<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>PSDB-SP</title>
	<atom:link href="https://tucano.org.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://tucano.org.br/</link>
	<description>Diretório Estadual do PSDB em São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Sat, 06 Jun 2026 15:37:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>NOTA DE REPÚDIO &#8211; Violência de Gênero Política Contra a Deputada Estadual Ana Carolina Serra</title>
		<link>https://tucano.org.br/nota-de-repudio-violencia-de-genero-politica-contra-a-deputada-estadual-ana-carolina-serra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 15:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115942</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Executiva Estadual do PSDB de São Paulo manifesta repúdio à conduta do deputado estadual Gilmaci Santos (Republicanos-SP) durante reunião da Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), realizada nessa quarta-feira (3/6). Com o objetivo de impedir questionamentos ao diretor-presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/nota-de-repudio-violencia-de-genero-politica-contra-a-deputada-estadual-ana-carolina-serra/">NOTA DE REPÚDIO &#8211; Violência de Gênero Política Contra a Deputada Estadual Ana Carolina Serra</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Executiva Estadual do PSDB de São Paulo manifesta repúdio à conduta do deputado estadual Gilmaci Santos (Republicanos-SP) durante reunião da Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), realizada nessa quarta-feira (3/6).</p>
<p>Com o objetivo de impedir questionamentos ao diretor-presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Carlos Augusto Leone Piani, sobre falhas na prestação de serviço de abastecimento hídrico à população paulista, o líder do governo Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) retirou o executivo da audiência às pressas e ainda de forma indiscutivelmente desrespeitosa com todos os membros do colegiado, que, simplesmente, exerciam, naquele momento, seus respectivos papéis legislativos.</p>
<p>Ao interromper reiteradamente os trabalhos conduzidos pela presidente da Comissão, a deputada estadual Ana Carolina Serra (PSDB-SP), elevar o tom de voz de maneira desrespeitosa e adotar postura incompatível com a liturgia do cargo parlamentar, Gilmaci Santos ultrapassou todos os limites do debate democrático e do respeito institucional que devem nortear a convivência entre os representantes eleitos pela população paulista.</p>
<p>A violência política de gênero se manifesta justamente quando mulheres são constrangidas, desqualificadas ou desrespeitadas no exercício de suas funções públicas. Não é aceitável que, em pleno século 21, parlamentares mulheres ainda sejam submetidas a comportamentos intimidatórios, misóginos e que buscam enfraquecer a autoridade e a legitimidade na condução dos trabalhos legislativos.</p>
<p>Ana Carolina exerceu, durante todo o episódio, sua prerrogativa regimental de presidir, com serenidade e compromisso, os trabalhos da Comissão. O comportamento adotado por Gilmaci Santos afronta não apenas esta deputada, mas, também, a própria Alesp e os princípios de respeito e de civilidade que devem prevalecer no ambiente democrático.</p>
<p>O PSDB São Paulo reafirma sua solidariedade à deputada Ana Carolina Serra. Não haverá Democracia plena no Brasil, enquanto mulheres precisarem enfrentar, além do debate político, atitudes que tentam silenciá-las ou deslegitimá-las no exercício de seus mandatos.</p>
<p><strong>PAULO SERRA</strong><br />
Presidente da Executiva Estadual do PSDB de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/nota-de-repudio-violencia-de-genero-politica-contra-a-deputada-estadual-ana-carolina-serra/">NOTA DE REPÚDIO &#8211; Violência de Gênero Política Contra a Deputada Estadual Ana Carolina Serra</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Resiliência climática: a importância de se transformar dados em capacidade de resposta para a proteção de vidas</title>
		<link>https://tucano.org.br/resiliencia-climatica-a-importancia-de-se-transformar-dados-em-capacidade-de-resposta-para-a-protecao-de-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115939</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo &#124; Opinião Paulo Serra* Durante muito tempo, as discussões sobre mudanças climáticas ficaram restritas ao meio acadêmico, aos organismos internacionais e aos grandes fóruns globais. Hoje, tal realidade bate à porta de cada cidade, de cada gestor público e de cada cidadão. As mudanças no clima deixaram de ser previsão distante para se tornarem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/resiliencia-climatica-a-importancia-de-se-transformar-dados-em-capacidade-de-resposta-para-a-protecao-de-vidas/">Resiliência climática: a importância de se transformar dados em capacidade de resposta para a proteção de vidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo | Opinião</p>
<p><strong>Paulo Serra*</strong></p>
<p>Durante muito tempo, as discussões sobre mudanças climáticas ficaram restritas ao meio acadêmico, aos organismos internacionais e aos grandes fóruns globais. Hoje, tal realidade bate à porta de cada cidade, de cada gestor público e de cada cidadão. As mudanças no clima deixaram de ser previsão distante para se tornarem desafio concreto do presente &#8211; um assunto não só acadêmico e governamental; um tema de todos nós.</p>
