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 <title>UbaLab</title>
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 <description>Laboratório Experimental de Tecnologias Livres em Ubatuba/SP.</description>
 <language>pt-br</language>
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 <title>Litoral Sustentável - Turismo de Base Comunitária</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="281" mozallowfullscreen="" src="//player.vimeo.com/video/81369852" webkitallowfullscreen="" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/81369852" rel="nofollow"&gt;Litoral Sustent&amp;aacute;vel - Turismo de Base Comunit&amp;aacute;ria.&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/bayeux" rel="nofollow"&gt;Pedro Bayeux&lt;/a&gt; on &lt;a href="https://vimeo.com" rel="nofollow"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	&lt;p&gt;&amp;quot;... A partir da discuss&amp;atilde;o de como agregar valor social e cultural aos programas tur&amp;iacute;sticos tradicionais e tamb&amp;eacute;m para fomentar o turismo com base comunit&amp;aacute;ria, atrav&amp;eacute;s da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de redes, de modo que as comunidades, como ind&amp;iacute;genas, quilombolas ou cai&amp;ccedil;aras, protagonizem a oferta de produtos tur&amp;iacute;sticos...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Felipe Fonseca, Maira Begalli, Pedro Bayeux.&lt;br /&gt;
	Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o, edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cinegrafista: Pedro Bayeux.&lt;br /&gt;
	Cinegrafistas: Marco Estrella, Erik Nagamine.&lt;br /&gt;
	Som: Ladislau Kardos, Erik Nagamine.&lt;br /&gt;
	Trilha original: Renato Cortez.&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/litoral-sustentavel-turismo-de-base-comunitaria" title="Litoral Sustentável - Turismo de Base Comunitária" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:desenvolvimento sustentável,litoral,produção,turismo de base comunitária,turismo sustentável,ubalab,ubatuba,video;button:large" class="FlattrButton"&gt;Litoral Sustent&amp;amp;aacute;vel - Turismo de Base Comunit&amp;amp;aacute;ria. from Pedro Bayeux on Vimeo.	&amp;amp;quot;... A partir da discuss&amp;amp;atilde;o de como agregar valor social e cultural aos programas tur&amp;amp;iacute;sticos tradicionais e tamb&amp;amp;eacute;m para fomentar o turismo com base comunit&amp;amp;aacute;ria, atrav&amp;amp;eacute;s da forma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de redes, de modo que as comunidades, como ind&amp;amp;iacute;genas, quilombolas ou cai&amp;amp;ccedil;aras, protagonizem a oferta de produtos tur&amp;amp;iacute;sticos...&amp;amp;quot;Concep&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o: Felipe Fonseca, Maira Begalli, Pedro Bayeux.	Dire&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, edi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, cinegrafista: Pedro Bayeux.	Cinegrafistas: Marco Estrella, Erik Nagamine.	Som: Ladislau Kardos, Erik Nagamine.	Trilha original: Renato Cortez.&lt;/a&gt;</description>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/desenvolvimento-sustentavel">desenvolvimento sustentável</category>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/litoral">litoral</category>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/producao">produção</category>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/turismo-de-base-comunitaria">turismo de base comunitária</category>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/turismo-sustentavel">turismo sustentável</category>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/ubalab">ubalab</category>
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 <pubDate>Tue, 18 Feb 2014 19:01:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Hacklab Terminal</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/Ubalab/~3/1FusaRWIv2c/hacklab-terminal</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img alt="Hacklab Terminal" src="/sites/ubalab.org/files/images/131119 flyer.png" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta ter&amp;ccedil;a-feira, vamos fazer uma experi&amp;ecirc;ncia. A convite da ONG Blablabl&amp;aacute; Posithivo e da Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social de Ubatuba, vamos dar o primeiro passo para configurar por aqui um esporo de MetaReciclagem (um hacklab, um laborat&amp;oacute;rio de fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um espa&amp;ccedil;o de triagem e recondicionamento de res&amp;iacute;duo eletroeletr&amp;ocirc;nico...). Vamos levar alguns equipamentos, um roteador, algumas ferramentas. &lt;a href="http://gypsyware.org/" rel="nofollow"&gt;Guima-san&lt;/a&gt;, de passagem por Ubatuba, vai mostrar suas experi&amp;ecirc;ncias recentes com sensores e hardware livre. &amp;Eacute; uma tentativa de continuar o ritmo experimental que desenvolvemos durante o Tropixel, e articular um espa&amp;ccedil;o para desenvolver a&amp;ccedil;&amp;otilde;es permanentes na cidade. Vai ser uma manh&amp;atilde; de trabalho. Todos est&amp;atilde;o convidados, mas saibam que n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; uma oficina voltada para novatos. A ideia &amp;eacute; um ritmo mais org&amp;acirc;nico, fazendo as coisas acontecerem. Tragam suas chaves de fenda, eletr&amp;ocirc;nicos parados, computadores e impressoras em desuso!&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/hacklab-terminal" title="Hacklab Terminal" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:metareciclagem,ocupa,perequê-açu,terminal,tropixel,ubatuba;button:large" class="FlattrButton"&gt;Nesta ter&amp;amp;ccedil;a-feira, vamos fazer uma experi&amp;amp;ecirc;ncia. A convite da ONG Blablabl&amp;amp;aacute; Posithivo e da Secretaria de Cidadania e Desenvolvimento Social de Ubatuba, vamos dar o primeiro passo para configurar por aqui um esporo de MetaReciclagem (um hacklab, um laborat&amp;amp;oacute;rio de fabrica&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, um espa&amp;amp;ccedil;o de triagem e recondicionamento de res&amp;amp;iacute;duo eletroeletr&amp;amp;ocirc;nico...). Vamos levar alguns equipamentos, um roteador, algumas ferramentas. Guima-san, de passagem por Ubatuba, vai mostrar suas experi&amp;amp;ecirc;ncias recentes com sensores e hardware livre. &amp;amp;Eacute; uma tentativa de continuar o ritmo experimental que desenvolvemos durante o Tropixel, e articular um espa&amp;amp;ccedil;o para desenvolver a&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es permanentes na cidade. Vai ser uma manh&amp;amp;atilde; de trabalho. Todos est&amp;amp;atilde;o convidados, mas saibam que n&amp;amp;atilde;o ser&amp;amp;aacute; uma oficina voltada para novatos. A ideia &amp;amp;eacute; um ritmo mais org&amp;amp;acirc;nico, fazendo as coisas acontecerem. Tragam suas chaves de fenda, eletr&amp;amp;ocirc;nicos parados, computadores e impressoras em desuso!&lt;/a&gt;</description>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/metareciclagem">metareciclagem</category>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/ocupa">ocupa</category>
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 <category domain="http://ubalab.org/tag/ubatuba">ubatuba</category>
 <pubDate>Sun, 17 Nov 2013 22:59:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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<item>
 <title>Partiu Tropixel</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/Ubalab/~3/m_s6ruEdXcY/partiu-tropixel</link>
 <description>&lt;p&gt;Produzir o festival Tropixel﻿ tem sido uma jornada incr&amp;iacute;vel. O ritmo se intensificou nos &amp;uacute;ltimos dias. Tenho feito jornadas extensas (ontem mesmo comecei &amp;agrave;s oito e quinze, e ainda n&amp;atilde;o parei agora, quase duas da manh&amp;atilde; de um novo dia). Al&amp;eacute;m da comiss&amp;atilde;o organizadora do festival que me acompanha, quase toda &amp;agrave; dist&amp;acirc;ncia, h&amp;aacute; meses, agora a Malu Andrade﻿ tamb&amp;eacute;m chegou para somar. Hoje de manh&amp;atilde; a Carolina Striemer﻿ me acompanhou pela cidade colando cartazes, e &amp;agrave; tarde nossa filha me acompanhou por a&amp;iacute;, negociando, conversando com as pessoas, chamando cada vez mais gente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="/sites/ubalab.org/files/images/banner workshops.jpg" width="500" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho cada vez mais certeza de que o festival vai reverberar por muito tempo nessa cidade. Me parece que mesmo que a gente cancelasse tudo agora e nenhum dos convidados de fora aparecesse, ainda assim j&amp;aacute; ver&amp;iacute;amos muitos resultados. A aspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa cidade por transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo reconhecimento de seus m&amp;eacute;ritos e pelo desenvolvimento de seus talentos j&amp;aacute; est&amp;aacute; aqui, latente. Nessa prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do festival, fiz mais de uma vez movimentos pequenos de aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre pessoas que j&amp;aacute; deveriam ter se aproximado antes, mas faltava s&amp;oacute; aquele empurr&amp;atilde;ozinho. Toda essa proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esse exerc&amp;iacute;cio de imaginar futuros melhores para Ubatuba, para as pessoas que vivem aqui e para a natureza que a preenche e transborda pode acontecer pelas cabe&amp;ccedil;as e m&amp;atilde;os das pessoas daqui, se n&amp;oacute;s simplesmente come&amp;ccedil;armos a trabalhar juntos.&lt;br /&gt;
	Ainda assim a gente quer trocar, a gente quer aprender, a gente quer interferir e criar. Daqui at&amp;eacute; o fim do m&amp;ecirc;s a cidade est&amp;aacute; repleta de acontecimentos. O Tropixel &amp;eacute; s&amp;oacute; mais um deles. Mas &amp;eacute; um acontecimento de peso. Vamos receber entre quarenta e cinquenta pessoas envolvidas diretamente com uma ou outra atividade do festival. Ou seja, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o espectadores e nem meros turistas, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o pessoas s&amp;oacute; de passagem por aqui. S&amp;atilde;o ativistas, pesquisadorxs, cientistas, artistas, produtorxs culturais. Gente que faz a diferen&amp;ccedil;a, em muitos lugares do mundo. Gente que vem para unir for&amp;ccedil;as a todo mundo que tenta entender e melhorar Ubatuba.&lt;br /&gt;
	Come&amp;ccedil;aremos o festival na segunda-feira, dia 21, com um painel importante sobre Pol&amp;iacute;ticas Culturais e Transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social. A ideia &amp;eacute; refletir sobre como o fazer cultural pode apontar caminhos para um modelo de desenvolvimento que seja includente, colaborativo, sustent&amp;aacute;vel e solid&amp;aacute;rio. Teremos a presen&amp;ccedil;a de Celio Turino﻿, criador - l&amp;aacute; se vai uma d&amp;eacute;cada - do programa Cultura Viva, que implantou os Pontos de Cultura; e de Americo Cordula﻿, Secret&amp;aacute;rio de Pol&amp;iacute;ticas Culturais do Minist&amp;eacute;rio da Cultura.&lt;br /&gt;
	Na ter&amp;ccedil;a o festival conta com o Semin&amp;aacute;rio Sincronizando..., que traz discuss&amp;otilde;es contempor&amp;acirc;neas sobre cidade, res&amp;iacute;duos eletroeletr&amp;ocirc;nicos, bioarte e turismo sustent&amp;aacute;vel. Nos dois dias seguintes, a cidade &amp;eacute; tomada por projetos experimentais: explora&amp;ccedil;&amp;otilde;es fotogr&amp;aacute;ficas, investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de campo, desenvolvimento de tecnologias, oficinas, mapeamentos, proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es, interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es urbanas, cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o perform&amp;aacute;tica, troca de conhecimentos e muito mais. A quarta-feira se encerra com um F&amp;oacute;rum, organizado em parceria com a Prefeitura, sobre planos de desenvolvimento de tecnologias em Ubatuba. Na quinta, vamos lan&amp;ccedil;ar a segunda edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Facta - revista de Gambiologia. O &amp;Ocirc;nibus Hacker﻿ e o Labmovel﻿ circulam pela cidade com oficinas e projetos.&lt;br /&gt;
	Na sexta-feira,&amp;nbsp; dia 25, todos os times que se espalharam pela cidade reunem-se para promover a OCUPA. - ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural do Perequ&amp;ecirc;-A&amp;ccedil;u. Vamos transformar, ao menos por um dia, o terminal tur&amp;iacute;stico que ficou tanto tempo abandonado em um centro cultural comunit&amp;aacute;rio, vibrante e din&amp;acirc;mico.&lt;br /&gt;
	Alguns participantes (e o &amp;Ocirc;nibus Hacker) v&amp;atilde;o at&amp;eacute; estender sua visita a Ubatuba, para prestigiar o anivers&amp;aacute;rio da cidade na segunda-feira.&lt;br /&gt;
