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    <title>bem haja</title>
    
    
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    <subtitle>e a cada coisa / perguntava que nome tinha  (Sophia)</subtitle>
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        <title>Pela democracia, ns tomamos partido</title>
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        <published>2010-02-17T12:22:14+00:00</published>
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        <summary>Pela democracia, nós tomamos partido MANIFESTO Vivemos tempos que impõem uma tomada de posição. O que se está a passar em Portugal representa uma completa subversão do regime democrático. Os sinais avolumam-se diariamente e procuram criar as condições para impor...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><h4><a href="http://maquinaespeculativa.blogspot.com/2010/02/pela-democracia-nos-tomamos-partido.html">Pela democracia, nós tomamos partido</a></h4>  <p> </p>  <p>MANIFESTO</p>  <p>Vivemos tempos que impõem uma tomada de posição. O que se está a passar em Portugal representa uma <b>completa subversão do regime democrático</b>. Os sinais avolumam-se diariamente e procuram criar as condições para impor ao país uma solução rejeitada nas urnas pelos portugueses.    <br />Com base numa suposta preocupação com a «liberdade de expressão», que não está nem nunca esteve em causa, um conjunto de pessoas tem fomentado a <b>prática de actos nada dignos</b>, ao mesmo tempo que <b>pulverizam direitos, liberdades e garantias</b>. É preciso recordar: à Justiça o que é da Justiça, à Política o que é da Política.    <br />Num País, como o nosso, em que os meios de comunicação social são livres e independentes, parte da imprensa desencadeou uma campanha brutal contra um Primeiro-Ministro eleito, violando a deontologia jornalística, as regras do equilíbrio democrático e as bases em que assenta um Estado de Direito, em particular o sistema de justiça. <b>Reconhecemos, e verifica-se, uma campanha diária, sistemática e devidamente organizada, que corresponde a uma agenda política contrária ao PS e que se dissolve tacticamente na defesa de uma suposta liberdade cujos autores são os primeiros a desrespeitar.</b>    <br />Não aceitamos ser instrumentalizados por quem pretende que um Primeiro-Ministro seja constituído arguido nas páginas dos jornais, tal como já aconteceu noutras ocasiões num passado recente, alimentando um <b>chocante julgamento popular</b> que tem por base a violação dos direitos individuais e a construção de uma tese baseada em<b> factos aleatórios, suspeições e vinganças pessoais</b>.    <br />Defendemos o interesse público e o sistema democrático para lá de qualquer agenda partidária. Os primeiros signatários são militantes do PS mas redigem este manifesto na qualidade de democratas sem reservas, abrindo-o a todos os portugueses que queiram associar-se a um repúdio público pelo que se está a passar. Recusamos <b>esta progressiva degenerescência das regras do Estado de Direito</b> e não aceitamos que se procure derrotar por meios nada lícitos um Governo eleito pelos portugueses, nem tão pouco que se procure substituir o sistema de Justiça por um sistema de julgamento mediático.    <br /><b>Pela democracia e pelo respeito da vontade popular, nós tomamos partido.</b></p>  <p><i>Os primeiros signatários</i>,</p>  <p><b>Tiago Barbosa Ribeiro</b> e <b>Carlos Manuel Castro</b></p>  <p><a href="mailto:t.b.ribeiro@sapo.pt">t.b.ribeiro@sapo.pt</a> | <a href="mailto:palavraberta@gmail.com">palavraberta@gmail.com</a></p>  <p>Porto e Lisboa, 13 de Fevereiro de 2010</p>  <p><b>NOTA</b>: Os comentários ao Manifesto não constituem uma subscrição, que <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2010N1319">deverá ser feita neste link</a>. </p></div>
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        <title>Homo melancolicus</title>
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        <published>2009-12-06T02:10:59+00:00</published>
        <updated>2009-12-06T02:13:33+00:00</updated>
        <summary>Resolvi iniciar a noite e entrei no nevoeiro, apalpando a rua e soando os barulhos. Depois, encontrei-me no meio de luzes e letreiros, que me chocavam a vista e o olhar. Foi então que a vi, linda em azul cinza,...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Resolvi iniciar a noite</p><p>e entrei no nevoeiro, apalpando a rua e soando os barulhos.</p><p>Depois, encontrei-me no meio de luzes e letreiros,</p><p>que me chocavam a vista e o olhar.</p><p>Foi então que a vi,</p><p>linda em azul cinza, fumando empenhadamente.</p><p>Meu dito meu feito: cheguei-me e entabulei conversa.</p><p>Respondeu-me o silêncio,</p><p>como se tivesse mais  fazeres que retorquir.</p><p>Não gostei da indiferença da Dona:</p><p>eu, pobre mortal que não merece desprezo,</p><p>(quando muito compaixão).</p><p>Disse boa noite e voltei-lhe as costas.</p><p>Saí da zona de luz e voltei ao nevoeiro.</p><p>mais íntimo e amigo, húmido e deslizante.</p><p>Cheguei a casa quase sem dar por isso:</p>entrei, sacudi a parka, pendurei-a e ataquei o sofá.<br /><p>Foi assim, na doce companhia da solidão e do calor,</p><p>que adormeci até amanhã,</p><p>onde acordarei com fome e tédio.</p><p>Ambos contornáveis na circunvalação da monotonia habitual. </p><p>E o dia correrá pelo seu tempo,</p>comigo aguardando de costume nem sei o quê.</div>
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        <title>A macaca e a vírgula</title>
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        <published>2009-11-25T12:14:49+00:00</published>
        <updated>2009-11-25T12:14:49+00:00</updated>
        <summary>Assim como li que uma macaca - abusivamente retirada à tutela de seu dono por zelosos GNR - entrara em profunda depressão de raíz afectiva por falta do dono, li também que o Ministro Vieira da Silva vai à Assembleia...</summary>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p style="text-align: justify;">Assim como li que  uma macaca - abusivamente retirada à tutela de seu dono 
por zelosos GNR - entrara em profunda depressão de raíz afectiva por falta do 
dono, li também que o Ministro Vieira da Silva  vai à Assembleia da República 
esclarecer o seu atrevido e maroto qualificativo "<em>espionagem política</em>". </p><div style="text-align: justify;">
</div><p style="text-align: justify;">Por mim, acho uma perda de tempo para ouvintes e depoente: afinal, os 
ilustres deputados só querem espiolhar os interiores do Ministro, o qual - como 
pessoa recatada e púdica que julgo ser - se limitará a falar da ausente vírgula 
entre as palavras "espionagem" e "política", abusivamente escamoteada na 
transcrição pelos repórteres do que teria dito. Este lapso (intencional?), 
asseverará Sua Exª, faz toda a diferença, pois dá sentido agressivo a duas 
palavras que, juntas, são no mínimo inconvenientes mas que, separadas pela 
faltosa vírgula, seriam elucidativamente ininteligíveis. </p><div style="text-align: justify;">
</div><p style="text-align: justify;">Há muito boa gente para quem a argumentação colhe: que Ministro faria 
declarações de sentido polémico se poderia limitar-se - assisada e prudentemente 
- ao expressionismo de total vacuidade e rigorosa incompreensão, dentro do 
melhor espírito "simplex"? </p><div style="text-align: justify;">
</div><p style="text-align: justify;">Sobretudo um Ministro de Sócrates. </p><div style="text-align: justify;">
</div><p style="text-align: justify;"> </p></div>
</content>


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        <title>50!</title>
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        <published>2009-11-22T20:57:00+00:00</published>
        <updated>2009-11-22T20:57:00+00:00</updated>
        <summary>50! É de mulher! Vencidos os 49, está passado o mais difícil de fatimar. A idade deixou de ser importante: afinal nada de novo aconteceu aos 50. Garanto-te que assim continuará: cada novo ano não é MAIS um mas sobretudo...</summary>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="http://1.bp.blogspot.com/_z4zfek9evFI/SsZJtEM0a7I/AAAAAAAACdY/WBttC2HhAHc/s400/eu.jpg" /> </p>  <p> </p>  <p align="center">50! É de mulher!   <br />Vencidos os 49, está passado o mais difícil de fatimar.    <br />A idade deixou de ser importante:  afinal nada de novo aconteceu aos 50.    <br />Garanto-te que assim continuará: cada novo ano não é MAIS um mas sobretudo OUTRO.    <br />E a riqueza está nisso: na diversidade de cada ano na repetição de cada dia.    <br />Juntos quando possível, enquanto possível neste mundo, cada vez mais, sempre juntos noutro mundo que possa haver por aí, como quer que seja, como quer que possa ser.    <br />Para já, estamos neste. Com desvelos de amor e carinhos de comunhão.    <br />A idade já passou. Restamos nós.    <br />Que bom!</p></div>
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        <title>Paul Krugman</title>
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        <published>2009-11-20T23:51:36+00:00</published>
        <updated>2009-11-20T23:51:36+00:00</updated>
        <summary>“(…) For the economy is still in deep trouble and needs much more government help. Unemployment is in double-digits; we desperately need more government spending on job creation. Banks are still weak, and credit is still tight; we desperately need...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="justify">“(…) For the economy is still in deep trouble and needs much more government help. Unemployment is in double-digits; we desperately need more government spending on job creation. Banks are still weak, and credit is still tight; we desperately need more government aid to the financial sector. But try to talk to an ordinary voter about this, and the response you’re likely to get is: “No way. All they’ll do is hand out more money to Wall Street.”</p>  <p align="justify">So here’s the real tragedy of the botched bailout: Government officials, perhaps influenced by spending too much time with bankers, forgot that if you want to govern effectively you have retain the trust of the people. And by treating the financial industry — which got us into this mess in the first place — with kid gloves, they have squandered that trust.”</p>  <p align="center"><strong>Paul Krugman – </strong><a href="http://www.nytimes.com/2009/11/20/opinion/20krugman.html?_r=1&amp;ref=todayspaper"><strong>The NY Times</strong></a></p></div>