<p>Os alertas da comunidade científica são cada vez mais contundentes. As previsões indicam, por exemplo, a possibilidade de um dos fenômenos El Niño mais intensos já registrados na história da humanidade. No Brasil, seus efeitos costumam ser extremos. Em algumas localidades, provoca ondas de calor severas, estiagens prolongadas e crises hídricas. Em outras, gera chuvas intensas, enchentes e desastres ambientais.</p>
<p>Em 2024, vale recordar, as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul deixaram um rastro de destruição, interromperam atividades econômicas, afetaram milhares de famílias e demonstraram como os eventos climáticos extremos podem impactar profundamente a vida das pessoas.</p>
<p>Diante deste cenário, uma conclusão é inevitável: a questão climática precisa deixar de ser tratada apenas como tema ambiental para ser encarada como política pública permanente. A grande pergunta, portanto, já não é mais se eventos extremos acontecerão. A questão é: estamos preparados para enfrentá-los?</p>
<p>A resposta exige planejamento, investimento e, sobretudo, capacidade de antecipação. O poder público precisa evoluir de uma lógica puramente reativa para uma cultura de prevenção. Cada real investido em resguardo representa economia de recursos, preservação de patrimônio e, principalmente, proteção de vidas.</p>
<p>Foi exatamente com esta visão que Santo André-SP deu início, em 2019, sob a minha gestão, a um importante processo de transformação, após as fortes chuvas que atingiram toda a região do Grande ABC paulista, naquele ano. Foi instituído, então, o Centro de Gerenciamento e Resiliência Climática &#8211; estrutura moderna que abarca monitoramento em tempo real, Inteligência Artificial (IA), sistemas integrados de informação e uma rede de 26 estações meteorológicas distribuídas por todo o município.</p>
<p>O objetivo é simples, mas poderoso: transformar dados em capacidade de resposta. Quanto maior a previsibilidade, superior é a possibilidade de se prevenir danos, de orientar a população e de mobilizar equipes antes que as ocorrências se agravem.</p>
<p>Esta experiência transformou Santo André em referência nacional em resiliência urbana. Mais do que uma obra ou um equipamento, trata-se de uma nova forma de governar, baseada em informação, Tecnologia e tomada de decisão rápida.</p>
<p>Não tenho dúvidas de que as cidades do Brasil e do mundo serão cada vez mais protagonistas no enfrentamento das mudanças climáticas. E, aquelas que conseguirem combinar planejamento, inovação e efetividade estarão mais preparadas para proteger seus cidadãos.</p>
<p>Mais do que discutir as alterações do clima, precisamos aprender a conviver com elas. E, isto exige ação, investimento e políticas públicas inteligentes, estruturantes, estratégicas e contínuas. Afinal, prevenção deixou, há muito tempo, de ser escolha &#8211; é obrigação.</p>
<p><strong>*Paulo Serra </strong>é presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo e 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB, especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/resiliencia-climatica-a-importancia-de-se-transformar-dados-em-capacidade-de-resposta-para-a-protecao-de-vidas/">Resiliência climática: a importância de se transformar dados em capacidade de resposta para a proteção de vidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PSDB do Estado de São Paulo com Aécio Neves Presidente</title>
		<link>https://tucano.org.br/psdb-do-estado-de-sao-paulo-com-aecio-neves-presidente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 20:48:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115931</guid>

					<description><![CDATA[<p>Manifestamos em nome do PSDB de São Paulo, total apoio à pré-candidatura de Aécio Neves à Presidência da República. Além de ser importante nesse processo de reconstrução e reposicionamento do partido, temos a clareza de que nosso país precisa voltar a ter alternativas equilibradas, responsáveis e comprometidas com gestão, diálogo e soluções concretas para os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/psdb-do-estado-de-sao-paulo-com-aecio-neves-presidente/">PSDB do Estado de São Paulo com Aécio Neves Presidente</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manifestamos em nome do PSDB de São Paulo, total apoio à pré-candidatura de Aécio Neves à Presidência da República.<br />
Além de ser importante nesse processo de reconstrução e reposicionamento do partido, temos a clareza de que nosso país precisa voltar a ter alternativas equilibradas, responsáveis e comprometidas com gestão, diálogo e soluções concretas para os problemas reais da nossa gente.</p>
