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	<title>Tripletech IT Solutions</title>
	
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	<description>Blog da Tripletech IT Solutions com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Oracle University e Formación Digital formam aliança para oferecer cursos on-line</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 16:57:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Oracle University em parceria com a Formación Digital iniciará a oferta de cursos on-line interativos e orientados para capacitar as empresas e pessoas físicas em soluções e novas tecnologias da Oracle O acordo começou há mais de um ano na Colômbia, na América Latina, e beneficiará outros países, como Brasil, Chile e México. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>A Oracle University em parceria com a Formación Digital iniciará a oferta de cursos on-line interativos e orientados para capacitar as empresas e pessoas físicas em soluções e novas tecnologias da Oracle</h3>
<p>O acordo começou há mais de um ano na Colômbia, na América Latina, e beneficiará outros países, como Brasil, Chile e México. O objetivo é promover a formação total dos profissionais com conhecimentos em tecnologias da Oracle para o mercado de Tecnologia da Informação.</p>
<p>A empresa espanhola Formación Digital é uma instituição de gestão integral de cursos de formação, que promove o avanço social por meio do desenvolvimento das pessoas e das organizações. Com sede na Espanha e filiais no Brasil, Chile, Colômbia e México e experiência na formação de profissionais de TI, a empresa fez uma parceria com a Oracle para oferecer cursos de formação e aperfeiçoamento, bem como certificações em diferentes tecnologias da empresa.<span id="more-2778"></span></p>
<p>A iniciativa faz parte de um programa mundial da Oracle University: Skill Development Partnership (SDP), que além de difundir o conhecimento sobre as tecnologias Oracle por meio de parcerias com universidades, instituições e empresas, tem como missão a responsabilidade social. Dessa forma, a Formación Digital torna-se a primeira empresa em desenvolvimento de cursos on-line para Oracle, com conteúdos especialmente desenvolvidos para aqueles que estão entrando no mercado de trabalho em TI.</p>
<p>Entre os cursos oferecidos estão: linguagem de programação Java, programador Java 7.0, desenvolvedor de componentes web, componentes de negócio e de aplicativos para dispositivos móveis, banco de dados MySQL e gestor de banco de dados Oracle 11g. Todos os cursos já estão disponíveis a um custo acessível com opções e facilidades de pagamento.</p>
<p>Com a parceria firmada em novembro de 2011, a Formación Digital colocará a disposição dos interessados cursos por meio de sua metodologia exclusiva, que tem como característica ser síncrono, tendo as atividades on-line, mas também a opção de interação em tempo real com um professor em tempo real.</p>
<p>Essa iniciativa ajudará a impulsionar as oportunidades de trabalho no mercado das novas tecnologias dos países em desenvolvimento na América Latina. Isso porque promove oportunidades de trabalho no mercado de tecnologia e permite ainda que os profissionais ampliem sua empregabilidade com as certificações em diferentes tecnologias.</p>
<p>Com o suporte acadêmico da Oracle University, existem mais de 1,3 milhão de profissionais certificados oficialmente em soluções Oracle em todo o mundo. Com essa nova iniciativa, a Oracle espera capacitar 18 mil pessoas nos quatro países conveniados da América Latina. Mundialmente, a Oracle Academy conta com um total de 1,5 milhão de estudantes. Durante o ano de 2011, a participação dos estudantes na América Latina aumentou em 66% alcançando a marca de 108.640 estudantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=28812&amp;sid=57" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Oracle University e Formación Digital formam aliança para oferecer cursos on-line</span></a></em></span></p>
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		<title>Aplicativos pessoais Vs Aplicativos de trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 13:15:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A TI deve responder a três questões para proporcionar uma melhor experiência móvel aos funcionários, além de ajudar a empresa a repensar o que é um aplicativo Hoje, os consumidores podem fazer quase tudo em um dispositivo móvel, desde acessar sua conta bancária até fazer teste para carta de motorista. Muitas empresas têm dado grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>A TI deve responder a três questões para proporcionar uma melhor experiência móvel aos funcionários, além de ajudar a empresa a repensar o que é um aplicativo</h3>
