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	<title>Blog da Usina Hidrelétrica Belo Monte</title>
	
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		<title>Advocacia-Geral demonstra legalidade do licenciamento ambiental da Usina de Belo Monte.</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 20:14:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) demonstrou, na Justiça Federal do Pará, que o licenciamento ambiental para construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no leito do Rio Xingu cumpriu todas as exigências ambientais. Com essa decisão foi assegurada a legalidade da liberação para construção da Usina. O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma Ação Civil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Advocacia-Geral da União (AGU) demonstrou, na Justiça Federal do Pará, que o licenciamento ambiental para construção da Hidrelétrica de Belo Monte, no leito do Rio Xingu cumpriu todas as exigências ambientais. Com essa decisão foi assegurada a legalidade da liberação para construção da Usina.<br />
<span id="more-2687"></span><br />
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma Ação Civil Pública solicitando a anulação da Licença Prévia nº 342/2010 do Instituto Brasileiro de Recursos Hídricos e Renováveis (Ibama), do Edital nº 006/2009 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Declaração de Disponibilidade Hídrica da Resolução nº 740/2009 emitida pela Agência Nacional de Águas (Ana). Para o MPF, a obra afetaria as terras indígenas de Paquiçamba, Arara da Volta Grande e Juruna, com a diminuição da possibilidade de navegação no rio Xingu, da pesca, e da realização de rituais das comunidades indígenas e ribeirinhas da região.</p>
<p>Defesa da AGU</p>
<p>Os procuradores e advogados da AGU rebateram as alegações do Ministério Público Federal e sustentaram que foram estabelecidas no Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) diversas medidas de proteção e compensatórias para minimizar os impactos sobre o modo de vida tradicional tanto das populações indígenas quanto ribeirinhas locais.</p>
<p>A Advocacia-Geral destacou, também, que as alegações apresentadas pelo MPF não têm estudos suficientes para sobrepor a avaliação feita pela ANA sobre a disponibilidade hídrica necessária para funcionamento de Belo Monte. Além disso, sustentou que o acordão 489/2010 do Tribunal de Contas da União (TCU) referendou a viabilidade econômica do empreendimento e confirmou que a Declaração de Disponibilidade Hídrica visou reservar a quantidade de água necessária à viabilidade elétrica da Usina.</p>
<p>A Advocacia-Geral demonstrou, ainda, que o Ibama estabeleceu regras para o monitoramento do ciclo hidrológico do rio, das variações sazonais e do comportamento das espécies de peixes nativas para evitar prejuízos de maiores proporções aos recursos hidrológicos da região.</p>
<p>De acordo com a AGU, o pedido do MPF atenta contra a ordem e a economia públicas, principalmente por atrasar as medidas relacionadas à ampliação do parque energético do país, previsto no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Isso porque, a Usina de Belo Monte será um empreendimento energético competitivo, com utilização de fonte renovável e de baixa emissão de carbono. Além de movimentar bilhões de reais e gerar milhares de empregos diretos e indiretos, beneficiando, inclusive, toda população brasileira, principalmente as localizadas ao longo do leito do Rio Xingu.</p>
<p>Decisão</p>
<p>A 9ª Vara da Seção Judiciária do Pará acolheu os argumentos da AGU ao declarar improcedentes as alegações do Ministério Público que solicitava a anulação do Licenciamento Ambiental que autoriza a construção da Usina de Belo Monte.</p>
<p>A Justiça Federal reconheceu que o IBAMA realizou audiências públicas e levou em consideração as preocupações da sociedade civil para impor obrigações ambientais em favor da população local, e ressaltou que os princípios da precaução e prevenção que regem as questões ambientais foram considerados no licenciamento do empreendimento.</p>
<p>Atuaram no caso, a Procuradoria-Geral Federal (PGF), Procuradoria-Geral da União (PGU), Procuradoria-Regional Federal da 1ª Região (PRF1), Procuradoria-Regional da União da 1ª Região (PRU1), Procuradorias da União e Federal no Pará (PU/PA e PF/PA), Procuradoria Federal Especializada junto ao IBAMA (PFE/Ibama), Procuradoria Federal junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (PF/Aneel), Procuradoria Federal junto à Agência Nacional de Águas (PF/ANA) e a Consultoria Jurídica do Ministério das Minas e Energia (CONJUR/MME).</p>
<p>Ref.: Ação Civil Pública nº 25999-75.2010.4.01.3900 / 9ª Vara da Seção Judiciária do Pará</p>
<p>Fonte:  agu.gov.br</p>
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		<title>Pará e Amazonas têm maior peso no emprego</title>
		<link>http://blogbelomonte.com.br/2013/05/17/para-e-amazonas-tem-maior-peso-no-emprego/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Só no Pará, foram gerados cerca de 30 mil empregos nos últimos 12 meses. Os estados do Pará e Amazonas foram os que mais influenciaram o crescimento de empregos formais, com carteira assinada, na região Norte durante o mês de março deste ano. Com 686 novos postos de trabalho, o mercado de trabalho paraense registrou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Só no Pará, foram gerados cerca de 30 mil empregos nos últimos 12 meses.</em></p>