<p>É fundamental o PSDB mostrar que existe vida inteligente fora dessa polarização extrema que há anos divide o país e empobrece o debate público. O Brasil precisa discutir crescimento, emprego, saúde, educação, segurança e eficiência do Estado. E uma pré-candidatura como a de Aécio Neves pode representar justamente essa busca por um caminho de equilíbrio, experiência e compromisso com o futuro do país.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-115934 " src="https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota230526c.jpg" alt="" width="511" height="639" srcset="https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota230526c.jpg 1080w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota230526c-240x300.jpg 240w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota230526c-819x1024.jpg 819w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota230526c-768x960.jpg 768w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota230526c-336x420.jpg 336w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota230526c-640x800.jpg 640w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Nota230526c-681x851.jpg 681w" sizes="(max-width: 511px) 100vw, 511px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/psdb-do-estado-de-sao-paulo-com-aecio-neves-presidente/">PSDB do Estado de São Paulo com Aécio Neves Presidente</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A força do voto para escolher em quem podemos confiar para cuidar do que é de todos nós</title>
		<link>https://tucano.org.br/a-forca-do-voto-para-escolher-em-quem-podemos-confiar-para-cuidar-do-que-e-de-todos-nos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 16:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115924</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo &#124; Opinião Paulo Serra* Vivemos um tempo em que a informação cabe na palma da mão. Em poucos segundos, qualquer cidadão acessa dados que antes exigiam horas de pesquisa: histórico político, processos judiciais, votações no Congresso Nacional, declarações públicas, patrimônio e alianças. Nunca foi tão fácil conhecer quem pretende nos representar. E, justamente por [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/a-forca-do-voto-para-escolher-em-quem-podemos-confiar-para-cuidar-do-que-e-de-todos-nos/">A força do voto para escolher em quem podemos confiar para cuidar do que é de todos nós</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo | Opinião</p>
<p><strong>Paulo Serra*</strong></p>
<p>Vivemos um tempo em que a informação cabe na palma da mão. Em poucos segundos, qualquer cidadão acessa dados que antes exigiam horas de pesquisa: histórico político, processos judiciais, votações no Congresso Nacional, declarações públicas, patrimônio e alianças. Nunca foi tão fácil conhecer quem pretende nos representar. E, justamente por isso, é preciso transformar tal acesso em responsabilidade.</p>
<p>O Brasil se aproxima de mais um período eleitoral decisivo. No pleito de outubro de 2026, vamos escolher presidente da República, governadores, senadores, além de deputados estaduais e federais. O voto não é um gesto isolado, mas, sim, um ato com consequências que se estendem por quatro anos na vida dos brasileiros.</p>
<p>Aqui, reside necessária reflexão: o que deveria ser o mínimo obrigatório — ética, integridade e respeito ao dinheiro público — passou a ser tratado como diferencial. Num cenário marcado por escândalos e denúncias recorrentes, pré-candidatos / candidatos com ficha limpa, trajetória coerente e compromisso comprovado com o interesse público tornam-se exceção.</p>
<p>A boa notícia, reitero, é que o eleitor nunca esteve tão bem equipado para fazer sua escolha de maneira consciente. Ferramentas digitais, portais de transparência, tribunais eleitorais, veículos de Comunicação e redes sociais permitem cruzar informações, verificar discursos e confrontar promessas de campanha com a realidade.</p>
<p>Votar bem, portanto, exige mais do que simpatia e/ou identificação &#8211; inclusive, ideológica, partidária. Requer critério. É preciso, afinal, avaliar a coerência entre o que o pré-candidato / candidato diz e o que já fez. Em suma, observar sua trajetória: como lidou com recursos públicos? Quais decisões tomou quando estava no “poder”? Como se comportou em momentos de crise? Respeita as leis? Tem compromisso com o que é correto? Está envolvido em investigações graves?</p>
<p>A transparência, neste contexto, é instrumento essencial da qualidade democrática. Mandatos transparentes tendem a ser mais responsáveis, eficientes e alinhados ao interesse coletivo. Quando o gestor sabe que será acompanhado e cobrado, a margem para abusos e desvios diminui.</p>
<p>Da mesma forma, o cuidado com o dinheiro do povo não pode ser tratado como detalhe. Cada recurso mal utilizado representa oportunidade perdida: um hospital que deixa de receber melhorias, uma escola sem os investimentos necessários, o remédio que não chega no posto de saúde, uma obra que não sai do papel, a enchente que não dá trégua nos períodos mais quentes. O impacto da má gestão, por fim, não é abstrato — afeta vidas.</p>
<p>Logo, o voto precisa ser encarado com a seriedade que merece. Não é sobre torcida, emoção passageira ou narrativas vazias. É sobre futuro &#8211; é escolher quem vai administrar recursos, tomar decisões difíceis, falar a verdade (mesmo nas horas mais difíceis) e representar milhões de brasileiros.</p>
<p>Se, hoje, temos mais acesso à informação, também temos o dever de usá-la. Democracia não se fortalece apenas com o direito de votar. Se consolida com qualidade da escolha. E isto depende de cidadãos atentos, mais críticos e conscientes.</p>
<p>No fim, a pergunta que deve guiar o eleitor é simples, mas indiscutivelmente poderosa: estou escolhendo alguém em quem posso confiar para cuidar do que é de todos nós? Arrisco a dizer que a resposta pode definir não apenas o resultado de uma eleição, mas o rumo de todo um País.</p>
