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	<title>Vexel Web - Sites e Sistemas</title>
	
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	<description>Desenvolvimento de websites e loja virtual, sistemas, apresentações em power point e marketing online</description>
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		<title>Eu preciso de um site simples, quanto é?</title>
		<link>http://www.vexelweb.com.br/blog/eu-preciso-de-um-site-simples-quanto-e/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 13:55:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Essa pergunta é muito ouvida por gerentes de projetos, e é muito mais complexa do que os clientes imaginam. Desenvolver métricas consistentes e precisas é uma tarefa bastante trabalhosa e exige conhecimento sobre o financeiro e a linha de produção da agência desenvolvedora. A grande maioria dos clientes não tem um objetivo claro ao ir [...]]]></description>
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<p>Essa pergunta é muito ouvida por gerentes de projetos, e é muito mais complexa do que os clientes imaginam. Desenvolver métricas consistentes e precisas é uma tarefa bastante trabalhosa e exige conhecimento sobre o financeiro e a linha de produção da agência desenvolvedora. A grande maioria dos clientes não tem um objetivo claro ao ir a uma agência de soluçôes em internet, talvez por não conhecer o próprio negócio ou simplesmente por achar que a solução que sua empresa precisa é um site.</p>
<p>O gerente de projetos faz um planejamento e traça a estratégia ideal, adequando à necessidade de seu cliente, os objetivos que ele pretende realizar e indica a melhor solução para aquele problema. Nem sempre a solução é a mais simples ou a mais barata, mas com certeza será a melhor solução para aquele problema, pois o projetista sempre analisará de forma profissional e concisa.</p>
<p>Se a solução do problema for desenvolver um site, reunirar-se-á com o arquiteto da informação para resolver problemas de usabilidade, interatividade e organização do conteúdo, sendo o arquiteto de informação responsável por desenvolver os wireframes do projeto, sempre pensando na experiência que o usuário final irá obter e seguindo o foco do contratante.</p>
<p>Se for preciso desenvolver um sistema para gerenciar o site, o arquiteto de informação organizará toda a forma de se comunicar do contratante, desde a secretária que tem um nível de restrição no sistema até o presidente que tem total controle sobre tudo e sobre todos. Isso implica em desenvolver uma solução baseado no comportamento do usuário, sendo depois transmitido para o arquiteto de sistemas, que desenvolverá os componentes do sistema, e repassado para os programadores e designers que por sua vez recebem os wireframes e desenvolvem as formas e harmonizam as cores para o projeto, tudo dentro da estratégia de marketing definida pela equipe.</p>
<p>Vale lembrar que o foco do desenvolvimento de software como um todo nunca será perfeito, porém é preciso evitar o conflito de interesses, pois o designer tem a idéia de uma estética perfeita, o arquiteto de sistemas uma usabilidade perfeita e o programador um algoritmo perfeito, se não houver um foco do conteudo direcionado para o usuário, certamente o projeto será um fracasso.</p>
<p>Existem projetos desenvolvidos baseados unicamente em satisfazer o ego do design e não é assim que a coisa funciona, pois não adianta ter um site bonito ou ter a melhor e mais nova tecnologia do mercado, sendo que quem realmente vai usar tem dificuldades.</p>
<p>O não planejamento de diferentes comportamentos de usuários é um grande problema em sites de comércio eletronico, porque diversas culturas e costumes levam a hábitos diferentes, consequentemente determinados produtos são mais consumidos em determinadas regiões.</p>
<p>É preciso inovar e testar os diversos comportamentos dos usuários, para se desenvolver um produto de alta qualidade e que gere resultados na internet. Desenvolver um site simples é agregar valores e funcionalidades acessíveis para quem vai usar, portanto o cálculo do valor de um site simples é a quantidade de funcionalidades somadas ao nível de simplicidade com que estas informações chegaram até o cliente.</p>
<h6><em><span style="color: #888888;">fonte: imasters.com.br</span></em></h6>
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		<title>Frete Grátis será padrão de e-commerce</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 10:57:07 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1075" src="http://www.vexelweb.com.br/wp-content/uploads/frete_gratis_b.jpg" alt="Blog Vexel Web" width="900" height="140" /></p>
<p>Naturalmente as pessoas estão acostumadas a comprar em estabelecimentos físicos em suas regiões e nestes locais não existe a figura do “frete” na hora da compra de qualquer produto, salvo escassas exceções. Esse é um dos motivos pelo qual o evento de cobrar para entregar um produto é a maior causa para abandono de intenção de compras. Mesmo o conceito de compras via internet esteja sempre reforçando o conceito do frete, ou seja, da taxa de entrega, o consumidor ainda resiste e sempre procura a loja virtual que consiga oferecer essa isenção como fator determinante para o fechamento da compra.<br />
<span id="more-1174"></span><br />
Analisando que a entrega já faz parte do processo de compra tradicional, se faz desnecessário tentar explicar as responsabilidades e custos envolvidos do negócio online para quem está comprando, seria a mesma coisa que exemplificar taxas extras por conta dos estabelecimentos oferecem atendimento 24 horas, por conta do seu terceiro turno de funcionários. Por isso é importante que no plano de negócio esses custos operacionais estejam no calculo da margem de lucro, que seja considerado os valores para entrega dos produtos.</p>
<p>Num futuro muito próximo o conceito de frete será eliminado do comércio eletrônico, quem ainda não consegue praticar somente o preço final do produto, ficará em enorme desvantagem em relação aos seus concorrentes, principalmente os gigantes. Para isso é importante iniciar desde hoje um movimento no sentindo que essa condição esteja cada vez mais presente como opção na loja virtual, mesmo que ainda não alcance 100% das vendas.</p>
