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	<title>Tripletech TI Solutions</title>
	
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	<description>Blog da empresa Tripletech com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Mais de um terço das empresas admite vazamento de dados</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:43:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ainda de acordo com a pesquisa, 37% dos profissionais de TI atribuem o furto de informações a ex-funcionários.


Muitas companhias ainda derrapam nos controles de segurança das informações sensíveis aos seus negócios. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela Cyber-Ark. No levantamento, 35% dos profissionais de TI admitem que suas organizações já foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ainda de acordo com a pesquisa, 37% dos profissionais de TI atribuem o furto de informações a ex-funcionários</strong>.</p>
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<p>Muitas companhias ainda derrapam nos controles de segurança das informações sensíveis aos seus negócios. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela Cyber-Ark. No levantamento, 35% dos profissionais de TI admitem que suas organizações já foram vítimas de vazamento de informações confidenciais.<span id="more-2090"></span></p>
<p>O levantamento, realizado nos Estados Unidos e Inglaterra, ouviu 400 administradores seniores de TI. E, de acordo com o relatório, 37% dos profissionais entrevistados creditam o furto das informações a ex-funcionários.</p>
<p>Em segundo lugar na lista dos possíveis motivos do vazamento de informações confidenciais está a falha humana, com 28%. Para aumentar a proteção nessa área, a Cyber-Ark sugere que sejam implementadas camadas adicionais nos sistema para reforçar a segurança dos dados mai sensíveis.</p>
<p>Outros 10% dos entrevistados acredita na hipótese de os dados terem sido sequestrados com base na ação de crackers e a mesma parcela atribui o vazamento à perda de dispositivos móveis, com notebooks, smartphones e outros aparelhos.</p>
<p>Segundo o levantamento, os dados mais visados são bases de clientes, planos de pesquisa e informações confidenciais de desenvolvimento, com 26% e 13%, respectivamente das ocorrências.</p>
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<p>Fonte: <a href="http://www.threatpost.com.br/pt_br/blogs/mais-de-um-terco-das-empresas-admite-vazamento-de-dados-070910">Mais de um terço das empresas admite vazamento de dados</a></p>
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		<title>Crise econômica estimulou investimentos em TI</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:40:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa elaborada pela fornecedora norte-americana de serviços de hospedagem online Rackspace, a crise econômica pode ter deixado consequências mais interessantes que apenas prejuízos nas receitas das empresas. A recessão, segundo o texto, levou as companhias a se tornarem mais eficientes e atentas em relação à sua estrutura tecnológica.
O levantamento aponta que 62% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa elaborada pela fornecedora norte-americana de serviços de hospedagem online Rackspace, a crise econômica pode ter deixado consequências mais interessantes que apenas prejuízos nas receitas das empresas. A recessão, segundo o texto, levou as companhias a se tornarem mais eficientes e atentas em relação à sua estrutura tecnológica.<span id="more-2088"></span></p>
<p>O levantamento aponta que 62% das empresas acreditam que a crise obrigou a tomada de decisões que, por mais que tenham sido motivadas por momentos difíceis, acabaram sendo vantajosas para as áreas de TI e não teriam sido concretizadas em outra situação.</p>
<p>O pós-crise também deve manter o cenário de melhorias no segmento. A pesquisa revela que 81% das organizações analisadas tem a expectativa de ampliar o orçamento de TI para 2010.</p>
<p>Os investimentos ocorridos no período também beneficiaram os projetos de cloud computing das corporações. A análise conclui que as empresas, especialmente as de grande porte, passaram a refletir sobre o tema com maior atenção, embora apenas uma fatia restrita das companhias tenham implementado o sistema.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/mobilidade/celulares-verdes-sao-uma-alternativa-para-diminuicao-do-lixo-eletronico/12696" target="_blank"><em>Crise econômica estimulou investimentos em TI</em></a></p>
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		<title>Data centers podem ser mais eficientes, diz IBM</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:35:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estudo da IBM mostra que a forma de projetar e construir os centros de processamento de dados tem mudado radicalmente.


