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	<title>VFASHION.com &#8211; Agencias de Modelos, Moda, Modelos Femininos, Modelos Masculinos</title>
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		<title>Como Implementar Economia Circular em Pequenos Negócios?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 11:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Circular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como Implementar Economia Circular em Pequenos Negócios? A economia circular tem se tornado um tema central no universo empresarial devido ao seu potencial transformador dentro <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/como-implementar-economia-circular-em-pequenos-negocios/" title="Como Implementar Economia Circular em Pequenos Negócios?">...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-weight: 400;">Como Implementar Economia Circular em Pequenos Negócios?</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A economia circular tem se tornado um tema central no universo empresarial devido ao seu potencial transformador dentro das marcas que procuram inovação em seus processos. Diferente do modelo linear, que segue o ciclo de produzir, usar e descartar, este novo meio de promover a cultura financeira de um empresa promove a reutilização, a reciclagem e a redução de desperdícios. Este modelo, além de ser mais sustentável, pode trazer grandes benefícios para pequenos negócios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para pequenos empreendedores, a implementação pode parecer desafiadora, mas não é impossível. Com as estratégias certas, é possível transformar a gestão e criar valor para clientes enquanto reduz os impactos ambientais. A transição para este <a href="https://modelsbrasil.com/ford-models-brasil-agencia-de-modelos">modelo</a> também pode diferenciar o negócio no mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com um relatório da </span><i><span style="font-weight: 400;">Ellen MacArthur Foundation</span></i><span style="font-weight: 400;">, a economia circular tem o potencial de gerar um impacto econômico positivo de trilhões de dólares globalmente, ao mesmo tempo, em que reduz significativamente a geração de resíduos. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) também destaca que a adoção de princípios circulares pode contribuir para a criação de empregos em setores inovadores e sustentáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nesta vantagem das pequenas empresas que estão ampliando sua visão para este tema, aqui iremos explorar como os pequenos negócios podem adotar esta técnica, abordando práticas acessíveis, exemplos práticos e os benefícios dessa mudança. Vamos entender como alinhar a sustentabilidade com a rentabilidade.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Compreendendo os Princípios da Economia Circular</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para implementar a economia circular, é fundamental compreender seus princípios básicos. Esse modelo se baseia em três pilares principais: reduzir, reutilizar e reciclar. Pequenos negócios precisam começar avaliando como esses conceitos podem ser aplicados às suas operações diárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução do uso de matérias-primas é um primeiro passo essencial. Esses modelos de negócios necessitam adotar práticas como compra de materiais renováveis ou minimização de desperdício no processo de produção. Além disso, identificar maneiras de reaproveitar materiais pode ser uma solução viável e econômica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A reutilização também é crucial. Pequenos negócios podem explorar a revenda de produtos reciclados ou a criação de itens únicos a partir de materiais descartados. Isso não apenas reduz o impacto ambiental, mas também cria novas oportunidades de receita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro aspecto importante é o design circular, que envolve criar produtos e serviços desde o início com a circularidade em mente. Isso significa pensar em como o produto pode ser desmontado, reciclado ou reutilizado ao fim de sua vida útil. Pequenos negócios que adotam essa mentalidade, conseguem não apenas atender às demandas de consumidores mais conscientes, mas também reduzir custos de produção a longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, educar a equipe e os parceiros sobre a economia circular é essencial. Quando todos os envolvidos entendem os princípios e benefícios desse <a href="https://gazetamercantil.com/major-model-melhor-agencia-de-modelos">modelo</a>, as chances de sucesso aumentam significativamente. Workshops, treinamentos e campanhas internas podem ser ferramentas valiosas nesse processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como podemos ver, a reciclagem deve ser incorporada como um processo constante. Por isso, deve-se estabelecer parcerias com cooperativas de reciclagem ou investir em sistemas internos pode ser uma maneira eficaz de fechar o ciclo e aproveitar ao máximo os recursos utilizados.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Identificando Oportunidades de Circularidade</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A implementação da economia circular começa com a identificação de pontos de melhoria. Para isso, os pequenos negócios devem realizar uma análise detalhada de suas operações. Essa análise pode revelar áreas onde há desperdícios ou onde recursos poderiam ser otimizados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo comum é o reaproveitamento de embalagens. Pequenos negócios podem implementar programas de devolução de embalagens usadas, promovendo a reutilização. Além disso, projetos colaborativos com outros negócios para compartilhamento de recursos também são uma alternativa interessante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra oportunidade está no design de produtos. Empresas podem desenvolver produtos projetados para serem mais resistentes e de fácil manutenção, prolongando sua utilidade. Essa estratégia, além de satisfazer os consumidores, contribui para consolidar uma imagem positiva da marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tecnologia também pode ser uma aliada. Ferramentas digitais podem ajudar a monitorar o uso de recursos e identificar pontos de desperdício. Esses dados permitem ajustes que tornam as operações mais sustentáveis e eficientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com Pedro Amorim, consultor de negócios pela Estação Indoor Agência de Marketing Digital, </span><i><span style="font-weight: 400;">“a economia circular não é apenas uma tendência, mas uma necessidade. Pequenos negócios que conseguem identificar gargalos em seus processos e transformá-los em oportunidades de circularidade não apenas reduzem custos, mas também ganham destaque no mercado”</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amorim também destaca que o engajamento dos stakeholders é fundamental. </span><i><span style="font-weight: 400;">“Quando clientes, fornecedores e equipes internas compreendem a importância da economia circular, eles se tornam aliados nessa transição. Pequenos negócios podem se beneficiar muito ao investir em educação e comunicação clara sobre os benefícios dessa prática”</span></i><span style="font-weight: 400;">, conclui.