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	<title>UxP – User Experience Project</title>
	
	<link>http://uxp.com.br</link>
	<description>Estudos e casos de design de interação e experiência do usuário</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Jul 2010 21:33:23 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Rationalizer da Philips mostra as emoções dos investidores</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[produto]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
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		<description><![CDATA[O Rationalizer é um novo produto da Philips, em parceria com o banco ABN AMRO, que consegue mostrar o nível de &#8220;emoção&#8221; de um investidor caseiro, para ajudá-lo a tomar decisões mais racionais. O site do produto tem mais informações detalhadas sobre o seu funcionamento e possui um vídeo que, apesar de não ser muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Rationalizer</em> é um novo produto da Philips, em parceria com o banco ABN AMRO, que consegue mostrar o nível de &#8220;emoção&#8221; de um investidor caseiro, para ajudá-lo a tomar decisões mais racionais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-271" title="Rationalizer" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-1.png" alt="Rationalizer" width="400" height="307" /></p>
<p><span id="more-270"></span>O <a title="Rationalizer - Mirror of emotions" href="http://www.mirrorofemotions.com/" target="_blank">site do produto</a> tem mais informações detalhadas sobre o seu funcionamento e possui um vídeo que, apesar de não ser muito emocionante, esclarece o funcionamento do produto. Apesar do bom design do produto, não podemos dizer o mesmo quanto ao design do site. O vídeo, por exemplo, não pode ser compartilhado, linkado e nem se consegue dar play/pause ou colocar em mudo. Mas, como o foco aqui não é o site, vamos ao que achei interessante no produto:</p>
<p><strong>Público-alvo bem definido</strong></p>
<p>Eles deixam claro que o produto foi focado para serious home investors (investidores caseiros &#8220;profissionais&#8221;). Normalmente, o maior erro dos designers é tentar fazer um produto que sirva pra todo mundo. E, no final, conseguem desenvolver um produto que não é muito interessante pra ninguém. Neste caso, o foco permitiu criar um produto bem direcionado às necessidades e características deste perfil de usuário.</p>
<p><strong>Produto não invasivo</strong></p>
<p>O aspecto &#8220;decorativo&#8221; do produto e sua mudança sutil de cor não chega a incomodar um investidor que tenha consciência de que está trabalhando sob stress, mas deseja continuar a operação. O produto, apesar de avisar o seu estado emocional, não é intrusivo.</p>
<p><strong>O produto ainda é um protótipo</strong></p>
<p>Por ser um &#8220;protótipo&#8221;, eles ainda estão testando algumas coisas, feito a melhor forma de apresentar as emoções para o usuário. Por exemplo, o fato de haver um bracelete e um EmoBowl, é porque eles acreditam que algumas pessoas acharão o bracelete piscando, algo excessivo, e preferirão algo menos gritante, feito o EmoBowl.</p>
<p>Outros estudos da Philips sobre como trabalhar a emoção no design estão <a title="Philips - Getting emotional" href="http://www.design.philips.com/philips/shared/assets/design_assets/pdf/nvbD/november2009/Getting_emotional1.pdf" target="_blank">disponíveis em PDF</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/uxp/~4/tsUWAJnKYkM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Interaction South America ’09</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 16:59:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
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		<category><![CDATA[interaction]]></category>
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		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Interaction South America 09 acontece em São Paulo dias 26, 27 e 28 de novembro São Paulo é a cidade que será sede da primeira conferência na América Latina do Interaction Design Association (IxDA), que contará com a presença de convidados internacionais entre os palestrantes. O evento, que acontece dias 26, 27 e 28 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-264" title="Interaction South America '09" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Picture-1.png" alt="Interaction South America '09" width="500" height="146" /></p>
<p><strong>Interaction South America 09 acontece em São Paulo dias 26, 27 e 28 de novembro</strong></p>
<p>São Paulo é a cidade que será sede da primeira conferência na América Latina do Interaction Design Association (IxDA), que contará com a presença de convidados internacionais entre os palestrantes. O evento, que acontece dias 26, 27 e 28 de novembro, de 8 às 20 horas, na Universidade Anhembi Morumbi, pretende apresentar e discutir as principais linhas de pesquisa na área do design de interação.</p>