<p>Algumas formas de iniciar esse processo podem ser:<br />
Nas macrorregiões onde ocorre maior número de vendas, e procurar por parceiros logísticos, com isso os preços do transporte poderá ser extremamente reduzido e passiveis de absorção nas despesas operacional da loja virtual, desonerando os consumidores e automaticamente aumentando as vendas, que por conseqüência aumentará o lucro liquido final.</p>
<p>Definição de valor mínimo de pedido para isenção da taxa de entrega, através desse método será possível além de vender mais produtos, aumentar o ticket médio e por conseqüência reduzindo o percentual representativo do frete no valor total do pedido.<br />
Através das operadoras de cartões de créditos oferecerem emissão de cartão de crédito de bandeira própria, o que automaticamente isentará esses clientes da taxa de entrega na compra na loja virtual, pois haverá uma recompensa através do percentual de fidelização desses clientes junto à operadora de cartão de crédito.<br />
Iniciar a criação de clube de compras, que oferecerá aquisições recorrentes, garantindo assim além da movimentação de mercadorias e valores financeiros, vantagens ao consumidor no frete neste período de compra.</p>
<p>O frete grátis num futuro muito próximo não será um diferencial e sim uma realidade em 99% dos estabelecimentos comerciais virtuais, por mais que o crescimento do comércio eletrônico demonstre que há espaço para novos estabelecimentos, a competição hoje já está mais acirrada e conquistar espaço sempre está cada dia mais difícil e trabalhoso. Por isso comece com um pé no futuro, devemos oferecer os produtos ou serviços da forma tradicional, somente o preço do produto e nada mais. E claro não se esqueça que a responsabilidade da entrega é do lojista e não do transportador e muito menos do consumidor, mesmo quando ele paga.</p>
<p><em>fonte: ecommercenews.com.br</em></p>
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		<title>Buscas = US$ 17 bilhões no PIB</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 12:33:31 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1075" src="http://www.vexelweb.com.br/wp-content/uploads/search.jpg" alt="blog Vexel web" width="900" height="140" /></p>
<p>As buscas feitas na internet tiveram impacto de US$ 17 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009, de acordo com o estudo “O valor econômico da busca”, realizado pelo Google e divulgado na última semana.</p>
<p><span id="more-1165"></span>Apenas a título comparativo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as riquezas da economia brasileira somaram, em 2010, R$ 3,675 trilhões. No restante do mundo, esse valor chegou a US$ 780 bilhões. </p>
<p>O estudo traz um dado interessante: no País, foram ganhos US$ 8,2 bilhões em economia de tempo. Já com propaganda foram arrecadados US$ 5 bilhões e com as empresas esse valor vai de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões. Ou seja, US$ 252 para cada usuário de internet por aqui.<br />
De acordo com Marcel Leonardi, diretor de assuntos governamentais e políticas públicas do Google Brasil, “a busca permite comparação de preços, que o usuário descubra qual a melhor oferta e saber qual é o valor que este produto é oferecido lá fora. Isso dá uma transparência nos preços, quer dizer, fica mais fácil de ver quem cobra caro e quem cobra barato.”<br />
Leonardi afirmou que a tendência é que a busca fique mais relevante devido “à quantidade de conteúdo que é produzido a cada ano e que só aumenta. Com esse mar de informação que nós temos hoje fica praticamente inviável navegar por tudo isso sem ter a busca como o principal elemento de apoio”.<br />
<br />
E outras plataformas auxiliam a popularização do sistema de busca, que domina cerca de 90% do mercado de pesquisas online no Brasil. Em 2011, de acordo com a pesquisa Top Mobile Internet Trends, houve um crescimento de 1.000% em pesquisas realizadas pelos smartphones no Google.<br />
De acordo com o especialista, os principais foco das buscas na internet são os pequenos e médios empresários, “porque para eles a publicidade tradicional está fora de cogitação. Eles não têm condições de anunciar no intervalo da novela ou em um jornal de grande circulação. Mas se ele anuncia na busca ele tem um bom retorno sobre investimento”<br />
<br />Ele ainda afirma que esses números beneficiam todos os segmentos do comércio. “É possível perceber que varejo profissional migrou devagarzinho para o online. Hoje, 16% de todo gasto já está na internet e 40% é publicidade de busca, isso porque todos os setores de comércio eletrônico e prestação de serviço encontram valores derivados de busca”, explicou.</p>
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		<title>E-mail transacional: uma fonte de renda a ser desbravada</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 11:26:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As mensagens de e-mails transacionais, incluindo as confirmações de pedidos e outros comunicados referentes ao atendimento, são geralmente vistos como um simples componente de um bom serviço. Porém, um novo relatório da unidade JupiterResearch da Forrester Research, The Transactional Messaging Imperative: [Capitalizando a partir da Oportunidade de Marketing do E-mail Transacional], indica que a mídia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1075" src="http://www.vexelweb.com.br/wp-content/uploads/email_big1.png" alt="blog Vexel web" width="900" height="140" /></p>
<p>As mensagens de e-mails transacionais, incluindo as confirmações de pedidos e outros comunicados referentes ao atendimento, são geralmente vistos como um simples componente de um bom serviço. Porém, um novo relatório da unidade JupiterResearch da Forrester Research, The Transactional Messaging Imperative: [Capitalizando a partir da Oportunidade de Marketing do E-mail Transacional], indica que a mídia pode oferecer um novo método de marketing e oportunidades de geração de receita.</p>
<p>Os dados têm indicado há tempos que os e-mails transacionais contam com um dos mais altos índices abertos de qualquer tipo de mensagem, com a maioria das estimativas entre 33 e 50 por cento de alcance. O relatório pressupõe que conforme a economia on-line aumentar um número maior de mensagens transacionais serão enviadas, criando novas oportunidades para osprofissionais de marketing.</p>
