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	<description>Change perspectives</description>
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		<title>InovaÃ§Ã£o social Ã© sobre dar poder as pessoas</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 18:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Mozaiko]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Mozaiko ressurge essa semana (2 a 4 de novembro/2012), atravÃ©s do BHJam (versÃ£o belorizontina do Global Sustainability Jam). Como a Ãºltima ediÃ§Ã£o foi em maio, estamos revendo e repensando o processo, as metodologias e atÃ© a razÃ£o de ser do Mozaiko, o que Ã© muito empolgante para nÃ³s. Principalmente, quando encontramos pessoas alinhadas com [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.facebook.com/Mozaikocc">Mozaiko</a> ressurge essa semana (2 a 4 de novembro/2012), atravÃ©s do <a href="http://www.bhjam.com/">BHJam</a> (versÃ£o belorizontina do <a href="http://www.globalsustainabilityjam.org/">Global Sustainability Jam</a>). Como a <a href="http://www.voel.in/blog/design/mozaiko-3-comes-to-rio/">Ãºltima ediÃ§Ã£o</a> foi em maio, estamos revendo e <a href="http://www.facebook.com/Mozaikocc/posts/356262567798870">repensando o processo</a>, as metodologias e atÃ© a razÃ£o de ser do Mozaiko, o que Ã© muito empolgante para nÃ³s. Principalmente, quando <a href="http://www.facebook.com/Mozaikocc/posts/509300489088185">encontramos</a> pessoas alinhadas com tudo o que acreditamos, e logo aqui, em Belo Horizonte. Estou falando do <a href="http://www.comunidadescriativas.com.br/">Comunidades Criativas</a>, projeto que funciona no CEDTec da <a href="http://www.ed.uemg.br/">Escola de Design da UEMG</a>, e que potencializa a atuaÃ§Ã£o de artesÃ£os na regiÃ£o de Macacos (Nova Lima / MG). Desse encontro, jÃ¡ surgiu uma parceria, que se realizarÃ¡ em 2013, quando o Comunidades Criativas ajudarÃ¡ os artesÃ£os a projetarem os serviÃ§os, que embasarÃ£o seus trabalhos.</p>
<p>Bom, durante esse processo de repensar o Mozaiko, aliado ao desafio sobre sustentabilidade do BHJam, temos lido bastante sobre o assunto, e esse artigo em particular, Ã© muito interessante: &#8220;<a href="systeminnovationforsustainability.com/2012/06/11/system-innovation-for-sustainability-using-systems-thinking-and-design-thinking/?utm_source=IATV&amp;utm_medium=twitter&quot;">System Innovation for Sustainability: Using Systems Thinking and DesignÂ Thinking</a>&#8220;.</p>
<p>Alguns bons insights desse artigo:</p>
<p>A verdadeira inovaÃ§Ã£o nÃ£o deveria comeÃ§ar com a criaÃ§Ã£o de um produto, mas sim identificando novas formas de atender necessidades humanas.</p>
<p><img class="alignright" style="margin-left: 0px; margin-right: 9px;" title="Power to the people" src="http://neterubookstore.com/images/ConsciousDVDS/Allpower.jpg" alt="" width="259" height="259" />Por exemplo, o processo de inovaÃ§Ã£o nÃ£o deveria tentar projetar uma mÃ¡quina de lavar mais eficiente, mas gerar ideias sobre como prover roupas limpas para as pessoas. Dando um passo a trÃ¡s para identificar as necessidades atuais, novos conceitos sÃ£o gerados e novos modelos podem ser projetados. Isso permite mudar o paradigma de desenvolvimento tÃ©cnico, para um novo, que alia a tecnologia com intervenÃ§Ãµes sociais e novos modelos organizacionais.</p>
<p>Ao intervir em um sistema (social ou ambiental), o esforÃ§o deve ser voltado para restaurar ou melhorar a capacidade do prÃ³prio sistema para resolver seu problemas. Ou seja, entregar/oferecer soluÃ§Ãµes prontas, nÃ£o sÃ³ Ã© ineficiente, mas tambÃ©m pode ser prejudicial, pois nÃ£o dÃ¡ poder as pessoas inseridas no contexto de solucionarem, elas mesmas, os seus problemas.</p>
<p>Um exemplo disso Ã© o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lifestraw">LifeStraw</a>, uma espÃ©cie de tubo, que filtra Ã¡guas insalubres. Ã‰ um produto proprietÃ¡rio e caro para os contextos em que Ã© requerido. Por conta disso, para ser implantado precisa de apoio de forÃ§as externas, como campanhas, financiamentos e etc. Mas o problema de acesso a Ã¡gua limpa nÃ£o Ã© sobre a falta de tecnologia apropriada para filtrar a Ã¡gua, mas sim na falta de incentivos para aÃ§Ãµes, que visam restaurar ou amplificar contextos onde a prÃ³pria comunidade seja capaz de purificar sua prÃ³pria Ã¡gua. Ã‰ o caso de um <a href="http://info.anu.edu.au/ovc/media/Media_Releases/2005/January/190105filters">filtro de panela de barro</a> desenvolvido por Tony Flynn. Este filtro pode ser produzido com a mistura da argila e um material de grÃ£o fino orgÃ¢nico, sem a necessidade de fornos. Essa tecnologia Ã© open source (LicenÃ§a livre, nÃ£o proprietÃ¡ria), dessa forma, qualquer um pode produzir os filtros e as comunidades, que enfrentam esse problema, podem se apropriar do conhecimento para tal.</p>
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		<title>Mozaiko 3 comes to Rio!</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2012 22:42:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Emma Jefferies]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[EducaÃ§Ã£o]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Mozaiko]]></category>
