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        <title>Mafuá do Bruzundanga</title>
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        <pubDate>Wed, 20 May 2009 03:06:43 -0300</pubDate>
        
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            <title>The New Old One</title>
            <pubDate>Wed, 20 May 2009 03:06:43 -0300</pubDate>
            <description>Compartilho aqui minha despedida de solteiro. Só velharia.

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            <title>Flores de Marcela</title>
            <pubDate>Wed, 01 Apr 2009 22:22:30 -0300</pubDate>
            <description>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rlBqXl0BPr0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/rlBqXl0BPr0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description>
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            <category><a href="/posts/tag/quem+matou+barbosa" rel="tag">quem matou barbosa</a> </category>
            <title>Passado e futuro da política londrinense</title>
            <pubDate>Wed, 01 Apr 2009 13:00:16 -0300</pubDate>
            <description>Grandes momentos.


Lições de política com mestre Bila.

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Barbosa, a base e os correligionários.
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O eleitorado
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&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/T4dFfZJGTHQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/T4dFfZJGTHQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;

O exercício da coerência
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        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/jossoarezinho" rel="tag">jossoarezinho</a> <a href="/posts/tag/tem-gente-que-nao-tem-espelho" rel="tag">tem-gente-que-nao-tem-espelho</a> </category>
            <title>Da estupidez em que cada um está pregado</title>
            <pubDate>Fri, 13 Mar 2009 01:48:58 -0300</pubDate>
            <description>Católicos estúpidos? Sei. E posar de liberal vivendo do dinheiro público roubado do contribuinte violentamente pelo Estado deve ser prova de ilibada coerência e sabedoria, né não? Ninguém precisa prostituir a filosofia para cheirar cocaína e comer putas à custas de alunos que de outra maneira reprovariam. Basta dizer, &lt;i&gt;"eu sou canalha, chê, deixemo-la fora disso"&lt;/i&gt;. </description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2009/03/13/da-estupidez-em-que-cada-um-esta-pregado/</link>
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        <item>
            <category><a href="/posts/tag/cecilia+meireles" rel="tag">cecilia meireles</a> <a href="/posts/tag/poesia" rel="tag">poesia</a> </category>
            <title>Santa Cecilia</title>
            <pubDate>Fri, 13 Mar 2009 01:35:46 -0300</pubDate>
            <description>Hoje, ou melhor, ontem, foi meu aniversário. 

***

Minha filha, que virá, aguardem, se chamará Cecília. Como a Santa do século II, martirizada sob Marco Aurélio. Padroeira dos músicos, dizem. Como a cancioneira.

***

A segunda, Clara. 

***

Pequeno Oratório de Santa Clara

Cecília Meirelles

SERENATA
UMA VOZ CANTAVA ao longe
entre o luar e as pedras.
E nos palácios fechados,
entregues às sentinelas,
- exaustas de tantas mortes,
de tantas guerras! -
estremeciam os sonhos
no coração das donzelas.
Ah! Que estranha serenata,
eco de invisíveis festas!
A quem se dirigiriam
palavras de amor tão belas,
tão ditosas
(de que divinos poetas?)
como as que andavam lá fora,
pelas ruas e vielas,
diáfanas, à lua,
graves, nas pedras...?

CONVITE
FECHAI OS OLHOS, donzelas,
sobre a estranha serenata!
Não é por vós que suspira,
enamorada...
Fala com Dona Pobreza,
o homem que na noite passa.
Por ela se transfigura,
- que é a sua Amada!
Por ela esquece o que tinha:
prestígio, família, casa...
Fechai os olhos, donzelas!
(Mas, se sentis perturbada
pela grande voz de noite
a solidão da alma,
- abandonai o que tendes,
e segui também sem nada
essa flor de juventude
que canta e passa)

ECO
CANTADA AO LONGE Francisco
jogral de Deus deslumbrado.
Quem se mirara em seus olhos,
seguira atrás de seu passo!
(Um filho de mercadores
pode ser mais que um figaldo,
Se Deus o espera
com seu comovido abraço...)
Ah! Que celeste destino,
Ser pobre e andar a seu lado!
Só de perfeita alegria
Levar repleto o regaço!
Beijar leprosos,
sem se sentir enojado!
Converter homens e bichos!
Falar com os anjos do espaço!
(Ah! Quem fora a sombra, ao menos,
desse jogral deslumbrado!)

CLARA
VOZ LUMINOSA da noite,
feliz de quem te entendia!
(Num palácio mui guardado,
levantou-se uma menina: 
já não pode ser quem era,
tão bem guarnida,
com seus vestidos bordados,
de veludo e musselina;
já não quer saber de noivos:
outra é a sua vida.
Fecha as portas, desce a treva,
que com seu nome ilumina
Que são lágrimas?
Pelo silêncio caminha...)
Um vasto campo deserto,
a larga estrada divina!
Ah! Feliz itinerário!
Sobrenatural partida!

FUGA
ESCUTAI, nobres figalgos:
a menina que criates
é uma vaga sombra
fora de vossa vontade
livre de enganos
e traves.
É uma estrela que procura
outra vez a Eternidade!
Despida de suas jóias
e de seus faustosos trajes,
inclina a cabeça
com terna humildade.
Cortam-lhe as tranças:
ramo de luz nos altares.
Mais clara do que seu nome,
no fogo da Caridade,
queima o que fora e tivera:
- ultrapassa a que criates!

PERSEGUIÇÃO
JÁ PARTIRAM cavaleiros
no encalço da fugitiva.
- Não rireis, ó mercadores,
não rireis da fidalguia!
Iremos buscá-la à força,
morta ou viva!
(Dão de esporas aos cavalos,
entre injúria e zombaria,
com os olhos acesos de ira.
- Não leveis a mão à espada!
Grande pecado seria!)
E vem a monja.
Só de renúncias vestida!
Ah! Clara, se não falasses,
Quem te reconheceria?
Para onde vais tão sem nada,
Nessa alegria?

VOLTA
VOLTARAM os cavaleiros
com grande espanto na cara.
Palácios tristes...
Inútil espada...
Que grandes paixões ocultas
nas altas muralhas!
Pasmado, o povo contempla
aquela chegada...
(Longe ficara a menina
que servir a Deus sonhara,
de glórias vãs esquecida,
da família separada.
Força nenhuma
a seus votos se arrancara.
Aos pés de Cristo caía:
não desejava mais nada.)
Olhavam-se os mercadores,
com grande espanto na cara.

