<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss version="2.0">
    <channel>
        <title>marginal notes while filming</title>
        <link>http://grota.tipos.com.br/feeds</link>
        <description />
        <pubDate>Wed, 01 Jul 2009 12:05:52 -0300</pubDate>
        
        <atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/tipos-grota" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">tipos-grota</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item>
            <category><a href="/posts/tag/haruo+ohara+pausa+para+neblina+kinoarte+londrina+rodrigo+grota+jim+kleist+casa+das+fases+adriana+ito" rel="tag">haruo ohara pausa para neblina kinoarte londrina rodrigo grota jim kleist casa das fases adriana ito</a> </category>
            <title>casa_das_fases</title>
            <pubDate>Wed, 01 Jul 2009 12:05:52 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090701-jim-blog.jpg" width="600" height="532" alt="jim kleist - casa das fases: dodó ou zé nietzsche" title="jim kleist - casa das fases: dodó ou zé nietzsche" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
matéria na folha de londrina sobre o filme &lt;strong&gt;haruo ohara (pausa para a neblina)&lt;/strong&gt;. ótimo texto da adriana ito. apenas duas correções: o nome do ator protagonista é marco hisatomi, e haruo ohara nasceu a 5 de novembro de 1909. 

parte 1
&lt;a href="http://www.bonde.com.br/folha/folha.php?id_folha=2-1--9-20090701"&gt;http://www.bonde.com.br/folha/folha.php?id_folha=2-1--9-20090701&lt;/a&gt;
parte 2
&lt;a href="http://www.bonde.com.br/folha/folha.php?id_folha=2-1--10-20090701"&gt;http://www.bonde.com.br/folha/folha.php?id_folha=2-1--10-20090701&lt;/a&gt;

a foto acima é da dodó (ou do zé nietzsche) na casa das fases! 
(thanx rick, fabrício e elaine)
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/07/01/casadasfases/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/caren+utino+satine+jim+kleist+satori+uso+short+film+brazillian+meg+yamagute+kinoarte+londrina" rel="tag">caren utino satine jim kleist satori uso short film brazillian meg yamagute kinoarte londrina</a> </category>
            <title>in_color</title>
            <pubDate>Fri, 26 Jun 2009 18:24:54 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090626-3024845090_c304048d1e.jpg" width="500" height="333" alt="caren utino como satine - filme satori uso | foto: meg yamagute" title="caren utino como satine - filme satori uso | foto: meg yamagute" /&gt;
&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090626-3018205179_52c47b6ef8.jpg" width="500" height="324" alt="caren utino como satine - filme satori uso | foto meg yamagute" title="caren utino como satine - filme satori uso | foto meg yamagute" /&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/06/26/incolor/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/haruo+ohara+pausa+para+neblina+kinoarte+rodrigo+grota+guilherme+gerais+londrina+short+film+brazillian+cinema" rel="tag">haruo ohara pausa para neblina kinoarte rodrigo grota guilherme gerais londrina short film brazillian cinema</a> </category>
            <title>web_log film</title>
            <pubDate>Fri, 26 Jun 2009 17:14:19 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090626-foto-bastidores-filme-haruo-ohara-guilherme-gerais.jpg" width="214" height="320" alt="bastidores do filme haruo ohara - pausa para a neblina - foto: guilherme gerais" title="bastidores do filme haruo ohara - pausa para a neblina - foto: guilherme gerais" /&gt;&lt;font face=verdana size=1&gt;
&lt;a href="http://pausaparaaneblina.blogspot.com/"&gt;aqui:&lt;/a&gt; 
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/06/26/weblog-film/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/haruo+ohara+pausa+para+neblina+kinoarte+marco+hisatomi+rodrigo+grota+londrina+curta+filme" rel="tag">haruo ohara pausa para neblina kinoarte marco hisatomi rodrigo grota londrina curta filme</a> </category>
            <title>Marco Hisatomi irá interpretar Haruo Ohara</title>
            <pubDate>Wed, 24 Jun 2009 12:20:57 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090624-cimg0712.jpg" width="400" height="300" alt="marco hisatomi como haruo ohara - foto: amanda coelho (kinoarte)" title="marco hisatomi como haruo ohara - foto: amanda coelho (kinoarte)" /&gt;
&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090624-cimg0748.jpg" width="300" height="400" alt="marco hisatomi como haruo ohara - foto amanda coelho (kinoarte)" title="marco hisatomi como haruo ohara - foto amanda coelho (kinoarte)" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
Marco Hisatomi irá interpretar Haruo Ohara
Nova produção da Kinoarte começa a ser rodada no dia 5 de julho

O filme “Haruo Ohara (Pausa para a Neblina)”, produção da Kinoarte com patrocínio do Ministério da Cultura, já conta com um protagonista: o professor Marco Hisatomi, de 43 anos. Ele irá interpretar o principal personagem do curta-metragem: o imigrante, agricultor e fotógrafo Haruo Ohara (1909-1999), responsável por uma obra que compreende cerca de 20 mil fotografias de Londrina produzida ao longo de mais de 50 anos. “Haruo Ohara é certamente o maior artista visual da história de Londrina. Para a Kinoarte é uma honra produzir um filme que dialoga com a sua linguagem”, afirma o diretor e roteirista do curta, Rodrigo Grota.

Terceiro episódio da “Trilogia do Esquecimento” (série iniciada pelos filmes “Satori Uso” e “Booker Pittman”), “Haruo Ohara (Pausa para a Neblina)” será rodado em Londrina e região de 5 a 12 de julho de 2009, incluindo em seu elenco seis dos nove filhos de Haruo Ohara: Tomoko, Hirak, Toyoko, Rosa, Ciro e Maria. O filme será ambientado no ano de 1950, incluindo cenas dos tempos em que a família vivia na Chácara Arara (hoje Jardim Santos Dumont). Para o produtor do filme, Bruno Gehring, contar com apoio da família está sendo essencial: “Inicialmente o Saulo Haruo Ohara, neto do Haruo, nos apresentou uma seleção das fotos e muitos dos objetos pessoais do Haruo, antes da doação ao Instituto Moreira Salles. Mais recentemente, em contato com outros familiares, tivemos acesso a muito material que ainda não foi publicado, e a histórias que ajudaram a compor a linguagem do filme. O curta, no entanto, não é sobre a vida de Haruo, e sim, sobre a sua obra”.

O filme “Haruo Ohara (Pausa para a Neblina)” é uma realização da Kinoarte (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina) com patrocínio do Ministério da Cultura – Secretaria do Audiovisual, apoio do Instituto Moreira Salles e família Ohara, e apoio cultural da Itamaraty, Happen Pizza, Restaurante do Toninho, Restaurante Frigideira, bar Meninas dos Olhos, jornal Paraná Shimbun, Kinopus Audiovisual e Revista Taturana. Mais informações pelo telefone (43) 3026 6932 (Espaço Kinoarte) ou pelo endereço eletrônico kinoarte@gmail.com.
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/06/24/marco-hisatomi-ira-interpretar-haruo-ohara/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/2a+mostra+marilia+de+cinema+kinoarte+clube+sirlei+batista+inscricoes+curta-metragem+revista+taturana+kinopus+audiovisual+secretaria+cultura+turismo" rel="tag">2a mostra marilia de cinema kinoarte clube sirlei batista inscricoes curta-metragem revista taturana kinopus audiovisual secretaria cultura turismo</a> </category>
            <title>KINOARTE abre inscrições para a 2ª MOSTRA MARÍLIA DE CINEMA</title>
            <pubDate>Mon, 18 May 2009 17:20:00 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090518-pictures-893.jpg" width="349" height="372" alt="sirlei batista" title="sirlei batista" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
Estão abertas até o dia 31 de julho as inscrições para a &lt;a href="http://mostramarilia.blogspot.com/"&gt;2ª MOSTRA MARÍLIA DE CINEMA&lt;/a&gt;, festival que será realizado no Oeste Paulista de 1ª a 4 de outubro de 2009. O objetivo do festival é resgatar o clima que havia em Marília nos anos 60, quando a cidade chegou a sediar três festivais nacionais: 1960, 1967 e 1969. Esses festivais foram realizados pelo &lt;a href="http://cinemarilia.blogspot.com/"&gt;Clube de Cinema de Marília&lt;/a&gt;, instituição criada em 1952 e que mantém suas atividades até hoje. Os interessados em se inscrever devem solicitar uma ficha de inscrição no e-mail kinoarte@gmail.com. Serão aceitos filmes realizados a partir de janeiro de 2007, em qualquer suporte, com duração de até 24min59s. O regulamento completo e mais informações sobre a Mostra estão no site &lt;a href="http://mostramarilia.blogspot.com/"&gt;http://mostramarilia.blogspot.com/&lt;/a&gt;. A &lt;a href="http://mostramarilia.blogspot.com/"&gt;2ª MOSTRA MARÍLIA DE CINEMA&lt;/a&gt; é uma realização da KINOARTE, em parceria com a &lt;a href="http://www.marilia.sp.gov.br/secretarias/cultura/2.0/"&gt;Secretaria de Cultura e Turismo de Marília&lt;/a&gt;, apoio institucional do &lt;a href="http://cinemarilia.blogspot.com/"&gt;Clube de Cinema de Marília&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://revistataturana.blogspot.com/"&gt;revista TATURANA&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://kinopus.ning.com/"&gt;Kinopus Audiovisual&lt;/a&gt;. A coordenação é dos cineastas Bruno Gehring e Rodrigo Grota.  Mais informações no site: &lt;a href="http://mostramarilia.blogspot.com/"&gt;http://mostramarilia.blogspot.com/&lt;/a&gt; ou no ESPAÇO KINOARTE - telefone (43) 3026 6932.
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/05/18/kinoarte-abre-inscricoes-para-a-2-mostra-mari/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/satori+uso+kinoarte+londrina+anderson+craveiro+rodrigo+grota+guilherme+gerais+arraial+cine+fest" rel="tag">satori uso kinoarte londrina anderson craveiro rodrigo grota guilherme gerais arraial cine fest</a> </category>
            <title>SATORI USO é eleito melhor curta de ficção no Arraial Cine Fest 2009</title>
            <pubDate>Fri, 15 May 2009 13:12:14 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090515-71a.jpg" width="600" height="399" alt="anderson craveiro nos bastidores do filme booker pittman - foto: guilherme gerais" title="anderson craveiro nos bastidores do filme booker pittman - foto: guilherme gerais" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
O curta londrinense SATORI USO, uma realização da KINOARTE com patrocínio da Prefeitura de Londrina, foi eleito o Melhor Filme de Ficção, de curta duração, no 3º Arraial Cine Fest, festival realizado nas cidades de Arraial D’Ajuda e Porto Seguro, na Bahia, entre 4 e 17 de abril de 2009. SATORI USO, inspirado na obra de Rodrigo Garcia Lopes, é um falso documentário sobre um poeta que não existiu, apresentado por um cineasta imaginário. O filme integra o projeto Curta Petrobras às Seis, estando em cartaz atualmente no Cinemark Midway Mall Natal, em Natal (RN), até o próximo dia 19. SATORI USO já recebeu os prêmios de Melhor Filme (Crítica), Melhor Fotografia (Júri Oficial) e de Aquisição do Canal Brasil no 35º Festival de Cinema de Gramado, Melhor Filme e Melhor Fotografia no FAM 2008; Melhor Filme no 15º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, Melhor Fotografia (Júri Popular) no 5º Festival de Cinema de Maringá, Melhor Fotografia (júri oficial) no Festival Primeiro Plano 2008, Melhor Direção de Arte (para José de Aguiar) no 7º Santa Maria Vídeo e Cinema, Prêmio ABC de Melhor Fotografia para Curta-Metragem, Melhor Roteiro no 6º Curta Santos, além de Menção Honrosa no 14th International Short Film Festival in Drama, na Grécia, no Curta Cinema 2007 – Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro e na IV Mostra Curta Pará Cine Brasil. Comercializado com o Canal Brasl (com exibições entre agosto de 2008 e julho de 2010), SATORI USO também foi exibido pelo programa Zoom da TV Cultura (SP), e está disponível em DVD pelo projeto Programadora Brasil, do Minc. Mais informações pelo e-mail: kinoarte@gmail.com
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/05/15/satori-uso-e-eleito-melhor-curta-de-ficcao-no/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/booker+pittman+kinoarte+premio+abc+2009+curta-metragem+londrina+jazz+carlos+ebert" rel="tag">booker pittman kinoarte premio abc 2009 curta-metragem londrina jazz carlos ebert</a> </category>
            <title>BOOKER PITTMAN vence prêmio ABC de fotografia para curta-metragem</title>
            <pubDate>Fri, 15 May 2009 13:02:36 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090515-60a.jpg" width="400" height="602" alt="carlos ebert, diretor de fotografia do curta booker pittman, em meio às filmagens" title="carlos ebert, diretor de fotografia do curta booker pittman, em meio às filmagens - foto: guilherme gerais" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
O filme londrinense BOOKER PITTMAN, uma realização da KINOARTE com patrocínio da Prefeitura de Londrina, recebeu na última sexta (8 de maio de 2009) o Prêmio ABC de Melhor Fotografia para Curta-Metragem. O prêmio, atribuído pela &lt;a href="http://www.abcine.org.br/site/"&gt;Associação Brasileira de Cinematografia&lt;/a&gt;, destaca o trabalho do diretor de fotografia Carlos Ebert, e de todos os integrantes de sua equipe: Anderson Craveiro (1º assistente), Cícero Barbosa (eletricista), Danilo Miranda, Felipe Augusto, Guilherme Baracat e Guilherme Gerais. Ebert já havia recebido o Prêmio ABC de Melhor Fotografia para Curta em 2008, pelo filme SATORI USO, outra realização da KINOARTE. 

