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href="http://vivendocidade.com/consultorio-sentimental-faca-como-a-louise">Consultório Sentimental: Faça como a Louise</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/consultorio-sentimental-faca-como-a-louise"></g:plusone></div><p>Vocês devem ter visto aqui do lado direito, uma página chamada “Consultório Sentimental”, mas o que é isso afinal?</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://vivendocidade.com/consultorio"><img
class="aligncenter" src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2007/10/peanuts.gif" alt="" width="224" height="200" /></a></p><p>Este espaço foi criado há um certo tempo, com o intuito de responder as dúvidas dos visitantes e leitores deste blog, criar um diálogo entre todos vocês, e nós da equipe do vivendocidade, pois viver em qualquer cidade, como São Paulo, Curitiba, Paris, New York e outras pode ser uma experiência um tanto solitária e desesperadora e alguns momentos.</p><p>Nesta edição, publicamos a resposta da Louise, que pode ser lida logo após o jump.</p><p>Faça como ela, e se divirta!</p><p><span
id="more-4856"></span></p><blockquote><p><strong>Fev 01, 2012 05:19 AM – Louise</strong> Olá, sou completamente apaixonada pelo meu primo, nós já chegamos à namorar, porém, faz tempo e eu continuo louca por ele. Mas ele mora distante, em outra cidade e agora tem namorada. Mas, toda vez que nos encontramos rola uma química e nós sempre ficamos. Mas, quando volto pra minha cidade, nos falamos pouquíssimas vezes pelas redes sociais ou raramente nos falamos. Essa última vez, eu mandei mensagens e ele respondeu. Ele disse que vem em abril conhecer a minha cidade. Gostaria de saber se luto por esse amor ou desisto? E se ele ainda sente algo por mim, afinal a gente sempre fica quando viajo até lá?</p></blockquote><p>Olá, obrigado pelos comentários. A gente não pode julgar o amor das pessoas, e nem mesmo ter certeza se elas realmente gostam da gente, ou não. Refletindo sobre o que escreveu, e com a cabeça totalmente masculina, poderia afirmar que é muito bom para ele sempre ter você à disposição, já que sabe que vão ficar quando você o visita. Só que essa seria metade da história. Apaixonar-se por alguém é ver na outra pessoa coisas que gostamos e que gostaríamos de ter em nós mesmos.</p><p>Outro ponto importante: as pessoas se apaixonam pelos primos porque eles/elas já estão lá, e já gostam da gente de maneira orgânica. Numa estrada de conquistas e ilusões amorosas, eles são como um atalho para chegar mais rápido. Só que nem sempre é bom chegar primeiro nesse caminho.</p><p>É bom também seguir por todas as curvas, fazer desvios, parar para abastecer, cair ou desviar dos buracos, errar o caminho tantas vezes for possível para só então se chegar ao fim.</p><p>Quer lutar por esse amor? Lute! Mas somente se for isso que quer de verdade. Principalmente sabendo a opinião dele sobre isso. Então é justo que vocês conversem honestamente sobre o que sentem, certo?</p><p>Abraço!</p><p><a
href="http://vivendocidade.com/consultorio-sentimental-faca-como-a-louise">Consultório Sentimental: Faça como a Louise</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m0q8B54ihrRzUen79rzeuc13G-U/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m0q8B54ihrRzUen79rzeuc13G-U/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m0q8B54ihrRzUen79rzeuc13G-U/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m0q8B54ihrRzUen79rzeuc13G-U/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/vivendocidade/posts?a=Cx6ZxQyuxVw:k7QebXQZfWc:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/vivendocidade/posts?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vivendocidade/posts/~4/Cx6ZxQyuxVw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vivendocidade.com/consultorio-sentimental-faca-como-a-louise/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <feedburner:origLink>http://vivendocidade.com/consultorio-sentimental-faca-como-a-louise</feedburner:origLink></item> <item><title>A contraposição entre magia e religião</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/vivendocidade/posts/~3/D0na2rtbeK0/a-contraposicao-entre-magia-e-religiao</link> <comments>http://vivendocidade.com/a-contraposicao-entre-magia-e-religiao#comments</comments> <pubDate>Sat, 04 Feb 2012 16:30:21 +0000</pubDate> <dc:creator>Eduardo Matosinho</dc:creator> <category><![CDATA[Artigo]]></category> <category><![CDATA[direito]]></category> <category><![CDATA[magia]]></category> <category><![CDATA[religião]]></category> <guid isPermaLink="false">http://vivendocidade.com/?p=4851</guid> <description><![CDATA[Inspirado na leitura dos textos do sociólogo Georges Gurvitch, vamos mostrar para os leitores do site qual a relação entre magia e religião.<p><a
href="http://vivendocidade.com/a-contraposicao-entre-magia-e-religiao">A contraposição entre magia e religião</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/a-contraposicao-entre-magia-e-religiao"></g:plusone></div><p>O sociólogo francês de origem russa <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Georges_Gurvitch" target="_blank">Georges Gurvitch</a> (1894-1965) aborda na obra “A vocação atual da sociologia” o tema “A magia, a religião e o direito”. Inspirado na leitura desse texto vou tentar mostrar para os leitores do site qual seria a contraposição entre magia e religião.</p><p>Na introdução desse trabalho o autor aponta que muitos estudiosos de várias áreas, como etnólogos, sociólogos, historiadores, juristas, filósofos e teólogos, participaram de uma maneira muito ativa na discussão do problema da relação entre a magia e a religião nas sociedades arcaicas, assim como o das repercussões sociais da magia.</p><p>No entanto, segundo ele, o problema central dessa discussão ainda não teria sido resolvido, ou seja, não se chegou a um acordo nem sobre a possibilidade de traçar uma linha de demarcação precisa entre magia e religião, nem sobre uma determinação da função específica da magia na vida social, muito menos sobre precisar as suas relações com a técnica, a ciência, a moral e o direito.</p><p><center><img
