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	<title>Jornal</title>
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	<description>Vale SJC News</description>
	<lastBuildDate>Wed, 20 May 2026 17:44:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O Rastro do Carbono contra a Alucinação Binária: A Prova Material da Escrita Humana</title>
		<link>https://valesjc.com.br/o-rastro-do-carbono-contra-a-alucinacao-binaria-a-prova-material-da-escrita-humana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[São José dos Campos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tecnologia costuma ser apresentada como ruptura. No caso de Ryoki Inoue, ela funciona como reencontro. A obra criada no tempo da máquina de escrever, dos teclados físicos e da disciplina diária retorna agora ao ambiente digital com outra força. Livros, capas, páginas próprias e simuladores de leitura ajudam a reorganizar uma produção que nasceu...</p>
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<p>A tecnologia costuma ser apresentada como ruptura. No caso de <strong><a href="https://ryoki.com.br/">Ryoki Inoue</a></strong>, ela funciona como reencontro. A obra criada no tempo da máquina de escrever, dos teclados físicos e da disciplina diária retorna agora ao ambiente digital com outra força. Livros, capas, páginas próprias e simuladores de leitura ajudam a reorganizar uma produção que nasceu muito antes da inteligência artificial generativa transformar a autoria em debate público.</p>



<p>Ryoki foi reconhecido pelo Guinness como o escritor que mais publicou livros. A marca impressiona, mas sua importância atual vai além do recorde. Em uma época marcada por textos automáticos, velocidade artificial e dúvidas sobre procedência, sua trajetória oferece uma imagem rara de autoria humana em grande volume. Ele escreveu por método, repertório e trabalho contínuo, em uma relação quase absoluta com a página.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Peso do Aço contra o Código: O Maior Acervo Humano do Mundo Desafia a Era da IA</h2>



<p>A <strong><a href="https://ryoki.com.br/producoes/biblioteca-digital/">Biblioteca Digital Ryoki Inoue</a></strong>, criada no ambiente do Selo Editorial Ryoki Produções, organiza esse legado em camadas de leitura. Cada página de obra, capa recuperada e amostra de leitura contribui para transformar um conjunto disperso em experiência pública de descoberta.</p>



<p>Esse uso da tecnologia tem valor cultural. Digitalizar um acervo literário exige mais do que publicar arquivos na internet. É preciso construir percurso, contexto e relação entre materiais. Quando esse trabalho acontece com critério editorial, a memória ganha endereço e a obra volta a circular entre leitores, pesquisadores e novos autores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Tinta que Não se Apaga: O Testemunho de uma Vida Entregue à Página Antes do Texto sem Alma</h2>



<p>O caso de Ryoki conversa diretamente com uma das grandes inquietações culturais do presente. A inteligência artificial acelerou a produção textual e tornou a origem dos textos um problema recorrente. A obra de Ryoki vem de outro regime de criação. Foi feita antes da automação em massa, sustentada por presença diária, técnica narrativa e resistência de trabalho.</p>



<p>Essa anterioridade transforma o acervo em documento cultural. A máquina de escrever, o teclado, as capas antigas, os manuscritos e as reportagens preservadas ajudam a recompor a materialidade de uma vida dedicada aos livros. O digital, aqui, serve para aproximar o leitor dessa história, sem apagar a textura humana que a originou.</p>



<p>A matéria do Jornalismo Colaborativo sobre a Biblioteca Digital e o acervo cultural de Ryoki Inoue mostra como essa reorganização une literatura, memória, autoria humana e publicação editorial. O projeto também aponta caminhos para autores contemporâneos, especialmente nas frentes de EPUB e Amazon KDP.</p>



<p>A inovação mais relevante talvez esteja nessa inversão silenciosa. A tecnologia deixa de ser apenas ferramenta de aceleração e passa a servir à permanência cultural. Ryoki escreveu antes da IA. Agora, sua obra retorna ao digital como testemunho de uma autoria que nenhum algoritmo produziu e de uma imaginação que encontrou na escrita seu modo mais radical de existir.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Fonte: <a href="https://jornalismocolaborativo.com/biblioteca-digital-e-acervo-cultural/">Jornalismo Colaborativo</a></p>
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		<title>Carlos Solrac e a imagem forjada no tempo</title>
		<link>https://valesjc.com.br/carlos-solrac-e-a-imagem-forjada-no-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matéria originalmente publicada no JornalismoColaborativo.com Da infância com uma Kodak levada nos passeios da família à fotografia profissional, da polícia científica às exposições autorais, do esgotamento após o auge à reinvenção na cutelaria, a trajetória de Carlos Solrac revela a coerência rara de um criador que fez da precisão uma forma de ver, trabalhar e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://jornalismocolaborativo.com/entre-a-luz-e-o-aco/"><em>Matéria originalmente publicada no JornalismoColaborativo.com</em></a></p>



<p><strong>Da infância com uma Kodak levada nos passeios da família à fotografia profissional, da polícia científica às exposições autorais, do esgotamento após o auge à reinvenção na cutelaria, a trajetória de Carlos Solrac revela a coerência rara de um criador que fez da precisão uma forma de ver, trabalhar e permanecer.</strong></p>



<p>Há vidas que se organizam por etapas. A de Carlos Solrac se organiza por matéria. Primeiro, a luz. Depois, o aço. Entre uma e outro, o que muda é a superfície. O princípio permanece.</p>



<p>Ao longo de décadas, ele aprendeu a olhar antes de agir, a respeitar o tempo do processo, a perseguir equilíbrio, acabamento e presença. Fez isso com a câmera nas mãos, no laboratório da experiência, na disciplina da formação técnica, no rigor da polícia científica, na inquietação de quem sempre buscou linguagem própria. Mais tarde, faria o mesmo diante da forja, do calor, da lâmina e do desenho de uma faca. Em ambos os ofícios, o centro é semelhante: harmonia, detalhe, medida, permanência.</p>



<p>Sua trajetória interessa justamente por fugir da ideia fácil de talento espontâneo. O que ela oferece é outra coisa: o retrato de um homem que construiu o próprio caminho por acúmulo de prática, atenção e reinvenção. Num tempo dominado pela pressa, pela imagem instantânea e pelo consumo rápido das coisas, Carlos carrega uma lógica quase oposta. Seu trabalho pede decantação. Pede mão firme. Pede tempo suficiente para que a técnica deixe de ser recurso e vire assinatura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Memória Concreta</strong></h2>



<p>A fotografia entrou em sua vida quando ele ainda era menino. A mãe havia comprado uma Kodak quadradinha, dessas que registravam doze poses em negativo 6&#215;6. A máquina acompanhava os passeios da família, e o rito era simples: sair, fotografar, esperar, receber as imagens em papel. Para uma criança, aquilo já bastava como assombro. Havia alguma coisa poderosa no fato de um momento voltar materializado, guardável, transmissível. Antes mesmo de entender a fotografia como linguagem, Carlos a conheceu como permanência.</p>



<p>Foi também em casa que vieram os primeiros ensinamentos. Em algum momento, pediu à mãe para fotografar. Ela deixou, mas ensinou o básico com a seriedade de quem passa adiante uma ferramenta delicada: cuidado com a câmera, atenção ao sol, posição certa de quem fotografa e de quem é fotografado. O gesto parece pequeno, mas ali já havia uma noção que o acompanharia para sempre. Imagem não nasce apenas do impulso. Imagem depende de leitura.</p>