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        <title>Acho to natural que no se pense</title>
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        <published>2009-11-20T12:52:18+00:00</published>
        <updated>2009-11-20T12:52:18+00:00</updated>
        <summary>Acho tão natural que não se pense Que me ponho a rir às vezes, sozinho, Não sei bem de quê, mas é de qualquer cousa Que tem que ver com haver gente que pensa ... Que pensará o meu muro...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><b /></p>  <p align="center"><strong>     </strong>Acho tão natural que não se pense    <br />     Que me ponho a rir às vezes, sozinho,    <br />     Não sei bem de quê, mas é de qualquer cousa    <br />     Que tem que ver com haver gente que pensa ...</p>  <p align="center">     Que pensará o meu muro da minha sombra?   <br />     Pergunto-me às vezes isto até dar por mim  <br />     A perguntar-me cousas. . .    <br />     E então desagrado-me, e incomodo-me    <br />     Como se desse por mim com um pé dormente. . .</p>  <p align="center">     Que pensará isto de aquilo?   <br />     Nada pensa nada.    <br />     Terá a terra consciência das pedras e plantas que tem?    <br />     Se ela a tiver, que a tenha...    <br />     Que me importa isso a mim?    <br />     Se eu pensasse nessas cousas,    <br />     Deixaria de ver as árvores e as plantas    <br />     E deixava de ver a Terra,    <br />     Para ver só os meus pensamentos ...    <br />     Entristecia e ficava às escuras.    <br />     E assim, sem pensar tenho a Terra e o Céu.</p>  <p align="center"> </p>  <p align="center"><strong>Albero Caeiro</strong></p></div>
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        <title>Leontyne Price canta Bellini</title>
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        <published>2009-11-11T18:42:31+00:00</published>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 425px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:ba9b93b0-d482-4100-84b6-8054b9a52aed" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="4f2033c2-0d25-4682-b6c3-4f329fd2d1f3" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yjdgrq_PExE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1" target="_new"&gt;&lt;img src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a6798fec970b-pi" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('4f2033c2-0d25-4682-b6c3-4f329fd2d1f3'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/yjdgrq_PExE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/yjdgrq_PExE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
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        <title>Damien Hirst</title>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><div style="text-align: center;"><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef01287575ffdf970c-popup" onclick="window.open(this.href,'_blank','scrollbars=no,resizable=yes,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" style="display: inline;"><img alt="Damien_hirst_virgin_mother1" class="asset asset-image at-xid-6a00d8341c0a8a53ef01287575ffdf970c " src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef01287575ffdf970c-500wi" style="border: 2px solid #40a0ff;" title="Damien_hirst_virgin_mother1" /></a> <br /></div></div>
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        <title>Da vergonha</title>
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        <published>2009-11-09T13:09:06+00:00</published>
        <updated>2009-11-09T13:10:23+00:00</updated>
        <summary>Estou cada vez mais céptico e agoniado. O País assiste, cansado e siderado, à pouca vergonha neo-instalada, entre Varas, Godinhos &amp; Penedos, alapados como rochedos. Sócrates, telefonicamente combina com Vara o que ainda se há-de saber mas já se pressente....</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="justify"><strong>Estou cada vez mais céptico e agoniado.</strong></p>  <p align="justify"><strong>O País assiste, cansado e siderado, à pouca vergonha neo-instalada, entre Varas, Godinhos &amp; Penedos, alapados como rochedos.</strong></p>  <p align="justify"><strong>Sócrates, telefonicamente combina com Vara o que ainda se há-de saber mas já se pressente.</strong></p>  <p align="justify"><strong>O Procurador, inicia agora (porque transpirou?) o que há 4 meses dormidamente esqueceu.</strong></p>  <p align="justify"><strong>Joaquim Oliveira - o "nosso amigo Joaquim" - saca mais 3 anos de carência (e vão 6...) para todos os milhões que deve ao BCP desde 2006.</strong></p>  <p align="justify"><strong>Que mais falta?</strong></p>  <p align="justify"><strong>Que terão aprendido os Godinhos com as Máfias, da compostagem viciada à reciclagem de resíduos "amaciados", da especulação imobiliária acelerada ao tráfico de influências bem remunerado e melhor tecido na rede camuflada das máscaras sem rosto?</strong></p>  <p align="justify"><strong>Já basta. Senhores! Cheira mal e espalha-se, dos aministradores aos directores, das Finanças às polícias, advogados, juízes e procuradores, passando pelos premiados por esquecerem e pelos esquecidos por não vergarem.</strong></p>  <p align="justify"><strong>Todos ungidos pela nata da nossa política, pela "pena" do nosso Primeiro, pelo ar compungido do nosso amado Presidente.</strong></p></div>
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        <title>Los lmites de la prestidigitacin poltica</title>
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        <published>2009-11-06T16:52:08+00:00</published>
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        <summary>(José María Zufiaur) “(…) hemos asistido a un ejercicio un tanto prematuro de declaraciones sobre brotes verdes, sensaciones positivas sobre la actividad económica, visiones de la salida del túnel de la crisis, afirmaciones rotundas de que nuestro país se recuperará...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><h3> </h3>  <h3>(José María Zufiaur)</h3>  <p align="justify">“(…) hemos asistido a un ejercicio un tanto prematuro de declaraciones sobre brotes verdes, sensaciones positivas sobre la actividad económica, visiones de la salida del túnel de la crisis, afirmaciones rotundas de que nuestro país se recuperará al mismo ritmo que el resto de los países europeos. Afortunadamente, parece que la depresión ha sido evitada. Pero los expertos no descartan posibles recaídas. Sobre todo en Europa. Gran parte de la recuperación en algunos países europeos, como Alemania y Francia, ha sido debida a las ayudas al automóvil y, sobre todo, al sector exportador impulsado por la reactivación en Estados Unidos y China. Pero la situación sigue lejos de haberse superado. De entrada, porque el paro sube y va a seguir subiendo. Y es previsible que el empleo tarde en recuperarse varios años. Además, el sistema bancario en Europa sigue siendo muy frágil y el flujo de los créditos sigue en estado átono. Finalmente, por el hecho de que muchos gobiernos están planteando rebajar los planes de apoyo a la actividad para los próximos años y pretenden cerrar demasiado pronto el grifo presupuestario. Antes de que realmente se haya superado, parece extenderse en Europa una cierta desmovilización frente a la crisis. </p>  <p align="justify">En el caso de España, su mayor desempleo, menor productividad, mayor fragilidad de algunos de sus sectores productivos –como la construcción o el turismo- y su mayor endeudamiento exterior, es decir los componentes autóctonos de la crisis en nuestro país, convierten en bastante ilusoria la idea de recuperarnos al mismo tiempo que el resto de los países europeos. </p>  <p align="justify">En fin, la crisis está poniendo en cuestión las políticas ambidiestras y ambivalentes.<strong> Ya no hay margen para hacer al tiempo políticas liberales en lo económico y de izquierdas en el campo social. Probablemente tampoco para seguir alimentando y satisfaciendo las siempre insaciables demandas de los partidos nacionalistas autonómicos. Y la salida a la crisis sistémica a la que estamos asistiendo, como también la exigencia de establecer un nuevo modelo de desarrollo como consecuencia de los desafíos medioambientales, energéticos, alimentarios, etc., ponen sobre la mesa, de nuevo, la vieja cuestión del modelo de sociedad que queremos defender. Algo que no se puede arreglar con habilidades tácticas, ingeniería hermenéutica o la sucesión ininterrumpida de propuestas. Va a requerir volver a los fundamentos ideológicos, estratégicos y organizativos de la política</strong>.“ <a href="http://www.revistalafactoria.eu/articulo.php?id=489">LINK</a> </p>  <p align="justify"> </p>  <p />  <p /> <a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a6b1c5d2970c-pi"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="logo-1" border="0" alt="logo-1" src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a6b1c5d6970c-pi" width="232" height="102" /></a></div>
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        <title>Afghanistan: the natural State</title>
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        <published>2009-11-06T12:50:25+00:00</published>
        <updated>2009-11-06T12:51:07+00:00</updated>