<p>Os estados do Pará e Amazonas foram os que mais influenciaram o crescimento de empregos formais, com carteira assinada, na região Norte durante o mês de março deste ano. Com 686 novos postos de trabalho, o mercado de trabalho paraense registrou acréscimo de 0,09% em relação a fevereiro, com segunda colocação da região em geração de postos de trabalho, atrás apenas do Amazonas, com 1.321 novos postos.</p>
<p>A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte fez com que a indústria da Construção Civil ficasse na liderança do ranking dos setores que mais influenciam na geração de emprego, especialmente no município de Altamira, região do xingu paraense, a 1000 quilômetros de Belém. Esses números se encontram disponíveis no Boletim do Mercado de Trabalho Paraense, organizado pelo Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (Idesp), baseado nas estatísticas sobre o desempenho do emprego celetista, com registro em carteira, baseado em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p><span id="more-2683"></span><img title="Mais..." src="http://norteenergiasa.com.br/site/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p>O emprego formal no Pará, conforme o Boletim, acompanhou a tendência nacional de expansão em março, que registrou abertura de 112.450 novos empregos. Na região Norte, o saldo foi de 1.189 empregos. Dos sete estados da região, apenas Roraima (-1.036) e Acre (-328) perderam postos de trabalho.</p>
<p>No caso do Pará, além da expansão em março, os resultados positivos permanecem quando analisados o primeiro trimestre do ano (910 novos postos) e os últimos 12 meses (29.973 postos). Ainda em março, no Pará, observou-se que o setor da Construção Civil continua sendo o que mais gera empregos (2.082 postos), em sua maioria em função da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, considerando que o município de Altamira, no entorno da obra, foi o que mais gerou vagas nesse setor (1.701 postos). O setor Extrativo Mineral (94) e os Serviços Industriais de Utilidade Pública (9) também registraram saldos positivos, embora sem a mesma expressividade. A Administração Pública apresentou saldo nulo e os demais setores, saldos negativos: Comércio (-904); Indústria de Transformação (-365); Agropecuária (-127) e Serviços (-103).</p>
<p>As profissões que apresentaram os maiores saldos foram servente de obras (830), produtor agrícola polivalente (414) e soldador (153). A respeito do salário das 30 ocupações com maiores saldos de empregos, a média salarial foi de R$ 1.206,84. Tendo em vista que o salário mínimo estabelecido em 2013 é de R$ 678,00, das ocupações destacadas, cinco apresentaram vencimentos superiores a dois salários mínimos (R$ 1.356): médico clínico (R$ 6.860,80); motorista de ônibus Urbano (R$ 1.630,33); instalador de linhas elétricas de Alta e Baixa Tensão (R$ 1.569,95); montador máquinas (R$ 1.403,99); e soldador (R$ 1367,59).</p>
<p>Os dez municípios que apresentaram os maiores saldos positivos na geração de empregos, em março, foram Altamira (1.323 postos), Canaã dos Carajás (383), Marabá (279), Ananindeua (144), Barca-rena (125), Acará (106), Santarém (103), Tucumã (60), Óbidos (56) e Belém (51). Os que tiveram maiores saldos negativos foram Tucuruí (-243), Juruti (-239), Tomé-Açu (-149), Tailândia (-126), Paragominas (-114), Itaituba (-100), Moju (-99), Santa Isabel do Pará (-97), Breves (-89) e Castanhal (-73).</p>
<p>Fonte: O Liberal</p>
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		<title>Momento Belo Monte – Base de resgate de fauna e flora</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 16:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Momento Belo Monte]]></category>
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		<description><![CDATA[O Centro de Estudos Ambientais da Norte Energia trabalha diretamente com o resgate de fauna e flora com risco de extinção, na região de Belo Monte. Conheça mais detalhes deste trabalho no vídeo abaixo: www.youtube.com/watch?v=eFQIiuinKsk]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Estudos Ambientais da Norte Energia trabalha diretamente com o resgate de fauna e flora com risco de extinção, na região de Belo Monte.</p>
<p>Conheça mais detalhes deste trabalho no vídeo abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eFQIiuinKsk"><span class="youtube">
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		<item>
		<title>Norte Energia requer direito de resposta à matéria publicada pelo jornal O Estado de São Paulo intitulada “Orçado em R$ 16 bilhões, custo de Belo Monte já supera os R$ 30 bilhões</title>
		<link>http://blogbelomonte.com.br/2013/05/13/norte-energia-requer-direito-de-resposta-a-materia-publicada-pelo-jornal-o-estado-de-sao-paulo-intitulada-orcado-em-r-16-bilhoes-custo-de-belo-monte-ja-supera-os-r-30-bilhoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 18:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Norte Energia S.A]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado de S. Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, manifesta indignação e solicita reparos diante da reportagem “Orçado em R$ 16 bilhões, custo de Belo Monte já supera os R$ 30 bilhões”, assinada pela jornalista Renée Pereira na edição deste Domingo (12/05). Um projeto como a construção da UHE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, manifesta indignação e solicita reparos diante da reportagem “Orçado em R$ 16 bilhões, custo de Belo Monte já supera os R$ 30 bilhões”, assinada pela jornalista Renée Pereira na edição deste Domingo (12/05).</p>