<p>A infância seguiu, e a curiosidade ganhou corpo. Aos dez anos, uma vizinha recebeu do namorado, vindo da Alemanha, uma Rolleiflex. Não sabia operar a máquina. Carlos sabia colocar filme. Foi chamado para ajudar e, diante daquele equipamento, sentiu algo decisivo. Décadas depois, a lembrança ainda tem o peso de um marco. Para o garoto que começava a entender o alcance da fotografia, tocar numa Rolleiflex era entrar em contato com outro patamar de mundo. A fascinação já não vinha só da imagem produzida, mas também da relação entre instrumento, técnica e resultado.</p>



<p>Logo ele passou a fotografar passeios e excursões. Virou o fotógrafo informal de viagens para Aparecida, Bom Jesus de Pirapora, Santos. Aos 14 anos, comprou a primeira máquina própria, uma Kodak simples, de plástico, modesta na construção, suficiente na função. O essencial estava preservado: ele podia continuar fotografando. O interesse já havia ultrapassado o campo da curiosidade juvenil. A fotografia começava a se instalar como forma de expressão.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Disciplina do Olhar</strong></h2>



<p>A entrada na vida profissional veio cedo, antes da formação formal. Em 1968, num período em que a fotografia brasileira atravessava a transição do preto e branco para o colorido, Carlos registrou um casamento com os limites técnicos do seu tempo: doze chapas, doze oportunidades, nenhuma folga para erro. As imagens chamaram atenção. Houve convite para que trabalhasse com fotografia. Ele ainda não seguiu por esse caminho de modo imediato, mas a direção já estava lançada.</p>



<p>Vieram então os aniversários, as festas de amigos, os batizados, os casamentos feitos na base da confiança e do improviso. O cenário se repetia: convidavam Carlos para a celebração e lembravam que ele precisaria levar a câmera. Os outros compravam o filme. Ele fazia o resto. Aos poucos, a rede de pedidos foi crescendo, a experiência foi se acumulando, o olhar foi sendo testado em situações reais. A prática o formava.</p>



<p>Ainda assim, alguma coisa o inquietava. Sabia fotografar, tinha clientela, entregava bons resultados, mas sentia falta de formação consistente. Não queria depender apenas da intuição ou da repetição do que funcionava. Queria fundamento. Queria técnica. Queria entender melhor o que fazia. Esse desconforto diz muito sobre sua trajetória. Em vez de acomodar-se no reconhecimento, decidiu submeter o próprio trabalho a um processo mais exigente.</p>



<p>Prestou vestibular para o Senac, disputou vaga, passou e ficou dois anos estudando fotografia. Foi um momento decisivo. O fotógrafo construído na prática encontrou ali uma estrutura mais ampla, capaz de organizar o saber que já trazia e ampliar sua consciência de linguagem. O que antes era essencialmente empírico ganhou método.</p>



<p>Nessa mesma fase, Carlos já integrava a Polícia Militar. Em serviço, começou a fotografar locais de ocorrência e acidentes. Mais tarde, durante o período de formação, surgiu o convite para prestar concurso na Polícia Científica. Ele foi, conseguiu autorização, fez a transição, trabalhou em São Paulo e depois se transferiu para São José dos Campos. Essa passagem ajuda a entender uma parte central da sua identidade profissional. A polícia científica exige rigor, objetividade, enquadramento preciso, responsabilidade documental, atenção extrema ao detalhe. Não há espaço para distração ou excesso. A fotografia ali tem função probatória, e essa lógica aprofunda a disciplina do olhar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Depois do Topo</strong></h2>



<p>Ao chegar a São José, Carlos levou consigo o repertório que havia acumulado e aplicou ao mercado social um padrão de exigência que o diferenciou. Seu trabalho se destacou. A agenda começou a lotar. Em determinado momento, havia reservas com até dois anos de antecedência. O que antes era ambição virou realidade: noivas passaram a consultá-lo antes mesmo de fechar a data do casamento. Durante muito tempo, esse havia sido seu objetivo máximo.</p>



<p>Quando finalmente chegou a ele, veio a fratura.</p>



<p>Carlos conta que, depois de alcançar aquilo que tanto perseguira, ficou sem objetivo e caiu em depressão. A meta cumprida não trouxe repouso. Trouxe vazio. Esse é talvez o ponto mais forte de sua história, porque rompe a narrativa fácil do sucesso como linha de chegada. O auge, aqui, aparece como momento de desorganização interior. Depois de tanto tempo orientado pela ideia de chegar, ele precisou lidar com a ausência súbita de um próximo passo.</p>



<p>Foi dessa crise que nasceu a reinvenção.</p>



<p>Depois de um período longo, resolveu criar algo diferente. Queria tirar a fotografia do cotidiano, afastá-la do registro esperado, conduzi-la a outro território. Produziu então sua primeira mostra de formas, cores e sombras. O trabalho lhe deu uma nova orientação. A fotografia de estúdio passou a ser também espaço de pesquisa, invenção e construção autoral. Durante cerca de quatro anos, mergulhou em exposições e processos criativos. Havia potência estética, havia voz, havia movimento. Faltava retorno financeiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Luz como Linguagem</strong></h2>



<p>A vida concreta impôs outro ajuste. Carlos voltou ao social, mas sem aceitar a repetição pura e simples. Precisava encontrar um diferencial. Lançou então um desafio a si mesmo: fotografar com luz de cinema. Em vez de seguir os padrões dominantes, passou a trabalhar com iluminação de tungstênio e baixa velocidade, numa aposta rara para o segmento em que atuava. O resultado foi expressivo. Segundo ele, a imensa maioria dos contratos passou a ser fechada justamente por esse tipo de imagem. O recurso virou marca.</p>



<p>Mais uma vez, a trajetória mostra coerência. Carlos nunca pareceu satisfeito em apenas cumprir tarefa. Ele queria imprimir leitura, propor atmosfera, deslocar o trabalho para uma zona em que técnica e sensibilidade se fundissem de modo particular.</p>



<p>A era digital, porém, mudou o jogo. Recursos que antes dependiam de conhecimento específico e coragem operacional passaram a ser reproduzidos com mais facilidade pelos novos equipamentos e por tratamentos imediatos de imagem. Aquilo que o singularizava perdeu parte da exclusividade. Em vez de ressentimento, veio outra busca.</p>



<p>Foi então que aprofundou um caminho ainda mais autoral: o da pintura fotográfica com luz. Percebeu que, usando elementos semelhantes aos dos pintores, combinados à vaselina e à manipulação da luz, poderia criar imagens distintas do fluxo visual comum. Passou a produzir fotografias trabalhadas, atmosféricas, com acento plástico próprio. Fez exposições em diferentes cidades e espaços, do Senac ao metrô, de Sorocaba a Foz do Iguaçu, do Rio de Janeiro a outros circuitos por onde sua pesquisa circulou.</p>



<p>Nesse período, também dava aulas na Academia de Polícia. Havia aí uma espécie de síntese temporária: o profissional que atravessara prática, técnica, mercado e linguagem agora ensinava. Esse ciclo se encerrou quando, aos 70 anos, ouviu que não poderia continuar por ter atingido o limite de idade. Outra fase se fechava. Outra vez seria preciso se refazer.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Outra Temperatura</strong></h2>



<p>A cutelaria entrou em sua vida por uma porta quase casual, mas carregada de sentido. Convidado para o aniversário de um amigo, percebeu que já havia dado presentes de toda ordem em outras datas e queria oferecer algo distinto. Em casa, tinha alguns elementos ferrosos. Pegou uma lima, adaptou um forno no fogão a lenha e fez uma faca. Levou a peça para a festa.</p>