<p><strong>*Paulo Serra </strong>é presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo e 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB, especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/a-forca-do-voto-para-escolher-em-quem-podemos-confiar-para-cuidar-do-que-e-de-todos-nos/">A força do voto para escolher em quem podemos confiar para cuidar do que é de todos nós</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A rejeição a Messias, o colapso da velha Política e a falência do presidencialismo de coalizão</title>
		<link>https://tucano.org.br/a-rejeicao-a-messias-o-colapso-da-velha-politica-e-a-falencia-do-presidencialismo-de-coalizao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115920</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo &#124; Opinião Paulo Serra* A não aprovação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) vai muito além de um episódio político pontual. Simboliza, de forma clara, o esgotamento de um modelo que há décadas organiza, ou tenta organizar, a relação entre os Poderes no Brasil: o presidencialismo de coalizão. Alicerçado a partir [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/a-rejeicao-a-messias-o-colapso-da-velha-politica-e-a-falencia-do-presidencialismo-de-coalizao/">A rejeição a Messias, o colapso da velha Política e a falência do presidencialismo de coalizão</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo | Opinião</p>
<p><strong>Paulo Serra*</strong></p>
<p>A não aprovação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) vai muito além de um episódio político pontual. Simboliza, de forma clara, o esgotamento de um modelo que há décadas organiza, ou tenta organizar, a relação entre os Poderes no Brasil: o presidencialismo de coalizão.</p>
<p>Alicerçado a partir da necessidade de formar maiorias no Congresso Nacional, este modelo, num sistema multipartidário fragmentado, sempre se sustentou em bases pragmáticas. Distribuição de cargos, negociação de espaços, e acordos políticos foram, por muito tempo, os instrumentos utilizados para se garantir governabilidade. Funcionou? Em alguns momentos, digamos que sim! Mas o custo sempre foi alto e, ao que tudo indica, agora, chegou ao limite.</p>
<p>O episódio recente revela que a lógica tradicional já não responde com a mesma eficácia. A construção de maiorias deixou de ser previsível. O alinhamento entre Executivo e Legislativo tornou-se mais volátil, menos institucional e mais sujeito a pressões circunstanciais. O que antes era resolvido nos bastidores, hoje se torna impasses públicos, com direito a impacto direto na estabilidade da Política e na capacidade de decisão de nosso País.</p>
<p>Mais do que uma crise episódica, estamos diante de uma mudança estrutural. O Brasil dos tempos atuais não é mais o mesmo de décadas atrás. A sociedade é mais informada, conectada e exigente. Ela não é mais mera telespectadora: ela participa, opina, concorda ou discorda. A Política, por outro lado, ainda opera com mecanismos antigos, muitas vezes desconectados da realidade &#8211; uma Política quase que analógica, por assim dizer.</p>
<p>O problema não reside, tão somente, na dificuldade de aprovação do nome X ou Y para a Alta Corte, ou de ações que possam, de fato, mudar para melhor a vida das pessoas &#8211; está na ausência de um modelo mais transparente, mais eficiente e mais orientado a resultados. Um método que privilegie a construção de consensos em torno de projetos de nação, e não apenas de interesses imediatos e particulares. Isso nos convida a uma reflexão mais ampla: o Brasil precisa revisitar, para ontem, seus paradigmas institucionais.</p>
<p>Além disso, é urgente qualificar o debate político. A construção de maiorias em Brasília-DF não pode continuar baseada apenas em negociações pontuais. É preciso avançar para uma lógica de planejamento estratégico, com metas claras, prioridades definidas e compromisso com repercussão concreta.</p>
<p>O recente episódio envolvendo o STF não é apenas sobre um nome ou sobre Esquerda e Direita. É sobre um sistema que perdeu a capacidade de organizar o funcionamento do Estado de forma eficiente e que, quando não funciona, faz com que o povo brasileiro pague um alto preço.</p>
<p>Por isso, mais do que buscar culpados, passou da hora de se buscar soluções. O Brasil precisa de mais gestão e de menos polarização &#8211; como tenho defendido há tempos. O País necessita de diálogo qualificado, de responsabilidade institucional e de coragem para enfrentar reformas que, não de hoje, são adiadas.</p>
<p>Mas, que fique claro: o esgotamento do presidencialismo de coalizão não é o fim da governabilidade. Pode e deve ser o começo de um novo ciclo, no qual o foco esteja menos na Política como disputa e mais como instrumento de transformação.</p>
<p><strong>*Paulo Serra </strong>é presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo e 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB, especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/a-rejeicao-a-messias-o-colapso-da-velha-politica-e-a-falencia-do-presidencialismo-de-coalizao/">A rejeição a Messias, o colapso da velha Política e a falência do presidencialismo de coalizão</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A necessidade de discussões mais técnicas e menos ideológicas sobre o fim da escala 6&#215;1</title>
