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        <title>GaStRiTe CoNsTaNtE</title>
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        <pubDate>Fri, 24 Apr 2009 16:30:25 -0300</pubDate>
        
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            <title>Dois chopes com o Joaquim</title>
            <pubDate>Fri, 24 Apr 2009 16:30:25 -0300</pubDate>
            <description>Eu, Lúcio Flávio Moura, Guilherme Gouveia e Diego Prazeres já tomamos deste chope aí...

Fonte: UOL



Joaquim Barbosa e o teste das ruas

Joaquim Barbosa, que sugeriu a Gilmar Mendes andar pelas ruas, acaba de passar pelo teste que propôs ao desafeto. Barbosa almoçou acompanhado de três amigos no tradicionalíssimo Bar Luiz, um restaurante no Centro do Rio de Janeiro, fundado em 1887. 

Tomou dois chopes e comeu um filé bem passado com salada de batatas. Ao final da refeição, de sua mesa até a porta teve que parar em todas mesas por que passou: os comensais levantavam-se estendiam-lhe as mãos e mandavam um "parabéns" ou um "muito bem, ministro".    

Em seguida, caminhou pela Rua da Carioca, sempre cumprimentado. Parou para tomar um cafezinho de pé. Mais saudações. 

Por volta das 14h50, quando seguiu para entrar no carro oficial na esquina da Avenida Rio Branco, formou-se um pequeno tumulto: várias pessoas o pararam. Novas saudações e sessões de fotos feitas pelos celulares dos admiradores. Por pelo menos cinco minutos, Joaquim Barbosa foi cercado e parabenizado. Agradecia a todos com um sorriso, um aperto de mãos e um "obrigado".

Até que sua segurança abriu caminho e  Barbosa pôde entrar no carro oficial.

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            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2009/04/24/dois-chopes-com-o-joaquim/</link>
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            <category><a href="/posts/tag/cambe+e+outras+megalopoles" rel="tag">cambe e outras megalopoles</a> </category>
            <title>O cretino </title>
            <pubDate>Fri, 13 Mar 2009 02:32:01 -0300</pubDate>
            <description>Há cretinos por toda parte. Nenhum é tão maiúsculo quanto o que se passou por Bono Vox na madrugada do Valentino. Ele veio de Cambé.

Travestido de vocalista do U2,  berrou a noite inteira, ignorando o respeito que deveria ter com os ouvidos alheios. Deu corda ao descompasso e fez todas as concessões possíveis ao direito de ser chato. Fez e aconteceu.

Gritou como doido numa mistura de Bono Pior e Tetê Espíndola pior ainda! Discordou das próprias cordas vocais. Em nenhum momento se entendeu com elas. Coitado, agradou uns cinco ou nove. Mas indignou quem conhece o mínimo. E parte grande da plateia sem acento ficou lá, aplaudindo o nada. Constrangida, claro!  Afinal, pra que servem primos, tios e irmãos senão para o constrangimento?

Não, não e não!! Não estou saindo em defesa do patrimônio da banda original. Só peço compaixão. Quero exercer o meu legítimo direito (com o perdão do clichê) de dizer: o meu bar não pode ceder espaço para criatura tão horrorosa!

Não gosto do U2. Não gosto e pronto. Nem por isso vou apontar o meu nariz para a indiferença. E explico. 

É que o Valentino não carece dos acordes corretos do U2 cover. E nem da piada pronta com figurino de vocalista.

No final do show, aos berros,  nos guardou uma surpresa o sujeito que segurava o microfone. Diante de irlandeses que encontrou no gargarejo, me veio com essa: "ei, como é que vocês vieram parar nesse fim de mundo?!"

O cara cravou que  o Valentino é o fim do mundo. Que Londrina é o fim do mundo.


Com todo respeito, o fim do mundo é depois da ponte. E atende pelo nome de Cambé.
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            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2009/03/13/o-cretino/</link>
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            <title>O calçado de Raquel</title>
            <pubDate>Thu, 19 Feb 2009 17:36:31 -0200</pubDate>
            <description>Raquel é uma grande repórter que se fez em Londrina, cidade ao norte do Paraná. Mas Raquel é de Franca, interior de São Paulo, salvo engano. Tudo isso é detalhe se levarmos em conta que Raquel é de libra, é explosiva, tem cabelos claros, é amiga de Rodrigo Grota e, antigamente, trazia de Franca sapatênis (e não sei se a palavra ainda guarda esse circunflexo – aliás, nem sei se esse acento um dia existiu) para satisfazer interessados em calçados. Eu era um desses, interessados em acessórios para os pés – acessórios que não fossem nem sapatos e nem tênis.  

Mas esse parágrafo é grande demais. Talvez devesse simplificá-lo.  Não sei como – ainda.

É que uma vez Raquel, que vendia sapatos, me disse para olhar direito por onde andava. Raquel é e sempre será uma pessoa difícil. De aceitar. De entender. Raquel sempre será.  E tem cabelos claros. E sempre dará conselhos, sejam eles absorvidos ou não.

O fato é que nunca olhei para os conselhos de Raquel. Nunca. Muito embora devesse olhar sempre. Olhar e seguir.

É a primeira vez que escrevo diante das novas normas que conduzem a língua portuguesa. Acho melhor não ligar para elas – as normas.

Sigamos.

Raquel também vivia me dizendo que, com a idade, a gente – e a gente, no caso, sou eu – amadurece.