        <summary>A marketplace of loyalties: problems of reconstruction and state-building Alex de Waal “The hard-bought election in Afghanistan was a reality check for the United States and its allies, compelling them to look again at their promise of building a modern...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="justify"> </p>  <h4 align="justify"><strong>A marketplace of loyalties: problems of reconstruction and state-building</strong> </h4>  <p align="justify">Alex de Waal </p>  <p align="justify">“The hard-bought election in Afghanistan was a reality check for the United States and its allies, compelling them to look again at their promise of building a modern state in that country. After overthrowing the Taliban, Afghan exiles and their foreign backers assumed that they would put the aberration of the past thirty years behind them and resume the natural ascent towards democracy and development. Building a state was the key. The rule of law and institutions would replace the disorder of the past; reconstruction and prosperity would supplant the underground economy that had flourished during the years of war and misrule. Eight years on, it’s not happening. Concern over the military resurgence of the Taliban has obscured a bigger failure: Afghanistan is not sticking to the reconstruction script. </p>  <p align="justify">Graciana del Castillo is not surprised. A former senior economist in the UN Secretary General’s office and expert on crisis and post-conflict countries, she is deeply frustrated at the failure of the UN, World Bank and the leading governments to take the challenge of building peace with sufficient seriousness – not just in Afghanistan but around the world. The root of the failure is intellectual. “Unfortunately”, del Castillo writes, “contrary to what happened following the two world wars, no serious debate among policymakers, scholars, and practitioners has taken place since the end of the Cold War concerning post-conflict economic reconstruction. As a result, efforts to prepare these countries to become more competitive in a globalized world economy have followed a misplaced ‘business as usual’ approach, as if economic development were not constrained by the consequences of war”. Del Castillo’s fundamental point is that post-conflict reconstruction is first and foremost a political exercise, and that post-war economic policies should be subordinated to that goal. A successful recovery from war entails multiple simultaneous transitions: from conflict to peace, from authoritarianism to democracy, from bitter social division to reconciliation, and from war economies dominated by rent-seeking to economic growth that is driven by the productive sector. Any one of these transitions on its own would be challenging enough for a well-run government: doing them all while also building the mechanisms of governance at the same time is a near-impossible challenge, which becomes unrealizable if the dimensions of the task are not recognized to begin with. The idea that a country could achieve all these goals in just two or three years – the typical attention span of the international community – is wishful thinking. (…)” – <strong><a href="http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/the_tls/article6902509.ece">LINK</a></strong></p>  <p align="justify"><strong /></p>  <p align="justify"><a href="http://timesonline-emails.co.uk/go.asp?/bTNL001/mXT3451F/qFBC451F/uEM395/x4NZD51F/cutf%2D8"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="clip_image001" border="0" alt="clip_image001" src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a6b0e1e2970c-pi" width="169" height="217" /></a></p></div>
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        <title>Ode ao burguês</title>
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        <published>2009-11-04T23:38:06+00:00</published>
        <updated>2009-11-04T23:38:06+00:00</updated>
        <summary>Eu insulto o burguês! O burguês-níquel O burguês-burguês! A digestão bem-feita de São Paulo! O homem-curva! O homem-nádegas! O homem que sendo francês, brasileiro, italiano, é sempre um cauteloso pouco-a-pouco! Eu insulto as aristocracias cautelosas! Os barões lampiões! Os condes...</summary>
        <author>
            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p class="MsoNormal style2 style4 style3 style8">Eu insulto o burguês! O  burguês-níquel </p>
    <p class="MsoNormal style2 style4 style3 style8">O burguês-burguês! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style4 style3 style8">A digestão bem-feita de São  Paulo! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style4 style3 style8">O homem-curva! O  homem-nádegas! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style4 style3 style8">O homem que sendo francês,  brasileiro, italiano, </p>
    <p class="MsoNormal style2 style4 style3 style8">é sempre um cauteloso  pouco-a-pouco! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8"> </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Eu insulto as aristocracias  cautelosas! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Os barões lampiões! Os  condes Joões! Os duques zurros! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Que vivem dentro de muros  sem pulos, </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">e gemem sangue de alguns  mil-réis fracos </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">para dizerem que as filhas  da senhora falam o francês </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">e tocam os "Printemps" com  as unhas! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8"> </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Eu insulto o  burguês-funesto! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">O indigesto feijão com  toucinho, dono das tradições! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Fora os que algarismam os  amanhãs! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Olha a vida dos nossos  setembros! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Fará Sol? Choverá?  Arlequinal! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Mas à chuva dos rosais </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">o êxtase fará sempre Sol! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8"> </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Morte à gordura! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Morte às adiposidades  cerebrais! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Morte ao burguês-mensal! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Ao burguês-cinema! Ao  burguês-tiburi! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Padaria Suíssa! Morte viva  ao Adriano! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">"— Ai, filha, que te darei  pelos teus anos? </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">— Um colar... — Conto e  quinhentos!!! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Más nós morremos de fome!" </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8"> </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Come! Come-te a ti mesmo,  oh! gelatina pasma! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Oh! purée de batatas morais! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Oh! cabelos nas ventas! Oh!  carecas! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Ódio aos temperamentos  regulares! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Ódio aos relógios  musculares! Morte à infâmia! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Ódio à soma! Ódio aos secos  e molhados </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Ódio aos sem desfalecimentos  nem arrependimentos, </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">sempiternamente as mesmices  convencionais! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">De mãos nas costas! Marco eu  o compasso! Eia! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Dois a dois! Primeira  posição! Marcha! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Todos para a Central do meu  rancor inebriante! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8"> </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Ódio e insulto! Ódio e  raiva! Ódio e mais ódio! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Morte ao burguês de giolhos, </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">cheirando religião e que não  crê em Deus! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Ódio vermelho! Ódio fecundo!  Ódio cíclico! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Ódio fundamento, sem perdão! </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8"> </p>
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8">Fora! Fu! Fora o bom  burguês!... </p><p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8" />
    <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8"><em><strong>Mário de Andrade</strong> (Paulicéia Desvairada,1922) </em></p>
   
   <p class="MsoNormal style2 style3 style4 style8"> </p></div>
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        <title>Frances McNair</title>
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        <published>2009-11-04T23:14:46+00:00</published>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><div style="text-align: center;"><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a654573d970b-popup" onclick="window.open(this.href,'_blank','scrollbars=no,resizable=yes,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" style="display: inline;"><img alt="Frances macnair3" class="asset asset-image at-xid-6a00d8341c0a8a53ef0120a654573d970b " src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a654573d970b-500wi" style="border: 2px solid #855a40;" title="Frances macnair3" /></a> <br /></div></div>
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        <title>Expectativa</title>
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        <published>2009-11-03T15:54:10+00:00</published>
        <updated>2009-11-03T15:56:08+00:00</updated>