No passado, as companhias costumavam investir em data centers como pais que compram roupas para as crianças: buscavam ambientes grandes, para que continuassem servindo, mesmo depois de uma fase de crescimento. No entanto, as companhias que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estudo da IBM mostra que a forma de projetar e construir os centros de processamento de dados tem mudado radicalmente.</strong></p>
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<p>No passado, as companhias costumavam investir em data centers como pais que compram roupas para as crianças: buscavam ambientes grandes, para que continuassem servindo, mesmo depois de uma fase de crescimento. No entanto, as companhias que fizeram assim no passado acabaram desperdiçando muito dinheiro para manter uma infraestrutura desnecessária.<span id="more-2084"></span></p>
<p>Hoje, as decisões sobre projetos para centros de processamento de dados são focadas em manter sempre a máxima eficiência no uso da infraestrutura, mas deixando as bases para o crescimento futuro. De acordo com o vice-presidente da IBM Steve Sams, essa nova visão já se traduz em uma tendência entre as organizações. &#8220;Como resultado, eles estão economizando cerca de 30% em custos operacionais, se considerado todo o tempo de vida do data center&#8221;, estima.</p>
<p>Há quatro anos, a IBM fez um estudo extenso sobre os projetos atuais de data center e chegou à conclusão que as três questões que orientaram a escolha por projetos (confiabilidade, tamanho e baixo custo) não eram suficientes. Assim, a fabricante, que constrói entre 200 e 300 data centers todos os anos, observou cinco outras tendências que direcionam a decisão sobre os investimentos nesse tipo de ambiente na atualidade.</p>
<p><strong>1 &#8211; Custos de eletricidade superam custos de capital</strong><br />
O estudo da IBM revelou que o custo para manter um data center rodando supera rapidamente o custo original para projetar e levantar a estrutura. O levantamento estima que um ambiente considerado médio custará cinco vezes mais para se manter no ar em 20 anos do que o custo do projeto.</p>
<p>A lição: construa somente o que você precisa para economizar dinheiro em custos de capital. Segundo Sams, os data centers mais eficientes de mundo no quesito eficiência energética estão operando em 100% de sua capacidade. Ou seja: além de economizar com componentes, a empresa ganha em energia.</p>
<p>Tudo isso foi elaborado presumindo um aumento nos custos de energia de 10% ao ano, considerado conservador. Sam cita um cliente da área financeira da África do Sul que atingiu níveis muito maiores: 28% no ano passado e 33% no primeiro semestre de 2010.</p>
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<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/07/12/data-centers-podem-ser-mais-eficientes-diz-ibm/" target="_blank">Data centers podem ser mais eficientes, diz IBM</a></p>
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		<title>“A nuvem será mais importante que a Internet”, afirma especialista</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:33:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).


Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).<span id="more-2082"></span></strong></p>
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<p>Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.</p>
<p>“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da Internet; como nos faltam a visão e a percepção daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o professor.</p>
<p>Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.</p>
<p><strong>Nuvem e democracia?</strong></p>
<p>A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de investir em equipamento.</p>
<p>Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.</p>
<p>Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.</p>
<p>De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.</p>
<p><strong>Nuvem e ventos</strong></p>
<p>Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos afastam da nuvem”, diz.</p>
<p>Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens “parcialmente “abertas.</p>
<p>“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.</p>
<p>Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio &#8211; tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.</p>
<p><strong>Internet e sociedade</strong></p>
<p>Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.</p>
<p>Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural. A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais extrovertidas ou mais tímidas.</p>
<p><strong>Quem quer privacidade?</strong></p>
<p>Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais precisos, o que deve inibir a prática.</p>
