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        <title>silvio</title>
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        <pubDate>Mon, 02 Apr 2007 00:28:32 -0300</pubDate>
        
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            <title>DEVER CUMPRIDO. FAIXA CARIMBADA!!</title>
            <pubDate>Mon, 02 Apr 2007 00:28:32 -0300</pubDate>
            <description>O TRI do MUNDO é mesmo demais. No primeiro jogo em que o Palmeiras joga como campeão mundial (Torneio "Era uma Vez" - 1951), o São Paulo tratou logo de mostrar seu poderio e sua supremacia. Tascou um 3 x 1, mais uma vez com direito a golaço, e de quebra contribuiu para eles permanecerem na fila, 10 anos sem ganhar um paulistão e 10 anos sem vencer o Tricolor TRI do MUNDO em paulistões. Na verdade, deu a lógica.
SÃO PAULO 3 X 1 PALMEIRAS

SÃO PAULO - TRI MUNDIAL.
Ninguém me contou. Eu vi!!!</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2007/04/02/dever-cumprido-faixa-carimbada/</link>
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            <title>SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE</title>
            <pubDate>Tue, 20 Feb 2007 03:49:13 -0200</pubDate>
            <description>ÍNDICE
Apresentação
Prólogo – 43 anos de alegrias
A iniciação com o futebol
O início do amor Tricolor
O futebol e o lúdico
Tapete cinza
Arrependimento e lição
Mudanças
O Tricolor em Londrina
O menino futebol
O começo das grandes glórias
Sérgio Bernardino
Os porquinhos pagam seus pecados
A assimilação
Ladralat
Choque-Rei em Londrina
Às vezes dá certo
Um prato que se come frio
Campeão da década
Campeão o ano inteiro
Anos – 90 O melhor estava por vir (Telê Santana)
A primeira vez, a gente nunca esquece
Ao mestre com carinho
Bi Mundial – ninguém superior ao Tricolor
Espancando a marginália
O “apito amigo”
Uma casa para os descamisados
Trucidando a marginália
Humilhando a marginália
Desesperar-se com o sucesso alheio
Tri Mundial – simplesmente supremo
Tricolor acima de todos – S.P.F.C. (4-3-3)
Carta de um são-paulino
Tirando a barrigada do peixe
Morumbi
Laudo Natel
Laudo Natel e o Morumbi
Cícero Pompeu de Toledo, Morumbi, MorumTRI e MundoTRI
Entrevista com Laudo Natel
S.P.F.C. Extra Campo
Torcedores famosos
Estatísticas - A Busca da perfeição
Ranking’s
Epílogo (Futebol Também É Cultura)

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APRESENTAÇÃO
Da séria série “Posts Longos Pacarai” apresento aos Tipos e aos meus amigos, parentes e chegados o novo longo post São Paulo Futebol Clube. É longo porque gosto de fazer assim. Quem quiser saber vai perder meia hora lendo. Os mais interessados vão perder uma hora e meia porque vão poder conferir o que digo através de diversos links que disponibilizei durante o transcorrer do texto. Dias e dias de inspiração, para falar e ainda ficar devendo ao grande Tricolor, e de pesquisas para não passar por falastrão sem propósito, foram consumidos de minhas modestas férias para a construção deste Documento. Este texto é para divertir, brincar, zoar, não é para irritar, ofender, magoar. É para informar, dar conhecimento, embasar discussões. É pra contar um pouco de história, da minha história, da história do Tricolor. Se você é incapaz de ler algumas das brincadeiras que vou fazer a meus amigos palmeirenses, corintianos, santistas (porcos, gambás e baiacus) e outros times inferiores ao grande São Paulo Futebol Clube, saia agora! Não leia! Comentários raivosos e mal educados serão descartados (Vá falar mal do São Paulo e me xingar no seu blog hehehe). Na verdade é uma gozação em cima de meus amigos, parentes, conhecidos e chegados que torcem para qualquer coisa e não têm o bom gosto que eu e mais 14 milhões de pessoas temos. O texto contém palavrões que de forma alguma quero generalizar para quem quer que seja. A intenção é, embora quase tudo seja a mais extrema verdade com algum exagero por conta da ironia, do bom humor e da “liberdade poética”, apenas brincar com meus camaradas que não torcem pelo glorioso, triunfante, magnânimo, estupendo, altaneiro, brilhante, super, hiper, ultravencedor, o simplesmente insuperável campeoníssimo Tricolor TRI MUNDIAL, melhor time do Brasil, respeitadíssimo no mundo inteiro, São Paulo Futebol Clube. Como não só os meus amigos e conhecidos é que vão ler esta história é que peço a compreensão, e espírito esportivo acima de tudo, do leitor desconhecido, para que entenda isso e não perca seu tempo com ofensas, pois nada atinge quem está no topo hehehe. Além do que, como já avisei, comentários doentios, perturbados e que descambarem para a baixaria serão descartados. Este texto não foi escrito para provocar, brincar ou zoar com a sua cara. Como está em um blog e é público, certamente quem eu não conheço também vai ler. Aceito discutir as proposições, mas sem partir para a baixaria, visto que embora o São Paulo seja mesmo o melhor time do mundo, não é ele quem põe comida na minha mesa, muito menos paga as minhas contas. Aliás, este time até hoje só me deu despesas hehehe. Relata, de forma mais ou menos a respeitar a cronologia de fatos, mas sem precisão cirúrgica alguma, a trajetória do melhor time do mundo com a vida deste que escreve.
 
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PRÓLOGO (43 ANOS DE ALEGRIAS)
Nasci em Londrina, em fevereiro de 1964, sob o signo de Aquário, na Era de Aquarius. Acredito piamente que vim a este mundo predestinado a ser um torcedor FELIZ E SUPERIOR. Uma coisa escrita nas estrelas. Estrelas...estrelas...hummm... Esse assunto é bem interessante mesmo. Bem por isso que sou são-paulino e no decorrer deste texto mostrarei e provarei inexoravelmente esta constatação.

Minha casa tinha televisão, desde meses depois que a tevê chegou em Londrina, lá pelos idos de 1963. Meu pai comprou para minha mãe poder se distrair enquanto me aguardava nascer e já cuidava de uma criança de seis anos, meu irmão. Naquele tempo em que eu comecei a prestar um pouco de atenção à tevê (1968-1969), a TV Coroados, fundada em 1963, a primeira do interior do Brasil, e então afiliada da Rede Tupi, só começava sua programação às quatro e meia da tarde. Era só desenho animado. Gasparzinho (da série antiga), Mister Magoo, e as séries Daniel Boone, Forte Apache, Batman, Bonanza, Viagem ao Fundo do Mar, etc. Lembro que à noite, a linda Eva Wilma fazia as “Confissões de Penélope”, embora eu não entendesse nada e só achasse aquela mulher linda.

Mas, criança e preocupado em brincar e só brincar, a tevê não me entretinha muito depois dos desenhos. Não tenho memória para muito mais coisa da tevê no início do meu entendimento como gente. Mas, certa vez minha mãe, que deixou de ser professora quando meu irmão nasceu, imbuída pelo seu espírito de educadora, pegou os dois pelas mãos e nos pôs em frente ao aparelho (uma Philco RQ – Reserva de Qualidade).
- Olhem, o homem está chegando à lua.
- Na lua, mamãe?
- Na lua.

E ficamos olhando aquelas imagens confusas, ora congeladas, e demoradas. Não me lembro de nada da narração, mas ficamos olhando.
Alguns dias depois a mesma situação:
- Olhem, o homem está voltando da lua.
Muito mais legal. Aquela cápsula espacial boiando no mar, um helicóptero sobrevoando com um cabo de aço pendurado embaixo com um gancho para engatar a nave. A cápsula içada e transportada. O astronauta depois, a bordo do navio de resgate, sendo recebido pelos seus amigos. Imagina quanta inspiração para desenvolver a imaginação e brincar de astronauta. Aquilo era, na verdade, o mais próximo que um mortal havia chegado perto das estrelas. De todas as estrelas. Bem, isso não tem muito valor se falado para um são-paulino, que conhece bem o que é não só chegar como também possuir apenas três destas estrelas (QUE SÓ NÓS TEMOS) por enquanto: as estrelas mais importantes do universo do futebol em termos clubísticos. Afinal, ser TRI do MUNDO não é para qualquer um hehehe.

Daí, como o lindo skyline de Londrina ainda não era tão recheado de prédios, era possível do quintal de casa avistar os helicópteros, que vinham do aeroporto, transportando até o Centro, como as naves americanas faziam ao içar as cápsulas das Apolos, as enormes antenas parabólicas que fizeram com que o Edifício Cinzia tivesse “bobes na cabeleira”. A cidade estava sendo preparada para melhorar a recepção de transmissões diretas, via microondas e via satélite. Isto iria acelerar o contato de Londrina com o mundo. Tudo chegaria mais rápido aqui.

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A INICIAÇÃO COM O FUTEBOL
Embora tenha crescido com tevê dentro de casa, só fui tomar conhecimento do São Paulo Futebol Clube com meu pai. Ele ficava ouvindo os jogos pelo seu rádio Mensageiro, da Philips, comprado exatamente por causa da Copa de 70, que devia chiar pra caramba também, pois ele ficava com aquele “radião” colado no ouvido e aquela cara de dor, sofrimento, mas que era apenas a cara de quem se concentrava para driblar com a mente a estática das ondas do rádio e entender, entre chiados, o que os “speakers” estavam falando. Meu pai sempre foi do tipo que gostava de ver pela tevê e ouvir pelo rádio, coisa que herdei dele e considero ser bem melhor quando queremos assistir o nosso time com a sensação de estarmos na arquibancada. Ele devia estar sintonizado nas rádios de São Paulo, porque o que não faltava naquele aparelho eram faixas de freqüência. As vezes a narração era local, acho que de jogos do Londrina. Para aquela criança que não entendia nada de futebol, os narradores falavam tão depressa que eu não entendia nada absolutamente. Ficava me perguntando como os adultos conseguiam entender.

Da final da Copa de 70, nada me lembro. O engraçado é que perguntei a eles o que fizemos naquele dia, onde estávamos, e ninguém, nem minha mãe, nem meu falecido pai e nem meu irmão (que já estava com 11 para 12 anos naquela época) souberam dizer. Um mistério. Da Copa de 70 lembro de três coisas: lembro do jogador da Tchecoslováquia que comemorou um gol com o sinal da cruz (ia ser morto pelos comunistas quando voltasse), lembro da minha mãe ajudando meu irmão a soltar uns traques pela janela de casa porque rojões e as bombinhas de 50 e 100 (o traque era de 10, não me pergunte se era referente à potência ou aos centavos que custavam) meus pais não davam, e lembro do meu pai falando que um determinado jogador, de alguma seleção, que não me recordo (lembro mas não recordo, essa é boa) era perigoso porque chutava com os dois pés. Cai bastante no quintal de casa tentando chutar a bola com os dois pés ao mesmo tempo. Faltava jeito, não tinha apoio. Pensava em como o cara era capaz de chutar forte com os dois pés ao mesmo tempo. E só depois fui entender que chutar com as duas era o mesmo que chutar tanto com a direita quanto com a esquerda. Tá rindo do quê? Eu tinha só seis anos.

Depois da Copa, lembro dos comentários sobre a conquista. Tios, primos, gente da escola... mas não me lembro absolutamente de nada daquele dia. Com todo mundo que converso e que tem lembranças daquele dia eu consigo uma resposta. Mas minha família simplesmente não se lembra de nada. Fui tendo noção do que aconteceu com o passar dos anos, pois talvez o ufanismo, incentivado pelos militares (“marco extraordinário, sesquicentenário da independência, potência de amor e paz esse Brasil faz coisas que ninguém imagina que faz...” quem é véio que nem eu, lembra desta musiquinha?), fazia com que os grandes feitos do Brasil fossem sempre reprisados, “recomentados”, revisados... enfim, quem viveu aquela época sabe do que falo deve ter cansado de ver e rever o TRI do Brasil e as incansáveis alusões àquela conquista.

Ainda nesta fase em que não tinha sido revelado para mim que eu seria inevitavelmente um torcedor FELIZ E SUPERIOR, o contato que eu tinha com futebol era um programa dominical da Tupi, com o jornalista Rui Porto. Ele devia apresentar os gols da rodada, fazer os comentários, etc., mas eu só me lembro dos resultados da Loteria Esportiva. Aquilo me chamava a atenção. Cada coluna da Loteria era patrocinada por uma garrafa de bebida. Assim, ele falava o resultado: “tal time 1, outro time 0”. A imagem era cortada para uma moça que falava: “coluna um, Cinzano”, com uma voz sedutora. Novamente cortavam a imagem para uma cartela que ocupava a tela inteira e a garrafinha da bebida era colocada sobre a coluna um daquele jogo. E assim sucessivamente até completar os treze jogos (naquele tempo eram apenas treze jogos na Loteca). Não me lembro qual era a bebida que representava a coluna do meio e a coluna dois, mas deviam ser da mesma empresa. E nem tenho certeza se a bebida era Cinzano mesmo, mas era com bebidas que eles marcavam a cartela da tevê.

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O INÍCIO DO AMOR TRICOLOR
Mas, acredito que foi pelos idos de 1971, ou talvez ainda em 70 (70 ou 71?? Bem, se você quiser tanta precisão assim, vá se catar, pois eu era criança e só com uma regressão vou lembrar) depois da Copa, que um dia vi meu pai com o rádio no ouvido.
- Paiê, que cê tá fazendo?
- Ouvindo jogo. Respondeu franzindo a testa como que para se concentrar e ouvir melhor.
- Paiê, quem tá jogando?
- São Paulo e Corinthians.
- Quem tá ganhando?
- São Paulo.
- Paiê, quem você torce?
- São Paulo.

Minha primeira casa fica na Rua Jorge Velho, na Vila Ipiranga, entre a rua Souza Naves e a Av. Rio de Janeiro. Morar ali era o equivalente a morar, como se dizia antigamente, pra baixo da linha do trem, só que no sentido da zona sul. Não me recordo se foi no mesmo dia, mas naquele tempo, eu já com seis anos de idade, me aventurava a sair sozinho de casa pelas pacatas duas quadras da rua Jorge Velho, onde estava autorizado a circular. Naquele tempo, a Vila Ipiranga era bairro ainda, não era Centro. Carro quase não passava, nem o mundo era esse perigo de hoje. Atravessei a Souza Naves e fui ter com três amigos que moravam na quadra de cima. Todos palmeirenses, se bem que eu nem tinha a noção disso.

- Arrancamos umas bandeirinhas do São Paulo que um homem passou amarrando nas árvores e postes - falou o mais velho, empertigado, com as mãos na cintura, tal um capataz, que já tinha uns nove anos e influenciava os outros dois, que eram irmãos, quase da mesma idade minha, a torcerem pelo Palmeiras.
- Por quê?
- Não é nosso time, arrancamos mesmo.
- Cadê?
- Queimamos - respondeu o indecente mais velho com toda a arrogância de quem achava que tinha feito um grande bem a humanidade.
Na sarjeta, as cinzas, o que sobrou delas. Então, nem todo mundo era como meu pai que gostava do São Paulo.
- Mas vocês não quiseram deixar aí...
- Não, a gente arrancou mesmo, não é do nosso time.
- Vocês não gostam do São Paulo por quê? (pô, é o time do meu pai, pensava).
- Por que a gente é palmeirense - falou o mais velho dos três, mãos na cintura, como um comandante da trupe de cafajestes mirins.
- É, a gente é palmeirense - concordaram os irmãos, dois baba-ovos do idiota mais velho.

Olhei as árvores da rua (magnólias e alfeneiros), que naquela época haviam sido plantadas recentemente e eram pequenas ainda e possuíam uma cerquinha de balaustra ao seu redor. Só havia restado os nós das bandeirinhas, que eles arrancaram porque não conseguiram desamarrar. Aquilo me calou fundo. Queria levar uma para mostrar para meu pai. Seria um troféu de um filho ao pai. Imaginei como ele ficaria feliz. Mas meu coração doía. Pensava na sacanagem que era ter arrancado o que os outros colocaram, na falta de coração e de consideração. Confesso que fiquei chateado e constrangido para reclamar. Eram três contra um, eu perderia. Não tinha nem como bater boca. Mas fiquei com um nó no coração. Engoli calado e nem deixei eles perceberem meus olhos úmidos. Disfarcei. E eles pagariam caro, muito caro, até os dias de hoje. Minhas pragas são terríveis hehehe. Até então, eu gostava do São Paulo. 
Neste dia aprendi que deveria amar e o que deveria odiar.

Talvez o São Paulo tivesse sido campeão naquele dia e o torcedor passou comemorando e embandeirando a área. Talvez só tivesse se classificado para a final, desclassificando o Corinthians (se é que isto aconteceu mesmo no dia em que meu pai disse que os dois jogavam). Sei que me senti injustiçado. Mas era só eu de são-paulino. Depois, umas duas casas pra cima da nossa, veio morar uma família. O garoto, meio ano mais velho que eu, era Tricolor. Não estava mais sozinho.

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O FUTEBOL E O LÚDICO
Fui crescendo e me inteirando de futebol. Meu irmão ganhou um “Estrelão” com dois times de futebol de botão. São Paulo e Palmeiras. Depois, a cada dinheirinho que pintava, ele comprava novos times nas Lojas Americanas. Tinha Santos, Corinthians, Cruzeiro... Todos os times tinham as carinhas dos jogadores em cima dos botões. Sérgio, Arlindo, Terto, Forlan, Paraná, Pedro Rocha, Mirandinha (era do Corinthians ainda), Rivellino, Ado, Baldochi, Eurico, Leivinha, Leão, Dudu, Ramos Delgado, Clodoaldo, Pelé, Edu, Tostão... Que delícia! Passava as tardes jogando, ora com meu irmão, ora com meus amigos. Jogava até sozinho quando não tinha ninguém pra brincar. Inventava campeonatos imaginários, jogos, grandes decisões... É claro que o São Paulo papava todas. Às vezes até com três jogadores a menos. Imaginava batalhas épicas em que o juiz “filha da puta” roubava o São Paulo, expulsava três jogadores e mesmo assim o Tricolor aniquilava os malditos hehehe. Naquele tempo, um jogador era do clube quase que para sempre. Dois, três, quatro anos depois de comprar um time de botão, as escalações ainda estavam valendo porque os jogadores não mudavam de clube como hoje, em que o cara beija o distintivo do clube e amanhã vai jogar nos rivais.

Estudei do pré-primário à 4ª série no Hugo Simas (1969 – 1973). Não me lembro de palmeirenses e santistas comemorando seus Paulistões, de 72, 73 E 74.  Mas lembro da disputa de pênaltis em que o Armando Marques fez uma das maiores burradas da arbitragem brasileira, entre Santos e Portuguesa na final do Paulistão de 73. Talvez porque os campeonatos se decidissem nas férias e eu ainda não estivesse tão "antenado" em futebol ao vivo pela tevê. Preferia brincar com meu Forte Apache ou com os carrinhos Match Box que meu pai, que era viajante representante comercial, trazia a cada vez que ia até Foz do Iguaçu (leia-se Paraguay). O máximo que falava de futebol, no 1º e no 2º anos, era pra encher um sobrinho da professora, a Tia Valderez Penteado. O menino se chamava Vitório, era meio nervosinho, e pra encher seu saco eu vivia repetindo “Brasil 2, Vitória 0”. Sabia que o Brasil “era um time” e inexplicavelmente conhecia, sabe-se lá como, que existia o Vitória (daí a querer saber se era o da Bahia ou o do Espírito Santo, é demais, nem me pergunte). Provavelmente tinha ouvido o nome do Vitória no programa do Rui Porto na tevê.

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TAPETE CINZA
Em 1973, meu pai me levou ao Vitorino Gonçalves Dias para ver uma partida de futebol. Mais precisamente no dia 25 de março. Como eu sei? Tenho um livro do J. Mateus, da Rádio Paiquerê, que traz todos os jogos do Londrina com data e placar. Fui lá, procurei e posso afirmar. Mas, que decepção! Eles jogavam sobre a grama! “Tá louco, e aquele troço cinza que eles jogam em cima, na televisão?” Que estranho foi aquilo para mim. Um sentimento de atraso. “Aqui jogam na grama, em São Paulo jogam naquele negócio cinza, muito mais moderno”. Eu não me conformava, estava decepcionado. Achei que era por isso que mostravam os jogos de São Paulo. “Como é que vão mostrar uma partida na tevê se jogam em cima da grama?” Como comecei prestar mais atenção em futebol, logo fui perceber que a grama na televisão em preto e branco era cinza. Que tonto, os narradores falavam em gramado, só podia mesmo ser grama lá também. Mesmo assim minha decepção foi grande. Achava que tinha que ser sobre uma coisa cinza qualquer, um tapete, um assoalho, qualquer coisa desde que não fosse grama, e que fosse cinza. “Como podem jogar sobre a grama?” E a decepção valia pra todo mundo, até pra Seleção Brasileira.