<p style="text-align: justify;">Um projeto como a construção da UHE Belo Monte, que vem sendo estudado ao longo de 35 anos, com relevância nacional e internacional, não pode ser tratado por meio de conjecturas e números fantasiosos. Merece uma cobertura isenta e não uma exposição de argumentos sem embasamentos, prejudicando a governança corporativa da empresa privada, que é a Norte Energia S.A.</p>
<p style="text-align: justify;"> O jornal O Estado de São Paulo ignorou respostas aos questionamentos enviados, em tempo hábil, pela Assessoria de Imprensa da Norte Energia na sexta-feira (10/05), que esclarecia dados como investimentos, cronogramas da obra e ações socioambientais. Na matéria, o veículo preferiu se basear em fontes não identificadas ao invés de citar fatos concretos e afirmativas oficiais da empresa, além ignorar obras e projetos concretizados para a população da região depois da chegada do empreendimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="Mais..." src="http://norteenergiasa.com.br/site/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-2680"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> Com o objetivo de esclarecer equívocos e, em respeito ao leitor, destacamos os seguintes pontos:</p>
<p style="text-align: justify;"> - Ao contrário do que foi publicado, o custo total corrigido pelo IPCA de Belo Monte é de R$ 28,9 bilhões (confirmado por todas as fontes oficiais e disponível no site oficial da Norte Energia e no Blog Belo Monte) e não superior a R$ 30 bilhões, o que daria 1,1 bilhão excedente. Os valores (R$ 16 e R$ 19 bilhões) citados como referência na matéria, nunca foram do consórcio vencedor do leilão de Belo Monte. O Consórcio vencedor do Leilão fez seu orçamento em R$ 25,8 bi, na data base de Abril de 2010.  Até o presente momento o valor do orçamento não foi alterado. O valor de referência de R$ 28,9 bilhões no momento da assinatura do financiamento considera apenas a correção monetária sobre o saldo dos contratos firmados.  Reiterando, isso não é sobre custo ou alteração do valor da obra, nem mesmo qualquer alteração de orçamento, apenas demonstra o impacto da correção monetária dos contratos assinados devido à aplicação dos índices de correções contratualmente estabelecidos, uma vez que o projeto foi leiloado em 2010 e o término da obra será apenas em 2019.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Cabe informar que o valor dos contratos de venda de energia também sofrem o impacto da correção monetária, ou seja, os contratos de venda de energia também contém cláusulas de  reajuste de preços pelo IPCA. Portanto, o impacto da correção monetária no valor do investimento é o mesmo impacto produzido no preço dos contratos de venda de energia (receita), sendo esse impacto nulo para o retorno esperado do acionista. A correção monetária não gera nem criação nem destruição de valor para o acionista, pois dispêndios (investimentos e despesas) e receitas são reajustados pelos mesmos índices de correção.</p>
<p style="text-align: justify;"> - A Norte Energia esclarece (como foi anteriormente informado ao jornal), que o cronograma das obras está mantido, com a previsão de início da operação da primeira turbina, no Sítio Pimental, em fevereiro de 2015. Em janeiro de 2019, todas as turbinas estarão em plena operação. Assim, afirmar que a obra esteja atrasada demonstra um total descaso com o planejamento técnico da Usina Hidrelétrica Belo Monte.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Além disso, ao mencionar um número fantasioso de perda de receita de R$ 4 bilhões, por parte da concessionária, não foram identificadas fontes especializadas no assunto. É um número criado sem explicações e uma tese claramente ressaltada com indicadores que objetivam prejudicar a imagem do empreendimento. Em tempo, a Norte Energia destaca que não há qualquer impacto na geração de receita do projeto e que o número de R$ 4 bilhões apresentado não faz sentido, pois as turbinas entram em operação ao longo do tempo, conforme planejamento anteriormente definido. A partir de fevereiro de 2015, uma nova turbina entra em operação a cada dois meses. Portanto, em um ano, apenas seis turbinas estariam em operação, de um total de 24 turbinas.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Sobre o atraso devido a paralisações é  necessário qualificar a informação,  pois os sítios (Belo Monte e Pimental) são afetados de maneira diferente pelas ocorrências. A que se considerar, ainda, as otimizações ao projeto inicial de Belo Monte propostas pelos engenheiros da Norte Energia, com grande impacto na redução do cronograma. Ainda assim, é preciso entender que as paralisações e seus impactos no cronograma da obra não geram atrasos uniformes para todos os sítios.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Em relação à rentabilidade dos acionistas, sendo vários privados com capital aberto e ações na Bolsa de Valores, mais uma vez o jornal “O Estado de São Paulo”, um veículo de grande respaldo no mercado financeiro, emprega dados não comprovados para justificar uma tese sem fundamento.  A queda da rentabilidade apontada pela matéria não faz sentido, nem mesmo se considerados os próprios números apresentados pela matéria. <strong> </strong>O cronograma da obra está mantido, portanto não pode se falar em impacto no retorno previsto pelos acionistas. Ainda que existisse atraso na data de entrada em operação de um ano, como mencionado na matéria, o impacto no retorno do projeto não seria na magnitude apresentada.</p>
