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	<title>Tripletech TI Solutions</title>
	
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	<description>Blog da empresa Tripletech com dicas, notícias e soluções de tecnologia</description>
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		<title>Aumenta participação de mulheres em posições de liderança no mercado de TI</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/08/16/aumenta-participacao-de-mulheres-em-posicoes-de-lideranca-no-mercado-de-ti/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 16:39:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Levantamento aponta que 36,9% das mulheres em cargos de liderança se destacam por tarefas que dependem do trabalho em equipe.


Entre as mil maiores empresas do mundo, o número de mulheres que ocupam a posição de CIO ou vice-presidente de TI saltou de 12%, em 2007, para 16,4%, no último ano. O dado foi divulgado pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Levantamento aponta que 36,9% das mulheres em cargos de liderança se destacam por tarefas que dependem do trabalho em equipe.</strong></p>
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<p>Entre as mil maiores empresas do mundo, o número de mulheres que ocupam a posição de CIO ou vice-presidente de TI saltou de 12%, em 2007, para 16,4%, no último ano. O dado foi divulgado pela consultoria de recrutamento Sheila Greco Associates. De acordo com o mesmo levantamento, apesar do aumento de participação das profissionais do sexo feminino, ainda é raro encontrar uma mulher em cargos técnicos, como a diretoria de infraestrutura.<span id="more-2107"></span></p>
<p>A pesquisa informa que 36,9% das mulheres que ocupam cargos de liderança na área de TI se destacam nas tarefas que dependem do trabalho em equipe, enquanto que esse índice cai para 19% entre os homens na mesma posição. Em contrapartida, 81% dos CIOs do sexo masculino ganham projeção por suas contribuições individuais, enquanto que, no caso das representantes do sexo feminino, esse índice é de  63,1%.</p>
<p>Para a vice-presidente de pesquisas e de programas executivos do Anita Borg Institute, Caroline Simard, não são os diferenciais que têm levado as mulheres à posição de liderança em TI e, sim, os exemplos. “Algumas jovens, quando observam cada vez mais executivas em cargos de liderança, se sentem encorajadas a buscar oportunidades de crescimento profissional”, afirma a executiva. “E, uma vez em posição de destaque dentro das organizações, essas profissionais promovem a entrada de mais mulheres para a companhia”, completa. </p>
<p>A atual CTO da Cisco Systems, Padmasree Warrior, convive em um ambiente em que mulheres tomam decisões e ocupam vários cargos de alto escalão. Mas nem sempre foi assim. “Quando iniciei a carreira, na indústria de semicondutores, como engenheira de produção, entre milhares de engenheiros, havia apenas três ou quatro pessoas do sexo feminino”, relata. Ainda segundo ela, as profissionais eram obrigadas a mudar a maneira de agir, de falar e, até mesmo, de se vestir, para se adequar a um ambiente predominantemente masculino. </p>
<p>Essa pressão explica, em parte, o fato de que 74% das mulheres que trabalham no segmento de TI adoram o que fazem, mas estão propensas a deixar a carreira muito mais fácil do que os homens. Para a CIO e vice-presidente de inovação, tecnologia e serviços da companhia de seguros Aetna, Meg McCarthy, essa situação se deve ao fato de que o profissional de tecnologia da informação precisa estar o tempo todo envolvido com o trabalho, o que dificulta um equilíbrio entre vida profissional e pessoal. </p>
<p>A própria Meg admite que só consegue manter seu cargo pelo fato de estar solteira e não ter filhos.  Não à toa, 33% das gestoras de TI consultadas pelo estudo do Anita Borg Institute apontam que postergaram a maternidade, por conta das pressões profissionais. </p>
<p>A vice-presidente executiva e responsável por conduzir áreas de risco e de conformidade do banco Wells Fargo Inc., Kerri Grosslight, informa que outra peculiaridade com a qual as mulheres precisam lidar se quiserem alcançar o topo na carreira é o comportamento agressivos por parte de colegas de trabalho. “Eu não conseguia me ver agindo daquela maneira”, cita a executiva, ao considerar que as profissionais tendem a  expor suas opiniões de maneira menos impositiva do que os homens, quando estão na mesa de negociação com o board.</p>
</div>
</div>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2010/08/11/aumenta-participacao-de-mulheres-em-posicoes-de-lideranca-no-mercado-de-ti/" target="_blank">Aumenta participação de mulheres em posições de liderança no mercado de TI</a></p>
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		</item>
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		<title>Cloud computing ameaça os empregos em TI. Será mesmo?</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/08/16/cloud-computing-ameaca-os-empregos-em-ti-sera-mesmo/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/08/16/cloud-computing-ameaca-os-empregos-em-ti-sera-mesmo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 16:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Mudanças sempre fizeram parte do DNA do setor de TI; no entanto, uma delas &#8211; a computação em nuvem &#8211; tem tirado o sono de muitos profissionais.