	Todo esse texto somente para contar que a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; praticamente finalizada. Acessem aqui: &lt;a href="http://tropixel.ubalab.org/ubatuba" title="http://tropixel.ubalab.org/ubatuba" rel="nofollow"&gt;http://tropixel.ubalab.org/ubatuba&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
	===&lt;br /&gt;
	E para n&amp;atilde;o perder a viagem, se algu&amp;eacute;m leu TUDO ISSO e se interessou, confesso que o festival ainda precisa resolver algumas coisas. Tomamos a decis&amp;atilde;o de contemplar o m&amp;aacute;ximo poss&amp;iacute;vel de propostas enviadas ao festival. No momento, estamos com condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cobrir o transporte e a hospedagem de quase todas entre aquelas dezenas de pessoas que mencionei acima. Mas ainda faltam recursos para bancar a alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o material para algumas oficinas e mais algumas coisinhas. A gente queria arrecadar muito mais do que conseguimos com a vaquinha online - e eu agrade&amp;ccedil;o profundamente &amp;agrave;s doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es significativas que por ali apareceram. Mas n&amp;atilde;o tivemos condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dar tanta aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o assim &amp;agrave; divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dela. Ainda assim, vamos mant&amp;ecirc;-la no ar. Se o processo do Tropixel vale alguma coisa para voc&amp;ecirc;, pe&amp;ccedil;o que nos ajude a garantir o bem estar de nossos convidados na pr&amp;oacute;xima semana. Hospedagem solid&amp;aacute;ria; almo&amp;ccedil;os pagos; doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pizzas, esfihas e afins ser&amp;atilde;o aceitas. Dinheiro, naturalmente, tamb&amp;eacute;m: &lt;a href="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/apoio" title="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/apoio" rel="nofollow"&gt;http://tropixel.ubalab.org/pt-br/apoio&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/partiu-tropixel" title="Partiu Tropixel" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:eventos,festival,futuros,tropixel,ubalab,ubatuba;button:large" class="FlattrButton"&gt;Produzir o festival Tropixel﻿ tem sido uma jornada incr&amp;amp;iacute;vel. O ritmo se intensificou nos &amp;amp;uacute;ltimos dias. Tenho feito jornadas extensas (ontem mesmo comecei &amp;amp;agrave;s oito e quinze, e ainda n&amp;amp;atilde;o parei agora, quase duas da manh&amp;amp;atilde; de um novo dia). Al&amp;amp;eacute;m da comiss&amp;amp;atilde;o organizadora do festival que me acompanha, quase toda &amp;amp;agrave; dist&amp;amp;acirc;ncia, h&amp;amp;aacute; meses, agora a Malu Andrade﻿ tamb&amp;amp;eacute;m chegou para somar. Hoje de manh&amp;amp;atilde; a Carolina Striemer﻿ me acompanhou pela cidade colando cartazes, e &amp;amp;agrave; tarde nossa filha me acompanhou por a&amp;amp;iacute;, negociando, conversando com as pessoas, chamando cada vez mais gente.Tenho cada vez mais certeza de que o festival vai reverberar por muito tempo nessa cidade. Me parece que mesmo que a gente cancelasse tudo agora e nenhum dos convidados de fora aparecesse, ainda assim j&amp;amp;aacute; ver&amp;amp;iacute;amos muitos resultados. A aspira&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o dessa cidade por transforma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, pelo reconhecimento de seus m&amp;amp;eacute;ritos e pelo desenvolvimento de seus talentos j&amp;amp;aacute; est&amp;amp;aacute; aqui, latente. Nessa prepara&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o do festival, fiz mais de uma vez movimentos pequenos de aproxima&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o entre pessoas que j&amp;amp;aacute; deveriam ter se aproximado antes, mas faltava s&amp;amp;oacute; aquele empurr&amp;amp;atilde;ozinho. Toda essa proje&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, esse exerc&amp;amp;iacute;cio de imaginar futuros melhores para Ubatuba, para as pessoas que vivem aqui e para a natureza que a preenche e transborda pode acontecer pelas cabe&amp;amp;ccedil;as e m&amp;amp;atilde;os das pessoas daqui, se n&amp;amp;oacute;s simplesmente come&amp;amp;ccedil;armos a trabalhar juntos.	Ainda assim a gente quer trocar, a gente quer aprender, a gente quer interferir e criar. Daqui at&amp;amp;eacute; o fim do m&amp;amp;ecirc;s a cidade est&amp;amp;aacute; repleta de acontecimentos. O Tropixel &amp;amp;eacute; s&amp;amp;oacute; mais um deles. Mas &amp;amp;eacute; um acontecimento de peso. Vamos receber entre quarenta e cinquenta pessoas envolvidas diretamente com uma ou outra atividade do festival. Ou seja, n&amp;amp;atilde;o s&amp;amp;atilde;o espectadores e nem meros turistas, n&amp;amp;atilde;o s&amp;amp;atilde;o pessoas s&amp;amp;oacute; de passagem por aqui. S&amp;amp;atilde;o ativistas, pesquisadorxs, cientistas, artistas, produtorxs culturais. Gente que faz a diferen&amp;amp;ccedil;a, em muitos lugares do mundo. Gente que vem para unir for&amp;amp;ccedil;as a todo mundo que tenta entender e melhorar Ubatuba.	Come&amp;amp;ccedil;aremos o festival na segunda-feira, dia 21, com um painel importante sobre Pol&amp;amp;iacute;ticas Culturais e Transforma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o Social. A ideia &amp;amp;eacute; refletir sobre como o fazer cultural pode apontar caminhos para um modelo de desenvolvimento que seja includente, colaborativo, sustent&amp;amp;aacute;vel e solid&amp;amp;aacute;rio. Teremos a presen&amp;amp;ccedil;a de Celio Turino﻿, criador - l&amp;amp;aacute; se vai uma d&amp;amp;eacute;cada - do programa Cultura Viva, que implantou os Pontos de Cultura; e de Americo Cordula﻿, Secret&amp;amp;aacute;rio de Pol&amp;amp;iacute;ticas Culturais do Minist&amp;amp;eacute;rio da Cultura.	Na ter&amp;amp;ccedil;a o festival conta com o Semin&amp;amp;aacute;rio Sincronizando..., que traz discuss&amp;amp;otilde;es contempor&amp;amp;acirc;neas sobre cidade, res&amp;amp;iacute;duos eletroeletr&amp;amp;ocirc;nicos, bioarte e turismo sustent&amp;amp;aacute;vel. Nos dois dias seguintes, a cidade &amp;amp;eacute; tomada por projetos experimentais: explora&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es fotogr&amp;amp;aacute;ficas, investiga&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de campo, desenvolvimento de tecnologias, oficinas, mapeamentos, proje&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es, interven&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es urbanas, cria&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o perform&amp;amp;aacute;tica, troca de conhecimentos e muito mais. A quarta-feira se encerra com um F&amp;amp;oacute;rum, organizado em parceria com a Prefeitura, sobre planos de desenvolvimento de tecnologias em Ubatuba. Na quinta, vamos lan&amp;amp;ccedil;ar a segunda edi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o da Facta - revista de Gambiologia. O &amp;amp;Ocirc;nibus Hacker﻿ e o Labmovel﻿ circulam pela cidade com oficinas e projetos.	Na sexta-feira,&amp;amp;nbsp; dia 25, todos os times que se espalharam pela cidade reunem-se para promover a OCUPA. - ocupa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o cultural do Perequ&amp;amp;ecirc;-A&amp;amp;ccedil;u. Vamos transformar, ao menos por um dia, o terminal tur&amp;amp;iacute;stico que ficou tanto tempo abandonado em um centro cultural comunit&amp;amp;aacute;rio, vibrante e din&amp;amp;acirc;mico.	Alguns participantes (e o &amp;amp;Ocirc;nibus Hacker) v&amp;amp;atilde;o at&amp;amp;eacute; estender sua visita a Ubatuba, para prestigiar o anivers&amp;amp;aacute;rio da cidade na segunda-feira.	Todo esse texto somente para contar que a programa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o est&amp;amp;aacute; praticamente finalizada. Acessem aqui: http://tropixel.ubalab.org/ubatuba	===	E para n&amp;amp;atilde;o perder a viagem, se algu&amp;amp;eacute;m leu TUDO ISSO e se interessou, confesso que o festival ainda precisa resolver algumas coisas. Tomamos a decis&amp;amp;atilde;o de contemplar o m&amp;amp;aacute;ximo poss&amp;amp;iacute;vel de propostas enviadas ao festival. No momento, estamos com condi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es de cobrir o transporte e a hospedagem de quase todas entre aquelas dezenas de pessoas que mencionei acima. Mas ainda faltam recursos para bancar a alimenta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, o material para algumas oficinas e mais algumas coisinhas. A gente queria arrecadar muito mais do que conseguimos com a vaquinha online - e eu agrade&amp;amp;ccedil;o profundamente &amp;amp;agrave;s doa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es significativas que por ali apareceram. Mas n&amp;amp;atilde;o tivemos condi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es de dar tanta aten&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o assim &amp;amp;agrave; divulga&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o dela. Ainda assim, vamos mant&amp;amp;ecirc;-la no ar. Se o processo do Tropixel vale alguma coisa para voc&amp;amp;ecirc;, pe&amp;amp;ccedil;o que nos ajude a garantir o bem estar de nossos convidados na pr&amp;amp;oacute;xima semana. Hospedagem solid&amp;amp;aacute;ria; almo&amp;amp;ccedil;os pagos; doa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es de pizzas, esfihas e afins ser&amp;amp;atilde;o aceitas. Dinheiro, naturalmente, tamb&amp;amp;eacute;m: http://tropixel.ubalab.org/pt-br/apoio&lt;/a&gt;</description>
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 <category domain="http://ubalab.org/tag/tropixel">tropixel</category>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/ubalab">ubalab</category>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/ubatuba">ubatuba</category>
 <pubDate>Fri, 18 Oct 2013 05:14:04 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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<item>
 <title>Ubalab na Gaivota FM</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/Ubalab/~3/3hzqp_qRMi0/ubalab-na-gaivota-fm</link>
 <description>&lt;p&gt;Na ter&amp;ccedil;a-feira 17/09 participei do programa de r&amp;aacute;dio &lt;a href="http://gaivota.fm.br" rel="nofollow"&gt;Conex&amp;atilde;o Gaivota&lt;/a&gt;. Contei um pouco sobre a presen&amp;ccedil;a de Paul Singer durante o &lt;a href="http://ubalab.org/blog/ubatuba-no-centro-do-mundo" rel="nofollow"&gt;lan&amp;ccedil;amento da Cooperativa do Azul&lt;/a&gt;. Destaco um trecho do que falei na entrevista:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
	Teve uma coisa que foi interessante no s&amp;aacute;bado. A fala do Paul Singer - e foi bastante inspiradora nesse sentido - deu a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para as pessoas que estavam ali de que Ubatuba estava no centro do mundo. A gente sabe que isso acontece algumas vezes. Tem coisas que acontecem nessa cidade que s&amp;atilde;o de uma inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de uma relev&amp;acirc;ncias para os dias de hoje muito grande. Ubatuba &amp;eacute; um dos exemplos de preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mata atl&amp;acirc;ntica. Todo mundo anda de bicicleta. Tem qualidade de vida. Algumas coisas que nos fazem perceber que Ubatuba &amp;eacute; uma cidade &amp;quot;pra frente&amp;quot;.&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/ubalab-na-gaivota-fm" title="Ubalab na Gaivota FM" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:cooperativa,economia solidária,ecosol,gaivotafm,radio,ubatuba;button:large" class="FlattrButton"&gt;Na ter&amp;amp;ccedil;a-feira 17/09 participei do programa de r&amp;amp;aacute;dio Conex&amp;amp;atilde;o Gaivota. Contei um pouco sobre a presen&amp;amp;ccedil;a de Paul Singer durante o lan&amp;amp;ccedil;amento da Cooperativa do Azul. Destaco um trecho do que falei na entrevista:	Teve uma coisa que foi interessante no s&amp;amp;aacute;bado. A fala do Paul Singer - e foi bastante inspiradora nesse sentido - deu a sensa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o para as pessoas que estavam ali de que Ubatuba estava no centro do mundo. A gente sabe que isso acontece algumas vezes. Tem coisas que acontecem nessa cidade que s&amp;amp;atilde;o de uma inova&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o e de uma relev&amp;amp;acirc;ncias para os dias de hoje muito grande. Ubatuba &amp;amp;eacute; um dos exemplos de preserva&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o da mata atl&amp;amp;acirc;ntica. Todo mundo anda de bicicleta. Tem qualidade de vida. Algumas coisas que nos fazem perceber que Ubatuba &amp;amp;eacute; uma cidade &amp;amp;quot;pra frente&amp;amp;quot;.&lt;/a&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 26 Sep 2013 02:43:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Palestra "Captação e Mobilização de Recursos" - Marcelo Estraviz</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/Ubalab/~3/O7lexAQHDG8/palestra-captacao-e-mobilizacao-de-recursos-marcelo-estraviz</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.estraviz.com.br/" rel="nofollow"&gt;Marcelo Estraviz&lt;/a&gt;, aliado que estava por perto quando surgiram as primeiras conversas que inspiraram a &lt;a href="http://rede.metareciclagem.org" rel="nofollow"&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;, mais de dez anos atr&amp;aacute;s, est&amp;aacute; vindo para Ubatuba na pr&amp;oacute;xima semana a convite da Escola &lt;a href="http://www.jardimprimavera.com.br/" rel="nofollow"&gt;Jardim Primavera Iniciativa Waldorf&lt;/a&gt;. Na noite da sexta-feira, Estraviz vai dar uma palestra sobre &amp;quot;Capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Recursos&amp;quot; no Sobrad&amp;atilde;o do Porto. Recomendo a todo mundo em Ubatuba e regi&amp;atilde;o que se dedica a fazer projetos e ideias acontecerem. Abaixo o servi&amp;ccedil;o completo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="/sites/ubalab.org/files/images/flyer estraviz.png" width="500" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;style type="text/css"&gt;
