diminuição dos congestionamentos.</p>
<p>Se você pode ir a pé, vá a pé! A prioridade é do pedestre.</p>
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		<title>Bicicletas invisíveis</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 14:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisazottis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luísa Zottis Ela é quase sempre invisível no contexto urbano, é desrespeitada, não tem espaço nas vias públicas. Para propor uma reflexão sobre isso, o artista plástico Eduardo Srur criou a intervenção “Bicicletas”, na Estação Julio Prestes em São ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9564" class="wp-caption aligncenter" style="width: 829px"><a href="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/exposicao-srur-foto-claus-stellfeld.png"><img class=" wp-image-9564 " title="exposicao-srur-foto-claus-stellfeld" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/exposicao-srur-foto-claus-stellfeld-1024x584.png" alt="" width="819" height="467" /></a><p class="wp-caption-text">A intervenção propõe uma faísca reflexiva para a invisibilidade da bike. (Foto: Claus Stellfeld)</p></div>
<p><em>Por Luísa Zottis</em></p>
<p>Ela é quase sempre invisível no contexto urbano, é desrespeitada, não tem espaço nas vias públicas. Para propor uma reflexão sobre isso, o artista plástico Eduardo Srur criou a intervenção “Bicicletas”, na Estação Julio Prestes em São Paulo. São 60 delas suspensas no grandioso teto do local, quase imperceptíveis – propositalmente – aos olhos de quem passa.</p>
<p>A provocação do artista é chamar a atenção para o fato de que as pessoas muitas vezes não se dão conta do espaço onde estão. “As bicicletas não são para serem vistas de uma maneira prática e simples, como gostaríamos. Elas propõem uma coisa maior que é justamente a invisibilidade  que a gente tem em relação ao mundo”, explica Srur, em entrevista ao portal <a href="http://vadebike.org/2013/04/bicicletas-penduradas-questionam-invisibilidade-eduardo-srur/" target="_blank">Vá de Bike</a>.</p>
<p>O debate se estende também à mobilidade urbana. O artista frisa, ao Vá de Bike, que a bike deveria ser meio de transporte prioritário na cidade.</p>
<p>Interessados podem conferir a intervenção até o dia 30 de maio. Quem quiser ir pedalando, pode alugar pelo<a href="http://www.mobilicidade.com.br/bikesampa.asp" target="_blank"> Bike Sampa</a> na Estação da Luz, a mais próxima do local.</p>
<p><em>Fonte: Vá de Bike</em></p>
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		<title>O ar que respiramos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 20:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>priscilapacheco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os efeitos que as substâncias poluentes presentes no ar causam na saúde das pessoas e no meio ambiente são consideráveis. Doenças respiratórios, acidificação da água, corrosão de materiais, perdas na biodiversidade e no rendimento das culturas agrícolas são algumas das ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9550" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><img class="size-large wp-image-9550" title="poluicaosp-atitudeeco" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/poluicaosp-atitudeeco-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" /><p class="wp-caption-text">Camada de poluição em São Paulo (Foto: Atitude Eco)</p></div>
<p>Os efeitos que as substâncias poluentes presentes no ar causam na saúde das pessoas e no meio ambiente são consideráveis. Doenças respiratórios, acidificação da água, corrosão de materiais, perdas na biodiversidade e no rendimento das culturas agrícolas são algumas das consequências mais óbvias.</p>
<p>Em São Paulo, maior cidade da A<span style="text-align: center;">mérica Latina, dados da </span><a style="text-align: center;" href="http://www.cetesb.sp.gov.br" target="_blank">Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB)</a><span style="text-align: center;"> mostraram que os </span><span style="text-align: center;"><a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/02/indices-de-poluicao-do-ar-em-sp-sao-os-piores-nos-ultimos-8-anos.html" target="_blank">índices de poluição registrados em 2012</a> na capital foram os piores dos últimos oito anos</span><span style="text-align: center;">. E o que causa essa fumaça? De acordo com a mesma companhia, em toda a região metropolitana, 90% da poluição atmosférica vêm do setor de transportes.</span></p>
<p>E o problema não está só em São Paulo. Pelo contrário: segundo a <a href="http://www.who.int/en/" target="_blank">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a>, pelo menos um milhão e meio de pessoas morrem todos os anos no mundo em decorrência de doenças respiratórias atribuídas à queima de combustíveis fósseis (gasolina e diesel). Trata-se, afinal, de um problema de saúde mundial.</p>