<p>A reação foi imediata. O objeto despertou curiosidade, circulou entre os presentes, ganhou atenção. Um chef de cozinha que estava ali perguntou se Carlos faria uma faca para ele. A resposta foi afirmativa. A faca foi feita. Depois dela vieram outras. Os pedidos cresceram, a clientela surgiu, a oficina doméstica ficou pequena por causa do barulho e da sujeira, e foi necessário montar um espaço fora de casa. Assim nasceu outro ofício.</p>



<p>Hoje, Carlos produz facas a partir de projetos específicos, trabalha acabamentos diferenciados e incorpora soluções como banho de diamante quando o cliente deseja. A cutelaria, porém, não aparece em sua história como ruptura brusca. Surge como continuação profunda de um mesmo modo de compreender o fazer.</p>



<p>Ele próprio oferece a chave dessa ligação. Diz que fotografia e cutelaria são parecidas, embora isso possa soar estranho para quem olha de fora. Em ambas, explica, é preciso haver harmonia, detalhe, equilíbrio. Uma faca precisa corresponder ao produto que está sendo criado: deve ser bonita, eficaz, bem resolvida. Com a fotografia, acontece algo semelhante. A imagem também pede composição, medida, coerência interna. Em um caso e no outro, forma e função caminham juntas. O que permanece não é só o objeto final, mas a inteligência que o organizou.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Forma que Dura</strong></h2>



<p>Há ainda um ponto mais fundo nessa comparação. Para Carlos, tanto a fotografia quanto a faca pertencem à ordem da permanência. Uma fotografia pode atravessar 50, 100 anos. Uma faca pode durar ainda mais. As duas carregam o poder de trazer o passado para o presente. Quando alguém segura uma imagem antiga, reencontra um tempo. Quando alguém toca uma peça forjada, sobretudo uma peça que remete a tradições mais antigas, também acessa uma memória. A fotografia conserva o instante. A lâmina conserva uma linhagem de gestos, materiais e usos. Em ambos os casos, existe uma forma de continuidade. Viver na peça e viver na fotografia, para ele, são experiências aparentadas.</p>



<p>Essa talvez seja a camada mais bonita de sua trajetória. Carlos não atua apenas na produção de imagens ou de objetos. Atua sobre a duração. Seu trabalho lida com aquilo que resiste ao desaparecimento. A fotografia fixa um momento. A faca atravessa gerações. Ambas retiram algo do puro fluxo e lhe dão corpo, presença, memória.</p>



<p>Por isso sua história tem espessura especial num tempo como o nosso. Em meio à saturação imagética e à cultura do descarte, ela recoloca em cena valores que perderam centralidade, mas seguem fundamentais: atenção, paciência, acabamento, autoria, permanência. Nada em sua trajetória sugere improviso superficial. Tudo remete a processo. Ao esforço repetido de encontrar a forma certa, seja no enquadramento de uma imagem, seja no desenho de uma lâmina.</p>



<p>Carlos Solrac poderia ser apresentado de maneira resumida como fotógrafo e cuteleiro. A definição cabe numa linha, mas diz pouco. O que sua vida revela com mais precisão é outra coisa: a formação longa de um criador que aprendeu a transformar rigor em linguagem. Primeiro pela luz. Depois pelo aço. Sempre pelo trabalho.</p>



<p>No fim, talvez seja esse o traço que melhor o define. Carlos pertence a uma linhagem de gente que não se contenta em produzir. Gente que procura construir. E construir, em seu caso, sempre significou buscar um ponto exato entre beleza, função e permanência.</p>



<p>Acompanhe essas e outras obras de <strong>Carlos Solrac</strong> no Instagram <a href="https://www.instagram.com/solracfoto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>@solracfoto</strong></a></p>



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</figure>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Fonte: <a href="https://jornalismocolaborativo.com/entre-a-luz-e-o-aco/">Entre a luz e o aço &#8211; Jornalismo Colaborativo</a></p>
<p>O post <a href="https://valesjc.com.br/carlos-solrac-e-a-imagem-forjada-no-tempo/">Carlos Solrac e a imagem forjada no tempo</a> apareceu primeiro em <a href="https://valesjc.com.br">Jornal</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que as abelhas revelam sobre a saúde de uma cidade</title>
		<link>https://valesjc.com.br/o-que-as-abelhas-revelam-sobre-a-saude-de-uma-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 00:26:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São José dos Campos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em São José dos Campos, a experiência da Romel mostra que a produção de mel começa muito antes da colmeia: depende de floradas regulares, vegetação preservada, menos veneno e um ambiente capaz de sustentar a vida ao redor. A Romel nasceu há 28 anos a partir de uma necessidade concreta, quase acidental. Diante de enxames...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Em São José dos Campos, a experiência da Romel mostra que a produção de mel começa muito antes da colmeia: depende de floradas regulares, vegetação preservada, menos veneno e um ambiente capaz de sustentar a vida ao redor.</em></p>



<p>A Romel nasceu há 28 anos a partir de uma necessidade concreta, quase acidental. Diante de enxames que surgiam com frequência na empresa em que trabalhavam, seus fundadores perceberam que sabiam pouco sobre como agir. A tentativa de encontrar respostas abriu caminho para a apicultura e, com ela, para uma compreensão mais ampla da relação entre produção, território e equilíbrio ecológico. O ponto de partida era o mel. O aprendizado, com o tempo, se deslocou para algo maior: entender os ritmos da natureza, respeitar seus ciclos e reconhecer que a saúde das abelhas acompanha a saúde do ambiente.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="1017" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb6-1.jpg" alt="" class="wp-image-73397 size-full" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb6-1.jpg 750w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb6-1-221x300.jpg 221w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb6-1-580x786.jpg 580w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Esse deslocamento importa porque, no imaginário urbano, a abelha ainda é reduzida à produção de mel. É uma visão estreita. Na realidade, elas são a engrenagem silenciosa da vida vegetal, sustentando de frutas a ecossistemas inteiros por meio da polinização. O que elas fazem não termina no apiário; atravessa quintais e jardins para garantir a vitalidade da paisagem. Quando esse trabalho fraqueja, a perda vai muito além do mel: atinge a própria sobrevivência do que é verde.</p>
</div></div>



<p>Na prática, a colmeia funciona como um indicador ambiental sensível. Onde há abundância de flores e menor presença de químicos, o ciclo tende a se organizar: as abelhas encontram alimento, mantêm seu vigor e produzem melhor. Em áreas degradadas, a resposta vem rápido. A escassez de vegetação, o empobrecimento da paisagem e a contaminação por pesticidas afetam o comportamento das abelhas e enfraquecem as colmeias. Por isso, na experiência da Romel, plantar e cuidar da vegetação deixou de ser um gesto periférico. Tornou-se parte da própria lógica de recuperação ambiental.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="958" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb2.jpg" alt="" class="wp-image-73398 size-full" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb2.jpg 750w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb2-235x300.jpg 235w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb2-580x741.jpg 580w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Ao longo dos anos, a percepção do público mudou. Segundo a empresa, cresceu o interesse por mel puro, própolis e pólen, acompanhado pela preocupação com a origem e qualidade. Há, nesse movimento, um sinal claro: parte dos consumidores percebeu que o alimento não se separa das condições em que é produzido. Rastreabilidade, pureza e confiança deixaram de ser atributos de nicho para se tornarem perguntas centrais na nossa relação com a comida e a saúde.</p>
</div></div>



