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	<title>Thiago Bohn</title>
	
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 11:34:36 +0000</pubDate>
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		<title>TimeTracker para Firefox</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 11:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Poucos Add-ons do firefox tem sido tão úteis para mim quanto o último que instalei: o TimeTracker. O TimeTracker é uma idéia bastante simples, mas faz o que se propõe.
Quando você instala o TimeTracker, um reloginho passa a aparecer no ângulo inferior direiro do firefox. Toda vez que você entra em algum site ele começa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucos Add-ons do firefox tem sido tão úteis para mim quanto o último que instalei: o <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/1887" target="_blank">TimeTracker</a>. O TimeTracker é uma idéia bastante simples, mas faz o que se propõe.</p>
<p>Quando você instala o TimeTracker, um reloginho passa a aparecer no ângulo inferior direiro do firefox. Toda vez que você entra em algum site ele começa a contar o tempo. Isso tem me ajudado e muito a diminuir o tempo que passo na internet <span style="text-decoration: line-through;">respondendo</span> lendo e-mails ou notícias.</p>
<p>Existem dois recursos interessantes que ajudam a descobrir quando tempo foi verdadeiramente gasto navegando. O <em>Timeout</em> é interessante para aqueles momentos que você abre uma página e vai buscar um café ou tirar uma dúvida com um colega. Quando isto acontece, o TimeTracker percebe que o computador está ocioso e pausa a contagem.</p>
<p>A Filter List possibilita você a informar exceções. Tais como intranets, sistemas internas, wikis ou mesmo o website que você está trabalhando. Quando você carrega uma url de exceção o contador não é incrementado.</p>
<p>Fica a sugestão&#8230; Ter um reloginho vermelho no browser na atrapalha a navegação, porém certamente faz com que você seja mais efetivo.</p>
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		<item>
		<title>GTD: Primeiros passos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 03:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[GTD]]></category>

		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[A organização de compromissos, tarefas e gavetas sempre estiveram em destaque nos meus pontos a melhorar. Enquanto segui na vida de desenvolver o problema não era tão evidente, pois quem definia minhas prioridades eram o gerente de projeto.
Porém no momento que comecei a trabalhar com processos,  passei a &#8220;puxar a frente&#8221; em vários projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A organização de compromissos, tarefas e gavetas sempre estiveram em destaque nos meus pontos a melhorar. Enquanto segui na vida de desenvolver o problema não era tão evidente, pois quem definia minhas prioridades eram o gerente de projeto.</p>
<p>Porém no momento que comecei a trabalhar com processos,  passei a &#8220;puxar a frente&#8221; em vários projetos simultâneos. Reuniões agendadas, compromissos firmados e tarefas delegadas começaram a se tornar mais freqüentes. Eu precisava de algo que me ajudasse a concentrar meus esforços em fazer minhas tarefas e não em mantê-las organizadas.</p>
<p>Após finalizar a leitura do livro reservei um sábado para fazer o primeiro passo da implantação da metodologia, que consiste em coletar todas as pendências profissionais e pessoais e colocar dentro do sistema de organização pessoal. Primeiro separei todos post-its, blocos de anotações, e-mails não lidos e qualquer objeto que pudesse representar uma pendência. Depois de tudo empilhado, comecei a listar o que me vinha a mente e que necessitasse de uma definição. Impressionante a sensação de leveza quando terminei de processar toda essa “caixa de entrada”.</p>
<p>O principal objetivo de fazer isto é tirar todas as “tralhas” da mente e colocá-las em um sistema confiável e organizado. Para nos desligarmos efetivamente das preocupações, nosso subconsciente precisa ter a certeza de que vamos consultar o material no qual escrevermos uma pendência.  Não basta compilar uma lista de tarefas, é preciso acompanhá-la.</p>
<p>Cada vez que nos deparamos com uma tralha e enquadramos esta pendência em alguma das áreas do nosso sistema (lista de projetos, talvez / um dia, listas de referências) fazemos acordos com nosso subconsciente. E precisamos ser fiéis a estes acordos, principalmente em se tratando de próximas ações.</p>
