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&lt;b&gt;Este post foi publicado originalmente na minha coluna na Época online em maio de 2010, com o título &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI139982-15230,00.html" target="_blank"&gt;Comida maquiada&lt;/a&gt;. Republico-o aqui para fazer uma provocação e ao mesmo tempo um convite. Quero retomar minhas análises de rótulos de 
alimentos e estou aceitando sugestões. Quais são suas dúvidas na hora
 de comprar alimentos embalados? Mande para cá suas perguntas, que 
tratarei de ir atrás de respostas. E assim podemos ir&amp;nbsp; montando uma lista das 
mentiras que os rótulos contam. Acho que vai ser divertido. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="descricao"&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
Você acredita em rótulos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está
 rolando uma discussão quente nos Estados Unidos sobre o tipo de 
promessa que tem aparecido na embalagem de certos alimentos. No afã de 
ganhar o apreço dos consumidores interessados em saúde e em 
emagrecimento, alguns fabricantes lançaram mão de estratégias não muito 
louváveis na hora de rotular seus produtos. Os jornais americanos mais 
importantes já abordaram o tema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.fda.gov/food/labelingnutrition/ucm202859.htm" target="_blank"&gt;Dezessete cartas públicas foram publicadas pelo FDA&lt;/a&gt;,
 a agência que controla o setor de alimentos e bebidas nos EUA, 
endereçadas a empresas que haviam cometido deslizes em suas embalagens. 
Um dos problemas que aparecem nas cartas tem a ver com a frase “sem 
gordura trans”, muito comum também em produtos alimentícios no mercado 
brasileiro. A gafe é que essas empresas estavam se aproveitando da 
ausência de gordura trans em seus produtos para vendê-los como se fossem
 saudáveis, sem avisar ao consumidor que os mesmos produtos tinham 
quantidades altas de gordura saturada. O &lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/03/18/opinion/18thu3.html?src=me" target="_blakn"&gt;editorial do New York Times&lt;/a&gt; do dia 17 de março, baseado nesses fatos, pedia “rótulos mais honestos”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A
 conhecida nutricionista Marion Nestle se dedica há anos a monitorar 
como a indústria de alimentos consegue convencer o consumidor das coisas
 erradas. Ela mantém um &lt;a href="http://www.foodpolitics.com/" target="_blank"&gt;blog&lt;/a&gt;
 em que essa discussão é constante. Por ali dá para saber o que o mundo 
está propondo para melhorar a comunicação das empresas com os 
consumidores no sentido de permitir que estes entendam o que estão 
comprando – ou deixando de comprar. Num post de 28 de fevereiro, Marion 
(cujo sobrenome não tem acento gráfico e que não tem nenhuma ligação com
 a multinacional Nestlé) diz que as alegações de saúde (frases como a 
declarada ausência de gordura trans ou a que promete melhorar o 
funcionamento do seu intestino) são de suma importância para os 
fabricantes de alimentos. Ela conta que a EFSA, a agência europeia de 
controle dos alimentos, acumulava 44 mil pedidos de inclusão de 
alegações de saúde em produtos alimentícios, e que muitas não são 
aceitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fabricantes querem avisar em suas embalagens 
que seus produtos fazem bem à saúde. Querem destacar seu poder 
antioxidante, sua propriedade funcional, sua riqueza em vitaminas, seu 
baixo teor de açúcares. O problema é que muitos querem fazer alegações 
que não são verdadeiras, ou que camuflam informações mais importantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O
 papel das agências regulatórias é estabelecer alguns parâmetros para a 
fabricação e a rotulagem e analisar pedidos extraordinários. Segundo o 
blog de Marion, a alegação sobre a propriedade antioxidante de um cereal
 vendido nos Estados Unidos passou pelo crivo da agência americana, mas 
se fosse apresentado à agência europeia teria sido vetada por falta de 
evidências científicas que sustentem a alegação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No 
Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é o órgão 
responsável por publicar normas de fabricação e rotulagem de alimentos. 
Mas não todos. Alguns, como os laticínios, respondem às normas do 
Ministério da Agricultura. É um pouco confuso, eu diria. A Anvisa cuida 
das resoluções e portarias, mas não faz toda a fiscalização. Quem 
supostamente verifica o que sai das fábricas são as vigilâncias 
sanitárias estaduais e municipais. Nesse sistema descentralizado, boa 
parte dos problemas na rotulagem dos alimentos acaba sobrando para os 
órgãos de defesa do consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na última década, nossa 
legislação de alimentos melhorou muito e nos protegeu de alguns absurdos
 que ainda acontecem nos Estados Unidos, mas ninguém ousa dizer que ela 
está perfeita. A parte ruim é que parece não ter surgido por enquanto 
nenhuma proposta melhor do que esse modelo de rótulo que temos hoje, 
incompreensível para uma parte considerável dos brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O
 modelo atual ainda permite alguns enganos porque as informações mais 
importantes são as que vêm apresentadas na forma de números e 
percentuais, uma linguagem ainda muito rebuscada para a maioria. As 
informações apresentadas numa linguagem mais simples são frequentemente 
as que não revelam toda a verdade. Numa passeada rápida num 
supermercado, encontrei quatro exemplos de embalagens que podem ser mal 
interpretadas pelo consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Feijoada pronta &lt;b&gt;“sem conservantes”&lt;/b&gt;.
 A ausência de conservantes pode ser entendida como característica de um
 produto saudável, mas a verdade, verificável na tabela nutricional no 
verso da embalagem, é que 400 gramas do produto contêm 1433 miligramas 
de sódio, ou 60% da quantidade recomendada para um dia inteiro. É muito 
sódio para uma refeição só. O consumo excessivo de sódio, que vem do 
sal, é um fator de risco importante para a hipertensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Cereal matinal &lt;b&gt;“rico em cálcio e ferro”&lt;/b&gt;.
 A adição de minerais pode ser um atrativo, mas não se pode deixar de 
verificar o teor de açúcares, que aliás aparece destacado na parte da 
frente da embalagem: 11 gramas para cada 30 gramas de cereal. Daria pra 
ser menos, né? Um outro cereal na mesma prateleira continha 4,6 gramas 
de açúcar em 30 gramas de produto. Melhor, não?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Nuggets de frango congelados, &lt;b&gt;“fonte de vitamina E, fonte de ferro, fonte de proteínas”&lt;/b&gt;.
 O fato de o congelado ter proteínas e minerais não significa que não 
tenha gordura trans. A tabela nutricional revela: 1,2 gramas para cada 
130 g de produto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Barra de cereais/ &lt;b&gt;“nutrição para a mulher”/ beleza/ com colágeno &lt;/b&gt;.
 A combinação dessas palavras, numa embalagem cor de rosa, pode levar a 
consumidora a acreditar que o colágeno do produto vai esticar sua pele a
 ponto de ela ficar mais bonita. Mas não vai. Ela não estará comprando 
um tratamento de beleza, mas apenas um quitute com flocos de arroz, 
chocolate e castanhas com 87 calorias e 3,4 gramas de gorduras totais em
 22 gramas de produto. Segundo o fabricante, como não há alegação de 
propriedade funcional na embalagem, não foi necessário comprovar 
cientificamente que o colágeno adicionado à barrinha tem algum efeito 
sobre a elasticidade da pele. Tampouco é proibido colocar ali, 
estrategicamente, a palavra “beleza”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o mundo 
discute qual seria a melhor maneira de rotular os alimentos ou de 
incentivar ou forçar as empresas a colaborar na busca dos consumidores 
por opções mais saudáveis, só nos resta dobrar a atenção. Vale parar 
para pensar, na hora da compra, que o que está em letras grandes é o que
 dá vontade de comprar (portanto o que rende boas vendas para o 
fabricante) e o que está em letras pequenas talvez seja o que poderia 
atrapalhar as vendas. Ou seja, o motivo para não comprar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-3577610468533114936?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wP0TJKuNHQlFBeGlYwfAE6MMnhw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wP0TJKuNHQlFBeGlYwfAE6MMnhw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wP0TJKuNHQlFBeGlYwfAE6MMnhw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wP0TJKuNHQlFBeGlYwfAE6MMnhw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/gbx1ssJITl0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/3577610468533114936/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=3577610468533114936&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/3577610468533114936?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/3577610468533114936?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/gbx1ssJITl0/duvidas-sobre-rotulos.html" title="Dúvidas sobre rótulos?" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2012/01/duvidas-sobre-rotulos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkENSX8zfyp7ImA9WhRUFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-1446914648878896864</id><published>2012-01-24T17:02:00.002-02:00</published><updated>2012-01-27T12:31:38.187-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T12:31:38.187-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consciência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="equilíbrio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bem-estar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho" /><title>Quem você quer (mesmo) ser quando crescer?</title><content type="html">&lt;i&gt;Só mesmo com a pureza de uma criança para conseguir responder rápido a pergunta mais difícil de todos os tempos&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caramba, quando eu poderia imaginar que seria tão penoso descobrir quem eu quero ser quando crescer? Quando me perguntavam isso na infância, parecia tão fácil responder. Bastava examinar rapidamente as opções disponíveis (bailarina, palhaça, médica... eram poucas as que eu conhecia naquela época) e escolher a que me parecesse mais divertida. Parece que, à medida que fui crescendo, a resposta foi ficando mais difícil, talvez porque as opções foram se mostrando pouco divertidas ou totalmente desconhecidas. &lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Eu tinha apenas 16 anos quando decidi marcar “jornalismo” na inscrição da Fuvest. É claro que eu era muitíssimo imatura para tomar uma decisão que valesse para a vida toda (pelo menos era assim que eu a encarava). Nem de longe eu poderia imaginar o que é trabalhar na redação de um jornal ou de uma revista, com suas reuniões de pauta, deadlines e correrias insanas em busca de notícias, aspas e histórias exclusivas. Eu não podia prever que em muitos momentos o que mais importava para mim seria deixado de lado em nome de objetivos que não eram meus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então quase 20 anos se passaram (deus, como o tempo voa, já diziam os mais velhos) e me vi fazendo essa pergunta de novo: quem é mesmo que eu quero ser quando crescer? Porque a gente chega a esta idade em que teoricamente estaria plenamente realizada, vivendo quase o sonho americano, e descobre que crescer demora muito. Principalmente quando não se tem ideia do que exatamente é “crescer”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gente acaba acreditando que ser crescidinho é obedecer, é dançar conforme a música. Sofri muito até me perguntar se, afinal, para ter “sucesso na vida” era mesmo preciso abrir mão de tanta coisa, fazer tanto sacrifício, tanto esforço para dançar aquela música chata. Se aquilo era crescer, se aquela pessoa estressada era o que eu sonhei ser quando criança, então ser adulto bem-sucedido era a maior roubada de todos os tempos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E foi diante dessa constatação dramática que resolvi que não era bem esse o meu sonho, não. Eu tinha é cometido um erro de percurso. Precisava retomar o caminho certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu disse que descobrir quem eu realmente queria ser foi penoso? Na verdade, penoso foi descobrir que eu não sabia. Ou melhor, que no fundo eu até sabia, mas não estava sendo. Sim, isso é ruim. Não ser ainda quem a gente quer ser, sabendo disso. E aí só resta admitir a verdade e tratar de começar a ser, né? Mas como é que se faz isso? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a me perguntar de novo inúmeras perguntas incômodas. Incômodas porque as respostas não vinham. Não vinham porque não estavam prontas. Ou porque haviam sido esquecidas, guardadas no fundo de alguma gaveta no quartinho de entulho. Já fez arrumação num desses quartinhos atolados de coisa velha? É melhor escolher um dia ensolarado, viu? Para manter o bom humor. Porque não é só lixo que a gente encontra. Não são só velhos conceitos que já não servem e merecem ser jogados fora. Debaixo da poeira também vivem antigas alegrias que a gente deixou de visitar e uma porção de equívocos que a gente achou que não teriam grandes conseqüências no futuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Essa metáfora me lembra a peça infantil &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=OdqpvvT9bEo" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;Bonequinha de Pano&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, do Ziraldo, que me matou de chorar quando assisti em 2002. As crianças acham só engraçadinha, mas os adultos na plateia choram pra valer). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí resolvi rever o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feng_shui" target="_blank"&gt;Feng Shui&lt;/a&gt; que havia aplicado em casa. Calma, não estou mudando de assunto, não. É que a “decoração Feng Shui” (que me perdoem os orientais pelo termo), no meu ver, é uma forma de nos lembrar das coisas importantes da vida. Não sei se a organização da casa com base no &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ba_Gua" target="_blank"&gt;Ba gua&lt;/a&gt; modifica de fato a circulação de energia, como eles dizem. Mas, ao associar determinados objetos às minhas diferentes aspirações, e ao olhar para eles diariamente, eu sou lembrada de que essas aspirações são importantes e devem ser perseguidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olhei de novo para a planta do apartamento rabiscada conforme o Ba gua manda, vi que algumas coisas estavam faltando. Na área do sucesso, por exemplo, havia pedaços de móveis, pneus velhos e nenhuma planta. Faltava beleza ali. Faltava alegria. Que espécie de sucesso eu esperava ter desse jeito? Então, para corrigir a falha, enchi o lugar de vasos, flores e ervas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na área da criatividade e das crianças, que eu antes acreditava estar ligeiramente mais para frente na sala (mais precisamente no sofá) mas que depois constatei estar num aparador, botei esculturas, livros de culinária e artesanato e um objeto divertido, adquirido especialmente para estimular meu lado brincalhão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se há alguma relação entre a decoração do cômodo e seu correspondente no Ba gua, eu só posso deduzir que para ter o sucesso que eu desejo eu precisarei cultivar meus projetos com muito cuidado, conforme as delicadas necessidades deles. Não poderei abandoná-los à própria sorte, senão eles facilmente morrerão de sede, desnutrição ou excesso de chuva. E, para ser mais criativa, será preciso botar a mão na massa. Ou seja, experimentar, arriscar, fazer coisas novas sem medo do julgamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dos questionamentos e da revalorização de atividades esquecidas, meu processo de autodescoberta também incluiu leituras diversas, filmes, conversas, anotações e uma consultoria profissional contratada especialmente para me orientar no mar de dúvidas, ideias e vontades que começaram a surgir em minha mente. Como um estudo acadêmico de mim mesma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um dado momento, o que era penoso começou a gerar alguns prazeres. Houve um dia especial em que finalmente me senti leve e feliz como havia muito não sentia. Eu tinha conseguido lembrar uma emoção importante que me guiou anos atrás. Senti de novo essa emoção, e de novo eu soube quem eu queria ser. E lembrei que não conheço sensação melhor que essa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa leveza depende em grande parte do necessário perdão que alguma hora a gente precisa dar a si mesma. O perdão pelos desvios de percurso, pelos erros cometidos, pelas decisões equivocadas e principalmente, eu diria, por não querer aquilo que disseram que era o certo. A gente precisa ter a bondade de aceitar quem a gente é, por mais que isso transgrida algumas regras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabendo melhor quem eu quero ser quando crescer, preciso tratar de crescer. Ou me desenvolver, como prefere meu atual orientador de jornada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As plantas da minha sacada precisam só de luz solar, terra fértil e água para se desenvolver. Eu preciso de um bocado mais de riquezas, entre as quais priorizo neste momento alguns estudos, doses generosas de novos prazeres, fé renovada e a tranquilidade adequada para prosseguir sem medo.Ou pelo menos foi o que consegui identificar até agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem também precisa de incentivo e inspiração para virar a mesa, sugiro uma musiquinha malandra do Zeca Baleiro: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wG57wFe0JIM" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;Eu despedi o meu patrão&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;. É no mínimo divertida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="status"&gt;UT5PHPGAUHJ5 &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-1446914648878896864?