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	<title>Blog da Visie</title>
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	<description>Breves palavras sobre Mercado de Trabalho, Web Standards, Web. Novidades, sucessos e dificuldades sobre a Visie. Empresa de treinamento para internet.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 12:05:24 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Blog - Visie</title>
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		<title>Super Devs: como a IA está redefinindo o desenvolvimento de software</title>
		<link>https://visie.com.br/super-devs-como-a-ia-esta-redefinindo-o-desenvolvimento-de-software/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julia Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:39:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A IA criou os Super Devs. Seu fornecedor já é um deles? Existe uma mudança brutal acontecendo no desenvolvimento de software. Enquanto algumas empresas ainda seguem o mesmo modelo de sempre, com prazos longos, alto custo e entregas demoradas, outras já estão operando em uma lógica completamente diferente: mais rápidas, mais eficientes e, principalmente, mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>A IA criou os Super Devs. Seu fornecedor já é um deles?</strong></h2>



<p>Existe uma mudança brutal acontecendo no desenvolvimento de software.</p>



<p>Enquanto algumas empresas ainda seguem o mesmo modelo de sempre, com prazos longos, alto custo e entregas demoradas, outras já estão operando em uma lógica completamente diferente: mais rápidas, mais eficientes e, principalmente, mais inteligentes.</p>



<p>Obviamente isso está acontecendo por conta do uso da Inteligência Artificial, mas não da forma superficial que você vê por aí.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O problema é a pecinha de trás…</strong></h2>



<p>Se você é líder de negócio ou está envolvido em transformação digital, talvez já tenha passado por situações como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Projetos que demoram meses para sair do papel</li>



<li>Custos que aumentam ao longo do desenvolvimento</li>



<li>Dificuldade de adaptar o software conforme o negócio evolui</li>



<li>Dependência de times grandes para entregar coisas relativamente simples</li>
</ul>



<p>Esses problemas não surgiram agora. Eles sempre fizeram parte do desenvolvimento de software, porém eles não precisam mais existir nesse nível.</p>



<p>A IA reduziu drasticamente o custo de produzir código, o que normalmente era a parte mais demorada do processo. Hoje, gerar código deixou de ser o gargalo, e isso muda completamente o jogo!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a IA realmente mudou?</strong></h2>



<p>Existe muito ruído no mercado. De um lado, promessas de que qualquer pessoa pode criar um software milionário em poucos dias. Do outro, o medo de que programadores deixarão de existir.</p>



<p>Nenhum dos dois extremos representa a realidade!</p>



<p>A IA não substituiu o desenvolvimento de software, ela transformou o papel de quem desenvolve. Agora, o valor está em entender o problema, tomar decisões corretas e garantir que a solução funcione no mundo real.</p>



<p>E aqui está o ponto mais importante para você, como decisor:</p>



<p><strong>A qualidade do resultado continua dependendo de quem está por trás da ferramenta.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O surgimento do “Super Dev”</strong></h2>



<p>Quando a IA é utilizada da forma correta, desenvolvedores experientes deixam de ser limitados pela execução e passam a operar em um nível muito mais estratégico.</p>



<p>Eles se tornam o que chamamos de “Super Devs”.</p>



<p>Na prática, isso significa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Entregas <strong>MUITO</strong> mais rápidas</li>



<li>Maior capacidade de testar e validar ideias</li>



<li>Flexibilidade para mudanças de escopo</li>



<li>Redução significativa de retrabalho</li>
</ul>



<p>Não estamos falando de pequenas melhorias. Em muitos casos, <strong>a produtividade pode aumentar de 10 a 20 vezes, ou mais</strong>, dependendo do tipo de projeto.</p>



<p>Parece até promessa política, mas é a dura realidade, e se você não abraçar essa realidade ela vai acabar te engolindo!</p>



<p>Para o seu negócio, isso significa algo simples:</p>



<p><strong>Mais velocidade para inovar e menor tempo para gerar resultado.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas tem um detalhe que os gurus da IA não estão te contando</strong></h2>



<p>A IA não transforma qualquer fornecedor em um time de Super Devs.</p>



<p>Ela não resolve problemas de arquitetura, não garante segurança e não toma boas decisões sozinha.</p>



<p>Na verdade, quando mal utilizada, ela pode amplificar erros.</p>



<p>Já existem casos REAIS de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sistemas que quebraram em produção por falta de validação</li>



<li>Problemas de segurança causados por código mal gerado</li>



<li>Aplicações que não escalam quando começam a crescer</li>



<li>Perda de dados por uso inadequado das ferramentas</li>
</ul>



<p>Ou seja: a IA acelera. Mas <strong>ela não corrige a falta de experiência!</strong></p>



<p>E eu aposto que você não quer ver isso acontecendo na sua operação…</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Mas eles me disseram que usam IA”</strong></h2>



<p>Com a popularização da IA, surge um novo desafio para as empresas: Como saber se um fornecedor realmente sabe usar essa tecnologia?</p>



<p>Hoje, você encontra dois perfis comuns no mercado:</p>



<p>De um lado, empresas com pouca experiência em projetos corporativos, que utilizam IA de forma superficial e entregam soluções frágeis.</p>



<p>Do outro, empresas com experiência técnica sólida, mas que ainda não incorporaram IA de forma profunda e continuam operando com baixa eficiência.</p>



<p>Nenhum dos dois cenários é ideal.</p>



<p>O fornecedor que realmente gera valor hoje é aquele que consegue equilibrar os dois pontos: <strong>experiência em software de missão crítica + domínio prático do uso de IA.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que muda na prática para o seu negócio</strong></h2>



<p>Quando esse equilíbrio existe, o impacto é direto e você passa a ter:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ciclos de desenvolvimento mais curtos</li>



<li>Maior previsibilidade de entrega</li>



<li>Capacidade de testar ideias rapidamente</li>



<li>Software preparado para escalar</li>



<li>Menor dependência de grandes equipes</li>
</ul>



<p>E o mais importante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>mais agilidade para responder às mudanças do mercado.</strong></li>
</ul>



<p>Porque no final, o problema nunca foi só tecnologia. Sempre foi tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A premissa é simples</strong></h2>



<p>IA, por si só, não resolve nada.</p>



<p>Mas nas mãos certas, com método, experiência e estrutura, ela transforma completamente a forma como software é construído.</p>



<p>Ela não elimina a necessidade de bons profissionais, ela potencializa eles!</p>



<p>E é exatamente isso que cria uma vantagem competitiva real.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como a Visie enxerga esse cenário</strong></h2>



<p>Na Visie, nós não tratamos IA como uma tendência.</p>



<p>Tratamos como uma camada fundamental do processo de desenvolvimento.</p>



<p>Isso significa que não usamos IA apenas para acelerar tarefas isoladas, nós estruturamos todo o fluxo de trabalho para aproveitar o máximo da tecnologia sem abrir mão de qualidade.</p>



<p>Na prática, isso envolve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Padrões sólidos de arquitetura</li>



<li>Uso estratégico de IA como parceiro de desenvolvimento</li>



<li>Validação rigorosa de código</li>



<li>Estrutura preparada para evolução e escala</li>
</ul>



<p>O objetivo é simples: transformar nossos desenvolvedores em Super Devs, e entregar isso como valor para o cliente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Se você quer mais eficiência, precisa olhar para isso agora</strong></h2>



<p>A diferença entre empresas que vão evoluir mais rápido e as que vão ficar para trás não está apenas na decisão de usar IA, está em <strong>como</strong> essa IA é utilizada.</p>



<p>E, principalmente, em <strong>quem está utilizando</strong>.</p>



<p>Se você está avaliando fornecedores ou buscando acelerar suas iniciativas digitais, esse é um ponto que não pode ser ignorado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Próximo passo</strong></h2>



<p>Se quiser entender melhor como aplicamos isso na prática e como isso pode impactar diretamente seus projetos, vale a pena conhecer mais sobre a Visie.</p>



<p>Acesse:<a href="https://visie.com.br"> https://visie.com.br</a></p>



<p>E se quiser ver essa discussão acontecendo de forma mais aprofundada, com exemplos reais e sem filtro, assista ao episódio completo do podcast que deu origem a esse conteúdo: <a href="https://docs.google.com/document/d/1fZFGCN5QfM96chs_j1PjcKwtopjjZitSVKK9hCcl-vc/edit">Link</a></p>



<p>Não estou aqui para dizer que a inteligência artificial é inútil ou que é hype. Ela é, de fato, uma das tecnologias mais transformadoras que já apareceram. Mas tem muita gente usando ela errado, esperando coisas que ela não é capaz de entregar, e pagando um preço caro por isso.</p>



<p>Às vezes literalmente com a vida.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>A IA é uma máquina de sortear palavras</strong></h2>



<p>Antes de falar sobre limitações, precisamos entender o que é uma LLM, o modelo de linguagem que está por trás do ChatGPT, Gemini, Claude e todos os outros que você usa.</p>



<p>Ela não pensa. Ela sorteia.</p>



<p>Quando você faz uma pergunta, o modelo sorteia a próxima palavra. Depois a próxima. Depois a próxima. Ele usa um mecanismo estatístico sofisticado para decidir qual palavra tem maior probabilidade de ser a &#8220;certa&#8221; dado tudo que já foi escrito antes. O que ele tem de especial é uma forma muito eficiente de classificar quão bom ficou o texto resultado, comparando com os bilhões de textos usados no treinamento.</p>



<p>O que isso significa na prática? A IA é boa em produzir texto que <strong>parece</strong> uma boa resposta, não necessariamente texto que <strong>é</strong> uma boa resposta.</p>



<p>Na maior parte dos casos, a diferença é pequena. Uma resposta que parece boa geralmente é boa. Mas em situações onde não existe uma resposta consolidada nos dados de treinamento, ela vai sortear palavras que parecem certas, e falar com a mesma convicção de sempre.</p>



<p>Ela não sabe que está errando. Ela nunca sabe.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O estagiário que nunca duvida de si mesmo</strong></h2>



<p>Gosto de pensar na IA como um estagiário bem-intencionado que erra bastante.</p>



<p>Isso é útil porque um estagiário te ajuda a filtrar links, fazer resumos, rascunhar textos, organizar informação. Você usa, mas você revisa. Você sabe que ele pode errar.</p>



<p>O problema é que a IA é um estagiário <em>convincente</em>. Ela não gagueja quando está incerta. Ela não diz &#8220;olha, não tenho certeza sobre isso&#8221;. Ela apresenta a resposta errada com a mesma fluência e segurança da resposta certa.</p>



<p>E aí as pessoas param de revisar.</p>



<p>Já vi isso acontecer em reuniões, em apresentações, em briefings que chegam até nós. O material foi feito pela IA. A pessoa entregou. Você faz a segunda pergunta e ela não sabe responder, porque ela nunca leu o que entregou.</p>



<p>Isso não é usar a IA como ferramenta. Isso é delegar a responsabilidade para uma ferramenta que não tem responsabilidade nenhuma.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para avaliar uma resposta da IA, você precisa saber a resposta</strong></h2>



<p>Aqui está um paradoxo que pouca gente percebe: para saber se a IA errou, você precisa ter conhecimento suficiente para identificar o erro.</p>



<p>Se você não entende o assunto, qualquer resposta parece aceitável.</p>



<p>Isso significa que a IA é mais útil exatamente para quem já sabe do que está fazendo. Para quem não sabe, ela pode ser perigosa, não porque vai dar uma resposta obviamente errada, mas porque vai dar uma resposta que parece completamente razoável.</p>



<p>Para informações factuais simples e bem documentadas, ela vai bem. &#8220;Em que ano foi proclamada a República no Brasil?&#8221; Isso está em tantos textos que ela vai acertar. Mas quando você quer construir conhecimento novo, fazer um raciocínio original, ou tomar uma decisão que depende de contexto que ela não tem, aí você está por conta própria.</p>



<p>Ela pode te ajudar a encontrar os fatos. Mas ela não vai fazer o trabalho de pensar por você.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Casos reais em que confiar na IA custou caro</strong></h2>



<p>Não estou falando de inconveniências.</p>



<p>Nas últimas temporadas, as autoridades dos Alpes italianos registraram aumento no número de mortes de turistas. A causa: pessoas que consultaram a IA sobre rotas e equipamentos necessários para trilhas de montanha, e confiaram nas respostas sem verificar com fontes especializadas.</p>



<p>Houve também o caso de uma mulher que mostrou uma planta para a câmera do celular, perguntou para a IA se era venenosa, acreditou na resposta e morreu.</p>



<p>Num evento aqui em São Paulo, assisti ao vivo a demonstração de um assistente de viagem baseado em IA. Enquanto o pessoal apresentava o produto, abri no celular e perguntei sobre um passeio de casal em Monte Verde, lugar que conheço bem. A IA me recomendou a &#8220;Praça do Pôr do Sol&#8221; para ver o pôr do sol. Essa praça fica na Vila Madalena. Não existe em Monte Verde. Os restaurantes que ela recomendou também não existiam.</p>



<p>Mas ela recomendou com total segurança, com descrições detalhadas e convincentes.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem paga a conta quando a IA mente?</strong></h2>



<p>Essa é uma pergunta importante para quem está pensando em usar IA no atendimento ao cliente.</p>



<p>A OpenAI, empresa que criou o ChatGPT, a vanguarda de tudo isso, coloca um aviso no rodapé da interface deles: &#8220;ChatGPT pode cometer erros. Considere verificar informações importantes.&#8221;</p>



<p>Pensa nisso um segundo.</p>



<p>Os melhores do mundo nessa tecnologia, com todo o investimento e conhecimento que têm, precisam avisar que o produto deles pode errar. Se eles não conseguem entregar uma IA em que você possa confiar cegamente, que mágica você imagina que vai acontecer na sua empresa?</p>



<p>E tem um problema jurídico que pouca gente considera: um consumidor mal-intencionado pode ficar ali, conversando com o seu chatbot, coletando sistematicamente as respostas erradas para usar como evidência em processo judicial.</p>



<p>Isso não é paranoia. É uma possibilidade real que precisa estar no seu modelo de risco.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>A IA está mascarando falta de processo</strong></h2>



<p>Tem chegado até nós um tipo de cliente que me preocupa: o que quer uma IA para resolver um problema de negócios, mas que ao primeiro questionamento não sabe explicar qual é o processo que a IA deveria executar.</p>



<p>O briefing chegou feito pela IA. O processo que a IA deveria automatizar não está documentado. As regras de negócio não foram pensadas.</p>



<p>A esperança, às vezes implícita, é que a própria IA descubra qual é o processo ideal.</p>



<p>Ela não vai.</p>



<p>A IA pode sortear palavras que parecem descrever um bom processo. Mas ela não conhece o seu negócio, não conhece as exceções que sua equipe sabe de cor, não tem o contexto de anos de operação. Ela vai te dar algo que soa razoável. E você vai ter que aprender da forma difícil que razoável não é suficiente.</p>



<p>Em muitos casos, o problema que o cliente quer resolver com IA seria mais bem resolvido, mais barato, mais rápido, mais confiável, com um processo bem documentado e automação convencional. Sem nenhuma LLM no meio.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como colocar IA em produção com responsabilidade</strong></h2>



<p>Isso não significa que você não deve usar IA. Significa que você precisa usá-la com cuidado.</p>



<p>Quando desenho a arquitetura de um projeto com IA, costumo pintar de vermelho as partes que envolvem o modelo. Depois olho para cada uma e pergunto: se a IA errar de forma drástica aqui, o que acontece? A saída vai direto para o cliente? Tem um sistema no meio do caminho? Qual é o impacto?</p>



<p>Esse risco precisa ser conhecido. E depois de conhecido, precisa ser mitigado.</p>



<p>Algumas práticas que fazem diferença:</p>



<p><strong>Defina os limites antes de ligar.</strong> A IA precisa ter clareza sobre o que pode responder, de onde busca informação, e quando deve dizer &#8220;não sei&#8221; ou encaminhar para um humano. Sem esses limites, ela vai inventar respostas que parecem razoáveis.</p>



<p><strong>Guarde logs de tudo.</strong> Em produção, você precisa conseguir auditar o que a IA está dizendo. Isso tanto para corrigir problemas quanto para ter evidência do que aconteceu em caso de disputa.</p>



<p><strong>Teste muito mais do que você testaria software convencional.</strong> Software convencional é determinístico: mesma entrada, mesma saída, sempre. IA é probabilística: mesma entrada pode gerar saídas diferentes. O volume de testes necessários é massivamente maior.</p>



<p><strong>A meta não é zero erros.</strong> É errar menos, ou de forma menos cara, do que o time humano erraria fazendo a mesma coisa.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde a IA realmente brilha</strong></h2>



<p>Tendo dito tudo isso, deixa eu ser justo sobre o que ela faz bem.</p>



<p><strong>Tarefas repetitivas em escala.</strong> Se você tem um processo que se repete com pequenas variações, a IA pode automatizá-lo de forma eficiente.</p>



<p><strong>Processamento de dados não estruturados.</strong> Você tem anos de e-mails, PDFs, registros em texto livre? A IA pode ler tudo isso e transformar em dados estruturados que um sistema convencional consegue processar. Isso é algo que antes simplesmente não dava para automatizar.</p>



<p><strong>Auxiliar no raciocínio.</strong> Aqui está um dos usos que mais gosto: usar a IA para me questionar. Quando estou preparando um material, peço para ela me dizer o que estou deixando de considerar, o que poderia ser melhorado, quais pontos estão confusos. Eu não aceito as respostas como verdade, leio, avalio, e uso o que faz sentido. Mas ela quase sempre traz algo que eu não tinha considerado.</p>



<p><strong>Auditoria de texto em larga escala.</strong> Você tem milhares de interações de atendimento e quer identificar onde o atendente foi mal-educado, ou onde o cliente saiu insatisfeito? A IA pode ler esse volume todo e sinalizar o que merece revisão humana.</p>



<p><strong>Interface mais humana para software complexo.</strong> Em 2001, Michael Dertouzos, diretor do MIT, já previa que a interface com computadores se tornaria conversacional. Isso está acontecendo agora. Você não precisará mais ser treinado para usar um ERP se puder simplesmente dizer o que precisa. Isso vai democratizar o acesso ao software de forma que ainda não imaginamos completamente.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a IA não vai substituir tão cedo</strong></h2>



<p>A IA não vai substituir o ser humano em sua melhor entrega.</p>



<p>Existe uma quantidade enorme de bom senso em desenvolvimento de software. Gerar uma arquitetura que seja ao mesmo tempo segura, barata de operar e fácil de usar exige pesar fatores que a IA não sabe ponderar. Dizer &#8220;não&#8221; para o cliente quando o fluxo que ele pediu é um problema de segurança exige julgamento humano. Se quiser aprofundar nesse ponto, escrevemos mais sobre <a href="https://visie.com.br/inteligencia-artificial-e-desenvolvimento-de-software-colaboracao-nao-substituicao/">como a IA e o desenvolvedor se complementam</a>.</p>