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Parcerias e Colaborações Sustentáveis</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Formar parcerias é uma estratégia poderosa para pequenos negócios que desejam adotar a economia circular. Colaborações com outros empreendimentos locais podem criar um ecossistema mais eficiente e sustentável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma opção é estabelecer parcerias com fornecedores que compartilhem os mesmos valores sustentáveis. Isso garante que os materiais adquiridos sejam provenientes de fontes responsáveis. Além disso, a troca de experiências entre negócios pode gerar novas ideias para implementar a circularidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Colaborações também podem incluir programas de educação para clientes e comunidades. Pequenos negócios podem trabalhar juntos para aumentar a conscientização sobre a importância da economia circular, criando um impacto coletivo mais significativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para pequenos negócios que buscam suporte especializado, investir em uma </span><strong><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://estacaoindoor.com/por-que-ter-uma-consultoria-de-marketing-digital-para-o-seu-negocio/">consultoria de marketing digital</a></span></strong><span style="font-weight: 400;"> pode ser uma decisão estratégica. Essas consultorias ajudam a comunicar iniciativas de circularidade de forma eficaz, criando conexões mais profundas com o público e ampliando o alcance de campanhas educacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, iniciativas conjuntas com organizações ambientais podem agregar ainda mais valor às parcerias. Elas trazem domínio sobre sustentabilidade e fornecem percepções práticas para melhorar as operações de forma responsável. Combinando essas colaborações, pequenos negócios podem se posicionar como líderes em suas comunidades e criar um impacto positivo duradouro.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Medindo e Comunicando Resultados</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma parte essencial da transição para a economia circular é medir os resultados obtidos. Para isso, pequenos negócios devem estabelecer indicadores-chave de desempenho (KPIs) que avaliem o impacto das práticas implementadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Indicadores como redução de desperdícios, economia de custos e aumento na satisfação do cliente podem ajudar a avaliar o progresso. Monitorar essas métricas regularmente permite identificar áreas que necessitam de ajustes e destacar os sucessos alcançados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, é importante comunicar esses resultados para o público. Transparência cria confiança e fortalece a relação com os clientes. Utilizar redes sociais e campanhas de marketing pode ser uma maneira eficaz de compartilhar histórias de sucesso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação interna também é vital. Equipes engajadas e informadas tendem a colaborar mais efetivamente para atingir os objetivos de sustentabilidade do negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra abordagem interessante é utilizar ferramentas de relatórios interativos para apresentar resultados. Plataformas digitais que permitem visualizar os dados de maneira clara e acessível podem ser útil para engajar tanto stakeholders internos quanto externos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para pequenos negócios que desejam inspirar outros a seguir o mesmo caminho, publicar estudos de caso detalhados pode ser uma opção valiosa. Isso não apenas compartilha as boas práticas, mas também reforça a posição da empresa como uma líder em sustentabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalmente, não se deve subestimar o impacto de eventos e webinars para divulgar os resultados. Esses formatos permitem interações em tempo real com o público, respondendo dúvidas e fortalecendo a confiança na marca enquanto promove o aprendizado coletivo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Superando Desafios na Implementação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Implementar a economia circular pode apresentar desafios, mas esses obstáculos podem ser superados com planejamento e resiliência. Pequenos negócios devem estar preparados para enfrentar resistências iniciais e possíveis custos de adaptação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma maneira de superar barreiras é buscar apoio de programas governamentais ou organizações que ofereçam incentivos financeiros para iniciativas sustentáveis. Isso pode ajudar a aliviar os custos iniciais e incentivar a implementação de práticas circulares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ademais, contar com o suporte de uma </span><span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.estacaoindoor.com">agência de marketing</a></strong></span><span style="font-weight: 400;"> pode ser decisivo. Essas agências não apenas ajudam a divulgar as iniciativas sustentáveis de maneira mais eficaz, mas também colaboram para atrair parcerias e engajar o público-alvo. Um bom planejamento de comunicação pode transformar desafios em oportunidades de crescimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto relevante é o investimento em capacitação. Programas de treinamento focados em economia circular ajudam equipes a compreender melhor os processos e a adotar soluções criativas para os problemas encontrados. Pequenos negócios que se dedicam a esse tipo de preparação tendem a superar desafios com maior facilidade e a criar um diferencial competitivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalmente, pequenos negócios devem adotar uma abordagem de melhoria contínua. Avaliar regularmente as práticas e buscar novas soluções é a chave para superar desafios e garantir o sucesso a longo prazo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conquistando o Futuro com Economia Circular</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Adotar a economia circular é uma estratégia vantajosa para pequenos negócios que buscam se destacar no mercado enquanto promovem a sustentabilidade. Este modelo oferece oportunidades para reduzir custos, criar valor e fortalecer relações com os clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora o processo possa apresentar desafios, as vantagens superam as dificuldades. Com planejamento, colaboração e inovação, é possível transformar operações e criar um impacto positivo duradouro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição para a economia circular não apenas beneficia o meio ambiente, mas também contribui para um futuro mais resiliente e próspero para os pequenos negócios e suas comunidades.</span></p>
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		<title>Óculos sem hastes voltam à moda com novas versões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 22:33:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Símbolo de elegância (e de certa arrogância) no século XIX e no início do XX, eles agora podem ser guardados dentro de capinhas de celular <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/oculos-sem-hastes-voltam-a-moda-com-novas-versoes/" title="Óculos sem hastes voltam à moda com novas versões">...</a></p>
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<p>Símbolo de elegância (e de certa arrogância) no século XIX e no início do XX, eles agora podem ser guardados dentro de capinhas de celular</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/02/Oculos-sem-hastes-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-386"/></figure>