<p>Além disso, a JupiterResearch prevê que em 2012, um consumidor on-line comum nos Estados Unidos receberá 146 mensagens transacionais, aproximadamente o dobro da quantia recebida por pessoa em 2007.</p>
<p>O estudo, patrocinado por um provedor de soluções de e-mail marketing, StrongMail, descobriu que 60 por cento dos 200 profissionais de marketing analisados observaram um aumento no faturamento após implementar um programa de marketing para e-mails transacionais; 54 por cento deles declararam um aumento no reconhecimento da marca; e 50 por cento registraram um aumento na satisfação do cliente. Apenas 2 por cento não perceberam benefícios.</p>
<p>A JupiterResearch aconselha os profissionais de marketing a considerar o apoio da infra-estrutura de envio transacional, para incluir mecanismos de geração de receita como anúncios e ofertas em suas mensagens, e centralizar a propriedade dos esforços de mensagens transacionais da empresa. Estas táticas são essenciais para guiar o faturamento de e-mails auxiliares e fornecer os critérios adicionais necessários para a compreensão e otimização do relacionamento com o cliente, afirma o relatório.</p>
<p>David Daniels, vice-presidente e analista principal da Forrester e autor do estudo, chama o e-mail transacional de “uma fonte de mensagem de missão crítica. Mesmo nessas épocas econômicas difíceis, é uma oportunidade a ser desbravada”.</p>
<p>Ele afirma que, enquanto muitos usuários de idades entre 18-24 e 25-34 utilizam serviços como o Facebook ao invés de e-mails para mensagem em massa, o e-mail ainda é utilizado como se for um recibo de um serviço como o iTunes. Além disso, ele afirma que conforme este público ficar mais velho, irá cada vez mais voltar aos e-mails.</p>
<p>&#8220;O e-mail vai sempre existir”, ele diz. “Assim que aqueles entre 18 e 24 anos transitarem para uma demografia mais velha e começarem a enviar currículos ou algo do tipo, eles o farão via e-mail&#8221;.</p>
<p>A Wetpaint ganha visão</p>
<p>Nem todos os benefícios do envio de mensagens adequadas de e-mails transacionais são financeiros. De acordo com Kimberly Bower, diretora de e-mail marketing do serviço de hospedagem wiki, Wetpaint, &#8220;Nós utilizamos as mensagens primeiramente para descobrir o que os nossos clientes gostam ou não gostam em nossas mensagens de e-mail”.</p>
<p>A Wetpaint, cliente da StrongMail, utiliza 28 modelos diferentes de mensagens para os seus próprios clientes, a maioria deles para clientes que visitaram um wiki específico dizendo o que fizeram lá, sugerindo portanto próximos possíveis passos para manter estes visitantes em contato. &#8220;Ficamos surpresos ao descobrir que muitos dos nossos clientes queriam que acrescentássemos mais imagens aos nossos e-mails&#8221;, afirma Bower, &#8220;o que é o oposto do que imaginávamos, que eles queriam apenas relatórios sobre o que havia acontecido. Porém, descobrimos que o uso de imagens relevantes aumenta a satisfação&#8221;.</p>
<p>Ela acrescenta que inicialmente houve certa discussão na Wetpaint sobre se o uso ou não de e-mails transacionais para o marketing teria mesmo algum valor. “Houve um lado que achou que poderíamos apenas ter certeza do retorno das pessoas ao nosso site ou nos monitorar com nossa alimentação de dados RSS&#8221;, ela afirma. &#8220;Mas logo descobrimos que o e-mail tem um custo tão razoável, e que os nossos clientes gostam deste toque, que esse era o caminho”.</p>
<p>Daniels alerta que a maximização do potencial de e-mails transacionais pode ser difícil, principalmente em empresas maiores. Os profissionais de marketing devem centralizar a gestão e medição dos e-mails transacionais em um esforço para ultrapassar o atrito que pode surgir entre o TI e o marketing nesta área. Mensagens mais coerentes e a capitalização das sinergias com programas de marketing convencionais estão entre os benefícios de tal abordagem.</p>
<p>&#8220;Ainda existem várias brechas em algumas empresas”, ele acrescenta, “e que geralmente são geridas pelo marketing e pela área de TI, mas esta é uma oportunidade que os profissionais de marketing devem tentar centralizar. Esta área representa uma grande oportunidade para o marketing comandar e comprovar o ROI [Retorno Sobre Investimento], já que ninguém no TI está necessariamente motivado a fazê-lo”.</p>
<p><em>Extraído do boletim do Peppers &#038; Rogers Group</em></p>
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		<title>Serviços que estão em alta e em baixa na “compra coletiva”.</title>
		<link>http://www.vexelweb.com.br/blog/servicos-que-estao-em-alta-e-em-baixa-na-compra-coletiva/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 16:27:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois do “boom” das compras coletivas, começam a surgir os prós e contras da estratégia. Depois da experiência inicial, consumidores, sites e estabelecimentos comerciais começam a perceber o que vale à pena ou não investir na compra coletiva. EM ALTA Gastronomia: Restaurantes, bares, fast-foods, cafeterias, padarias… São muitas as opções que englobam este item que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1075" src="http://www.vexelweb.com.br/wp-content/uploads/blog/compra-coletiva.jpg" alt="" width="900" height="140" /></p>
<p>Depois do “boom” das compras coletivas, começam a surgir os prós e contras da estratégia. Depois da experiência inicial, consumidores, sites e estabelecimentos comerciais começam a perceber o que vale à pena ou não investir na compra coletiva.</p>
<p><strong style="color: #993366;">EM ALTA</strong></p>
<p><strong>Gastronomia</strong>: Restaurantes, bares, fast-foods, cafeterias, padarias… São muitas as opções que englobam este item que tem tido grande êxito no mercado de compra coletiva. E o motivo é muito simples – brasileiro adora comer fora de casa, nem que seja um misto quente no bar da esquina! E para quem não pode se dar ao luxo de comer fora o tempo todo, as ofertas gastronômicas dos sites de compra coletiva foram uma estratégia muito bem-vinda, tanto para os consumidores (que agora podem ir a um restaurante sem comprometer o orçamento), como para os estabelecimentos comerciais (que enxergaram na compra coletiva uma excelente ferramenta de marketing).</p>