<p>Hoje, os consumidores podem fazer quase tudo em um dispositivo móvel, desde acessar sua conta bancária até fazer teste para carta de motorista. Muitas empresas têm dado grandes saltos para oferecer aos clientes nativos da Apple e smartphone e tablet com Android experiências com novos aplicativos.</p>
<p>E, no entanto, a maioria dos funcionários está presa há um tempo em um aplicativo de mobilidade, limitado a fazer apenas envio de e-mail e uso de calendários em seus smartphones. Aplicativos do consumidor têm interfaces convidativas que utilizam toque e fornecem dados em um ou dois cliques. Os aplicativos dos funcionários têm fontes minúsculas, interfaces simples e menus que exigem intermináveis minutos de navegação para obter os dados. Na verdade, um empregado pode precisar acessar diversas aplicações antes que ele ou ela tenha dados suficientes para tomar uma decisão de negócios.<span id="more-2762"></span></p>
<p>Por quê? É fácil culpar as questões de segurança e conformidade para a realização de empresas. Mas está não é a única razão de estarmos vendo uma divisão digital entre consumidores bem servidos e funcionários negligenciados. Há, pelo menos, três questões que uma empresa luta para oferecer aplicativos de negócios para os funcionários.</p>
<p>Primeiro, o que a empresa deve mobilizar? As empresas têm dezenas, senão centenas, de aplicativos, muitos deles construídos sob encomenda. A TI já está se perguntando se deve acabar algumas dessas aplicações definitivas, consolidá-las ou substituí-las por serviços baseados em nuvem. Eles não querem gastar dinheiro mobilizando um aplicativo legado que eles acabam substituindo. Além disso, a empresa precisa mobilizar todo um processo, não apenas um aplicativo. Mobilizar um aplicativo pode permitir que um empregado para complete apenas uma parte de um processo – finalizar uma venda, por exemplo, é muitas vezes composta de operações de vários aplicativos, como CRM, estoque e compras.</p>
<p>Segundo, como eu deveria mobilizar esses aplicativos? Deve a TI criar aplicativos que são nativos para o dispositivo, adotar uma experiência HTML5 ou construir um híbrido de nativos e Web? Se a empresa seleciona desenvolvimento de aplicativos nativos, ela também tem que escolher quais as plataformas de sistema operacional móvel serão usadas. Será que isso suporta Apple iOS, Google Android, RIM Blackberry e Microsoft Windows Phone? O que as empresas estão aprendendo é que não há modelo único de desenvolvimento de software que funciona para todos os cenários móveis. A maioria das empresas irá usar uma mistura de Web nativa, híbrida e móveis. A decisão vai depender da profundidade da funcionalidade que o aplicativo requer.</p>
<p>Terceiro, quais são as prioridades para o desenvolvimento móvel? Na seleção de processos de mobilização, uma empresa deve decidir quais as partes de quais aplicativos estarão disponíveis em um dispositivo móvel, e quais aplicativos serão feitos primeiro. Tendo apenas um aplicativo que foi criado para uso em desktop e torná-lo acessível em um dispositivo móvel não vai funcionar. A TI deve entender quais funções do aplicativo devem ser acessíveis em um dispositivo móvel, e quanto eles precisam ser revistos para o trabalho móvel. Estas são questões complexas que podem bloquear os esforços de TI.</p>
<p>Para superar esses obstáculos, uma estratégia bem sucedida requer a TI para trabalhar com cada unidade de negócios, focada em definir quais processos vão entregar o maior benefício. A TI deve selecionar uma pequena lista de processos e mobilizá-la para provar o caso de negócio.</p>
<p>A TI também precisa ajudar a empresa a repensar o que é um aplicativo. Muitas empresas tentam replicar o aplicativo desktop inteiro para um dispositivo móvel. Para uma distribuição inicial móvel é perfeitamente aceitável escolher uma ou duas funções da aplicação e entregá-las perfeitamente. Não deixe que “a característica creep” fique no caminho entregando rapidamente uma ou duas funções. E uma vez que o aplicativo móvel está em vida, esteja preparado para ouvir os funcionários, ouvir o que está faltando e, rapidamente, adicionar novas funcionalidades.</p>
<p>Claro que existem outras questões a resolver, tais como as questões de segurança de propriedade dos dispositivos dos funcionários, gerenciamento de dispositivos e aplicações móveis e os custos. Mas até que as questões básicas do que e como mobilizar são resolvidas, continuará a ser uma grande divisão digital entre o que uma pessoa pode conseguir com aplicações de consumo versus o que eles podem conseguir com um aplicativo móvel empresarial móvel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6441/mobilidade-digital-aplicativos-pessoais-vs-aplicativos-de-trabalho/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Aplicativos pessoais Vs Aplicativos de trabalho</span></a></em></span></p>
