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<title>Trauma Sports.</title>
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<language>pt-BR</language>
<description>Clinica de ortopedia e oncologia ossea.</description>
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		<title>Cuidado com as Dores nos Joelhos</title>
		<link>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/cuidado-com-as-dores-nos-joelhos/26</link>
		<comments>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/cuidado-com-as-dores-nos-joelhos/26</comments>
		<pubDate>2012-04-09</pubDate>
		<category>Trauma Sports</category>
		<guid>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/cuidado-com-as-dores-nos-joelhos/26</guid>
		<description><![CDATA[<p><i><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A condromal&aacute;cea &eacute; a mais comum das doen&ccedil;as a afetar essa importante articula&ccedil;&atilde;o</span></i></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Bastante exigido nas atividades do dia a dia, o joelho &eacute; uma das articula&ccedil;&otilde;es do corpo humano mais sujeitas a sofrerem com les&otilde;es e doen&ccedil;as v&aacute;rias. Entre as principais causas de dor nos joelhos est&aacute; a condromal&aacute;cia, uma doen&ccedil;a degenerativa da cartilagem da patela (r&oacute;tula). Para se ter uma id&eacute;ia de sua incid&ecirc;ncia, basta dizer que cerca de 30% dos pacientes que frequentam cl&iacute;nicas de fisioterapia para tratamentos dos joelhos t&ecirc;m esse problema. Inicialmente a condromal&aacute;cia n&atilde;o causa dor. Seu principal sintoma, quando em fases inciais, &eacute; a crepita&ccedil;&atilde;o - sensa&ccedil;&atilde;o de que um &quot;osso&quot; raspa no outro. Se n&atilde;o tratado o problema pode evoluir e causar s&eacute;rias limita&ccedil;&otilde;es &agrave; pessoa.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">H&aacute; quatro graus de acometimento da doen&ccedil;a, de acordo com o est&aacute;gio de deteriora&ccedil;&atilde;o da cartilagem. Nos tr&ecirc;s primeiros &eacute; poss&iacute;vel recorrer a um tratamento com fisioterapia e rem&eacute;dios; no &uacute;ltimo est&aacute;gio, pode ser necess&aacute;ria uma interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica. Geralmente a doen&ccedil;a tem origens mec&acirc;nicas que v&atilde;o desde altera&ccedil;&otilde;es posturais at&eacute; dist&uacute;rbio de alinhamento da patela. De um modo geral, o problema come&ccedil;a a se manifestar &agrave; partir dos 30 anos e acomete mais as mulheres: 2/3 dos casos. Al&eacute;m disso, 72% das pessoas desenvolve a condromal&aacute;cia nos dois joelhos. A doen&ccedil;a pode promover limita&ccedil;&otilde;es graves de autonomia, dependendo do grau em que se encontra, e a pessoa come&ccedil;a a evitar fazer determinadas coisas que aumentam o desconforto.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O maior perigo da condromalacia - que nada mais &eacute; que o in&iacute;cio da artrose - &eacute; o fato de ser uma doen&ccedil;a silenciosa, que s&oacute; vai provocar dores quando j&aacute; estiver em est&aacute;gio avan&ccedil;ado. A crepita&ccedil;&atilde;o, que vai causar inc&ocirc;modo para subir ou descer escadas, em viagens prolongadas e agachamentos, por exemplo, &eacute; o sintoma mais caracter&iacute;stico. O ideal &eacute; que, ao sentir uma crepita&ccedil;&atilde;o no joelho a pessoa procure um ortopedista.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O diagn&oacute;stico precoce &eacute; importante e o tratamento sempre &eacute; mais f&aacute;cil no in&iacute;cio. O primeiro passo &eacute; descobrir e, posteriormente, tratar a causa do problema. N&atilde;o se pode dizer que a condromal&aacute;cia tenha cura, pois no local onde a cartilagem se desgastou, vai se formar uma cicatriz - e, a exemplo do que ocorre na pele, a cartilagem, uma vez lesionada, nunca mais vai ficar igual &agrave; cartilagem s&atilde;. O tratamento para o mal vai de reeduca&ccedil;&atilde;o postural, diminui&ccedil;&atilde;o de peso e reeduca&ccedil;&atilde;o funcional do joelho a cirurgias, dependendo da causa do problema.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos n&atilde;o &eacute; vetada para os portadores de condromal&aacute;cia, mas precisa ser feita com acompanhamento especializado. O Pilates, por exemplo, &eacute; um exerc&iacute;cio excelente para os portadores a doen&ccedil;a, porque trabalha o fortalecimento e a estabiliza&ccedil;&atilde;o dos m&uacute;sculos. O programa para quem tem a les&atilde;o inclui exerc&iacute;cios de pot&ecirc;ncia, for&ccedil;a, alongamentos e mobiliza&ccedil;&atilde;o do membro inferior.