<p>O <strong>Interaction South America 09</strong> também é uma excelente oportunidade para incentivar o network entre profissionais da comunidade, apresentando e promovendo a disciplina nos mais variados círculos de conhecimento: design, ciências da computação, arquitetura, entre outros.</p>
<p>A programação do Interaction South América ´09 conta com apresentações de três tipos de submissão de trabalhos: artigos científicos e prático-experimentais; trabalhos multimídia performáticos e; cases de mercado, juntamente com palestras de convidados nacionais e internacionais, workshops, mesa redonda e a presença dos mais renomados nomes da academia.</p>
<p>Motivos para ir:</p>
<ul>
<li><strong>Ken Perlin</strong><strong> <span style="font-weight: normal;">ganhou Oscar por ter criado os softwares que hoje movem a indústria de entretenimento. As palestras dele são show, uma vez que ele mostra como uma emoção é importante para um filme e como uma linha de código muda tudo. Vejam mais em: <a href="http://mrl.nyu.edu/~perlin/" target="_blank">http://mrl.nyu.edu/~perlin/</a></span></strong></li>
<li><strong>Nimish Biloria</strong> é um dos mais laureados cientistas de interação da atualidade. Para ele as interfaces não se limitam a computador, TV e celular, tudo vale, inclusive prédios, obras de arte, etc. Vejam mais em: <a href="http://portal.architexturez.org/site/Members/nimish_biloria/" target="_blank">http://portal.architexturez.org/site/Members/nimish_biloria/</a></li>
<li><strong>Simon Biggs</strong> é pesquisador da Universidade de Edimburgo e, através de projetos que misturam arte e interação, questiona a identidade humana. Vejam mais em: <a href="http://hosted.simonbiggs.easynet.co.uk/" target="_blank">http://hosted.simonbiggs.easynet.co.uk/</a></li>
<li><strong>Juliana Ferreira</strong> é designer de interação da Nokia Design, na Inglaterra e vem, honrosamente representar o Brasil que faz sucesso lá fora, falando de personalização de interfaces e seu apelo. Vejam mais em:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=v1TJf8-qgIY" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=v1TJf8-qgIY</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=C35s7ZLm1go" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=C35s7ZLm1go</a></li>
<li><strong>Giselle Beiguelman</strong>, nossa laureada amiga e mestre, membro do IxDA-SP, estará discutindo mobilidade e o desenho artístico da interação. Vejam mais em: <a href="http://www.desvirtual.com/info.htm" target="_blank">http://www.desvirtual.com/info.htm</a></li>
<li>Há workshops na área de <strong>Usabilidade</strong> (Robson Santos), <strong>Desenho de Ambientes Interativos</strong> (Superlimão), <strong>Games</strong> (Intuit.com) e <strong>Interfaces Vestíveis</strong> ( Rachel Zuanon).<br />
Vejam mais em: <a href="http://www.interaction-southamerica.org/programacao/" target="_blank">http://www.interaction-southamerica.org/programacao/</a></li>
</ul>
<p>A inscrição tem preços diferenciados para estudantes, profissionais, professores e pesquisadores e pode ser feita no site do evento:<a title="Site do evento" href="http://www.interaction-southamerica.org/" target="_blank">http://www.interaction-southamerica.org</a>, através do PagSeguro. Até o dia 15 de novembro, o pagamento pode ser efetuado com cartão de crédito. Depois serão aceitos apenas boleto bancário e depósito.</p>
<p>O evento conta com o apoio dos patrocinadores: UOL Host, PagSeguro, Instituto de Tecnologia Nokia, Agência Click, Sociedade Brasileira de Computação, Usability Expert, Latitude 14 – Estratégia, projeto, análise de produtos interativos, ESPM, além da parceria da Universidade Anhembi Morumbi.</p>
<p>Mais informações:</p>
<p>Site do evento: <a title="Site do evento" href="http://www.interaction-southamerica.org/" target="_blank">http://www.interaction-southamerica.org</a></p>
<p>Contatos: <a title="email de contato" href="mailto:contato@ixdasp.org" target="_blank">contato@ixdasp.org</a></p>
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		<title>Mozilla Design Challenge ’09</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 15:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Criamos um conceito para o concurso do Mozilla Design Challenge Summer &#8217;09, no qual o objetivo era responder à pergunta: &#8220;Reinventando as abas: como podemos abrir, navegar e gerenciar multiplos websites numa mesma instância do navegador?&#8221;. Nosso conceito, batizado de &#8220;Each one on its own square&#8221;, foi baseado nas metáforas de espaços de trabalho, utilizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-261" title="Mozilla Design Challenge Summer '09" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Picture-1.png" alt="Mozilla Design Challenge Summer '09" width="400" height="135" /></p>
<p>Criamos um conceito para o concurso do Mozilla Design Challenge Summer &#8217;09, no qual o objetivo era responder à pergunta: &#8220;Reinventando as abas: como podemos abrir, navegar e gerenciar multiplos websites numa mesma instância do navegador?&#8221;.</p>