<p>Diante desse cenário, a <a href="http://www.eea.europa.eu/" target="_blank">European Environment Agency (EEA)</a><span style="text-align: center;">, organização que anualmente publica relatórios sobre o meio ambiente, dedicou a edição de 2013 integralmente à qualidade do ar. O relatório intitulado </span><a style="text-align: center;" href="http://www.eea.europa.eu/publications/eea-signals-2013" target="_blank">Every Breath We Take – Signals 2013</a><span style="text-align: center;"> consiste em um compilado de artigos, curtos e acessíveis, que atentam para diversas questões referentes ao tema. Entre outros assuntos, estão lá a situação do ar na Europa hoje, principais fontes de informação, ligações entre as mudanças climáticas e o ar, a maneira como diferentes poluentes podem transformar a atmosfera e uma visão geral da legislação europeia no que diz respeito à qualidade do ar.</span></p>
<p>O relatório, preparado no contexto do <a href="http://www.eea.europa.eu/highlights/every-breath-we-take-2013/2013-kicking-off-the-2018year" target="_blank">European Year of Air</a>, foi feito para transformar em conhecimento público a dimensão dos problemas causados pela poluição e promover a conscientização das pessoas. Para isso, os organizadores buscaram a interação: a publicação foi ilustrada com fotos tiradas pelo público e organizadas pela EEA, que previamente havia pedido aos participantes que contassem suas histórias em três fotografias. A ideia é mostrar que é possível mudar e que os resultados dessa mudança representam um ganho para todos.</p>
<p><strong>Mude!</strong></p>
<p>E o que fazer para mudar essa realidade ou, pelo menos, para não contribuir com ela? Por incrível que pareça, não é preciso muito. Sozinho, você pode fazer a sua parte todos os dias a partir de pequenas mudanças.</p>
<p>Para começar, opte por outras alternativas de transporte. Caminhar, pedalar, pegar um ônibus ou uma carona podem mudar muita coisa: um carro que fica na garagem um dia por semana deixa de emitir 440 quilos de gás carbônico por ano. Mas se você ainda não está preparado para deixar de usar o carro, saiba que a maneira como você dirige também faz diferença: a maioria dos motoristas pode reduzir seu consumo de combustível em até 20% dirigindo com mais calma e em velocidade mais baixa. <a href="http://www.airclim.org/do-your-bit" target="_blank">Mude!</a></p>
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		<title>Conectando pessoas ao espaço urbano</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 13:40:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisazottis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação + Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Urbano + Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[banco da amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade para Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[espaço urbano]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luísa Zottis Se a cidade deve ser voltada para as pessoas, estas deveriam compartilhá-la umas com as outras, juntas. Certo? Foi essa a intenção da Fisherman’s Friend ao criar o Banco da Amizade, no qual é impossível sentar sozinho. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9525" class="wp-caption aligncenter" style="width: 609px"><a href="http://behance.vo.llnwd.net/profiles5/196075/projects/2115552/11937425f7d64c64a361316c1a194556.png"><img class="size-full wp-image-9525" title="11937425f7d64c64a361316c1a194556" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/11937425f7d64c64a361316c1a194556.png" alt="" width="599" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Que tal tornar o espaço público cada vez mais agradável e convidativo? (Foto: reprodução / Student Show)</p></div>
<p><em>Por Luísa Zottis</em></p>
<p>Se a cidade deve ser voltada para as pessoas, estas deveriam compartilhá-la umas com as outras, juntas. Certo? Foi essa a intenção da Fisherman’s Friend ao criar o Banco da Amizade, no qual é impossível sentar sozinho. Assim, ele instiga quem quer um espaço seja para descansar, seja para aproveitar a vista, a convidar mais alguém a partilhá-lo.</p>
<p>O lema da brincadeira é “Never be without a friend” (nunca fique sem um amigo). A ideia é resgatar a conexão com os espaços públicos, em que cada mais se vêem pessoas sérias, sozinhas, com pressa. E a aproximação acaba sendo bem divertida, como você pode conferir no vídeo:</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/BHs5PktHLns?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>Outro projeto que incentiva a interação entre pessoas é o <a href="http://livingwithourtime.com/recent-work/21-balancoires/" target="_blank">21 Balançoires</a>, que já publicamos <a href="http://thecityfixbrasil.com/2012/10/12/21-balancoires-balancos-musicais-aproximam-pessoas-em-montreal/">aqui</a>. Formada por 21 balanços, a intervenção produz notas musicais diferentes quando mais de uma pessoa brinca ao mesmo tempo.</p>