VIDA
DO PANO mais velho usava.
Do pão mais velho comia.
Num leito de vides secas,
e de cilícios vestida,
em travesseiro de pedra,
seu curto sono dormia.
Cada vez mais pobre
tinha de ser sua vida,
entre orações e trabalhos
e milagres que fazia,
a salvar a humanidade
dolorida.
Mãos no altar, a acender luzes,
pés na pedra fria.
Humilde, entre as companheiras;
diante do mal, destemida,
Irmã Clara, em seu mosteiro,
tênue vivia.

MILAGRES
UM DIA veio o Anticristo,
com seus cavalos acesos.
Flechas agudas, 
na aljava de cada arqueiro.
Vêm matar e arrasar tudo,
com duros engenhos.
“Irmã Clara, vede, há escadas
sobre o muro do mosteiro!
Soldados de ferro!
Negros sarracenos!”
(Tomou da Hóstia consagrada,
rosto de Deus verdadeiro,
- levantou-a no alto
do parapeito...)
E, na cidade assaltada,
Não se viu mais um guerreiro:
ou fugiram a cavalo
ou caíram de joelhos.

FIM
JÁ QUARENTA ANOS passaram:
é uma velhinha, a menina
que, por amor à pobreza,
se despojou do que tinha,
fez-se monja,
E foi com tanta alegria
servir a Deus nos altares,
E, entre luz e ladainha,
Rogar pelos pecadores
em agonia.
Já passaram quarenta anos:
e hoje a morte se avizinha.
(tão doente, o corpo!
A alma, tão festiva!
Os grandes olhos abertos
uma lágrima sustinham:
não se perdesse no mundo
o seu sonho de menina!)

VOZ
E A NOITE INTEIRA, baixinho
murmurara:
“Levas bom guia contigo,
Não te arreceies de nada:
guarde-te o Senhor nos braços,
- e em seus braços estás salva!
Bendito e louvado seja
Deus, por quem foste criada!...”
E nesse falar, morria
Irmã Clara,
Tão feliz de ter vivido,
tão de amor transfigurada,
que era a morte no seu rosto
como a estrela dalva.
(“Com quem falais tão baixinho,
Bem-aventurada?”
“Com minha alma estou falando...”)
Ah! Com sua alma falava...

LUZ
POR UM SANTO que encontra,
há tanto tempo,
alegremente deixara
o mundo, de estranho enredo,
Para viver pobrezinha,
No maior contentamento,
longe de maldades,
Livre de rancor e medo,
A vencer pecados,
A servir enfermos...
Já está morta. E é tão ditosa
como quem sai de um degredo.
O Papa Inocêncio IV
põe-lhe o seu anel no dedo.
Cardeais, abades, bispos
Fazem o mesmo.
(Mais que as grandes jóias, brilha
seu nome, no tempo!)

GLÓRIA
JÁ SEUS OLHOS se fecharam.
E agora rezam-lhe ofícios.
(Tecem-lhe os anjos grinaldas,
No divino Paraíso.
“Pomba argêntea!” – cantam.
“Estrela claríssima!”)
- Irmã Clara, humilde foste,
Muito além do que é preciso!...
- O Caminho me ensinaste:
o que fiz, foi vir contigo...
(Assim conversam, gloriosos,
Santa Clara e São Francisco.
Cantam os anjos alegres:
Vede o seu sorriso!)
Que assim partem deste mundo
os santos, com seus serviços.
Entre os humanos tormentos,
são exemplo e aviso,
Pois estamos tão cercados

De ciladas e inimigos!
“Santa! Santa! Santa Clara!”
os anjos cantam.
( E aqui com Deus, finalizo)
</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2009/03/13/santa-cecilia/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/e-nois-na-fita-mano" rel="tag">e-nois-na-fita-mano</a> <a href="/posts/tag/genius+seculi" rel="tag">genius seculi</a> <a href="/posts/tag/lulingua" rel="tag">lulingua</a> <a href="/posts/tag/oh+tempus+oh+mores" rel="tag">oh tempus oh mores</a> <a href="/posts/tag/reforma+ortografica" rel="tag">reforma ortografica</a> </category>
            <title>Jeca Tatu na casa de Odorico Paraguassú</title>
            <pubDate>Tue, 27 Jan 2009 01:40:43 -0200</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/4297/20090127-orto.jpg" width="564" height="376" alt="Lula na ABL" title="Lula na ABL" /&gt;

Lula efplicando à Academia Brafileira de Letraf a nova ortografia da língua portuguefa do Brafil.

E pensar que a ABL já foi a casa de Machado de Assis...</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2009/01/27/jeca-tatu-na-casa-de-odorico-paraguassu/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/auto-ajuda" rel="tag">auto-ajuda</a> <a href="/posts/tag/omar+khayyan" rel="tag">omar khayyan</a> <a href="/posts/tag/poeminha" rel="tag">poeminha</a> <a href="/posts/tag/sabedoria+universal" rel="tag">sabedoria universal</a> </category>
            <title>Ditos e feitos memoráveis de Omar Khayyan I</title>
            <pubDate>Tue, 20 Jan 2009 01:38:52 -0200</pubDate>
            <description>
Estava lendo Omar 
A surata trinta e dois 
Sentiu cheiro de vinho 
Deixou pra ler depois </description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2009/01/20/ditos-e-feitos-memoraveis-de-omar-khayyan-i/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/classicos" rel="tag">classicos</a> <a href="/posts/tag/educacao" rel="tag">educacao</a> <a href="/posts/tag/espaco+humanitas" rel="tag">espaco humanitas</a> <a href="/posts/tag/leonardo+prota" rel="tag">leonardo prota</a> </category>
            <title>Final de ano com Homero, Platão, Dante, São Tomás, Shakespeare e cia.</title>
            <pubDate>Mon, 08 Dec 2008 16:26:24 -0200</pubDate>
            <description>&lt;p&gt;Aula de encerramento das atividades de 2008 do Espaço Humanitas, com o filósofo Leonardo Prota, diretor-executivo do &lt;a href="http://www.institutodehumanidades.com.br/home/default.php"&gt;Instituto de Humanidades&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tema: O papel da cultura clássica e a formação da personalidade. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dia 13 de dezembro às 14hs.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Valor: R$ 10,00  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confirme sua presença.
  Vagas limitadas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://espacohumanitas.com.br/files/papeldaculturaclassica.jpg"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maiores informações e reservas, pelo fone (43) 99481340&lt;/p&gt;

