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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899</atom:id><lastBuildDate>Fri, 17 Feb 2012 04:13:44 +0000</lastBuildDate><category>desconferencia</category><category>casa vampyrica</category><category>leitura</category><category>RPG</category><category>Wikimedia Foundation</category><category>BlogcampES</category><category>Cena Vampyrica</category><category>SphynxCat's Nocturna</category><category>vampyro</category><category>House Quinotaur</category><category>Aleister Crowley</category><category>Comunidade Awake</category><category>fantástico</category><category>blogosfera</category><category>Strigoi</category><category>prâna</category><category>blog</category><category>vampyrismo</category><category>sangue</category><category>Anne Rice</category><category>WikiBlogsBR</category><category>vampiro</category><category>Europa</category><category>biografias</category><category>Thelema</category><category>literatura</category><category>Sanguinarius</category><category>seminário</category><category>Black Veil</category><category>Lord Ruthven</category><category>imaginário</category><category>OTO</category><category>mito</category><category>House Kheperu</category><category>filme</category><category>Lestat</category><category>Dracula</category><title>Vampirologia - O Estudo</title><description /><link>http://vampirologia.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Sestro Masden)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/vampirologia-o-estudo" /><feedburner:info uri="vampirologia-o-estudo" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/_muhcTlqvbhg/Sj3EtSgP6QI/AAAAAAAAABY/DBDGtmrhWBg/S680/vampirologia.jpg" /><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Society &amp; Culture/History</media:category><itunes:owner><itunes:email>sestro.masden@gmai.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>yes</itunes:explicit><itunes:image href="http://4.bp.blogspot.com/_muhcTlqvbhg/Sj3EtSgP6QI/AAAAAAAAABY/DBDGtmrhWBg/S680/vampirologia.jpg" /><itunes:subtitle></itunes:subtitle><itunes:category text="Society &amp; Culture"><itunes:category text="History" /></itunes:category><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-8425129979765003000</guid><pubDate>Sun, 27 Nov 2011 12:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-27T11:07:24.075-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">seminário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fantástico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dracula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">imaginário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mito</category><title>Seminário “O fascínio pelo imaginário e fantástico no século XIX através da obra de Drácula e a construção do seu mito”</title><description>&lt;div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-hvhDOpmJ-co/TtIuN9B6TzI/AAAAAAAAAF4/u-nYnE7BGUc/s1600/semin%25C3%25A1rio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679652897323372338" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-hvhDOpmJ-co/TtIuN9B6TzI/AAAAAAAAAF4/u-nYnE7BGUc/s320/semin%25C3%25A1rio.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt;No dia 22/11/2011, eu apresentei na Faculdade Saberes, em Vitória/ES, o seminário "O fascínio pelo imaginário e fantástico no século XIX através da obra de Drácula e a construção do seu mito", com o objetivo de elucidar as mentes menos conhecedoras sobre o surto de vampirismo que ocorreu entre os século XVIII e XIX na Europa e como isso culminou no sucesso da obra de Bram Stoker, Drácula. Abaixo segue o material que eu apresentei, espero que gostem:&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;O fascínio pelo imaginário e fantástico no século XIX através da obra&lt;br&gt;de Drácula e a construção do seu mito&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Sestro Marsden&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;Drácula é o personagem-título do romance criado por Bram Stoker e publicado em 1897, se tornando o vampiro mais conhecido da modernidade e incitando no mundo a ideia de um ser poderoso e sem escrúpulos, capaz de qualquer coisa para saciar seus desejos. Seu inimigo, Van Helsing, o destrói se munindo de objetos relacionados à religião cristã-católica romana, como o crucifixo e a hóstia, além de usar o alho para afastá-lo e estacas para ataca-lo, crenças populares da Europa Oriental, região rica de mitologia vampírica. Mas antes de Drácula surgir ao final do século XIX, o mito do vampiro chegou a Europa Ocidental através de um surto de manifestações que levaram a investigações da igreja, que realizaram duas dissertações a respeito dos casos, assim como incitou o imaginário de muitos escritores que usaram o mito como base para suas obras.&lt;br&gt;Para melhor compreensão disso temos o caso de Arnold Paole, soldado sérvio que retornou para casa após um período de serviços prestados na Sérvia Turca, como era conhecido o exército daquela região. Ele comprou terras, se tornou agricultor e casou-se. Mas ele revelou a esposa que durante o período de serviços na Sérvia Turca fora atacado por um &lt;em&gt;upirina&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, ao qual ele perseguiu até o cemitério e o matou. Comeu a terra do túmulo e cuidou das feridas com o sangue na intenção de se livrar dos efeitos do ataque, mas temia que ainda tivesse marcado, como uma maldição.&lt;br&gt;Paole então morre após um acidente, só que dias após sua morte um surto de visões começam a surgir e pessoas que disseram tê-lo visto, morrem. No 40° dia após sua morte, decidem desenterrar seu corpo. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-mqrkyTGK428/TtIoDcVZXJI/AAAAAAAAAEM/r0bmXxCCkPk/s1600/arnoldpaole.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px; float: left; height: 246px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679646119678270610" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-mqrkyTGK428/TtIoDcVZXJI/AAAAAAAAAEM/r0bmXxCCkPk/s320/arnoldpaole.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Acompanhados de dois cirurgiões militares, o povo da região aonde Arnold Paole residia abre seu caixão e o encontra como se tivesse sido enterrado há pouco tempo, somente com uma pequena camada de pele velha sobreposta a uma pele nova e com as unhas ainda crescendo. Eles estaqueiam o corpo do morto e ouvem um gemido, além de o sangue jorrar da ferida, mas não para por aí, pois as pessoas mortas, supostamente, por Paole, têm o mesmo fim. Em 1731, quatro anos após as mortes de Paole e suas supostas vítimas, uma jovem disse ter sido atacada por um homem chamado Milo, que havia falecido há pouco tempo. Desta forma o imperador austríaco nomeou o cirurgião Johannes Fluckinger para investigar o caso. Fluckinger se dirigiu a região de Medgevia, ao norte de Belgrado, aonde Paole havia nascido e residido e também local da aparição de Milo, para inspecionar o desenterro do corpo. Descobrindo-o em estado semelhante ao de Paole, foi ordenado o estaqueamento e a incineração do falecido. Numa busca pela resposta do motivo de uma pessoa ter se tornado vampiro depois de quatro anos, fora determinado que Paole houvesse “vampirizado” diversas vacas, sendo este o motivo do mais recente caso. Sendo assim, sob ordens do cirurgião nomeado pelo imperador, várias pessoas que haveriam falecido há pouco tempo foram &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-n7ScANmMUjk/TtIoi2DafDI/AAAAAAAAAEY/aVqYQlMiyaA/s1600/Dissertazione%2Bsopra%2Bi%2Bvampiri.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; width: 290px; float: right; height: 218px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679646659158113330" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-n7ScANmMUjk/TtIoi2DafDI/AAAAAAAAAEY/aVqYQlMiyaA/s320/Dissertazione%2Bsopra%2Bi%2Bvampiri.jpg"&gt;&lt;/a&gt;desenterradas, estaqueadas e queimadas.&lt;br&gt;Essa pantofobia&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; relativa aos ataques de vampiros que tomou a região das Europas Central e Oriental foram abordadas pela Igreja Cristã-católica romana em dois trabalhos. O primeiro foi realizado em 1744 pelo arcebispo de Trani, região da Itália, Giuseppe Davanzati (1665-1755), que se chamava &lt;em&gt;Dissertazione sopra I Vampiri&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;Davanzati fora nomeado pelo papa Benedito XIV como patriarca de Alexandria quando a onda vampírica chegou à Alemanha. O bispo de Olmütz, Cardeal Schtrattembach, o convidou para participar das discussões acerca deste surto, que se originara com o caso de Paole, em 1727, daí então escreveu sua dissertação tendo como base os relatos deste caso e de estudo relacionados ao assunto.&lt;br&gt;&lt;em&gt;Vampiri&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt; era uma terminologia do &lt;em&gt;vampir&lt;/em&gt; húngaro, que se originara do &lt;em&gt;upír&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn5" name="_ftnref5"&gt;[5]&lt;/a&gt;, e define o que Davanzati chamou de fantasia humana, com possibilidades de origem diabólica. Na sua argumentação, as aparições vampíricas se realizavam aos camponeses e analfabetos das classes mais baixas, cujo imaginário eram mais tendencioso do que para pessoas letradas. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-XJYTBf8ZV6k/TtIpRazehJI/AAAAAAAAAEk/DYTOckR6mw8/s1600/dissertation.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 183px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679647459297363090" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-XJYTBf8ZV6k/TtIpRazehJI/AAAAAAAAAEk/DYTOckR6mw8/s320/dissertation.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Mas sua dissertação foi superada pela do acadêmico francês Don Augustin Calmet, que escreveu em 1746 a Dissertations sur les &lt;em&gt;Apparitions des Anges, des Démons e des Esprits, et sur les revenants, et Vampires de Hungrie, de Bohême, de Moravie, et de Silésie&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn6" name="_ftnref6"&gt;[6]&lt;/a&gt;, que fora seu único trabalho a respeito do assunto.&lt;br&gt;Calmet, como acadêmico católico romano, havia lecionado Filosofia e Teologia na Abadia em Moyen-Moutier e trabalhara em um comentário maciço de 23 volumes sobre a Bíblia, além de tentar popularizar o trabalho de interpretação dela. O papa Benedito XIII chegou a oferecê-lo um bispado, mas ele recusou. A pesquisa de Calmet sobre os vampiros iniciou da mesma forma que a de Davanzati, por conta do surto de aparições que se iniciou em 1727 na Europa Oriental e se alastrou pela Alemanha. Na França não existiam relatos como aqueles, mas o acadêmico ficou impressionado com os detalhes dos testemunhos que corroboravam com a existência do vampirismo e não achava certo que fossem ignorados.&lt;br&gt;A definição de Calmet sobre os vampiros era que eles seriam pessoas mortas que retornavam de seus túmulos para perturbar os vivos, bebendo de seu sangue e, possivelmente, leva-los a morte. O único meio de eliminá-los seria desenterrando o corpo do suposto vampiro, cortando-lhe a cabeça, estaqueando uma madeira no corpo e queimando-o até que virassem cinzas. Mas Calmet tinha sérias críticas à histeria desenfreada que causou a exumação de vários corpos, aos quais achavam terem sido vampirizados, e suas mutilações. Também amainou o que Davanzati havia escrito sobre o fenômeno atingir somente as classes iletradas, referindo-se ao folclore popular das regiões, o parco conhecimento sobre as alterações dos corpos após a morte e sobre sepultamentos prematuros. Ao fim, Calmet deixa o assunto em aberto, não o concluindo, mas aparentando acreditar na existência de vampiros ao escrever “[...] que parece impossível não apoiar a crença que prevalece nesses países de que essas aparições na realidade provêm do túmulo e que são capazes de produzir terríveis efeitos tão difundidos e atribuídos a eles”&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn7" name="_ftnref7"&gt;[7]&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;Calmet, ao deixar em aberto a discussão sobre a existência ou não de vampiros, incentivou a busca por respostas a respeito deste ser folclórico que começara a se desenvolver na mente de poetas alemães, tanto que dois anos após a publicação de sua dissertação surge o poema &lt;em&gt;Der Vampyr&lt;/em&gt; de Heinrich August Ossenfelder. Após a publicação de Ossenfelder, outros poetas alemães desenvolveram obras semelhantes, como &lt;em&gt;Lenora&lt;/em&gt; de Gottfried August Bürger, &lt;em&gt;Die Braut von Korinth&lt;/em&gt; de Johann Wolfgang von Goethe. Esses poemas chegaram a Inglaterra na década de 1790, quando William Taylor de Norwich traduziu Lenora para o inglês, que incentivou Samuel Taylor Coleridge a escrever &lt;em&gt;Christabel&lt;/em&gt; em 1801 e Robert Southey que escreveu &lt;em&gt;Thalaba the Destroyer&lt;/em&gt;.&lt;br&gt;Dois dos maiores incentivadores da literatura vampírica no início do século XIX foram Lorde George Gordon Byron e Percy Bysshe Shelley, tanto que em 1816, devido ao tempo que não permitia que transitassem pelas ruas de Genebra, Byron sugeriu que fossem escritos histórias de fantasmas para serem compartilhadas entre eles. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-LVFr0x-3ugM/TtIp4itwpWI/AAAAAAAAAEw/TT8vftxh76I/s1600/frankenstein.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; width: 238px; float: right; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679648131435767138" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-LVFr0x-3ugM/TtIp4itwpWI/AAAAAAAAAEw/TT8vftxh76I/s320/frankenstein.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Entre os convidados estavam, além de Shelley, Mary Wollstonecraft Goldwin, Claire Clairmont e John Polidori. As histórias começaram a ser escritas naquela noite e somente duas ganharam relevância após o encontro, uma delas fora escrita por Mary Goldwin, que mais tarde se casaria com Percy Shelley, e era intitulada &lt;em&gt;Frankenstein&lt;/em&gt;. A obra se tornou extensamente popular, pois narrava um cientista que buscava descobrir como reanimar um corpo morto e quando conseguiu, este se torna um monstro, mas somente da ideia de infringir todas as leis da natureza, Mary Shelley, como é mais conhecida, conseguira imputar no imaginário humano a possibilidade de que a ciência era capaz de tudo, até mesmo dar vida aos humanos.&lt;br&gt;Outro membro da reunião que teve certo sucesso com sua obra foi John Polidori que escreveu o primeiro romance &lt;em&gt;The Vampyre&lt;/em&gt;. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-A9pbcGApV94/TtIrhgNqOkI/AAAAAAAAAE8/St_aI4GwXBA/s1600/the-vampyre.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 240px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679649934650522178" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-A9pbcGApV94/TtIrhgNqOkI/AAAAAAAAAE8/St_aI4GwXBA/s320/the-vampyre.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A obra foi publicada em 1819 no &lt;em&gt;New Monthly Magazine&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn8" name="_ftnref8"&gt;[8]&lt;/a&gt;, e foi a primeira a gerar interesse dos ingleses pelos vampiros, antes somente interessantes para poetas. The Vampyre se tornou peça teatral na França e incentivou outros escritores a criar obras literárias sobre vampiros, como James Malcolm Rymer, que em 1840 publicou &lt;em&gt;Varney, the Vampyre&lt;/em&gt;, e Joseph Thomas Sheridan Le Fanu que em dezembro de 1871 iniciou a publicação de &lt;em&gt;Carmilla &lt;/em&gt;na revista &lt;em&gt;Dark Blue&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn9" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn9" name="_ftnref9"&gt;[9]&lt;/a&gt; em quatro partes.&lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-2dMr9yBK4wQ/TtIsAyJ7UGI/AAAAAAAAAFI/kLnmso1Elr8/s1600/carmilla.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; width: 213px; float: right; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679650472042647650" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-2dMr9yBK4wQ/TtIsAyJ7UGI/AAAAAAAAAFI/kLnmso1Elr8/s320/carmilla.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Carmilla contava a história de uma vampira que atormentava uma jovem e foi esta história a principal incentivadora para a criação de Drácula, pois depois de lê-la, Bram Stoker teve um pesadelo e iniciou o projeto para um livro sobre vampiros.&lt;br&gt;Impressionado com a abordagem do fantástico pelo escritor de Carmilla, Bram Stoker, que nessa época já havia escrito livros adultos e infantis, decide iniciar uma pesquisa.&lt;br&gt;Conforme descoberto pelo editor e pesquisador Marcos Torrigo e citado por ele na Introdução do livro “Drácula”, Bram Stoker aparentemente fez parte da &lt;em&gt;Hermetic Order of the Golden Dawn&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn10" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn10" name="_ftnref10"&gt;[10]&lt;/a&gt;, que buscava respostas sobre o imaginário que permeava o século XIX, e que possuía documentos que poderiam ser associados a &lt;em&gt;Vlad Dracul&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn11" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn11" name="_ftnref11"&gt;[11]&lt;/a&gt;, pai de Vlad Dracula, personagem-título da obra de Stoker.&lt;br&gt;Em um melhor entendimento sobre isso a necessidade do uso de um personagem da história da Europa Oriental na obra de Bram Stoker, cito Sandra Jatahy Pesavento que escreve sobre o imaginário:&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="right"&gt;&lt;font size="2"&gt;“(As) representações teriam, na sua concepção, um fundo de apoio na &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;concreticidade das condições reais da existência. Ou seja, as ideias-imagens precisam ter um &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;mínimo de verossimilhança com o mundo vivido, para que tenham aceitação social, &lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;para que sejam críveis.” (S.J. Pesavento, 1995, p.22)&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;Dessa forma podemos compreender que Stoker ao usar Vlad, que também era conhecido como &lt;em&gt;Vlad Ţepeş&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn12" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn12" name="_ftnref12"&gt;[12]&lt;/a&gt;, busca criar alguma ligação com a realidade, já que este havia sido um sanguinário guerreiro da Igreja Cristã.&lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-jFtUppZ5L6I/TtIscoi7o2I/AAAAAAAAAFU/U3JUot0gMnM/s1600/Dracula%2B1st%2Bedition.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 218px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679650950499509090" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-jFtUppZ5L6I/TtIscoi7o2I/AAAAAAAAAFU/U3JUot0gMnM/s320/Dracula%2B1st%2Bedition.jpeg"&gt;&lt;/a&gt;Com as informações sobre a família de Vlad e seu passou, e tendo como leitura o livro &lt;em&gt;The Land&lt;br&gt;Beyond to the Forest&lt;/em&gt;, de Emily Gerard, que narra com detalhes os costumes e tradições da região da Transilvânia, Bram Stoker desenvolveu sua obra. Ele junta as lendas do leste europeu, o envolvimento da Igreja na perseguição a estes seres demoníacos, um guerreiro romeno que lutou contra os turcos no século XV, para criar uma obra que influenciou – e ainda influencia – muitos trabalhos voltados para este tema, criando um mito que permeia o imaginário até os dias de hoje, pois como cita Roland Barthes em seu livro Mitologias: “O mito é um sistema de comunicação, uma mensagem.” (BARTHES, 2010, p.199), e Drácula funciona muito bem neste contexto, pois passa a mensagem da existência do vampiro dentro da sociedade vitoriana, abastecida pelo imaginário do fantástico com obras como Frankenstein de Mary Shelley e &lt;em&gt;O Médico e o Monstro &lt;/em&gt;de Robert Louis Stevenson, que trabalham a ciência e o ocultismo lado-a-lado. Já o trabalho do mito e do fantástico desenvolvido por Bram Stoker se diferencia e dá mais destaque, pois busca em lendas que já vinham enriquecendo a literatura europeia sua base, usando uma região totalmente rica deste conteúdo, como a Transilvânia.&lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-ecwNd6zE3L8/TtItAynORxI/AAAAAAAAAFg/c0hnoDJU0jU/s1600/lyceum-programme-11.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 0px 10px 10px; width: 250px; float: right; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679651571677153042" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ecwNd6zE3L8/TtItAynORxI/AAAAAAAAAFg/c0hnoDJU0jU/s320/lyceum-programme-11.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Bram Stoker não parece desconhecer o que criara, tanto que, com seu sócio e amigos, o ator Henry Irving, lança a peça &lt;em&gt;Dracula, or The Un-dead&lt;/em&gt; no &lt;em&gt;Lyceum Theater &lt;/em&gt;em 1897, no intuito de garantir os direitos sobre a obra, mas vinte e cinco anos depois, na Alemanha, o roteirista Henrik Gallen e o diretor Friedrich Wilhelm Murnau, apoiados por Albin Grau, diretor da Prana-Film, desenvolvem o filme &lt;em&gt;Nosferatu, Eine Symphonie de Garuens&lt;/em&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn13" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftn13" name="_ftnref13"&gt;[13]&lt;/a&gt;. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-Wuz0S64fagM/TtItpV8Vt1I/AAAAAAAAAFs/LoAkQCvK7sw/s1600/nosferatu_le_vampire5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; width: 225px; float: left; height: 320px; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5679652268355729234" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-Wuz0S64fagM/TtItpV8Vt1I/AAAAAAAAAFs/LoAkQCvK7sw/s320/nosferatu_le_vampire5.jpg"&gt;&lt;/a&gt;O termo nosferatu vem do eslavo que significa portador de pragas. A locação se muda da Transilvânia para a cidade de Bremen, na Alemanha, e os nomes dos personagens se alteram, como Drácula passa a se chamar Conde Orlock, mas o filme é nitidamente baseado na obra de Stoker, o que trás problemas para a&lt;br&gt;película, que sofre um processo de direitos autorais e é ordenado que todas as cópias sejam queimadas, alimentando ainda mais o mito sobre Drácula.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;O que alimenta o imaginário acerca de Drácula são todos os trabalhos midiáticos desenvolvidos com base na mitologia por trás da obra, como o sol, o espelho, os objetos religiosos (no plural mesmo), alho, rosas silvestres, sendo que alguns desses já foram desenvolvidos para o cinema, como o sol.&lt;br&gt;O mito do vampiro ficou mais enriquecido após a obra Drácula, escrita por Bram Stoker, e se tornou um fenômeno, mesmo tendo anteriormente escritores do mais diversos, se baseando neste folclore do leste europeu. Desmentindo Davanzati, podemos ver, com o crescente de obras sobre vampiros, que a influência do mito vai além do imaginário de um povo iletrado e camponês, podendo enriquecer-se na mente até mesmo de eruditos e assim construindo um mundo fantástico.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Referências bibliográficas:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;BARTHES, Roland. &lt;strong&gt;Mitologias&lt;/strong&gt;. 5 ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2010.&lt;br&gt;MCNALLY, R. T.; FLORESCU, R. &lt;strong&gt;Em busca de Drácula e outros vampiros&lt;/strong&gt;. São Paulo: Mercuryo, 1995.&lt;br&gt;MELTON, John Gordon. &lt;strong&gt;O livro dos vampiros&lt;/strong&gt;: A enciclopédia dos mortos-vivos. São Paulo: M.Books do Brasil, 2003.&lt;br&gt;PESAVENTO, Sandra Jatahy. &lt;strong&gt;Em busca de outra história&lt;/strong&gt;: Imaginando o imaginário. Revista&lt;br&gt;Brasileira de História. São Paulo, v. 15, n. 19, 1995.&lt;br&gt;STOKER, Bram. &lt;strong&gt;Drácula&lt;/strong&gt;. São Paulo: Madras, 2002.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn1" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Termo servo-croata para definir vampiro.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn2" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Temor mórbido de um mal desconhecido (HOUAISS).&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn3" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Dissertação sobre vampiros.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn4" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Vampiro, em italiano.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn5" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref5" name="_ftn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; Nome dado ao vampiro pelos bielorrussos, tchecos e eslovacos.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn6" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref6" name="_ftn6"&gt;[6]&lt;/a&gt; Dissertação sobre as aparições de anjos, demônios, dos espíritos e fantasmas e vampiros na Hungria, Boêmia, Morávia e Silésia.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn7" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref7" name="_ftn7"&gt;[7]&lt;/a&gt; MELTON apud CALMET, 2003, p. 223.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn8" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref8" name="_ftn8"&gt;[8]&lt;/a&gt; Revista inglesa criada por Henry Colburn em 1814.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn9" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref9" name="_ftn9"&gt;[9]&lt;/a&gt; Revista inglesa criada por John Christian Freund em 1871.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn10" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref10" name="_ftn10"&gt;[10]&lt;/a&gt; Ordem fundada em 1888 por Samuel Liddell MacGregor Masters que estuda ocultismo.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn11" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref11" name="_ftn11"&gt;[11]&lt;/a&gt; Nobre que se tornou membro da Ordem do Dragão em 1431.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn12" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref12" name="_ftn12"&gt;[12]&lt;/a&gt; Vlad, o Empalador, em romeno.&lt;br&gt;&lt;a style="mso-footnote-id: ftn13" title="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8381906484372445899#_ftnref13" name="_ftn13"&gt;[13]&lt;/a&gt; Nosferatu, Uma sinfonia de horror, de 1922.&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt; &lt;p align="center"&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-8425129979765003000?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DSF02ezJhAw_C0IFTDvt66xMoLQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DSF02ezJhAw_C0IFTDvt66xMoLQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DSF02ezJhAw_C0IFTDvt66xMoLQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DSF02ezJhAw_C0IFTDvt66xMoLQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/-FE_8QuwA5c" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/-FE_8QuwA5c/o-imaginario-do-vampiro-no-seculo-xix.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-hvhDOpmJ-co/TtIuN9B6TzI/AAAAAAAAAF4/u-nYnE7BGUc/s72-c/semin%25C3%25A1rio.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2011/11/o-imaginario-do-vampiro-no-seculo-xix.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-5554974332895633060</guid><pubDate>Tue, 01 Nov 2011 14:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-01T12:34:12.471-02:00</atom:updated><title>Lâmia e Vampirismo Real - 11 anos depois...</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Vocês lembram destas páginas?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TZYJwiAJtZ4/Tq_-VsxvISI/AAAAAAAAAXs/JDoBMNvrBMk/s1600/lamia1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-TZYJwiAJtZ4/Tq_-VsxvISI/AAAAAAAAAXs/JDoBMNvrBMk/s320/lamia1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KZMwemimXwA/Tq_-WoAzH5I/AAAAAAAAAXw/KUHLm1KS8MU/s1600/lamia2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-KZMwemimXwA/Tq_-WoAzH5I/AAAAAAAAAXw/KUHLm1KS8MU/s320/lamia2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É, já se foram 11 anos desde que elas foram ao ar pela primeira vez.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Muitas coisas aconteceram desde então. Fiz muitas amizades, algumas &amp;nbsp;que perduram até hoje. Também fiz muitos inimigos, alguns inclusive, que me ensinaram muitas coisas, que na época, talvez eu fosse jovem demais para perceber. Hoje sou grato a eles por ter aprendido um pouco mais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Enfim, para comemorar estes 11 anos, e atendendo aos muitos pedidos, resolvi recolocar estas páginas no ar, no formato de blog. Não neste blog, novos blogs foram criados para hospedar este conteúdo e o conteúdo sobre a OSV (Ordo Sanctum Vampirii). Porém, todo o material sofrerá uma correção (há muitos erros de português) e uma atualização. Enfim, é só esperar, logo estará no ar novamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Espero que tenham gostado da novidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Abraços.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Marco.´.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-5554974332895633060?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kzPek7oqz97wU_qmA20Jw-Mc2T8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kzPek7oqz97wU_qmA20Jw-Mc2T8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kzPek7oqz97wU_qmA20Jw-Mc2T8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/kzPek7oqz97wU_qmA20Jw-Mc2T8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/LRbyBG8M7Ew" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/LRbyBG8M7Ew/lamia-e-vampirismo-real-11-anos-depois.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-TZYJwiAJtZ4/Tq_-VsxvISI/AAAAAAAAAXs/JDoBMNvrBMk/s72-c/lamia1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2011/11/lamia-e-vampirismo-real-11-anos-depois.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-8864120827447727589</guid><pubDate>Thu, 19 May 2011 15:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-19T13:59:52.465-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Europa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">leitura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lord Ruthven</category><title>O Vampiro na literatura dos séculos XVIII e XIX – cont.</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"  style="line-height: 150%; "&gt;Continuando a publicação do artigo "&lt;b&gt;O VAMPIRO LITERÁRIO DO SÉCULO XVIII AO XIX&lt;/b&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;, feito por mim na Faculdade de História que estou fazendo na Saberes, coloco mais algumas partes. Se não viu as partes anteriores, então leia as duas anteriores &lt;a href="http://http//vampirologia.blogspot.com/2010/07/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://http//vampirologia.blogspot.com/2010/07/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos_22.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Boa leitura!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;b&gt;3 &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;b&gt;O VAMPIRO LITERÁRIO DO SÉCULO XVIII AO XIX&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; margin-bottom: 0.0001pt; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px; font-family: 'Times New Roman'; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span class="shorttext"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black"&gt;2.2 De Coleridge a Stoker&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-LdU1ZoshZQw/TdU5uYXIqsI/AAAAAAAAADY/QNipcCElDqg/s320/1933_samuel_taylor_coleridge.