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Na maior parte dos casos, n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel evitar o surgimento da condromal&aacute;cia, portanto &eacute; essencial que a pessoa esteja sempre atenta aos sinais que o corpo d&aacute;&nbsp; de que algo n&atilde;o vai bem. Ao primeiro sintoma deve-se procurar um ortopedista. O diagn&oacute;stico precoce faz, na maior parte dos casos, muita diferen&ccedil;a na evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a e na qualidade de vida de seu portador. Fique alerta!<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Artigo publicado na Revista OQ<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&nbsp;</span></p>]]></description>
	</item><item>
		<title>Precipitado Rico em Plaquetas</title>
		<link>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/precipitado-rico-em-plaquetas/25</link>
		<comments>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/precipitado-rico-em-plaquetas/25</comments>
		<pubDate>2012-04-09</pubDate>
		<category>Trauma Sports</category>
		<guid>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/precipitado-rico-em-plaquetas/25</guid>
		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><i><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A evolu&ccedil;&atilde;o na medicina que faz toda a diferen&ccedil;a na recupera&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es graves em atletas e seres humanos comuns<o:p></o:p></span></i></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Utilizar o potencial do pr&oacute;prio corpo humano para regenerar estruturas como cartilagens e tend&otilde;es, curando les&otilde;es de maneira mais r&aacute;pida e segura, eliminando a necessidade de tratamentos mais agressivos. Essa pode ser considerada uma das descobertas mais importantes e revolucion&aacute;rias da medicina moderna. Dentro desse conceito, o uso do precipitado rico em plaquetas (PRP) vem se destacando pela facilidade com que &eacute; obtido e pelos excelentes resultados que tem alcan&ccedil;ado<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O PRP &eacute; obtido de maneira bastante simples: retira-se uma pequena quantidade de sangue do paciente e submete-se esse sangue a uma centr&iacute;fuga capaz de separar as plaquetas (respons&aacute;veis pela cicatriza&ccedil;&atilde;o e defesa do organismo) dos gl&oacute;bulos brancos e vermelhos. A alta concentra&ccedil;&atilde;o de plaquetas (at&eacute; dez vezes mais do que o normalmente encontrado no sangue) catalisa o crescimento de novas c&eacute;lulas e estimula a cicatriza&ccedil;&atilde;o dos tecidos. As plaquetas s&atilde;o injetadas diretamente na les&atilde;o, com a ajuda de um ultrassom. O procedimento dispensa hospitaliza&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Na ortopedia, o PRP &eacute; indicado para les&otilde;es musculares e tendinosas, de graus 2 e 3, consideradas mais graves. No caso de les&otilde;es mais leves, n&atilde;o h&aacute; necessidade de se recorrer a esse tratamento, pois a cicatriza&ccedil;&atilde;o j&aacute; se dar&aacute; de forma r&aacute;pida e satisfat&oacute;ria. Os maiores beneficiados pelo uso do PRP t&ecirc;m sido os atletas - at&eacute; porque s&atilde;o os que mais sofrem com les&otilde;es nos m&uacute;sculos e tend&otilde;es. V&aacute;rios esportistas famosos como Ronaldo Fen&ocirc;meno, Paulo Henrique Ganso e Adriano, j&aacute; se beneficiaram da t&eacute;cnica que, at&eacute; um ano atr&aacute;s era considerada dopping. Hoje, ganhou o status de tratamento.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Al&eacute;m de acelerar significativamente o tempo de cicatriza&ccedil;&atilde;o das les&otilde;es, o PRP n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o apresenta riscos de rejei&ccedil;&atilde;o ou rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica. Isso porque a subst&acirc;ncia &eacute; retirada do organismo do pr&oacute;prio paciente. De um modo geral s&atilde;o necess&aacute;rias apenas uma ou duas aplica&ccedil;&otilde;es para se obter a completa regenera&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea lesionada.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A t&eacute;cnica est&aacute; em alta e foi um dos assuntos discutidos durante a 1&ordf; Jornada Catarinense de Artroscopia e Traumatologia Desportiva, realizada entre os dias 13 e 15 de outubro, em Balne&aacute;rio Cambori&uacute;, e que reuniu v&aacute;rios especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de. Em breve, os joinvilenses v&atilde;o poder usufruir os benef&iacute;cios da t&eacute;cnica, que est&aacute; sendo implantada no Hospital Dona Helena.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Artigo publicado na Revista OQ<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&nbsp;</span></p>]]></description>