<p>Para entender melhor vamos imaginar um projeto “Comprar uma Ferrari”. Ao registrar a próxima ação deste projeto precisamos refletir bem sobre qual será verdadeiramente. Se “vender o carro atual” ou “trabalhar duro”. Se registrarmos que é preciso trabalhar duro, mas realizarmos a venda primeiro estaremos quebrando um acordo que fizemos com nós mesmos.</p>
<p>E da mesma forma que nós reagimos quando alguém quebra um acordo conosco, nosso subconsciente também perde a confiança que depositou na ato de registrar uma tarefa. Na próxima vez que formos registrar um projeto nosso subconsciente não conseguirá se desligar da tralha porque sabe que o está ali registrando não é 100% garantido.</p>
<p>Isto não quer dizer que não podemos mudar de opinião, muito pelo contrário. Para isto existe a revisão semanal que é indispensável. Mas isto é tema para outro post&#8230;</p>
<p><strong>Mais informações sobre o Get Things Done (GTD):</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.43folders.com/2004/09/08/getting-started-with-getting-things-done">Getting started with &#8220;Getting Things Done&#8221;</a></li>
<li><a href="http://www.efetividade.net/2006/11/11/gtd-conheca-um-metodo-eficaz-de-organizacao-e-produtividade-pessoal-que-pode-melhorar-sua-motivacao-e-seus-resultados/">GTD: Conheça um método eficaz de organização e produtividade pessoal que pode melhorar sua motivação e seus resultados</a></li>
<li><a href="http://fatorw.com/2006/12/04/remember-the-milk-e-gtd/">Integrando o Remember The Milk à metodologia GTD (Getting Things Done)</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>Fazendo um café com efetividade</title>
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		<comments>http://blog.thiagob.com/fazendo-um-cafe-com-efetividade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 May 2008 13:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>

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		<description><![CDATA[Para as menos afortunados, como eu, que não desfrutam do prazer de ter um bom café na empresa e não podem colocar uma cafeteira sobre sua mesa, ou mesmo para aqueles que tomam pouco café e não precisam fazer 6 litros de café, encontrei no site CoffeeGeek uma alternativa bem interessante.

A idéia é bem simples, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para as menos afortunados, como eu, que não desfrutam do prazer de ter um bom café na empresa e não podem colocar uma cafeteira sobre sua mesa, ou mesmo para aqueles que tomam pouco café e não precisam fazer 6 litros de café, encontrei no site <a href="http://coffeegeek.com/guides/presspot">CoffeeGeek</a> uma alternativa bem interessante.</p>
<p><img src="http://blog.thiagob.com/wp-content/uploads/2008/05/03050103.gif" title="03050103.gif" alt="03050103.gif" align="left" hspace="8" /></p>
<p><strong>A idéia é bem simples, são 4 passos:</strong></p>
<ol>
<li>Colocar o pó de café na cafeteira Press.</li>
<li>Despejar a água quente e esperar 3 minutos.</li>
<li>Pressionar o êmbolo devagar, até chegar ao fundo da cafeteira.</li>
<li>Pronto!</li>
</ol>
<p>Você pode encontrar uma cafeteira Press na <a href="http://www.pepper.com.br/novo/detalhe.asp?cd_produto=2713" target="_blank">loja Peppers</a>. Não se trata de um post patrocinado, mas vale ressaltar que o atendimento da loja foi muito bom e em 2 dias recebi o produto. Existem 3 tamanhos disponíveis: 350ml, 850ml e 1 litro. Os preços variam conforme o tamanho e vão de R$ 30,00 a R$ 44,00.</p>
<p>O gosto do café também agradou, é o mesmo aroma de um café passado em uma cafeteira doméstica.</p>
<p><strong>Dicas do frabricante</strong>:</p>
<ul>
<li>Limpar bem logo após fazer o café para que o acúmulo de residos não altere o gosto do café.</li>
<li>Utilizar água com temperatura de 90º a 95ª, não mais que isto.</li>
</ul>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/thiagob/~4/TFv8rgYhfCA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Aqui o 1 (um) é L</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/thiagob/~3/R5v-f3O9QTg/</link>
		<comments>http://blog.thiagob.com/aqui-o-1-um-e-l/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 02:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.thiagob.com/aqui-o-1-um-e-l/</guid>
		<description><![CDATA[
Depois de ensinar meu pai, um senhor de 68 anos de idade, a jogar paciência no Windows, resolvi mostrá-lo o site da receita. Meu pai é bacharel em ciências contábeis e antes da era digital, excerceu durante muitos anos a profissão. Não é atoa, que ainda hoje entrega todas declarações em formulários de papel.