Acho que, na noite deste post, senti a maturidade penetrando!! (ria, Tanga...ria!)

Raquel Rodrigues, finalmente decidi dar ouvidos a seus conselhos!

Vou explicar.

Algumas vezes você  me disse para aproveitar a vida.Tenho  aproveitado nessas férias de fevereiro. Não na praia. Não no Beto Carreiro. 

Tenho aproveitado as minhas férias em Curitiba. 

Abrem-se agora parágrafos para a capital.

Curitiba é a melhor cidade do Brasil! É aqui que quero viver. Se não der hoje, dará daqui a pouco.

Curitiba tem avenidas inacreditáveis, cafés incríveis, alegrias imensuráveis, trajetos surpreendentes, bares indescritíveis, olhares arrepiantes. Tem Tânia, o chocolate da minha alma.

Curitiba tem as possibilidades que Londrina jogou no lixo. Tem a modernidade que Londrina  nunca terá. E tem Wagner, compositor das melhores anedotas desde o tempo da faculdade.

Antes de alguma represália de torcedor da Falange,há que se reforçar: Raquel nunca sugeriu troca de cidade. Jamais.

O que Raquel pregava, o tempo todo -  e mesmo sem acreditar muito no que dizia – é que lágrimas só valem a pena quando regam uma possível felicidade. E minha felicidade  - hoje – vaga por aqui, entre as rápidas do Portão e do Batel. Entre as rápidas do Parolin  e da Água Verde.

Raquel, estou de férias. Ou em férias. Sei lá. Mais uma frase a pontuar as tragédias da gramática com as quais sempre me viro (viro-me) bem

Raquel, é preciso deixar evidente sua influência. Tenho pensado em você por esses dias, companheira!!

Não só nos seus conselhos. Também nas suas lágrimas na redação, no seu vigor e na disposição pra pancadaria – desde que por uma boa causa.

E tenho pensado nas transformações.

Uma das mais importantes talvez seja sair de Londrina. Deixar por lá Diego Prazeres, Lúcio Flávio, Guilherme Gouveia, Tanga, Briguet,  meus pais, meu irmão Rafa e meu filho João. Ou seja, deixar minha vida pra lá. 

Deixar tudo o que tenho. 

É que não me sinto mais tranquilo para ficar. Preciso andar. Pra frente. Sem lágrimas.

Você, Raquel, voltou recentemente. Te achei numa a página de relacionamento. Não foi por acaso. Você é importante  por ter me dado de volta a vontade de enxergar além da redação. Por ter me dado de volta a possibilidade de abrir os olhos diante do que eu já imaginava inexistente. Por ter me qualificado a defender algo além do óbvio.

Raquel , o que eu quero mesmo é um sapato novo.

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            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2009/02/19/o-calcado-de-raquel/</link>
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            <title>A única do Osvaldo</title>
            <pubDate>Sat, 31 Jan 2009 05:47:27 -0200</pubDate>
            <description>Olhe bem nos meus olhos
Olhe bem pra você
O fato é que a gente perdeu toda aquela magia
A porta dos meus quinze anos não tem mais segredos
E velha, tão velha ficou nossa fotografia
Olhe bem nos meus olhos
Olhe bem pra você
A quem é que a gente engana com a nossa loucura
Decerto é que a gente perdeu a noção do limite
E atrás tem alguém 
que virá, que virá, que virá, que virá, que virá

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            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2009/01/31/a-unica-do-osvaldo/</link>
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            <pubDate>Sun, 25 Jan 2009 18:16:41 -0200</pubDate>
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            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2009/01/25/post_12/</link>
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            <title>Visitas</title>
            <pubDate>Thu, 15 Jan 2009 15:37:06 -0200</pubDate>
            <description>Duzentos homens passaram por aqui. Cada um tinha uma história diferente. Cada um quis fazer um discurso. Todos fizeram.

Falaram de futebol, construção civil, soluções em informática. Muitos falaram de mulheres. Uma boa parte preferiu o tema Sexo. Um grupo tratou de neuroses e suas consequências.

Duzentos homens passaram por aqui. Viram as fotos que estavam na estante. Emitiram comentários sobre as cortinas da sala. Sugeriram mudanças na rotina da cozinha. Censuraram a existência de pontas de cigarros dentro de cinzeiros.

Alguns falaram mais do que deviam. Outros, menos.

Muitos deles manifestaram descontentamento com os últimos dias. Medo da crise, encanações com as notícias que vêm de fora. Vários acreditam que não passa de 2009.

Duzentos homens passaram por aqui. Aconselharam: ouça mais música, vá a missa, coma beterraba, mastigue os alimentos, engula devagar. Engula devagar. Engula devagar.

E os conselhos não pararam. Acredite no futuro, tome mais leite, diminua as noitadas, desligue a TV, compre um rádio, aprenda a dançar. Aprenda a dançar. Aprenda a dançar.

Os homens que passaram por aqui, os duzentos, estavam bem vestidos. Tinham no colarinho gravatas vermelhas que custam 100 dólares. Ternos do Ricardo Almeida. E sapatos que não falam o nosso idioma. Nem pretendem aprender.

Eles eram tantos, os duzentos, mas nenhum revelou o nome. Desconfio que um deles tinha um apelido. Piripaque. Piripaque. Piripaque.

Duzentos homens passaram por aqui. Todos, quando chegaram, disseram: "já estamos de saída". Mas não cumpriram a promessa. Ficaram. Falaram e ficaram.