Mas foi um jogo histórico. O LEC enfiou 4 x 0 no Maringá Esporte Clube (isso mesmo, não era o Grêmio, não). Dois gols do Anderson (Ei ei, vocês se lembram do meu futebol, continua o mesmo, mas os meus cabelos, quanta diferença) e dois gols do Zé Miguel, os dois primeiros de sua carreira. No último, ele driblou o goleiro e “só não entrou com bola e tudo porque teve humildade e GOOOLLL!!!!!!” Zé Miguel foi folclórico. Até hoje há quem ainda grite no estádio, quando o Tuba Tubão tá maus: “tira o Zé Migué... ...põe o Zé Migué”. O placar do VGD, patrocinado pela Skol, que ficava atrás, meio pro lado, do gol de entrada do estádio (mais ou menos onde está hoje), era como se fosse um out-door, mas mais alto e largo. Em letras maiores, no alto, estava lá: LEC 4 X 0 MEC. Em baixo, em letras menores, todos os outros jogos da rodada com seus resultados, na medida em que iam acontecendo. Lembro que tinha um espaço em que o menino que marcava assistia ao jogo e ia mudando os placares assim que saiam gols. E tinha um quadrado vazio para que ele pudesse ver o jogo. Sonhava em fazer aquele trabalho. A partir desta época, meu coração tinha um segundo time. O time da minha cidade. Eu acompanhava quase todos os jogos do Londrina Esporte Clube. Era minha paixão local. Era tão fanático quanto era pelo Tricolor. Mas se tivesse que responder pra quem eu torceria se os dois se enfrentassem, eu logo respondia: pro São Paulo.

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ARREPENDIMENTO E LIÇÃO
Mais ou menos nesta época também, meu irmão torcia pelo São Paulo, mas dava uma fraquejada e torcia pelo Coritiba, que era o representante do Paraná nos Brasileirões. Quando o Coritiba jogava contra outros times, eu até acompanhava e torcia junto (e me arrependo amargamente de ter feito isso um dia na vida. Mas era criança, influenciado pelo irmão mais velho e nem tinha noção do que esta agremiação escrota era. Sabe como é, criança...). Certa vez o São Paulo foi jogar em Curitiba e tomou um quatro a zero. E o filho da puta feliz, ainda ria na frente do meu pai. Não acreditava. Depois, de raiva, torci contra estes pulhas. Meu irmão ficava puto. “Se você torcer de novo pro Coritiba, vai apanhar”. Ele ficou tão bravo comigo que não aceitava mais a minha solidariedade nos jogos do Coritiba. E nunca mais torci por estes babacas. E quer saber?! Graças a Deus!! Estes curitibanos filhos da puta sempre roubaram o futebol do interior do Paraná. Quem é daqui e contemporâneo meu vai lembrar as verdadeiras cirurgias que os árbitros faziam no LEC e nos demais times do interior. Quem não se lembra de Rubens Maranho, Eraldo Palmerini, Célio Silva, Nelson Lenkhul e outras figurinhas carimbadas que garfavam o Tubarão aqui contra os três de Curitiba, principalmente o Coritiba que, nos anos 70, engatou um hexacampeonato consecutivo? E tá cheio de curitibano que não se conforma que nós, do interior do Paraná, não morramos de amor por times de Curitiba, como o interior paulista faz com os grandes, idem no Rio, Minas e Rio Grande do Sul. Era só o que faltava, além de sacanear o interior, eles têm a pretensão de achar que deveríamos torcer por qualquer coisa de Curitiba só por ser do Paraná, como se morrêssemos de amor por eles, como se tivéssemos alguma espécie de ufanismo estadual correndo nas nossas veias. Mas quem eu detesto mais é o Coritiba mesmo, ainda mais que é verde também. Até hoje. Não é uma delícia ver o Giovanni Gionédis afundando o timinho na segundona? E hoje, tenho uma simpatia especial pelo Clube Atlético Paranaense, desde que não enfrente nem ao Londrina e nem ao São Paulo. E meu irmão, finalmente se curou desta doença chamada “ufanismo paranaense”, que a RPC (Rede Para Curitibanos) quer que tenhamos. Depois de ver tanta roubalheira passou também a ter nojo do Coritiba, dos times de Curitiba e tudo o mais.

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MUDANÇAS
Em meados de 1973, nossa casinha de madeira foi ao chão para dar lugar à nova casa de alvenaria. Que baita casa. Fomos morar na Rua Cambará esquina com Mato Grosso, onde depois foi a Polivel – Clínica Veterinária, e hoje é a Clínica do Dr. Jesus Ceribelli, enquanto a baita casa era construída. Como a vida tinha melhorado, fomos estudar no Marista (1974 e 1975). Na nova rua, moravam perto o Compadre Fontana, parente distante de meu pai. Ele tinha seis filhos, quatro homens. Os dois menores, assim como o pai eram são-paulinos. Os mais velhos, pelésistas, ops, santistas. No Marista, tinha o Vítor, Tricolor doente. O resto era tudo palmeirense e santista, na rua e na escola. Quase não se via corintianos, o que acredito era pela vergonha do jejum de títulos. Imaginem, naquela época uma criança nunca tinha visto o Corinthians ser campeão. Ia falar de futebol por quê? Certamente o que imperava ali era a vergonha. Tinham mais é que ficar enterrados num buraco, que nem tatu hehehe.

Mas daí comecei a vivenciar as discussões sobre futebol. Conheci a infame frase “que time é teu” e a invariável resposta “bateu na trave e entrou no teu”. E dá-lhe discussões sobre quem era melhor, quem ia ganhar. O Palmeiras tinha a tal Academia. Logo passou a ser o maior rival meu também, porque do Tricolor sempre foi. E como torcedor de time que ganha muito é chato. Eles eram terríveis. Meus amigos eram quase todos palmeirenses. Ô raça lazarenta de agüentar. O Palmeiras reinava quase absoluto. O Santos, sem Pelé, entrava no seu quase interminável fim de feira de quase trinta anos de duração (mais pra frente vou desmistificar algumas lendas sobre este timinho). Quando o São Paulo perdia pro Palmeiras, minha vida virava um inferno. Eles eram nojentos, arrogantes, implacáveis E naquele tempo era infernal, só dava o tal Verdão, a Academia. Mas as décadas de vacas magras e desonras esmeraldinas não tardariam a começar hehehe. Que deleite! Logo, logo chegaremos nelas.

Como ia ter a Copa da Alemanha, meu pai comprou uma tevê em cores. E a final do Brasileirão de 1973 foi, foi... Choque-Rei - São Paulo X Palmeiras. O empate bastava para o Palmeiras e o jogo foi 0 X 0 no tempo normal e na prorrogação. Pra piorar, meu irmão disse que o juiz tinha um despertador no bolso para acabar o jogo na hora, sem dar nada de acréscimo, que o juiz estava roubando pro Palmeiras. Que desespero... fim de jogo. Daí a imagem do Ademir da Guia comemorando e a música da Copa ao fundo: “...é a camisa 10 da Seleção, laiá, laiá, laiá, laiá,...” Eu chorando, corri pra tevê e dei uma cusparada na tela, em cima do “Divino” e esfreguei a mão. Gritava de ódio, achava que tinha sido roubado. Estava ferido de morte na minha alma Tricolor. Sabia o que viria pela frente, principalmente na escola. Meu pai e minha mãe sorriam ante a minha reação. Não de deboche ou descaso, mas por achar engraçado uma criança reagir daquele jeito. “Se alguém me encher o saco amanhã na escola, eu mato!” Que bosta, o São Paulo perdeu. Meu ídolo primeiro, Waldir Peres, derrotado justamente pelo Leão, aquele filho da puta que ainda por cima era o titular da Seleção, enquanto o querido Waldir era reserva. E meu pai sempre contava esta história de eu cuspir no Ademir da Guia para os outros, a vida inteira, quando o assunto era minha “são-paulinidade”.

Caramba, era o time do meu pai, o meu time então. Meu amor tinha sido ferido de morte. Que desgraça. Meu pai estava triste, imaginava (na verdade o fanático era eu, ele nem se lixava). Hoje sei que, nos primórdios, o amor ao clube era o amor ao paizinho querido. E eu nunca consegui falar isso pra ele. Mas como pai, acho que ele percebia, ou sentia. Minha devoção Tricolor, e a tudo que se referia ao São Paulo, era incontrolável. Eu era um verdadeiro alucinado pelo time, pelo clube, pelas cores por tudo que era correspondente ao melhor time do mundo para todo o sempre, amém. Ele era a razão disso e eu não conseguia por isso pra fora. Nunca consegui exteriorizar isso para o meu pai (“a lágrima é verdadeira”).

Um aparte sobre uma história do meu pai. Certa vez meu pai, um grande homem, me contou como ele, são-paulino, viu uma coisa que poucos torcedores viram. Eles estudava em São Paulo, vindo de Joaçaba, Santa Catarina, em um internato. Quando estava mais mocinho, um amigo dele atravessou a cidade e o levou até um canto distante do Centro. De lá do alto onde estavam, o amigo dele, que era são-paulino também, disse:
- Telmo, lá embaixo, lá onde tem aquele terreno alagado, o São Paulo vai construir seu estádio.
Eles deviam estar lá no alto, perto do atual Palácio do Governo paulista ou perto de onde hoje é o Hospital Albert Einsten.
Meu pai viu uma coisa que poucos são-paulinos viram: o lugar onde hoje se encontra o MAIOR PARTICULAR DO MUNDO, sem nada. Apenas um terreno vazio. Ele veio embora de São Paulo em 1956, e nunca foi ao Morumbi. Mas ele viu o estádio de perto quando meu tio morreu e ele foi ao velório do irmão, na ala judaica do Hospital Albert Einstein.
- De lá deu pra ver, filho.

Retomando. E como eu chorei naquela derrota do Brasil para a Holanda, na Copa de 1974. Culpava o Leão pelo primeiro gol. “Filha da puta (eu sei que o certo, nesse caso é filho da puta, mas eu falava como os moleques falavam, filha da puta), se fosse o Waldir Peres não tinha tomado este gol por cobertura. Nego ruim, tava adiantado, o Brasil perdeu porque o Leão, do Palmeiras, era uma bosta.” Sentiram o grau, né?! Culpei o Leão pela nossa derrota e passei quase que minha vida toda torcendo contra ele. 

No Marista, tinha um menino que era torcedor do Internacional. Conversávamos bastante de futebol. Um zoava o outro. Um domingo, numa destas zebras homéricas, o Tricolor tomou um 3 x 0 do SAAD, desconhecido clube de Santo André, pelo Paulistão. Nossa, güenta sarro. Mas o São Paulo vinha bem na LIBERTADORES* e eu zoava o menino de volta. E por incrível que pareça, sabia que o Tricolor ia bem na LIBERTADORES, mas não sabia mais nada. Muito depois fui ficar sabendo que perdemos para os argentinos do Independiente.
*Obs: daqui pra frente, durante todo este texto, quando me referir ao principal torneio sul-americano de futebol, será sempre em negrito e maiúsculas para lembrar aos corintianos que seu timinho nunca ergueu esta taça e assim sendo, o torneio de verão da TRAFFIC/Rede Globo que eles ganharam em 2000, embora tenha erroneamente o reconhecimento da FIFA, não tem valor algum, principalmente pra quem sabe o que é dar três voltas olímpicas em Tóquio na condição de Campeão Mundial. É FA-JU-TO!!! Mundial de verdade é aquele em participam os campeões da temporada da UEFA e da CONMEBOL. O resto é perfumaria. E pra ser campeão da CONMEBOL, tem que ganhar a Copa LIBERTADORES da América.

Em 1975, já na casa nova, o São Paulo foi Campeão Paulista. Pobre Portuguesa. De volta à Vila Ipiranga, meu vizinho são-paulino ainda estava lá. Depois do jogo, que terminou quase às sete horas, minha mãe me mandou pra missa. Não tinha ido com eles, no sábado, e não pude ficar comemorando muito na rua. Subi correndo pra missa. Passei na casa do meu amigo, nos abraçamos e comemoramos. Saí correndo para a igreja Sagrados Corações, na esquina da Mato Grosso com a JK, com o punho cerrado e levantado. Foi meu desfile de campeão. Todo suado, que missa o quê? Estava em êxtase. No Marista...ah que segunda-feira! Eu e o Vítor perturbamos geral (torcedor de time que ganha é chato, arrogante... ah, já falei isso, né?!). Eu e meu amigo Colorado do Colégio Marista comemoramos naquele ano os nossos títulos: eu Campeão Paulista, ele Brasileiro.

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O TRICOLOR EM LONDRINA
Em 1976, voltei a estudar no Hugo Simas. Nada de novo no front. Mas reprovei a 7ª série. E o Londrina ganhou uma vaga no Campeonato Nacional. Que maravilha, os grandes times viriam até aqui. A inauguração do Estádio do Café foi demais. O nosso freguês Flamengo iniciaria ali o seu tabu de nunca, jamais, never, ter derrotado o glorioso Tubarão em Londrina. E lá se vão trinta anos. Depois os jogos do campeonato. E não é que o São Paulo caiu na chave do Tuba Tubão?! Meu pai pegou meu irmão e eu, pôs no carro e fomos pro Café. No caminho recomendações para não nos manifestarmos pelo São Paulo. Medo de encrenca, confusões, aquelas coisas de ignorantes em campo de futebol. Que nada, imagina que eu não ia torcer desesperadamente para o Tricolor. No Estádio, só três pessoas assumidamente torcendo pelo São Paulo: eu e dois outros londrinenses que ostentavam, cada um, uma bandeira do Tricolor, mais ou menos perto da gente. Fui junto com meu irmão conversar com os dois antes do começo do jogo. Eles estavam meio ressabiados, temerosos, mas assumiam o amor ao clube. Um deles era funcionário, salvo engano, do Iate Clube. 

A cada ataque do São Paulo eu ia levantando... “vai, vai...uhhh”. E meu pai me segurava, me puxava pra sentar. “Cala a boca, moleque, senta aí que ainda vão tacar mijo na gente”. Um vendedor de Saci (quem de Londrina não lembra do Refresco Saci, vendido em saquinhos hermeticamente fechados e que tinha aquele canudinho embutido?!) dizendo: “é só pagar que eu mesmo jogo refresco naqueles dois”. “Que lixo! Só podia ser corintiano, palmeirense ou santista, o filho da puta”. No final, um 0 X 0 que valeu por vermos de perto os jogadores Tricolores que logo iam nos dar alegrias. Que satisfação ver o Waldir Peres, o Chicão, Arlindo, Dom Pedro Rocha... todos jogadores do meu time de futebol de botão.

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O MENINO FUTEBOL
Fiz de novo a 7ª série em 1977 e fui tão bem que mesmo saindo de licença médica no último bimestre, por conta de uma hepatite B, passei de ano. Doente em casa, de repouso absoluto, mergulhei de cabeça no futebol. Meu pai me comprou uma tevê Philco portátil, daquelas tipo bolinha, amarela (minha cor preferida). Deveria ficar em repouso absoluto por 60 dias. Ficava isolado no quarto, deitado dias e noites sem fim, sem visitas. Esperava contando as horas para chegar domingos de tarde e quartas-feiras de noite para ver futebol na tevê. Tudo que eu usava era separado. Tudo que eu tocava era esterilizado. Sem amigos, sem papai, sem mamãe, sozinho, sem ninguém. Imagina um garoto que gostava de jogar bola da hora que levantava até a hora de ir dormir, 13 para 14 anos, de repouso absoluto, sem um amigo pra conversar. Pensava apenas em correr, jogar futebol, mas não podia. E modéstia à parte, eu era bom de bola, hein?! Por conselho de meu pai, chutava com as duas e bem e forte. Tinha dois canhões nos pés. Onde eu acertava a bola, não nascia mais cabelo. Fiquei quase dois meses, deitado, tomando chá de picão (arrgh! E aquela droga de chá de picão não é remédio merda nenhuma, é lenda de matuto pra curar “tiriça” ou icterícia e nem isso faz) apenas pensando em futebol. Quando pude sair para a vida normal novamente, voltei para a cama porque depois da alta logo fui jogar bola e tive uma recaída. Era pra ficar seis meses sem atividade física e eu não quis nem saber, fui correr atrás da bola. 

E pra tristeza do Brasil, o Corinthians finalmente saiu da fila. Vinte e três anos de humilhações terminavam com a ajuda do árbitro Dulcídio Wanderley Boschilla que conseguiu expulsar o atacante Rui Rei, da Ponte Preta, com menos de dez minutos de jogo, na finalíssima. E no ano seguinte, Rui Rei era jogador do Corinthians. Coincidência, não?! Algum desavisado pode pensar que a MSI já era parceira do Corinthians desde aqueles tempos. Detalharei isto em momento oportuno mais adiante.

Meu pai e meu irmão iam ao campo ver o Londrina no Brasileirão de 1977. Eu ficava em casa doente, ouvindo pelo rádio. Quando não passava jogo na tevê, ficava grudado no rádio. Depois ouvia os comentários, as análises, o balanço esportivo com todos os resultados e alguns detalhes, até a programação esportiva acabar (e infelizmente uma hora acabava). Era futebol, futebol, futebol, futebol... Também acompanhava o futebol pela Folha de Londrina e ainda me traziam as Revistas Placar. Eu sabia tudo, de todos os times. Elencos, titulares e reservas. Nomes de juízes, nomes de estádios, em que ano cada clube havia sido campeão estadual e nacional, contra quem foram as finais, os resultados. Conhecia o campeonato (e os campeonatos) na palma da mão, os resultados de todas as rodadas, quais os próximos jogos, quem podia ou não jogar, quem estava suspenso, contundido, tudo, tudo, de fio a pavio. Eu era completamente futebol.

Como o calendário do nosso futebol era uma aberração, o Campeonato de 1977 foi terminar em 1978. Pra coisa ficar mais dramática, o Tubarão Tuba Tubão, depois de uma epopéia na repescagem, se classificou. E foi seguindo no campeonato, que foi afunilando, e o Tuba Tubão foi indo, foi indo... desclassificou o nosso eterno freguês Flamengo, o Santos, o Vasco, o Corinthians e o Caxias e chegou à semifinal. A estas alturas, eu já estava curado da hepatite, e fui ver o Flamengo ser humilhado, com Zico e tudo, pelo Tuba Tubão. Um a zero, gol de Zé Roberto, do meio da rua, pobre Cantarelli. Dois primos do Rio estavam de férias nos visitando. Retribuímos a visita e fomos de volta com eles ao Rio de Janeiro. Lá ficamos até o último jogo do Londrina, a batalha de São Januário.

Minha tia não deixou a gente ir ao jogo, pois desde aqueles tempos, os filhos dos padeiros portugueses já tinham por hábito agredir os torcedores visitantes. E também porque voltaríamos a Londrina naquele dia, à noite. Não daria tempo de ir a São Januário, voltar à Tijuca pra pegar as bagagens e depois ir para o Terminal Rodoviário Novo Rio. Mas o Tubarão enfiou 2 x 0 nos bacalhaus e se classificou para as semifinais. Conheci o Maracanã assistindo ao “Clássico dos Invictos” daquele ano: Botafogo (time dos meus primos) X Atlético/Mg. A torcida do Atlético ostentava uma faixa enorme: “Cerezão Brasileira”. Zero a zero que valeu por ver o Jairzinho jogar. Mas me decepcionei com o Maracanã também. Achava que era muito maior que aquilo que estava vendo. Entrei e de cara disse: “É pequeno”. Meus primos me olharam como se dissessem: “Em Londrina tem um maior?” Mas sério, pensava que era muito maior do que aquilo, que cairia de costas ao ver o maior do mundo (público!). Acho que é porque pela Tevê falam tanto do Maracanã que entrei pensando que fosse ver uma coisa que me faria cair o queixo. Depois ainda fui ver, pela chave do Londrina, o Flamengo empatar em 1 X 1 com o Caxias.

