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<title>Videoteca Bodyspace</title>
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<description>Videoteca bodyspace - bodyspace.net - </description>
<lastBuildDate>Thu, 01 Jan 1970 01:00:00 GMT</lastBuildDate>
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<title><![CDATA[99/Azevedo Silva "Demónios"]]></title>
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<pubDate>Tue, 07 May 2013 23:23:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/ynTDXPkhdAQ?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Azevedo Silva considera-se um urbano, precário, melancólico, agitador. E em "Demónios" é tudo isso e muito mais. A convite da Videoteca Bodyspace, o escritor de canções pegou numa das canções de Monja Mihara, editado em 2012 com selo da Absurdo, despiu-a e levou-a a passear, mostrou-lhe a luz do dia, deixou-a ver a realidade das coisas. Com Filipa Vale no violoncelo e Dino Rubio na percussão, "Demónios" ganhou uma nova pele, uma nova casa, uma nova existência, tornando-a quase irreconhecível. Num dia como outro qualquer, a Videoteca Bodyspace foi lugar de experiências, de reinvenções, de mutações. Num dia como outro qualquer, Azevedo Silva pegou numa canção das suas a deixou-a ser o que ela quis naquele dia -- e a canção fez das suas.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/IcFq5y_Zucc" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[98/Erica Buettner "True Love and Water"]]></title>
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<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 00:24:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/P81NxF24SOg?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sua história dava um filme: Erica Buettner nasceu nos Estados Unidos, mudou-se para Paris e acabou por se apaixonar por Coimbra. E, eventualmente, por todo o país. Já lá vão alguns anos - e apostamos que parece que foi ontem. Aproveitando o momento em que a norte-americana Erica Buettner andava de norte a sul de Portugal a mostrar as canções do seu disco de estreia, True Love and Water, levamo-la ao Sotão da Tia Becas, um lugar na cidade do Porto onde o passado está mais do que presente, para que nos mostrasse um dos seus tesouros. E assim foi. Ali onde o cheiro dos livros e dos discos se faz sentir em cada canto, Erica Buettner ofereceu uma interpretação inspirada e irresistível de "True Love and Water", uma canção de múltiplos e visíveis de encantos. Um momento para mais tarde recordar.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/HSvocfMz2TY" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[97/The Wooden Wolf "Palace of Sin"]]></title>
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<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/5a-Ue9qR2Fk?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dia era de enorme trovoada e por isso refugiamo-nos com o francês Alex Keiling, mais conhecido por The Wooden Wolf, na livraria Paraíso do Livro. Curiosidade número um. Uma das canções do seu último álbum chama-se &amp;#8220;Horses in the storm" e nela pode ouvir-se o som da trovoada. Curiosidade número dois. Sabendo que o seu último disco chama-se &lt;i&gt;14 ballads Op.1&lt;/i&gt;, o francês disse-nos que o número 14 passou o tempo a persegui-lo nesta digressão e a experiência repetiu-se na cidade do Porto: mal Alex Keiling entrou na loja viu um livro bem grande com o número 14 na capa. A livraria Paraíso do Livro é, claro está, o número 214. Ultrapassadas todas as coincidências e curiosidades, Alex Keiling, rodeado de livros, ofereceu à videoteca duas canções da sua colecção particular: &amp;#8220;Fuck me tender&amp;#8221; e &amp;#8220;Palace of sin&amp;#8221;.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/RFS4Hp6Efs0" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[97/The Wooden Wolf "Fuck me tender"]]></title>
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<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 00:19:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/sloVfWzwjIw?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O dia era de enorme trovoada e por isso refugiamo-nos com o francês Alex Keiling, mais conhecido por The Wooden Wolf, na livraria Paraíso do Livro. Curiosidade número um. Uma das canções do seu último álbum chama-se &amp;#8220;Horses in the storm" e nela pode ouvir-se o som da trovoada. Curiosidade número dois. Sabendo que o seu último disco chama-se &lt;i&gt;14 ballads Op.1&lt;/i&gt;, o francês disse-nos que o número 14 passou o tempo a persegui-lo nesta digressão e a experiência repetiu-se na cidade do Porto: mal Alex Keiling entrou na loja viu um livro bem grande com o número 14 na capa. A livraria Paraíso do Livro é, claro está, o número 214. Ultrapassadas todas as coincidências e curiosidades, Alex Keiling, rodeado de livros, ofereceu à videoteca duas canções da sua colecção particular: &amp;#8220;Fuck me tender&amp;#8221; e &amp;#8220;Palace of sin&amp;#8221;.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/EHjDe34Lg-M" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[96/Sandy Kilpatrick "Song of the Sea"]]></title>
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<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 22:00:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/2oqqw2Jj1h8?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sandy Kilpatrick apaixonou-se pelo Mosteiro de Tibães enquando trabalhava no Theatro Circo em Braga. E por isso foi com naturalidade que escolheu o local para mostrar à Videoteca Bodyspace uma das canções do seu mais recente disco, Redemption Road. A canção escolhida não foi obra do acaso: "Song of The Sea" tem tudo a ver com os problemas actuais do mundo, com a situação específica vivida em Portugal, com as famílias que perderam negócios, com uniões que terminam por efeito da crise económica e pelo sentimento assustador de não sabermos o que o futuro nos reserva. A canção fala de um pássaro, na cabeça de Sandy Kilpatrick desde os seus tempos em Manchester, que nos desvia da ganância, da corrupção, das mentiras, do medo, da fome e da instabilidade e nos aproxima da natureza, da inspiração e do amor.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/T1aw4JvclOk" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[95/Samara Lubelski "Run out arcade"]]></title>