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		<category><![CDATA[inovaÃ§Ã£o social]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>AndrÃ© Malherio the Local Leader of IxDA â€“ Interaction Design Association in Rio de Janeiro invited the third and final edition of Mozaiko to Rio on June 20th. Eduardo from VoÃ«l and myself welcomed a group of 12 individuals from business, design and entrepreneurship to gather at Comuna in Botafogo, Rio. It was an ideal [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://twitter.com/malheiro">AndrÃ© Malherio</a> the Local Leader of <a href="http://www.ixda.org/">IxDA</a> â€“ Interaction Design Association in Rio de Janeiro invited the third and final edition of <a href="http://www.mozaiko.cc/">Mozaiko</a> to Rio on June 20<sup>th</sup>. Eduardo from <a href="http://www.voel.in/">VoÃ«l</a> and myself welcomed a group of 12 individuals from business, design and entrepreneurship to gather at <a href="http://comuna.cc">Comuna</a> in Botafogo, Rio. It was an ideal location in Rio, centrally located with an in and outdoor space with a relaxed atmosphere, plus they made amazing food for the day â€“ I found myself eating <a href="http://gracekitchencorner.blogspot.co.uk/2008/06/totally-chocolate-chocolate-chips.html">Nigella Lawson cookies</a>!</p>
<p>I know that design thinking as a mindset is quite new to companies in Brazil, and the night before the workshop I was asked to do a presentation to an audience of people with an interest in social innovation. When AndrÃ© introduced me he put into perspective how new the program really is. From my point of view, Mozaiko is an initiative to solve the problems that really matter to people in Brazil by turning their solutions into social businesses, but AndrÃ© saw that not only is the concept of design thinking new, but that applying it to the fostering of social entrepreneurship was a step further. From his point of view he was very interested to see how the Mozaiko team captured insights in context from real people out in Rio, and formed them into social business ideas in just one day.</p>
<p>I have always known that context is important, but I never realized just how important it was until my work on Mozaiko. I realised when analysing the data from the <a href="http://www.emmajefferies.com/blog/mozaiko_1st">first</a> and <a href="http://www.emmajefferies.com/blog/mozaiko_2nd">second</a> Mozaiko workshops that because I donâ€™t have the knowledge of the context that <a href="http://www.voel.in/">VoÃ«l</a> have, without their help to synthesise the insights, my own synthesis would have been very general and not shown the deep understanding that can come from using design thinking approaches â€“ Â having the knowledge of the context is key. So in the third workshop it was important that I made all the participants aware that they were co-researchers and co-analysers, and that whoever was investigating a context would carry on and translate their insights into a social business idea â€“ making the session more focused, and getting the participants involved in more of the work!</p>
<p><a href="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0109.jpg"><img src="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0109-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a></p>
<p>So using similar tools as before, we took three groups to the local street market, the <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Favela">favela</a><strong>,</strong> and a street that was close by to capture insights about what mattered to the local people. In Belo Horizonte and Recife the participants had found it easy to engage with people on the street, however this was not the case in Rio where the participants found it hard to get people talking. This was a reminder that Brazil includes people from many different cultures â€“ one thing I did learn about the favela (and this comes back to context again) was that each different favela in and around Rio has their own problems and one single solution cannot cover them all.</p>
<p><a href="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0121.jpg"><img src="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0121-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a></p>
<p><a href="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0134.jpg"><img src="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0134-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a></p>