O fato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm1.static.flickr.com/153/423501472_3d9333f767_m.jpg" align="left" height="240" width="229" /></p>
<p>Depois de ensinar meu pai, um senhor de 68 anos de idade, a jogar paciência no Windows, resolvi mostrá-lo o site da receita. Meu pai é bacharel em ciências contábeis e antes da era digital, excerceu durante muitos anos a profissão. Não é atoa, que ainda hoje entrega todas declarações em formulários de papel.</p>
<p>O fato curioso aconteceu quando posicionei o cursor no campo CPF e pedi que digitasse o CPF que desejava consultar. Muito acostumado com as antigas máquinas de escrever Olivetti, meu pai perguntou: &#8220;Aqui o 1 é L, né?&#8221;. Levei uns segundos para entender o porquê da pergunta, mas na seqüência percebi o contexto que estava localizada.</p>
<blockquote><p><strong>Moral da história: </strong>Por mais óbvias que as coisas passam parecer, sempre nos reservarão surpresas. Mesmo um teclado ABNT II! Ronaldo Fenômeno que o diga&#8230;</p></blockquote>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/thiagob/~4/R5v-f3O9QTg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cobertura do evento da Softsul: Inovação para a competitividade</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/thiagob/~3/X6EqOpBHnd8/</link>
		<comments>http://blog.thiagob.com/cobertura-do-evento-da-softsul-inovacao-para-a-competitividade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 14:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem à tarde no auditório da Assespro-RS/Softsul, lá no TecnoPuc, foi realizado um evento com o tema: &#8220;Inovação para a competitividade no mundo plano&#8221;. O evento estava muito bacana, estive lá para prestigiar o evento e representar a GVDASA Software.
Cabe um destaque para a palestra &#8220;INOVAÇÃO: quando eu vejo&#8230; Sei o que é inovação!&#8221; ministrada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem à tarde no auditório da Assespro-RS/Softsul, lá no TecnoPuc, foi realizado um evento com o tema: &#8220;Inovação para a competitividade no mundo plano&#8221;. O evento estava muito bacana, estive lá para prestigiar o evento e representar a <a href="http://www.gvdasa.com.br">GVDASA Software</a>.</p>
<p>Cabe um destaque para a palestra &#8220;INOVAÇÃO: quando eu vejo&#8230; Sei o que é inovação!&#8221; ministrada pelo Diretor de Inovação da FINEP: Dr. Eduardo Moreira da Costa. Que além de bom humor demonstrou alguns cases de empresas que propuseram grandes inovações de serviço, produto, processo e mercado. Eduardo também, salientou que toda inovação deve gerar impactos singificativos na empresa e no mercado, e que mesmo sendo difícil de definir o que é uma inovação, no momento que nos deparamos com algo inovador sabemos identificar na hora.</p>
<p>Por exemplo, a criação do McDonald&#8217;s: no lançamento da franquia, há muitos anos atrás, foi gerada uma inovação de processos muito grande! Tratava-se de um sanduíche, que poderia ser feito por qualquer um, porém apenas os processos da rede McDonald&#8217;s garantiriam tal padrão e agilidade na fabricação do produto. Por outro lado, abrir uma franquia do McDonald&#8217;s em uma cidadezinha do interior que ainda não possuiu &#8220;<em>fastfood</em>&#8220;, não pode ser considerado inovador. Pode ser considerado empreendedor, porém não há uma inovação uma vez que isto já vem sendo praticado em outros lugares.</p>
<blockquote><p>E então, como chegar a inovação? Segundo Dr. Eduardo, há apenas um caminho: <strong>o conhecimento</strong>. A Gol inovou o transporte áreo no Brasil, porque conhecia muito bem as rotas de transporte utilizadas em terra&#8230;</p></blockquote>