<p>As iniciativas são belos exemplos de como interações amigáveis no espaço urbano, por mais simples que sejam, podem ser muito benéficas e o tornam mais convidativo e acolhedor. Se na sua cidade ainda não existem projetos como estes, dar um sorriso, um bom dia ou um abraço podem fazer a diferença.</p>
<p><em>Fonte: Planeta Sustentável</em></p>
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		<item>
		<title>Os cinco melhores transportes públicos do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>priscilapacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Urbano + Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Integrado]]></category>
		<category><![CDATA[Inhabitat]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Moscou]]></category>
		<category><![CDATA[Nova York Tóquio]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[transporte público]]></category>

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		<description><![CDATA[Você usa o transporte público para se deslocar na sua cidade? Já se perguntou, ao pegar um ônibus, quais seriam os melhores lugares do mundo para se locomover com eficiência, rapidez e de forma sustentável? O blog Inhabitat fez uma ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você usa o transporte público para se deslocar na sua cidade? Já se perguntou, ao pegar um ônibus, quais seriam os melhores lugares do mundo para se locomover com eficiência, rapidez e de forma sustentável?</p>
<p>O blog <a href="http://inhabitat.com/" target="_blank">Inhabitat</a> fez uma lista com as cinco cidades que mais se destacam quando o assunto é transporte coletivo de qualidade. O ranking utilizou como critérios o conforto, conveniência, eficiência, limpeza, rapidez e facilidade de utilização dos serviços. Confira a lista:</p>
<p><strong>5º lugar: Moscou – Rússia</strong></p>
<p>Apesar de inaugurado há quase oitenta anos, em 1935, o sistema da capital russa é um dos mais pontuais do mundo. Mais de 8 milhões de passageiros utilizam diariamente o sistema ferroviário de Moscou, que tem 305 km de extensão.</p>
<p><strong>4º lugar: Paris – França</strong></p>
<p>Independentemente de em que lugar de Paris você esteja, é possível encontrar uma estação de metro a cada 500 metros: são pelo menos 300 espalhadas pela cidade, interligando todas as áreas. E, para que as pessoas possam completar seus trajetos da melhor forma possível, a capital francesa ainda tem um sistema de aluguel de bicicletas com 1.400 estações.</p>
<p><strong>3º lugar: Londres – Inglaterra</strong></p>
<p>A cidade do Big Bem tem o maior e mais antigo metrô do mundo. O Metropolitano de Londres, ou London Underground, que começou a operar 1863, ainda hoje é um dos mais eficientes, com 268 estações e cerca de 400 km de extensão. Além disso, a capital inglesa conta com uma vasta rede de ônibus, trens na superfície e bondes suburbanos que garantem a mobilidade diária da população londrina.</p>
<p><strong>2º lugar: Nova York – Estados Unidos</strong></p>
<p>Na maior cidade dos EUA, as possibilidades de locomoção são muitas: ônibus, trem, metrô, bicicletas, balsas e até faixas exclusivas para pedestres fazem da cidade um dos melhores lugares do mundo para se deslocar utilizando o transporte público. Todos os sistemas funcionam 24 horas por dia, de forma a atender toda a demanda da cidade.</p>
<p><strong>1º lugar: Tóquio – Japão</strong></p>
<p>A capital japonesa é uma das maiores cidades do mundo e tem o sistema de transporte mais complexo – e completo – do mundo: ônibus, metrô, balsas, VLTs, BRTs, diversas formas de locomoção somam cerca de 10,5 bilhões de viagens por ano. Com uma rede tão extensa, o sistema de transporte público é a espinha dorsal da cidade e a primeira opção da população para se deslocar.</p>
<div id="attachment_9518" class="wp-caption aligncenter" style="width: 730px"><a href="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/tóquio1.jpg"><img class="size-full wp-image-9518" title="tóquio" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/tóquio1.jpg" alt="" width="720" height="540" /></a><p class="wp-caption-text">Monorail em Tóquio</p></div>
<p><em>(Fonte: Mobilidade Humana)</em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/thecityfixbrasil/~4/gsgk3VS3VvY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>João Pessoa incentiva educação no trânsito</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 13:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisazottis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde + Segurança Viária]]></category>
		<category><![CDATA[ciclovia]]></category>
		<category><![CDATA[educação no trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[João Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[motoristas]]></category>