src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/02/magia.jpg" alt="magia" title="Magia" width="500" height="339" class="alignnone size-full wp-image-4852" /></center></p><p>Gurvitch procura mostrar que a irredutibilidade maior ou menor da magia e da religião, geradas não só pela oposição de duas atitudes coletivas diferentes, mas também pela oposição de duas categorias fundamentais do pensamento dos arcaicos, que seriam o maná (que, de acordo com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, tem o sentido figurado de alimento espiritual de origem divina; o que consola a alma) e o sagrado, constitui um aspecto essencial do pluralismo e da complexidade das suas sociedades.</p><p><span
id="more-4851"></span></p><p>Ele aponta que qualquer tentativa para opor esses dois temas como elementos irredutíveis encontra três objeções prévias:</p><blockquote><p>a) Como separar a magia da religião, quando na realidade elas estão imbricadas, contendo a maior parte das religiões conhecidas elementos de magia, tanto branca como negra;<br
/> b) Separar completamente a magia da religião não seria separar a magia dos estados de consciência coletiva, isto é, da sociedade cuja encarnação é a religião? e;<br
/> c) A oposição entre força sobrenatural transcendente (deus, totem) e força sobrenatural imanente (força mágica, maná) pressupõe que os arcaicos são geralmente capazes de distinguir entre o “sobrenatural” e o “natural”, assim como entre o “transcendente” e o “imanente”, pressuposições essas ingênuas e erradas, que lhe atribuem as nossas concepções atuais.</p></blockquote><p>Quando aborda as “Conclusões gerais sobre as propriedades do maná e da magia” Gurvitch discute a oposição entre o maná e o sagrado, procurando resumir em nove tópicos os traços específicos do maná, que considera o conceito-chave da magia, na sua oposição com o sagrado e o divino, que considera, por sua vez, o conceito-chave da religião.</p><p>No primeiro tópico mostra que o maná é uma força sobrenatural difundida no mundo, afirmando-se como um poderoso ímã da emotividade e da vontade, ao mesmo tempo emotiva e individual. Em seguida, ele afirma que essa força age nas relações entre os seres do mesmo nível ontológico, ou seja, relativo à investigação teórica do ser, bem mais do que nas relações entre os seres superiores e inferiores. No tópico III esclarece que as duas características precedentes transformam a força sobrenatural, que se chama maná, em princípio, imanente aos seres entre os quais ela atua.</p><p>No tópico seguinte, Gurvitch aponta que o maná pode mesmo ser parcialmente criado por um esforço bem sucedido, permitindo o rito mágico tanto entrar em contato com o maná, como criá-lo. No tópico V mostra que o maná, sendo qualidade, substância, ação, potencial de eficácia, é, ao mesmo tempo e de modo indistinto, pessoal e impessoal. No VI aponta que o maná, enquanto força, é simultaneamente impessoal e pessoal; no entanto, pode ser, ou, sobretudo coletivo, ou, sobretudo individual, segundo os indivíduos de que emana. Afirma, então, que podemos distinguir, neste sentido, o maná do grupo e o maná do indivíduo.</p><p>No tópico VII ele mostra que o maná não é privilégio de uma casta especial de mágicos nem de confrarias secretas. Ele é uma espécie de energia vital imanente espalhada no mundo e agindo entre os seres do mesmo nível e todos os seres o possuem e o manejam um pouco. Por isso em todas as relações humanas, o maná desempenha o seu papel mesmo sem a intervenção de ritos mágicos especiais, onde os mágicos profissionais, brancos ou negros (feiticeiros) não passam de homens particularmente hábeis em atualizar o maná acessível a todos, e os clubes e as confrarias secretas não fazem mais do que encarnar e manejar o maná coletivo na sua pureza, à qual a submissão ao sagrado, tal como ela se produz no clã, não causou qualquer dano.</p><p>Já no tópico VIII, Gurvitch afirma que o maná não se identifica nem com a consciência (individual ou coletiva), nem com a alma, nem com o espírito, ainda menos com o sagrado ou o divino. Ele se afirma como independente na sua essência e pode penetrar qualquer elemento. Finalmente, no tópico IX ele mostra que o maná, pelas suas propriedades, nada tem a ver com o sagrado, o divino e a religião, sendo justamente uma força sobrenatural que não é sagrada, que não implica obediência e submissão e não traz a salvação; é uma força sobrenatural imanente, ao passo que o sagrado é uma força sobrenatural transcendente.</p><p>Outro aspecto importante que Gurvitch aborda nas “Conclusões gerais sobre as propriedades do maná e da magia” é a definição da magia e da religião. Afirma que resulta de todas as características precedentes que a magia e a religião são heterogêneas, tanto pelos seus conteúdos ou “obras”, como pelas atitudes que provocam nos sujeitos, coletivos ou individuais.</p><p>Esclarece que a base psico-social da magia é o desejo ilimitado de dominar o mundo por meio de manifestações, desejo esse acompanhado do receio de não saber suficientemente dominar as forças que se desencadeiam. Já a base psico-social da religião é a angústia irremediável, o sentimento de abandono e de fraqueza, de que o outro pólo é a esperança de salvação, somente trazida pela condescendência de uma força mais ou menos transcendente.</p><p>Para Gurvitch, a magia pode ser pública ou secreta, branca ou negra e não há paralelismo entre estas duas oposições, pois se toda magia negra é secreta, ao invés, a magia branca tanto pode ser pública como secreta, tanto coletiva como individual. Ele mostra que a religião, pelo contrário, é sempre coletiva no seu conteúdo (dogma revelado ao grupo), e, habitualmente também, no seu exercício (culto e ritos) e tem uma tendência muito nítida para ser exclusivamente pública.</p><p>Na sua visão, a magia favorece o desenvolvimento do individualismo de uma forma indireta, pois, em primeiro lugar a concorrência entre a magia e a religião pode contribuir para a pluralização dos grupos na sociedade arcaica e para a limitação do ascendente exercido sobre o clã pelas confrarias secretas, fazendo com que surja uma atmosfera mais favorável ao desenvolvimento do individualismo; e, em segundo lugar, a própria crença na autonomia, no poder manipulador da vontade humana coletiva ou individual, favorece indiretamente, no indivíduo, o sentimento de si próprio e a sua libertação parcial da dominação do conjunto.</p><p>Gurvitch conclui a definição de magia e de religião afirmando que assim combinada com fatores econômicos e políticos, a magia torna-se um fator de maior diferenciação dos indivíduos na sociedade arcaica, diferenciação essa que favorece o pluralismo dos grupos provocado pela concorrência entre religião e magia.</p><p>Photo: <a