</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/12/08/final-de-ano-com-homero-platao-dante-sao-toma/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/1984" rel="tag">1984</a> <a href="/posts/tag/aborto" rel="tag">aborto</a> <a href="/posts/tag/doutrinacao+escolar" rel="tag">doutrinacao escolar</a> <a href="/posts/tag/enade" rel="tag">enade</a> <a href="/posts/tag/politicamente+correto" rel="tag">politicamente correto</a> </category>
            <title>O que se aprende numa universidade</title>
            <pubDate>Mon, 10 Nov 2008 14:34:26 -0200</pubDate>
            <description>A questão 4 da prova de história do ENADE, realizada nesse final de semana, apresentava o seguinte enunciado:

&lt;i&gt;CIDADÃS DE SEGUNDA CLASSE?
As melhores leis a favor das mulheres de cada país-membro da União Européia estão sendo reunidas por especialistas. O objetivo é compor uma legislação continental capaz de contemplar temas que vão da contracepção à eqüidade salarial, da prostituição à aposentadoria. Contudo, uma legislação que assegure a inclusão das cidadãs deve contemplar outros temas, além dos citados.&lt;/i&gt;

Ora, não é preciso pensar muito para acertar a alternativa correta. De qualquer modo, vão as opções:

&lt;i&gt;São dois os temas mais específicos para essa legislação:
(A) aborto e violência doméstica
(B) cotas raciais e assédio moral
(C) educação moral e trabalho
(D) estupro e imigração clandestina
(E) liberdade de expressão e divórcio&lt;/i&gt;

Para comprovar que é um bom aluno e que aprendeu direitinho a matéria ensinada pela professora que queimou - ou gostaria de ter queimado - sutiãs em público, o sujeito deveria ir de "A", obviamente.

É claro que, como bem lembrou um amigo, aborto é exclusão de alguém, não inclusão, mas estamos numa época em que as palavras não se referem a realidades. Por isso mesmo, um esclarecimento: as tais "melhores leis" da União Européia querem dizer &lt;a href="http://www.priestsforlife.org/resources/photosassorted/"&gt;isto aqui&lt;/a&gt;.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/11/10/o-que-se-aprende-numa-universidade/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/comunistas+caricatos" rel="tag">comunistas caricatos</a> <a href="/posts/tag/dce" rel="tag">dce</a> <a href="/posts/tag/obama" rel="tag">obama</a> <a href="/posts/tag/obamination" rel="tag">obamination</a> <a href="/posts/tag/south+park" rel="tag">south park</a> </category>
            <title>Pessoal do DCE assistindo o discurso de Obama</title>
            <pubDate>Fri, 07 Nov 2008 19:35:33 -0200</pubDate>
            <description>&lt;embed src="http://media.mtvnservices.com/mgid:cms:item:southparkstudios.com:209726:::" type="application/x-shockwave-flash" wmode="window" width="480" height="360" allowFullscreen="true" scriptAccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/11/07/pessoal-do-dce-assistindo-o-discurso-de-obama/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Lá em casa todo mundo passa fome...</title>
            <pubDate>Sun, 26 Oct 2008 17:46:55 -0300</pubDate>
            <description>&lt;i&gt;... Bem feito, quem mandou votar no homi!?&lt;/i&gt;

Há 20 anos o povo londrinense escolheu viver entre a ideologia do atraso e o atraso da ideologia. Como as coisas só pioram no mundo, por que logo agora você achou que seria diferente?
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            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/10/26/la-em-casa-todo-mundo-passa-fome/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/bach" rel="tag">bach</a> <a href="/posts/tag/bachianas" rel="tag">bachianas</a> <a href="/posts/tag/bidu+sayao" rel="tag">bidu sayao</a> <a href="/posts/tag/villa-lobos" rel="tag">villa-lobos</a> <a href="/posts/tag/aria" rel="tag">aria</a> <a href="/posts/tag/bachiana+n5" rel="tag">bachiana n5</a> <a href="/posts/tag/cantilena" rel="tag">cantilena</a> </category>
            <title>Da utilidade dos ipods</title>
            <pubDate>Thu, 16 Oct 2008 23:44:52 -0300</pubDate>
            <description>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bLZD0XplYrI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/bLZD0XplYrI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;

Ária da Bachiana n. 5, regida pelo próprio Villa-Lobos, na voz de Bidu Sayão.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/10/16/da-utilidade-dos-ipods/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>soltas</title>
            <pubDate>Tue, 26 Aug 2008 22:47:50 -0300</pubDate>
            <description>Hoje fui ao sebo – ah, vocês sabem, aquele sebo maravilhoso de Londrina, império do pó, da traça e dos livros de defuntos – não para comprar algo em especial, mas para passear apenas. Tenho minhas manias. Passeio em sebos. E lá estava eu quando ocorreu-me procurar pelo Retrato do Brasil, que não estava lá. No lugar de Paulo Prado, outro Paulo, o Francis, encontrei, dentro uma capinha verde, lombada surrada, ostentando o desinteressante título Opinião Pessoal. 

O que aconteceu com Paulo Francis? Quero dizer, como ele podia ser tão idiota? O livro, não sei quando foi publicado, possivelmente na década de 60, mas os capítulos que li, ali, sentado naqueles banquinhos de criança espalhados pelo sebo, eram de 1959. Como ia dizendo, quão idiota me pareceu o Francis. Seria a revolução, o trotskismo? Devo perguntar a outro Paulo, o Briguet, que também foi trosko, mas acabou encontrando a porta de saída – ou de entrada – e tomou jeito, assim como o Francis. Seja lá como for, é um alivio saber que quando Francis foi morto pela Petrobrás, ele já estava curado.

É verdade que mesmo o Francis do Diário da Corte me escandalizava vez ou outra, como quando ele dizia que Os Sertões era o melhor livro da literatura brasileira e que Euclides colocava Machado no bolso. Geralmente, contudo, o Francis era perspicaz, inteligente e interessante. O que li sentado no banquinho do sebo era de fato interessante – mesmo na sua idiota juventude, Francis já sabia dizer as coisas de modo interessante, mesmo interessantemente idiotas. E lá iam umas palavras sobre Camus e Dostoievski, cujo pecado maior era denunciar o espírito revolucionário para o qual tudo é lícito, inclusive o genocídio.
Não comprei o livro, deixei-o lá, com o pó e os outros livros de defunto. Mas voltarei para salvá-lo, evidentemente.

***
Tempos atrás, três ou quatro anos, li a respeito de uma gravação feita por não sei quem em algum apartamento no Rio de poemas declamados pelo próprio Manuel Bandeira. Vocês sabem - ou não, pouca gente sabe, &lt;i&gt;indeed&lt;/i&gt; – que foi a Estrela do Bandeira que me restaurou a alma, que curou-me da &lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/livros/apeirokalia.htm"&gt;apeirokalia&lt;/a&gt;, aquela doença de grego que nos impede de perceber o Belo. E falando em Belo, finalmente encontrei o tal disco - não foi fácil, amigos, não foi -, com o Belo Belo, que deixo aqui procêis.