<p>Agora, a IA <em>vai</em> substituir quem faz trabalho de robô. Quem acorda todo dia, pega ônibus por uma hora, senta na frente de um computador e por oito horas executa tarefas mecânicas que não exigem senso crítico. Essas pessoas serão substituídas, e isso levanta questões econômicas sérias que merecem um artigo próprio.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>IA é um recurso técnico, não uma religião</strong></h2>



<p>Tem um tipo de conversa sobre IA que me preocupa: quando o assunto da conversa é a IA em si, não o problema de negócio que ela deveria resolver.</p>



<p>Quando um fornecedor chega falando que vai colocar IA em tudo, em cada etapa, em cada módulo, em cada processo, desconfie. Isso é paixão pela tecnologia, não pelo seu problema.</p>



<p>Banco de dados relacional é um recurso técnico poderoso. Banco não-relacional também. Sistema de busca semântica também. Ninguém chega para vender software e passa meia hora falando sobre bancos de dados. Você escolhe o banco que faz sentido para o problema, e pronto.</p>



<p>IA deveria ser tratada da mesma forma. É mais um recurso técnico, poderosíssimo, capaz de resolver coisas que antes eram impossíveis de automatizar, mas é só mais um recurso. Ele entra na arquitetura onde faz sentido, não em todo lugar só porque é empolgante. É o que chamamos de<a href="https://visie.com.br/agentes-de-ia/"> agentes de IA especializados</a>: IA com poderes definidos, integrada a código convencional, dentro de limites que fazem sentido para o negócio.</p>



<p>Software convencional ainda é a resposta mais barata, mais segura e mais previsível na maioria dos casos. E ele se integra com IA exatamente onde faz sentido. E quando o software não tem qualidade, seja gerado por IA ou não,<a href="https://visie.com.br/riscos-financeiros-qualidade-de-software/"> os custos aparecem mais tarde</a>, geralmente mais caros do que o original.</p>



<p>A conversa madura não é &#8220;o que a IA pode fazer&#8221;. É &#8220;qual é o seu problema, e qual é a melhor forma de resolvê-lo&#8221;. Se a resposta envolver IA, ótimo. Se não envolver, melhor ainda.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estamos fazendo brinquedos de chumbo</strong></h2>



<p>No começo da Revolução Industrial, brinquedos eram feitos de chumbo. É um metal barato, fácil de trabalhar, fácil de moldar. Ninguém questionou. Só depois de muita doença e muita morte a humanidade aprendeu que não era uma boa ideia.</p>



<p>Estamos no mesmo momento com a IA.</p>



<p>Ela vai continuar existindo e vai continuar mudando o mundo. Mas estamos dando a ela acesso a nossas casas, nossos e-mails, nossas informações pessoais, nossas decisões de negócio, sem entender direito o que estamos fazendo.</p>



<p>Vamos aprender. Mas o custo do aprendizado pode ser alto.</p>



<p>Por isso a conversa que precisamos ter não é &#8220;a IA vai mudar tudo&#8221;. Ela já está mudando. A conversa que precisamos ter é: o que ela realmente é, onde ela funciona de verdade, e onde ela vai te deixar na mão.</p>



<p>Espero ter ajudado com isso aqui.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Este artigo é baseado numa conversa que tivemos no<a href="https://visie.com.br"> </a>podcast da Visie, <a href="https://www.linkedin.com/in/thabata-camarotti/">Thabata Camarotti</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/igor-iglesias-62478428/">Igor Iglesias</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/wellinton-ribeiro/">Wellinton Ribeiro</a> e eu, <a href="https://elcio.com.br/">Elcio Ferreira</a>, discutimos esse tema com profundidade. Se quiser, pode <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0zebI-xRZQw">ouvir o episódio completo</a>.</p>
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		<title>O que a inteligência artificial não pode fazer</title>
		<link>https://visie.com.br/o-que-a-ia-nao-pode-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julia Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 19:41:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo mundo está falando sobre o que a IA pode fazer. Deixa eu falar sobre o que ela não pode. Não estou aqui para dizer que a inteligência artificial é inútil ou que é hype. Ela é, de fato, uma das tecnologias mais transformadoras que já apareceram. Mas tem muita gente usando ela errado, esperando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong>Todo mundo está falando sobre o que a IA pode fazer. Deixa eu falar sobre o que ela não pode.</strong></h2>



<p>Não estou aqui para dizer que a inteligência artificial é inútil ou que é hype. Ela é, de fato, uma das tecnologias mais transformadoras que já apareceram. Mas tem muita gente usando ela errado, esperando coisas que ela não é capaz de entregar, e pagando um preço caro por isso.</p>



<p>Às vezes literalmente com a vida.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A IA é uma máquina de sortear palavras</strong></h2>



<p>Antes de falar sobre limitações, precisamos entender o que é uma LLM, o modelo de linguagem que está por trás do ChatGPT, Gemini, Claude e todos os outros que você usa.</p>



<p>Ela não pensa. Ela sorteia.</p>



<p>Quando você faz uma pergunta, o modelo sorteia a próxima palavra. Depois a próxima. Depois a próxima. Ele usa um mecanismo estatístico sofisticado para decidir qual palavra tem maior probabilidade de ser a &#8220;certa&#8221; dado tudo que já foi escrito antes. O que ele tem de especial é uma forma muito eficiente de classificar quão bom ficou o texto resultado, comparando com os bilhões de textos usados no treinamento.</p>



<p>O que isso significa na prática? A IA é boa em produzir texto que <strong>parece</strong> uma boa resposta, não necessariamente texto que <strong>é</strong> uma boa resposta.</p>



<p>Na maior parte dos casos, a diferença é pequena. Uma resposta que parece boa geralmente é boa. Mas em situações onde não existe uma resposta consolidada nos dados de treinamento, ela vai sortear palavras que parecem certas, e falar com a mesma convicção de sempre.</p>



<p>Ela não sabe que está errando. Ela nunca sabe.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O estagiário que nunca duvida de si mesmo</strong></h2>



<p>Gosto de pensar na IA como um estagiário bem-intencionado que erra bastante.</p>



<p>Isso é útil porque um estagiário te ajuda a filtrar links, fazer resumos, rascunhar textos, organizar informação. Você usa, mas você revisa. Você sabe que ele pode errar.</p>



<p>O problema é que a IA é um estagiário <em>convincente</em>. Ela não gagueja quando está incerta. Ela não diz &#8220;olha, não tenho certeza sobre isso&#8221;. Ela apresenta a resposta errada com a mesma fluência e segurança da resposta certa.</p>



<p>E aí as pessoas param de revisar.</p>



<p>Já vi isso acontecer em reuniões, em apresentações, em briefings que chegam até nós. O material foi feito pela IA. A pessoa entregou. Você faz a segunda pergunta e ela não sabe responder, porque ela nunca leu o que entregou.</p>



<p>Isso não é usar a IA como ferramenta. Isso é delegar a responsabilidade para uma ferramenta que não tem responsabilidade nenhuma.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Para avaliar uma resposta da IA, você precisa saber a resposta</strong></h2>



<p>Aqui está um paradoxo que pouca gente percebe: para saber se a IA errou, você precisa ter conhecimento suficiente para identificar o erro.</p>



<p>Se você não entende o assunto, qualquer resposta parece aceitável.</p>



<p>Isso significa que a IA é mais útil exatamente para quem já sabe do que está fazendo. Para quem não sabe, ela pode ser perigosa, não porque vai dar uma resposta obviamente errada, mas porque vai dar uma resposta que parece completamente razoável.</p>



<p>Para informações factuais simples e bem documentadas, ela vai bem. &#8220;Em que ano foi proclamada a República no Brasil?&#8221; Isso está em tantos textos que ela vai acertar. Mas quando você quer construir conhecimento novo, fazer um raciocínio original, ou tomar uma decisão que depende de contexto que ela não tem, aí você está por conta própria.</p>



<p>Ela pode te ajudar a encontrar os fatos. Mas ela não vai fazer o trabalho de pensar por você.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Casos reais em que confiar na IA custou caro</strong></h2>



<p>Não estou falando de inconveniências.</p>



<p>Nas últimas temporadas, as autoridades dos Alpes italianos registraram aumento no número de mortes de turistas. A causa: pessoas que consultaram a IA sobre rotas e equipamentos necessários para trilhas de montanha, e confiaram nas respostas sem verificar com fontes especializadas.</p>



<p>Houve também o caso de uma mulher que mostrou uma planta para a câmera do celular, perguntou para a IA se era venenosa, acreditou na resposta e morreu.</p>



<p>Num evento aqui em São Paulo, assisti ao vivo a demonstração de um assistente de viagem baseado em IA. Enquanto o pessoal apresentava o produto, abri no celular e perguntei sobre um passeio de casal em Monte Verde, lugar que conheço bem. A IA me recomendou a &#8220;Praça do Pôr do Sol&#8221; para ver o pôr do sol. Essa praça fica na Vila Madalena. Não existe em Monte Verde. Os restaurantes que ela recomendou também não existiam.</p>



<p>Mas ela recomendou com total segurança, com descrições detalhadas e convincentes.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem paga a conta quando a IA mente?</strong></h2>



<p>Essa é uma pergunta importante para quem está pensando em usar IA no atendimento ao cliente.</p>



<p>A OpenAI, empresa que criou o ChatGPT, a vanguarda de tudo isso, coloca um aviso no rodapé da interface deles: &#8220;ChatGPT pode cometer erros. Considere verificar informações importantes.&#8221;</p>



<p>Pensa nisso um segundo.</p>



<p>Os melhores do mundo nessa tecnologia, com todo o investimento e conhecimento que têm, precisam avisar que o produto deles pode errar. Se eles não conseguem entregar uma IA em que você possa confiar cegamente, que mágica você imagina que vai acontecer na sua empresa?</p>



<p>E tem um problema jurídico que pouca gente considera: um consumidor mal-intencionado pode ficar ali, conversando com o seu chatbot, coletando sistematicamente as respostas erradas para usar como evidência em processo judicial.</p>



<p>Isso não é paranoia. É uma possibilidade real que precisa estar no seu modelo de risco.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>A IA está mascarando falta de processo</strong></h2>



<p>Tem chegado até nós um tipo de cliente que me preocupa: o que quer uma IA para resolver um problema de negócios, mas que ao primeiro questionamento não sabe explicar qual é o processo que a IA deveria executar.</p>



<p>O briefing chegou feito pela IA. O processo que a IA deveria automatizar não está documentado. As regras de negócio não foram pensadas.</p>



<p>A esperança, às vezes implícita, é que a própria IA descubra qual é o processo ideal.</p>



<p>Ela não vai.</p>



<p>A IA pode sortear palavras que parecem descrever um bom processo. Mas ela não conhece o seu negócio, não conhece as exceções que sua equipe sabe de cor, não tem o contexto de anos de operação. Ela vai te dar algo que soa razoável. E você vai ter que aprender da forma difícil que razoável não é suficiente.</p>



<p>Em muitos casos, o problema que o cliente quer resolver com IA seria mais bem resolvido, mais barato, mais rápido, mais confiável, com um processo bem documentado e automação convencional. Sem nenhuma LLM no meio.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como colocar IA em produção com responsabilidade</strong></h2>



<p>Isso não significa que você não deve usar IA. Significa que você precisa usá-la com cuidado.</p>



<p>Quando desenho a arquitetura de um projeto com IA, costumo pintar de vermelho as partes que envolvem o modelo. Depois olho para cada uma e pergunto: se a IA errar de forma drástica aqui, o que acontece? A saída vai direto para o cliente? Tem um sistema no meio do caminho? Qual é o impacto?</p>



<p>Esse risco precisa ser conhecido. E depois de conhecido, precisa ser mitigado.</p>



<p>Algumas práticas que fazem diferença:</p>



<p><strong>Defina os limites antes de ligar.</strong> A IA precisa ter clareza sobre o que pode responder, de onde busca informação, e quando deve dizer &#8220;não sei&#8221; ou encaminhar para um humano. Sem esses limites, ela vai inventar respostas que parecem razoáveis.</p>



<p><strong>Guarde logs de tudo.</strong> Em produção, você precisa conseguir auditar o que a IA está dizendo. Isso tanto para corrigir problemas quanto para ter evidência do que aconteceu em caso de disputa.</p>



<p><strong>Teste muito mais do que você testaria software convencional.</strong> Software convencional é determinístico: mesma entrada, mesma saída, sempre. IA é probabilística: mesma entrada pode gerar saídas diferentes. O volume de testes necessários é massivamente maior.</p>



<p><strong>A meta não é zero erros.</strong> É errar menos, ou de forma menos cara, do que o time humano erraria fazendo a mesma coisa.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Onde a IA realmente brilha</strong></h2>



<p>Tendo dito tudo isso, deixa eu ser justo sobre o que ela faz bem.</p>



<p><strong>Tarefas repetitivas em escala.</strong> Se você tem um processo que se repete com pequenas variações, a IA pode automatizá-lo de forma eficiente.</p>



<p><strong>Processamento de dados não estruturados.</strong> Você tem anos de e-mails, PDFs, registros em texto livre? A IA pode ler tudo isso e transformar em dados estruturados que um sistema convencional consegue processar. Isso é algo que antes simplesmente não dava para automatizar.</p>



<p><strong>Auxiliar no raciocínio.</strong> Aqui está um dos usos que mais gosto: usar a IA para me questionar. Quando estou preparando um material, peço para ela me dizer o que estou deixando de considerar, o que poderia ser melhorado, quais pontos estão confusos. Eu não aceito as respostas como verdade, leio, avalio, e uso o que faz sentido. Mas ela quase sempre traz algo que eu não tinha considerado.</p>



<p><strong>Auditoria de texto em larga escala.</strong> Você tem milhares de interações de atendimento e quer identificar onde o atendente foi mal-educado, ou onde o cliente saiu insatisfeito? A IA pode ler esse volume todo e sinalizar o que merece revisão humana.</p>



<p><strong>Interface mais humana para software complexo.</strong> Em 2001, Michael Dertouzos, diretor do MIT, já previa que a interface com computadores se tornaria conversacional. Isso está acontecendo agora. Você não precisará mais ser treinado para usar um ERP se puder simplesmente dizer o que precisa. Isso vai democratizar o acesso ao software de forma que ainda não imaginamos completamente.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a IA não vai substituir tão cedo</strong></h2>



<p>A IA não vai substituir o ser humano em sua melhor entrega.</p>



<p>Existe uma quantidade enorme de bom senso em desenvolvimento de software. Gerar uma arquitetura que seja ao mesmo tempo segura, barata de operar e fácil de usar exige pesar fatores que a IA não sabe ponderar. Dizer &#8220;não&#8221; para o cliente quando o fluxo que ele pediu é um problema de segurança exige julgamento humano. Se quiser aprofundar nesse ponto, escrevemos mais sobre<a href="https://visie.com.br/inteligencia-artificial-e-desenvolvimento-de-software-colaboracao-nao-substituicao/"> como a IA e o desenvolvedor se complementam</a>.</p>



<p>Agora, a IA <em>vai</em> substituir quem faz trabalho de robô. Quem acorda todo dia, pega ônibus por uma hora, senta na frente de um computador e por oito horas executa tarefas mecânicas que não exigem senso crítico. Essas pessoas serão substituídas, e isso levanta questões econômicas sérias que merecem um artigo próprio.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>IA é um recurso técnico, não uma religião</strong></h2>



<p>Tem um tipo de conversa sobre IA que me preocupa: quando o assunto da conversa é a IA em si, não o problema de negócio que ela deveria resolver.</p>



<p>Quando um fornecedor chega falando que vai colocar IA em tudo, em cada etapa, em cada módulo, em cada processo, desconfie. Isso é paixão pela tecnologia, não pelo seu problema.</p>



<p>Banco de dados relacional é um recurso técnico poderoso. Banco não-relacional também. Sistema de busca semântica também. Ninguém chega para vender software e passa meia hora falando sobre bancos de dados. Você escolhe o banco que faz sentido para o problema, e pronto.</p>



<p>IA deveria ser tratada da mesma forma. É mais um recurso técnico, poderosíssimo, capaz de resolver coisas que antes eram impossíveis de automatizar, mas é só mais um recurso. Ele entra na arquitetura onde faz sentido, não em todo lugar só porque é empolgante. É o que chamamos de<a href="https://visie.com.br/agentes-de-ia/"> agentes de IA especializados</a>: IA com poderes definidos, integrada a código convencional, dentro de limites que fazem sentido para o negócio.</p>



<p>Software convencional ainda é a resposta mais barata, mais segura e mais previsível na maioria dos casos. E ele se integra com IA exatamente onde faz sentido. E quando o software não tem qualidade, seja gerado por IA ou não,<a href="https://visie.com.br/riscos-financeiros-qualidade-de-software/"> os custos aparecem mais tarde</a>, geralmente mais caros do que o original.</p>



<p>A conversa madura não é &#8220;o que a IA pode fazer&#8221;. É &#8220;qual é o seu problema, e qual é a melhor forma de resolvê-lo&#8221;. Se a resposta envolver IA, ótimo. Se não envolver, melhor ainda.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estamos fazendo brinquedos de chumbo</strong></h2>



<p>No começo da Revolução Industrial, brinquedos eram feitos de chumbo. É um metal barato, fácil de trabalhar, fácil de moldar. Ninguém questionou. Só depois de muita doença e muita morte a humanidade aprendeu que não era uma boa ideia.</p>



<p>Estamos no mesmo momento com a IA.</p>



<p>Ela vai continuar existindo e vai continuar mudando o mundo. Mas estamos dando a ela acesso a nossas casas, nossos e-mails, nossas informações pessoais, nossas decisões de negócio, sem entender direito o que estamos fazendo.</p>



<p>Vamos aprender. Mas o custo do aprendizado pode ser alto.</p>



<p>Por isso a conversa que precisamos ter não é &#8220;a IA vai mudar tudo&#8221;. Ela já está mudando. A conversa que precisamos ter é: o que ela realmente é, onde ela funciona de verdade, e onde ela vai te deixar na mão.</p>



<p>Espero ter ajudado com isso aqui.</p>



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<p>Este artigo é baseado numa conversa que tivemos no<a href="https://visie.com.br"> </a>podcast da Visie, <a href="https://www.linkedin.com/in/thabata-camarotti/">Thabata Camarotti</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/igor-iglesias-62478428/">Igor Iglesias</a>, <a href="https://www.linkedin.com/in/wellinton-ribeiro/">Wellinton Ribeiro</a> e eu, <a href="https://elcio.com.br/">Elcio Ferreira</a>, discutimos esse tema com profundidade. Se quiser, pode <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0zebI-xRZQw">ouvir o episódio completo</a>.</p>
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		<title>Elogio ao Improviso: Por que a Burocracia está Matando a Inovação</title>
		<link>https://visie.com.br/elogio-ao-improviso-por-que-a-burocracia-esta-matando-a-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Julia Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 17:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia agil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mundo do desenvolvimento de software, a palavra &#8220;improviso&#8221; costuma ser sussurrada como um pecado. Para gestores e arquitetos tradicionais, ela é sinônimo de gambiarra, falta de brio técnico ou amadorismo. Para evitar esse &#8220;mal&#8221;, as empresas ergueram fortalezas: camadas infinitas de aprovação, arquiteturas exaustivamente complexas e documentações que tentam prever o imprevisível. A intenção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No mundo do desenvolvimento de software, a palavra &#8220;improviso&#8221; costuma ser sussurrada como um pecado. Para gestores e arquitetos tradicionais, ela é sinônimo de gambiarra, falta de brio técnico ou amadorismo. Para evitar esse &#8220;mal&#8221;, as empresas ergueram fortalezas: camadas infinitas de aprovação, arquiteturas exaustivamente complexas e documentações que tentam prever o imprevisível.</p>