<p>Ao mesmo tempo, os desafios ficaram mais duros. A avaliação da Romel é que as mudanças climáticas, a redução das floradas em determinados períodos, a perda de habitat e o uso descontrolado de pesticidas hoje compõem o principal conjunto de ameaças às abelhas. Em São José dos Campos e arredores, a empresa afirma já perceber alterações nos tempos de florada e no comportamento dos enxames. Quando os ciclos naturais se desorganizam, o impacto se espalha por toda a cadeia: diminui a oferta de alimento para os polinizadores, aumenta a instabilidade da produção e se acentua a fragilidade do ambiente.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="837" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb1-1.jpg" alt="" class="wp-image-73399 size-full" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb1-1.jpg 750w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb1-1-269x300.jpg 269w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb1-1-580x647.jpg 580w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Um negócio familiar, próximo ao território, enxerga o que as grandes cadeias costumam diluir: a ligação direta entre natureza, alimento e saúde. Não se trata apenas de desempenho comercial, mas de perceber que a qualidade do que chega à mesa começa muito antes da colheita. Começa na flor que resiste, na área verde preservada, no solo livre de veneno e no clima que ainda mantém alguma previsibilidade.</p>
</div></div>



<p>Dessa leitura nasce também uma agenda prática para a cidade. A Romel defende ações simples, mas consistentes: plantar flores, evitar venenos, preservar áreas verdes e cuidar melhor dos jardins. Para moradores urbanos, escolas e condomínios, esse tipo de atitude pode parecer pequeno diante da escala da crise ambiental. Só que a biodiversidade também se sustenta por continuidade, capilaridade e presença cotidiana. Ambientes urbanos mais amigáveis aos polinizadores ajudam a recompor corredores de vida num cenário cada vez mais pressionado por concreto, calor e perda de cobertura vegetal.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="791" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb3.jpg" alt="" class="wp-image-73400 size-full" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb3.jpg 750w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb3-284x300.jpg 284w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/romel-pb3-580x612.jpg 580w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Há uma mensagem nítida saindo dessa experiência. As abelhas não são apenas produtoras de mel. Elas sinalizam o estado do mundo ao redor. Onde elas encontram abrigo, alimento e estabilidade, costuma haver um território mais saudável. Onde entram em declínio, há algo falhando na relação entre cidade, produção e natureza. </p>
</div></div>



<p>A frase final da Romel resume essa percepção com clareza rara: <strong>“Cuidar das abelhas é cuidar da vida.”</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Fonte: <a href="https://www.jornalismocolaborativo.com/a-delicada-engenharia-que-sustenta-a-vida">Jornalismo Colaborativo</a> / <a href="https://www.instagram.com/romelprodutosapiculas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@romelprodutosapiculas</a></p>
<p>O post <a href="https://valesjc.com.br/o-que-as-abelhas-revelam-sobre-a-saude-de-uma-cidade/">O que as abelhas revelam sobre a saúde de uma cidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://valesjc.com.br">Jornal</a>.</p>
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		<item>
		<title>Centro Xamânico Pena Vermelha abre 7ª turma com vivências e retiros voltados ao autoconhecimento</title>
		<link>https://valesjc.com.br/centro-xamanico-pena-vermelha-abre-7a-turma-com-vivencias-e-retiros-voltados-ao-autoconhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[initipress atendimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 00:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Angelica Antonio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns caminhos se revelam pela intensidade do momento. Outros, pela constância. No Centro Xamânico Pena Vermelha, o que chama atenção é essa construção ao longo dos anos. Com dez anos de atividade e agora uma 7ª turma em formação, o espaço segue reunindo pessoas interessadas em experiências com Ayahuasca, retiros e práticas de autoconhecimento. Esse...</p>
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<p>Alguns caminhos se revelam pela intensidade do momento. Outros, pela constância. No <strong>Centro Xamânico Pena Vermelha</strong>, o que chama atenção é essa construção ao longo dos anos. Com <strong>dez anos de atividade</strong> e agora uma <strong>7ª turma em formação</strong>, o espaço segue reunindo pessoas interessadas em experiências com <strong>Ayahuasca, retiros e práticas de autoconhecimento</strong>.</p>



<p>Esse percurso faz diferença. Em temas ligados à espiritualidade e à vida interior, a continuidade ajuda a mostrar dedicação, experiência e cuidado em cada etapa.</p>



<p>A conversa sobre a Ayahuasca também ganhou novos contornos nos últimos anos. Pesquisas recentes ampliaram o debate e trouxeram mais contexto para um assunto que por muito tempo ficou cercado por leituras apressadas. Em vez de simplificar, esse movimento convida a um olhar mais atento sobre ritual, espiritualidade e investigação científica.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:25% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="519" height="641" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/angelica-facilitadora-xamanismo.jpg" alt="" class="wp-image-73385 size-full" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/angelica-facilitadora-xamanismo.jpg 519w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/03/angelica-facilitadora-xamanismo-243x300.jpg 243w" sizes="auto, (max-width: 519px) 100vw, 519px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Localizado na região de montanha entre <strong>São José dos Campos e São Francisco Xavier</strong>, o <strong>Pena Vermelha</strong> realiza a nova turma em um cenário que dialoga com a proposta da experiência. À frente da condução está <strong>Angélica Antônio</strong>, com uma trajetória ligada ao uso ritual da Ayahuasca e a processos voltados ao desenvolvimento interior.</p>
</div></div>



<p>Em um tempo de busca por reconexão, silêncio e sentido, iniciativas como essa despertam o interesse de quem procura vivências mais profundas e menos apressadas. A nova turma surge, assim, como continuidade de uma trajetória construída com presença, escuta e permanência.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Fotos: Moisés Chaves | Fonte: <a href="https://jornalismocolaborativo.com/ayahuasca-e-saude-mental-o-que-a-pesquisa-cientifica-alcanca-e-o-que-a-experiencia-ainda-guarda/">Jornalismo Colaborativo</a></p>
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		<title>A cidade se vê de novo na Feira Orgânica do Esplanada</title>
		<link>https://valesjc.com.br/a-cidade-se-ve-de-novo-na-feira-organica-do-esplanada/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 21:08:35 +0000</pubDate>
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<p>São José dos Campos &#8211; Jardim Esplanada</p>



<p>São José dos Campos é uma cidade marcada pelo ritmo acelerado, pela tecnologia e pela expansão urbana. Mas, aos sábados, algo desacelera no Jardim Esplanada. Na <strong>Praça Sinésio Martins</strong>, em uma das regiões mais arborizadas do município, entre árvores antigas, sombras generosas e o florescimento exuberante da abricó-de-macaco, a <strong>Feira Orgânica do Esplanada </strong>se instala como um gesto civilizatório.</p>



<p>Nada ali é apressado. Tudo acontece no ritmo do encontro, da escuta e do cuidado. E, por algumas horas, a cidade parece lembrar de si mesma como quem reaprende a respirar no próprio corpo e a enxergar o essencial sem ruído.</p>



<p>Não se trata apenas de um espaço de compras. A feira se consolidou como um território vivo de convivência, onde alimentação saudável, arte, artesanato e cultura ocupam o espaço público sem hierarquia. É ali que a praça retoma sua função original: reunir pessoas em torno do que sustenta a vida cotidiana. Entre uma banca e outra, surgem conversas, trocas de saberes e aprendizados silenciosos que transformam o ordinário em experiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Orgânicos que reconectam corpo e território</h2>