		<link>https://tucano.org.br/a-necessidade-de-discussoes-mais-tecnicas-e-menos-ideologicas-sobre-o-fim-da-escala-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115913</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo &#124; Opinião Paulo Serra* O debate sobre o fim da escala 6&#215;1, que compreende seis dias de trabalho para um de descanso, voltou à pauta nacional com força. E isso não é por acaso. Num mundo que discute produtividade, saúde mental e qualidade de vida, repensar modelos tradicionais de jornada laboral deixou de ser [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/a-necessidade-de-discussoes-mais-tecnicas-e-menos-ideologicas-sobre-o-fim-da-escala-6x1/">A necessidade de discussões mais técnicas e menos ideológicas sobre o fim da escala 6&#215;1</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo | Opinião</p>
<p><strong>Paulo Serra*</strong></p>
<p>O debate sobre o fim da escala 6&#215;1, que compreende seis dias de trabalho para um de descanso, voltou à pauta nacional com força. E isso não é por acaso. Num mundo que discute produtividade, saúde mental e qualidade de vida, repensar modelos tradicionais de jornada laboral deixou de ser luxo; passou a ser necessidade.</p>
<p>Como quase tudo no Brasil, porém, o tema corre o risco de cair na armadilha da polarização. De um lado, tem quem defenda a mudança de forma imediata, como solução isolada para melhorar a vida do trabalhador. De outro, há quem enxerga a proposta como inviável economicamente. A verdade, como sempre, exige mais gestão, menos simplificação, e menos discurso polarizado e pautado no ódio, no “nós contra eles”.</p>
<p>É fato que a escala 6&#215;1 impacta diretamente a qualidade de vida. Ela significa menos tempo com a família, menos horas para o lazer, o descanso e a qualificação. Menos tempo para si mesmo; para colocar em dia as demandas pessoais e domésticas. Em setores mais operacionais, isso se traduz em desgaste físico e mental e aumento de afastamentos. Não por acaso, nações desenvolvidas vêm testando e implementando jornadas reduzidas, como semanas com quatro dias de trabalho ou carga horária mais flexível.</p>
<p>Os resultados dessas experiências têm sido, em muitos casos, positivos, com o registro do aumento de produtividade, maior engajamento dos trabalhadores, e melhora nos indicadores de bem-estar. A lógica é simples: um profissional, em tese, mais descansado e motivado produz mais e melhor.</p>
<p>Por outro lado, é preciso reconhecer os desafios do tema em tela. Comércios, serviços essenciais, Indústria e Logística dependem de operação contínua. Reduzir a jornada sem planejamento pode significar aumento de custos, pressão sobre pequenos e médios empresários e, no limite, perda de empregos.</p>
<p>É aqui que entra o ponto central: gestão. A discussão sobre o assunto, portanto, não pode ser ideológica, precisa ser técnica. Não se trata de, simplesmente, acabar com a escala 6&#215;1 por decreto, mas de criar condições para que a Economia brasileira absorva mudanças desta natureza sem gerar desequilíbrios.</p>
<p>Se a União fizer a sua parte com responsabilidade fiscal, controle de gastos e políticas que permitam a queda consistente dos juros &#8211; numa esteira compensatória ao Mercado &#8211; o ambiente econômico muda. Empresas investem mais, modernizam processos, incorporam Tecnologia e aumentam sua eficiência. Sempre funcionou assim, ao longo da história. E é justamente este ganho de produtividade que pode viabilizar jornadas menores sem que haja perda de renda, consequentemente.</p>
<p>O que quero dizer é que qualidade de vida e crescimento econômico não são opostos, rivais, antagônicos. Pelo contrário: caminham juntos quando há planejamento.</p>
<p>O Brasil precisa entrar neste debate, sim, mas com maturidade. Nem com soluções mágicas, nem com resistência automática. É necessário que o País olhe para o que o mundo está fazendo e já fez face ao assunto; lance mão de adaptação e, principalmente, crie condições para que os devidos ajustes aconteçam de maneira sustentável, com responsabilidade, dados e, acima de tudo, com foco na vida das pessoas e na manutenção dos negócios.</p>
<p><strong>*Paulo Serra </strong>é presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo e 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB, especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/a-necessidade-de-discussoes-mais-tecnicas-e-menos-ideologicas-sobre-o-fim-da-escala-6x1/">A necessidade de discussões mais técnicas e menos ideológicas sobre o fim da escala 6&#215;1</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual Brasil veremos após as eleições de 2026: o que repete o passado ou o que constrói seu futuro?</title>
		<link>https://tucano.org.br/qual-brasil-veremos-apos-as-eleicoes-de-2026-o-que-repete-o-passado-ou-o-que-constroi-seu-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115905</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo &#124; Opinião Paulo Serra* O calendário político brasileiro avançou mais uma casa. Com o fim da janela partidária e o encerramento do prazo de filiações, o tabuleiro eleitoral começa a ganhar contornos mais nítidos. E o que se desenha, lamentavelmente, não é animador. Há anos, venho defendendo a necessidade de o Brasil construir alternativas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/qual-brasil-veremos-apos-as-eleicoes-de-2026-o-que-repete-o-passado-ou-o-que-constroi-seu-futuro/">Qual Brasil veremos após as eleições de 2026: o que repete o passado ou o que constrói seu futuro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo | Opinião</p>