<p>No século XIX e no início do XX, os óculos do tipo pincenê (do francês&nbsp;<em>pince-nez</em>, pinçar o nariz), sem hastes, adornavam o rosto de figuras como o escritor Machado de Assis (1839-1908) e o poeta e cronista Olavo Bilac (1865-1918). Outro modelo, o&nbsp;<em>lorgnette,</em>&nbsp;acompanhado de alça, eliminando, portanto, o apoio no rosto, era objeto de desejo nas apresentações de balé e de canto lírico — originalmente nas galerias da Ópera de Paris, mas não tardou a desembarcar por aqui.</p>



<p>Era chique, era bonito, evidentemente discreto, mas era sobretudo um manifesto comportamental. “Dava um ar de certa arrogância, como quem diz que só vê o que quer, na hora que bem desejar”, diz João Braga, professor de história da moda na Fundação Armando Alvares Penteado, de São Paulo. Essa postura, um modo mais distante e controlado de enxergar o mundo, como sugere Braga, associada às exigências da vida moderna de produtos fáceis de carregar, pode estar por trás do renascimento dessas duas peças.</p>



<p>O pincenê e o&nbsp;<em>lorgnette</em>&nbsp;voltaram à moda. “O público feminino pode sair de casa sem bolsa, só com o celular”, diz Roberto Adler, diretor da Thin­Optics, que comercializou 6 000 unidades dos artigos em 2019 e estima aumentar as vendas em 40% neste ano. Há tanto interesse que já é possível encontrá-los até em livrarias, na versão chaveiro ou finíssimos, para colocar dentro da capinha do smartphone. Os preços variam muito — vão de 180 reais, para os pincenês usados como lente de aumento, a mais de 800 reais, no caso dos<em>&nbsp;lorgnettes</em>&nbsp;de alças caprichadas, tratadas como colares, como os da grife italiana Fassamano.</p>



<p>É sempre difícil entender por que isso ou aquilo estoura nas lojas. Trata-se de um exercício inútil. Mas há uma regra incontornável: a valorização das peças retrô, porque a história é sempre o melhor professor. “Uma das características da moda contemporânea é visitar o passado e trazê-lo com um design atualizado”, diz Braga, o especialista. Se o que vale mesmo é dar um pulinho lá atrás, convém lembrar o comentário irônico de Machado, emoldurado pelo pincenê, em um dos capítulos de&nbsp;<em>Memórias Póstumas de Brás Cubas</em>, “A ponta do nariz”: “O nariz foi criado para uso dos óculos”. Será?</p>
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		<title>Amanda Momente: “Continuo gorda e estou bem comigo mesma”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2020 14:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Plus Size]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem encontrar roupas para malhar, a empreendedora desenvolveu uma marca plus size esportiva Terminei a gravidez com 140 quilos. Com essa medida, não existiam mais <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/amanda-momente-continuo-gorda-e-estou-bem-comigo-mesma/" title="Amanda Momente: “Continuo gorda e estou bem comigo mesma”">...</a></p>
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<p> Sem encontrar roupas para malhar, a empreendedora desenvolveu uma marca plus size esportiva </p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/wondersize-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-375" srcset="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/wondersize-1-1024x683.jpg 1024w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/wondersize-1-300x200.jpg 300w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/wondersize-1-768x512.jpg 768w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/wondersize-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> Deborah Maxx/. </figcaption></figure>