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 222px; height: 320px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608452379936074434" /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;A literatura vampírica chegou à Inglaterra em meados do século XVIII com poemas escritos por Goethe, Bürger e Tieck, mas só tornou-se parte da literatura inglesa quando &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Samuel Taylor Coleridge escreveu o poema Christabel. No poema, escrito em 1816, ele nos apresentava Geraldine, uma vampira apaixonada pela personagem-título. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;A aceitação de que o texto pudesse ter referências vampíricas só veio no século XX, graças a Arthur H. Nethercot, que&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; percebera nas características de Geraldine semelhanças com seres &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;vampirescos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;O poema Christabel também tem certo destaque pela retratação da relação lésbica das duas mulheres, sendo a primeira citação em toda a história literária dos vampiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;2.2.1 Lord Ruthven&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;Como o poema Christabel gerava dúvidas se era ou não um poema relacionado a vampiros (esta dúvida somente seria esclarecida em 1930, pelo crítico literário Arthur H. Nethercot), algumas das mentes inglesas mais sapientes decidiram se reunir em Genebra, no ano de 1816, para criar suas próprias histórias de monstros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;O encontro aconteceu pelo acaso da viagem do lorde inglês George Gordon Byron.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-VKjtf-LEmCE/TdU8ONJ6YxI/AAAAAAAAADg/CNWiPYYbZNY/s320/byron.png" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 262px; height: 320px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608455125706892050" /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Lord Byron, como é mais conhecido, se tornara um nobre inglês após o falecimento de um tio-avô, herdando assim o título e todos &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;os bens da família. Em 1813, Byron fez sua primeira aventura no &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;universo vampiresco com o poema The Giaour. Apesar de antecessor ao poema de Coleridge, Byron nunca reivindicou tal posição. O impressionante no poema é o conhecimento de Byron quanto à mitologia vampírica grega, tornando o personagem-título, o giaour (um marginal da fé cristã), em um vrykolaka, um não-morto que volta &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;para atormentar a família, bebendo do sangue deles.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;Este foi o primeiro de vários poemas escritos por Byron acerca do tema, mas o texto que viria a ser o primeiro conto de vampiros na história da literatura mundial, só ocorreu após sua separação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Em 1816, Byron iniciou uma viagem excursionaria pela Europa, ao lado do jovem médico John Polidori. Esse era pouco conhecido do mundo literário, pois sua única aventura nesse meio havia sido uma tese sobre o pesadelo. Na cidade sueca, Byron e Polidori receberam o casal Percy Bysshe Shelley e Mary &lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold"&gt;Wollstonecraft&lt;/span&gt; Goldwin, e a irmã adotiva dessa, Claire Mary Jane Clairmont, e em uma noite chuvosa, decidem escrever contos fantasmagóricos. Para incentivar a mente de seus parceiros, Byron lê alguns contos do escritor alemão de ficção gótica, Ernst Theodor Wilhelm Hoffman.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-_59cxcc28EI/TdU9SIua_GI/AAAAAAAAADo/phRxB6C3aHU/s320/mary_shelley_author_frankenstein.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 218px; height: 320px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608456292748950626" /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Durante dois dias eles desenvolveram histórias dos mais diversificados tipos, sendo que, a história da jovem Mary, com 19 anos na época, fora a única que se tornara um best-seller, conhecido com Frankenstein, or The Modern Prometheus, que fora publicado em 1818, quando ela já se chamava Mary Shelley.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Byron teve sua colaboração contando a história de dois amigos que viajam a Grécia, aonde um deles vem a ser atacado e morto. Prometendo não contar sobre a morte de seu parceiro de viagem, o sobrevivente retorna a Inglaterra e depara-se com seu comparsa vivo e tendo um caso com sua irmã. O próprio escritor não dera muita relevância à história, mas seu amigo, o médico John Polidori gostara tanto, que anotara tudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;Meses depois do encontro, Polidori seguira para a Inglaterra enquanto Byron continuou sua viagem. Quando esse retorna, em maio de 1819, encontra uma nota no jornal New Monthly Maganize com o título The Vampyre e colocando-o como autor. Mal sabia ele que o verdadeiro escritor era seu antigo companheiro de viagem, John &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Polidori.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-KI-n-zhV94M/TdU-BCY8iFI/AAAAAAAAADw/Mub5LF5-Lag/s320/john-polidori-by-gainsford.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 296px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608457098502113362" /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Quando retornara a Inglaterra, o jovem médico, que sonhava em ser um escritor, decidiu usar das anotações que fizera da história de Byron e desenvolveu o conto do jovem Aubrey. Um rapaz abastado, mas ingênuo que conhece Lorde Ruthven, e o acompanha em uma viagem pela Europa. Durante a viagem, Aubrey conhece outra faceta de Ruthven, de jogador e agiota, então decide se separar dele e seguir sozinho para a Grécia. Ao chegar ao país helênico conhece uma jovem que relata sobre o vampiro, um ser poderoso que é capaz das mais terríveis artimanhas. Os dois iniciam um romance, quando chega Ruthven. Dias depois da chegada do lorde, a jovem grega morre atacada por um vampiro. Sem &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;fazer ligação aos fatos, Aubrey aceita a mão amiga de Ruthven e ambos continuam a viagem juntos, mas numa noite de lua cheia, são atacados por ladrões e o lorde é morto. Antes de vir a falecer, pede a Aubrey que nunca revele a ninguém sobre sua morte. Sustentando a promessa, ele retorna à Inglaterra, aonde encontra sua irmã noiva de certo Conde Masden. Quando vai conhecer o conde, descobre que este é ninguém menos que Ruthven, mas por causa de sua promessa, nada pode revelar. Tenta impedir a união de ambos, mas não consegue e a irmã de Aubrey termina morta e Ruthven desaparece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;O conto ganhou fama na Europa, principalmente na Alemanha, aonde fora elogiado pelo romancista Goethe e na França, virando a peça Le Vampire, de Charles Nodier, em 1820. Ainda no país germânico, a obra virou uma ópera, intitulada Der Vampyr, de Henrich August Marschner, em 1829. Toda a fama era devido à suposta autoria de Byron, que conseguira sobre muita persistência que não lhe dessem a autoria pela obra, ainda mais por Polidori ter sido audaz em usar o nome Lorde Ruthven, no qual a ex-namorada de Byron, Lady Caroline Lamb, havia usado em seu livro intitulado Glenarvon, publicado em 1816, fazendo referência ao nobre escritor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;Byron, após este episódio, nunca mais mencionou vampiros em seus poemas ou contos, mas as mudanças já haviam acontecido e iniciado um enorme movimento literário sobre o assunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight:normal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;2.2.2 Um adendo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-IICOudtQw-c/TdU-szvbQNI/AAAAAAAAAD4/e-7wWzX3LAE/s320/280px-Alexandre_Dumas.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 265px; height: 320px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608457850484113618" /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Com o sucesso do conto The Vampyre em toda a Europa, surgiram várias obras semelhantes, mas com a diferença de que o &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;vampiro não se dava bem no final, ao contrário de Ruthven, que assassinara a irmã de Aubrey e fugira, impune. Lógico que na peça de Nodier, Le Vampire, ele não saía impune, mas arcava com as consequências de seus atos. Em 1852 foi à vez de Alexandre Dumas, famoso romancista, levar Lord Ruthven aos palcos da França. Infelizmente, o verdadeiro criador da obra, John Polidori, não viveu muito para ver o sucesso de The Vampyre, pois se suicidara em 1821, dois anos depois de lançar o conto. Mas as crias surgiram anos depois. Entre eles, o que ganhou mais destaque foi Varney, de James Malcolm Rymer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;Rymer escreveu &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:EN-GB"&gt;Varney, The Vampire: or, The Feast of Blood&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; em 109 capítulos em 1840 e no mesmo ano, a obra virou um romance de 868 páginas. A crença daqueles que leram a obra era de que Rymer decidira fazer uma reimpressão mais extensa de The Vampyre, de John Polidori, pois todas as opiniões do escritor &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;encontravam-se naquele novo trabalho. Houve muitas confusões em referência a autoria da obra, tanto que o vampirólogo Montague Summers a atribuiu a Thomas P. Prest, autor da obra Sweeney Todd.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;Depois da publicação de Varney, The Vampire, somente em 1870 que o escritor e explorador Richard Francis Burton viria a escrever Vikram and the Vampire. O romance era a primeira menção do mito vampírico relacionado à Ásia. Nele o autor se usa das lendas do Rei Vikram, uma figura real indiana que se tornou um gigante mitológico. A história se inicia quando o rei é enganado por um iogue, um tipo de místico indiano, que o convence a passar uma noite no local da cremação e no outro dia lhe pede para seguir por mais uns seis quilômetros ao sul e trazer um corpo que estaria pendurado nos galhos de uma mimosa, o corpo é de um betail, o vampiro hindu. Vikram demora a convencê-lo, mas quando acontece, durante o caminho de volta, o betail lhe conta várias histórias. Quando ambos chegam ao local da cremação, encontram o iogue convocando Kali. Em uma batalha homérica contra os mais diversos seres demoníacos indianos como rakshasas e bhutas, outros exemplo de vampiros hindus, Vikram mata o iogue e ganha dos deuses a fama que ostentou entre seu povo. A história publicada por Burton era parte do livro The Vetala-Pachisi, um tipo de Mil e Uma Noites indiano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-iCrz0cQaAfE/TdVLbpv-8bI/AAAAAAAAAEA/erU79Lr1N1g/s320/LeFanu.jpg" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 320px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608471849395483058" /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;&lt;/span&gt;Anos depois, mais exatamente em 1872, na coletânea Glass Darkly, Joseph Thomas Sheridan Le Fanu publicou Carmilla.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;Carmilla fora considerado o terceiro romance sobre um vampiro na literatura inglesa, já que o livro de Burton era uma republicação de um clássico indiano. O termo vampiro não cabe bem a personagem, que era uma mulher, mas que retomava o mesmo conceito criado pelo poeta Samuel Taylor Coleridge, ou melhor, de uma vampira lésbica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;A história de Carmilla é contada por Laura, desejo da personagem-título. Ela é filha de um funcionário público aposentado que adquiri um castelo em uma região rural da Estíria, na Áustria, onde os dois residem. A primeira aparição da vampira aconteceu quando a jovem tem seis anos e adormece nos braços de sua algoz, sentindo duas agulhas finas penetrarem no seu peito, ela grita, fazendo Carmilla desaparecer embaixo da cama. Quando a babá e a criada chegam ao quarto, não veem nada. Quando Laura completa 19 anos, Carmilla reaparece após um acidente convencional. A mãe dela a deixa no castelo, pois deseja chegar rápido ao destino de ambas. Quando a vampira e sua vítima se reencontram, ela é logo reconhecida, mesmo após treze anos. O que mais impressiona Laura é a semelhança de Carmilla com a Condessa Mircalla Karnstein, de quem Laura é descendente pelo seu lado materno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:150%; tab-stops:49.65pt"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                 &lt;/span&gt;Neste ínterim, chega ao castelo o General Spilsdorf, amigo do pai de Laura, para contar sobre a morte de sua filha, que morrera de causa desconhecida, por isso desconfiavam que tivesse sido um vampiro. O general foi cético quanto ao fato então permaneceu em tocaia no quarto da filha, quando viu a vampira conhecida como Mircalla adentrar novamente no aposento, Ele tentou matá-la com a espada, mas ela fugira. Ao fim do relato, Carmilla entra no aposento onde se encontram Laura, seu pai e Spilsdorf, esse a reconhece e antes de conseguir ferí-la, ela escapa novamente. Eles então a rastreiam até o Castelo dos Karnstein e encontram seu túmulo flutuando em sangue e seu corpo jovial. Providenciam então uma estaca em seu tórax, fazendo soltar um grito estridente, depois a decapitam, queimam seus restos e desfazem das cinzas no vento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family:Calibri;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: EN-US;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Nessa resumida interpretação do conto de Le Fanu, podemos ver como as formas de agir do vampiro viria a influenciar o mais célebre dos romances sobre vampiros, tanto na antiguidade como nos dias atuais, Drácula.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-8864120827447727589?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2aZfr35TIMDG0spoVx-Fl4j_d08/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2aZfr35TIMDG0spoVx-Fl4j_d08/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2aZfr35TIMDG0spoVx-Fl4j_d08/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2aZfr35TIMDG0spoVx-Fl4j_d08/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/duGR5XvfU_0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/duGR5XvfU_0/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-LdU1ZoshZQw/TdU5uYXIqsI/AAAAAAAAADY/QNipcCElDqg/s72-c/1933_samuel_taylor_coleridge.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2011/05/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-3818959294589263449</guid><pubDate>Fri, 23 Jul 2010 01:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-22T22:04:55.981-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Europa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">leitura</category><title>O Vampiro na literatura dos séculos XVIII e XIX – cont.