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		<title>Perdas e ganhos</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2012/01/06/perdas-e-ganhos/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O último mês de 2011, começa com uma bomba no mercado da distribuição: depois de encolher suas operações em julho, em função de complicações com questões tributárias inviabilizando manter os trabalhos no mesmo ritmo de antes, a Tech Data resolve encerrar seus negócios no Brasil, onde chegou em 1997. Em comunicado, Luis Oliveira, vice-presidente e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>O último mês de 2011, começa com uma bomba no mercado da distribuição: depois de encolher suas operações em julho, em função de complicações com questões tributárias inviabilizando manter os trabalhos no mesmo ritmo de antes, a <strong>Tech Data</strong> resolve encerrar seus negócios no Brasil, onde chegou em 1997.<span id="more-2760"></span></p>
<p>Em comunicado, Luis Oliveira, vice-presidente e gerente-geral da empresa na América Latina, explica que devido às mudanças nas políticas fiscais do Brasil, a distribuidora descontinuaria as vendas de hardware para fora do estado de São Paulo, mas que as vendas para outras regiões do País seriam atendidas por Miami – a comercialização de software não sofreriam impacto. “O fechamento se dá pelo ambiente complexo em impostos, leis e questões regulamentárias brasileiras, que torna difícil para a companhia gerar retorno suficiente sobre o capital investido”, disse, depois de um comunicado assinado pelo CEO da companhia, Robert M. Dutkowsky. Como resultado, a companhia espera perdas operacionais e outras cobranças no quarto trimestre fiscal de 2012 de 22 milhões a 25 milhões de dólares.</p>
<p>Isso logo antes de serem divulgados os resultados de um estudo encomendado pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti) à IT Data, para mapear o desenvolvimento do setor. As projeções indicam que o crescimento do mercado brasileiro de distribuição chega a 7,6% frente a 2010, com faturamento acumulado ao longo do ano de 12,7 bilhões de reais. O levantamento foi feito junto a 86 empresas – representantes de mais de 95% do segmento, que gera 9,9 mil empregos no País. Do faturamento total, 84% provém de venda de hardware, 10% de software e 1% de serviços. Componentes representam 18%, PCs e servidores, 15% e produtos de redes, 12%. O alto valor dos impostos é um dos destaques: com emissão de, em média, 340 mil notas fiscais a cada mês, o recolhimento apurado em 2011 supera 1 bilhão de reais.</p>
<p>O levantamento retratou também o universo de revendas atuantes no país, que passou de 29,5 mil em 2010 para 31 mil este ano, 60% delas com faturamento inferior a 500 mil reais ao ano. Uma em cada cinco conta apenas com o dono e 83% possuem até dez profissionais. Somados, os canais geram 158 mil empregos.</p>
<p>Entre as boas notícias, o <strong>LinkedIn</strong>, rede social para contatos profissionais, abre sua primeira unidade na América Latina com um escritório no Brasil, onde contava com 1 milhão de usuários em abril de 2010 – naquele mês, foi lançada a versão em português do serviço, que fez o número ser multiplicado por seis.</p>
<p>No ano de destaque para as redes sociais, a <strong>Bematech</strong> segue a onda e lança sua rede social corporativa, a Conecta, para ser comercializada na modalidade SaaS e que funciona como canal entre colaboradores, empresa/cliente, empresa/parceiros e até clientes/clientes. E o Brasil marca presença até na pequena Lugano, cidadezinha suíça do cantão italiano de Tessino com 30 mil habitantes, que adota a ferramenta EQM Suite, da SoftExpert, para aprimorar seus processos de auditoria interna.</p>
<p>A <strong>Dell</strong>, por sua vez, avisa que pretende investir mais no desenvolvimento de negócios com o canal e trará para o País três novas certificações para atuação por vertical de mercado: governo, saúde e educação, enquanto a Oracle anuncia sua intenção de triplicar o número de canais que possui na América Latina e no Brasil (atualmente, 1,8 mil no total).</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://crn.itweb.com.br/32029/perdas-e-ganhos/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Perdas e ganhos</span></a></em></span></p>