<p>Terminei a gravidez com 140 quilos. Com essa medida, não existiam mais roupas em lojas comuns para o meu tamanho. Eu não encontrava no shopping uma calça jeans que coubesse no meu corpo. Aliás, até hoje esses lugares não têm estabelecimentos preparados para atender esse tipo de público. Nenhuma das grandes marcas quer atender clientes gordas. Naquela época, quando eu tentava usar uma peça normal no maior tamanho disponível, passava ridículo. Fora o aperto, bastava agachar para brincar com o meu filho para ficar descoberta. Nos pontos especializados em <a href="https://vejafashion.com/melhores-agencias-de-modelos">moda</a> GG, as poucas opções disponíveis eram sem cor, desconfortáveis e tristes. Comecei a me sentir mal até com um dos meus hobbies favoritos, que é praticar atividade física. Todo mundo diz que o obeso precisa ir à academia, mas eu não encontrava nem roupa para isso. Então, decidi pensar, com a ajuda de uma costureira, uma modelagem de calça legging que se adaptasse ao meu perfil. Demorou dois anos mais ou menos para conseguirmos o resultado perfeito. Eu sempre pedia que o cós ficasse mais alto, que a calça fosse menos transparente. Quando a peça ficou pronta, não a tirei mais do corpo. Como era muito confortável, eu a usava não apenas na academia, mas também para ficar em casa e até mesmo para passear.</p>



<p>Em uma das saídas em que usei esse look, fui visitar a Pop Plus, a principal feira de plus size do Brasil e da América Latina. Como são raras as opções de roupa esportiva, muitas mulheres me perguntavam de qual loja eram a calça e a jaqueta que eu estava vestindo. Respondia que eu havia feito as peças com uma costureira e percebia a decepção no olhar delas. Depois que saí do evento, comecei a pesquisar e percebi que as pessoas não tinham o que eu tinha no meu guarda-roupa: uma legging que dava liberdade para me movimentar. Liguei para a minha amiga designer Marioli Oliveira e pedi a ela ajuda para criar uma marca. Quando contei sobre o projeto, ela se apaixonou tanto que quis ser minha sócia. Assim, nasceu em 2017 a WonderSize, uma loja de moda fitness esportiva. E a nossa primeira peça foi a calça legging Joana Dark, que aguenta qualquer batalha. Tiramos a empresa do papel 45 dias após a primeira reunião. Em pouco tempo, já estávamos faturando 30 000 reais por semana! Desde o começo da WonderSize, nossas vendas só crescem. Chegamos a ter uma receita média de 260 000 reais por mês em 2019.</p>



<p>No começo do negócio, a maior dificuldade foi encontrar um padrão de corte para o plus size. Como eu não era do ramo, fiquei surpresa ao saber que não havia mais modelos a partir de determinado tamanho. Era como se a sociedade excluísse todos os que vestissem número maior que o “padrão” estipulado. Decidimos que nossa grade de números iria até o 66. No mercado “normal”, 44 já é considerado tamanho GG. Hoje estamos desenvolvendo peças para outras linhas, como a moda praia e a versão office, que será lançada neste ano. O processo de criação plus size não é simples. Precisamos de modelagem de primeira, com bons acabamentos e um tecido resistente. Minha meta para a marca é levar liberdade às pessoas, incentivando-as a praticar esportes e a se sentir confortáveis com seu corpo. Não queremos fazer apologia da obesidade. Também não estamos dizendo: “Vá para a academia porque você é gorda”. Nossa peça faz com que as clientes consigam realizar atividades físicas e se sintam bem em ambientes informais e até mesmo em formais. Não importa se a mulher toma a decisão de emagrecer ou não, queremos que ela tenha a opção de decidir. Continuo com meus 140 quilos. Estou bem comigo mesma e não tenho mais vergonha das minhas roupas.</p>
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		<title>A moda é criar produtos que não agridem a natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 17:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Industria da moda]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos setores mais poluentes do mundo começa a se adaptar às atuais exigências do consumidor e a dar atenção ao tema da sustentabilidade Há <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/a-moda-e-criar-produtos-que-nao-agridem-a-natureza/" title="A moda é criar produtos que não agridem a natureza">...</a></p>
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<p>Um dos setores mais poluentes do mundo começa a se adaptar às atuais exigências do consumidor e a dar atenção ao tema da sustentabilidade</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/arte-burberry-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-345" srcset="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/arte-burberry-1-1024x683.jpg 1024w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/arte-burberry-1-300x200.jpg 300w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/arte-burberry-1-768x512.jpg 768w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/arte-burberry-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption> Ian West/Getty Images </figcaption></figure>



<p>Há uma revolução na indústria da moda. Grifes com décadas de tradição e milhões de consumidores começam a fabricar roupas e acessórios com especial atenção ao tema da sustentabilidade, um imperativo do século XXI. Diz a consultora de moda e sustentabilidade Giovanna Nader: “As mudanças vão da escolha por tingimento natural, tênis e tecidos feitos de material reciclado e descarte de lixo de modo não poluente a boas condições de trabalho”.</p>



<p>A transformação de um setor que movimenta anualmente 1,3 trilhão de dólares e emprega mais de 300 milhões de pessoas só ocorreu por exigência de um novo tipo de consumidor. Levantamento recente da consultoria americana McKinsey mostrou que 66% das pessoas passaram a considerar o desenvolvimento sustentável de um produto ao se decidir pela compra, ou não, de uma peça de moda. Entre a geração dos&nbsp;<em>millennials,</em>&nbsp;nascidos entre 1980 e 1995, a taxa sobe para 75%. As pesquisas na internet por “moda sustentável” triplicaram entre 2016 e 2019. Não responder, portanto, às novas expectativas impacta a imagem e os lucros do setor.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/arte-nike-1-1-1.jpg" alt="" class="wp-image-346"/></figure></div>