href="http://pinterest.com/pin/155726099585056705/" target="_blank">http://pinterest.com/pin/155726099585056705/</a></p><p><a
href="http://vivendocidade.com/a-contraposicao-entre-magia-e-religiao">A contraposição entre magia e religião</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
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href="http://vivendocidade.com/queremos-saber-do-seu-conteudo">Queremos saber do seu conteúdo</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/queremos-saber-do-seu-conteudo"></g:plusone></div><p>Que a internet é um fato consolidado, esse é um fato inquestionável. Seria chover no molhado queremos discutir a relevância do que ela representa nas pessoas, numa forma muito peculiar de simbiose, já que as mesmas pessoas que a formam são também formadas por ela.</p><p>É tanta informação sendo consumida enquanto esse texto é escrito (e lido), que até mesmo os chineses duvidam.</p><p>Justamente por isso, dando uma de <em>Pai Galo</em> e querendo imaginar como as coisas funcionarão daqui alguns anos, posso afirmar que o poder não estará mais nas mãos de quem for bem informado, mas sim dará poder a todo aquele que conseguir dar a informação certa no momento em que ela for precisada.</p><p><center><img
src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/01/seta-http-e1327051743491.jpg" alt="browser-seta-navegador" title="Browser com seta" width="600" height="482" class="alignnone size-full wp-image-4848" /></center></p><p>Em outras palavras, deixaremos de ser consumidores e produtores de informação e passaremos a ser curadores de conteúdo, filtrando e indicando itens na qual possuem afinidade para suas redes, claro que tudo isso numa mão de duas vias. Ui!</p><p><span
id="more-4846"></span></p><p>Tomemos por exemplo &#8211; <em>aleatoriamente</em> &#8211; aquela empresa de Mountain View chamada <a
href="http://www.google.com" target="_blank"><strong>Google</strong></a>. Seu mais novo produto social, <a
href="http://plus.google.com" target="_blank"><strong>Plus</strong></a>, é mais do que um sucesso, sendo integrado a todos os outros serviços da rede, e agindo como balisador do seu algorítimo mais importante, que é o segredo de sua busca.</p><p>Já existe na versão inglesa e logo mais para todos os idiomas a priorização dos resultados de acordo com seus círculos, colocando as indicações dos amigos na frente, e mais ainda, a possibilidade de comentar e gerar um conteúdo bem próximo dos níveis neurais que já existem há anos na literatura fantástica.</p><p>Falando nisso, não deixe de visitar <a
href="https://plus.google.com/u/0/b/108009344798132566893/108009344798132566893/posts" target="_blank"><strong>nossa página</strong></a> no Google Plus, além do meu <a
href="https://plus.google.com/u/0/109256889163685383139/posts" target="_blank"><strong>perfil pessoal</strong></a>. Tem muito material lá inédito lá.</p><p>Outra rede muito interessante é a <a
href="http://paper.li/" target="_blank"><strong>paper.li</strong></a>, que basicamente é um mural onde você configura qual fonte/rede quer divulgar e o robô organiza e classifica os dados, e ainda envia para sua rede social favorita. Recomendo!</p><p><center><img
src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/01/pinterest_logo.png" alt="pinterest-logo" title="Pinterest" width="584" height="147" class="alignnone size-full wp-image-4847" /></center></p><p>Outra rede de curadoria que conheci esses dias e estou gostando muito, pela facilidade e usabilidade é a <a
href="http://pinterest.com/" target="_blank"><strong>Pinterest</strong></a>.</p><p>Nela, depois de configurar seu perfil, você cria paineis (boards), que por sua vez são preenchidos com o que ele chama de pins: qualquer texto ou imagem que achar importante para ser colocado dentro de um painel.</p><p>Agora imagine tudo isso multiplicado por infinito com a possibilidade de buscas, comentários, repostagens, botão curtir&#8230;</p><p>Por enquanto a rede é por convites, que podem ser recebidos por outros membros, ou pedidos diretamente no site. O meu demorou menos de 3 dias para chegar.</p><p>Quando entrar lá, não deixe de seguir algum de <a
href="http://pinterest.com/gaho/" target="_blank"><strong>nossos paineis</strong></a>.</p><p><a
href="http://vivendocidade.com/queremos-saber-do-seu-conteudo">Queremos saber do seu conteúdo</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N60RGzirSuhvYOz6xIJ1ieOYLwI/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N60RGzirSuhvYOz6xIJ1ieOYLwI/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N60RGzirSuhvYOz6xIJ1ieOYLwI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/N60RGzirSuhvYOz6xIJ1ieOYLwI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/vivendocidade/posts?a=JNcIKF2qcPo:wSvS2_VPbyM:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/vivendocidade/posts?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vivendocidade/posts/~4/JNcIKF2qcPo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vivendocidade.com/queremos-saber-do-seu-conteudo/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <feedburner:origLink>http://vivendocidade.com/queremos-saber-do-seu-conteudo</feedburner:origLink></item> <item><title>Um balanço da política brasileira em 2011</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/vivendocidade/posts/~3/u57DGctV3kE/um-balanco-da-politica-brasileira-em-2011</link> <comments>http://vivendocidade.com/um-balanco-da-politica-brasileira-em-2011#comments</comments> <pubDate>Wed, 18 Jan 2012 15:56:46 +0000</pubDate> <dc:creator>Carlos Filho</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[convidado]]></category> <category><![CDATA[leandro deon]]></category> <category><![CDATA[política brasileira]]></category> <guid isPermaLink="false">http://vivendocidade.com/?p=4842</guid> <description><![CDATA[O ano de 2011 foi, para a política brasileira, um ano frívolo, ou seja, mínimo em importância. Neste artigo fazemos um balanço dos principais pontos relevantes<p><a