&lt;embed src= "http://www.odeo.com/flash/audio_player_standard_gray.swf" quality="high" width="300" height="52" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars= "valid_sample_rate=true&amp;external_url=http://www.silviogrimaldo.com/arquivos/manuel_bandeira_belobelo.mp3" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"&gt; &lt;/embed&gt;


Depois trago outro.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/08/26/soltas/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>A melhor notícia do ano... again.</title>
            <pubDate>Mon, 25 Aug 2008 16:34:22 -0300</pubDate>
            <description>&lt;p&gt;2008 entrará para a história como o ano das boas notícias no mundo da cultura em terras tupiniquences. A primeira foi o lançamento da revista Dicta &amp;amp; Contradicta. A segunda, e só fiquei sabendo nesse final de semana, é a reedição da História da Literatura Ocidental do Otto Maria Carpeaux pela
&lt;a href="http://www.livrariasenado.com/produtos.asp?produto=402"&gt; Livraria do Senado&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img border="0" src="http://www.livrariasenado.com/produtos/imagens/g_p_1005g.jpg" width="185" height="183"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A última edição tem lá seus 40 anos. A Topbooks, que lançou a coleção &lt;a href="http://www.oindividuo.com/carpeaux.htm"&gt;Ensaios Reunidos&lt;/a&gt; organizada pelo Olavo de Carvalho está prometendo para ainda &amp;quot;este ano&amp;quot; a reedição da História da Literatura Ocidental há vários anos, e até agora nada. Dizem em seu departamento de marketing que sai daqui dois meses. Too late. A livraria do senado chegou primeiro e está oferencedo os 4 volumes da coleção por apenas R$ 200,00, frete grátis.&lt;/p&gt;</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/08/25/a-melhor-noticia-do-ano-again/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Nas origens do Cristianismo</title>
            <pubDate>Mon, 04 Aug 2008 18:29:44 -0300</pubDate>
            <description>&lt;p class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.espacohumanitas.com.br/files/chirho.jpg" width="219" height="221"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Estão abertas as inscrições para o curso &lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/historiadocristianismo"&gt;História do Cristianismo nos primeiros séculos&lt;/a&gt;, uma introdução aos principais acontecimentos na história da Igreja, das origens ao século V, abordando seu desenvolvimento interno e suas relações com o mundo judaico e greco-romano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse primeiro módulo serão estudadas as atividades apostólicas, a formação do cânone bíblico, as vidas dos grandes padres da Igreja, os primeiros concílios ecumênicos, as polêmicas contra as heresias e o desenvolvimento da doutrina e da vida cristã.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O curso tem início no dia 15 de agosto, quinta-feira, mas ocorrerá normalmente nas sexta-feiras, às 19:30hs.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-family: Times New Roman; mso-fareast-font-family: Times New Roman; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;Maiores informações, &lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/historiadocristianismo"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/08/04/nas-origens-do-cristianismo/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Good bye good man</title>
            <pubDate>Mon, 04 Aug 2008 00:29:42 -0300</pubDate>
            <description>&lt;a href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art216858,0.htm"&gt;Escritor Alexander Solzhenitsyn morre aos 89 anos&lt;/a&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src="http://nobelprize.org/nobel_prizes/literature/laureates/1970/solzhenitsyn.jpg" alt="Alexandr Solzhenitsyn" class="bio-img" height="227" width="162"&gt;
I was born at Kislovodsk on 11th December, 1918. My father had studied
philological subjects at Moscow University, but did not complete his studies, as
he enlisted as a volunteer when war broke out in 1914. He became an artillery
officer on the German front, fought throughout the war and died in the summer of
1918, six months before I was born. I was brought up by my mother, who worked as
a shorthand-typist, in the town of Rostov on the Don, where I spent the whole of
my childhood and youth, leaving the grammar school there in 1936. Even as a
child, without any prompting from others, I wanted to be a writer and, indeed, I
turned out a good deal of the usual juvenilia. In the 1930s, I tried to get my
writings published but I could not find anyone willing to accept my manuscripts.
I wanted to acquire a literary education, but in Rostov such an education that
would suit my wishes was not to be obtained. To move to Moscow was not possible,
partly because my mother was alone and in poor health, and partly because of our
modest circumstances. I therefore began to study at the Department of
Mathematics at Rostov University, where it proved that I had considerable
aptitude for mathematics. But although I found it easy to learn this subject, I
did not feel that I wished to devote my whole life to it. Nevertheless, it was
to play a beneficial role in my destiny later on, and on at least two occasions,
it rescued me from death. For I would probably not have survived the eight years
in camps if I had not, as a mathematician, been transferred to a so-called &lt;i&gt;sharashia&lt;/i&gt;,
where I spent four years; and later, during my exile, I was allowed to teach
mathematics and physics, which helped to ease my existence and made it possible
for me to write. If I had had a literary education it is quite likely that I
should not have survived these ordeals but would instead have been subjected to
even greater pressures. Later on, it is true, I began to get some literary
education as well; this was from 1939 to 1941, during which time, along with
university studies in physics and mathematics, I also studied by correspondence
at the Institute of History, Philosophy and Literature in Moscow.

In 1941, a few days before the outbreak of the war, I graduated from the
Department of Physics and Mathematics at Rostov University. At the beginning of
the war, owing to weak health, I was detailed to serve as a driver of horsedrawn
vehicles during the winter of 1941-1942. Later, because of my mathematical
knowledge, I was transferred to an artillery school, from which, after a crash
course, I passed out in November 1942. Immediately after this I was put in
command of an artillery-position-finding company, and in this capacity, served,
without a break, right in the front line until I was arrested in February 1945.
This happened in East Prussia, a region which is linked with my destiny in a
remarkable way. As early as 1937, as a first-year student, I chose to write a
descriptive essay on &amp;quot;The Samsonov Disaster&amp;quot; of 1914 in East Prussia
and studied material on this; and in 1945 I myself went to this area (at the
time of writing, autumn 1970, the book &lt;i&gt;August 1914&lt;/i&gt; has just been
completed).