<p>A intenção é boa: reduzir riscos.&nbsp; O problema é que, em muitos casos, o custo de evitar o erro se tornou maior do que o custo do próprio erro.</p>



<p>Em tecnologia, especialmente no desenvolvimento de software, essa lógica costuma gerar um efeito colateral perigoso: a lentidão. Quando um time leva seis meses para desenhar a “arquitetura perfeita”, o mercado não espera. O cliente muda, o concorrente se antecipa e a hipótese inicial perde validade.</p>



<p>Agora compare isso com um cenário diferente: em duas semanas, o time improvisa um MVP funcional, coloca algo real nas mãos do usuário e recebe feedback concreto. Esse feedback não é opinião, nem achismo, mas dado. E dado real é o ativo mais valioso que uma empresa pode ter.</p>



<p>Prepare-se, neste artigo vou defender uma ideia que soa quase herética em ambientes corporativos: o improviso, quando bem usado, é uma das ferramentas mais poderosas para reduzir o time-to-market e aumentar a capacidade de inovação.</p>



<p>Aqui, com “improviso” não quero dizer ausência de técnica. Entenda improviso como a&nbsp; capacidade de agir rápido, sem paralisia burocrática.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Improviso como Motor de Agilidade</h2>



<p>O primeiro benefício do improviso é simples: velocidade de resposta. Projetos reais raramente seguem o plano original. Eu, pelo menos, nunca vi acontecer. Se você tem uma certeza ao começar um projeto de software é que as coisas vão mudar.</p>



<p>Se você coloca algo funcional nas mãos do usuário cedo, você ganha o dado mais valioso de todos: o feedback real do usuário. O improviso permite respostas rápidas. Se um bug crítico surge ou uma ideia genial brota no meio de um sprint, esperar pela próxima reunião de planejamento é decretar a morte da oportunidade.&nbsp;</p>



<p>Em ambientes excessivamente rígidos, qualquer desvio exige passar pela via-crúcis: reunião, aprovação, replanejamento e documentação. O tempo passa e o problema continua ali. Em times que sabem improvisar, a resposta é imediata. Ajusta-se o plano, resolve-se o problema e aprende-se com isso depois.</p>



<p>O improviso também cria uma cultura de experimentação. Empresas como Google e Spotify ficaram conhecidas por incentivar espaços de liberdade controlada — hackathons, projetos paralelos, tempo dedicado a explorar ideias fora do backlog tradicional. Produtos como o Gmail nasceram exatamente desse espaço de improviso consciente.</p>



<p>Existe ainda um impacto humano importante, frequentemente ignorado: motivação. Quando as pessoas têm liberdade para decidir como resolver um problema, elas deixam de ser só executoras de tarefas e passam a se sentir donas do trabalho. Isso tem o potencial de reduzir burnout, aumentar o engajamento e melhorar a retenção de talentos. Pessoas gostam de resolver problemas de verdade — não apenas seguir processos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mitigando Riscos sem Matar a Velocidade</h2>



<p>O principal argumento contra o improviso costuma ser o medo. Medo de dívida técnica, falhas de segurança ou soluções frágeis. Esses riscos existem, negar isso seria ingenuidade. O erro está em achar que a única forma de mitigá-los é com burocracia pesada. Há alternativas muito mais leves e eficazes. Um improviso não precisa ser definitivo. É claro que o improviso sem rede de proteção é perigoso. Mas a solução não é mais burocracia; são proteções técnicas.</p>



<p>Em vez de impedir o improviso, sugiro usar ferramentas que permitam que ele aconteça com segurança:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Code Reviews e Testes Automatizados: O improviso acontece na solução, mas todo mundo tem certeza de que a validação vai acontecer. Testes automatizados são a garantia que uma alteração não vai quebrar o que já funcionava. Esse é o único jeito de ser ágil de verdade em desenvolvimento de software.</li>



<li>CI/CD Pipelines: Se você pode deployar rápido e fazer rollback mais rápido ainda, o medo de improvisar diminui.</li>



<li>Aprendizado com o Erro: O modelo de blameless post-mortems (análises de erros sem culpados), pilar do SRE do Google, foca em entender a falha sistêmica em vez de punir a iniciativa individual.</li>
</ul>



<p>É aqui que a diferença entre Ágil e Waterfall fica evidente. O improviso não cabe em modelos rígidos e sequenciais. Mas ele se encaixa perfeitamente em ambientes ágeis que possuem proteções: pipelines de CI/CD, testes automatizados, observabilidade e rollback rápido. Ou seja, o improviso não elimina risco, mas muda onde ele é tratado: sai do papel e vai para o código e para as ferramentas técnicas.</p>



<p>A história está cheia de exemplos: a Nokia, com sua rigidez e processos pesados, foi atropelada, entre outros fatores, pela fluidez (e pelos improvisos iniciais) do ecossistema do iPhone. No software moderno, o &#8220;Ágil&#8221; de verdade muitas vezes se parece mais com um jazz do que com uma marcha militar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Analogia do Jazz: Maestria como Pré-requisito</h2>



<p>A analogia do Jazz é perfeita: no Jazz, só improvisa bem quem domina muito o instrumento. O improviso só funciona porque os músicos dominam profundamente a técnica e a teoria. No software, acontece o mesmo. O improviso legítimo nasce de quem conhece tão bem os fundamentos que consegue “compor em tempo real”.</p>



<p>O improviso que elogiamos não é o da negligência (&#8220;vou fazer de qualquer jeito porque não sei fazer o certo&#8221;), mas o da maestria. Um desenvolvedor sênior improvisa porque conhece os fundamentos tão bem que consegue &#8220;compor em tempo real&#8221; para validar uma hipótese.</p>



<p>O que eu chamo de Improviso por Maestria é quando um desenvolvedor pensa: &#8220;Conheço a regra, mas vou quebrá-la agora para entregar valor imediato.&#8221;</p>



<p>Já o Improviso por Negligência é: &#8220;Não conheço a regra, então estou apenas tentando a sorte.&#8221;</p>



<p>Para que o improviso funcione, a empresa precisa investir em mentoria e treinamento. Times juniores precisam de mais estrutura; times seniores precisam de mais liberdade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde Pisar no Freio?</h2>



<p>Seria irresponsável dizer que o improviso cabe em todo lugar. Em setores altamente regulados, como saúde ou finanças (HIPAA, GDPR, LGPD), o improviso deve focar na experiência do usuário e na lógica de negócio, mas o compliance e a segurança de dados precisam ser inegociáveis e embutidos desde o início. Mesmo em contextos regulados, improvisar não desaparece, mas há limites: improvisa-se na solução, não na conformidade.</p>



<p>Além disso, é preciso gerenciar a Dívida Técnica. Muitas vezes uma solução improvisada é simplesmente melhor do que aquelas que um processo de planejamento detalhado é capaz de entregar. Mas, às vezes, o improviso pode ser um empréstimo de agilidade. Como qualquer empréstimo, ele tem juros. O segredo é ter métricas claras: quanto tempo estamos gastando em novas features versus quanto tempo estamos gastando pagando &#8220;juros&#8221; (refatorando improvisos passados).</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Exercício da Confiança</h2>



<p>Promover o improviso é, essencialmente, um exercício de confiança. Quando uma empresa pune um desenvolvedor que saiu do script para resolver a dor de um cliente, ela está ensinando seu time a parar de pensar. O desenvolvedor vira apenas um executor de tickets. O improviso devolve ao desenvolvedor o papel de artesão e resolvedor de problemas. E empresas que permitem isso colhem algo raro: times que se importam genuinamente com o resultado.</p>



<p>O equilíbrio ideal entre controle e liberdade não é uma linha estática; é um ciclo de experimentação. Mas uma coisa é certa: burocracia demais costuma ser pior do que burocracia de menos. Nossa recomendação? Comece o mais leve possível. Dê aos seus times a liberdade de serem resolvedores de problemas. Acrescente controles apenas onde algum problema real aparecer, e não onde o medo imaginário mandar.</p>



<p>Afinal, em um mercado que muda na velocidade da luz, a maior gambiarra de todas é tentar controlar o futuro com excesso de papelada.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Gostou deste artigo? Na Visie, acreditamos que o desenvolvimento de software é um equilíbrio entre engenharia rigorosa e a agilidade criativa. Se você quer saber como podemos ajudar seu time a encontrar esse ponto de equilíbrio, que tal conversarmos sobre seu próximo projeto?</p>
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		<title>20 anos de Visie: 20 transformações e tecnologias que vimos nascer</title>
		<link>https://visie.com.br/20-anos-de-transformacoes-e-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edna Guiciard]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 17:47:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://visie.com.br/?p=9034</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Visie está fazendo 20 anos. E, quando a gente fala “20 anos de tecnologia”, não é só uma forma bonita de dizer “muito tempo”. É literal: na prática, é tempo suficiente para ver coisas que pareciam ficção científica virarem item de supermercado — e para ver modas passarem, padrões ficarem, e bons princípios sobreviverem. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Visie está fazendo 20 anos. E, quando a gente fala “20 anos de tecnologia”, não é só uma forma bonita de dizer “muito tempo”. É literal: na prática, é tempo suficiente para ver coisas que pareciam ficção científica virarem item de supermercado — e para ver modas passarem, padrões ficarem, e bons princípios sobreviverem.</p>



<p>Ao longo de duas décadas, uma ideia ficou cada vez mais clara pra nós: tecnologia é ferramenta, não fim. Desde o começo, o nosso trabalho sempre foi ajudar pessoas e empresas a usar tecnologia para simplificar a vida — com menos fricção, menos ruído, menos “processo pelo processo”. Em outras palavras: fazer <a href="https://visie.com.br/consultoria-em-ux/">software para seres humanos</a> e, sempre que possível, <a href="https://visie.com.br/tecnologia/">parar de semear burocracia</a>.</p>



<p>Diante disso, se tem uma forma gostosa de comemorar 20 anos, é olhando para trás e lembrando das transformações que mudaram a nossa profissão — e a vida de todo mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1) Smartphones (iPhone e Android)</h2>



<p>Smartphone é o computador que você carrega no bolso: câmera, sensores, GPS, internet, pagamentos, trabalho, lazer — tudo ali. O marco que “virou a chave” foi o iPhone, que chegou ao público em <a href="https://www.apple.com/newsroom/2007/06/28iPhone-Premieres-This-Friday-Night-at-Apple-Retail-Stores/">29 de junho de 2007</a> e redefiniu como a gente interage com tecnologia. Pouco depois, o Android começou sua trajetória comercial em 2008 e fez isso ganhar escala global. Com isso, o impacto foi tão grande que mudou até como projetos nascem: a web passou a ser mobile-first não por moda, mas porque as pessoas passaram a viver no celular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2) Carros autônomos (como Tesla Autopilot)</h2>



<p>Carros autônomos — e, por enquanto, principalmente os sistemas avançados de assistência — são a aplicação direta de sensores + software + IA no mundo físico, em tempo real. O Tesla Autopilot virou um símbolo dessa era a partir de 2014, e desde então, o carro deixou de ser só “máquina” e virou “plataforma que atualiza”. O impacto está em andamento: ainda há debates enormes sobre segurança e responsabilidade, mas a direção já virou um problema computacional — e isso é um divisor de águas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3) Netflix e Spotify (acesso em vez de propriedade)</h2>



<p>Streaming é a ideia de que você não “compra” mídia; você acessa. A Netflix fez a virada quando começou o streaming em 2007, e o Spotify nasceu em 2008 empurrando a música para o mesmo caminho. O impacto foi cultural e econômico: assinatura virou padrão, recomendação algorítmica virou parte do produto, e “ter uma coleção” foi substituído por “ter acesso”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4) Airbnb e Uber (uso sob demanda)</h2>



<p>Airbnb e Uber são dois ícones do modelo “sob demanda”: plataformas que conectam oferta e demanda do mundo físico com software, logística e reputação digital. O Airbnb nasceu em 2008, o Uber em 2009, e de repente hospedagem e mobilidade passaram a funcionar como aplicativo. O impacto foi imediato: nasceu a gig economy, regulações foram chacoalhadas, e ficou claro o poder de escalar serviços físicos com tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5) HTML5 e CSS3</h2>



<p>HTML5 e CSS3 são, na prática, o momento em que a web deixou de ser “página” e virou “plataforma”. O HTML5 se consolidou como recomendação do W3C em 2014, e o CSS3 trouxe (ao longo dos anos) responsividade, animações e recursos que antes exigiam gambiarras ou plugins. O impacto foi libertador: vídeo, áudio, gráficos, layout moderno — tudo no padrão aberto, com performance e consistência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6) Angular, React e Vue.js</h2>



<p>Quando AngularJS apareceu em 2010, e depois React em 2013 e Vue em 2014, a interface ganhou um novo status. A partir daí, virou software complexo, organizado em componentes, estado e reatividade. Consequentemente, o impacto foi enorme na produtividade e na capacidade de construir UIs ricas — e também na responsabilidade: front-end deixou de ser “camada visual” e virou “produto dentro do produto”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7) LLMs</h2>



<p>LLMs são modelos de linguagem capazes de ler, escrever, resumir, explicar e programar em linguagem natural — uma tecnologia que parecia “muito futurista” até poucos anos atrás. A explosão pública aconteceu com o lançamento do ChatGPT em <a href="https://openai.com/index/chatgpt/">30 de novembro de 2022</a>, trazendo IA generativa para o dia a dia de equipes e pessoas comuns. O impacto é comparável a um novo “computador pessoal”: muda fluxo de trabalho, muda produto, muda educação — e cria discussões sérias sobre segurança, privacidade e governança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8) Containers (Docker e Kubernetes)</h2>



<p>Containers são a forma moderna de empacotar e executar software com previsibilidade: “funciona aqui” passa a significar “funciona em qualquer lugar”. O Docker virou o símbolo disso ao ser lançado como open source em <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Docker_%28software%29">março de 2013</a>, e o Kubernetes apareceu em <a href="https://cloud.google.com/blog/products/gcp/from-open-source-to-sustainable-success-the-kubernetes-graduation-story">junho de 2014</a> como a resposta para orquestrar isso em escala. O impacto é gigantesco: deploy ficou repetível, infra virou parte do código, e “rodar em produção” virou disciplina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">9) Node.js</h2>



<p>Node.js levou JavaScript para o servidor em 2009, e isso fez muita coisa “clicar”: a mesma linguagem no front e no back, alta performance em I/O, ecossistema vibrante de bibliotecas e ferramentas. O impacto foi redefinir o jeito de construir APIs e serviços — e, para muita equipe, reduzir atrito e aumentar velocidade de entrega.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10) Cloud Computing</h2>



<p>Cloud computing é o modelo em que infraestrutura vira serviço: você provisiona, escala e paga pelo uso. A AWS puxou essa virada em 2006 com serviços como o S3 (<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Amazon_S3">lançado em março de 2006</a>) e, a partir dali, “ter datacenter” deixou de ser pré-requisito para crescer. O impacto foi democratizar escala: startups ganharam superpoderes e empresas grandes ganharam velocidade de experimentação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">11) Let’s Encrypt</h2>



<p>Let’s Encrypt tornou HTTPS fácil e gratuito a partir de 2015, automatizando algo que antes era burocrático, caro e cheio de barreiras. O impacto foi civilizatório para a web: criptografia deixou de ser diferencial e virou o padrão mínimo aceitável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">12) YouTube e redes sociais</h2>



<p>YouTube (2005) e redes sociais consolidaram uma internet onde o conteúdo é fluxo, comunidade e conversa — e não só “site”. O impacto foi mudar marketing, educação, entretenimento, política e comportamento. E, do ponto de vista de produto digital, mudou o jogo: distribuição e atenção viraram parte central da estratégia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">13) Google Chrome</h2>



<p>Quando o Chrome foi lançado em 2 de <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Google_Chrome">setembro de 2008</a>, ele acelerou a web: performance, atualização constante, pressão por padrões e uma nova corrida entre navegadores. O impacto foi direto para quem desenvolve: mais recursos, mais consistência e um empurrão enorme para experiências cada vez mais “app-like” no browser.</p>



<h2 class="wp-block-heading">14) Blockchain</h2>



<p>Blockchain é um registro distribuído e imutável, popularizado pelo Bitcoin em 2008. O impacto foi abrir uma nova discussão sobre confiança digital, descentralização e novos modelos econômicos — com tudo que veio junto: inovação real, hype pesado e a necessidade de separar promessa de produto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">15) App Store</h2>



<p>A App Store (2008) institucionalizou a economia de aplicativos: distribuição, pagamento, descoberta, atualização. O impacto foi um novo mercado inteiro: apps viraram canal principal, empresas nasceram “app-first” e o celular virou uma plataforma de negócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">16) Pix</h2>



<p>O Pix colocou pagamentos instantâneos no cotidiano brasileiro desde <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/pix">16 de novembro de 2020</a>. O impacto desta tecnologia foi imediato: menos fricção, mais inclusão, QR Code em todo lugar e uma mudança radical de hábito — para pessoas e empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">17) Waze (e Google Maps)</h2>



<p>Waze e Google Maps transformaram deslocamento em software: rotas em tempo real, trânsito como dado, cidade como API. O Waze ganhou força como produto na virada para 2008, e isso mudou como a gente se move e como negócios pensam logística. Consequentemente, o impacto é tão grande que, hoje, mobilidade urbana não se entende sem mapa digital.</p>



<h2 class="wp-block-heading">18) Git</h2>



<p>Git nasceu em 2005 e desde então virou a espinha dorsal do desenvolvimento moderno: versionamento distribuído, colaboração, histórico confiável, workflows maduros. O impacto foi permitir que times e comunidades crescessem sem virar caos — e viabilizar, assim, a escala do open source e das práticas modernas de engenharia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">19) CDNs (Cloudflare)</h2>



<p>CDNs colocam conteúdo “perto” do usuário e protegem aplicações na borda. A Cloudflare surgiu em 2009 e ajudou a popularizar performance e segurança como algo acessível. O impacto é invisível (quando funciona), mas enorme: páginas mais rápidas, menos latência, mais proteção, mais estabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">20) HTTP/2 e HTTP/3</h2>