href="http://vivendocidade.com/um-balanco-da-politica-brasileira-em-2011">Um balanço da política brasileira em 2011</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/um-balanco-da-politica-brasileira-em-2011"></g:plusone></div><p>Mais um texto-convidado do amigo Leandro Deon, dessa vez fazendo um balanço da política brasileira no ano passado. Lembrando que para enviar seu material é preciso seguir as seguintes regras:</p><p>1 &#8211; O texto tem que ser relacionado ao conteúdo do site;<br
/> 2 &#8211; Ele precisa ser aprovado pelos <strike>gênios</strike> membros da equipe;<br
/> 3 &#8211; Não tem regra 3.</p><p>Está esperando o quê??? Mande logo seu texto!!</p><p>&nbsp;</p><p><center><strong>UM BALANÇO DA POLÍTICA BRASILEIRA EM 2011</strong></center><br
/><center><em>Por Leandro M. Deon*</em></center></p><p>O ano de 2011 foi, para a política brasileira, um ano frívolo, ou seja, mínimo em importância.</p><p><center><img
src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/01/balanco.jpg" alt="balanco" title="Balanço" width="563" height="398" class="alignnone size-full wp-image-4843" /></center></p><p>Depois da ressaca das eleições nas quais o Brasil acordou com uma presidente eleita à sombra do seu antecessor, a oposição em frangalhos e uma economia otimista em meio ao naufrágio da recessão mundial – otimismo esse que se revelou também frívolo – dois fatos merecem ser ressaltados como representativos da direção (ou falta dela) para a política brasileira: a queda do ministro Alfredo Nascimento (PR) e a criação do PSD de Gilberto Kassab.</p><p><span
id="more-4842"></span></p><p>&nbsp;</p><h1>1. Entre tantas quedas de ministros, por que a de Alfredo Nascimento foi a mais delicada?</h1><p>Porque esta foi a que finalmente atingiu, ainda que levemente, o centro da super-coalizão política que governa Brasília à sombra da inatingível popularidade do ex-presidente Lula.</p><p>O PSDB tratou mal seus aliados entre 1994 e 2002. Colocou de lado o PMDB, pisoteou o PTB, jogou fora o PPB (hoje PP), não deu a mínima para o PL (hoje PR), apostando que o Brasil estava se encaminhando para um bipartidarismo à moda americana, somente entre os tucanos e o PT. O PSDB só tratou um pouco melhor o PFL (hoje DEM), e ainda assim, tão mal que esse também caiu fora nas eleições de 2002.</p><p>Com o PT é diferente. Lula trata seus aliados a <em>pão-de-ló</em>. Os ministros nomeados são os caciques que os próprios partidos querem, são dispensados de qualquer conhecimento técnico da área indicada e ficam de mãos livres para transformar as pastas em “feudos” de suas agremiações. É uma maravilha!</p><p>Por isso, a queda de Alfredo Nascimento foi um <strong>FATO</strong>, e abriu porteira para as que vieram depois, cada uma balançando um dos partidos aliados como se fosse um jogo de tiro ao alvo. Palocci caiu sozinho (era um coringa solto, sem apoio do “rei” do PT), Jobim caiu por mera bobagem, coisa de adolescente, e os demais foram abatidos um a um após demoradas frituras na cozinha, enquanto a presidente entretinha os convidados na sala.</p><p>Pois bem&#8230; Lula não fazia isso. Ele empenhava sua inatingível popularidade para defender seu ministros até os estertores. E geralmente conseguia. Já Dilma – como FHC – os deixa morrer à míngua, lentamente, sem defesa.</p><p>Foi por isso que a base aliada ameaçou, sutilmente, uma rebelião.</p><p>Isso aconteceu logo após o <em>affair</em> Nascimento, quando alguns caciques aliados disseram preferir Lula como candidato em 2014. Além de uma imperdoável indelicadeza com a presidente (a exatos 3 anos e meio das próximas eleições presidenciais), deram um recado direto ao PT: se o partido quiser Dilma como candidata (como seria imensamente vantajoso para o próprio PT), a base vai se dividir. Por enquanto, Dilma finge que não é com ela, enquanto a imprensa cai na conversa de que seu governo está sempre fazendo uma ‘faxina’&#8230;</p><p>Ou seja, o PT não tem mais que apenas uma opção em 2014. Lula terá que continuar como “bombeiro” das questões políticas do governo (deixando a Dilma apenas algo mais do que já era, na casa-civil) e se preparar para sua sexta campanha presidencial.</p><p>O problema é que esse ano também mostrou que Lula – ao contrário de Pelé e da desobrigatoriedade orçamentária atualmente chamada de DRU – não é eterno.</p><p>&nbsp;</p><h1>2. Que malucique é essa do Kassab criar um novo partido?</h1><p>Se você acha que o prefeito Gilberto Kassab não prestígio algum e não passa de um brutamonte ignorante com inteligência comparável a um leão-de-chácara de comício, então presumivelmente você está inteiramente certo.</p><p>Kassab não tem e nem terá o cacife para ser o tutor político da quarta maior bancada no Congresso nacional. No máximo, será o que sempre foi: um burocrata. Já existe um padrinho do novo partido, só que não pode aparecer.</p><p>Quem é?</p><p>José Serra. O ex-candidato do PSDB nas eleições de 2010 fez uma aposta que todos, inclusive ele, sabiam que era a última. Colocou em jogo todo o seu prestígio pessoal, articulou apoios e comandou uma campanha quase sem erros. Mas &#8230; não deu.</p><p>É impossível (repito, impossível) enfrentar um presidente que, mesmo sem falar nada disso, convenceu a população inteira que foi ele que finalmente pagou a dívida externa do país, que os pobres não mais vistos nas ruas porque estão em casa, recebendo um bolsa-família, e que até sua mão é capaz de encontrar petróleo na costa (além de trazer Olimpíadas, Copa do Mundo, etc). Lula consegue mentir até de boca calada.