Eles eram mais de 199 senhores. Mais de 199, senhores. Falaram muito, muito, muito. Me cansaram.

Até que - certa altura - comecei a ouvir um som vindo de longe. Era uma batida insistente. Era Last Nite.

Aí, eu exigi o silêncio absoluto. É que eu sempre paro para ouvir Strokes.

Strokes, me salvando das visitas que insistem em demorar. 

E ainda tocaria Someday.

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            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2009/01/14/visitas/</link>
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            <pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:06:23 -0300</pubDate>
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            <title>Não é brincadeira!!!!!</title>
            <pubDate>Sun, 26 Oct 2008 19:58:56 -0300</pubDate>
            <description>Eu passei a tarde inteira na Chácara do futuro prefeito de Londrina.
E vi, no início da noite, uma festa e tanto.
Pareciam sequências de um filme B.

Personagens antigos. Uma atmosfera irrespirável. Os ratos de antigamente voltaram. Roedores de  biografia cheirando a enxofre.

Não serão fáceis os dias que nos esperam.

Clichê dos clichês, é preciso dizer: estou com vergonha de ser londrinense. De viver aqui. De ter nascido aqui. E gostaria, sinceramente, de ir embora o quanto antes. 

Vou, inclusive, me esforçar pra que isso aconteça.

Pra mim, não dá!

Em tempo: um Salve para o Doutor Cláudio Esteves, o mais respeitável cidadão pé-vermelho.

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            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/10/26/nao-e-brincadeira/</link>
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            <title>Trinta...e três</title>
            <pubDate>Wed, 22 Oct 2008 10:44:55 -0300</pubDate>
            <description>Como diria o Álvaro Dias, "olha", eu hoje estou completando 33 anos de vida.

Só estou escrevendo aqui pra não passar em branco. E também pra testar o novo esquema de atualização dos posts  e tal.

33 anos num ano meio foda. Meio chato. Daqueles anos em que eu me perco com as minhas coisas e questões.

Aliás, onde está a novidade no meu caso?

Acho que vou tomar uma cerveja à noite. 
Estão todos convidados. Pra ir, é só ligar no meu celular. Aí eu ensino o caminho.

Só não levem o Belinati e o Barbosa. Nem o Hauly. Se bem que eles não iriam mesmo. A semana anda corrida pra essa rapaziada.



Ô Marildiiinha!
Que alegriiiia!!!</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/10/22/trintae-tres/</link>
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            <title>Pra você, que quer conhecer o inferno...</title>
            <pubDate>Wed, 08 Oct 2008 11:20:35 -0300</pubDate>
            <description>Olha só. Taí a chance que você perdeu de conhecer a casa do Capiroto, o reduto do Dubadubá, o ambiente do Coisa Ruim, o quintal do Marvado.
Já pensou?

http://app.aknamail.com.br/emkt/tracer/?1,95167,ebe57a4e,c7ec

Copie e cole. É que eu não sei fazer o link! Juro!
O Briguet foi. E adorou!!!</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/10/08/pra-voce-que-quer-conhecer-o-inferno/</link>
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            <title>&lt;b&gt;O Estúpido&lt;/b&gt;</title>
            <pubDate>Tue, 21 Oct 2008 07:19:02 -0300</pubDate>
            <description>O estúpido não sabe nunca o que deve fazer. Diante do obstáculo, empaca; da dor, chora apenas. Para o estúpido, o óbvio é um enigma. Sob seus olhos está a certeza, ansiosa e pronta para ser encontrada. Mas ele não a vê!

Na tempestade, o estúpido deixa de lado o fundamental: o guarda-chuvas. 
Em dias quentes, ele caminha quilômetros com destino a sauna; no inverno,  enfurna-se na sorveteria. Talvez por isso não haja remédio que cure um estranho gosto que tem na garganta.

"Onde está a graça de ser lógico, simples, ágil?", questiona. "Posso ser um quebra-cabeças infinito, uma espetáculo do Filo...posso ser uma lesma", conclui,  talvez se achando um gênio.

Percebe-se nele uma aura de desgosto extremo, de desamparo, de pessimismo, de luto. Tudo isso séculos depois da última decepção. 

As decepções, aliás, alimentam o rapaz. Delas, ele faz o arroz, o feijão, o bife e a farinha de mandioca. Quando cai do cavalo, o estúpido tira da mala de primeiros socorros aquela cara de dor e lamentação. Prostra-se. Mas no fundo, lá no fundo, está vibrando, está pulando de angústia e de depressão.  A alegria do estúpido é burra. 

A sua rotina inclui momentos difíceis alternados com a necessidade de tomar decisões que julga impossíveis. Também há flagrantes pavores. E dores, estas  intermináveis, nos braços e no pescoço. Tudo isso porque ele quer. Afinal, ele pode ser assim, o estúpido.

Há, em sua agenda, dias mais ou menos ruins e dias extremamente demorados. Alguns duram 40 horas. E há semanas que ultrapassam 40 meses. 

Tanto tempo pra pensar. E o estúpido só tem um pensamento, uma tarefa: sofrer
Sofrer, eis o infinitivo preferido do estúpido. 
 
Mas, sempre mas, está no bolso esquerdo do cretino a lucidez. De tão cretino, o estúpido não consegue encontrá-la. E ela acaba apodrecendo ali, naquele cantinho de tecido no alto do peito, junto com algum cartão de visitas.

Pobre da lucidez a esperar pelo estúpido. Ele sempre demora! 