<p>HTTP/2 e HTTP/3 são mudanças “por baixo do capô” que fazem a web ficar mais rápida e eficiente. O HTTP/2 virou padrão em 2015 (<a href="https://www.rfc-editor.org/rfc/rfc7540.html">RFC 7540</a>), e o HTTP/3 veio depois, publicado como <a href="https://datatracker.ietf.org/doc/rfc9114/">RFC 9114 em 2022</a>, levando HTTP para cima do QUIC. O impacto é silencioso, mas decisivo: melhor performance em redes instáveis, conexões mais eficientes e uma web mais preparada para escala.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a gente aprendeu no caminho</h2>



<p>Quando você olha essa lista, dá vontade de pensar que tudo mudou. E mudou mesmo. Mas tem algo curioso: os princípios certos envelhecem muito bem.</p>



<p>No fim das contas, a tecnologia mais valiosa é a que reduz atrito, melhora a experiência e dá autonomia — e é por isso que, mesmo com novas ondas chegando o tempo todo, a Visie continua perseguindo a mesma direção: menos burocracia, mais clareza, mais fluidez, mais <a href="https://visie.com.br/customer-services-cx/">gente feliz usando software</a>.</p>



<p>Se você estivesse escrevendo essa lista, quais transformações entrariam no seu Top 20?</p>
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		<title>Agilidade no home office e o futuro do trabalho remoto</title>
		<link>https://visie.com.br/agilidade-no-home-office-e-o-futuro-do-trabalho-remoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edna Guiciard]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 17:51:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Software Ágil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você trabalha com recrutamento e seleção, ou participa de alguma forma desse processo, provavelmente notou uma mudança clara nas prioridades dos candidatos. É notável que, uma das primeiras perguntas que surgem numa entrevista é: &#8220;Qual é o regime de trabalho? É híbrido, remoto ou 100% presencial?&#8221;. Essa questão, que parece um simples detalhe, no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você trabalha com recrutamento e seleção, ou participa de alguma forma desse processo, <strong>provavelmente notou uma mudança clara nas prioridades dos candidatos. </strong>É notável que, uma das primeiras perguntas que surgem numa entrevista é: <strong>&#8220;Qual é o regime de trabalho? É híbrido, remoto ou 100% presencial?&#8221;</strong>.</p>



<p>Essa questão, que parece um simples detalhe, no entanto, revela muito sobre o que o profissional busca: liberdade geográfica, preferência por uma liderança flexível, alinhamento com a cultura da empresa e, acima de tudo, a importância da confiança nas relações de trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Fim do &#8220;Olho do Dono&#8221;</h2>



<p>É só dar uma olhada nas redes sociais para ver as inúmeras discussões sobre o home office. Há quem defenda com unhas e dentes e quem simplesmente não suporte. Com frequência, nos deparamos com falas como a de Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, criticando o trabalho remoto, alegando que ele atrapalha a gestão, a inovação e o aprendizado:</p>



<p><em>“O trabalho remoto não funciona para os jovens, para a gestão ou para a inovação. Aplaudo o direito de não querer ir ao escritório todos os dias, mas você não vai dizer à JPMorgan o que fazer.”</em></p>



<p>No entanto, sejamos sinceros: <strong>se sua empresa ainda acredita que um funcionário só produz sob sua vigilância, então é provável que o problema não seja o funcionário, certo?</strong> A liberdade do home office vai muito além de onde a pessoa está. É sobre <strong>maturidade, autonomia e responsabilidade compartilhada</strong>. Quando uma equipe atua remotamente, <strong>a liderança mostra que confia na capacidade do time de entregar resultados sem precisar controlar cada minuto</strong>. É fundamental, portanto, entender que o profissional tem uma vida fora da empresa e que pode ser super produtivo sem estar fisicamente presente no escritório.</p>



<p>Enquanto algumas empresas insistem no controle de ponto e na ideia de que só se trabalha entre quatro paredes no escritório, com todo o estresse do trânsito, outras estão colhendo os bons resultados de uma abordagem baseada na confiança, e não no microgerenciamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O home office está com os dias contados?</h2>



<p>Recentemente, a volta ao trabalho presencial ganhou força. Gigantes como a Amazon anunciaram o retorno 100% ao escritório. E esse movimento não é só lá fora; no Brasil, o cenário pós-pandemia já mostra essa mudança.</p>



<p>De acordo com o estudo “Planeta Firma – Anuário de Benefícios 2025”, o home office está em queda no país:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>33,8%</strong> das empresas já operam 100% presencialmente.</li>



<li><strong>32,1%</strong> adotam modelos híbridos, <strong>porém</strong> com mais dias no escritório.</li>



<li>O Auxílio Home Office despencou de <strong>45%</strong> (em 2021) para apenas <strong>27%</strong> (em 2024).</li>
</ul>



<p>Em contrapartida, o vale-combustível cresceu <strong>203%</strong> e o auxílio-mobilidade aumentou <strong>76%</strong>.</p>



<p>Essa mudança toda reacende uma discussão importante: <strong>o regime de trabalho ideal não é só uma questão de logística. Ele revela a cultura da empresa e impacta diretamente como atraímos e mantemos talentos. </strong>Como resultado, para muitos, o home office é um benefício e tanto, e não ter essa opção pode ser o motivo para um profissional recusar uma vaga.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A transição da Visie para o home office: nossos aprendizados e benefícios</h2>



<p>Aqui na Visie, vivemos a transição do presencial para o home office de forma intensa.</p>



<p>Atualmente, já <strong>acumulamos sete anos de experiência contínua com o home office, sendo mais de cinco anos trabalhando totalmente de casa.</strong> Além da liberdade geográfica, esse modelo nos trouxe vários benefícios: <strong>mais qualidade de vida, uma queda significativa nas faltas e, ainda que em menor escala, uma boa redução nos custos de escritório</strong>. Todavia, o foco de hoje é outro: vamos voltar a falar da agilidade no trabalho remoto.</p>



<p>Olhando assim, pode até parecer que o home office deu certo para a Visie desde o começo, mas isso não aconteceu sem esforço. Acredite, <strong>enfrentamos muitos desafios e precisamos mudar bastante coisa</strong>. Dessa forma, <strong>uma das áreas que mais se transformou foi a forma como desenvolvemos software.</strong> Deixamos para trás metodologias antigas e complicadas, como o Processo Unificado, e vimos na rotina remota uma chance de melhorar ainda mais nossa agilidade.</p>



<p>Para a Visie, <strong>a agilidade não é só um conjunto de regras, como o Scrum. É, acima de tudo, saber se adaptar.</strong> E isso vale tanto para como os processos funcionam quanto para como a equipe colabora, aprende e entrega valor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios e adaptações no home office</h2>



<p>Nossa experiência também mostrou que nem todo mundo se adapta bem ao home office. Trabalhar de casa <strong>exige mais autogestão e disciplina para organizar o próprio tempo</strong>. O mundo digital está cheio de distrações, e para algumas pessoas, estar perto dos colegas no escritório, com a pressão social, é a única forma de se concentrar.</p>



<p><strong>A comunicação também é um ponto importante.</strong> Trabalhar a distância pede um tipo diferente de habilidade. Por exemplo, é preciso saber usar as ferramentas online e de colaboração. Se você tem um problema técnico em casa, na maioria das vezes vai ter que se virar, já que a tecnologia é seu único meio de pedir ajuda. Ademais, para muitos, é difícil se comunicar de forma clara sem estar na mesma sala, olhando nos olhos ou fazendo um desenho rápido.</p>



<p>Por fim, percebemos que <strong>nem toda empresa funciona bem no modelo remoto por questões de cultura e gestão</strong>. O trabalho a distância exige um cuidado especial para construir uma cultura forte. Para certas culturas empresariais, o remoto simplesmente não se encaixa.</p>



<p>Vale lembrar que <strong>a experiência da Visie é bem particular,</strong> e o remoto funciona mais fácil pra gente do que para a maioria das empresas por aí.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Scrum, papéis e nossa estrutura mais enxuta</h2>



<p>O ambiente remoto também nos fez perceber que menos é mais. <strong>Times maduros, com desenvolvedores experientes, não precisam de um monte de camadas no meio do caminho</strong> para as coisas acontecerem.</p>



<p>Na prática, <strong>nossos coordenadores de projeto são programadores que trabalham junto com o time</strong>. Eles ajudam nas cerimônias do projeto, mantêm o ritmo e garantem a qualidade do que é entregue. Isso pode parecer meio louco para muitas empresas, já que eliminar um papel como o de Scrum Master, por exemplo, é algo impensável para o bom andamento dos projetos. No entanto, aqui na Visie, é o contrário. <strong>Essa estrutura horizontal nos ajuda a evitar ruídos de comunicação e a aproximar a equipe do cliente.</strong> É comum que os próprios desenvolvedores recebam feedback direto, seja bom ou ruim, e isso faz com que eles se sintam mais responsáveis e donos do produto final que a gente entrega.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Métricas: o que a gente mede na agilidade?</h2>



<p>Para nós,<strong> a única coisa que realmente importa é o <a href="https://visie.com.br/12-principios-do-manifesto-agil/">software funcionando</a>.</strong> É isso que mostra o progresso, o valor entregue e a qualidade técnica. A gente foca em <strong>entregas pequenas, constantes e que podem ser testadas, seguindo o espírito ágil</strong> de aprender e ajustar rápido. <strong>A autonomia da equipe é prioridade</strong>. Em outras palavras, ao invés de controlar horários ou exigir relatórios diários, <strong>nossa empresa foca em resultados que dão pra ver</strong>.</p>



<p>E isso não quer dizer que a gente não acompanha: a prática de <em>pair programming</em> no ambiente remoto, aliás, ajuda muito no aprendizado entre os desenvolvedores e fortalece nossa cultura de melhoria contínua.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transparência e liderança técnica</h2>



<p>Na Visie, <strong>a liderança é técnica e prática</strong>. Não temos gerentes que só observam, nossos líderes programam, participam das decisões técnicas e conhecem as dificuldades reais do dia a dia. Essa proximidade com a equipe e com o cliente garante que o trabalho flua e que a gente entregue sempre com a mesma qualidade.</p>



<p><strong>Nossa comunicação é direta: sem &#8220;tradutores de requisito&#8221;, sem intermediários entre cliente e equipe</strong>. Isso exige maturidade, porém, traz clareza, agilidade e um senso de dono. Além disso, o feedback constante garante a melhoria contínua.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro do mercado seria híbrido?</h2>



<p>Muito se fala sobre o &#8220;modelo híbrido&#8221; como a solução ideal. Contudo, o<strong> verdadeiro híbrido vai além de só misturar dias em casa e no escritório</strong>. É uma forma de pensar o trabalho de um jeito flexível, adaptável e focado nas entregas, em vez de horários fixos ou presença física.</p>



<p>Acreditamos que o futuro do trabalho é, por sua natureza, remoto, especialmente para funções como o desenvolvimento de software. As vantagens são claras: flexibilidade, acesso a talentos de todo o mundo, aumento da produtividade e um equilíbrio melhor entre vida pessoal e profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agilidade é mais humana do que técnica</h2>



<p>A discussão sobre o modelo de trabalho ideal mostra algo ainda maior: <strong>a fragilidade de empresas que não confiam em suas equipes e a força daquelas que valorizam a autonomia, responsabilidade e um propósito claro</strong>.</p>



<p>A agilidade não é só uma regra. É uma forma de pensar. E ela funciona e melhora mesmo em ambientes remotos, desde que exista confiança, uma liderança com os pés no chão e <strong>uma cultura que valoriza a entrega de verdade, e não só a encenação da produtividade</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E na sua empresa?</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vocês estão prontos para confiar mais e controlar menos?</li>



<li>Seus processos valorizam o software funcionando ou a formalidade dos rituais?</li>



<li>Sua equipe colabora porque é obrigada ou porque realmente se importa?</li>
</ul>



<p>🎧 Quer saber mais sobre a verdadeira <strong>agilidade no home office</strong>? Ouça o nosso bate-papo completo no podcast &#8220;Simplificando o Digital&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Desafio da Agilidade em Times Remotos -  Podcast Simplificando o Digital #03" src="https://www.youtube.com/embed/k-E9IaaGpSI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>IA e desenvolvimento de software: colaboração, não substituição</title>
		<link>https://visie.com.br/inteligencia-artificial-e-desenvolvimento-de-software-colaboracao-nao-substituicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edna Guiciard]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2025 16:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipes de Software]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial (IA) já é uma realidade consolidada no nosso cotidiano. De assistentes virtuais a sistemas preditivos, passando por diagnósticos médicos e sugestões de conteúdo, ela tem impactado diversas áreas. No universo da tecnologia, então, seu protagonismo é ainda mais evidente: a IA está revolucionando processos, acelerando entregas e automatizando tarefas repetitivas. No desenvolvimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inteligência artificial (IA) já é uma realidade consolidada no nosso cotidiano. De assistentes virtuais a sistemas preditivos, passando por diagnósticos médicos e sugestões de conteúdo, ela tem impactado diversas áreas. No universo da tecnologia, então, seu protagonismo é ainda mais evidente: a IA está revolucionando processos, acelerando entregas e automatizando tarefas repetitivas.</p>



<p>No desenvolvimento de software, vemos ferramentas que escrevem trechos de código, automatizam testes, sugerem correções e até detectam vulnerabilidades de segurança. Diante disso, é natural que surja uma pergunta inquietante: <strong>a IA vai substituir os desenvolvedores humanos?</strong></p>



<p>Apesar de parecer contraintuitiva para alguns, a resposta é clara: <strong>não</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inteligência artificial não substitui consciência humana</h2>



<p>A IA realmente mudou o jogo. Mas não veio para tirar os humanos da jogada. Pelo contrário: ela evidencia ainda mais o valor insubstituível da inteligência emocional, do julgamento ético, da criatividade e da empatia — competências humanas essenciais no desenvolvimento de software.</p>



<p>Sim, algoritmos podem analisar padrões. Mas apenas pessoas conseguem compreender o impacto de uma decisão sobre a vida de outras pessoas. Desenvolver software não é apenas escrever código funcional; é resolver problemas humanos por meio de soluções digitais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desenvolver software é entender de gente, não só de código</h2>



<p>Embora envolva lógica, frameworks e linguagens, <strong>desenvolver software é uma atividade profundamente humana</strong>. É projetar experiências, eliminar frustrações, melhorar fluxos, facilitar jornadas.</p>



<p>Ao criar um sistema ou uma aplicação, o desenvolvedor precisa considerar muito mais do que performance e design técnico. Ele pensa em quem vai usar, em como aquela funcionalidade será compreendida, em como minimizar erros e aumentar a confiança do usuário.</p>



<p>Esse olhar exige mais do que conhecimento técnico: requer <strong>sensibilidade, empatia, visão de negócio e consciência ética</strong>. E tudo isso ainda está fora do alcance das máquinas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inteligência Artificial é eficiente, mas ainda carece de consciência</h2>



<p>A IA generativa já demonstra capacidades impressionantes. Ela reconhece padrões, aprende com grandes volumes de dados e executa tarefas com agilidade. Mas existe algo fundamental que ela não faz — e talvez nunca fará: <strong>sentir</strong>.</p>



<p>Ela não sente medo ao decidir. Não se emociona com uma entrega bem feita. Não entende o impacto emocional de uma escolha de design, de um fluxo confuso ou de um bug crítico.</p>



<p>E mais: ela <strong>não assume responsabilidades</strong>. Se uma IA tomar uma decisão que prejudica milhares de usuários, quem responde? Onde está a ética? A accountability?</p>



<p>Esse é um ponto central. <strong>Sem consciência, não há julgamento. Sem julgamento, não há decisões críticas confiáveis.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Decisões críticas exigem julgamento humano</h2>



<p>Durante o ciclo de desenvolvimento, muitas decisões não estão explícitas em briefings, documentos técnicos ou históricos de dados. Elas surgem de situações inesperadas, mudanças de escopo, restrições de prazo, novas informações e interações humanas.</p>



<p>São escolhas que dependem de repertório, contexto e bom senso. E são essas decisões que fazem a diferença entre um software burocrático e uma solução intuitiva, eficiente e acolhedora.</p>



<p>Discernimento não se programa. Se adquire com vivência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da Inteligência Artificial no desenvolvimento de software é gigantesco (e positivo)</h2>



<p>Nada disso diminui a importância da IA. Muito pelo contrário. Seu papel no desenvolvimento é cada vez mais essencial — como aliada, não como substituta.</p>



<p>A IA <strong>aumenta a produtividade dos times</strong>: automatiza tarefas repetitivas, sugere melhorias, localiza falhas com precisão. Ela ajuda os desenvolvedores a ganharem tempo, foco e energia para o que realmente importa: <strong>criar soluções mais humanas, estratégicas e inovadoras</strong>.</p>



<p>Ela também abre novas possibilidades: pair programming com IA, refatoração mais ágil, análises preditivas, testes contínuos mais robustos, segurança reforçada. Isso não elimina o humano — <strong>eleva o humano a um novo patamar de atuação.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">A Inteligência Artificial transforma funções, mas não elimina o humano</h2>



<p>A história da tecnologia mostra que a substituição total do ser humano é um mito recorrente. O que acontece, de fato, é <strong>transformação</strong>.</p>



<p>Funções desaparecem, sim. Mas novas surgem. E outras se tornam mais estratégicas, exigindo novos conhecimentos e novas formas de atuação.</p>



<p><a href="https://visie.com.br/inteligencia-artificial-o-que-sua-empresa-poderia-estar-fazendo-hoje/">No contexto do desenvolvimento de software, isso significa que <strong>o papel do desenvolvedor vai mudar</strong></a> — mas não vai desaparecer. Vai se tornar mais analítico, mais criativo, mais colaborativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro é colaborativo: Inteligência Artificial e humanos trabalhando juntos</h2>



<p>A narrativa da IA como substituta do ser humano é simplista. O futuro mais promissor é aquele em que <strong>pessoas e máquinas trabalham juntas</strong>, cada uma com seu papel claro.</p>



<p>A IA cuida da repetição, da escala, da velocidade. O ser humano cuida da direção, do propósito, do impacto. Um complementa o outro. E essa sinergia é o que vai permitir que a tecnologia evolua de forma ética, sustentável e verdadeiramente inovadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Olhando para frente: e daqui a 30 anos?</h2>



<p>É impossível prever com exatidão como a IA se desenvolverá nas próximas décadas. Pode ser que a computação quântica amplie suas capacidades. Pode ser que surjam formas mais sofisticadas de simular consciência.</p>



<p>Mas mesmo nesse cenário, <strong>a capacidade humana de criar com empatia, de interpretar o mundo com sensibilidade e de tomar decisões com ética continuará sendo indispensável</strong>.</p>



<p>Tecnologia evolui. Mas nossa humanidade evolui junto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão: o desenvolvimento de software é, e continuará sendo, humano</h2>



<p>A Inteligência Artificial veio para transformar o desenvolvimento — e isso é ótimo. Mas a essência do bom software continua sendo a mesma: <strong>resolver problemas humanos com responsabilidade, empatia e inteligência contextual.</strong></p>



<p>Enquanto houver pessoas com necessidades reais, haverá espaço para soluções criadas por outras pessoas — com sensibilidade, ética e propósito.</p>