</p><p>Pois bem, isso é passado, e até José Serra é passado (salvo se algum milagre acontecer). Permita-me enfatizar o FATO de Serra não ter mais espaço dentro do PSDB – por mais que ande de mãos de dadas com o governador Alckmin, fingindo terem esquecido as degolas do passado. Ao criar o PSD, Kassab reassume a sua condição de burocrata e cria um espaço de articulação que permitirá a uma parcela da oposição (e alguns da situação) ter um candidato que faça frente ao enfadonho Aécio Neves, já candidato natural do PSDB, talvez em uma forçada composição com o DEM.</p><p>Assim, esfacelada, há uma oposição e uma oposição “do B”.</p><p>(Nunca caí no conto do PSD ser um partido de centro, como insiste seu burocrata-mor. O PSD é um tertius geneticamente desideologizado, e qualquer um que saiba como funcionam as câmaras de vereadores de qualquer cidadezinha do interior entende perfeitamente as vantagens de se ficar no meio).</p><p>Então, se Serra não será o candidato, quem será?</p><p>Esse candidato virá do governo – mais especificamente, de uma das forças que sustentam o governo, o PSB de Eduardo Campos (bom&#8230; até mudança em contrário, esse mesmo será o candidato em 2014), com o qual o PSD já nasceu amigo de infância. Aliás, a dilmette que atualmente a casa civil do Planalto já mostrou a delicadeza com que o governo do PT deve tratar os ministros de partidos que pensam em ter candidato próprio&#8230;</p><p>José Serra e Ciro Gomes no mesmo palanque? Sim, por que não? Ainda mais se forem palanques bem largos, com acomodações para todos os gostos.</p><p>&nbsp;</p><p>*<strong>Leandro M. Deon</strong> (ou “Renan”, ou “Asparuk”, ou “Amercesto”), o lado obscuro do Vivendocidade, nasceu em meados do século passado, cumprindo pena em História nas proximidades do presídio da cidade medieval de Caxias, a do Sul. Libertado após pagar pesada fiança, refugiou-se no estado de São Paulo, em uma desconhecida localidade do interior, onde passa o tempo tentando se igualar a J. M. Turner ou lendo os livros do escritor equatoriano Rúben Solomón, que depois descobrimos ser apenas mais um de seus nomes falsos. Também toca o blog <a
href="http://caminhar-damasco.blogspot.com/" target="_blank">Caminho de Damasco</a>. Caso venha a ser preso novamente, promete nos comunicar por celular.</p><p><a
href="http://vivendocidade.com/um-balanco-da-politica-brasileira-em-2011">Um balanço da política brasileira em 2011</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
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href="http://vivendocidade.com/se-voce-escreveu-isso-aqui-apareca">Se você escreveu isso aqui, apareça</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/se-voce-escreveu-isso-aqui-apareca"></g:plusone></div><p>Olhando o histórico do nosso formulário de contato (sim, eu sei que deveria olhar todo dia, mas não olho. Conviva com isso) recebi um recado não assinado onde a autora nos elogia e em especial à minha pessoa.</p><p>Segue o texto original, e conforme solicitado, respondido publicamente no site:</p><p><center><img
src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/01/cachorrofone.jpg" alt="cachorro-fone" title="cachorrofone" width="480" height="599" class="alignnone size-full wp-image-4839" /></center></p><p>&nbsp;</p><blockquote><p>&#8220;Só gostaria de dizer aqui que vocês estão de parabéns pelo site e que eu acho super interessante e informativo. Gosto muito de todas as publicações, mas principalmente as do Carlos. Acho ele um rapaz coerente e muito inteligente nas suas colocações. Meus parabéns, rapaz!! =) Você é realmente brilhante!</p><p>Deixo um beijo e um forte abraço à todos, mas especialmente ao Carlos. Dizendo também que sou sua fã número 01.&#8221;</p><p><em>Enviado em 29/novembro/2011 às 01:29:12</em></p></blockquote><p>&nbsp;</p><p>Tirando o fato de eu ser lindo e &#8212; tá, parei! Mas seria muito importante que você apareça. Obrigado pelos comentários e tenha certeza que nosso trabalho é muito recompensado com gestos simples, tal qual o seu.</p><p>Nota: Quer casar comigo? Brincadeira!!!</p><p>Nota 2: Se você quiser escrever para nós, o <a
href="http://vivendocidade.com/contato" target="_blank"><strong>formulário é esse</strong></a>, ou por <a
href="mailto:vivendocidade@gmail.com" target="_blank"><strong>email</strong></a>, por em alguma <a
href="http://www.twitter.com/gaho" target="_blank"><strong>rede social</strong></a> por aí.</p><p><a
href="http://vivendocidade.com/se-voce-escreveu-isso-aqui-apareca">Se você escreveu isso aqui, apareça</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
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href="http://vivendocidade.com/proibido-dar-palmada-nas-criancas">Proibido dar palmada nas crianças</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/proibido-dar-palmada-nas-criancas"></g:plusone></div><p>ou <strong>&#8220;Agora querem intervir no cotidiano da casa&#8221;</strong></p><p>Pensando nas coisas que acontecem no dia-a-dia de uma família nos deparamos com a recente Lei da Palmada (Projeto de Lei 7672/10) aprovada em Comissão Especial da Câmara em 14 de dezembro do ano passado. Polêmica na certa, essa lei afetará o cotidiano da casa. Fica uma questão: como analisá-la à luz da Sociologia? Pensei logo de cara na Sociologia da Vida Cotidiana, tão difundida pelo filósofo marxista e sociólogo francês Henri Lefebvre (1901-1991). Comentarei, então, essa lei e assim retomarei, nesse desabrochar de 2012, minha contribuição periódica ao site “Vivendocidade”.</p><p><center><img