</title><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Como eu já havia prometido, dou sequência a &lt;a href="http://vampirologia.blogspot.com/2010/07/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos.html" target="_blank"&gt;postagem do artigo&lt;/a&gt; que fiz para minha Faculdade de História, na Saberes. O primeiro período se encerrou, agora estou esperando o começo do segundo, e com um objetivo em mente, fazer minha biografia a partir dos clássicos literários sobre vampirismo. Boa leitura a todos! &lt;p&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjp81mzxWI/AAAAAAAAACg/1L-q7bUVyw4/s1600-h/vampire%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="vampire" border="0" alt="vampire" src="http://lh6.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjp-MqdebI/AAAAAAAAACk/WBx_hkzECaE/vampire_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="361" height="222"&gt;&lt;/a&gt; 2 O VAMPIRO LITERÁRIO DO SÉCULO XVIII AO XIX&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;2.1 O Início&lt;/b&gt; &lt;p&gt;A literatura, desde o século XVIII, vem desenvolvendo as mais fantásticas histórias sobre vampiros. Sem um conhecimento certo de onde surgiu a mitologia, com uma suposição que possa ter se desenvolvido na Antiga Mesopotâmia e migrado para a Grécia, e dali para Roma e os países da Europa Oriental. O nome vampiro deriva da palavra upir, que surgiu em um texto na região da Eslovênia do século XV. A migração para a Europa Ocidental aconteceu no ano de 1748, no poema Der Vampyr, escrito pelo alemão Heinrich August Ossenfelder. O poeta ouvira sobre a história de Arnold Paole, um sérvio que após morto fora dado como vampiro. Ele teve o corpo exumado após 40 dias, e por manter uma aparência de recém-enterrado e, após perfurarem o corpo e sair sangue, o estaquearam, decapitaram e queimaram. &lt;p&gt;O poema de Ossenfelder era curto, mas contava a história de um jovem apaixonado que ameaçou seu interesse amoroso de visitá-la todas as noites e beber-lhe o sangue, dando o beijo do vampiro. &lt;b&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjp_L83ZRI/AAAAAAAAACo/jfnF6d6Yx6k/s1600-h/buerger1%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="buerger1" border="0" alt="buerger1" align="left" src="http://lh3.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjp_lzgUlI/AAAAAAAAACs/RwHyluAwpH8/buerger1_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="192" height="240"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;No mesmo século surgiu Lenore de Gottfried August Bürger, um poema que narrava à história de um jovem que prometeu voltar do túmulo como um morto-vivo e reivindicar sua amada e levá-la com ele para o túmulo, tornando-a sua eterna noiva. Muitos creem que este poema teve grande influência sobre a maior obra vampírica da história, Drácula.&amp;nbsp; Mas grandes escritores alemães também tiveram sua passagem pela literatura vampírica, como &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjqAlp_XVI/AAAAAAAAACw/DHKzP4Y2xfs/s1600-h/Johann-Wolfgang-von-Goethe%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Johann-Wolfgang-von-Goethe" border="0" alt="Johann-Wolfgang-von-Goethe" align="right" src="http://lh4.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjqBFpLtNI/AAAAAAAAAC0/0Gxhw8CbbMI/Johann-Wolfgang-von-Goethe_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="240" height="240"&gt;&lt;/a&gt;Johann Wolfgang Von Goethe, escritor alemão, que em 1797 escreveu Die Braut Von Korinth, que contava a história de um jovem de família pagã que se apaixona por uma jovem de família cristã, mas após ver seu noivado desmanchado e sendo transformada em freira por sua mãe, a jovem se suicida e retorna do túmulo a procura de seu noivo. Goethe explicou que fora influenciado pelo conto Philinnion, de Flégon de Trales, um romancista da Grécia Antiga, outra fonte de muitos mitos como a lamia, empusa, mormolykiai, vrykolaka e o callicantzaro. &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjqB7BIwGI/AAAAAAAAAC4/2VZozZJi-Us/s1600-h/Ludwig_Tieck%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Ludwig_Tieck" border="0" alt="Ludwig_Tieck" align="left" src="http://lh6.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjqCnhvOGI/AAAAAAAAAC8/ezhBDP4m_0Y/Ludwig_Tieck_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800" width="218" height="240"&gt;&lt;/a&gt; Outro grande poeta alemão a publicar sobre o tema vampiro foi Johann Ludwig Tieck, que publicou sua obra que fora traduzida para o inglês com o título Wake Not the Dead. A obra contava a história da jovem Brunhilda, que fora trazida de volta à vida pelo seu amado Walter, um nobre que acordou um dia e a viu se esvaindo de sangue. &lt;p&gt;Com a chegada do texto de Tieck à Inglaterra, o interesse pelo mito dos vampiros foi crescendo. Outro fator para o desenvolvimento da literatura foram às dissertações desenvolvidas no âmbito da Igreja Cristão-Católica Romana pelo arcebispo Giuseppe Davanzati, que escreveu Dissertazione sopra I Vampiri, em 1744, e o acadêmico &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjqsofAHJI/AAAAAAAAADA/Zf_VcEDdhQs/s1600-h/Calmet_Augustin%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Calmet_Augustin" border="0" alt="Calmet_Augustin" align="right" src="http://lh5.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjqtfjjGtI/AAAAAAAAADE/_trO44Wx0NQ/Calmet_Augustin_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="142" height="240"&gt;&lt;/a&gt; Dom Augustin Calmet que, em 1746, escrevera Dissertations sur les Apparitions des Anges, des Démons e des Esprits, et sur les revenants, et Vampires de Hungrie, De Bohême, de Moravie, et de Silésie. Essas dissertações traziam relatos e explicavam o que era e como destruir um vampiro, servindo de base, mais tarde, para os romancistas.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-3818959294589263449?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Yx1WghBP2df3RDS0au2xjTGits/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Yx1WghBP2df3RDS0au2xjTGits/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Yx1WghBP2df3RDS0au2xjTGits/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_Yx1WghBP2df3RDS0au2xjTGits/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/9gzpYL8rvx0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/9gzpYL8rvx0/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos_22.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><media:thumbnail url="http://lh6.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TEjp-MqdebI/AAAAAAAAACk/WBx_hkzECaE/s72-c/vampire_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2010/07/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos_22.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-4681355972029858541</guid><pubDate>Fri, 02 Jul 2010 10:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-02T07:11:36.657-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">literatura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dracula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lestat</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Europa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">biografias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">leitura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Anne Rice</category><title>O VAMPIRO NA LITERATURA DOS SÉCULOS XVIII E XIX</title><description>&lt;p&gt;Este ano eu iniciei uma faculdade de História – Licenciatura. Dentre os vários trabalhos pedidos para serem feitos, requereram dos alunos que preparassem um artigo acadêmico sobre um tema livre. Eu cheguei a ficar entre três temas que eu gosto, mas optei pela Literatura vampírica, tão em voga nos dias de hoje graças aos filmes da “Saga” Crepúsculo e os seriados True Blood e The Vampire Diaries. Verdade seja dita, se não fossem os europeus do século XVIII, mas exatamente os poetas alemães, nenhuma dessas histórias existiriam nos dias de hoje, por isso me dediquei a fazer um artigo sobre eles. O que colocarei aqui será somente o Resumo, o &lt;em&gt;Abstract&lt;/em&gt; e a Introdução, mais para frente coloco como tudo começou. Boa leitura! &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TC26tcSmU3I/AAAAAAAAACQ/dxmMqeQjLE4/s1600-h/write-letter-byron-2003%5B7%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="write-letter-byron-2003" border="0" alt="write-letter-byron-2003" src="http://lh3.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TC26vUuQhnI/AAAAAAAAACY/3iOY-gK_cJE/write-letter-byron-2003_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" width="405" height="226"&gt;&lt;/a&gt; O VAMPIRO NA LITERATURA DOS SÉCULOS XVIII E XIX&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;RESUMO&lt;/b&gt;: Este artigo tem como objetivo fazer uma breve biografia sobre a literatura vampírica iniciada no século XVIII. Os vampiros permeiam o imaginário popular desde os tempos pré-históricos, mas alcançaram o Ocidente e provocaram um grande furor com histórias de horror de todos os tipos, baseando-se, muitas vezes, em histórias reais e na mitologia da Europa Oriental de vários povos. Sua ascensão começou na Alemanha, que será o ponto de partida, indo para a literatura popular inglesa, que veio a influenciar várias histórias contadas até os dias de hoje. Como se desenvolveu a literatura vampírica na Europa Ocidental? Quais foram os grandes personagens dessa literatura? E qual foi aquele que mais ganhou destaque nesse meio? &lt;p&gt;Palavra-chave: vampiro, literatura, Europa, biografias&lt;/p&gt; &lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="2" width="427"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="425"&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;The vampire in literature from the 18th and 19th centuries&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;ABSTRACT:&lt;/b&gt; This article aims to give a brief biography about vampiric literature started in the 18th century. Vampires permeate the popular imagination since prehistoric times, but reached the West and caused a big splash with horror stories of every kind, relying often on true stories and the mythology of various peoples of Eastern Europe. His rise began in Germany, which will be the starting point, going to English popular literature, which came to influence many stories to this day. As we developed the vampiric literature in Western Europe? What were the great characters of literature? And what was the one that most spotlighted in this environment?&lt;/em&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Keyword: vampire, literature, Europe, biographies.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;1 INTRODUÇÃO&lt;/b&gt; &lt;p&gt;Com uma extensa história na literatura mundial, viajando toda a Europa e chegando as Américas, com todos os seus mitos e crenças, os vampiros encantam a humanidade desde o século XVIII. Com um princípio bem simplista, em poemas alemães, eles vieram a fazer parte de temas de reuniões de romancistas ingleses, abrilhantarem a obra de um mero funcionário público e participar como coadjuvante de um grande ícone da literatura inglesa. Inundaram os Estados Unidos, se tornando grandes crônicas vampíricas e formando famílias seculares ou colocando irmãos em riste. Chegaram ao Brasil e se tornaram sucesso de vendas. A intenção deste artigo é contar como aconteceu esse grande desenvolvimento da literatura vampírica no mundo, a ponto de torná-lo ícones da cultura popular.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-4681355972029858541?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d8c9OyMZlyAs9AIlAJeog8ZGE_s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d8c9OyMZlyAs9AIlAJeog8ZGE_s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d8c9OyMZlyAs9AIlAJeog8ZGE_s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d8c9OyMZlyAs9AIlAJeog8ZGE_s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/y7gWJm6rYWo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/y7gWJm6rYWo/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><media:thumbnail url="http://lh3.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/TC26vUuQhnI/AAAAAAAAACY/3iOY-gK_cJE/s72-c/write-letter-byron-2003_thumb%5B5%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2010/07/o-vampiro-na-literatura-dos-seculos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-1413065842200668010</guid><pubDate>Sat, 08 Aug 2009 02:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-07T23:45:37.603-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">blog</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">blogosfera</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desconferencia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">BlogcampES</category><title>2º BlogcampES está chegando!</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://blogcampes.com.br/"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="head-copia" border="0" alt="head-copia" src="http://lh5.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/Snzmn3MxaPI/AAAAAAAAAB0/jgkNOPrjwT8/head-copia%5B8%5D.jpg?imgmax=800" width="413" height="187" /&gt;&lt;/a&gt;O 2º &lt;a href="http://blogcampes.com.br/" target="_blank"&gt;BlogcampES&lt;/a&gt;&amp;#160; tem como principal intenção, unir blogueiros em um evento no qual acontecerá várias atividades. Esta segunda edição contará com uma organização muito bem esquematizada e teve seu lançamento no diao 04 de agosto, no &lt;a href="www.fuelstation.com.br/" target="_blank"&gt;Fuel Station&lt;/a&gt; e tudo foi devidamente filmado peloc &lt;a href="http://www.e-brand.com.br/" target="_blank"&gt;e-brand&lt;/a&gt;. As &lt;a href="http://blogcampes.com.br/inscricao" target="_blank"&gt;inscrições&lt;/a&gt; estão sendo feito no site do evento e lá também você pode encontrar toda a &lt;a href="http://blogcampes.com.br/programacao/2-2009/26-confira-a-programacao-do-2o-blogcampes" target="_blank"&gt;programação&lt;/a&gt;. Mas se não deseja ficar viajando de um site para o outro, segue abaixo tudo que acontecerá no BlogcampES, além do vídeo feito pelo e-brand. Não percam esse evento que servirá para ampliar a blogosfera capixaba.&lt;a href="http://blogcampes.com.br/programacao/2-2009/26-confira-a-programacao-do-2o-blogcampes" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://blogcampes.com.br/inscricao" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;ento, então se você tem um blog e deseja conhecer outros blogueiros ou mesmo participar de algumas atividades, não perca tempo! Senão, somente apareça lá e conheça novas pessoas!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;QUINTA, 20 DE AGOSTO &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;09:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Recepção com café da manhã&lt;/strong&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;09:00 às 12:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Blogosfera 10 anos depois do Blogger: O que podemos hoje?       