<p><strong>Eletroeletrônicos</strong>: Outra grande paixão do brasileiro são os artigos eletrônicos TV, som, celular, computador, entre outros. Segundo a e-bit, eles aparecem no topo da lista de desejos do consumidor. O grande problema é o preço, muitas vezes, inacessível para a grande maioria. E, por não se tratar de um produto de primeira necessidade, o sonho de adquiri-lo acaba sendo posto de lado. Mais uma vez, os sites de compras coletivas acertaram ao ofertar os eletroeletrônicos e tornar este sonho possível – hoje, o consumidor pode adquirir um celular de R$ 600 por R$ 300 e ainda com a possibilidade de parcelamento.</p>
<p><strong>Turismo</strong>: Fazer uma bela viagem é outro grande sonho de consumo, também adiado, muitas vezes, pela falta de dinheiro. Afinal, viajar não requer economias apenas para a passagem e a hospedagem, mas para gastos pontuais ao longo da estada, como refeição, roupas, presentes, entre outros. E é neste cenário que os pacotes de viagem, para destinos nacionais e internacionais, ganharam destaque nos sites de compras coletivas sendo vendidos com descontos tentadores. As ofertas são possíveis graças às excelentes parcerias que os sites têm realizado com hotéis e companhias aéreas, que identificaram uma oportunidade de lucrar mesmo nas baixas temporadas.</p>
<p><strong style="color: #993366;">EM BAIXA</strong></p>
<p><strong>Tratamentos estéticos</strong>: A proibição de pacotes de serviços de fisioterapia e terapia ocupacional, decretada pelo Coffito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional), deixou os adeptos da compra coletiva em estado de alerta. Ainda que não haja registro de problemas com consumidores que adquiriram estes serviços por meio da compra coletiva, a desconfiança já foi despertada, já que o Coffito alegou que tratamentos como drenagem linfática e radiofrequência, indicados para combater gordura localizada e celulite, podem causar danos à saúde, caso não haja uma correta orientação médica.</p>
<p><strong>Cursos</strong>: Segundo o Ministério da Educação, comercializar cursos pelos sites de compras coletivas é legal, já que o órgão é responsável apenas por fiscalizar e autorizar a abertura de novos cursos. São cursos presenciais ou on-line que oferecem descontos atrativos para diversas áreas. No entanto, muitos consumidores desconhecem alguns pontos “camuflados”. No caso de descontos nas mensalidades de cursos superiores, é preciso que o candidato tenha sido aprovado no vestibular, fato este que não fica bem claro em alguns sites, gerando insatisfação em quem adquiriu a oferta.</p>
<p><small style="font-size: 10px; font-family: verdana; color: #cccccc;">Fonte: http://ecommercenews.com.br</small></p>
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		<title>8 Dicas para Comprar com Segurança em  Lojas Virtuais</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 19:29:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sua caixa de correio já está cheia de e-mails que prometem ofertas arrasadoras de Natal? Fique esperto. Comprar online ajuda a economizar tempo e dinheiro, mas também é uma oportunidade para que golpistas aproveitem sua melhor oportunidade do ano. Eis o que dizem os especialistas em segurança sobre o que deveríamos fazer para ficar longe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-236" src="http://www.vexelweb.com.br/wp-content/uploads/blog/internas/compra-seg.jpg" alt="Dicas para Comprar com Segurança em  Lojas Virtuais" /></p>
<p>Sua caixa de correio já está cheia de e-mails que prometem ofertas arrasadoras de Natal? Fique esperto. Comprar online ajuda a economizar tempo e dinheiro, mas também é uma oportunidade para que golpistas aproveitem sua melhor oportunidade do ano. Eis o que dizem os especialistas em segurança sobre o que deveríamos fazer para ficar longe dessas arapucas virtuais.</p>
<p><strong>1. Verifique sempre a URL</strong><br />
Se você estiver diante de um link de loja virtual que veio em um e-mail ou foi publicado em outro site web (em vez de ter sido digitado por você mesmo), verifique se a URL que ele diz ser confere com a URL que aparece no rodapé da janela de navegação quando se passa o ponteiro do mouse sobre ele. Se os endereços não coincidirem, é quase certo que você será mandado para um site de phishing.</p>
<p><strong>2. Use HTTP seguro</strong><br />
Vai preencher um formulário online com informações pessoais? Antes, verifique a barra de endereços em seu navegador para certificar-se de que a URL começa com HTTPS (em vez do tradicional HTTP). Você também pode procurar pelo ícone de cadeado na janela do navegador (geralmente fica no canto inferior direito da tela). São dois sinais de que você está em um site seguro e que a informação que está prestes a enviar será criptografada.</p>
<p><strong>3. Responda às perguntas de segurança</strong><br />
É preciso mostrar boa vontade com eventuais perguntas de segurança que um vendedor lhe possa fazer – como qual era o nome de seu primeiro cão, por exemplo –, especialmente se estiver realizando compras de valores altos. Jodi Florence, chefe de Marketing do serviço de verificação de identidade IDology, explica que essas questões de autenticação “são elaboradas para verificar que você é quem diz ser e combate o roubo de identidade, protegendo tanto você quanto o lojista”.</p>
<p>O mesmo vale para a solicitação mais comum – os três ou quatro dígitos do código de segurança impressos no verso dos cartões de crédito. As pessoas que não têm acesso ao seu cartão físico nunca terão esses números, mesmo se tiverem acesso ao número de sua conta. Os lojistas geralmente pedem esse número combinado com outra informação que não está em seu cartão – seu CEP, por exemplo – para que alguém que tenha roubado seu cartão (mas não outros documentos) não possa usá-lo para comprar online.</p>
<p><strong>4. Uma pergunta para cada site</strong><br />
Não use a mesma pergunta de segurança para todos os sites de comércio eletrônico. “Segredos compartilhados e estáticos são perigosos. Eles são fáceis de adivinhar ou de encontrar no Google”, diz Florence, da IDology. “Especialmente porque compartilhamos mais e mais informações pessoais em sites de rede social, como no Facebook.”</p>