<p>Os produtores orgânicos chegam cedo, trazendo mais do que alimentos. Carregam histórias, escolhas e compromissos com a terra e com a cidade. Frutas, verduras, ervas e raízes ocupam as bancas com frescor evidente, colhidas no tempo certo, sem atalhos químicos ou urgência artificial. As cores, os aromas e as texturas denunciam a origem e o cuidado.</p>



<p>Há queijos de cabra preparados artesanalmente, especiarias que atravessam culturas, pães e fermentados que respeitam o tempo da fermentação natural. Cada produto expressa um modo de fazer que contrasta com a lógica do excesso e do descarte. Consumir ali é reconhecer a cadeia invisível que sustenta o alimento, fortalecer quem produz localmente e reafirmar uma economia que cuida da terra enquanto alimenta pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Patricia, Romel e a inteligência das abelhas</h2>



<p>Entre os expositores, Patricia, da <strong><a href="https://www.instagram.com/romelprodutosapiculas/">Romel Produtos Apícolas</a></strong>, desenvolve um trabalho que une conhecimento, sensibilidade e responsabilidade ambiental. Seus produtos vão além do mel. Revelam o papel fundamental das abelhas medicinais no equilíbrio dos ecossistemas e na saúde humana, lembrando que não existe bem-estar individual desconectado da natureza.</p>



<p>Cada frasco carrega uma mensagem direta: proteger as abelhas é proteger a própria vida. Seu trabalho sintetiza um dos princípios centrais da feira que é a sustentabilidade como prática cotidiana, não como discurso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Arte que ocupa o espaço público</h2>



<p>A Feira Orgânica do Esplanada também se consolidou como um ambiente expositivo a céu aberto. Artistas visuais apresentam obras que dialogam com o cotidiano, a natureza e a experiência humana. A arte circula entre as pessoas, acompanha o fluxo da feira e se mistura aos sons, cheiros e movimentos do espaço público.</p>



<p>Entre essas presenças estão obras de <a href="https://lojadearte.com/nicolek/">Nicole K</a>, artista de trajetória internacional, também disponíveis no site <strong><a href="http://lojadearte.com">lojadearte.com</a></strong>. São trabalhos que convidam à contemplação e ao silêncio, ampliando repertórios e humanizando o espaço urbano.</p>



<p>Fotografia, ilustração e desenho surgem como extensões naturais desse ambiente, registrando e interpretando um modo de viver mais atento e menos automatizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Carlos Solrac: imagem, lâmina e precisão</h2>



<p>Outro expositor que traduz o encontro entre arte e ofício é <strong><a href="https://www.instagram.com/solracfoto/">Carlos Solrac</a></strong>, fotógrafo e cuteleiro. Seu trabalho transita entre o olhar e a matéria com a mesma precisão. As fotografias capturam detalhes da vida cotidiana; as facas, exóticas e cuidadosamente forjadas, revelam domínio técnico, estética e respeito pelo material.</p>



<p>Não são objetos industriais. São instrumentos que carregam intenção, história e uso consciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Artesanato, cultura e convivência</h2>



<p>O artesanato presente na feira segue a lógica do cuidado e da autoria. Peças únicas, feitas à mão, recusam a repetição industrial e reafirmam o valor do tempo e da identidade cultural. Ao redor das bancas, intervenções culturais espontâneas surgem sem roteiro fixo com música, rodas de conversa, ações educativas e ambientais que nascem do encontro.</p>



<p>Tudo acontece de forma orgânica, sem espetáculo. A feira mostra que cultura verdadeira não precisa gritar para existir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um impacto que vai além da praça</h2>



<p>A Feira Orgânica do Esplanada cumpre uma função social clara em São José dos Campos. Reativa o espaço público, fortalece a economia local e promove saúde, cultura e pertencimento. Em tempos de consumo acelerado e relações mediadas por telas, oferece algo cada vez mais raro: presença real.</p>



<p>Ali, alimento tem origem, arte tem contexto e o encontro volta a ser valor. Um pequeno laboratório de cidade possível, construído semana após semana, no coração do bairro.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="73374" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pb-20210310_171845-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-73374" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pb-20210310_171845-576x1024.jpg 576w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pb-20210310_171845-169x300.jpg 169w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pb-20210310_171845-580x1032.jpg 580w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/pb-20210310_171845.jpg 691w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption">NR</figcaption></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="73372" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Ademir-morangos-organicos-e-a-geleia-que-ele-mesmo-fezvemprafeira-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-73372" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Ademir-morangos-organicos-e-a-geleia-que-ele-mesmo-fezvemprafeira-819x1024.jpg 819w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Ademir-morangos-organicos-e-a-geleia-que-ele-mesmo-fezvemprafeira-240x300.jpg 240w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Ademir-morangos-organicos-e-a-geleia-que-ele-mesmo-fezvemprafeira-768x960.jpg 768w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Ademir-morangos-organicos-e-a-geleia-que-ele-mesmo-fezvemprafeira-580x725.jpg 580w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Ademir-morangos-organicos-e-a-geleia-que-ele-mesmo-fezvemprafeira-860x1075.jpg 860w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/O-Ademir-morangos-organicos-e-a-geleia-que-ele-mesmo-fezvemprafeira.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="73377" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-73377" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-1024x1024.jpg 1024w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-300x300.jpg 300w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-150x150.jpg 150w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-768x768.jpg 768w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-70x70.jpg 70w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-360x360.jpg 360w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-580x580.jpg 580w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da-860x860.jpg 860w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Quem-nao-ama-uma-geleia-de-morangos-organicosAinda-mais-feita-pelas-maos-dos-nossos-mascotes-Da.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="720" height="720" data-id="73359" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Florida-de-AcaciaAlem-disso-o-Mel-Puro-de-Acacia-possui-alto-teor-de-vegetais-como-os-flavono.jpg" alt="" class="wp-image-73359" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Florida-de-AcaciaAlem-disso-o-Mel-Puro-de-Acacia-possui-alto-teor-de-vegetais-como-os-flavono.jpg 720w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Florida-de-AcaciaAlem-disso-o-Mel-Puro-de-Acacia-possui-alto-teor-de-vegetais-como-os-flavono-300x300.jpg 300w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Florida-de-AcaciaAlem-disso-o-Mel-Puro-de-Acacia-possui-alto-teor-de-vegetais-como-os-flavono-150x150.jpg 150w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Florida-de-AcaciaAlem-disso-o-Mel-Puro-de-Acacia-possui-alto-teor-de-vegetais-como-os-flavono-70x70.jpg 70w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Florida-de-AcaciaAlem-disso-o-Mel-Puro-de-Acacia-possui-alto-teor-de-vegetais-como-os-flavono-360x360.jpg 360w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Florida-de-AcaciaAlem-disso-o-Mel-Puro-de-Acacia-possui-alto-teor-de-vegetais-como-os-flavono-580x580.jpg 580w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></figure>
</figure>