É difícil acompanhar a cobertura sobre computação em nuvem sem tropeçar em algumas histórias de terror sobre como esta tecnologia, quando entra na empresa, empurra os profissionais de TI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mudanças sempre fizeram parte do DNA do setor de TI; no entanto, uma delas &#8211; a computação em nuvem &#8211; tem tirado o sono de muitos profissionais.</strong></p>
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<p>É difícil acompanhar a cobertura sobre computação em nuvem sem tropeçar em algumas histórias de terror sobre como esta tecnologia, quando entra na empresa, empurra os profissionais de TI para fora.<span id="more-2105"></span></p>
<p>Há também a ameaça de que, se não se adaptarem à cloud computing, estes profissionais serão rotulados como “não inovadores” e postos na rua o mais rapidamente possível.</p>
<p>Preocupações como essas são cada vez mais comuns em conversas privadas, já que falar mal da nuvem em público se tornou politicamente incorreto. E minha resposta muda um pouco, dependendo de com quem estou falando, mas o ponto é o mesmo: nós estamos sempre fazendo a TI evoluir; portanto, se você está em TI, seu trabalho vai mudar com muito mais frequência que em outras indústrias – por isso, acostume-se.</p>
<p>A computação em nuvem não é a primeira tecnologia disruptiva a provocar a evolução de abordagens, habilidades e rotas de carreira, e nem será a última.</p>
<p><strong>Menos gente</strong><br />
A maior preocupação é que mais eficiência leva a menos gente. De fato, o que se espera é que a cloud computing traga mais eficiência à TI; assim, em algumas situações as empresas não precisarão de tantas pessoas em TI como antes.</p>
<p>Isso é lógico, pois ter menos servidores na empresa significa precisar de menos gente para gerenciá-los. Além disso, a cloud traz formas melhores de desenvolvimento e de teste, e uma redução no número de instalações de softwares corporativos caros que exigem manutenção interna.</p>
<div>
<p>Está claro que iremos ajustar nossas necessidades de pessoal nas empresas à medida que a cloud computing se tornar mais onipresente. Mas no passado já houve um movimento parecido com o ERP por meio da tecnologia cliente servidor e do outsourcing, só para citar duas.</p>
<p><strong>Saldo positivo</strong><br />
Acredito que haverá muito mais emprego em cloud computing, por meio de funções como gerentes de cloud, arquitetos de solução em cloud, desenvolvedores de plataformas-serviço, e por aí vai. Minha suspeita é que haverá um enorme saldo positivo em empregos em TI por causa da nuvem, e os salários deverão subir ainda mais nos próximos anos.</p>
<p>A real preocupação aqui é com mudanças, não com a cloud computing. Mudança é e sempre será um ponto chave em TI. Nós deveríamos sempre pensar sobre melhores maneiras de oferecer suporte aos negócios. A cloud computing é apenas uma instância de mudanças e uma instância de um tipo de solução que poderia fazer as coisas melhor.</p>
<p>Quanto mais efetiva for a TI, mais oportunidades teremos de crescer -  e isso se traduzirá em mais empregos, não menos. Vamos manter isso em mente.</p>
</div>
<p> Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2010/08/11/cloud-computing-ameaca-os-empregos-em-ti-sera-mesmo/paginador/pagina_2" target="_blank">Cloud computing ameaça os empregos em TI. Será mesmo?</a></p>
</div>
</div>
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		</item>
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		<title>10 grandes mudanças que afetarão o ambiente de trabalho</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/08/16/10-grandes-mudancas-que-afetarao-o-ambiente-de-trabalho/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 16:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo do trabalho já sofreu alterações profundas nos últimos 20 anos, graças às tecnologias e à evolução das práticas de gestão. E, de acordo com a consultoria Gartner, mudanças ainda maiores estão por vir nos próximos dez anos, quando questões como a falta de rotina e a hiper conectividade afetarão diretamente o mercado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo do trabalho já sofreu alterações profundas nos últimos 20 anos, graças às tecnologias e à evolução das práticas de gestão. E, de acordo com a consultoria Gartner, mudanças ainda maiores estão por vir nos próximos dez anos, quando questões como a falta de rotina e a hiper conectividade afetarão diretamente o mercado e as empresas.</p>
<p>Para a Gartner, um dos principais pontos de mudança será o fato de que as organizações terão menos rotinas. Até 2015, a consultoria projeta que 40% ou mais das corporações trabalharão dessa forma, contra menos de 25% neste ano. Além disso, as pessoas dependerão cada vez mais do trabalho em equipe, o que exigirá tecnologias que garantam a comunicação e a interação entre as pessoas.</p>
<p>Para ajudar as companhias a prever cenários futuros e se preparar para novos ambientes de trabalho, a Gartner listou as dez grandes mudanças para os próximos anos, que impactarão diretamente na TI.</p>
<p><strong>1 – Valorização do trabalho que depende da interação humana</strong><br />