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<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/13/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/" target="_blank"><em>&#8220;A nuvem será mais importante que a Internet&#8221;, afirma especialista</em></a></p>
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		<title>Estudo mostra conteúdo mais procurado por usuários de TI</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/14/estudo-mostra-conteudo-mais-procurado-por-usuarios-de-ti/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:29:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A IDC, empresa de inteligência de mercado e consultoria em TI e Telecom, acaba de divulgar um estudo sobre o comportamento dos usuários de Tecnologia da Informação na América Latina e quais são os conteúdos mais procurados por eles na hora de obter informações sobre determinado produto ou serviço.Os cases de sucesso apresentados pelas empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A IDC, empresa de inteligência de mercado e consultoria em TI e Telecom, acaba de divulgar um estudo sobre o comportamento dos usuários de Tecnologia da Informação na América Latina e quais são os conteúdos mais procurados por eles na hora de obter informações sobre determinado produto ou serviço.<span id="more-2079"></span>Os cases de sucesso apresentados pelas empresas obtiveram o primeiro lugar no ranking, com 60,31%. “Hoje esse tipo de conteúdo é crucial para qualquer estratégia de B2B Marketing. É importantíssimo que as companhias saibam o que está sendo buscado”, declara Luciana Sario, gerente de marketing da IDC América Latina. A maioria dos usuários de TI na região prefere que as informações sobre um determinado produto, por exemplo, estejam disponíveis no formato de cases de sucesso. Na Venezuela, isso fica ainda mais evidente, já que o índice no ranking foi de 68,75%. Já no Chile e México os cases de sucesso estão na preferência de 56% dos usuários.</p>
<p>Em segundo lugar na pesquisa está a análise de mercado, com 29,29% em toda a América Latina. O Brasil é líder nesse assunto, com 37,5%, seguido por Chile e Venezuela, com 30% cada. Argentina e México ocupam os últimos lugares com os 25% restantes. Os guias de Produtos e Serviços ocuparam terceiro lugar, com 21,77%. Na sequência vêm as entrevistas realizadas com analistas ou especialistas, com 21,31% e as entrevistas com executivos importantes com 20%.</p>
<p>“A pesquisa releva que os conteúdos procurados e utilizados no mercado de TI servem como ferramentas para acompanhar um ciclo que muitas vezes envolve compra e entrega de resultados em momentos oportunos. Para obter melhor rendimento, é necessário conhecer o que cada usuário precisa e oferecer o conteúdo de acordo”, completa a gerente de marketing da IDC América Latina.</p>
<p>O 4 de agosto de 2010, Luciana Sario realizará uma conferência online para a imprensa e clientes, onde abordará e analisará as novas tendências de TI e B2B Marketing.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6657" target="_blank"><em>Estudo mostra conteúdo mais procurado por usuários de TI</em></a></p>
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		<title>Kaspersky divulga ranking de softwares maliciosos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:27:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A empresa especialista em segurança da internet, Kaspersky, divulgou nesta segunda-feira (12), o primeiro ranking do Top 20 que apresenta a lista os malwares (software malicioso), adwares (programas que automaticamente executam, mostram ou baixam publicidades maliciosas para o computador) e os programas potencialmente indesejados que foram detectados e neutralizados quando acessados pela primeira vez.
O primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa especialista em segurança da internet, Kaspersky, divulgou nesta segunda-feira (12), o primeiro ranking do Top 20 que apresenta a lista os malwares (software malicioso), adwares (programas que automaticamente executam, mostram ou baixam publicidades maliciosas para o computador) e os programas potencialmente indesejados que foram detectados e neutralizados quando acessados pela primeira vez.<span id="more-2077"></span></p>
<p>O primeiro colocado foi o vírus Kido com mais de 304 mil de computadores infectados. Em segundo lugar foi registrado o Sality com 193 mil infecções seguido do malware de mesma família do Kido com mais de 175 mil computadores atingidos. No quinto lugar, surgiu o Exploit.JS.Agent.bab.</p>
<p>Já o segundo ranking Top 20 inclui os softwares maliciosos detectados nas páginas da web e os números de tentativas de download destes softwares para os computadores das vítimas.</p>
<p>O primeiro lugar foi composto pelo Trojan-Clicker.JS.Iframe.bb enquanto que o Trojan-Downloader.JS.Pegel.b reapareceu na terceira posição. Segundo a empresa, a última vez que o Pegel esteve extremamente ativo foi em fevereiro deste ano, quando seis variantes dessa família fizeram parte da lista dos softwares maliciosos mais propagados na internet.</p>