		<category><![CDATA[Paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[pedestre]]></category>
		<category><![CDATA[segurança viária]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luísa Zottis A II Semana Mundial de Segurança no Trânsito já terminou, mas em João Pessoa, na Paraíba, as ações para conscientização de todos que vivenciam o trânsito – ciclistas, pedestres, motoristas – continuam a ser realizadas até o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9488" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.flickr.com/photos/preferenciaavida/6023426804/sizes/z/"><img class="size-full wp-image-9488" title="dê preferência à vida" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/6023426804_7aacb3a2ef_z.jpg" alt="" width="640" height="440" /></a><p class="wp-caption-text">Respeitar a faixa de segurança é respeitar a vida. (Foto: Dê Preferência À Vida)</p></div>
<p><em>Por Luísa Zottis</em></p>
<p>A <a href="http://thecityfixbrasil.com/2013/05/07/ii-semana-mundial-de-seguranca-no-transito-e-dedicada-ao-pedestre/" target="_blank">II Semana Mundial de Segurança no Trânsito</a> já terminou, mas em João Pessoa, na Paraíba, as ações para conscientização de todos que vivenciam o trânsito – ciclistas, pedestres, motoristas – continuam a ser realizadas até o fim deste mês.</p>
<p>A iniciativa, feita por agentes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob), promove intervenções nas faixas de segurança e ciclovias de toda a cidade.</p>
<p>Uma das ações é especialmente voltada a pessoas com necessidades especiais que frequentam a Fundação de Apoio ao Deficiente (Funad), em cuja via de acesso foram instalados semáforo para pedestres, lombada física e faixa de travessia. As intervenções educativas no local ocorrerão nesta sexta-feira (17), e nos dias 20 e 27 de maio.</p>
<p>A ideia é plantar a semente do respeito entre todos que utilizam as vias públicas, educar para a segurança e poupar cada vez mais vidas.</p>
<p>Que tal se ações como esta ocorressem em todo o país ao longo de todo o ano?</p>
<p><em>Fonte: Prefeitura de João Pessoa</em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/thecityfixbrasil/~4/nbmXr5HC2tQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Nós somos a mobilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 20:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>priscilapacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Urbano + Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade do Ar + Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde + Segurança Viária]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Integrado]]></category>
		<category><![CDATA[alternativas de transporte]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[transporte sustentável]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já pensou em como suas escolhas e atitudes influenciam na dinâmica da cidade em que você vive? Há um consenso de que o trânsito nas grandes cidades brasileiras está mais complicado a cada dia. O assunto aparece em todas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9479" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1011px"><img class="size-full wp-image-9479" title="02_copenhagenize_design_company" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/02_copenhagenize_design_company.jpg" alt="" width="1001" height="750" /><p class="wp-caption-text">(Foto: Copenhagenize Design Company)</p></div>
<p>Você já pensou em como suas escolhas e atitudes influenciam na dinâmica da cidade em que você vive?</p>
<p>Há um consenso de que o trânsito nas grandes cidades brasileiras está mais complicado a cada dia. O assunto aparece em todas as rodas de conversa enquanto, o tempo perdido em congestionamentos segue aumentando – só em São Paulo, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1171309-9658,00-TRANSITO+CONSOME+ATE+TRES+HORAS+DO+DIA+NAS+CAPITAIS+DIZ+PESQUISA.html" target="_blank">53% dos motoristas afirmam enfrentar congestionamentos até três vezes por dia</a>, sem contar as horas perdidas no trajeto. Mas o que cada um de nós está fazendo para mudar essa realidade?</p>
<p>A mobilidade urbana, o modo e a velocidade com que nos deslocamos, determina uma parcela significativa de nossas vidas. Da hora de sair de casa de manhã ao restaurante onde vamos almoçar ou o passeio do fim de semana: direta ou indiretamente, tudo considera o meio de deslocamento, a distância e o tempo que vamos levar. E os resultados podem ser vistos nas ruas das cidades, todos os dias.</p>
<p>Sendo assim, por que não fazer uma escolha diferente?</p>
<p>Andar a pé e usar a bicicleta podem ser ótimas opções para driblar o estresse e o tempo perdido no trânsito. Optando por uma dessas alternativas, além de melhorar sua saúde e a dos outros, diminuindo a fumaça e o barulho, você conhece melhor sua cidade. Quem caminha sabe que, mesmo repetindo o trajeto, há sempre um detalhe novo que não havia sido percebido antes.</p>