O principal valor das pessoas estará na capacidade de realizar processos que fujam da rotina. As contribuições humanas que resultem em descobertas e inovações estão incluídas nessa categoria. O foco do uso da tecnologia, nesse caso, deve ser muito bem direcionado para estimular uma integração e interação entre os profissionais para estimular ideias e discussões.</p>
<p><strong>2 – Grupos de trabalho</strong><br />
A Gartner prevê também uma disseminação dos trabalhos em grupo para atacar, de forma rápida, problemas específicos e difícil solução. Segundo a consultoria, esse formato de trabalho será muito mais valorizado e premiado do que as ações individuais. Além disso, tende mudar o atual forma do trabalho em equipe, já que dependerá de pessoas de diversas áreas da organização.</p>
<p><strong>3 – Relacionamento em cadeia</strong><br />
Com a adesão aos modelos de trabalho em grupo, os profissionais têm de lidar melhor com as relações em cadeia. Assim, as pessoas precisam explorar o networking (rede de contatos) para buscar os indivíduos mais adequados para resolver problemas e buscar alternativas. Essa postura é crucial para o sucesso das iniciativas em grupo e para o consequente resultado para os negócios.</p>
<p><strong>4 – Equipes externas</strong><br />
A organização não tem controle sobre alguns grupos informais externos de pessoas que podem ter impacto direto no sucesso ou no fracasso da empresa. Esses grupos estão ligados por interesses comuns, incidentes específicos, entre outras razões. Os executivos mais habilidosos sabem conviver com um ecossistema de negócios fora do controle da companhia, com seu poder de influência. Esse poder depende do entendimento sobre o potencial coletivo e da identificação das pessoas-chave nos grupos informais, já que é fundamental reunir inteligência de marketing por meio desses grupos. Igualmente importante é descobrir como usar os grupos para definir segmentos de mercado, produtos e diversas estratégias de negócios.</p>
<p><strong>5 – Processos informais<br />
</strong>As empresas precisam detectar todo tipo de processo que foge da rotina, mas que contribui para a tomada de decisões. Segundo a Gartner, essas ações informais tendem ganhar cada vez mais força no longo prazo.</p>
<p><strong>6 – Trabalho espontâneo<br />
</strong>Outro conceito incluído na descrição do novo ambiente das empresas é o trabalho espontâneo, o qual não depende de processos ou de funções específicas. A consultoria prevê que boa parte dos projetos tende a nascer a partir desse tipo de iniciativa não programada.</p>
<p><strong>7 – Simulação e experimentação<br />
</strong>A imersão em ambientes simulados, similares aos que puderam ser visto no filme Minority Report, substituirá a extensa análise de células em planilhas. O ambiente simulado será construído a partir de tecnologias que consigam identificar como reunir elementos baseados na forma como as pessoas interagem com o conteúdo. As pessoas, por sua vez, têm a possibilidade de manipular uma série de parâmetros para reformular o mundo virtual.</p>
<p><strong>8 – Sensibilidade a novos padrões<br />
</strong>O mundo dos negócios está ficando mais volátil e já não admite uma postura linear, na qual as experiências passadas baseiam modelos futuros. A tendência é de um mercado cada vez menos previsível, razão pela qual algumas organizações já criam grupos especificamente para detectar padrões emergentes, avaliar essas tendências e desenvolver cenários sobre a influência das grandes mudanças e como explorá-las.</p>
<p><strong>9 – Hiper conectividade<br />
</strong>O caráter hiper conectado já está presente na maioria das organizações, que abrangem redes em cima de redes, sobre as quais é difícil manter controle. Com esse cenário, haverá cada vez mais misturas entre relações formais e informais nas relações corporativas, impactando na forma como as pessoas trabalham e na função do departamento de TI, que deve estar preparado para apoiar e aumentar as conexões.</p>
<p><strong>10 – Caem barreiras entre vida profissional e pessoal<br />
</strong>O local de trabalho é cada vez mais virtual e os encontros de negócios acontecem entre pessoas que mal se conhecem. Mas o funcionário ainda terá seu local físico de trabalho, mesmo que seja em casa. Com isso, a tendência de muitos é que as linhas que separam vida pessoal, profissional, social e familiar desapareçam. Cada indivíduo precisa gerenciar a complexidade criada por demandas que se sobrepõem. Quem não souber administrar essa situação pode ter o desempenho comprometido, pois acabará se deparando com o excesso de informação.</p>
<p><span id="more-2102"></span></p>
<p>Para a Gartner, um dos principais pontos de mudança será o fato de que as organizações terão menos rotinas. Até 2015, a consultoria projeta que 40% ou mais das corporações trabalharão dessa forma, contra menos de 25% neste ano. Além disso, as pessoas dependerão cada vez mais do trabalho em equipe, o que exigirá tecnologias que garantam a comunicação e a interação entre as pessoas.</p>
<p>Para ajudar as companhias a prever cenários futuros e se preparar para novos ambientes de trabalho, a Gartner listou as dez grandes mudanças para os próximos anos, que impactarão diretamente na TI.</p>
<p><strong>1 – Valorização do trabalho que depende da interação humana</strong><br />