<p style="text-align: justify;"> - A Norte Energia esclarece que é tecnicamente viável em um projeto de infraestrutura dessa magnitude alterações positivas ao empreendimento, tais como reduções de volumes de escavação e nos volumes de utilização de concreto, bem como a aplicação de materiais mais econômicos no processo construtivo. Estas providências compensam largamente qualquer evento que eventualmente possa afetar o andamento da obra.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Foi informado ao Estadão, por meio de nota enviada pela Norte Energia, que a primeira turbina entrará em operação em fevereiro de 2015 e não dezembro de 2014 como citado na matéria. Em relação aos investimentos socioeconômicos, a Norte Energia repassou para o jornal uma listagem com várias obras que estão em andamento para a população da região de Belo Monte. Estranhamente esses dados não foram utilizados na matéria, que preferiu mostrar um cenário que não condiz com a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sobre as condicionantes socioambientais, já foram investidos até o momento cerca de R$ 1 bilhão por meio do Projeto Básico Ambiental (PBA), do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS Xingu) e do Plano Emergencial. São investimentos na área socioambiental, que envolvem atividades como apoio a saúde, educação, qualificação profissional, geração de emprego e renda, saneamento básico, segurança, meio físico e biótico, aquisição e projetos para reassentamento urbano, Sistema de Transposição de Embarcações (STE) e patrimônio cultural, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">-O atendimento à saúde na região também tem sido reforçado desde 2011 com a construção e reforma de Postos de Saúde para atender a população. Até o momento, foram entregues 29 postos equipados, em sua grande maioria, com consultórios médicos, salas de curativos, laboratórios e aparelhos para realizar exames. Destaca-se que, em 2013, foi contratada e emitida a ordem de serviço para as obras do Hospital Geral de Altamira &#8211; Mutirão, com leitos de urgência e emergência e de alta e média complexidade. Paralelamente, correm as tratativas para reforma do Hospital Regional da Transamazônica, o HRT. Além desses, a Norte Energia tem atuado na análise e contratação de obras em unidades hospitalares dos municípios de Anapu, Vitória do Xingu e Senador José Porfírio, e, ainda, no Hospital Materno Infantil de Altamira. A Norte Energia doou à comunidade, até agora, 12 ambulâncias, uma ambulância UTI e quatro Ambulanchas, entre outros equipamentos. Em termos de pessoal, a empresa mantém nos municípios da área de influência direta do empreendimento sete Equipes de Saúde da Família. Para citar mais um exemplo na área da saúde, os casos de malária na região do Xingu eram extremamente altos, sendo que em 2010 foram registrados 11.155 casos. A Norte Energia atuou e atua junto aos órgãos governamentais e criou em 2011 o Plano de Ação para Controle da Malária- PACM, implementado por meio de convênio com  o Ministério da Saúde, a Secretaria Estadual de Saúde do Pará e as Prefeituras da região. Em 2012 os casos de malária caíram  para 6.534.</p>
<p style="text-align: justify;"> - Sendo assim não existem valores imputados a nenhum atraso. É claro na matéria que houve desequilíbrio de informações, acarretando sérios prejuízos e repercussões negativas às empresas acionistas que inclusive tem capital na Bolsa de Valores. Em respeito aos leitores, aos acionistas e ao próprio jornal O Estado de São Paulo, solicitamos a publicação desta carta na íntegra, com a mesma visibilidade da matéria desinformativa sobre a UHE Belo Monte apresentada no seu prestigioso Jornal.</p>
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		<title>Norte Energia entrega 28 veículos em reunião do PDRS Xingu.</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 20:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Norte Energia]]></category>
		<category><![CDATA[PDRS Xingu]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Na reunião do mês de maio, a Norte Energia fez entregas voltadas para a saúde e produção. (Fotos: Regina Santos) Automóveis, micro-ônibus, caminhões e motocicletas, além de ambulâncias e odontomóveis. Estes foram os veículos entregues nesta quarta-feira (08/05), durante reunião do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX). Os 28 veículos custeados pela Norte Energia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5><a href="http://blogbelomonte.com.br/2013/05/10/norte-energia-entrega-28-veiculos-em-reuniao-do-pdrs-xingu/regina_santos_1/" rel="attachment wp-att-2673"><img class="alignnone size-medium wp-image-2673" title="regina_santos_1" src="http://blogbelomonte.com.br/wp-content/uploads/2013/05/regina_santos_1-400x259.png" alt="" width="400" height="259" /></a><br />