<p>Nosso conceito, batizado de &#8220;Each one on its own square&#8221;, foi baseado nas metáforas de espaços de trabalho, utilizada em interfaces como o Spaces do Mac e do iPhone, além do Growl, aplicativo que permite aos programas do Mac enviarem mensagens de aviso, mesmo quando não estão visíveis.</p>
<p>O produto final você pode conferir no <a title="Vídeo do Each one on its own square" href="http://www.youtube.com/watch?v=Oqsi_z3J-rk" target="_blank">vídeo</a>, ou nas <a title="Fotos do Each one on its own square" href="http://www.flickr.com/photos/latitude14/sets/72157620154630306/" target="_blank">fotos</a> que publicamos. O resultado disso foi uma menção honrosa na categoria &#8220;<a title="Lista da categoria Best in class: innovation" href="http://design-challenge.mozilla.com/summer09/#bic-innovation" target="_blank">Best in Class: Innovation</a>&#8220;. [Sim, estamos muito felizes com isso :)]</p>
<p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px;">Outros projetos brasileiros também participaram do concurso. O Cubezilla, projeto da Faber Ludens, ganhou o <a title="Lista da categoria &quot;escolha do público&quot;" href="http://design-challenge.mozilla.com/summer09/#bic-people" target="_blank">primeiro lugar na escolha do público</a>. O projeto do Marcello Cardoso, aluno da PUC Minas, foi o SorTabs. Você pode conferi-lo, assim como todos os projetos enviados para o concurso, no <a title="Lista dos projetos enviados para o concurso" href="http://design-challenge.mozilla.com/summer09/showcase.php" target="_blank">showcase do concurso</a>.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/uxp/~4/bpsYMQz1ql4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Ferramenta de motivação em rede social</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 00:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[caso]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Recebi um email, o qual achei bem interessante, como ferramenta de motivação para os usuários do Academia.edu. O Academia.edu é um site do tipo rede social, para comunidade acadêmica. A idéia é ter um &#8220;mapa&#8221; das academias e dos acadêmicos do mundo todo. O email foi o seguinte: Me cadastrei no site há pouco tempo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi um email, o qual achei bem interessante, como ferramenta de motivação para os usuários do Academia.edu. O Academia.edu é um site do tipo rede social, para comunidade acadêmica. A idéia é ter um &#8220;mapa&#8221; das academias e dos acadêmicos do mundo todo. O email foi o seguinte:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-255" title="Print do email recebido da Academia.edu" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/06/picture-13.png" alt="Print do email recebido da Academia.edu" width="400" height="284" /></p>
<p><span id="more-253"></span>Me cadastrei no site há pouco tempo, motivado pelo fato de que grandes personalidades que admiro, faziam parte da rede. Aquele velho esquema &#8220;entre porque fulano que você gosta está aqui&#8221; funcionou perfeitamente. E na época do cadastro, preenchi parte do meu perfil e coloquei uma tarefa na minha lista de &#8220;um dia talvez&#8221;, para completar o perfil colocando os artigos, palestras e outras informações sobre minha vida acadêmica. Porém, nunca mais voltei ao site, o que costumo fazer com boa parte das redes sociais nas quais me cadastrei.</p>
<p>Este email que recebi, veio me avisar que alguém chegou na minha página, fazendo uma busca no google. Analisando friamente, vemos que foi um paraquedista que caiu no site, usando o google. Isto tem aos montes aqui neste blog, por exemplo. Porém, o email dá a falsa idéia de que o site é bom e que o meu perfil está sendo visto. Minha primeira reação foi lembrar da minha tarefa de terminar de preencher meu perfil e pensar que deveria realizá-la o mais breve possível, pois já tinha gente entrando no meu perfil. Apesar de que pelas minhas prioridades atuais, o perfil continuará desatualizado, achei super interessante este tipo de ferramenta, pois atinge um lado emocional das pessoas, motivando-as a participar da rede social.</p>
<p>O LinkedIn, por exemplo, de tanto me mandar emails com compactos dos acontecimentos na minha rede social, acabou me criando um hábito de conferir regularmente a página e se tornou minha ferramenta oficial de relações profissionais. Além disso, faço contatos comerciais e descubro pessoas com a mesmos interesses que o meu.</p>
<p>Outro bom exemplo de emails motivacionais, são os famigerados emails do orkut. Lembro que, quando comecei a diminuir o uso do orkut, estes emails me lembravam de que eu ainda tinha uma &#8220;vida social&#8221; para cuidar. Pela futilidade da ferramenta, acabei abandonando esta vida e hoje em dia só recebo scraps de &#8220;spam&#8221;.</p>
<p>Já que hoje em dia muitas das aplicações se enveredam pelo caminho da &#8220;rede social&#8221;, acho que deveriam estudar mais sobre esses tipos de ferramentas, pois acredito ser um fator facilitador do uso da rede, principalmente no início, enquanto as pessoas não têm o hábito de consultar a sua página para ver o que está acontecendo.</p>