<p>Após a palestra foi aberto um momento para questionamentos, foi então que tive a oportunidade perguntar para o Dr. Eduardo, se quando os avaliadores do FINEP rejeitam um projeto, descrevem os motivos e se caso isso fosse feito como fazer para obter algum feedback. O palestrante me respondeu que nos editais deste ano haverão mudanças, o que fará com que a avaliação dos projetos demore mais, mas por outro lado, permitirá que as empresas aprendam com os próprios erros, uma vez que serão descritos os pontos a melhorar. Entretanto como esperado, não há como obter feedback dos anos anteriores.</p>
<p>Outro ponto alto do evento foi a apresentação da Metodologia de Gestão de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação - MGPDI, desenvolvida pela SoftSul. Marcelo Pereira Nunes, engenheiro da SoftSul, demonstrou como a metodologia pode auxiliar as empresas a gerenciar as idéias e transformá-las em resultado. A metodologia está baseada na organização atividades de pesquisa, geração e qualificação de idéias e na gerência dos riscos.</p>
<p>Pessoalmente gostei muito do evento porque a gestão da inovação é algo que me desperta curiosidade. Caso alguém queria saber mais sobre o evento ou sobre a metodologia pode me procurar, estou a disposição para esclarecimentos.</p>
<h3>Informações complementares:</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.mgpdi.softsul.org.br/">http://www.mgpdi.softsul.org.br/</a></li>
<li>Haverão editais FINEP sendo abertos no final de abril com dois focos:
<ul>
<li>Geração de milhares novas de empresas (&#8221;nunca antes na história do brasil houve tanto verda&#8230;&#8221;)</li>
<li>Não deu detalhes, mas deixou escapar que haverá algo relacionado a exportação de software</li>
</ul>
</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Mensagem de erro da semana</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/thiagob/~3/PzC2A6At7QA/</link>
		<comments>http://blog.thiagob.com/mensagem-de-erro-da-semana/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 11:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.thiagob.com/mensagem-de-erro-da-semana/</guid>
		<description><![CDATA[
&#160;
&#160;
&#160;
&#160;
&#160;
Um erro inusitado desperto minha curiosidade de como fazer um &#8220;if (MáquinaDesligada)&#8220;.
Alguém sabe?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.thiagob.com/wp-content/uploads/2008/02/erro.PNG" alt="erro.PNG" style="display: block" /></p>
<p style="display: block">&nbsp;</p>
<p style="display: block">&nbsp;</p>
<p style="display: block">&nbsp;</p>
<p style="display: block">&nbsp;</p>
<p style="display: block">&nbsp;</p>
<p style="display: block">Um erro inusitado desperto minha curiosidade de como fazer um &#8220;<em>if (MáquinaDesligada)</em>&#8220;.</p>
<p style="display: block">Alguém sabe?</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/thiagob/~4/PzC2A6At7QA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Configurando mod_python para utilizar Trac no apache</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/thiagob/~3/JkQT_wkCHrg/</link>
		<comments>http://blog.thiagob.com/configurando-mod_python-para-utilizar-trac-no-apache/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 11:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[Subversion]]></category>

		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.thiagob.com/configurando-mod_python-para-utilizar-trac-no-apache/</guid>
		<description><![CDATA[Dando sequência ao post Instalando Trac integrado com Subversion no Windows, vamos para a segunda parte: executar o Trac através do Apache. Como verão é bastante simples, porém como sempre surgem surpresas no ramo de TI vale ficar atento.