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		<title>Lista: conheça os chavões mais utilizados, e menos efetivos, do LinkedIn em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A busca por empregos em 2011 foi intensa. As empresas reclamaram da falta de profissionais no mercado, enquanto os profissionais reclamaram que as companhias não investem em mão de obra. Pois bem, nesse cenário o LinkedIn divulgou os termos mais utilizados na rede social profissional. Os brasileiros apostaram forte em chavões como “multinacional”, “planejamento estratégico” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>A busca por empregos em 2011 foi intensa. As empresas reclamaram da falta de profissionais no mercado, enquanto os profissionais reclamaram que as companhias não investem em mão de obra. Pois bem, nesse cenário o LinkedIn divulgou os termos mais utilizados na rede social profissional.</p>
<p>Os brasileiros apostaram forte em chavões como “multinacional”, “planejamento estratégico” e “criativo”. Apesar de soarem bem para leigos, especialistas em carreiras, como a diretora de Conexões do LinkedIn e autora do best-seller Girl on Top, Nicole Williams, afirma que não são.<span id="more-2754"></span></p>
<p>Em nota oficial, a executiva afirmou que “mesmo que a lista de termos mais utilizados por profissionais deste ano seja diferente do ano passado, os objetivos continuam o mesmo: banir estas palavras de seu perfil”. Ela ainda deu uma dica para quem quer ter sucesso na rede social: “sempre que possível, dê exemplos concretos de resultados que você alcançou e faça referência a atributos que são específicos a você”.</p>
<p>Veja abaixo a lista completa dos dez termos mais utilizados por profissionais no Brasil:</p>
<ol>
<li>Multinacional</li>
<li>Planejamento estratégico</li>
<li>Criativo</li>
<li>Efetiva</li>
<li>Multidisciplinar</li>
<li>Especializado</li>
<li>Novos desafios</li>
<li>Experiência internacional</li>
<li>Amplo conhecimento</li>
<li>Novas tecnologias</li>
</ol>
<p>Em 2010, as expressões mais utilizadas por usuários de todo o mundo foram “amplo conhecimento”, “dinâmico”, “motivado” e “inovador”. Então, uma dica é buscar um<strong> planejamento estratégico multidisciplinar efetivo</strong> para mostrar seu <strong>amplo conhecimento</strong> em<strong> novas tecnologias </strong>e garantir sua <strong>criatividade</strong> em uma <strong>multinacional</strong> para, quem sabe, conseguir <strong>novos desafios</strong> e uma <strong>experiência internacional </strong>e, enfim, tornar-se um profissional<strong> especializado. </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51232/multinacional-e-palavra-mais-utilizada-pelos-brasileiros-no-linkedin/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Lista: conheça os chavões mais utilizados, e menos efetivos, do LinkedIn em 2011</span></a></em></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Microsoft comemora queda do IE6</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
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		<description><![CDATA[Microsoft comemora queda do IE6 no mercado de browser Os desenvolvedores do Internet Explorer fizeram uma festa para comemorar a queda de participação do IE6 no mercado de browser. O navegador agora tem menos de 1% do mercado americano. O evento, feito nos Estados Unidos, teve bolo e salgados – além de abraços dos integrantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Microsoft comemora queda do IE6 no mercado de browser</h3>
<p>Os desenvolvedores do Internet Explorer fizeram uma festa para comemorar a queda de participação do IE6 no mercado de browser. O navegador agora tem menos de 1% do mercado americano.<span id="more-2766"></span></p>
<p>O evento, feito nos Estados Unidos, teve bolo e salgados – além de abraços dos integrantes da equipe. Os engenheiros até estouraram uma champanhe.</p>
<p>A Microsoft comemora o fato porque considera o software um estorvo, pois não roda um monte de padrões novos – como o HTML5, tecnologia que a Microsoft colabora com o desenvolvimento e, de certa maneira, deseja que vingue.</p>
<p>A empresa de Bill Gates, quando decretou a morte oficial do IE6, em 2009, até estimulou os usuários a adotarem outros navegadores.</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/microsoft-comemora-queda-do-ie6-03012012-28.shl" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Microsoft comemora queda do IE6</span></a></em></span></p>
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		<item>