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		<item>
		<title>Novas interfaces para vídeo-games</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 03:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[design de interação]]></category>
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		<description><![CDATA[Esses dias, na lista de discussão da pós-graduação da PUC, surgiram vários vídeos sobre novas interfaces para vídeo-games. O vídeo do Xbox 360 sobre o project natal foi o que achei mais interessante. Tem um outro vídeo da apresentação do project natal na E3 (feira de vídeo-games). Realmente, as novas possibilidades advindas do reconhecimento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias, na lista de discussão da pós-graduação da PUC, surgiram vários vídeos sobre novas interfaces para vídeo-games.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-247" title="Print do vídeo sobre o Project Natal" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/06/picture-12.png" alt="Print do vídeo sobre o Project Natal" width="400" height="225" /></p>
<p>O <a title="Vídeo do Xbox 360 sobre o project natal" href="http://www.youtube.com/watch?v=g_txF7iETX0" target="_blank">vídeo do Xbox 360 sobre o project natal</a> foi o que achei mais interessante. Tem um outro <a title="Vídeo da apresentação do project natal na e3" href="http://www.youtube.com/watch?v=nWm_PygFotI" target="_blank">vídeo da apresentação do project natal</a> na E3 (feira de vídeo-games). Realmente, as novas possibilidades advindas do reconhecimento de rostos, vozes e movimentos é espetacular. E as possibilidade vão muito além dos jogos. <span id="more-245"></span>Por exemplo, uma garota poder se ver usando um vestido, sem ter de sair de casa ou sequer vesti-lo, é um avanço e tanto para a experiência do usuário. Isso sem falar nas adaptações que podem ser feitas ao se reconhecer quem está jogando. É realmente um avanço em questão de estilos de interação.</p>
<p>Porém, feito qualquer estilo de interação, ele não serve para todo e qualquer tipo de situação. Por exemplo, um jogo de corrida, ao meu ver, tem muito mais graça com um volante de verdade, um cockpit bem desenhado e, o principal, o feedback direto no controle. O fato do volante ficar mais duro quando se está na grama, de tremer ao se passar numa zebra, por exemplo, enriquecem e muito a experiência do usuário. Já em jogos de luta, por exemplo, a liberdade de não se precisar de um controle é muito mais enriquecedora do que se lutar por meio de botões e direcionais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-248" title="Imagem externa da cabine do Google Holodec" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/06/google-holodeckjpg.jpeg" alt="Imagem externa da cabine do Google Holodec" width="400" height="334" /></p>
<p>Vendo outro vídeo do <a title="Post sobre o Google Holodec" href="http://googlediscovery.com/2009/06/01/google-holodeck-para-street-view/" target="_blank">Google Holodec</a>, fiquei pensando no quanto seria interessante ter um vídeo-game de corrida, skate ou algum outro estilo &#8220;outdoor&#8221;, dentro de uma cabine dessas. E se fosse aliado à tecnologia da Microsoft de reconhecimento de movimentos, esta cabine poderia ser o futuro dos fliperamas, trazendo uma experiência bem mais completa para os jogadores.</p>
<p>O que vejo nisso tudo é que estamos caminhando para um futuro onde teremos diversos estilos de interações diferentes e que funcionam adequadamente para determinada situação. E caberá ao designer de interação, definir qual será o mais adequado para a experiência que deseja proporcionar. Deixe vir!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/uxp/~4/ImgbSW9-yYU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ótimo sistema de updates do Pages</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[caso]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
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		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, abri o Pages e ele tinha um aviso de atualização, que achei ótimo. Tem tudo que precisa ter, sem excessos e sem linguagem técnica ininteligível. Vejam: Temos tudo que um usuário comum precisa para lidar com o aviso: uma mensagem clara sobre a existência da atualização; uma explicação sobre que benefícios esta atualização trará, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Hoje, abri o Pages e ele tinha um aviso de atualização, que achei ótimo. Tem tudo que precisa ter, sem excessos e sem linguagem técnica ininteligível. Vejam:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-241 aligncenter" title="Popup de aviso de atualização do Pages" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/06/picture-11.png" alt="Popup de aviso de atualização do Pages" width="400" height="146" /></p>
<p>Temos tudo que um usuário comum precisa para lidar com o aviso:<span id="more-237"></span></p>
<ul>
<li>uma mensagem clara sobre a existência da atualização;</li>