Naquele dia, quando saímos do Rio, nosso ônibus de linha encontrou-se, na saída da cidade, com os ônibus da TOL (Torcida Organizada do Londrina). Que festa, as mesmas paradas na estrada, todo mundo feliz. No Estado de São Paulo então... nossa!! Como fomos saudados pelos paulistas. Afinal, eliminamos um carioca. Um não, dois, porque o Flamenguinho, com Zico e tudo, também comeu poeira do Tuba Tubão hehehe. Aliás, Zico só foi saber o que era vencer o Tubarão uma única vez na vida. Foi num jogo em Maringá, por um torneio amistoso para arrecadar fundos para a família do jogador Valtencir, que perdeu a vida tragicamente ao quebrar o pescoço depois de um choque com o Nivaldo Carneiro (comentarista da RPC) num jogo entre o Grêmio de Maringá e o extinto Colorado, em Maringá, pelo Campeonato Paranaense, acho que de 1978 ou 1979.  

O Londrina nas semifinais, justamente contra o único invicto do campeonato, o Galo Mineiro. Partidas de ida e volta. A primeira lá, a segunda em Londrina. O Tubarão perdeu a primeira e empatou a segunda. Estava fora, graças a Deus, da final. Na outra perna das Semifinais, São Paulo e Operário/Ms. Deu Tricolor, por isso o graças a Deus do Londrina ter ficado fora. A decisão seria então entre os dois grandes e eu não confrontaria meu coração são-paulino com a minha “londrinice”. Um jogo só, em Belo Horizonte. Meu Deus, imagina a minha agonia.

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O COMEÇO DAS GRANDES GLÓRIAS
Na minha turma, 8ª Série E, do Hugo Simas, estudava um cruzeirense, o Gualter, que é meu amigo até hoje. Este me atormentou. Passou a semana inteira chamando o São Paulo de “time de barrigudos”, que não agüentariam os mineiros, nem o Mineirão lotado. Não me lembro de haver mais nenhum são-paulino no colégio. Não que eu conhecesse, que pudesse dividir a angústia. Na classe, tinha ainda o Edcésar, corintiano, todo prosa pela quebra do tabu contra a Ponte Preta. Fora os palmeirenses que, coitadinhos, os malditos ainda não haviam compreendido que o tempo de vacas magras (que o bom Deus permita que nunca acabe) tinha começado, que me alugavam também. E como alugavam, eles eram a maioria. E pra completar ainda tinha os pelésistas, ou Santistas. Era eu sozinho contra o mundo. Só tinha aliados na rua. Meu vizinho Nenê e seu primo Sérgio, que morava a quatro quadras de casa, mais o Rolemberg, este extremamente fanático até hoje, que também morava mais distante, próximo ao Sérgio, nas imediações da Praça do Aleijadinho, lá no começo da Avenida Rio de Janeiro..

E para piorar a situação, o meu maior ídolo, até hoje inclusive, do São Paulo, o centroavante Serginho*, não ia poder jogar. Ele estava suspenso porque tinha dado um chute na canela de um bandeirinha filho da puta, em Ribeirão Preto, num jogo contra o Botafogo de lá. Pra compensar, Reinaldo, o centroavante do Atlético Mineiro, também estava suspenso e não poderia jogar. Elas por elas, mas o São Paulo ficava em desvantagem porque o Atlético tinha um time muito forte, estava invicto e jogava em casa.
*Vou falar mais do Serginho ainda.

Aquele domingo foi dramático. Começamos o dia num churrasco, às margens do Rio Tibagi, em Jataizinho, no sítio de um amigo de meu pai. Ansioso o dia inteiro, quando deu umas três da tarde comecei a encher meu pai pra irmos embora. Queria estar em casa, no meu canto, torcendo. Estava uma pilha. Voltamos para casa e eu nervoso, muito nervoso, a beira do desespero. Meus pais me pedindo calma. Como calma? Não viam que era o dia mais importante da minha vida?

Começa o jogo. Quem vencesse era campeão. Se desse empate, mais trinta minutos de prorrogação. Persistindo o empate...PÊNALTIS!! E bola correndo e unha roendo e nervosismo absorvendo. Os comentaristas nunca eram favoráveis ao São Paulo. “...e porque o Atlético merece, é o único invicto” e coisa e tal. O Atlético realmente tinha um timão. João Leite, Toninho Cerezo, Ângelo, Marcelo, Ziza, Reinaldo, etc. De repente, o Neca dá uma solada no joelho do Ângelo. Coisa criminosa. Quando a tevê dá um close no Ângelo engatinhando se remoendo de dor para ser atendido, o Chicão lhe pisa a sola da chuteira. Pobre Chicão, levou por anos a fama de açougueiro. Mas quem ferrou com o Ângelo foi mesmo o Neca.

E foram 90 minutos de puro sofrimento. O São Paulo não podia tomar gol. Eu mesmo achava que o Atlético estava mais forte, ainda mais jogando em casa. Torcia para o jogo acabar empatado pelo menos. Que se o São Paulo perdesse, que fosse nos pênaltis, mas nunca na bola correndo. Teria um argumento contra os desgraçados: “pelo menos o São Paulo não perdeu o jogo, o Galo só levou nos pênaltis”. Fim de jogo, 0 X 0. Prorrogação. Que sufoco, mais trinta minutos de agonia. Acaba jogo, acaba, pedia desesperadamente em pensamento. E acabou: 0 X 0.

“Bom - pensava - chegamos até onde eu queria”. Pênalti é pênalti, ninguém é de ninguém. Sou mais Waldir Peres. Afinal, ele já havia decidido no Paulistão de 1975, contra a Portuguesa, catando pênaltis. E o Atlético estava desolado. Jogaram a final durante 120 minutos perante sua torcida e não conseguiram nada, a não ser tentar a sorte nos pênaltis. O Mineirão começou a sentir a derrota. Batendo pênalti ninguém é de ninguém. 

Primeira cobrança, a cargo do São Paulo: Getúlio. Pra fora! “Puta que o pariu, não é possível, chegar até aqui, tão difícil e entregar, não, não é possível”.
Vai o Atlético para sua primeira cobrança. Waldir Peres faz sua catimba, fala alguma coisa para o Cerezo. Ele corre e...pra fora! “uaaahhh uaaahhh, estamos vivos. Iuhuuuu!!! 0 X 0, ninguém é de ninguém. Vamos Tricolor, vamos lá, estamos no jogo”.
Segunda cobrança do São Paulo: Chicão. Foi bater, meio que escorregou e e... “puta que o pariu, este filho da puta do João Leite defendeu”.
Segunda cobrança do Atlético: Ziza. Waldir Peres deu sua azucrinadinha de leve. “Erra, erra filha da puta... puta que o pariu. Fez”.
 
Um a zero para eles, duas cobranças pra cada lado. O São Paulo não podia perder mais nenhuma. Nada era fácil, nada nunca foi fácil pro Tricolor.

Terceira cobrança do São Paulo: Peres. “Não erra, não pode errar”. Ele correu, fuzilou... gol. “Gol, gol, gol, vamos São Paulo. Ainda dá, vamu lá Tricolor”. Urrava de doer a garganta.
Terceira cobrança do Atlético: Alves. “vai errar, filha da puta, vai errar”... Gol dos homens. “Caralho, gol dos filha das puta”.

“Meu Deus, 2 X 1 pra eles e só mais duas cobranças pra cada lado. Meu Deus... vamos São Paulo, vamos time. Tem que ser campeão. Fé, fé, vamos São Paulo, vamos”.

Quarta cobrança do São Paulo: Antenor. “vai lá Antenor, vai lá, num erra não, vai... GOOOLLL, GOOOLLLL, GOOOLLLL. Valeu Antenorzinho querido. GOOOLLL, GOOOLLLL.”
Quarta cobrança do Atlético: Joãozinho Paulista. Catimba do Waldir “Herói” Peres. Correu, bateu e... “PRA FORAAAAA! ERROU, PRA FORAAAA! Tá empatado, empatou, empatamos, ainda estamos vivos. Ninguém é de ninguém”.

Nesse momento, 2 X 2 nos pênaltis. Ninguém era de ninguém, ainda. Mais um pênalti para cada lado. Uma sensação de conforto percorreu meu corpo. Rouco de tanto gritar, chorando muito, de emoção, de medo, de dó de mim mesmo, de amor ao São Paulo, chorava muito, de entupir as narinas. Senti que o São Paulo ia ser campeão, mas não tinha toda aquela certeza. Quando sinto estas coisas, nunca falo pra ninguém, que é pra não dar azar. Não falei pra ninguém na sala. 

E Deus?? Deus sabia que eu batia uma punheta todo dia. As vezes duas ou mais. Ele sabia que há muito eu não comungava, por conta disso mesmo. Ele sabia que fazia tempo que eu não me confessava. Ele sabia que eu não prestava atenção na missa, apesar de estar lá todo fim de semana. E eu sabia de minha dívida com Deus. Mas senti que Deus não ia me judiar tanto. Apesar dos pesares, ninguém merece sofrer tanto. Deus não é um cara ruim, afinal!

Decisões por pênaltis são apoteóticas, emocionantes, fantásticas. Sempre gostei de decisão por pênaltis. É o equivalente a uma decisão com trânsito em julgado no STF. É o supra-sumo, o clímax. Todo campeonato deveria acabar nos pênaltis.

Quinta cobrança do São Paulo: Bezerra. “Vai Bezerra, vai lá. Se você fizer, eu fico um ano sem comer carne de bezerro”. Ao ouvir isso meus pais riram. “Pelo amor de Deus, não erra, não”. Falei isso já entregue, de joelhos, olhos cheios de lágrimas, extremamente emocionado, nariz escorrendo. Bezerra corre pra bola, finca o pé na danada e... “GOOOLLL, GOOOLLL, GOOOLLL, meu Deus, obrigado. GOOOLLL”.

Fiquei ali no chão mesmo, ajoelhado, chorando e olhando pra tevê. Vi o Márcio, último batedor do Atlético, arrumando a bola. Waldir Peres, ah Waldir Peres, como sou teu fã, como lhe sou grato, Waldir Peres rindo fala algumas coisas para o Márcio. Volta para baixo das traves, Márcio se afasta e espera o árbitro autorizar.

Quinta cobrança do Atlético: Márcio. 3 X 2 para o Tricolor. Se ele fizesse, não tinha problema, estaria empatado e o São Paulo ainda não teria perdido o campeonato. Se ele errasse...puta que o pariu, era a glória total.

Arnaldo César Coelho apitou autorizando a cobrança. Luciano do Valle falou: “autorizado. Correu Márcio...” Nesse instante comecei a pular girando os braços e gritando: “ERROU, ERROU, ERROU, ERROU, ERROU, ERROU...” 
E não é que ele errou mesmo. Aquele frio na barriga, aquele grito contido por mais uns dois segundos, para ter certeza... “ERROOOOOOOUUU, FILHO DA PUTAAAA!!! SÃO PAULO CAMPEÃO. CAMPEÃO, CAMPEÃO, CAMPEÃO, CAMPEÃO!!! FALA AGORA SEUS FILHA DAS PUTAAAA!!! CAMPEÃO, CAMPEÃO”. Agora não tinha mais “ninguém é de ninguém”. O título era Tricolor!!!! Eu era campeão, tá entendendo?! Campeão, simplesmente campeão e todo mundo ia ter que me aturar.

Pulei, gritei, soquei o ar, chorei urrando de alegria até levar uns “chacoalhões” de meu pai para me tirar do transe e do estado de torpor com os olhos vidrados, a beira de um colapso em que quase entrei, quando o Márcio chutou o último pênalti por sobre o travessão do Waldir Peres (que ganhou aquela disputa na catimba, pois não fez uma única defesa de pênalti nas cobranças). Os jogadores do Atlético fizeram uma fila, lado a lado e abraçados saíram chorando de campo. Num close, a tevê mostra um torcedor do galo, com uma faixa de campeão na testa, esfregando a mão na cabeça e dizendo “puta que o pariu” (deu pra ler nos lábios), enquanto os jogadores do São Paulo festejavam esfuziantemente aquela façanha. Corri pra rua, arrombei (eu tinha as manhas) o Opalão do meu pai e soquei a mão na buzina. Daí fiz meu pai sair na rua para desfilar como campeão e buzinar para todos os palmeirenses, santistas e corintianos filhos das puta nos ouvirem. Foi demais de bom!!

E que gostoso então que foi a segunda-feira na escola. Sentir o despeito de todos os desgraçados. A inveja e a indignação imperando entre os inferiores e desprezíveis hehehe. Que gostoso ouvi-los dizendo que tinha sido injusto, que quem merecia mesmo era o Atlético porque estava invicto, que se fosse o Atlético pelo menos o Londrina teria sido desclassificado pelo campeão, que o Chicão era um assassino e todas as sandices possíveis. Muito bom. Muito bom mesmo, apenas olhar, ouvir, sorrir e gritar na cara dos ratos malditos: É CAMPEÃO!!!!! Hehehe

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SÉRGIO BERNARDINO
http://www.tricolormania.com.br/serginho.asp
http://www.independentenet.com.br/4rt8s1fgw7asd/index_principal.php?area=idolos/ser_chulapa
Quem como eu é são-paulino das antigas, deve ter tido um monte de ídolos no clube. Aquele jogador em que você torce especialmente por ele. Eu tive muitos. O primeiro foi Pedro Rocha, depois Waldir Peres, Zé Sérgio, Oscar, Dario Pereira, Ailton Lira, Pita, Careca, Muller, Raí, Lugano, Zetti, Rogério Ceni, Luis Fabiano... Em cada fase do São Paulo, desde os anos 70 quando acompanho o time, tive ídolos. Para não ser injusto com todos, todos estes que citei e mais alguns que eventualmente tenha esquecido por ora, estão em segundo lugar rigorosamente empatados. 

De cara assumo que para mim o maior deles até hoje, o primeiro e insubstituível é Sérgio Bernardino, o Serginho, o Serginho Chulapa. Assim como não sei explicar o porquê torço desesperadamente pela Portela no Carnaval, não sei ao certo o motivo desta minha admiração especial por ele. Que camisa 9 ele foi. Serginho nunca foi, como os demais ídolos, um são-paulino. Declarou-se torcedor do Santos, trabalha no Santos e é um dos poucos ídolos que não visitam o São Paulo. Independente disso, nunca deixou de ser o meu maior ídolo. Era briguento, do tipo que entrava, era provocado e não levava desaforo pra casa. Era o bad-boy dos anos 70 e 80. Mas um Santo a ser canonizado se comparado com Edmundo, Marcelinho Carioca, Paulo Nunes e outros asquerosos e arrogantes ídolos da inferioridade. Serginho era perseguido e estigmatizado pela crônica palmeirense e corintiana (na maioria). Era queimado de tudo quanto era jeito. Era o Diabo, o bandido. Mas sempre estava lá, firme, marcando gols e mais gols pelo São Paulo.

Era um bom coração também. Certa vez estava com amigos indo a um restaurante almoçar quando um menino de rua, negrinho, lhe pediu esmola. Levou o menino para almoçar com eles. No primeiro restaurante se recusaram atender o mendigo mirim. Serginho não teve dúvidas, levantou-se e foi a outro restaurante. O menino almoçou com eles na mesa. Em outra oportunidade, seu irmão, Kojak, que trabalhava na Polícia Civil, bateu com a cabeça de um deputado contra o pára-choque de um veículo. A notícia foi destaque no Jornal Nacional. Serginho que estava concentrado no hotel com o time para um jogo dali a pouco, afundou-se na poltrona. Em campo, não ficou nem cinco minutos. Foi expulso rapidinho. Era temperamental, explosivo, mas era matador, artilheiro nato, alegria da torcida. Seus feitos no Tricolor TRI MUNDIAL são históricos. Fazia gols de tudo quanto era jeito. Era irreverente, desengonçado, trombador, mas era matador, artilheirão. Foi Serginho um dos primeiros a instituírem as famosas “peladas” beneficentes de final de ano, que levantavam fundos para instituições de atendimento a crianças carentes, e as irreverentes “peladas” do Carnaval, quando todos os jogadores convidados a participar tinham que jogar de peruca e vestidos de mulheres.

Quatro coisas me marcaram na passagem de Serginho no São Paulo. A primeira é triste: Ele não está no pôster de Campeão Brasileiro de 1977. Chutou a canela de um bandeirinha em Ribeirão Preto, naquele campeonato, e pegou mais de um ano de suspensão. O São Paulo bem que tentou, mas efeito suspensivo era coisa que só o Vasco e a Ladralat conseguiam. Reinaldo, artilheiro do Atlético Mineiro estava suspenso também e aquela final de 1977, disputada em 1978, foi uma pena por não confrontar dois grandes artilheiros, dois grandes estilos. Seria um formidável tira-teima entre artilheiros.

A segunda foi um gol que ele fez no Palmeiras aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação pelas semifinais do Paulistão de 1978. O goleiro do Palmeiras na época, Gilmar, deve ter pesadelos até hoje com aquele gol antológico. Um minuto antes, Zé Sérgio cabeceou uma bola no chão, bem no cantinho e Gilmar se espichou todo e de ponta de dedos pôs a escanteio. Meu pai, lembro como se fosse hoje, falou:
- Não dá. Esta foi a chance, o goleiro dos homens é bom.
Eu já estava vivendo a angústia da segunda-feira, pois todos os palmeirenses e santistas (que fariam aquela final se o São Paulo não passasse) da minha sala me encheriam o saco. Foi quando, no apagar das luzes, a bola é levantada na área. Final da prorrogação. Serginho, posicionado mais ou menos entre a marca do pênalti e a linha da grande área, mas mais próximo da linha da grande área, sobe e disputa a bola de cabeça com um zagueiro do Palmeiras. A bola vem e ele meio que de costas, meio que de lado, atinge a pelota no cocuruto. A bola caprichosamente subiu, descreveu uma elipse, e foi no ângulo se aninhar no fundo das redes. Gilmar até que foi na bola, mas ela foi tão despretensiosa, tão venenosa por isso mesmo, que foi um “gol espírita”. O goleiro embelezou mais ainda o gol com uma “ponte” espetacular. Lembro que prendi o fôlego e fiquei paralisado. Só fui soltar o grito de gol, uns três segundos depois, quando a televisão cortou a imagem para o Serginho que corria comemorando o gol salvador. Foi inacreditável, do jeito que foi, na circunstância que foi. A segunda-feira foi minha. Que orgulho, Serginho, o odiado, era o herói daquela pequena nação que se agigantaria nos anos seguintes como fãs de um grande esquadrão sempre campeão.

A terceira foi uma surra que ele deu em quase meio time do Corinthians (eu sei que vai aparecer um monte de gambá contestando, mas quem viveu viu e lembra) num “Majestoso”, numa quarta-feira à noite, em que o São Paulo, que ganhava por 2 X 0, acabou cedendo o empate e mantendo o tabu de não vencer um clássico (contra Santos Palmeiras e Corinthians) há mais de dois anos. Nervoso, ele chutou uma bola, que ainda estava dentro do campo, portanto em jogo, pela lateral, em cima do banco dos gambás. Deu uma bolada nos caras, literalmente falando. Carimbou os jogadores do banco, que deviam estar provocando. Nada era de graça. Os coitadinhos dos reservas do Corinthians, ofendidos com a bolada, quiseram embaçar. Pobrezinhos, esqueceram com quem estavam lidando. O pau começou lá mesmo, na lateral do campo e se generalizou. Quase todo mundo brigou. Quase todo mundo bateu e apanhou. Serginho só bateu. Pra cima de quem ele partiu, saiu correndo. E de orelha quente. Foi um deleite, apesar de que acho que não tem nada a ver violência no futebol. Mas em se tratando de Corinthians e com o agravante de que foram eles que começaram, a surra foi justa. E olha que ele era o alvo, o jogador a ser agredido. Bateu e pôs pra correr todo mundo que achou que poderia conseguir alguma coisa. Serginho era um tanque de guerra.