	</item><item>
		<title>Lesão nos Meniscos</title>
		<link>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/lesao-nos-meniscos/24</link>
		<comments>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/lesao-nos-meniscos/24</comments>
		<pubDate>2012-03-21</pubDate>
		<category>Trauma Sports</category>
		<guid>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/lesao-nos-meniscos/24</guid>
		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Atletas profissionais e os de fim de semana devem ter muito cuidado com seus joelhos</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O joelho &eacute; a maior articula&ccedil;&atilde;o do corpo humano e uma das mais vulner&aacute;veis a les&otilde;es. Dentre as estruturas que comp&otilde;e o joelho, uma das mais comumente lesionadas s&atilde;o os meniscos, que possuem a importante fun&ccedil;&atilde;o de agir como &quot;amortecedores&quot; entre o f&ecirc;mur e a t&iacute;bia. Os meniscos, em forma de meia lua, s&atilde;o respons&aacute;veis pela absor&ccedil;&atilde;o do impacto e pela estabiliza&ccedil;&atilde;o secund&aacute;ria do joelho porque distribuem o f&ecirc;mur (superf&iacute;cie arredondada) sobre a t&iacute;bia (superf&iacute;cie aplanada). Os meniscos s&atilde;o respons&aacute;veis por absorver de 50% a 70% do peso corporal e cada joelho possui dois: um na parte interna ou medial e outro na lateral. As les&otilde;es meniscais acometem principalmente atletas e podem ser tratadas de modo conservador (com rem&eacute;dios e fisioterapia) ou cir&uacute;rgico - isso &eacute; definido em fun&ccedil;&atilde;o do tipo de les&atilde;o.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">As les&otilde;es ocorrem por entorses (quando se gira o joelho) ou quando h&aacute; uma hiperflex&atilde;o, e acontecem tr&ecirc;s vezes mais no menisco interno ou medial do que no lateral. Isso porque o menisco lateral &eacute; mais m&oacute;vel. Os sintomas das les&otilde;es meniscais incluem dor importante na hora do trauma, que pode ser acompanhada de um estalido. Em alguns casos, o fragmento lesionado pode bloquear a articula&ccedil;&atilde;o, travando o joelho. As les&otilde;es nos meniscos, infelizmente, nem sempre s&atilde;o isoladas: entre 30% e 80% dos casos s&atilde;o acompanhados por les&otilde;es ligamentares. Tamb&eacute;m pode haver les&otilde;es degenerativas nos meniscos, em pacientes de mais idade - &eacute; uma esp&eacute;cie de desgaste.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O diagn&oacute;stico &eacute; feito atrav&eacute;s de&nbsp; exame cl&iacute;nico,&nbsp; onde o m&eacute;dico realiza manobras espec&iacute;ficas para determinar a natureza do problema. Al&eacute;m disso, &eacute; recomendada uma resson&acirc;ncia magn&eacute;tica, que permite que se analise toda a estrutura do joelho. O tratamento depende, basicamente, do local e da intensidade da les&atilde;o. Uma les&atilde;o de Grau I, por exemplo, a menos grave, pode se tratada de modo conservador, com anti-inflamat&oacute;rios, analg&eacute;sicos e fisioterapia.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">J&aacute; os casos mais graves (Grau III) pedem a realiza&ccedil;&atilde;o de uma interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica, a videoartroscopia, que &eacute; feita atrav&eacute;s de dois furinhos no joelho no joelho e permite que o paciente saia andando do hospital no mesmo dia. N&atilde;o necessita de interna&ccedil;&atilde;o e a recupera&ccedil;&atilde;o &eacute; bastante r&aacute;pida: em alguns dias. Pacientes com mais idade podem, eventualmente, ser poupados da cirurgia e tratados de modo conservador, desde que a les&atilde;o n&atilde;o atrapalhe sua autonomia.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Antigamente, havia o costume de se retirar os meniscos. Ali&aacute;s, quando o paciente tinha uma les&atilde;o em um dos menicos, os m&eacute;dicos extraiam os dois - era uma forma de prevenir les&otilde;es no menisco que ainda estava intacto. Isso &eacute; bastante complicado, pois os joelhos perdem os &quot;amortecedores&quot; o que pode ocasionar casos precoces de artrose. Hoje, felizmente essa pr&aacute;tica n&atilde;o mais ocorre. &Eacute; bom lembrar que o problema acomete mais atletas, mas os chamados &quot;atletas de fim de semana&quot; s&atilde;o fortes candidatos a sofrerem les&otilde;es meniscais, muito em fun&ccedil;&atilde;o da falta de condicionamento. Por isso, todo cuidado &eacute; pouco.<o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&nbsp;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12.0pt;line-height:115%;font-family:
&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Artigo publicado na Revista OQ<o:p></o:p></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%; ">&nbsp;</span>&nbsp;</p>]]></description>
	</item><item>
		<title>Os Problemas da Artrose</title>
		<link>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/os-problemas-da-artrose/23</link>
		<comments>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/os-problemas-da-artrose/23</comments>
		<pubDate>2012-03-21</pubDate>
		<category>Trauma Sports</category>
		<guid>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/os-problemas-da-artrose/23</guid>
		<description><![CDATA[<p><em>O aumento nos casos de artrose tem rela&ccedil;&atilde;o diretacom o sobrepeso e a longevidade humana.</em></p>
<p>Dor e limita&ccedil;&atilde;o de fun&ccedil;&otilde;es. Esses s&atilde;o os principais sintomas da artrose, doen&ccedil;a causada pela degenera&ccedil;&atilde;o da cartilagem que reveste as articula&ccedil;&otilde;es. A cartilagem &eacute; uma estrutura que fica entre os ossos e amortece o contato entre eles. Sem essa prote&ccedil;&atilde;o os ossos ficam em contato direto, o que gera atrito e, consequentemente, dor. A incid&ecirc;ncia do problema &eacute; maior entre as mulheres, mas ao contr&aacute;rio do que comumente se pensa, a artrose n&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a da terceira idade: ela tamb&eacute;m pode aparecer em consequ&ecirc;ncia de outras condi&ccedil;&otilde;es do indiv&iacute;duo como obesidade, traumas e desvios no eixo dos membros inferiores. Al&eacute;m disso, pessoas que tem familiares reumatismo ou osteoporose possuem mais chance de desenvolver artrose. As articula&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o mais sujeitas ao problema s&atilde;o aquelas mais exigidas ao longo da vida, joelhos, quadril e coluna vertebral. Atualmente, existem medicamentos que podem impedir a evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a e proporcionar melhor qualidade de vida ao paciente. Mas tudo depende da precocidade com que o problema &eacute; detectado; quanto antes for feito o diagn&oacute;stico, menor ser&aacute; a intensidade do tratamento e maior o seu sucesso. 	A artrose &eacute;, na verdade, o grau final da degenera&ccedil;&atilde;o da cartilagem e, caso o processo de desgaste n&atilde;o seja interrompido, evolui at&eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o total do tecido. Por&eacute;m, no caminho entre o in&iacute;cio do problema at&eacute; este est&aacute;gio &eacute; poss&iacute;vel realizar tratamentos que estimulam a cicatriza&ccedil;&atilde;o da cartilagem. Por isso, a import&acirc;ncia da detec&ccedil;&atilde;o precoce do problema e, posteriormente, a manuten&ccedil;&atilde;o da regularidade do tratamento. Cada grau de artrose tem um tratamento espec&iacute;fico. V&aacute;rios medicamentos, que podem ser ingeridos ou depositados diretamente nas articula&ccedil;&otilde;es estimulam a cicatriza&ccedil;&atilde;o nos casos menos severos. Em situa&ccedil;&otilde;es mais graves, quando a doen&ccedil;a j&aacute; imp&otilde;e s&eacute;rias limita&ccedil;&otilde;es ao paciente, &eacute; preciso refazer ou repor a cartilagem atrav&eacute;s de uma interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica ou at&eacute; substitu&iacute;-la parcial ou totalmente com artroplastias (pr&oacute;teses). 	A artrose &eacute; a mais comum das doen&ccedil;as articulares e sua incid&ecirc;ncia tem aumentado de forma significativa. Isso se deve, basicamente, a dois motivos: o aumento do peso corporal da popula&ccedil;&atilde;o (dados divulgados recentemente pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de apontam que 48,1% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira tem sobrepeso ou obesidade) e aumento da expectativa de vida. A idade e a obesidade s&atilde;o fatores de riscos importantes na artrose. 	A doen&ccedil;a tamb&eacute;m produz forte forte impacto econ&ocirc;mico em fun&ccedil;&atilde;o da incapacidade que provoca nos portadores. Para se ter uma id&eacute;ia desta dimens&atilde;o, no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) a artrose &eacute; respons&aacute;vel por:</p>
<p>&bull;	7,5% dos afastamentos do trabalho</p>
<p>&bull;	10,5% dos aux&iacute;lios-doen&ccedil;a</p>