<em>Na reunião do mês de maio, a Norte Energia fez entregas voltadas para a saúde e produção</em>.<br />
(Fotos: Regina Santos)</h5>
<p>Automóveis, micro-ônibus, caminhões e motocicletas, além de ambulâncias e odontomóveis. Estes foram os veículos entregues nesta quarta-feira (08/05), durante reunião do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRSX). Os 28 veículos custeados pela Norte Energia atenderão algumas prefeituras e associações da região sudeste do Pará. Mais de R$ 2 milhões foram entregues em equipamentos.<span id="more-2672"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O município de Brasil Novo, com quase 18 mil habitantes, está entre os contemplados. Uma unidade móvel odontológica foi entregue para o pronto atendimento da população. “Chegou em boa hora e vai nos ajudar a fazer os trabalhos de saúde bucal nas agrovilas e vicinais. Sabemos que existem famílias que não têm condições de ir a Brasil Novo fazer o atendimento. Agradecemos a Norte Energia pela parceria”, afirmou Marina Sperotto, prefeita de Brasil Novo.</p>
<p>Para atender áreas emergências e ajudar na aceleração de ações importantes, a administração de Altamira recebeu dois micro-ônibus. Domingos Juvenil, prefeito do município, reiterou o compromisso da Norte Energia no cumprimento de todas as iniciativas referentes às obras de Belo Monte. “Os veículos serão destinados às áreas mais emergencias da saúde, ajudando a acelerar determinadas ações, que agora serão trabalhadas. A Norte Energia vem cumprindo seus compromissos na região”, explicou.</p>
<h5>
<p><a href="http://blogbelomonte.com.br/2013/05/10/norte-energia-entrega-28-veiculos-em-reuniao-do-pdrs-xingu/regina_santos_2-2/" rel="attachment wp-att-2677"><img class="alignnone size-medium wp-image-2677" title="regina_santos_2" src="http://blogbelomonte.com.br/wp-content/uploads/2013/05/regina_santos_21-400x268.png" alt="" width="400" height="268" /></a><br />
<em>Unidade Móvel Odontológica entregue</em></h5>
<p style="text-align: justify;">Os municípios de Anapu, Medicilândia e Senador José Porfírio receberam veículos que também serão destinados para área da saúde. A Associação dos Índios Moradores de Altamira (Aima), Universidade Federal do Pará (UFPA) – Campus Altamira, Cooperativa de Produtos Orgânicos do Xingu (Coopexin) e Central Regional de Apoio a Aquicultura e Pesca (Capesc), também foram contempladas com 18 veículos. “Nós estamos, de forma pública, mostrando o empenho da Norte Energia em realizar as entregas dos projetos definidos nas Câmaras Técnicas que vão atender diretamente às prefeituras nas suas ações e, ainda, as associações e entidades civis que fazem parte do programa”, ressaltou Clarice Coppetti, Diretora de Relações Institucionais da Norte Energia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reuniões</strong> &#8211; As reuniões aconteceram nos dias 7 e 8 de maio, em Altamira, onde foram votados, nas seis Câmaras Técnicas, os próximos projetos a serem executados. “Esse encontro serviu para dar mais segurança e qualidade na aplicação do PRDS Xingu. Conseguimos identificar as diretrizes prioritárias”, revelou Johannes Eck, representante da Presidência da República.</p>
<p><a href="http://blogbelomonte.com.br/2013/05/10/norte-energia-entrega-28-veiculos-em-reuniao-do-pdrs-xingu/regina_santos_3-2/" rel="attachment wp-att-2676"><img class="alignnone size-medium wp-image-2676" title="regina_santos_3" src="http://blogbelomonte.com.br/wp-content/uploads/2013/05/regina_santos_31-400x264.png" alt="" width="400" height="264" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Johannes falou ainda da importância das entregas feitas pela Norte Energia. “As entregas são sempre muito importante e, particularmente, boa parte dos equipamentos entregues hoje são para saúde, área que mais sensibiliza os membros do comitê. Alavancamos ainda projetos de fomento, atividades produtivas sustentáveis, que vão ajudar a população no pós obra, deixando um legado de emprego e renda”, finalizou. A Norte Energia irá investir ao longo de 20 anos um total de R$ 500 milhões em projetos aprovados no PDRS Xingu.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta reunião foi a quarta que aconteceu no ano de 2013. A próxima está marcada para os dias 6 e 7 de junho, em Altamira. O PDRS Xingu foi instituído por decreto presidencial em outubro de 2010, que objetiva promover políticas públicas que beneficie os municípios de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Medicilância, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará, Vitória do Xingu.</p>
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		</item>