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cKJS0OQRVJyCPoeQTD5HR6QJy9c/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cKJS0OQRVJyCPoeQTD5HR6QJy9c/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabe aquele tipo de dúvida que faz a gente passar algumas horas ou dias, às vezes até meses, pensando se deve dizer sim ou não a uma determinada oportunidade que se apresenta? Na semana passada me apareceu uma dessas, mas felizmente vez não precisei ficar queimando neurônios calculando a probabilidade de cada resposta ser a melhor. Dessa vez, preferi perguntar ao grande oráculo. Aquele que sempre sabe de tudo, mas só responde se a gente pergunta direito. Sabe, não? &lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Bem, eu havia experimentado, desde o fim do ano, fazer algumas meditações matinais, e os últimos exercícios tinham sido ótimos. No mínimo, aquietar um pouco a mente me daria um pouco mais de clareza nas ideias. Mas o que eu queria mesmo era acessar lugares que em geral a gente não visita quando está pensando para lá e para cá. E me parece que alguma camada desses lugares aí eu alcancei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então me sentei no tapete de borracha com as pernas cruzadas, fechei os olhos e procurei me concentrar na minha respiração. Passei uns bons minutos assim, esperando que as cores começassem a se embaralhar na minha mente, ou que eu sentisse aquele cheiro de incenso que já apareceu do nada. Quando achei que meu corpo já estava mais relaxado e misturado ao resto, comecei a fazer perguntas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu faço com aquela proposta que me fizeram? Eu quero aceitá-la? Eu quero recusá-la? O que ela tem a ver com tudo que descobri sobre mim nos últimos meses? Ela pode me ajudar ou tem mais chance de me atrapalhar nos meus objetivos grandiosos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem verbalizar demais os pensamentos, continuei mantendo a mente relativamente quieta, esperando o que ela me traria em resposta. Então, sem nenhuma explicação nem vontade minha, minha cabeça começou a girar. Girava de um lado para o outro, em ângulos bem amplos, como naqueles exercícios de relaxamento que a gente faz no fim da aula de ginástica, só que sem meu comando consciente. Até que uma hora o pescoço pendeu para um lado e ficou ali. Parado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ué. Que será isso? Ei, mente, o que você está fazendo? Por que girou meu pescoço daquele jeito e agora me botou parada aqui nesta posição? Hein? Pode me explicar isso por favor? Devo ficar aqui? Vai me dizer alguma coisa? Eeeei! Helloooo! Não me esqueça aqui por favor. É sério, meu pescoço está começando a doer. Cara, tá doendo. É isso mesmo? É esse o exercício? Mas é você que vai devolver meu pescoço pro lugar ou posso levar ele de volta com minha própria vontade. Oi? Alô? Bem, eu vou voltar então, hein? Tudo bem? Posso voltar? Tô voltando. Se tiver algo mais pra me dizer, você me diz em seguida, OK? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então devolvi meu pescoço lentamente à posição inicial, sem nunca abrir os olhos ou perder o nível de relaxamento. Voltei a curtir o conforto por poucos instantes, até que minha cabeça voltou a girar, desta vez num ângulo menor, mais confortável, que não me causava dor nem tanto incômodo. E de repente entendi. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Era tão simples, tão óbvio, tão claro. E bastou perguntar ao grande oráculo – as camadas quietas da minha mente – para receber essa resposta que não deixava sombra de dúvida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Francine, minha querida, você não quer sentir dor, certo? Não quer ficar presa numa posição desconfortável, incômoda mesmo, que a deixe completamente fora do seu eixo, não é? Você já passou por isso antes, já sabe como lhe faz mal assumir posturas que não respeitam seu jeito de ser. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Pois bem. Se você tiver de fazer alguma concessão daqui para frente, meu amor, que seja aquele tipo de concessão que não lhe tire completamente do eixo nem cause dores ou danos à sua estrutura. Você pode, sim, ser flexível, deixar sua cabeça pender um pouco para o lado, girar em outras direções por algum tempo, sem estagnar em nenhuma delas, desde que seja fácil para você lembrar onde está seu eixo e voltar a ele sempre que precisar.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então agradeci a lição dada pelo meu corpo, me deitei para finalizar e abri os olhos sabendo o que fazer. Não tinha ainda a resposta pronta, sim ou não, mas já sabia que perguntas fazer ao autor da proposta a fim de saber se ela me faria pender demais o pescoço ou se o giro que ela provocaria seria fácil de suportar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sei, e fui lembrada por esse exercício tão concreto, que o mal estar e os problemas de saúde começam a se instalar quando a gente sai do rumo, do prumo, de quem a gente realmente é. Para mim, agora, esse exercício de checar lá dentro quais são as nossas crenças e os nossos valores parece imprescindível para poder tomar as decisões certas. Parece tão mais fácil assim! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mal estar, a doença e a infelicidade, eu acho, são resultado de uma inadequação. Uma inadequação daquilo que estamos fazendo em relação àquilo que somos. O resultado de basearmos nosso comportamento no que alguém disse que é certo, e não no que nosso grande oráculo grita lá dentro. Coitado, a gente o ignora tanto que ele é obrigado a criar dores e doenças para fortalecer o aviso. Porque em dor e doença a gente presta atenção, né? Morre de medo e vai correndo obedecer ao médico, que muitas vezes nem conhece a gente direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande oráculo, chame-o como quiser, está aí para ser ouvido, acessado. Está cheio de verdades para dizer, cheio de remédios 100% eficazes. Ele se comunica conosco pelo corpo o tempo todo, mas toda hora alguém nos convence de que o corpo não diz muita coisa de importante. Um desperdício a gente não prestar atenção nele. Eu sei que andei deixando meu oráculo de lado por mais tempo do que deveria. Mas agora eu sei, eu sei que ele tem as respostas que eu tanto queria. Só preciso perguntar. Direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-2151035620779617430?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JciMcpK2d2di8QQ-EGauGpKVzps/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JciMcpK2d2di8QQ-EGauGpKVzps/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JciMcpK2d2di8QQ-EGauGpKVzps/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JciMcpK2d2di8QQ-EGauGpKVzps/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/hhjyNqEbIq0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/2151035620779617430/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=2151035620779617430&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/2151035620779617430?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/2151035620779617430?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/hhjyNqEbIq0/pergunte-dor.html" title="Pergunte à dor" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2012/01/pergunte-dor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8HRnk4fip7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-194500125403221456</id><published>2012-01-09T18:46:00.001-02:00</published><updated>2012-01-26T11:17:17.736-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:17:17.736-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="nutrição funcional" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="indústria" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="marketing" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rótulo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><title>Quem é o dono da verdade na orientação nutricional?</title><content type="html">&lt;i&gt;Em quem confiar quando o assunto é seguir dicas do que deveríamos comer? &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está rolando uma disputa de credibilidade entre as autoridades de saúde ou é impressão minha? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em junho, conforme postado &lt;a href="http://www.umaequilibrista.com/2011/06/troco-minha-piramide-por-um-prato-feito.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;, o governo americano lançou o My Plate, uma figura que se propunha a substituir a conhecida pirâmide alimentar e esclarecer de uma vez por todas para a população americana - e do mundo - como é que se faz uma alimentação saudável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em setembro (sorry, só fiquei sabendo hoje - mas antes tarde do que nunca), um pessoal de Harvard resolveu dar sua opinião (desfavorável) sobre o My Plate, criando um outro modelito de ilustração educativa, que eles chamaram de &lt;a href="http://www.health.harvard.edu/blog/harvard-to-usda-check-out-the-healthy-eating-plate-201109143344" target="_blank"&gt;Healthy Eating Plate&lt;/a&gt;. Junto com as devidas explicações do que significa cada parte do desenho, os caras de Harvard desceram a lenha no My Plate do governo, sugerindo que este tinha sido muito leniente com o lobby da indústria de alimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zQCTZ6vW5Pw/TwtRov2OUnI/AAAAAAAAAjI/WfsnwepUbT8/s1600/HealthyPlate2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="312" src="http://4.bp.blogspot.com/-zQCTZ6vW5Pw/TwtRov2OUnI/AAAAAAAAAjI/WfsnwepUbT8/s400/HealthyPlate2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Eles alegam, por exemplo, que os laticínios, que o modelo governamental recomenda ingerir diariamente em porções generosas por causa do cálcio, na verdade não são assim tão indispensáveis e poderiam ser perfeitamente substituídos por outras fontes de cálcio, de preferência vegetais. E ainda acusam os laticínios de terem gordura saturada demais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discussão não é nova. Conheço uma legião de nutricionistas e autores que consideram o leite um verdadeiro inimigo do organismo humano e que são capazes de passar horas listando os motivos para ficar longe do leite (intolerância à lactose e alergia à proteína seriam só os males mais conhecidos). Ainda assim, permanece outra legião de profissionais de saúde que sustentam a tese de que cada caso é um caso e o leite pode ser, sim, muito bem-vindo na vida de muita gente. Não na de todo mundo, veja bem, mas na de muita gente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Discussões nutricionais à parte, o que me chama atenção nesse ataque de Harvard ao programa governamental é o flagrante desejo - de ambas as partes e de outras tantas que poderíamos listar - de possuir o dom da verdade. Quem quer que apareça com um modelo supostamente educativo de orientação de dietas baseado em ilustrações ou iconografia simplificadora, me parece, está tentando tomar para si o direito e o poder de ditar as regras e servir de oráculo para quem procura as respostas certas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a quem pertence esse direito, afinal? Quem é o dono da verdade sobre nutrição e pode dizer o que devemos e o que não devemos comer a fim de ter a melhor das saúdes? O governo americano parece crer que sua autoridade é suficiente para que suas mensagens sejam críveis. A universidade de maior renome daquele país ergue a mão para dizer que não, o governo não é confiável, pois está de mãos dadas com a iniciativa privada, que por sua vez não é confiável porque tem como objetivo vender o máximo possível de seus produtos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E terá a universidade credibilidade suficiente? Será a universidade totalmente isenta de rabos presos com empresas financiadoras de pesquisas? Qual seria a instância mais confiável de todas, em que todas as pessoas possam confiar cegamente, sem precisar ficar toda hora checando de onde tiraram o que estão dizendo e, mais importante, de onde vem o dinheiro que banca suas belas iniciativas "educativas"? A imprensa? Ahã. Os médicos? Ai, eu acho que depende. A sua avó? Pode até ser... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero do fundo do coração conseguir responder essas perguntas ao final do meu mestrado. Enquanto isso, continuemos de olhos bem abertos, cruzando as "novas verdades" que chegam. Stay tuned!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-194500125403221456?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ExBSaWpN5HmpJXBHEII-QF8ov4k/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ExBSaWpN5HmpJXBHEII-QF8ov4k/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/gUcUT-ElH8I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/194500125403221456/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=194500125403221456&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/194500125403221456?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/194500125403221456?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/gUcUT-ElH8I/quem-e-o-dono-da-verdade-na-orientacao.html" title="Quem é o dono da verdade na orientação nutricional?" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-zQCTZ6vW5Pw/TwtRov2OUnI/AAAAAAAAAjI/WfsnwepUbT8/s72-c/HealthyPlate2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2012/01/quem-e-o-dono-da-verdade-na-orientacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8BQ3o7cSp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-3225365733735655439</id><published>2012-01-02T10:14:00.004-02:00</published><updated>2012-01-26T11:17:32.409-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:17:32.409-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consciência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ideias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consumo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Como mudar um hábito</title><content type="html">&lt;i&gt;Cada um que descubra o que funciona para si e vá atrás das melhores influências&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já ouvi dizer que mudar um hábito é um dos desafios mais difíceis para um ser humano. Mas que eu saiba não existe jeito mais eficaz de conquistar certas melhorias em nossa vida. Para ter mais dinheiro, por exemplo, é recomendável mudar alguns hábitos de consumo e se planejar para aumentar os ganhos no médio prazo. Para perder alguns quilos de forma saudável, nada funciona melhor que modificar os hábitos alimentares. Teoricamente, então, bastaria seguir as recomendações dos gurus e pronto: o mau e indesejado hábito estaria automaticamente substituído pelo novo hábito desejado. Mas alguma coisa torna essa tarefa um pouco mais complicada que isso.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;Recentemente, li um livro que pretendia resolver essa questão de uma vez por todas. Chama-se &lt;i&gt;Change Anything&lt;/i&gt; - &lt;i&gt;The New Science of Personal Success&lt;/i&gt; (li em inglês e acho que ainda não há edição em português). Os autores (Kerry Patterson, Joseph Grenny e outros) partem de um experimento clássico feito com crianças para analisar o comportamento humano diante de oportunidades, influências e tentações. Primeiro, as crianças recebem algum dinheiro e são avisadas de que poderão guardá-lo ou comprar com ele o que quiserem. A decisão é delas: gastar ou guardar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí começam os testes. As crianças dão de cara com uma vendinha com guloseimas a preços altíssimos em comparação com o que encontrariam em qualquer comércio fora dali. A decisão racional seria a de não comprar nada ali, porque assim perderiam dinheiro. Mas essa decisão racional só ocorria às crianças influenciadas nesse sentido. As crianças que eram provocadas a comprar doces mesmo a preços tão altos (fosse por meio de propaganda, incentivo de outras crianças ou adultos) acabavam cedendo à tentação. E algumas se arrependiam depois. Um experimento parecido foi feito pelo CQC recentemente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os autores refutam veementemente a tese de que basta força de vontade para mudar um hábito. Afinal, estamos inevitável e constantemente sendo influenciados pelo ambiente. A tese dos autores de Change Anything é que, qualquer que seja o hábito que queiramos mudar (gastar melhor, comer melhor, fazer mais exercício, estudar mais, trabalhar melhor, brigar menos etc.), haverá sempre seis fatores de influência conspirando contra ou a favor: habilidades e motivações pessoais, habilidades e motivações sociais e habilidades e motivações estruturais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os termos podem ser um tanto abstratos, mas não é difícil entender. Habilidades e motivações pessoais são os pensamentos e os conhecimentos que nós temos sobre o hábito que pretendemos adotar. No caso da decisão de gastar melhor, eu preciso entender um pouquinho de matemática básica e ter muito claro para mim por que preciso economizar dinheiro (metas bem definidas sempre ajudam) a fim de aceitar os "sacrifícios" que terei de fazer em nome da nova forma de gastar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Habilidades e motivações sociais são os pensamentos e conhecimentos que a sociedade me leva a ter, por meio da cultura, da mídia, da escola. O que é que a sociedade me ensina sobre como gastar meu dinheiro? Ou melhor: de tudo que eu recebo da sociedade em matéria de informação sobre como gastar meu dinheiro, quais lições eu absorvo e aproveito? Isso depende muito, mas muito mesmo, do que a gente quer aproveitar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu ficar vidrada em tudo que a publicidade diz, em todas as novidades maravilhosas que as empresas inventam e botam no mercado, eu vou querer consumir sem parar, como se fosse milionária, como se minha saúde fosse imune a todo tipo de poluente. Não posso ficar absorvendo toda publicidade sem filtro, como se tudo que ela diz fosse bom para mim, certo? Então o que preciso fazer com relação às habilidades e motivações sociais é filtrar ou ignorar o que não interessa aos meus objetivos e buscar as influências que me ajudem a adotar e manter os hábitos que eu quero e que farão bem a mim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde estão as boas influências? Nos amigos que entendem nossos objetivos, por exemplo. Nós podemos pedir a eles que nos ajudem. O objetivo é comer melhor? "Estou fazendo uma reeducação alimentar, então por favor não me convidem para comer junk food, mas me chamem sempre que forem comer comida bacana." As boas influências, no caso do objetivo de gastar melhor, estão também nas revistas que não incentivam você a comprar a última moda o tempo todo e nos formadores de opinião que trazem informações confiáveis sobre planos de investimento. O recado do livro aqui é que podemos escolher quais influências iremos acatar. Admito que isso requer disciplina e coragem, mas, se a mudança de hábito desejada for importante, o preço a pagar será justo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já as habilidades e motivações estruturais estão um pouco mais distantes do nosso alcance, e em geral é por meio da política que podemos interferir nelas. Um exemplo é a política de preços. Por exemplo, ficaria mais difícil para os jovens começar a fumar se o cigarro fosse muito mais caro do que é hoje, ou se já estivesse proibido vender cigarro em padarias. Como o cigarro ainda é barato e acessível, continua fácil demais para qualquer adolescente fumar quando quiser, sob influência de amigos que acham cigarro coisa de gente &lt;i&gt;cool&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra forma de influência estrutural que poderia ser mais positiva é a oferta de degraus no lugar de elevadores e escadas rolantes, como já abordei em &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI150011-15230,00-O+SEDENTARISMO+E+GENTIL.html" target="_blank"&gt;outro artigo&lt;/a&gt;. Não resolve muito ficar dizendo para as pessoas usarem mais a escada se a escada está escondida atrás de portas corta-fogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos fazer então para que mudar nossos hábitos seja menos difícil? Observar o que já funcionou antes, o que já nos ajudou a mudar hábitos outras vezes, e ir atrás das verdadeiras ajudas. Se for preciso, identificar o que está faltando no meio em que você vive e brigar por melhorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comece observando sua casa. Ela está conspirando a favor de todos os bons hábitos que você está tentando adotar e manter? Tem certeza? O que há na sua geladeira? E na sua carteira? E a empresa em que você trabalha, está colaborando para as mudanças pedidas aos funcionários? E sua cidade, tem as leis certas para que os cidadãos ajam como se espera? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, eu poderia ficar aqui escrevendo sobre isso o dia todo. Mas vou deixar tempo para você refletir e, por que não, escrever, para mim ou para você mesmo, sobre os hábitos que deseja mudar, aproveitando que estamos no primeiro dia útil do novo ano. Para terminar, deixo uma provocação final: Qualquer que seja seu objetivo, faça agora. É a lição que aprendi com o músico argentino &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=3t5AMFNDDlc&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;Kevin Johansen&lt;/a&gt;, que me inspira em tantos momentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Boa sorte com suas mudanças. E feliz 2012.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-3225365733735655439?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qTuU2bXyBFKbYkFlh4wVQaFF3kc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qTuU2bXyBFKbYkFlh4wVQaFF3kc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qTuU2bXyBFKbYkFlh4wVQaFF3kc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qTuU2bXyBFKbYkFlh4wVQaFF3kc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/nSdGPR0k8Cg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/3225365733735655439/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=3225365733735655439&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/3225365733735655439?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/3225365733735655439?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/nSdGPR0k8Cg/como-mudar-um-habito.html" title="Como mudar um hábito" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2012/01/como-mudar-um-habito.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYAQHk5fSp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-2706314811003547054</id><published>2011-12-01T19:16:00.001-02:00</published><updated>2012-01-26T11:22:21.725-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:22:21.725-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="emagrecer" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ideias" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dieta" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="restaurante" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hábitos" /><title>Uma ideia para restaurantes amigos da dieta</title><content type="html">&lt;i&gt;E se quem serve a comida também tomasse conta de como você monta o prato?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu e minhas ideias atrevidas. Na fila do bufê do restaurante, bem na minha frente, havia uma moça bastante acima do peso, prestes a pesar o prato. O problema não era a quantidade de comida, mas a composição do prato. Arroz integral, purê de batata, bolinhos fritos e carne vermelha. Cadê os vegetais, amiga? Ei, vocês do restaurante, vão deixar essa menina vir aqui comer errado desse jeito? Ninguém vai fazer nada? Socorro!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Eu sei que não é bonito a gente se meter na vida alheia, então fiquei quieta. Foram só meus pensamentos que gritaram. Eu tinha uma vontade danada de puxar conversa com a moça, perguntar se ela já consultou uma nutricionista, perguntar se alguém na casa dela dá incentivos para ela mudar os hábitos alimentares e dar um monte de sugestões. Mas não dava, né? Quem sou eu pra invadir a privacidade alheia desse jeito?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi aí que comecei a imaginar como seria se os restaurantes assumissem a tarefa de ajudar seus fregueses a fazer boas escolhas. Bem que podia haver ali uma nutricionista atenciosa que conversasse com quem chegasse, assim como as atendentes das praças de fast food nos shoppings. Só que em vez de apenas anotar o pedido, as atendentes profissionais poderiam dar dicas, orientar cada pessoa, conforme o perfil, a montar seu prato com mais consciência e cuidado. Com o tempo, a freguesia iria se acostumar e gostar das sugestões. Iriam fazer amizade com a moça e adquirir o hábito de lhe fazer perguntas, querendo aprender mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dono do restaurante onde almoço quase diariamente valoriza a alimentação boa. Sei disso porque ele já me contou que a mulher dele frequenta academia, malha muito e tem uma alimentação super-regrada, e ele fica automaticamente alerta. Os filhos dele se exercitam também, num esquema de circuito pesado que parece bem bacana. Ele também já me contou de um freguês que era muito gordo, comia sem controle, e que agora está bem mais magro, comendo salada todo dia e tal. No bufê do restaurante dele, as frituras ficam separadas do restante da comida, o que eu acho muito respeitoso. Se ele conhece toda a freguesia e se importa com ela, por que não dar um passo adiante e associar ao seu negócio um ganho social?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será que as pessoas valorizariam mais os estabelecimentos que se mostrassem claramente mais interessados num consumo alimentar equilibrado? Será que se existisse algum tipo de selo confiável, tipo "restaurante amigo da dieta", sei lá, isso traria retorno de marketing pro restaurante? Quem sabe se o restaurante com essa proposta fizesse promoções para beneficiar os clientes também, por exemplo oferecendo prêmios ou descontos para quem completasse o prato com um terço de salada? Tenho lido a respeito de campanhas desse tipo, em que são oferecidos incentivos materiais para as pessoas adotarem hábitos saudáveis. Vai que a ideia pega?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se souber de algo parecido rolando por aí, me avise por favor. Quero estar perto de projetos assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-2706314811003547054?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MkM0193moD4Oifz9gXhoLGGF7tY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MkM0193moD4Oifz9gXhoLGGF7tY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MkM0193moD4Oifz9gXhoLGGF7tY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MkM0193moD4Oifz9gXhoLGGF7tY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/hSwefaLKAIw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/2706314811003547054/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=2706314811003547054&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/2706314811003547054?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/2706314811003547054?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/hSwefaLKAIw/uma-ideia-para-os-restaurantes-amigos.html" title="Uma ideia para restaurantes amigos da dieta" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/12/uma-ideia-para-os-restaurantes-amigos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYBRn4zeip7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-4170515964742126882</id><published>2011-11-29T11:03:00.001-02:00</published><updated>2012-01-26T11:22:37.082-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:22:37.082-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="equilíbrio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="carreira" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bem-estar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Equilibrando os papéis</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;Talvez a segurança não esteja no chão firme, mas em acrobacias e malabarismos acertados&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Estou experimentando um novo nome para este
blog. O nome antigo fez sentido por alguns anos, mas minha vida está mudando, me
ensinando novas lições, me trazendo novas crenças, e tornou-se necessário rever
algumas posições.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O nome novo me parece mais adequado em
vários aspectos. Primeiro, porque não assusta ninguém. Embora o conteúdo, você
sabem, fosse sempre do bem, o nome às vezes causava desconforto. Segundo,
porque equilibrar-se parece ser uma intenção de todo mundo. Dar alguma
estabilidade à vida e evitar grandes quedas é algo que a maioria de nós quer na
vida adulta. Terceiro, porque a ideia de equilíbrio transmite muito daquilo em
que acredito quando escrevo. Afinal, viver de forma saudável requer olhar pra
si mesmo buscando as mudanças necessárias para melhorar física, mental e
espiritualmente. Essas três dimensões do nosso ser precisam estar bem cuidadas,
equilibradamente, para haver bem-estar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O equilíbrio não é uma conquista
definitiva. É um objetivo, um objeto de desejo, uma aquisição escorregadia que
estamos constantemente querendo resgatar. Não conheço ninguém que o tenha
consigo o tempo todo. Então achei que a busca pelo equilíbrio, e não o equilíbrio
em si, seria um mote mais sintonizado com tudo aquilo que busco e que pretendo
oferecer por meio deste blog. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O momento dessa mudança de nome não é
aleatório. Estou de fato em busca de um novo equilíbrio. Faz algum tempo que
estou investigando qual é meu papel neste mundo, onde é que eu me encaixo nesse
quebra-cabeças em que nasci. Começo a desconfiar que não há um único jeito de
fazer parte do jogo. Não posso me prender aos rótulos que ganhei até agora para
alçar os próximos voos. Jornalista. Mulher. Brasileira. Natureba. Filha, neta,
sobrinha. Não posso ser só isso. Não posso ser tudo isso. Perdão, mas não posso
ser 100% nada disso. Existem ainda espaços vagos naquilo que eu quero ser, e
que não se preenchem por nenhum desses papéis já experimentados. Preciso de
novos papéis, sem no entanto abrir mão dos que já tenho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Estou em busca de novos nomes, novos
títulos, novas definições para quem sou e passarei a ser. Talvez por algum
tempo eu fique assim, meio equilibrista na corda bamba, tentando segurar várias
coisas ao mesmo tempo, torcendo para não derrubar nenhuma, rezando para não me
esborrachar lá embaixo, pedindo para o público não vaiar. Quem sabe até seja
uma aventura divertida e engraçada, por mais esforço que eu precise fazer,
afinal o circo é sempre riso e risco no mesmo picadeiro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Enquanto isso, escolho para mim esse título
indeciso de equilibrista, que me serve bem até que um desafio maior se
apresente. Domadora de leões? Malabarista com tochas de fogo? Qualquer que
venha a ser meu futuro papel nesse circo, que eu saiba aproveitar os desequilíbrios
no meio do caminho para me tornar mais forte e hábil e seguir dando passos à
frente. O respeitável público está convidado a participar. Bem-vindos a mais
esta etapa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-4170515964742126882?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QuCI_evvLKH7zhal0NPR59KcGJk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QuCI_evvLKH7zhal0NPR59KcGJk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QuCI_evvLKH7zhal0NPR59KcGJk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QuCI_evvLKH7zhal0NPR59KcGJk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/CHcxFdhhaQA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/4170515964742126882/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=4170515964742126882&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/4170515964742126882?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/4170515964742126882?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/CHcxFdhhaQA/equilibrando-os-papeis.html" title="Equilibrando os papéis" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/11/equilibrando-os-papeis.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYDQHw8eSp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-7327330393096520643</id><published>2011-11-12T16:47:00.001-02:00</published><updated>2012-01-26T11:22:51.271-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:22:51.271-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hidratação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bebida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="restaurante" /><title>Para diminuir a sede, não beber nada</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei se sou desconfiada demais, mas ando suspeitando que os restaurantes salgam demais a comida de propósito, só para a gente gastar mais com bebidas. É fato que as bebidas são uma fonte de lucro importante para os restaurantes. Então, se as pessoas tiverem bastante sede, tomarão mais de uma porção de suco ou refrigerante, aumentando os lucros do estabelecimento. Será que o comércio é assim tão maquiavélico?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, eu sou maquiavélica de volta. Não gosto de facilitar nesse aspecto. No dia a dia, faço meus almoços a seco, sem nenhum sucozinho para acompanhar, que é para baratear o almoço mesmo e não me atrapalhar a digestão (dizem que líquido demais altera o PH do estômago e sei lá). E talvez por isso perceba mais que as outras pessoas que a comida está salgada. Dá uma sede danada e, em vez de pedir água, vou reclamar com o dono pra botar menos sal da próxima vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proponho então um experimento. Se você está acostumado a beber alguma coisa junto com a comida, experimente interromper esse hábito e ficar mais atento à sua sede - deixando para beber água inúmeras vezes ao longo do dia. Aposto que vai ser melhor reclamar do sal ou trocar de restaurante do que mandar ver em um refrigerante (que também está cheio de sódio) para compensar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-7327330393096520643?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cBTKDuaRmuOKn8wq-ADE3vK5bh4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cBTKDuaRmuOKn8wq-ADE3vK5bh4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cBTKDuaRmuOKn8wq-ADE3vK5bh4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cBTKDuaRmuOKn8wq-ADE3vK5bh4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/WTLXltIqt6Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/7327330393096520643/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=7327330393096520643&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/7327330393096520643?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/7327330393096520643?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/WTLXltIqt6Q/para-diminuir-sede-nao-beber-nada.html" title="Para diminuir a sede, não beber nada" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/11/para-diminuir-sede-nao-beber-nada.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYMQn47eyp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-6473693873738914772</id><published>2011-10-05T16:31:00.001-03:00</published><updated>2012-01-26T11:23:03.003-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:23:03.003-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="acrobacia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="esporte" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="academia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="parkour" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diversão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="circo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="treinamento funcional" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atividade física" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="exercício" /><title>Academia só de diversão. Pode?</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acaba
de inaugurar em São Paulo um espaço onde treinar é como brincar, só que mais
difícil&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Estou achando que as paredes têm ouvidos.
Ou melhor, que a internet tem espiões. Ou será que os pensamentos que a gente
pensa vão se espalhando pelo ar até que várias pessoas captem? Seja como for, via
inconsciente/ consciente coletivo ou não, algumas das minhas preces andam sendo
atendidas. O fato é que está aumentando a oferta de opções de atividades
físicas divertidas e desafiadoras para gente que, como eu, se entedia fácil com
a rotina e com a falta de aprendizado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esta semana inauguraram em São Paulo uma
academia com o propósito principal de oferecer atividades divertidas para
adultos e adolescentes. A ideia foi de François Bonaventure, dono da Vibe Sport,
uma academia comum com unidades na Vila Leopoldina e na Pompeia, em São Paulo.
Diz ele que havia alunos dessas academias que reclamavam da chatice das
atividades de sempre. Juntando as queixas com as novidades que andavam
surgindo, como a primeira academia só de Parkour no Brasil, inaugurada este ano
pelo jovem Jean Wainer (e que eu divulguei em primeira mão na &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI227287-15201,00.html"&gt;revista Época&lt;/a&gt;),
François achou que estava na hora de abrir um negócio inovador, que deixasse a
tal chatice de lado e entregasse o que as pessoas estão procurando. Clap clap
clap.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na nova unidade, a maior área coberta da
academia é um galpão com grama sintética colorida no chão, parede de escalada e
um monte de coisas penduradas no teto, como tecido, lira, cordas, tiras com alças.
Há também equipamentos no chão: kettlebells, tábuas de madeira, plinto. Ué, e
as máquinas? Esteiras, bikes e remos ficam “escondidos” num mezanino, de onde
se pode observar, talvez com tristeza e inveja, as pessoas se divertindo lá
embaixo. Equipamentos de musculação não há.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Por dentro, o espaço lembra mais um picadeiro que uma academia de
ginástica convencional, e é tudo de propósito. Na área externa, há uma árvore
enfeitando o ambiente rodeada por grama sintética verde, um terraço com cama
elástica e uma sala com videogame para jogos tipo Wii. Sim, porque nem só de
exercício físico vive a diversão dos adolescentes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZUdPhHx87Kc/To0FGnTUMHI/AAAAAAAAAcU/wm-Rdn1CKtA/s1600/Vibe+Fun+2.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZUdPhHx87Kc/To0FGnTUMHI/AAAAAAAAAcU/wm-Rdn1CKtA/s400/Vibe+Fun+2.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZfWi9sB_l7M/To0ERm7BYdI/AAAAAAAAAcQ/V0nY5Juvmgs/s1600/Vibe+Fun.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="167" id=":current_picnik_image" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZfWi9sB_l7M/To0ERm7BYdI/AAAAAAAAAcQ/V0nY5Juvmgs/s400/Vibe+Fun.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fotos: Luis Simione/ Divulgação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Entre as atividades que mexem o corpo na &lt;a href="http://www.vibefun.com.br/"&gt;VibeFun&lt;/a&gt; estão aulas de circo, Le Parkour, treinamento militar, kettlebell e
escalada esportiva indoor. François diz que até pneu de trator vai ter pra
moçada martelar. E não é brincadeira, não. É treino pra valer, coisa de macho.