P { margin-bottom: 0.21cm; }A:link {  }	&lt;/style&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p align="CENTER"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;A ESCOLA JARDIM PRIMAVERA PROMOVE A PALESTRA&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="CENTER"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;CAPTA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O E MOBILIZA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE RECURSOS&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="CENTER"&gt;com Marcelo Estraviz&lt;/p&gt;
&lt;p align="CENTER"&gt;Dia 27 de setembro, sexta-feira, &amp;agrave;s 19h&lt;/p&gt;
&lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span&gt;Sobrad&amp;atilde;o do Porto (Fundart)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span&gt;Pra&amp;ccedil;a Anchieta, n&amp;ordm; 38, Centro, Ubatuba/SP.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;A Escola Jardim Primavera Iniciativa Waldorf convida todos os interessados a assistir &amp;agrave; palestra de &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Marcelo Estraviz&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; sobre capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos para projetos sociais e culturais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span&gt;Marcelo Estraviz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; apresenta elementos e iniciativas que contribuem para a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o aperfei&amp;ccedil;oamento de um departamento de capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos, fazendo com que a &amp;aacute;rea possa se estabelecer, profissionalizar e manter-se ativa e eficaz dentro de organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem fins lucrativos e projetos culturais. Apresenta tamb&amp;eacute;m aos participantes as principais atividades e t&amp;eacute;cnicas para que uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicie um planejamento estruturado na mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos, por meio de seus aliados e futuros parceiros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Custo:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;u&gt;Gratuito&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Sobre Marcelo Estraviz&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;: Empreendedor social, palestrante e escritor. Ex-presidente da ABCR - Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Captadores de Recursos, Conselheiro do Greenpeace e embaixador da iniciativa The Hub. Professor do MBA de Gest&amp;atilde;o e Empreendedorismo Social da FIA/USP-Gife. Co-autor do livro &amp;quot;Capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de diferentes recursos para organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da sociedade civil&amp;quot; e autor de &amp;quot;Um dia de captador&amp;quot;. &amp;Eacute; tamb&amp;eacute;m Presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ex-alunos do Col&amp;eacute;gio Miguel de Cervantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;a href="http://about.me/marcelo.estraviz" rel="nofollow"&gt;http://about.me/marcelo.estraviz&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Sobre o Jardim Primavera:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span&gt;Escola localizada no Centro de Ubatuba que tem como princ&amp;iacute;pio a Pedagogia Waldorf, baseada na Antroposofia. A Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Jardim Primavera, mantenedora da Escola, d&amp;aacute; especial import&amp;acirc;ncia &amp;agrave; economia associativa, &amp;agrave; colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; sustentabilidade de projetos socioculturais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;a href="http://jardimprimavera.com.br/" rel="nofollow"&gt;http://jardimprimavera.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;b&gt;Apoio:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt; Pousada Albatroz, Pizzaria Or&amp;eacute;gano, Padaria Integrale e Ubalab.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/palestra-captacao-e-mobilizacao-de-recursos-marcelo-estraviz" title="Palestra &amp;amp;quot;Captação e Mobilização de Recursos&amp;amp;quot; - Marcelo Estraviz" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:aliadxs,antroposofia,captação de recursos,estraviz,jardim primavera,projetos,recursos,waldorf;button:large" class="FlattrButton"&gt;Marcelo Estraviz, aliado que estava por perto quando surgiram as primeiras conversas que inspiraram a MetaReciclagem, mais de dez anos atr&amp;amp;aacute;s, est&amp;amp;aacute; vindo para Ubatuba na pr&amp;amp;oacute;xima semana a convite da Escola Jardim Primavera Iniciativa Waldorf. Na noite da sexta-feira, Estraviz vai dar uma palestra sobre &amp;amp;quot;Capta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o e Mobiliza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de Recursos&amp;amp;quot; no Sobrad&amp;amp;atilde;o do Porto. Recomendo a todo mundo em Ubatuba e regi&amp;amp;atilde;o que se dedica a fazer projetos e ideias acontecerem. Abaixo o servi&amp;amp;ccedil;o completo.	P { margin-bottom: 0.21cm; }A:link {  }	A ESCOLA JARDIM PRIMAVERA PROMOVE A PALESTRACAPTA&amp;amp;Ccedil;&amp;amp;Atilde;O E MOBILIZA&amp;amp;Ccedil;&amp;amp;Atilde;O DE RECURSOScom Marcelo EstravizDia 27 de setembro, sexta-feira, &amp;amp;agrave;s 19hSobrad&amp;amp;atilde;o do Porto (Fundart)Pra&amp;amp;ccedil;a Anchieta, n&amp;amp;ordm; 38, Centro, Ubatuba/SP.A Escola Jardim Primavera Iniciativa Waldorf convida todos os interessados a assistir &amp;amp;agrave; palestra de Marcelo Estraviz sobre capta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o e mobiliza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de recursos para projetos sociais e culturais.Marcelo Estraviz apresenta elementos e iniciativas que contribuem para a cria&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o e o aperfei&amp;amp;ccedil;oamento de um departamento de capta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de recursos, fazendo com que a &amp;amp;aacute;rea possa se estabelecer, profissionalizar e manter-se ativa e eficaz dentro de organiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es sem fins lucrativos e projetos culturais. Apresenta tamb&amp;amp;eacute;m aos participantes as principais atividades e t&amp;amp;eacute;cnicas para que uma organiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o inicie um planejamento estruturado na mobiliza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de recursos, por meio de seus aliados e futuros parceiros.Custo: Gratuito.Sobre Marcelo Estraviz: Empreendedor social, palestrante e escritor. Ex-presidente da ABCR - Associa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o Brasileira de Captadores de Recursos, Conselheiro do Greenpeace e embaixador da iniciativa The Hub. Professor do MBA de Gest&amp;amp;atilde;o e Empreendedorismo Social da FIA/USP-Gife. Co-autor do livro &amp;amp;quot;Capta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de diferentes recursos para organiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es da sociedade civil&amp;amp;quot; e autor de &amp;amp;quot;Um dia de captador&amp;amp;quot;. &amp;amp;Eacute; tamb&amp;amp;eacute;m Presidente da Associa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de ex-alunos do Col&amp;amp;eacute;gio Miguel de Cervantes.	http://about.me/marcelo.estravizSobre o Jardim Primavera: Escola localizada no Centro de Ubatuba que tem como princ&amp;amp;iacute;pio a Pedagogia Waldorf, baseada na Antroposofia. A Associa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o Jardim Primavera, mantenedora da Escola, d&amp;amp;aacute; especial import&amp;amp;acirc;ncia &amp;amp;agrave; economia associativa, &amp;amp;agrave; colabora&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o e &amp;amp;agrave; sustentabilidade de projetos socioculturais.	http://jardimprimavera.com.brApoio: Pousada Albatroz, Pizzaria Or&amp;amp;eacute;gano, Padaria Integrale e Ubalab.&lt;/a&gt;</description>
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 <pubDate>Sat, 21 Sep 2013 21:31:01 +0000</pubDate>
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 <title>Ubatuba no centro do mundo</title>
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 <description>&lt;p&gt;S&amp;aacute;bado passado fui prestigiar o lan&amp;ccedil;amento da Cooperativa do Azul, formada por integrantes do Quilombo da Fazenda, na regi&amp;atilde;o norte de Ubatuba. J&amp;aacute; h&amp;aacute; alguns anos acompanho curioso os desenvolvimentos por l&amp;aacute;. Tive a oportunidade de conhecer algumas pessoas envolvidas, e fiquei tocado com cada uma delas. Se aquela tarde fosse dedicada somente ao lan&amp;ccedil;amento da Cooperativa, j&amp;aacute; seria assunto suficiente. Mas havia muito mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="/sites/ubalab.org/files/images/2013-09-14 15_03_06.jpg" width="500" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro assunto da tarde era a presen&amp;ccedil;a ilustre do professor Paul Singer, que hoje ocupa a Secretaria Nacional de Economia Solid&amp;aacute;ria, al&amp;eacute;m de acumular d&amp;eacute;cadas dedicado &amp;agrave; dif&amp;iacute;cil tarefa de construir, tijolo a tijolo, um mundo melhor. Ele estava ali, como eu comentei ontem &amp;agrave; tarde na &lt;a href="http://gaivota.fm.br" rel="nofollow"&gt;Gaivota FM&lt;/a&gt;, cumprindo um papel duplo. O primeiro, e mais importante, era inspirar as pessoas a tomarem nas m&amp;atilde;os seu pr&amp;oacute;prio destino, e acreditarem que existem maneiras fact&amp;iacute;veis de mudar a realidade em que vivem. O segundo era, representando a Secretaria que coordena, assinar termos de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a cidade de Ubatuba, representativos de um imenso potencial de desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico inclusivo e solid&amp;aacute;rio nessa cidade cercada de natureza, popula&amp;ccedil;&amp;otilde;es tradicionais e futuros promissores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o vou narrar &lt;a href="http://www.ubatuba.sp.gov.br/noticias/visita-ilustre-de-paul-singer-marca-serie-de-acoes-em-prol-das-comunidades-tradicionais-de-ubatuba/" rel="nofollow"&gt;tudo que aconteceu&lt;/a&gt; ap&amp;oacute;s o (delicioso) almo&amp;ccedil;o servido pela comunidade do Quilombo da Fazenda. Quero s&amp;oacute; compartilhar a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ficou depois, enquanto percorria a estrada de volta ao Perequ&amp;ecirc;-A&amp;ccedil;u. Uma amiga que me acompanhava comentou que parecia estar saindo de um sonho, de uma realidade paralela. Eu pensei um pouco, e a mim parecia que era um daqueles momentos em que Ubatuba est&amp;aacute; no centro do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;P.S.:&lt;/strong&gt; o m&amp;iacute;nimo que quero fazer depois daquele s&amp;aacute;bado m&amp;aacute;gico &amp;eacute; me esfor&amp;ccedil;ar para que, durante o &lt;a href="http://tropixel.ubalab.org" rel="nofollow"&gt;Tropixel&lt;/a&gt;, Ubatuba se torne por mais alguns instantes o centro do mundo. Pela quantidade e diversidade de propostas que recebemos, e pelo perfil das pessoas cuja presen&amp;ccedil;a j&amp;aacute; estamos confirmando, Ubatuba vai ser o centro do universo entre 21 e 25 de outubro deste ano. Espero todo mundo por aqui!