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		<title>Indígenas desocupam instalações do Sítio Belo Monte</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 19:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assessoria de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Norte Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Questão Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Nota à imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[A Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, informa que, por volta das 19h40m da quinta-feira (09/05), 83 indígenas, sendo 77 da etnia Munduruku, da região de Itaituba, no Sudoeste do Pará, deixaram as instalações do Sítio Belo Monte em ônibus disponibilizados pela Empresa para levá-los de volta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Norte Energia S.A., empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, informa que, por volta das 19h40m da quinta-feira (09/05), 83 indígenas, sendo 77 da etnia Munduruku, da região de Itaituba, no Sudoeste do Pará, deixaram as instalações do Sítio Belo Monte em ônibus disponibilizados pela Empresa para levá-los de volta as suas terras na região do Tapajós, a 800 km de Altamira.</p>
<p style="text-align: justify;">A invasão dos indígenas da região do Tapajós durou uma semana, tendo sido iniciada na manhã de 02/05, quando os indígenas adentraram a portaria do sítio Belo Monte, chegando, inclusive, a confiscar veículos de trabalho da Empresa. Durante todo o período da ocupação, foram fornecidas refeições e assistência de saúde por parte da Empresa. Do total de 83 indígenas, 6 eram ribeirinhos e 40 eram mulheres e crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">A saída ocorreu por decisão judicial de reintegração de posse do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF 1). A permanência e a hospedagem dos indígenas em Altamira, neste momento, não são de responsabilidade da Norte Energia. Os ônibus fretados estão disponibilizados aos indígenas para seguir viagem para Itaituba.</p>
<p style="text-align: justify;">A Norte Energia reafirma que agiu dentro da legislação vigente e usará sempre instrumentos legais e de segurança para manter a integridade física dos seus trabalhadores e das instalações da Usina Hidrelétrica Belo Monte, principalmente por ter tido, nesta invasão, uma de suas instalações usada para um protesto que não guarda relação direta com a usina em construção no rio Xingu.</p>
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		<title>Norte Energia melhora educação para alunos da comunidade da Ressaca em Senador José Porfírio.</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 18:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Social]]></category>
		<category><![CDATA[Norte Energia]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforto oferecido pela nova escola resulta em qualidade na educação e estímulo para cerca de 150 alunos. Antes da construção da escola, os alunos assistiam aula num barracão improvisado. O conforto era quase nenhum e as dificuldades para ministrar ou assistir aulas comprometia seriamente a capacidade de aprendizado dos estudantes. Com a reforma, a estrutura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Conforto oferecido pela nova escola resulta em qualidade na educação e estímulo para cerca de 150 alunos.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Antes da construção da escola, os alunos assistiam aula num barracão improvisado. O conforto era quase nenhum e as dificuldades para ministrar ou assistir aulas comprometia seriamente a capacidade de aprendizado dos estudantes. Com a reforma, a estrutura passou a ser toda em alvenaria. Foram construídos banheiros, refeitório, duas novas salas, cozinha e uma área de lazer. Qualidade e conforto que superam até mesmo as dificuldades naturais do caminho que leva até a escola.<span id="more-2667"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“Parece um sonho realizado! É incrível ver como o comportamento dos alunos mudou com a construção da escola. Agora eles vêm estudar todos arrumados, dispostos. A preocupação com o ambiente escolar também mudou e muito. Os estudantes estão atentos à limpeza do local”, disse, eufórica, a professora de história, geografia e estudos amazônicos, Socorro Silva, que trabalha na escola há dois anos.</p>
<p>A nova estrutura construída pela Norte Energia na Ilha da Ressaca também aumentou a capacidade de atendimento no local, que passou de 75 para 150 alunos. Além disso, a Escola Planalto ganhou condições técnicas para ministrar até a oitava série do ensino fundamental. “Estamos com aulas nos dois turnos e tudo melhorou para as pessoas da região. Tem muitas crianças que vêm de longe para assistir aula, mas agora o tempo de viagem não deixa ninguém de mal humor”, contou Willes de Souza, coordenador da Escola do Planalto.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudante Pedro Henrique, de 11 anos, é testemunha dessa mudança. Ele não esconde a ansiedade e, tampouco, a motivação para sair de casa rumo à escola. “Saio da minha casa ainda no escuro, mas pode está chovendo que venho para escola. É tão bom sentar em uma cadeira novinha e estudar em uma escola tão bonita”, contou. A obra integra as ações do Projeto Básico Ambiental (PBA) voltadas para Senador José Porfírio</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os índios e a realidade</title>
		<link>http://blogbelomonte.com.br/2013/05/08/os-indios-e-a-realidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 13:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Questão Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[índios]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[O Liberal]]></category>