Rodado integralmente em preto-e-branco e em suporte digital (Sony HDV Z1 50i) entre 7 e 11 de agosto de 2007 em Londrina (PR), BOOKER PITTMAN contou com apoio cultural da Quanta e da Teleimage. O filme é inspirado na passagem do jazzman americano Booker Pittman (1909-1969) pela Londrina dos anos 50. 

Em sua estréia, a 14 de agosto de 2008, BOOKER PITTMAN recebeu cinco prêmios no 36º Festival de Cinema de Gramado: Melhor Filme (Prêmio da Crítica), Prêmio Especial do Júri, Prêmio Aquisição do Canal Brasil, Melhor Direção de Arte (para José de Aguiar) e Melhor Música (para Booker Pittman). Posteriormente o filme londrinense também recebeu o Troféu ABD no 19º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo; o Troféu Curta-Light de Melhor Trilha Musical no 2º Festival Cine Música, em Conservatória, no Rio de Janeiro (RJ), além de prêmio de Melhor Filme (Júri Popular) no 5º Festival Cinema de Arte de Salvador (BA).
 
BOOKER PITTMAN também foi exibido no II Latino Fiesta, em Moscou (RUS), no CineBrasil at Brown, na Brown University (EUA), no 8º Festival Brasil NoAr, em Barcelona (ESP), no 9º Festival do Rio (RJ), na 12ª Mostra de Cinema de Tiradentes (MG), na 10ª Mostra Londrina de Cinema (PR), na 1ª Mostra Marília de Cinema (SP), na 1ª Janela Internacional do Cinema do Recife (PE), no 3º Festival Audiovisual da Lapa (PR), e na programação do cineclube do SESC Piracicaba (SP) e da Ufscar (SP), e na Unisa (SP). 

BOOKER PITTMAN, uma realização da KINOARTE (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina) em co-produção com a KINOPUS Audiovisual, conta com direção e montagem de Rodrigo Grota, produção de Bruno Gehring e Argel Medeiros, roteiro de Artur Ianckievicz e Grota, direção de fotografia e câmera de Carlos Ebert (ABC), direção de arte e cenário de José de Aguiar, assistência de fotografia e 2ª câmera de Anderson Craveiro, figurinos de Nélio Pinheiro, maquiagem de Lilian Manganaro, still de Bernardo Sardi &amp; Guilherme Gerais, e elenco principal composto por Edson Montenegro e Cléo De Páris. BOOKER PITTMAN integra uma trilogia sobre os anos 50 em Londrina, série iniciada com o curta-metragem SATORI USO e que será encerrada nesse ano com o filme HARUO OHARA.

Mais informações sobre o filme BOOKER PITTMAN: kinoarte@gmail.com
Mais informações sobre a premiação da ABC em 2009: &lt;a href="http://www.abcine.org.br/site/"&gt;http://www.abcine.org.br/site/&lt;/a&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/05/11/booker-pittman-vence-premio-abc-de-fotografia/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/kinoarte+mostra+curtas+jan+svankmajer" rel="tag">kinoarte mostra curtas jan svankmajer</a> </category>
            <title>jan svankmajer</title>
            <pubDate>Fri, 15 May 2009 13:06:20 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090515-svankmajer.jpg" width="292" height="201" alt="" title="" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
O projeto KINOARTE MOSTRA CURTAS dessa terça (5 de maio de 2009) exibe uma série de filmes do prestigiado animador tcheco Jan Svankmajer, a partir das 21h30, com entrada franca, no Bar Valentino, em Londrina (PR). Nascido em Praga, em 1934, Svankmajer é mais conhecido pela mistura de linguagens que imprime em seu trabalho, aliando técnicas de 3D, stop-motion, teatro de bonecos e live-action. De linhagem surrealista, o animador já dirigiu mais de 30 filmes entre curtas e longas desde os anos 60, exercendo forte influência em diretores como Tim Burton e Terry Gilliam. Seus trabalhos mais conhecidos incluem os filmes "Alice" (1988), "Fausto" "(1994), o curta "Dimensions of Dialogue" (1982), e "Lunacy" (2005), uma comédia surreal baseada em escritos de Edgar Allan Poe e na vida do Marquês de Sade. Banido pelas autoridades comunistas nos anos 70, o animador só teve sua trajetória reconhecida no Ocidente no começo dos anos 80. Seus filmes, além de apresentar uma abordagem surrealista, contêm sons e trilha exageradas, além de efeitos estranhos em cenas relacionadas ao ato de comer. Ainda trabalhando (ele está na pré-produção do filme "Surviving Life (Theory and Practice)"), Svankmajer é reconhecido como um dos grandes da animação no século 20.
 
O projeto KINOARTE MOSTRA CURTAS é uma realização da KINOARTE (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina), com apoio cultural do Bar Valentino. A curadoria do projeto é dos cineastas Bruno Gehring e Rodrigo Grota.
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/05/04/jan-svankmajer/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/satori+uso+kinoarte+rodrigo+grota" rel="tag">satori uso kinoarte rodrigo grota</a> </category>
            <title>satori in sp</title>
            <pubDate>Fri, 15 May 2009 13:08:14 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090515-3a.jpg" width="500" height="753" alt="bastidores do filme booker pittman - still: guilherme gerais" title="bastidores do filme booker pittman - still: guilherme gerais" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
SATORI USO em 35mm São Paulo
De 27/03/09 a 21/04/09
Unibanco Arteplex - Curta Petrobras às Seis
Todos os dias, com entrada franca, às 18h
Serão exibidos também os curtas EISENSTEIN, ACOSSADA e TARANTINO'S MIND
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/04/14/satori-in-sp/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/bruno+morais+a+vontade+superstar+romulo+froes" rel="tag">bruno morais a vontade superstar romulo froes</a> </category>
            <title>a vontade superstar, bruno morais, 2009</title>
            <pubDate>Tue, 14 Apr 2009 19:56:59 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090414-2009capa_cd_bruno.jpg" width="170" height="170" alt="capa do cd a vontade superstar, de bruno morais (2009)" title="capa do cd a vontade superstar, de bruno morais (2009)" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
Release_ Bruno Morais - A Vontade Superstar
(YB, São Paulo, 2009) 
Por Romulo Fróes 

Ao colocarmos o disco pra tocar, somos recebidos por um som de tear que tece uma trama desconhecida. Em descobrir quais fios compõem essa trama e quais os sons formam sua trilha é que consiste o prazer de ouvir o novo disco de Bruno Morais, A Vontade Superstar. 

O primeiro fio a ser reconhecido é seu canto. Bruno é antes de mais nada um excelente cantor, cada vez mais raros em nossa música. Se por um lado ele aprendeu direito as lições da Bossa Nova, especialmente no que se refere ao volume de sua voz, sua interpretação muitas vezes não controla o que parece transbordar em sua música: uma verdade e uma emoção que extrapola sua voz contida. É dessa aparente contradição, entre uma voz pequena, mansa, colocada e um sentimentalismo um tanto exagerado, que nasce a beleza de seu canto. Bruno puxa do fundo de seus pulmões todo o ar que precisa para cantar o que seu coração grita, mas controla sua emissão, pois parece acreditar falar mais alto falando baixinho, ao ouvido, confortando a quem o ouve. “Não vamos chorar, não vamos olhar pra trás e não vamos fugir”, proclama em Hino dos corações partidos (Bruno Morais/Tomás Meireles/José Ricardo Passetti), faixa que abre o disco, uma pequena e delicada carta de intenções endereçada àqueles que queiram acompanhá-lo em sua viagem musical.  