<p>Ela recomenda trocar as questões e as respostas de loja para loja; a recomendação específica é nunca usar nos sites de varejo o mesmo par de pergunta e resposta utilizado no site de Internet Banking. E você não tem necessariamente que fornecer as respostas reais a suas questões de segurança: Florence recomenda o uso de respostas fictícias que você possa lembrar.</p>
<p><strong>5. App de pagamento, só com pedigree</strong><br />
Se você pensa em instalar um app de pagamento móvel em seu smartphone, certifique-se de que ele tenha vindo de uma fonte confiável. “Pessoas de reputação duvidosa têm publicado apps simplesmente para enganar o consumidor”, adverte Calvin Grimes, do Fiserv, um provedor de tecnologias de serviços financeiros. E, se você estiver de olho em um app financeiro, Grimes recomenda os que permitem apagar remotamente os dados de seu smartphone, caso você o perca.</p>
<p><strong>6. Desconfie do SMS</strong><br />
Não envie informações pessoais via torpedo (SMS) e suspeite se receber mensagens supostamente enviadas de seu banco. “O SMS não é criptografado, por isso os bancos não enviariam informações pessoais” desse jeito, avisa Grimes. “Se você tiver de enviar informação financeira sigilosa por meio do celular, certifique-se de usar um app ou navegador seguro.”</p>
<p><strong>7. Siga o dinheiro</strong><br />
Fique de olho nos lançamentos de suas contas. Você deveria dar uma olhada em suas transações diariamente; caso veja algo que não pareça certo, você terá como agir imediatamente. Em alguns casos, você poderá pedir para que o banco lhe envie um alerta se sua conta chegar a um certo nível de saldo; outros avisam, por SMS, sempre que uma transação no cartão de crédito for efetuada.</p>
<p><strong>8. Na dúvida, peça ajuda</strong><br />
Se tiver dúvida, ligue para seu banco ou loja. Fale com um representante para verificar se a mensagem que você recebeu é legítima.</p>
<p><span style="font-size:8px; color:#cccccc">Fonte: PCworld</span></p>
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		<title>Lojas Virtuais que não Vendem</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 01:02:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Considero como um marco para o e-commerce no Brasil o ano de 2001, quando ultrapassamos a cifra estimada de 1 milhão de compradores on-line. É claro que antes disso existiam empresas negociando, mas o volume de vendas ainda era incipiente em relação ao mercado. De qualquer modo, pode-se dizer que o e-commerce já atingiu a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<img src="http://www.vexelweb.com.br/2010/wp-content/uploads/blog/internas/ecommerce-big.jpg" alt="Lojas Virtuais que não Vendem" class="aligncenter size-medium wp-image-236" />
</p>
<p>Considero como um marco para o e-commerce no Brasil o ano de 2001, quando ultrapassamos a cifra estimada de 1 milhão de compradores on-line. É claro que antes disso existiam empresas negociando, mas o volume de vendas ainda era incipiente em relação ao mercado. De qualquer modo, pode-se dizer que o e-commerce já atingiu a sua primeira década de vida no Brasil.</p>
<p>Apesar disso, parece que ainda temos muito o que aprender sobre a arte de se vender on-line e uma das áreas que ainda deixam a desejar é o desenvolvimento de lojas virtuais. No meu trabalho de consultoria tenho deparado freqüentemente com clientes decepcionados com o e-commerce pelo fato de que as vendas não atingiram a expectativa. Ocorre que na maioria das vezes o problema não está no mercado, afinal o e-commerce vendeu mais de 10 bilhões de reais o ano passado, mas sim na loja virtual que foi desenvolvida para ser uma loja bonita, mas não uma loja vendedora.</p>
<p>Uma loja virtual vendedora é uma loja pró-ativa que desperta o interesse do usuário pelo produto; que ajuda o usuário a tomar decisões de compra por meio da comparação entre produtos similares; que esclarece dúvidas e mostra os atributos positivos de cada produto; que permite uma compra rápida e fácil por meio de caminhos alternativos no site, entre inúmeros outros fatores que levam o usuário a sair da loja com a compra realizada.</p>
<h3><span style="color: #993366;">Barreiras no caminho da compra.</span></h3>
<p>Muitas vezes, o que encontramos é uma loja que faz justamente o oposto, colocando barreiras à realização da compra. Veja um exemplo gritante desse fato. Sabe-se que o consumidor on-line é um sujeito esclarecido, que sabe o que quer, é exigente e extremamente impaciente. Ao visitar uma loja, ele deseja saber rapidamente quais os produtos oferecidos, os atributos positivos do produto, o preço e a eventual promoção para tomar a decisão rapidamente e clicar no botão comprar. Mesmo assim, é comum nos depararmos com lojas virtuais que utilizam as antigas “splash pages”, aquelas páginas de abertura criadas em flash, cheias de animações e até com musica de fundo, que só servem para obrigar o usuário a clicar para desligar o som, procurar um botão de saída, clicar para fechar a página, para, só então, tentar descobrir o que, afinal de contas, a loja tem de interessante para ele comprar. Só que até chegar lá, boa parte de sua paciência já se esvaiu e ao se deparar com mais um ou dois cliques desnecessários, ele se cansa e vai procurar ambientes mais amigáveis. Com ele, se vai uma venda perdida! E para complicar, essas famigeradas páginas de entrada confundem os sites de busca que não encontram nada para indexar, dificultando também a chegada de possíveis novos visitantes.</p>
<p>São também muito comuns problemas graves de usabilidade, tais como: formulários extensos, que solicitam até o nome da mãe; navegação confusa que dificulta o percurso até a finalização da compra; imagens de baixa qualidade que não permitem uma visão adequada do produto; texto excessivamente voltado para as características técnicas do produto e não para as necessidades do usuário, e mais uma infinidade de pequenas barreiras que vão minando a paciência e o interesse do potencial cliente, de tal forma que no final só restarão alguns poucos teimosos que insistiram em chegar até o último clique.</p>