<p>&bull;	6,2% das aposentadorias</p>
<p>De um modo geral, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; a seguinte e vale para todos: prestar aten&ccedil;&atilde;o ao corpo e n&atilde;o subestimar sintomas. Em muitos casos a pessoa sente alguma esp&eacute;cie de dor, n&atilde;o muito intensa, e negligencia, achando que &quot;n&atilde;o &eacute; nada&quot;. &Eacute; a&iacute; que mora o perigo. Quando a dor estiver mais forte e frequente &eacute; sinal de que o problema j&aacute; est&aacute; mais grave e inspira cuidados. Por isso, em caso de perceber qualquer sintoma, o ideal &eacute; procurar um m&eacute;dico. Al&eacute;m disso, &eacute; importante cultivar h&aacute;bitos saud&aacute;veis, como manter o peso dentro dos limites, adotar uma alimenta&ccedil;&atilde;o balanceada e praticar atividades f&iacute;sicas moderadas e regulares. Sua sa&uacute;de vai agradecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Artigo publicado na revista OQ</p>]]></description>
	</item><item>
		<title>O joelho das mulheres sofre com o uso de saltos altos</title>
		<link>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/o-joelho-das-mulheres-sofre-com-o-uso-de-saltos-altos/22</link>
		<comments>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/o-joelho-das-mulheres-sofre-com-o-uso-de-saltos-altos/22</comments>
		<pubDate>2010-04-20</pubDate>
		<category>Trauma Sports</category>
		<guid>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/o-joelho-das-mulheres-sofre-com-o-uso-de-saltos-altos/22</guid>
		<description><![CDATA[<p>Cal&ccedil;ado inadequado provoca dores no joelho, tor&ccedil;&otilde;es e artrite; m&eacute;dico especialista indica as melhores formas de preven&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Ele &eacute; adorado pelas mulheres e algumas delas simplesmente n&atilde;o dispensam, mas a maioria dos m&eacute;dicos e pesquisadores &eacute; un&acirc;nime em conden&aacute;-lo como um vil&atilde;o &agrave; sa&uacute;de dos joelhos. O salto alto causa pol&ecirc;mica e &eacute; frequentemente apontado como causador de les&otilde;es no joelho, tendinite e artrite (a inflama&ccedil;&atilde;o das articula&ccedil;&otilde;es), entre outros.<br />
<br />
Salto do tipo agulha, bico fino, scarpin. A lista de cal&ccedil;ados que podem trazer problemas para a sa&uacute;de feminina &eacute; grande e mostra que a vaidade pode custar caro. Os principais sintomas da m&aacute; escolha do cal&ccedil;ado incluem dores, tor&ccedil;&otilde;es e fraturas, al&eacute;m de outros males menores como calosidades e deformidades nos dedos.<br />
<br />
Estruturalmente, os joelhos de homens e mulheres apresentam diferen&ccedil;as, explica o m&eacute;dico ortopedista Dr. Marco Antonio Schueda. Mas no caso delas, as mulheres tem uma tend&ecirc;ncia natural a ter joelhos valgos (voltados para dentro em forma de x), o que contribui para a inclina&ccedil;&atilde;o da patela, um pequeno osso em forma de pir&acirc;mide que se articula com o f&ecirc;mur e protege a articula&ccedil;&atilde;o do joelho. &quot;Associado ao uso de saltos altos, isso favorece o desgaste da patela&quot;, afirma o ortopedista.</p>
<p>A popula&ccedil;&atilde;o mundial com idade acima de 55 anos sofre de dores fortes na consequ&ecirc;ncia de artrite no joelho, j&aacute; os problemas nos p&eacute;s s&atilde;o quatro vezes mais freq&uuml;entes e a incid&ecirc;ncia de artrite, duas vezes mais comum a partir de 65 anos de idade. Al&eacute;m disso, estima-se que mais de 3% da popula&ccedil;&atilde;o mundial com idade acima de 55 anos sofra de dores fortes em consequ&ecirc;ncia de artrite no joelho.<br />
<br />
Os saltos altos e finos s&atilde;o ainda piores, j&aacute;&nbsp; que a mulher tem que andar com os joelhos flexionados e se equilibrando, o que exige mais esfor&ccedil;o tanto da patela como do f&ecirc;mur. &ldquo;Entre os melhores recursos para a preven&ccedil;&atilde;o est&aacute; optar pelos cal&ccedil;ados do tipo anabela, que s&atilde;o mais baixos (com cerca de 4 centimetros). O resultado est&eacute;tico pode n&atilde;o ser o mesmo, mas em termos de sa&uacute;de e bem estar, essa mudan&ccedil;a vale a pena&ldquo;, sugere o m&eacute;dico. &ldquo;Outra boa pr&aacute;tica &eacute; alongar periodicamente os m&uacute;sculos da coxa e da panturrilha&rdquo;, considera.<br />
<br />
De modo geral, &eacute; poss&iacute;vel dizer que, quanto mais altos e finos forem os saltos, mais danos eles causar&atilde;o &agrave; sa&uacute;de. &ldquo;Como n&atilde;o existe sapato ideal, uma boa sa&iacute;da &eacute; optar pelas plataformas. Elas s&atilde;o mais uniformes e por isso distribuem melhor o peso do corpo &ldquo;, sugere o Dr. Schueda, que d&aacute; tamb&eacute;m outras dicas para as mulheres na hora de comprarem um novo par de cal&ccedil;ados...<br />