&lt;b&gt;Rodrigues, o Nelson:&lt;/b&gt;
&lt;i&gt;"A estupidez é uma força da natureza".&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/08/04/o-estupido/</link>
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            <title>MARIANA FOI EMBORA</title>
            <pubDate>Tue, 01 Jul 2008 01:55:56 -0300</pubDate>
            <description>Moradores do prédio de dezesseis andares, no centro de Curitiba, escutaram um barulho e viram que uma criança estava caída no telhado da garagem. Foi na noite desta segunda-feira, 30 de julho. Eles chamaram os bombeiros, que pouco puderam fazer. Mariana Damiani Teixeira, de apenas oito meses, já estava morta.

Desconfiados de uma janela aberta no sexto andar,  os vizinhos foram até o apartamento. Disseram não ter encontrado sinais de arrombamento nem de violência. Lá dentro só estava a enfermeira Tatiane Damiani, de 41 anos, mãe de Mariana. 

A mãe foi presa depois que os vizinhos chamaram a polícia. E confessou ter atirado a própria filha da janela do apartamento onde as duas moravam.

Na delegacia, Tatiane disse que não sentia nenhum carinho pela criança.  Revelou que a menina tinha pouco contato com o pai; que não queria ter engravidado. E que há alguns meses faz tratamento contra a depressão.

Tatiane Damiani nasceu em Colorado-RS, no dia 05 de outubro de 1966. Veio para Curitiba em 1987. Desde "92, 93", trabalha no Hospital das Clínicas de Curitiba. É auxiliar de enfermagem do Pronto Atendimento Adulto.

Em dado momento da entrevista que concedeu, cravou:"acho que comprei o certificado, não sei. Nunca tive competência pra nada,  nunca fui a melhor em nada." 

Em outro, afirmou ter pensado em se jogar junto com a filha. "Não fiz por incompetência (...)".

A mãe revelou que o pai de Mariana se chama Sérgio de Oliveira Teixeira. Sérgio seria caminhoneiro lá em Piraquara. 

O rapaz teria pouco contato com a filha. Tatiane disse que nunca pediu que ele pagasse pensão. "Tenho dó. Ele tem outros três filhos, eu ganho bem...não precisava..."

A informação de que Tatiane se submete a tratamento psicológico foi dada por ela e por funcionários do HC a policiais do 1º distrito.

Com as declarações, passou a impressão de uma pessoa gravemente afetada. Se mentia, só um especialista vai dizer. Isso agora também tem pouca importância diante do episódio. 

A menina Mariana completaria nove meses no próximo dia 22. E no dia 22 de outubro faria 1 ano de idade. No mesmo dia, eu vou fazer 33.  
Hoje, já é dia 1 de julho. Meu filho João está completando 5 anos. 
Feliz aniversário, filho!</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/07/01/mariana-foi-embora/</link>
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            <title>&lt;b&gt;Bidão&lt;/b&gt;</title>
            <pubDate>Thu, 19 Jun 2008 19:35:42 -0300</pubDate>
            <description>Bidão era um menino infeliz. Incompreendido, brigava todos os dias na rua. Encrencas no futebol, culpa do Bidão; trambique na mãe-da-rua, era ele; bombinha em buraco de muro, também; pipa desalinhada, batata!

Bidão soltava pipa com Gustão. Era a única diversão daquele magrela com a boca cheia de dentes. Gustão, que morreu de tiro depois da adolescência, compreendia Bidão. Era seu amigo, fiel escudeiro, parceiro de tardes vagabundas.

Mas o restante da turma não gostava de Bidão. Alguns tinham até palpite: olhar perdido, cabelo despenteado, camisetas amareladas, unhas não aparadas, Bidão era meio pinel.

E as brigas, uma a cada hora, reforçavam a suspeita. Todo mundo se dava bem. Tirando alguns arranca-rabos, havia paz. Mas com ele por perto, confusão.

Comigo, no entanto, não colava. Apesar de reconhecer os desatinos de Bidão, não conseguia enxergar nele um garoto ruim. Era o jeitão. Transtornado pela rotina difícil em casa, carente de pai, carente de mãe, complexado. Sabe-se lá. Pra mim, Bidão era inocente de todas as acusações.

O tempo passou. Hoje, ninguém mais sabe dele.

Há quem diga que foi embora pra Sertanópolis. Outros sustentam que Bidão montou uma oficina mecânica. Também orbita uma tese segundo a qual ele nunca existiu. Era fruto da imaginação da turma,  um personagem dos nossos encontros vespertinos na Rua Serra do Cantú. 

Outro dia, um rapaz que trabalha na TV disse que conheceu um certo Bidão lá no Jardim Bandeirantes. E as descrições bateram: chutava com os dois pés, tinha cabelos sujos e, de vez em sempre, parava sozinho e olhava para o nada durante minutos sem dar pistas sobre os pensamentos. 

Esse cara é o Bidão. Só pode ser!

Tomara que Bidão ainda exista. Tomara que tenha montado uma padaria. Nela, Bidão poderia muito bem produzir sonhos. 

Estaria fazendo o que gosta. Estaria feliz. Finalmente feliz!</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/06/19/bidao/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>&lt;b&gt;Aconteceu&lt;/b&gt;</title>
            <pubDate>Wed, 04 Jun 2008 14:06:45 -0300</pubDate>
            <description>Vocês não vão acreditar no que vou dizer! Não vão!
Imaginem vocês que a minha vida voltou a ser aquela. É, aquela de antes. 
Não sou mais um homem casado. 