I was arrested on the grounds of what the censorship had found during the years
1944-45 in my correspondence with a school friend, mainly because of certain
disrespectful remarks about Stalin, although we referred to him in disguised
terms. As a further basis for the &amp;quot;charge&amp;quot;, there were used the drafts
of stories and reflections which had been found in my map case. These, however,
were not sufficient for a &amp;quot;prosecution&amp;quot;, and in July 1945 I was
&amp;quot;sentenced&amp;quot; in my absence, in accordance with a procedure then
frequently applied, after a resolution by the OSO (the Special Committee of the
NKVD), to eight years in a detention camp (at that time this was considered a
mild sentence).

I served the first part of my sentence in several correctional work camps of
mixed types (this kind of camp is described in the play, &lt;i&gt;The Tenderfoot and
the Tramp&lt;/i&gt;). In 1946, as a mathematician, I was transferred to the group of
scientific research institutes of the MVD-MOB (Ministry of Internal Affairs,
Ministry of State Security). I spent the middle period of my sentence in such
&amp;quot;SPECIAL PRISONS&amp;quot; (&lt;i&gt;The First Circle&lt;/i&gt;). In 1950 I was sent to the
newly established &amp;quot;Special Camps&amp;quot; which were intended only for
political prisoners. In such a camp in the town of Ekibastuz in Kazakhstan (&lt;i&gt;One
Day in the Life of Ivan Denisovich&lt;/i&gt;), I worked as a miner, a bricklayer, and
a foundryman. There I contracted a tumour which was operated on, but the
condition was not cured (its character was not established until later on).

One month after I had served the full term of my eight-year sentence, there
came, without any new judgement and even without a &amp;quot;resolution from the
OSO&amp;quot;, an administrative decision to the effect that I was not to be
released but EXILED FOR LIFE to Kok-Terek (southern Kazakhstan). This measure
was not directed specially against me, but was a very usual procedure at that
time. I served this exile from March 1953 (on March 5th, when Stalin's death was
made public, I was allowed for the first time to go out without an escort) until
June 1956. Here my cancer had developed rapidly, and at the end of 1953, I was
very near death. I was unable to eat, I could not sleep and was severely
affected by the poisons from the tumour. However, I was able to go to a cancer
clinic at Tashkent, where, during 1954, I was cured (&lt;i&gt;The Cancer Ward, Right
Hand&lt;/i&gt;). During all the years of exile, I taught mathematics and physics in a
primary school and during my hard and lonely existence I wrote prose in secret
(in the camp I could only write down poetry from memory). I managed, however, to
keep what I had written, and to take it with me to the European part of the
country, where, in the same way, I continued, as far as the outer world was
concerned, to occupy myself with teaching and, in secret, to devote myself to
writing, at first in the Vladimir district (&lt;i&gt;Matryona's Farm&lt;/i&gt;) and
afterwards in Ryazan.

During all the years until 1961, not only was I convinced that I should never
see a single line of mine in print in my lifetime, but, also, I scarcely dared
allow any of my close acquaintances to read anything I had written because I
feared that this would become known. Finally, at the age of 42, this secret
authorship began to wear me down. The most difficult thing of all to bear was
that I could not get my works judged by people with literary training. In 1961,
after the 22nd Congress of the U.S.S.R. Communist Party and Tvardovsky's speech
at this, I decided to emerge and to offer &lt;i&gt;One Day in the Life of Ivan
Denisovich&lt;/i&gt;.

Such an emergence seemed, then, to me, and not without reason, to be very risky
because it might lead to the loss of my manuscripts, and to my own destruction.
But, on that occasion, things turned out successfully, and after protracted
efforts, A.T. Tvardovsky was able to print my novel one year later. The printing
of my work was, however, stopped almost immediately and the authorities stopped
both my plays and (in 1964) the novel, &lt;i&gt;The First Circle&lt;/i&gt;, which, in 1965,
was seized together with my papers from the past years. During these months it
seemed to me that I had committed an unpardonable mistake by revealing my work
prematurely and that because of this I should not be able to carry it to a
conclusion.

It is almost always impossible to evaluate at the time events which you have
already experienced, and to understand their meaning with the guidance of their
effects. All the more unpredictable and surprising to us will be the course of
future events.&lt;/p&gt;</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/08/04/good-bye-good-man/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>II Oficina de Curta-metragem</title>
            <pubDate>Wed, 18 Jun 2008 12:31:40 -0300</pubDate>
            <description>&lt;p&gt;O &lt;b&gt;Espaço Humanitas&lt;/b&gt; em parceria com a &lt;b&gt;Photogramma Escola de Cinema
e Video&lt;/b&gt;, realizam a partir do dia &lt;b&gt;8 de Julho de 2008&lt;/b&gt; a segunda &lt;a href="http://www.espacohumanitas.com.br/oficinadecinema"&gt;Oficina
de Cinema e Produção de Curta-metragem&lt;/a&gt;. O curso ocorre no período de 8 a
22 de Julho de 2008 e as aulas acontecem nsa terças, quintas, sextas e sábados.

&lt;img border="0" src="http://www.espacohumanitas.com.br/sites/default/files/cartazoficina.jpg" width="339" height="465"&gt;&lt;/p&gt;</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/06/18/ii-oficina-de-curta-metragem/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Tempos modernos</title>
            <pubDate>Tue, 17 Jun 2008 00:04:31 -0300</pubDate>
            <description>Era metrossexual
E politicamente correto
Mantinha peias na língua
E não tinha pregas no reto.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/06/17/tempos-modernos/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Espaço Humanitas Filmes Apresenta (atualizado)</title>
            <pubDate>Sun, 11 May 2008 23:29:43 -0300</pubDate>
            <description>Le Fetiche Man

&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/l4EfRhF-dh0&amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/l4EfRhF-dh0&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;


Esse é o trailer do filme realizado na primeira oficina de cinema do &lt;a href="http://espacohumanitas.com.br"&gt;Espaço Humanitas&lt;/a&gt; e que será exibido &lt;b&gt;dia 13 de maio, terça-feira, a partir das 21h30 no Bar Valentino&lt;/b&gt;.

E quem estiver interessado em participar da próxima oficina, que começa em junho, entre em contato comigo porque as inscrições já estão abertas.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/05/11/espaco-humanitas-filmes-apresenta-atualizado/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Ora porra!</title>
            <pubDate>Mon, 24 Mar 2008 23:01:44 -0300</pubDate>
            <description>Um amigo me manda um poema do Álvaro de Campos, uma daquelas pessoa do Pessoa, tratando da imprensa portuguesa, que, se transladado geograficamente, é a melhor descrição da imprensa tupiniquim, salvo, claro, as honrosas exceções.