&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/ubatuba-no-centro-do-mundo" title="Ubatuba no centro do mundo" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:associativismo,cooperativa,economia solidária,ecosol,fazenda,paul singer,quilombo,quilombo da fazenda,tropixel,ubatuba;button:large" class="FlattrButton"&gt;S&amp;amp;aacute;bado passado fui prestigiar o lan&amp;amp;ccedil;amento da Cooperativa do Azul, formada por integrantes do Quilombo da Fazenda, na regi&amp;amp;atilde;o norte de Ubatuba. J&amp;amp;aacute; h&amp;amp;aacute; alguns anos acompanho curioso os desenvolvimentos por l&amp;amp;aacute;. Tive a oportunidade de conhecer algumas pessoas envolvidas, e fiquei tocado com cada uma delas. Se aquela tarde fosse dedicada somente ao lan&amp;amp;ccedil;amento da Cooperativa, j&amp;amp;aacute; seria assunto suficiente. Mas havia muito mais.Outro assunto da tarde era a presen&amp;amp;ccedil;a ilustre do professor Paul Singer, que hoje ocupa a Secretaria Nacional de Economia Solid&amp;amp;aacute;ria, al&amp;amp;eacute;m de acumular d&amp;amp;eacute;cadas dedicado &amp;amp;agrave; dif&amp;amp;iacute;cil tarefa de construir, tijolo a tijolo, um mundo melhor. Ele estava ali, como eu comentei ontem &amp;amp;agrave; tarde na Gaivota FM, cumprindo um papel duplo. O primeiro, e mais importante, era inspirar as pessoas a tomarem nas m&amp;amp;atilde;os seu pr&amp;amp;oacute;prio destino, e acreditarem que existem maneiras fact&amp;amp;iacute;veis de mudar a realidade em que vivem. O segundo era, representando a Secretaria que coordena, assinar termos de coopera&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o com a cidade de Ubatuba, representativos de um imenso potencial de desenvolvimento econ&amp;amp;ocirc;mico inclusivo e solid&amp;amp;aacute;rio nessa cidade cercada de natureza, popula&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es tradicionais e futuros promissores.N&amp;amp;atilde;o vou narrar tudo que aconteceu ap&amp;amp;oacute;s o (delicioso) almo&amp;amp;ccedil;o servido pela comunidade do Quilombo da Fazenda. Quero s&amp;amp;oacute; compartilhar a sensa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o que ficou depois, enquanto percorria a estrada de volta ao Perequ&amp;amp;ecirc;-A&amp;amp;ccedil;u. Uma amiga que me acompanhava comentou que parecia estar saindo de um sonho, de uma realidade paralela. Eu pensei um pouco, e a mim parecia que era um daqueles momentos em que Ubatuba est&amp;amp;aacute; no centro do mundo.P.S.: o m&amp;amp;iacute;nimo que quero fazer depois daquele s&amp;amp;aacute;bado m&amp;amp;aacute;gico &amp;amp;eacute; me esfor&amp;amp;ccedil;ar para que, durante o Tropixel, Ubatuba se torne por mais alguns instantes o centro do mundo. Pela quantidade e diversidade de propostas que recebemos, e pelo perfil das pessoas cuja presen&amp;amp;ccedil;a j&amp;amp;aacute; estamos confirmando, Ubatuba vai ser o centro do universo entre 21 e 25 de outubro deste ano. Espero todo mundo por aqui!&lt;/a&gt;</description>
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 <pubDate>Thu, 19 Sep 2013 01:32:27 +0000</pubDate>
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 <title>Festival Tropixel</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/Ubalab/~3/hvwHDsKPgCo/festival-tropixel</link>
 <description>&lt;p&gt;J&amp;aacute; faz aproximadamente tr&amp;ecirc;s anos que tenho buscado articular a&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas entre o contexto local de Ubatuba e um sem-n&amp;uacute;mero de refer&amp;ecirc;ncias contempor&amp;acirc;neas sobre reflex&amp;atilde;o e pr&amp;aacute;tica transformadoras. Nesse meio-tempo conheci bastante gente, testei ideias, provoquei algumas quest&amp;otilde;es. Desde quando comecei a articular o &lt;a href="ubalab.org" rel="nofollow"&gt;ubalab&lt;/a&gt; como &lt;a href="/blog/ubalab-polo-de-tecnologias-livres-status" rel="nofollow"&gt;esporo de cultura digital&lt;/a&gt;, j&amp;aacute; me perguntava sobre a viabilidade e relev&amp;acirc;ncia de pensar algum evento em Ubatuba ligado ao que ent&amp;atilde;o eu chamava de &amp;quot;cultura livre&amp;quot;. Vieram o &lt;a href="/blog/encontrinho-mutgamb" rel="nofollow"&gt;encontrinho do MutGamb&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://rede.metareciclagem.org/wiki/HiperTropicalDocumentando" rel="nofollow"&gt;encontr&amp;atilde;o Hipertropical da MetaReciclagem&lt;/a&gt;. O primeiro era uma reuni&amp;atilde;o de trabalho, restrita ao grupo de pessoas respons&amp;aacute;vel pelo &lt;a href="http://mutgamb.org" rel="nofollow"&gt;MutGamb&lt;/a&gt;. O segnundo j&amp;aacute; ensaiava um movimento mais aberto, mas era ainda um encontro de rede, de pessoas que j&amp;aacute; se conheciam e compartilhavam - mesmo que com enorme diversidade - uma s&amp;eacute;rie de refer&amp;ecirc;ncias e anseios. Por mais que fosse um evento aberto &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, da perspectiva da cidade ele se colocava como uma constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o autorreferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="Encontrão Hipertropical de MetaReciclagem" src="http://farm9.staticflickr.com/8009/7171378711_c255456374_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse meio-tempo, continuei observando e acompanhando tanto os ritmos da cidade quanto os circuitos mundo afora. Participei de mais alguns &lt;a href="/tag/eventos" rel="nofollow"&gt;eventos&lt;/a&gt;. Fiquei curioso e esperan&amp;ccedil;oso com o que me parece uma mudan&amp;ccedil;a de orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a nova administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o municipal. Testemunhei feliz o alto n&amp;iacute;vel de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas confer&amp;ecirc;ncias municipais e eventos similares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Preparando o &lt;a href="/tag/pixelache" rel="nofollow"&gt;Pixelache&lt;/a&gt;, em maio, eu pude pensar bastante a respeito de formatos. Aquele modelo de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o altamente estruturado e quase inescap&amp;aacute;vel dos eventos em cidades ocidentais contempor&amp;acirc;neas, que acabamos quase for&amp;ccedil;ados a adotar em Helsinque - semin&amp;aacute;rio, exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em um lugar central, workshops, programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o bem definida, separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara entre p&amp;uacute;blico e participantes - me parecia bastante question&amp;aacute;vel para o contexto de Ubatuba. J&amp;aacute; durante o &lt;a href="http://www.pixelache.ac/festival-2013/camp-2013/" rel="nofollow"&gt;Camp Pixelache&lt;/a&gt;, na ilha de Naissaar - que tinha um formato solto, mais para encontro de rede -, eu fiquei imaginando meus planos para o festival em Ubatuba como um jogo de cartas. Semin&amp;aacute;rio seria uma carta, a ser usada com inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas, que tinha pressupostos e limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es bem particulares. Mostra, oficinas, atividades ao ar livre, refei&amp;ccedil;&amp;otilde;es - todas cartas que podem ser jogadas, mas devem ser muito bem avaliadas. Cada uma tem um efeito diferente na realidade, na din&amp;acirc;mica do encontro, na expectativa de participantes. Conversei com muita gente sobre a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fazer alguma coisa por aqui, e fiz uma pequena apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o-convite em uma sess&amp;atilde;o do Camp Pixelache. A primeira semente estava lan&amp;ccedil;ada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="Apresentando os planos para Ubatuba durante o Camp Pixelache - Foto de Kruno Jost (Gentlejunk)" src="http://farm6.staticflickr.com/5335/8804750329_31015885c9_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comecei ent&amp;atilde;o a planejar de maneira mais concreta a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um Festival em Ubatuba. Chamo de Festival, e n&amp;atilde;o encontro, porque dessa vez imagino um evento voltado &amp;quot;para fora&amp;quot;, que busque relacionar-se com pessoas que ainda n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o habituadas com todo aquele universo conceitual da cultura livre, do ativismo midi&amp;aacute;tico, dos rizomas e TAZes, do c&amp;oacute;digo livre/aberto e da bricolagem tecnol&amp;oacute;gica. &amp;Eacute; tamb&amp;eacute;m uma maneira de testar a hip&amp;oacute;tese do &lt;a href="http://blog.redelabs.org/blog/future-everything-festivais-como-laboratorios-vivos" rel="nofollow"&gt;Festival como Laborat&amp;oacute;rio Vivo&lt;/a&gt; como o Future Everything prop&amp;otilde;e. O Festival se relaciona, naturalmente, com outros projetos que quero viabilizar na cidade no futuro: um espa&amp;ccedil;o dedicado ao recondicionamento, apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica e experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o criativa com equipamentos eletr&amp;ocirc;nicos descartados (com base na &lt;a href="http://rede.metareciclagem.org" rel="nofollow"&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt; e levando em conta a complexidade da quest&amp;atilde;o do &lt;a href="http://lixoeletronico.org" rel="nofollow"&gt;lixo eletr&amp;ocirc;nico&lt;/a&gt;) e um espa&amp;ccedil;o de trabalho e agenciamento para projetos de cultura e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ou os dois espa&amp;ccedil;os em um s&amp;oacute;, a depender do que vier pela frente).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://tropixel.ubalab.org" rel="nofollow"&gt;&lt;img align="right" alt="" src="/sites/ubalab.org/files/images/tropixel-logo.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;O festival j&amp;aacute; tem nome e site: &lt;a href="http://tropixel.ubalab.org" rel="nofollow"&gt;Tropixel&lt;/a&gt;. Tem data marcada (21 a 25 de outubro de 2013) e lugar para acontecer (em tr&amp;ecirc;s ou quatro lugares de Ubatuba). Est&amp;aacute; sendo planejado por &lt;a href="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/quem" rel="nofollow"&gt;pessoas que eu muito admiro&lt;/a&gt;. Ele se insere, como j&amp;aacute; sugeri acima, em um hist&amp;oacute;rico que vem de longe, e cujos cap&amp;iacute;tulos mais recentes s&amp;atilde;o o &lt;a href="http://blog.redelabs.org/blog/labx-festival-culturadigitalbr" rel="nofollow"&gt;Labx no festival CulturaDigital.br&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://rede.metareciclagem.org/wiki/HiperTropicalDocumentando" rel="nofollow"&gt;Encontr&amp;atilde;o Hipertropical de MetaReciclagem&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://www.cigac.org/" rel="nofollow"&gt;Cigac Semi&amp;aacute;rido&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://www.pixelache.ac/festival-2013/bricolabs-programme/" rel="nofollow"&gt;programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Bricolabs no Pixelache 2013&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como o nome sugere, o festival Tropixel aproxima-se da &lt;a href="http://network.pixelache.ac/" rel="nofollow"&gt;rede de eventos Pixelache&lt;/a&gt;. Ao longo das conversas, decidimos deixar de lado o enfoque em cultura digital e ampli&amp;aacute;-lo para &amp;quot;arte, ci&amp;ecirc;ncia, tecnologia e sociedade&amp;quot;. Queremos nos aprofundar em tr&amp;ecirc;s &lt;a href="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/eixos" rel="nofollow"&gt;grupos de temas&lt;/a&gt;: ambientes, pessoas e coisas. Vamos organizar um semin&amp;aacute;rio de um dia, seguido de tr&amp;ecirc;s dias de laborat&amp;oacute;rio tempor&amp;aacute;rio e n&amp;ocirc;made. E estamos abertos a receber &lt;a href="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/participe-do-tropixel" rel="nofollow"&gt;propostas de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, atrav&amp;eacute;s de uma chamada. Ainda estamos buscando &lt;a href="http://tropixel.ubalab.org/pt-br/apoio" rel="nofollow"&gt;apoio financeiro&lt;/a&gt; mais concreto para decidir se teremos como bancar hospedagem e transporte para as propostas aceitas, mas arranjos solid&amp;aacute;rios e compartilhados tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o poss&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;P.S.:&lt;/strong&gt; Valeu &lt;a href="http://www.alfarrabio.org/" rel="nofollow"&gt;Bica&lt;/a&gt; pelo toque de revis&amp;atilde;o ;)&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/festival-tropixel" title="Festival Tropixel" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:eventos,metareciclagem,pixelache,projetos,tropixel,ubalab,ubatuba;button:large" class="FlattrButton"&gt;J&amp;amp;aacute; faz aproximadamente tr&amp;amp;ecirc;s anos que tenho buscado articular a&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es concretas entre o