O capítulo "Casado e bem" chegou ao fim. Na verdade, este capítulo foi uma deslavada mentira que morreu de nove meses. (verdade...mentira...balance rapidamente o polegar e o indicador).

Pois é, minha gente. Agora, é deixar o sol queimar a marca da aliança. Com o tempo, a marca desaparece. Essa e outras, é o que estão me dizendo.
Duro é acreditar. Porque o peito, ameaçador, voltou a disparar chantagens das mais assombrosas. A angústia desembarcou neste aeroporto caótico que é a minha existência. E, ao que parece, a conexão vai atrasar.

E enquanto a angústia não vai embora, fica instalada em minha cachola a tristeza cujo tamanho eu não tenho talento para descrever. Devastadoras são as sensações de impotência diante da dor consolidada.

Voltou a vontade de dormir 23 horas por dia. Está estabelecido aquele momento em que a crise parece ter chegado pra ficar. Haja lágrimas e desamparo.

Não, não dá pra pensar nos benefícios da liberdade. Passeios, noitadas, farra, descompromisso. Já havia perdido a sede por isso tudo, acreditem. 

Por enquanto, amigos, vocês terão que esperar. Terão que me ouvir. Me aguentar. 
Que as doses de Pondera se encarreguem do resto. E que não demorem a fazer efeito.

Será preciso refazer o penteado, juntar os cacos e trocá-los por um sorriso qualquer.
Mas eu ainda não o encontrei.


  
&lt;i&gt;Tentativa&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;: &lt;b&gt;"Você precisa fazer aquilo que pensa que não é capaz de fazer" - Eleanor Roosevelt &lt;/b&gt;</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/06/04/aconteceu/</link>
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            <title>Olha só</title>
            <pubDate>Wed, 21 May 2008 17:36:56 -0300</pubDate>
            <description>&lt;img src="http://static.tipos.com.br/media/363/20080521-cham.jpg" width="550" height="740" alt="null" title="null" /&gt;


Ela quer ser apresentadora de TV. Hoje, é repórter de um programa chamado Clube do Champagne. Será que alguém já estourou um pra ela?</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/05/21/olha-so/</link>
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            <title>Antes da morte</title>
            <pubDate>Sat, 19 Apr 2008 17:03:33 -0300</pubDate>
            <description>Como Alexandre e Anna Carolina mataram 

FATO: Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acompanhados dos dois filhos e de Isabella, participaram de uma festa no prédio onde moram os pais de Anna Carolina, em Guarulhos. A comemoração se deu por volta das 21 horas no salão de festas. Em dado momento, Nardoni se enfureceu com o que seria uma má-criação de Isabella. Gritou com ela e lhe deu um safanão. A menina caiu no chão. Ainda nervoso, ele disse à filha chorosa: "Você vai ver quando chegar em casa"

EVIDÊNCIA: câmeras do prédio dos pais de Anna Carolina registraram imagens de Isabella brincando na festa. A agressão de Nardoni foi presenciada por convidados que prestaram depoimento à polícia

FATO: já no carro, de volta para casa, Nardoni e Anna Carolina começaram a espancar Isabella. A madrasta asfixiou-a a ponto de a menina desmaiar. Quando chegaram ao prédio, Isabella sangrava. O casal embrulhou a menina em uma fralda de pano para evitar que o sangue pingasse no trajeto até o apartamento

EVIDÊNCIA: a convicção de que Isabella já subiu ferida se deve ao fato de a perícia ter detectado marcas de sangue no carro de Nardoni. O DNA do sangue é o mesmo de Isabella. Também foram encontrados no carro fios de cabelo da menina com bulbos. Isso significa que ela teve os cabelos puxados com força. O tamanho das marcas no pescoço de Isabella é compatível com o das mãos de Anna Carolina. A polícia encontrou a fralda que foi usada para envolver a menina lavada e pendurada no varal do apartamento - mas ainda foi possível encontrar vestígios de sangue.

FATO: o casal entrou em casa com Isabella no colo de Nardoni. O sangue começou a pingar já no hall do apartamento

EVIDÊNCIA: a perícia detectou marcas de sangue de Isabella em vários lugares: no hall, na entrada do apartamento, no corredor, no quarto da menina e no quarto dos irmãos. Também havia sinais de sangue na sola do sapato de Anna Carolina

FATO: Anna Carolina e Nardoni iniciaram uma feroz discussão. Decidiram, então, simular um crime cometido por um suposto invasor. A polícia não encontrou indício nenhum da presença de um terceiro adulto no apartamento

EVIDÊNCIA: vizinhos relataram à polícia ter escutado gritos e palavrões proferidos por Anna Carolina

FATO: com uma faca e uma tesoura, Nardoni cortou a tela de proteção do quarto dos meninos. Antes disso, limpou com uma toalha, que depois foi lavada, o sangue que escorria de um corte na testa de Isabella

EVIDÊNCIA: a perícia encontrou resíduos de tela na roupa que Nardoni usava naquela noite e vestígios do sangue de Isabella na toalha lavada e pendurada no varal

FATO: Nardoni jogou a filha pela janela

EVIDÊNCIA: a perícia concluiu que é do seu chinelo a pegada encontrada no lençol da cama próxima à janela. Ele apoiou um dos pés na cama para lançar a filha. O buraco está a 1,60 metro de altura do chão, altura aproximada de Anna Carolina. A perícia concluiu que só alguém mais alto do que ela, como Nardoni, teria força suficiente para erguer Isabella, que pesava 25 quilos e media 1,13 metro de altura, até o buraco na tela