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<strong>Dicas</strong>:<br />
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&bull;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ande com o cal&ccedil;ado na loja para verificar se oferece um bom equil&iacute;brio;<br />
&bull;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Priorize o conforto que o modelo propicia, e n&atilde;o sua apar&ecirc;ncia;<br />
&bull;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Opte por modelos com o solado macio;<br />
&bull;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sapatos com saltos e bicos quadrados proporcionam mais estabilidade e conforto;<br />
&bull;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Guarde os saltos agulha e scarpins para ocasi&otilde;es especiais. Eles n&atilde;o proporcionam boa estabilidade e facilitam as tor&ccedil;&otilde;es de joelho ou tornozelos.<br />
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<strong>Dr. Marcos Antonio Schueda</strong><br />
Especialista em Joelho e Traumatologia Esportiva do Grupo Trauma Sports.</p>]]></description>
	</item><item>
		<title>Os Atletas de Final de Semana</title>
		<link>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/os-atletas-de-final-de-semana/21</link>
		<comments>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/os-atletas-de-final-de-semana/21</comments>
		<pubDate>2010-04-20</pubDate>
		<category>Trauma Sports</category>
		<guid>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/os-atletas-de-final-de-semana/21</guid>
		<description><![CDATA[<p>Antes que algu&eacute;m comece a praticar atividades f&iacute;sicas, &eacute; necess&aacute;rio submeter-se a um &quot;check-up&quot; m&eacute;dico funcional especializado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda n&atilde;o h&aacute; qualquer evid&ecirc;ncia de que a simples participa&ccedil;&atilde;o em programas de atividade f&iacute;sica possa, por si mesma, danificar um cora&ccedil;&atilde;o normal. Quando os exerc&iacute;cios s&atilde;o bem orientados, o sistema cardiocirculat&oacute;rio se adapta bem &agrave; carga de trabalho e aumenta a sua capacidade de desempenho. O mesmo acontece com o restante do organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&Eacute; imposs&iacute;vel negar, que alguns indiv&iacute;duos, aparentemente sadios e sedent&aacute;rios de longa data, resolvem repentinamente tornarem-se atletas. Em muitos casos iniciam-se em atividades f&iacute;sicas contra-indicadas ao seu estado f&iacute;sico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />
Exatamente neste grupo de aventureiros surgem os &quot;atletas de finais de semana&quot;. Eles s&atilde;o candidatos em potencial a apresentarem sinais de perigo e sintomas que se manifestam antes ou ap&oacute;s o exerc&iacute;cio.</p>
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Para identifica&ccedil;&atilde;o deste estado cl&iacute;nico de alerta, preste aten&ccedil;&atilde;o nas orienta&ccedil;&otilde;es abaixo relacionadas, as quais est&atilde;o divididas em duas categorias:</p>
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1. Procure um m&eacute;dico especialista se ocorrerem as seguintes situa&ccedil;&otilde;es: Altera&ccedil;&otilde;es anormais do ritmo card&iacute;aco; dor ou desconforto no peito; tonturas, brusca falta de coordena&ccedil;&atilde;o motora, confus&atilde;o mental, sudorese intensa e fria, palidez e/ou desmaio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><br />
2. Situa&ccedil;&otilde;es que exigem revis&atilde;o do programa de condicionamento: Freq&uuml;&ecirc;ncia card&iacute;aca exageradamente elevada e al&eacute;m de 5 a 10 minutos ap&oacute;s o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-esfor&ccedil;o; n&aacute;useas ou v&ocirc;mito ap&oacute;s o exerc&iacute;cio; cansa&ccedil;o intenso persistindo al&eacute;m das 24 horas ap&oacute;s o esfor&ccedil;o f&iacute;sico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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Mesmo estando ciente das condutas que devem ser tomadas nestas situa&ccedil;&otilde;es, jamais deve-se esquecer de procurar um m&eacute;dico. Vale aqui lembrar: o correto &eacute; prevenir, e n&atilde;o remediar.</p>
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<p><strong>Dr. Marcos Antonio Schueda</strong><br />
Especialista em Joelho e Traumatologia Esportiva do Grupo Trauma Sports.</p>]]></description>