O apache é um servidor web open source com versões para windows e linux, não entrarei em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando sequência ao post <a href="http://blog.thiagob.com/instalando-trac-integrado-com-subversion-no-windows/">Instalando Trac integrado com Subversion no Windows</a>, vamos para a segunda parte: executar o Trac através do Apache. Como verão é bastante simples, porém como sempre surgem surpresas no ramo de TI vale ficar atento.</p>
<p>O apache é um servidor web open source com versões para windows e linux, não entrarei em detalhes sobre a instalação do apache porque você pode obter estas informações no <a href="http://blog.thiagob.com/configurando-servidor-subversion-com-apache-no-windows-parte-i/">tutorial de instalação do subversion</a>. O que cabe detalhar agora é que assim como acontece com outras linguagens, tais como php, ruby e java. Precisamos adicionar uma biblioteca ao Apache para que este consiga compreender a linguagem Python.</p>
<p>Para que o Trac seja acesso através do Apache precisamos instalar e configurar o <a href="http://www.modpython.org/">mod_python</a>. Aqui um detalhe curioso que me tomou vários minutos! O ambiente que eu estava configurando possuia um apache 2.0.49 rodando em Windows 2003 Server e Python 2.4. Pois bem, selecionei a última versão do mod_python compatível com esta configuração, porém não obtive sucesso&#8230;</p>
<p>Por horas revisava as configurações do apache, mas não consegui em momento algum que inicializasse de forma correta. Decidi mudar de estratégia e pegar a penúltima versão do mod_python, a <a href="http://ftp.unicamp.br/pub/apache/httpd/modpython/win/3.2.10/">versão 3.2.10.6703 para windows</a>. Daí para frente só alegria.</p>
<p>Continuando&#8230; Depois de instalarmos o mod_python precisamos adicionar uma linha no arquivo de configuração do apache para que a biblioteca seja carregada na inicialização do apache. É bem simples, basta adicionar a seguinte linha no arquivo httpd.conf:</p>
<pre>LoadModule python_module modules/mod_python.so</pre>
<p>Depois disto precisamos adicionar uma chave relacionando uma url ao nosso projeto trac. Veja o exemplo:</p>
<pre>&lt;Location /trac/simulacao&gt;
   SetHandler mod_python
   PythonHandler trac.web.modpython_frontend
   PythonOption TracEnv F:/VersionControl/TracProject/Simulacao
   PythonOption TracUriRoot /trac/simulacao
&lt;/Location&gt;</pre>
<p>Então tá gurizada, espero estar sendo útil.<br />
Abraço</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/thiagob/~4/JkQT_wkCHrg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Instalando Trac integrado com Subversion no Windows</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/thiagob/~3/7ORYEY7IGwo/</link>
		<comments>http://blog.thiagob.com/instalando-trac-integrado-com-subversion-no-windows/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 18:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>

		<category><![CDATA[Processo]]></category>

		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>

		<category><![CDATA[Subversion]]></category>

		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.thiagob.com/instalando-trac-integrado-com-subversion-no-windows/</guid>
		<description><![CDATA[O Trac Project é uma ferramenta open source que visa facilitar algumas atividades corriqueiras na Gerência de Configuração de Software. Possui alguns recursos bem interessantes como controles de milestones (entregas), Bug Tracking (controle e acompanhamento de bugs), integração com subversion que permite ligar tarefas e bugs as revisões dos fontes, wiki e por aí vai&#8230;
Tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.thiagob.com/wp-content/uploads/2008/01/python_setup_01.PNG" title="python_setup_01.PNG"></a>O <a href="http://trac.edgewall.org/">Trac Project</a> é uma ferramenta open source que visa facilitar algumas atividades corriqueiras na Gerência de Configuração de Software. Possui alguns recursos bem interessantes como controles de <em>milestones</em> (entregas), <em>Bug Tracking</em> (controle e acompanhamento de bugs), integração com subversion que permite ligar tarefas e bugs as revisões dos fontes, wiki e por aí vai&#8230;</p>