<p>Paulo Serra*</p>
<p>O calendário político brasileiro avançou mais uma casa. Com o fim da janela partidária e o encerramento do prazo de filiações, o tabuleiro eleitoral começa a ganhar contornos mais nítidos. E o que se desenha, lamentavelmente, não é animador.</p>
<p>Há anos, venho defendendo a necessidade de o Brasil construir alternativas baseadas em gestão pública, equilíbrio social e responsabilidade fiscal – caminhos que fujam da lógica binária que tem dominado e empobrecido, sobremaneira, o debate.</p>
<p>A chamada “terceira via” segue mais como conceito do que como realidade política concreta. Faltam nomes com densidade eleitoral, há ausência de projetos consistentes que dialoguem com a população e, sobretudo, falta unidade.</p>
<p>Num ambiente político que premia extremos e simplificações, construir uma candidatura de Centro exige mais do que boas intenções – requer coordenação, coragem e capacidade de convergência. Elementos que, até aqui, não se materializaram.</p>
<p>O resultado disso é um déjà vu preocupante: 2026 deverá ser mais uma eleição marcada por intensa polarização, pela radicalização do discurso e pela redução do debate público a uma disputa de narrativas antagônicas.</p>
<p>Em vez de discutirmos o futuro do Brasil – reformas estruturantes, produtividade, Educação, Saúde, Segurança Pública, Inovação, eficiência do Estado etc – corremos o risco de reviver uma campanha balizada pelo medo, pela rejeição e pela negação do outro.</p>
<p>Quando levada ao extremo, a polarização deixa de ser um instrumento saudável da Democracia e passa a ser um fator de paralisia. O País perde a capacidade de construir consensos mínimos. Reformas importantes ficam pelo caminho. Decisões essenciais são adiadas indefinidamente.</p>
<p>Além disso, a radicalização contamina o ambiente institucional. O diálogo entre os Poderes se deteriora, a confiança nas instituições é corroída e o debate público se empobrece, consideravelmente.</p>
<p>Do ponto de vista econômico, os impactos são igualmente evidentes. A incerteza política afasta investimentos, reduz a previsibilidade e dificulta o planejamento a longo prazo. O Mercado teme; e, ao temer, não toma decisões. Sem se arriscar, não há novos negócios ou o fomento dos já existentes. Não há crescimento e geração de novas oportunidades.</p>
<p>E, aqui, reside um ponto central: a responsabilidade não é apenas dos partidos ou das lideranças políticas; é, sobretudo, da sociedade, que precisa voltar a valorizar o debate qualificado, a busca por soluções concretas e a rejeição a discursos palatáveis que pouco contribuem para a resolução dos problemas reais.</p>
<p>O Brasil já demonstrou, em outros momentos da sua história, que é capaz de escolher o melhor (e não o menos pior), quando enfrentou desafios organizacionais com responsabilidade e visão de futuro. E, ao meu juízo, pode ser assim novamente…</p>
<p>Para tanto, contudo, será preciso mais do que torcer por uma alternativa. É necessário construí-la – com coragem, com diálogo e, principalmente, com compromisso com o País. Porque, no fim das contas, a escolha nunca é apenas entre nomes, partidos e correntes ideológicas &#8211; é entre o Brasil seguir preso a um ciclo de confronto improdutivo ou abrir espaço para um projeto de nação que una, em vez de dividir.</p>
<p>O cenário está posto. Resta saber se teremos, mais uma vez, uma eleição sobre o passado – ou, finalmente, sobre o futuro. Em outubro de 2026, tal escolha vai ditar os rumos que todos nós, brasileiros, teremos de enfrentar.</p>
<p><strong>*Paulo Serra </strong>é presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo e 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB, especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/qual-brasil-veremos-apos-as-eleicoes-de-2026-o-que-repete-o-passado-ou-o-que-constroi-seu-futuro/">Qual Brasil veremos após as eleições de 2026: o que repete o passado ou o que constrói seu futuro?</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nota de Pesar &#8211; Francisco Alves da Silva</title>
		<link>https://tucano.org.br/nota-de-pesar-francisco-alves-da-silva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 23:39:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115899</guid>

					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://tucano.org.br/nota-de-pesar-francisco-alves-da-silva/">Nota de Pesar &#8211; Francisco Alves da Silva</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-115900 " src="https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nota_Prof_Chico.jpg" alt="" width="520" height="650" srcset="https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nota_Prof_Chico.jpg 1122w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nota_Prof_Chico-240x300.jpg 240w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nota_Prof_Chico-819x1024.jpg 819w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nota_Prof_Chico-768x960.jpg 768w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nota_Prof_Chico-336x420.jpg 336w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nota_Prof_Chico-640x800.jpg 640w, https://tucano.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nota_Prof_Chico-681x851.jpg 681w" sizes="(max-width: 520px) 100vw, 520px" /></p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/nota-de-pesar-francisco-alves-da-silva/">Nota de Pesar &#8211; Francisco Alves da Silva</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A libertadora ida à lua X os presos às guerras: o paradoxo entre o avanço e o retrocesso em pleno século 21</title>