Por fim, o que me marcou Serginho como um grande ídolo, foi o chute que ele deu na testa do Leão, que caiu simulando uma agressão. Era a final do Brasileirão de 1981, no Morumbi, contra o Grêmio. Serginho foi tachado de tudo quanto era jeito. Marginal e delinqüente foram as coisas mais comuns que se falou a seu respeito. Só não falaram que ele sofria de hemorróidas e toda vez que atacava, quando virava de costas para Leão, para voltar para o meio campo, Leão lhe dava uma bicuda no meio da bunda, despercebidamente. Perdendo a final em casa, no final do jogo, Serginho entrou e dividiu uma bola com Leão, que fez a maior cena e caiu, tipo desmaiado no chão. Cera pura para matar o tempo. Serginho foi imediatamente expulso. Voltou até Leão, que continuava caído fingindo contusão, meio que se abaixou para se desculpar e deu um totó com o bico da chuteira no supercílio do farsante. Foi demais. Aquilo abriu e começou a sangrar. Eu não gosto de violência no futebol, mas em se tratando de um goleiro desagregador na Seleção Brasileira, extremamente personalista, culpado pela desclassificação do Brasil na Copa de 1974, ex-jogador do Palmeiras, que estava ganhando um Campeonato Brasileiro do São Paulo em pleno Morumbi, aquilo foi justo, muito justo hehehe. Ao final do jogo, o Grêmio foi campeão e quando todos os jogadores comemoravam, Leão fazia pose para a imprensa, estirado na grande área, como se tivesse desmaiado. Era seu marketing para a Seleção Brasileira que seria convocada dali alguns dias para a Copa da Espanha, no ano seguinte. O melhor de tudo é que não adiantou. Mestre Telê convocou Serginho, pois via nele o grande matador e artilheirão, e não chamou Leão. Fez melhor, chamou Waldir Peres. Pra quem contesta, os especialistas são unânimes em afirmar que a Seleção de 1982 foi uma das melhores em todos os tempos, embora não tenha vencido a Copa. Alguns vão além e dizem que ela é superior à de 1970.

Serginho, por todos os seus gols, todos os seus ímpetos, era quem fazia um dos únicos são-paulinos da escola e da rua orgulhar-se nas segundas-feiras. Tem lugar cativo na sala de troféus e glórias do meu coração. Um dos atacantes mais guerreiros da história do futebol brasileiro, quiçá mundial. Foi campeão Paulista em 1975, 1980 e 1981 pelo São Paulo, além de campeão Brasileiro em 1977. E foi quem impediu um tricampeonato do Corinthians em 1984, ao marcar o gol da vitória do Santos naquela final. Por tudo isso, por ser o maior artilheiro da história do São Paulo, com 242 gols, dos quais eu certamente vi quase todos é que Serginho não sai jamais do meu coração, das minhas gloriosas lembranças. É meu maior ídolo no Tricolor TRI MUNDIAL. E ninguém tira isso dele.

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OS PORQUINHOS PAGAM SEUS PECADOS
Já o ano de 1978, foi fantástico também. Por que o São Paulo ganhou alguma coisa? Não, porque foi o ano que um pequeno verde desbancou o Verdão, fez o Verdão virar verdinho. O Palmeiras perdeu o Brasileirão de 78 para o Guarani. Que coisa formidável! Capitão, Renato, Careca, Bozó, Miranda, Zenon, quantos craques de bola! E o melhor de tudo: Neneca, um londrinense, no gol. E melhor ainda: Leão fez a lambança e entregou o título de bandeja para o Bugre, ao dar uma cotovelada na nuca do Zenon no primeiro jogo da final, no nosso salão de festas. Daí um pênalti sem goleiro para o Guarani. Sem goleiro porque o Palmeiras não podia mais fazer substituições e Escurinho foi para o gol apenas para buscar a bola no fundo das redes depois da cobrança do Careca. É certo que o Tricolor perdeu o Campeonato Paulista para o Santos, outro time que pagou caro pela arrogância de seus velhos torcedores (sim, porque se tem uma coisa que aconteceu com a torcida do Santos foi envelhecer. Sabe como é, time que não ganha, a torcida vai envelhecendo, não surgem novos torcedores). Mas o Palmeiras...hehehehe!! Foi lindo aquilo, vê-los se considerando campeões brasileiros por antecipação só porque a decisão era contra um time do interior. 

E o inferno astral da porcada estava apenas começando. Seriam 16 anos de filas, vergonha e até rebaixamentos. Disputaram a Taça de Prata de 1981 e numa manobra da Confederação foram levados de volta à 1ª divisão no meio do campeonato ainda. http://paginas.terra.com.br/esporte/rsssfbrasil/tables/br1981l2.htm 
Pra quem discorda, lembro que o Londrina foi campeão da mesma Taça de Prata um ano antes e só foi disputar a Taça de Ouro no ano seguinte.
http://paginas.terra.com.br/esporte/rsssfbrasil/tables/br1980l2.htm 

O Paulistão de 1986 então foi espetacular. A Inter de Limeira, outro time de interior, passou por cima do verdinho em pleno Morumbi (eles adoram passar vergonha em nosso estádio). “Recordar é viver, Kita e Lê acabaram com vocês”. Eu me lembro até que alguns palmeirenses ilustres, como o Joelmir Beting, montaram o GAP (Grupo de Apoio à Presidência), para levantar fundos e ver se o clube se recuperava. Mas que nada, o Palmeiras estava em desabalada carreira ladeira abaixo. A arrogância da torcida deu lugar à vergonha, às lágrimas hehehe. Era muito bom ver aquilo. Mas o melhor ainda estava por vir.

Diante da maré baixa, eles foram ficando revoltados. Nos anos 80, não sei ao certo em qual temporada, mas vendo a hegemonia do São Paulo que foi o Campeão Paulista da Década (80, 81, 85, 87 e 89) e diante de mais um ano de fracassos, a torcida Mancha Verde destruiu a sala de troféus do clube. Entre as Taças destruídas estava aquela do torneio de 1951 que hoje eles estão juntando documentação para pedir à FIFA que homologue aquele torneio como um Mundial de clubes hehehehe. Em campo, não foram capazes na chance que tiveram, amarelaram para os ingleses canelas duras do Manchester, em 1999. Pela primeira vez, os inventores do esporte bretão foram Campeões Mundiais de Clubes porque os arrogantes incompetentes não foram capazes de trazer este título para a América do Sul e para o Brasil. 

Agora, querem que vire Mundial um título de torneio consolação, em 1951, visto que o Brasil havia perdido a Copa em casa um ano antes. Também pudera, até os gambás se dizem campeões mundiais (repararam que eu pus em minúsculas?). Dos considerados grandes de SP, eles são os únicos que não podem dizer isso, embora o título do torneio amistoso do timinho da marginal será eternamente zombado, caçoado, ridicularizado e desprezado por quem já venceu um Mundial de verdade. (quando falar deste repugnante timinho, destruirei o pretenso orgulho corintiano com esta taça de merda). Querem uma conquista mundial a qualquer preço, nem que seja recorrendo ao passado, quando nem eram nascidos e muito menos ainda estavam sequer nos sacos de seus pais em forma de gametas masculinos hehehe. Nem porra eram ainda hehehe. Já pensou se a FIFA caga de novo e homologa este título?! Que delícia vai ser ouvir a porcada dizendo: “somos os primeiros campeões mundiais!” “E daí, você viu??? Hehahehahihehihohehehihahaha”. É muita mediocridade. Não conse</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2007/02/20/sao-paulo-futebol-clube/</link>
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            <title>Inglês com Fisk - DEEP PURPLE</title>
            <pubDate>Thu, 28 Dec 2006 16:55:23 -0200</pubDate>
            <description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;SMOKE ON THE WATER - &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;FUMA&amp;Ccedil;A SOBRE A &amp;Aacute;GUA&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;We all came out to Montreaux&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Saimos todos para Montreaux)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;On the lake Geneva shoreline&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(&amp;agrave;s margens do lago Genebra)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;to make records with a mobile&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(para gravarmos um disco com um (est&amp;uacute;dio) m&amp;oacute;vel)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;we didn&amp;acute;t have much time&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(n&amp;atilde;o tivemos muito tempo)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Frank Zappa and The Mothers&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Frank Zappa e o The Mothers)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;were at the best&amp;nbsp;place around&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(estavam l&amp;aacute; no melhor lugar)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;but some stupid with a flare gun&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(mas algum est&amp;uacute;pido com uma pistola sinalizadora)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;burned the place to the ground&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(incendiou o local at&amp;eacute; o ch&amp;atilde;o)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;smoke on the water, fire in the sky - smoke on the water&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(fuma&amp;ccedil;a sobre a &amp;aacute;gua, fogo no c&amp;eacute;u - fuma&amp;ccedil;a sobre a &amp;aacute;gua)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;XXX&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;They burned down the gambling house&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(eles queimaram totalmente a casa de jogos)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;it diet with an awful sound&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(a casa ruiu com um som terr&amp;iacute;vel)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Funky &amp;amp; Claude was running in and out&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(Funky e Claude correram pra todo lado)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pulling kids out the ground&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(tirando as crian&amp;ccedil;as do local)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;when it all was over&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(quando tudo terminou)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;we had to find another place&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(tivemos que procurar outro lugar)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;but Swiss time was running out&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(mas o tempo sui&amp;ccedil;o estava se esgotando)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;it seemed that we would lose the race&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(parecia que perder&amp;iacute;amos a corrida)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;smoke on the water, fire in the sky - smoke on the water&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(fuma&amp;ccedil;a sobre a &amp;aacute;gua, fogo no c&amp;eacute;u - fuma&amp;ccedil;a sobre a &amp;aacute;gua)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;XXX&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;We ended up at the Grand Hotel&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(terminamos no Grand Hotel)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;it was empty, cold and bare&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(estava vazio e frio)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;but with the Rolling truck Stones thing just outside&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(mas com o caminh&amp;acirc;o dos Rolling Stones l&amp;aacute; fora)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;making our music there&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(fazendo nossa m&amp;uacute;sica l&amp;aacute;)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;with a few red lights and a few old beds&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(com algumas luzes vermelhas e algumas camas velhas)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;we made a place to sweat&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(fazemos um lugar&amp;nbsp;pra suar)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;no matter what we get out of this&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(n&amp;atilde;o importa o que ganharmos com isso)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;I know, I know we&amp;acute;ll never forget&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(eu sei, eu sei que nunca esqueceremos)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;smoke on the water, fire in the sky - smoke on the water&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(fuma&amp;ccedil;a sobre a &amp;aacute;gua, fogo no c&amp;eacute;u - fuma&amp;ccedil;a sobre a &amp;aacute;gua)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2006/12/28/ingles-com-fisk-deep-purple/</link>
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            <title>TRICOLORES QUE TRABALHARAM PARA O GOVERNO NAS COPAS DO MUNDO</title>
            <pubDate>Thu, 28 Dec 2006 16:39:06 -0200</pubDate>
            <description>&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Somente para mera informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O S&amp;atilde;o Paulo &amp;eacute; o &amp;uacute;nico clube brasileiro que tinha jogadores servindo &amp;agrave; Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas cinco Copas do Mundo que o Brasil conquistou. Nas Copas de 1930 e 1934&amp;nbsp;o clube ainda n&amp;atilde;o havia sido fundado (16/12/1935). Somente em 1938, quando o S&amp;atilde;o Paulo ainda engatinhava, o clube n&amp;atilde;o teve jogadores convocados. De 1950 para c&amp;aacute;, nunca faltou algum jogador do maior clube do Brasil na Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nas Copas do Mundo. O S&amp;atilde;o Paulo Futebol Clube j&amp;aacute; cedeu 43 jogadores para a Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira por ocasi&amp;atilde;o dos eventos, perdendo apenas e por enquanto somente para o Botafogo do Rio que cedeu 45 jogadores at&amp;eacute; a &amp;uacute;ltima Copa. Nenhum outro clube do Brasil ou exterior, cedeu jogadores para a Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira, como fez o Tricolor TRI MUNDIAL, por ocasi&amp;atilde;o das cinco Copas que o Brasil faturou. Isto &amp;eacute; fato!!!!&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1930&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1930/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1930/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Joel (Am&amp;eacute;rica), Velloso (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Defensores&lt;/strong&gt;: Fernando (Fluminense), Brilhante e It&amp;aacute;lia (Vasco), Z&amp;eacute; Luiz (S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o) e Oscarino (Ypiranga).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Ivan Mariz e Fortes (Fluminense), Pamplona (Botafogo), Fausto (Vasco), Benevenuto (Flamengo) e Herm&amp;oacute;genes (Am&amp;eacute;rica).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: Preguinho (Fluminense), Nilo, Benedicto e Carvalho Leite (Botafogo), Russinho (Vasco), The&amp;oacute;philo e Doca (S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o), Moderato e Araken (Flamengo), Poly (Americano) e Manoelzinho (Goytacaz).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: P&amp;iacute;ndaro de Carvalho&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1934&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1934/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1934/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Roberto Gomes Pedrosa e Germano (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: Sylvio Hoffman (S&amp;atilde;o Paulo da Floresta), Luiz Luz (Gr&amp;ecirc;mio), Octac&amp;iacute;lio (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Tinoco (Vasco), Martin, Canalli, Ariel e Waldir (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: Luizinho, Waldemar de Brito e Armandinho (S&amp;atilde;o Paulo da Floresta), Le&amp;ocirc;nidas da Silva e &amp;Aacute;tila (Vasco), Patesko (Nacional/Uru) e Carvalho Leite (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnicos&lt;/strong&gt;: Luiz Vinhaes e Carlito Rocha&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1938&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1938/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1938/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Walter (Flamengo) e Batatais (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: Nariz (Botafogo), Domingos da Guia (Flamengo), Machado (Fluminense) e Ja&amp;uacute; (Vasco).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Britto (Am&amp;eacute;rica), Martin e Zez&amp;eacute; Proc&amp;oacute;pio (Botafogo), Brand&amp;atilde;o (Corinthians), Argemiro (Portuguesa Santista) e Affonsinho (S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: Patesko e Per&amp;aacute;cio (Botafogo), Lopes (Corinthians), Le&amp;ocirc;nidas da Silva (Flamengo), H&amp;eacute;rcules, Romeu e Tim (Fluminense), Luizinho (Palestra It&amp;aacute;lia), Roberto (S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o) e Niginho (Vasco).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Ademar Pimenta&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1950&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1950/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1950/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Barbosa (Vasco) e Castilho (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Defensores&lt;/strong&gt;: Augusto (Vasco), Juvenal (Flamengo), Nena (Internacional) e Nilton Santos (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Bauer, Ruy e Noronha (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Danilo, Eli e Alfredo 2&amp;ordm; (Vasco) e Bigode (Flamengo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Fria&amp;ccedil;a (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Zizinho (Flamengo), Ademir, Chico e Maneca (Vasco), Jair e Rodrigues (Palmeiras), Baltazar (Corinthians) e Ad&amp;atilde;ozinho (Internacional).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Fl&amp;aacute;vio Costa&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1954&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1954/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1954/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Castilho e Veludo (Fluminense) e Cabe&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Corinthians).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Mauro, Alfredo Ramos e Bauer (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Eli e Paulinho de Almeida (Vasco), Djalma Santos (Portuguesa), Nilton Santos (Botafogo) e Pinheiro (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Dequinha e Rubens (Flamengo), Brand&amp;atilde;ozinho (Portuguesa) e Didi (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Maurinho (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Humberto e Rodrigues (Palmeiras), Julinho (Portuguesa), Baltazar (Corinthians), &amp;Iacute;ndio (Flamengo) e Pinga (Vasco).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Zez&amp;eacute; Moreira&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1958&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1958/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1958/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Gilmar (Santos) e Castilho (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;De Sordi (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Djalma Santos (Portuguesa), Nilton Santos (Botafogo) e Oreco (Corinthians).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Mauro (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Bellini e Orlando (Vasco) e Z&amp;oacute;zimo (Bangu).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Dino Sani (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Didi (Botafogo), Zito (Santos) e Moacir (Flamengo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: Garrincha e Zagallo (Botafogo), Vav&amp;aacute; (Vasco), Joel (Flamengo), Pel&amp;eacute; e Pepe (Santos) e Mazzola (Palmeiras).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Vicente Feola&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1962&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1962/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1962/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Gilmar (Santos) e Castilho (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: Djalma Santos (Palmeiras), Nilton Santos (Botafogo), Altair e Jair Marinho (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Bellini e Jurandir (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Mauro (Santos) e Z&amp;oacute;zimo (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Didi (Botafogo), Zequinha (Palmeiras), Meng&amp;aacute;lvio e Zito (Santos).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: Vav&amp;aacute; (Palmeiras), Jair da Costa (Portuguesa), Amarildo, Zagallo e Garrincha (Botafogo), Coutinho, Pel&amp;eacute; e Pepe (Santos).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Aymor&amp;eacute; Moreira&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1966&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1966/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1966/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Gilmar (Santos) e Manga (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: Djalma Santos (Palmeiras), Fid&amp;eacute;lis (Bangu), Paulo Henrique (Flamengo) e Rildo (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Bellini (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Brito (Vasco), Altair (Fluminense) e Orlando (Santos).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Gerson (Botafogo), Den&amp;iacute;lson (Fluminense), Lima e Zito (Santos).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Paran&amp;aacute; (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Pel&amp;eacute; e Edu (Santos), Garrincha (Corinthians), Jairzinho (Botafogo), Alcindo (Gr&amp;ecirc;mio), Silva (Flamengo), Tost&amp;atilde;o (Cruzeiro).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Vicente Feola&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1970&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1970/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1970/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: F&amp;eacute;lix (Fluminense), Ado (Corinthians) e Le&amp;atilde;o (Palmeiras).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: Carlos Alberto (Santos), Z&amp;eacute; Maria (Portuguesa), Marco Antonio (Fluminense), Everaldo (Gr&amp;ecirc;mio).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: Piazza e Fontana (Cruzeiro), Brito (Flamengo), Joel Camargo (Santos) e Baldochi (Palmeiras).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;G&amp;eacute;rson (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Clodoaldo (Santos) e Rivellino (Corinthians).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: Jairzinho, Roberto Miranda e Paulo C&amp;eacute;sar Caju (Botafogo), Tost&amp;atilde;o (Cruzeiro), Dario (Atl&amp;eacute;tico/Mg) e Pel&amp;eacute; e Edu (Santos).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: M&amp;aacute;rio Jorge lobo Zagallo&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1974&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1974/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1974/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Valdir Peres (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Le&amp;atilde;o (Palmeiras) e Renato (Flamengo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Defensores&lt;/strong&gt;: Z&amp;eacute; Maria (Corinthians), Marco Antonio (Fluminense), Nelinho (Cruzeiro), Marinho Chagas (Botafogo), Lu&amp;iacute;s Pereira e Alfredo Mostarda (Palmeiras) e Marinho Peres (Santos).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Carpeggiani (Internacional), Piazza (Cruzeiro), Rivellino (Corinthians), Paulo C&amp;eacute;sar Caju (Flamengo) e Ademir da Guia (Palmeiras).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Mirandinha (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Leivinha e C&amp;eacute;sar Maluco (Palmeiras), Jairzinho (Cruzeiro), Valdomiro (Internacional), Edu (Santos) e Dirceu (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: M&amp;aacute;rio Jorge Lobo Zagallo&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1978&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1978/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1978/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Valdir Peres (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Le&amp;atilde;o (Palmeiras) e Carlos (Ponte Preta).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: Toninho (Flamengo), Nelinho (Cruzeiro), Edinho (Fluminense) e Rodrigues Neto (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;; Oscar e Polozi (Ponte Preta), Amaral (Corinthians) e Abel (Vasco).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Chic&amp;atilde;o (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Batista (Internacional), Zico, (Flamengo), Cerezo (Atl&amp;eacute;tico/Mg) e Rivellino (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Z&amp;eacute; S&amp;eacute;rgio (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Reinaldo (Atl&amp;eacute;tico/Mg), Gil (Botafogo), Dirceu e Roberto Dinamite (Vasco) e Jorge Mendon&amp;ccedil;a (Palmeiras).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Cl&amp;aacute;udio Coutinho&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1982&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1982/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1982/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Valdir Peres (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Carlos (Ponte Preta) e Paulo S&amp;eacute;rgio (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: Leandro e J&amp;uacute;nior (Flamengo), Edevaldo (Internacional) e Pedrinho (Vasco).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Oscar (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Luisinho (Atl&amp;eacute;tico/Mg), Edinho (Fluminense) e Juninho (Ponte Preta).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Renato (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Falc&amp;atilde;o (Roma), Batista (Gr&amp;ecirc;mio), Zico (Flamengo), S&amp;oacute;crates (Corinthians) e Cerezo (Atl&amp;eacute;tico/Mg).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Serginho (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, &amp;Eacute;der (Atl&amp;eacute;tico/Mg), Dirceu (Atl&amp;eacute;tico/Esp), Roberto Dinamite (Vasco) e Paulo Isidoro (Gr&amp;ecirc;mio).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Tel&amp;ecirc; Santana&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1986&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1986/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1986/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Carlos (Corinthians), Paulo Vitor (Fluminense) e Le&amp;atilde;o (Palmeiras).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: &amp;Eacute;dson (Corinthians), Branco (Fluminense) e Josimar (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Oscar (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Edinho (Udinese/Ita), J&amp;uacute;lio C&amp;eacute;sar (Guarani) e Mauro Galv&amp;atilde;o (Internacional).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Falc&amp;atilde;o e Silas (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Alem&amp;atilde;o (Botafogo), J&amp;uacute;nior (Torino/Ita), Zico e S&amp;oacute;crates (Flamengo), Valdo (Gr&amp;ecirc;mio) e Elzo (Atl&amp;eacute;tico/Mg).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Muller e Careca (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Edivaldo (Atl&amp;eacute;tico/Mg) e Casagrande (Corinthians).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Tel&amp;ecirc; Santana&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1990&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1990/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1990/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Taffarel (Internacional), Ac&amp;aacute;cio (Vasco) e Z&amp;eacute; Carlos (Flamengo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: Jorginho (Bayern Leverk./Ale), Branco (Genoa/Ita) e Mazinho (Vasco).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Ricardo Rocha (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Ricardo Gomes e Aldair (Benfica/Por), Mozer (Olympique/Fra) e Mauro Galv&amp;atilde;o (Botafogo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Dunga (Fiorentina/Ita), Alem&amp;atilde;o (Napoli/Ita), Bismarck e Tita (Vasco), Valdo (Benfica/Por) e Silas(Sporting/Por).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: Careca (Napoli/Ita), Rom&amp;aacute;rio (PSV/Hol), Muller (Torino/Ita), Bebeto (Vasco) e Renato Ga&amp;uacute;cho (Flamengo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Sebasti&amp;atilde;o Lazaroni&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1994&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1994/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1994/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Zetti (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Taffarel (Reggina/Ita) e Gilmar (Flamengo).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Cafu e Leonardo (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Jorginho (Bayern Mun./Ale) e Branco (Fluminense).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Ronald&amp;atilde;o (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Ricardo Rocha (Vasco), Aldair (Roma/Ita) e M&amp;aacute;rcio Santos (Ajax/Hol).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: Ra&amp;iacute; (PSG/Fra), Zinho e Mazinho (Palmeiras), Dunga (Stuttgart/Ale) e Mauro Silva (La Coru&amp;ntilde;a&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;/Esp).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Muller (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Rom&amp;aacute;rio (Barcelona/Esp), Bebeto (La Coru&amp;ntilde;a/Esp), Paulo S&amp;eacute;rgio (Bayern Leverk./Ale), Viola (Corinthians) e Ronaldo (Cruzeiro).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Carlos Alberto Parreira&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 1998&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1998/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/1998/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: Taffarel (Galatassaray/Tur), Carlos Germano (Vasco) e Dida (Cruzeiro).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Z&amp;eacute; Carlos (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Cafu (Roma/Ita), Roberto Carlos e Z&amp;eacute; Roberto (Real Madrid/Esp).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: Aldair (Roma/Ita), Junior Baiano (Flamengo), Gon&amp;ccedil;alves (Botafogo) e Andr&amp;eacute; Cruz (Milan/Ita).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: C&amp;eacute;sar Sampaio (Yokohama Flug/Jap), Dunga (Jubilo Iwata/Jap), Giovanni e Rivaldo (Barcelona/Esp), &amp;Eacute;merson (Bayern Leverk./Ale), Doriva (Porto/Por) e Leonardo (Milan/Ita).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Den&amp;iacute;lson (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Ronaldo (Internazionale/Ita), Bebeto (Botafogo) e Edmundo (Fiorentina/Ita).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: M&amp;aacute;rio Jorge Lobo Zagallo&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 2002&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/2002/brasil.jhtm"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/historia/2002/brasil.jhtm&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Goleiros&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Rog&amp;eacute;rio Ceni (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Marcos (Palmeiras) e Dida (Corinthians).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Belletti (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Cafu (Roma/Ita), Roberto Carlos (Real Madrid/Esp), J&amp;uacute;nior (Parma/Ita).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: L&amp;uacute;cio (Bayern Leverk./Ale), Roque Jr. (Milan/Ita), Edm&amp;iacute;lson (Lyon/Fra) e Anderson Polga (Gr&amp;ecirc;mio).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meias&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Kak&amp;aacute; (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;, Gilberto Silva (Atl&amp;eacute;tico/Mg), Kl&amp;eacute;berson (Atl&amp;eacute;tico/Pr), Vampeta e Ricardinho (Corinthians), Ronaldinho Ga&amp;uacute;cho (PSG/Fra) e Juninho Paulista (Flamengo)&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Atacantes&lt;/strong&gt;: Ed&amp;iacute;lson (Cruzeiro) e Luiz&amp;atilde;o (Gr&amp;ecirc;mio), Ronaldo (Internazionale/Ita), Rivaldo (Barcelona/Esp) e Den&amp;iacute;lson (Betis/Esp).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Luis Felipe Scollari&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de 2006&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://esporte.uol.com.br/copa/2006/selecaobrasileira/jogadores/"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;http://esporte.uol.com.br/copa/2006/selecaobrasileira/jogadores/&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Goleiros: &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Rog&amp;eacute;rio Ceni (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;, Dida (Milan/Ita) e J&amp;uacute;lio C&amp;eacute;sar (Internazionale/Ita).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Laterais&lt;/strong&gt;: Cafu (Milan/Ita), Cicinho (Real Madri/Esp), Roberto carlos (Real Madri/Esp) e Gilberto (Hertha Berlim/Ale).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Zagueiros&lt;/strong&gt;: L&amp;uacute;cio (Bayern Munich/Ale), Luis&amp;atilde;o (Benfica/Por), Juan (Bayern Leverkusen/Ale) e Cris (Lyon/Fra).&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;Meio-Campistas&lt;/strong&gt;: &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Algerian"&gt;Mineiro (S&amp;atilde;o Paulo F.C.)&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;, &amp;Eacute;merson (Juventus/Ita), Z&amp;eacute; Roberto (Bayern Munich/Ale), Gilberto Silva (Arsenal/Ing), Kak&amp;aacute; (Milan/Ita), Ronaldinho Ga&amp;uacute;cho (Barcelona/Esp), Juninho Pernambucano (Lyon/Fra) e Ricardinho (Corinthians).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Atacantes: Ronaldo (Real madrid/Esp), Adriano (Internazionale/Ita), Fred (Lyon/Fra) e Robinho (Real Madri/Esp).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: 12pt; text-align: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;strong&gt;T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;: Carlos Alberto Parreira&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2006/12/28/tricolores-que-trabalharam-para-o-governo-nas/</link>
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            <title>BICHOS</title>
            <pubDate>Sun, 12 Dec 2004 01:10:01 -0200</pubDate>
            <description>Faz tempo que estava querendo postar isto. Outro dia li um post do Moraes em que ele agradecia a Deus por não ser um cachorro morto na rua o saco de papel que ele viu e pensou ser um bicho atropelado. Também gosto muito de bichos e gosto muito de quem também gosta. E achei bonito o Moraes declarar isso no Tipos. E bonita também a sua aliviada oração de agradecimento.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2004/12/12/bichos/</link>
        </item>