O disco segue seu bordado e outro fio a compor seu tecido sonoro é o próprio som. Gravado em épocas e estúdios diferentes, o disco conta com um número impressionante de participações, algo próximo de 40 pessoas entre músicos e técnicos. Organizar e dar um caráter a essa avalanche musical de origens muito diversas é o grande mérito da produção comandada por Guilherme Kastrup e Bruno Morais. A sonoridade do disco reflete muito o modo como Bruno se relaciona com a música e o seu desejo de agregar referências e personalidades musicais diferentes.Isso fica claro já na segunda faixa do disco, A vontade (Bruno Morais/Ivana Debértolis), ao lindo arranjo de sopro composto por Tony Chang, do coletivo neozelandes Fat Freddy's Drop, Bruno contrapõe o não menos belo solo de trombone do brasileiro Bocato. A matriz jazz encontra acentos diferentes no som de cada um e nesta junção de sotaques reside a força da canção. 

Um exemplo ainda mais radical de um certo enfrentamento entre universos musicais distintos acontece em O mundo é assim, a obra prima de Alvaiade. A batida triste do samba do mestre portelense é transposta para as bandas marciais de New Orleans e seu ritmo marcante traduzido nos beats eletrônicos de Vitamin D, produtor que já trabalhou entre outros, com 50 cent, Jurassic Five e Blackalicious. A tragédia do samba é atravessada por uma sensualidade e uma ironia na voz de Bruno que canta qual um crooner de cabaré, acompanhado não pelo coro abrutalhado das pastoras do samba, mas de harmonias vocais típicas das cantoras de soul. Bruno ainda flerta com a música eletrônica, mas desta vez ela toma caminhos diferentes de seu disco de estréia Volume zero(2005). Se naquele podemos dizer que era mesmo seu assunto principal, em A vontade Superstar ela está à serviço da canção, sendo mais um instrumento do arranjo, produzindo camadas de som que enriquecem o conjunto de cada faixa. Um bom exemplo disso é Planos (Bruno Morais/Marcela Biasi), em que XXXChange, produtor, Dj e um dos fundadores do grupo de electro-rap Spank Rock, que também trabalhou para artistas como, Beck,Thom Yorke e Justin Timberlake, comanda os teclados e programações como mais um músico da banda e o faz de maneira intensa, conferindo à faixa um clima quente, um ar de sedução e altas doses de romantismo, diferente de uma certa frieza comum à música eletrônica. 

O grande som do disco, como já disse, está à serviço da canção, e ela à serviço da vontade de Bruno, essa vontade estampada no título e que assume voz própria nos conduzindo pelos destinos do disco, lugares que não conhecemos mas que sua descrição nos aproxima e nos faz querer conhecer. “Você não sabe quanta coisa eu trouxe de lá, de onde você nunca vai estar, um anel de mares, uma multidão de flores e uma estória nova pra você contar” é a Boa Nova (Rafael Fuca/Bruno Morais) que nos conta e é dessa esperança que se impregna seu disco, dessa confiança em dias melhores, ainda que se envelheça a cada dia e cada mês, voltando ao samba de Alvaiade. Essa boa nova, essa esperança, parece ter origem em uma crença quase espiritual, de uma espiritualidade sem religião, nas pessoas e nas forças do bem. Bruno constrói seu escudo à prova de más vibrações. Em Do Inferno 2 (Bruno Morais) alerta: “você, provavelmente, deve ter vindo do inferno pra me atazanar, você vai ver, gente assim não vai pra frente, estaciona, não sai do lugar”, ao mesmo tempo em que cita a melodia de Se Deus Me Ouvisse, sucesso de Almir Rogério nas vozes de Chitãozinho e Xororó. Se por um lado mostra intimidade com o cancionero mais popular, demonstra também seu conhecimento com o mundo do samba mais trágico, do samba mais triste, com uma original interpretação de Pode Sorrir, dos grandes Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Na versão de Nelson, ainda que o sujeito da canção diga saber quando uma mulher quer abandonar o lar e que por isso não lhe causa surpresa quando ela o faz, no fundo, pede, implora pra que ela não o faça passar por essa humilhação. Bruno inverte o sentimento da canção e parece mesmo estar feliz com sua partida, carrega em sua voz uma certa arrogância e escracho num canto bêbado em comemoração de sua liberdade. O samba como autoria também aparece no disco em Hoje Eu Vou Te Acordar (Romulo Fróes/Bruno Morais), sobre uma melodia triste, Bruno escreve mais uma vez sobre um mundo idealizado, possível em seus sonhos,“matei um amigo, pra te acordar, lancei aviões no céu, escrevi o teu nome no ar”. 

Há em quase todas as faixas do disco um tipo de ordem, de comando, o sujeito da canção exala sabedoria, tenta organizar a vida a seu modo e segue apresentando seus argumentos a quem queira ouví-lo,“eu que não sei o que digo, acordei tão sabido, querendo falar”,“você vai ver, gente assim não vai pra frente”,“não pense meu amor, não há tempo, não há o que pensar”,“abra os olhos, reconheça”,“pode sorrir pra quem você quiser”. Antes de ser autoritária, é uma voz firme, quase paterna. Nasce da música de Bruno Morais essa voz, que lança sua crença para esta paisagem distante, para o mundo idealizado da canção. Ao nos apresentar esse outro mundo, da nova música brasileira, A Vontade Superstar nos faz crer que dias melhores virão. Na verdade já chegaram.

link para download:
&lt;a href="http://rapidshare.com/files/217413745/UQT2009_Bruno_Morais_-_A_Vontade_Superstar.rar"&gt;http://rapidshare.com/files/217413745/UQT2009_Bruno_Morais_-_A_Vontade_Superstar.rar&lt;/a&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/04/14/a-vontade-superstar-bruno-morais-2009/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/roberta+shizuko+takamatsu+rodrigo+souza+grota" rel="tag">roberta shizuko takamatsu rodrigo souza grota</a> </category>
            <title>I love this girl!</title>
            <pubDate>Mon, 06 Apr 2009 11:46:44 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090406-robert20doisneau2020194jx3.jpg" width="510" height="349" alt="robert doisneau" title="robert doisneau" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
Tarde de sábado. Aeroporto.
Tinha acabado de sair de um vôo internacional – passei horas a discutir economia com um argentino.
(Eu nada sei de economia, mas adoro discutir qualquer assunto que eu desconheça)

Pouco antes das duas, estava em um telefone público a passar o tempo com uma amiga. Entre uma ou duas conversas, surge uma garota vindo em minha direção. Ela era bonita: tinha um charme discreto (daquelas que se aproximam sem olhar pra vc), e passou a usar o telefone ao lado. Subitamente passou a falar algumas coisas em chinês, tailandês – algum idioma com palavras curtas e declinações bem marcadas. Após o primeiro sorriso, ela me olhou e disse: “bakatarê” (entendam que essa é uma possível descrição do que ouvi). Eu fiquei meio sem graça, deixei a revista de quadrinhos pra trás da mochila, e fingi que estava cantando a música do mp3: “you know... you know where you are”.

Olhando para um ponto distante, percebi que ela se encolheu e disse “samui”. Eu não compreendia nada, mas devido a um mal-estar típico de aeroportos, ofereci humildemente a minha melhor (e única) jaqueta. Se ela aceitasse, pensei, será um sinal do destino. Se ela recusar, devo entender que a minha sina solitária ainda irá se prolongar. Ela não aceitou. Deixei a minha amiga sozinha ao telefone.

Nessa breve fuga, pensei em como sempre fui tolo ao tentar um primeiro contato: deveria me lembrar de Clarice: “uma forma de obter é não procurar”. Nessa caminhada sem ilusões, desliguei o mp3 e fiquei a observar a partida e a chegada nas pistas. Alguma metáfora deveria haver ali, mas eu era um homem tão vazio e tão só que até a imaginação me abandonara. Comecei a rabiscar desenhos em um jornal amassado, pensar em como seria legal abrir uma locadora com um café, e aceitar que...

Um toque em minhas costas. A moça trazia a revista em quadrinhos que eu deixara cair durante aquele telefonema. Ela me disse o seu nome: “Roberta Shizuko Takamatsu. I speak portuguese”. Eu parei de amarrar o tênis: “Rodrigo Souza Grota. I like comics”.

Após os sorrisos habituais, eu pensava: agora tenho uma missão – o destino me deu uma rara chance – a de recuperar um tesouro futuro, ainda desconhecido. Levei a senhorita Takamatsu para um café e comecei a falar dos meus planos – queria criar uma revista em quadrinhos com ensaios filosóficos, roteiros para cinema, ensaios sobre jazz. Haveria algumas histórias também, mas a grande idéia era criar uma redação e convidar todos os colaboradores para morarem ali comigo. Seria uma grande “república” criativa, uma “Zap Comix” dos trópicos – a união de vagabundos e preguiçosos que iria pagar todas as contas. Ela ouvia todas essas idéias, planos, sem interromper o olhar fixo. Eu humildemente me resignava a buscar um café, um pão de queijo, e ainda pouco sabia desta garota. Ao longo de um dos meus devaneios, ela recebeu um telefonema: devia ser algo bem sério, pois ela dizia palavras que eu já vi em filmes de ação: “Fuck you, bastard”, “Kiss my ass”, “Your son of a bitch”.

Eu ficava cada vez mais assustado e pensava: puxa, é esta a garota, um misto de doçura e rebeldia, discrição e sensualidade. “É disso que eu preciso”.

Ela quis se retirar do café e pediu um lugar mais agitado. Tentei me lembrar de algo, mas aeroportos são lugares frios: as pessoas choram por perder ou receber alguém. Não havia um mísero sinal de vida ali, nenhuma possibilidade de perdição.

Uma coisa, no entanto, estava ao meu lado. Sempre que passo horas à espera de algo, investigo a melhor possibilidade de silêncio, de vazio, de estar só. Havia um espaço no terceiro andar pouquíssimo habitado. As almas que ali se encontravam estavam tão imóveis que poderiam ser observadas como integrantes da arquitetura local. Levei a Srta. Takamatsu para esse amplo vazio, e disse bem baixinho: “Let’s dance!!”.