<li>uma explicação sobre que benefícios esta atualização trará, sem enrolação e sem linguagem técnica como buffers, endereço de memória, processamento de entradas etc.;</li>
<li>uma opção de não ser mais avisado sobre esta atualização (caso você não veja vantagem nela); e</li>
<li>opções de atualizar no momento, ou posteriormente.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Vejam a tela de update do NeoOffice:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-242 aligncenter" title="Popup de aviso de atualização do NeoOffice" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/06/picture-21.png" alt="Popup de aviso de atualização do NeoOffice" width="400" height="242" /></p>
<p style="text-align: left;">Eu sei que a comunidade open source se esforça bastante para tornar os produtos bons e competitivos. Inclusive, até pouco tempo atrás, antes de comprar o iWorks, eu utilizava o NeoOffice. Porém, temos de admitir que em questão de usabilidade e interfaces amigáveis, a comunidade ainda está bem atrás dos concorrentes. Provavelmente, porque a maioria dos voluntários são programadores e não profissionais de usabilidade e design de itneração.</p>
<p style="text-align: left;">Meu tempo livre está curto, mas, se alguém souber como posso fazer para contribuir, pontualmente, com a melhoria da interface de projetos como o NeoOffice, favor me avisar.</p>
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		<title>Design centrado no usuário na Stanford</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 03:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[design de interação]]></category>
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		<category><![CDATA[iphone]]></category>
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		<description><![CDATA[Acho ótimo quando vejo outras pessoas dizendo ou fazendo as mesmas coisas que eu. Isso reforça a idéia de que estamos no caminho certo. E foi exatamente isso que vi hoje, vindo de um pesquisador de IHC da Stanford. Com algumas semanas de atraso, resolvi assistir à aula extra, do curso de iPhone da Stanford, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho ótimo quando vejo outras pessoas dizendo ou fazendo as mesmas coisas que eu. Isso reforça a idéia de que estamos no caminho certo. E foi exatamente isso que vi hoje, vindo de um pesquisador de IHC da Stanford.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-232" title="Protótipo de iPhone" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/05/picture-11.png" alt="Protótipo de iPhone" width="400" height="304" /></p>
<p>Com algumas semanas de atraso, resolvi assistir à aula extra, do curso de iPhone da Stanford, sobre <strong>&#8220;How to Build an iPhone App that Doesn&#8217;t Suck! (In 10 Easy Steps) &#8220;</strong> do Steve Marmon (<a title="Twitter do Steve Marmon" href="http://twitter.com/marmon" target="_blank">@marmon</a>). Ele menciona 10 passos para se desenvolver aplicativos que não sejam &#8220;um lixo&#8221;. Porém, estes passos podem ser aplicados para quase qualquer projeto. Os passos comentados, estão a seguir:<span id="more-230"></span></p>
<p><strong>1. Decide what to build (decida o que construir)</strong></p>
<p>Encontre uma solução para um problema real. Muitas vezes pensamos em uma solução, mas sem entender direito, qual problema estamos nos propondo a resolver. Nestes casos, corremos o risco de não solucionar nenhum problema, ou de desenvolvermos uma solução que não será a melhor.</p>
<p>Para isto, saiba pra quem você está projetando e tenha-os em mente, ao desenvolver a solução. Focar em um grupo específico aumenta a chance de sucesso de um aplicativo, pois ele será bastante útil para um grupo e, com base no feedback desses usuários, você poderá melhorar seu produto e conquistar seus clientes. São as boas e velhas <a title="Slideshare sobre personas no processo de pesquisa em design" href="http://www.slideshare.net/toddwarfel/data-driven-design-research-personas" target="_blank">personas</a>.</p>
<p><strong>2. Visit the app store (visite a app store)</strong></p>
<p>Não desenvolva seu aplicativo dentro de uma bolha! Veja se alguém já não teve a sua brilhante idéia. Observe como aplicativos similares resolveram os problemas que você está se propondo a resolver. Eles já devem ter obtido <em>feedback</em> de usuários e alterado o produto em função disso. Se você consultá-los, estará &#8220;recebendo&#8221; estes <em>feedbacks</em>, gratuitamente. Se existirem concorrentes, compare as vantagens e desvantagens em relação ao seu produto (<em>benchmarking</em>).</p>
<p><strong>3. Explore possible solutions (explore as possibilidades de soluções)</strong></p>
<p>Não se prenda à primeira solução. Ela <strong>SEMPRE</strong> será pior do que o que você pode conseguir com mais algumas tentativas. Trabalhe com as limitações e aproveite os padrões.</p>
<p><strong>4. Sketch (rabisque)</strong></p>