<p>Fonte: <a href="https://jornalismocolaborativo.com/olhos-abertos-para-o-essencial/">Jornalismo Colaborativo</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inscrições Abertas para o II Desafio Tempestades Elétricas</title>
		<link>https://valesjc.com.br/inscricoes-abertas-para-o-ii-desafio-tempestades-eletricas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 18:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[SJC]]></category>
		<category><![CDATA[São José dos Campos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a cada segundo ocorrem cerca de 100 relâmpagos, o que equivale a aproximadamente 10 milhões de raios por dia, ou ainda, três bilhões de descargas elétricas por ano. O Brasil é um dos países com maior número de relâmpagos em todo o mundo. Com...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, a cada segundo ocorrem cerca de 100 relâmpagos, o que equivale a aproximadamente 10 milhões de raios por dia, ou ainda, três bilhões de descargas elétricas por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil é um dos países com maior número de relâmpagos em todo o mundo. Com base em dados de satélite, estima-se que cerca de 50 milhões de raios, ou seja, dois relâmpagos por segundo são descarregados no país.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir das pesquisas científicas e tecnológicas em eletrecidade atmosférica, desenvolvidas pelo INPE, em 1979, o ELAT foi criado em 1995 como o primeiro grupo de pesquisa sobre raios no Brasil e faz parte do Centro de Ciências do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;">O Jornalismo Colaborativo apoia a iniciativa do Grupo de Eletricidade Atmosférica e abre as inscrições para o <strong>II Desafio Fotográfico Tempestades Elétricas</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">As inscrições ocorrem até o dia <strong>19 de Março / 2026 </strong>e somente será permitido o envio de fotos que terão de acompanhar a descrição com o mês, ano, local e equipamento utilizado para o registro.</p>
<p style="text-align: justify;">As melhores fotos serão avaliadas pelo Conselho Editorial do Jornalismo Colaborativo, formado por pesquisadores científicos e fotógrafos profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">As melhores imagens de cada categoria (Amador e Profissional) receberão destaque na Rede de Comunicação de Jornalismo Colaborativo, incluindo publicação com os créditos dos vencedores em nossos parceiros de imprensa e mídias digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações sobre o regulamento e formulário de inscrição, acesse o endereço abaixo:<br />
<a href="http://jornalismocolaborativo.com/ii-desafio-fotografico-tempestades-eletricas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">jornalismocolaborativo.com/ii-desafio-fotografico-tempestades-eletricas</a></p>
<p>Confira os vencedores da <a href="http://jornalismocolaborativo.com/tempestades-eletricas-2018/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Primeira Edição do Desafio Tempestades Elétricas</strong></a>. <a href="http://jornalismocolaborativo.com/tempestades-eletricas-2018/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Clique aqui</strong> </a>e saiba mais detalhes sobre o <strong>Concurso de Fotografia</strong>.</p>
<hr />
<p>Fonte: <a href="http://jornalismocolaborativo.com/ii-desafio-fotografico-tempestades-eletricas/">Jornalismo Colaborativo</a> / Foto: Marcos Gynn</p>
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		<title>Convenção gratuita no Parque Vicentina Aranha conecta educação, inovação e empreendedorismo</title>
		<link>https://valesjc.com.br/convencao-gratuita-no-parque-vicentina-aranha-conecta-educacao-inovacao-e-empreendedorismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 10:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São José dos Campos]]></category>
		<category><![CDATA[SJC]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção]]></category>
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		<category><![CDATA[Vicentina Aranha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São José dos Campos&#160;receberá no dia&#160;11 de outubro&#160;a Convenção&#160;O Mercado do Amanhã, encontro gratuito que pretende transformar o Parque Vicentina Aranha em um espaço de diálogo, aprendizado e conexões. A programação, que começa às 9h no Bambuzal, reúne jovens, profissionais, empreendedores e projetos sociais de diferentes regiões do Brasil em torno de um mesmo propósito:...</p>
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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Mercado do Amanhã" width="1160" height="653" src="https://www.youtube.com/embed/cELpYNm7yjc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p><strong>São José dos Campos&nbsp;</strong>receberá no dia&nbsp;<strong>11 de outubro</strong>&nbsp;a <strong>Convenção&nbsp;O Mercado do Amanhã</strong>, encontro gratuito que pretende transformar o <strong>Parque Vicentina Aranha</strong> em um espaço de diálogo, aprendizado e conexões. </p>



<p>A programação, que começa às 9h no Bambuzal, reúne jovens, profissionais, empreendedores e projetos sociais de diferentes regiões do Brasil em torno de um mesmo propósito: ampliar o acesso à educação multidisciplinar e fortalecer a integração social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação e troca de experiências</h2>



<p>O evento traz um&nbsp;<strong>Ciclo de Palestras Multidisciplinar</strong>, um&nbsp;Palco Aberto&nbsp;para apresentações,&nbsp;Debate Central, além de&nbsp;Feira de Empreendedorismo&nbsp;e espaços de&nbsp;networking. A proposta é reunir experiências diversas e estimular a circulação de ideias que impactem a vida das comunidades.</p>



<p>Participantes já confirmados vêm de cidades como São José dos Campos, Jacareí, Caçapava, Mogi das Cruzes, Brasília e Manaus. Entre os temas que estarão em debate estão&nbsp;empreendedorismo, tecnologia e inteligência artificial, saúde, direito, neurociência e gestão de pessoas.</p>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Nomes confirmados</h3>



<p>O ciclo de palestras contará com especialistas de diferentes áreas. Estão confirmados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nadia Silva&nbsp;– Direito e Terceiro Setor</li>



<li>Lia Pullen Parente&nbsp;– Inteligência Artificial aplicada aos negócios</li>



<li>Dr. José Maurício Santos Cruz&nbsp;– Saúde e Medicina do Amanhã</li>



<li>Ana Martins&nbsp;– Neurociência e Liderança Humanizada</li>
</ul>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Compromisso social</h3>



<p>A convenção também se conecta a iniciativas de impacto. Em parceria com o&nbsp;<strong>Espaço Dora</strong>, será promovido o desenvolvimento de mulheres empreendedoras por meio de cursos e capacitações. O evento recebe ainda apoio do&nbsp;<strong>Grupo Mulheres do Brasil,</strong> do&nbsp;<strong>Movimento ODS SJCampos</strong>, do&nbsp;<strong>Grupo Guerreiras Empreendedoras</strong>&nbsp;e de artistas locais.</p>



<div class="wp-block-media-text is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:26% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="688" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Moises-Bandeira.jpg" alt="" class="wp-image-73333 size-full" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Moises-Bandeira.jpg 400w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Moises-Bandeira-174x300.jpg 174w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Para o fundador do projeto,&nbsp;<strong>Moisés Bandeira</strong>, o encontro reforça a missão de construir pontes entre pessoas, marcas e causas:</p>



<p>“O Mercado do Amanhã nasceu em 2020 como uma ruptura mercadológica e, desde então, tem como missão conectar pessoas, marcas e projetos por meio da educação e da interação social. Esta convenção é um convite para que todos se tornem parte ativa dessa transformação coletiva.”</p>
</div></div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Essa agenda repleta de palestras, debates e conexões, traduz um movimento coletivo em favor da educação, da inovação e da construção de novas formas de convivência social. O encontro no Parque Vicentina Aranha, espaço histórico e cultural de São José dos Campos, reafirma a vocação do parque como território de integração comunitária, onde iniciativas diversas ganham corpo e significado.</p>



<p>Ao reunir empreendedores, jovens, profissionais e agentes sociais, o evento se insere em uma tradição de projetos promovidos no Vicentina que fortalecem a cidadania, a cultura e o desenvolvimento humano. É nesse diálogo entre passado e futuro que o Mercado do Amanhã encontra sentido: um convite para que cada participante se reconheça como parte de uma transformação que começa no encontro, mas se expande para além dos muros do parque, reverberando nas cidades, nos negócios, nas comunidades e nas relações que sustentam o nosso amanhã.</p>