src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/01/palmada.jpg" alt="palmada" title="Palmada" width="570" height="428" class="alignnone size-full wp-image-4825" /></center></p><p>Esse ramo da Sociologia trata da possibilidade de investigação e de analisa o discurso a respeito do cotidiano visto como uma manifestação do real e da realidade da vida. Tal possibilidade é vista por ela de diversos ângulos e as relações de família estão, com certeza, englobadas neles. Nessas relações tem um papel central o poder dos pais em intervir na educação dos filhos pequenos, usando vários métodos, entre eles a palmada. Desde antanho ela é empregada no sentido corretivo, mais contemporaneamente vem perdendo espaço para uma educação mais liberal, que procura privilegiar o diálogo na repreensão dos deslizes da criança. A novidade é que agora o legislador resolveu agir, embalado por uma ação do Poder Executivo. E, mais uma vez, para criar uma lei que, como tantas, não vai ser respeitada e nem adotada na prática. Além do mais surge uma questão importante: como fiscalizar? Pensemos&#8230;</p><p><span
id="more-4824"></span></p><p>Essa lei prevê punições aos pais que baterem em seus filhos, proíbe e estabelece sanções para castigos físicos aplicados por eles contra as crianças. Ela estabelece o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou de tratamento cruel ou degradante. Sujeita os pais infratores a penas socioeducativas que vão até ao afastamento dos filhos e especifica que as crianças e os adolescentes devem ser protegidos do castigo físico, em que haja o uso da força e resulte em sofrimento e lesão para eles. Ela quer substituir a popular palmada educativa pelo elogiado diálogo entre pais e filhos.</p><p>Se aprovada em plenário neste ano ela obrigará os pais a aprenderem a educar os filhos sem violência. Esse projeto proibirá qualquer castigo físico contra crianças e adolescentes e o seu texto com certeza alterará o Estatuto da Criança e Adolescente (Lei  8.069/90), que atualmente não deixa claro quais são as restrições quanto aos maus tratos realizados pelos pais.</p><p>Visto no prisma teórico de Lefebvre a educação e os processos pedagógicos só aceitam críticas pedagógicas feitas <em>a posteriori</em>. Ele evidencia que “os métodos e a matéria ensinada” reduzem o aluno à passividade, habituando-o a trabalhar sem prazer, destacando os métodos, os locais e a arrumação do espaço. Afirma que “o espaço pedagógico é repressivo, mas esta “estrutura” tem um significado mais vasto do que a repressão local: o saber imposto, “engolido” pelos alunos e “vomitado” nos exames, corresponde à divisão do trabalho na sociedade burguesa, serve-lhe, portanto, de suporte”. Esta análise “da forma e da transmissão passa ao largo de um problema central, o conteúdo do saber e do seu lugar na divisão do trabalho”. Partindo da teoria produzida por Lefebvre, seria necessário verificar como se produzem e reproduzem as relações sociais no processo educativo. No cotidiano da casa não é diferente. Vamos aguardar&#8230;</p><p>Nesses tempos em que vivemos não podemos esquecer da importância que mídias de massa, como a televisão, e eletrônicas, como a internet, passaram a ter nesse processo e de como podem atuar na mudança do comportamento da população. Com isso tudo se espera educar os pais para que se conscientizem na hora em que forem agredir os filhos e passem a buscar de um diálogo sempre possível e até mais pedagógico.</p><p>No meu entender, para educar as crianças continua sendo necessário algum tipo de punição ao filho infrator. Essa tarefa não pode ficar somente nas mãos da escola. A decisão de reprimir deve ser dos pais. É claro que existem excessos e estes devem ser controlados. Quanto à violência empregada nesse ato, onde entra a tal da palmada corretiva, cabe à consciência de cada pai ou mãe decidir como agir e ao bom senso no seu uso. Agora no tocante à ação do legislador ao tentar controlar esse ato tão doméstico e familiar resta-nos questionar tanto a sua eficácia quanto o poder de controle e de fiscalização por parte do Estado. Imagino que será mais uma medida, como tantas, ineficaz. Promulgar uma lei para vigiar e punir os pais (mexa-se Michel Foucault!) em seu suposto ímpeto de violência e agressão contra as crianças será a melhor solução?</p><p>Colaborou neste artigo, nosso amigo <a
href="http://www.twitter.com/gaho" target="_blank">Carlos Filho</a>, também conhecido como &#8220;<em>o editor</em>&#8220;.</p><p><a
href="http://vivendocidade.com/proibido-dar-palmada-nas-criancas">Proibido dar palmada nas crianças</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Zxq1GFKDiQ3flj17_RLk0jQLaH8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Zxq1GFKDiQ3flj17_RLk0jQLaH8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
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href="http://vivendocidade.com/nos-somos-a-favor">Nós somos a favor</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/nos-somos-a-favor"></g:plusone></div><p>Ana Maria Saad usa o seu bom humor para falar sério sobre a necessidade de esclarecer a sociedade sobre os transtornos de humor, a campanha &#8220;Nós Somos a Favor&#8221;, e suas motivações para criar o <a
href="http://www.pensamentosfilmados.com.br/" target="_blank">Instituto Pensamentos Filmados</a>.</p><p><iframe
src="http://www.youtube.com/embed/4dJdImE2S9w" width="480" height="360"></iframe></p><p><center>&#8220;Isso é muito legal, cara de Juvenal&#8221;</center></p><p><a
href="http://vivendocidade.com/nos-somos-a-favor">Nós somos a favor</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
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<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/vivendocidade/posts?a=TY43PKMfHiQ:tKg6ZxQTbrQ:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/vivendocidade/posts?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/vivendocidade/posts/~4/TY43PKMfHiQ" height="1" width="1"/>]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://vivendocidade.com/nos-somos-a-favor/feed</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> <feedburner:origLink>http://vivendocidade.com/nos-somos-a-favor</feedburner:origLink></item> <item><title>Prioridade de governo</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/vivendocidade/posts/~3/9Bd7krJBy1Y/prioridade-de-governo</link> <comments>http://vivendocidade.com/prioridade-de-governo#comments</comments> <pubDate>Sun, 15 Jan 2012 16:38:58 +0000</pubDate> <dc:creator>Alexandre Carvalho</dc:creator> <category><![CDATA[Opinião]]></category> <category><![CDATA[centro]]></category> <category><![CDATA[prioridade]]></category> <category><![CDATA[revitalização]]></category> <guid isPermaLink="false">http://vivendocidade.com/?p=4811</guid> <description><![CDATA[Precisamos saber dos candidatos à prefeitura de São Paulo o que eles vão fazer para revitalizar o centro e pedimos a sua opinião, Além disso, que mais?<p><a