Ora porra!
&lt;i&gt;Álvaro de Campos&lt;/i&gt;

Ora porra!
Então a imprensa portuguesa é
que é a imprensa portuguesa?
Então é esta merda que temos
que beber com os olhos?
Filhos da puta! Não, que nem
há puta que os parisse.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/03/24/ora-porra/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>O crux ave spes única!</title>
            <pubDate>Thu, 20 Mar 2008 19:27:17 -0300</pubDate>
            <description>Ontem, dia 19 de março, veio ao mundo Rafael, meu mais novo sobrinho. Cinqüenta centímetros, três quilos e tantos, esbanjando saúde. É sempre uma alegria quando nasce uma criança, e sempre bonito também (que diabos os abortistas têm na cabeça?). A alegria é ainda maior, pois depois de uma longa ditadura feminina – meus irmãos já deram seis meninas para a família – veio o primeiro varão. E para aumentar ainda mais tamanha alegria, o rapazinho nasceu no dia do aniversário do meu pai, para quem maior presente não há.

&lt;div style="text-align: center"&gt;***&lt;/div&gt;

Assim como todo nascimento é alegre e belo, assim são as conversões. Não admira, afinal, já que o sentindo mesmo do batismo, e portanto da conversão, é um morrer para o mundo e nascer para Cristo, um renascimento, que por ser um re-nascer de um mundo que antes era apenas morte e absurdo, é ainda mais alegre e mais belo. A conversão, porém, não é um instante numa biografia, mas um exercício constante de altos e baixos, de alegrias e frustrações. A Cruz, que remete-nos diretamente ao sofrimento de Cristo e dos homens, é também a nossa esperança e a nossa alegria. Graças à Cruz, podemos renascer após cada queda. A Cruz é o presente de Deus aos homens.

&lt;div style="text-align: center"&gt;***&lt;/div&gt;

Às portas da Paixão, salve, ó cruz, nossa única esperança.

&lt;div style="text-align: center"&gt;***&lt;/div&gt;

Bela e alegre é a prosa de Gustavo Corção, um dos grandes conversos do século XX. Corção é também o maior escritor brasileiro desde Machado e a su’A Descoberta do Outro, o melhor livro desde Dom Casmurro. Corção sempre soube das coisas e sabia do mundo. E o mundo? O mundo continua em seu giro, como dizia a Nelson, e como escreve logo abaixo, nesse texto que deixou aos meus amigos como uma reflexão sobre a Sexta-feira da Paixão.

&lt;div style="text-align: center"&gt;***&lt;/div&gt;

&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;b&gt;E o mundo! &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center"&gt;Gustavo Corção &lt;/div&gt;

E o mundo? Que rumo tomará esse monstro de complexidade e de diversidade, que rosna em todos os tons a vanglória de suas conquistas, para logo, em todos os timbres gemer as misérias das mesmíssimas glórias; e o mundo? o mundo?

Lembro-me da visita que fiz a Nelson Rodrigues, recém-operado e ainda mergulhado nos abismos da semiconsciência. Quando, afinal, vencidas as reservas e proibições médicas consegui entrar no pequeno quarto onde Nelson me apareceu numa majestosa cátedra de dor toda cercada pelos fios e aparelhos luminosos da ciência. Nelson estava majestosamente alheio a tudo. De repente, por uma fresta acaso acesa na consciência, viu-me e precipitou-se para mim com um rugido que a custo estivera represado naquela grande alma tão apaixonadamente interessada: - Corção! E o mundo? E o mundo? 

Tracei no ar um gesto largo e rotativo para tranqüilizá-lo: o mundo continuava seu ofício de girar. 

Carinhosamente expulso pelo médico e pelas enfermeiras, vi o Nelson voltar às trevas protetoras da inconsciência enquanto, pelos corredores do edifício, voltava eu ao mundo. 

Hoje, depois de uma semana a depressão gripal e de vertigens de natural cansaço de tanto girar com os que giram, retomei consciência da cátedra que me oferecem nesta bela página do GLOBO, de onde devo atender às interrogações vindas de todo o mundo e estampadas, neste ou naquele estilo, em todas as páginas dos jornais. 

Parece-me que todas as inquietações convergem nesta: "Aonde vamos?" 
Na semana passada, a contemplação dos mistérios da Paixão e da Cruz nos levaram a ponderar que deve estar no supremo ponto do combate e do ensinamento de Jesus o supremo critério para nosso pobre testemunho. Numa escalada em que Jesus e os doze,, depois do drama da Ceia, sobem ao jardim das oliveiras há uma inimaginável ascensão espiritual. Quando dissemos que começa a Paixão no momento em que, feitos todos os preparativos, Nosso Senhor diz aos doze: "Desejei ardentemente comer convosco esta Páscoa", estávamos longe de imaginar os degraus de uma imensa e divina dor a serem galgados em poucas horas. E agora, em vez da mesa preparada e até dir-se-ia festiva, vemos o Senhor prostrado na terra, tomado de angústia, a suplicar "Pai afasta se possível de mim este cálice - mas que Tua Vontade Seja Feita e Não a Minha" (Mc. XIV, 37 de memória). E aí está a primeira lição: obediência ao Pai até a morte, e morte de cruz. 

Todas as hesitações, todas as dúvidas, todos os cansaços, todos os medos se resolvem diante desta suprema obediência ao Pai. 

O leitor dirá que repito frases convencionais, e perguntará como é que nós podemos saber qual é a vontade de Deus. Respondo dizendo que efetivamente repito o que com a Igreja aprendi, e dou graças a Deus de não ter sido vã a atenção que prestei à Sagrada Doutrina. Agora desdobro em duas a resposta ao leitor ávido de uma solução para o seu caso. Em primeiro lugar temos a ciência geral da vontade de Deus expressa nos mandamentos e desenvolvidos nas obras dos doutores da Igreja. Tudo isto se estuda e se aprende desde que inicialmente se escolha a graça que nos leva a amar a vontade de Deus. Para ouvir a vontade de Deus nos casos particulares é preciso ter a alma preparada pela mortificação, pela humildade e pelo silêncio interior. Isto também se aprende e se exercita se os admiráveis exemplos dos santos nos são oferecidos pela Igreja para que esses exemplos nos aproximem mais dos exemplos de Jesus. 

E agora, neste ponto, marcado com uma cruz, ponderemos o rico paradoxo do mistério da redenção. Desde os preparativos da Ceia observamos que Jesus prepara e conduz sua Paixão mais como quem faz uma obra do que como quem se submete aos acontecimentos. Voltemos ao jardim das oliveiras onde deixamos Jesus prostrado, e depois a dizer com tristeza infinita: - "Não pudeste rezar uma hora comigo!" 