<p>Tenho feito alguns estudos usando essa ferramenta, e tenho me surpreendido pela versatilidade e gama de recursos. É uma ferramente simples, mas muito bem elaborada.</p>
<p>Então mãos a obra, vamos começar a instalação! Mas antes duas informações importantes: 1º) este artigo segue os passos descritos na <a href="http://trac.edgewall.org/wiki/TracInstall">documentação do projeto Trac</a> e 2º) o ambiente onde vamos instalar o Trac já possui o <a href="http://blog.thiagob.com/configurando-servidor-subversion-com-apache-no-windows-parte-i/">Subversion instalado</a> e configurado com permissões.</p>
<h3>Python</h3>
<p>O primeiro é proceder com a instalação do Python. Para fazer download do python basta entrar em <a href="http://www.python.org/download/">http://www.python.org/download/</a> e localizar a última versão disponibilizada para Windows. <strike>No momento que este arquivo foi escrita a última versão estável era 2.5.1</strike>. Até o momento não é possível utilizar a última versão do Python porque uma das bibliotecas requeridas (ClearSilver) não possui versão compatível com Python 2.5 para Windows. Optei então pelva versão 2.4:</p>
<p><a href="http://blog.thiagob.com/wp-content/uploads/2008/01/python_setup_01.PNG" title="python_setup_01.PNG"></a> <img src="http://blog.thiagob.com/wp-content/uploads/2008/01/python_setup.PNG" alt="python_setup.PNG" /></p>
<p>A instalação do Python é relativamente simples, basta avançar as páginas e observar com atenção as opções que são apresentadas. Após a conclusão do assistente de instalação será necessáio reiniciar o Windows.</p>
<h3>Dependências</h3>
<p><strong>Genshi</strong>: É uma biblioteca Python que provê a integração de uma série de componentes de interpretação, geração HTML, XML e outros formatos textuais de saída para Web. No site de downloads existem diversos formatos para download, inclusive executável de instalação. Neste artigo utilizaremos a opção <a href="http://genshi.edgewall.org/wiki/Download">Genshi-0.4.4.win32.exe</a>. O próprio instalador localiza a versão compatível do Python instalada:</p>
<p><img src="http://blog.thiagob.com/wp-content/uploads/2008/01/genshi_setup_01.PNG" alt="genshi_setup_01.PNG" /></p>
<p><strong>SetupTools:</strong> As ferramentas de instalação são muito úteis para &#8220;empacotar&#8221; softwares, plug-ins e atualizações. Para os conhecedores do linux é algo semelhante ao apt-get e rpm. Porém é feito com o uso do python, o que permite implementar lógica durante o processo de instalação. A instação das SetupTools são bastante semelhantes ao Genshi, basta fazer o <a href="http://pypi.python.org/pypi/setuptools#downloads">download do instalador</a> e Next, Next e Finish. Só é preciso se certificar de ter escolhido uma versão compatível com a versão do Python instalada, no caso 2.4.</p>
<p><strong>ClearSilver:</strong> apartir da versão 0.11 esta biblioteca tende a não ser mais necessária para instalação, porém esta versão do Trac ainda está em desenvolvimento. Assim como o Genshi, o ClearSilver serve para construção da camada visual da aplicação. Alguns plug-ins podem necessitar dela, então é melhor instalarmos. Faça o <a href="http://www.clearsilver.net/downloads/">download no site</a> e siga o assistente até o final. É em função desta lib que não estamos utilizando a versão 2.5 do python.</p>
<p><strong>Pysqlite:</strong> Por padrão o SqlLite é o banco de dados utilizado pelo Trac, entretanto também tem suporte a Postgres e MySql. Para versões inferiores a 2.5 é necessário instalar a API <a href="http://initd.org/pub/software/pysqlite/releases/">PySQLite</a>. Atenção: o Pysqlite 2.4 não é suportado pela versão 0.10.4 do trac, é necessário utilizar a versão <a href="http://initd.org/pub/software/pysqlite/releases/2.3/2.3.5/">Pysqlite 2.3.5</a> ou a versão 0.10.5 dev do Trac.</p>
<h3>Trac Project</h3>