contexto local de Ubatuba e um sem-n&amp;amp;uacute;mero de refer&amp;amp;ecirc;ncias contempor&amp;amp;acirc;neas sobre reflex&amp;amp;atilde;o e pr&amp;amp;aacute;tica transformadoras. Nesse meio-tempo conheci bastante gente, testei ideias, provoquei algumas quest&amp;amp;otilde;es. Desde quando comecei a articular o ubalab como esporo de cultura digital, j&amp;amp;aacute; me perguntava sobre a viabilidade e relev&amp;amp;acirc;ncia de pensar algum evento em Ubatuba ligado ao que ent&amp;amp;atilde;o eu chamava de &amp;amp;quot;cultura livre&amp;amp;quot;. Vieram o encontrinho do MutGamb e o encontr&amp;amp;atilde;o Hipertropical da MetaReciclagem. O primeiro era uma reuni&amp;amp;atilde;o de trabalho, restrita ao grupo de pessoas respons&amp;amp;aacute;vel pelo MutGamb. O segnundo j&amp;amp;aacute; ensaiava um movimento mais aberto, mas era ainda um encontro de rede, de pessoas que j&amp;amp;aacute; se conheciam e compartilhavam - mesmo que com enorme diversidade - uma s&amp;amp;eacute;rie de refer&amp;amp;ecirc;ncias e anseios. Por mais que fosse um evento aberto &amp;amp;agrave; participa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, da perspectiva da cidade ele se colocava como uma constru&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o autorreferente.Nesse meio-tempo, continuei observando e acompanhando tanto os ritmos da cidade quanto os circuitos mundo afora. Participei de mais alguns eventos. Fiquei curioso e esperan&amp;amp;ccedil;oso com o que me parece uma mudan&amp;amp;ccedil;a de orienta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o com a nova administra&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o municipal. Testemunhei feliz o alto n&amp;amp;iacute;vel de participa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o nas confer&amp;amp;ecirc;ncias municipais e eventos similares.Preparando o Pixelache, em maio, eu pude pensar bastante a respeito de formatos. Aquele modelo de atua&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o altamente estruturado e quase inescap&amp;amp;aacute;vel dos eventos em cidades ocidentais contempor&amp;amp;acirc;neas, que acabamos quase for&amp;amp;ccedil;ados a adotar em Helsinque - semin&amp;amp;aacute;rio, exposi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o em um lugar central, workshops, programa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o bem definida, separa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o clara entre p&amp;amp;uacute;blico e participantes - me parecia bastante question&amp;amp;aacute;vel para o contexto de Ubatuba. J&amp;amp;aacute; durante o Camp Pixelache, na ilha de Naissaar - que tinha um formato solto, mais para encontro de rede -, eu fiquei imaginando meus planos para o festival em Ubatuba como um jogo de cartas. Semin&amp;amp;aacute;rio seria uma carta, a ser usada com inten&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es espec&amp;amp;iacute;ficas, que tinha pressupostos e limita&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es bem particulares. Mostra, oficinas, atividades ao ar livre, refei&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es - todas cartas que podem ser jogadas, mas devem ser muito bem avaliadas. Cada uma tem um efeito diferente na realidade, na din&amp;amp;acirc;mica do encontro, na expectativa de participantes. Conversei com muita gente sobre a inten&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de fazer alguma coisa por aqui, e fiz uma pequena apresenta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o-convite em uma sess&amp;amp;atilde;o do Camp Pixelache. A primeira semente estava lan&amp;amp;ccedil;ada.Comecei ent&amp;amp;atilde;o a planejar de maneira mais concreta a realiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de um Festival em Ubatuba. Chamo de Festival, e n&amp;amp;atilde;o encontro, porque dessa vez imagino um evento voltado &amp;amp;quot;para fora&amp;amp;quot;, que busque relacionar-se com pessoas que ainda n&amp;amp;atilde;o est&amp;amp;atilde;o habituadas com todo aquele universo conceitual da cultura livre, do ativismo midi&amp;amp;aacute;tico, dos rizomas e TAZes, do c&amp;amp;oacute;digo livre/aberto e da bricolagem tecnol&amp;amp;oacute;gica. &amp;amp;Eacute; tamb&amp;amp;eacute;m uma maneira de testar a hip&amp;amp;oacute;tese do Festival como Laborat&amp;amp;oacute;rio Vivo como o Future Everything prop&amp;amp;otilde;e. O Festival se relaciona, naturalmente, com outros projetos que quero viabilizar na cidade no futuro: um espa&amp;amp;ccedil;o dedicado ao recondicionamento, apropria&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o cr&amp;amp;iacute;tica e experimenta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o criativa com equipamentos eletr&amp;amp;ocirc;nicos descartados (com base na MetaReciclagem e levando em conta a complexidade da quest&amp;amp;atilde;o do lixo eletr&amp;amp;ocirc;nico) e um espa&amp;amp;ccedil;o de trabalho e agenciamento para projetos de cultura e educa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o (ou os dois espa&amp;amp;ccedil;os em um s&amp;amp;oacute;, a depender do que vier pela frente).O festival j&amp;amp;aacute; tem nome e site: Tropixel. Tem data marcada (21 a 25 de outubro de 2013) e lugar para acontecer (em tr&amp;amp;ecirc;s ou quatro lugares de Ubatuba). Est&amp;amp;aacute; sendo planejado por pessoas que eu muito admiro. Ele se insere, como j&amp;amp;aacute; sugeri acima, em um hist&amp;amp;oacute;rico que vem de longe, e cujos cap&amp;amp;iacute;tulos mais recentes s&amp;amp;atilde;o o Labx no festival CulturaDigital.br, o Encontr&amp;amp;atilde;o Hipertropical de MetaReciclagem, a Cigac Semi&amp;amp;aacute;rido, a programa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o Bricolabs no Pixelache 2013.Como o nome sugere, o festival Tropixel aproxima-se da rede de eventos Pixelache. Ao longo das conversas, decidimos deixar de lado o enfoque em cultura digital e ampli&amp;amp;aacute;-lo para &amp;amp;quot;arte, ci&amp;amp;ecirc;ncia, tecnologia e sociedade&amp;amp;quot;. Queremos nos aprofundar em tr&amp;amp;ecirc;s grupos de temas: ambientes, pessoas e coisas. Vamos organizar um semin&amp;amp;aacute;rio de um dia, seguido de tr&amp;amp;ecirc;s dias de laborat&amp;amp;oacute;rio tempor&amp;amp;aacute;rio e n&amp;amp;ocirc;made. E estamos abertos a receber propostas de participa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, atrav&amp;amp;eacute;s de uma chamada. Ainda estamos buscando apoio financeiro mais concreto para decidir se teremos como bancar hospedagem e transporte para as propostas aceitas, mas arranjos solid&amp;amp;aacute;rios e compartilhados tamb&amp;amp;eacute;m s&amp;amp;atilde;o poss&amp;amp;iacute;veis.P.S.: Valeu Bica pelo toque de revis&amp;amp;atilde;o ;)&lt;/a&gt;</description>
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 <pubDate>Fri, 02 Aug 2013 21:01:26 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Oficinas - Rádio e Mapas</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/Ubalab/~3/fMdKTWK4PLE/oficinas-radio-e-mapas</link>
 <description>&lt;p&gt;Publicando alguns resultados das oficinas de R&amp;aacute;dio e Mapas que desenvolvemos na Semana de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ubatuba:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
	&lt;li&gt;
		&lt;a href="https://soundcloud.com/efeefe/ubatuba-sim-como-assim" rel="nofollow"&gt;Programinha de r&amp;aacute;dio &amp;quot;Ubatuba Sim - Como Assim?&amp;quot;&lt;/a&gt; falando sobre a onda de frio na cidade.&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;
		Fotos da oficina de Mapas digitais, abaixo (veja mais no &lt;a href="https://www.flickr.com/photos/felipefonseca/sets/72157624852757243/" rel="nofollow"&gt;Set Ubalab&lt;/a&gt; do Flickr).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
	&lt;img alt="" src="https://farm8.staticflickr.com/7411/9380416302_81a3393781_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://farm4.staticflickr.com/3796/9377612881_f168f55f12_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://farm6.staticflickr.com/5550/9377607961_92d187b370_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://farm3.staticflickr.com/2891/9380395782_7123fc4840_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://farm8.staticflickr.com/7439/9377591715_de9c6b9cbe_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://farm4.staticflickr.com/3770/9380379524_ee6ca37248_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="https://farm4.staticflickr.com/3765/9377574675_4016dc3d9f_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/oficinas-radio-e-mapas" title="Oficinas - Rádio e Mapas" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:eventos,geo,oficinas,radio,semana,ubatuba;button:large" class="FlattrButton"&gt;Publicando alguns resultados das oficinas de R&amp;amp;aacute;dio e Mapas que desenvolvemos na Semana de Educa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de Ubatuba:			Programinha de r&amp;amp;aacute;dio &amp;amp;quot;Ubatuba Sim - Como Assim?&amp;amp;quot; falando sobre a onda de frio na cidade.			Fotos da oficina de Mapas digitais, abaixo (veja mais no Set Ubalab do Flickr).&lt;/a&gt;</description>
 <category domain="http://ubalab.org/tag/eventos">eventos</category>
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 <category domain="http://ubalab.org/tag/semana">semana</category>
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 <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 20:37:32 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Oficinas Ubalab</title>
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 <description>&lt;p&gt;Eu e Jorge Miguez estamos ministrando duas oficinas na Semana de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ubatuba, que acontece nos pr&amp;oacute;ximos dias na Escola Municipal Tancredo Neves. Uma oficina &amp;eacute; sobre mapeamento digital, propondo maneiras de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cartografia experimental como ferramenta de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, problematiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e conscientiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica. A outra oficina &amp;eacute; sobre r&amp;aacute;dio digital, com foco no ambiente escolar.&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/oficinas-ubalab" title="Oficinas Ubalab" lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:eventos,oficinas,ubatuba;button:large" class="FlattrButton"&gt;Eu e Jorge Miguez estamos ministrando duas oficinas na Semana de Educa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de Ubatuba, que acontece nos pr&amp;amp;oacute;ximos dias na Escola Municipal Tancredo Neves. Uma oficina &amp;amp;eacute; sobre mapeamento digital, propondo maneiras de utiliza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o da cartografia experimental como ferramenta de educa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, problematiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o social e conscientiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o pol&amp;amp;iacute;tica. A outra oficina &amp;amp;eacute; sobre r&amp;amp;aacute;dio digital, com foco no ambiente escolar.&lt;/a&gt;</description>
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 <category domain="http://ubalab.org/tag/ubatuba">ubatuba</category>
 <pubDate>Mon, 22 Jul 2013 19:26:48 +0000</pubDate>
 <dc:creator>efeefe</dc:creator>
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 <title>Por que eu não falo só sobre tecnologia...</title>
 <link>http://feedproxy.google.com/~r/Ubalab/~3/hrzV6FD7NxE/por-que-eu-nao-falo-so-sobre-tecnologia</link>