<p>Por fim, uma outra limitação grave em algumas lojas é a não existência de ferramentas estimuladoras de compra, tais como: envio fácil de emails promocionais e newsletter, bônus de fidelização, cupons de desconto, recuperação de carriinhos abandonados, venda casada, sistema de gerenciamento de afiliados, entre outras. A existência dessas ferramentas e, obviamente, a sua utilização adequada, possibilitam um aumento na taxa de conversão de visitantes em clientes, que pode fazer a diferença no resultado do mês.</p>
<p>Uma loja eficaz na transformação de visitantes em clientes é um dos principais fundamentos do e-commerce. É preciso que os empreendedores e os empresários iniciantes no novo canal de comercialização estejam atentos à necessidade de uma loja virtual vendedora para se ter sucesso nos negócios on-line. Para isso, devem ser muito exigentes na escolha da solução, preferencialmente optando por aquelas que estejam a um bom tempo no mercado e que já tenham sido testadas por muitos lojistas.<br />
<br />
<span style="font-size:10px; color:#999999"> Fonte: Dailton Felipini</span></p>
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		<title>Dicas para inaugurar uma loja virtual!</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 00:44:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As vendas pela internet vêm crescendo expressivamente. Segundo pesquisa da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, de 2008 para 2009, houve aumento de 30% no volume de vendas, alcançando uma receita bruta de R$ 10,6 bilhões. E o mesmo crescimento é esperado para este ano. O número de consumidores que fizeram compras na internet [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-236" src="http://www.vexelweb.com.br/2010/wp-content/uploads/blog/internas/inaugurar-big.jpg" alt="Dicas para inaugurar uma loja virtual!" /></p>
<p>As vendas pela internet vêm crescendo expressivamente. Segundo pesquisa da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, de 2008 para 2009, houve aumento de 30% no volume de vendas, alcançando uma receita bruta de R$ 10,6 bilhões. E o mesmo crescimento é esperado para este ano. O número de consumidores que fizeram compras na internet no ano passado também cresceu um terço: são agora 17,6 milhões de pessoas. Para 2010 os números devem cheguar a 23 milhões.</p>
<div>Outra pesquisa, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) feita com 500 micro e pequenas empresas paulistas, mostrou que no estado cerca de 30% das MPEs compram ou vendem pela internet. Em comparação com as empresas grandes, o número ainda é muito baixo. Das 70% que não realizam negócios pela internet, 47% declararam que não precisam usar esse canal e 19% admitiram falta de estrutura e conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. A superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, desconfia das declarações. “Muitos entrevistados dizem que não se interessam pela internet por total desconhecimento de como usar a ferramenta, mas não querem admitir na pesquisa”, diz ela.</div>
<div>O velho medo de ter os dados roubados em alguma transação – como número de cartão de crédito e endereço da residência, por exemplo – diminuiu muito; os problemas agora são outros. “O furto do número do cartão se dá de várias maneiras, pode ocorrer até num posto de gasolina desconhecido. <strong>Os maiores desafios da venda online hoje são o processo logístico e o atendimento correto ao cliente</strong>”.</div>
<h3><span style="color: #993366;">Confira agora os dez pontos mais importantes para entrar no varejo virtual.</span></h3>
<div><strong>1 -</strong> Entenda esse mercado e como sua empresa pode entrar nele. A ideia de que o negócio virtual é mais barato, não precisa de um plano de marketing e de pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado é um dos principais fatores do fracasso.</div>
<div>É necessário analisar a concorrência e a viabilidade de venda na web de determinada linha de produtos.</div>
<div>- Esse produto vai vender na web?<br />
- Já está saturado na internet?<br />
- Mesmo que a resposta da última pergunta seja não, o produto é próprio para venda na internet?”</div>
<div>As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros, saúde, beleza e medicamentos, eletrodomésticos, informática e eletrônicos, segundo pesquisa da consultoria e-bit. O diretor geral da instituição, Pedro Guasti, aconselha a investir em nichos e diferenciação. “O pequeno empresário não tem fôlego para brigar com os grandes, que podem conseguir preços melhores devido ao grande volume de vendas”. Os únicos produtos que, segundo ele, ainda têm entraves para vender online são roupas, por causa da falta de padronização no tamanho, e material de construção, tão grande e pesado que torna o frete inviável. De resto, diz ele, é possível vender tudo.</div>
<div><strong>2 -</strong> Legalize a sua empresa. É indispensável ter a documentação do empreendimento em dia. Ter a empresa legalmente estabelecida, com CNPJ, é essencial para não se tornar um vendedor de e-commerce informal. Além disso, sem a papelada você não pode oferecer nota fiscal nem garantia, e o consumidor fatalmente não vai se sentir seguro para comprar em sua loja.</div>
<div><strong>3 -</strong> Escolha uma plataforma de vendas adequada. A plataforma de comércio eletrônico nada mais é do que um conjunto de mecanismos que rege as vendas. Hoje existem no mercado diversas plataformas e soluções a preços acessíveis. Quanto investir nela? Depende de seu bolso e de seu plano de negócios. “Você pode investir R$ 6 mil ou R$ 1 milhão. Se não tiver experiência, opte por uma mais simples e mais barata”. Mas não abuse do preço baixo também. Escolher uma plataforma com tecnologia de baixa qualidade é outro fator de fracasso no mundo virtual. Ter como base modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio é uma boa sugestão. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo. O site da Livraria Cultura, criado em 1995, e o da Flores Online, em 1998, foram desenvolvidos a partir do zero, principalmente porque na época não havia tantas plataformas disponíveis no mercado. O site da rede de sebos Estante Virtual também foi customizado e tem uma equipe de desenvolvedores, mas é porque suas operações de venda envolvem muitos sebos e é mais complexa. Para além disso, não é necessário investir em um sistema próprio. “Se você for abrir uma loja tradicional, não precisa reinventar a roda, existem modelos prontos no mercado que custam pouco”, diz.</div>