<p>No fim das contas, <strong>a tecnologia é um meio. O fim continua sendo o ser humano.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">E você?</h3>



<p><strong>Como enxerga o impacto da inteligência artificial no desenvolvimento de software?</strong></p>



<p>🎧 Ouça o bate-papo no nosso canal e deixe sua opinião nos comentários — vamos adorar saber o que você pensa!<br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Impacto real da IA no desenvolvimento de software - Podcast Simplificando o Digital #02" src="https://www.youtube.com/embed/kBPqVbrzCf4?list=PLIa0MwGooYW5Y5qG-JVre_5moRuTDGDPv" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tenho um projeto inacabado que ninguém quer terminar: e agora?</title>
		<link>https://visie.com.br/projeto-inacabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 20:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipes de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Software Ágil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://visie.com.br/?p=8551</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar na síndrome dos 99%? Quando o desenvolvimento de software já está na fase final, mas sempre surgem problemas e a data da entrega parece cada vez mais distante? Esta é uma situação terrível &#8211; e mais comum do que se imagina &#8211; que, em certos casos, chega a virar um projeto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já ouviu falar na síndrome dos 99%? Quando o desenvolvimento de software já está na fase final, mas sempre surgem problemas e a data da entrega parece cada vez mais distante? Esta é uma situação terrível &#8211; e mais comum do que se imagina &#8211; que, em certos casos, chega a virar um projeto inacabado, abandonado pelos programadores.</p>



<p>Claramente, não é o que você espera, ao contratar seu fornecedor, por isso gravamos um vídeo com algumas orientações importantes para ajudá-lo a se prevenir. Confira!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Meu projeto está quase pronto, por que ninguém quer terminar?" src="https://www.youtube.com/embed/VwpNf1xFXrg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que leva um projeto inacabado ao abandono?</h2>



<p>Primeiro, ressaltamos que ninguém começa um projeto com a intenção de não finalizá-lo! Você, cliente, busca um fornecedor que lhe entregue um software finalizado e funcionando adequadamente; e o próprio fornecedor também se propõe a desenvolvê-lo por completo.&nbsp;</p>



<p>Existem exceções, é verdade, mas, considerando a boa fé dos envolvidos, as pessoas não planejam um projeto inacabado! Então por que existem tantos relatos dessa espécie? Simples: porque a maioria dos fornecedores desenvolve o software com uma única entrega real, deixando os testes de funcionalidades para o final do projeto.</p>



<p>Dessa forma, o cliente (e o próprio fornecedor) só vê o software em funcionamento depois de meses de trabalho, quando já está quase todo estruturado. Então, se surgem bugs (porque é na hora de utilizar a ferramenta que eles aparecem), o projeto já está avançado demais para sofrer mudanças. Assim, a equipe começa a buscar soluções paliativas, que acabam gerando outros problemas e formando um círculo vicioso de projeto inacabado!</p>



<p>Logo, os desenvolvedores percebem a impossibilidade de corrigir as falhas sem reconstruir o software, começam a se esquivar das cobranças do cliente e… somem! Abandonam o projeto! Terrível, não?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como garantir que o fornecedor entregará o prometido?</h2>



<p>Quanto maior o projeto, maiores as chances de surgirem problemas, devido aos níveis de complexidade e de acoplamento do sistema.&nbsp;</p>



<p>Entende-se por complexidade, o grau de dificuldade de programar neste software em virtude da quantidade de código que precisa ser escrito para alcançar seu objetivo. Já o acoplamento, é a ligação entre certas partes do software, que provoca alterações em áreas que não foram mexidas, quando o programador faz algum ajuste em determinada parte a elas atreladas.</p>



<p>O ideal é reduzir ao máximo a complexidade e o acoplamento do software, no entanto, nem sempre isso é possível. Por este motivo, recomendamos dividir o projeto em pequenas partes inteiras para diminuir riscos e problemas ao fazer ajustes.</p>



<p>Portanto, em vez de aprovar layouts e protótipos estáticos por meses, antes de ver o sistema funcionando, sugerimos desmembrar o software em várias partes inteiras. Assim, as entregas intermediárias do projeto passarão a ser da “coisa real”, do software programado de verdade em áreas específicas de seu sistema. Consequentemente, os bugs que eventualmente surgirem, serão percebidos já nas pequenas entregas e poderão ser corrigidos com mais facilidade e <a href="https://agilemanifesto.org/iso/ptbr/manifesto.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">agilidade</a>.</p>



<p>Além disso, a comunicação entre cliente e equipe de desenvolvimento precisa ser fluida e contínua, durante todo o projeto. Até porque, é natural surgirem dúvidas e insights de ambas as partes, que interferem nas decisões relacionadas à construção do software. Por isso, é fundamental o contato direto entre programadores e cliente, para esclarecimento dessas dúvidas e alinhamento de expectativas enquanto há tempo para mudanças estruturais!</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível salvar um projeto inacabado?</h2>



<p>Depende! Um projeto inacabado e abandonado pelos desenvolvedores, certamente alcançou um estágio de problemas insustentável até para seus criadores. Ou seja, tem tantos bugs que, quando mexidos, geram outros bugs, que às vezes nem vale a pena tentar consertar.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, pode haver partes do software que não estão acopladas àquelas que estão apresentando falhas e que, portanto, não precisam ser alteradas/corrigidas. Neste caso, convém avaliar o custo-benefício de corrigir as partes com problemas para não perder o investimento já feito ou começar tudo de novo.</p>



<p>Então, quando você for contratar um novo fornecedor, tenha bastante cuidado para não terminar novamente com o projeto inacabado! Prefira sempre fornecedores que tenham experiência comprovada, que priorizem a <a href="https://visie.com.br/riscos-financeiros-qualidade-de-software/">qualidade do código</a> e <a href="https://visie.com.br/testes-automatizados/">testes automatizados</a> e que <a href="https://visie.com.br/quebre-seu-projeto-de-web/">dividam o projeto em pequenas entregas</a>! </p>



<p>Se precisar de ajuda, <a href="https://visie.com.br/#contato">entre em contato com a nossa equipe</a>!</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>



<p></p>
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		<title>A sua plataforma de e-commerce é limitada ou complexa demais?</title>
		<link>https://visie.com.br/a-sua-plataforma-de-e-commerce-e-limitada-ou-complexa-demais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edna Guiciard]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 20:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce e Site]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://visie.com.br/?p=8547</guid>

					<description><![CDATA[<p>Comprar pela internet já se tornou uma atividade tão comum que é difícil imaginar nossa rotina sem ela. Do café da manhã aos itens mais sofisticados, praticamente tudo está a um clique de distância, redefinindo a maneira como consumimos. Mas você já parou para pensar no impacto disso? Os números são realmente impressionantes e continuam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comprar pela internet já se tornou uma atividade tão comum que é difícil imaginar nossa rotina sem ela. Do café da manhã aos itens mais sofisticados, praticamente tudo está a um clique de distância, redefinindo a maneira como consumimos.</p>



<p>Mas você já parou para pensar no impacto disso? Os números são realmente impressionantes e continuam crescendo em um ritmo acelerado. Todos os dias, bilhões de transações acontecem ao redor do mundo, movimentando cifras que quebram recordes ano após ano.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li> No Brasil, atualmente cerca de <strong>85% das pessoas fazem pelo menos uma compra online por mês</strong>;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li> <strong>62% realizam de duas a cinco compras</strong> no mesmo período;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li> E a expectativa para 2025 é de um <strong>crescimento de 10%</strong>, com faturamento estimado em impressionantes R$ 224,7 bilhões.&nbsp;</li>
</ul>



<p>Um dado ainda mais impressionante é que<strong> 87,5% dos e-commerces brasileiros são pequenos negócios</strong> com faturamento de até R$ 5 milhões anuais. Apenas 2,7% pertencem a grandes empresas, o que mostra que os pequenos são a verdadeira força desse mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O desafio das plataformas de e-commerce</h2>



<p></p>



<p>Apesar disso, pequenos e médios negócios enfrentam um grande obstáculo: <strong>encontrar uma plataforma de e-commerce que atenda às suas necessidades sem pesar no orçamento, que não seja limitada ou complexa demais.</strong> Se você já gerencia um e-commerce, provavelmente conhece esse problema. Geralmente, as plataformas mais conhecidas oferecem dois extremos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Planos acessíveis, mas com funcionalidades limitadas e pouquíssima personalização.</li>



<li>Soluções robustas e personalizáveis, porém caras e extremamente complexas.</li>
</ol>



<p>No final, sua loja virtual acaba tendo que se adaptar à plataforma de e-commerce, quando deveria ser o contrário. Você já passou por isso?</p>



<h2 class="wp-block-heading">A solução: Visie Store</h2>



<p></p>



<p>Ao longo dos nossos 19 anos de experiência desenvolvendo e-commerces para grandes marcas como Brastemp e Aramis, entendemos que a realidade de pequenos e médios negócios, como você, é bem diferente. Por isso, decidimos criar a<strong> <a href="https://conteudo.visie.com.br/visie-store">Visie Store</a></strong>: uma plataforma de e-commerce descomplicada, acessível e eficiente, feita para oferecer exatamente o que pequenos e médios negócios precisam para crescer, com a cara da sua marca.</p>



<p>Se você tem desafio parecido, te convidamos a conhecer um pouco mais sobre a Visie Store.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como funciona a plataforma de e-commerce Visie Store?</h3>



<p>A plataforma de e-commerce Visie Store nasceu com o intuito de atender as reais necessidades de pequenos e médios e-commerces, independente do setor de atuação. Seja no ramo de vestuário, jóias, calçados, alimentos, decoração ou qualquer outro mercado, a plataforma foi desenvolvida para oferecer as ferramentas que você precisa para destacar sua loja no ambiente digital.</p>



<p>Se o seu objetivo é crescer e se destacar sem precisar se adaptar às limitações de plataformas tradicionais, então conheça a Visie Store e tire suas próprias conclusões. Com a Visie Store você foca nas vendas e nós cuidamos da tecnologia!</p>



<p><strong>1. Faça uma gestão simplificada</strong></p>



<p>Na Visie Store, tecnologia não será uma dor de cabeça. Criamos uma plataforma que facilita a vida de quem compra e, principalmente, a sua que irá administrar. O painel de controle é intuitivo e repleto de funcionalidades:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Adicione e edite produtos, categorias e promoções de forma intuitiva;</li>



<li>Gerencie frete, cupons de desconto e estoque de forma simplificada;</li>



<li>Além disso, extraia relatórios detalhados para embasar e potencializar suas estratégias de venda.</li>
</ul>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2. Reduza de barreiras para compra</strong></h4>



<p>A experiência de compra do seu cliente é prioridade. Portanto, na Visie Store, o processo é direto e sem complicações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os consumidores podem finalizar suas compras sem a necessidade de criar login ou senha;</li>



<li>O cadastro é realizado automaticamente no momento em que ele insere os dados de pagamento, eliminando etapas desnecessárias e aumentando as chances de conversão.</li>
</ul>



<p></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3. Apresente resultados inteligentes com a busca fonética</strong></h4>



<p>Na Visie Store, os erros de digitação não atrapalham a experiência de compra. A <a href="https://visie.com.br/campo-de-busca/">busca fonética</a> identifica o que o cliente deseja, e mesmo que ele digite errado, o resultado de busca apresenta os produtos corretos de forma ágil e inteligente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4. Que carrega muito rápido&nbsp;</strong></h4>



<p>Sabemos que o desempenho do e-commerce é crucial para o sucesso das vendas. Por isso, a Visie Store garante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Carregamento rápido e leve, proporcionando uma experiência fluida e eficiente para os seus clientes, evitando abandonos de carrinho.</li>
</ul>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Agende uma demonstração gratuita</strong></h3>



<p>Que tal agendar uma demonstração para você descobrir mais sobre como a Visie Store pode te ajudar?</p>



<p>📅 Clique no link abaixo para marcar sua demonstração com nossos especialistas:</p>



<p>👉<a href="https://conteudo.visie.com.br/visie-store" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agendar demonstração</a></p>



<p>Quer entender melhor? Assista ao vídeo explicativo sobre nossa plataforma.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Visie Store - Plataforma de e-commerce (Loja)" src="https://www.youtube.com/embed/sYi3ambbk2Q?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>
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		<title>Prazo curto: tenho um projeto para ontem, e agora?</title>
		<link>https://visie.com.br/prazo-curto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 21:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipes de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Software Ágil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um bom projeto de software precisa de um planejamento bem estruturado, uma equipe bem preparada e tempo hábil para o desenvolvimento. Entretanto há casos em que a execução sai dos planos e, mesmo com uma equipe competente, o prazo curto implica em problemas na entrega. O que fazer, nesses casos? No vídeo abaixo, apresentamos algumas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um bom projeto de software precisa de um planejamento bem estruturado, uma equipe bem preparada e tempo hábil para o desenvolvimento. Entretanto há casos em que a execução sai dos planos e, mesmo com uma equipe competente, o prazo curto implica em problemas na entrega. O que fazer, nesses casos?</p>



<p>No vídeo abaixo, apresentamos algumas alternativas valiosas para ajudá-lo a reduzir consideravelmente o tempo de execução do seu projeto sem comprometer a qualidade da entrega. Confira!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Tudo é urgente - Tenho um projeto para ontem, e agora?" src="https://www.youtube.com/embed/wZqi8IOd4es?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer quando há um prazo curto demais?</h2>



<p>2024 termina e o diretor da empresa percebe que aquele software planejado para gerar mais vendas em 2025 nem chegou a sair do papel! O problema é que os resultados que o gestor pretende mostrar a seu chefe no primeiro semestre do novo ano dependem do funcionamento desse novo sistema!</p>



<p>Diante de tal urgência, o gerente de projetos muda suas prioridades e aposta todos os seus recursos para desenvolver esse software apesar do prazo curto. Assim, organiza a equipe de desenvolvedores para fazer horas extras e a pressiona a produzir na metade do tempo necessário.&nbsp;</p>



<p>Como consequência, o seu pessoal fica exausto, começa a cometer erros por falta de atenção e, após algum tempo, surgem bugs que geram mais trabalho. Então parte da equipe deixa o que estava fazendo para resolver os novos problemas e atrasa ainda mais a entrega do software.&nbsp;</p>



<p>E, se tentam reduzir o prazo, evitando corrigir os erros, acabam por entregar um software com problemas de funcionamento, sujeitando a operação a paralisações. Dessa forma, a empresa perde aquelas oportunidades de vendas, comprometendo os resultados que o gestor deveria apresentar ao chefe no final do semestre.&nbsp;</p>



<p>Percebe como não funciona “espremer” o processo de desenvolvimento de software para cumprir um prazo curto que é insuficiente para o trabalho a ser executado? Mas, como falamos no vídeo acima, é possível reduzir o prazo de entrega respeitando o tempo necessário para o desenvolvimento de cada etapa do projeto!&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Reduza o escopo do projeto conforme o prazo curto de entrega</h3>



<p>Se falta tempo para o desenvolvimento do projeto completo, melhor se ater à produção do que é realmente essencial para o funcionamento do software. Esse não é o momento de se demorar em detalhes que não interferem nas funcionalidades do sistema, muito menos de testar novos processos!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Utilize recursos de terceiros para se ajustar ao prazo curto</h3>



<p>Nem todas as integrações do sistema precisam ser feitas neste primeiro momento! Há casos em que é possível utilizar recursos externos para atender ao sistema enquanto suas configurações internas ainda não estiverem prontas. Você pode, por exemplo, usar um intermediador de pagamento, enquanto faz sua própria integração aos gateways!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Otimize o tempo com equipes trabalhando simultaneamente</h3>



<p>Se você <a href="https://visie.com.br/quebre-seu-projeto-de-web/">dividir o projeto de software</a> em três e delegar cada parte dessas a uma equipe diferente, o desenvolvimento acontecerá três vezes mais rápido! Para isso, você pode contratar fornecedores que disponibilizam várias equipes, ou até contratar fornecedores diferentes. No entanto, a comunicação precisa ser fluida entre as equipes, visto que isso também impacta nos resultados e cumprimento dos prazos acordados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que é fundamental contar com uma equipe comprometida?</h2>



<p>Vale lembrar que, na entrega do sistema, haverá etapas a serem concluídas com o software já em funcionamento, no ambiente de produção! Isso significa que sua equipe contratada precisará continuar trabalhando até a conclusão de todas as pendências. </p>



<p>Ou seja: o prazo curto de que falamos refere-se ao tempo para deixar o software minimamente pronto para entrar em operação. Todavia, os programadores ainda precisarão de tempo e dedicação para concluir o desenvolvimento das partes que puderam ser deixadas para depois. Portanto, sua equipe deve estar comprometida até a finalização de tudo. Caso contrário, todo o cuidado para cumprir prazos mantendo a qualidade da entrega cairá por terra!</p>



<p>Esse processo pode ser trabalhoso e custar mais caro no início, mas resolve o problema de ter um prazo curto, sem comprometer a qualidade. Por isso, se você estiver diante de algum projeto da empresa “para ontem”, considere usar essas estratégias que recomendamos acima! Além disso, se precisar de ajuda para esse processo de desenvolvimento de software da sua empresa, conte com a Visie!</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>
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		<item>
		<title>Riscos financeiros em projetos de software: ignorar o TCO</title>
		<link>https://visie.com.br/riscos-financeiros-ignorar-o-tco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 21:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Software Ágil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://visie.com.br/?p=7882</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao escolher o fornecedor que desenvolverá seu software, você precisa considerar todos os gastos relacionados a essa contratação, além do custo operacional do projeto. Estamos falando de despesas com manutenção de infraestrutura, com licenças de software, manutenção corretiva etc, que consistem no custo total de propriedade (TCO) do software.&#160; Na prática, quanto maior o investimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao escolher o fornecedor que desenvolverá seu software, você precisa considerar todos os gastos relacionados a essa contratação, além do custo operacional do projeto. Estamos falando de despesas com manutenção de infraestrutura, com licenças de software, manutenção corretiva etc, que consistem no custo total de propriedade (TCO) do software.&nbsp;</p>



<p>Na prática, quanto maior o investimento na qualidade do desenvolvimento do software, menores são os gastos posteriores. Porém, a maioria das pessoas ignora o TCO durante a fase inicial desse tipo de projeto e acaba perdendo dinheiro na expectativa de economizar!</p>



<p>É sobre isso que falamos neste último vídeo da série: “Riscos financeiros em projetos de software”. Confira!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Riscos Financeiros em Projetos de Software | Parte 03" src="https://www.youtube.com/embed/sAIF5XoP8G8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">TCO em projetos de software</h2>



<p>TCO (do inglês: Total Cost of Ownership), representa todo tipo de gasto ao adquirir um produto ou serviço. Em projetos de software, entram nessa conta os custos de desenvolvimento, licenças, implantação, hospedagem, manutenção, suporte, treinamento, evolução, funcionamento da operação e quaisquer imprevistos futuros.</p>