 <description>&lt;p&gt;Estou articulando um festival internacional em Ubatuba no fim de outubro deste ano. &amp;Eacute; interessante perceber a rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pessoas quando percebem que n&amp;atilde;o estou propondo um evento sobre &amp;quot;computadores&amp;quot; ou &amp;quot;internet&amp;quot;. T&amp;ecirc;m essa expectativa porque eu costumo me apresentar falando sobre a &lt;a href="http://rede.metareciclagem.org" rel="nofollow"&gt;MetaReciclagem&lt;/a&gt;, cultura digital e outros assuntos. Entretanto, meu foco principal (nas iniciativas e contatos que articulo, nos projetos que desenvolvo, no mestrado) &amp;eacute; estabelecer espa&amp;ccedil;os de troca e a&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos quais coisas novas possam ser desenvolvidas por pessoas com forma&amp;ccedil;&amp;otilde;es diversas. E isso tem a ver com muitos assuntos ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprendi a desconfiar da palavra inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que costuma estar muito associada a prop&amp;oacute;sitos comerciais, mas confesso que n&amp;atilde;o encontrei um substituto adequado para designar um certo impulso por transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o que costuma estar por tr&amp;aacute;s desses espa&amp;ccedil;os. Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a cidadania, foi como escrevi recentemente em uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de slides para autoridades. Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa (porque parece instrumental, utilitarista demais), mas toca em um ponto importante: os espa&amp;ccedil;os de troca voltados &amp;agrave; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o (que eu frequentemente chamo de &amp;quot;laborat&amp;oacute;rios experimentais&amp;quot;) precisam se situar no seu entorno, na cidade. N&amp;atilde;o somente estar localizados em algum lugar, mas precisam se relacionar com o que existe a sua volta, ter consci&amp;ecirc;ncia do impacto que t&amp;ecirc;m, trabalhar com potencialidades do bairro, da cidade, da regi&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="Cidade, ruas, rede" src="http://farm8.staticflickr.com/7022/6814997109_8f445caea3_d.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; escrevi de forma mais extensa sobre isso em diversos &lt;a href="http://efeefe.no-ip.org/tag/urbe" rel="nofollow"&gt;textos e anota&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt;. Propus a &lt;a href="http://efeefe.no-ip.org/livro/lpd/metareciclando-cidades-digitais" rel="nofollow"&gt;MetaReciclagem das cidades digitais&lt;/a&gt;, propus os labs experimentais como &lt;a href="http://blog.redelabs.org/blog/laboratorios-experimentais-interface-rede-rua" rel="nofollow"&gt;interface entre rede e rua&lt;/a&gt; (uma aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o que muita gente est&amp;aacute; fazendo nessas &amp;uacute;ltimas semanas), externei minha preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a &lt;a href="http://ubalab.org/blog/cidades-digitais-gramatica-do-controle-e-os-protocolos-livres" rel="nofollow"&gt;gram&amp;aacute;tica do controle&lt;/a&gt; presente nos gigantescos projetos de cidades digitais. sugeri que iniciativas de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o urbana tinham um papel importante para levar uma postura hacker para as cidades, mas fiz algumas &lt;a href="http://ubalab.org/blog/cidades-coisas-pessoas" rel="nofollow"&gt;ressalvas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; profundidade dessa met&amp;aacute;fora&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em decorr&amp;ecirc;ncia dessa curiosidade e humildes contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, acabei sendo convidado a participar de eventos sobre cidades criativas, cidades digitais e afins. Ainda no ano passado, estive em Medell&amp;iacute;n como palestrante das &lt;a href="http://www.ubalab.org/blog/fast-forward-ffwd-ciudades-creativas-parte-2" rel="nofollow"&gt;Jornadas Ciudades Creativas&lt;/a&gt; (que acontecem novamente no m&amp;ecirc;s que vem, em Buenos Aires). Em janeiro deste ano, fiz uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o remota no festival Transmediale, em Berlim, dentro de um &lt;a href="http://www.transmediale.de/content/remixing-digital-cities" rel="nofollow"&gt;painel&lt;/a&gt; que trazia tamb&amp;eacute;m experi&amp;ecirc;ncias europeias de cidades digitais criadas nos anos noventa, sob uma perspectiva inversa: tentavam criar contrapartes digitais das cidades concretas. Enfim, do meu ponto de vista, pensar cidades &amp;eacute; uma extens&amp;atilde;o do pensar sobre labs e tecnologias.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;
	Transmediale - remixando cidades digitais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Minha apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Transmediale, ainda que prejudicada pela internet banda lenta de Ubatuba, foi uma retomada dos textos citados no par&amp;aacute;grafo acima, com alguns acr&amp;eacute;scimos. &amp;Agrave; cidade como experi&amp;ecirc;ncia social imediata e concreta, contrapus seus aspectos simb&amp;oacute;licos: a cidade como uma justaposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de diversas narrativas, que frequentemente entram em conflito. E por aqui, a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse conflito j&amp;aacute; &amp;eacute; previs&amp;iacute;vel: manda quem pode, obedece quem tem ju&amp;iacute;zo. A imagem contempor&amp;acirc;nea de cidade surge na Europa com uma agenda progressista: os grupos que se concentravam no entorno dos castelos eram essencialmente diferentes da ent&amp;atilde;o retr&amp;oacute;grada popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o rural. As muralhas serviam como fronteira de identidade e prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o militar. J&amp;aacute; dos lados de c&amp;aacute;, a hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; outra. Mesmo que nossas cidades n&amp;atilde;o tenham origem em muros de conten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, elas tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m um aspecto b&amp;eacute;lico desde sua origem: eram extens&amp;atilde;o ultramarina da sociedade europeia, lutando contra a natureza e os &amp;quot;selvagens&amp;quot;. Do ponto de vista da metr&amp;oacute;pole em Portugal, era a luta da civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra a barb&amp;aacute;rie (coitados dos povos nativos e das extens&amp;otilde;es de matas, j&amp;aacute; ent&amp;atilde;o fadadas a desaparecer). As cidades, assim, eram tecnologias de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o - e nesse sentido eram muito mais homog&amp;ecirc;neas e autorit&amp;aacute;rias do que suas similares europeias - obedeciam a uma autoridade que nem se localizava no territ&amp;oacute;rio. Temos de origem o v&amp;iacute;cio da centraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de poder: por essas bandas, a cidade enquanto tecnologia j&amp;aacute; chegou pronta, n&amp;atilde;o foi uma evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao longo dos s&amp;eacute;culos (e mil&amp;ecirc;nios). As estruturas j&amp;aacute; estavam definidas, a ordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o idem. O objetivo da cidade era estabelecer uma determinada forma de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. E esse v&amp;iacute;cio se perpetuou. Ainda hoje - como temos visto nas ruas nos &amp;uacute;ltimos meses - o poder na cidade brasileira m&amp;eacute;dia n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e democr&amp;aacute;tica. &amp;Eacute; sim a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o violenta de uma ordem que serve a uma minoria pouco numerosa mas extremamente influente, sobre as costas de tudo aquilo que n&amp;atilde;o se enquadra, de todo desvio, de toda busca por subjetividade, autonomia e direitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; a&amp;iacute; que reside o perigo quando se aplicam princ&amp;iacute;pios da cibern&amp;eacute;tica na gest&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica. A cibern&amp;eacute;tica &amp;eacute; antes de mais nada um poderoso instrumento de controle, de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desvios, de imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o din&amp;acirc;mica e eficiente de uma l&amp;oacute;gica determinada de antem&amp;atilde;o. Interpretar a cidade como uma grande m&amp;aacute;quina que cria informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o o tempo todo &amp;eacute; quase &amp;oacute;bvio. Mas &amp;eacute; raro que se discuta a quem pertence toda essa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, qual &amp;eacute; o limite do poder do gestor p&amp;uacute;blico sobre ela, e de que forma eu enquanto cidad&amp;atilde;o (ou grupo social, ou organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou minoria subrepresentada nos processos pol&amp;iacute;ticos tradicionais) posso ter acesso e controle sobre ela.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;
	S&amp;atilde;o Paulo - efervesc&amp;ecirc;ncia, dez anos depois&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Alguns dias depois da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Transmediale, fui a um painel sobre cidades digitais na sede da prefeitura de S&amp;atilde;o Paulo, do qual tamb&amp;eacute;m participaria o aliado James Wallbank, do &lt;a href="http://access-space.org/" rel="nofollow"&gt;Access Space&lt;/a&gt;. Subindo a serra de &amp;ocirc;nibus fiz anota&amp;ccedil;&amp;otilde;es para uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas na hora disseram que eu teria metade do tempo que imaginei. Segue abaixo uma releitura de hoje do que eu ia falar naquele dia, mas que deve ter ficado atropelado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dez anos atr&amp;aacute;s, S&amp;atilde;o Paulo era um lugar efervescente. Um monte de coisas estavam come&amp;ccedil;ando a acontecer. O cen&amp;aacute;rio local de ativismo midi&amp;aacute;tico, com forte influ&amp;ecirc;ncia internacional (m&amp;iacute;dia independente, seattle, m&amp;iacute;dia t&amp;aacute;tica europeia) e nacional (F&amp;oacute;rum Social Mundial, milit&amp;acirc;ncia pela democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o) travava contato com o mundo real da cidade cinzenta. Fundamental nesse sentido foi a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do M&amp;iacute;dia T&amp;aacute;tica Brasil, em 2003. A presen&amp;ccedil;a do rec&amp;eacute;m-empossado ministro da cultura &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gilberto_Gil" rel="nofollow"&gt;Gilberto Gil&lt;/a&gt;, com tudo que isso acarretou, tamb&amp;eacute;m foi um momento crucial. Naquele ano e nos seguintes, um monte de iniciativas surgiriam a partir desse cruzamento. Dei minha vers&amp;atilde;o para essa hist&amp;oacute;ria em um &lt;a href="http://efeefe.no-ip.org/blog/em-busca-do-brasil-profundo" rel="nofollow"&gt;caderno submidi&amp;aacute;tico do descentro&lt;/a&gt;. Parte importante do ambiente que gerou esses contatos foi a exist&amp;ecirc;ncia dos Telecentros de S&amp;atilde;o Paulo, projeto que cristalizou uma sede por pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas ousadas e transformadoras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ignorando a armadilha da pr&amp;aacute;tica corrente das iniciativas de inclus&amp;atilde;o digital daquela &amp;eacute;poca - treinar manobristas de mouse, ensin&amp;aacute;-los a preencher e imprimir seus curr&amp;iacute;culos, e operar o pacote de aplicativos de escrit&amp;oacute;rio da Microsoft -, os Telecentros comandados por &lt;a href="https://twitter.com/samadeu" rel="nofollow"&gt;Sergio Amadeu&lt;/a&gt; adotavam o software livre n&amp;atilde;o somente como alternativa econ&amp;ocirc;mica ou t&amp;eacute;cnica, mas essencialmente como afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica. Tinha a ver com autonomia, desenvolvimento local, soberania e liberdade. Os Telecentros n&amp;atilde;o eram meros espa&amp;ccedil;os tempor&amp;aacute;rios, de passagem, para pessoas que n&amp;atilde;o tinham condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Pelo contr&amp;aacute;rio, muitos deles se posicionavam como verdadeiros centros comunit&amp;aacute;rios, que davam boas-vindas &amp;agrave; vizinhan&amp;ccedil;a. E, nadando contra as in&amp;uacute;meras restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es burocr&amp;aacute;ticas que provavelmente se interpunham a um projeto dessa natureza, a coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Telecentros ainda buscava se aproximar de iniciativas mais radicais de apropria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;iacute;dias, comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o comunit&amp;aacute;ria e criatividade. Os frutos dessa aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram tantos que nem tento narrar. Posso entretanto citar um exemplo: uma parceria entre os telecentros de S&amp;atilde;o Paulo e a ent&amp;atilde;o nascente cultura digital no Minist&amp;eacute;rio da Cultura resultou na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do esporo de MetaReciclagem na &lt;a href="http://rede.metareciclagem.org/esporo/mezanino" rel="nofollow"&gt;Galeria Olido&lt;/a&gt;&amp;nbsp; - um espa&amp;ccedil;o experimental important&amp;iacute;ssimo onde fizemos muita coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me pareceu importante marcar essa refer&amp;ecirc;ncia hist&amp;oacute;rica em uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a prefeitura de S&amp;atilde;o Paulo. Hoje em dia, as coisas parecem muito mais dispersas. Os talentos continuam povoando a cidade, mas est&amp;atilde;o todos ocupados com suas coisas, pagando contas, construindo seus