	</item><item>
		<title>Joelho de Corredor: Prevenir e Tratar</title>
		<link>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/joelho-de-corredor:-prevenir-e-tratar/20</link>
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		<pubDate>2010-04-20</pubDate>
		<category>Trauma Sports</category>
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		<description><![CDATA[<p>Para os praticantes de corrida de m&eacute;dia e longa dist&acirc;ncia, uma s&eacute;rie de les&otilde;es &eacute; bastante conhecida e para muitos, tornam-se comum. Dentro desses acometimentos, a s&iacute;ndrome da banda ou trato iliotibial certamente poder&aacute; ser citada como uma das principais, pois &eacute; um problema t&atilde;o habitual entre os corredores que por muitos j&aacute; &eacute; descrita como &ldquo;Joelho de Corredor&rdquo;.<br />
<br />
A s&iacute;ndrome da banda iliotibial tamb&eacute;m &eacute; encontrada em esportes como o ciclismo ou aqueles que exigem movimentos repetitivos de flex&atilde;o e extens&atilde;o do joelho. Ela &eacute; caracterizada por dor na regi&atilde;o lateral do joelho, e pode acontecer durante ou ap&oacute;s a pr&aacute;tica de esportes. Isso acontece pelo grande atrito que existe entre o trato iliotibial (regi&atilde;o lateral do joelho) com a regi&atilde;o lateral do f&ecirc;mur. Esse atrito gera um processo infamat&oacute;rio e, conseq&uuml;entemente, dor na regi&atilde;o. Cada passo dado durante a corrida leva a uma pequena flex&atilde;o e extens&atilde;o do joelho, portanto, a cada movimento a banda iliotibial &ldquo;raspa&rdquo; na regi&atilde;o lateral do f&ecirc;mur.<br />
<br />
A dor come&ccedil;a a se manifestar durante o treino e torna-se mais presente, ao longo do tempo, nas atividades di&aacute;rias, como subir e descer escadas. Se n&atilde;o for tratada, pode levar os atletas a parar a atividade esportiva.<br />
<br />
A s&iacute;ndrome da banda iliotibial pode se manifestar ap&oacute;s a mudan&ccedil;a do treinamento, com o uso de um cal&ccedil;ado inadequado e/ou simplesmente com o fato de correr em solos irregulares. Esses fatores quando associados ao encurtamento da banda iliotibial, desalinhamento do joelho, rota&ccedil;&atilde;o da t&iacute;bia (osso da perna) ou altera&ccedil;&otilde;es no tipo de pisada, pode levar a processos inflamat&oacute;rios e conseq&uuml;ente afastamento do esporte.<br />
<br />
<strong>Como prevenir?</strong><br />
<br />
Essas les&otilde;es podem ser prevenidas com alongamentos da regi&atilde;o lateral da coxa e dos gl&uacute;teos. <br />
<br />
O tratamento dessas les&otilde;es consiste em fisioterapia podendo ou n&atilde;o ser associada ao uso de medicamentos de acordo com a prescri&ccedil;&atilde;o do ortopedista. Quando diminuir a dor, ocorre a diminui&ccedil;&atilde;o do atrito na banda iliotibial por meio de alongamento e estabiliza&ccedil;&atilde;o da articula&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Algumas atitudes devem ser tomadas para diminuir o tempo de tratamento, por exemplo: diminuir intensidade dos treinos, utilizar t&ecirc;nis apropriado para o tipo de pisada, n&atilde;o treinar em solos irregulares, alongar o trato iliotibial antes e depois da corrida.<br />
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A procura precoce por um profissional pode impedir o afastamento do esporte. Fique atento!</p>]]></description>
	</item><item>
		<title>Hidratação e Exercício Físico</title>
		<link>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/hidratacao-e-exercicio-fisico/19</link>
		<comments>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/hidratacao-e-exercicio-fisico/19</comments>
		<pubDate>2010-04-20</pubDate>
		<category>Trauma Sports</category>
		<guid>http://www.traumasports.com.br/detalhe_noticia/hidratacao-e-exercicio-fisico/19</guid>
		<description><![CDATA[<p>A &aacute;gua &eacute; o elemento vital para a vida, podemos sobreviver sem alimento por v&aacute;rios dias at&eacute; semanas, mas uma desidrata&ccedil;&atilde;o por um longo per&iacute;odo pode levar a morte, pois a &aacute;gua desempenha um papel fundamental na manuten&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio org&acirc;nico e das rea&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas que ocorrem no corpo tanto em repouso quanto durante o exerc&iacute;cio f&iacute;sico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um adulto saud&aacute;vel perde em m&eacute;dia de 2 a 2,5 litros de &aacute;gua por dia em situa&ccedil;&atilde;o normal, podendo chegar de 6 a 7 litros sob condi&ccedil;&otilde;es