href="http://vivendocidade.com/prioridade-de-governo">Prioridade de governo</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/prioridade-de-governo"></g:plusone></div><p>Discordo que devamos discutir com os candidatos a prefeito de São Paulo vários temas sobre as necessidades de São Paulo. Explico: estou cansado de políticos que falam que suas prioridades são a saúde, educação, transporte, emprego, meio ambiente, cidadania, justiça, responsabilidade social, consciência ambiental, etc.</p><p>Resumindo: quem tem tudo como prioridade, não tem nada.</p><p>Mas a pauta de assuntos ainda não está decidida e queremos focar, se dependesse exclusivamente de mim, em um único assunto, que além de há anos ser deixado de lado pelos governantes, desde anteontem está na crista da onda: <strong>a revitalização do centro da cidade</strong>.</p><p><center><img
src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/01/largo-memoria.jpg" alt="largo-memoria" title="Largo da Memória" width="550" height="368" class="alignnone size-full wp-image-4821" /></center></p><p>Para você que não conhece o centro da cidade (de São Paulo no caso) apenas porque ele é &#8220;sujo e fedido&#8221;, não vou perder meu tempo discutindo. Eu quero escrever para você, (e)leitor, que gosta do centro da cidade, adora &#8220;se perder&#8221; pelas galerias da cidade, e descobrir em uma ou outra esquina, um restaurante diferente, uma lanchonete com bons preços e lanche saboroso. Isso sem falar na infinidade e na variedade de lojas dos mais variados artigos.</p><p><span
id="more-4811"></span></p><p>Para mim, e para vocês, o centro da cidade é a sua alma. É lá que você mistura o presente com o passado. Apenas e tão somente por isso já seria motivo suficiente para que a revitalização do centro fosse prioridade máxima de um governo, dentro de um cronograma obviamente, que não deixasse de lado as outras áreas que também necessitam de atenção por parte do prefeito.</p><p>É por essas e outras que precisamos saber dos aspirantes a prefeito de São Paulo, qual seria a solução para a &#8220;limpeza&#8221; do centro de São Paulo. Não essa &#8220;limpeza&#8221; que a PM começou a fazer semana passada, que mais parece um varrer a lixeira para debaixo do tapete. Ou uma brincadeira de esconde-esconde, como já apontado por um órgão de imprensa. A PM chega, a galera sai. A PM vai embora, a galera volta.</p><p>Não é nada disso que queremos e não é nada disso que um prefeito precisa fazer. Mas quem será que tem um plano responsável para a revitalização do centro de São Paulo. Eu confesso que apenas por essa prioridade eu seria capaz de decidir meu voto.</p><p>Mas e você, (e)leitor. Além da revitalização, qual a sua prioridade. Escreva para nós e daremos andamento à sua demanda.</p><p><a
href="http://vivendocidade.com/prioridade-de-governo">Prioridade de governo</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7zfivvxrtMqqATIRfKCkV_TIBa8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7zfivvxrtMqqATIRfKCkV_TIBa8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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href="http://vivendocidade.com/a-fajutice-da-lei-dos-ficha-limpa">A fajutice da lei dos ficha limpa</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/a-fajutice-da-lei-dos-ficha-limpa"></g:plusone></div><p>Olá amigos, antes de partirmos para o texto-convidado de hoje, é importante lembrar que o Vivendocidade não só aceita como incentiva todas as pessoas enviarem seus textos para serem publicados neste espaço.</p><p>Para enviar seu material, lembre-se das seguintes regras:</p><p>1 &#8211; O texto tem que ser relacionado ao conteúdo do site;<br
/> 2 &#8211; Ele precisa ser aprovado pelos <strike>gênios</strike> membros da equipe;<br
/> 3 &#8211; Não tem regra 3.</p><p>Entre em contato , ou pelo <a
href="http://www.twiter.com/gaho" target="_blank">twitter</a> ou sei lá como.</p><p>Lembrando a todos que a opinião expressa não tem nada a ver comigo!!</p><p>No post de hoje, o amigo Leandro M. Deon escreve sobre a lei da ficha limpa&#8230;</p><p>&nbsp;</p><p><center><strong>A FAJUTICE DA LEI DOS FICHA LIMPA</strong></center><br
/><center><em>Por Leandro M. Deon*</em></center></p><p><center><img
src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/01/cesto-roupa-suja.jpg" alt="cesto-roupa-suja" title="cesto-roupa-suja" class="alignnone size-full wp-image-4814" /></center></p><p>Festejada como uma das mais importantes iniciativas populares para a moralização da política no Brasil – e comparada com a mobilização pelas eleições diretas em 1984 – a Lei da “Ficha Limpa” chegou ao final de 2011 comprovando não apenas a sua burrice como também a sua ineficácia.</p><p><span
id="more-4813"></span></p><p>Jader Barbalho, um dos envolvido no maior escândalo de desvio de verbas da história brasileiro (o da SUDAM), tomou posse como senador eleito pelo estado do Pará no último dia 28 de dezembro de 2011, após ter sido considerado inelegível depois da eleição.</p><p>Vejamos bem a sua natureza contraditória. Nas democracias avançadas do planeta, a menor suspeita de ações erradas – nem precisa ser um crime previsto em lei – por parte de um eventual candidato já é suficiente para que este recolha suas asinhas e se contente em ser um cidadão comum para o resto de sua vida.</p><p>No Brasil, é diferente. Sendo popular, ele se elege. Então, para que a democracia seja salvaguardada de se tornar um reino de espertalhões, se cria uma lei adicional para que impeça o cidadão corrupto de ser candidato, e assim o povo tenha a liberdade de escolher apenas entre candidatos honestos. Então, o povo precisa de uma lei para defende-lo de si mesmo.