<p>Faça várias propostas de solução! Designs alternativos para o mesmo problema. Para ter uma boa idéia, tenha várias. Com 10 propostas, por exemplo, sua chance de ter algo realmente bom é  muito maior. É assim que a Apple funciona. É assim que a IDEO funciona. Rabisque e comunique suas idéias.</p>
<p><strong>5. Build a paper prototype (construa um protótipo de papel)</strong></p>
<p>Não parta para o design gráfico ou programação, sem antes criar um protótipo de papel. Nesta fase, o custo de alteração é muito mais baixo. Pense, quanto tempo você gasta para alterar uma página no protótipo de papel? E para reprogramar uma tela? Aproveite para testar o protótipo com pessoas representativas e ver se o caminho que você está tomando é o correto. <em>&#8220;Fail early to succeed sooner&#8221;</em>.</p>
<p><strong>6. Fire up omnigraffle (abra o omnigraffle)</strong></p>
<p>Nesta parte, ele fala do <a title="Site do omnigraffle" href="http://www.omnigroup.com/applications/OmniGraffle/" target="_blank">omnigraffle</a> para o caso específico do iPhone. O que ele quer dizer é para usar uma ferramenta que permita criar um protótipo de média resolução. Este protótipo vai ser esteticamente parecido com a versão final (layout), mas sem precisar gastar tempo programando. A idéia é a mesma da etapa anterior. Economizar recursos, alterando em estados que o custo da alteração é menor.</p>
<p><strong>7. Do it all again (Faça tudo denovo)</strong></p>
<p>Itere! Como todo design centrado no usuário, a parte mais importante do processo é iterar. Veja onde está com problemas e volte a questionar se a solução dada é a melhor para aquele caso. Pense em várias alternativas de correção para o problema encontrado. Prototipe antes de alterar. Teste e siga assim até que o produto esteja estável.</p>
<p>Lembre-se que nada é escrito em pedra. Tudo pode ser alterado. Até mesmo a idéia original. E, certamente, será&#8230;</p>
<p><strong>8. Okay, you can code finally (Agora você pode programar)</strong></p>
<p>Finalmente você pode partir para a programação do seu produto. Use padrões de programação como MVC, que possibilitem alterações futuras, sem muito trabalho, desvinculando o código da parte visual/apresentação.</p>
<p><strong>9. Beta test your app (abra seu aplicativo para beta testers)</strong></p>
<p>Use os testes para levantar os bugs que passaram desapercebidos pelos testes em protótipos e pelos programadores, como bugs relativos à satisfação dos usuários. Um exemplo, no iPhone, pode ser a rolagem da tela estar muito &#8220;lerda&#8221;. Os programadores vão achar que a tela está excelente, porque está rolando. Já os usuários, após algum tempo de uso, se sentirão incomodados com isso. O <a title="Site do Tweetie" href="http://www.atebits.com/tweetie-iphone/" target="_blank">Tweetie</a> foi o primeiro app de twitter a conseguir uma rolagem rápida, e teve grande destaque por conta disso.</p>
<p><strong>10. Release (lance)</strong></p>
<p>Se você fez tudo direito, este será um momento feliz. Senão, prepare-se para os problemas que virão (emails de bugs, reclamações, comentários negativos sobre o aplicativo etc.).<strong><br />
</strong></p>
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		<title>Problemas na interface do Gmail no iPhone</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 01:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[design de interação]]></category>
		<category><![CDATA[experiência do usuário]]></category>
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		<category><![CDATA[protótipo]]></category>
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		<description><![CDATA[Andei reparando o tanto que é comum se clicar no botão &#8220;errado&#8221; no iPhone. Obviamente este problema se deve ao fato de que os sistemas touchs, por mais precisos que sejam, não fornecem a sensação tátil do botão que se está pressionando. E, vez ou outra, você aperta um botão vizinho, sem querer. Com base [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andei reparando o tanto que é comum se clicar no botão &#8220;errado&#8221; no iPhone. Obviamente este problema se deve ao fato de que os sistemas touchs, por mais precisos que sejam, não fornecem a sensação tátil do botão que se está pressionando. E, vez ou outra, você aperta um botão vizinho, sem querer.</p>
<p>Com base neste problema, comum a todos os dispositivos touchs, o que podemos fazer para prevenir erros do usuário? Ou melhor, minimizá-los? Bem, basta fazer botões &#8220;grandes&#8221; e espaçados. Foi aí que o Google errou. E olha que dizem que tudo no Google é <a title="Post: Goodbye Google" href="http://stopdesign.com/archive/2009/03/20/goodbye-google.html" target="_blank">exaustivamente testado</a>&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-219" title="img_0001" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/05/img_0001.png" alt="Tela de novo email do Gmail, no iPhone" width="320" height="480" /></p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-218"></span>Reparem que o botão &#8220;send&#8221; fica bem próximo da logo do Google, que é clicável. Outro dia um amigo meu já havia cometido o mesmo erro que eu e ficou sem entender o porquê de ser redirecionado para a página do Google, após enviar um email. Na verdade, ele não havia enviado o email, mas clicado acidentalmente na logo do Google. Uma solução para isso, seria dar mais espaço entre a barra de cima (abas e logo) e a barra de botões.</p>