<p><strong>Desenvolvimento de software</strong> &#8211; Os custos do desenvolvimento são, aparentemente, os mais fáceis de estimar, visto que estão contidos no valor orçado pelo prestador do serviço. No entanto, pensar no preço do desenvolvimento isoladamente é uma armadilha, visto que a forma de desenvolver determina as necessidades do projeto a longo prazo.</p>



<p><strong>Licenças de uso</strong> &#8211; Dependendo do tipo de tecnologia usada no desenvolvimento do seu software, você precisará arcar com taxas de licenciamento e depender do fornecedor para mantê-lo ativo. Consequentemente, além dos gastos diretos com as licenças, sua empresa ficará vulnerável a gastos indiretos com seu fornecedor, como aumento de preço, entre outras variáveis.</p>



<p><strong>Implantação do sistema</strong> &#8211; O processo de implantação do software pode envolver mudanças operacionais, atualizações em computadores da rede e/ou instalação de nova infraestrutura. Tudo isso precisa ser contabilizado, antes do desenvolvimento, para se certificar da viabilidade de tais investimentos, ponderando o custo-benefício, e se preparar para imprevistos.</p>



<p><strong>Hospedagem escalável</strong> &#8211; A equipe responsável por um desenvolvimento de software de alta performance deve garantir a capacidade do sistema suportar o uso simultâneo de muitos usuários. Contudo, ela precisa orientá-lo quanto à contratação de uma hospedagem escalável, que molda a disponibilidade dos servidores à demanda de usuários, para evitar gastos desnecessários.</p>



<p><strong>Manutenção e suporte</strong> &#8211; Um software com código bem escrito, pensado para a manutenção, facilita a execução de eventuais correções e a implementação de novas funcionalidades mais tarde. Além disso, contar com uma equipe comprometida e disponível para esclarecer dúvidas e resolver problemas é fundamental para aumentar resultados, reduzindo tempo e gastos financeiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Decisões baseadas no TCO</h2>



<p>Em suma, negligenciar a qualidade do desenvolvimento em prol de preços mais baixos, e desconsiderar detalhes do projeto a longo prazo, pode sair muito caro. Porque você pode receber um software com tecnologia pouco conhecida, arquitetura complexa, código mal escrito e com erros, que exigirá mais recursos e mão-de-obra para realizar correções e mantê-lo funcionando.</p>



<p>Então, quando você for construir um software para o seu negócio, analise o todo antes de contratar os fornecedores do seu desenvolvimento! Lembre-se de que um projeto de qualidade requer um investimento maior, mas reduz significativamente os gastos a médio e longo prazos.&nbsp;</p>



<p>Portanto, durante o planejamento, coloque na ponta do lápis todas essas condições e busque profissionais capacitados para entregar software com alta performance, escalabilidade e com facilidade de manutenção. Afinal, somente investindo na <a href="https://visie.com.br/riscos-financeiros-qualidade-de-software/">qualidade do software</a>, é possível reduzir o custo operacional do seu projeto (TCO) e, por consequência, aumentar os resultados da sua operação!</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Riscos financeiros em projetos de software: qualidade</title>
		<link>https://visie.com.br/riscos-financeiros-qualidade-de-software/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 21:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Software Ágil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://visie.com.br/?p=7871</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em continuidade à série sobre riscos financeiros, falaremos de possíveis prejuízos decorrentes de problemas de qualidade de software, tanto no desenvolvimento quanto em operações futuras. São situações que geram comprometimento de desempenho, retrabalho para os desenvolvedores, atrasos na entrega final, falhas de uso e às vezes até paralisação operacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dessa forma, em projetos com baixa qualidade de software, o cliente acaba gastando além do previsto para resolver problemas causados por falhas de desenvolvimento. Consequentemente, se tiver escolhido seu fornecedor pelo preço e não pela qualidade, possivelmente experimentará, na prática, o ditado popular que diz: “o barato sai caro”! Veja como isso geralmente acontece, assistindo ao vídeo abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Riscos Financeiros em Projetos de Software | Parte 02" src="https://www.youtube.com/embed/D80xXfjk4H0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Funcionalidade de software comprometida</h2>



<p>Um dos primeiros problemas que surgem quando há falhas de qualidade de software, está na capacidade do sistema cumprir a função ao qual foi designado. Isso pode acontecer antes mesmo do projeto ser concluído, se não tiver sido construído adequadamente! Podem surgir bugs na fase de testes e gerar novos gastos com correções.</p>



<p>Isso sem contar os casos em que os problemas de funcionalidade aparecem já durante a operação do cliente, em resultados errados, perda de dados etc! Os riscos financeiros, neste contexto, vão depender do grau de comprometimento da operação em virtude do mal funcionamento do software. Porque já não se trata dos gastos com o sistema, mas com os seus “efeitos colaterais”!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">UX ruim por baixa qualidade de software</h2>



<p>Quando falamos em experiência do usuário, estamos lidando com as emoções das pessoas e com a disposição delas para realmente utilizar o software. Se for um aplicativo para uso de clientes, por exemplo, o desconforto ou dificuldade do usuário pode levá-lo a preferir opções da concorrência. Assim, a baixa qualidade de software resultará em perda de dinheiro para o negócio.</p>



<p>Se for um sistema interno de empresa, para uso exclusivo dos seus colaboradores, a experiência de navegação ruim contribui para uma possível queda de desempenho. Até porque, um software criado para simplificar processos internos, que proporciona uma experiência de uso complicada, certamente impacta nos resultados da operação da empresa!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qualidade de software e o impacto na segurança</h2>



<p>A preocupação com qualidade de software também é importante para garantir a segurança, posteriormente, durante seu funcionamento. Isso porque acessos indevidos, vazamento de dados e vulnerabilidades podem causar processos, paralisação de operações internas e perda de clientes. Além disso, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no radar dos internautas, falhas de segurança em softwares podem acabar com a reputação da empresa! </p>



<p>É claro que a segurança do software também está atrelada a fatores como a hospedagem e configurações de rede e firewalls, porém muitos dos quesitos de segurança dependem de algoritmos expressos em código. Então, se o sistema não for programado, desde o início, para ser seguro, depois ficará muito mais difícil (e caro) corrigir quaisquer falhas de segurança.</p>



<p>No próximo post daremos continuidade ao tema da qualidade de software, considerando os riscos financeiros em casos de má qualidade do código escrito por desenvolvedores.&nbsp;</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>
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		<title>Riscos financeiros em projetos de software: definição de escopo</title>
		<link>https://visie.com.br/riscos-financeiros-projetos-de-software-definicao-deescopo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 21:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Software Ágil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sua empresa precisa de um novo software para resolver determinado problema e busca uma equipe para desenvolvê-lo. Porém, ao procurar fornecedores, você percebe que não tem todas as informações solicitadas para uma definição de escopo coerente com o esperado e financeiramente viável. Contudo, você quer contratá-los justamente para encontrar formas de desenvolver o que ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sua empresa precisa de um novo software para resolver determinado problema e busca uma equipe para desenvolvê-lo. Porém, ao procurar fornecedores, você percebe que não tem todas as informações solicitadas para uma definição de escopo coerente com o esperado e financeiramente viável. Contudo, você quer contratá-los justamente para encontrar formas de desenvolver o que ainda não existe, de modo a resolver questões que ainda não têm solução. Sendo este um projeto caro, <strong>como garantir a qualidade da entrega e reduzir os riscos financeiros ao longo do processo de desenvolvimento</strong>?</p>



<p>Essa é uma das grandes dificuldades encontradas na definição de escopo, visto que as soluções costumam ser encontradas/construídas ao longo do projeto de software. Por isso, é habitual trabalhar com um escopo aberto, mas também é comum enfrentar problemas com prazos e gastos imprevistos neste tipo de projeto.</p>



<p>Para ajudá-lo a evitar esse tipo de risco financeiro em projetos de software, preparamos uma série de três artigos e vídeos sobre o tema. Nesta semana, começamos com este, sobre os riscos financeiros na definição de escopo. Depois falaremos dos riscos relacionados à qualidade do software e, posteriormente, traremos informações importantes a respeito do custo total de propriedade.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Riscos Financeiros em Projetos de Software | Parte 01" src="https://www.youtube.com/embed/UMC2TiCe_H8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento e modelagem de software em detalhes é caro e incerto</h2>



<p>Diante das incertezas da definição de escopo no início do projeto, as últimas duas gerações de desenvolvedores se dedicaram a criar <strong>métodos extremamente detalhados para planejar o processo de desenvolvimento de software</strong>. A exemplo desses, estão a Análise Estruturada e o Processo Unificado. </p>



<p>Ambos criados para viabilizar a construção de softwares de qualidade, baseados no escopo inicial, prevendo situações e evitando surpresas durante o desenvolvimento. A proposta é criar modelos que orientem o processo de desenvolvimento em todas as fases do projeto, considerando seus requisitos, as necessidades do usuário, as questões técnicas do projeto, os testes e a implantação.</p>



<p>São metodologias muito boas em termos de detalhamento e qualidade de esboço, mas incapazes de prever todas as variáveis do desenvolvimento. Então, <strong>quando algo sai do planejado</strong> ou dos problemas já previstos (o que quase sempre acontece em algum momento), <strong>todo o projeto é comprometido</strong>. Consequentemente, todo o trabalho inicial de levantamento de requisitos, planejamento e modelagem de software em detalhes, torna-se disfuncional!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projetos grandes geram mais imprecisões na definição de escopo</h2>



<p>Quanto maior o projeto, maiores os riscos de ter que refazer tudo se não houver aprovação ou se surgirem falhas nas etapas finais do processo. <strong>Mesmo que todos os detalhes e variáveis do projeto sejam milimetricamente calculados nas fases iniciais, a chance de ter gastos não previstos, posteriormente, é enorme</strong>! </p>



<p>Por este motivo, entendemos que <strong>o mais seguro é dividir qualquer grande projeto em diversos projetos pequenos individuais</strong>. Em vez de dividir o projeto em fases que envolvem o todo e apresentar as fases ao cliente, a ideia é trabalhar o todo em cada pequeno projeto de partes diferentes do software, de modo a entregar em prazos menores o sistema pronto. Não todo o sistema de uma vez, mas uma parte específica por vez, <strong>sendo entregue de forma real: já desenvolvido, testado e funcionando</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Basear a definição de escopo na “quebra” do projeto reduz riscos</h2>



<p>Imagine o valor total de um grande projeto sendo também dividido em partes menores, a serem pagas a cada pequena entrega de software realmente funcionando! Se o projeto for estimado para ficar pronto em 5 meses e for dividido em 10 partes, por exemplo, depois de duas semanas você já recebe algo pronto, tendo desembolsado apenas um décimo do valor total. </p>



<p>Nesse momento, você provavelmente vai avaliar o que foi entregue e pode ser que queira fazer mudanças. Por ser uma parte pequena do projeto, será mais fácil e barato implementar essas mudanças e, dependendo do caso, sua equipe já saberá dessa sua preferência nos próximos pequenos projetos a desenvolver. O resultado será, a cada entrega, receber um software com mais qualidade e alinhado às suas expectativas.</p>



<p>Bem diferente dos casos em que o cliente passa meses acompanhando o projeto na teoria e, no final do prazo de desenvolvimento, quando recebe o software funcionando, verifica que não era bem isso que estava imaginando! O custo e o tempo necessários para tais ajustes são incomparáveis aos da situação anterior, de <a href="https://visie.com.br/quebre-seu-projeto-de-web/">“quebra” do projeto em partes menores</a>.</p>



<p>Portanto,<strong> na hora da contratação de uma equipe e da definição de escopo</strong> para o desenvolvimento do software da sua empresa, <strong>negocie considerando pequenas entregas reais</strong>! Ainda surgirão imprevistos, mas com certeza<strong> você economizará tempo e dinheiro</strong>, e ainda<strong> terá um software com muito mais qualidade</strong>, ao final do projeto!</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>
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		<title>Princípios do Manifesto Ágil: o que avaliar antes de contratar sua equipe</title>
		<link>https://visie.com.br/principios-do-manifesto-agil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 21:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Equipes de Software]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algumas semanas nós temos falado sobre o Manifesto Ágil, ressaltando sua relevância no processo de desenvolvimento de software. Começamos explicando o movimento que deu origem a este documento com seus valores; depois contamos que existem 12 princípios inseridos neste Manifesto e compartilhamos a nossa visão quanto aos seis primeiros. Agora, para finalizar essa sequência, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há algumas semanas nós temos falado sobre o Manifesto Ágil, ressaltando sua relevância no processo de desenvolvimento de software. Começamos explicando o <a href="https://visie.com.br/manifesto-agil/">movimento que deu origem a este documento com seus valores</a>; depois contamos que <a href="https://visie.com.br/12-principios-do-manifesto-agil/">existem 12 princípios inseridos neste Manifesto</a> e compartilhamos a nossa visão quanto aos seis primeiros.</p>



<p>Agora, para finalizar essa sequência, vamos apresentar os seis princípios restantes e mostrar porque você precisa considerá-los antes de contratar serviços de desenvolvimento de software. Sendo assim, convido você a assistir ao vídeo abaixo e, em seguida, continuar a leitura deste artigo.</p>



<p><iframe title="Os 12 Princípios do Manifesto Ágil | Parte 02" src="https://www.youtube.com/embed/oELyjx7BY1M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>



<p>Os princípios do Manifesto Ágil são  não apenas para desenvolvedores e gerentes de projetos, mas a todos os envolvidos, a começar pelo cliente. Porque quando um projeto de software é realizado a partir desses princípios, tanto o processo de desenvolvimento quanto a eficácia do software entregue são impactados. </p>



<p>Então, no processo, a equipe precisa estar alinhada entre si e com o cliente, e este, por sua vez, deve manter o canal de comunicação aberto. Dessa forma, o cliente ganha tempo quanto ao prazo de recebimento e é beneficiado com uma qualidade que evita interrupções futuras no uso do sistema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Software funcionando é a medida primária de progresso</h2>



<p>Em vez de apresentar ao cliente um protótipo do sistema, depois de pronto, para aprovação do design, o desenvolvimento ágil prioriza pequenas entregas em funcionamento. Assim, torna-se possível testar as funcionalidades dentro do contexto de design proposto e fazer ajustes mais consistentes, enquanto a equipe ainda está desenvolvendo. </p>



<p>Até porque, o cliente pode gostar do design apresentado, mas, sem ver o software funcionando, não tem condições de avaliar o principal: a execução das funções do sistema. Portanto, se você procura uma equipe para desenvolver o software da sua empresa, fique atento à forma como os profissionais escolhidos trabalham, antes de contratá-los!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Programadores e clientes devem manter um ritmo constante</h2>





<p>A agilidade no desenvolvimento de software depende do comprometimento e da constância dos desenvolvedores e do cliente que acompanha o projeto. Logo, os programadores devem “quebrar” o desenvolvimento em várias partes e manter o ritmo das entregas, e o contratante precisa estar disponível para fornecer as devidas informações.</p>



<p>A sinergia das pessoas relacionadas ao projeto também é um fator de impacto no ritmo de trabalho dos desenvolvedores e no tempo de resposta do cliente. Por isso, além de contratar profissionais que vivenciem o desenvolvimento sustentável, é imprescindível colocar-se à disposição para manter essa constância no desenvolvimento até o fim!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Excelência técnica e bom design aumentam a agilidade</h2>



<p>Embora a entrega de software funcionando esteja à frente de documentações e apresentações de mockups, os princípios do Manifesto Ágil não diminuem a importância do design. Pelo contrário: eles facilitam a rápida identificação das necessidades de melhorias para deixá-lo mais atraente e intuitivo ao usuário.</p>



<p>Dessa maneira, a contínua atenção da equipe à excelência técnica e bom design proporciona mais qualidade nas entregas, evitando retrabalho e aumentando a agilidade do desenvolvimento. Por isso, além de contar com profissionais preparados, não deixe de verbalizar suas percepções, como cliente, ao avaliar cada parte do software. Isso enriquece o projeto!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Maximizar a quantidade de trabalho não realizado</h2>



<p>Tenho quase certeza de que você já ouviu em algum lugar que “menos é mais”. Essa é a base do conceito de minimalismo, que, segundo o dicionário Michaelis, significa: “Predisposição para redução e simplificação dos elementos que compõem um todo”. Também é o conceito que deu vida ao princípio do Manifesto Ágil: “Simplicidade &#8211; a arte de maximizar a quantidade de trabalho não realizado &#8211; é essencial”.</p>



<p>Contudo, pode ser compreensível que a diminuição de trabalho viabilize entregas mais rápidas, mas curioso pensar que menos trabalho também proporciona qualidade. O fato é que um desenvolvimento de software com foco no resultado, em benefício do cliente e do usuário final, substitui trabalhos meramente protocolares pelo que realmente precisa ser feito. Além disso, a busca por soluções simplificadas reduz a possibilidade de problemas de usabilidade e a necessidade de corrigir erros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os melhores resultados surgem de equipes auto-organizáveis</h2>



<p>Um software bem desenvolvido não depende apenas de bons profissionais, mas do entrosamento de todos e da capacidade de se organizarem trabalhando juntos. Especialmente porque as diversas áreas do desenvolvimento são interligadas, então as inevitáveis variáveis do projeto interferem no todo, mesmo que ocorram em fases isoladas. </p>



<p>Logo, a flexibilidade nas relações e a habilidade das pessoas de se ajustarem ao contexto de cada etapa do projeto são fundamentais! Como diz o penúltimo, dos 12 princípios do Manifesto Ágil, “as melhores arquiteturas, requisitos e designs emergem de equipes auto-organizáveis”. E, mais uma vez, percebemos o quanto a sinergia do pessoal envolvido no projeto é vital para o desenvolvimento ágil e funcional!</p>



<h2 class="wp-block-heading">A equipe reflete sobre a eficácia para ajustes</h2>





<p>Por fim, o décimo segundo, dos princípios do Manifesto Ágil, é o que garante um movimento contínuo da equipe em busca da eficácia. A ideia é que, em intervalos regulares, a equipe se reúna para refletir a respeito do andamento do projeto e pensar em maneiras de torná-lo mais eficaz.</p>



<p>Essa prática também contribui com a manutenção da sinergia da equipe e abre espaço para novos insights. É quando acontece o refinamento da estratégia de desenvolvimento e ajustes do comportamento de cada profissional de acordo com a necessidade, no projeto.</p>



<p>Se você precisa de um time assim para desenvolver software para a sua empresa, entre em contato conosco!</p>



<p><strong>Por Joana Kerr </strong></p>
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		<title>Conheça os 12 princípios do Manifesto Ágil para projetos de software</title>
		<link>https://visie.com.br/12-principios-do-manifesto-agil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 21:24:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Software Ágil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://visie.com.br/?p=7837</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em nosso último artigo, contamos um pouco da história do Manifesto Ágil e mostramos os quatro valores para promover o desenvolvimento ágil de software. Além dos valores, esse documento também apresenta 12 princípios do Manifesto Ágil, que contribuem para a eficácia no desenvolvimento de software. Primeira parte dos 12 princípios do Manifesto Ágil No conteúdo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em <a href="https://visie.com.br/manifesto-agil/">nosso último artigo</a>, contamos um pouco da história do Manifesto Ágil e mostramos os <a href="https://agilemanifesto.org/iso/ptbr/manifesto.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">quatro valores para promover o desenvolvimento ágil de software</a>. Além dos valores, esse documento também apresenta 12 princípios do Manifesto Ágil, que contribuem para a eficácia no desenvolvimento de software.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeira parte dos 12 princípios do Manifesto Ágil</h2>