Só que também é divertido. Vi isso meses atrás no site do treinador que
trabalhou o corpão do ator do filme &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Thor&lt;/i&gt;
e desde então estou ansiosa pra martelar pneu! Imagina a quantidade de músculos
recrutados para fazer isso! Delícia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como fui à inauguração de vestido, não deu
para experimentar muita coisa. Só brinquei rapidamente no “trepa-trepa” do
corredor lateral, pra sentir como ele “pega” a musculatura das costas. Lembra
como era o brinquedo dos parquinhos de areia na sua infância? Pois é, marmanjo.
Quando a gente é adulto pouco ativo, aquilo vira treino puxado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Será ótimo se os professores da Vibe
conseguirem usar esses “brinquedos” de um jeito suficiente para garantir bons
resultados para o melhoramento físico dos alunos. Afinal, treinar de verdade
não é só diversão. Melhorar a saúde tem de estar em primeiro lugar. Então
atenção às novidades. Toda estratégia pode ser espetacular ou péssima,
dependendo da forma como é aplicada, e para quem, e em que momento. Espero que
eles acertem a mão e conquistem muitos alunos (inclusive idosos, por que não?).
Sejam bem-vindos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-6473693873738914772?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AAKPFGKN7N6h9Ukptc1dNJTtelY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AAKPFGKN7N6h9Ukptc1dNJTtelY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AAKPFGKN7N6h9Ukptc1dNJTtelY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AAKPFGKN7N6h9Ukptc1dNJTtelY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/gelIcswNHaY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/6473693873738914772/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=6473693873738914772&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/6473693873738914772?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/6473693873738914772?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/gelIcswNHaY/academia-so-de-diversao-pode.html" title="Academia só de diversão. Pode?" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-ZUdPhHx87Kc/To0FGnTUMHI/AAAAAAAAAcU/wm-Rdn1CKtA/s72-c/Vibe+Fun+2.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/10/academia-so-de-diversao-pode.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYNQngyeyp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-6567739722516016983</id><published>2011-09-21T10:06:00.002-03:00</published><updated>2012-01-26T11:23:13.693-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:23:13.693-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mercado" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="industrializado" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="indústria" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="marketing" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consumo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consumidor" /><title>A mesma comida, 6 interesses distintos</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;De
acordo com pesquisas de mercado, os consumidores de alimentos saudáveis não estão
todos em busca do mesmo benefício&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Agora entendi por que meu namorado não se
tornou tão natureba quanto eu, mesmo depois de ter se convertido ao consumo
mais frequente de saladas, arroz integral e granola, sob minha influência. É
que, de acordo com os seis perfis de consumidores indentificados nas pesquisas
da Health Focus International, eu sou uma discípula, e ele é um investidor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A revelação se deu ontem, num encontro
entre gente da indústria de alimentos e profissionais de saúde dedicado a expor
estratégias de marketing ligadas à chamada saudabilidade. Interessados em
aumentar seus mercados, os participantes estavam ali para aprender a direcionar
corretamente a formulação de produtos e, principalmente, a comunicação com o
público, de modo a cativar cada perfil de consumidor com a mensagem certa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;De acordo com as descrições feitas por
Steve Walton, da Health Focus International, as novidades em matéria de
alimentos com apelo mais saudável tendem a despertar primeiro o interesse dos &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;discípulos&lt;/b&gt;, que são aqueles
consumidores que colocam os benefícios para a saúde acima do sabor e da
praticidade na hora de fazer compras. Eu me identifiquei com esse perfil na
hora, mas não por me sentir atraída por novidades. É que, ao tomar conhecimento
de informações que não tinha antes sobre a relação de determinados alimentos ou
nutrientes com a saúde, eu tendo a querer adotar dali para frente hábitos que
incorporem o conhecimento adquirido. Então, se fiquei sabendo que as verduras
escuras, como a couve e a rúcula, possuem mais nutrientes que as verduras
claras, como a alface, nos almoços seguintes eu certamente me servirei mais de
verduras escuras do que das claras. O que não significa que vou comprar
qualquer industrializado que contenha extrato de verdura escura, por exemplo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas não posso esperar que todo mundo faça o
mesmo. Segundo Walton, nós, os discípulos, somos apenas 9% da população. Entre
nós estão provavelmente muitos vegetarianos, ainda uma minoria que se sente
incompreendida. A maioria das pessoas (48%) seria do perfil &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;gerenciador&lt;/b&gt;, gente que está sempre na
correria, preocupada em não pegar trânsito demais para chegar em casa em tempo
de alimentar as crianças. Os gerenciadores dão muita importância para a
conveniência e a praticidade, portanto são os que tendem a dar mais boas vindas
a soluções rápidas para a alimentação, como alimentos prontos para o consumo e
comida para viagem. E comumente sentem-se culpados por não conseguir fazer
melhor que isso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A segunda maior parcela de consumidores
(20%) tem o perfil &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;curador &lt;/b&gt;(no
inglês: healers). São pessoas que buscam alimentos com propriedades específicas
contra determinados problemas de saúde. Entre eles estava provavelmente uma
mulher com quem falei certa vez no supermercado. Ela estava levando uma caixa
de aveia “porque baixa o colesterol”, mas também tinha no carrinho alguns
pacotes de molho de tomate pronto para o consumo, por serem mais baratos que o
tomate in natura (triste). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Há também os &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;batalhadores&lt;/b&gt; (no inglês: strugglers), 8% da população, que tendem a
se tornar mais numerosos no Brasil daqui para frente, segundo Walton. Em grande
parte, são pessoas acima do peso que tentam e não conseguem levar uma vida
saudável, pois vão e vêm em dietas mal elaboradas que não duram e não
funcionam. Esses, suspeito eu, provavelmente precisam de uma dose extra de
informação, orientação e estímulo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ali, próxima, existe uma elite
minoritária de consumidores que não abrem mão do sabor nem da conveniência,
embora valorizem também a saudabilidade. São &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;os investidores&lt;/b&gt;, apenas 3% da população, que estão sempre dispostos
a gastar um dinheiro extra se for em nome de prazeres extras. Aí está meu
namorado. Esse pessoal gosta de produtos premium, novidades importadas, embalagens
elegantes, jantares fartos em bons restaurantes. Agora me diz como é que eu,
uma discípula mão de vaca, concilio as minhas prioridades com a do meu
namorado? Posso imaginar que não é só aqui em casa que conflitos como esse
acontecem... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;E, por fim, restam os &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;desmotivados&lt;/b&gt; (7% da população), aqueles que ainda estão dando de ombros para o
que dizem sobre alimentação saudável e querem mesmo é porções grandes e queijo
extra por cima da batata frita. Esses nem precisam procurar novidades, pois têm
suas refeições preferidas garantidas em qualquer praça de alimentação de
shopping. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Agora por favor não se envergonhe e comente
aí embaixo qual é o seu perfil e como você consome alimentos, vá?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Obs.: &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acho que comi bola e não vi
onde estavam os 5% restantes. Desculpa aí.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-6567739722516016983?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uUckgrH4EI0_j4mPt0POYJD0L6Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uUckgrH4EI0_j4mPt0POYJD0L6Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uUckgrH4EI0_j4mPt0POYJD0L6Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uUckgrH4EI0_j4mPt0POYJD0L6Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/KDkk3wikBW0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/6567739722516016983/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=6567739722516016983&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/6567739722516016983?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/6567739722516016983?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/KDkk3wikBW0/mesma-comida-6-interesses-distintos.html" title="A mesma comida, 6 interesses distintos" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/09/mesma-comida-6-interesses-distintos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUEQn4-fSp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-4295268016979786949</id><published>2011-09-19T22:36:00.003-03:00</published><updated>2012-01-26T11:23:23.055-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:23:23.055-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="prevenção" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="glúten" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alergia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><title>"Trigo não é alimento para humanos"</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A jornada do médico que quer livrar os
celíacos do sofrimento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Outro cidadão que eu tive o prazer de ouvir
no Congresso de Nutrição Funcional foi o médico americano Thomas O’ Bryan, convidado
internacional do evento, que deu uma palestra fechada só para as jornalistas. O
tema da palestra, segundo a divulgação, seria a relação do ambiente com a
saúde. Na verdade, a apresentação que O’Bryan fez para a gente foi principalmente
sobre o glúten, a doença celíaca e os ricos que o trigo supostamente traz à
saúde de um número de pessoas bem maior do que se supõe. Acho que posso dizer
que o médico é um grande ativista da causa contra o trigo, e com argumentos
fortes o bastante para deixar a plateia com medo. Ele chega a dizer que “o
trigo não é alimento para humanos”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A tese do Dr. O’Bryan, baseada em estudos
que segundo ele a maioria dos médicos não tem tempo para ler, é que o glúten
atrapalha nossa digestão ao tornar o intestino mais permeável, favorecendo a
absorção de moléculas grandes que não deveriam entrar em nossa circulação
sanguínea. Com isso, o organismo passaria a funcionar de modo imperfeito,
podendo ser diagnosticado como “disfuncionado”, embora ainda não doente.
Estaria aí a origem de um monte de doenças, incluindo Alzheimer, doença
cardíaca, psoríase e distúrbios da tireoide. Socorro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O médico disse ainda que o tipo de exame
que se faz hoje para diagnosticar a doença celíaca só é capaz de detectá-la em
estágio avançado, muitas vezes quando já é tarde demais. E que um novo tipo de
exame, feito no sangue, já usado nos Estados Unidos e que em breve deve chegar
ao Brasil, ajudará no diagnóstico precoce da doença, com potencial para revelar
muito mais celíacos por aí. Eu, hein.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A expectativa com o novo exame é que os
celíacos possam reverter o problema em tempo em vez de descobrir, às vezes à
beira da morte, que seu sistema digestório não presta mais para muita coisa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Além de conhecimento acumulado, O’Bryan tem
motivos dolorosos para viajar pelo mundo falando do glúten para outros médicos.
Essa história Tom me contou em particular, durante um café após a palestra.
Disse ele que sua madrinha, a tia Emily, já na maturidade, voltava sempre do
médico com uma boa notícia e uma recomendação: “A senhora está saudável como um
cavalo, mas por favor pare de beber”, dizia o médico dela. E ela se enfezava, pois não bebia nada. “Essa
era a piada da família”, diz Tom. Até nas festas de fim de ano a tia Emily brindava
com uma taça de água, então não entendia por que seus exames mostravam uma
alteração nas enzimas hepáticas típica de quem bebe demais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O’Bryan explica que uma elevação das
enzimas hepáticas indica que células do fígado estão morrendo. Mas, como não
havia sintomas, os médicos não pediam tratamento nenhum. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Alguns anos passaram com o mesmo tipo de
conversa desencontrada com o médico, até que certa vez, com 82 anos, de repente
a tia Emily foi hospitalizada com uma dor no estômago e um sangramento no
fígado. Apenas 4% do fígado estava funcionando. “Todo o sangue do corpo passa
pelo fígado”, explica Tom. “Na tia Emily, 100% do sangue estava passando por
apenas 4% do fígado.” Daí o sangramento. A explicação dos médicos para o
episódio repentino era que “essas coisas acontecem.”&amp;nbsp; “Tommy”, como O’Bryan era chamado pelos
colegas, tentou sugerir exames específicos para a doença celíaca, mas não foi
ouvido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O’ Bryan esperava que seus colegas
estivessem mais atentos ao tema. A revista &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Hepatology&lt;/i&gt;
havia publicado um artigo em 2008 dizendo que a elevação nas enzimas hepáticas
poderia ser a única manifestação da doença celíaca. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;No fim de oito semanas, tia Emily tinha passado por seis cirurgias. Então o médico do hospital veio dizer que já não havia mais o que
fazer. Quem sabe a velha vivesse mais duas semanas, talvez mais dois meses,
repousando em casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O’ Bryan foi visitar a madrinha e
aproveitou para tirar-lhe uma amostra de sangue. Valendo-se de sua credencial
médica, conseguiu uma análise laboratorial e comprovou a suspeita: doença
celíaca. Poderia haver outras explicações para seu problema além da
intolerância ao glúten, mas Tom acreditava que sem o glúten ela pelo menos se
sentiria melhor por algum tempo. Pediu a colaboração dos demais familiares e,
dali para frente, ninguém mais na casa comeu nada que tivesse glúten. Aprenderam
a comer de outro jeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Apesar do seu estado lastimável causado
pela cirrose, tia Emily passou a participar mais das conversas familiares e
tornou-se mais espiritualizada. Um ano e meio depois, deram adeus à matriarca,
não sem que antes ela pedisse ao afilhado que levasse sua mensagem aos demais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;É o que Tom veio fazer no Congresso, e é o
fez comigo enquanto contava sua história emocionante. Agora só me resta
pesquisar melhor o assunto e compartilhar com vocês o que eu encontrar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-4295268016979786949?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vg5g13wpZxp6zT0zbhe1vrL2AJ4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vg5g13wpZxp6zT0zbhe1vrL2AJ4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vg5g13wpZxp6zT0zbhe1vrL2AJ4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vg5g13wpZxp6zT0zbhe1vrL2AJ4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/bsYu7EVtcyE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/4295268016979786949/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=4295268016979786949&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/4295268016979786949?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/4295268016979786949?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/bsYu7EVtcyE/trigo-nao-e-alimento-para-humanos.html" title="&quot;Trigo não é alimento para humanos&quot;" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/09/trigo-nao-e-alimento-para-humanos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUFQnczfyp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-4908814877931924423</id><published>2011-09-19T21:30:00.000-03:00</published><updated>2012-01-26T11:23:33.987-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:23:33.987-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="carreira" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><title>A bandeira de cada um</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quem acredita no que faz não aceita fazer
outra coisa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Volto ao tema do Congresso de Nutrição
Funcional para contar mais uma história que conheci por lá. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ouvi do fotógrafo Gustavo Negrini, dono da
E3 Marketing, responsável pela divulgação do evento, que sua agência de
comunicação nasceu da sua identificação pessoal com o ideal da saúde. Ele trabalhava
para uma academia de ginástica na zona Norte de São Paulo quando decidiu
empreender e tornar-se um colaborador terceirizado. Logo foi chamado para
assumir a comunicação da franquia Mundo Verde, depois assumiu a conta de
algumas nutricionistas e então o mundo da nutrição fisgou-lhe de um jeito
irresistível. Tão irresistível que ele desistiu de trabalhar com outros temas e
carimbou sua marca como uma agência que divulga apenas conteúdo sobre nutrição,
esporte e bem-estar. Para Gustavo, isso significa selecionar clientes e
parceiros, mesmo que isso signifique perder contratos ambiciosos que poderiam
injetar mais recursos na sua pequena empresa. “Eu jamais vou trabalhar para uma
empresa de refrigerantes, por exemplo”, decreta.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Apoiadíssimo, colega. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-4908814877931924423?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W3_34W2YDYQ_YTovS4QHfvP8zPk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W3_34W2YDYQ_YTovS4QHfvP8zPk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W3_34W2YDYQ_YTovS4QHfvP8zPk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W3_34W2YDYQ_YTovS4QHfvP8zPk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/FrpaVRfuot8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/4908814877931924423/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=4908814877931924423&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/4908814877931924423?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/4908814877931924423?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/FrpaVRfuot8/bandeira-de-cada-um.html" title="A bandeira de cada um" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/09/bandeira-de-cada-um.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUGQH07eSp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-616938305394751739</id><published>2011-09-19T20:52:00.001-03:00</published><updated>2012-01-26T11:23:41.301-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:23:41.301-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="prevenção" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alergia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="nutrição funcional" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="missão" /><title>Alimentos com missão</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Belas histórias de vida estão por trás de
novidades no mercado de alimentos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Na semana passada estive no VII Congresso
de Nutrição Clínica Funcional, organizado pela VP Consultoria Nutricional.