<div><strong>4 -</strong> Soluções de pagamento. Um dos quesitos que a e-bit leva em conta em sua avaliação do serviço online de uma empresa é a solução de pagamento. Quanto mais opções disponíveis, mais dor de cabeça para a empresa. Não é necessário ter as 17 alternativas de pagamento relacionadas no site da consultoria. “É legal escolher um banco ou dois para oferecer o pagamento por boleto”, diz Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. O boleto é responsável por 30% do volume de pagamentos. Os outros 70% vêm de pagamentos com cartão. As outras formas de pagamento, como depósito automático e em dinheiro, diz ele, são um pouco redundantes, e a empresa não deixa de faturar por causa disso. Para pequenos negócios, Guasti recomenda cuidado com algumas práticas de fraude, como o cliente que confirma o pagamento mas não o efetua, o chamado chargeback. Além disso, muitas vezes o empresário não tem a expertise exigida para lidar com grandes empresas de cartão, como a Visanet ou a Redecard. Por isso, ele sugere parceria com meios de pagamento voltados para a internet, como o Pagamento Digital, que também cobra uma taxa, mas protege tanto o consumidor, permitindo que ele suspenda o pagamento de um produto não entregue, quanto o empresário, das fraudes de pagamento.</div>
<div><strong>5 -</strong> Faça pesquisas de satisfação e avaliação da marca. É importante saber a opinião do internauta e do consumidor sobre a sua loja e, mais importante, sobre o seu site. Crie um canal de comunicação com o cliente que permita a ele avaliar o serviço prestado e o site. Para melhorar a qualidade do serviço, ele é o melhor parceiro da empresa. “Por exemplo, se um site é simples e bem explicado, será que precisaríamos de atendimento por telefone?”, pergunta Sérgio Herz, da Livraria Cultura. Mesmo assim a empresa mantém esse canal de comunicação, aproveitando a infraestrutura e os funcionários das lojas físicas. Se eles recebem poucas ligações com dúvidas de internautas é porque o site está funcionando bem. Guasti recomenda também buscar um selo de qualidade de serviço, oferecido por empresas de consultoria. Ele afirma que os selos dão credibilidade para o site e passam confiança aos clientes.</div>
<div><strong>6 -</strong> Tenha um bom parceiro de logística. “O processo de um livro sair daqui e chegar na casa do cliente envolve 15 empresas diferentes. Se o produto atrasar um dia, quem o cliente vai culpar? A loja virtual, é claro” afirma Herz, da Livraria Cultura. Ele afirma que a logística do produto é um dos maiores desafios do varejo online. De acordo com ele, não adianta ficar tentando fazer o esquema perfeito se não houver preocupação com o atendimento ao cliente. “Como nós assumimos que errar é muito possível, investimos na estrutura de atendimento para o cliente ter uma resposta rápida”, afirma. Muitos pequenos empresários optam pelos Correios ou Sedex, afirma Pedro Guasti, mas é necessário avaliar todas as opções. O mais importante é contatar o consumidor em caso de problema. “Entre em contato com ele antes que ele entre em contato com você”.</div>
<div><strong>7 -</strong> Informe o cliente de tudo. Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais. Um dos problemas de vender online é exatamente o cliente não estar em contato direto com o vendedor. Além disso, o consumidor não está levando o produto para casa, ele deposita confiança na empresa, e espera que ela vá entregar e atendê-lo bem. Se ele não consegue entrar em contato com a loja rapidamente, vai se sentir inseguro, e o equilíbrio desta relação vai se romper: a loja perde o cliente. Quanto maior o número de canais que você tiver com o consumidor, mais caro vai ficar, explica Pedro Guasti, da e-bit. “É bom ter, se possível, um serviço de e-mail que seja respondido em até 12 horas; se tiver um pouco mais de grana, pode bancar um chat online”, diz ele. Atendimento por telefone é mais caro ainda, mas é a forma de comunicação mais direta que os consumidores podem ter com a empresa, e pode valer a pena.</div>
<div><strong>8 -</strong> Avise sobre a política de privacidade e devolução. Política de privacidade dos dados do cliente e políticas de devolução de produto também são avaliadas na classificação da e-bit. É importante para a empresa informar sempre o cliente de como seus dados serão protegidos, porque isso passa credibilidade e confiança. Informar o cliente da política de devolução de produtos também é necessário para não haver desentendimentos posteriores. Alguns produtos podem ser danificados no transporte, e a empresa precisa estar pronta quando algo assim acontecer.</div>
<div><strong>9 -</strong> Cuidado com o manuseio dos produtos. Falando em danos no transporte, é importante condicionar os produtos em embalagens adequadas. Livros e móveis têm necessidade de cuidados, mas não tanto quanto bolos de aniversário, flores e peixes de aquário.</div>
<div><strong>10 -</strong> Tenha um certificado de segurança. Como o próprio nome já diz, são selos que atestam a segurança do site. As empresas que conferem estes selos avaliam os riscos a que os sites estão expostos. O feedback delas permite criar um site seguro e, mais importante, provam para o internauta que determinada loja é confiável.Assim como as formas de pagamento, ter muitos selos pode impressionar o internauta à primeira vista, mas é caro, trabalhoso e redundante. “Há muitos certificados de segurança que atestam a qualidade dos mesmos serviços”, afirma Pedro Guasti, da e-bit. Há também os cadeados digitais, ícones que aparecem no navegador do consumidor, que atestam que não há ninguém olhando aquela transação.<br />
O melhor, e mais barato, é ter poucos e bons selos de segurança.</div>
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		<title>Aumento de 472% no número de vírus para Android</title>
		<link>http://www.vexelweb.com.br/blog/aumento-de-472-no-numero-de-virus-para-android/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 23:37:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Relatório compara número de pragas com o trimestre anterior.