Para a minha surpresa, ela aceitou o desafio e passou a conduzir o nosso caminhar ritmado. Mesmo sob silêncio, havia uma graça, um movimento – algo que estava a nos unir de forma realmente definitiva. Percorremos todo o salão, sem causar atenção alguma. Já cansado de tanto baile, encostei o seu corpo sobre o vidro: ao fundo, um avião rumo a Nova York. Olhei para o avião, olhei para a garota, e a beijei. Após alguns minutos, ela suspirou: “Now you’re talking”.

No último dia 31 de março pôde-se contar um ano de relação. Eu ainda gosto de discutir assuntos que desconheço, não compreendo nada que a Srta. Takamatsu diz, e decididamente não sei dançar. Mas não há um só dia que eu não me sinta como naquele “andar ritmado” sobre um salão vazio, no qual tantos partiam e se desencontravam, e apenas duas almas estavam a se comunicar. 

“Now I can talk: I Love this girl!”.
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/04/06/i-love-this-girl/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/kinoarte" rel="tag">kinoarte</a> <a href="/posts/tag/rodrigo+grota" rel="tag">rodrigo grota</a> <a href="/posts/tag/arrigo+barnabe" rel="tag">arrigo barnabe</a> <a href="/posts/tag/londrina+em+tres+movimentos" rel="tag">londrina em tres movimentos</a> <a href="/posts/tag/mfl+2009" rel="tag">mfl 2009</a> <a href="/posts/tag/mostra+do+filme+livre" rel="tag">mostra do filme livre</a> </category>
            <title>LONDRINA EM TRÊS MOVIMENTOS na MFL 2009</title>
            <pubDate>Fri, 03 Apr 2009 11:58:57 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090403-cartaz-londrina-em-tres-mov2.jpg" width="400" height="546" alt="cartaz original do filme LONDRINA EM TRÊS MOVIMENTOS - arte: lucas leibholz" title="cartaz original do filme LONDRINA EM TRÊS MOVIMENTOS - arte: lucas leibholz" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
Curta londrinense integra a Mostra do Filme Livre 2009
Londrina em Três Movimentos será exibido nos dias 12 e 21 de abril no Rio

A primeira produção da KINOARTE, o curta LONDRINA EM TRÊS MOVIMENTOS, integra a &lt;a href="http://www.mostradofilmelivre.com/"&gt;8ª MOSTRA DO FILME LIVRE&lt;/a&gt;, festival realizado no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), entre 7 e 26 de abril de 2009. O curta londrinense, dirigido por Rodrigo Grota e com trilha sonora original de Arrigo Barnabé, será exibido nos dias 12 (domingo, às 16h) e 21 de abril (terça, às 18h), dentro do &lt;a href="http://www.mostradofilmelivre.com/agenda.php?c=256"&gt;Panorama 5&lt;/a&gt; da &lt;a href="http://www.mostradofilmelivre.com/"&gt;MFL 2009&lt;/a&gt;. Esta sessão ainda inclui os curtas “N.E.G.O.”, de Chico Sales, “Vidigal”, de Cavi Borges, “Transferência”, de Terêncio Porto, “Enquanto Chove”, de Alberto Bitar e Paulo Almeida, e “Lamento Paulista”, de Pedro Dantas.

SOBRE O FILME

LONDRINA EM TRÊS MOVIMENTOS (doc, cor e p&amp;b, 15 min, mini-DV, 2004) é a primeira produção da KINOARTE – INSTITUTO DE CINEMA E VÍDEO DE LONDRINA. Realizado com patrocínio da Prefeitura de Londrina, via Promic (Programa Municipal de Incentivo à Cultura), o curta estreou em julho de 2004 no Cine Teatro Ouro Verde, em Londrina.

A idéia do projeto surgiu em 2003, quando o diretor percebeu que poderia realizar um filme a partir do sentimento que se tem ao ver uma cidade vazia, desolada. Antes das filmagens, foram realizadas pesquisas para selecionar as locações que seriam filmadas. O diretor de produção Francelino França chegou a um total de 300 locações que reservavam certo potencial de imagem. Selecionadas as locações, os diretores de arte José de Aguiar e Ygor Raduy, os assistentes de produção Bruno Gehring e Paulo Muzzolon, e Francelino França registraram a cidade em cerca de 2.500 fotos, que acabaram servindo como story board para o diretor conduzir as filmagens.

Com orçamento de R$ 22 mil, a equipe de filmagem rodou a cidade por cerca de dois meses e meio. Foram produzidas cerca de 40 horas de imagens, das quais Grota e o montador William de Carvalho selecionaram 6 horas para ir à mesa de edição. Chegou-se então aos quinze minutos do filme, que tentam mostrar a cidade sem encerrar nenhuma verdade definitiva ou conotação sociológica possível. O filme ainda conta com fotografia de Anderson Craveiro e Grota, projeto gráfico de Lucas Leibholz, imagens adicionais de Luciano Pascoal e assistência de direção de Guilherme Peraro e direção de produção de Mabel Gomes.   

O músico Arrigo Barnabé viu algumas imagens ainda no começo das filmagens e compôs três peças eruditas. “Noturno” foi usada para o primeiro movimento, que registra a natureza em um tom contemplativo, com um ritmo mais suave. O tom seco e sombrio da música “Episódio N. 1” se encaixou perfeitamente, segundo Grota, no segundo movimento, em que o destaque são as formas concretas. Para encerrar o filme, a música “Fantasia para Piano a Quatro Mãos” serviu de apoio ao imaginário, que mostra a cidade no passado, no futuro, em aspectos místicos e em detalhes que por vezes não são compreendidos. A música do filme foi gravada em julho de 2004 em Tatuí (SP) pelos renomados pianistas Paulo Braga e Karin Fernandes.

LONDRINA EM TRÊS MOVIMENTOS contou com patrocínio do Promic, além do apoio cultural das seguintes empresas: Sercomtel, Hidromar, Sanepar, Itamaraty e os estabelecimentos comerciais Happen Pizza, Restaurante do Toninho, Estação Norte, Bar Vilão, Máfia di Pasta, Tia Nega, Cultura Inglesa e Delta Vídeo. Em 2005, o filme foi selecionado para o 16º Festival Internacional de Curtas de São Paulo, a 5ª Goiânia Mostra Curtas, o 3º Cine São Luís – Festival Internacional de Cinema do Maranhão, o 1º Festival de Imagem da Lapa e o Catarina 2005 – Festival de Cinema Digital. Em 2006, integrou o projeto Videolab, na Universidade de Coimbra, em Portugal. Em Goiânia, o filme foi agraciado com o Troféu Icuman na categoria Melhor Direção. Em 2007, o filme foi exibido nas sessões itinerantes da 9ª Mostra Londrina de Cinema. Em 2008, o curta integrou a programação da 1ª Mostra Marília de Cinema.

O filme pode ser visto no &lt;a href="http://www.youtube.com/kinoarte"&gt;KINOARTE CHANNEL&lt;/a&gt;, canal da KINOARTE no youtube:

parte 1
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FtiWc6x7cZU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=FtiWc6x7cZU&lt;/a&gt;
parte 2
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=KrIGrwbIYm4"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=KrIGrwbIYm4&lt;/a&gt;
parte 3
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aDyQeg8JlGI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=aDyQeg8JlGI&lt;/a&gt;
making of
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Rw9unwr7e6M"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Rw9unwr7e6M&lt;/a&gt;

comentários
&lt;a href="http://www.scalassara.com.br/carta.asp?pag=8&amp;id=173"&gt;“Um filme Humanista”&lt;/a&gt;, por &lt;a href="http://briguet.tipos.com.br/"&gt;Paulo Briguet&lt;/a&gt;
&lt;a href="http://www.mostradofilmelivre.com/info.php?c=2406"&gt;Catálogo da MFL 2009&lt;/a&gt;, por Christian Caselli

SOBRE A &lt;a href="http://www.mostradofilmelivre.com/"&gt;MFL 2009&lt;/a&gt;

Dos 705 filmes inscritos, entre curtas, médias e longas-metragens, 229 foram selecionados para as sessões competitivas e informativas. Outros 100 filmes participarão como convidados de sessões especiais como "Sexuada", "Pílulas", "Mundo Livre", "Infantil" e "Curta o Curta", entre outras. Confira a programação completa &lt;a href="http://www.mostradofilmelivre.com/agenda.php"&gt;aqui&lt;/a&gt;.

Em 2009 a MFL homenageará o artista multimídia Sérgio Ricardo, com a exibição de todos os seus filmes, entre eles os raros "A noite do espantalho" e "Juliana do amor perdido", além do longa "Deus e o diabo na terra do sol", de Glauber Rocha, cuja clássica trilha sonora é de Sérgio Ricardo.

A produtora de Santa Catarina, Canibal Filmes, do videasta Petter Baiestorf, que já teve vários de seus filmes exibidos nas edições anteriores da MFL, também ganhará uma retrospectiva com alguns de seus filmes mais representativos. Petter vai à MFL participar de debates e fará parte do júri do evento.

Outro destaque desta edição é a retrospectiva "Novos Mineiros", que vai exibir e debater com os autores as obras de novos artistas audiovisuais das Minas Gerais, são eles: Gabriel Sanna, Igor Amin, Joacélio Batista e Vinícius Cabral.