Sempre quis ir, mas nunca conseguia. O evento bombou. Assisti a algumas
palestras lotadas, com mulheres de salto muito alto sentadas no chão, e não foi
fácil acompanhar os temas mais complexos. Anotei, gravei e reuni algumas
informações que poderei aproveitar um dia. Experimentei alguns quitutes,
colecionei folhetos. Mas o que eu mais gostei de conhecer foram algumas pessoas
com histórias bonitas para contar. Pessoas que estavam ali não como
profissionais apenas, mas principalmente como cidadãos idealistas, como
pensadores preocupados com a sociedade, como seres humanos que carregam dentro
de si uma crença enorme no poder de suas ações e palavras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como o Zeca Baldarena e a Cristiane
Rizardi, do Santo Dom, a empresa de massas sem glúten que eles criaram.
Primeiro experimentei um ravióli, sem quase perceber qual era a diferença na
comparação com uma massa comum. Em seguida, mal comecei a fazer perguntas e os
dois desataram a falar pelos cotovelos, e muito alegremente, sobre de onde veio
a ideia de produzir massas sem trigo e como foi que conseguiram desenvolver
receitas tão boas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tanto a Cris quanto o Zeca, segundo me
contaram, trabalhavam em cantina italiana, fazendo massas a base de trigo. Tudo
ia muito bem até que, em datas diferentes, os dois toparam com clientes que
estavam no restaurante acompanhando familiares, mas que não podiam comer suas
deliciosas macarronadas. Primeiro foi a Cris, que não se conformou de saber que
a cliente passava vontade devido à intolerância ao glúten e quis porque quis
achar um jeito de resolver o problema da moça. Depois foi o Zeca, que pediu
licença ao chefe para ouvir todo o depoimento do freguês celíaco, curiosíssimo
para entender como era aquilo e ao mesmo tempo incapaz de conter as lágrimas
diante do tal drama dietético. Ficou verdadeiramente tocado pelas informações
obtidas e aprendeu um bocado. E foi assim que a vida da Cris e do Zeca mudou
para sempre. A ponto de eles abandonarem o trigo em sua própria dieta, em nome
dos benefícios para a saúde alegados até para os não-celíacos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Zeca, com seus olhos azuis bem abertos, me
disse que ficou tão mergulhado no projeto de desenvolver massas sem glúten que
largou tudo que já tinha construído com base no trigo. Abandonou a produção de
massas tradicionais, perdeu clientes, deixou de ganhar dinheiro e teve de pedir
ajuda à família para pagar as contas até que o novo negócio começasse a andar. Há
poucos meses, ele e a Cris produzem suas massas em Mogi das Cruzes, no interior
de São Paulo, e tentam divulgar a marca em oportunidades como essa, da feira do
Congresso de Nutrição Funcional. É um longo período de investimento antes de
começar lucrar. Mas Zeca está entusiasmadíssimo. Ouviu dizer que a sua massa é
melhor que a que estão fazendo na Itália. Diz que acredita no destino. Acredita
que as coisas dão certo quando têm de dar, quando as pessoas certas estão
envolvidas, e que o que dá errado na verdade não era para acontecer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Zeca, assim como outras pessoas que
conheci no evento, descobriu sua missão nesta vida e está apostando todas as
fichas nela. Não sei se a massa do Santo Dom é ou não é melhor que a de outras
marcas. Mas achei importante que eles acreditem no que estão fazendo acima de
qualquer coisa, e estejam focados em fazer o bem. Essa é minha bandeira também.
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-616938305394751739?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r_UusJo9uIjzDx3Fs5vVjZRwwZA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r_UusJo9uIjzDx3Fs5vVjZRwwZA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r_UusJo9uIjzDx3Fs5vVjZRwwZA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r_UusJo9uIjzDx3Fs5vVjZRwwZA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/UnAJ-LWeADQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/616938305394751739/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=616938305394751739&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/616938305394751739?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/616938305394751739?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/UnAJ-LWeADQ/alimentos-com-missao.html" title="Alimentos com missão" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/09/alimentos-com-missao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUAQXo5eyp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-9097348264251443967</id><published>2011-08-30T13:34:00.000-03:00</published><updated>2012-01-26T11:24:00.423-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:24:00.423-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consiência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="corpo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estética" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="postura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="beleza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="músculo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atividade física" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="exercício" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Marília Coutinho" /><title>Alienação corporal e o preconceito muscular</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Terminei a leitura do livro &lt;a href="http://draft.blogger.com/%28http://www.phorte.com.br/livro-estetica-saude-linha-tenue-entre-beleza-saude-468%29"&gt;&lt;i&gt;Estética e Saúde&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, da Marília Coutinho no domingo e ontem li a reportagem da querida Jeanne Callegari na revista Vida
Simples: &lt;i&gt;&lt;a href="http://bit.ly/qszcJv"&gt;Corpo, ilustre desconhecido&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;. A Jeanne se inspirou no livro da Marília para escrever sua necessária matéria.
A mensagem é a seguinte: vivemos numa sociedade que estimula a alienação do
corpo, como se ele fosse algo à parte da nossa pessoa, e como se apenas o que é
do campo da mente fosse verdadeiramente importante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Marília fala do preconceito contra os
músculos e da oposição cultural entre “intelectual” ou “inteligente” e
“musculoso” ou “forte”. Como se ser inteligente fosse nobre e ser forte fosse
coisa de gente xucra. Mas, veja, Marília é campeã de levantamento de peso e tem
um pós-doc nas costas. Burra? Fútil? Nem pensar. Segundo a leitura que fiz do
livro, ela fala também da inveja que as mulheres gordas e envelhecidas têm das
mulheres de aparência mais jovem e de carne dura, quando nossa cultura ensina a
mulher a ignorar seu corpo desde criança – e deixá-lo engordando e envelhecendo
à própria sorte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A pensata da Marília vai longe, dando inúmeros
exemplos de como nossa vida está formatada por instituições que desvalorizam o
corpo – e, em última análise, nos tornam doentes. É interessante demais para
você não ler direto da fonte, mas faço questão de citar um trecho que chacoalhou
meus pensamentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 1.0cm;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 1cm 0.0001pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“A profissão dominante na área da saúde é a Medicina e, nela, a
Cardiologia. (...) Quando, muito recentemente (no pós-guerra), os
cardiologistas começaram a enfatizar &lt;i&gt;prevenção&lt;/i&gt;
e olharam pela primeira vez para a atividade física, apenas o fizeram para as
atividades aeróbias. O motivo parece óbvio: porque essas atividades são as que
exibem uma relação mais direta com respostas cardiovasculares. (...) Hoje
sabemos que o treinamento de força é mais relevante para prevenção e tratamento
de desordens cardiovasculares que os exercícios aeróbios – há evidência
experimental para isso. Minha opinião é que ela não foi enfocada antes porque a
&lt;i&gt;força&lt;/i&gt;, como capacidade funcional, é tão
desprezada pela medicina como todo o “pacote” que envolve o desenvolvimento da
musculatura.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu acredito mesmo que exista uma boa dose
de preconceito contra os músculos, embora não entenda de onde ele vem. Nunca
ouvi de um médico nada a respeito de ter músculos maiores ou mais fortes. Mas
todos eles ouvem meus batimentos cardíacos e tiram minha pressão no consultório.
Flacidez por acaso não é fator de risco para doenças? É claro que é. Flacidez
muscular, aqui declaro eu neste momento, é fator de risco para dores nas costas,
problemas sérios de coluna, incontinência urinária, lesões articulares e mais
um monte de problemas de saúde muito comuns em adultos não idosos, porque está
intimamente ligada à postura. Postura ruim, caro leitor, você sabe, é caminho
certo para dores crônicas. Mas quando médico diz “atividade física”, está
pensando essencialmente no seu coração. E diz que uma caminhadinha resolve. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Pertenço à geração que cresceu influenciada
pela Madonna, o maior ícone pop feminino já construído pela indústria fonográfica.
Para mim, Madonna não foi e não é tão boa cantando quanto foi mostrando ao
mundo quão interessante e poderosa uma mulher se torna quando sabe explorar e usar
seu corpo em benefício próprio. Por “benefício”, não me refiro à grana que ela
ganhou dançando eroticamente nos videoclipes, mas à liberdade que ela jogou na
nossa cara. Para começar, ela nos surpreende desde os anos 90 por ter músculos
muito evidentes no corpo todo. Que mulher antes dela fez fama com um corpo
assim? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;No meu ver, Madonna não nos ofereceu meramente
um novo padrão estético. Ela nos presenteou com uma nova maneira de enxergar o
próprio corpo, e de lidar com ele. Madonna ajudou a tornar a ioga pop quando disse ao mundo que fazia horas de ioga forte por semana. Mostrou que musculação tornava o corpo da mulher mais sexy, e não masculinizado. E tornou-se poderosa também por se
diferenciar da massa de mulheres submissas aos valores vigentes. Olha eu aqui
de novo trazendo o tema do poder. Madonna faz o que todas nós gostaríamos
de ser capazes de fazer quando o desejássemos: mudanças sucessivas de visual, movimentos atléticos, dança sensual e sexo desimpedido
incluídos. Ela é dona desse corpo de uma maneira que a maioria das mulheres não
é. Pois a maioria ainda delega os poderes sobre seu corpo a outras pessoas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;E não me refiro aos maridos. O grande erro
feminino – e masculino também – é esperar que as respostas venham de fora,
quando é o próprio corpo quem diz do que precisa. O médico, o professor de
educação física, a nutricionista, esses nos ajudam a decodificar o que o corpo
está dizendo, mas deveria ser nossa a função de ouvi-lo primeiro. A função de
perceber quando a postura está uma vergonha, de se policiar quando a alimentação
escolhida está &amp;nbsp;nos desequilibrando, de
intensificar os exercícios e retomar o prumo quando o corpo está mole, de
relaxar quando a tensão tomar conta, de rever as decisões tomadas quando o desânimo
ou a raiva se apoderam dos pensamentos e dos gestos, de buscar os estímulos
necessários para nos desenvolvermos em tudo que é importante para nós, como
indivíduos. Só quem busca conhecer o próprio corpo pode conhecer-se por
inteiro - e mudar quando quiser. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;E você, o que pensa disso tudo? E que movimentos anda fazendo em prol dessa integração do corpo? Escreva!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-9097348264251443967?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YmoKn46d__JOzZOQ_DI7dK4YXdE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YmoKn46d__JOzZOQ_DI7dK4YXdE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YmoKn46d__JOzZOQ_DI7dK4YXdE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YmoKn46d__JOzZOQ_DI7dK4YXdE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/u8U0CULvLaA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/9097348264251443967/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=9097348264251443967&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/9097348264251443967?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/9097348264251443967?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/u8U0CULvLaA/alienacao-corporal-e-o-preconceito.html" title="Alienação corporal e o preconceito muscular" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/08/alienacao-corporal-e-o-preconceito.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUARH4zcCp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-6046753436357619648</id><published>2011-08-26T14:27:00.001-03:00</published><updated>2012-01-26T11:24:05.088-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:24:05.088-02:00</app:edited><title>USP terá graduação em saúde pública</title><content type="html">(reprodução das informações divulgadas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novidade: a Fuvest abre hoje as inscrições para o vestibular 2012 com 40 vagas para um curso novo – Graduação em Saúde Pública. O curso ocorrerá no período vespertino, com a duração de oito semestres. Será conferido ao egresso do curso o Grau de Bacharel em Saúde Pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Saúde Pública orienta-se para a atenção aos agravos sobre a saúde das populações e, por isso, está intimamente relacionada com as disciplinas que estudam a saúde enquanto um fenômeno coletivo, constituído por aspectos históricos, demográficos, epidemiológicos, sociais, políticos e ambientais. Sua atuação é voltada para ações preventivas e para a promoção da saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O profissional formado neste curso poderá atuar em análise de situação de saúde; gestão de sistemas e serviços de saúde; vigilância epidemiológica; vigilância sanitária; vigilância em saúde ambiental e saúde do trabalhador; educação em saúde; promoção da saúde, dentre outras atividades. Há boas perspectivas no setor público para atuar na formulação de políticas sociais de saúde e também na gestão de órgãos de saúde públicos e privados. O sistema suplementar, que engloba empresas de seguro – saúde e organizações médicas, instituições de meio ambiente e de saneamento e terceiro setor – também devem absorver esse bacharel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As inscrições devem ser feitas no site da Fuvest até o dia 9 de setembro. A taxa é de R$120,00.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-6046753436357619648?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hRlF6qVnarBTT3M-jzyP0r-3ktE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hRlF6qVnarBTT3M-jzyP0r-3ktE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hRlF6qVnarBTT3M-jzyP0r-3ktE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hRlF6qVnarBTT3M-jzyP0r-3ktE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/rZVe_WMaVo8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/6046753436357619648/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=6046753436357619648&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/6046753436357619648?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/6046753436357619648?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/rZVe_WMaVo8/usp-tera-graduacao-em-saude-publica.html" title="USP terá graduação em saúde pública" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/08/usp-tera-graduacao-em-saude-publica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUBRXo_eCp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-1993808261576593594</id><published>2011-08-17T20:25:00.005-03:00</published><updated>2012-01-26T11:24:14.440-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:24:14.440-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="equilíbrio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dieta" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sono" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="exercício" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><title>Disciplina é poder</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial;"&gt;Obrigar-se a
seguir determinadas ordens e abrir mão de certos prazeres não é sacrifício
coisa nenhuma – desde que seja em nome de recompensas de maior valor &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Quero
voltar ao tema das revistas que prometem receitas para “emagrecer sem sacrifício”
ou coisa do gênero. Por que reforçar a ideia de que cuidar de si mesmo é
sacrifício? Afinal, fazer exercício e comer direito é se cuidar, não é? É
assumir para si a responsabilidade de promover o pleno funcionamento do corpo
em vez de delegar a quem quer que seja (à indústria de alimentos, às clínicas
de estética, aos médicos, aos shakes milagrosos e às próprias revistas) a
incumbência de determinar o que cada um deve ou não fazer com as próprias células.