		<title>Brasil cresceu 298% no Facebook em 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 11:33:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook durante o ano de 2011. Segundo números do especialista Nick Burcher, o país saltou de 8,8 milhões de usuários da rede social em 2010 para 35,1 milhões em 2011 – acréscimo de 298%. Com isso, o Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>O Brasil foi o país líder em crescimento no Facebook durante o ano de 2011.</h3>
<p>Segundo números do especialista Nick Burcher, o país saltou de 8,8 milhões de usuários da rede social em 2010 para 35,1 milhões em 2011 – acréscimo de 298%.</p>
<p>Com isso, o Brasil assumiu a quarta colocação em número de usuários, atrás somente dos Estados Unidos (157 milhões), Indonésia (41,7 milhões) e Índia (41,3 milhões).<span id="more-2764"></span></p>
<p>Segundo os <strong>números </strong>de Burcher, obtidos no próprio Facebook, em 2008, o Brasil contava apenas com 209 mil usuários cadastrados na rede social contra 2,4 milhões em 2009.</p>
<p>Entre os cinco primeiros países em número de usuários, os Estados Unidos cresceram apenas 8% em 2011, contra 30% da Indonésia, 139% da Indonésia e 67% do quinto colocado México.</p>
<p>Se mantiver o atual ritmo de crescimento, o Brasil pode ultrapassar a Índia e assumir a terceira posição em número de usuários já em 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/brasil-cresceu-298-no-facebook-em-2011-05012012-5.shl" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Brasil cresceu 298% no Facebook em 2011</span></a></em></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>LinkedIn dá dica para aumentar número de visitas ao perfil</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2012/01/05/linkedin-da-dica-para-aumentar-numero-de-visitas-ao-perfil/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 10:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[chavões]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[perfil]]></category>
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		<description><![CDATA[Na luta contra os chavões – publicados anteriormente – o LinkedIn divulgou três dicas para os profissionais que querem aumentar o número de visitas ao seu perfil. A companhia sugeriu que as mudanças de atitudes listadas a baixo podem alavancar a sua presença na rede social e, quem sabe, até te arrumar um novo emprego. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>Na luta contra os chavões – publicados anteriormente – o LinkedIn divulgou três dicas para os profissionais que querem aumentar o número de visitas ao seu perfil.</p>
<p>A companhia sugeriu que as mudanças de atitudes listadas a baixo podem alavancar a sua presença na rede social e, quem sabe, até te arrumar um novo emprego.<span id="more-2752"></span></p>
<ul>
<li><strong><em>Mostre suas habilidades: </em></strong><em>adicione competências relevantes ao seu perfil para que você apareça em pesquisas quando outros profissionais necessitam de alguém para um projeto, para obter conselhos ou mesmo para preencher uma vaga que eles tenham em aberto.<br />
</em></li>
<li><strong><em>Seja altamente recomendado: </em></strong><em>as recomendações espalham-se de forma viral, e dão às pessoas que visitam sua página a sensação de quem é você profissionalmente. Solicite algumas de antigos gerentes e clientes, assim como o tipo de habilidades que você gostaria que fossem ressaltadas.<br />
</em></li>
<li><strong><em>Complete seu perfil: </em></strong><em>inclua todo o seu histórico profissional. Você tem até 12 vezes mais chances de ser procurado para oportunidades de seu interesse se você possui mais de uma experiência profissional listada em seu perfil. Além disso, inclua uma foto – as pessoas nunca esquecem um rosto.</em></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51243/linkedin-da-dica-para-aumentar-numero-de-visitas-ao-perfil/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">LinkedIn dá dica para aumentar número de visitas ao perfil </span></a></em></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Google teria quebrado suas regras de links para promover o Chrome</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 21:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha online]]></category>
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		<description><![CDATA[O Google e empresas de marketing contratadas para promover seus produtos &#8211; em especial o Chrome – usam uma campanha online que viola as próprias regras de anúncios da empresa, apontaram os blogs de pesquisa de marketing SEO Book e Search Engine Land. Na segunda-feira, as publicações perceberam uma série de notícias e posts patrocinados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>O Google e empresas de marketing contratadas para promover seus produtos &#8211; em especial o Chrome – usam uma campanha online que viola as próprias regras de anúncios da empresa, apontaram os blogs de pesquisa de marketing <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.seobook.com/post-sponsored-google" rel="nofollow" target="_blank">SEO Book</a> e <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://searchengineland.com/googles-jaw-dropping-sponsored-post-campaign-for-chrome-106348" rel="nofollow" target="_blank">Search Engine Land</a>.</p>