O principal valor das pessoas estará na capacidade de realizar processos que fujam da rotina. As contribuições humanas que resultem em descobertas e inovações estão incluídas nessa categoria. O foco do uso da tecnologia, nesse caso, deve ser muito bem direcionado para estimular uma integração e interação entre os profissionais para estimular ideias e discussões.</p>
<p><strong>2 – Grupos de trabalho</strong><br />
A Gartner prevê também uma disseminação dos trabalhos em grupo para atacar, de forma rápida, problemas específicos e difícil solução. Segundo a consultoria, esse formato de trabalho será muito mais valorizado e premiado do que as ações individuais. Além disso, tende mudar o atual forma do trabalho em equipe, já que dependerá de pessoas de diversas áreas da organização.</p>
<p><strong>3 – Relacionamento em cadeia</strong><br />
Com a adesão aos modelos de trabalho em grupo, os profissionais têm de lidar melhor com as relações em cadeia. Assim, as pessoas precisam explorar o networking (rede de contatos) para buscar os indivíduos mais adequados para resolver problemas e buscar alternativas. Essa postura é crucial para o sucesso das iniciativas em grupo e para o consequente resultado para os negócios.</p>
<p><strong>4 – Equipes externas</strong><br />
A organização não tem controle sobre alguns grupos informais externos de pessoas que podem ter impacto direto no sucesso ou no fracasso da empresa. Esses grupos estão ligados por interesses comuns, incidentes específicos, entre outras razões. Os executivos mais habilidosos sabem conviver com um ecossistema de negócios fora do controle da companhia, com seu poder de influência. Esse poder depende do entendimento sobre o potencial coletivo e da identificação das pessoas-chave nos grupos informais, já que é fundamental reunir inteligência de marketing por meio desses grupos. Igualmente importante é descobrir como usar os grupos para definir segmentos de mercado, produtos e diversas estratégias de negócios.</p>
<p><strong>5 – Processos informais<br />
</strong>As empresas precisam detectar todo tipo de processo que foge da rotina, mas que contribui para a tomada de decisões. Segundo a Gartner, essas ações informais tendem ganhar cada vez mais força no longo prazo.</p>
<p><strong>6 – Trabalho espontâneo<br />
</strong>Outro conceito incluído na descrição do novo ambiente das empresas é o trabalho espontâneo, o qual não depende de processos ou de funções específicas. A consultoria prevê que boa parte dos projetos tende a nascer a partir desse tipo de iniciativa não programada.</p>
<p><strong>7 – Simulação e experimentação<br />
</strong>A imersão em ambientes simulados, similares aos que puderam ser visto no filme Minority Report, substituirá a extensa análise de células em planilhas. O ambiente simulado será construído a partir de tecnologias que consigam identificar como reunir elementos baseados na forma como as pessoas interagem com o conteúdo. As pessoas, por sua vez, têm a possibilidade de manipular uma série de parâmetros para reformular o mundo virtual.</p>
<p><strong>8 – Sensibilidade a novos padrões<br />
</strong>O mundo dos negócios está ficando mais volátil e já não admite uma postura linear, na qual as experiências passadas baseiam modelos futuros. A tendência é de um mercado cada vez menos previsível, razão pela qual algumas organizações já criam grupos especificamente para detectar padrões emergentes, avaliar essas tendências e desenvolver cenários sobre a influência das grandes mudanças e como explorá-las.</p>
<p><strong>9 – Hiper conectividade<br />
</strong>O caráter hiper conectado já está presente na maioria das organizações, que abrangem redes em cima de redes, sobre as quais é difícil manter controle. Com esse cenário, haverá cada vez mais misturas entre relações formais e informais nas relações corporativas, impactando na forma como as pessoas trabalham e na função do departamento de TI, que deve estar preparado para apoiar e aumentar as conexões.</p>
<p><strong>10 – Caem barreiras entre vida profissional e pessoal<br />
</strong>O local de trabalho é cada vez mais virtual e os encontros de negócios acontecem entre pessoas que mal se conhecem. Mas o funcionário ainda terá seu local físico de trabalho, mesmo que seja em casa. Com isso, a tendência de muitos é que as linhas que separam vida pessoal, profissional, social e familiar desapareçam. Cada indivíduo precisa gerenciar a complexidade criada por demandas que se sobrepõem. Quem não souber administrar essa situação pode ter o desempenho comprometido, pois acabará se deparando com o excesso de informação.</p>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://computerworld.uol.com.br/gestao/2010/08/04/10-grandes-mudancas-que-afetarao-o-ambiente-de-trabalho/" target="_blank">10 grandes mudanças que afetarão o ambiente de trabalho</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Departamentos de TI estão migrando serviços de baixo risco para a nuvem</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/08/16/departamentos-de-ti-estao-migrando-servicos-de-baixo-risco-para-a-nuvem/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 16:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[
Os departamentos de TI continuam a proceder com cautela quando se trata de cloud computing, segundo os resultados de uma recente pequisa realizada pela consultoria TPI.