Zelar pelo próprio bem-estar não deveria ser encarado como sacrifício. Como
obrigação, sim. Mas obrigação e sacrifício não são sinônimos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Todo
tipo de promessa do tipo “faça isso e seus problemas acabaram” levam à falsa
ideia de que entregar ao outro a tarefa de resolver o problema por você é um
alívio. Os médicos que tratam obesos costumam observar que os pacientes chegam
ao consultório com pedidos do tipo “emagreça-me”. Acontece que o problema de
quem está querendo “ser emagrecido” é justamente esse: acreditar que a solução
vem de fora. Mas a solução vem de dentro e se chama disciplina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Disciplina
no sentido de decidir cuidar de si mesmo e estabelecer para si mesmo regras de
conduta. Foi o que fiz anos atrás, depois de ter lido um bocado de matérias de
revista, visto inúmeros programas de TV sobre alimentação e saúde e entendido
os conselhos que recebi da família desde a infância. Quando me vi crescidinha o
bastante para poder dizer que era dona do meu nariz, me vi também crescidinha o
bastante para ser dona da minha composição corporal, do meu colesterol, da
minha glicemia e de todos os indicadores de saúde que eu pudesse controlar por
meio do meu comportamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Esse
controle tornou-se tão importante para mim que fiquei um tanto militaresca. Pelo
menos com relação ao que posso fazer pelo meu corpo, trato-me quase como um
soldado. Imponho-me horários e rotinas. Obrigo-me a ir à academia determinados
dias toda semana. Restrinjo meus prazeres gastronômicos. Obedeço a regras
escolhidas por mim para montar todas as refeições. Sigo orientações rígidas
(também definidas por mim) nas compras de supermercado. Eu diria que organizo
todas as minhas atividades em função da minha saúde. Mas, para mim, isso não é
sacrifício. É poder. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Quando
me obrigo a comer várias frutas todos os dias, sei que estou trazendo benefícios
para minha digestão e me alimentando de boas fontes de açúcar. Sei que, com
isso, contribuo para um bom metabolismo energético e controlo meu peso
corporal. Portanto, ganho poderes sobre minha nutrição. E eu amo frutas. É um
prazer ter de comer tantas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Quando
restrinjo o consumo de chocolate a dois quadradinhos na sobremesa, evito o
excesso de açúcar e gordura no meu sangue e me dou o poder de ter saúde
suficiente para comer chocolate sempre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Quando
me obrigo a fazer exercícios pesados, semana após semana, ano após ano, sei que
estou evitando inúmeras doenças, preparando meu aparelho locomotor para
atividades necessárias e agradáveis do meu dia a dia e prevenindo efeitos
horrorosos do envelhecimento. Eu tenho pavor de um dia não poder me mexer
direito, e os exercícios (se bem feitos) me dão o poder de me mexer direito por
muitos anos. Além disso, o esforço desenha minha silhueta com resultados
satisfatórios. Logo, fazer exercícios pesados também me dá o poder de não ser
flácida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Quando
vou para a cama antes da minissérie e da balada e acordo pelo menos sete horas
depois, sei que estou permitindo que meu corpo reconstrua o que o exercício
destruiu (é pra isso que ele serve: para destruir e promover reconstruções) e
normalize todos os processos. Ao dormir bem e recusar certos lazeres, me dou o
poder de acordar mais pronta para os dias seguintes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Por
mais que eu deixe de curtir coisas boas em nome das regras que adotei para mim,
não encaro nada disso como sacrifício. Porque as coisas boas que deixei para
trás não são melhores, no longo prazo, que aquelas que estou garantindo para
mim por meio da disciplina. O prazer de comer porções maiores de chocolate não substituiria
o meu prazer de estar em forma. Para mim, é assim. Foi a escolha que fiz. E é um
alívio ter minha saúde sob controle. E me acostumei tanto a entendê-la como
responsabilidade minha que, quando pego um resfriado, me sinto culpada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Encontrei
eco nesses pensamentos lendo o livro recém-lançado da Marília Coutinho, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Estética e Saúde&lt;/i&gt; (Phorte Editora, 2011).
A Marília é, entre outras coisas, uma pensadora e pesquisadora das relações do
corpo com a saúde (mental, inclusive). Campeã de levantamento de peso, ela
encontrou no esporte motivos muito fortes para a disciplina. Afinal, para
erguer as cargas que ela levanta, é preciso ter uma alimentação muito regrada,
dormir bem e se concentrar inteiramente nos movimentos. Mas o livro não trata
do levantamento de peso, e sim do quanto a sociedade tende a nos alienar de
nosso corpo, ao nos fazer crer que o corpo pode ser terceirizado. Para a
Marília, é essa alienação que permite que tanta gente espere “milagres” ou
busque “soluções” tão externas (como lipoaspiração, cirurgias de redução do
estômago e outras intervenções agressivas) para problemas que só podem ser
resolvidos de fato de dentro para fora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Eu
e a Marília (se bem a entendi) acreditamos que, uma vez que a gente assume a
responsabilidade sobre o próprio corpo (voltando a integrá-lo, como ela diz) e
adota a disciplina necessária para manter a saúde sob controle, a gente se
torna automaticamente imune a todo tipo de interferência. Funciona como uma
blindagem. À publicidade, por exemplo. Não tem mais como acreditar cegamente na
propaganda do alimento XYZ se você souber direitinho que tipo de alimento vai
te fazer bem de verdade. A disciplina também pode blindar contra os cardápios
desequilibrados nos restaurantes: eu quase nem enxergo a parte onde não há vegetais. E também não
restarão mais desculpas. A partir do momento em que você é o responsável, não
cabem mais frases bobinhas do tipo “mas é light!”. Porque você não terá mais
falsos aliados na indústria da mentira. A ingenuidade vai toda embora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Arial; font-size: 11pt;"&gt;Então
a famosa frase do tio do Homem-Aranha (“Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”)
pode ser invertida. Ser dono do próprio nariz e da própria composição corporal pode
ser uma responsabilidade e tanto, que envolve decisões importantes ao longo da
vida (leia também &lt;a href="http://nuncafuigorda.blogspot.com/2010/01/negociar-e-preciso.html"&gt;&lt;u&gt;Negociar é preciso&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;). Mas o poder quem vem junto é tão
compensador que, uma vez experimentado, não dá mais pra viver sem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-1993808261576593594?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/scCYmIw7lqOr5Sa6GyF3ehuCzek/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/scCYmIw7lqOr5Sa6GyF3ehuCzek/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/scCYmIw7lqOr5Sa6GyF3ehuCzek/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/scCYmIw7lqOr5Sa6GyF3ehuCzek/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/l-UEhdiUP3A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/1993808261576593594/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=1993808261576593594&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/1993808261576593594?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/1993808261576593594?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/l-UEhdiUP3A/disciplina-e-poder.html" title="Disciplina é poder" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/08/disciplina-e-poder.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4NQHk-eip7ImA9WhRWEUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-148698441214831159</id><published>2011-08-10T12:57:00.001-03:00</published><updated>2011-12-29T18:03:11.752-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-29T18:03:11.752-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consiência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="avaliação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diversão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="músculo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atividade física" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="exercício" /><title>Desisti da avaliação física</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;Não preciso me expor tanto para saber de que tipo de treino eu preciso&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A academia que me desculpe, mas desisti da
avaliação física. Não vou. Quer dizer, vou. Vou para treinar, não pra ser
exposta, medida e comparada com uma versão mais jovem e gostosa de mim mesma.
Eu já sei quais são meus defeitos atuais, não preciso de ninguém registrando
isso no papel. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A primeira vez em que mediram minhas dobras
cutâneas, há 19 anos (é, o tempo passa...), havia justificativa suficiente para
isso, eu acho. Eu era visivelmente magra, mas não sabíamos quanto daquela
magreza era feita de músculos ou de gordura. E eu tinha, descobri, mais gordura
do que podia supor, apenas olhando para o espelho: 18%, por aí (o que ainda é
pouco, eu sei). O avaliador me disse, na época, que eu precisava aumentar minha
massa magra, sem necessariamente aumentar meu peso. Como o que eu queria fazer
era ginástica localizada, me encaixei nos horários das aulas e pronto. O
aumento da massa magra seria o que a ginástica pudesse me proporcionar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Várias avaliações físicas depois, já
consigo prever quais serão meus resultados e as recomendações do avaliador. Até
porque não estou sedentária e sei muito bem quanta força sou capaz de fazer ou
quanto fôlego eu tenho nas atividades físicas extenuantes que costumo praticar.
Sei também coisas que a avaliação não procura saber, como a quantas andam meu
equilíbrio e minha coordenação motora, minha facilidade de saltar rápido, a
qualidade do meu sono, a diferença de pique que sinto de manhã e à noite, quais
exercícios são mais fáceis e quais são mais difíceis para mim, o quanto mais
rápida eu gostaria de ser, o tipo de gente e o tipo de música com que eu gosto
de treinar, o tédio ou a irritação que me dá ficar esperando o colega desocupar
um aparelho da musculação. Em suma, há poucas coisas que esse tipo de avaliação
física pode me revelar e que eu realmente queira saber. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;'Ah, mas o objetivo da avaliação é fornecer
informações ao professor, para que ele possa montar meu programa de exercícios
de acordo com minhas necessidades', alguém pode dizer. Bobagem. Na prática, se eu deixar, eles
verão que meu corpo longilíneo merece mais músculos e vão me propor trocentas
séries de 8 a 12 repetições na musculação, esperando que eu tenha todo o tempo
e a paciência do mundo para gastar entre os aparelhos. Exatamente como fazem com
todo mundo que deseje aumentar pelo menos um pouco a massa magra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas, depois de passar por isso algumas
vezes, ao longo de dez anos dedicados às séries de 8 a 12 repetições na
musculação, eu já não tenho paciência para essa conversa. Resolvi pular algumas
etapas e definir com meus próprios botões o que eu espero do treino novo, a
partir do que já sei sobre meu corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Continuo magra, com um percentual de
gordura baixo o bastante para uma mulher da minha idade, e continuarei magra enquanto
continuar me alimentando como me alimento e produzindo hormônios normalmente.
No máximo, esse percentual vai subir ou descer um, dois ou três pontos. Já sei
que isso não vai mudar muito nos próximos anos, a não ser que algo muito
diferente aconteça. Como uma gravidez, por exemplo. Mas quando meu percentual
de gordura aumentar mais que três pontos eu certamente vou perceber apertando
eu mesma minha pele. Não preciso de avaliador nem de aparelhinho pra isso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Minha capacidade cardiorrespiratória tem
sido classificada como muito boa ou excelente há alguns anos. E, com base no
tipo de treino que andei fazendo nos últimos 11 meses, posso adivinhar que ela
melhorou. Não tenho, portanto, por que me preocupar com ela. É só manter. Muito
menos tenho motivo para perder meu tempo numa bicicleta ergométrica
desconfortável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Minha flexibilidade é bastante boa
comparada à dos meus colegas de treino, e isso eu sei não porque ficamos
comparando desempenhos no alongamento, mas porque eu agacho com facilidade,
inclusive com uma perna só, mantendo a postura correta. É no treino que a gente
observa essas coisas. Não preciso de uma régua pra isso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;- Minhas circunferências foram medidas em
casa ontem à noite, com minha própria fita métrica, e eu já sei quantos
centímetros perdi ou ganhei em cada parte do corpo. Não preciso me expor com
shortinho curto e me deixar tocar por um desconhecido para saber que minha coxa
diminuiu. Aliás, isso eu já tinha percebido há tempos na hora de me vestir, na
frente do espelho. Também já sei que meu tônus muscular já foi melhor do que
está hoje, e é por isso que quero voltar a fazer certos exercícios que eu tinha parado de fazer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se eu estivesse bem pior do que estou (com
percentual de gordura alto, flacidez, baixa capacidade cardiorrespiratória), a
avaliação física talvez servisse para terminar de destruir minha autoestima e
acrescentar argumentos aos que eu já tivesse acumulado em favor de uma rotina
mais caprichada de exercícios. Como sei que estou bem, mas nem tanto quanto já
estive, em alguns aspectos, posso prever que um dos meus objetivos com o treino
deve ser manter o que já conquistei e recuperar o que de bom eu perdi. Quem é
que sabe como foi que eu conquistei o que tenho hoje e como foi que eu perdi o
que já tive? Sou eu que sei. Fui eu que treinei, fui eu que suei, fui eu que
senti as dores e os prazeres, fui eu que aprendi com os professores que me
ensinaram. Então eu sei como melhorar daqui para frente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O que eu não sei é montar programas de
exercícios, planejar a progressão e a periodização, prever quão rapidamente eu
posso conquistar melhores resultados, avaliar se minha técnica de execução está
perfeita. Para isso, sim, eu ainda preciso de um profissional. Então, em vez de
avaliação física, vou é ter uma boa conversa com o professor que melhor puder
fazer por mim o que eu não sei. Enquanto não descubro quem é essa pessoa, estou
consultando vários, testando treinos e avaliando quem sabe mais sobre o que eu
quero fazer. Afinal, não é só a academia que tem de saber como extrair o melhor&lt;/span&gt;
dos alunos. Os alunos também precisam saber como extrair o melhor da academia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-148698441214831159?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vKrEveR1A_lCsm4mpTqZuDhTPrk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vKrEveR1A_lCsm4mpTqZuDhTPrk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vKrEveR1A_lCsm4mpTqZuDhTPrk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vKrEveR1A_lCsm4mpTqZuDhTPrk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/v2JXMDsQYxI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/148698441214831159/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=148698441214831159&amp;isPopup=true" title="11 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/148698441214831159?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/148698441214831159?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/v2JXMDsQYxI/desisti-da-avaliacao-fisica.html" title="Desisti da avaliação física" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>11</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/08/desisti-da-avaliacao-fisica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQESHg7fSp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-941558568231924948</id><published>2011-07-26T15:43:00.005-03:00</published><updated>2012-01-26T11:25:09.605-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:25:09.605-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="prevenção" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="exercício" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><title>Meu plano de saúde deveria ser gratuito</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Será mesmo justo que quem se cuida e quem se estraga paguem o mesmo?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não deu para escapar. Uma vez desconectada
da organização que me pagava certos benefícios garantidos pela lei trabalhista,
tive de contratar eu mesma um plano de saúde. E foi assim que entrei para o rol
dos sei lá quantos brasileiros que esbravejam todos os anos por desembolsar uma
grana preta em nome de uma suposta segurança contra a morte num hospital de
quinta categoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O corretor veio até mim para discutir os
preços e coberturas. Tudo meio esquisito. Um determinado plano cobria vários
hospitais e maternidades considerados ótimos, mas deixava os laboratórios
medianos só para o pacote top de linha. Medianos, hein. Laboratório top ficava
de fora. Outra empresa incluía alguns laboratórios medianos no plano básico,
mas restringia as maternidades renomadas para quem pagasse mais caro. Então ou
eu merecia internação decente, ou eu merecia exames precisos. As duas coisas
num mesmo plano eu não conseguiria, a menos que conquistasse antes um emprego
daqueles, com um salário estupendo. Mas aí eu provavelmente não precisaria mais
contratar meu próprio plano médico. Não faz sentido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Fiz as contas e concluí que teria menos
prejuízo se contratasse um plano simples que cobrisse pelo menos um bom
hospital-maternidade e um laboratório mediano. E os bons médicos? Esses eu
poderia pagar no particular com o dinheiro “economizado” com a mensalidade
“barata” do plano de saúde, se não encontrasse nenhum especialista aceitável no
livro de credenciados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O corretor apoiou a decisão e começou a
contar histórias de como os planos de saúde podiam ser injustos. Falou de como
as empresas orientam os corretores a evitar que idosos contratem planos.
Afinal, esse é um grupo de clientes que efetivamente vai usar o plano, dando
despesas altas e frequentes para quem vai pagar a conta do médico, do
laboratório e do hospital. Disse que o objetivo das seguradoras é ter o máximo
de clientes jovens pagando por um serviço que usarão muito pouco, e o mínimo de
clientes doentes usando o serviço à vontade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Deve ser uma merda ser velho e doente, pensei. Mas
também é uma merda a gente ter de bancar os tratamentos dos outros. Enquanto eu
pago a mensalidade (e os impostos que vão para o SUS) sem ir ao médico, há um doente indo ao pronto-socorro toda
semana, bancado em parte pela mensalidade que eu pago. Será justo esse sistema?