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;14:00 às 16:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Oficina de cibertexto &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;16:00 às 18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Fórum de Conhecimento Livre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;19:00 às 20:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade cultural&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Mostra Mashup Áudio Vídeo com curadoria de André Paste &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade Cultural&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;TwitterFEST – lançamento do agregador de blogs &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SEXTA, 21 DE AGOSTO &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;09:00 às 12:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Opinião, política e Blogosfera       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;14:00 às 16:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Oficina de cibertexto &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;16:00 às 18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Fórum de Conhecimento Livre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;19:00 às 21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Blogosfera Literária: prosa e verso       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade Cultural&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Pipoca e blog: exibição do documentário “Blogosfera Capixaba” de Sérgio Rodrigo &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;SÁBADO, 22 DE AGOSTO &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;09:00 às 12:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;As Blogosferas femininas e LGBT's       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;14:00 às 16:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Oficina de cibertexto &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;16:00 às 18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Fórum de Conhecimento Livre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;19:00 às 21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Blogosfera e o Twitter: o que um faz com o outro?       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;21:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade Cultural&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;BlogParty &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;DOMINGO, 23 DE AGOSTO &lt;/p&gt;  &lt;hr /&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;10:00 às 13:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Desconferência:&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;A Blogosfera Trash/Freak: existe no ES?       &lt;br /&gt;Cada desconferencista pode ir até o microfone e fazer uma fala institucional de até 5 a 10 minutos, a seguir todos os presentes poderão manifestar-se. A manifestação deve girar em torno das questões levantadas pelos desconferencistas. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;14:00 às 16h00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação        &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Oficina de cibertexto &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;16:00 às 18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Atividade de interação&lt;/strong&gt;       &lt;br /&gt;Fórum de Conhecimento Livre &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;18:00&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Encerramento&lt;/strong&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;font size="1"&gt;Última atualização (Qua, 05 de Agosto de 2009 15:20) &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Vídeo do Lançamento do 2º BlogcampES&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 5px; margin: 0px auto; padding-left: 5px; width: 425px; padding-right: 5px; display: block; float: none; padding-top: 5px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:eedb243e-9ee8-4af0-9279-acbe5161436b" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="03955a25-0edb-4118-b5ac-ee248d5d624a" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=egUiXGRuxqI" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/SnzmosGTntI/AAAAAAAAAB4/wbQ2nTDSBng/video7246a214e903%5B9%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('03955a25-0edb-4118-b5ac-ee248d5d624a'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/egUiXGRuxqI&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/egUiXGRuxqI&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-1413065842200668010?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bmzDPz4EmuPTnPpWiUF9RB8wRr0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bmzDPz4EmuPTnPpWiUF9RB8wRr0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bmzDPz4EmuPTnPpWiUF9RB8wRr0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bmzDPz4EmuPTnPpWiUF9RB8wRr0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/LsYlAFbs7f8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/LsYlAFbs7f8/2-blogcampes-esta-chegando.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><media:thumbnail url="http://lh5.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/Snzmn3MxaPI/AAAAAAAAAB0/jgkNOPrjwT8/s72-c/head-copia%5B8%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2009/08/2-blogcampes-esta-chegando.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-7870583071056664731</guid><pubDate>Sat, 01 Aug 2009 19:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-01T16:52:02.071-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">leitura</category><title>“A Grega” no Clube de Autores</title><description>&lt;p&gt; Há alguns anos atrás, o escritor &lt;strong&gt;André Luz&lt;/strong&gt; desenvolveu a história da grega &lt;strong&gt;Marcelle Anthemimus&lt;/strong&gt;. Ela é uma vampira que vai até o Espírito Santo para contar sua história a jornalista &lt;strong&gt;Caroline Guimarães&lt;/strong&gt;. Durante anos ele tentou lançar este livro, mas sempre com esforços em vão, devido aos altos custos das editoras. Com o surgimento do site &lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega" target="_blank"&gt;Clube de Autores&lt;/a&gt;, ele conseguiu o seu intuito e publicou seu romance, “A Grega”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O livro está a venda pelo valor de R$ 41,72 (mais custos de entrega). Para ver, entre aqui: &lt;a title="http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega" href="http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega"&gt;http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega&lt;/a&gt; e boas compras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Abaixo o promo do romance, feito por &lt;a href="http://luberdarte.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Luciana Waack&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://clubedeautores.com.br/book/3535--A_Grega" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="livro do andré cópia" border="0" alt="livro do andré cópia" src="http://lh5.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/SnSc4BnQdTI/AAAAAAAAABo/IwqkyPs20vs/livro%20do%20andr%C3%A9%20c%C3%B3pia%5B10%5D.jpg?imgmax=800" width="414" height="561" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-7870583071056664731?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PJhwz3AH7pw7ZCTLoKskhVBnd5k/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PJhwz3AH7pw7ZCTLoKskhVBnd5k/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PJhwz3AH7pw7ZCTLoKskhVBnd5k/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PJhwz3AH7pw7ZCTLoKskhVBnd5k/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/jCyl3EyluZk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/jCyl3EyluZk/grega-no-clube-de-autores.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><media:thumbnail url="http://lh5.ggpht.com/_muhcTlqvbhg/SnSc4BnQdTI/AAAAAAAAABo/IwqkyPs20vs/s72-c/livro%20do%20andr%C3%A9%20c%C3%B3pia%5B10%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2009/08/grega-no-clube-de-autores.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-6066167458653782790</guid><pubDate>Sun, 21 Jun 2009 04:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-21T02:18:08.109-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">WikiBlogsBR</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">blog</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Wikimedia Foundation</category><title>Surge o WikiBlogsBR</title><description>&lt;p&gt;&lt;font color="#d6d6d6"&gt;Isso é mais um anuncio do que algo relacionado aos meus blogs Teatro Capixaba, Contos do Pee Wee, Vampirologia – O Estudo e/ou Gothamita.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No dia 20/06/2009 (sexta-feira), o criador do &lt;a href="http://viversozinho.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Blog do Solteirão&lt;/a&gt;, ex-blogueiro, &lt;strong&gt;Armando Rogério Brandão Guimarães Jr.&lt;/strong&gt;, decidiu desenvolver o &lt;a href="http://www.blogs.wiki.br/" target="_blank"&gt;WikiBlogsBR&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O site funciona como o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;, ou melhor, ele é um agregador de assuntos, como uma enciclopédia virtual, e servirá como um local aonde os blogueiros do Brasil inteiro estarão colocando sobre suas páginas, a história delas e o porque foram desenvolvidas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para fazer parte, basta se inscrever e criar sua página, aonde poderá falar sobre seu blog e assim terá mais um local para divulgá-lo. Aprenda como criar sua página na &lt;a href="http://pt.wikinews.org/wiki/Ajuda:Guia_de_edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o/Formata&amp;ccedil;&amp;atilde;o" target="_blank"&gt;Guia de de edição/Formatação&lt;/a&gt;, publicado no &lt;a href="http://pt.wikinews.org/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank"&gt;Wikinotícas&lt;/a&gt;, do &lt;a href="http://wikimediafoundation.org/wiki/P%C3%A1gina_Principal" target="_blank"&gt;Wikimedia Foundation&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-6066167458653782790?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sZFkv2MBW1pB5_kEfjmv7wJnPcE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sZFkv2MBW1pB5_kEfjmv7wJnPcE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sZFkv2MBW1pB5_kEfjmv7wJnPcE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sZFkv2MBW1pB5_kEfjmv7wJnPcE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/dQGYWTs08_k" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/dQGYWTs08_k/surge-o-wikiblogsbr.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2009/06/surge-o-wikiblogsbr.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-8099229077959806073</guid><pubDate>Wed, 28 Jan 2009 22:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-28T21:19:47.799-02:00</atom:updated><title>Ensaio Sobre o Poder</title><description>Eis que então veio o poder, atrelado diretamente às habilidades adquiridas por força da ampliação do conhecimento em direção ao tão em voga “despertar”, ou por demais práticas relacionadas a este fim. Algumas manipulações das circunstâncias parecem tão aplicáveis, e tão sedutoras, a partir do momento em que se tem conhecimento o bastante para manipular seus desfechos... Pois bem, bom que se saiba, pode-se, ainda que nem sempre se deva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a relação entre o poder e o dever é bastante íntima, mas não se obrigam senão por força de uma pequena rede de normas e regras fundamentais, nem sempre facilmente dedutíveis, de razão e proporção. A lei maior é a do Lastro, não há dúvida. Faças e terás o resultado, primeiro a curto, após a médio, e posteriormente: o devido. Não há como, nem por onde escapar do Lastro, como não se pode escapar da física (ainda que alguns contrariem alguns dogmas equivocados da física, não significa que tenham contrariado a real norma física, ainda não totalmente desvendada pelo homem científico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos Lobos, mas não a todos, resta o dilema perpétuo. Até que ponto o que se vive é de fato real, fruto dos méritos particulares, dentro das regras do jogo? A partir de onde é simples resultado de “manipulação das cartas”?&lt;br /&gt;Fique claro, não se trata de um dilema apenas de Vampyros, mas também de qualquer membro privilegiado de qualquer organismos social onde possa contar com privilégios e poderes. Mas sem dúvida, ao Vampyro, por tratar-se de uma característica íntima da qual não se pode livrar em segundo algum de sua existência, é um dilema digno de causar loucura, por certo. Por vezes, causa determinante desta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos, não necessariamente Vampyros, contam com a possibilidade de ascender à determinadas posições privilegiadas diante os demais, detendo consigo poder, tal qual um homem que, de maneira oculta, porta uma arma diariamente, todos os dias de sua vida, em sua cintura. &lt;br /&gt;&gt;O fato é, quando dela fazer uso? (já que se supõem que mesmo diante um rigoroso treinamento -nem sempre tanto- sabe ele ter um poder sobre a maioria dos que o cercam, e muitas vezes, nas questões diárias, tem sua integridade exposta).&lt;br /&gt;Pois bem, entra aí a importância – outrora discutido com membros da comunidade – de estabelecer uma fronteira determinante do justo e aplicável. Lida-se aqui, neste ambiente, com conhecimento que leva à aquisição de poder, isso é inegável, poder inclusive de autodestruição, como já pudemos presenciar na comunidade mesmo. É aí que entra: O que é certo ou errado nesta rede de interesses sobrepostos?&lt;br /&gt;A resposta, apesar de já contestado, existe. Há como identificar a escolha certa e escolha errada. Há como determinar a opção moral e imoral (não tomemos como “moralismo”, é noutro sentido). {Moral = dotado de justiça e acertamento mesmo diante o esmiuçamento detalhado de sua designação, considerando todo o contexto}.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que ler este texto é chato, muito menos empolgante que Rice, Vianco, Codex, LV, Wolwerine ou RPG. Simplesmente por que a realidade não é tão empolgante, e é dela que aqui se trata. É ela que aqui se propõem. Aforismos afiados não são um dom de todos, e a maioria, infelizmente, cai no sofismo quando apurada profundamente... a verdade dói.&lt;br /&gt;“Poder” traz consigo um dever, um dever de estar moralmente amparado no uso deste poder. E muitos dos senhores aqui caminham num sentido irreversível de aquisição deste poder, como qualquer homem ou mulher que submeteu-se a colocar o rosto face aos livros do conhecimento humano... Que treinou seu corpo para executar os passos precisos... Que exercitou seu idioma para colocar os vocábulos em sua melhor expressão... Que ampliou sua percepção para trazer em forma de arte aquilo que sente, e que faz sentir. “Poder” é um brinquedo caro, que estraga facilmente a vida de quem não o tem pelas mãos de que o usa mal. “Para o mal?” Não, não é isso que importa. O bom uso, muitas vezes, é para o mal de algo ou alguém, quando legítimo, e moral. Mas mal uso, é sempre mal para outrem a curto, a todos a médio, e a si, como prazo final e aterrador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O poder é uma afiada espada na mão, e milhares, muito mais afiadas, no próprio pescoço-.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-8099229077959806073?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YBK_dUuf7RCGShjKGIUwpjd12xk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YBK_dUuf7RCGShjKGIUwpjd12xk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YBK_dUuf7RCGShjKGIUwpjd12xk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YBK_dUuf7RCGShjKGIUwpjd12xk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/fvPDKveBhaU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/fvPDKveBhaU/ensaio-sobre-o-poder.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2009/01/ensaio-sobre-o-poder.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-2617453920353193634</guid><pubDate>Tue, 27 Jan 2009 14:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-27T13:14:09.348-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sangue</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampyrismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cena Vampyrica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampyro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sanguinarius</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casa vampyrica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Strigoi</category><title>Dicionário de Termos Vampyricos</title><description>Alguns se perguntaram: "o que é isso?"