<p>Para concluir a Kaspersky apresentou também um estudo sobre os principais países que estão lançando maior quantidade de infecções provenientes da web, no qual, apontou que a China seguida da Russia registra respectivamente 21,3% e 14,7% de infecções vindas da internet. A índia e os EUA seguem em terceiro e quarto lugar.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6661" target="_blank"><em>Kaspersky divulga ranking de softwares maliciosos</em></a></p>
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		<title>TI deixa papel de suporte para impulsionar negócios</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/14/ti-deixa-papel-de-suporte-para-impulsionar-negocios/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:25:00 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nos próximos anos, graças às perspectivas de crescimento interno e de investimentos externos, assistiremos à expansão ainda maior da terceirização de TI no Brasil. Consequentemente, os clientes serão cada vez mais exigentes e o aumento na demanda por fornecedores com capacidade para assumir os maiores níveis de exigência do mercado, com qualidade de serviço em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nos próximos anos, graças às perspectivas de crescimento interno e de investimentos externos, assistiremos à expansão ainda maior da terceirização de TI no Brasil. Consequentemente, os clientes serão cada vez mais exigentes e o aumento na demanda por fornecedores com capacidade para assumir os maiores níveis de exigência do mercado, com qualidade de serviço em infraestrutura, agilidade e margem de erro aproximada de zero será cada vez maior.” A previsão é de Nelson Wilson, sócio da everis responsável pela área de Outsourcing no Brasil.<span id="more-2075"></span></p>
<p>De acordo com o executivo, está por vir um movimento ainda mais sofisticado no que diz respeito ao outsourcing. A combinação de itens como infraestrutura e sistemas, redução de custos, eficiência operacional, economia de escala e melhora contínua da disponibilidade de desempenho serão considerados os grandes agentes beneficiadores desse cenário.</p>
<p>No Brasil, segundo dados de mercado, os investimentos em TI deverão crescer a uma média anual de 6,9% até 2013, o que significa uma injeção de US$ 16,5 bilhões no País somente em 2010. Para a o especialista, tecnologias como Cloud Computing, Open Source, Gestão de Storage, Gestão Integrada de Redes e Soluções de Virtualização devem crescer acima da média nos próximos quatro anos.</p>
<p>“Atualmente o negócio da terceirização tornou-se tema estratégico”, diz o executivo da everis. “As áreas de TI, além da sua evolução tecnológica, estão direcionadas para gestão e governança dos processos e da sua terceirização”, afirma Nelson, para quem a empresa que propõe uma solução de outsourcing tem de levar em conta a questão do interesse do cliente, pois migrar ou não para a terceirização, e com que extensão, é uma decisão fundamental para o futuro de qualquer empresa.</p>
<p>Uma das grandes inovações da everis para esse setor é o modelo de gestão com foco no relacionamento com os clientes. A consultoria, que não presta serviço por meio da alocação de mão de obra (body shoping) e sim com foco no serviço de valor agregado, baseado em resultados claros de eficiência e qualidade, já gerou resultados de 35% a 40% na redução de custos operacionais no orçamento para seus clientes.</p>
<p>Por fim, o objetivo da área de TI é atuar como fonte de inteligência e colocar nas mãos de especialistas a segurança, a manutenção e a operação da plataforma tecnológica. “Terceirizar responsabilidades que não fazem parte diretamente do core business – atividades de infraestrutura (armazenamento de dados, gerenciamento de redes e equipamentos, data center, entre outras), sistemas (desenvolvimento, manutenção e modernização) e processos de negócio são ferramentas que têm por objetivo fazer com que o foco das organizações seja o negócio em si e, consequentemente, melhores resultados”, finaliza Nelson Wilson, sócio da everis responsável pela área de Outsourcing no Brasil.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://corpbusiness.uol.com.br/interna.php?p=sn&amp;id=6672" target="_blank">TI deixa papel de suporte para impulsionar negócios</a></p>
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		<title>Corporações devem ampliar capacidade de storage em 93%, até 2013</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:24:01 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[corporação]]></category>
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		<description><![CDATA[Levantamento realizado pela IDC constatou que entre as grandes corporações, 58% delas gastam hoje mais de US$ 100 mil dólares com armazenamento.