<p>Fonte: <a href="https://jornalismocolaborativo.com/o-mercado-do-amanha/">Jornalismo Colaborativo</a></p>
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		<item>
		<title>Ação de conscientização em prol da ecologia estimula crianças em São José dos Campos</title>
		<link>https://valesjc.com.br/acao-de-conscientizacao-em-prol-da-ecologia-estimula-criancas-em-sao-jose-dos-campos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 19:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São José dos Campos]]></category>
		<category><![CDATA[SJC]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[sjc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto ‘Lixinho ou lixão: todos têm o seu latão’, uma ação de conscientização em prol da ecologia, aconteceu em São José dos Campos Foram realizadas ações de cuidado com o meio ambiente, como peças de teatro, oficinas de artes plásticas com materiais recicláveis e distribuição de livros São José dos Campos abriu as portas para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Projeto ‘Lixinho ou lixão: todos têm o seu latão’, uma ação de conscientização em prol da ecologia, aconteceu em São José dos Campos</strong></p>



<p>Foram realizadas ações de cuidado com o meio ambiente, como peças de teatro, oficinas de artes plásticas com materiais recicláveis e distribuição de livros</p>



<p>São José dos Campos abriu as portas para ações de conscientização ecológica para crianças. O projeto ‘Lixinho ou lixão: todos têm o seu latão’ fez passagem pela cidade no dia 27 de novembro, com o objetivo de promover peças de teatro, oficinas com materiais recicláveis, além da edição e distribuição de livros de literatura infantil.</p>



<ul class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/12/acaocidadania-ecologia-2-1.jpg" alt="" data-id="73301" data-link="https://valesjc.com.br/acao-de-conscientizacao-em-prol-da-ecologia-estimula-criancas-em-sao-jose-dos-campos/acaocidadania-ecologia-2-1/" class="wp-image-73301" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/12/acaocidadania-ecologia-2-1.jpg 750w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/12/acaocidadania-ecologia-2-1-300x200.jpg 300w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/12/acaocidadania-ecologia-2-1-580x387.jpg 580w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="750" height="500" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/12/acaocidadania-cultura-1-1.jpg" alt="" data-id="73302" data-link="https://valesjc.com.br/acao-de-conscientizacao-em-prol-da-ecologia-estimula-criancas-em-sao-jose-dos-campos/acaocidadania-cultura-1-1/" class="wp-image-73302" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/12/acaocidadania-cultura-1-1.jpg 750w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/12/acaocidadania-cultura-1-1-300x200.jpg 300w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/12/acaocidadania-cultura-1-1-580x387.jpg 580w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure></li></ul>



<p>A proposta do projeto &#8216;Lixinho ou lixão: todos têm o seu latão&#8217; foi de trazer ecologia e cidadania para as crianças, por meio da criação, produção e circulação de peças de teatro infantil, oficinas de artes plásticas com materiais recicláveis e edição e distribuição de livros de literatura infantil. Tais combinações de atividades visaram promover a conscientização ambiental para as crianças, de forma gratuita.</p>



<p>Ao todo, 450 crianças participaram das ações, que ocorreram na EMEFI Prof Possidonio Salles.</p>



<p>Lei de Incentivo à Cultura, o projeto “Lixinho ou lixão: todos têm o seu latão” tem a produção da IOS Empreendimentos Culturais LTDA, apoio da Komedi Projetos e Incentivar Produções, com patrocínio da Supergasbras e realizado pelo Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><strong>Sobre o Ministério</strong></p>



<p>A principal ferramenta de fomento à Cultura do Brasil, a Lei de Incentivo à Cultura contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam, todos os anos, em todas as regiões do país. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos – exposições, shows, livros, museus, galerias e várias outras formas de expressão cultural – e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda. A Lei também contribui para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura, já que os projetos patrocinados são obrigados a oferecer uma contrapartida social, ou seja, eles têm que distribuir parte dos ingressos gratuitamente e promover ações de formação e capacitação junto às comunidades. Criado em 1991 pela Lei 8.313, o mecanismo do incentivo à cultura é um dos pilares do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac),que também conta com o Fundo Nacional de Cultura (FNC) e os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficarts). Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura.</p>



<p>Fonte: <a href="https://jornalismocolaborativo.com/acao-de-cidadania-e-conscientizacao-ecologica-para-criancas/">Jornalismo Colaborativo</a></p>
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		<title>São José reproduzida em Inteligência Artificial</title>
		<link>https://valesjc.com.br/sao-jose-reproduzida-em-inteligencia-artificial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 22:13:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Educação e Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerada a 7ª melhor cidade do Brasil, segundo o estudo mais recente do &#8220;Desafios da Gestão Municipal (DGM)&#8220;, São José dos Campos ganha uma nova apresentação em Inteligência Artificial. O vídeo produzido por Fernando Moreira, Ph.D. em Comunicação Social e Consultor em Tecnologias Audiovisuais, consegue reproduzir a essência de São José dos Campos em apenas...</p>
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<p>Considerada a 7ª melhor cidade do Brasil, segundo o estudo mais recente do &#8220;<a href="https://desafiosdosmunicipios.com.br/ranking_geral.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Desafios da Gestão Municipal (DGM)</a>&#8220;, São José dos Campos ganha uma nova apresentação em Inteligência Artificial. O vídeo produzido por <a href="https://www.linkedin.com/in/f-moreira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fernando Moreira</strong></a>, Ph.D. em Comunicação Social e Consultor em Tecnologias Audiovisuais, consegue reproduzir a essência de São José dos Campos em apenas 30 segundos.</p>



<p>O DGM 2024 oferece uma análise da evolução recente das 100 maiores cidades brasileiras, que representam metade do PIB brasileiro, com base no IDGM, indicador sintético que reúne 15 indicadores em quatro áreas essenciais para a qualidade de vida da população: educação, saúde, segurança e saneamento e sustentabilidade.</p>



<p>Frequentemente São José dos Campos aparece em rankings como uma das melhores cidades para se viver no Brasil. A cidade é elogiada por sua qualidade de vida, infraestrutura, segurança e pelo forte desenvolvimento econômico, especialmente devido à sua posição como polo tecnológico e industrial. Com indicadores altos em saúde, educação e renda, São José dos Campos atrai empresas e talentos de todo o país, além de oferecer boas condições para o desenvolvimento pessoal e profissional dos seus habitantes.</p>



<p>O município também destaca-se em estudos que avaliam cidades inteligentes no Brasil, onde é reconhecido por seu investimento em inovação, tecnologia e gestão eficiente de recursos públicos. Além disso, sua infraestrutura de transportes e proximidade com grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, contribuem para a atratividade da cidade, que é uma das mais avançadas em termos de planejamento urbano e sustentabilidade.</p>



<p>Para Fernando Moreira, profissional de TV que já atuou na direção de programas, direção e produção de documentários, vídeos corporativos e educativos, homenagear a sua cidade é algo muito gratificante.</p>



<p>&#8220;Depois de assistir algumas produções feitas com o Sora da Open.ai resolvi enfrentar o desafio de criar do zero esse comercial de 30 segundos usando IA. Foi preciso algumas horas, criando e afinando prompts em várias ferramentas e investindo o mínimo possível.&#8221;&nbsp; Explica Fernando que também é Membro da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão, da Broadcast Education Association, do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Televisão Universitária, do conselho Museu da Televisão, Rádio e Cinema.</p>



<p><strong>Confira o Vídeo de São José dos Campos</strong></p>



<figure><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/B6BGPYQi6yk" width="100%" height="420" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><a href="https://valejornal.com.br/wp-content/uploads/2024/10/fmoreira.png"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/fmoreira.png" alt="Fernando Moreira" class="wp-image-73283" width="130" height="130" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/fmoreira.png 200w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/fmoreira-150x150.png 150w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/fmoreira-70x70.png 70w" sizes="auto, (max-width: 130px) 100vw, 130px" /></a></figure></div>