Quando porém os passos da multidão armada de varapaus e seguida de soldados romanos, a atitude de Jesus tem tão visível força e majestade que derruba por terra os primeiros homens da corte. E quando pergunta: "quem procurais?" e sobretudo quando responde tranqüilamente: - "Sou eu...", torna-se para nós bem clara - na Fé - o desenvolvimento da cena sacerdotal: Jesus não é preso, Jesus se entrega, se oferece ao Pai. 

Mas é diante do sinédrio reunido para julgar Jesus que a obra de nossa salvação, trabalhada por Nosso Senhor, ganha uma concentração inimaginável. Enquanto juízes e testemunhas formulavam acusações diversas e até incoerentes, Jesus calava-se como se nada daquilo lhe dissesse respeito, ou como se sua vida não estivesse nas mãos daqueles homens. Em outras circunstâncias, análogas diante de Heródes (Luc. XXIII, 9) e de Pilatos (Mc. XV, 5) Jesus calou-se. Quando porém no Sinédrio o Sumo Sacerdote, admirado de seu silêncio, dirigiu-lhe a pergunta que o mataria - "És tu o Cristo?" - Jesus respondeu com a única resposta que o Pai esperava dele, sabendo que nesta resposta concentrava o sacrifício em razão do qual o Verbo Divino se encarnara para a salvação eterna dos homens que, acima de todas as coisas do mundo, tivessem sede daquele Sangue. Eis a resposta de Jesus-Sacerdote que oferece ao Pai Jesus-Vítima: "Eu o sou". "E haveis de ver o Filho do Homem sentado à direita do Pai vir sobre as nuvens". 

A continuação é conhecida: O Sumo Sacerdote rasga as vestes. Jesus vai de Heródes para Pilatos. O povo prefere Barrabás. E Jesus é crucificado exatamente por ser o Filho de Deus Encarnado para morrer na cruz por nossa salvação. 

Da casa tranqüila de Betania (Luc. X, 42) ao tumultuoso ambiente do Sinédrio, e daí ao Calvário, traça-se a límpida linha do supremo critério com que queremos na terra, no turbilhão dos múltiplos cuidados temporais, nos mantermos fiéis ao único necessário e à razão central do sacrifício de Jesus. Blasfemaremos sim, quando reunidos em sínodos ou concílios dissermos que ali estamos em nome de Jesus Cristo para fins e cuidados "prevalentemente temporais". Ou pecaremos por omissão se, diante de tais declarações, não dissermos: "anathema sit". 

&lt;div style="text-align: right"&gt;O GLOBO  Quinta-feira, 22/4/76&lt;/div&gt;


&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center"&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/03/20/o-crux-ave-spes-unica/</link>
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            <title>Espaço Humanitas</title>
            <pubDate>Sun, 16 Mar 2008 17:16:59 -0300</pubDate>
            <description>&lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/educacao-liberal"&gt;&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/4297/20080316-educaçãoclassica.jpg" width="470" height="660" alt="" title="" /&gt;&lt;/a&gt;</description>
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            <title>Um montão de cursos</title>
            <pubDate>Fri, 14 Mar 2008 19:21:04 -0300</pubDate>
            <description>Tipaiada,

Comunico-vos o lançamento do &lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/"&gt;Espaço Humanitas&lt;/a&gt;, um refúgio para quem deseja trilhar o duro, mas gratificante, caminho da auto-educação. Pois sim, educação não-formal, é disso que se trata e isso que oferecemos. Cursos livres, sem pré-requisitos, sem enrolações nem picaretagens acadêmicas, para quem quer realmente apreciar boa música, bons livros, bons filmes e aprender a pensar com o próprio miolo ao invés de repetir o pacotão de bobagens que empurram por aí com roupas de “educação crítica”.  Projeto modesto, mas sério e promissor.

Nosso espaço ainda é pequeno e o recurso, pouco, mas isso não nos intimida nem nos impede de oferecer cursos bons, interessantes e que você não encontra por aí. Nesse semestre teremos:

&lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/logica-e-raciocionio-matematico"&gt;Lógica e raciocínio matemático&lt;/a&gt;: um curso mais específico, voltado para quem está prestando concurso e tem que encarar tabelas de verdade, cálculo proposicional, etc. É claro que qualquer um pode cursá-lo, já que um pouco de lógica não faz mal a ninguém. Aliás, é justamente porque a lógica ficou restrita a um ou outro curso universitário que as conversações públicas são caricaturas de debate. Aberto a todos, sim, mas no segundo semestre teremos um curso voltado exclusivamente para a arte de argumentar, analisar falácias, etc.

&lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/historia-do-rock-n-roll"&gt;Uma história do Rock’n’Roll&lt;/a&gt;: outro dia, conversando com um amigo recém formado em jornalismo, fiquei espantado com sua ignorância sobre um dos fenômenos culturais mais importantes do século XX, o Rock’n’Roll. A situação é ainda pior, pois o rapaz tem pretensões de jornalista cultural e edita um blog, digamos,&lt;i&gt; very indie&lt;/i&gt;. Apresentando o velho rock desde seus primórdios nos bluezeros americanos até a grungeada de Seatle, o curso será ministrado pelo antológico Fakir, figura mais que apropriada para tratar do assunto com autoridade. Fakir foi o salvador da pátria de rockeiros londrinenses sem internet, mp3 e iPod, que vasculhavam a Jardim Elétrico atrás de discos que nem a Music Station podia oferecer. 

&lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/educacao-liberal"&gt;Educação pela leitura dos clássicos&lt;/a&gt;: já devo ter falado disso aqui antes, mas não custa nada repetir. Para resumir a conversa, o curso é uma introdução à vida intelectual por meio dos grandes mestres da literatura. Não oferecemos aquela leitura de entretenimento de livros ligeiros, mas uma reflexão profunda de cada obra, escavando dela as concepções originais de nossas idéias sobre inteligência e verdade, destino e vocação, vida e morte, liberdade e dever, consciência e moral, felicidade e justiça, etc, e as confrontando com nossas experiências pessoais diárias. Dentre os autores selecionados estão Platão, Shakespeare, Dostoievski e, claro, o velho Machado.

&lt;a href="http://www.espacohumanitas.com.br/historiadocinema"&gt;História do cinema&lt;/a&gt;: imagino que você, assim como eu, esteja cansado de ler as “críticas” de cinema de um Lourenço Jorge da vida, para quem filme bom é aquele que faz “uma crítica contundente à sociedade americana”. Nesse caso, talvez você queira conhecer a história fantástica do cinema, entender os conceitos básicos envolvendo a produção cinematográfica, os principais movimentos e diretores e, claro, os grandes filmes, e poder julgar por si só a beleza e relevância de um filme.

&lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/para-escutar-os-classicos"&gt;Para escutar os Clássicos ou como ser um ouvinte exigente&lt;/a&gt;: esse curso é para os amantes da música erudita. O regente Robison Poreli planejou um programa que, ao mesmo tempo em que educa o ouvido do aluno para reconhecer a “gramática” da música clássica, o introduz na obra dos grandes mestres da música, apresentando as variações de forma, estilo e gênio. Eu, particularmente, confiando em Aristóteles, acredito que a música é um elemento essencial para a educação de qualquer pessoa, não por mera erudição, mas porque é ela que nos incute noções essenciais como harmonia e proporção. E as virtudes, amigos, não são outra coisa que arranjos harmônicos das disposições humanas. 

Montamos também uma &lt;a href="http://www.espacohumanitas.com.br/oficinadecinema"&gt;Oficina de realização de cinema&lt;/a&gt;, na qual os participantes vão aprender, na prática, como se faz um filme. Roteiro, direção, fotografia, montagem, enfim, todos os passos envolvidos na produção de um filme serão trabalhados na oficina, que terá a duração de um mês e contará coma realização de um curta-metragem digital. 

Estão previstas palestras mensais com gente interessante, sobre assuntos diversos, mas como ainda temos que confirmar datas e outros detalhes, falo disso em outro texto.

As aulas começam em duas semanas, e já estamos fazendo as inscrições. Se estiver interessado, &lt;a href="http://espacohumanitas.com.br/contact"&gt;mande-nos um email &lt;/a&gt;ou ligue para (43) 33226698.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/03/14/um-montao-de-cursos/</link>
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            <title>Murilando</title>
            <pubDate>Fri, 07 Mar 2008 01:39:50 -0300</pubDate>
            <description>Poemas de Murilo Mendes.

&lt;b&gt;A tentação&lt;/b&gt;

Diante do crucifixo
Eu paro pálido tremendo
“ Já que és o verdadeiro filho de Deus
Desprega a humanidade desta cruz”. 

*

&lt;b&gt;O mau samaritano&lt;/b&gt;
 
Quantas vezes tenho passado perto de um doente,
Perto de um louco, de um triste, de um miserável,
Sem lhes dar uma palavra de consolo.
Eu bem sei que minha vida é ligada à dos outros,
Que outros precisam de mim que preciso de Deus
Quantas criaturas terão esperado de mim
Apenas um olhar – que eu recusei.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/03/07/murilando/</link>
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            <title>Goodbye, Bill</title>
            <pubDate>Thu, 28 Feb 2008 00:40:12 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src=http://stanfordreview.org/Archive/Volume_XXVI/Issue_5/Opinion/images/buckley.jpg&gt;

Morreu hoje William F. Buckley, um dos jornalistas mais importantes dos EUA, escritor brilhante, fundador da &lt;i&gt;National Review&lt;/i&gt; e um dos principais – se não “o” principal – responsáveis pelo florescimento do movimento conservador que elegeu Ronald Reagan e que moldou os últimos 40 anos da história americana.

Bill Buckley teve uma carreira extraordinária. Influenciado por Albert J. Nock e Russell Kirk, publicou, logo ao sair da universidade, o clássico &lt;i&gt;God and Man at Yale&lt;/i&gt;, uma denúncia do movimento ateísta que começava a corroer as bases da educação superior americana.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/4297/20080228-KirkBuckley.jpg" width="295" height="260" alt="Buckley e Russell Kirk" title="Buckley e Russell Kirk" /&gt;
&lt;small&gt;William Buckley e Russell Kirk&lt;/small&gt;

Trabalhou na CIA por um breve período, o suficiente para dar-lhe as idéias necessárias para escrever as várias novelas de espionagem que escreveu (algumas publicadas no Brasil).  Sua coluna &lt;i&gt;On the Right&lt;/i&gt;, publicada 2 vezes por semana, era distribuída para mais de 320 jornais em todo o país. Além disso, ele apresentou por ininterruptos 33 anos o programa semanal de TV, &lt;i&gt;Firing Line&lt;/i&gt;, no qual entrevistava e debatia com intelectuais, artístas e políticos de todo o mundo e de todas as orientações ideológicas possíveis. (&lt;a href="http://vodreal.stanford.edu//firing/5min/077.ram"&gt;aqui&lt;/a&gt; dá para assistir um trecho de uma entrevista com Carlos Lacerda, realizada em 1967).

À frente da &lt;i&gt;National Review&lt;/i&gt;, que foi durante anos a mais importante publicação da direita americana, reuniu tradicionalistas, liberais clássicos, monarquistas, libertários e tudo o mais que se opusesse ao New Deal. Foi à frente da &lt;i&gt;National Review&lt;/i&gt; também que ele moldou politicamente o que até então era um movimento puramente intelectual. Depois do apoio – sem sucesso - a Barry Goldwater, a NR concentrou-se em Ronald Reagan e conseguiu fazer de seu nome um consenso entre a direita, que naquele momento se dividia em várias correntes (coisas que a imprensa brasileira nem sonha que existe). 

&lt;img src=http://hoohila.stanford.edu/firingline/img/firingline_reagans.jpg&gt;
&lt;small&gt;Buckley entrevista Ronald Reagan no Firing Line&lt;/small&gt;

Amado por uns, odiado por outros. Contudo, todos concordavam num ponto: Buckley era um escritor excepcional. Suas colunas e livros misturavam um humor finíssimo, escrita elegante e raciocínio certeiro. Sua autobiografia, &lt;i&gt;Miles gone by&lt;/i&gt;, é uma verdadeira obra-prima da prosa inglesa. 

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/4297/20080228-buckleubush.jpg" width="514" height="343" alt="Buckley e Bush" title="Buckley e Bush" /&gt;
&lt;small&gt;Buckley e Bush, a quem, em 2006, ele chamaria de “traidor”.&lt;/small&gt;

William Buckley foi encontrado morto, aos 82 anos, sobre a escrivaninha onde trabalhava em sua última coluna. Que Deus o tenha.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/4297/20080228-escritorio.JPG" width="600" height="418" alt="Escritório de Bill Buckley" title="Escritório de Bill Buckley" /&gt;

Ps. O NY Times publicou um ótimo obituário sobre o jornalista, &lt;a href="http://www.nytimes.com/2008/02/27/business/media/27cnd-buckley.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.</description>
            <link>http://grimaldo.tipos.com.br/posts/2008/02/28/goodbye-bill/</link>
        </item>
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