Segundo a Juniper, 90% dos celulares contém vulnerabilidades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1212" title="androvírus" src="http://www.vexelweb.com.br/wp-content/uploads/androvirus_big.png" alt="" width="899" height="215" /></p>
<blockquote><p>
</p>
<h2>Relatório compara número de pragas com o trimestre anterior.<br />
Segundo a Juniper, 90% dos celulares contém vulnerabilidades</h2>
</blockquote>
<p>A empresa de tecnologia de redes e segurança Juniper Networks afirma ter registrado um aumento de 472% no número de vírus para Android desde julho de 2011. Com isso, o Android torna-se a plataforma de smartphones mais atacada por pragas digitais.</p>
<p>A Juniper atribui o aumento à facilidade com que um criador de vírus pode distribuir um programa malicioso. “Parece que tudo que você precisa é uma conta de desenvolvedor, que pode ser anônima, mais US$ 25, e você já pode postar seus aplicativos”, afirmou a empresa no relatório.</p>
<p>Diferentemente da Apple, o Google não exige que os softwares no Android sejam verificados e tenham uma assinatura digital.</p>
<p>Os vírus também estariam ficando mais sofisticados. Muitos deles conseguem obter o acesso total (chamado de “root”) no celular após a infecção. O acesso privilegiado permite que o aplicativo instale outros componentes e se mantenha no telefone. Isso só é possível devido a vulnerabilidades na plataforma Android, que não tem recebido atualizações de segurança por parte de todos os fabricantes.</p>
<p>A Juniper observou que a maior parte dos vírus para Android – 55% – são espiões criados para roubar dados dos aparelhos, como contatos, localização.<br />
Outro ataque muito comum é o trojan de SMS, que compõe 44% dos ataques. Essas pragas enviam automaticamente torpedos SMS para números “premium”, aumentando a conta do celular e permitindo que os criminosos ganhem dinheiro.</p>
<h4>Comparação com o iPhone</h4>
<p>Até hoje nenhuma empresa afirmou ter encontrado um vírus para iPhones que não dependesse do desbloqueio “jailbreak” – que permite executar qualquer aplicativo, mesmo os que não foram autorizados pela Apple.<br />
Na semana passada o pesquisador de segurança Charlie Miller conseguiu passar pelo processo de verificação da Apple, mostrando a possibilidade teórica de inclusão de vírus na plataforma. Miller foi banido do programa de desenvolvedores da empresa.</p>
<h6><span style="color: #999999;">fonte: G1 notícias</span></h6>
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		<title>Microsoft lança versão do Office na ‘nuvem’ para empresas</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 01:27:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Office 365 foi lançado em 38 países, mas o Brasil ainda está de fora. Gigante de softwares quer recuperar o terreno perdido para o Google. A Microsoft revelou nesta terça-feira (28) a versão do Office na &#8220;nuvem&#8221; voltada para o mercado corporativo. O Office 365 foi lançado em 38 países, mas o Brasil ainda está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vexelweb.com.br/wp-content/uploads/moc_interna1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-970" src="http://www.vexelweb.com.br/wp-content/uploads/moc_interna1.jpg" alt="" width="900" height="140" /></a></p>
<p><strong>Office 365 foi lançado em 38 países, mas o Brasil ainda está de fora.<br />
Gigante de softwares quer recuperar o terreno perdido para o Google.</strong></p>
<p>A Microsoft revelou nesta terça-feira (28) a versão do Office na &#8220;nuvem&#8221; voltada para o mercado corporativo. O Office 365 foi lançado em 38 países, mas o Brasil ainda está de fora. Segundo a assessoria de imprensa da companhia, o pacote deve chegar ao país na segunda “onda” de lançamentos.</p>
<p>A companhia está levando suas aplicações – incluindo o Outlook, para e-mails, o Excel, para planilhas, e o SharePoint, para ferramentas colaborativas – para um formato on-line, a fim de que consumidores possam usá-los em uma série de aparelhos com conexão à internet.</p>
<p>A gigante de softwares norte-americana quer recuperar o terreno perdido para o Google, que roubou uma pequena, mas preocupante, fatia de seus clientes corporativos com alternativas mais baratas e exclusivamente on-line, que eliminam a necessidade de as companhias gastarem tempo instalando softwares e gerenciando servidores.<br />
A Micrososft lançou versões on-line de alguns programas do Office — principalmente do Outlook – para seus clientes corporativos por vários anos e, em 2010, revelou versões gratuitas para usuários domésticos individuais.</p>
<p>O presidente-executivo da empresa, Steve Ballmer, apresentou um novo pacote de produtos reformulado e modernizado, chamado coletivamente de Office 365, em um evento em Nova York nesta terça-feira (28), ressaltando que ferramentas incluídas para fazer conferências podem poupar dinheiro dos consumidores, especialmente para pequenos e médios negócios.</p>
<p>Hoje, o Brasil é um dos cinco maiores mercados do mundo em usuários do pacote on-line “Business Productivity Online Standard Suite” (BPOS). Lançado no mercado brasileiro em abril de 2010, o BPOS já foi adotado por mais de 1 mil empresas no país. Conforme a Microsoft, a melhor forma de se preparar para o Office 365 no futuro é começar com o BPOS agora.</p>
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