		<link>https://tucano.org.br/a-libertadora-ida-a-lua-x-os-presos-as-guerras-o-paradoxo-entre-o-avanco-e-o-retrocesso-em-pleno-seculo-21/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 14:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115895</guid>

					<description><![CDATA[<p>Artigo &#124; Opinião Paulo Serra* A humanidade vive, talvez, seu momento mais paradoxal. Nunca fomos tão capazes de avançar, e nem estivemos tão expostos a nossa própria capacidade de retroceder. De um lado, a Ciência rompe fronteiras que, até pouco tempo, pertenciam apenas ao campo da imaginação. A recente missão Artemis II, que nos recoloca [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/a-libertadora-ida-a-lua-x-os-presos-as-guerras-o-paradoxo-entre-o-avanco-e-o-retrocesso-em-pleno-seculo-21/">A libertadora ida à lua X os presos às guerras: o paradoxo entre o avanço e o retrocesso em pleno século 21</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo | Opinião</p>
<p>Paulo Serra*</p>
<p>A humanidade vive, talvez, seu momento mais paradoxal. Nunca fomos tão capazes de avançar, e nem estivemos tão expostos a nossa própria capacidade de retroceder. De um lado, a Ciência rompe fronteiras que, até pouco tempo, pertenciam apenas ao campo da imaginação. A recente missão Artemis II, que nos recoloca na órbita da lua, não é apenas um feito tecnológico: é um símbolo. Representa a possibilidade concreta de estabelecer presença humana permanente fora da Terra.</p>
<p>Hoje, já se fala com seriedade sobre bases lunares, exploração de recursos, identificação de água em estado sólido e, mais do que isso, sobre a preparação para missões tripuladas ao planeta marte.</p>
<p>Mas é justamente neste ponto que o contraste se torna inevitável: enquanto desenvolvemos tecnologias capazes de nos levar a outros mundos, seguimos incapazes de resolver conflitos neste, que é a nossa casa. Em pleno século 21, ainda convivemos com guerras devastadoras, como entre Rússia e Ucrânia, e, mais recentemente, entre os Estados Unidos, Israel e Irã &#8211; esta última, aliás, reacende o temor de novos conflitos de ampla escala e prova que a lógica da destruição ainda ocupa espaço relevante nas decisões governamentais e humanas.</p>
<p>Este é o paradoxo central: a mesma raça que domina a física necessária para sair da Terra, ainda não controla, plenamente, os impulsos que a levam a exterminar seu semelhante.</p>
<p>Somos capazes de construir foguetes reutilizáveis, desenvolver Inteligência Artificial (IA), mapear o genoma humano — mas ainda falhamos em estabelecer consensos mínimos que garantam paz.</p>
<p>A contradição não é apenas moral; ela é estratégica. Cada embate armado representa não apenas vidas perdidas, mas, também, recursos desviados e que poderiam estar financiando Educação, Inovação, Saúde (com ênfase à busca de cura para doenças que interrompem a vida de milhares de pessoas em todo o mundo, todos os dias), ou, até mesmo, a própria exploração espacial.</p>
<p>Em vez disso, aportes infindáveis são consumidos em disputas que, na maioria das vezes, têm raízes em interesses geopolíticos, econômicos ou ideológicos, e que poderiam ser resolvidos por meio do diálogo, da empatia, da consideração mútua.</p>
<p>Guerras, enfim, não causam somente a dor inerente a perdas &#8211; elas atrasam a humanidade como um todo. Interrompem cadeias produtivas, destroem Infraestrutura, desorganizam sociedades e criam gerações marcadas por traumas psíquicos.</p>
<p>Tais conflitos impactam Economias em escala global, elevam preços e geram indiscutível instabilidade. É como se estivéssemos, ao mesmo tempo, construindo o futuro e sabotando o presente.</p>
<p>Por isso, o verdadeiro desafio da humanidade pode ser que não seja tecnológico, mas, sim, civilizatório. Explorar o espaço é, sem dúvida, uma das maiores expressões da nossa capacidade. Contudo, garantir a paz, deveria ser a maior prova de maturidade e de evolução.</p>
<p>Se conseguirmos alinhar estas duas dimensões, o avanço científico e o progresso humano, estaremos, de fato, prontos para dar o próximo passo. O futuro, afinal, não depende apenas de até onde podemos chegar, mas, principalmente, de como escolhemos conviver enquanto caminhamos.</p>
<p><strong>*Paulo Serra </strong>é presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo e 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB, especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/a-libertadora-ida-a-lua-x-os-presos-as-guerras-o-paradoxo-entre-o-avanco-e-o-retrocesso-em-pleno-seculo-21/">A libertadora ida à lua X os presos às guerras: o paradoxo entre o avanço e o retrocesso em pleno século 21</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Daniel Vorcaro e Banco Master: quando o sistema falha, quem paga a conta é todo o País</title>
		<link>https://tucano.org.br/daniel-vorcaro-e-banco-master-quando-o-sistema-falha-quem-paga-a-conta-e-todo-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admtuc]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:36:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias do PSDB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tucano.org.br/?p=115887</guid>