        <summary>Há por aí quem pretenda que o Programa de Governo seja uma espécie de média aritmética dos Programas da Oposição com uns pózinhos do Texto do Governo. Assim, dizem alguns, se defenderia a democracia e a maioria dos votantes, que...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="justify">Há por aí quem pretenda que o Programa de Governo seja uma espécie de média aritmética dos Programas da Oposição com uns pózinhos do Texto do Governo. Assim, dizem alguns, se defenderia a democracia e a maioria dos votantes, que não sufragou o programa do PS. Que enorme sofisma!</p>  <p align="justify">De notar:</p>  <p align="justify">1. Governar em minoria implica regras de convivêmcia legislativa diferentes da necessária em governos de maioria absoluta.</p>  <p align="justify">2.  A base de<strong> qualquer</strong> governação minoritária é – em <strong>qualquer</strong> país normal - o programa do governo do Partido indigitado para formar governo.</p>  <p align="justify">3. Para cada tema, a posição do Governo é confrontada com os outros programas, procurando-se uma plataforma negocial aceitável entre o Partido do Governo e algum (s) outro (s) partido (s) da oposição.</p>  <p align="justify">4.  Uma nova versão consensualizada do tema em apreço é apresentada à votação parlamentar para poder obter a maioria necessária.</p>  <p align="justify"> </p>  <p align="justify"> Terá, assim, que existir uma <em>elasticidade negocial</em> e uma <em>firmeza macia</em> das partes, sem o que não será possível governar nem ser oposição verdadeira, dinâmica e criativa.</p>  <p align="justify">Governar e ser oposição sem maioria governamental é um exercício democrático difícil e responsável, condição de estabilidade e de governabilidade.</p>  <p align="justify">Veremos se será possível e duradouro.</p></div>
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        <title>Isto  uma porra!</title>
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        <published>2009-11-03T12:15:16+00:00</published>
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        <summary>A corrupção de que se fala é uma corrupção estranha: há uns gajos que recebem para abrir portas e outros para as fechar… à concorrência dos corruptores. Há importantões que estabelecem ligações com grandes empresas (usando como activistas, normalmente, os...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p style="text-align: justify">A corrupção de que se fala é uma corrupção estranha: há uns gajos que recebem para abrir portas e outros para as fechar… à concorrência dos corruptores. Há importantões que estabelecem ligações com grandes empresas (usando como activistas, normalmente, os responsáveis pelos departamentos de compras, armazém e marketing) e outros desses que facilitam aos corruptores a ligação com essa gente ilustre que lida, sobretudo, com a funcão aprivisionamento.</p> <p style="text-align: justify">Nos facilitadores, há gente da Banca, gestores de importantes Empresas públicas e privadas, advogados e etc. Tudo gente de bem, com ligações a partidos (onde podem deixar parte dos activos a receber) e a pesos-pesados institucionais, das gentes do avental aos beatos da Opus (cujos  ficheiros são preciosos).</p> <p style="text-align: justify">A somar, rapaziada de gabinetes ministeriais (mais ou menos séniores), próceres judiciais, gentes da fiscalização – das Finanças ao Trabalho – e quem mais lhes vier à cabeça (de certeza que há lugar para todos).</p> <p style="text-align: justify">É neste ambiente pastoso, fétido e molecular que se aperfeiçoam os virtuosos do funcionamento “em rede” e das redes da traficância. </p> <p style="text-align: justify">Este é o habitat em que vivemos, que cheiramos, palpamos e engolimos.</p> <p style="text-align: justify">Há quem lhe chame corrupção.</p> <p style="text-align: justify">É muito mais do que isso. É modo de vida, convívio pestilento e prostituição do político pelo económico e vice-versa. Com mãozinha judicial e pézinho inchado de manipulação mediática.</p> <p style="text-align: justify">É Portugal de lés a lés. Impotente e incontinente qual próstata gigantescamente maligna. Vaidoso e saudável, músculo hábil na finta e subtil no surripianço. Troçador da ladroagem que anedotiza por esses cafés da Pátria mas que escondidamente admira e inveja por ser capaz de “se encher”.</p> <p style="text-align: justify">AI gentes do meu País!</p></div>
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        <title>Alessandro Bavari</title>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p> </p>  <p /> <a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a69fb0cc970c-pi"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="ALESSANDRO BAVARItotale" border="0" alt="ALESSANDRO BAVARItotale" src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a64a30e4970b-pi" width="452" height="228" /></a></div>
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        <title>The Daily Beast Vdeos com Philip Roth</title>
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        <published>2009-10-30T15:56:52+00:00</published>
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        <summary>Tina Brown Talks with Philip Roth: The Full Interview deThe Daily Beast Video em Vimeo. Tina Brown, do “the Daily Best”, entrevista Philip Roth sobre os seus romamces, a arte de envelhecer, Obama, sexo, o seu último livro (“The humbling”),...</summary>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="center"><a href="http://vimeo.com/7202533">Tina Brown Talks with Philip Roth: The Full Interview</a> de<a href="http://vimeo.com/thedailybeast">The Daily Beast Video</a> em <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.<object width="400" height="225"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7202533&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7202533&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="225" /></object></p>  <p align="center"> Tina Brown, do “the Daily Best”, entrevista Philip Roth sobre os seus romamces, a arte de envelhecer, Obama, sexo, o seu último livro (“The humbling”), o futuro do romance, etc.</p></div>
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        <title>Roubini</title>
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        <published>2009-10-30T13:25:05+00:00</published>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><em>Esta é uma interessante entrevista com Nouriel Roubini – onde se discutem os mercados globais, o papel do petróleo, o ouro e o impacto da regulação.</em></p>  <p><strong /></p>  <p><strong>Index Universe (IU.com):</strong> <strong>You’ve said that you’re worried we’re already sowing the seeds of the next crisis. Where do you see that most directly?</strong></p>  <p><strong>Dr. Nouriel Roubini (Roubini)</strong>: Well in commodities, I look at oil prices. They fell from $145 last summer, came down to $30 earlier this year and now they’re back close to $80. But if I look at the fundamentals of demand and supply, demand is down to 2005 levels, supply and inventories are at all-time highs. In my view, the movement in oil prices is not fully justified by the fundamentals.</p>  <p>There are improving fundamentals. There is a global recovery. But that justifies oil going from $30 to maybe $50. I think the other $30 is all speculative demand feeding on it—speculators and herding behavior. Last year, when oil was at $145, that killed the global economy. I worry that oil is going to go up above $100 for reasons that have nothing to do with the fundamentals of supply and demand. Oil at $100 would have the same negative effects on the global economy as oil did at $145 last year.</p>  <p>Last year, when oil was at $145, the global economy was still growing. Right now it has collapsed, and is recovering. Oil pushing above $100 would have nasty, negative real trade effects and real disposable-income effects on all importing countries: U.S., Europe, Japan, China, India; all the countries that were hit by the oil shock last year. So that’s an element that is in my view totally speculative, and dangerous to the global economy. (<a href="http://www.indexuniverse.com/sections/features/6777-nouriel-roubini-big-crash-coming.html">LER NA ÍNTEGRA AQUI</a>)</p>  <p> </p>  <p align="center"><a href="http://www.indexuniverse.com/index.php"><img border="0" alt="IndexUniverse.com" src="http://www.indexuniverse.com/templates/iuInternalTemplate/images/logoIU.gif" width="240" height="47" /> </a></p></div>
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        <title>El ms pequeo</title>
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        <published>2009-10-29T00:09:02+00:00</published>
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        <summary>Es el más pequeño de todos, el último. Pero no le digáis nada; dejadle que juegue. Es más chico que los demás, y es un niño callado. Al balón apenas si puede darle con su bota pequeña. Juega un rato...</summary>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p> </p>  <p>Es el más pequeño de todos, el último.   <br />Pero no le digáis nada; dejadle que juegue.    <br />Es más chico que los demás, y es un niño callado.    <br />Al balón apenas si puede darle con su bota pequeña.    <br />Juega un rato y luego pronto lo olvidan.    <br />Todos pasan gritando, sofocados, enormes,    <br />y casi nunca le ven. Él golpea una vez,    <br />y después de mucho rato otra vez,    <br />y los otros se afanan, brincan, lucen, vocean.    <br />La masa inmensa de los muchachos, agolpada, rojiza.    <br />Y pálidamente el niño chico los mira    <br />y mete diminuto su pie pequeño,    <br />y al balón no lo toca.    <br />Y se retira. Y los ve. Son jadeantes,    <br />son desprendidos quizá de arriba, de una montaña,    <br />son quizá un montón de roquedos que llegó ruidosísimo    <br />de allá, de la cumbre.    <br />Y desde el quieto valle, desde el margen del río    <br />el niño chico no los contempla.    <br />Ve la montaña lejana. Los picachos, el cántico de los vientos.    <br />Y cierra los ojos, y oye    <br />el enorme resonar de sus propios pasos gigantes por las rocas bravías.</p>  <p><strong>Vicente Aleixandre</strong></p></div>
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        <title>Richard Prince</title>
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        <title>A ler</title>