<p>Autor de vários artigos publicados em revistas especializadas, Fernando que também atuou na coordenação de eventos nacionais e internacionais, comenta que este foi apenas um ensaio: &#8220;Ainda é um projeto em andamento, uma prova de conceito, mas o resultado é bem interessante.&#8221;</p>



<p>Para quem gosta de Tecnologia Audiovisual e tem interesse em acompanhar esse tipo de conteúdo, o Professor criou uma <strong><a href="https://www.linkedin.com/newsletters/tecnologia-audiovisual-7252791215484534784/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Newsletter no Linkedin</a></strong>. Nela o assinante também terá à disposição informações sobre a <strong><a href="https://www.bmedialab.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BML Broadcast Media Lab</a></strong> que também divulga dados interessante no setor, além da <strong><a href="https://www.academiadeaudiovisual.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Academia Audiovisual</a></strong> com o Curso de Radiovisual que aborda rádio multiplataforma, vídeo podcast e web TV Radio.
Leia artigo na íntegram em &#8220;<a href="https://jornalismocolaborativo.com/sao-jose-dos-campos-ganha-versao-exclusiva-em-ia/">São José dos Campos ganha versão exclusiva em IA</a>&#8220;.&nbsp;
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<p>Fonte: <a href="https://jornalismocolaborativo.com/sao-jose-dos-campos-ganha-versao-exclusiva-em-ia/">Jornalismo Colaborativo</a> / <a href="https://valejornal.com.br/sao-jose-dos-campos-em-ia/">Vale Jornal</a></p>
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		<title>Agência Digital de São José dos Campos lança novo Mascote da Literatura</title>
		<link>https://valesjc.com.br/agencia-digital-de-sao-jose-dos-campos-lanca-novo-mascote-da-literatura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 19:33:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas e Reportagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Curso Como Escrever]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Autor]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Escritor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Digital Web Startup e a Rede de Comunicação do Jornalismo Colaborativo, decidiram se unir para estimular o interesse de leitores, em especial dos fãs do autor mais prolífico do mundo que ainda vive e é nosso recordista brasileiro da literatura. A Ryoki Produções, editora fundada pelo escritor que mais publicou livros no planeta,...</p>
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<p>A Agência Digital <a href="https://www.webstartup.com.br"><strong>Web Startup</strong></a> e a <a rel="noreferrer noopener" href="https://jornalismocolaborativo.com/pug-vira-mascote-e-revela-algo-surpreendente-na-literatura/" target="_blank"><strong>Rede de Comunicação do Jornalismo Colaborativo</strong></a>, decidiram se unir para estimular o interesse de leitores, em especial dos fãs do autor mais prolífico do mundo que ainda vive e é nosso recordista brasileiro da literatura.</p>



<p>A <strong>Ryoki Produções</strong>, editora fundada pelo escritor que mais publicou livros no planeta, ganha mascote (<strong>Mochi</strong>) em forma de pug, o Mushu que interpretou o Frank no filme MIB &#8211; Homens de Preto. A ideia central é chamar a atenção justamente para o autor recordista no Guinness Book com mais de mil obras nos gêneros de ficção, romance, espionagem, guerra, policial, faroeste, entre outros.</p>



<p>Apesar de ter se tornado uma figura famosa entre muitos escritores, o curioso é que a maior parte de seus best-sellers foram assinados com pseudônimos americanizados.</p>



<p>Já o chamaram de &#8220;<strong>Ayrton Senna dos Teclados</strong>&#8220;, mas na pista dos direitos autorais, <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.ryoki.com.br" target="_blank"><strong>Ryoki Inoue</strong></a> não teve a sorte de brilhar. Editores só pagavam por título e talvez por isso ele tivesse que produzir tanto para sobreviver.</p>



<p>Sim, afinal, em um país que reflete a <a rel="noreferrer noopener" href="https://jornalismocolaborativo.com/o-reflexo-da-atrofia-cultural/" target="_blank"><strong>Atrofia Cultural do Brasileiro</strong></a>, não é surpresa alguma verificar que esse fenômeno da literatura é mais um desses artistas como Aleijadinho, Adoniran Barbosa, Van Gogh, Gaudí, Rembrandt, a escritores como Edgar Allan Poe, Oscar Wilde, Miguel de Cervantes, Alexandre Dumas e até mesmo a cientistas como Nicola Tesla, em que todos partiram desse plano, se não com dificuldades financeiras, na mais pura miséria. Cada um com seus problemas, mas incompatíveis com a genialidade que os tornaram célebres.</p>



<p>Nosso &#8220;<a rel="noreferrer noopener" href="https://jornalismocolaborativo.com/o-pele-da-literatura/" target="_blank"><strong>Pelé da Liteatura</strong></a>&#8221; começou a pendurar as suas &#8220;chuteiras&#8221; logo depois de um acidente vascular cerebral, em 2016. Aos cuidados de sua eposa, <a rel="noreferrer noopener" href="https://jornalismocolaborativo.com/conheca-a-artista-por-tras-do-maior-escritor-de-livros-do-mundo/" target="_blank"><strong>Nicole</strong></a>, companheira há mais de 50 anos, Ryoki vem travando um batalha para sobreviver com apenas um salário mínimo e doações que recebe da comunidade onde vive em Aracruz, Espírito Santo e do apoio de fãs que acompanham as campanhas nas redes sociais.</p>



<p>A inicitiava busca trabalhar incansavelmente junto à família do autor para trazer as principais novidades da <a rel="noreferrer noopener" href="https://ryoki.com.br/producoes/" target="_blank"><strong>Ryoki Produções</strong></a> e divulgar campanhas para quem quiser contribuir com o levantamento de fundos da Produção Biografica desse autor brasileiro, <a rel="noreferrer noopener" href="https://ryoki.com.br/escritor-brasileiro-e-recordista-revela-sua-descendencia-de-samurais/" target="_blank"><strong>descendente de samurais</strong></a> que é também um símbolo de resistência da nossa cultura.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="535" src="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/mascoteliterario-1024x535.jpg" alt="Mascote Literário" class="wp-image-73275" srcset="https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/mascoteliterario.jpg 1024w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/mascoteliterario-300x157.jpg 300w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/mascoteliterario-768x401.jpg 768w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/mascoteliterario-580x303.jpg 580w, https://valesjc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/mascoteliterario-860x449.jpg 860w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p style="text-align:center"><p class="has-text-align-center"></p></p>


<p><!--EndFragment-->Fonte: <a href="https://valejornal.com.br/novo-mascote-literario-chama-atencao-nas-redes-sociais/">Vale Jornal</a> / <a href="https://jornalismocolaborativo.com/pug-vira-mascote-e-revela-algo-surpreendente-na-literatura/">Jornalismo Colaborativo</a> / <a href="https://webstartup.com.br/ws/agencia-digital-cria-mascote-para-selo-editorial/">Web Startup</a> / <a href="https://ryoki.com.br/selo-editorial-ryoki-producoes-ganha-novo-mascote/">Ryoki Produções</a></p><p>O post <a href="https://valesjc.com.br/agencia-digital-de-sao-jose-dos-campos-lanca-novo-mascote-da-literatura/">Agência Digital de São José dos Campos lança novo Mascote da Literatura</a> apareceu primeiro em <a href="https://valesjc.com.br">Jornal</a>.</p>
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