caminhos individuais. O que aquele primeiro momento fez n&amp;atilde;o tinha a ver com infraestrutura, mas com vis&amp;atilde;o de mundo. Imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Pe&amp;ccedil;o at&amp;eacute; desculpas a quem costuma ler meus textos: imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; uma palavra que tenho repetido muito por esses dias, e deve aparecer muito por aqui nos pr&amp;oacute;ximos tempos. Escuto muita gente falar que a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica no Brasil precisa de uma cultura de planejamento, e que planejamento &amp;eacute; &amp;quot;identificar problemas e encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para eles&amp;quot;. Com todo o respeito a quem acredita nisso, encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para problemas isolados &amp;eacute; estupidez. Mais importante do que listar problemas e tentar prioriz&amp;aacute;-los (porque nunca haver&amp;aacute; recursos suficientes para resolver todos) &amp;eacute; conseguir imaginar futuros diferentes. Como &amp;eacute; a cidade que a gente quer? Solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas s&amp;oacute; podem vir depois que imaginarmos um ponto de chegada, ou pelo menos tra&amp;ccedil;armos um itiner&amp;aacute;rio atraente. S&amp;atilde;o Paulo tem um potencial imenso, tanto em termos de criatividade e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto de infraestrutura e recursos, para se tornar novamente um p&amp;oacute;lo de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica voltada a resultados sociais. Mas &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio experimentar, imaginar, ousar. Dar menos aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; engenharia de sistemas do que ao design ficcional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse sentido, existem poucas coisas mais equivocadas do que os projetos de cidades digitais que se veem por a&amp;iacute;. Partem de um discurso importado sem adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, frequentemente o discurso publicit&amp;aacute;rio da ind&amp;uacute;stria de TI. Costumam se basear na imagem da cidade rica contempor&amp;acirc;nea - p&amp;oacute;s-industrial, idealista, racionalizada, com institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es est&amp;aacute;veis, contando com espa&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es bem definidas (e claramente distingu&amp;iacute;veis dos espa&amp;ccedil;os privados), baseada na fam&amp;iacute;lia nuclear, com uma diversidade controlada - de prefer&amp;ecirc;ncia em bairros bem delimitados, uma democracia representativa estabelecida, uma economia altamente formalizada e, principalmente, uma narrativa relativamente homog&amp;ecirc;nea. Em uma cidade assim, as ferramentas digitais entrariam simplesmente para aumentar a efici&amp;ecirc;ncia da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica. No m&amp;aacute;ximo para equilibrar oportunidades e aumentar a visibilidade da tomada de decis&amp;otilde;es, mas sempre com objetivos claros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a maioria das cidades brasileiras n&amp;atilde;o &amp;eacute; assim. Ou nenhuma. Como comentei acima, temos cidades autorit&amp;aacute;rias e com narrativas conflitantes. S&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m excludentes, fragmentadas, inst&amp;aacute;veis, informais, argent&amp;aacute;rias, din&amp;acirc;micas, com fam&amp;iacute;lias complexas, caoticamente diversas, desrespeitosas, violentas, passionais. Nessas cidades, a vis&amp;atilde;o do digital como simples aumento da efici&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o faz nenhum sentido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a sociedade, muito mais importante do que novas maneiras de ser controlada (c&amp;acirc;meras, cobran&amp;ccedil;as, impostos digitalizados) &amp;eacute; apropriar-se das tecnologias de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de maneira cr&amp;iacute;tica. Que as pessoas e grupos n&amp;atilde;o sejam meros usu&amp;aacute;rios, mas inventores e reinventores dos prop&amp;oacute;sitos dessas tecnologias. Iniciativas p&amp;uacute;blicas que lidem com a desigualdade no acesso &amp;agrave;s novas tecnologias n&amp;atilde;o podem se limitar a &amp;quot;ensinar&amp;quot; internet. Elas precisam &amp;quot;fazer&amp;quot; internet. &amp;Eacute; por isso que, al&amp;eacute;m de escolas e centros de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, precisamos igualmente de laborat&amp;oacute;rios. Espa&amp;ccedil;os cujo objetivo n&amp;atilde;o seja a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado, mas a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. &lt;a href="http://blog.redelabs.org/blog/laboratorios-experimentais-interface-rede-rua" rel="nofollow"&gt;Mais interessados em inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas pontas do que em inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ponta&lt;/a&gt;. Estamos construindo esses espa&amp;ccedil;os, de maneira distribu&amp;iacute;da. Talvez seja o momento de identific&amp;aacute;-los e contar essas hist&amp;oacute;rias. Mas &amp;eacute; importante inseri-las nas quest&amp;otilde;es mais amplas de cidade. Porque tecnologia &amp;eacute; s&amp;oacute; um detalhe do que fazemos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas essas quest&amp;otilde;es dialogam com as movimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que pretendo concretizar nos pr&amp;oacute;ximos tempos em Ubatuba. Pensar e fazer outros futuros para a cidade. Promover interc&amp;acirc;mbio. Refletir sobre ambientes, pessoas e coisas. Em breve anuncio as pr&amp;oacute;ximas etapas, que j&amp;aacute; est&amp;atilde;o no forno.&lt;/p&gt;&lt;a href="http://ubalab.org/blog/por-que-eu-nao-falo-so-sobre-tecnologia" title="Por que eu não falo só sobre tecnologia..." lang="en_GB" rev="flattr;uid:efeefe;category:text;tags:cidades,ubatuba,urbe;button:large" class="FlattrButton"&gt;Estou articulando um festival internacional em Ubatuba no fim de outubro deste ano. &amp;amp;Eacute; interessante perceber a rea&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o das pessoas quando percebem que n&amp;amp;atilde;o estou propondo um evento sobre &amp;amp;quot;computadores&amp;amp;quot; ou &amp;amp;quot;internet&amp;amp;quot;. T&amp;amp;ecirc;m essa expectativa porque eu costumo me apresentar falando sobre a MetaReciclagem, cultura digital e outros assuntos. Entretanto, meu foco principal (nas iniciativas e contatos que articulo, nos projetos que desenvolvo, no mestrado) &amp;amp;eacute; estabelecer espa&amp;amp;ccedil;os de troca e a&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o nos quais coisas novas possam ser desenvolvidas por pessoas com forma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es diversas. E isso tem a ver com muitos assuntos ao mesmo tempo.Aprendi a desconfiar da palavra inova&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, que costuma estar muito associada a prop&amp;amp;oacute;sitos comerciais, mas confesso que n&amp;amp;atilde;o encontrei um substituto adequado para designar um certo impulso por transforma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o que costuma estar por tr&amp;amp;aacute;s desses espa&amp;amp;ccedil;os. Inova&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o para a cidadania, foi como escrevi recentemente em uma apresenta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de slides para autoridades. Tamb&amp;amp;eacute;m n&amp;amp;atilde;o &amp;amp;eacute; uma explica&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o precisa (porque parece instrumental, utilitarista demais), mas toca em um ponto importante: os espa&amp;amp;ccedil;os de troca voltados &amp;amp;agrave; transforma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o (que eu frequentemente chamo de &amp;amp;quot;laborat&amp;amp;oacute;rios experimentais&amp;amp;quot;) precisam se situar no seu entorno, na cidade. N&amp;amp;atilde;o somente estar localizados em algum lugar, mas precisam se relacionar com o que existe a sua volta, ter consci&amp;amp;ecirc;ncia do impacto que t&amp;amp;ecirc;m, trabalhar com potencialidades do bairro, da cidade, da regi&amp;amp;atilde;o.J&amp;amp;aacute; escrevi de forma mais extensa sobre isso em diversos textos e anota&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es. Propus a MetaReciclagem das cidades digitais, propus os labs experimentais como interface entre rede e rua (uma aproxima&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o que muita gente est&amp;amp;aacute; fazendo nessas &amp;amp;uacute;ltimas semanas), externei minha preocupa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o sobre a gram&amp;amp;aacute;tica do controle presente nos gigantescos projetos de cidades digitais. sugeri que iniciativas de interven&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o urbana tinham um papel importante para levar uma postura hacker para as cidades, mas fiz algumas ressalvas em rela&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o &amp;amp;agrave; profundidade dessa met&amp;amp;aacute;fora.Em decorr&amp;amp;ecirc;ncia dessa curiosidade e humildes contribui&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es, acabei sendo convidado a participar de eventos sobre cidades criativas, cidades digitais e afins. Ainda no ano passado, estive em Medell&amp;amp;iacute;n como palestrante das Jornadas Ciudades Creativas (que acontecem novamente no m&amp;amp;ecirc;s que vem, em Buenos Aires). Em janeiro deste ano, fiz uma participa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o remota no festival Transmediale, em Berlim, dentro de um painel que trazia tamb&amp;amp;eacute;m experi&amp;amp;ecirc;ncias europeias de cidades digitais criadas nos anos noventa, sob uma perspectiva inversa: tentavam criar contrapartes digitais das cidades concretas. Enfim, do meu ponto de vista, pensar cidades &amp;amp;eacute; uma extens&amp;amp;atilde;o do pensar sobre labs e tecnologias.	Transmediale - remixando cidades digitaisMinha apresenta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o no Transmediale, ainda que prejudicada pela internet banda lenta de Ubatuba, foi uma retomada dos textos citados no par&amp;amp;aacute;grafo acima, com alguns acr&amp;amp;eacute;scimos. &amp;amp;Agrave; cidade como experi&amp;amp;ecirc;ncia social imediata e concreta, contrapus seus aspectos simb&amp;amp;oacute;licos: a cidade como uma justaposi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de diversas narrativas, que frequentemente entram em conflito. E por aqui, a solu&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o desse conflito j&amp;amp;aacute; &amp;amp;eacute; previs&amp;amp;iacute;vel: manda quem pode, obedece quem tem ju&amp;amp;iacute;zo. A imagem contempor&amp;amp;acirc;nea de cidade surge na Europa com uma agenda progressista: os grupos que se concentravam no entorno dos castelos eram essencialmente diferentes da ent&amp;amp;atilde;o retr&amp;amp;oacute;grada popula&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o rural. As muralhas serviam como fronteira de identidade e prote&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o militar. J&amp;amp;aacute; dos lados de c&amp;amp;aacute;, a hist&amp;amp;oacute;ria &amp;amp;eacute; outra. Mesmo que nossas cidades n&amp;amp;atilde;o tenham origem em muros de conten&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, elas tamb&amp;amp;eacute;m t&amp;amp;ecirc;m um aspecto b&amp;amp;eacute;lico desde sua origem: eram extens&amp;amp;atilde;o ultramarina da sociedade europeia, lutando contra a natureza e os &amp;amp;quot;selvagens&amp;amp;quot;. Do ponto de vista da metr&amp;amp;oacute;pole em Portugal, era a luta da civiliza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o contra a barb&amp;amp;aacute;rie (coitados dos povos nativos e das extens&amp;amp;otilde;es de matas, j&amp;amp;aacute; ent&amp;amp;atilde;o fadadas a desaparecer). As cidades, assim, eram tecnologias de ocupa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o - e nesse sentido eram muito mais homog&amp;amp;ecirc;neas e autorit&amp;amp;aacute;rias do que suas similares europeias - obedeciam a uma autoridade que nem se localizava no territ&amp;amp;oacute;rio. Temos de origem o v&amp;amp;iacute;cio da centraliza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de poder: por essas bandas, a cidade enquanto tecnologia j&amp;amp;aacute; chegou pronta, n&amp;amp;atilde;o foi uma evolu&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o ao longo dos s&amp;amp;eacute;culos (e mil&amp;amp;ecirc;nios). As estruturas j&amp;amp;aacute; estavam definidas, a ordena&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o da popula&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o idem. O objetivo da cidade era estabelecer uma determinada forma de organiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o social. E esse v&amp;amp;iacute;cio se perpetuou. Ainda hoje - como temos visto nas ruas nos &amp;amp;uacute;ltimos meses - o poder na cidade brasileira m&amp;amp;eacute;dia n&amp;amp;atilde;o &amp;amp;eacute; uma constru&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o coletiva e democr&amp;amp;aacute;tica. &amp;amp;Eacute; sim a imposi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o violenta de uma ordem que serve a uma minoria pouco numerosa mas extremamente influente, sobre as costas de tudo aquilo que n&amp;amp;atilde;o se enquadra, de todo desvio, de toda busca por subjetividade, autonomia e direitos.