Mais informações sobre o filme LONDRINA EM TRÊS MOVIMENTOS:
ESPAÇO KINOARTE
Rua Paraíba, 331, Jardim Higienópolis, CEP 86020-090, Londrina PR 
43 3026 6932 | 43 9902 2669 | 43 9944 0109

Mais informações sobre a MFL 2009:
&lt;a href="http://www.mostradofilmelivre.com/"&gt;http://www.mostradofilmelivre.com/&lt;/a&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/04/03/londrina-em-tres-movimentos-na-mfl-2009/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/anderson+craveiro" rel="tag">anderson craveiro</a> <a href="/posts/tag/bruno+gehring" rel="tag">bruno gehring</a> <a href="/posts/tag/casa+cultura+uel" rel="tag">casa cultura uel</a> <a href="/posts/tag/curta" rel="tag">curta</a> <a href="/posts/tag/desocupacao" rel="tag">desocupacao</a> <a href="/posts/tag/documentario" rel="tag">documentario</a> <a href="/posts/tag/fernanda+magalhaes" rel="tag">fernanda magalhaes</a> <a href="/posts/tag/londrina" rel="tag">londrina</a> <a href="/posts/tag/oficinas+kinoarte" rel="tag">oficinas kinoarte</a> <a href="/posts/tag/rodrigo+grota" rel="tag">rodrigo grota</a> </category>
            <title>(des)ocupação</title>
            <pubDate>Sun, 29 Mar 2009 21:21:06 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090329-18012463.jpg" width="500" height="323" alt="bob dylan" title="bob dylan" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
(doc sobre o projeto (des)ocupação, uma iniciativa da fernanda magalhães sobre a desocupação da casa de cultura da uel realizada em dezembro de 2008. o curta foi produzido por cerca de 20 alunos de 8 a 12 de dezembro dentro de uma oficina de documentário coordenada pela kinoarte)

vimeo
&lt;a href="http://www.vimeo.com/3909616"&gt;http://www.vimeo.com/3909616&lt;/a&gt;

youtube
&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=petV6Rd7Shs"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=petV6Rd7Shs&lt;/a&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/03/29/desocupacao/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/radiohead+thom+yorke+buenos+aires+in+rainbows+tour+mexico+top+five" rel="tag">radiohead thom yorke buenos aires in rainbows tour mexico top five</a> </category>
            <title>RADIOHEAD_BS AS</title>
            <pubDate>Wed, 25 Mar 2009 13:12:31 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-975043.jpg" width="634" height="425" alt="radiohead buenos aires 2009" title="radiohead buenos aires 2009" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
*(vc pode ler algo sobre a apresentação do radiohead na argentina &lt;a href="http://www.rollingstone.com.ar/nota.asp?nota_id=1111917"&gt;aqui&lt;/a&gt;)

o aguardado set list de buenos aires (thanks, carol):

1- 15 Steps
2- Airbag
3- There There
4- All I Need
5- Kid A
6- Karma Police
7- Nude
8- Weird Fishes / Arpeggi
9- The National Anthem
10- The Gloaming
11- No Surprises
12- Pyramid Song
13- Street Spirit (Fade Out)
14- Jigsaw falling into place
15- Idioteque
16- Bodysnatchers
17- How to dissapear completely

18- Videotape
19- Paranoid Android
20- House of Cards
21- Reckoner
22- Planet Telex

23- Go Slowly
24- 2+2=5
25- Everything in its rigth place
26- Creep

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-975044.jpg" width="284" height="425" alt="radiohead buenos aires 2009" title="radiohead buenos aires 2009" /&gt;

:após a impecável apresentação em são paulo, a banda merece também uma série de top fives atualizados:

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-thommexicosoundcheck.jpg" width="448" height="300" alt="thom yorke radioherad soundcheck mexico 2009" title="thom yorke radioherad soundcheck mexico 2009" /&gt;

BEST SONG
let down
motion picture soundtrack
2+2=5
the national anthem
jigsaw falling into place

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-mexicosoundcheck.jpg" width="448" height="300" alt="thom yorke radioherad soundcheck mexico 2009" title="thom yorke radioherad soundcheck mexico 2009" /&gt;

BEST ALBUM
hail to the thief
in rainbows
amnesiac
ok computer
the bends

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-duncanswiftguitartech.jpg" width="402" height="600" alt="phil selway radioherad soundcheck mexico 2009" title="phil selway radioherad soundcheck mexico 2009" /&gt;

BEST SHOW
amnesiac | kid a live in paris
the bends
live in bbc
live in glastonbury
live in são paulo (!!!!)

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-88180015.jpg" width="398" height="600" alt="phil selway radiohead" title="phil selway radiohead" /&gt;

BEST CLIP
knives out
just
go to sleep
motion picture soundtrack
pyramid song

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-taxi20too20fast.jpg" width="452" height="300" alt="" title="" /&gt;

BEST LYRIC
motion picture soundtrack
exit music (for a film)
nude
let down
a wolf at the door

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-049915.jpg" width="403" height="600" alt="" title="" /&gt;

BEST GRAPHIC ART
amnesiac
in rainbows
ok computer
i might be wrong (live recordings)
hail to the thief

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-050404.jpg" width="570" height="600" alt="" title="" /&gt;

BEST LIVE PERFORMANCE
exit music (for a film)
creep
fake plastic trees
you and whose army?
everything in its right place

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-greenwor106028a.jpg" width="598" height="600" alt="" title="" /&gt;

SOFT
no surprises
bulletproof... i wish i was
nude
scatterbrain
i will

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-mexicomaskshop.jpg" width="475" height="288" alt="" title="" /&gt;

HARD
2+2=5
the national anthem
life in a glass house
myxomatosis
bodysnatchers

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090325-mexicounderground.jpg" width="402" height="600" alt="" title="" /&gt;

B SIDES &amp; UNRELEASED
talk show host
big boots (man-o-war)
banana co
true love waits
pearly
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/03/25/radioheadbs-as/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/radiohead+sao+paulo+just+a+fest" rel="tag">radiohead sao paulo just a fest</a> </category>
            <title>RADIOHEAD_SP</title>
            <pubDate>Tue, 24 Mar 2009 22:28:22 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show1.jpg" width="500" height="295" alt="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" title="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
Eram 30 mil almas.
Trinta mil almas e cinco colegas de Oxford.
Quando ruídos eletrônicos anunciaram o que se tornaria “15 Steps” o mundo se reduziu a uma conversa entre dois amigos: o discurso que vinha do palco, sintetizado pela voz de Thomas Edward Yorke, e a resposta simultânea que vinha do público.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show3.jpg" width="500" height="295" alt="radiohead, sao paulo, 2009" title="radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

O fascínio que a banda desperta já dava os seus primeiros sinais: a discrição de Phil, leves acenos de Ed, o encapuzado Jonny, os pulos entusiastas de Colin, e a misteriosa e alucinante performance de Thom. (Há um mistério em volta do Radiohead e ninguém ousa decifrar: como uma banda, sempre fiel a si mesma, que não se utiliza de mensagens claras e melodias fáceis, consegue chegar tão fundo? Como cinco amigos de uma pequena cidade conseguiram se manter unidos por tanto tempo?)

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show11.jpg" width="500" height="295" alt="radiohead, sao paulo, 2009" title="radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

O segredo talvez esteja no silêncio. Radiohead é a banda mais expressiva e ao mesmo tempo a mais comedida que se pode ouvir. Nada é excessivo, gratuito. Nada está fora do lugar (como eles mesmos dizem: everyhting in its right place). Tudo se enche e se esvazia sem a possibilidade de análises, compreensões. O estilo das letras é parente do automatismo (técnica surrealista). Os arranjos partem de uma sonoridade pop e evoluem para uma esfera inclassificável: não é rock, não é jazz, não é música eletrônica. É quase uma sinfonia, quase um rock de garagem, quase uma canção popular.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show7.jpg" width="500" height="295" alt="radiohead, sao paulo, 2009" title="radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

A expressividade visual da banda completa o pacote. O que foi Thom Yorke olhando para uma câmera invisível durante “You and Whose Army?”? E as luzes do palco nos momentos mais explosivos de “Paranoid Android” ou “Karma Police”? A banda, apontada por parte da mídia como “expresso da angústia”, “reino da melancolia”, é exatamente o oposto: há uma mistura de sons e ruídos tão bem costurada que não nos permite fragmentar tal música. Claro que houve melodias adoráveis como “Exit Music for a Film” (um dos maiores crescendo na história da música pop – comparável talvez somente a “A Day in the Life”, dos Beatles), “Talk Show Host”, “Nude”, “Faust Arp”, “House of Cards”, “Fake Plastic Trees” e “Creep”. Mas como ficar apático diante das viscerais “Bodysnatchers” e “Jigsaw Falling into Place”? Como não se alucinar em “Idioteque”? Como resistir a versos de “True Love Waits” precedendo o êxtase de “Everything in its right Place”?

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show9.jpg" width="500" height="295" alt="radiohead, sao paulo, 2009" title="radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

O Radiohead possibilita a hipérbole. Trata-se da melhor banda da atualidade, o melhor espetáculo que se pode presenciar, além da maior catarse coletiva gerada por um entusiasmo genuíno, único, íntegro e avassalador. Hemingway se utilizaria de adjetivos diante do Radiohead; Nelson Rodrigues talvez quisesse aprender inglês.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show12.jpg" width="500" height="295" alt="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" title="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

Compará-los a outras bandas é outro erro imperdoável. O Radiohead já ultrapassou seus antigos ídolos (Joy Division, R.E.M., Smiths), já digeriu as influências (Pink Floyd, Led Zeppelin), e agora se inclui em pequeno grupo formado por bandas imortais. Um grupo que inclui apenas os quatro rapazes de Liverpool, os Stones (até parte dos anos 70), e os nossos Mutantes.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show10.jpg" width="500" height="295" alt="radiohead, sao paulo, 2009" title="radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

Pessoalmente devo confessar que desde 2006 esperava por esse show. Quando comecei a ouvir as primeiras das músicas que viriam a compor o “In Rainbows” algo já estava claro: a banda não iria terminar – o hiato entre “Hail to the Hief” e o disco mais recente era apenas o que o Kraftwerk chamaria de “recarga das baterias”.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show8.jpg" width="500" height="295" alt="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" title="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

Quando Thom Yorke nos pergunta,

“Has the light gone out for you?”

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show14.jpg" width="500" height="295" alt="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" title="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

quando ele esclarece,

“Now that you've found it, it's gone 
Now that you feel it, you don't”

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show2.jpg" width="500" height="295" alt="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" title="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

ou quando ele sintetiza,

“I have no idea what I am talking about
(…) I'm a lie”

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show4.jpg" width="500" height="295" alt="radiohead, sao paulo, 2009" title="radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

a sensação que se tem é de que estamos diante da melhor poesia, da melhor sonoridade, da melhor síntese audiovisual possível.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show13.jpg" width="500" height="295" alt="jonny, radiohead, sao paulo, 2009" title="jonny, radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

Há uma antiga lenda que aponta um reencontro entre John e Paul, em uma noite distante dos anos 70, como o último e autêntico gesto da história do rock. Após o fim dos Beatles e trocas de insultos, os dois teriam andado por uma madrugada em Nova York revendo o passado e pensando no que poderiam fazer dali por diante. Essa noite mágica, que nunca se provou verossímil, é exatamente o que se tem diante do Radiohead: estar nesse show é como reencontrar um velho amigo de juventude, um colega do princípio até a maturidade, alguém que te viu inocente e hoje reconhece seu estado letárgico. Esse amigo, misto de passado e futuro, é quase um complemento da dor, uma nova face daquilo que não queremos reconhecer. É também o maior estímulo para algo que nunca será compreensível.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show5.jpg" width="500" height="295" alt="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" title="thom yorke, radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

John não era mais o mesmo.
Nem Paul.
Não poderia haver um retorno.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-show6.jpg" width="500" height="295" alt="ed, radiohead, sao paulo, 2009" title="ed, radiohead, sao paulo, 2009" /&gt;

O Radiohead talvez tenha chegado ao ápice criativo em “Ok Computer” ou “ Kid A”. Alguns preferem “The Bends”; outros clamam por “Amnesiac”. Mas assim como Miles, assim como Bergman, assim como qualquer artista que chegou ao ápice e reencontrou um novo sentido,  os cinco colegas de Oxford vivem como se a noite mágica de John e Paul tivesse existido e estivesse aqui, ali, sempre ao nosso alcance.