... Sinceramente, eu também não sei, mas recebi de um neófito, em suas pesquisas pela internet a busca de informações. Este Dicionário foi compilado por Lord A:., um ser que decidiu criar até curso sobre strigoi, e está disponível no site &lt;a href="http://www.vampyrismo.org/index2.html"&gt;Vampyrismo.org&lt;/a&gt;. Nele há vários termos conhecidos entre os vampirólogos, vampyros, neófitos e - como diz meu amigo Kchintarus Drakull - "comida alucinada", são citados. Alguns são bem relevantes, com boas explicações, como no caso do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.vampyrismo.org/texto3.html"&gt;Black Veil&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;: "&lt;em&gt;O código de ética e conduta da cena vampyrica; (...) O que quer que pessoas fora desses realizem com consentimento entre ambas as partes em suas casas e outros lugares ficam a cargo de suas vidas...&lt;/em&gt;".&lt;br /&gt;Espero que desfrutem desse Dicionário, pois para alguns será de extremo auxílio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;DICIONÁRIO DE TERMOS VAMPYRICOS&lt;br /&gt;'Designando termos Vampyricos correntes na comunidade vampyrica internacional![*]&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;1.Conforme avançamos nossa abordagem sobre a cena vampyrica torna-se interessante aprofundarmos os termos e conceitos correntes internacionalmente na mesma, optei por deixar em inglês ou na língua natal os mesmos, para rápida compreensão na leitura de sites e livros no exterior, outra coisa o mesmo glossário é direcionado para a terminologia do Sanguinarium, Ordo Strigoi Vii, Cena Vampyrica e temas relacionados correntes e em uso no exterior para a mesma (!)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;- Logo fora da mesma Cena alguns podem ter sentidos e significados diferentes dos apresentados aqui, enfim que fique claro que o significado de um símbolo é dado pelo espaço de tempo que ele existe e os significados geográficos e culturais da cultura que o adotou - Nosso enfoque é o da Cena Vampyrica.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Awakening:&lt;/strong&gt; Genericamente significa o despertar para a condição vampyrica. Em um sentido mais amplo pode ser utilizado quando alguém descobre seu apreço pela cena vampyrica e começa a freqüentá-la e vivenciá-la o seu dia a dia assumindo-se como um vampyro [Living Vampyro/Vampiro Vivo/Strigoi Vii]. Em um sentido mais interno ela designa o processo iniciatório que levará toda a existência do mesmo se ele optar por enveredar na senda mágika do vampyrismo. [&lt;em&gt;ver despertar&lt;/em&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ankh:&lt;/strong&gt; A relação cultural entre o Vampiro e o "Ankh" oficialmente surgiu na mídia a partir do filme "&lt;em&gt;Fome de Viver&lt;/em&gt;- [&lt;em&gt;The Hunger&lt;/em&gt;]" onde os vampiros interpretados por Katherine Deneuve e David Bowie caçavam ao som do hino Bela Lugosi's dead, furando seus lanchinhos com um Ankh. Entretanto este símbolo é associado à vida eterna das idéias em um plano sutil chamado vulgarmente de Inconsciente Coletivo ou memória Akashika da humanidade. O "Ankh" era o símbolo daqueles que sabiam como transitar neste plano sutil e assim viver para sempre. Era também associado ao sexo e ao momento do orgasmo dos parceiros. Logo, o vampiro seria o eterno caminhante eterno, aquele que estaria sempre em movimento. [&lt;em&gt;ver Legacy Ankh&lt;/em&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Black Swams:&lt;/strong&gt; Termo usado para designar simpatizantes do estilo de vida Vampyrico; São geralmente amigos, familiares, amantes, cônjuge, professores e etc... De qualquer modo estas pessoas não são vampyros, geralmente pertencem ou não a outras sub-culturas e nutrem simpatia pela cena vampyrica e seus integrantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Black Veil, The:&lt;/strong&gt; O código de ética e conduta da cena vampyrica; Na verdade o conteúdo das mesmas permanecem sendo atitudes de bom senso e inatas aos vampyros e simpatizantes, as mesmas estão sendo trazidas via escrita pela primeira vez, com a função de informar e deixar claro alguns pontos importantes. Estes códigos são atitudes esperadas em Sanctums e Noir havens do mundo. O que quer que pessoas fora desses realizem com consentimento entre ambas as partes em suas casas e outros lugares ficam a cargo de suas vidas, desde que não tragam conseqüências negativas aos membros da comunidade Strigoi Vii.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Blood and Roses:&lt;/strong&gt; Nome da cerimônia de casamento vampyrico realizada pela Ordo Strigoi Vii. [Ver matéria &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.vampyrismo.org/texto5.html"&gt;Casamento Vampyrico&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Casa Vampyrica:&lt;/strong&gt; É o termo mais comum utilizado para designar um grupo vampyrico que divide filosofias, cerimônias, ritos e membros semelhantes estudiosos de uma determinada linha ou contexto em especial. No começo da década de 2000 o termo Casa passou a ser usado com menos freqüência sendo substituído pelo termo Ordem/Ordo/Order. Independente do termo as mesmas são reconhecidas por sua contribuição à comunidade, filosofias, produção cultural e a qualidade de seus membros. Por tradição o número de integrantes do Inner Circle/Circulo Interno não pode ultrapassar 13 membros. A Cena Vampyrica não utiliza o termo convêm.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Casamento Vampyrico:&lt;/strong&gt; [Blood and Roses] Nome da cerimônia de casamento vampyrico realizada pela Ordo Strigoi Vii. [Ver matéria Casamento Vampyrico]&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Dayside Life:&lt;/strong&gt; Designa o cotidiano diurno e os relacionamentos de um integrante da cena vampyrica externamente a mesma; É considerada uma grave falta de etiqueta se referir ao nome diurno de um [a] Vampyro publicamente, se ele não faz uso do mesmo em seu Nightside Life.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Desinbodied Vampyro:&lt;/strong&gt; é o termo usado para designar o Unliving Vampyro ou Vampyro Desincorporado que não possui um corpo de carne no sentido mais simples e genérico da palavra. Embora o conceito do Desinbodied Vampyro seja ponto comum e de concordância na maior parte da cena; Existem dezenas de termos para o mesmo e pontos variados sobre sua abordagem; O ponto de concordância é que o termo vampiro é um exagero, um rótulo de rápida identificação; Mas o assunto envereda para o campo da metafísica, fugindo de nossa abordagem nesta coluna; Para finalidades de glossário, cito escritos da House Kheperu e Ordo Strigoi Vii: O Ponto principal e de concordância entre os integrantes da cena "vampyrica" é que por natureza ou existência o vampyro é um ser exterior a média humana, e tanto com corpo de carne, como sem este ele permanece como um ser a parte do mundo cotidiano; E é impossível de se transformar em um, geralmente se nasce com este caractere e se vive com ele hoje, como se viveu no passado e se viverá no futuro. Enfim, aqui é o campo da metafísica e não representa o todo, apenas uma das muitas partes integrantes da cena vampyrica;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Despertar:&lt;/strong&gt; Genericamente significa o despertar para a condição vampyrica. Em um sentido mais amplo pode ser utilizado quando alguém descobre seu apreço pela cena vampyrica e começa a freqüentá-la e vivenciá-la o seu dia a dia assumindo-se como um vampyro [Living Vampyro/Vampiro Vivo/Strigoi Vii]. Em um sentido mais interno ela designa o processo iniciatório que levará toda a existência do mesmo se ele optar por enveredar na senda mágika do vampyrismo. Entretanto isto é opcional e vai de cada um, visto que nos referimos a Cena vampyrica nesta coluna e o termo cena torna a mesmo abrangente e comportando diversas possibilidades! [&lt;em&gt;ver awakening&lt;/em&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Fangsmith/Fangsither:&lt;/strong&gt; Externamente um profissional treinado na arte de modelar dentes de vampiros em resina para integrantes da cena vampyrica. Internamente a cena, eles têm a alcunha de Father ou Mother, devido a sua importância no despertar [Awakening] de um membro da cena. Alguns dos mais conhecidos são Dnash, Sebastian V, Lestat (ele é o dono do Transformatorium, uma loja especializada no assunto).&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;H&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Hallo:&lt;/strong&gt; Utilizado para designar uma grande região geográfica de atividades da Cena Vampyrica; O Hallo por natureza não designa nenhuma posição hierárquica ou de organização ou afins, sendo meramente um título designado para retratar melhor a região. Cada Hallo tem seu nome escolhido baseado em características geográficas, históricas, culturais e peculiares que possam retratar melhor a região que cedia.&lt;br /&gt;Os mais conhecidos da cena européia, são Albion (Reino unido e comprime os arredores de Londres), Black Forest (Sudeste da Alemanha, mas não inclui a Bavária), Thrumanti (Oeste da Alemanha) e Xion (Holanda e os Flandres). Na América do Norte os mais conhecidos são: Gotham (Nova York e Westchester), Angel (A cidade de Los Angeles) e Morte (Novas Orleans), Lutetia (Paris). Nota: existem muitos outros pelo mundo afora, os citados aqui são meramente um exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Haven:&lt;/strong&gt; Um nightclub, um salão, um pub ou um ponto de encontro seguro e com qualidade para sediar encontros de integrantes da cena vampyrica. Um local tranqüilo para todos poderem se socializar e descontrair. Geralmente são espaços menores, mantidos pelas Casas e Ordens Vampíricas locais e que podem variar desde um pub a um lounge.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Houses / Households:&lt;/strong&gt; É o termo mais comum utilizado para designar um grupo vampyrico que divide filosofias, cerimônias, ritos e membros semelhantes estudiosos de uma determinada linha ou contexto em especial. No começo da década de 2000 o termo Casa passou a ser usado com menos freqüência sendo substituído pelo termo Ordem/Ordo/Order. Independente do termo as mesmas são reconhecidas por sua contribuição à comunidade, filosofias, produção cultural e a qualidade de seus membros. Por tradição o número de integrantes do Inner Circle/Circulo Interno não pode ultrapassar 13 membros. A Cena Vampyrica não utiliza o termo convêm.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Living Vampyro:&lt;/strong&gt; O Living Vampyro ou Vampyro Vivo ou Vampyro Real. É um termo complexo e extenso para resumir, haverá textos e mais textos sobre isso na coluna e serão insuficientes - Pois aqui entramos deveras no campo metafísico e simbólico, que não é nosso foco no transcorrer dessa coluna; Para a maior parte da cena vampyrica o vampiro clássico ou cinematográfico (Imortal, Indestrutível, Transmorfo, Bebedor de Sangue, Incinerável no sol ou não, afetado por cruzes e etc...) e afins são uma piadinha de mau gosto, incapazes de existirem na realidade. O que existe são indivíduos que manifestam caracteres que separam da massa e o permitem se reconhecerem entre si; com uma necessidade maior de energia prânica do que um ser humano mediano; Uma fome na verdade, como eles mesmos definem; Essa fome pode ser saciada de diversas maneiras e o método de como fazê-lo varia entre diversos tipos de "vampiros" - inclusive caracteriza-se o termo vampyro como um exagero meramente ilustrativo e de explicação massificada, pois há variantes para o mesmo já como Kheprian, Strigoi Vii, Quinotaur e etc... - Num estágio inicial essa fome é saciada de um jeito parasita, mas pode ser evoluída e transformado em uma forma de relação de troca ou recicladora energética - Novamente internamente a cena vampyrica e externamente a mesma existem dezenas de milhares de formas disso ser feito - e o assunto também foge da proposta da coluna, afinal estudamos o simbólico e a subcultura da mesma, metafísica não é nosso objetivo. Embora o conceito do Living Vampyro seja ponto comum e de concordância na maior parte da cena;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Legacy Ankh:&lt;/strong&gt; O Legacy Ankh é conhecido como o "sigilo da comunidade vampyrica mundial". Em poucas palavras ele representa o código de ética contido no "The Black Veil", e o portador do mesmo é um conhecedor deste código e de seus princípios - Sendo que no exterior o Ankh só é vendido ou presenteado a aqueles que conhecem e vivenciam os mesmos. Este Ankh estilado foi idealizado por Father Sebastian V e moldado em metal pelo artífice Lord D'' Drenam em 1997, inspirado em partes na mitologia egípcia e no filme The Hunger, que foi o responsável pela associação e interpretação do mesmo aos vampyros no início da década de 1980. Atualmente [nov/2005] no Brasil existem apenas seis desses ankhs, um deles de propriedade do autor desta coluna, presenteado pelo próprio Father Sebastian V. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;M&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Monastérios:&lt;/strong&gt; Referem-se a uma propriedade que serve como sede física de uma House ou Ordo Vampyrica, muito geralmente além do espaço inclui biblioteca, cursos, treinamentos para evolução espiritual e pessoal. Apenas integrantes e membros da mesma Casa ou Ordem tem acesso ao mesmo. Trata-se de uma instituição séria, com registro judicial, de suas atividades assim como outros templos religiosos de outros paradigmas nos respectivos países o&amp;shy;nde operam - Até novembro de 2005 não se tem conhecimento de nenhum em atividade no Brasil. Alguns dos mais conhecidos são o Kephrian Monastery na América do Norte  e o The Temple of Cats mantido pela House Sahjaza.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Nightside life:&lt;/strong&gt; Designa e existência noturna e interna a cena vampyrica de um [a] Vampyro, geralmente envolve a escolha de um nome noturno, uma data de nascimento para a noite e é considerada uma grave falta de etiqueta se referir ao nome diurno de um [a] Vampyro publicamente, se ele não faz uso do mesmo em seu Nightside Life.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Noir Haven:&lt;/strong&gt; Um tradicional ponto de encontro reconhecido nacional e internacionalmente por sua capacidade de estruturar a cena culturalmente.Este é conhecido por receber membros de diversas casas, mantendo uma aura de qualidade, segurança e certa proteção de intrusos e curiosos externos a cena, o Noir Haven cedia os Quabals, Quoruns, lançamentos de livros, bandas, artistas, saraus e afins; Aqui "vampyros" podem relaxar do dia a dia extenuante e serem eles mesmos. Sob as regras do Black Veil. O único Noir Haven oficial reconhecido no exterior da cena sul-americana está sediado no evento mensal Theatro dos Vampiros em São Paulo-Brasil. Outros Noir Havens existem pelo mundo o mais famoso é o recém inaugurado Black Abbey no Hallo de Gotham, The Fang Club no Hallo de Angel... Havens podem surgir periodicamente, Mas um Noir Haven continua a existir mesmo depois de terminada sua existência na terra, como é o caso do Long Black Veil, situado no lendário Mother Club em Nova Iorque.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Order / Ordo / Ordem Vampyrica:&lt;/strong&gt; Termo mais moderno e abrangente para House/Households/ Casa vampyrica; É o termo mais comum utilizado para designar um grupo vampyrico que divide filosofias, cerimônias, ritos e membros semelhantes estudiosos de uma determinada linha ou contexto em especial. No começo da década de 2000 o termo Casa passou a ser usado com menos freqüência sendo substituído pelo termo Ordem/Ordo/Order. Independente do termo as mesmas são reconhecidas por sua contribuição à comunidade, filosofias, produção cultural e a qualidade de seus membros. Por tradição o número de integrantes do Inner Circle/Circulo Interno não pode ultrapassar 13 membros. A Cena Vampyrica não utiliza mais o termo convém.