FATO: assim que Isabella caiu, Anna Carolina telefonou para o pai. Em seguida, Nardoni ligou para o seu e só então desceu para ver a filha caída

EVIDÊNCIA: os registros das ligações feitas pelo casal mostraram que não houve tentativa de pedir socorro médico. O resgate foi solicitado por vizinhos

FATO: Anna Carolina desceu em seguida, com seus dois filhos, e começou a gritar que o prédio não tinha segurança. Dirigiu palavrões a todos à sua volta e chamou o marido de "incompetente"

EVIDÊNCIA: vizinhos relataram a cena em depoimento à polícia

FATO: os bombeiros chegaram e tentaram reanimar Isabella. A menina foi declarada morta a caminho do hospital


Fonte: Revista Veja</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/04/19/antes-da-morte/</link>
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            <category />
            <title>Ponta Porã</title>
            <pubDate>Thu, 20 Mar 2008 12:14:38 -0300</pubDate>
            <description>"Princesinha dos Ervais" 
  

Aniversário 18 de julho de 1912 
Fundação 25 de março de 1892 
Gentílico ponta-poranense 
Lema  
Prefeito(a) Flávio Kayatt (PSDB) 
Localização 
 
22° 32' 09" S 55° 43' 33" O22° 32' 09" S 55° 43' 33" O 
Estado  Mato Grosso do Sul 
Mesorregião Sudoeste de Mato Grosso do Sul 
Microrregião Dourados 
Região metropolitana  
Municípios limítrofes Norte: Antonio João, Bela Vista, Jardim e Guia Lopes da Laguna 
Sul: Aral Moreira e Laguna Caarapã

Leste: Dourados e Maracaju

Oeste: Paraguai
 
Distância até a capital 328 quilômetros 
Características geográficas 
Área 5.328,621 km² 
População 72.206 hab. IBGE/2007 MS: 5º 
Densidade 13,55 hab./km² 
Altitude 655 metros 
Clima subtropical 
Fuso horário UTC-4 
Indicadores 
IDH 0,780 PNUD/2000 
PIB R$ 500.246.000,00 IBGE/2005 MS: 7º 
PIB per capita R$ 7.445,00 IBGE/2005 
 
 
Ponta Porã é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul. Potencial de consumo (2005): 0,03%.

 

Território
Constitui uma conurbação internacional com Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Está situado no sudoeste do estado, na fronteira com o Paraguai. Tem como atividades econômicas a pecuária, agricultura, extração de madeiras.

O município de Ponta Porã, localizado a Oeste do estado de Mato Grosso do Sul - na região Centro-Oeste do país-, faz divisa com a cidade de Pedro Juan Caballero, no país vizinho Paraguai, com quem mantém um forte laço comercial, social e cultural.

Temperaturas médias anuais - mínima de 16ºC a 5ºC e máxima 27ºC a 30ºC.

Tem em sua vegetação a predominância dos campos limpos como característica do município, formado por grandes áreas de gramíneas rasteiras, constituindo as famosas pastagens naturais, com latosolo vermelho escuro com predominância de latosolo roxo, em suas imediações.

A região atual de Ponta Porã era local de parada de carreteiros que faziam o transporte de erva-mate. Em 1892 chegou ali a Guarnição da Colônia Militar de Dourados para proteger a região. Tempos depois formou-se o povoado denominado Punta Porã, que foi crescendo. Em 1912 foi elevado á município e cidade. De 1943 a 1946 foi capital do território de Ponta Porã, que, formado também por outros municípios vizinhos, existiu durante aquele período.ponta porã e um municipio que os turistas gostam porque la as coisas sãobaratas.


Ensino Superior 
Atualmente o município conta com uma universidade estadual, a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e quatro faculdades:

Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Ponta Porã;[1] 
Faculdade de Ciências Contábeis de Ponta Porã[2] 
Faculdades Integradas de Ponta Porã; 
Faculdade de Ponta Porã 

Turismo e cultura
No turismo o município de Ponta Porã, vem focando a interação entre a população local e os seus visitantes, tendo como objetivo central a expansão do turismo na fronteira de forma equilibrada respeitando a natureza de toda região. As opções de lazer vão desde o turismo de compras com uma fronteira seca, onde é só atravessar a linha internacional e estamos no Paraguai (Pedro Juan Caballero), desfrutando de um comércio diversificado desde bebidas, roupas, eletrônicos etc, passando pelo Cassino Amambay com salão de jogos para que o turista possa ter um momento de alegria e descontração. O centro da cidade recebeu nova iluminação ornamental, incrementando o passeio e o lazer noturno.

Ponta Porã dispõe de uma boa rede hoteleira, com capacidade de 1.189 leitos, que oferecem hospedagem de qualidade com uma rica variedade gastronômica. Seguem ainda sugestivos passeios ecológicos e diversões que atraem turistas de todo o país e do mundo como: ricos riachos, quedas de água, muito verde, cercado de serros no lado paraguaio, onde o visitante pode optar entre uma boa pescaria ou cavalgadas turísticas por fazendas, desafiar trilhas, paredões, praticar trekking e rapel, um passeio cultural também pode ser interessante, pois o município conta com um museu que narra a história do ciclo da Erva Mate, a Colônia Militar dos Dourados que narra a história da guerra da Tríplice Aliança, e ainda no lado paraguaio um parque ecológico que guarda vestígios de uma antiga civilização das cavernas com inscrições rúnicas na localidade de Gasory e no Parque Nacional de Cerro Corá, um local aprazível com estrutura para acampamentos, banhos de rio, passeios e visitas aos monumentos dos combatentes da Guerra Del Chaco.