&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090324-setlist_saopaulo2.jpg" width="400" height="550" alt="set list radiohead sao paulo 2009" title="set list radiohead sao paulo 2009" /&gt;

“Why should I stay here?
Why should I stay?”
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/03/24/radioheadsp/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/booker+pittman+brown+university+kinoarte+rodrigo+grota" rel="tag">booker pittman brown university kinoarte rodrigo grota</a> </category>
            <title>BOOKER PITTMAN na BROWN UNIVERSITY</title>
            <pubDate>Tue, 10 Mar 2009 15:11:12 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090310-booker-bastidores-70a.jpg" width="352" height="235" alt="rodrigo grota e anderson craveiro - bastidores do filme BOOKER PITTMAN - KINOARTE ( julho de 2007)" title="rodrigo grota e anderson craveiro - bastidores do filme BOOKER PITTMAN - KINOARTE ( julho de 2007)" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;BOOKER PITTMAN na Brown University
Esta é a segunda exibição de um curta da KINOARTE nesta universidade

O filme BOOKER PITTMAN (BRA, fic, p&amp;b, HDV&gt;35mm, 15 min, 2008), uma realização da KINOARTE (Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina) com patrocínio da Prefeitura de Londrina, foi exibido no último sábado, dia 7 de março de 2009, no festival CineBRASIL at Brown, realizado pela tradicional Brown University, em Providence, Rhode Island, Estados Unidos. No ano passado, o curta SATORI USO, outra produção da KINOARTE, havia participado desse mesmo festival. 
Organizado pelos professores Jose Torrealba e Susan Hirsch, o CineBRASIL at Brown exibiu, de 5 a 7 de março de 2009, 11 filmes (dois longas, cinco documentários e quatro curtas), além de promover dois painéis de discussões com cineastas e artistas convidados. Entre os filmes exibidos estavam "Bang Bang" e "Serras da Desordem", do mestre Andrea Tonacci (que participou de um debate sobre os seus filmes); "Crítico", de Kleber Mendonça Filho; "Manda Bala", de Jason Kohn; "O Aborto dos Outros", de Carla Gallo; "Simonal, Ninguém Sabe o Duro que Dei", de Cláudio Manoel, Micael Langer &amp; Calvito Leal; "Tropa de Elite", de José Padilha; além do documentário "Projeto Nós do Cinema", de Finn Yarbrough. Entre os curtas estavam "Dossiê Rê Bordosa", de Cesar Cabral; “Tira os Óculos e Recolhe o Homem”, de André Sampaio e BOOKER PITTMAN, de Rodrigo Grota. Os filmes foram exibidos em dois locais: MacMillan Hall (Room 117) e Metcalf Auditorium (RISD Chace Center).

Mais informações sobre o CineBRASIL at Brown: 
&lt;a href="http://www.watsoninstitute.org/clacs/CineBrasil.cfm"&gt;http://www.watsoninstitute.org/clacs/CineBrasil.cfm&lt;/a&gt;
&lt;a href="http://www.watsoninstitute.org/clacs/AboutCineBrasil.cfm"&gt;http://www.watsoninstitute.org/clacs/AboutCineBrasil.cfm&lt;/a&gt;
&lt;a href="http://www.watsoninstitute.org/clacs/CineBrasilSchedule.cfm"&gt;http://www.watsoninstitute.org/clacs/CineBrasilSchedule.cfm&lt;/a&gt;
Jose Torrealba (jose_torrealba@brown.edu) 
e Susan Hirsch (susan_hirsch@brown.edu) 

_info brown university 
Fundada em 1764 como College of Rhode Island, a Brown University conta hoje com aproximadamente 5.900 alunos. A universidade está localizada em Providence, a segunda maior cidade de New England, conhecida como "a cidade da renascença na América", já que é um importante pólo de arte, cultura e educação. Mais informações sobre a Brown University: http://www.brown.edu/ 

_info BOOKER PITTMAN 
Esta é a primeira exibição do curta BOOKER PITTMAN nos EUA. Produzido com patrocínio da Prefeitura de Londrina (via Programa Municipal de Incentivo à Cultura – PROMIC), o filme é inspirado na passagem do jazzman americano Booker Pittman (1909-1969) pela Londrina dos anos 50. O filme recebeu cinco prêmios no 36º Festival de Cinema de Gramado: Melhor Filme (Prêmio da Crítica), Prêmio Especial do Júri, Prêmio Aquisição do Canal Brasil, Melhor Direção de Arte (para José de Aguiar) e Melhor Música (para Booker Pittman), o Troféu ABD no 19º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo; o Troféu Curta-Light de Melhor Trilha Musical no 2º Festival Cine Música, em Conservatória, no Rio de Janeiro (RJ), além de prêmio de Melhor Filme (Júri Popular) no 5º Festival Cinema de Arte de Salvador (BA). O curta londrinense também foi exibido no II Latino Fiesta, em Moscou (RUS), no 8º Festival Brasil NoAr, em Barcelona (ESP), no 9º Festival do Rio (RJ), na 12ª Mostra de Cinema de Tiradentes (MG), na 10ª Mostra Londrina de Cinema (PR), na 1ª Mostra Marília de Cinema (SP), na 1ª Janela Internacional do Cinema do Recife (PE), no 3º Festival Audiovisual da Lapa (PR), e na programação do cineclube do SESC Piracicaba (SP). BOOKER PITTMAN, uma realização da KINOARTE em co-produção com a KINOPUS Audiovisual, conta com direção e montagem de Rodrigo Grota, produção de Bruno Gehring e Argel Medeiros, roteiro de Artur Ianckievicz e Grota, direção de fotografia e câmera de Carlos Ebert (ABC), direção de arte e cenário de José de Aguiar, assistência de fotografia e 2ª câmera de Anderson Craveiro, figurinos de Nélio Pinheiro, maquiagem de Lilian Manganaro, still de Bernardo Sardi &amp; Guilherme Gerais, e elenco principal composto por Edson Montenegro e Cléo De Páris. Mais informações: kinoarte@gmail.com
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/03/10/booker-pittman-na-brown-university/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>top five anos 70 part 1</title>
            <pubDate>Thu, 05 Mar 2009 02:44:51 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090305-lady_grey.jpg" width="150" height="315" alt="guilherme weber em thom pain lady grey" title="guilherme weber em thom pain lady grey" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
(feito a pedido de um repórter no ano passado)
_Scarecrow, 1973, Jerry Schatzberg
No Brasil foi lançado como “O Espantalho”. Um exemplo perfeito do que foi o cinema americano nos anos 70: letárgico, sombrio e visceral. Começa com um puta plano-seqüência em que Gene Hackman (sempre ele!) e Al Pacino se entreolham em uma estrada deserta. Todo o sentimento do filme, a amargura da América, a ausência de futuro para esses dois andarilhos está ali. Rodado em 2.35:1, o filme é repleto de paisagens amplas, desoladoras, com (des)controle de luz perfeito de Vilmos Zsigmond. Os protagonistas são heróis tardios, símbolos de uma América que já não existe: deslocados eternamente, merecem a nossa compaixão do primeiro ao último fotograma.  

_Badlands, 1973, Terrence Malick
Talvez não seja exagero dizer que ao lado de Godard e Resnais, Malick seja um dos últimos grandes ainda em atividade. Seu primeiro longa, lançado no Brasil como “Terra de Ninguém”, mostra Martin Sheen impecável como um garoto de 25 anos que a la James Dean rouba uma garota (Sissy Spacek) e toda a América. Novamente, assim como em “Scarecrow”, temos uma visão sombria da cultura americana, sem ilusões e possibilidades de redenção. Kit, o herói tumultuado, é um ídolo entre os policiais, um mito para a juventude que em 1959 descobria que agora “era a sua vez”. O filme já apresenta algumas das características que tornariam a filmografia de Malick algo digno de nota: cenas magistrais de natureza, voz em off da personagem mais frágil e uma música que pontua e amplia as ações dramáticas do filme. Tudo isso dirigido por um rapazinho do Texas que na época das filmagens (sete dois) contava 29 anos: antes do filme ele estudara filosofia em Harvard, abandonara um doutorado em Oxford, e já havia traduzido um livro de Heidegger.

_A Woman Under the Influence, 1974, John Cassavetes
Se você quiser levar um soco no estômago no cinema, assista a esse filme. Lançado no Brasil como “Uma Mulher Sob Influência”, este drama protagonizado por Gena Rowlands e Peter Falk é na verdade um tour-de-force em que ninguém é absolvido. Todos os ingredientes do cinema de Cassavetes estão aqui: o uso do plano-seqüência até o seu extremo (a teoria do ten-minutes-take); a exasperação sentimental dos personagens (diálogos ácidos, cortantes); a fotografia semidocumental (em que passagens sem foco, com câmera na mão reforçam a verossimilhança da ação dramática), além de uma profunda e generosa visão do humano. Para Cassavetes não existem heróis nem vilões, e sim, sobreviventes. O papel de Rowlands, por exemplo, talvez o mais complexo em toda a filmografia do nova-iorquino, é de uma profundidade e compaixão implacáveis. Você não sai o mesmo desse filme: prepare-se para uma jornada sentimental sem possibilidade de volta.  

_Zerkalo, 1975, Andrei Tarkovsky
O poeta do tempo, daquilo que está para além do tempo, enfim, da alma. Tarkovsky já foi agraciado inúmeras vezes, e considerado o cineasta da metafísica por excelência. Repleta de simbologias, sua filmografia compreende desde o magistral “Andrei Rublev” até o fantasmagórico “Stalker”. O meu predileto, no entanto, é “O Espelho”, filme renegado pelo governo comunista por ser “autobiográfico em demasia” (algo burguês para os russos), mas que possui uma estrutura de montagem única: em todo momento estamos diante de várias instâncias narrativas. Ora é a história de um cineasta em desencontro com sua mãe, ora a trajetória de uma camponesa que espera pelo retorno do marido. Há cenas de guerra, paralelismos temáticos e visuais. A trilha, pontuada por sonoridades eletrônicas e por Bach, eleva o filme para a categoria de radiografia da alma (como em alguns filmes de Dreyer), e não somente uma peça de ficção. Um filme pare rever sempre, pois a cada revisão amortece sua possibilidade de compreensão.