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        <published>2009-10-26T11:17:24+00:00</published>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><a href="http://link.ft.com/r/XYEWFF/I4VZ6/WHSJT/5CCTCA/SSD83/QR/h"><strong>Obama is dithering on Afghanistan</strong> </a> - <strong>Clive Crook</strong> </p>  <p>Mr Obama must choose a strategy on the war in Afghanistan and persist with it – and to persist with it he must sell it to the American and Afghan people and to the rest of the world. Delay and indecision will make that harder,</p>  <p><a href="http://link.ft.com/r/XYEWFF/I4VZ6/WHSJT/5CCTCA/WNQC4/QR/h"><strong>Do not ignore the need for financial reform</strong> </a> - <strong>George Soros</strong> </p>  <p>It is not the right time to enact permanent reforms. The financial system is far from equilibrium. The short-term needs are the opposite of what is needed in the long term</p>  <p><a href="http://link.ft.com/r/XYEWFF/I4VZ6/WHSJT/5CCTCA/2TNMP/QR/h"><strong>A polite discourse on bankers and bubbles</strong> </a>- <strong>Wolfgang Münchau</strong> </p>  <p>I suspect we are in another bubble in the global equity, bonds and commodity markets. Central banks should be prepared to prick them before they cause calamity</p>  <p><a href="http://link.ft.com/r/XYEWFF/I4VZ6/WHSJT/5CCTCA/LK7U1/QR/h"><strong>The Fund should help Brazil to tackle inflows</strong> </a> - <strong>John Williamson e Arvind Subramanian</strong></p>  <p>Helping Brazil to moderate inflows of foreign capital rather than issuing a negative response would signal that the IMF is taking a less doctrinaire approach</p>  <p> </p>  <p align="center"><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a61fb840970b-pi"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="7ba0af38-c738-11d7-81c6-0820abe49a01" border="0" alt="7ba0af38-c738-11d7-81c6-0820abe49a01" src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a6771853970c-pi" width="134" height="49" /></a></p></div>
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        <title>Saramago/Deus</title>
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        <published>2009-10-25T18:30:17+00:00</published>
        <updated>2009-10-25T18:30:17+00:00</updated>
        <summary>O caso Saramago/Deus tem-me abalado profundamenete. Todos sabemos que Saramago é o que é e foi quem foi. Ambos modos pouco preclaros de ser ou ter sido. Mas isso é com Saramago e com Deus, que de Saramago há-de em...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a61df7a0970b-pi"><img title="gargula" border="0" alt="gargula" src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a67559ba970c-pi" width="223" height="235" /></a>  <p> </p>  <p><strong>O caso Saramago/Deus tem-me abalado profundamenete.</strong></p>  <p><strong>Todos sabemos que Saramago é o que é e foi quem foi. Ambos modos pouco preclaros de ser ou ter sido. </strong></p>  <p><strong>Mas isso é com Saramago e com Deus, que de Saramago há-de em devido tempo ocupar-se. </strong></p>  <p><strong>Então se verá a estirpe de Deus: se impiedoso e malvado como aventa o escritor, se misericordioso e clemente como a tradição tem sustentado.</strong></p>  <p><strong>Em qualquer caso, Saramago será tramado: pelo castigo ou pela frustração do erro.</strong></p>  <p><strong>Neste último caso, Saramago sofrerá a maior de todas  as punições: ter-se enganado. Ele. </strong></p></p></div>
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        <title>Birgit Nilsson: cena final da Salom (Strauss)</title>
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        <published>2009-10-24T00:04:53+01:00</published>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; width: 425px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:8f1a0f54-6089-4d80-a568-516d5adc6e93" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="31fa575e-c557-4327-b0b6-f309ce563a3b" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=t5rvCV5ECho&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1" target="_new"&gt;&lt;img src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a670d6c4970c-pi" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('31fa575e-c557-4327-b0b6-f309ce563a3b'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/t5rvCV5ECho&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/t5rvCV5ECho&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
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        <title>Intimidad</title>
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        <published>2009-10-23T23:52:31+01:00</published>
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        <summary>Soñamos juntos juntos despertamos el tiempo hace o deshace mientras tanto no le importan tu sueño ni mi sueño somos torpes o demasiado cautos pensamos que no cae esa gaviota creemos que es eterno este conjuro que la batalla es...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="center">Soñamos juntos   <br />juntos despertamos    <br />el tiempo hace o deshace    <br />mientras tanto    <br />no le importan tu sueño    <br />ni mi sueño    <br />somos torpes    <br />o demasiado cautos    <br />pensamos que no cae    <br />esa gaviota    <br />creemos que es eterno    <br />este conjuro    <br />que la batalla es nuestra    <br />o de ninguno    <br />juntos vivimos    <br />sucumbimos juntos    <br />pero esa destrucción    <br />es una broma    <br />un detalle una ráfaga    <br />un vestigio    <br />y un abrirse y cerrarse    <br />el paraíso    <br />ya nuestra intimidad    <br />es tan inmensa    <br />que la muerte la esconde    <br />en su vacío    <br />quiero que me relates    <br />el duelo que te callas    <br />por mi parte te ofrezco    <br />mi última confianza    <br />estás sola    <br />estoy solo    <br />pero a veces    <br />puede la soledad    <br />ser    <br />una llama</p>  <p align="center"><strong>Mario Benedetti</strong></p>  <p align="center" /></div>
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        <title>Juan y el sol (Mempo Giardinelli)</title>
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        <published>2009-10-23T23:28:00+01:00</published>
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        <summary>Llovía tanto que parecía que el mundo entero se estaba licuando. Hacía un mes que no paraba. Y cuando paraba era por un ratito, algunas horas, a lo mucho amainaba medio día o toda una tarde, pero enseguida se largaba...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="justify">Llovía tanto que parecía que el mundo entero se estaba licuando. Hacía un mes que no paraba. Y cuando paraba era por un ratito, algunas horas, a lo mucho amainaba medio día o toda una tarde, pero enseguida se largaba otra vez. Un mes así. Un mes y pico.   <br />  –Tendríamos que ir a verlo– dijo Mingo, con la vista clavada en la laguna en que se había convertido la calle, por la que cada tanto pasaba un coche haciendo oleaje.    <br />  Venancio, con el codo izquierdo sobre la mesa y el mentón apoyado sobre la palma de su mano, asintió rítmicamente, despacito, como preguntándose que sentía. Hasta que se dio cuenta de lo que sentía, y se le humedecieron los ojos.    <br />  –Pobre Juan– dijo, en voz baja–. Tendríamos que ir a verlo, sí. Hacía cinco meses que el amigo Juan Saravia estaba enfermo y eso los tenía muy preocupados.    <br />  Juan Saravia era un salteño avecindado en la zona de Puerto Bermejo, a unos cien kilómetros de Resistencia, sobre el río, y vivía en una casa que había construido con sus propias manos, años atrás, cuando se vino de Salta con un empleo de viajante para la Anderson Clayton. Se habían hecho amigos en un hotelito de Samuhu, una noche en que los tres coincidieron por culpa de otras lluvias que anegaban los caminos, en los tiempos en que Mingo era viajante de Nestlé y Venancio de Terrabusi. Ahora, la tuberculosis lo estaba matando.    <br />  Cuando Mingo dijo lo que dijo, Venancio encendió otro Arizona y se refregó los ojos con los nudillos de las manos, como echándole la culpa de las lágrimas al humo del tabaco.</p>  <p align="justify"> </p>  <p align="justify"> </p> <p>  <p align="justify">Mingo se dio cuenta, pero se hizo el distraído, porque justo en ese momento el Ingeniero Urruti explicaba que el factor de triunfo de los aliados en la guerra habían sido los aviones a chorro, los Gloster Meteor británicos capaces de desarrollar una velocidad de ochocientos kilómetros por hora, algo increíble, viejo, están cerca de la velocidad del sonido. El Ingeniero Urruti siempre sabía de todo sobre cualquier cosa y su autoridad era reconocida por unanimidad. Era uno de los tipos que mas sabía en toda "La Estrella", en toda la ciudad y, si lo apuraban, en toda esa parte del mundo.   <br />Bastaba que Urruti diera alguna información para que Mingo empezara a imaginar negocios, por ejemplo –dijo– si no sería bueno escribir a Inglaterra para ofrecer una venta de algodón para el relleno de los asientos de los aviones a chorro porque a esa velocidad los pilotos han de tener mucho frío y se aplastarán contra los asientos de modo que deben necesitarlos bien mullidos y entonces como acá tenemos algodón de sobra podríamos.    <br />  –Pará, Mingo– le dijo Venancio, como siempre, y como siempre Mingo paró y se hizo un silencio pegajoso y largo, igual que el de las siestas de enero cuando se prepara una tormenta. Después Venancio siguió: –Primero tendríamos que ir a verlo al Juan. Hace mucho que no vamos.   –Cierto, amigos son primero– dijo Urruti    <br />  –Que gran verdá– aceptá Mingo, culposo.    <br />  –Vos dijiste que hay que ir. Entonces hay que ir– dijo Venancio, que era de esa clase de tipo que siempre esta pendiente de lo que dicen o hacen sus amigos del alma. Y como los niños, jamás admite el incumplimiento de una promesa. Un sentimental incorregible, de esos que carecen de brillo propio, siempre dependen de los demás y no pueden tener mas de una preocupación por vez, y de lo mas intensa.    <br />  –No, yo decía– musito Mingo después de unos segundos, deprimido, como para cambiarle de tema a sus propios pensamientos–. Habría que hacer algo.    <br />  –Ir. Tenemos que ir.    <br />  –Si, ¿no? Ahora mismo.    <br />  –Y claro– afirmó Venancio, y se puso de pie lentamente, como lo hacen los gordos.    <br />  Mingo recogió de la mesa un ejemplar de "El Gráfico" con la tapa del insider de Vélez, Alfredo Bermúdez, y llamó al japonés para pagarle mientras Urruti comentaba algo del Peronismo, y citando a Platón decía que las repúblicas no serán felices hasta que los gobernantes filosofen y los filósofos gobiernen. Después cruzaron la calle y subieron al Ford, que a pesar de la humedad arrancó enseguida, y enfilaron para el norte, por el camino a Formosa.    <br />El amigo Juan Saravia sólo tenía cuarenta y dos años pero la última vez que lo habían visto parecía de setenta. Flaco y consumido, escupía unos gargajos como cucarachas y no quería salir de Puerto Bermejo porque ahí un almacén era atendido por un hermano suyo, también salteño, que era toda la familia que tenía. Venancio y Mingo eran los únicos amigos que le quedaban y cada tanto, algún sábado, iban a visitarlo en el viejo Ford del segundo, y lo ponían a tomar sol y le contaban cosas de la ciudad.    <br />  Pero aquella temporada el sol escaseaba. Campos y caminos, para colmo, estaban todos inundados. El Bermejo traía agua tormentosa y como llovía desde hacía cuatro semanas sin parar, el pueblo parecía hundirse un poco mas cada mañana. El Paraguay y el Paraná también estaban sobrecargados, y era como si dos países se derramaran sobre un tercero para aplastarlo. El Bermejo no tenía donde descargar sus aluviones, que se esparcían por una gigantesca comarca achaparrada, inabarcable, pues la falta de una sola serranía, de una miserable colina, hacían que todo el Chaco pareciera un inmensurable mar. Como siempre en tiempos de inundaciones, Urruti solía decir que el problema no era que los ríos crecieran, sino que el país se hundía, pero, como fuere, la mancha de agua se propagaba día a día, y hora a hora, y los pocos caminos terraplenados y las vías del ferrocarril semejaban cicatrices en el agua. El sol, que era tan necesario para los campos como para el amigo tuberculoso que se moría inapelablemente, parecía un recuerdo. Apenas asomaba, mezquino, de tanto en tanto, para espantarse enseguida ante esos nubarrones negros y gordos que nunca terminaban de irse. La noche anterior Mingo había conseguido una comunicación telefónica con Puerto Bermejo, y el otro Saravia le había dicho que Juan estaba muy mal, grave, tosiendo como un motor y sumido en un delirio constante. La quinina que le suministraba ya no le hacía efecto. El médico del pueblo, el viejo Zenón Barrios, lo había desahuciado.    <br />  Así que partieron pasado el mediodía, bajo un cielo encapotado como el las películas de terror, y cuando llegaron Juan Saravia dormía de pura debilidad. Los dos amigos y el otro Saravia se miraron, impotentes, y mientras Venancio preparaba unos mates Juan abrió los ojos y los reconoció con un débil parpadeo luego del cual volvió a sumergirse en su fiebre. Cada tanto esputaba gargajos gruesos, pesados y fieros como arañas pollito.    <br />Venancio y Mingo se sentaron a su lado a tomar mates, ineficaces pero fieles. Cada tanto Venancio se levantaba e iba a mirar afuera. Calculaba las nubes, como so las sopesara, y siempre volvía con un gesto de contradicción en la cara, reconociendo la imposibilidad de que reapareciera el sol.    <br />  –Si saliera aunque sea un ratito– decía.    <br />  –Carajo, lo bien que le vendría– completaba Mingo.    <br />  Y el mate cambiaba de manos.    <br />  Y Juan tosía. Y los tres, junto a la cama, se miraban alzando las cejas como diciéndose no hay nada que podemos hacer.    <br />  Toda esa tarde y esa noche se quedaron junto al amigo, turnándose para secarle la frente, darle la quinina, hacerlo beber de un vaso de agua, calmarlo cuando brincaba de dolor durante los accesos de tos, y sostenerle la cabeza cuando se ahogaba por la sangre que se le acumulaba en la boca y que ellos se encargaban de vaciar, inclinándole la boca hacia la asquerosa y oxidada lata de dulce de batata que hacía de escupidera.    <br />  Llovió toda la noche, sin parar, y al amanecer del domingo empezó a soplar un viento del sudeste que los hizo pensar que finalmente iba a salir el sol. Pero a media mañana el cielo volvió a encapotarse y al mediodía ya caía la misma llovizna terca, estúpida, que no paraba desde hacía tres semanas.    <br />  Fue entonces cuando Mingo se golpeó la cabeza, de súbito, y dijo:    <br />  –Venancio: este necesita sol y va a tener sol. Vení, acompañáme.    <br />  Y ambos salieron de la casita y se dirigieron al único, viejo almacén de ramos generales del pueblo. Aunque era domingo, consiguieron que Don Brauerei les vendiera dos brochas y tres tarros de pintura: amarilla, blanca y azul.    <br />  Si el puto sol no sale, se lo pintamos nosotros– argumentaron ante el otro Saravia.    <br />  Y en el techo de la habitación donde agonizaba el enfermo, empezaron a pintar un cielo azul con nubecitas blancas, lejanas, y en el centro un sol furiosamente amarillo.    <br />  A eso de las cuatro de la tarde, Mingo abrió las ventanas de la habitación para que entrara mejor la grisácea claridad del exterior, y Venancio encendió todas las luces y hasta enfocó el buscahuellas del Ford hacia la ventana, para que toda la luz posible se reflejara en el sol del techo. Y uno a cada lado de la cama donde moría Juan Saravia, le dijeron a dúo:    <br />  –Mirá el sol, chamigo, mirá que te va a hacer bien.    <br />  Como en una imposible Piedad, Mingo le sostenía un brazo al moribundo y Venancio le acariciaba la cabeza, apoyada contra su propio pecho, acunándolo como si fuera un hijo, mientras el otro Saravia cebaba mates y miraba la escena como miran los viejos los dibujos animados.    <br />  –Mirá el sol, Juan, mirá que te hace bien– y cada tanto, en su agonía, Juan Saravia abría los ojos y miraba ese cielo absurdo. Así estuvieron un par de horas, mientras la llovizna caía y caía como si nunca jamás fuera a dejar de caer. A las cinco y media de la tarde Juan Saravia pestañeo un par de veces y luego mantuvo la vista clavada en el techo, se diría que piadoso él, como para darle el gusto a sus amigos. Se quedó mirando, durante unos minutos y con una expresión entre asombrada y triste, melancólica, el enorme sol amarillo del techo.    <br />  –Mira, ché, parece que sonríe– dijo Venancio.    <br />  –Dale, Juan, seguí mirando que te va a hacer bien– dijo Mingo.    <br />  Pero el enfermo cerró los ojos vencido por el agotamiento.    <br />  Como a las seis, la luz del domingo empezó a adelgazarse, a hacerse magra, y con el caer de la noche al hombre le aumentó la fiebre, la tos recrudeció brutalmente y la sangre pulmonar se tornó imparable.    <br />  Juan Saravia se agarró con una mano de una mano de Venancio y con la otra de la izquierda de Mingo, y empezó a irse de este mundo lentamente. Pero antes abrió los ojos para ver por última vez ese sol imposible. Contempló durante unos segundos la redonda bola amarilla pincelada en el techo, y en la boca se le dibujó una sonrisa tenue, casi ilusoria, como la que le aplican a Jesucristo en algunas estampas religiosas. Después la abrió todo lo grande que pudo para aspirar una inútil, final bocanada de aire, antes que la ultima tos le ablandara el cuerpo, que se aflojó como un copo depestañeo algodón que se desprende del capullo para que el viento se lo lleve.    <br />  El otro Saravia y Venancio se abrazaron para llorar, y Mingo, mas entero, fue a buscar al juez de paz para que labrara el acta.    <br />  Cuando volvió, Venancio ya había organizado el velorio, para el cual cortó unos malvones del patio y encendió seis velas que encontró en la cocina.    <br />  Lo velaron durante la noche, y todo el pueblo se hizo tiempo para despedir a Juan Saravia, con esa respetuosa y tozuda ceremoniosidad de la gente de frontera. Al amanecer ya no llovía y el viento sur empujaba las nubes como si fueran ganado.    <br />  A las nueve de la mañana, después de un cortejo flaco que parecía desgastarse a cada cuadra acompaño el cuerpo de Juan Saravia hasta el cementerio, y mientras el cura rezaba el Agnus Dei, el cielo se abrió del todo, como hembra decidida.    <br />  Y finalmente el sol, enorme y caliente y magnífico, irrumpió enfurecido en la mañana bermejeña.    <br />  Entonces, mirando hacia lo alto y todo lo fijo que es posible mirar al sol, Venancio codeó a Mingo:    <br />  –¿Le viste la sonrisa anoche? Ni que se hubiera muerto soñándolo.    <br />  –Carajo con el sol– dijo Mingo.</p></p></div>
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        <title>Joo Hogan</title>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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        <title>A aliana pblico-privada para um novo modelo econmico</title>
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        <summary>Jordi Valls i Riera 1. ¿Como salimos de las crisis económicas? El keynesianismo revisitado “No es fácil llegar a un consenso sobre las causas de las crisis económicas, en general, y de cada una de ellas en particular, igual que...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p> </p>  <h3>Jordi Valls i Riera</h3>  <p><strong>1.    ¿Como salimos de las crisis económicas? El keynesianismo revisitado</strong></p>  <p align="justify">“No es fácil llegar a un consenso sobre las causas de las crisis económicas, en general, y de cada una de ellas en particular, igual que es difícil también llegar a una conclusión en relación a los procesos de recuperación. Pongamos algunos ejemplos. Cuando nos referimos a la última crisis de gran envergadura que sufrió el mundo occidental, la del petróleo y la energía en los años 70, parece claro que la decisión de la OPEP de no exportar petróleo a todos aquellos países que hubiesen apoyado a Israel durante la guerra del Yom Kippur (es decir, los Estados Unidos y todos sus aliados en la Europa Occidental), como respuesta a la inestabilidad que había provocado la caída del precio del dólar por el abandono del patrón oro por parte de los Estados Unidos, fue el detonante principal para estrangular una economía mundial que había aumentado extraordinariamente su dependencia del petróleo desde el final de la Segunda Guerra Mundial. Los precios del petróleo se multiplicaron, los costes se dispararon y eso condujo a una situación de estancamiento del crecimiento con alta inflación (estanflación), que puso en marcha un cambio tecnológico y cultural como bases de la recuperación.