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            <title>SOBRE ALGUMAS COISAS...</title>
            <pubDate>Wed, 03 Nov 2004 01:34:18 -0200</pubDate>
            <description>Uau!!! Estou de volta ao mundo Tipológico. Nada que o dinheiro não possa fazer, né Moraes hehehehe?!
Mal tenho escrito ou postado aqui, mas não gosto da idéia de não ter o espaço quando estou inspirado.

&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;

Que show de sensacionalismo com a morte do Serginho, do São Caetano. Deu nojo! Jornalistas boçais querendo ser os donos da verdade e sobre assuntos que mal entendem. O cara teria morrido mesmo se o enfarte tivesse acontecido dentro do hospital. Nem o tal desfibrilador na beira do campo, como queriam os entendidos em enfarte com jogadores de futebol durante partidas, teria resolvido o problema. Chegou a hora dele, que tinha problemas cardíacos e de conhecimento do clube. Pouca gente (jornalistas) foi contida ao comentar o assunto. Teve repórter que chegou ao ponto de querer colocar palavras na boca dos cardiologistas que comentavam as cenas. Deplorável.

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Acabou o mito! Belinati conheceu sua segunda derrota para a prefeitura de Londrina. Sim, segunda derrota. A primeira foi para José Richa, em 1972. Depois o vagabundo foi eleito uma vez, teve a &amp;#8220;sorte&amp;#8221; de a geada negra de 1975 ter levado uma penca de trabalhadores do campo para a cidade, e de o Governo Federal ter feito os cinco conjuntos durante sua gestão (1978). Então, usando de um populismo sem comparação, travestiu-se de Getúlio Vargas dos pobres de então em Londrina, e assim foi ganhando eleições atrás de eleições. Fez coisas? Sim, muitas coisas evidentemente. Só que daquele jeito, com o dinheiro que se usava para fazer dez creches, fazia cinco e roubava o resto. Foi assim com o PAI, postos de saúde, etc.

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&amp;#8220;Isentava&amp;#8221; com uma carimbadinha no carnê, todos os moradores dos conjuntos de pagar o IPTU. O prefeito que vinha depois era obrigado a executar a dívida e assim se concretizava cada vez mais o mito: era bom porque não cobrava IPTU dos pobres e isso o tornava imbatível nas urnas. Até que um dia, sempre tem um dia, a Vita Guimarães, da Paiquerê, recebeu uma denúncia sobre o esquema da roçagem e quando foram ver a coisa fedia e fedia muito, culminando com a cassação do pilantra.

&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;

E graças a Deus o povo desta cidade acordou. A geração que idolatrava a pilantragem diminuiu, por velhice, morte e porque os novos não assimilaram este embuste. Novos conjuntos foram criados, os filhos dos primeiros eleitores dos conjuntos pensam melhores que os pais, e o centro da cidade deu a surra que o sacana precisava levar. O ruim não é ver gente pobre, que chamamos até sem constrangimento de ignorantes, votando fanaticamente no cara. O ruim é ver os esclarecidos, os quadrilheiros cúmplices fazendo campanha. Estavam todos entusiasmadíssimos contando com a volta do bando para a prefeitura. Quebraram a cara. E de quebra ainda nos livramos do &amp;#8220;educador, Professor Bordin, que não é mais vereador.

&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;

Ainda repudio a atitude do Hauly, que se igualou ao Barbosa Neto, e do Padre Manoel Joaquim, que deveria ter vergonha na cara e puxar o carro da cidade. O primeiro, ao contrário de seus pares locais tucanos, mostrou ser um peessedebista de merda, murista e traíra, e não foi na mesma trilha de outros que se mostraram, como sempre, dignos: Wilson Moreira, Turini, Kanashiro...
O Barbosa, para quem não se lembra, era vereador na época da cassação do ladrão, e foi até a casa da Dinda negociar seu voto. O Padre é raivoso com o PT porque não foi convidado para ser secretário municipal na gestão do Nedson. Ordens do Bispo, que indicou um padre de sua confiança para compor o time.

&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;

O cara não é imbatível e a cidade conseguiu descobrir isso. E é assim que deve ser daqui pra frente, seja quem for que concorra com o safado. Todos contra Belinati. Inclusive se for com o tri derrotado Hauly, para o merda aprender que com coisa séria não se brinca. Que role as campanhas, e quando se definir os dois que vão para o segundo turno, se um dos caras for o ladrão de novo, é só descarregar o voto, sem restrições, no adversário. 

&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;

Agora é torcer para que a administração seja a mais proveitosa possível para a cidade, como um todo, e para que a justiça seja célere na condenação final do ex-prefeito. Seria muito bom para a ética, a moral e a cidadania ver o Belinati apodrecer numa cadeia.Ele e todo o resto da corja quadrilheira que o acompanhou em suas tristes passagens pelo executivo municipal. Não custa sonhar. O importante também é que ainda dá para ter orgulho de ser londrinense.

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O Tubarão caiu para a Terceira Divisão, mas um dia vai voltar. Estarei aqui para vê-lo de novo na Primeira Divisão. Vou acompanhar o time em sua jornada na terceirona e convido a todos os &amp;#8221;tipos e tipas" londrinenses a fazerem o mesmo. 
No cenário nacional, apesar de ser São Paulino, estou torcendo bastante pelo Atlético/PR. Se o tricolor não levar o título, que fique com o Furacão. Estaria de bom tamanho também.

&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;

O Curso de Direito na UEL anda uma bosta!! Que primeiro ano horrível!

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Minha mulher é fantástica. Cuida de mim, pega no pé com a minha saúde e me faz muito, mas muito feliz. É muito bom tê-la como companheira.

&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;

Minha filha está cada vez mais de mascar. Que coisinha gostosa. Sou um pai de família duplamente feliz!!!

&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;&amp;

Inté!</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2004/11/03/sobre-algumas-coisas/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>UAU!!!!</title>
            <pubDate>Sat, 04 Sep 2004 00:10:22 -0300</pubDate>
            <description>Oi Moraes, ou será Flipper agora?!
Depois de uma enxurrada de e-mails, finalmente os TIPOS voltaram ao ar. Beleza! Moraes, tô nessa, no rachid. Li sugestões de R$ 10,00. 15,00 e 20,00. Como ficou?!Pra mim tanto faz, porque dinheiro sempre foi problema mesmo, então 10, 15 ou 20 dá na mesma. Afinal, o que é um peidinho pra quem já está cagado?! hehe
Vou tentar potar com mais freqüência, quem sabe você me devolve ao &amp;#8220;mundo original&amp;#8221;. hehe
Abraços a todos
Silvio</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2004/09/04/uau/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Umas tantas coisas acontecem...</title>
            <pubDate>Sat, 31 Jul 2004 01:06:55 -0300</pubDate>
            <description>...e a gente nem tem tempo de parar pra pensar. Meu último 
ano (do meio do ano passado pra cá) foi surpreendente. Muita 
coisa mudou, menos o amor pela minha mulher e minha filha. 
Minha mulher tem sido um tremendo suporte. Se não fosse ela 
do meu lado nem sei o que seria de mim. A Ana é uma 
guerreira. E é muito bom estar casado com ela. Uma 
companheirona a todas as horas.

#################################

Minha filhinha está demais. Fala direitinho, concatena idéias 
com uma espantosa habilidade para seus quatro aninhos. E está 
um barato!!! Outro dia falei:
- Diz &amp;#8220;eu te amo&amp;#8221;.
- Eu te amo.
- Dez vezes (para ela dizer &amp;#8220;eu te amo&amp;#8221; dez vezes seguidas).
- Dez vezes!
E daí quando quer me agradar sempre diz: &amp;#8220;papai, eu te amo dez vezes&amp;#8221;.
A danadinha é que nem vinho: quanto mais velha, melhor.
Que boas energias ela me passa.
Naturalmente, por ser mulherzinha, ela tem muito mais 
intimidade e afinidade com a mãe, até pelo tempo em que 
passam juntas. Mas eu e ela batemos bem um com o outro. Adoro 
quando saímos sozinhos, só eu e ela. Aquela coisinha fica 
toda toda para o meu lado. E a mãe, ufa, tem um descanso. A Ana Cláudia tem uma energia interminável. Se ficamos acordados até tarde, ela acompanha. Lógico que no outro dia dorme até tarde.

###############################

A escolinha que ela estava fechou. Fomos para uma outra, bem 
conhecida e tradicional. Na primeira reunião com os pais, um 
mês e tanto depois do início das aulas, muitas revelações.
A professora, ao ser indagada se ela dava trabalho:
- Não, a Ana Cláudia é bem independente, sabe o que quer e 
pouca coisa a aborrece. Gosta de comandar, e a criançada vai 
na dela.
Uau!!! Que orgulho, e seguiu a conversa.
- Ela é agressiva com as crianças?
- A Ana Cláudia não é dessas crianças que choram por nada ou 
que se intimidam quando alguém quer pegar o que é dela ou 
está com ela. Ela não leva desaforo pra casa, ELA RESOLVE!!!
Olha só, ela resolve. Assim mesmo, &amp;#8220;ela resolve&amp;#8221;!
Imagina a vontade que deu na hora de pegar e apertar a 
safadinha. E quanto sermão ela não ouviu pra não bater na 
criançada?!

##############################

Em janeiro fiz vestibular, na UEL, para Direito e passei. O 
nível das provas estava uma vergonha. E mais vergonhoso ainda 
foi ver a meninada afiada de cursinho reclamando da 
dificuldade das provas. Das pessoas que fazem parte do Tipos 
e que eu conheço, nenhuma deixaria de passar. Muito fácil, 
mesmo sem estudar nada, ir para as provas como franco 
atirador (tenho a impressão que já escrevi isso num post aqui 
no Tipos, nem fui reler o que já postei antes. Se isso 
aconteceu, desculpe você que leu e está tendo que ler de novo)
e papar uma vaga.

############################ 

Fiquei tanto tempo sem escrever aqui no Tipos que perdi meu 
lugar na lista de nomes do &amp;#8220;Mundo original&amp;#8221;. Na verdade nem 
tenho tido muito tempo de escrever, por isso andei devagar 
com o Tipos. Se estar de volta alegra a você que lê, obrigado. Se 
te chateia, sinto muito.

#############################

O bom de tudo foi saber que o site ganhou um patrocinador. O 
Moraes não tem mais que ficar cobrando niguém, nem ameaçando 
os atrasadinhos (nos quais eu me incluo) de congelamento. E 
nós não temos mais que depositar dinheiro na conta do cara. 
Valeu Moraes.

############################

Vi um monte de gente que participava comentando os posts, e 
que não tinha um blog próprio aqui no Tipos, com um blog 
todinho seu agora. A comunidade aumentou. Muito mais gente 
pra trocar idéias, pra ter com quem falar e para aprendermos 
também. Sempre que posso indico o endereço do Tipos para as 
outras pessoas.

############################

O pessoal da minha turma de Direito mesmo já visitou o site. 
Leram a minha saga contra a VolksWagen. Disseram que 
percorreram outros blogs e que gostaram do que viram.

#############################

Mas um ano é tempo demais, e muita coisa acontece. Eu 
praticamente vaguei neste primeiro semestre na UEL. Três 
disciplinas estão sem professores até agora. E estamos de 
férias. Outras quatro eu eliminei (Lógica, Economia, 
Filosofia e Sociologia). Uma outra, o professor morreu e o 
substituto levou um mês e meio para assumir. Na verdade fiz 
apenas três matérias neste primeiro semestre.

############################

No Dia das Mães, tive um enfarte agudo do miocárdio. Brinquei 
de pega com a Ana Cláudia em volta das mesas onde fazíamos o 
churrasco. De repente uma sensação incômoda no peito. Parecia 
uma coisa que atravessava a parte de baixo do coração, de 
cima pra baixo e da direita para a esquerda. Não doía, apenas 
incomodava. &amp;#8220;Puta que o pariu, filha da puta, não acredito, 
estou tendo um enfarte&amp;#8221;. Sentei pra ver se passava, fiquei 
quieto no meu canto, não falei nada para ninguém. Não queria 
acreditar que tinha acontecido, mas tinha certeza que era.

###########################

Agüentei um bom tempo. &amp;#8220;Pode ser gases, dor(?!) muscular...&amp;#8221; 
Mas aquela coisa incômoda, que eu não conseguia definir como 
dor, veio firme. Sentado e isolado, me curvei pra lá, pra cá, 
apoiei o tronco sobre a mesa... e nada. A coisa continuava 
lá. Meu pai cochilando no carro, a Ana, minha mãe e minhas 
tias jogando baralho. Eu olhava todos e não me conformava. &amp;#8220; 
Vou esperar mais um pouco, pode ser gases ou só impressão 
minha&amp;#8221;. Não queria crer.

##########################

Olhei minha filhinha brincando com seus primos adolescentes. 
Cheia de vida, alegre. E a coisa não ia embora. Espreguicei 
para cessar o mau jeito que eu queria acreditar que era. 
Nada! E o tempo passando, passando, e a sensação lá, firme me 
consumindo aos poucos. &amp;#8220;Filha da puta, não acredito...que 
porra!&amp;#8221;

#########################

Meia hora depois resolvi soar o alarme. Avisei que não estava 
bem e que tinha que ir para o hospital. Andei até o carro, 
minha tia dirigiu. Parece que foi só admitir que a coisa foi 
ficando pior. A sensação de mal estar avolumou-se 
magnificamente. Minha tia dirigindo, para trás ficaram meu 
pai e minha filhota, chorando assustada: &amp;#8220;não vou ter mais 
pai?&amp;#8221;, me contaram depois.

########################

Pela frente, apesar do domingo, uns vinte minutos de trânsito 
até chegar ao hospital. Já fiz este caminho um monte de vezes 
(do conjunto lindóia, onde era a chácara em que estávamos, 
até o centro). É rapidinho. Mas enfartado parece uma 
eternidade. Minha tia passou uns dois sinais com vídeo vigia. 
Uma das multas já chegou. Mas que longo caminho.