					<description><![CDATA[<p>Paulo Serra* O caso do Banco Master, em evidência desde novembro do ano passado, no noticiário nacional, vai muito além de um episódio isolado envolvendo um empresário e uma instituição financeira. Ele escancara um conjunto de problemas estruturais que o Brasil insiste em empurrar para debaixo do tapete: o uso inadequado do dinheiro público, a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/daniel-vorcaro-e-banco-master-quando-o-sistema-falha-quem-paga-a-conta-e-todo-o-pais/">Daniel Vorcaro e Banco Master: quando o sistema falha, quem paga a conta é todo o País</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Paulo Serra*</strong></p>
<p>O caso do Banco Master, em evidência desde novembro do ano passado, no noticiário nacional, vai muito além de um episódio isolado envolvendo um empresário e uma instituição financeira. Ele escancara um conjunto de problemas estruturais que o Brasil insiste em empurrar para debaixo do tapete: o uso inadequado do dinheiro público, a fragilidade de mecanismos de controle e a facilidade com que alguns poucos conseguem acumular riqueza manipulando as brechas dos sistemas econômico e político do País.</p>
<p>O Brasil convive há décadas com um paradoxo. De um lado, temos uma Economia complexa, uma estrutura bancária sofisticada e instituições que, em tese, deveriam garantir estabilidade e previsibilidade. De outro, ocorrências recorrentes demonstram que, quando regras são contornadas ou manipuladas, o resultado é a concentração acelerada de riqueza nas mãos de uma minoria e prejuízos incalculáveis para toda a sociedade.</p>
<p>O caso em tela, e que tem o banqueiro Daniel Vorcaro no epicentro, ilustra bem tal distorção. Quando um empresário consegue construir fortuna em velocidade extraordinária, deve-se perguntar: quais condições permitiram isso? Houve acesso privilegiado a crédito, a relações políticas ou a estruturas pouco transparentes? Houve falhas de supervisão? Essas questões dizem respeito à credibilidade de todo a estrutura nacional &#8211; social, econômica e política.</p>
<p>Em economias modernas, o conjunto financeiro funciona, essencialmente, com base em confiança. Investidores, correntistas e empresas depositam recursos nos bancos, porque acreditam que existe supervisão adequada, regras claras e mecanismos capazes de evitar abusos. Quando surgem acontecimentos que colocam em dúvida tal credibilidade, o institucional se fragiliza e o custo do crédito tende a subir &#8211; e isso não tem nada a ver com competitividade, mas, sim, com manobra.</p>
<p>Outro aspecto preocupante é a relação entre os poderes econômico e político. A história mostra inúmeros casos em que grandes impérios se formaram a partir da proximidade de especuladores com o Estado, por meio de crédito subsidiado, acesso indiscutivelmente privilegiado a contratos, ou influência sobre decisões regulatórias.</p>
<p>O debate, agora, em meio à prisão preventiva de Vorcaro, à possibilidade de o banqueiro fechar acordo de delação premiada, e aos indícios de proximidade de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com o investigado tem de ir além da responsabilização individual. É necessário discutir o funcionamento do mecanismo como um todo.</p>
<p>Reguladores precisam ter autonomia técnica e capacidade real de fiscalização. Órgãos de controle devem agir com independência e transparência. Relações entre setor financeiro, Política e Estado necessitam ser mais claras e rastreáveis. É o mínimo que se espera para termos um ambiente, digamos, sério e não contaminado por fraudes, desvios e interesses particulares que se sobrepõem ao interesse coletivo.</p>
<p>Países que conseguiram construir economias sólidas combinaram liberdade econômica com respeitabilidade. E, que fique claro: o sucesso empresarial é desejável e necessário; só não pode ser baseado na manipulação de regras ou na captura, no sequestro do Estado.</p>
<p>Se quisermos evitar que episódios semelhantes ao do Banco Master se repitam, a resposta passa por instituições mais fortes, transparência radical nas relações entre os poderes econômico e público e uma cultura de responsabilidade. Porque, no fim das contas, quando o sistema é manipulado por poucos, quem paga a conta é sempre o País inteiro.</p>
<p><strong>*Paulo Serra </strong>é presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo e 1º vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB, especialista em Gestão Governamental e em Políticas Públicas, pela Escola Paulista de Direito; e em Financiamento de Infraestrutura, Regulação e Gestão de Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela Universidade de Harvard (Estados Unidos); cursou Economia, na Universidade de São Paulo (USP); é graduado em Direito, pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo-SP; professor universitário no curso de Direito; foi prefeito de Santo André-SP, de 2017 a 2024.</p>
<p>O post <a href="https://tucano.org.br/daniel-vorcaro-e-banco-master-quando-o-sistema-falha-quem-paga-a-conta-e-todo-o-pais/">Daniel Vorcaro e Banco Master: quando o sistema falha, quem paga a conta é todo o País</a> apareceu primeiro em <a href="https://tucano.org.br">PSDB-SP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