A empresa entrevistou 140 tomadores de decisão de TI sobre suas perspectivas e planos para o cloud computing e descobriu que quase quatro em cada cinco empresas estão estudando soluções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>Os departamentos de TI continuam a proceder com cautela quando se trata de cloud computing, segundo os resultados de uma recente pequisa realizada pela consultoria TPI.</strong></p>
<p>A empresa entrevistou 140 tomadores de decisão de TI sobre suas perspectivas e planos para o cloud computing e descobriu que quase quatro em cada cinco empresas estão estudando soluções nesta plataforma. E três em cada cinco companhias pretendem realmente implementá-las.<span id="more-2099"></span></p>
<p>&#8220;As organizações que estão migrando alguns serviços de TI para a nuvem estão fazendo isso com projetos-piloto ou serviços de baixo risco&#8221;, declarou Kevin Smilie, chefe da unidade de negócios baseados em cloud computing da TPI. &#8220;Elas não estão convencidas de que os serviços de nuvem estão prontos para atender as exigências  das operações mais nobres de seus núcleos. Primeiramente, eles estão testando setores não-críticos de sua infra-estrutura, para poder dominar o serviços de cloud e sua própria gestão sobre eles, limitando seus riscos operacionais&#8221;.</p>
<p>Embora quase metade dos pesquisados considere virtualizar servidores e desktops, serviços de armazenamento baseados em nuvem e hospedagem de e-mails e aplicativos de mensagens, eles estão sendo mais cautelosos sobre o movimento de sistemas core business nesta plataforrma: apenas 10% estavam contemplando a nuvem de ERP; e apenas 7% estavam discutindo implementar aplicações verticais da indústria baseadas na nuvem, como softwares médicos de faturamento e sistema de reservas das companhias aéreas, de acordo com o TPI.</p>
<p>&#8220;Esses serviços são demasiadamente importantes para os clientes para que o mercado insira-os tão cedo no cloud computing&#8221;, disse Smilie.</p>
<p><strong>As principais preocupações das empresas com a nuvem<br />
</strong></p>
<p>A pesquisa da TPI considerou que os compradores de TI tiveram cinco preocupações a respeito do cloud computing:</p>
<p>- 79% preocupam-se com a segurança dos dados, achando-a inadequada;</p>
<p>- 50% preocupam-se com os requisitos de regulamentação;</p>
<p>- 50% preocupam-se com a continuidade dos negócios ou questões de recuperação em caso de crash;</p>
<p>- 49% preocupam-se com a integração dos sistemas.</p>
<p>Já o punhado de pioneiros que utilizou as ofertas de cloud computing no ERP, implementando até mesmo aplicações verticais na nuvem tem feito isso por uma razão, segundo Smilie: redução de custos. &#8220;As empresas têm gasto enormes quantidades de capital e fundos operacionais na implantação e manutenção desses sistemas ao longo dos anos. Dada a escolha, eles não querem continuar com esse comportamento.</p>
<p>Smilie comenta que a maioria dos clientes optará por serviços de nuvem privada para aplicativos de missão crítica, para atenuar os riscos, enquanto elas deslocarão seus investimentos em software de capital para despesas operacionais. &#8220;Os clientes querem serviços em nuvem que atendam suas necessidades de negócios a custos mais baixos, com os níveis de serviço de classe empresarial e de segurança. E, geralmente, eles não estão no espaço de nuvens públicas&#8221;, afirmou Smilie.</p>
<p>&#8220;Os prestadores de serviços de TI estão respondendo com ofertas de cloud privado destinadas a atender às demandas de segurança dos compradores de Tecnologia&#8221;, declarou Smilie. &#8220;O conceito de cloud público iniciado para o consumidor trabalha com a proposta de que todos aceitam o mesmo nível de serviço e segurança. Essa opção simplesmente não existe para as grandes empresas&#8221;.</p>
</div>
<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/mercado/2010/07/29/departamentos-de-ti-estao-migrando-servicos-de-baixo-risco-para-a-nuvem/" target="_blank">Departamentos de TI estão migrando serviços de baixo risco para a nuvem</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ambiente de trabalho é importante para reter talentos em TI</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/08/16/ambiente-de-trabalho-e-importante-para-reter-talentos-em-ti/</link>
		<comments>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/08/16/ambiente-de-trabalho-e-importante-para-reter-talentos-em-ti/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 16:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[talento]]></category>
		<category><![CDATA[ti]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tripletech.com.br/blog/?p=2096</guid>
		<description><![CDATA[Entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar, índice de evasão voluntária de profissionais foi de 9%, contra média de 19% no resto do setor.