<p>Basta fazer o <a href="http://trac.edgewall.org/wiki/TracDownload">download</a> do executável de instalação do Trac e percorrer o assistente de instalação. Assim como nas outras instalações, é reconhecida a versão instalada do Python e é sugerido um diretório de instalação: <img src="http://blog.thiagob.com/wp-content/uploads/2008/01/trac_setup_01.PNG" alt="trac_setup_01.PNG" /></p>
<h3></h3>
<h3>Criando o projeto</h3>
<p>Aparentemente isto é suficiente para o Trac funcionar. Podemos hospedá-lo de duas formas, com um servidor <em>standalone</em> ou utilizando o apache e fazendo acesso HTTP. Nos próximos passos vamos criar um projeto com o nome de <u>Teste</u>. Daqui para frente acabou a mamata dos assistentes, agora o Prompt é o nosso melhor amigo. Numa janela do <em>Command</em> do Windows navegue até a pasta Scripts do Python</p>
<p><code># cd Python24\Scripts<br />
</code><code># C:\Python24\Python.exe trac-admin ..\share\trac\projects\teste initenv</code></p>
<p>Depois é necessário entrar com alguns informações referentes ao projeto, tais como nome e conexão de dados. Não é necessário informar todos parâmetros, pois podem ser alterados no arquivo de configuração Trac.ini. Quando não entramos com dados, é assumido o valor padrão, por exemplo <em>My Project</em>.Os dados solicitados são:</p>
<ol>
<li>Project Name [My Project]: Teste</li>
<li>Database connection string [sqlite:db/trac.db]: <em>valor padrão</em></li>
<li>Repository Item [svn]: <em>valor padrão</em></li>
<li>Path to repository [/path/to/repos/: <em>(em branco configuraremos o subversion na próxima parte)</em></li>
<li>Temple directory [....]: <em>valor padrão</em></li>
</ol>
<h3>Testando a configuração</h3>
<p>Testar a configuração é bastante simples usando o servidor <em>standalone</em> do Trac: o tracd, que se encontra na pasta Scripts. Para iniciá-lo basta executar a seguinte linha de comando no <em>prompt</em>:</p>
<p><code>python tracd --port=8080 ..\share\trac\projects\teste</code></p>
<p>Para verificar se tudo ocorreu bem, basta entrar no seu navegador e digitar o endereço do sote dp projeto teste:</p>
<p><code>http://localhost:8080/teste</code></p>
<p>Bom, por enquanto é isso! No próximo post configuraremos o mod_python para rodar o Trac no Apache e depois configuraremos a integração com o Subversion.</p>
<p>Abraço</p>
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		<title>Comparativo: MVC vs. WebForms</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 10:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[Fica aqui uma dica para o post Comparativo: MVC vs. WebForms escrito pelo Israel Aéce.
Muito bom, parabéns
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fica aqui uma dica para o post <a href="http://weblogs.pontonetpt.com/israelaece/posts/25860.aspx" id="_ctl0__ctl2_TitleUrl">Comparativo: MVC vs. WebForms</a> escrito pelo Israel Aéce.</p>
<p>Muito bom, parabéns</p>
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		<title>Calendário 2008 bem diferente</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 15:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagob</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Agile]]></category>

		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, 2008 já está aí&#8230; Está na hora de atualizar os calendários sobre as mesas, trocar agendas e é sempre bom ter um calendário completo bem a mão.
 
O Jeroen Sangers da espanha, publicou em seu blog um calendário muito legal e que literalmente permite ter o calendário completo de 2008 na ponta dos dedos. No blog há explicações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, 2008 já está aí&#8230; Está na hora de atualizar os calendários sobre as mesas, trocar agendas e é sempre bom ter um calendário completo bem a mão.</p>
<p> <img width="500" src="http://canasto.es/assets/2007/12/calendario-pulgar.jpg" alt="Calendário" height="157" style="width: 500px; height: 157px" title="Calendário" /></p>
<p>O Jeroen Sangers da espanha, <a href="http://canasto.es/2007/12/calendario-pulgar/">publicou em seu blog </a>um calendário muito legal e que literalmente permite ter o calendário completo de 2008 na ponta dos dedos. No blog há explicações de como utilizá-lo&#8230; Fica aí a dica!</p>
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