Estudo conduzido pela divisão de publicações corporativas do grupo IDG (International Data Group) constatou que as empresas possuem 28% de capacidade armazenamento ociosa. Apesar disso, o mesmo universo de empresas planeja ampliar, em média, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Levantamento realizado pela IDC constatou que entre as grandes corporações, 58% delas gastam hoje mais de US$ 100 mil dólares com armazenamento.</strong></p>
<p>Estudo conduzido pela divisão de publicações corporativas do grupo IDG (International Data Group) constatou que as empresas possuem 28% de capacidade armazenamento ociosa. Apesar disso, o mesmo universo de empresas planeja ampliar, em média, 34% da estrutura de storage em 2011, 58% nos próximos três anos e 93% até 2015.<span id="more-2073"></span></p>
<p>A pesquisa, que ouviu mais de 1,1 mil gestores de TI, separou os respondentes em dois grupos: os que estão em empresas com mil funcionários ou mais e os que trabalham em companhias com menos de mil colaboradores. Com isso, constatou-se que 58% das companhias do primeiro grupo (grandes) gastam mais de 100 mil dólares com armazenamento, enquanto a média para as demais fica abaixo desse patamar de investimento.</p>
<p>A pesquisa constatou também que 23% do orçamento anual na área de armazenamento vai para custos operacionais de manutenção. Considerando somente as empresas com mais de mil funcionários, essa média sobe para 29%. Nas que têm número menor de trabalhadores, os gastos médios abrangem 19% dos aportes.</p>
<p>Quanto aos desafios na infraestrutura de armazenamento, 28% dos líderes disseram se preocupar com a complexidade de infraestrutura. Nessa lista, também há cuidados com segurança (27%), treinamento ou habilidades inadequadas (25%), dificuldade de comprovar o retorno sobre o investimento (21%) e a decisão sobre quais áreas do storage devem ser virtualizadas (21%).</p>
<p>Em relação a cloud computing (computação em nuvem), de todo o universo de pesquisados, somente 14% responderam que suas companhias estão em projeto-piloto ou em implementação de tecnologias de armazenamento baseadas em nuvem pública. Outras 42% das empresas, por sua vez, apontam que nem cogitam esse tipo de oferta.</p>
<p>Já em relação às nuvens privadas, de acordo com o levantamento, 23% dos entrevistados afirmaram que suas empresas já criaram políticas específicas para armazenamento de informações em cloud.</p>
<p>A pesquisa indicou uma outra tendência importante: 88% das empresas com mil funcionários ou mais e 73% das que têm menos de mil funcionários planejam ou estão em processo de implementar monitoramento das taxas de uso do espaço de armazenamento. Além disso, 65% pretendem consolidar os sistemas de storage ainda no próximo ano.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2010/07/02/corporacoes-devem-ampliar-capacidade-de-storage-em-93-ate-2013/" target="_blank">Corporações devem ampliar capacidade de storage em 93%, até 2013</a></p>
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		<title>Atualização de software: por que o assunto assombra empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atualização]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria das empresas e dos executivos de TI empurra a atualização o mais longe possível, com o objetivo de evitar custos e minimizar problemas de parada nos negócios
Muitos CIOs enfrentam hoje uma mesma dúvida: vale a pena atualizar as aplicações corporativas? A dúvida está, principalmente, no quanto os investimentos vão representar um retorno interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A maioria das empresas e dos executivos de TI empurra a atualização o mais longe possível, com o objetivo de evitar custos e minimizar problemas de parada nos negócios</strong></p>
<p>Muitos CIOs enfrentam hoje uma mesma dúvida: vale a pena atualizar as aplicações corporativas? A dúvida está, principalmente, no quanto os investimentos vão representar um retorno interessante para a organização.</p>
<p>Os vendedores, por sua vez, oferecem uma série de argumentos para que as empresas atualizem seus softwares, entre eles: ter acesso a novas funcionalidades e aplicações avançadas e ter uma arquitetura ágil, que permita a integração de soluções e serviços de próxima geração.</p>
<p>“A maioria das empresas e dos executivos de TI empurra a atualização o mais longe possível, com o objetivo de evitar custos e minimizar problemas de parada nos negócios”, relata Paul Hamerman, analista da Forrester Research, em um relatório sobre o tema.</p>
<p>No documento, a consultoria calcula que só 5% a 10% dos clientes atuais de softwares corporativos migram para a versão mais recente. Enquanto outros 40% a 50% permanecem no release atual e os demais permanecem com soluções antigas.</p>
<p>A pesquisa elaborada pela Forrester oferece uma visão aprofundada dos prós e os contras da atualização de software e das razões pelas quais os negócios continuam a ficar desconfortáveis com esse tipo de prática.</p>
<p>No relatório, Hammerman relata que um dos grandes problemas para as organizações está no fato de que é muito difícil prever as atualizações no custo total de propriedade (TCO) de um software corporativo.</p>
<p>Na sequência, o especialista elenca os motivos que dificultam o cálculo do TCO.</p>