Fonte: Wikipédia</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/03/20/ponta-pora/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Coisas realmente importantes</title>
            <pubDate>Thu, 24 Jan 2008 00:23:13 -0200</pubDate>
            <description>O futebol é mesmo incrível!!
Acabo de vencer a Itália. 3 a 1. Atuações incríveis de Ronaldo Fenômeno e Zé Roberto. Do lado de lá, Pirlo fez um golão de falta. 
Mas minutos depois encarei a China. E Kaká, anulado por um tal de Joy Raisun, não foi visto em campo. E o resultado foi um deplorável 0 a 0.
Winning Eleven é a mesma coisa que a vida.</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/01/24/coisas-realmente-importantes/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>VAMO MEU TIME!!</title>
            <pubDate>Thu, 10 Jan 2008 00:46:45 -0200</pubDate>
            <description>Nossa oposição tá ARREBENTANDO!!! Tá o Ronaldo em 2002!! Tá o Capeta!!
Primeiro, derrubou aCPMF. E agora inventou uma febre. E não é qualquer febre.  É uma febre amarela! 

Agripino Presidente! Graças a Deus</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2008/01/10/vamo-meu-time/</link>
        </item>

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            <title>Algumas e o Scada grávido</title>
            <pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:04:24 -0300</pubDate>
            <description>Hoje de manhã entrevistei o astronauta Marcos Pontes. Perguntei se ele se incomoda com o fato de ter virado refém da viagem espacial. Ele disse que não. Mas depois deixou escapar que não vê a hora de voltar para perto das estrelas. No fundo, deve estar de saco cheio...das perguntas em palestras e coletivas. E das manchetes do nosso enjoativo noticiário.


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Dona Lourdes tem 83 anos e três tombos dentro de casa. Foram todos no ano passado. Agora, os filhos instalaram apoios de mão pelas paredes do amplo apartamento na região central. Dona Lourdes não cai mais. E não sossega o faixo. É direito dela perambular da sala pro quarto. "Na rua, não vou mais. Lá só tem calçada esburacada e gente grossa".  Quem sabe, sabe.


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Meu amigo Emerson Dias, o Scada, vai ser papai. Nascerá um(a) Scadinha. Agora, a família sobe. O Scada sempre foi maluco por quadrinhos, LPs, vídeos velhos, curiosidades a respeito de personalidades do cinema. Também era maluco pelo Benê, grande amigo nosso. O Benê tem que saber dessa notícia, Scada. Tem que saber. Ele mandará talco e fraldas pra te salvar.


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3 profissionais falaram ontem no curso de Direito para Jornalistas. Dois advogados  e um promotor. Os dois criminalistass pediram reformas que agilizem processos e tornem a Justiça algo visível. Desde que as mudanças não apressem os processos contra os clientes deles, claro. Nada de errado até ai. Afinal, Direito é Direito.  Ah, o promotor disse que é movido por ideal, só ideal. Quase pedi o salário dele pra mim. Desisti da idéia com medo de ter meu telefone grampeado.


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Nunca vi o jornalista Renato Maurício Prado acertar uma análise de  futebol. E todos os dias ele tenta. O que ele sabe é "secar" o time dos outros. Secou o Santos algumas vezes. E com uma irritante eficiência. Reze, Renato, pra não me encontrar num elevador!!


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Laura, minha sobrinha de Curitiba, encasquetou que eu sou a solução para todos os problemas. Dia desses, me contam, sacou o telefone de casa para protestar contra uma cama nova  imposta pela mãe que, sei bem, é uma adorável ditadora. "Tio Bé, não quero dormir na cama". Coitada, falou sozinha. Ainda não sabe digitar o número do meu celular. Tio Bé vai aí pra te salvar


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Está quase na hora de Paulo Antônio se casar com Rosângela Valle. Já comprei sapatos novos e também um cinto. E o figurino está em vias de ficar prontíssimo. Terno preto, camisa branca e gravata prata. Padrinho, estarei no altar. Não vou levar lenço. Mas se chorar, o noivo me socorre.</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2007/10/26/algumas-e-o-scada-gravido/</link>
        </item>

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            <category />
            <title>&lt;b&gt;Joel se foi&lt;/b&gt;</title>
            <pubDate>Thu, 16 Aug 2007 13:48:14 -0300</pubDate>
            <description>Joel Silveira se foi ontem, aos 88 anos de idade.
Brilhante jornalista, correspondente de guerra, afiadíssimo, a Víbroa se foi depois de 74 anos de carreira. 
Que repórter não gostaria de ter feito o que Joel fez pelo jornalismo?
E que repórter ainda fará algo parecido com sua obra jornalística?

"A Víbora" foi dar plantão em outra sucursal.