#########################

A Ana estava passada. No banco de trás com minha mãe, não 
conseguia abrir a boca. Em sete anos perdeu sua família 
inteira e ficou sozinha. O irmão num acidente de carro, o pai, 
dois anos depois, de enfarte e a mão de derrame, uns três 
meses antes de nos casarmos. Foi um baque para ela o meu 
estado. Imagino as sensações ruins que lhe vieram a mente.

#########################

Mas pelo tempo em que comecei a sentir a coisa, a intensidade 
com que veio e minhas parcas e divagantes lembranças e 
conhecimentos sobre o assunto, sabia também que não era o fim 
do mundo. Mas sabia, lá dentro de mim, que era um enfarte, 
embora não quisesse acreditar, ou me conformar. Não entreguei 
os pontos. No caminho elas me perguntavam o que era e eu 
dizia que era um troço chato no peito. Perguntavam se era dor 
e eu dizia a verdade, que não era. Não queria que ninguém se 
agoniasse antes da hora, embora isso já estivesse 
acontecendo. Puxei outros assuntos no trajeto até que não deu 
mais. A coisa foi ficando mais intensa.

#########################

No Hospital Evangélico sai dobrado do carro. Não conseguia 
mais ficar ereto. Fui andando curvado para dentro do pronto 
socorro. Minha mãe já tinha entrado correndo na frente 
pedindo uma maca. Minha mulheu foi gritando que era uma 
emergência. A maca veio de encontro a mim. Quase sem forças 
pelo mal estar, consegui deitar de bruços. Tinha que me 
virar. Que sufoco. 
- Vai desabotoando a camisa, senhor, disse a enfermeira.
Outra já veio e achou de prima a minha veia do braço. Estava 
no soro.

#########################

Foi feito um eletrocardiograma urgente. Na maca do lado, 
sendo atendido, outro enfartado. &amp;#8220; Tá doendo ainda, doutor, a 
dor não passou&amp;#8221;.
- Injeta mais, nem me lembro o que era, mais tantos miligramas
- Ainda não passou.
- Já estamos preparando a sala para você, por favor espere um 
pouco que já vão vir te buscar.
- O que é, um ernfarte? perguntei na vã esperança de que não 
fosse.
- Um enfarte, você está enfartado e vai fazer um cateterismo. 
Já estão preparando a sala de cirurgia pra você.

##########################

Tomei um comprimidinho que me deixou mole, apagando. Quando 
acordei um enfermeiro me raspava a virilha.
- Puta que foda hein, raspar saco de homem.
- Normal, todo dia tem mais de um.
Apaguei de novo.

########################

Na próxima acordada, outro médico fazia o cateterismo. Tinha 
introduzido o catéter pela artéria femoral e já estava quase 
chegando no coração. 
- E aí doutor?! É séria a coisa?
- Quanto tempo faz?
- Que horas são agora?
- Dez para as três.
- Uns 50 minutos.
- Não deve ser muito grave, não. Você veio rápido
Putz, se tivesse vindo logo de cara teria sido menos grave 
ainda, apesar de que um enfarte é um enfarte.
- O que você sente?
- Agora sinto dor, mas não começou doendo, não.
- Já estamos quase chegando, olha lá o seu coração.
Olhei pelo monitor e via a imagen dele e das artérias em 
contraste que devo ter ingerido enquanto dormia. Minhas 
coronárias lá, aparecendo, intumescidas com o sangue 
circulante.

#########################

- Olha o trombo lá, está vendo estamos chegando nele e... 
olha só, foi embora. Só de chegar com o catéter perto 
desobstruiu. 
Senti como que se a dor tivesse sido tirada com a mão. Que 
sensação gostosa. Que coisa aliviante. Aquele negócio ruim, 
aquela coisa deprimente, aquele peso... tinha acabado.
- Sentir dor é bom. Só dói o que está vivo. Você veio rápido 
para cá. o músculo cardíaco agüenta até seis horas infartado.
- Doutor, avisa minha mulher. Faça um favor pra mim urgente. 
Mande alguém lá fora lhe dizer que eu estou bem e que pedi 
que lhe dissessem que eu a amo e que nada vai acontecer 
comigo. Ela já perdeu muita gente de sua família e deve estar 
desesperada lá fora. Faz isso pra mim, faz. Diz pra ela ficar 
aí na saída que na hora em que eu for para o quarto quero 
falar com ela e lhe dar um beijo. Diga pra ela confortar 
nossa filhinha enquanto eu estiver fora que eu já vou pra 
casa. Não deixa ela esperando, não, por favor.
- Pode deixar, antes de ir pra UTI vocês vão se encontrar.
- UTI?
- UTI, você vai para a UTI cardíaca, a UCO (Unidade 
Coronariana)
- Por quê,. é tão grave assim?
- Ainda vamos fazer uma angioplastia em você. Vamos pôr um 
stent em seu coração.

############################

Que bom encontrar a Ana na saída da angioplastia. Ela veio do 
lado da maca, da saída da sala até o elevador. Segurei forte 
a mão dela e fomos dando bicoquinhas enquanto conversávamos 
durante todo o trajeto. A merda é que só nestas horas conseguimos perceber o quão importante as pessoas são nas nossas vidas. Só quando a água bate na bunda é que nos damos conta. Mas foi muito bom este amor ter reacendido, mesmo que nestas circunstâncias. Não sei o que deu em mim, mas não conseguia pensar em outra coisa que não fosse nela. Até a Ana Claudinha ficou em segundo plano.

###############################

A UCO do H.E. é deprimente. Fica no porão do hospital, tem aparência suja e tudo lá é velho, enferrujado e parece estar caindo aos pedaços. Não podia levantar, nem mexer minha perna direita, pois o &amp;#8220;furo&amp;#8221; para passar o catéter ainda não estava com o fechamento consolidado. Tive que urinar naquelas horríveis comadres. Encostar o baita (desculpem a falta de modéstia hehe) naquele metal frio e que nem sabemos se é limpo adequadamente depois que é usado. Aquele monte de gente em estado terminal, gemendo. Que horrível, não queiram passar por isto.

###############################

Depois de dois intermináveis dias na UCO, mais um dia no quarto. E fui convalescer na casa da minha mãe. Mudamos para lá. Um mês de repouso absoluto, sem aulas, sem trabalho, à toa. Foi bom enquanto durou!

################################

Curti minha família adoidado. A Ana chegava do trabalho, a Ana Cláudia da escola e as duas lá, mais papai e mamãe, todos do meu lado, me paparicando. A Ana Cláudia é um show.
- Papai, cê tá com dodói no coração? Tá doendo? Deixa eu ver.
E acabava se emocionando e chorando se não contornássemos a coisa.
Tomava banho com o vovô todos os dias. E que farra fazia no box.
Também divertia, com sua espontaneidade, a todas as visitas que recebi. Mas ela estava muito putinha da cara de estar longe da casa dela. 
- A gente não vai mais embora, não? Quem tá na nossa casa?

################################

E um dia a moleza acabou. Estava de alta, com restrições, mas estava de alta. Voltei a trabalhar e a estudar. E aproveito estas curtas férias da UEL para matar a vontade de escrever aqui.
Tomando remédios e cuidados, vou levando a vida que me leva.
Enfartei com 136 quilos, já estou com 123. Tenho que perder mais uns 40 ainda. E quero fazer isso até o final do ano. Fisioterapia dia sim, dia não vai me ajudar. Não puxo, não empurro, não carrego e não forço. Tudo tem que ser numa boa, na tranqüilidade. E assim vai sendo.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2004/07/31/umas-tantas-coisas-acontecem/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>CADÊ VOCÊ, MORAES??</title>
            <pubDate>Thu, 15 Apr 2004 09:09:21 -0300</pubDate>
            <description>HEI CARA, QUEM É VOCÊ AGORA? PROCUREI NO &amp;#8220;MUNDO ORIGINAL&amp;#8221; NÃO VI MAIS MORAES, AMADEUS E NEM O MEU NOME. O QUE TENHO PRA VOCÊ TE INTERESSA. É A GRANA PRA MANTER O TIPOS NO AR. E SÓ FUI LEMBRAR PQ RECEBI UNS E-MAILS DO GUILHERME, DO JAMES E DA ÍSIS FALANDO DA CONTRIBUIÇÃO. NÃO SEI POR QUE VOCÊ ME TIROU DO MUNDO ORIGINAL, SE ESTÁ BRAVO COMIGO OU QQUER OUTRA COISA QUE TE FIZ, MAS DEIXE-ME PELO MENOS ME DEFENDER. SEI QUE ESTOU SEM POSTAR MENSAGENS HÁ UM BOM TEMPO, MAS É QUE MINHA VIDA FICOU UM POUCO MAIS CORRIDA. MAS E QUERIA CONTINUAR FAZENDO PARTE DA COMUNIDADE TIPOLÓGICA AINDA, E NO MUNDO ORIGINAL QUE ERA ONDE EU ESTAVA.

VÊ SE ENTRA EM CONTATO COMIGO PRA ME DIZER NÚMERO DE CONTA, SE ESTOU EXPULSO, SE AINDA SOMOS AMIGOS, O VALOR A SER PAGO...</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2004/04/15/cade-voce-moraes/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>VOLKSWAGEN - VOCÊ CONHECE? VOCÊ CONFIA?</title>
            <pubDate>Tue, 23 Sep 2003 02:41:04 -0300</pubDate>
            <description>Para responder a estas duas indagações, em que modifiquei o slogan da empresa, é que fiz este post. Pra quem tiver interesse em saber como uma empresa do porte da VolksWagen trata seus clientes basta ler o &amp;#8220;leia mais&amp;#8221; desta mensagem. Vou avisando que é um post longo. E esta na ordem cronológica. Saiba como O GRANDE TUBARÃO MALVADO faz o cliente pequenininho perto do poderio da multinacional sentir-se um PEQUENO BAGRE OTÁRIO.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/09/23/volkswagen-voce-conhece-voce-confia/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>DEVOLVA O AMARELINHO DO MEU BLOG</title>
            <pubDate>Fri, 15 Aug 2003 13:29:50 -0300</pubDate>
            <description>Hei Moraes, deixe o meu blog amarelo de novo.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/08/15/devolva-o-amarelinho-do-meu-blog/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>UFA!!!!!</title>
            <pubDate>Tue, 12 Aug 2003 14:20:56 -0300</pubDate>
            <description>Depois de tanto cobrar o Moraes, finalmente ele vai receber minha participação financeira neste site. Meu blog enfim vai estar em dia com suas mensalidades. E se eu não ganhar, quem ganhaaa???????

É A CARTA!!!!!!!!!!!!</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/08/12/ufa/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>FIM DAS FÉRIAS</title>
            <pubDate>Tue, 05 Aug 2003 02:20:02 -0300</pubDate>
            <description>Pois é, quarta-feira voltaremos à rotina de todos os dias. Acabou a moleza, é o fim das nossas férias.


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Por absoluta falta de grana, não viajamos. Em compensação curti profundamente minha filhota. Ela fez três aninhos, ganhou muitos presentes, entre eles as mini cozinhas com fogõezinhos, pratinhos, copinhos...para brincar de casinha. Pra quem passa o dia todo longe da gente, na escolinha, deve ter sido muito bom também. Para nós foi maravilhoso. 


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Fez papa pro papai quase todos os dias. Que gracinha, me acordava todos os dias e me chamava pra brincar. Fazia sagu (que comia sempre na casa da vovó), café, arroz, batatinha frita e bolo, tudo imaginário. Ela brinca o dia todo. Não conseguimos acompanhar seu rítmo. Daí a pouco ela brinca sozinha e conversa o tempo todo sozinha. Trava longos diálogos com a sua imaginação. Vai saber as suas viagens, a sua concepção das coisas, do mundo. Será que é a partir de agora, deste momento, que um dia ela vai dizer: "desde que eu me entendo por gente..."?


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Ela está apaixonada por mim. Que gostoso, sou o namoradinho dela. "Papaizinho, queridinho, bonitinho eu gosto de você", ouvir isso espontaneamente paga ou não paga uma vida? Ensino nosso telefone, nossos nomes completos, onde moramos e tento educá-la dentro dos melhores princípios. Não bater, não xingar, não mostrar a língua, não gritar com os outros...e outras porcariazinhas que ela aprende no convívio com outras crianças na escola.


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Parece uma esponja que absorve tudo. Coisas que ela aprendeu ou viu uma única vez meses atrás está na sua memória. Fomos uma única vez a Araraquara, onde mora meu irmão. Meses depois conversando, dissemos que o padrinho vinha vindo aí, e ela falou da Chiva e da Pitu, as duas cadelinhas do mano que nem eu lembrava mais o nome.


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Sentirei falta destes momentos ímpares. Nunca mais viveremos o que vivemos nestas férias. Nas próximas será diferente. Legal também, mas estas foram muito boas, a Ana Cláudia é pequenininha e muito engraçadinha. Talvez nas próximas...sei lá...


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Amanhã é nosso último dia de curtição total. Comprei um papagaio e vou levá-la pra empinar. Ele é de plástico, tem o formato de um gavião, só que é azul e branco do TUBARÃO. Vou aqui na pracinha do Vivendas do Arvoredo mesmo. Falei pra ela e a minha menininha fez uma festa por antecipação de tão contente que ficou. Gritou de alegria, foi para o meio da sala e girou em torno de sí mesma dando pulinhos de felicidade com os bracinhos levantados. Depois se jogou no sofá e ficou "meditando" com um sorrisinho na cara.


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E assim vai caindo a ficha. Não posso vacilar. Ela existe, está aí, ocupa sempre meus pensamentos,e exige sem exigir que lhe dêem atenção. Como pai me convenço a cada dia da importância que tenho na vida dela.


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Nestas férias, passei uma semana longe dela, em Curitiba. Ligava todos os dias e ela perguntava: papai, quando você vai vir aqui? Quando voltei, fiz surpresa e apareci sem que ela esperasse. Ajoelhei-me a sua frente. Pasma, ela acariciou meu rosto sem parar e repetiu umas trinta vezes "papai" apenas. Enchi meus olhos de lágrimas.


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E as férias estão acabando. Destas jamais esquecerei. Como pai só posso agradecer minha filhinha por estes momentos maravilhosos.





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Continuo vendendo meu carro. As especificações estão num post anterior.


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De repente um post antigo para o Nicodemos motivou quatro comentários.Então resolvi esvrever este post hoje. Vocês merecem hehehe.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/08/05/fim-das-ferias/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>FÉRIAS</title>
            <pubDate>Mon, 07 Jul 2003 03:12:09 -0300</pubDate>
            <description>Hoje eu e a Ana entramos de férias. Na verdade já estamos desde sexta-feira, mas oficialmente elas começam a ser contadas a partir de hoje. Trinta dias de mal com a rotina do trabalho. Trinta dias para curtirmos a Ana Claudinha em casa. Trinta dias para amar e prestar atenção, como deveria ser sempre.


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Minha filhinha gosta de cozinhar para mim. Prefere nem sair de casa só para brincar comigo. Ela faz bolo, batatinha e café para mim. Tudo de mentirinha, mas que faz, faz. E sempre pergunta se eu quero mais. Vou brincar de casinha com minha filha. Ela anda toda toda para meu lado. Está enamorada. E eu por ela.


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Continuo vendendo meu carro, cujas características estão descritas num post anterior. Vou sair de um VolksWagen e ir para um Chevrolet. Quero um Corsa Sedan. Os modelos novos estão lindos e têm um baita porta malas. Dou uma comissão para quem achar comprador. Tenho pressa, a assembléia do meu consórcio está chegando. Mas não vendo meu carro na bacia das almas.


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Quando se está sem grana, tudo começa acontecer para complicar. Meu telefone está com defeito, o ventilador/lustre da sala também, tem uma infiltração no banheiro das visitas, preciso por umas luzes externas na casa e fixar o número da casa na parede. Alguém tem uma furadeira para emprestar?


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É óbvio que não vou viajar. Nem com a grana das férias saímos do vermelho. Quem sabe eu retorne à leitura do livro sobre o pífio Paulo Francis...quem sabe.


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E não esfria! Cada inverno xarope...


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Vou a Curitiba nas minhas férias. Vou fazer um curso de uma semana. Não perguntem o que é porque eu não sei direito. Só sei que tem a ver com movimentos sociais, não é uma especialização, mas como vem gente da USP para ministrar, em eu precisando, isto pode contar pontos para admissão num mestrado, por exemplo. Foda-se a pontuação, mas é isso. Tem a ver com o sindicato também (o curso). Mas minha viagem não é a trabalho.


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Eu sei que você não vai fazer isso Moraes, mas nem me convide para cair na noite. E nem venha me cobrar a, como você mesmo diz, "bagaça" disto aqui porque já disse que estou durango. Quando tinha dinheiro você deu de ombros. Agora, espere mais um pouco hehe. E não vou cair na noite porque respeito meu casamento.


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Ando tão duro que nem aos jogos do Londrina tenho ido. Ano passado fui em todos. Pelo menos o TUBARÃO não está fazendo feio. Está só a três pontos do líder, em 6º lugar. Não vou aos jogos mas não descolo o radinho do ouvido. Eu gosto de torcer e sofrer por este clube. Foi feito pra mim.


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Saiu o prêmio da Mega Sena. Três novos ricos estão muito felizes agora. E quando a gente tá maus... Aproveitei que estou no inferno para dar um abraço no capeta. Saquei 15 contos e fui apostar. Treze jogos na Mega Sena e dois na Lotomania que também estava acumulada. A Lotomania é meu jogo preferido, apesar de ser muito mais difícil de ganhar. Mas nos treze jogos da Mega Sena eu acertei as seis dezenas sorteadas: 06 08 18 34 38 e 47. Uma dezena em cada aposta. As vezes duas. Mas acertei todas. Se eu tivesse uns R$ 300,00 para desdobrar todas estas dezenas (que foram escolhidas pela máquina da lotérica a meu pedido) também não faria isso porque trezentos paus é muito dinheiro para se perder em loterias. Por isso continuarei "pobre" sempre.


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Agora são 3:13Hs. Acabei de lembrar: hoje eu não trabalho. Pelo menos isso de consolo. Muito bom, mesmo assim. "Eu não nasci pra trabalho..."


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            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/07/07/ferias/</link>
        </item>

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            <category />
            <title>TRÊS A DOIS (PRA MIM)</title>
            <pubDate>Sat, 28 Jun 2003 03:13:01 -0300</pubDate>
            <description>Como disse no post anterior, estava quieto em casa, quando recebi dois e-mails do Nucleus Comment me detonando. Então resolvi escrever de novo aqui, mas sem saber por quanto tempo, visto que tenho andado muito atarefado. Mas tudo isso é repetição. 


O Victor, a Luciana e o Nicodemos responderam falando bem de mim e boas coisas para mim. Virei o jogo.


Depois o Bala e o Deckard também escreveram. Um deles disse bem vindo e o outro não me disse nada negativo. Concluo que ganho por 5 x 2.


E você que não gosta de mim e nem do meu blog??? Vai deixar barato??  


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Navego pela internet. Gosto muito de visitar os Grupos de Discussão de clubes de futebol do UOL. Dá pra aprender muita coisa por lá, mas o que mais faço é rir dos desafios e dos bate-bocas entre as torcidas.


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Tinha que lavar o carro hoje. Ai que preguiça.

Estou vendendo meu auto. Alguém se habilita?


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Gol Bolinha GeraçãoII 1.0/1997 Azul Unique, pintura metálica, vidros verdes degradê, alarme, peito de aço, ar quente, limpador/desembaçador traseiros, vidros e travas elétricas, luz traseira de neblina, pára-choques, retrovisores e grades na cor do veículo, antena interna e instalação para som (fiação já colocada e quatro auto-falantes mais dois twíters). Nunca foi batido, tem manual com as três primeiras revisões feitas na Concessionária (com carimbos comprovando), único dono (este que vos distrai) e nunca foi batido, além de ter tudo funcionando. Pneus em bom estado, balanceados e alinhados recentemente (Caster, cambagem e convergência Ok). Também vem acompanhado de todas, eu disse todas, as notas de abastecimento, troca de óleo e pneus desde que começou a rodar, com quilometragem marcada a cada abastecida de modo que se possa fazer as médias e assim provar que é um carro capaz de fazer 12 Km/L na cidade(tem autonomia para rodar mais de 600 Km com um tanque) e 17 Km/L na estrada (se levar na boa, é capaz de rodar mais de 800 Km com um tanque). Vai-se e volta com ele a Curitiba, por exemplo, com um só tanque de gasolina (50 litros) e ainda sobra para uns rolês aqui na cidade. Placa personalizada AES 0804 (Ana E Silvio 08-aniversário dela, em setembro; 04-aniversário meu, em fevereiro) apesar que o que vale mesmo é que a placa começa com A. Para os interessados católicos, vem com um adesivo com a imagem de Nossa Senhora no para-brisa dianteiro. Para os interessados evangélicos ou de outras religiões, ou mesmo os ateus, basta tirar. O plástico com o distintivo do Tubarão, no vidro traseiro, eu levo comigo. Dou uma lavada americana para entregar. Sabe como é, a Aninha é pequenininha e não tem a mesma noção de conservação e limpeza que seus pais têm. Preço mais do que justo: R$ 10.500. Nem um centavo a menos. Silvio - (43) 9996-3753.