<p>O gigante inglês Burberry e a rede sueca H&amp;M sentiram recentemente os primeiros efeitos. Ambos foram alvo de protestos depois da revelação de que produtos excedentes estavam sendo incinerados em vez de vendidos em pontas de estoque, doados ou reciclados. A justificativa dessas grandes grifes inclui manter a qualidade das peças e “proteger a propriedade intelectual” das criações, além de defender as roupas de imitações, pirataria e vendas ilegais. Pressionadas, meses depois as empresas anunciaram o fim da prática. Em seguida, a França, país líder global em artigos de luxo, proibiu a destruição de produtos não vendidos. Em 2018, a brasileira Renner lançou uma coleção com peças feitas com fios reaproveitados das sobras de tecidos, o que diminuiu o consumo de água na produção em 44% . A Nike, atualmente símbolo de boas práticas no setor com o desenvolvimento de tênis a partir de material do lixo, até hoje faz um grande e reconhecido esforço para apagar a má lembrança de escândalos da década de 90. As denúncias de uso de trabalho infantil e o desperdício de material colaram na marca.</p>



<p>Mesmo companhias que já nasceram com ideais sustentáveis estão radicalizando seus propósitos. A americana Patagonia, conhecida por fabricar roupas e equipamentos para atividades ao ar livre apenas com poliéster reciclado e algodão 100% orgânico, informou em 2019 que não mais fornecerá roupas a empresas que não sejam “ambientalmente conscientes”. A notícia caiu como um balde de água fria nos corredores de Wall Street, já que o colete de lã da Patagonia virou marca registrada de trabalhadores de companhias financeiras da região.</p>



<p>Atrás apenas da área de óleo e gás, o setor da moda é hoje o segundo mais poluente do planeta. “Os itens nocivos que entram na produção de tecidos incluem pesticidas e corantes tóxicos usados para o tingimento”, diz a<em>&nbsp;influencer</em>&nbsp;e escritora Carla Lemos. Para piorar, os níveis de poluição gerados no processamento, transporte e limpeza de roupas são altos. A fibra sintética mais empregada por toda a indústria de roupas e acessórios, o poliéster, demora nada menos que 200 anos para se decompor na natureza. Assim, se for mantida a taxa atual de crescimento da indústria da moda, as emissões resultantes da produção aumentarão mais de 60% até 2030. Como diz o título de um requisitado livro da estilista e consultora de moda Alessandra Ponce Rocha, a Alê Rocha, sucesso entre a nova geração, “o futuro do planeta está em seu guarda-roupa”.</p>
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		<title>Coleção democrática: moda sob medida para pessoas com deficiências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 17:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas Publicitárias]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Moda Inclusiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A boa-nova é que, de alguns meses para cá, têm surgido marcas adaptadas para um tipo de consumidor geralmente relegado às margens do mercado Entrar <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/colecao-democratica-moda-sob-medida-para-pessoas-com-deficiencias/" title="Coleção democrática: moda sob medida para pessoas com deficiências">...</a></p>
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<p>A boa-nova é que, de alguns meses para cá, têm surgido marcas adaptadas para um tipo de consumidor geralmente relegado às margens do mercado</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/campanha-publicitaria-inclusiva-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-335" srcset="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/campanha-publicitaria-inclusiva-1-1024x683.jpg 1024w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/campanha-publicitaria-inclusiva-1-300x200.jpg 300w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/campanha-publicitaria-inclusiva-1-768x512.jpg 768w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/campanha-publicitaria-inclusiva-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>ZELO &#8211; Tommy Hilfiger: roupas adaptadas para cadeirantes e amputados ./Divulgação </figcaption></figure>



<p>Entrar em uma loja e não encontrar nenhuma peça que lhe sirva por estar fora do padrão de beleza das grifes já é frustrante. Imagine, então, não conseguir nem mesmo experimentar uma roupa porque não há espaço suficiente no provador para a cadeira de rodas ou porque a calça não passa pela prótese da perna. Os&nbsp;42 milhões de brasileiros que sofrem de algum tipo de deficiência física visual, auditiva e motora já passaram ao menos uma vez na vida por situação semelhante. A boa-nova: de alguns meses para cá, têm surgido marcas adaptadas para esse tipo de consumidor. Uma das pioneiras no país é a Iguall. A loja virtual foi criada pela nutricionista Fernanda Foltram a partir da experiência da filha, Helena, de 6 anos, diagnosticada com síndrome de West, um tipo raro de epilepsia que a obriga a usar uma sonda. A confecção inclui macacões, blusinhas, shorts e pijamas com espaço para a cânula alimentar. O&nbsp;mercado tem potencial para crescer — a mais recente edição da São Paulo Fashion Week, o maior evento de tendências da América Latina, levou cadeirantes à passarela em 2019.</p>