Ou seria mais razoável cada um pagar pela saúde ou pela doença que cultivou ao
longo da vida? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Pensei nos fumantes. Esses são
autoboicotadores insistentes. Um cigarro após outro, estão conscientemente se
estragando. Estragam os pulmões, os dentes, a pele, o olfato e o paladar, e
apostam ingenuamente que nunca sofrerão as consequências, ou que as
consequências estão tão longe, lá numa remota velhice, que não precisam se
preocupar agora. No dia em que algum deles adoece, e já é tarde para recuperar
a saúde que perdeu, alguém vai precisar pagar a conta. Serei eu? Eu, que fiz
questão de me manter desde sempre o mais afastada possível dessa porcaria que é
o cigarro? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Pensei também nos sedentários. Que direito
têm eles de esperar cobertura completa pelo plano de saúde ou tratamento
gratuito do SUS, se abriram mão de fazer aquilo que ninguém pode fazer por eles
em prol da saúde? Será mesmo que quem destrói a própria saúde com alimentação
inadequada, abuso de álcool e drogas, sedentarismo ou qualquer comportamento
autodestrutivo deveria pagar o mesmo pelo atendimento de saúde que aqueles que
investiram parte da sua renda em atitudes preventivas? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em qualquer sistema de previdência, quem
deposita mais recursos ao longo da vida tem direito a uma aposentadoria melhor
no futuro. O seguro de automóveis também premia quem cuida bem do carro. Se
você estaciona o carro sempre em garagem coberta e se não teve sinistros no
último ano, ganha um desconto na renovação. A mim parece justo que quem cuidou
mais da saúde desde cedo também tenha mais descontos no tratamento de doenças
inevitáveis. Mas os planos de saúde dividem seus clientes apenas de acordo com
a idade e a presença de doenças previamente instaladas, se declaradas no
momento da contratação. Se dentro da mesma faixa de idade há sedentários e
atletas, fumantes e antitabagistas, pouco importa. Todos pagam a mesma
mensalidade agora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Minha percepção é que ainda não temos de
fato um sistema de saúde no Brasil. Temos um sistema de doença. Dizem que no
Oriente as pessoas vão ao médico quando estão saudáveis, e pagam pela consulta
a fim de garantir que continuarão saudáveis. Quando o paciente fica doente, aí
o médico tem um problema, pois mostrou que não foi capaz de cuidar bem da saúde
dele. E aí a remuneração do médico piora. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;No meu castelo de areia (que alguns dirão
ser um tanto fascista), todo mundo tem a obrigação de cuidar da própria saúde
comendo direito, fazendo exercícios, passando por um dentista e um clínico
geral anualmente, além do ginecologista no caso das mulheres. Esses atendimentos
preventivos poderiam ser gratuitos. Quem deixasse de fazer sua parte e optasse
por abandonar-se à própria sorte teria necessariamente de fazer uma poupança
para bancar os tratamentos que viessem a ser necessários. Pelo menos assim cada
um seria responsabilizado pela vida que escolheu levar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um amigo diz que está começando uma campanha para transformar o exercício físico num hábito higiênico, tanto quanto tomar banho ou escovar os dentes diariamente. Não é uma ideia nova. Antigamente a ginástica era considerada uma disciplina higienista. Também fiquei sabendo de um movimento que começou nos Estados Unidos e deve em breve chegar ao Brasil que pretende convencer todos os médicos, de todas as especialidades, a prescrever exercícios como se fossem remédio, com dosagens necessárias e tudo mais. Vamos começar logo isso aí, pessoal? Deixar todo mundo se estragando pra que a indústria da doença possa faturar em cima de tratamentos caros é que não dá mais, né? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-941558568231924948?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UQ3DesjUFyw7cytoUckWp6_VWiY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UQ3DesjUFyw7cytoUckWp6_VWiY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UQ3DesjUFyw7cytoUckWp6_VWiY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UQ3DesjUFyw7cytoUckWp6_VWiY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/tRJK16dWc-Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/941558568231924948/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=941558568231924948&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/941558568231924948?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/941558568231924948?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/tRJK16dWc-Q/meu-plano-de-saude-deveria-ser-gratuito.html" title="Meu plano de saúde deveria ser gratuito" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/07/meu-plano-de-saude-deveria-ser-gratuito.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQGQ3g_fyp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-3951381370197505739</id><published>2011-07-25T21:38:00.002-03:00</published><updated>2012-01-26T11:25:22.647-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:25:22.647-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="industrializado" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="restaurante" /><title>Tempero de restaurante</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;i&gt;E se o lugar onde você almoça não faz a comida de acordo com sua dieta?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eu já estava ensaiando a pergunta havia
alguns dias, com vergonha de insistir em ser uma freguesa implicante. Afinal,
já tinha avisado duas vezes que havia sal demais na comida. Talvez perguntar na
lata se eles usavam algum tipo de tempero pronto fosse intransigente demais.
Mas eu queria me certificar de que aquele restaurante era uma boa opção para
meus almoços de segunda a sexta. E aquela fartura de molhos e sabores me
parecia suspeita. Estariam ou não usando caldos e temperos industrializados que
eu faço questão de não usar em casa?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Então aguardei o que acreditei ser o melhor
momento. Eram duas da tarde, a maioria dos fregueses tinha comido mais cedo, e
não havia quase ninguém além de mim se servindo naquela hora. O proprietário,
com quem tinha falado uma ou duas vezes, estava conversando com o
churrasqueiro. Arrisquei: “Oi, posso fazer uma pergunta? O que vocês usam para
temperar as carnes?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A resposta, confesso, me surpreendeu.
Parecia que era ele quem tinha ensaiado o que iria me dizer dias antes de eu
perguntar. Disse que aquela gordura amarelada no bife acebolado era da própria
carne com a cebola, que nem óleo tinham adicionado. Que o frango não tinha
caldo de galinha, não, de jeito nenhum, que eles não usam essas coisas. Era
tempero normal mesmo: sal, alho, cebola, por aí.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Tomara que seja verdade. Mas isso não me
isenta de continuar cautelosa na seleção do que aceito daquele bufê. Parece
tudo muito apetitoso, sim, já que há sempre molhos e cremes atraentes
umedecendo parte da comida. Sabemos que onde houver gordura haverá sabor. Mas
preciso me lembrar, diariamente, de que é de certas privações que se faz uma
boa saúde e um corpo magro. Molhos espessos, frituras e carnes mais gordas são bons, sim.
Mas só de vez em quando. Por isso, no lugar onde eu almoço todo dia, é melhor
ter mais opções que sirvam à minha dieta do que de tentações e ingredientes
ocultos que eu prefiro não comer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;E você? Já investigou seu restaurante? &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-3951381370197505739?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/802BLKj_VsWjyDnpchXlLxbAIdw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/802BLKj_VsWjyDnpchXlLxbAIdw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/802BLKj_VsWjyDnpchXlLxbAIdw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/802BLKj_VsWjyDnpchXlLxbAIdw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/nJrvLjehf3c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/3951381370197505739/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=3951381370197505739&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/3951381370197505739?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/3951381370197505739?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/nJrvLjehf3c/tempero-de-restaurante.html" title="Tempero de restaurante" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/07/tempero-de-restaurante.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQHSXs7fip7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-3430431942040466740</id><published>2011-07-15T19:14:00.003-03:00</published><updated>2012-01-26T11:25:38.506-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:25:38.506-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bike" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bicicleta" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atividade física" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Com que roupa eu vou... de bike?</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Os trajes formais recomendados para entrevistas de emprego não servem à ciclista urbana&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esta semana um amigo jornalista ligou com uma
nova proposta de trabalho. Marcamos uma conversa na empresa, mais ou menos próximo
da minha casa, no meio da tarde da sexta-feira, dia conhecido como o de pior
trânsito em São Paulo. Perguntei se ele recomendava ir de carro ou de bike (de
ônibus, corria o risco de me atrasar, pois não conhecia as linhas certas), e
ele me incentivou a ir de bike, a menos que eu quisesse demorar para chegar e
pagar pelo menos quinze reais de estacionamento por uma hora de uso da vaga.
Perfeito, pensei. Vou ecológica, rápida e econômica. E sem me sentir
constrangida por ir pedalando, afinal o entrevistador já me conhecia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas no dia do encontro percebi que não
sabia o que vestir para a ocasião. Por mais que a amizade facilitasse a
entrevista, era preciso estar adequada ao teor da conversa. Eu seria vista não
só pelo meu amigo, mas por outros funcionários da empresa, com quem, talvez, eu
viesse a trabalhar. Qual seria a roupa certa para uma entrevista de emprego de
uma ciclista que já é conhecida do entrevistador?&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Todas as dicas que já li sobre entrevistas
de emprego sugerem trajes mais formais para esse dia. Segundo os ditos
especialistas, mulheres devem vestir preferencialmente uma camisa clara com
calça preta e um sapato de salto baixo. Se quiserem vestir saia, ela deve ser
comprida (abaixo do joelho). Mas isso só se aplica, no meu ver, para a
expectativa de causar uma boa primeira impressão. Não era esse o caso, mas
também não era o caso de me vestir em estilo totalmente informal, muito menos
de botar uma bermuda de lycra com tênis e meia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;As dicas que já li sobre roupas e
acessórios para ciclistas urbanos, por outro lado, não se aplicam a entrevistas
de emprego. Encontrei vários sites ensinando a dobrar ou enrolar ternos dentro
do alforje, sugerindo guardar uma peça roupa ou o sapado de trabalho no local
de trabalho, recomendando levar toalha e peças de roupa extras. Nada sobre o
dia em que você tem de chegar pela primeira vez ao escritório, impecável, sem
ter onde trocar de roupa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Senti falta de ter no armário roupa que
fosse ao mesmo tempo bonita, arejada (fazia um ótimo calor de inverno) e
apropriada para meu meio de transporte. No armário? Senti falta de já ter visto
coisa parecida em alguma loja. Os shopping centers têm lojas de roupas
esportivas e lojas de trajes sociais separadas. Já viu como é o setor dos
ciclistas? Roupas justas, com listras, bem coloridas, com bolsos traseiros.
Impensável chegar ao trabalho vestido assim, imagina a uma entrevista. Quem
sabe no setor de esportes de aventura. Ali há camisas e calças mais elegantes, é
verdade, mas ainda bem esportivos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acabei improvisando de um jeito longe de
ser o ideal. Vesti uma saia preta bonita (mas um pouco acima do joelho) com uma
camiseta justa branca, um colar preto e um sapato tipo boneca preto com
saltinho baixo, que não atrapalhava no pedal. Por baixo da saia, um shortinho
curto de supplex. A bolsa foi dentro do alforje. Consegui pedalar erguendo um
pouco a saia, o que me pareceu ter alegrado alguns pedestres e me constrangeu. Mas
ir de bermuda comprida por baixo da saia e tirá-la no estacionamento, na frente
do guardador de carros, seria pior. Ir de jeans com stretch debaixo daquele sol
também não seria legal, pois eu chegaria suada demais. Talvez os “especialistas”
achem que em dia de entrevista a gente jamais deve ir de bicicleta. Mas numa
cidade com esse trânsito, num período do ano com tanta poluição e tempo seco,
será que não poderia haver alguém produzindo roupas e acessórios para pessoas
que querem ser profissionais bem vestidos, econômicos e ecológicos, tudo ao
mesmo tempo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-3430431942040466740?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/egAAabDseEjP3lS3PFIfpJ0Zuo0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/egAAabDseEjP3lS3PFIfpJ0Zuo0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/egAAabDseEjP3lS3PFIfpJ0Zuo0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/egAAabDseEjP3lS3PFIfpJ0Zuo0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/piBRGQCUTM4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/3430431942040466740/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=3430431942040466740&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/3430431942040466740?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/3430431942040466740?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/piBRGQCUTM4/com-que-roupa-eu-vou-de-bike.html" title="Com que roupa eu vou... de bike?" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/07/com-que-roupa-eu-vou-de-bike.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQMRHk5eSp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-1745137484213732129</id><published>2011-07-05T20:57:00.004-03:00</published><updated>2012-01-26T11:26:25.721-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:26:25.721-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bem-estar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="hábitos" /><title>As vantagens de trabalhar em casa</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Por que não ter a estrutura de um escritório
grande ao meu dispor me ajuda a cuidar da saúde&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um mês depois de voltar a ser freelancer,
começo a curtir de novo as &lt;span style="color: black;"&gt;benesses&lt;/span&gt; de trabalhar
num home office. É verdade que, em casa, é preciso tomar alguns cuidados para
não deixar a solidão tomar conta e entrar numa certa depressão. Ficar online,
marcar almoços de trabalho e encontros com amigos é fundamental para manter a
autoestima em alta. Mas, em vários aspectos, é bem mais saudável pro meu corpo
ficar sozinha do que passar a maior parte do tempo dentro de uma redação toda estruturada,
em que tenho de estar com aparência produtiva o tempo todo. Explico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Todo dia, lá pelas 17h, me bate aquela fome
vespertina inevitável. Na editora, eu tinha uma bolsinha térmica com frutas e
algumas variações de lanche, como pão com geleia (gelado) e iogurte com granola
à parte. Mas muitas vezes não parava o trabalho para comer assim que a fome
batia e deixava o estômago roncando uns bons minutos. Quando o lanche acabava e a fome não
tinha terminado, era duro. Até chegar em casa e finalmente jantar, a fome e a
irritação cresciam. Mas por que eu não ia atrás de mais comida lá dentro da
empresa mesmo? Oras! Porque, além de uma máquina com sanduíches e salgados
horrorosos (que eu nunca comprava) em cada andar, só o que havia ali era uma lanchonete com cardápio
limitado a uma distância de seis andares e mais 100 metros da minha mesa.
Não era solução pra todo dia.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Meu home office fica no chamado quartinho
de empregada, ao lado da lavanderia, que por sua vez está ao lado da cozinha.
Bastam quatro passos para alcançar a geladeira e montar na hora, em menos de
cinco minutos, meu lanchinho gostoso de fim de tarde. Aqui, tenho pão
multigrãos, requeijão, geleia, café coado, granola à vontade, iogurte
“natural”, leite com baixa lactose e frutas variadas a meu dispor. Quando quer
que a fome venha, posso atacar alguma coisa na cozinha rapidamente, com a
garantia de ter passado pelo meu próprio crivo de qualidade nutricional no dia
da compra de supermercado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;E, desculpem a crueza da informação, mas eu
sou um filtro. Bebo água o dia todo e elimino o excedente inúmeras vezes ao
dia. Na redação, era um tanto constrangedor levantar para ir ao banheiro tantas
vezes. Minha colega de “baia” já reclamou: “de novo, Francine?!”. Aqui em casa,
escapo para o xixi sem cerimônia, quantas vezes for necessário, e sem perder
muito tempo. Afinal, isto é um apartamento, tá tudo aqui pertinho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Só por me permitir matar a fome sempre que
ela grita e eliminar as sobras sempre que elas querem sair, trabalhar em casa
já é um incentivo a movimentar o corpo com mais frequência. Mas, sem a estrutura
de uma empresa, com secretaria, motorista e serviços de entrega, eu também sou
obrigada a me movimentar mais pelo bairro. Felizmente, moro num lugar em que
consigo resolver tudo a pé. Andando rápido pelas calçadas, em meia hora imprimo
documento na papelaria, compro envelope, envio correspondência pelo correio,
pago conta no banco e volto para casa com a papelada em dia. Se precisar ir
alguns quarteirões mais longe, posso ir de bicicleta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Pode parecer bobo, mas são detalhes simples
como esses que garantem nossa qualidade de vida quando é preciso trabalhar
sentada, digitando num computador, muitas horas por dia. Levantar da cadeira de
hora em hora, alongar o corpo e dar uma espiadela pela janela, dizem os
médicos, faz uma diferença danada na prevenção de problemas de vista e dores
nas articulações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Uma jornalista pernambucana me contou há
pouco que, aos 35 anos, descobriu que tem artrose. Ficou chocada. “Discos
vertebrais atrofiados”, ouviu do médico. E veio a saber que isso é cada vez
mais comum em pessoas jovens que passam muito tempo com má postura, se
alimentando mal e repetindo os mesmos pequenos movimentos articulares no horário
de expediente. O sedentarismo também é um atrativo e tanto para a atrose. Quem
de nós está imune? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Fisicamente ativa quando mais nova, essa
colega nem desconfiava que teria esse problema tão cedo. Agora, interrompe o
trabalho (e a conversa online com amigos) de hora em hora para se alongar e está
metida com sessões de fisioterapia, RPG, Pilates, massagens e algumas outras
terapias que custam um bom dinheiro – e um bocado de horas semanais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Confesso que fiquei assustada, mesmo sendo
uma pessoa fisicamente ativa. Vai saber. Em vez de teclado grande e apoio para
os cotovelos, como eu tinha na redação, em casa uso notebook e uma cadeira menos
confortável. Meu escritório não tem janela. E eu faltei no treino de segunda-feira.