<p>Na segunda-feira, as publicações perceberam uma série de notícias e posts patrocinados em alguns blogs e identificaram a gigante de buscas como financiadora desses conteúdos.<span id="more-2757"></span></p>
<p>Tal prática representaria uma divulgação adequada e não seria digna de observação se não fosse por dois pontos cruciais: esses blogs faziam links ao Google em seus posts,como uma forma de retorno ao site; e o histórico que a companhia tem em desencorajar essa prática de conteúdo pago, que, ao seu ver, é de baixa qualidade.</p>
<p>Como o Google usa links em seu algoritmo PageRank, que determina onde os sites aparecerão em resultados de pesquisa, há um incentivo óbvio a tentativa de manipular o sistema por meio da criação uma grande quantidade de links com o tema.</p>
<p>Para desencorajar essa prática, as regras de propaganda do Google afirmam que “comprar ou vender links que passem o PageRank é uma violação a Webmaster Guidelines e pode ter um impacto negativo na lista de resultados de pesquisa do site”.</p>
<p>A empresa fornece um padrão aceitável para links pagos: eles precisam incluir o <code>rel="nofollow"</code> atribuído no caractere anchor , que faz parte do código HTML da página, mas os posts identificados como “This Post Sponsored by Google” (Essa postagem é patrocinada pelo Google) não possuíam o atributo <code>nofollow</code>, portanto, aparentemente a companhia faz exatamente o que proíbe os outros sites de fazerem.</p>
<p>A percepção de que o Google utiliza regras de publicidade diferente das que aplica para seus clientes é justamente o que a companhia quer evitar. Especialmente porque a prática pode fazer com que as autoridades antitruste acreditem mais nas queixas dos concorrentes, que alegam que ela favorece suas criações. A gigante de buscas e suas empresas de propaganda afirmam que não encomendaram mensagens e posts que quebrem as regras do Webmaster Guidelines.</p>
<p>A campanha do Google para promover o Chrome é uma entre as muitas que a empresa lançou recentemente para buscar afinidade com a marca em um momento em que a imagem corporativa é atacada por competidores e reguladores. A vice-presidente de marketing global do Google recentemente se recusou a informar ao <em>The New York Times</em> em quanto o valor do orçamento de publicidade do Google tinha aumentado, mas confirmou uma mudança na estratégia para alcançar de forma mais eficaz os consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte: <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51899/google-pode-ter-quebrado-suas-regras-de-propaganda/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Google teria quebrado suas regras de links para promover o Chrome</span></a></em></span></p>
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		<item>
		<title>Redes sociais: 10 posts que podem afundar sua carreira</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 20:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[profissionais]]></category>
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		<description><![CDATA[As redes sociais são um verdadeiro campo minado para os profissionais nos dias de hoje. Acertar as palavras no Facebook, Twitter, Google+ e outras plataformas exige consciência. Escrever algo errado é muito fácil. E não se engane ao pensar que o que você compartilha em seu círculo permanece ali. Tal como acontece com e-mail, qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><p>As redes sociais são um verdadeiro campo minado para os profissionais nos dias de hoje. Acertar as palavras no Facebook, Twitter, Google+ e outras plataformas exige consciência. Escrever algo errado é muito fácil. E não se engane ao pensar que o que você compartilha em seu círculo permanece ali. Tal como acontece com e-mail, qualquer postagem em rede social pode ser facilmente compartilhada. A seguir, estão os tipos de atualizações que poderiam deixar você, sua empresa ou mesmo ambos, em apuros.<span id="more-2750"></span></p>
<ol>
<li><strong>“Estou TÃO entediado no trabalho”. </strong>Talvez o dia não esteja tão animado, ou talvez você apenas tenha um serviço entediante, mas é uma má ideia proclamar esse sentimento ou qualquer outro. Tal postagem pode afetar sua próxima avaliação e certamente causará estranhamento com seus colegas, que com certeza não apreciarão seu tédio.</li>