Obs: Com o toca CD's JVC incluído, o valor passa para R$ 11.000, também nem um centavo a menos.


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Tinha que lavar os cachorros, a Charmosa e o Feijão. Ai que preguiça. Bom, mas a água, coitados, estava fria pra caralho. Então não dei o banho.


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Meu pai botou um marcapasso no coração. Tinha que ter ligado hoje para eles, aquela ligada de rotina, para ver se está tudo bem. Não liguei. Há dois dias não os vejo ou falo com eles. Em maio, os pais de uns amigos de infância foram mortos em sua chácara, em Rolândia. Morreram numa Segunda e só foram ficar sabendo na Quarta. Isto só escrevi porque me sinto culpado de não ter ligado. Por que será que eles não ligaram para cá? Deus me livre de uma tragédia.


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Mês que vem comemoro duas coisas. Quatro anos de casado (10) e a Ana Cláudia vai fazer três aninhos (26). Vou estar de férias. A Ana também. Quero levar minha família para jantar no dia 10. Depois voltamos para casa e assistimos de novo a fita do casamento. Acho que no dia 26 não vai ter uma festa para a Ana Cláudia. Não a que queríamos dar.


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Gosto de jogar no computador. Pinball é meu preferido. Como não tenho ele instalado aqui no PC de casa gosto de jogar isso daqui ó: http://www.siski.ru/escopeta.swf

As setas movem o caçador, a barra de espaço serve para atirar e o enter para recarregar a escopeta. Não esqueça de pegar novas balas pelo cenário. O máximo de cargas que o caçador acumula é cinco.


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            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/06/28/tres-a-dois-pra-mim/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Olá!!!</title>
            <pubDate>Thu, 26 Jun 2003 02:03:18 -0300</pubDate>
            <description>Para desgosto de muitos e alegria de poucos, voltei!!!

Andei meio quieto, desligadão do TIPOS. A vida sindical me tomou muito tempo e acabei deixando este fórum de amigos legais de lado. Perdoem-me. Também aceito protestos contra a minha volta.


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Comecei a ler o livro que ganhei do Manzano, com dedicatória do autor especialmente para mim. "VIDA E OBRA DO PLAGIÁRIO PAULO FRANCIS - ", de Fernando Jorge - Geração Editorial. Waaaal!!! O cara era realmente uma besta. Um tremendo farsante metido a intelectual. Fernando Jorge é simplesmente sensacional no livro. Desmente o Francis o tempo todo e o que é melhor: prova o que fala. Ele teve estômago para ler e analisar absolutamente tudo que o PF escreveu, falou e representou. O livro é um deleite para mim. Lembro o quanto odiava o seu racismo escancarado, sua arrogância, sua covardia. Uma das poucas coisas que ele fez de bom foi morrer no dia do meu aniversário. Na verdade acho que foi a única coisa que o Paulo Francis fez de bom. Mas chutar cachorro morto...


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Em março, estive em Maringá no casamento da Aniclege e do Germain. Ótimo, pude ver de novo o Manzano, a Fernanda e o D'angeli. Uma festa muito da boa no Maringá Clube. Metade dos convidados eram franceses. Até pensei, a certa altura, gritar: "Chupa francesada, o Brasil é PENTA"!! Mas quando lembro que eles impediram o Zagallo de ganhar a primeira Copa como técnico, tive vontade de me misturar a eles e cantar a &lt;i&gt;Marselhesa&lt;/i&gt;. E Viva la France!!!


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Antes que alguém venha corrigir, na Copa de 70 o Zagallo era figurante de técnico. Quem dava as cartas era o Pelé, o Gérson e o Tostão. A Seleção era toda do João Saldanha que foi tirado do cargo pelo  presidente Médici, que pediu que ele convocasse o Dadá Maravilha, hoje comentarista dos jogos na Globo e Sportv. "O presidente escolhe seus ministros e eu convoco a seleção", com esta frase Saldanha deu adeus ao cargo. Zagallo entrou em seu lugar. Era para constar que o Brasil tinha um técnico no México. O próprio Dadá escreveu um livro em que conta esta história.


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A minha filha continua linda em todos os sentidos, palavra de pai! Agora que fala como uma tagarelinha, damos muitas risadas de sua espirituosidade, improviso, mecanismos de barganha e suas tentativas de nos levar no bico. No meu coração vai um sentimento indescritível. Ela é muito meiga e especial. Ainda não consigo definir algo que sinto quando fico olhando para ela sem que ela perceba. Fico fitando seu jeitinho... uma mulherzinha muito querida. E minha alegria é refreada com um medo, medo de tudo, medo de não sei o quê. Mas amo tanto... Amo com desespero, loucura, regozijo... Amo o fato de ser pai dela.


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Pra quem achou ruim esta volta, vão reclamar com os visitantes "xiiiiiiii" e "Tatu Caminha". Estava quieto aqui em casa quando abri meus e-mails e tinha dois oriundos do "Nucleus Comment". Ambos me desancando. Um até reclamava que, além do site ser chato, não tinha quadrinhos para colorir e nem figuras coloridas. Quadrinhos para colorir? Figuras coloridas? Pensei em indicar para eles o site do Claudinho. Afinal gibi deve ser por lá, né não Yuge?! hehehe Japinha, não me leve a mal, é só uma vingancinha de todas as vezes que você me mandou ler a lista telefônica. Pra te consolar, torci pelo Flamengo na final da Copa do Brasil. Uma pena o que aconteceu.


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Manzano: (tomara que você leia pois não vou postar nada no seu blog) Se você ainda tiver contato com o Sr. Fernando Jorge, por favor diga a ele que gostaria de tirar uma foto ao seu lado na próxima vez que for a São Paulo. Quero colar este retrato no livro. Um verdadeiro tributo à justiça que ele fez ao destruir por completo em seu livro o Paulo Francis e o que ele pensou ter deixado como legado. Gostaria também de trocar idéias com pessoa tão culta. Se ele não se interessar, diga a ele que mesmo assim ele terá minha eterna gratidão pelo presente que me deu.


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Para os que gostam e os que não gostam de mim tenho duas notícias, uma boa e uma má, dependendo do ponto de vista de cada um: 


1ª)Talvez eu me inspire e volte a escrever com mais freqüência por aqui (EEEHHHHH!! EEHHHH!! EEEHHHHH!!).


2ª)Ando muito atarefado ainda  e nem sei se vou ter pique de escrever aqui com tanta freqüência (UUUHHHHHH!! UUUUHHHHHH!! UUUUHHHHHHH!!). 


Para os que gostam basta manter, para os que não gostam é só inverter a sonoplastia onomatopeica da claque.


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HO HO HO!! Ia me esquecendo: e o Santos, hein?! As viúvas do Pelé devem estar inconsoláveis.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/06/26/ola/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>BANCO</title>
            <pubDate>Sun, 23 Mar 2003 03:24:10 -0300</pubDate>
            <description>O departamento do ABN REAL em que estou lotado aqui em Londrina vai fechar. Segunda-feira vem um diretor de São Paulo realocar alguns e demitir outros. Como dirigente sindical não terei meu emprego ameaçado. Como dirigente sindical estive em São Paulo negociando a permanência dos meus colegas nos quadros do banco. Como dirigente sindical e ser humano pude perceber, na carne, como o capital é malvado, sem coração, sem piedade, sem um pingo de humanidade e sem palavra.


Funcionária nº 1 - Gerente, casada, 28 anos de banco, um filho excepcional e prestes a se aposentar.

Funcionária nº 2 - Escriturária, formada em Econonomia casada, 5 anos de banco, grávida do segundo filho, contribui com 60% do orçamento de sua família.

Funcionária nº 3 - Escriturária, casada, 4 anos de banco, mãe de um bebê de três meses, contribui também com 60% do orçamento de sua família.

Funcionária nº 4 - Escriturária, 11 anos de banco, casada, tem seqüela de paralisia infantil, 1 filho, pessoa muito simples, contribui com 80% do orçamento de sua família.

Funcionária nº 5 - Procuradora (chefe), 10 anos de banco, solteira, arrimo de família.


Cinco mulheres ameaçadas. Às quatro primeiras o banco propõe uma &amp;#8220;indenização&amp;#8221;, pois não interessam mais a empresa. No caso da mamãe recente e da grávida, se não aceitarem a indenização, outros funcionários, não estáveis, serão demitidos em seus lugares e quando vencerem as suas estabilidades seguirão pelo mesmo caminho. A indenização se refere ao adiantamento salarial, em troca da recisão de contrato, de todo o tempo que a lei, por suas situações que envolvem a maternidade, garanta que elas permaneçam vinculadas ao emprego.


O Banco ABN REAL está entre os 10 bancos que mais lucraram, no Brasil, no ano passado. Ocupa a 8ª posição. Para os clientes, o banco vende a imagem de empresa com RESPONSABILIDADE SOCIAL, e engajado na cultura do nosso país. Ajudou a reformar o Cristo Redentor.


Na reunião de negociação foi garantido coisa muito diferente para os 12 funcionários que trabalham naquela dependência. Tudo às mil maravilhas. Sindicato negocia e mantém o que é acordado. Para este banco, agora holandês, devemos ser bugres. Tudo que foi negociado foi rasgado assim que virei as costas.


Olhos marejados, lágrimas de desespero, choro da alma. Vozes embargadas, gritos silenciosos. Acionistas satisfeitos.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/03/23/banco/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>Preciso mudar</title>
            <pubDate>Tue, 11 Mar 2003 01:15:00 -0300</pubDate>
            <description>Em vez de esrever aqui no Tipos, acho que vou começar a ler um livro. Minhas opções:

*Ascenção e Queda do Terceiro Reich, de William Shirer em quatro Volumes, retratando a política e os bastidores da 2ª Guerra Mundial;

*As noites das Grandes Fogueiras, de Domingos Meirelles, romance ambientado durante a Revolução de 30;

* Vida e Obra do Plagiário Paulo Francis, de Fernando Jorge, o nome já diz tudo;

*A Academia do Fardão e da Confusão, também de Fernando Jorge, sobre a ABL;

*Honório Lemes e as Revoluções de Seu Tempo, de Jorge Telles, que fala sobre as revoluções no Rs na mesma época mais ou menos de A Casa das Sete Mulheres e

*Tucano na CUT e mais 202 Palíndromos, de Rômulo Marinho, sobre &amp;#8220;palíndromologia&amp;#8221;.

Destes, já comecei a ler três: Ascenção e Queda, Honório Lemes, e Tucano na CUT. Sempre aconteceu algo na minha vida que me fez interromper as leituras.


Aceito sugestões sobre qual deveria ler primeiro. Isto pode me motivar. É sério.


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Já não agüento mais a falta de pauta esportiva da Rede Globo. O Esporte Espetacular, o Fantástico (ambos no domingo), o Globo Esporte, o Jornal Hoje, O Jornal Nacional e o Jornal da Globo (nesta segundona) falando sobre o fim da hegemonia de Schumacher depois de seu tetra campeonato e o fato de a Ferrari, depois de três anos e meio, não ter ninguém no pódio ao fim do GP da Austrália. Só lesos para não ver que ele não ganhou porque teve que parar uma vez a mais que todos e que a Ferrari também não estava no pódio porque o Rubinho fez uma lambança e bateu no início da prova. Noves fora, certamente eles fariam a dobradinha mais uma vez. A Ferrari mostrou que é muito superior as outras ainda.


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O TUBARÃO foi garfado. Não justifica a desclassificação, mas verdade seja dita: nestas semi finais contra o Coritiba, os três gols do Coxa aconteceram a partir de jogadas e lances irregulares. No 1 X 1 aqui em Londrina, o Tcheco fez falta vergonhosa no lateral do Londrina para roubar-lhe a bola. Falta não marcada. Na seqüência sofreu o mesmo tipo de falta que foi marcada. Na cobrança, aos 46 do 2º tempo, surgiu o gol de empate. No 2 X 2, sábado em Curita, a falta que resultou no primeiro gol do Coritiba, simplesmente não aconteceu. Tenho o lance gravado e já vi e revi uma porção de vezes e as imagens não mentem. No segundo gol, originado a partir de um escanteio, o LONDRINA foi garfado de novo. Parece absurdo, mas é campeonato Paranaense mesmo. O lance era tiro de meta para o TUBA e o juiz cagão inexplicavelmente apontou um escanteio para o Coritiba. Depois da cobrança veio o segundo gol do Coritiba.


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Já escrevi pra caralho! Desculpem a expressão chula e de baixo calão, mas estava a fim de escrever um palavrão. Até rimou. Vou separar os livros e aguardo sugestões, opiniões, palpites, pitacos, indicações e apontamentos sobre qual devo começar a ler.

Muito obrigado!


Ah, já ia me esquecendo. Descobri algo que cresce na mão e é gostoso na bunda. Hehehe. No próximo post eu digo.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/03/11/preciso-mudar/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>SÓ PRA CONSTAR</title>
            <pubDate>Wed, 05 Mar 2003 05:37:12 -0300</pubDate>
            <description>Eu sei que muita gente vai achar ridículo. Mas o que fazer quando não se tem TV a Cabo, está sem dinheiro para abusar da internet antes da meia noite e tem uma filhinha pequenininha que quer (e com toda razão, e tem) atenção a ponto de não se ter condições de assistir a um vídeo?? O negócio é ver TV mesmo.


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E não assino a NET aqui em Londrina de novo. A minha assinatura antiga ficou com meus pais. Depois que casei vivo sempre apertando a grana pra sobrar bem pouco mês no fim do meu salário. E também porque estou indignado com a empresa que opera em Londrina. Ainda lembro de quando os vendedores foram até minha casa vender o produto. &amp;#8220;Olha Silvio, são mais de setenta canais, no pacote Master, e a programação não tem intervalos comerciais. E quanto mais gente assinar aqui em Londrina, mais barato vai ficar a assinatura&amp;#8221;. Hoje, todos os canais têm propaganda e a assinatura sobe de preço todo ano, muito embora a cidade inteira esteja cabeada. Pagar pra ver propaganda é aviltante. Pagar caro é pior ainda. Não consigo convencer meu pai a cancelar. 


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Restrito ao mundo da diversão eletrônica e inculta da TV aberta, aproveito e babo. Que Rede Globo filha da puta que conseguiu direito de transmissão das finais do Paulistão. Isso demonstra também o teor venal de nossa justiça que deve ter julgado isso na segunda-feira de carnaval. Conseguiram, mas não do jeito que queriam. O jogo começa às 9:00hs. Vão ter que adiantar o JN e encurtar a novela.


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Verdade seja dita, mas a qualidade das transmissões da Globo é insuperável. Peraí: cê acha ruim que ela conseguiu, mas vai assistir por ela porque a qualidade é melhor? Pois é brow, aqueles bonequinhos cafonas que o SBT coloca na tela quando tem gol ou o juiz erra são dose. Isso sem contar que no canto da tela, em vez de mostrar o tempo de jogo e o placar,o espaço fica ocupado por propaganda quase o tempo todo.


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Outra coisa que me chateava era o clone da &amp;#8220;Terra Nostra&amp;#8221;, a novela Esperança, que graças a Deus acabou. Sou descendente de italianos, mas não agüentava mais ouvir os mesmos atores de Terra Nostra dizendo cáspita, madona, porca miséria e outros jargões imbecis e insuportáveis de forma macarrônica. Asssistia ao Ratinho quase toda noite. os testes de DNA são um must. O programa é aquilo lá mesmo. Mundo cão com baixaria e algumas coisas sérias. E pensar que o cara está puxando dinheiro com rodo pra fazer aquilo...


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Quanto às novelas, sempre gostei. Mas gosto apenas daquelas que retratam o cotidiano das cidades. Novelas baseadas em obras do Jorge Amado eu abomino. É sempre a mesma coisa. Uns coronéis, uns políticos, umas beatas, as putas, o padre, todo mundo comendo a mulher do outro e por aí vai. As novelas da &amp;#8220;cidade grande&amp;#8221; também são assim. Os ricos, os pobres, os mocinhos e os bandidos. No final o par romântico fica junto, os bandidos pagam seus pecados e todos vivem felizes para sempre. Mas eu suporto mais, talvez por retratar coisas mais próximas de nossa realidade na urbe.


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Descobri por esses dias que jogava bola junto com o Emílio &amp;#8220;Zagaia&amp;#8221; eliminado do Big Bosta Brasil 3. Um amigo comum começou a falar e fui puxando pela memória até que me lembrei de algumas passagens juntos. Mesmo na galera que aparecia junto com a família tinha uns conhecidos meus. Já imaginava que pudesse conhecer mas não tinha certeza.


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Só pra constar, mas tá todo mundo sendo roubado neste BBB 3. Se alguém souber fazer cálculos, que calcule qual a probabilidade de a mesma pessoa ser o &amp;#8220;anjo&amp;#8221; por três vezes seguidas, entre nove, oito e sete pessoas. A Globo controla a audiência pelo IBOPE e sabe que aquele tanso de Goiânia eleva a audiência. Aliado àquela japa vagaba, não tem por quê, mesmo que a galera queira, tirar os dois do programa. As provas para escolha do anjo nunca são ao vivo. Para esta última prova fizeram um teatrinho de Peter Pan e ao final os participantes tiveram que julgar se sua atuação foi boa ou ruim. Como julgaram que foi ruim, o anjo foi o personagem que o Dhomini escolheu. Simples assim, marmelada pura.


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Voltando às novelas, esta Mulheres Apaixonadas não está me empolgando, apesar do tema urbano. A Christiane Torloni com aquela cara de sonhadora adúltera cansa. Estou dando um prazo pra ver se melhora. Caso contrário o Ratinho vai ter minha audiência de novo. E não vou ler os livros que disse porque estou sem saco para tal. Vou ver Tv mesmo.


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A cada dia que passa me convenço que o glorioso TUBARÃO vai despachar o Coxa. Prá sábado já tenho meu palpite: CFC 0X2 LEC. O Paraguaio vai fazer um no primeiro tempo, ali pelos 27 minutos mais ou menos. No segundo tempo o Coritiba vai voltar no desespero e aos 32'o Dario vai fechar o placar. Se for isso mesmo, até com outro placar, o LONDRINA vai ser campeão.


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No entanto, apesar de viver tendo quase que só televisão como distração, hoje foi diferente. Terça-feira de carnaval com lasanha da Dona Adelina. Que coisa boa. A lasanha da minha mãe é um espetáculo. Não é que nem aquelas nojeiras das casas de massa que vem desmanchando de tanto molho. É sequinha, àq bolonhesa, com molho branco e vermelho na medida certa e sem presunto. Assada no forno de seu velho fogão, a camada de massa com fartura de queijo que recobre a tal é crocante, deliciosa.


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Para o tal almoço de lasanha deliciosa, espetacular e demais de minha mãe, meu pai chamou um amigo dele que está separado da mulher. O homem tem o mesmo hobby que eu: colecionador compulsivo de pins, bottoms, broches, distintivos e qualquer outro sinônimo que isto tenha. Muito legal, um homem de mais de 70 anos &amp;#8220;trocando figurinhas&amp;#8221; com outro de quase 40. A Ana Cláudia então quase foi a loucura quando viu tanta coisinha miúda em cima da mesa. Tive que proibí-la de ficar pegando, apesar de que um dia isso tudo vai ser dela mesmo. Dela e do irmão(ã) se ela tiver.


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E assim foi o carnaval do Silvio. Levar a filha pra brincar, passear com a família, mais o pai e mãe no sambódromo, almoçar lasanha genial e sem igual na mamma e trocar pins. Émuito bom poder curtir a família. tenho tentado viver isso intensamente para nunca me arrepender de não ter dado valor enquanto tinha.