Uma certa preocupação eu tenho, sim. Quer saber? Chega de computador por hoje. Vou espichar as pernas lá fora. Até
mais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-1745137484213732129?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JL8VN5mJrmcpIzPcBxRv3hSUU4E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JL8VN5mJrmcpIzPcBxRv3hSUU4E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JL8VN5mJrmcpIzPcBxRv3hSUU4E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JL8VN5mJrmcpIzPcBxRv3hSUU4E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/S1FdjKd2mGo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/1745137484213732129/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=1745137484213732129&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/1745137484213732129?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/1745137484213732129?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/S1FdjKd2mGo/as-vantagens-de-trabalhar-em-casa.html" title="As vantagens de trabalhar em casa" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/07/as-vantagens-de-trabalhar-em-casa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQBRHY-eCp7ImA9WhRUFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-5991330647050046286</id><published>2011-06-23T16:14:00.003-03:00</published><updated>2012-01-26T11:25:55.850-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T11:25:55.850-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mercado" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="industrializado" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="indústria" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="marketing" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dieta" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consumo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alimentação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consumidor" /><title>Concorrentes de mentirinha</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Que marca escolher quando as opções
pertencem à mesma empresa?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não tenho o costume de comprar manteiga,
mas no último domingo resolvi trazer uma para casa, inspirada pelos ótimos
risotos multigrãos com legumes que meu namorado inventa. Não tenho uma marca
preferida de manteiga, até porque manteiga costuma ser mais ou menos tudo
igual, já que é feita meramente de creme de leite pasteurizado com sal. Pra
escolher requeijão, sim, tenho critérios mais precisos, pois os requeijões
parecem ser feitos cada vez mais de ingredientes novos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;(No caso do requeijão, vejo principalmente
o número de ingredientes e o tempo de prateleira. O número de ingredientes me
indica a quantidade de porcarias adicionadas ao que interessa no produto. O
ideal é que esse número seja o mais próximo possível de 4, pois creme de leite,
fermento lácteo, coalho e sal deveriam ser suficientes para fazer um requeijão
decente. O resto é encheção de linguiça pra baratear o custo de fabricação. Já
o tempo de prateleira me indica se há ou não excesso de conservantes. Quanto
maior a distância entre a data de fabricação e a data de validade, subentendo
que será maior a quantidade de conservantes no requeijão. Esses critérios,
aliás, me fizeram deixar de ser fiel a uma marca de que eu gostava muito na
infância.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Então, diante das várias opções de
manteigas aparentemente iguais no supermercado, parei diante de duas com preço
parecido e que estavam lado a lado: Batavo e Elegê. A diferença de preço era de
cinco centavos. Olhei os ingredientes: exatamente os mesmos nas duas marcas. E
aí reparei num outro dado comum nas duas: o endereço da fábrica. Então as duas
manteigas tinham origem na mesma fazenda? Sim. E não só isso. As duas marcas
pertencem à mesma empresa e, ao contrário do que me pareceu no primeiro
momento, não são concorrentes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Batavo e Elegê são ambas marcas do grupo &lt;a href="http://www.brasilfoods.com/index.cfm"&gt;&lt;u&gt;BrasilFoods&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;, criado em 2009 a partir da fusão entre as até então concorrentes
Sadia e Perdigão. Há algumas semanas, o processo de aprovação dessa fusão no
Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) foi interrompido, pois um
conselheiro considerou que o fim da concorrência entre as duas marcas pode ser
prejudicial ao mercado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;O assunto está na imprensa como uma questão
legal com grandes implicações estratégicas para a indústria de alimentos. Reportagem
da &lt;a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI238696-16642,00-PRONTOS+PARA+A+BRIGA+COMO+A+BRF+SE+PREPARA+PARA+A+BATALHA+NO+CADE.html"&gt;&lt;u&gt;Época Negócios&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; de junho prevê que a decisão sobre o destino da Brasil
Foods vai caber aos tribunais, pois não será fácil convencer o Cade a aprovar o
negócio como ele foi concebido pelas empresas participantes. A suspeita é que o
Cade vá no mínimo querer obrigar a BF a vender uma das empresas para não
impedir a livre concorrência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;A Brasil Foods não é a primeira a fundir
numa mesma empresa duas antigas concorrentes. Essa é uma prática comum em
diversos setores. Antes de Sadia e Perdigão virarem amigas, a Colgate comprou a
Kolynos (lembra dela?), a Antarctica e a Brahma se juntaram na AmBev e a Nestlé
comprou a Garoto. A Kolynos sumiu, dando origem à Sorriso, mas a Garoto
continua tão presente no supermercado quanto sempre esteve. Ou você, quando
compra chocolate, percebe alguma diferença no posicionamento das duas marcas na
prateleira?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não entendo muito dos grandes negócios nem
das enormes cifras envolvidas num mercado tão concentrado, mas entendo um pouco
de fazer compras no supermercado. Para mim, interessa saber se, na hora de
comprar laticínios, embutidos, chocolate ou seja o que for, vou ter alguma
dificuldade de encontrar alternativas com preço interessante, formulação
diferente ou novidades atraentes. Também me interessa saber se a marca em que
eu um dia confiei continua sendo a mesma marca, ou se tudo no modo de
fabricação do produto mudou e eu não fui avisada (mais ou menos como aconteceu
com a marca de requeijão que um dia foi minha preferida, mas de tanto passar de
mão em mão, ou seja, de tanto ser comprada e vendida por várias empresas, eu
não reconheço mais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Para me informar melhor e saber o que fazer
nas próximas compras, pedi ajuda à advogada Maria Inês Dolci, coordenadora
institucional da Associação Pro Teste, que zela pelos direitos do consumidor e
está comemorando dez anos este mês. Acompanhe abaixo o que ela me disse:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 18.0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt;Nunca Fui Gorda&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt; – Como você avalia, do ponto de vista da defesa do
consumidor, a criação da Brasil Foods, que une antigas concorrentes como
Perdigão e Sadia numa única empresa? A fusão interfere de alguma forma no
direito do consumidor?&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;Maria Inês Dolci –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt; O que tem de ser avaliado é o quanto o consumidor ainda
mantém de opções de mercado neste segmento de produtos da Brasil Foods. Outras
perguntas que devem ser respondidas: quanto por cento do mercado é dominado
pela BF?; houve aumentos expressivos de preços nesta área após&amp;nbsp;o anúncio
da&amp;nbsp;fusão? Em princípio, fusões tendem a concentrar mercado, o que é nocivo
para o consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-left: 18pt;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 18.0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt;NFG –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt; No caso de o Cade aprovar a fusão, qual deveria ser a forma
de a empresa comunicá-la aos consumidores das duas marcas que antes concorriam?&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;Maria Inês –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt; Caso a fusão seja aprovada, é importante que a BF se manifeste em
relação a seu compromisso com um mercado não oligopolizado, e que expresse
claramente quais os objetivos da fusão e de que forma beneficiará o consumidor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-left: 18pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 18.0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt;NFG –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt; A Nestlé e a Garoto também não são mais concorrentes, desde
que a primeira comprou a segunda. Você sabe dizer se isso afetou a forma como
os produtos das duas marcas são vistos ou consumidos?&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;Maria Inês –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt; Ainda não há uma avaliação clara sobre o mercado em que estas
empresas atuam. Seria importante que o próprio governo bancasse pesquisas para
avaliar os efeitos desta fusão em relação à concorrência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-left: 18pt;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 18.0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt;NFG –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt; Houve alguma incorreção na forma como as empresas passaram
a trabalhar suas marcas?&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;Maria Inês –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt; Na minha avaliação, faltou um esclarecimento inicial público sobre
motivos da fusão, benefícios para o consumidor etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-left: 18pt;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 18.0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt;NFG –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt; É relevante, para o consumidor, saber se dois produtos
semelhantes de marcas diferentes (como chocolates Garoto e Nestlé ou manteigas
Batavo e Elegê) são de fato diferentes ou se são na verdade o mesmo produto com
nomes, embalagens e preços um pouco diferentes? Por quê?&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;Maria Inês –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt; Toda informação é relevante na escolha de produtos e de serviços.
Saber que dois produtos têm o mesmo dono, embora com marcas diferentes, pode
influenciar decisões de compra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-left: 18pt;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 18.0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt;NFG –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt; Há alguma pesquisa sobre a forma como o consumidor vê a
fusão entre marcas conhecidas?&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;Maria Inês –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt; Não, e é uma grande lacuna a ser preenchida pela defesa da
concorrência. Seria importante, inclusive, para apoiar as decisões do Cade.
Mesmo que haja pesquisas, se não forem divulgadas publicamente, não terão
efeito para o consumidor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-left: 18pt;"&gt;
&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 18.0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt;NFG –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt; Você saberia citar outros casos, além da Brasil Foods e da
Nestlé, de empresas de alimentos que se fundiram e de marcas que parecem mas
não são concorrentes? Vale também citar o que aconteceu (no aspecto direito do
consumidor) com marcas de outros setores, como Kolynos e Colgate.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;Maria Inês –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt; Foi anunciada, no ano passado, a fusão dos frigoríficos JBS e Friboi,
com a aquisição em paralelo da empresa norte-americana Pilgrim's Pride, que
atua no setor de aves. A fusão criou a maior companhia mundial de processamento
de bovinos. O Cade teria exigido que a nova empresa vendesse unidades de abate
(da JBS ou Friboi) em Goiás e Minas Gerais, para aprovar a fusão. No caso das
marcas Kolynos e Colgate, foi importante exigir o uso de nova marca
"Sorriso'. Há concentração de mercado também, embora com concorrentes
fortes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% white; margin-left: 18pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; margin-left: 18.0pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt;NFG –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: grey;"&gt; Tendo isso em mente, no que o consumidor deve prestar
atenção na hora de comparar alimentos semelhantes?&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt;Maria Inês –&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: #ff6600;"&gt; Qualidade dos produtos, preços, reputação das marcas envolvidas,
nível de informação sobre a fusão, reclamações existentes sobre as marcas que
se fundiram.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se for pensar em toda essa negociata toda
vez que for ao supermercado, acho que nunca mais farei compras do mesmo jeito.
Cada vez mais eu me conscientizo de que fazer compras é fazer política e tomar
decisões importantes não só para mim, mas para o país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="PT-BR"&gt;E você? Tem dúvidas sobre as mudanças
ocorridas entre marcas tradicionalmente conhecidas? Quer saber mais sobre o
mercado de alimentos? Mande suas perguntas pra cá. Quem sabe, juntos, a gente
muda esse mundo pra melhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-5991330647050046286?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mecIrMvsZbdeNNZg2nSP_3R1_sc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mecIrMvsZbdeNNZg2nSP_3R1_sc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/ct4wbZrzZLs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/5991330647050046286/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=5991330647050046286&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/5991330647050046286?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/5991330647050046286?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/ct4wbZrzZLs/concorrentes-de-mentirinha.html" title="Concorrentes de mentirinha" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/06/concorrentes-de-mentirinha.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MHQHsyfSp7ImA9WhRVFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-7579799149304952782</id><published>2011-06-22T15:30:00.000-03:00</published><updated>2012-01-15T15:43:51.595-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-15T15:43:51.595-02:00</app:edited><title>Escreva para mim</title><content type="html">Tem perguntas e comentários não direcionados diretamente a um post? Por favor, fique à vontade. Este espaço está reservado para você se manifestar. Tenho total interesse em saber o que você procura. Responderei tudo que eu puder! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradeço muito sua participação. Volte sempre!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Francine&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-7579799149304952782?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vv9jV1aaV-DZmdENFL3rgUcwsMw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vv9jV1aaV-DZmdENFL3rgUcwsMw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vv9jV1aaV-DZmdENFL3rgUcwsMw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vv9jV1aaV-DZmdENFL3rgUcwsMw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/I-r6WDel8zA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/7579799149304952782/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=7579799149304952782&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/7579799149304952782?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/7579799149304952782?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/I-r6WDel8zA/escreva-para-mim.html" title="Escreva para mim" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/06/escreva-para-mim.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEICRXk7eSp7ImA9WhRVFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-1853734006283272918</id><published>2011-06-20T23:18:00.000-03:00</published><updated>2012-01-14T18:22:44.701-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-14T18:22:44.701-02:00</app:edited><title>A autora</title><content type="html">&lt;b&gt;Por que sou jornalista&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Decidi ser jornalista quando 
tinha apenas 16 anos. Como tantos outros jovens, queria mudar o mundo. 
Além disso, escrevia bem e sabia tudo de gramática. Como eu era CDF na 
escola, passei na Fuvest direto, ao terminar o ensino médio, sem 
cursinho. Estudei Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo na 
Escola de Comunicações de Artes da Universidade de São Paulo, a ECA-USP.
 Terminei o curso em 1997, aos 21 anos, com um TCC chamado "Comendo de 
Mentirinha". Já então eu escolhia a área do comportamento e da saúde 
como minha grande bandeira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Jornalismo com causa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Já
 passei dos 30 faz tempo e continuo querendo mudar o mundo. As notícias 
que chegam das universidades e dos governos mostram que as doenças 
crônicas não param de se alastrar, e mesmo com a genética ganhando 
espaço a ciência confirma que o estilo de vida ainda é um grande 
responsável por essas doenças. Meu objetivo é transformar essas notícias
 em algo mais que informação, mais que alerta. Quero ajudar a promover 
mudanças no comportamento individual e no desenvolvimento social no 
sentido de melhorar a qualidade de vida das pessoas e reverter essas 
tristes estatísticas. Sou fã dos jornalistas americanos &lt;a href="http://www.intrinseca.com.br/catalogo_ficha.php?livrosID=23"&gt;Michael Pollan&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=sIlknPHnScY"&gt;Eric Schlosser&lt;/a&gt;, autores de livros e filmes sensacionais sobre a relação da produção industrial de alimentos com as mudanças nos nossos hábitos alimentares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Expectativas e planos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em 2012, inicio meu projeto de mestrado em Nutrição Em Saúde Pública na USP, com a intenção de me aprofundar nesse tema e me capacitar para promover as mudanças profundas que desejo. Além de estudar, estou muito a fim 
de explorar outras mídias além das impressas. Internet, rádio, TV, palco... quem sabe? Se o propósito for educar, me interessa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/23183322-1853734006283272918?l=www.umaequilibrista.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RNSuZaeEnHwwqI8MqdbbodsfppM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RNSuZaeEnHwwqI8MqdbbodsfppM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RNSuZaeEnHwwqI8MqdbbodsfppM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RNSuZaeEnHwwqI8MqdbbodsfppM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/umaequilibrista/Maob/~4/-Q3-P5oV7xk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.umaequilibrista.com/feeds/1853734006283272918/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=23183322&amp;postID=1853734006283272918&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/1853734006283272918?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/23183322/posts/default/1853734006283272918?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/umaequilibrista/Maob/~3/-Q3-P5oV7xk/autora.html" title="A autora" /><author><name>Francine Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18002574765993871985</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-NB2bMh182Ys/TelFaIXJ9PI/AAAAAAAAAaY/nuB2GWA5IAU/s220/_MG_7493.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.umaequilibrista.com/2011/06/autora.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QDRnkzcSp7ImA9WhRXGUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-23183322.post-1691804479555908580</id><published>2011-06-19T21:25:00.000-03:00</published><updated>2011-12-27T07:49:37.789-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-27T07:49:37.789-02:00</app:edited><title>Contato</title><content type="html">Escreva para &lt;b&gt;franilima&lt;/b&gt; [&lt;b&gt;arroba&lt;/b&gt;] &lt;b&gt;hotmail&lt;/b&gt; [&lt;b&gt;ponto&lt;/b&gt;] &lt;b&gt;com&lt;/b&gt; ou me ache nas mídias sociais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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