</p>  <p align="justify">Pongamos otro ejemplo, este mucho menos claro: la Gran Depresión. Las recesiones tienen normalmente causas más o menos evidentes, pero su conversión en depresiones siempre es un cúmulo de circunstancias. En este caso, la Gran Depresión supuso un gran desengaño sobre el funcionamiento del mercado y de la “mano invisible” de Adam Smith, ya que todo el proceso tuvo su origen, como mínimo en parte, en el desbocado comportamiento de los mercados financieros y de acciones. De esta Gran Depresión surgió el keynesianismo, la idea básica del cual es que el mercado no tiene capacidad para solucionar por sí solo estas situaciones, y que por tanto es imprescindible una intervención para que la demanda aumente, rompiendo el círculo vicioso de contracción de la demanda, contracción de la oferta, aumento del paro, nueva contracción de la demanda, etc. La traducción de esta idea en términos prácticos de política económica fue un gran volumen de inversión en infraestructuras y obras públicas, lo cual puso las bases de la recuperación; o dicho en otras palabras, la adopción a gran escala del segundo gran instrumento de política económica (junto con la política monetaria): la política fiscal. Y de aquí surge también el desarrollo del Estado del Bienestar —planteado ya en la Alemania de preguerra, con la revolución de Bismarck—, que debe garantizar cierta protección social en los ámbitos laboral, sanitario y educativo, esto es, en relación con los derechos humanos universales más o menos reconocidos.(…)” – <a href="http://www.revistalafactoria.eu/articulo.php?id=491"><strong>Ler aqui na íntegra</strong></a></p>  <p align="justify"> </p>  <p align="center"><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a6178dc2970b-pi"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="logo-1" border="0" alt="logo-1" src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a66ee719970c-pi" width="232" height="102" /></a></p></div>
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        <title>Por onde andas, Saramago?</title>
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        <published>2009-10-22T16:09:24+01:00</published>
        <updated>2009-10-22T16:25:23+01:00</updated>
        <summary>Saramago é ateu. Sempre foi. . Deu-lhe agora para investir contra o Deus Bíblico, como no PREC investira em autos de fé no Diário de Notícias. Os cínicos, dizem tratar-se de uma sórdida manobra de marketing à moda de Andy...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p> </p>  <p><strong><strong><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a669e532970c-pi"><img style="border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="3723-jose-saramago" border="0" alt="3723-jose-saramago" src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a669e53a970c-pi" width="238" height="231" /></a></strong></strong></p>  <p><strong /></p>  <p><strong>Saramago é ateu. Sempre foi. .</strong></p>  <p><strong>Deu-lhe agora para investir contra o Deus Bíblico, como  no PREC investira em autos de fé no Diário de Notícias.</strong></p>  <p><strong>Os cínicos, dizem tratar-se de uma sórdida manobra de marketing à moda de Andy Warhol.</strong></p>  <p><strong>Os cépticos, desconfiam da sanidade mental do plumitivo Nobel. </strong></p>  <p><strong>Os optimistas, borrifam-sa para Saramago e, alguns, também para a Bíblia.</strong></p>  <p><strong>Os pessimistas, acham que todo este dispautério se deve à avançada idade do homem.</strong></p>  <p><strong>Por mim, modestamente, acho que Saramago já paira pela eternidade. Por isso não acredita nela. </strong></p></div>
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        <title>O biltre</title>
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        <published>2009-10-21T18:01:00+01:00</published>
        <updated>2009-10-08T17:37:49+01:00</updated>
        <summary>Nunca gostei do gajo. O mal é acharem-lhe graça, desculpabilizarem-no com o estatuto de bobo da corte dele próprio. Mas Alberto João é estrututuralmente prepotente, fascistamente autoritário, mussolinianamente poseur, gostando de se ver e de se sentir provocante e, sobretudo,...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><div style="text-align: center;"><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a624b6f4970c-popup" onclick="window.open( this.href, '_blank', 'width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0' ); return false" style="display: inline;"><img alt="0000071037" class="asset asset-image at-xid-6a00d8341c0a8a53ef0120a624b6f4970c " src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a624b6f4970c-500wi" /></a> <br /></div> <p /><p><strong><br /></strong></p><p><strong>Nunca gostei do gajo. O mal é acharem-lhe graça, desculpabilizarem-no com o estatuto de bobo da corte dele próprio.</strong></p><div style="text-align: justify;"><strong>Mas Alberto João é estrututuralmente prepotente, fascistamente autoritário, mussolinianamente poseur, gostando de se ver e de se sentir provocante e, sobretudo,  exibicionista do poder discricionário, cappo de burocratas medrosos, legionário de todas as provocações e insultos à democracia, boçal de cannotier pululante e desbragado.<br /><br />Odeio o gajo. É sinistro de mais para ser tolerável.<br /></strong>
</div><div style="text-align: justify;">
</div><p style="text-align: justify;"><strong><br /></strong>
</p>
<p>
</p>
<p /></div>
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        <title>Mark Wallinger</title>
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        <published>2009-10-20T22:32:41+01:00</published>
        <updated>2009-10-20T22:32:41+01:00</updated>
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        <title>Biografias (1)</title>
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        <published>2009-10-19T16:06:19+01:00</published>
        <updated>2009-10-19T16:07:03+01:00</updated>
        <summary>Era uma vez um menino chamado Marcelo. Aos 17 anos, ainda era virgem; aos 23, foi desflorado coercivamente por uma cozinheira lúbrica e corpulenta. Aos 25, formou-se em Direito com 18 valores. No caminho perdera 3 anos, por ataque persistente...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="justify"> </p>  <p align="justify">Era uma vez um menino chamado Marcelo.</p>  <p align="justify">Aos 17 anos, ainda era virgem; aos 23, foi desflorado coercivamente por uma cozinheira lúbrica e corpulenta.</p>  <p align="justify">Aos 25, formou-se em Direito com 18 valores. No caminho perdera 3 anos, por ataque persistente duma longa e maçuda hepatite que o depauperou mas calejou para o futuro.</p>  <p align="justify">Aos 28 era furioso orador, palestrando sempre que podia e onde pudesse, intervalando as longas noites de oratória com o árduo trabalho no escritório de estagiário a junior partner. Ainda arranjava tempo para fazer fama jornalística, com seus comentários e intrigas venosas, semanalmente publicadas no DEPRESSA, semanário da moda de então.</p>  <p align="justify">Também conspirava no seu partido de sempre, onde intrigava como uma sopeira sabida e exibia seus dotes temíveis de alcoviteiro militante, difusor de boatos e insinuações decorosas.</p>  <p align="justify">Foi então  - teria 30 anos – que o alcunharam de Marcelo O BICHO DE CONTA.</p>  <p align="justify">Marcelo era também docente universitário, de doutorado fácil CUM LAUDE, admirado pelos alunos e odiado pelos colegas que lhe invejavam saber e habilidade e odiavam a sua imbativel e verrinosa verve.</p>  <p align="justify">O nosso homem ganhou fama, proveito e proveitos, navegando entre pareceres doutos, destabilizações mediático/políticas e sanitários banhos na praia do Gancho.</p>  <p align="justify">Com o tempo, Marcelo foi crescendo em conspirativismo, sabedoria e ironia satânica.</p>  <p align="justify">Chegou a líder político mas deu-se mal nas parcerias, perdendo-se em conspirações contra si próprio, prática masturbatória em que encontrou inesperados rivais.</p>  <p align="justify">Agora, mais velho e comedido, dedicou-se em quase exclusivo à Universidade e ao palpite televisivo semanal.</p>  <p align="justify">Há quem diga que vai voltar à política, como líder na São Caetano, em caminho para São Bento ou Belém.</p>  <p align="justify">Em verdade, o BICHO DE CONTA é tipo sempre a ter em conta:  está aí para o que der e vier.</p>  <p align="justify">Sempre, sempre ao lado do povo que venera, estima e cultiva, esperançado que lhe paguem a dedicação com fragoroso sucesso que o leve à Presidência.</p>  <p align="justify">Qual?</p>  <p align="justify">Não interessa: QUALQUER presidência.</p></div>
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        <title>Per em baixo  esquerda</title>
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        <published>2009-10-19T15:06:14+01:00</published>
        <updated>2009-10-19T15:06:14+01:00</updated>
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        <title>Top aides to Obama upbraid Wall St.</title>
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        <published>2009-10-19T14:13:47+01:00</published>
        <updated>2009-10-19T14:15:01+01:00</updated>
        <summary>Bonuses after the bailout 'A year ago . . . these institutions were teetering' Michael A. Fletcher and Zachary A. Goldfarb “Top Obama administration officials sharply criticized Wall Street firms planning to pay big bonuses, pointedly contrasting the soaring profits...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><h3 align="center">Bonuses after the bailout 'A year ago . . . these institutions were teetering'</h3>  <p align="center"> <strong>Michael A. Fletcher and Zachary A. Goldfarb</strong>    <br /></p>  <p align="justify">“Top Obama administration officials sharply criticized Wall Street firms planning to pay big bonuses, pointedly contrasting the soaring profits some financial companies have recorded in recent days with continuing high jobless rates across the country. </p>  <p align="justify">The firms are benefiting from government efforts, some initiated by the Obama administration, to stabilize and restore confidence to the capital markets after a global financial crisis that began last year. With their fortunes rebounding, the Wall Street firms plan to pay tens of billions of dollars to executives. </p>  <p align="justify">"The bonuses are offensive," Obama senior adviser David Axelrod said Sunday on ABC's "This Week," adding that banks must do more to support lending across the country and should stop their lobbying efforts aimed at blocking the passage of new financial regulations that are being prepared in Congress. </p>  <p align="justify">"They ought to think through what they are doing, and they ought to understand that a year ago a lot of these institutions were teetering on the brink, and the United States government and taxpayers came to their defense," Axelrod said. "They have responsibilities, and they ought to meet those responsibilities." (…)” <a href="http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2009/10/18/AR2009101802542_pf.html">(Leia na íntegra</a>)</p>  <p align="justify"> </p>  <p align="center"><strong><font color="#ff0000">The Washigton Post</font></strong></p></div>