extremas de dura&ccedil;&atilde;o e intensidade do exerc&iacute;cio bem como da temperatura ambiente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta perda est&aacute; diretamente relacionada com o gasto energ&eacute;tico basal, isto &eacute;, a quantidade de energia que o corpo utiliza para manter-se vivo, e o gasto energ&eacute;tico acrescido pela pr&aacute;tica de alguma atividade f&iacute;sica, ent&atilde;o quanto maior for o gasto energ&eacute;tico total, maior ser&aacute; a necessidade de ingest&atilde;o de l&iacute;quidos para a manuten&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio metab&oacute;lico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A reposi&ccedil;&atilde;o de l&iacute;quidos n&atilde;o se d&aacute; somente pela ingest&atilde;o de &aacute;gua pura, os alimentos s&oacute;lidos tamb&eacute;m fornecem uma boa quantidade de &aacute;gua ao organismo, principalmente os vegetais e as frutas, e o pr&oacute;prio corpo tamb&eacute;m fabrica &aacute;gua, atrav&eacute;s das rea&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas da quebra da glicose e da prote&iacute;na armazenada no organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A desidrata&ccedil;&atilde;o pode causar desordens card&iacute;acas durante o exerc&iacute;cio podendo ocasionar at&eacute; um enfarte do mioc&aacute;rdio, baixos n&iacute;veis de &aacute;gua no corpo tamb&eacute;m podem levar a um estado de interma&ccedil;&atilde;o, impossibilitando a dissipa&ccedil;&atilde;o do calor atrav&eacute;s da sudorese e fazendo com que a temperatura interna suba acima nos n&iacute;veis normais, podendo causar les&otilde;es em certas regi&otilde;es do c&eacute;rebro que controlam a temperatura corporal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ingest&atilde;o de l&iacute;quidos &eacute; fundamental para a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios. Deve-se ingerir de 400 a 600 ml de &aacute;gua 2 horas antes do exerc&iacute;cio, a fim de promover uma melhor absor&ccedil;&atilde;o e esvaziamento g&aacute;strico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Durante o exerc&iacute;cio deve-se ingerir de 150 a 300 ml de &aacute;gua em per&iacute;odos de 15 a 20 minutos, que deve estar entre 15 e 20&deg;C de temperatura para facilitar a absor&ccedil;&atilde;o. Em exerc&iacute;cios prolongados (+ de 60 min) &eacute; aconselh&aacute;vel a ingest&atilde;o de uma mistura de 4 a 8g de um carboidrato como maltodextrina, frutose, sacarose ou glicose para cada 100 ml de &aacute;gua e de 0,5 a 0,7g/L de s&oacute;dio para a mesma medida, sob condi&ccedil;&otilde;es de exerc&iacute;cio prolongado pode-se recorrer ao uso de bebidas isot&ocirc;nicas. Nas primeiras 6 horas ap&oacute;s o exerc&iacute;cio deve-se ingerir uma boa quantidade de &aacute;gua ou suco com baixo teor de a&ccedil;&uacute;car, para n&atilde;o prejudicar o processo de reidrata&ccedil;&atilde;o. Esta ingest&atilde;o deve corresponder a 150% do peso perdido durante a atividade, por exemplo, se uma pessoa perdeu 2Kg durante o exerc&iacute;cio, ent&atilde;o dever&aacute; ingerir cerca de 3 litros de l&iacute;quidos para repor adequadamente o volume perdido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Motivos para beber &aacute;gua n&atilde;o faltam, pois ela auxilia o trabalho dos rins, prevenindo a forma&ccedil;&atilde;o de pedras renais, evita infec&ccedil;&otilde;es urin&aacute;rias, ajuda a emagrecer, pois d&aacute; sensa&ccedil;&atilde;o de saciedade, evita pris&atilde;o de ventre, ajuda a combater gripes e resfriados, melhora a absor&ccedil;&atilde;o de vitaminas e sais minerais, lubrifica as cordas vocais, melhorando a voz, hidrata profundamente a pele, retardando o envelhecimento e elimina as toxinas do organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consideramos como bebidas hidratantes a &aacute;gua mineral, &aacute;gua de coco, suco de frutas natural, ch&aacute;s de ervas, sopas quentes ou frias e bebidas isot&ocirc;nicas. E as bebidas desidratantes como bebidas alco&oacute;licas, ch&aacute; e caf&eacute; com cafe&iacute;na e bebidas com alto teor de a&ccedil;&uacute;car. Para calcular seu gasto h&iacute;drico voc&ecirc; pode corresponde &agrave; perda de aproximadamente 1L de l&iacute;quidos. Em treinos superiores a 4 horas &agrave; perda de s&oacute;dio &agrave; 1g/h, verifique a cor da urina &agrave; durante o treino ou ap&oacute;s e bom treino.</p>
<p><br />
&nbsp;<br />
<strong>Dr. Marcelo Kodja Daguer</strong><br />
M&eacute;dico Ortopedista do Grupo Trauma Sports</p>]]></description>
	</item></channel></rss>