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		<description><![CDATA[Arroubos ambientalistas precisam ser contrapostos à realidade, confrontados com a verdade. O ambientalismo barulhento pode soar agradável aos ouvidos e sentimentos de quem não tenha um pingo de discernimento para separar o discurso verdadeiro do espetaculoso, demagógico, que pode ser até bonito, mas não é real. Temos agora, pela enésima vez, o canteiro de obras da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Arroubos ambientalistas precisam ser contrapostos à realidade, confrontados com a verdade.<br />
O ambientalismo barulhento pode soar agradável aos ouvidos e sentimentos de quem não tenha um pingo de discernimento para separar o discurso verdadeiro do espetaculoso, demagógico, que pode ser até bonito, mas não é real. Temos agora, pela enésima vez, o canteiro de obras da hidrelétrica de Belo Monte, na região do Xingu, ocupado por índios de várias etnias. Os índios chegaram sozinhos ao local? É claro que não. Chegaram acompanhados de intrépidos, intimoratos, destemidos defensores da natureza.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2663"></span><br />
Nada demais que autoproclamadas lideranças indígenas se façam acompanhar de quem bem entenderem. Nada demais que escolham os parceiros de lutas ambientais que acharem convenientes. Mas os índios, quando promovem atos como esse, precisam ter cuidado com o que dizem, para que não se desviem da verdade, da realidade, de fatos expostos à luz do dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando tal não acontece, é muito provável que lideranças indígenas, pretensamente empenhadas em defender o meio ambiente e os habitats fincados nos ermos amazônicos, sejam facilmente apanhadas em contradições espantosas que se refletem, nua e cruamente, no discurso espetaculoso, demagógico e muito bonito, mas irreal, falso, implausível. Leia-se, a propósito, manifestação formalmente divulgada, por escrito, pela Secretaria-Geral da Presidência da República, ao repudiar a permanência dos índios no canteiro de obras da hidrelétrica. A reivindicação dos índios, ressalta a nota, “causa estranheza”. Ainda segundo a secretaria, “em sua relação com o governo federal essas pretensas lideranças munduruku têm feito propostas contraditórias e se conduzido sem a honestidade necessária a qualquer negociação”.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo acusa os índios de serem violentos e diz que as comunidades tradicionais da região estão envolvidas na destruição da natureza em troca de propina de garimpeiros ilegais. “Diversos indígenas praticam diretamente esse garimpo ilegal na Bacia do Rio Tapajós, possuindo balsas que valem em torno de R$ 1 milhão. Outros indígenas cobram pedágio dos garimpeiros, chegando a receber R$ 40 mil por mês para permitir a extração ilegal de ouro na região”, afirma a Presidência da República.<br />
E continua: “A propalada ‘defesa da natureza’ e a aliança dessas autodenominadas lideranças munduruku com entidades indigenistas e ambientalistas são suspeitas, pois o garimpo ilegal é uma das maiores agressões à natureza e às comunidades que vivem naquele território”.</p>
<p style="text-align: justify;">
E então, o que dizer os ocupantes de Belo Monte, e seus fiéis, intrépidos e intimoratos companheiros de heróicas jornadas ambienta-listas, sobre a contradição entre o discurso e a prática? Como podem justificar que os defensores da natureza, os preservacionistas de todas as horas, os amantes do verde sejam os mesmos que dizimam seus habitats, aproveitando-se da continentalidade dos espaços onde vivem, fato que dificulta sobremaneira a presença do Poder Público para coibir crimes ambientais que se prolongam indefinidamente no tempo?</p>
<p style="text-align: justify;">
É hora de confrontar o discurso com a prática. É hora de exibir os contrastes entre a tese e o fato, o fato e as pretensões, as pretensões e a realidade que pode ser vista claramente, sem rebuços ideológicos e sem partidarismos de ocasião. É hora de perguntar claramente, a índios que frequentemente esbulham o canteiro de obras da hidrelétrica: suas intenções em relação à região do Xingu são as mesmas que os impelem a praticar “diretamente esse garimpo ilegal na Bacia do Rio Tapajós, possuindo balsas que valem em torno de R$ 1 milhão”, conforme acentua a nota da Presidência da República?<br />
Sem o confronto entre o fato e o discurso, sobrará apenas espaço para espetáculos. Apenas isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: O Liberal</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Medicilândia recebe ambulância doada pela Norte Energia</title>
		<link>http://blogbelomonte.com.br/2013/05/07/medicilandia-recebe-ambulancia-doada-pela-norte-energia/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 20:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Social]]></category>
		<category><![CDATA[Municípios]]></category>
		<category><![CDATA[PDRS Xingu]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Desenvolvimento do Xingu]]></category>