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Ordem do Dragão:&lt;/strong&gt; Realmente existiu na história uma Ordem do Dragão à qual o governante da Romênia Vlad e seu filho fizeram parte. Estes inspiraram o autor Bram Stoker em seu imortal romance Dracula; Entretanto modernos autores atribuem que Sheridan Le Fanu, também encontrou inspiração entre uma das mulheres que integrou esta ordem para o seu romance. vampírico chamado Carmilla. Sua "musa" foi Barbara Von Cilli, esposa do fundador da ordem o imperador Sigesmundo de Luxembourg. Conta-se que ela teria sido ressuscitada da própria morte uma primeira vez através de um mago chamado Abraão o Judeu tinha em suas mãos o lendário "Grimório de Abramelin". Conta-se que ainda após sua segunda morte ela foi responsável pela morte de mais seis vítimas no castelo de Grantz o&amp;shy;nde foi enterrada.&lt;br /&gt;Sincronicidade? Coincidências? É interessante e por vezes divertido observar que superficialmente dois dos mais importantes romances associados ao Vampiro tivessem ligações quase que diretas com esta ordem, apesar dos próprios autores sequer imaginarem os tais vínculos e as profundezas dos mesmos. Até hoje se discute a validade e o conteúdo do citado "Grimório de Abramelim" o mesmo livro.&lt;br /&gt;Nunca haverá uma fonte realmente concisa sobre estes fatos, mas três anos após o lançamento de Dracula de Bram Stoker este grimório foi publicado pela Golden Dawn em Londres... Se ignorarmos alguns autores de cartesianismo exarcebado. A Ordem do Dragão foi fundada para dar combate aos turcos invasores do Leste Europeu e por muito tempo versou seus conhecimentos no campo da alquimia, astronomia e outras práticas. Seus moldes e hierarquias lembravam muitas ordens de cavalaria do período e seu símbolo numa segunda fase era um dragão que devorava a própria cauda. Alguns nobres de outras importantes casas nobres foram integrantes desta sociedade incluindo a casa Aragon da Espanha, também envolvida no período das grandes navegações... Segundo o autor Nicholas de Vere, a mesma teria sua origem e seus fundamentos iniciados nos tempos do antigo Egito, envolvimento com o santo graal, e outros fatos mais, retornando ao período Draconiano. Muitas são as especulações, portanto.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Q&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Quabal:&lt;/strong&gt; Encontros mensais ou semanais de uma Casa ou Ordem Vampyrica; O tema do mesmo pode ser desde uma mera confraternização a uma reunião para decisões importantes relativas à mesma Casa ou Ordem Vampyrica. Usa-se o termo para uma convocação a todos Vampyres ao Noir Haven e afins para celebrar o encontro em uma das datas dos grandes festivais.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Sahjaza, House:&lt;/strong&gt; As primeiras evidências do que viria ser conhecido como cena vampírica, passou a se organizar nos EUA em meados de 1975 com a House Sahjaza um convêm de praticantes de Paganismo relacionados a vertentes mais obscuras do mesmo.&lt;br /&gt;Sanctums: Referem-se a uma propriedade que serve como sede física de uma House ou Ordo Vampyrica, muito geralmente além do espaço inclui biblioteca, cursos, treinamentos para evolução espiritual e pessoal. Apenas integrantes e membros da mesma Casa ou Ordem tem acesso ao mesmo. Trata-se de uma instituição séria, com registro judicial, de suas atividades assim como outros templos religiosos de outros paradigmas nos respectivos países o&amp;shy;nde operam - Até novembro de 2005 não se tem conhecimento de nenhum em atividade no Brasil. Alguns dos mais conhecidos são o Kephrian Monastery na América do Norte e o The Temple of Cats mantido pela House Sahjaza.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Sangue:&lt;/strong&gt; Este componente do arquétipo do Vampiro é o mais famoso, complexo e polêmico aspecto a ser tratado. Talvez o lirismo e arte tenham sido o lugar o&amp;shy;nde melhor exploraram aquilo que os adeptos da cena atual chamam de "a doce eletricidade líquida". O sangue pode ser comparado simbolicamente à vida e à energia em movimento que está à nossa volta. Esta já teve vários nomes e propostas que a identificasse Bions, Orgon, Luz astral e outras mais. Seria ela a mesma a animar e plasmar deuses, fantasmas e vampiros.&lt;br /&gt;Já dissemos aqui que o vampiro é "o eterno caminhante eterno", algo em perpétuo movimento e desenvolvimento. Associamos o sangue à energia vital e plasmática condensada, capaz de realizar proezas das práticas mágicas e xamânicas - a fonte da manifestação da forma - sempre buscadas por espíritos, sombras e feiticeiros desde os tempos de Homero na Grécia. [Novamente o vampiro se liga á nossa metafórica questão de ser à sombra da magia] Porém, o sangue físico não é mais a principal e única fonte de alimentação dos vampiros modernos - existem os vampiros psíquicos, astrais, sexuais e etc... As práticas sanguíneas atualmente estão sendo desencorajadas devido aos inúmeros riscos de doenças transmissíveis pelo sangue [HIV, Hepatite e etc.]. Inclusive no código de ética da Ordo Strigoi Vii conhecido como "The Black Veil" já se trata sangue como uma metáfora e se é realmente incisivo para evitar práticas com o mesmo. [A expressão “Ele é do Sangue!" ou "Ela é do Sangue!" se refere as integrantes da cena vampyrica e geral, e não que necessariamente bebem sangue ou afins.].&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Sanguinarium:&lt;/strong&gt; Originalmente o nome escolhido para designar a união de diversos grupos, casas e ordens da cena vampyrica, sob uma mesma comunidade, surgido na década 90 em Nova York.&lt;br /&gt;Uma versão mais antiga do mesmo referia-se como a Família, que designa desde sempre que todos Vampyres, independente da House, Order e Organização que integrem são indivíduos únicos e iguais entre si. O que aconteceu é que os organizadores do Sanguinarium estruturaram em 2003 a Ordo Strigoi Vii, entretanto Sanguinarium continuou como uma expressão, termo ou palavra corrente nos USA para designar cena vampyrica.&lt;br /&gt;Porém nossos leitores com um mínimo de bom senso, podem notar que existe Cena Vampyrica que comporta grupos com Ordo Strigoi Vii, Sanguinarium, Bloodlines, Vampire-Church, Kheperu e tantos outros - Embora cada um dos mesmos tenha caracteres próprios e independentes entre si, entretanto os termos utilizados possuem equivalentes. Há diversidade de idéias dentro do mesmo contexto, sem descaracterizar o conceito principal.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Synod, The:&lt;/strong&gt; É um grupo de assuntos internos da Ordo Strigoi Vii responsável pela administração, divulgação e preservação dos rituais, costumes e segredos da mesma. É composto em sua maioria por escolares e pesquisadores ocupados em coletar conhecimento e manter o funcionamento de fontes de informação seguras sobre a Ordo Strigoi Vii.&lt;br /&gt;Strigoi Vii: Na simbologia da Ordo Strigoi Vii é o termo usado para designar o Living Vampyro ou Vampyro Vivo. Embora o conceito do Living Vampyro seja ponto comum e de concordância na maior parte da cena;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Strigoi Morti:&lt;/strong&gt; Na simbologia da Ordo Strigoi Vii é o termo usado para designar o Unliving Vampyro ou Vampyro Desincorporado que não possui um corpo de carne no sentido mais simples e genérico da palavra. Embora o conceito do Desinbodied Vampyro seja ponto comum e de concordância na maior parte da cena;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Swams:&lt;/strong&gt; Termo usado para se referir às pessoas externas a cena que tem conhecimento de seus integrantes e de seus costumes. Dividem-se unicamente em Black Swams = Simpatizantes da Cena Vampyrica e White Swams = Hostis a Cena Vampyrica.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;T&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Templo /Temples:&lt;/strong&gt; Referem-se a uma propriedade que serve como sede física de uma House ou Ordo Vampyrica, muito geralmente além do espaço inclui biblioteca, cursos, treinamentos para evolução espiritual e pessoal. Apenas integrantes e membros da mesma Casa ou Ordem tem acesso ao mesmo. Trata-se de uma instituição séria, com registro judicial, de suas atividades assim como outros templos religiosos de outros paradigmas nos respectivos países o&amp;shy;nde operam - Até novembro de 2005 não se tem conhecimento de nenhum em atividade no Brasil. Alguns dos mais conhecidos são o Kephrian Monastery na América do Norte  e o The Temple of Cats mantido pela House Sahjaza.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;__________________xx____________________&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;W&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;White Swams:&lt;/strong&gt; Termo pejorativo usado para retratar pessoas hostis a Cena Vampyrica. São caracterizadas assim as pessoas preconceituosas, conservadoras demais e que buscam hostilizar, provocar, ofender, agredir, dissimular e antagonizar quem vive em uma subcultura que lide melhor com os temas tabus da sociedade de massa.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;[*]&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Atualmente os escritores, autores e pesquisadores referem-se aos integrantes da cena como vampyros ou vampyras com Y para diferenciar de vampiro. Vampyro com Y é relativo a pessoas que vivem realmente este chamado estilo vampyrico de vida. [definidos como Strigoi Vii = Living Vampyro]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-2617453920353193634?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hHMVdCZk2AfKSy2kCcW64y-F5nE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hHMVdCZk2AfKSy2kCcW64y-F5nE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hHMVdCZk2AfKSy2kCcW64y-F5nE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hHMVdCZk2AfKSy2kCcW64y-F5nE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/vZl_eAPRf-4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/vZl_eAPRf-4/dicionario-de-termos-vampyricos.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2009/01/dicionario-de-termos-vampyricos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-4942658470883575069</guid><pubDate>Wed, 09 Apr 2008 18:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-12T17:08:23.839-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">prâna</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sangue</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dracula</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lestat</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampyrismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampyro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">leitura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Anne Rice</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filme</category><title>Vampiros X Vampyros</title><description>O mito dos vampiros transcendem o tempo e o local. Em cada canto do planeta você ouvirá um mito sobre um ser bebedor de sangue, que retorna do reino dos mortos, para viver eternamente. Alguns conhecem o mito como uma pessoa que não completou sua missão na Terra, ou que morreu de forma inadequada, ou mesmo foi enterrada de forma indevida. Temos também o mito de &lt;em&gt;Lamia&lt;/em&gt;, que por ter perdido seu filho durante o parto, ficava sobre uma árvore e atacava as mães e seu filhos ou mesmo jovens rapazes, que ela seduzia e bebia de seu sangue. Das Américas Andinas ao Japão, o mitos são os mais variados e muitas vezes semelhantes. O mito foi tão bem desenvolvido na Ásia e no oriente europeu, que encantou a Europa Ocidental, que começou a desenvolver poesias e contos do mais diversificados, sobre vampiros. Até que um grupo de ingleses se reuniu e dediciram desenvolver contos de horror. Deste encontro saiu "Frankenstein" de Mary Shelley e "O Vampyro" de John Polidori.&lt;br /&gt;Lógico, o nome do título não tem haver com o que escreverei mais a frente, mas é interessante como Polidori usou este título. Ele o escreveu em homenagem a um dos grandes escritores da história, que participou naquela noite do encontro, Lord Byron. Durante uma viagem dos dois na Grécia, Polidori desenvolveu seu personagem pensando no seu companheiro. A história é sobre Lord Ruthven, um lorde inglês que viaja com um jovem pela Grécia, e lá este jovem descobre que ele é um vampiro. Os dois se separam o só vêm a se encontrar no casamento da irmã do jovem rapaz com o Conde Masden (daí vem meu sobrenome), que consequentemente é Lord Ruthven, que herdará o título do próprio pai. Lógico, não contarei toda história, pois ela é muito interessante.&lt;br /&gt;É interessante a mudança do estilo do vampiro neste momento, que passa de morto-vivo para um membro da alta-classe inglesa. Este romance foi uma das idéias iniciais para outro grande romance, mais conhecido de todos. De Bram Stoker, "Dracula".&lt;br /&gt;Dracula contava, através de cartas e diários, a história de um conde romeno que vai morar na Inglaterra vitoriana e lá começa a vampirizar jovens e encantá-las. O interessante é que, o vampiro de Polidori não tinha problemas com sol ou mesmo objetos sagrados. Lógico, preferia a noite para agir, pois a escuridão o favorecia, mas o sol não lhe fazia nenhum mal. Já Dracula manteve o mito religioso de que não poderia tocar ou ser tocado por um objeto sagrado, como um crucifixo. Uma das artimanhas do personagem de Van Helsing, foi encher o caixão de Dracula com hóstias eucarísticas, tornando a terra ali dentro consagrada.&lt;br /&gt;Dracula se tornou o ícone do vampirismo mítico-moderno, fazendo a todos crerem que o conde Vlad, O Empalador, cujo pai fez parte da Ordem do Dragão (Dracul, que significava demônio ou dragão) e se auto-denominava Vlad Dracul, era um vampiro mesmo. O povo romeno considerou o livro uma ofensa ao seu herói, mas isso não impediu Drácula de chegar ao teatro, primeiramente, e logo depois ao cinema.&lt;br /&gt;A primeira versão data de 1922 e foi feito na Alemanha, seu título era &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0013442/"&gt;Nosferatu, eine Symphonie des Grauens&lt;/a&gt;, do cineasta &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0003638/"&gt;F.W.Murnau&lt;/a&gt;. Sem permissão da viúva de Bram Stoker, Murnau criou sua própria versão do romance. O vampiro se chamava Graf Orlock e foi generosamente interpretado por Max Schreck, mas nem por isso deixou de ser caçado. A viúva de Stoker processou o diretor do filme e ordenou que todas as cópias fossem queimadas, só que após o falecimento dela, várias outras surgiram e com isso fora salvo o primeiro filme de vampiros da história do mundo.&lt;br /&gt;Essa versão de Murnau gerou várias cópias também, dentre elas &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0079641/"&gt;Nosferatu: Phantom der Nacht&lt;/a&gt;, do alemão &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0001348/"&gt;Werner Herzog&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0189998/"&gt;Shadow of Vampire&lt;/a&gt;, de E.Elias Merhige, onde o ator &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000518/"&gt;John Malkovich &lt;/a&gt;interpreta Murnau e &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000353/"&gt;Willem Dafoe&lt;/a&gt; interpreta um Max Schreck baseado no mito. Falavam que Schreck, durante todo o período de gravação de Nosferatu, nunca tirou o figurino, sempre mantendo a maquiagem e os dentes postiços. O filme também ganhou uma interpretação em palco, através da Cia. de Teatro Urgente, de &lt;a href="http://www.vitoria.es.gov.br/"&gt;Vitória-ES&lt;/a&gt;, que manteve o nome Nosferatu, mas a transformou num trabalho de expressão corporal, interpretado pelo bailarino Marcelo Ferreira.