<p>O transporte coletivo também é uma opção válida: um ônibus ocupa o espaço equivalente a três carros e, uma faixa dedicada a ele, leva pelo menos dez vezes mais pessoas. Além disso, utilizar o transporte público contribui significativamente para a redução de congestionamentos e da emissão de gases poluentes. Outra alternativa são as caronas. Você já reparou, quando espera o sinal abrir para atravessar uma rua, em quantos carros passam com apenas uma pessoa dentro? E se metade deles fosse ou desse uma carona para o vizinho ou colega de trabalho?</p>
<p>Uma cidade é o reflexo de sua população. São pequenas atitudes individuais que, se somadas e compartilhadas, podem resultar em mudanças grandes. A mobilidade urbana é uma questão de planejamento urbano e políticas de governo, mas também de consciência e escolha pessoal de cada um de nós.</p>
<p>Abaixo, alguns sites com ideias bacanas para a mobilidade:</p>
<ul>
<li><a href="http://transitoideal.com.br/" target="_blank">Trânsito Ideal</a></li>
<li><a href="http://mobilidadehumana.wordpress.com/" target="_blank">Mobilidade Humana</a></li>
<li><a href="http://cidadesparapessoas.com/" target="_blank">Cidades para pessoas</a></li>
<li><a href="http://vadebike.org/" target="_blank">Vá de Bike!</a></li>
<li><a href="http://www.caronas.com.br/caronas/" target="_blank">Caronas</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Mais carros nas vias, mais crianças internadas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisazottis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde + Segurança Viária]]></category>
		<category><![CDATA[carros]]></category>
		<category><![CDATA[congestionamento]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[problemas respiratórios]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[transporte coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luísa Zottis O intenso tráfego de veículos na cidade de São Paulo não é ruim apenas para os motoristas. Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP aponta que o problema causa aumento na internação de crianças de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Luísa Zottis</em></p>
<p>O intenso tráfego de veículos na cidade de São Paulo não é ruim apenas para os motoristas. Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP aponta que o problema causa aumento na internação de crianças de até cinco anos de idade por problemas respiratórios.</p>
<p>No estudo, foram relacionadas as internações por doenças respiratórias e o volume do tráfego no entorno das residências dos pacientes internados.</p>
<p>O autor da pesquisa, o geógrafo Samuel Luna de Almeida, ressalta a necessidade de maior atenção ao transporte coletivo. “É preciso ampliar a utilização de modais que poluam menos”, afirma, em entrevista ao portal da USP. Ele explica que levou em consideração o número de veículos, o comprimento e a quantidade das vias da cidade.</p>
<div id="attachment_9468" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://www.flickr.com/photos/stankuns/2670734443/sizes/z/"><img class="size-full wp-image-9468" title="2670734443_3f0674348a_z" src="http://thecityfixbrasil.com/files/2013/05/2670734443_3f0674348a_z.jpg" alt="" width="640" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças nos entornos de locais de alta motorização em São Paulo sofrem com poluição do ar. (Foto: Fernando Stankuns)</p></div>
<p>Números da Secretaria de Estado da Saúde de SP também alertam para a conscientização da importância do uso de transportes sustentáveis: entre 2004 e 2006, mais de <strong>81.033</strong> crianças foram internadas por doenças respiratórias, sendo que em <strong>20.449</strong> dos casos o diagnóstico apontou a relação do problema com a poluição atmosférica.</p>
<p>Isso se deve, de acordo com o autor da pesquisa, ao fato de que o organismo dos pequenos é mais frágil e o metabolismo mais acelerado, fazendo com que eles não respondam tão bem a tratamentos pré-internatórios, o que torna a poluição dos carros um fator agravante para a situação.</p>
<p>Avanços tecnológicos para redução de emissão de poluentes em indústrias e veículos, mostra a pesquisa, não é suficiente para amenizá-los, o que faz com o que o intenso tráfego aumente os riscos para a saúde.</p>
<p>A pesquisa é mais um indicador da urgência do uso de transportes coletivos e sustentáveis, para mais mobilidade urbana, qualidade de vida e saúde da população.</p>
<p>Com informações da <a href="http://www.usp.br/agen/?p=137837" target="_blank">USP</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/thecityfixbrasil/~4/52qIF-_xB3E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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