<li><strong>“Trabalhando em um projeto de fusão urgente”. </strong>Durante períodos sensíveis – como durante uma fusão ou quando ações legais são tomadas – empresas podem ter vários problemas a revelar algumas informações. Se você sabe que não deve falar sobre algo relacionado à companhia em público, não presuma que pode fazer isso em redes sociais – mesmo de maneira vaga.</li>
<li><strong>“Que estranho – não há NINGUÉM no escritório hoje”. </strong>Esse tipo de post é imprudente por duas razões. Primeiro: é ruim para a imagem da organização. Segundo: pode ser um convite tanto para o roubo quanto para a espionagem.</li>
<li><strong>“Minha empresa acabou com a (nome de seu competidor) hoje com a grande venda para (nome de um novo cliente)”. </strong>Suas intenções podem ser boas, mas como citado acima, você deve ter muito cuidado com qualquer informação compartilhada. A maioria das empresas tem ou desenvolvem regras sobre políticas de posts em redes sociais. É importante saber se você está autorizado a falar sobre informações relacionadas à a companhia e se sim, quando e em qual contexto. Na dúvida, não poste.</li>
<li><strong>“Estou tão feliz por ter saído daquela empresa estúpida e agora estar trabalhando em algo novo e maravilhoso”. </strong>Lembra-se dos ditados sobre nunca fechar portas ou sobre o mundo ser pequeno? Verdades nunca devem ser ditas. É maravilhoso que você tenha um novo emprego, mas na atual economia, nunca se sabe quão seguro é. E se seu trabalho “novo e maravilhoso” não funcionar e você tiver que voltar à organização que insultou? Ou se você acabar trabalhando com alguém que também trabalhou onde você estava antes? Além de tudo isso, é antiprofissional falar mal de seus contatos e conexões.</li>
<li><strong>“Não consegui a promoção”. </strong>Esse tipo de post não é necessariamente ruim, mas pode fazer com que você pareça fraco. Você pode fazer com que seu desapontamento se transforme em oportunidade ao contar o que aconteceu e descrever seus planos para que algo mais positivo ocorra no futuro.</li>
<li><strong>“João trouxe coisas intereçantes, pra mim fazer”. </strong>Ortografia, gramática e pontuação contam.</li>
<li><strong>“Fiquei tão bêbado no show de ontem! Sorte que consegui voltar pra casa”. </strong>Sério? É preciso dizer porque essa mensagem é estúpida? Sua presença social é um reflexo de quem você é e como você agirá em qualquer situação – pessoal ou profissionalmente.</li>
<li><strong>“Obrigado pelo comentário. Agradecemos a preferência”. “Obrigado pelo comentário. Agradecemos a preferência”. “Obrigado pelo comentário. Agradecemos a preferência”. </strong>As empresas também precisam avaliar o que dizem – ou não dizem – nas redes sociais. A boa notícia é que muitos percebem um aumento de clientes devido à suas presenças nesses sites. A má notícia é que algumas respondem com comentários robotizados. Então, clientes que falam bem ou mal recebem a mesma resposta. Isso é uma péssima prática social e é péssimo para os negócios.</li>
<li><strong>“O silêncio é uma péssima jogada em redes sociais”.</strong> Companhias que não respondem às reclamações dos clientes ou que não atualizam suas ofertas, notícias, etc – que é o que faz com que as pessoas acompanhem o Facebook ou o Twitter da empresa – logo verão seus fãs, bem como uma ótima oportunidade social, irem ralo abaixo.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://itweb.com.br/51897/veja-quais-os-10-posts-em-redes-sociais-que-podem-afundar-sua-carreira/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">Redes sociais: 10 posts que podem afundar sua carreira</span></a></em></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>CIO tem grandes desafios na liberação de novas tecnologias</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 11:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>InfoBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Desenvolvimento tecnológico avança nas empresas e na vida de cada pessoa, os limites passam a não ser tão claros e os gestores de TI devem lidar com novos clientes internos e externos A tecnologia não é mais máquinas e motores de chão de fábrica. Ela está no dia a dia de quase todos os brasileiros, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wb_fb_top'><div style="float:right;"></div></div><h3>Desenvolvimento tecnológico avança nas empresas e na vida de cada pessoa, os limites passam a não ser tão claros e os gestores de TI devem lidar com novos clientes internos e externos</h3>