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<pubDate>Sat, 23 Feb 2013 18:36:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/-2YVw6UnXV8?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o último episódio filmado a propósito da -- e em colaboração com a - Guimarães 2013 - Capital Europeia da Cultura, filmado já em 2013 como sinal de promessa da nossa permanência na cidade berço para lá do ano em que tudo aconteceu para aqueles lados, levamos Samara Lubelski a dar um passeio no dia em que se apresentou no Centro Cultural Vila Flor. Depois de encontrada uma guitarra acústica para o momento, fomos primeiro tomar um café ao Coconuts e depois saímos para a rua, era já final do dia, registando nas duas ocasiões a beleza rara da música da norte-americana para a posteridade. Dois momentos de profunda simplicidade num momento em que a simplicidade parece um animal em vias de extinção. Dois sussurros em tempos de um ruído ensurdecedor.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/jxE4IRmztR0" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[95/Samara Lubelski "Jammage Cruiser"]]></title>
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<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 21:00:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/ETvPB5W3UFs?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o último episódio filmado a propósito da -- e em colaboração com a - Guimarães 2013 - Capital Europeia da Cultura, filmado já em 2013 como sinal de promessa da nossa permanência na cidade berço para lá do ano em que tudo aconteceu para aqueles lados, levamos Samara Lubelski a dar um passeio no dia em que se apresentou no Centro Cultural Vila Flor. Depois de encontrada uma guitarra acústica para o momento, fomos primeiro tomar um café ao Coconuts e depois saímos para a rua, era já final do dia, registando nas duas ocasiões a beleza rara da música da norte-americana para a posteridade. Dois momentos de profunda simplicidade num momento em que a simplicidade parece um animal em vias de extinção. Dois sussurros em tempos de um ruído ensurdecedor.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/du8FzJYaCpo" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[94/Dealema  "Tempos de Miúdo feat. Ace (Mind da Gap)"]]></title>
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<pubDate>Mon, 11 Feb 2013 18:08:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/Wpq-xQ83wYU?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É sábado de manhã em plena baixa da cidade do Porto. É ainda cedo e a cidade começa a acordar lentamente da &lt;i&gt;movida&lt;/i&gt; da noite anterior. Nas traseiras de um dos hostels que nos últimos anos nasceram na cidade, o Tattva Design Hostel, criado e gerido por um casal de ascendência indiana, os Dealema vão aquecendo as gargantas, alinhando as rimas e calibrando as batidas enquanto Ace (Mind da Gap) não chega. Assim que se dá o encontro as palavras brotam com a fluidez desejada. De um momento para o outro, ali onde o Porto é mais cosmopolita e diverso, ali onde as ruas estreitas escondem histórias de coragem e bravura, &amp;#8220;Tempos de Miúdo&amp;#8221; tratou de lembrar os tempos de outrora, das meninices, da inocência, do tempo que não voltará nunca atrás. Sempre com o Porto como cidade de fundo.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/ruchL2zwfhY" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[93/Ermo "Destronado"]]></title>
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<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 22:35:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/ZBS-_IeHln8?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De Braga Capital Europeia da Juventude para a Guimarães Capital Europeia da Cultura, senhoras e senhores, os bracarenses Ermo, um dos nomes promessa para a música portuguesa em 2013. António Costa (organismos) e Bernardo Barbosa (mecanismos) passaram pela cidade berço - agora a despedir-se de um ano histórico - com uma das canções que fazem parte do EP de estreia editado em 2012 com selo da Not About Sushi. Com uma portugalidade bem definida (e defendida), os Ermo encontraram numa loja de antiguidades o mote para fazer a ponte entre o passado e o futuro. Guitarra e voz bastou. O resto são as palavras que ficam no ar até encontrarem um alvo específico. Uma casa onde possam adquirir ainda mais significado.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/NFovLHWjokc" height="1" width="1"/&gt;</description>
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<title><![CDATA[92/Alise Joste "Salty & Harsh"]]></title>
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<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 02:30:00 GMT</pubDate>
<description>&lt;p&gt; &lt;iframe width="730" height="411" src="http://www.youtube.com/embed/sT80AuKL_jM?hd=1&amp;showinfo=0&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
      &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa viagem entre Viana do Castelo e Braga, onde tinha dois concertos marcados na sua agenda, convencemos Alise Joste, nascida e criada na Letónia, a fazer uma curta paragem em Guimarães no mês de encerramento da Capital Europeia da Cultura. Foi no fundo isto que Guimarães se propôs celebrar durante 12 meses: a possibilidade de uma cidadã de origem letã andar pelo norte de Portugal a mostrar o seu trabalho numa Europa de fronteiras abertas para a cultura. Na bagagem Alise Joste trazia uma guitarra e as canções do seu disco de estreia, editado no final de 2011 com selo da I Love You Records. Apesar da sua timidez, entregou-nos nas mãos duas canções ("The River" e "Salty &amp; Harsh") com a graça e beleza que podem confirmar neste episódio da Videoteca Bodyspace.&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/videotecabodyspace/~4/g7Ai28SQkWw" height="1" width="1"/&gt;</description>
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