<p>1. Falta de previsibilidade – Hamerman escreve que, tipicamente, os fornecedores lançam uma versão das aplicações corporativas a cada dois anos. “Alguns fornecedores tem tentado acelerar o passo de melhorias, com um sucesso ainda questionável”, ele adiciona.</p>
<p>2. Tudo é opcional – “Em um mundo de softwares baseados em licença, as atualizações são opcionais, pelo menos nos casos em que existe um problema com a validade do suporte”, pontua o especialista.</p>
<p>“A natureza da possibilidade de atualizar significa que nem os profissionais de TI e os gestores da corporação planejam e orçam isso de forma regular”, acrescenta. Segundo isso, isso faz com que os custos do upgrade não seja previstos como parte do TCO.</p>
<p>3. O valor da atualização é difícil de estimar – Na maioria dos casos, os projetos de atualização de software necessitam de ajuda externa e conhecimentos técnicos. “E calcular o custo disso envolve analisar um número de variáveis, incluindo a quantidade de customizações, quais as versões que serão migradas, as novas funcionalidades que precisam ser desenvolvidas, a estabilidade da nova versão e o impacto da integração com outros sistemas”, ressalta o especialista. Segundo ele, essa deve ser a base do plano e das justificativas usadas pela liderança de TI e pelos departamentos de finanças para justificar os upgrades.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://cio.uol.com.br/gestao/2010/07/02/atualizacao-de-software-por-que-o-assunto-assombra-empresas/" target="_blank">Atualização de software: por que o assunto assombra empresas</a></p>
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		<title>Riverbed lança ferramenta de otimização de WAN</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/07/06/riverbed-lanca-ferramenta-de-otimizacao-de-wan/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[WAN]]></category>
		<category><![CDATA[gateway]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[otimização de rede]]></category>
		<category><![CDATA[riverbed]]></category>

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		<description><![CDATA[A Riverbed Technology anunciou uma extensão de seu relacionamento com a Microsoft com o lançamento de uma gateway de rede segura e uma solução de otimização de WAN para organizações com escritórios remotos. A solução é unificada com o Forefront Threat Management Gateway (TMG) 2010 da Microsoft.Essa oferta permite que os clientes virtualizem sua infraestrutura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span>A Riverbed Technology anunciou uma extensão de seu relacionamento com a Microsoft com o lançamento de uma gateway de rede segura e uma solução de otimização de WAN para organizações com escritórios remotos. A solução é unificada com o Forefront Threat Management Gateway (TMG) 2010 da Microsoft.<span id="more-2068"></span></span></span><span><span>Essa oferta permite que os clientes virtualizem sua infraestrutura empresarial e entreguem um desempenho de aplicativos similar ao de uma rede LAN para os usuários ao mesmo tempo em que protegem as redes corporativas de ameaças de segurança de rede tais como malware e spam.</p>
<p>Com essa oferta, os clientes das duas empresas têm a possibilidade de tornar seus recursos de TI virtuais em suas filiais de uma forma econômica enquanto mantêm a segurança em todo o processo.</p>
<p>A ferramenta utiliza as aptidões do Riverbed Services Platform integrada ao Steelhead appliance hardware. O RSP permite aos clientes a entrega de até cinco serviços para usuários remotos de primeira linha em um único dispositivo, assim, as organizações podem consolidar a infraestrutura de hardware no escritório da filial, resultando em um gerenciamento de TI mais simples e custos operacionais indiretos e de energia mais baixos.</p>
<p>Além da plataforma de segurança TMG, os usuários têm a capacidade de virtualizar e rodar outros serviços Microsoft no RSP, entre eles Windows Server 2008 R2, Windows Server 2008, Windows Server 2003, o Active Directory e DNS/DHCP</p>
<p>Os clientes com plataforma de segurança TMG conseguem proteger seus negócios de malware e outras ameaças, e permitem que seus funcionários possam usar a internet de forma segura e produtiva.</p>
<p>A solução oferece camadas múltiplas de proteção contínua atualizada integradas em uma gateway fácil de se gerenciar, o que reduz o custo da segurança da rede no escritório da companhia.</p>
<p>O Forefront TMG 2010 rodando no RSP fornece tecnologias de inspeção, entre elas firewalls de nível de rede e de aplicativo, prevenção de intrusos e filtro de malware, para manter os usuários livres de ataques ocorridos na rede e prevenir surtos de ameaças na empresa causados por visitas inocentes de funcionários a sites maliciosos ou por downloads de arquivos infectados.</p>
<p>Além disso, a integração do RSP com o Forefront TMG Web Protection Service possibilita aos clientes a manutenção de uma política de segurança de rede consistente para proteção de aplicativos, inspeção de malware e filtragem de URLs dentro da filial.<br />
</span></span></p>
<p><span>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=6824&amp;sid=46" target="_blank">Riverbed lança ferramenta de otimização de WAN </a></span></p>
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