_Nick's Movie, 1980, Win Wenders &amp; Nicholas Ray
Como filmar a morte? Essa talvez não tenha sido a pergunta que Win Wenders fez a si mesmo ao iniciar as filmagens de “Um Filme Para Nick”, mas com certeza é a questão que permanece em nossa mente após assistir a esse fascinante estudo sobre o fim. Nicholas Ray, todos conhecem – é o rebelde que dirigiu “In a Lonely Place”, “On a Dangerous Ground” e “Rebel Without a Cause”, entre outros. Aos 60 anos, já mutilado pelo câncer, Ray topa registrar e encenar conversas com seu amigo alemão. O que se tem, no entanto, é uma narrativa que nunca se revela ficção nem documento. Quase toda fala de Ray é pontuada por uma aspiração pelo fim, por uma consciência da finitude. A todo momento tem-se a impressão de que Ray irá morrer em nossa frente, diante de uma câmera, mas não: ele luta heroicamente, cada vez mais lúcido, com um tom amargo e enérgico, deixando cada pensamento como uma espécie de obra póstuma e instantânea. Dificilmente o cinema irá prestar tributo tão magistral a um homem que engrandeceu e ampliou as possibilidades desse discurso que no momento chamamos de cinematográfico. À exceção da trilha sonora (horrível), tudo nesse filme é eterno, a começar pela profunda admiração a este senhor: Nicholas Ray.
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/03/05/top-five-anos-70-part-1/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/satori+uso+curta+petrobras+seis+kinoarte+porto+alegre+unibanco+arteplex" rel="tag">satori uso curta petrobras seis kinoarte porto alegre unibanco arteplex</a> </category>
            <title>satori uso em porto alegre</title>
            <pubDate>Wed, 04 Mar 2009 04:45:39 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090304-thom-painmateria.jpg" width="300" height="199" alt="guilherme weber na peça thom pain - lady grey, da sutil companhia de teatro" title="guilherme weber na peça thom pain - lady grey, da sutil companhia de teatro" /&gt;&lt;font face=verdana size=1&gt;
De 27/02/09 a 24/03/09
Unibanco Arteplex
Entrada Franca
Curta Petrobras às 6
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/03/04/satori-uso-em-porto-alegre/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/guilherme+antonio+mansano+modesto+romildo+souza+grota+junior" rel="tag">guilherme antonio mansano modesto romildo souza grota junior</a> </category>
            <title>jim meets the kleist after the song phone</title>
            <pubDate>Mon, 02 Mar 2009 22:12:59 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090302-jr-pr-009.jpg" width="320" height="240" alt="junior, mr. kleist &amp; vacilão" title="junior, mr. kleist &amp; vacilão" /&gt;
&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090302-jr-pr-008.jpg" width="320" height="240" alt="dr. romildo, jim &amp; modesto" title="dr. romildo, jim &amp; modesto" /&gt;
&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090302-jr-pr-007.jpg" width="320" height="240" alt="rodrick kills kemp" title="rodrick kills kemp" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
true is bad
bad is hot
hot is now
now is enough

ihaveso many things, my darling
so many things to say, to touch

everything
ya, everything
e.v.e.r.y thing interests me

your eyes, your soul
you must write down your lyrics
lyrics so great!
you are a fanatic girl!!

“”
i’ve learned
somethinaboutclouds
somethingaboutpain

:there’ll be an extraordinary day
a new life for us
a new life for past
i just can say 
come on, you see

i must read
i must readthefuck.ing/yeats
all his poems
all his life
everything today is fine

with your permission
let me tell,
ya, i wanna tell
i want to say that you
you
(my one and only love)
you must be in my mind
cause my mind is dirty
everything here is dirty
the undergrounds
the cheap sex
everything here is real
in fact, real means nothing
real means empty

i just like to be eddie felson
(fast eddie, my friend)
i just like to walk away

i just like to be a deep silence

no words
no images (in technicolor)
just blue
in my side

lets fuck the zoo
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/03/02/jim-meets-the-kleist-after-the-song-phone/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/voyage+ballon+rouge+hou+hsiao-hsien" rel="tag">voyage ballon rouge hou hsiao-hsien</a> </category>
            <title>hou hsiao-hsien ataca novamente</title>
            <pubDate>Mon, 02 Mar 2009 22:17:50 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090220-a610x.jpg" width="305" height="228" alt="hou hsiao-hsien e juliette binoche" title="hou hsiao-hsien e juliette binoche" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
se alguém me perguntasse quem são os mais importantes cineastas vivos, aqueles que devemos acompanhar e revisitar sempre que possível, eu responderia sem hesitações:

1) jean-luc godard
2) wes anderson
3) hou hsiao-hsien
4) james gray
5) gus van sant
6) quentin tarantino
7) pedro costa
8) arnaud desplechin
9) apichatpong weerasethakul
10) jia zhang-ke

é claro que figuras clássicas como jean-marie straub, alains resnais, martin scorsese, francis ford coppola, clint eastwood, william friedkin, brian de palma, andrzej wajda, jerzy skolomowski, marco bellocchio ou até mesmo spielberg ainda causam interesse, assim como os mais recentes irmãos coen, paul thomas anderson, lars von trier, tsai ming-liang, naomi kawase etc.

assim, qualquer filme novo de um desses cineastas é a renovação da crença de um bom futuro para o cinema. não poderia ser diferente com "le voyage du ballon rouge", do mestre hou hsiao-hsien, filme que pude ver hoje à tarde, e cuja crítica está &lt;a href="http://revistataturana.blogspot.com/2009/02/le-voyage-du-ballon-rouge-hou-hsiao.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, na &lt;a href="http://revistataturana.blogspot.com/"&gt;taturana&lt;/a&gt;.  
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/02/20/hou-hsiao-hsien-ataca-novamente/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>faroeste no mato grosso</title>
            <pubDate>Mon, 16 Feb 2009 17:07:01 -0200</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090216-bonnie-and-clyde.jpg" width="460" height="300" alt="cena do filme bonnie &amp; clyde, de arthur penn" title="cena do filme bonnie &amp; clyde, de arthur penn" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
meu irmão, o delegado romildo souza grotta junior, está investigando um caso de assalto milionário em uma pequena cidade do interior do mato grosso: nova mutum. ontem o fantástico exibiu uma reportagem sobre o assalto ocorrido no dia 9 de fevereiro. tem uma breve entrevista com o dr. grotta. 
dá pra assistir no link abaixo:

&lt;a href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1003239-15605,00-ASSALTO+A+BANCO+APAVORA+UMA+PACATA+CIDADE.html"&gt;http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1003239-15605,00-ASSALTO+A+BANCO+APAVORA+UMA+PACATA+CIDADE.html&lt;/a&gt;

a matéria pode ser lida na íntegra aqui:

ASSALTO A BANCO APAVORA UMA PACATA CIDADE
Em Nova Mutum um assalto é filmado em detalhes

Um assalto a banco filmado em detalhes, minuto a minuto. Os bandidos fizeram mais de 50 reféns de uma só vez. Nem as cidades pequenas estão a salvo da violência das quadrilhas.

O Fantástico mostra um assalto a banco filmado em detalhes, minuto a minuto. Os bandidos fizeram mais de 50 reféns de uma só vez. Nem as cidades pequenas estão a salvo da violência das quadrilhas.

Eram 11h da segunda-feira passada, dia de pagamento no banco. Ao receber a informação da violência do assalto, a rádio da cidade emite um alerta geral: “Quem está na rua se proteja, fiquem em suas casas, não saiam”.

“Na hora, te passa um monte de coisa pela cabeça. Ou de ter um conhecido teu dentro do banco, ter alguém da sua família dentro do banco. Cria uma situação de pavor geral”, comenta o radialista Márcio Ude.

A agência fica no centro de Nova Mutum, no interior de Mato Grosso. Cercado por fazendas, o município tem cerca de 25 mil habitantes e 23 policiais, somando civis e militares. Logo ao chegar à cidade, oito assaltantes dominaram o policial militar Ildemar Pereira.

“Apontaram para mim o fuzil. E falou: ‘parado PM’. Enfiou a cabeça dentro da viatura, tomou minha arma. Pediu para eu ir no carro deles e um foi na viatura”, lembra o policial militar Ildemar Pereira.

As câmeras de segurança registraram o momento exato em que os criminosos invadiram a agência. “Vi o vidro desabando e os bandidos entrando armados”, descreve uma testemunha.

Todos usavam máscaras, coletes à prova de balas e luvas.

“Ficou todo mundo deitado no meio. Os homens, sem camisa”, lembra uma vítima.

Cerca de 150 pessoas estavam no prédio, inclusive bebês. Pelo menos 60 clientes foram levados para fora do banco. Os reféns serviram de escudo para os assaltantes, que atiraram mais de 20 vezes em direção aos policiais.

“Eles davam tiro na sua frente que chegava a esquentar o seu rosto. Falava: ‘Ó, vai morrer muita gente, vai morrer muita gente. Funeral hoje vai ser grande. Nova Mutum vai ficar em luto’”, conta uma vítima.

Os quatro bandidos que ficaram no banco pegaram o dinheiro dos caixas eletrônicos e dos cofres. A quadrilha se preparava para fugir, levando cinco reféns na caçamba da caminhonete. De repente, o imprevisto. O veículo capotou. Um cliente do banco mostra os ferimentos: “Ele fez o retorno e entrou em alta velocidade na rotatória. A gente pendeu para um lado e acho que por isso a caminhonete virou”.

Mesmo com o acidente, os assaltantes deixaram a cidade em outros dois carros.

“A primeira conduta nossa é fazer o cerco, fazer a contenção e preservar vidas, mesmo dando possibilidade de fuga aos assaltantes. Nós preservamos a vida dos reféns”, explica o comandante-geral da PM coronel Antonio Benedito Campos Filho.

O primeiro roubo a banco de Nova Mutum durou cerca de 20 minutos. Os assaltantes fugiram pela principal Avenida do município com quase R$ 1 milhão. Segundo a policia, crime na cidade é algo raro e os moradores nunca viram tão de perto cenas violentas como estas.

“Um assalto desse nível é de cidade grande. Eu estava com a máquina e resolvi filmar. Não parecem cenas reais o que aconteceu na nossa cidade”, diz o contato comercial Ray Silva.

Segundo a polícia, aconteceram 13 assaltos a banco no ano passado em Mato Grosso. Nove no interior do estado.