<p style="text-align: left;">Além disso, os botões &#8220;send&#8221; e &#8220;save&#8221; também ficam muito próximos. Se você quiser clicar no &#8220;send&#8221; e clicar no &#8220;save&#8221;, sem querer, o problema nem é tão grave. Mas, se você estiver no meio do processo e quiser salvar o rascunho, mas clicar sem querer no &#8220;send&#8221;, aí você tem um problema. Um jeito de resolver isso, é espaçar os botões, horizontalmente. Outra solução, que inclusive eu ativei no Gmail desktop, usando o Labs, é a opção de &#8220;undo send&#8221;, que lhe dá alguns segundos para desistir de enviar um email. Vejam, abaixo, um exemplo de como a tela poderia ser:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-221" title="img_0001_v2" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/05/img_0001_v2.png" alt="Protótipo para tela de novo email do Gmail, no iPhone" width="320" height="480" /></p>
<p style="text-align: left;">Vale lembrar que os espaços deste protótipo são apenas ilustrativos, uma vez que não foram testados em um aparelho para ver se são suficientes para resolver o problema.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-220" title="img_0002" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/05/img_0002.png" alt="Barra de ações inferior do Gmail, no iPhone" width="320" height="480" /></p>
<p style="text-align: left;">Outro problema que vi, bem menos grave, é a falta dos botões de ação na parte inferior da tela. Em emails que têm campo de &#8220;Cc&#8221; e &#8220;Bcc&#8221;, você acaba ficando sem ver os botões de ação. Uma das possibilidades de solução seria acrescentá-los na barra inferior. Outra possibilidade seria incluir uma barra acima da barra onde há o botão &#8220;back&#8221;, assim como ocorre na versão desktop. Fiz uma proposta para inclusão dos botões na mesma barra:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-222" title="img_0002_v2" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/05/img_0002_v2.png" alt="Proposta para barra inferior do Gmail, no iPhone" width="320" height="480" /></p>
<p style="text-align: left;">Pra quem está pensando em desenvolver uma aplicação em iPhone, preste atenção nos detalhes. Vi um outro <a title="Buttons Near the Keyboard" href="http://cli.gs/g8Jh15" target="_blank">post da atebits</a>, bem mais direto, mas não menos importante, sobre posição de botões em relação ao teclado.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/uxp/~4/a35Qt_VZrCY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Palestras sobre arquitetura da informação na CEMIG</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 18:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[serviço]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>
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		<category><![CDATA[arquitetura da informação]]></category>
		<category><![CDATA[card sorting]]></category>
		<category><![CDATA[cemig]]></category>
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		<category><![CDATA[design centrado no usuário]]></category>
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		<category><![CDATA[workshop]]></category>

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		<description><![CDATA[Participei junto com a Karine Drumond, Fabrício Marchezini e Guilherme Marques de um ciclo de palestras na CEMIG. Nosso papel era explicar os princípios de design centrado no usuário, arquitetura da informação e card sorting. Além disso, durante o evento foram apresentadas as novas soluções de arquitetura e design para o site e intranet da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-209" title="Workshop de Arquitetura da Informação na CEMIG" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/03/img_0510jpg.jpeg" alt="Entrada do auditório para o Workshop de Arquitetura da Informação na CEMIG" width="400" height="300" /></p>
<p>Participei junto com a <a title="Blog da Karine Drumond" href="http://karinedrumond.wordpress.com/" target="_blank">Karine Drumond</a>, <a title="Blog do Fabrício Marchezini" href="http://zeroseis.com.br" target="_blank">Fabrício Marchezini</a> e <a title="Blog do Guilherme Marques" href="http://guilhermemarques.wordpress.com/" target="_blank">Guilherme Marques</a> de um ciclo de palestras na CEMIG. Nosso papel era explicar os princípios de design centrado no usuário, arquitetura da informação e card sorting. Além disso, durante o evento foram apresentadas as novas soluções de arquitetura e design para o site e intranet da empresa.</p>
<p>Abaixo, estão os links das apresentaçãos, no slideshare:<span id="more-208"></span></p>
<p><a title="Apresentação sobre DCU no slideshare" href="http://www.slideshare.net/karinedrumond/o-que-design-centrado-no-usurio" target="_blank">O que é design centrado no usuário</a></p>