<p>A tecnologia não é mais máquinas e motores de chão de fábrica. Ela está no dia a dia de quase todos os brasileiros, na mão ao comando do toque. Os recursos tecnológicos disponíveis em um mundo corporativo estão cada vez mais próximos do conhecimento do cidadão comum de classe média e requer uma adaptação menor quando da passagem do mundo privado para o mundo do trabalho em termos de conhecimento tecnológico.<span id="more-2740"></span></p>
<p>A chamada revolução tecnológica agora passa a ser parte do cotidiano das pessoas com grandes implicações para o gestor de tecnologia da informação, para as empresas e para os funcionários como um todo.</p>
<p>Apesar do advento da televisão ter sido algo transformador da organização da sociedade, ela não chegou a fazer parte fundamental da vida profissional das pessoas. Já o telefone, o computador pessoal e a internet hoje são essenciais para grande parte das profissões ao mesmo tempo em que são três instrumentos fundamentais também nas vidas cotidianas.</p>
<p>A proximidade entre a tecnologia profissional e pessoal traz grandes mudanças para a forma como as empresas se organizam. De acordo com o professor do programa de pós-graduação em tecnologias de inteligência e design digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Sergio Basbaum, ainda vamos assistir ao redesenho das instituições, da educação, das formas de trabalho e produção ainda em fase gestacional. “Ainda estamos no começo de um processo que chamaria de desmonte da modernidade”, explica.</p>
<p>O desenvolvimento de uma tecnologia capaz de processar dados em pequenos espaços, em primeiro lugar, modifica a forma como a humanidade acumula conhecimento, o difunde, acessa, copia, reproduz e inova, explica o pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, Pedro Augusto Pereira Francisco. “São novas formas de lidar com o conhecimento,” avalia.</p>
<p>“O instrumento do cidadão se comunicar é hoje também o instrumento das empresas se comunicarem e estabelecerem negócios, no limite. A questão agora é que a comunicação não se dá apenas entre dois pontos, mas em rede”, explica o professor da PUC-SP. A vida profissional e a vida pessoal se confundem, por exemplo.</p>
<p>Segundo ele, a menor diferenciação entre o espaço comercial e a vida social faz com que a imposição de um produto no mercado seja cada vez menos eficaz. A figura do especialista se dissolve e as escolhas de consumo são cada vez mais feitas por articulações coletivas. Surge a necessidade das empresas se aproximarem do consumidor, buscar a cumplicidade e confiança mutua. “Não dá para empresa querer enganar”, diz.</p>
<p>Cada uma destas mudanças acaba sendo ainda mais forte e importante à medida que se desenvolve a mobilidade. Isto significa certa indiferenciação entre os diversos espaços. A rua pode ser o banco, a casa pode ser o trabalho e o trabalho pode ser a casa, para ficar apenas em alguns exemplos simples. “Há uma alteração do padrão de consumo. A noção de carga horária se perde, mas são mudanças que ainda estão um pouco represadas pela cultura anterior”, diz Basbaum.</p>
<p>Para além disso, torna cada vez mais fácil a separação entre desenvolvimento, produção e montagem de produtos em ambientes distintos, ao mesmo tempo em que os profissionais estão cada vez mais adaptados à comunicação por meios digitais, aponta o professor de economia política da informação e comunicação e sistemas e tecnologias de comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Marcos Dantas.<br />
Porém, apesar das várias mudanças tecnológicas e do momento de ruptura em vários sentidos, vivemos também um momento de continuidade, “A pessoas que gostam de novela, vão buscar novela na internet. A busca por lucro ainda é o que move uma empresa”, diz.</p>
<p>Esse cenário complexo é que o CIO deve enfrentar no seu trabalho. Para além das tarefas diárias, pensar estrategicamente como receber pessoas cada vez mais capazes tecnologicamente, cujo universo profissional e pessoal se confundem e com capacidade para tratar o tempo e o espaço físico de maneira diferenciadas é um dos grandes desafios colocados, sem também ignorar que muitas coisas continuam as mesmas. “Terá exito quem não quiser guardar o passado”, conclui Basbaum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"><em>fonte:<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://informationweek.itweb.com.br/6377/cio-tem-grandes-desafios-na-liberacao-de-novas-tecnologias/" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #888888;">CIO tem grandes desafios na liberação de novas tecnologias</span></a></em></span></p>
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