<p>Nos países ricos, o nicho tem sido explorado pelas grandes marcas. Recentemente, a americana Tommy Hilfiger lançou nos Estados Unidos uma coleção para o consumidor infantil e adulto com deficiência. Há calças, blusas, agasalhos, vestidos e camisas adaptados para cadeirantes e corpos com membros amputados. A grife já está na terceira coleção do tipo. À primeira vista, as peças da linha, batizadas de Spring Adaptive Collection (Coleção Adaptada de Primavera), não apresentam muitas diferenças quando comparadas às roupas normalmente criadas por Hilfiger. Mas os detalhes são quase um manifesto: botões especiais, fáceis de manipular, golas com velcro e zíperes que sobem e descem facilmente. São atitudes que merecem aplausos.</p>
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		<title>Tonani traz estilo e qualidade através de seus óculos de sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 17:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Tonani]]></category>
		<category><![CDATA[Tonani Eyewear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Tonani Eyewear traz ao mercado a sua coleção Beach Colours, trazendo óculos estilosos com a máxima proteção contra raios UV. O verão chegou e, <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/tonani-traz-estilo-e-qualidade-atraves-de-seus-oculos-de-sol/" title="Tonani traz estilo e qualidade através de seus óculos de sol">...</a></p>
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<p>A Tonani Eyewear traz ao mercado a sua coleção Beach Colours, trazendo óculos estilosos com a máxima proteção contra raios UV.</p>



<p>O verão chegou e, para proteger a saúde dos olhos da exposição solar frequente e prolongada, o uso de óculos escuros é fundamental. Além de resguardar os tecidos oculares atingidos pelos raios UVB / UVA, o item ajuda a diminuir a quantidade da radiação que agride a visão diariamente. Por isso, o acessório precisa ter as especificações técnicas necessárias que garantam a sua eficiência.</p>



<p>Não são todos os modelos disponíveis no mercado que têm boa procedência. Mas, na Tonani Eyewear é possível adquirir óculos de sol com toda e qualidade nos óculos que possuem a máxima proteção UV, feitos em policarbonato, metal ou TR90, garantindo assim mais flexibilidade, durabilidade e resistência.</p>



<p>De acordo com especialistas, os <a href="https://vejafashion.com/melhores-agencias-de-modelos">modelos</a> de óculos de sol que irão bombar nessa temporada aderem ao clima dos anos 90 e ao minimalismo tão marcante da década: para o verão 2020, o acessório ganha ares clássicos, em tons de preto, bege ou branco. Os gatinhos continuam em alta, mas os  <br>modelos mais arredondados ou quadrados ainda tem vez.<br>Abaixo, você confere uma seleção de óculos escuros que prometem ser o arremate perfeito para seu look nesta estação.  </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_5-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-358" srcset="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_5-1-1024x1024.jpg 1024w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_5-1-300x300.jpg 300w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_5-1-150x150.jpg 150w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_5-1-768x768.jpg 768w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_5-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><br></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_2-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-359" srcset="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_2-1-1024x1024.jpg 1024w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_2-1-300x300.jpg 300w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_2-1-150x150.jpg 150w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_2-1-768x768.jpg 768w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_2-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_3-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-360" srcset="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_3-1-1024x1024.jpg 1024w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_3-1-300x300.jpg 300w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_3-1-150x150.jpg 150w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_3-1-768x768.jpg 768w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_3-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_4-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-361" srcset="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_4-1-1024x1024.jpg 1024w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_4-1-300x300.jpg 300w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_4-1-150x150.jpg 150w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_4-1-768x768.jpg 768w, https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tonani_._wear_20191219_4-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Hábito de alugar peças de vestuário por assinatura cresce no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 15:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Locação de roupas]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Serviço agrada principalmente às mulheres dos 20 aos 35 anos. Até o momento não existem empresas com ofertas ao público masculino Tudo se compartilha: filmes, <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/habito-de-alugar-pecas-de-vestuario-por-assinatura-cresce-no-brasil/" title="Hábito de alugar peças de vestuário por assinatura cresce no Brasil">...</a></p>
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<p>Serviço agrada principalmente às mulheres dos 20 aos 35 anos. Até o momento não existem empresas com ofertas ao público masculino</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/retratoclorent0000-1.jpg-1.jpg" alt="" class="wp-image-253"/><figcaption> NETFLIX DA MODA - Eduarda (à esq.) e Ana Teresa, da Clorent, em São Paulo: armário com 2 000 peças de qualidade&nbsp;Paulo Vitale/VEJA </figcaption></figure>



<p>Tudo se compartilha: filmes, apartamentos de temporada, músicas e carros. Em tempos de Netflix, Airbnb, Spotify e Uber, consumir um produto sem ter sua propriedade é uma das características de comportamento que mais refletem os humores do século XXI. Há, nessa tendência, uma novidade: o&nbsp;<strong>aluguel de roupas</strong>. Crescem, nos Estados Unidos e na Europa, e agora também no Brasil, as lojas físicas ou&nbsp;<strong>startups</strong>&nbsp;que oferecem peças finas mediante um pagamento mensal.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/arte-roupa.jpg" alt="" class="wp-image-254"/></figure></div>