“Por que cidades pequenas, medianas? Porque é um aparato policial menor. Eles chegam na região com certa antecedência, fazem um estudo para empreender esse tipo de ação”, diz o tenente-coronel Sérgio Coneza.

Foi exatamente o que fez a quadrilha que agiu em Nova Mutum. Durante a perseguição, a Polícia Militar descobriu um acampamento que servia como esconderijo para os assaltantes. O local é de difícil acesso, em uma área de Floresta Amazônica, a 50 quilômetros do município de Nova Mutum.

“Ali dentro tinha fogareiro, tinha roupa, lona, um monte de coisa para eles ficarem acampados ali quantos dias fosse preciso”, descreve o delegado Romildo Souza Grotta Júnior.

Na floresta, um dos acusados de participar do assalto foi baleado e preso. Outro morreu. A polícia diz que ele reagiu à voz de prisão. A suspeita é que pelo menos seis assaltantes ainda estejam na mata, de quase cem quilômetros quadrados. Da quantia roubada – R$ 1 milhão -, a polícia recuperou cerca de R$ 750 mil.

“Nos últimos três anos, nós desarticulamos quadrilhas que assaltaram bancos do estado de Minas Gerais, Pará, Goiás, que vinham para o estado de Mato Grosso praticar assaltos”, contabiliza Antonio Benedito Campos Filho.

Bancos de cidades pequenas de outros estados, como Mato Grosso do Sul, Tocantins e Maranhão também já foram alvo de quadrilhas. No interior maranhense, por exemplo, houve três assaltos só este ano.

“O direito de trabalhar com tranquilidade, trabalhar em paz, é um direito garantido na Constituição”, pede o presidente do Sindicatos da bancários do Maranhão Raimundo Nonato Costa.

Em Itupiranga, município do Pará com 40 mil habitantes, um gerente de banco foi morto em dezembro passado.

“A gente tem que combater esse tipo de violência. A sociedade não pode ficar refém de bandidos como esses”, diz o presidente do sindicato dos bancários do Pará Alberto Cunha.

“É assustador para população. Fica como se fosse um faroeste de antigamente, mas a gente está na tentativa de prender o resto”, garante o delegado Romildo Souza Grotta Júnior.

“Da mesma forma que eu nunca imaginava que isso fosse acontecer, a gente nunca sabe quando isso pode tornar a acontecer de novo”, comenta um morador da cidade.
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/02/16/faroeste-no-mato-grosso/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>booker pittman na revista ele ela</title>
            <pubDate>Mon, 16 Feb 2009 13:54:14 -0200</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090216-kubrick4aa.jpg" width="505" height="675" alt="stanley kubrick durante as filmagens de "laranja mecânica"" title="stanley kubrick durante as filmagens de laranja mecânica" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;&lt;a href="http://eleela.terra.com.br/htdocs/index.php?id_pg=890&amp;id_txt=636"&gt;http://eleela.terra.com.br/htdocs/index.php?id_pg=890&amp;id_txt=636&lt;/a&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/02/16/booker-pittman-na-revista-ele-ela/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/salas+cinema+sp+circuito+filmes+guia+folha+sp" rel="tag">salas cinema sp circuito filmes guia folha sp</a> </category>
            <title>cinema sp</title>
            <pubDate>Mon, 02 Mar 2009 22:24:54 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090213-bscap0001.jpg" width="360" height="240" alt="cena de um filme do jairo ferreira (acho)" title="cena de um filme do jairo ferreira (acho)" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
eu  não sei quantas salas de cinema existem em são paulo.
na verdade, eu não sabia, pois hoje o guia da folha trouxe um ranking paulistano incluindo todas as salas, cineclubes, centros culturais e possíveis locais de exibição que existem na cidade.
eis alguns dados interessantes:

são 265 salas distribuídas em 52 cinemas (e quando digo cinema, considerem também ccsp, ccbb, cinusp, mis etc).
a melhor projeção, de acordo com o guia da folha, é a do espaço unibanco pompéia imax (inaugurado em janeiro desse ano), que alia projeções em 70mm a um sistema de som com potência de 12 mil watts.
o melhor som, por sua vez, seria o do imax e do kinoplex itaim 6 (que utiliza a tecnologia thx, um sistema melhor que o dolby).
a sala mais confortável, o cine bombril (nessa eu tenho de concordar – realmente há espaço ali).
a melhor programação estaria no reserva cultural (algo que pode ser questionado, mas tudo bem), e o melhor cineclube ocuparia a sala cinemateca.
o melhor cinema, na votação dos críticos e jornalistas da folha, somando todos os quesitos, seria o frei caneca unibanco arteplex.

entre as maiores telas estariam:
espaço unibanco pompéia sala imax (294 m2)
central plaza 10 (237m2)
interlar aricanduva 10 (184m2)
eldorado 1 (181 m2)
metrô itaquera 1 (170m2)
*sobre esse ranking específico, fiquei curioso em relação ao cinesesc (sempre achei que se não era a maior tela de sp, estava entre as maiores)

entre as maiores salas estariam:
interlar aricanduva 10 (546 lugares)
central plaza 10 (512 lugares)
bristol 1 (444 lugares)
metrô itaquera 1 (427 lugares)
anália franco (414 lugares)
*a capacidade das salas comprova uma tendência dos últimos 20 anos – as salas vêm ficando menores.

entre as menores salas estariam:
espaço unibanco augusta 5 (51 lugares)
espaço unibanco pompéia 10 (60 lugares)
hsbc belas artes sala mário de andrade (88 lugares)
penha 2 (92 lugares)
boavista shopping salas 4 e 5 (95 lugares)

no guia, há também cotações das salas mais baratas e mais caras – isso, porém, é sempre algo impreciso,  pois constantemente há promoções, descontos etc.

outra coisa que me deixou curioso foi o ano de fundação das salas. entre as mais antigas estão:
mis (maio de 1970 – passou por uma reforma em 2008)
gemini (julho de 1975)
cinesesc (setembro de 1979) *exatamente no mês e no ano em que eu nasci, he
centro cultural são paulo (1982)
espaço unibanco augusta (outubro de 1993)
sala cinemateca (1993)
cinusp (1993)

não sei quantas salas de cinema existem em paris, nova york, tokyo, pequim, cidade do méxico (talvez são paulo perca para essas cidades).
o fato é que a pesquisa elaborada pelo guia da folha permite algumas constatações:
as salas estão ficando cada vez menores;
os ingressos estão cada vez mais caros;
não há uma valorização da sala de exibição enquanto uma referência arquitetônica e afetiva dos espectadores – com exceção do mis, que não centra sua atividades na exibição de filmes, o gemini e o cinesesc são as salas mais antigas em atividade (o que não oferece nem uma tradição de no mínimo 40 anos);
poucas salas contêm sistema de exibição que não seja o usual dolby (dts e thx são considerados sistemas melhores);
apenas o novo imax estaria disposto a exibir filmes em 70mm (o que era comum nos anos 60 e 70, quando filmes como “2001: a space odissey” e “the ryan’s daughter” foram exibidos nesse formato).

enfim, a tecnologia se desenvolve e nós pagamos cada vez mais por menos qualidade de projeção e som.

...
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/02/13/cinema-sp/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/moraes" rel="tag">moraes</a> </category>
            <title>moraes, o retorno</title>
            <pubDate>Thu, 12 Feb 2009 12:17:01 -0200</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090212-moraes.jpg" width="375" height="500" alt="rodrigo moraes por ygor raduy - fevereiro de 2004, bastidores da filmagem do curta londrina em três movimentos" title="rodrigo moraes por ygor raduy - fevereiro de 2004, bastidores da filmagem do curta londrina em três movimentos" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
sim, na última terça, posso dizer que exibi os filmes SATORI USO e BOOKER PITTMAN para aquele que conhecemos, como O HOMEM, O ALTÍSSIMO, O TODO-PODEROSO. 

em uma sessão breve em piracicaba, pude encontrar o mentor do tipos RODRIGO MORAES também conhecido como AMADEUS ou simplesmente DEUS.

afastado do seu blog há mais de um ano, há muito se comenta por esta e outras plagas o que terá acontecido com o maior dentre nós - o homem de humor refinadíssimo, amante de woddy allen e outras estripulias, tendo imortalizado o número das melancias cantantes em mais de uma perfomance no jota ou bar brasil.

adepto da discrição, o sr. moraes me hospedou em sua elegante casa, na qual fui muito bem recebido pelos seus familiares. um tanto empolgado, contou-me de suas últimas predileções cinematográficas, o que incluía os últimos van sant (elephant e paranoid park, nominadamente) e um ou outro gondry. seu lado frasista, no entanto, permanece incólume:

"não me interesso mais por ficção"
"não tenho lido nada"
"não gostei desse filme, o booker. é tudo muito desconjuntado"

o que fica, porém, é a sensação de que em breve seremos surpreendidos por mais um novo passo do homem que alia onipotência e onisciência ao humor mais cáustico neste coletivo virtual.
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/02/12/moraes-o-retorno/</link>
        </item>

        <item>
            <category><a href="/posts/tag/michel+melamed+tv+brasil+recorte+cultural+kinoarte+rodrigo+grota+satori+uso+booker+pittman" rel="tag">michel melamed tv brasil recorte cultural kinoarte rodrigo grota satori uso booker pittman</a> </category>
            <title>entrevista com michel melamed</title>
            <pubDate>Wed, 04 Mar 2009 04:36:49 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/7/20090206-jim-filming-batone-2.jpg" width="400" height="300" alt="bastidores da produção do clipe trégua, de batone - junho de 2007 - foto: anderson craveiro" title="bastidores da produção do clipe trégua, de batone - junho de 2007 - foto: anderson craveiro" /&gt;
&lt;font face=verdana size=1&gt;
em abril do ano passado, estive no rio para o grande prêmio do cinema brasileiro (estávamos concorrendo com o satori).
no mesmo dia coincidiu de dar uma entrevista para o programa recorte cultural, da tv brasil (que infelizmente não existe mais).
como muita gente não pôde assistir ao programa, postei no canal da kinoarte no youtube alguns trechos da conversa com michel melamed.
como curiosidade, há cenas que não entraram no corte final do booker, e uma disputa inusitada sobre quem consegue deixar feijão nos dentes, he.

&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PQFrfaCXoko"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=PQFrfaCXoko&lt;/a&gt; 

!!
r.
&lt;font face=verdana size=1&gt;</description>
            <link>http://grota.tipos.com.br/posts/2009/02/06/entrevista-com-michel-melamed/</link>
        </item>
    </channel>
</rss>