<p>No conteúdo de hoje, vamos explorar os seis primeiros princípios. Para começar, confira, no vídeo abaixo, quais são esses princípios e a nossa visão a respeito de cada um deles:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Os 12 Princípios do Manifesto Ágil | Parte 01" src="https://www.youtube.com/embed/UMf4Cnzadpw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Software com valor agregado ao cliente</h3>



<p>Quando a equipe de desenvolvimento tem em mente a real necessidade do cliente e trabalha com agilidade, tende a entregar um software que agrega valor. E isso leva à satisfação do cliente, pois não se trata de impressioná-lo com a tecnologia entregue, mas de resolver efetivamente seu problema/necessidade.</p>



<p>Por isso, o primeiro dos 12 princípios do Manifesto Ágil prioriza satisfazer o cliente através da entrega contínua e adiantada de software com valor agregado. Na prática, isso significa apresentar um sistema funcionando a cada ciclo de entrega.&nbsp;</p>



<p>Afinal, para o cliente, a entrega do software só fará sentido e poderá ser avaliada se ele conseguir visualizar/experimentar seu funcionamento, ainda que parcialmente. Dessa forma, torna-se possível perceber variáveis que não haviam sido consideradas até o presente momento e pensar em novos caminhos para deixar o software melhor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mudanças que geram vantagem competitiva</h3>



<p>Embora haja pessoas que não se sintam muito à vontade com mudanças, estas são fundamentais para as melhorias de um projeto ao longo do desenvolvimento. Isso porque dificilmente se consegue pensar em todos os detalhes no início, e porque o próprio desenvolvimento suscita ideias para aprimorar recursos e resolver problemas.</p>



<p>No entanto, deixar para realizar mudanças apenas no final do projeto pode realmente ser um problema, devido ao impacto das alterações em todo o desenvolvimento. Por isso, o segundo princípio do Manifesto Ágil defende a ideia de que processos ágeis tiram vantagem das mudanças visando vantagem competitiva para o cliente.&nbsp;</p>



<p>Então, quanto mais rápida for a entrega, mais rápida será identificada a necessidade de determinadas mudanças e menos tempo será perdido em tarefas desnecessárias. Além disso, se o desenvolvimento do software for dividido em pequenos ciclos, evita o comprometimento de outras partes do projeto quando o cliente solicita mudanças. Assim, é possível desenvolver software com mais qualidade e com menos gastos, viabilizando a vantagem competitiva do cliente em seu mercado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Software funcionando desde fases iniciais</h3>



<p>O terceiro princípio do Manifesto Ágil é entregar frequentemente software funcionando,</p>



<p>de poucas semanas a poucos meses, com preferência à menor escala de tempo. Isso quer dizer que além de dividir o desenvolvimento do software em pequenos blocos, é importante que cada bloco entregue com suas funcionalidades ativas.&nbsp;</p>



<p>Dependendo do tamanho e da complexidade do software, o seu desenvolvimento completo pode levar muitos meses, por isso não é seguro começar a testar depois de já ter tudo criado. Até porque, os erros fazem parte do trabalho e precisam ser identificados no momento em que são cometidos ou logo depois.&nbsp;</p>



<p>Quando são estabelecidos prazos curtos de entrega ao cliente, considerando ciclos de desenvolvimento, o trabalho fica mais dinâmico e a equipe mais empenhada. Também há um enriquecimento do projeto em virtude da troca de informações frequente com as pessoas relacionadas ao negócio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Comunicação direta com as pessoas de negócios</h3>



<p>Durante o desenvolvimento de um sistema, é natural (e esperado) que surjam dúvidas ou novas ideias por parte da equipe em relação ao projeto. Nessas horas, o programador responsável certamente precisará de orientação da pessoa do negócio, ou ao menos a aprovação para prosseguir com determinada solução.&nbsp;</p>



<p>Se, nesta comunicação, houver um processo burocrático que impeça o contato direto dessas pessoas, o desenvolvimento sofrerá atrasos e poderá até perder oportunidades de melhorias.&nbsp;</p>



<p>Portanto, o ideal é que os programadores tenham acesso direto à pessoa que tem as informações sobre o negócio, bem como o poder de decisão. Esse, portanto, é o quarto dos 12 princípios do Manifesto Ágil: pessoas de negócio e desenvolvedores devem trabalhar diariamente em conjunto por todo o projeto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sustentação da motivação dos indivíduos</h3>



<p>Contar com uma equipe motivada faz toda a diferença no resultado do projeto! Para isso, seu pessoal precisa sentir-se à vontade no ambiente de trabalho e estar munido dos recursos necessários para o desenvolvimento.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto importante para manter as pessoas motivadas é confiar nelas em suas funções. Dar autonomia a colaboradores que você sabe que têm competência para realizar determinadas tarefas, abre espaço para a criatividade e reforça o senso de responsabilidade.</p>



<p>De onde se conclui que o gestor do projeto tem grande responsabilidade quanto à motivação da equipe. Tanto que o quinto princípio do Manifesto Ágil, que nos orienta a construir projetos em torno de indivíduos motivados, complementa dizendo que devemos dar a essas pessoas o ambiente e o suporte necessário e confiar nelas para fazer o trabalho.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Conversas face a face entre desenvolvedores e clientes</h3>



<p>O método mais eficiente e eficaz de transmitir informações para e entre uma equipe de desenvolvimento é através de conversa face a face. É isso o que diz o sexto princípio do Manifesto Ágil e o que acreditamos aqui na Visie!</p>



<p>Quanto mais próximo o contato entre as partes envolvidas no projeto, mais sinergia há no desenvolvimento, mais agilidade e, por consequência, melhores são os resultados! Assim sendo, além de proporcionar uma comunicação direta entre desenvolvedores e clientes, convém realizar reuniões preferencialmente presenciais ou até alocar o programador para desenvolver o software no ambiente do cliente.</p>



<p>Dessa maneira, fica mais fácil esclarecer dúvidas diretamente com o cliente, pedir opinião e fornecer ideias, mostrando ao vivo o que está sendo dito. Essa também é uma forma de evitar a necessidade de escrever documentos extensos para explicar algo e de perder tempo na espera de respostas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segunda parte dos 12 princípios do Manifesto Ágil</h2>



<p>No próximo artigo, daremos continuidade ao assunto, explorando os outros seis, dentre os 12 princípios do Manifesto Ágil. Mas, enquanto isso, convidamos você a refletir a respeito desses princípios que mencionamos hoje e a considerar a prática deles em seu(s) projeto(s) de software!</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Manifesto Ágil e as prioridades ao desenvolver softwares</title>
		<link>https://visie.com.br/manifesto-agil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 21:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Software Ágil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://visie.com.br/?p=7824</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pessoas e resultados à frente de processos e documentos. Esses valores moveram dezessete profissionais de referência a discutir princípios eficazes para o desenvolvimento ágil de software, em 2001, e estabelecer o simbólico Manifesto Ágil. Embora usuários de métodos diferentes e autores de projetos que às vezes até eram concorrentes, todos desse grupo procuravam “desburocratizar” processos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pessoas e resultados à frente de processos e documentos. Esses valores moveram dezessete profissionais de referência a discutir princípios eficazes para o desenvolvimento ágil de software, em 2001, e estabelecer o simbólico Manifesto Ágil. Embora usuários de métodos diferentes e autores de projetos que às vezes até eram concorrentes, todos desse grupo procuravam “desburocratizar” processos para desenvolvimentos mais ágeis.</p>



<p>Enquanto a imposição do uso de metodologias tornava-se um fator de lentidão, eles “remavam contra a maré” encurtando caminhos, e assustavam tradicionalistas e burocratas corporativos. No vídeo abaixo, apresentamos o documento que descreve o caminho para executar desenvolvimentos realmente ágeis, intitulado “<a href="https://agilemanifesto.org/iso/ptbr/manifesto.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software</a>” (o Manifesto Ágil).</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O Manifesto Ágil e suas lições" src="https://www.youtube.com/embed/INhPY1LLnMs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O paradoxo da metodologia que se opõe ao método</h2>



<p>Antes de explanarmos esse tema, ressaltamos que o movimento que originou o Manifesto Ágil não é contra metodologias, mas a favor do seu uso equilibrado. O fato é que os métodos (quaisquer) são ferramentas criadas para facilitar e agilizar processos, a fim de obter os melhores resultados.&nbsp;</p>



<p>Porém, cada projeto tem suas peculiaridades e necessidades em específico, além de ter diferenças por mudanças ocasionadas pelo tempo (novas tecnologias, demandas adicionais etc). Consequentemente, as metodologias, se seguidas à risca, sem considerar as variáveis do projeto, podem ser ineficientes em determinadas situações.&nbsp;</p>



<p>É isso o que acontece em muitas das grandes corporações, não só na área de desenvolvimento de software, mas do marketing, da gerência, entre outras. Na busca por eficiência no “cumprimento de regras”, as equipes ignoram o propósito da existência das metodologias e perdem em eficácia, prejudicando os projetos.</p>



<p>Você percebe que o problema não está nos métodos, mas na motivação para seu uso e na definição de prioridades? Aqueles pensadores do Manifesto Ágil identificaram a inversão de valores: desenvolvimento para cumprimento de processos em vez de processo para realização de desenvolvimentos. Neste caso, “a ordem dos fatores altera o produto”, pois as tarefas mudam conforme o objetivo: cumprir etapas do processo ou desenvolver software com agilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Valores que deram origem ao Manifesto Ágil</h2>



<p>No Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software, disponível na web, constam os valores apontados pelos seus idealizadores, que sobrepõem a burocracia pela excelência nos resultados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Indivíduos e interações</strong> mais que processos e ferramentas</li>



<li><strong>Software em funcionamento</strong> mais que documentação abrangente</li>



<li><strong>Colaboração com o cliente</strong> mais que negociação de contratos</li>



<li><strong>Responder a mudanças</strong> mais que seguir um plano</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Indivíduos e interações</h3>



<p>Os processos só fazem sentido se facilitarem o trabalho dos indivíduos e agilizarem a conclusão de tarefas. Da mesma forma, as interações realizadas apenas por protocolo, só aumentam o tempo de resposta. Por isso, é importante questionar a real necessidade de cada procedimento e de intermediários entre os responsáveis pela execução das tarefas e os clientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Software em funcionamento</h3>



<p>A documentação de um sistema é importante para a orientação do usuário do mesmo, no entanto, só é válida se o software estiver funcionando. Isso quer dizer que não adianta fazer uma vasta documentação se não sobra tempo e recursos para o principal: a entrega do sistema!&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Colaboração com o cliente</h3>



<p>O cliente é uma pessoa que merece um tratamento para além das negociações de contrato. Mesmo que o cliente seja uma empresa, ainda existe um ser humano que faz solicitações, tem dúvidas e se relaciona com o seu pessoal. Portanto, considere suas necessidades e, se não puder atendê-las por questões contratuais, seja cuidadoso na resposta e ofereça alternativas!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Responder a mudanças</h3>



<p>A flexibilidade para resolver problemas e efetuar mudanças precisa ser considerada antes de seguir um plano. Se, durante o processo, o cliente mudar de ideia, qual será o impacto em relação a prazos, tarefas e investimento? Perguntas como essa são fundamentais para estruturar um plano “à prova de imprevistos”. Na Visie, por exemplo, gostamos de dividir os grandes projetos em grupos de pequenas entregas, ao longo do desenvolvimento, para viabilizar eventuais mudanças sem grandes impactos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Princípios que compõem o Manifesto Ágil</h2>



<p>O Manifesto Ágil contém doze princípios do software ágil que são seguidos por seus idealizadores e que recomendamos também para os seus negócios. No artigo da próxima semana vamos descrever cada um deles e fazer um paralelo com a prática do dia a dia de uma empresa e sua equipe de desenvolvedores. Não perca!</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>



<p><a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/casal-conjuges-computador-portatil-laptop-7642119/">Foto de Alena Darmel por Pexels</a></p>
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		<title>O campo de busca do site tem recursos que impactam as vendas</title>
		<link>https://visie.com.br/campo-de-busca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 20:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce e Site]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você tem um site indexável e otimizado para os mecanismos de busca, como o Google, provavelmente recebe visitantes interessados no que você oferece. Mas será que eles realmente encontram o que precisam quando navegam por suas páginas? Sabemos que alguns acessam o site sem um destino específico, apenas para conhecer um pouco do seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você tem um site indexável e otimizado para os mecanismos de busca, como o Google, provavelmente recebe visitantes interessados no que você oferece. Mas será que eles realmente encontram o que precisam quando navegam por suas páginas? Sabemos que alguns acessam o site sem um destino específico, apenas para conhecer um pouco do seu conteúdo. Outros, já decididos, procuram algo específico, podendo ser informações, produtos ou serviços. Em ambos os casos, quando o usuário não sabe onde está o que procura, é comum recorrer ao campo de busca por palavras-chave. </p>



<p>Isso não deve ser novidade para você, afinal, a maioria dos sites disponibilizam um campo de busca para o usuário procurar o que deseja! Mas a questão é: você tem utilizado esse recurso de busca interna no seu site de forma a aumentar as vendas? Se não, considere analisar as palavras pesquisadas pelos seus visitantes e utilizá-las em ações de melhorias nos mecanismos de pesquisa interna do site. Veja alguns exemplos no vídeo abaixo:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dê atenção à busca interna de seu site" src="https://www.youtube.com/embed/PQuR0TVOQ7I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>A seguir, vamos explorar ações de melhorias na área de busca interna do site para ajudar os potenciais clientes a encontrarem o que desejam. Mas, antes, precisamos lembrar que o campo de busca deve estar visível para o usuário, sem a necessidade de muitos cliques para acessá-lo. Porque se o visitante tiver que clicar em um menu para encontrar o campo de busca, por exemplo, talvez desista e acesse outro site. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Otimização do campo de busca do site ou e-commerce</h2>



<p>A área de busca interna de um site gera informações valiosas sobre o comportamento do usuário e suas preferências. Através desse recurso, é possível verificar a forma de pesquisa e os assuntos, produtos ou serviços mais procurados e identificar oportunidades de personalização dos resultados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Análise dos resultados do campo de busca</h3>



<p>Para começar, compare as palavras-chave utilizadas e os respectivos resultados para entender se os usuários conseguiram as respostas que buscavam. Observe a forma como foi feita a pesquisa, se a página indicada realmente atende a essa necessidade e verifique se o seu site pode fornecer respostas mais apropriadas a tais buscas.</p>



<p>Você vai perceber que alguns resultados equivocados ou até inexistentes ocorreram por questões de escrita, outros por má indexação de certas páginas e, às vezes, até por dificuldade do usuário expressar sua necessidade. Entender essas variáveis vai ajudá-lo a pensar em maneiras de facilitar o acesso de usuários como esses a tais informações ou produtos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Recursos de autocorreção e busca fonética</h3>



<p>Para evitar que a experiência de busca seja inconclusiva por problemas de escrita, é importante considerar pequenos erros de digitação e de escrita, bem como as palavras da forma como se fala (e não apenas como se escreve). No Google, por exemplo, se a palavra não é reconhecida da forma como foi escrita, mas tem uma semelhante, o usuário recebe resultados para a palavra corrigida. O mesmo ocorre com palavras escritas conforme sua fonética.</p>



<p>Portanto, disponibilizar esses recursos na sua ferramenta de busca interna vai contribuir para que mais pessoas tenham suas solicitações atendidas e encontrem o que procuram. Consequentemente, as possibilidades de vendas aumentarão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sugestões do autocompletar</h3>



<p>As sugestões do autocompletar são grandes aliadas dos usuários para ganhar tempo, ajudar a encontrar algo de que não têm certeza e facilitar a digitação. Até porque, principalmente nos e-commerces, a maioria dos usuários acessa pelo celular, e quanto menos cliques forem necessários, maiores as chances de permanência no site.&nbsp;</p>



<p>Além disso, você pode programar sua ferramenta de busca para sugerir produtos que são mais procurados ou mesmo os que você queira divulgar. Este é um recurso útil, também, para direcionar o usuário quando ainda está verificando opções e informações adicionais do produto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ideias provenientes do campo de busca</h3>



<p>Na análise inicial das pesquisas e resultados da ferramenta de busca do seu site, você identificará buscas sem resultados que nada têm a ver com o seu negócio, mas também encontrará casos em que se trata de algo que a sua empresa oferece, mas que o conteúdo não está organizado para ser encontrado dessa forma. Esta é a oportunidade de rever as informações do seu site, a indexação das páginas relativas ao tema em específico e realizar as devidas correções.</p>



<p>Também há casos em que a busca, feita por potenciais clientes, não apresenta respostas porque a empresa realmente não tem o que o usuário procura. Para essas situações, é recomendado configurar sua ferramenta de busca para oferecer opções que possam substituir o que foi solicitado. Muitas vezes, a sugestão pode agradar o consumidor e gerar uma venda!</p>



<h3 class="wp-block-heading">Equipe preparada para otimizar seu site ou e-commerce</h3>



<p>Se você precisar de ajuda para aproveitar ao máximo os recursos do seu site ou e-commerce, nossa equipe está pronta a atendê-lo. Não só em relação à pesquisa interna, pelo campo de busca do site, que mencionamos no artigo de hoje, mas referente às funcionalidades do site como um todo. <a href="https://visie.com.br/#contato">Entre em contato!</a></p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>



<p><a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/homem-na-frente-do-laptop-1604024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Foto de Vlad Bagacian por Pexels</a></p>
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		<title>É seguro optar pelo desenvolvimento de um site WordPress?</title>
		<link>https://visie.com.br/site-wordpress/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 21:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce e Site]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O WordPress é o gerenciador de conteúdos mais utilizado no mundo, devido à sua enorme variedade de temas e plugins, e, principalmente, pelo seu core. Este é o responsável pelos arquivos que proporcionam o funcionamento adequado do site WordPress, mantendo a comunicação com o banco de dados. Dessa forma, permite que o usuário faça alterações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O WordPress é o gerenciador de conteúdos mais utilizado no mundo, devido à sua enorme variedade de temas e plugins, e, principalmente, pelo seu core. Este é o responsável pelos arquivos que proporcionam o funcionamento adequado do site WordPress, mantendo a comunicação com o banco de dados. Dessa forma, permite que o usuário faça alterações no conteúdo do site sem a necessidade de mexer no código.</p>



<p>Por ser um software de código aberto (open source), o WordPress tem a colaboração de uma grande comunidade de desenvolvedores e designers, entre outros profissionais. Consequentemente, é disponibilizada uma infinidade de recursos valiosos para o desenvolvimento de um site WordPress.</p>