<p>O negócio nasceu em 2009, com a nova-iorquina&nbsp;<strong>Rent the Runway</strong>. Hoje, o serviço tem listados, e guardados em imensos galpões, mais de 450 000 modelos. Com o equivalente a 600 reais, alugam-se até quatro itens por vez, sem tempo estabelecido de devolução. A Rent the Runway foi recentemente avaliada em 1 bilhão de dólares, o que a instalou no grupo dos unicórnios (termo utilizado para designar as startups que atingiram tal valor de mercado). No Brasil, passados dez anos da explosão americana, a ideia já desembarcou com vigor: existem pelo menos dez marcas em quatro capitais — São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. As assinaturas, por aqui, começam em 50 reais mensais e chegam a 550 reais. A diferença varia de acordo com a quantidade de peças e o prazo para a devolução dos produtos. Com o valor de largada, retira-se uma peça por vez e permanece-se com ela por no máximo dez dias. Nas versões mais caras, o consumidor tem direito a um número ilimitado de peças, mas só pode levar três itens de cada vez e tem o direito de guardá-los durante quatro semanas. A escolha é feita ­on-line e, se quiser, o cliente nem precisa ir até a loja (as entregas são feitas em casa). Diz a administradora de empresas Eduarda Ferraz, sócia da Clorent, uma das maiores do gênero em São Paulo: “As pessoas gostam porque é prático e econômico”.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/rent-the-runway-compartilhamento-roupas-usa.jpg" alt="" class="wp-image-255"/><figcaption> A ORIGEM – A pioneira Rent the Runway: valor de mercado de 1 bilhão de dólares George Etheredge/The New York Times/Fotoarena </figcaption></figure>



<p>Na ponta do lápis, as assinaturas valem, sim, a pena — especialmente para quem aprecia modelos da alta-costura. Por 319 reais, por exemplo, podem-se usar ao longo de um mês um vestido Valentino, uma calça Bobô, um casaco Yves Saint Laurent, um macacão Rosa Chá, um blazer Iorane e uma saia Gucci. Essas seis peças juntas custariam numa loja a bagatela de 14 720 reais. É possível também alugar apenas um item por vez. Mas, em geral, o aluguel unitário nessas empresas equivale em média a 15% do valor da roupa. Só o vestido Valentino custaria mais ou menos os 319 reais da assinatura. Dois dos grandes desafios do negócio são evitar a repetição dos modelos e executar a lavagem das roupas. A pioneira Rent the Runway mantém o próprio serviço de limpeza, com capacidade para lavar e secar 2 000 peças por hora. No Brasil, a lavanderia ainda é terceirizada.</p>



<p>Os homens que se interessarem pelo assunto, infelizmente, não poderão aderir ao serviço. Até o momento não existem empresas com ofertas ao público masculino — nem aqui nem nos EUA. Mas isso pode mudar no futuro, marcadamente entre os mais jovens. Segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do Serviço de Proteção ao Crédito, 89% dos brasileiros que já experimentaram alguma forma de consumo colaborativo com roupas aprovaram o modelo. O serviço agrada às consumidoras das gerações Y e Z (na faixa dos 20 aos 35 anos). “A moda compartilhada pegou porque tem um viés de sustentabilidade importantíssimo para a sociedade moderna — e os mais novos estão ligados no fim do desperdício”, diz Bruna Ortega, especialista em beleza e moda na WGSN, empresa de análise de tendências. A indústria da moda realmente é uma das mais poluentes. De acordo com uma pesquisa do instituto Boston Consulting Group, cerca de 100 bilhões de peças de vestuário são produzidas anualmente no mundo, e boa parte delas acaba sendo descartada em pouco tempo. Até 2050, a indústria da moda consumirá 25% da cota do carbono permitida. Compartilhar roupas, portanto, pode ser bom para o bolso e para a consciência.</p>
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		<title>Crise? Não na butique Balmain de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 12:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Balmain]]></category>
		<category><![CDATA[Chloé]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vestidos de 40 000 reais Inaugurada recentemente no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, a butique Balmain vai muito bem com os seus resultados. Na <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/crise-nao-na-butique-balmain-de-sao-paulo/" title="Crise? Não na butique Balmain de São Paulo">...</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
				
<p>Vestidos de 40 000 reais</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/olivier-rousteing-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-238"/><figcaption> Olivier, designer da Balmain: vendas em alta&nbsp;Swan Gallet/WWD/Shutterstock </figcaption></figure>



<p>Inaugurada recentemente no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, a butique Balmain vai muito bem com os seus resultados. Na semana em que <strong>Olivier Rousteing</strong>&nbsp;esteve no Brasil, vendedores contaram às clientes que as vendas estavam a toda – e que a loja do país já constava entre as que mais faturavam no mundo. Estamos falando de vestidos de 40 000 reais, casacos de 30 000 e assim por diante.</p>