</p><p>A lei é ridícula.</p><p>Eu admito que quando o Congresso (aliás, mais especificamente, o burocratão Michel Temer) aceitou votar o projeto apenas com a condição de penalizar apenas os já condenados (e não os processados, como se queria no princípio), os seus próprios proponentes (um bando de ONGs assistido juridicamente pela OAB) sabiam que estavam acionando a descarga sobre qualquer possibilidade da Ficha Limpa servir para a moralização política.</p><p>Era um sacrifício necessário para dar um epílogo à farsa, ou dar um enterro decente a 2 milhões de assinaturas. Às vezes, perdem-se os dedos para salvarem-se anéis de bijuteria.</p><p>Não existia um meio-termo. Nem pode existir. Ou a lei veta os processados (o que seria uma farra para opositores políticos se livrarem de seus adversários), ou veta os condenados (atingindo, então, uma esdrúxula minoria de ex-políticos peneirada após dezenas de mecanismos judiciais e de protelação das sentenças).</p><p>Nesse último caso, os únicos que podem realmente ser barrados são aqueles que se aposentaram de qualquer pretensão eleitoral, e que já passaram por 10-20 anos de manobras para impedirem uma condenação definitiva. Ou seja, mais que a vida útil de um político.</p><p>&nbsp;</p><p>*<strong>Leandro M. Deon</strong> (ou “Renan”, ou “Asparuk”, ou “Amercesto”), o lado obscuro do Vivendocidade, nasceu em meados do século passado, cumprindo pena em História nas proximidades do presídio da cidade medieval de Caxias, a do Sul. Libertado após pagar pesada fiança, refugiou-se no estado de São Paulo, em uma desconhecida localidade do interior, onde passa o tempo tentando se igualar a J. M. Turner ou lendo os livros do escritor equatoriano Rúben Solomón, que depois descobrimos ser apenas mais um de seus nomes falsos. Também toca o blog <a
href="http://caminhar-damasco.blogspot.com/" target="_blank">Caminho de Damasco</a>. Caso venha a ser preso novamente, promete nos comunicar por celular.</p><p><a
href="http://vivendocidade.com/a-fajutice-da-lei-dos-ficha-limpa">A fajutice da lei dos ficha limpa</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iIIoPW4HudDFx_giUmovJdLX6lA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iIIoPW4HudDFx_giUmovJdLX6lA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iIIoPW4HudDFx_giUmovJdLX6lA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iIIoPW4HudDFx_giUmovJdLX6lA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><div class="feedflare">
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href="http://vivendocidade.com/a-cracolandia-e-nossa-cidade-livre-dos-mendigos">A Cracolândia é nossa Cidade Livre dos Mendigos</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> ]]></description> <content:encoded><![CDATA[<div
name="googleone_share_1" style="position:relative;z-index:5;clear:left; float: left; margin-right: 10px; margin-top:10px;"><g:plusone size="tall" count="1" href="http://vivendocidade.com/a-cracolandia-e-nossa-cidade-livre-dos-mendigos"></g:plusone></div><p>Para todo mundo que não conhece nossa cidade, ouvir falar da Cracolândia cria uma imagem de um parque ou algo parecido, onde as pessoas entram e saem talvez e lá dentro o consumo de drogas é liberado. E exatamente isso o bairro não é.</p><p>A região, que desde sempre recebeu todo tipo de baixo comércio, prostituição e pequenos furtos se tornou o que é hoje não apenas pelo problema das drogas, que é muito sério e deveria ser encarado de frente por todas as pessoas, mas também pelo nosso próprio comodismo ao esconder todos os nossos problemas e empurrá-los para debaixo do tapete.</p><p>&nbsp;</p><p
style="text-align: center;"><img
class=" wp-image-4806 aligncenter" title="grande-mentecapto" src="http://vivendocidade.com/wp-content/uploads/2012/01/grande-mentecapto.jpg" alt="grande-mentecapto" width="562" height="360" /></p><p>&nbsp;</p><p>Para a maioria dos paulistanos, é extremamente mais fácil trocar seu caminho e ficar longe dali, exatamente naquela ideia de que se você não me incomodar eu também não te incomodo.</p><p><span
id="more-4805"></span></p><p>Coincidentemente na mesma época do declínio do bairro no final dos anos de 1970 o escritor mineiro Fernando Sabino (1923 &#8211; 2004) publicava a obra considerada como o Dom Quixote brasileiro, batizada de &#8220;O Grande Mentecapto&#8221;, e foi adaptado em filme em 1989, tendo Diogo Vilela no papel principal.</p><p>Nela, acompanhamos Geraldo Viramundo pelo interior de Minas Gerais, apresentando como a vida pode, de modo cômico e emocionante, pode surpreender quando menos se espera.</p><p>Notem este trecho em determinado ponto da narração:</p><p>&nbsp;</p><blockquote><p><em>&#8220;As autoridades, como já se viu, não haviam encontrado no extermínio a solução para o problema da mendicância. Ora, uma luminosa inspiração do Governador Landisbão, no momento em que tomava banho, (&#8230;) Consistia a ideia em fazer construir um local fora da cidade, especialmente destinado aos mendigos, onde seriam concentrados e de onde não pudessem sair. O perigo de que tal providência acabasse esvaziando a cidade e criando outra mais populosa, tal o número de mendigos, era um risco a se enfrentar. Daí a ideia de chamar o local de Cidade Livre dos Mendigos, valendo a ambiguidade da designação entre significar que os mendigos naquele local eram livres, ou que a cidade ficaria livre deles.&#8221;</em></p></blockquote><p>&nbsp;</p><p>Lembrei dessa cena quando assisti a reportagem do dia da retomada do bairro pela polícia, e todas as pessoas saindo de suas tocas e reunidas em frente à praça da estação Júlio Prestes, e naquele momento a viabilidade da ação ficou questionável.</p><p>O que a prefeitura vai fazer com esse povo? Onde eles vão ficar? E a maior pergunta de todas, quanto vai me custar?</p><p><a
href="http://vivendocidade.com/a-cracolandia-e-nossa-cidade-livre-dos-mendigos">A Cracolândia é nossa Cidade Livre dos Mendigos</a> é um artigo originalmente publicado no <a
href="http://vivendocidade.com">Vivendocidade</a></p> 
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