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		<description><![CDATA[  O socorro médico às comunidades carentes da cidade de Medicilândia, a 90 quilômetros de Altamira, recebeu um importante reforço. A ambulância doada pela Norte Energia, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, vai beneficiar cerca de 4 mil pessoas. O veículos vai reduzir a espera por atendimento médico especializado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2661" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://blogbelomonte.com.br/2013/05/07/medicilandia-recebe-ambulancia-doada-pela-norte-energia/medicilandia-2/" rel="attachment wp-att-2661"><img class="size-medium wp-image-2661 " title="Medicilândia" src="http://blogbelomonte.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Medicilândia-400x300.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Veículo vai garantir transporte com qualidade e segurança para quem precisar de atendimento médico. (Foto: Dívani Brito)</p></div>
<dl id="attachment_2661" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px;">
<dd class="wp-caption-dd"></dd>
</dl>
<p align="center"><span style="text-align: justify;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;">O socorro médico às comunidades carentes da cidade de Medicilândia, a 90 quilômetros de Altamira, recebeu um importante reforço. A ambulância doada pela Norte Energia, empresa responsável pela instalação e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, vai beneficiar cerca de 4 mil pessoas. O veículos vai reduzir a espera por atendimento médico especializado em cidades mais distantes. Financiada pelo Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu (PDRS-X), a ambulância entregue no final de abril é parte dos investimentos aprovados em 2012 para a cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2660"></span></p>
<p style="text-align: justify;"> Medicilândia registra por mês cerca de 65 viagens com pacientes de média e alta complexidade. O principal destino é o Hospital Regional da Transamazônica, único especializado nessas áreas, na região. Antes da doação do veículo feita pela Norte Energia, a Secretaria de Saúde de Medicilândia se desdobrava em aluguéis de carros particulares e até ambulâncias de outras cidades. “Só os pacientes sabem o que é poder viajar com tranquilidade”, reforçou Sebastião César Santos, secretário municipal de saúde de Medicilândia.</p>
<p style="text-align: justify;"> O investimento de R$ 140.950,00 na ambulância está entre os recursos que serão repassados ao município até o fim deste ano. Entre eles, um odontomóvel para atender os programas de saúde bucal nas comunidades carentes. Consta, ainda, para o município a reforma e ampliação do Hospital Municipal &#8211; investimento previsto em mais de um milhão de reais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>PDRS Xingu </strong>–<strong> </strong>Implantado em outubro de 2010, o Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu reúne entidades não governamentais, sociedade civil organizada e representantes dos governos federal, estadual e municipal das onze cidades da área de influencia da construção de Belo Monte. A intenção é fazer da usina vetor de desenvolvimento para toda a região da Transamazônica e do Xingu. “A empresa está cumprindo seu papel, que é garantir o desenvolvimento social e econômico da região”, José Fernando Barbosa, gerente de Relações Institucionais da Norte Energia.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Governo federal supervisiona condicionantes da obra</title>
		<link>http://blogbelomonte.com.br/2013/05/07/governo-federal-supervisiona-condicionantes-da-obra/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 18:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Blog Belo Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Social]]></category>
		<category><![CDATA[PDRS Xingu]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[PAC]]></category>

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		<description><![CDATA[Para que a Usina Hidrelétrica de Belo Monte fosse construída, foi definida uma série de condicionantes que deve ser realizada para compensar impactos sociais, ambientais e econômicos na região impactada pela obra. A TV PAC foi até Altamira, no Pará, checar algumas condicionantes concluídas, como escolas, postos de saúde, moradias, e a entrega do sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para que a Usina Hidrelétrica de Belo Monte fosse construída, foi definida uma série de condicionantes que deve ser realizada para compensar impactos sociais, ambientais e econômicos na região impactada pela obra. A TV PAC foi até Altamira, no Pará, checar algumas condicionantes concluídas, como escolas, postos de saúde, moradias, e a entrega do sistema de transposição de embarcações, criado para não atrapalhar a produtividade dos trabalhadores que dependem do curso do rio Xingu para manter sua renda.</p>
<p>Fonte: BrasilPAC</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XKoPxh3MJ8U"><span class="youtube">
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XKoPxh3MJ8U"><img src="http://img.youtube.com/vi/XKoPxh3MJ8U/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XKoPxh3MJ8U">www.youtube.com/watch?v=XKoPxh3MJ8U</a></p></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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