Em um mercado no qual falta mão de obra especializada, a capacidade de reter os melhores profissionais representa um diferencial competitivo para as empresas. No setor de TIC (Tecnologia da Informação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar, índice de evasão voluntária de profissionais foi de 9%, contra média de 19% no resto do setor.</strong></p>
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<p>Em um mercado no qual falta mão de obra especializada, a capacidade de reter os melhores profissionais representa um diferencial competitivo para as empresas. No setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), a preocupação das organizações com esse tema ganhou ainda mais força com o aquecimento da economia brasileira. <span id="more-2096"></span></p>
<p>Afinal, qual o segredo para a retenção de talentos? Um dos caminhos é ter um ambiente de trabalho que seja considerado excelente para os funcionários. Uma prova disso está no fato de que, entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar em TI e Telecom, o índice de evasão voluntária de profissionais – ou seja, pessoas que deixam a organização por decisão própria – foi de aproximadamente 9% em 2009. No mesmo período, a média geral do setor foi de 19%. </p>
<p>Para o sócio-diretor da consultoria em recursos humanos Korn/Ferry no Brasil, Jairo Okret, para reter os profissionais, as empresas precisam fazer com que eles se sintam engajados com a organização. “Quando isso acontece, cumprem suas tarefas porque acham importante e, não, por obrigação”, aponta Okret.</p>
<p>O caminho para ter colaboradores comprometidos e satisfeitos, segundo o especialista, vai muito além de uma política de remuneração atraente. De acordo com um levantamento da Korn/Ferry, as questões que mais retêm um profissional na organização são o alinhamento à estratégia da empresa, um bom plano de carreira e confiança nos líderes, enquanto que o salário aparece em 10º lugar na lista de prioridades.</p>
<p>Entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar em TI e Telecom no Brasil, o fator mais valorizado pelos funcionários nas organizações, segundo a pesquisa do Great Place to Work, é a oportunidade de crescimento e de desenvolvimento na carreira. Este item foi citado por 58% dos profissionais entrevistados.</p>
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<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/carreira/2010/07/28/ambiente-de-trabalho-e-importante-para-reter-talentos-em-ti/" target="_blank">Ambiente de trabalho é importante para reter talentos em TI</a></p>
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		<title>Incômodo do spam por e-mail é diário</title>
		<link>http://www.tripletech.com.br/blog/2010/08/06/incomodo-do-spam-por-e-mail-e-diario/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 15:31:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Abrir a caixa de e-mail e se deparar com mensagens eletrônicas indesejadas (spams) é uma rotina para praticamente metade dos internautas brasileiros. Ao menos é o que aponta uma pesquisa nacional realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
Segundo o estudo, 47% dos usuários da rede mundial de computadores no País recebem este tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abrir a caixa de e-mail e se deparar com mensagens eletrônicas indesejadas (spams) é uma rotina para praticamente metade dos internautas brasileiros. Ao menos é o que aponta uma pesquisa nacional realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).<span id="more-2093"></span></p>
<p>Segundo o estudo, 47% dos usuários da rede mundial de computadores no País recebem este tipo de mensagem diariamente. E a maioria deles (78%) recebe até dez spams todo os dias. E as principais vítimas são trabalhadores com idade entre 25 e 44 anos.</p>
<p>A CGI.br entrevistou 4.392 pessoas que receberam spam três meses antes da pesquisa. Deste total, a grande parte (58%) cita como o maior problema dessa prática o tempo gasto para apagar tais mensagens, enquanto 25% apontam como transtorno o fato de receberem conteúdo ofensivo ou impróprio. </p>
<p>“A informação está muito aberta nas redes sociais e cadastros do comércio eletrônico. O e-mail se tornou um produto, que é repassado e vendido, o que torna mais difícil combater o spam”, explica Leonardo Kelmann, gerente de contas da Mandic, empresa de soluções de segurança para a rede.</p>
<p>Ricardo Giorgi, professor da Faculdade de Tecnologia FIAP e especialista em segurança de redes diz que o objetivo principal do spam é infectar o computador com programas maliciosos capazes de roubar informações pessoais e financeiras do usuário.</p>
<p>Ele conta que é difícil se livrar totalmente das mensagens indesejadas, mas há como reduzi-las. Uma delas é o bloqueio automático de spam. O aplicativo gera um código que deve ser digitado pelo remetente sempre que um e-mail é enviado para a sua conta de correio eletrônico. “Isso dificulta o envio. E o remetente pode ter pressa em mandar a mensagem.”</p>