<p>Entretanto, ao mesmo tempo em que dispõe de ferramentas de altíssima qualidade, desenvolvidas por empresas especializadas, o WordPress apresenta muitos plugins e temas amadores. Afinal, devido ao uso democrático da plataforma, também existem entusiastas desenvolvendo códigos de maneira rudimentar.</p>



<p>Contudo, a presença de códigos de qualidade inferior em determinados plugins e temas disponibilizados não representa riscos à segurança se não forem utilizados em seu site WordPress. Até porque, o core do WordPress raramente traz alguma vulnerabilidade e, portanto, é extremamente seguro para o uso corporativo.</p>



<p>No vídeo abaixo, explicamos porque grandes marcas, como <a href="https://www.disneystore.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Disney</a>, <a href="https://www.brastemp.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brastemp</a>, <a href="https://endeavor.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Endeavor</a> etc, optaram pelo desenvolvimento do site WordPress, apesar dos rumores de insegurança. Também mostramos uma ferramenta de análise de segurança que traz uma lista de vulnerabilidades em gerenciadores de conteúdo, possibilitando a comparação com outras plataformas semelhantes. Confira!</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="WordPress é inseguro?" src="https://www.youtube.com/embed/LIcJYt-01zk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados básicos de segurança</h2>



<p>O ponto principal de segurança, quando se planeja construir um site WordPress, é se certificar de que o profissional responsável pelo desenvolvimento tenha conhecimento especializado. Isso porque o gerenciador de conteúdo, em si, dispõe de todos os recursos de segurança necessários para evitar qualquer ação maliciosa no site. Todavia, a falta de informação durante o desenvolvimento pode gerar descuidos que dão espaço a vulnerabilidades. Por isso, é fundamental que o seu desenvolvedor saiba o que está fazendo e utilize plugins de referência ou desenvolva sob medida.&nbsp;</p>



<p>O mesmo vale para a manutenção do site WordPress, referente às atualizações de plugins, temas, traduções e versões do WordPress, e para eventuais novas instalações. O ideal é que os recursos que interferem no código do site sejam modificados apenas pelo técnico responsável para evitar brechas na segurança.&nbsp;</p>



<p>Na Visie, costumamos desabilitar todos os recursos que exijam permissão de escrita no código. Assim o usuário não pode fazer instalações e atualizações de plugins no painel do WordPress, nem executar código nas pastas de upload, evitando riscos. Nossa orientação é deixar seu time técnico responsável pelas atualizações e quaisquer alterações necessárias que envolvam o código do seu site.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Site WordPress com segurança reforçada</h2>



<p>Se utilizado corretamente, o WordPress é completamente seguro, além de ser bastante eficaz em termos de funcionalidades. A própria plataforma já oferece um recurso de login e logout protegido por senha forte, temas e plugins próprios e com segurança garantida, e um sistema de permissões de usuários que pode ser controlado pelo administrador/proprietário do site.&nbsp;</p>



<p>Porém, como esses fatores de segurança estão sujeitos também ao comportamento do usuário, que pode trocar a senha forte por uma fraca, por exemplo, é importante reforçar a segurança do site com a instalação de recursos adicionais. Para isso, seu desenvolvedor pode configurar o uso obrigatório de senhas fortes, fazer uso de plugins que tenham autenticação por dois fatores, limitador de tentativas de senhas, verificação de acesso por robôs, monitoramento de acessos por IP, bloqueios temporários em casos suspeitos, entre outras ações relacionadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Além da segurança do site WordPress</h2>



<p>Desenvolver um ambiente seguro na web para o seu negócio é tão importante quanto trancar as portas da empresa e ativar o sistema de alarme fora do horário de expediente. No entanto, embora fundamental, a segurança não deve ser a única preocupação quando se trata de desenvolver um site ou e-commerce!&nbsp;</p>



<p>O site da empresa, assim como sua loja física, precisa ser apresentável e ter a estrutura apropriada para o tipo de atendimento que você oferece. Por ser rico em opções de design e de funcionalidades, e permitir o livre acesso a essas ferramentas de desenvolvimento, o WordPress possibilita a criação de sites elegantes e bem estruturados, sendo <a href="https://visie.com.br/o-mito-do-wordpress-para-grandes-empresas/">adequado para empresas de todos os portes</a>.</p>



<p>Isso sem contar com vantagens como a <a href="https://visie.com.br/responsivo-e-mobile/">responsividade do site</a>, para acesso em qualquer tamanho de tela; a possibilidade de reduzir o <a href="https://visie.com.br/navegacao-instantanea/">tempo de carregamento</a>, para não perder tráfego; a facilidade de <a href="https://visie.com.br/conteudo-oculto/">indexação do site nos buscadores (SEO)</a>, para seus potenciais clientes encontrarem sua empresa… Portanto, desde que você contrate um fornecedor realmente qualificado, desenvolver um site WordPress para a sua empresa, é uma opção não só segura, mas bastante vantajosa para o seu negócio!</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>



<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/users/doki7-646987/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=581849">Dok Sev</a> por <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=581849">Pixabay</a></p>
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		<title>A inovação digital que não gera novos resultados nos negócios</title>
		<link>https://visie.com.br/inovacao-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 21:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto a inovação digital cresce, as empresas se beneficiam dos novos recursos para alavancar seus negócios, mas as novidades não parecem dar os resultados esperados. Há um grande esforço em ser mais rápido e melhor do que a concorrência, para se destacar no mercado, porém, não apresentam nenhum diferencial. Consequentemente, apesar de usar novas tecnologias, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Enquanto a inovação digital cresce, as empresas se beneficiam dos novos recursos para alavancar seus negócios, mas as novidades não parecem dar os resultados esperados. Há um grande esforço em ser mais rápido e melhor do que a concorrência, para se destacar no mercado, porém, não apresentam nenhum diferencial. Consequentemente, apesar de usar novas tecnologias, colhem sempre os mesmos resultados (ou até piores) porque não entregam, de fato, algo novo para o consumidor. Afinal, estão apenas fazendo o mesmo que todos os outros!&nbsp;</p>



<p>Essa situação tem tornado o digital muito chato, pois o usuário percebe as mudanças, mas não encontra tantas opções. Parece que todos os sites proporcionam a mesma experiência visual e todas as empresas oferecem as mesmas ofertas e seguem as mesmas estratégias! É claro que alguns padrões devem ser seguidos, por questões de organização e funcionalidade, entretanto, a escolha das ferramentas e dos métodos precisa ser diferente.&nbsp;</p>



<p>No vídeo abaixo, exploramos um pouco mais este assunto e disponibilizamos algumas dicas para fazer inovações reais em seu negócio.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Tudo a mesma coisa: Por que o digital está tão chato?" src="https://www.youtube.com/embed/6V5A7hPrVhg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Inovação digital não é um diferencial</h2>



<p>Se você implementou uma nova tecnologia em sua empresa e está utilizando estratégias que apenas as grandes empresas usaram, parabéns! Provavelmente esteja um passo à frente dos seus concorrentes, mas a que preço e por quanto tempo? Assim que essa novidade se popularizar, sua empresa provavelmente voltará a ser apenas mais uma, dentre tantas que terão seguido esse caminho!</p>



<p>Quer dizer que não devemos inovar no digital? Pelo contrário: a tecnologia está aqui justamente para nos ajudar, e toda inovação digital é bem-vinda! Todavia, qualquer mudança de percurso precisa ser ponderada, conforme o custo-benefício do investimento. Inclusive, falamos disso em nosso artigo sobre <a href="https://visie.com.br/novas-tecnologias-identificar-tendencias/">novas tecnologias e tendências tecnológicas</a>!&nbsp;</p>



<p>Além do mais, o simples fato de implementar uma inovação digital não significa sucesso, nem garante destaque em seu mercado. Se for algo já criado por outros, talvez seja mais coerente você encarar sua inovação como uma atualização necessária para manter a competitividade.</p>



<p>Porém, se tiver intenção de fazer diferente, usando as novas tecnologias, precisará sair um pouco do óbvio, experimentar ferramentas menos populares e administrar riscos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Criar um diferencial envolve dedicação e coragem</h2>



<p>Estamos falando de dois cenários distintos: o primeiro refere-se à reprodução de estratégias e implantação de algum tipo de inovação tecnológica (a famosa cópia do concorrente); o segundo é a criação de alternativas através da combinação de recursos (a busca&nbsp; por soluções inéditas). No primeiro cenário, os riscos são baixos, pois alguém testou antes, mas os resultados são limitados, visto que a concorrência geralmente é acirrada. Já no segundo cenário, por ser algo desconhecido, os riscos são altos, o resultado não é garantido, mas há uma grande possibilidade de sucesso.</p>



<p>Diante dos riscos e incertezas, o segundo cenário é para poucos, pois fazer o diferente exige mudar de rota e passar por caminhos pouco percorridos. Isso demanda energia, tempo, dinheiro, estudo e muito trabalho. Contudo, todos os grandes, em algum momento encararam riscos e incertezas e, certamente, enfrentaram muitos percalços até chegarem onde estão. Até porque, os erros e insucessos também fazem parte do processo de crescimento, junto com a perseverança e resiliência!</p>



<p>O fato é que só consegue se destacar no mercado, quem tem coragem e garra para fazer o que ninguém está fazendo, até transformar o seu diferente em diferencial. Como fazer isso? Utilizando a inovação tecnológica que estiver ao seu alcance para potencializar o que sua empresa e seu time tem de melhor a oferecer. Assim, a tecnologia e as ferramentas escolhidas não serão o objeto da inovação, mas funcionarão como facilitadores para a execução das suas ideias e projetos exclusivos, gerando que configuram sua verdadeira inovação.</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>



<p></p>



<p>Imagem de <a href="https://pixabay.com/users/andrespradagarcia-11797492/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=6817350">andrespradagarcia</a> por <a href="https://pixabay.com//?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=6817350">Pixabay</a></p>
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		<item>
		<title>Conteúdo oculto do site e o impacto em SEO, acessibilidade e UX</title>
		<link>https://visie.com.br/conteudo-oculto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 20:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[E-commerce e Site]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é novidade que o conteúdo de um site tem um papel fundamental na divulgação do seu negócio. No entanto, o que muita gente não sabe é que não basta ter uma interface do site incrível se o seu conteúdo oculto não for bem desenvolvido. Este é um conteúdo relacionado ao código, que impacta diretamente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não é novidade que o conteúdo de um site tem um papel fundamental na divulgação do seu negócio. No entanto, o que muita gente não sabe é que não basta ter uma interface do site incrível se o seu conteúdo oculto não for bem desenvolvido. </p>



<p>Este é um conteúdo relacionado ao código, que impacta diretamente nas pesquisas, nos compartilhamentos dos links, na acessibilidade do site e na experiência do usuário como um todo. Logo, é um tema importante, visto que envolve detalhes que o internauta não vê diretamente no site, mas percebe durante a navegação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ferramentas recomendadas para testar o seu site</h2>



<p>Assista ao vídeo abaixo para conhecer algumas ferramentas que vão ajudá-lo a identificar o conteúdo oculto do seu site e suas necessidades de melhorias. Na sequência, vamos discorrer um pouco mais sobre o tema e deixar algumas recomendações.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="O conteúdo oculto do seu site!" src="https://www.youtube.com/embed/nRQ8IGe_WfE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o conteúdo oculto de um site?</h2>



<p>Sabe quando você compartilha um link pelo WhatsApp e aparece uma foto e uma descrição referentes ao assunto da página? São informações e uma imagem que foram selecionadas por um robô, para apresentar de maneira clara, resumida e atrativa o assunto abordado na página. Porém, quando o conteúdo oculto da página não está corretamente estruturado, a rede social carrega o link sem muitas informações em texto e às vezes sem imagem, deixando a visualização pouco atrativa para receber o clique. </p>



<p>E quando você faz uma pesquisa no Google e vê uma lista de links com breves introduções do tema em questão? Se você observar, perceberá que nem sempre o que está escrito nas linhas abaixo do link, no Google ou outro buscador, é o mesmo que aparece após clicar. Isso porque trata-se de um resumo, chamado meta-descrição, preparado especificamente para essas situações de apresentação do conteúdo resumido na página de pesquisa por palavra-chave.</p>



<p>Outro tipo de conteúdo oculto do site são metadados como os recursos de acessibilidade (para a navegação pelo teclado funcionar, por exemplo); o Favicon, que é aquele ícone que aparece no canto esquerdo da aba do navegador; o certificado SSL, que aparece quando clicamos no ícone que antecede o endereço da página (antigo ícone de cadeado); e tantos outros metadados…</p>



<p>Portanto, o conteúdo oculto de um site refere-se ao uso de toda informação que está condicionada a determinadas situações. É essa codificação que indica para os robôs o que é título, o que é cabeçalho, qual é a imagem principal de uma página etc. Também é o que possibilita uma navegação mais fluida em casos como os de usuários com necessidades especiais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como otimizar o conteúdo oculto da página?</h2>



<p>O ideal é desenvolver o site, desde o início, com códigos escritos para ter semântica. Ou seja: os textos, imagens e demais dados das páginas organizados por padrões de códigos que dão significado ao conteúdo. Assim, os robôs tornam-se capazes de entender qual a função de cada parte do site e, consequentemente, de mostrar o conteúdo correto em cada contexto.</p>



<p>Além de ter um código bem escrito, seu site precisará do trabalho de otimização da sua equipe de conteúdo, especialmente quanto aos quesitos de SEO! Até porque, o código pode estar organizado para dar significado ao conteúdo, mas, se não houver informação suficiente, os robôs não terão muito a mostrar! Por isso, a otimização do conteúdo oculto passa por etapas e profissionais de diferentes áreas, desde o desenvolvedor até os profissionais de redação e SEO.&nbsp;</p>



<p>Caso o site não tenha sido desenvolvido com a devida semântica, existe a possibilidade de solicitar que o seu programador faça ajustes no código, porém, por envolver a parte estrutural do site, talvez seja mais vantajoso investir em um novo desenvolvimento. Lembre-se, também, de considerar as melhorias estruturais e a otimização do conteúdo oculto de todas as páginas, e não apenas da home. Por fim, se você quiser conversar sobre as demandas do seu site e solicitar a ajuda da nossa equipe, <a href="https://visie.com.br/#contato">entre em contato</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>Por Joana Kerr</strong></p>
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		<title>O que é phygital e como seus recursos podem potencializar as vendas</title>
		<link>https://visie.com.br/o-que-e-phygital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 23:04:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certa vez, em uma loja de departamentos de uma grande rede, procurei um produto específico e me disseram que este só era vendido online. Saí de lá frustrada e, ainda na rua, pesquisei em uma loja concorrente, pelo smartphone, e efetuei a compra. Se você tem uma loja física e um e-commerce, provavelmente já perdeu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Certa vez, em uma loja de departamentos de uma grande rede, procurei um produto específico e me disseram que este só era vendido online. Saí de lá frustrada e, ainda na rua, pesquisei em uma loja concorrente, pelo smartphone, e efetuei a compra. Se você tem <a href="https://visie.com.br/e-commerce-e-loja-fisica/">uma loja física e um e-commerce</a>, provavelmente já perdeu clientes assim! Por isso, hoje falaremos sobre o que é phygital e como transformar sua loja física em um ponto de venda online.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é phygital?</h2>



<p>Phygital (ou fígital) é, literalmente, a fusão do físico com o digital. Sua proposta é tornar a experiência do consumidor mais fluida e completa ao utilizar recursos dos dois ambientes em conjunto.&nbsp;</p>



<p>Confira, no <a href="https://youtu.be/5a00wNfHLXA?si=DVTYqQutADDkWHr0">vídeo</a> abaixo, alguns exemplos de aplicação do phygital em operações comerciais.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Sempre foi Phygital" src="https://www.youtube.com/embed/5a00wNfHLXA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Por que as lojas estão perdendo vendas?</h2>



<p>O primeiro ponto a considerar quando buscamos compreender o que é phygital e seu impacto nas lojas físicas e online, é o fato de que o consumidor mudou! Antes, o cliente que ia à loja não era o mesmo que comprava pela internet. Então, os preços e os processos eram diferentes em cada ambiente e ninguém se incomodava com isso. </p>



<p>Mas, com a popularização da internet e o advento dos smartphones, as pessoas começaram a visitar lojas físicas para verificar o que comprariam pela internet. Assim, os vendedores que prestavam esses atendimentos perdiam suas comissões para a loja online. Isso, sem contar com os clientes que ficavam comparando modelos e preços pelo celular, enquanto o vendedor os atendia, para depois ir comprar no concorrente!</p>



<p>Esses consumidores já estavam no phygital e as lojas não estavam preparadas para atendê-los. Muitas vezes, esse tipo de comportamento era visto com “maus olhos” pelo lojista, que encarava o digital como um tipo de concorrente da loja física, ainda que fosse da mesma empresa!&nbsp;</p>



<p>Se pensarmos que ele estava perdendo vendas (ou a comissão, no caso do vendedor), a aversão a este comportamento é compreensível! No entanto, o problema não estava no novo comportamento do consumidor, mas na dificuldade das empresas em acompanhar o ritmo das mudanças. Consequentemente, enxergar essa situação como uma oportunidade tornou-se o principal agente de transformação para os negócios que decidem inovar seguindo as tendências do phygital!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como inovar com o phygital?</h2>



<p>Depois de reconhecer que o consumidor mudou e observar as novas necessidades de atendimento que surgiram, é hora de aproveitar a oportunidade para investir na união da loja física com a online para destacar o seu negócio diante da concorrência.</p>



<p>Com a ajuda da Visie, você pode transformar a sua loja física em um ponto de venda online e contar com um totem no qual o consumidor poderá fazer a busca do produto que deseja em toda a rede da loja enquanto recebe o atendimento do vendedor. Tudo isso de maneira segura, intuitiva, autônoma e acolhedora.</p>



<p>Dessa forma, se acontecer do cliente se frustrar com a falta de algum produto em sua loja física, o vendedor pode indicar o uso do totem, dar todo o atendimento presencial, oferecer os mesmos descontos da loja física e realizar a venda online com entrega posterior, no endereço desse cliente. Além da empresa evitar a perda da venda para o concorrente, o vendedor ainda pode garantir sua comissão, mesmo com a venda online!</p>



<p>Para saber mais sobre como aumentar o fluxo de clientes oferecendo uma experiência personalizada de vendas online na sua loja física, visite a nossa página “<a href="https://visie.com.br/tactus/">TACTUS &#8211; Onde o físico se une ao digital</a>” e entre em contato! Assim você poderá ver o que é phygital na prática e potencializar suas vendas em todos os canais.</p>



<p><strong>Joana Kerr</strong></p>



<p>Foto de <a href="https://unsplash.com/pt-br/@cardmapr?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">CardMapr.nl</a> por <a href="https://unsplash.com/pt-br/fotografias/pessoa-segurando-o-smartphone-android-samsung-preto-pwxESDWRwDE?utm_content=creditCopyText&amp;utm_medium=referral&amp;utm_source=unsplash">Unsplash</a></p>
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