<p>Em tempo: a marca francesa Chloé, ainda inédita no Brasil, abrirá as portas no Cidade Jardim no futuro próximo.</p>
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		<title>Quatro grandes negócios que movimentaram o mercado de luxo</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 12:04:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tiffany, Versace, Stella McCartney e Missoni: sofisticação e lucros TiffanyEm novembro do ano passado, mudou de mãos o controle da icônica joalheria Tiffany (foto). Fundada <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/quatro-grandes-negocios-que-movimentaram-o-mercado-de-luxo/" title="Quatro grandes negócios que movimentaram o mercado de luxo">...</a></p>
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<p>Tiffany, Versace, Stella McCartney e Missoni: sofisticação e lucros</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tiffany-loja-londres-2018-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-209"/><figcaption>Dukas/Universal Images Group/Getty Images </figcaption></figure>



<p><strong>Tiffany</strong><br>Em novembro do ano passado, mudou de mãos o controle da icônica joalheria Tiffany <em>(foto)</em>. Fundada nos Estados Unidos em 1837, a marca, com cerca de 300 lojas no mundo, virou sinônimo máximo de sofisticação nessa área a ponto de batizar um clássico do cinema:&nbsp;<em>Breakfast at Tiffany’s</em>, estrelado por Audrey Hepburn (no Brasil, o filme ganhou o título de&nbsp;<em>Bonequinha de Luxo</em>). A empresa foi vendida por 16,2 bilhões de dólares ao grupo francês LVMH, gigante especializado em artigos de luxo com presença nos mercados de moda, vinhos, perfumes, joias e relógios, controlando marcas como Moët &amp; Chandon, Givenchy e Tag Heuer, entre outras. </p>



<p><strong>Versace</strong><br>O grupo americano Michael Kors adquiriu em setembro a Versace, avaliada em 8,7 bilhões de reais. Fundada em 1978 pelo designer Gianni Versace e por seu irmão Santo, a marca é um ícone da moda italiana. A família Versace, proprietária de 80% da companhia, sediada em Milão, recebeu 6,9 bilhões de reais pelo negócio. </p>



<p><strong>Stella McCartney</strong><br>A filha do ex-beatle Paul McCartney é uma das grandes estrelas da moda internacional. Em 2018, a designer encerrou uma parceria de dezessete anos com o grupo de marcas de luxo francês Kering comprando os 50% que a companhia detinha das ações da grife que carrega seu nome. </p>



<p><strong>Missoni</strong><br>Referência mundial em roupas sofisticadas com muitas cores e estampas geométricas, a grife surgiu em 1953 na região da Lombardia pelas mãos do casal Rosita e Ottavio Missoni. Em julho do ano passado, o fundo de investimento FSI, um dos maiores da Europa, adquiriu 41,2% da marca com o objetivo de expandir os negócios da Missoni.

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		<title>Modelos consagrados de tênis ganham (caríssimas) versões pop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2020 23:14:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Videogames, desenhos animados e até séries de TV já serviram de tema para as releituras Foi-se o tempo em que apenas os melhores atletas do <a class="mh-excerpt-more" href="https://vejafashion.com/modelos-consagrados-de-tenis-ganham-carissimas-versoes-pop/" title="Modelos consagrados de tênis ganham (caríssimas) versões pop">...</a></p>
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<p>Videogames, desenhos animados e até séries de TV já serviram de tema para as releituras</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/tenis-Drake-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-190"/><figcaption> <br>PARA POUCOS &#8211; Drake usando o Air Jordan da Off-White: garoto-propaganda</figcaption></figure>



<p>Foi-se o tempo em que apenas os melhores atletas do mundo ganhavam das empresas de material esportivo modelos exclusivos de calçado com a própria assinatura. As principais marcas perceberam recentemente que poderão faturar muito mais se introduzirem em suas criações outras referências do universo pop. Já foram usados como tema na confecção dos&nbsp;<em>sneakers</em>&nbsp;— nome pelo qual são conhecidas as edições limitadas dos tênis — séries de TV como&nbsp;<em>Stranger Things</em>, desenhos animados como&nbsp;<em>Dragon Ball Z</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Bob Esponja</em>, e até consoles de videogame como o PlayStation, da Sony.</p>



<p>É justamente a fusão de elementos do mundo do entretenimento, a chamada “colaboração”, que faz a cabeça (e o bolso) dos jovens pirar. Foi assim com uma das mais recentes versões do Air Jordan 1, da Nike. Levado às prateleiras como uma homenagem ao número 1 do basquete de todos os tempos, Michael Jordan (à época apenas uma estrela em ascensão), o tênis de cano alto foi relançado diversas vezes desde 1985. Uma das mais famosas releituras foi assinada por uma das grifes mais quentes do mercado de streetwear: a Off-White. Seu criador, Virgil Abloh, é de Chicago, cidade que abrigou a maior parte da carreira de Jordan na NBA. Comercializada desde 2017 ao preço original de 190 dólares, essa versão, repleta de penduricalhos exclusivos <em>(veja o quadro abaixo),</em> sumiu das lojas num piscar de olhos. Hoje, o Air Jordan da Off-White pode ser encontrado apenas nos pés de celebridades — o rapper canadense Drake ganhou um par de presente de Abloh — ou em sites de revenda a preços, é claro, exorbitantes.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://vejafashion.com/wp-content/uploads/2020/01/Air-Jordan.png" alt="" class="wp-image-191"/></figure>
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