<ul>
<li>O que é DCU</li>
<li>Ciclos de vida</li>
<li>Princípios do DCU</li>
</ul>
<p><a title="Apresentação sobre AI no slideshare" href="http://www.slideshare.net/karinedrumond/arquitetura-da-informao-1171185" target="_blank">Arquitetura da informação</a></p>
<ul>
<li>Definições</li>
<li>O tripé da A.I</li>
<li>Papel do arquiteto</li>
<li>Anatomia de um site</li>
</ul>
<p><a title="Apresentação sobre card sorting no slideshare" href="http://www.slideshare.net/karinedrumond/guia-para-cardsorting" target="_blank">Card sorting</a></p>
<ul>
<li>O que é, para que serve?</li>
<li>Aplicações passo a passo</li>
<li>Análise dos resultados</li>
<li>Ferramentas</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Zappos.com: foco na experiência</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 04:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[caso]]></category>
		<category><![CDATA[experiência do usuário]]></category>
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		<category><![CDATA[consumo]]></category>
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		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[zappos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Oh, yea, Zappos. I love that company.” Este é o efeito Zappos sobre os consumidores, resultado de uma empresa focada na experiência do consumidor. Tudo começa dentro da própria empresa. A Zappos trata seus funcionários bem, de forma que eles tratem os clientes da mesma maneira. Vejam o comentário de Tony Schwartz sobre sua visita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-203" title="Logomarca Zappos.com" src="http://uxp.com.br/wp-content/uploads/2009/03/picture-7.png" alt="Logomarca Zappos.com" width="147" height="70" /></p>
<p>&#8220;Oh, yea, Zappos. I love that company.”</p>
<p>Este é o efeito <a title="Site da Zappos" href="http://www.zappos.com" target="_blank">Zappos</a> sobre os consumidores, resultado de uma empresa focada na experiência do consumidor.</p>
<p>Tudo começa dentro da própria empresa. A Zappos trata seus funcionários bem, de forma que eles tratem os clientes da mesma maneira. Vejam o comentário de Tony Schwartz sobre sua <a title="Artigo de Tony Schwartz sobre sua visita à Zappos" href="http://www.changingthewaytheworldworks.com/2009/02/08/what-zappos-gets-that-other-companies-dont/#more-60" target="_blank">visita à Zappos</a>:</p>
<blockquote><p>Hsieh and his team have figured out something that I’ve seen in very few companies: how you treat employees is how they’ll treat the company’s customers and clients. “I don’t want us to be a shoe company that provides great service,” Hsieh told me. “I want us to be a great service company that can sell anything.”</p></blockquote>
<p><span id="more-201"></span>Não é à toa que ela entrou para lista das <a title="Post sobre a lista da 50 mais inovadoras" href="http://uxp.com.br/post/188" target="_blank">50 empresas mais inovadoras</a> da Fast Company. Veja <a title="Página da Zappos na lista da 50 mais inovadoras, pela Fast Company" href="http://www.fastcompany.com/fast50_09/profile/list/zappos" target="_blank">aqui</a> os motivos.</p>
<p>A Zappos começou como uma empresa que vendia calçados online. Imagine o quanto é difícil comprar um calçado pela internet, sem prová-lo. Imaginar pode ser difícil, então lhe pergunto, quando foi a última vez que você ou algum conhecido, comprou um tênis em um site? Minha resposta é: nunca. E porque? Porque não dá pra saber se vai ficar bom. E mesmo que possa devolver o produto, você terá pago frete de ida e volta, ou seja, prejuízo. Daí para ter se tornado uma empresa de U$1 bilhão, dá pra perceber que eles são diferentes.</p>
<p>A Zappos inova em vários pontos, tornando a experiência de compra de uma peça online, algo prazeroso e reincidente. Imagine poder pedir um 41, 42 e 43 de um mesmo tênis, experimentá-los, decidir pelo melhor, devolver os outros dois e não pagar nada – nem mesmo frete de devolução – além do preço do que você ficou com ele. E este é um comportamento dos consumidores,  motivado pela equipe da Zappos.</p>
<p>Pois é, além disso, o site oferece 7 fotos de cada uma das peças vendidas por lá. Isto fez com que o FBI pedisse acesso ao banco de imagens das solas dos calçados, por ser o maior banco de imagens, deste tipo, do mundo – muito útil para descobrir o calçado utilizado em uma cena de crime.</p>
<p>Vejam o raciocínio do jovem bilionário Hsieh (pronuncia shay):</p>
<blockquote><p>&#8220;We view any expense that enhances the customer experience as a marketing cost because it generates more repeat customers through word of mouth.&#8221;</p></blockquote>
<p>Lição para as grandes empresas que ainda focam a maioria dos esforços em tecnologia e marketing. Quando estes deveriam servir de apoio para a experiência.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/uxp/~4/ZqrfDRK6do8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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