<p>Outra forma é habilitar o filtro antispam do e-mail, que bloqueia mensagens enviadas para muitos destinatários, uma característica comum do spam. “Mas o filtro não é perfeito e alguma mensagem importante pode ser bloqueada. A dica é complementar ambas as opções com a criação de uma lista de e-mails seguros, que podem ser recebidos”, afirma Giorgi. Ele também indica a compra de um antivírus com filtro antispam. “Custa menos de R$ 100 ao ano”, aconselha o especialista.</p>
<p>Fonte: <a title="Incômodo do spam por e-mail é diário" rel="nofollow" href="http://blogs.estadao.com.br/jt-seu-bolso/spam-por-e-mail/" target="_blank">Incômodo do spam por e-mail é diário </a></p>
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		<title>Mais de um terço das empresas admite vazamento de dados</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:43:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ainda de acordo com a pesquisa, 37% dos profissionais de TI atribuem o furto de informações a ex-funcionários.


Muitas companhias ainda derrapam nos controles de segurança das informações sensíveis aos seus negócios. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela Cyber-Ark. No levantamento, 35% dos profissionais de TI admitem que suas organizações já foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ainda de acordo com a pesquisa, 37% dos profissionais de TI atribuem o furto de informações a ex-funcionários</strong>.</p>
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<p>Muitas companhias ainda derrapam nos controles de segurança das informações sensíveis aos seus negócios. Pelo menos é o que mostra um estudo realizado pela Cyber-Ark. No levantamento, 35% dos profissionais de TI admitem que suas organizações já foram vítimas de vazamento de informações confidenciais.<span id="more-2090"></span></p>
<p>O levantamento, realizado nos Estados Unidos e Inglaterra, ouviu 400 administradores seniores de TI. E, de acordo com o relatório, 37% dos profissionais entrevistados creditam o furto das informações a ex-funcionários.</p>
<p>Em segundo lugar na lista dos possíveis motivos do vazamento de informações confidenciais está a falha humana, com 28%. Para aumentar a proteção nessa área, a Cyber-Ark sugere que sejam implementadas camadas adicionais nos sistema para reforçar a segurança dos dados mai sensíveis.</p>
<p>Outros 10% dos entrevistados acredita na hipótese de os dados terem sido sequestrados com base na ação de crackers e a mesma parcela atribui o vazamento à perda de dispositivos móveis, com notebooks, smartphones e outros aparelhos.</p>
<p>Segundo o levantamento, os dados mais visados são bases de clientes, planos de pesquisa e informações confidenciais de desenvolvimento, com 26% e 13%, respectivamente das ocorrências.</p>
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<p>Fonte: <a href="http://www.threatpost.com.br/pt_br/blogs/mais-de-um-terco-das-empresas-admite-vazamento-de-dados-070910">Mais de um terço das empresas admite vazamento de dados</a></p>
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		<title>Crise econômica estimulou investimentos em TI</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:40:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa elaborada pela fornecedora norte-americana de serviços de hospedagem online Rackspace, a crise econômica pode ter deixado consequências mais interessantes que apenas prejuízos nas receitas das empresas. A recessão, segundo o texto, levou as companhias a se tornarem mais eficientes e atentas em relação à sua estrutura tecnológica.
O levantamento aponta que 62% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa elaborada pela fornecedora norte-americana de serviços de hospedagem online Rackspace, a crise econômica pode ter deixado consequências mais interessantes que apenas prejuízos nas receitas das empresas. A recessão, segundo o texto, levou as companhias a se tornarem mais eficientes e atentas em relação à sua estrutura tecnológica.<span id="more-2088"></span></p>
<p>O levantamento aponta que 62% das empresas acreditam que a crise obrigou a tomada de decisões que, por mais que tenham sido motivadas por momentos difíceis, acabaram sendo vantajosas para as áreas de TI e não teriam sido concretizadas em outra situação.</p>
<p>O pós-crise também deve manter o cenário de melhorias no segmento. A pesquisa revela que 81% das organizações analisadas tem a expectativa de ampliar o orçamento de TI para 2010.</p>
<p>Os investimentos ocorridos no período também beneficiaram os projetos de cloud computing das corporações. A análise conclui que as empresas, especialmente as de grande porte, passaram a refletir sobre o tema com maior atenção, embora apenas uma fatia restrita das companhias tenham implementado o sistema.</p>
<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/mobilidade/celulares-verdes-sao-uma-alternativa-para-diminuicao-do-lixo-eletronico/12696" target="_blank"><em>Crise econômica estimulou investimentos em TI</em></a></p>
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		<title>Data centers podem ser mais eficientes, diz IBM</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:35:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[data center]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudo da IBM mostra que a forma de projetar e construir os centros de processamento de dados tem mudado radicalmente.