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        <title>Paul Krugman: The Banks Are Not Alright</title>
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        <published>2009-10-19T13:48:54+01:00</published>
        <updated>2009-10-19T14:16:55+01:00</updated>
        <summary>“(…) The main thing for the time being is probably to do as much as possible to support job growth. With luck, this will produce a virtuous circle in which an improving economy strengthens the banks, which then become more...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p align="justify"> </p>  <p align="justify">“(…)</p>  <p align="justify">The main thing for the time being is probably to do as much as possible to support job growth. With luck, this will produce a virtuous circle in which an improving economy strengthens the banks, which then become more willing to lend.</p>  <p align="justify">Beyond that, we desperately need to pass effective financial reform. For if we don’t, bankers will soon be taking even bigger risks than they did in the run-up to this crisis. After all, the lesson from the last few months has been very clear: When bankers gamble with other people’s money, it’s heads they win, tails the rest of us lose.” (<a href="http://www.nytimes.com/2009/10/19/opinion/19krugman.html?_r=2&amp;ref=opinion">Texto integral aqui</a>)</p>  <p align="center"> <strong><font color="#ff0000">The New York Times</font></strong></p></div>
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        <title>Autárquicas 1</title>
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        <published>2009-10-12T12:19:50+01:00</published>
        <updated>2009-10-12T12:19:50+01:00</updated>
        <summary>O mais interessante das eleições de ontem foi o modo como os eleitores à esquerda do PS idefectível votaram. Este eleitorado, se compararmos as Legislativas e as autárquicas, demonstrou quão instrumental e pragmático é a votar e deixou claro que...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><br /><div style="text-align: justify;"><strong>O mais interessante das eleições de ontem foi o modo como os eleitores à esquerda do PS idefectível votaram. <br />Este eleitorado, se compararmos as Legislativas e as autárquicas, demonstrou quão instrumental e pragmático é a votar e deixou claro que o chamado crescimento exponencial do BE nas Legislativas foi tão falso quanto falso  é atribuír ao PS, agora, a propriedade desses votos. <br />Eles serviram, primeiro, para punir o PS e evitar a maioria absoluta e, agora, para apoiar o mesmo PS, nele votando em detrimento do Bloco, cujo eleitorado próprio genuíno andará por metade do que registou nas Legislativas. <br />Em condições normais, o BE fica abaixo do PC, até por ser muito menos disseminado geograficamente que os comunistas.<br />Eleitoralmente, o Bloco é um ídolo com pés de barro (e não só os pés) e o Cardeal Louçã terá ontem percebido isso com clareza. Paciência!<br />O verdadeiro score do BE é muito mais o de ontem que o de há duas semanas.<br />Ainda bem: de repente, o Bloco sentiu que, afinal, era bem mais leve do que a  pesada ambição dos seus aparatchiks pretendia. Espera-se que esta recondução do Bloco ao real lhes baixe a grimpa e lhes dê o bom senso e o realismo que o BE vale e merece.<br />Noutro contexto, algo de semelhante em atitude e pathos se poderia dizer de Sócrates e do PS.</strong></div></div>
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        <title>Laszlo Moholy Nagy</title>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><div style="text-align: center;"><div style="text-align: center;"><div style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a5dbbd62970b-popup" onclick="window.open( this.href, '_blank', 'width=640,height=480,scrollbars=no,resizable=no,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0' ); return false" style="display: inline;"><img alt="LASLO MOHOLY-NAGYartwork_images_116447_342952_laszlo-moholy-nagy" class="asset asset-image at-xid-6a00d8341c0a8a53ef0120a5dbbd62970b " src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a5dbbd62970b-500wi" /></a> <br />  </span><br /></div><span style="text-decoration: underline;" /></div><span style="text-decoration: underline;"> </span><br /></div></div>
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        <title>Declaração de voto</title>
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        <published>2009-10-11T12:49:00+01:00</published>
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        <summary>Por causa das coisas, em dias de eleiçoes autárquicas penso e calo. Hoje vota-se. O paleio fica para amanhã.</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p>Por causa das coisas, em dias de eleiçoes autárquicas penso e calo.<br />Hoje vota-se.<br />O paleio fica para amanhã.</p></div>
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        <title>Que serais-je sans toi?</title>
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        <published>2009-10-10T15:30:00+01:00</published>
        <updated>2009-10-10T15:32:04+01:00</updated>
        <summary>Jean Ferrat</summary>
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            <name>Fátima Pinto Ferreira</name>
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<p style="TEXT-ALIGN: center"><strong>Jean Ferrat</strong></p></div>
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        <title>As 4 estações</title>
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        <published>2009-10-09T14:45:30+01:00</published>
        <updated>2009-10-09T14:45:30+01:00</updated>
        <summary>São quatro as estações que em cada ano te tomo. Parecem horas, estes anos, de rumo desarrumado, saboroso, nosso. José Carlos Mégre</summary>
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            <name>Fátima Pinto Ferreira</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><br /><div style="text-align: center;"><a href="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a628ac43970c-popup" onclick="window.open(this.href,'_blank','scrollbars=no,resizable=yes,toolbar=no,directories=no,location=no,menubar=no,status=no,left=0,top=0'); return false" style="display: inline;"><img alt="As 4 estações" class="asset asset-image at-xid-6a00d8341c0a8a53ef0120a628ac43970c " src="http://www.bemhaja.com/.a/6a00d8341c0a8a53ef0120a628ac43970c-500wi" style="width: 414px; height: 352px;" title="As 4 estações" /></a> <br /></div> <br /><div style="text-align: center;">São quatro as estações

<br />
que em cada ano te tomo.

<br />
Parecem horas, estes anos,
<br />

de rumo desarrumado,<br />saboroso,

<br />nosso.<br /><br /><strong>José Carlos Mégre</strong><br /></div></div>
</content>


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        <title>Afghanistan a Test for the Obama Doctrine</title>
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        <published>2009-10-08T16:33:50+01:00</published>
        <updated>2009-10-08T16:33:50+01:00</updated>
        <summary>"(...) This vision of a global rule of law exemplifies what we are coming to understand as Obama's way of thinking -- optimistic, rational, practical. But like the mantra of "change" that got him elected, it is an empty vessel...</summary>
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            <name>José Carlos Megre</name>
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<div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"><p style="text-align: justify;">"(...) This vision of a global rule of law exemplifies what we are coming
to understand as Obama's way of thinking -- optimistic, rational,
practical. But like the mantra of "change" that got him elected, it is
an empty vessel waiting to be filled with the details of real life.
It's not a strategy. It's a formula for how to solve problems -- which
is not the same as global leadership.</p><div style="text-align: justify;">
</div><p style="text-align: justify;">Obama hasn't applied this doctrine directly to Afghanistan, but let
me briefly try: The international community has made a commitment,
through the United Nations and NATO, to help rebuild Afghanistan. That
mission is limited, but it does carry continuing responsibilities.
Training the Afghan army and promoting security is one; supporting
economic development and better governance is another; encouraging
Afghan political reconciliation is a third.</p><div style="text-align: justify;">
</div><p style="text-align: justify;">The notion that the United States can break with that mission -- and
opt for a more selfish counterterrorism strategy that drops the
rebuilding part and seeks to assassinate America's enemies with
Predator drones from 10,000 feet -- would not fit well with any reading
of the Obama doctrine. That approach, to be blunt, would be lawless. " (<a href="http://www.realclearworld.com/articles/2009/10/08/afghanistan_a_test_for_the_obama_doctrine_97244.html">LInk</a>)</p><p style="text-align: center;"><strong>David Ignatius - The Washington Post</strong></p></div>
</content>


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