&amp;amp;Eacute; a&amp;amp;iacute; que reside o perigo quando se aplicam princ&amp;amp;iacute;pios da cibern&amp;amp;eacute;tica na gest&amp;amp;atilde;o p&amp;amp;uacute;blica. A cibern&amp;amp;eacute;tica &amp;amp;eacute; antes de mais nada um poderoso instrumento de controle, de identifica&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o e corre&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de desvios, de imposi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o din&amp;amp;acirc;mica e eficiente de uma l&amp;amp;oacute;gica determinada de antem&amp;amp;atilde;o. Interpretar a cidade como uma grande m&amp;amp;aacute;quina que cria informa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o o tempo todo &amp;amp;eacute; quase &amp;amp;oacute;bvio. Mas &amp;amp;eacute; raro que se discuta a quem pertence toda essa informa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, qual &amp;amp;eacute; o limite do poder do gestor p&amp;amp;uacute;blico sobre ela, e de que forma eu enquanto cidad&amp;amp;atilde;o (ou grupo social, ou organiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, ou minoria subrepresentada nos processos pol&amp;amp;iacute;ticos tradicionais) posso ter acesso e controle sobre ela.	S&amp;amp;atilde;o Paulo - efervesc&amp;amp;ecirc;ncia, dez anos depoisAlguns dias depois da participa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o na Transmediale, fui a um painel sobre cidades digitais na sede da prefeitura de S&amp;amp;atilde;o Paulo, do qual tamb&amp;amp;eacute;m participaria o aliado James Wallbank, do Access Space. Subindo a serra de &amp;amp;ocirc;nibus fiz anota&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es para uma apresenta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, mas na hora disseram que eu teria metade do tempo que imaginei. Segue abaixo uma releitura de hoje do que eu ia falar naquele dia, mas que deve ter ficado atropelado.Dez anos atr&amp;amp;aacute;s, S&amp;amp;atilde;o Paulo era um lugar efervescente. Um monte de coisas estavam come&amp;amp;ccedil;ando a acontecer. O cen&amp;amp;aacute;rio local de ativismo midi&amp;amp;aacute;tico, com forte influ&amp;amp;ecirc;ncia internacional (m&amp;amp;iacute;dia independente, seattle, m&amp;amp;iacute;dia t&amp;amp;aacute;tica europeia) e nacional (F&amp;amp;oacute;rum Social Mundial, milit&amp;amp;acirc;ncia pela democratiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o da comunica&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o) travava contato com o mundo real da cidade cinzenta. Fundamental nesse sentido foi a realiza&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o do M&amp;amp;iacute;dia T&amp;amp;aacute;tica Brasil, em 2003. A presen&amp;amp;ccedil;a do rec&amp;amp;eacute;m-empossado ministro da cultura Gilberto Gil, com tudo que isso acarretou, tamb&amp;amp;eacute;m foi um momento crucial. Naquele ano e nos seguintes, um monte de iniciativas surgiriam a partir desse cruzamento. Dei minha vers&amp;amp;atilde;o para essa hist&amp;amp;oacute;ria em um caderno submidi&amp;amp;aacute;tico do descentro. Parte importante do ambiente que gerou esses contatos foi a exist&amp;amp;ecirc;ncia dos Telecentros de S&amp;amp;atilde;o Paulo, projeto que cristalizou uma sede por pol&amp;amp;iacute;ticas p&amp;amp;uacute;blicas ousadas e transformadoras.Ignorando a armadilha da pr&amp;amp;aacute;tica corrente das iniciativas de inclus&amp;amp;atilde;o digital daquela &amp;amp;eacute;poca - treinar manobristas de mouse, ensin&amp;amp;aacute;-los a preencher e imprimir seus curr&amp;amp;iacute;culos, e operar o pacote de aplicativos de escrit&amp;amp;oacute;rio da Microsoft -, os Telecentros comandados por Sergio Amadeu adotavam o software livre n&amp;amp;atilde;o somente como alternativa econ&amp;amp;ocirc;mica ou t&amp;amp;eacute;cnica, mas essencialmente como afirma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o pol&amp;amp;iacute;tica. Tinha a ver com autonomia, desenvolvimento local, soberania e liberdade. Os Telecentros n&amp;amp;atilde;o eram meros espa&amp;amp;ccedil;os tempor&amp;amp;aacute;rios, de passagem, para pessoas que n&amp;amp;atilde;o tinham condi&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es. Pelo contr&amp;amp;aacute;rio, muitos deles se posicionavam como verdadeiros centros comunit&amp;amp;aacute;rios, que davam boas-vindas &amp;amp;agrave; vizinhan&amp;amp;ccedil;a. E, nadando contra as in&amp;amp;uacute;meras restri&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es burocr&amp;amp;aacute;ticas que provavelmente se interpunham a um projeto dessa natureza, a coordena&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o dos Telecentros ainda buscava se aproximar de iniciativas mais radicais de apropria&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de m&amp;amp;iacute;dias, comunica&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o comunit&amp;amp;aacute;ria e criatividade. Os frutos dessa aproxima&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o foram tantos que nem tento narrar. Posso entretanto citar um exemplo: uma parceria entre os telecentros de S&amp;amp;atilde;o Paulo e a ent&amp;amp;atilde;o nascente cultura digital no Minist&amp;amp;eacute;rio da Cultura resultou na cria&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o do esporo de MetaReciclagem na Galeria Olido&amp;amp;nbsp; - um espa&amp;amp;ccedil;o experimental important&amp;amp;iacute;ssimo onde fizemos muita coisa.Me pareceu importante marcar essa refer&amp;amp;ecirc;ncia hist&amp;amp;oacute;rica em uma apresenta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o para a prefeitura de S&amp;amp;atilde;o Paulo. Hoje em dia, as coisas parecem muito mais dispersas. Os talentos continuam povoando a cidade, mas est&amp;amp;atilde;o todos ocupados com suas coisas, pagando contas, construindo seus caminhos individuais. O que aquele primeiro momento fez n&amp;amp;atilde;o tinha a ver com infraestrutura, mas com vis&amp;amp;atilde;o de mundo. Imagina&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o. Pe&amp;amp;ccedil;o at&amp;amp;eacute; desculpas a quem costuma ler meus textos: imagina&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o &amp;amp;eacute; uma palavra que tenho repetido muito por esses dias, e deve aparecer muito por aqui nos pr&amp;amp;oacute;ximos tempos. Escuto muita gente falar que a administra&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o p&amp;amp;uacute;blica no Brasil precisa de uma cultura de planejamento, e que planejamento &amp;amp;eacute; &amp;amp;quot;identificar problemas e encontrar solu&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es para eles&amp;amp;quot;. Com todo o respeito a quem acredita nisso, encontrar solu&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es para problemas isolados &amp;amp;eacute; estupidez. Mais importante do que listar problemas e tentar prioriz&amp;amp;aacute;-los (porque nunca haver&amp;amp;aacute; recursos suficientes para resolver todos) &amp;amp;eacute; conseguir imaginar futuros diferentes. Como &amp;amp;eacute; a cidade que a gente quer? Solu&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es concretas s&amp;amp;oacute; podem vir depois que imaginarmos um ponto de chegada, ou pelo menos tra&amp;amp;ccedil;armos um itiner&amp;amp;aacute;rio atraente. S&amp;amp;atilde;o Paulo tem um potencial imenso, tanto em termos de criatividade e inova&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o quanto de infraestrutura e recursos, para se tornar novamente um p&amp;amp;oacute;lo de inova&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o tecnol&amp;amp;oacute;gica voltada a resultados sociais. Mas &amp;amp;eacute; necess&amp;amp;aacute;rio experimentar, imaginar, ousar. Dar menos aten&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o &amp;amp;agrave; engenharia de sistemas do que ao design ficcional.Nesse sentido, existem poucas coisas mais equivocadas do que os projetos de cidades digitais que se veem por a&amp;amp;iacute;. Partem de um discurso importado sem adapta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es, frequentemente o discurso publicit&amp;amp;aacute;rio da ind&amp;amp;uacute;stria de TI. Costumam se basear na imagem da cidade rica contempor&amp;amp;acirc;nea - p&amp;amp;oacute;s-industrial, idealista, racionalizada, com institui&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es est&amp;amp;aacute;veis, contando com espa&amp;amp;ccedil;os p&amp;amp;uacute;blicos de fun&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es bem definidas (e claramente distingu&amp;amp;iacute;veis dos espa&amp;amp;ccedil;os privados), baseada na fam&amp;amp;iacute;lia nuclear, com uma diversidade controlada - de prefer&amp;amp;ecirc;ncia em bairros bem delimitados, uma democracia representativa estabelecida, uma economia altamente formalizada e, principalmente, uma narrativa relativamente homog&amp;amp;ecirc;nea. Em uma cidade assim, as ferramentas digitais entrariam simplesmente para aumentar a efici&amp;amp;ecirc;ncia da administra&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o p&amp;amp;uacute;blica. No m&amp;amp;aacute;ximo para equilibrar oportunidades e aumentar a visibilidade da tomada de decis&amp;amp;otilde;es, mas sempre com objetivos claros.Mas a maioria das cidades brasileiras n&amp;amp;atilde;o &amp;amp;eacute; assim. Ou nenhuma. Como comentei acima, temos cidades autorit&amp;amp;aacute;rias e com narrativas conflitantes. S&amp;amp;atilde;o tamb&amp;amp;eacute;m excludentes, fragmentadas, inst&amp;amp;aacute;veis, informais, argent&amp;amp;aacute;rias, din&amp;amp;acirc;micas, com fam&amp;amp;iacute;lias complexas, caoticamente diversas, desrespeitosas, violentas, passionais. Nessas cidades, a vis&amp;amp;atilde;o do digital como simples aumento da efici&amp;amp;ecirc;ncia n&amp;amp;atilde;o faz nenhum sentido.Para a sociedade, muito mais importante do que novas maneiras de ser controlada (c&amp;amp;acirc;meras, cobran&amp;amp;ccedil;as, impostos digitalizados) &amp;amp;eacute; apropriar-se das tecnologias de informa&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de maneira cr&amp;amp;iacute;tica. Que as pessoas e grupos n&amp;amp;atilde;o sejam meros usu&amp;amp;aacute;rios, mas inventores e reinventores dos prop&amp;amp;oacute;sitos dessas tecnologias. Iniciativas p&amp;amp;uacute;blicas que lidem com a desigualdade no acesso &amp;amp;agrave;s novas tecnologias n&amp;amp;atilde;o podem se limitar a &amp;amp;quot;ensinar&amp;amp;quot; internet. Elas precisam &amp;amp;quot;fazer&amp;amp;quot; internet. &amp;amp;Eacute; por isso que, al&amp;amp;eacute;m de escolas e centros de forma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o, precisamos igualmente de laborat&amp;amp;oacute;rios. Espa&amp;amp;ccedil;os cujo objetivo n&amp;amp;atilde;o seja a inser&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o no mercado, mas a transforma&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o social. Mais interessados em inova&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o nas pontas do que em inova&amp;amp;ccedil;&amp;amp;atilde;o de ponta. Estamos construindo esses espa&amp;amp;ccedil;os, de maneira distribu&amp;amp;iacute;da. Talvez seja o momento de identific&amp;amp;aacute;-los e contar essas hist&amp;amp;oacute;rias. Mas &amp;amp;eacute; importante inseri-las nas quest&amp;amp;otilde;es mais amplas de cidade. Porque tecnologia &amp;amp;eacute; s&amp;amp;oacute; um detalhe do que fazemos.Todas essas quest&amp;amp;otilde;es dialogam com as movimenta&amp;amp;ccedil;&amp;amp;otilde;es que pretendo concretizar nos pr&amp;amp;oacute;ximos tempos em Ubatuba. Pensar e fazer outros futuros para a cidade. Promover interc&amp;amp;acirc;mbio. Refletir sobre ambientes, pessoas e coisas. Em breve anuncio as pr&amp;amp;oacute;ximas etapas, que j&amp;amp;aacute; est&amp;amp;atilde;o no forno.&lt;/a&gt;</description>
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 <pubDate>Fri, 19 Jul 2013 04:24:50 +0000</pubDate>
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