Para matar a saudade, uma frase de Joel sobre Brasília. Foi extraída de um texto em homenagem a ele ontem, no Jornal da Globo:
&lt;i&gt;
Eis aqui um mistério, e dos mais intrigantes: com tanta sujeira, e de toda espécie, espalhada por aquelas bandas, por que é que só muito raramente se vê um urubu no céu de Brasília?" &lt;/i&gt;</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2007/08/16/joel-se-foi/</link>
        </item>

        <item>
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            <title>&lt;b&gt;Fim de semana no Rio&lt;/b&gt;</title>
            <pubDate>Mon, 06 Aug 2007 12:34:50 -0300</pubDate>
            <description>Foram os mesmos taxistas simpáticos. Exceto um que, do Tom Jobim a Ipanema, me levou 72 reais! Isso mesmo, 72 reais! Foi na chegada ao Rio, na sexta-feira à tarde.  "Ele te essscalpelou...porra...o cara te essscalpelou, amigo....tinha que cobrar, no máiximo, 38...meissmo com o Pan!!", alertou-me outro taxista.  

Tirando este, os outros - todos - foram muito amáveis e gentis. Me contaram sobre o Complexo da Maré, na Linha Vermelha. Disseram que os tiroteios que a gente vê na Globo não acontecem todos os dias e horas. "Tá vendo, porra? A gente tá passando aqui, norrmal...norrmal...porra... À noite, claro, é maiss perigoso, porra...mass também não é aquilo tudo toda hora, porra! 

E de sexta á noite até domingo de manhã cheguei àquela mesma óbvia e inevitável constatação da viagem anterior: a de que a violência que a gente vê na  TV é muito mais assustadora do que a real. A violência da telinha não nos deixa acreditar que as pessoas possam viver normalmente no Rio de Janeiro. 

Elas conseguem.

Por lá tomei taxis,  cerveja e chopp, jantei em Copacabana, andei pela Vieira Souto. E estava sem parceiros. Saía do trampo, rumava para o hotel, tomava um banho e...rua. Sozinho. Em Ipanema.

É claro, não fui à Zona Norte. Não subi o morro. Não! Estes são lugares realmente perigosos. Mas quem mora em outros estados, contaminado pelo noticiário, acha tudo um Inferno. 

Não é.

O Rio é lindo. E as pessoas vivem lá.  Andam de taxi, fazem compras, discutem no trânsito, tomam chuva. 

Eu moraria lá...fácil fácil.

Na próxima, vou falar um pouquinho do plantão, da maluquice extremamente organizada que é a emissora...das figuras que vi e da chuva, que não deu trégua um minuto sequer...Só mesmo a minha presença pra amarrar a cara do tempo por todo um fim de semana...no Rio de Janeiro!

Tá maluuuco??</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2007/08/06/fim-de-semana-no-rio/</link>
        </item>

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            <category />
            <title>Lilson Sérgio Fiorillo</title>
            <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 00:14:09 -0300</pubDate>
            <description>Oww irmãooooooo. carai irmão. o negócio virou grandão irmão. nervoso demais. Os cara ficaram de quebradinha irmão e bateram o sapo rapidinho sem tempo pra eu escapar. Merda! Liguei procê irmão, mas deu tu tu tu... foda irmaõ. mas é nóis. tranquilo q eu aciono o plano B. fica frio. já nos falamos. beijão irmãoooo.</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2007/07/16/lilson-sergio-fiorillo/</link>
        </item>

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            <category />
            <title>Eu te amo meu Brasil!!</title>
            <pubDate>Mon, 16 Jul 2007 00:01:42 -0300</pubDate>
            <description>Edición Impresa Tapa Edición ImpresaEscríbanos Ediciones Anteriores Foros Búsqueda avanzada Estadísticas Noticias RSSInicioTítulosServicios 




 


ARGENTINA 0 - BRASIL 3
Tristeza sin fin 





El compacto del partido. (TN) 
1

4' PT: J. Baptista engancha ante Ayala y la clava al ángulo. Brasil 1 a 0. (Mitre) 1 de 3 

Por Facundo Quiroga, enviado especial a Venezuela
La Selección no le encontró nunca la vuelta al partido y cayó sin respuestas ante el equipo de Dunga. Julio Baptista abrió la cuenta temprano, Ayala aumentó en contra y Alves selló la goleada en el complemento. El conjunto de Basile tuvo momentos de brillo en la Copa América, pero al igual que en 2004 perdió la final contra su máximo rival.</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2007/07/16/eu-te-amo-meu-brasil/</link>
        </item>

        <item>
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            <title>Festa Junina</title>
            <pubDate>Fri, 13 Jul 2007 19:07:10 -0300</pubDate>
            <description>Alguém aí já viu algum cartaz de festa junina ou julina que não esteja escrito em caipira? E outra: alguém já viu algum caipira falando do jeito que está escrito nestes cartazes?

Desde que eu sou eu, desde que o mundo é mundo, desde que caipira é caipira que os cartazes são sempre cheios de tamu organizanu uma festança junina, nóis vai juntá tudu mundu pa festejá invorta da fuguera, vai tê minduim e cumida de tudu tipu, nóis vai dançá, festá, pulá, sortá rojão...

Como diria o Pedro Briguet, passa amanhã!

Eu fui convidado agora há pouco pra uma festa dessas. Vai ser aqui nos fundos da TV. Já imaginou chegar aqui e encontrar todo mundo falando desse jeito? 

-Ê, Marcelo, que bão que ocê vei!
-Nóis tava esperano ocê, uai!
-Vamo logo dançá lá na quadria!. 

Craro que eu num vô nem passá perto dessa festança no arraiá. Deus me livre, sô!!</description>
            <link>http://rocha.tipos.com.br/posts/2007/07/13/festa-junina/</link>
        </item>
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