&lt;br /&gt;A versão de Dracula, feitas para os palcos dos teatros ingleses pelo próprio Stoker, fez enorme sucesso, principalmente com o ator austro-hungáro &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000509/"&gt;Bela Lugosi&lt;/a&gt; o interpretando. Por isso que o diretor &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0115218/"&gt;Tod Browning&lt;/a&gt; o convidou, em 1931, para fazer o filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0021814/"&gt;Dracula&lt;/a&gt;. Com o roteiro baseado na peça, o filme nos mostrava um Conde Dracula vestido com pompa e elegância e sem os enormes dentes afiados, que só viriam a surgir em 1958, quando &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000489/"&gt;Christopher Lee&lt;/a&gt; interpretou o vilanesco Conde no filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0051554/"&gt;Horror of Dracula&lt;/a&gt;, pela &lt;a href="http://www.hammerfilms.com/"&gt;Hammer Films Productions&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;A história de Dracula no cinema é longa e vem com filmes maravilhosos a filmes deploráveis, que contêm o nome do personagem, mas um que consagrou foi pelas mãos do diretor &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000338/"&gt;Francis Ford Coppola&lt;/a&gt;. O filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0103874/"&gt;Dracula de Bram Stoker&lt;/a&gt;, de 1992, trazia uma versão o mais aproximada possível do livro de Stoker e também se baseava nos livros de Radu Florescu e Raymond T. McNally, "Em Busca de Drácula e Outros Vampiros" e "Dracula: Mito ou Realidade". A história era a seguinte, o Conde Vlad III, O Empalador, é casado com uma jovem, chamada Elizabeth. Um dia ele parte para a guerra, na intenção de combater os magiares, povo turco e bárbaro, e quando volta descobre que sua esposa cometera suídicio, assim não podendo ter um enterro  católico. Vlad não concorda com isso e condena a Igreja, mas ele termina condenado a vida eterna. Passado longos anos, o jovem Jonathan Harker vai a Transilvania para vender um imóvel a um misterioso Conde Dracula e lá descobre que ele é um vampiro que deseja ir a Inglaterra. Jonathan é impedido de fugir do castelo de Dracula e este vai para o país inglês, onde conhece Mina Murray e por ela se apaixona. Ela também se apaixona por ele, mas desconhece que ele é o responsável pela enfermidade surpreendente que assola sua amiga, Lucy Westenra. N ointuito de ajudar a jovem enferma, um médico, amigo da família da srta. Westenra, chama o renomado médico-professor Abraham Van Helsing. Ele descobre que ela fora vampirizada e que corre enorme perigo... Resumindo um pouco a história, ela se torna uma vampira, descobrem o responsável, após a volta de Mina e Jonathan da Romênia, onde se casaram, mas Mina também é vampirizada e como solução eles têm de ir a caça do conde, que retorna ao seu país e é morto pelos homens apaixonados por Lucy - Lord Arthur Holmwood, Quincy Jones e o Dr. Jack Seward -, Jonathan Harker e o Prof. Van Helsing. Bem, o filme é fantástico e glorifica o mito de Dracula. Mas como eu disse, é um mito.&lt;br /&gt;Vlad III, o Empalador, para muitos foi um terrível vilão assassino, que matou vários na ponta de uma lança, mas no seu país ele é um herói, que defendeu a soberania do seu povo como pôde, mas a história de Vlad e sua família envolve o misticismo, pois diziam que a Ordem do Dragão tinha um envolvimento muito assíduo ao ocultismo.&lt;br /&gt;Bem, mais na atualidade uma nobre senhora de Nova Orleans decidiu modificar ainda mais o mítico mundo vampírico, então em 1976, &lt;a href="http://www.annerice.com/"&gt;Anne Rice&lt;/a&gt; decidiu escreveu Interview With The Vampire. O livro conta a história de Louis De Pointe du Lac, um abastado senhor de terras que após perder esposa e filha, decidi que sua vida não presta, só que mal sabe ele que está sendo estudado pelo vampiro Lestat de Lioncourt, que o quer como cria. Após transformá-lo em vampiro, Lestat e Louis vivem várias aventuras e em uma delas criam a vampira-criança Claudia. Claudia e Louis decidem viver sozinhos, e ela decide dar cabo do seu criador, então os dois partem para a Europa, onde vivem outro momentos inusitados, até chegarem a França e serem convidados ao Theatré du Vampires, onde conhecem Armand e uma horda de vampiros. Eles decidem dar cabo de Claudia, pois não podem aceitar uma vampira-criança... O resto da história vocês terão de ler. Estava criado assim um novo universo de vampiros e um novo mito, onde envolvia-se até os primeiros povos do mundo. Anne Rice ainda viria a escrever The Vampire Lestat e The Queen of the Damned, ampliando ainda mais sua nova mitologia vampírica. Lógico, estes três não foram os únicos, The Vampire Chronicles possuem um total de dez livros e mais dois que fazem parte dos The New Tales of the Vampires. O sucesso dos livros de Anne Rice a fizeram receber um convite para escrever o roteiro do filme, dirigido por Neil Jordan e com os atores Tom Cruise (Lestat), Brad Pitt (Louis) e Antonio Banderas (Armand) e a atriz - ainda jovem - Kirsten Dunst (Claudia), Interview With The Vampire. Um dos filmes mais fiéis, conta com certa exatidão de tudo que o livro possui. Era para ser único, se não tivessem cometido o erro de fazerem Queen of the Damned, com direção de Michael Rymer. O filme trazia uma mistura dos dois livros seguintes de Anne Rice, Tha Vampire Lestat e The Queen of the Damned. Um verdadeiro desastre devido a descaracterização dos personagens do livro, o filme é esquecível. Só não foi pior do que as tentativas posteriores de ressucitar a franquia Dracula.&lt;br /&gt;Dracula 2000, com direção de Patrick Lussier, nos trazia um Dracula, que não era exatamente o Conde do livro, mas (risos!) Judas Escariotes.&lt;br /&gt;Filmes dos mais diversos existem e mantêm mitos ainda existentes. Alho, rosas, hóstia, artefatos religiosos, sol, espelho, tudo isso ainda é utilizado contra um vampiro. Até atualizaram as coisas, mostrando que vampiros não aparecem em fotos, mas até onde isso é verdade ou mentira?&lt;br /&gt;O vampyrismo real existe! Ele vive entra nós e acreditem, andam durante o dia, bebem e comem como qualquer outro, só que são raros os que se alimentam de sangue, como cita o mito. Sua maioria se alimenta de algo chamado prâna (energia psíquica, vital, que mantém o corpo físico funcionando), no intuito de se fortalecer e gerar algo além da imaginação e do conceito de humanidade. Para chegar a esse assunto mais a fundo, deveremos colocar vários outros fatores aqui.&lt;br /&gt;Lógico, comecei falando da mitologia e falarei dela durante um longo tempo, pois para ter uma compreensão mais enriquecedora de tudo, nada melhor do que saber o que não é real, para podermos separar.&lt;br /&gt;Mais a frente falarei mais profundamente do filmes, livros, jogos e outras coisas, que no levaram ao esclarecimento, até chegarmos no momento de falar sobre o vampyrismo real.&lt;br /&gt;O vampyro que menciono não tem - ou tem - muito haver com o Vampyro de John Polidori, mas isso só será descoberto mais para frente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-4942658470883575069?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T3PiAzI-E6Eogig3RexC2EzPdVY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T3PiAzI-E6Eogig3RexC2EzPdVY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T3PiAzI-E6Eogig3RexC2EzPdVY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T3PiAzI-E6Eogig3RexC2EzPdVY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/uK0qA37omGg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/uK0qA37omGg/vampiros-x-vampyros.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2008/04/vampiros-x-vampyros.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-2616676599010823878</guid><pubDate>Thu, 03 Apr 2008 15:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T19:54:06.831-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">OTO</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">House Kheperu</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Thelema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Black Veil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SphynxCat's Nocturna</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampyro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sanguinarius</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">casa vampyrica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comunidade Awake</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aleister Crowley</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">House Quinotaur</category><title>Casas Vampíricas</title><description>Algumas das grandes discussões no começo da comunidade &lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=943832"&gt;Vampirologia - O Estudo&lt;/a&gt; era sobre as Casa Vampíricas. Algumas são muito conhecidas por aqui como Centro de Estudos sobre vampyros outras simplesmente adotam métodos vampyricos para seu meio. &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_hqK-8KTh-TA/R_90aivbuSI/AAAAAAAAABo/SnehGetcmtw/s1600-h/awakeBR.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187993295105276194" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_hqK-8KTh-TA/R_90aivbuSI/AAAAAAAAABo/SnehGetcmtw/s320/awakeBR.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na sua minoria, elas possuem sites na internet, e suas representações aqui no Brasil (é o caso da &lt;a href="http://www.awakebr.org/"&gt;Comunidade Awake&lt;/a&gt;, que representa a &lt;a href="http://www.house-quinotaur.org/portuguese/introductionPort.html"&gt;House Quinotaur&lt;/a&gt;).&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_hqK-8KTh-TA/R_90kivbuTI/AAAAAAAAABw/dna8Dnqx_8A/s1600-h/Quinrune1.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187993466903968050" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_hqK-8KTh-TA/R_90kivbuTI/AAAAAAAAABw/dna8Dnqx_8A/s320/Quinrune1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Elas tendem a desenvolver estudos na internet, no intuito de instruir as pessoas que querem adquirir mais conhecimento. A maior parte delas é encontrada em inglês, como o caso da &lt;a href="http://www.kheperu.org/"&gt;House Kheperu&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.sanguinarius.org/vampire.shtml"&gt;Sanguinarius&lt;/a&gt;, e outras possuem uma tradução parcial, feita pelo &lt;a href="http://www.google.com.br/translate_t"&gt;Google Translated&lt;/a&gt;, como o caso da &lt;a href="http://sphynxcatvp.nocturna.org/"&gt;SphynxCat's Nocturna&lt;/a&gt;. O Livro dos Vampiros também nos trás várias casas dedicadas as pesquisas sobre os mitos e também a fatos verídicos, uma das mais antigas está situada na Inglaterra e nos EUA - e não é a Talamasca, criada pela escritora Anne Rice - e foi fundada pela Dra. Jeanne Keyes Youngson em 1965. É a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Count Dracula Fan Club&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que hoje em dia possui várias divisões que se dedicam ao estudo e a arrecadação de dados sobre vampyros e seus atos, além de terem um enorme acervo de livros e filmes sobre vampiros. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;É lógico que a confusão entre casas e clãs não existe, já que uma se dedeica a pesquisa e arquivamento de casos vampiíricos e a outra é um mero artefato de um jogo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_hqK-8KTh-TA/R_9z4SvbuRI/AAAAAAAAABg/faULooMxq_E/s1600-h/ordo-templi-orientis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5187992706694756626" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_hqK-8KTh-TA/R_9z4SvbuRI/AAAAAAAAABg/faULooMxq_E/s320/ordo-templi-orientis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Existem casas que vão além do mero estudo vampírico e se dedicam as sendas arcanas, na qual o vampyrismo faz parte. É o caso da &lt;a href="http://www.otobr.com/"&gt;OTO (Ordo Templi Orientis)&lt;/a&gt;, fundada em 1895 pelo austríaco &lt;a href="http://www.otobr.com/textos_pag.asp?id=318461863"&gt;Carl Kellner&lt;/a&gt;, quem tem como base a Lei de &lt;a href="http://www.otobr.com/pagina.asp?pg=-1279010765"&gt;Thelema&lt;/a&gt;, promulgada a &lt;a href="http://www.otobr.com/textos_pag.asp?id=1107056583"&gt;Aleister Crowley&lt;/a&gt; por Aiwass. A Ordem tem como fundamentação a iniciação e os ensinamentos mágicos e místicos, propostos na Lei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fundamentar e criar uma casa não é dificil, mas é complicado mantê-las, pois precisa de dedicação e empenho de seus membros. Para a sorte dos estudos vampyricos, as que estão em atividade até hoje, são completas em seus grupos de pesquisa e atividades, auxiliando muito nos estudos e respeitando o &lt;em&gt;Black Veil&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-2616676599010823878?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dWOpOY_mlC_jLUL7C5xoBEgf6uM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dWOpOY_mlC_jLUL7C5xoBEgf6uM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dWOpOY_mlC_jLUL7C5xoBEgf6uM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dWOpOY_mlC_jLUL7C5xoBEgf6uM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vampirologia-o-estudo/~4/ALz-xsF3XLw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/vampirologia-o-estudo/~3/ALz-xsF3XLw/casas-vampricas.html</link><author>sestro.masden@gmai.com</author><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_hqK-8KTh-TA/R_90aivbuSI/AAAAAAAAABo/SnehGetcmtw/s72-c/awakeBR.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://vampirologia.blogspot.com/2008/04/casas-vampricas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8381906484372445899.post-3676345477400627103</guid><pubDate>Wed, 02 Apr 2008 00:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-01T21:29:15.593-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">blog</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">vampyro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">RPG</category><title>Vampirologia - O Estudo</title><description>Hoje iniciamos o blog Vampirologia - O Estudo. O que veremos aqui é o conteúdo da Comunidade no Orkut Vampirologia - O Estudo e algumas coisas mais, de minhas fontes de estudo. Aquele que quiser contribuir com algo, e só me enviar por e-mail e terei um enorme prazer em publicar, desde que tenha coerência e seja aceitavel. Publicarei os mais diversificados tipos de assuntos, desde vampyros reais ate os vampiros mitólogicos, como também tentarei falar sobre os clãs do RPG (Role-playing game) Vampiro - A Máscara, criado por Mark Rein*Hagen. Espero contar com contribuintes constantes, e visitas de igual importância. Bem vindos ao blog Vampirologia - O Estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morbidus Masden&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Estudo sobre vampyros e tudo relacionado a eles, desde mitos até fatos verídicos.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8381906484372445899-3676345477400627103?l=vampirologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nNEPFsrcLRQF57i6C32Fc8M8wZY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nNEPFsrcLRQF57i6C32Fc8M8wZY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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