No passado, as companhias costumavam investir em data centers como pais que compram roupas para as crianças: buscavam ambientes grandes, para que continuassem servindo, mesmo depois de uma fase de crescimento. No entanto, as companhias que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Estudo da IBM mostra que a forma de projetar e construir os centros de processamento de dados tem mudado radicalmente.</strong></p>
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<p>No passado, as companhias costumavam investir em data centers como pais que compram roupas para as crianças: buscavam ambientes grandes, para que continuassem servindo, mesmo depois de uma fase de crescimento. No entanto, as companhias que fizeram assim no passado acabaram desperdiçando muito dinheiro para manter uma infraestrutura desnecessária.<span id="more-2084"></span></p>
<p>Hoje, as decisões sobre projetos para centros de processamento de dados são focadas em manter sempre a máxima eficiência no uso da infraestrutura, mas deixando as bases para o crescimento futuro. De acordo com o vice-presidente da IBM Steve Sams, essa nova visão já se traduz em uma tendência entre as organizações. &#8220;Como resultado, eles estão economizando cerca de 30% em custos operacionais, se considerado todo o tempo de vida do data center&#8221;, estima.</p>
<p>Há quatro anos, a IBM fez um estudo extenso sobre os projetos atuais de data center e chegou à conclusão que as três questões que orientaram a escolha por projetos (confiabilidade, tamanho e baixo custo) não eram suficientes. Assim, a fabricante, que constrói entre 200 e 300 data centers todos os anos, observou cinco outras tendências que direcionam a decisão sobre os investimentos nesse tipo de ambiente na atualidade.</p>
<p><strong>1 &#8211; Custos de eletricidade superam custos de capital</strong><br />
O estudo da IBM revelou que o custo para manter um data center rodando supera rapidamente o custo original para projetar e levantar a estrutura. O levantamento estima que um ambiente considerado médio custará cinco vezes mais para se manter no ar em 20 anos do que o custo do projeto.</p>
<p>A lição: construa somente o que você precisa para economizar dinheiro em custos de capital. Segundo Sams, os data centers mais eficientes de mundo no quesito eficiência energética estão operando em 100% de sua capacidade. Ou seja: além de economizar com componentes, a empresa ganha em energia.</p>
<p>Tudo isso foi elaborado presumindo um aumento nos custos de energia de 10% ao ano, considerado conservador. Sam cita um cliente da área financeira da África do Sul que atingiu níveis muito maiores: 28% no ano passado e 33% no primeiro semestre de 2010.</p>
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<p>Fonte: <a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/07/12/data-centers-podem-ser-mais-eficientes-diz-ibm/" target="_blank">Data centers podem ser mais eficientes, diz IBM</a></p>
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		<title>“A nuvem será mais importante que a Internet”, afirma especialista</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 16:33:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).


Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).<span id="more-2082"></span></strong></p>
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<p>Enquanto os desenvolvedores da Internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.</p>
<p>“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da Internet; como nos faltam a visão e a percepção daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o professor.</p>
<p>Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.</p>
<p><strong>Nuvem e democracia?</strong></p>
<p>A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de investir em equipamento.</p>
<p>Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.</p>
<p>Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.</p>
<p>De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.</p>
<p><strong>Nuvem e ventos</strong></p>
<p>Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos afastam da nuvem”, diz.</p>
<p>Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens “parcialmente “abertas.</p>
<p>“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.</p>
<p>Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio &#8211; tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.</p>
<p><strong>Internet e sociedade</strong></p>
<p>Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.</p>
<p>Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural. A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais extrovertidas ou mais tímidas.</p>
<p><strong>Quem quer privacidade?</strong></p>
<p>Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais precisos, o que deve inibir a prática.</p>
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<p><em>Fonte: </em><a rel="nofollow" href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/13/a-nuvem-sera-mais-importante-que-a-internet-afirma-especialista/" target="_blank"><em>&#8220;A nuvem será mais importante que a Internet&#8221;, afirma especialista</em></a></p>
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