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Mas que coisa hein Sr. Grota?! Nos damos bem, simpatizamos um com o outro (pelo menos eu acho isso) e nossos gostos são tão diferentes. Olavo de Carvalho e Paulo Francis... Valha-me Deus. Eu achava o Francis intragável pelo seu preconceito contra pobres, negros, nordestinos e outros menos favorecidos. Confesso que no dia 4 de fevereiro de 1997 fiquei um pouco alegre quando soube de sua morte. Justo no dia do meu aniversário!!! Mas minha formação cristã conteve meus ímpetos festivos e me permitiu até a sentir pena de um homem como aquele. Só podia ser mesmo um infeliz para falar tudo o que falava. Respondendo a você, o Sr. Fernando Jorge nunca deve ter trabalhado com ele mesmo. Mas foi pesquisar e descobrir a farsa que era a opinião sobre quase tudo do PF. Diferente dele que criticava filmes e livros sem ler nem assitir. Hoje, depois de ler sua resposta no meu post anterior, folheei o livro.


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Eis a dedicatória:

&amp;#8220;DEDICATÓRIA MUITO SINCERA

Dedico este livro aos amigos e admiradores do senhor Paulo Francis, abaixo relacionados, para que eles, após a leitura, possam reavaliar o caráter, a competência, a cultura e a honestidade intelectual deste cidadão que além de ser um grande plagiário e um grande ignorante, é do mesmo modo um grande difamador de muitas pessoas honradas.&amp;#8221;

E a lista começa com o Antônio Pimenta Neves(e passa a desfilar mais um monte de nomes que não vou ter saco de copiar agora)

e conclui:

&amp;#8220;Todos eles são inteligentes, reconheço, mas não há dúvida:

a inteligência também tem seus ingênuos e os seus dias sem Sol, de céu encoberto, dias que não deixam ver certas coisas...&amp;#8221;

Qualquer hora falo mais. Nada para afrontá-lo, mas vai te informar melhor a respeito de um de seus ícones.


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Bem meninos e meninas, um bom dia para vocês todos. Porque o meu vai ser péssimo. Vou acordar à 11:00Hs, tomar um banho, engulir o almoço e ir ao meio dia para uma tarde marasmática de trabalho encheção de saco. Quarta-feira de cinzas para bancário é assim mesmo. Pra dirigente sindical é pior porque não se tem muito o que fazer, a não ser ir para os bancos procurar problemas. Desta vez não voltei pra procurar erros de ortografia e gramática. Desculpe se eles estiverem presentes. Relevem por favor.




É bom amar. Nas horas de angústia é o que te sustenta.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/03/05/so-pra-constar/</link>
        </item>

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            <category />
            <title>NESTES DIAS DE CARNAVAL...</title>
            <pubDate>Tue, 04 Mar 2003 02:40:52 -0300</pubDate>
            <description>Andava meio sacudo de escrever aqui no Tipos. Nada contra ninguém, mas estava meio desanimado. Também porque sempre que escrevo, na maioria das vezes pelo menos, acaba gerando polêmica, o que me fazia responder, replicar, treplicar até &amp;#8220;enêplicar&amp;#8221;. Também estava sem visitar o Tipos a algum tempo. Agora mesmo, não li nenhuma mensagem postada recentemente, nem sei qual são as últimas. Nem sei se os adversários do James aceitaram o desafio do Jogo das Ofensas. Nem sei se ele ainda me quer como comentarista do jogo. Recebi através de e-mail, estes tempos atrás, mensagens que pediam a cabeça do Nicodemos. Achei graça. Antes, determinado tipo de coisa me causava aversão. O próprio Nicodemos, que acho que deve ser um boa praça, as vezes torra o saco um pouco mesmo. Mas nada que me faça engrossar o coro de &amp;#8220;Fora Nicodemos&amp;#8221;. Acho que cada um na sua. Se este blog dá acesso ao público, devemos estar preparados para o fato de que nem tudo que escreverem a respeito de nossos textos serão do nosso agrado.


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Eu mesmo recebi dois e-mails me detonando. Fiquei meio assim, titubeante diante de tão contundentes críticas, mas relevei. Cada um fala o que quer. Não vamos conseguir agradar a todos. Apesar de ter falado para o Manzano a respeito de uma autora gaúcha que esteve no Jô, sobre quebrar as convenções, sobre deixar de ser sempre politicamente correto para manter as aparências, ainda não estou a ponto de, como o próprio nome do livro dela diz, &amp;#8220;chutar o balde&amp;#8221;. Mas confesso que tenho me esforçado para continuar assim, tolerante, plural e tentando ser o mais &amp;#8220;cabeça aberta&amp;#8221; possível. Ossos de ser petista.


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Quando era mais novo (viram que estilo para dizer sem dizer que estou mais velho?!) gostava muito de carnaval. Depois, peguei aversão. Não suportava mais e muito menos o fato de nada funcionar nas noites de folia. Achava um tédio. Hoje, mudei de novo. Voltei a gostar, mas não como antigamente.


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Uma das coisas que me fizeram desgostar do Carnaval era a pirralhada no salão. Crianças de 10, 12 anos autorizadas pelo juizado e que coalhavam os salões. Virou uma matinê noturna. Hoje à noite mesmo, andando de carro com minha família, passamos na frente do Country Club e só vimos a criançada lá pela frente.


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Quando era pequeno, meus pais iam brincar no clube. Não podia ir pela idade. Nem acompanhado dos pais existia autorização para crianças freqüentarem os bailes noturnos. Ficava em casa vendo televisão. Assistia aos desfiles das Escolas de Samba do Rio. E não sei por quê, sou Portela fanaticamente. Ficava torcendo pela Portela até no dia da apuração. Nos dias que não tinha desfile, ficava vendo os bailes. A Globo mostrava os Bailes do Sírio e Libanês ou do Monte Líbano não lembro, do Scalla e não me recordo mais o nome certo, mas o baile rubro-negro, ou alguma coisa que tinha a ver ou que me lembrava o Flamengo. Tinha também os concursos de fantasias. Lembro de Clóvis Bornay, Mauro Rosas, Jésus Henrique e outra baitolas, lindas e esplendorosas e todas requebrantes em suas fantasias de milhares de plumas e paetês, caríssimas.


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Imagina só se hoje eu voltei a gostar de carnaval, se não foi por causa da bandidinha da Ana Cláudia. Este ano ela foi devidamente fantasiada pela mamãe de havaiana. Toda de rosa, um charminho. Ela realmente é de mascar. Uma fofa! Levei-a à matinê do Iate Clube. Ela é bárbara. Tudo devidamente registrado com a filmadora e a máquina fotográfica. E quando assito às fitas ou olho as fotos que já temos, constato que sou a cada dia mais e mais irremediável e perdidamente louco por ela. 


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Tempos atrás, escrevi sobre minha relação com meus pais. Da tristeza que sentia por vê-los e achá-los tão velhos e do tempo que perdi afastado, apesar de tão próximo, deles. Tenho tentado, como prometi, estar cada vez mais próximo e presente. Quase não perco um jogo do LONDRINA ESPORTE CLUBE aqui. Levo meu pai comigo em todos. Neste carnaval, inovei. Fomos todos ao Autódromo ver o desfile das escolas locais. No sábado vimos as do grupo B e domingo voltamos para ver o grupo A. Um barato. Rimos e nos divertimos até.


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Até já fui consultado se no ano que vem não gostaria de fazer parte do corpo de jurados. Em se confirmando o convite, aceito sem pestanejar. Acho super legal Londrina ter desfile. É uma coisa muito simples ainda, mas a cada ano a coisa vem crescendo. De quatro escolas no ano passado, pulou para oito este ano e ano que vem parece que serão dez. São pessoas abnegadas que querem manter a tradição, por isso prestigio. A Ana Cláudia presta uma atenção. Quem sabe um dia, com ela maiorzinha, não participamos de um desfile por uma destas escolas? Por incrível que pareça, mas a danadinha tem suíngue. Ela é simplesmente encantadora. Se soubesse como fazer, publicaria uma foto dela aqui no Tipos. Vocês todos iam ver que tenho inteira razão em ser tão coruja com aquela menininha!


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Prometi fazer muitas coisas neste feriadão prolongado de carnaval. Não fiz nenhuma. Nem comecei a ler os livros que arranjei. Não tenho tido vontade de nada. Tenho me esforçado para fazer pelo menos o que não pode deixar de ser feito: ser pai, ser marido e trabalhar. Não tenho paciência para muita coisa mais, não. Tenho lido muito pouco os jornais, não estou motivado, apesar de querer, a ler estes três livros e nem esta internet do capeta tem me dado motivos para desentediar-me. Tenho medo de que isso seja um sinal do começo de uma possível depressão. Até do que faço no meu trabalho, e que antes amava, peguei aversão. Mandei consertar minha bicicleta e andei só dois dias. Está encostada lá nos fundos onde sinto que vai ficar.


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Sobre os livros, sei que vou lê-los. Um é Ascensão e Queda do Terceiro Reih, de William Shirer, em quatro volumes; outros dois são um presente do Manzano que os conseguiu junto ao autor. São autografados e dedicados a mim, demais! Ambos são de autoria de Fernado Jorge, colunista da Revista Imprensa. O que mais quero ler chama-se &amp;#8220;Vida e Obra do Plagiário Paulo Francis&amp;#8221;. Para mim não existia nada mais repugnante do que a simples presença deste pulha na TV. E como não há mal que sempre dure, qual não foi minha surpresa ao saber que na manhã do meu aniversário, em 1997, o mala tinha morrido em NY. Depois que ler esta obra prima e mesmo a medida em que eu for lendo, vou postar mensagens sobre a obra. Quero, a minha maneira, contribuir para acabar com a fama de intelectual deste ordinário. O outro livro do Sr. Fernando Jorge chama-se &amp;#8220;A Academia do Fardão e da Confusão&amp;#8221;, que fala sobre a Academia Brasileira de letras, outra instituição que não gosto.


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Outras coisas que queria e deveria ter feito no carnaval:

Lavar meu carro;

lavar os cachorros;

passar veveno no quintal;

consertar o bico da mangueira e remendá-la;

podar as plantas e árvores do quintal;

plantar na calçada, o pé de Resedá que comprei;

arrumar o que falta do quarto das bagunças;

catalogar as fitas que gravei com minha filmadora;

descansar.

Foda-se, não fiz nada disso!


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Meu bairro é muito tranqüilo. Tão tranqüilo que nem percebi que a maioria dos meus vizinhos viajaram neste carnaval. Êta sossego bom!!!


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Aviso aos Tipos curitibanos: Não duvidem do meu TUBARÃO. Eu acho que o Coritiba vai dançar!!!!


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Sinceramente, desculpe se enchi o saco de alguém. Mas sei que ando meio chato mesmo. Melhor que ser totalmente chato, ou igual? Qual a diferença em ser meio ou inteiramente chato? Não responda não. Tchau.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/03/04/nestes-dias-de-carnaval/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>CIGARRO PARAGUAYO...ARGH!!!!</title>
            <pubDate>Thu, 13 Feb 2003 15:21:37 -0200</pubDate>
            <description>Aproveitei que um conhecido estava indo para São Paulo e encomendei:


- Meu, traz 10 maços de Minister.

- Claro, quanto custa?

- 20 paus.

- Dá a grana então.

- Putz, tô sem nenhum aqui. Compra lá com cheque, que eu deposito aqui para você.

- Não, fica frio. Eu compro e você me paga quando eu entregar.

- Falou, Wanderley. Você é amigo pra caralho!!!


Mas, o Wanderley não fuma. Não sabe nada de cigarro. E eu recomendei para ele comprar em lanchonete ou bar, porque não vendem cigarros paraguayos.


- Seguinte: entra num bar que vende cigarro. Você vai ver hollywood, Carlton, Marlboro... Pede se tem Minister. Se tiver, compra dez.

- Só isso?

- Só.


Hoje ele chegou. Sorriso de orelha a orelha. Todo feliz me entregou o pacote. Só de olhar, já vi que era merda.


- Meu, Minister não vem empacotado em caixa. Quer ver que você comprou cigarro falsificado?!


Dito e feito. Abri a caixa e só tinha Minister Flip Top. E do lado escrito: Fumar dana la salud.


- Puta que o pariu, Wanderley. Quanto você pagou nisso daqui?

- 12 contos.

- Meu, não te falei que custava 20? Isso aqui é paraguayo!!!

- Meu...entrei num bar e pedi Minister e o cara falou que não tinha. Sai, na calçada tinha um cara com uma banca e uma pilha de cigarro de tudo quanto é marca. Pedi Minister, ele disse que era 13 reais, chorei e ficou por 12.

- Meu, cigarro na calçada é paraguayo. Minister assim eu compro aqui em Londrina mesmo, seu Burrrrrrro!!

- Vai se foder, você não disse nada.

Como que você compra por 12 uma coisa que eu disse que custa 20? Fosse em outro bar, seu burrrro!

- Vai tomar no seu cu!!!!


É claro que não discutimos, foi tudo no clima de brincadeira. Dei o pacote para nossa empregada doméstica. Antes perguntei se ela queria. Vai dar para o marido dela. Fiquei sem Minister e com vontade de fumá-los todos. Daí me lembrei do manzano. Este sim, é fumante e sabe escolher, sabe comprar. acabei me fodendo duplamente. Sem Minister e doze paus jogados fora.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/02/13/cigarro-paraguayoargh/</link>
        </item>

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            <category />
            <title>ENVELHEÇO NA CIDADE!!!</title>
            <pubDate>Tue, 04 Feb 2003 17:41:25 -0200</pubDate>
            <description>Feliz aniversário para mim!!!! ehhehhehhehheheheh

Pode cumprimentar, hoje, dia 4 de fevereiro, o dia mais bonito do ano, estou ficando mais velho!!!

eeeeheeheeheeheehhheehhh

Viva o Silvio!!

Viva!!

Então como é que é!!!

ÉÉÉÉÉ!!

É pique! É pique! É pique, é pique, é pique!!!

É hora! É hora! É hora, é hora, é hora!!

Rá tchim bum

Silvio silvio Silvio

Discurso! Discurso! Discurso

Com quem será, com quem será, com quem será que o silvio vai casar/

Vai depender, vai depender...

eeeehheeehheeeeehhhh!!!</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/02/04/envelheco-na-cidade/</link>
        </item>

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            <category />
            <title>PROFISSÃO DE FÉ</title>
            <pubDate>Wed, 29 Jan 2003 15:02:32 -0200</pubDate>
            <description>Assumi a minha verdadeira paixão no futebol. Desde criança sempre fui são paulino. Mas como o que gosto mesmo é de sofrer com futebol, não faz mais sentido ter o Tricolor como o time nº 1 do meu coração. Afinal, o São Paulo ganhou tudo o que tinha para ser ganho, inclusive o mundo e por duas vezes, que perdeu a graça me incomodar por um time tão vencedor assim. Sem contar que é o proprietário do gigantesco, titanico, monumental, esplendoroso, fantástico, incrível, formidável, espetacular, fenomenal e magistral MAIOR ESTÁDIO PARTICULAR DO MUNDO. Sem contar também que Adhemar Ferreira da Silva, bi campeão Olímpico pelo Brasil em Helsinque e Melbourne, em 1956 e 1952, saltava pelo São Paulo Futebol Clube. Sem contar ainda que desde que foi aberta a competidores internacionais, o Brasil nunca mais tinha ganho uma Corrida de São Silvestre até que, em 1981, José João da Silva, com uma linda camisa tricolor, quebrou o tabú. Também tinha o Éder Jofre que lutava com as cores do Tricolor e ganhou o mundo duas vezes como campeão dos pesos Pena e Galo. E mais recentemente o Popó, que unificou os títulos mundiais e depois de conquistá-los se desmanchou de amores pelo São Paulo, etc. etc. etc... Assim, meio que perdeu a graça torcer para um time tão bom, tão poderoso e que faz qualquer adversário se borrar de medo só de pensar que pode ter que enfrentá-lo. 

Mas este nariz de cêra todo é para falar de outro clube, aquele que me referi na primeira frase. Aquele que defende o meu gueto, que eu posso ir a campo assistir sem ter que viajar quase 500 Km, como fiz umas três vezes para ver o Tricolor do Morumbi. Falo do primeiro time que vi jogar. Que da 1º vez que fui ao campo, me decepcionei ao saber que aquilo que eu via cinza, nas tv’s em preto &amp; branco, era nada mais do que a grama verde. Falo do time que vi jogar profissionalmente pela primeira vez in loco. Falo do meu glorioso TUBARÃO. Andei meio esquecido dele por muitos anos, até que percebi que no mundo dos grandes times, pequenos só tem vez com muito esforço. Percebi que os grandes, por mais rivais que sejam, se protegem mutuamente num jogo escuso de interesses. 

Então, desencantado com a cartolagem, com os Euricos, Dualibis, Mustafás, e outros bostas mais capitaneados por Ricardo Teixeira, decidi que o meu pequeno TUBARÃO é quem na verdade merece ser o dono de fato e de direito de minha paixão. É por isso que, movido por uma esperança incomensurável, vou hoje à noite ao velho, acanhado e desconfortável VGD ver o alvi celeste entrolhar o arrogante Coritiba. Vou exercer uma profissão de fé mesmo. O time é modesto, vai pegar um adversário muito melhor, mas não perde um jogo em Londrina desde o início da Série B do Brasileiro do ano passado. São umas 15 partidas em que ninguém conseguiu fazer o majestoso LONDRINA ESPORTE CLUBE ajoelhar no VGD. E tenho certeza que o time vai arrepiar os Coxas esta noite. E tenho certeza também que, se por um acaso perder hoje, no próximo jogo estarei no VGD torcendo desesperadamente para ele. Fiquei tão fanático do TUBARÃO que em hipótese alguma vaio o time. Pode estar perdendo de 10 a 0 para o Grêmio Maringá, que mesmo assim continuo apaixonado. As camisas alvi celestes representam a mim, jogam para mim e me honram. Nada abala esta convicção. Pode vir até o São Paulo aqui que eu torcerei mesmo é para que o TUBARÃO aplique uma surra bem dada nestes paulistas.

Já liguei para o meu pai. Depois do trampo, deixo Ana Lúcia e Ana Cláudinha em casa e vamos bem cedo para o estádio. Vamos tomar umas cervejas vendo a preliminar, vamos encontrar conhecidos para papear, vamos comer uns dogs para matar a fome e principalmente, vamos fazer aquele pensamento positivo para o TUBARÃO mandar um foguete no rabo dos curitibanos. É bom ir com meu pai em campo. Gosto disso. E é muito bom ir com meu pai torcer pelo time do meu coração. Ai, ai , ai ai, tá chegando a hora...</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/01/29/profissao-de-fe/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>AGRADECIMENTO PÚBLICO</title>
            <pubDate>Mon, 27 Jan 2003 03:04:52 -0200</pubDate>
            <description>Manzano, muito obrigado pelo pacote de Minister e pelos livros e revistas. É muito bom ter amigos como você (que eram colegas e depois se tornaram amigos) não tanto pelo presente mas pela conduta e sinceridade. Você é muito gente boa. Volte logo a Londrina. Venha almoçar com minha família, assistir fitas caseiras da Aninha, da nossa formatura e se divertir. Trocar idéias com você, além de ser algo bom e digestivo, é enriquecedor.</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/01/27/agradecimento-publico/</link>
        </item>

        <item>
            <category />
            <title>INGLÊS COM FISK</title>
            <pubDate>Mon, 27 Jan 2003 03:01:47 -0200</pubDate>
            <description>ON THE RADIO


                          DONNA SUMMER - POLYGRAM - 6175030




Someone found the letter

you wrote me on the radio

and they told me world

just how you felt

it must've fallen

out of a hole

in your old brown overcoat

they never said your name

but I knew

just who they meant

I was so surprised

and shocked

that I wondered too

if by chance

you heard it for yourself

I never told a soul

just how I've been

feeling over you

but they said it

really loud

they said it on the air

&amp;#8220;on the radio&amp;#8221;

don't it

kinda strike you sad

when you hear our song?

things are not the same

since we broke up

last june

the only thing

that I wanna hear

is that you love me still

and that you think

you'll be coming home

real soon

yeah, it kinda

made me feel proud

when I heard him say

you couldn't

find the words

to say it yourself

and now in my heart

I know I can say

what I really feel

'cause they sai it

really loud

they said it on the air

&amp;#8220;on the radio&amp;#8221;

if you think that love

isn't found on the radio

then tuned right in

you may find

a love you lost

'cause now

I'm sitting here

with the man

I sent away long ago

this time he really lied

he said he really lied

on the radio...</description>
            <link>http://silvio.tipos.com.br/posts/2003/01/27/ingles-com-fisk_2/</link>
        </item>
    </channel>
</rss>