<p>From this insight we created the wall of possibilities, creating <a href="http://www.dunneandraby.co.uk/content/bydandr/496/0">What-Ifâ€™s</a> with the whole group.Â  In the local market they had found that good produce was being thrown away unused, the sellers did not come together as a community of businesses, and there was no formal support for business development. Most of the favelas began at the foot of massive hills and spread upwards over time in a chaotic manner, without any infrastructure or utilities. Because of this, the residents of the favelas are keen to become more self-sufficient so that they do not have to keep travelling the long distances up and down the hills to access services.</p>
<p>When Mozaiko participants talked with people on the streets of Rio, they found there was a lack of engagement from elder people in society and lots of problems with traffic. For each context that the participants engaged with over the day, they summarized insights and created their own questions (see below) from which to develop a new service or system for the local community they had ventured into.</p>
<p><a href="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0216.jpg"><img src="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0216-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a></p>
<p><a href="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0217.jpg"><img src="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0217-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a><br />
<a href="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_02181.jpg"><img src="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_02181-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a></p>
<p>By the end of the day we had three new social business ideas for the local community. The first idea was to create a whole new ecosystem from the market waste products by presenting them in a food show or turning them into new products to generate money, that would then be fed back into the market itself â€“ with the idea of turning it into a really well-known market and then providing the stallholders with business support and advice.</p>
<p>I found the idea of developing an ecosystem for the local market so interesting as, although it was more complex to get to the solution, the idea would get all the stakeholders gathered together so they can deliver more value in a sustainable way. Also I found it interesting that the team had started to use a customer journey map â€“ they did this because they could not say what the customer experience would be, as they were not sure of the end service yet, so they started to map the touchpoints they would need to build and prototype the ecosystem in order to bring the right parties together (see image below).</p>
<p><a href="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0166.jpg"><img src="http://www.emmajefferies.com/wp-content/uploads/2012/09/DSC_0166-1024x680.jpg" alt="" width="614" height="408" /></a></p>
<p>The second business idea was to develop a brand and identity for the whole favela so that people would be drawn to the area, rather than feeling ashamed of living there. The third business idea was to help the carers of older people to reengage with their communities through an interactive watch that connected them with people in their area.</p>
<p>Again it was another insightful experience working with Mozaiko and it was great working with such interesting people. Reflecting back on my time with Mozaiko it has been a personally enriching experience, where I have met and worked with 52 individuals from all different kinds of background, and have seen that they all have a passion for making a difference in Brazil and want to learn new way of achieving this. I have come to understand and appreciate the contexts we have worked in through the insights our participants have gathered â€“ although I donâ€™t full understanding the context of Brazil, I now have a better knowledge of the issues the people there face on a daily basis.</p>
<p>To me having been in Brazil and seen how it is rapidly growing, I can see how initiatives such as Mozaiko are needed â€“ and how Mozaiko itself has been successful at training individuals in a new approach to developing solutions to social problems.Â  Although itâ€™s still in the early stages, initiatives like this are needed to work alongside businesses and NGOs developing services that look not only to profit, but also to deliver real value by addressing peopleâ€™s needs â€“ I believe this makes business sense. If you have not read Richard Bransonâ€˜s book â€˜<a href="http://www.amazon.co.uk/Screw-Business-Usual-Richard-Branson/dp/0753539799">Screw business as Usual</a>â€™ itâ€™s a must!. The main thing I took away from reading his book is that people see profit as a bad thing and giving money as a good thing, but Branson would argue that social ventures have to make money to be sustainable. This is the intent for Mozaiko over the next year: to work alongside NGOs in building enterprises that address peopleâ€™s real needs. I now know that the approaches of design thinking can be used to find peopleâ€˜s mutual â€˜whyâ€™ and to identify the value to be exchanged between all parties â€“ I think this is what makes design thinking different, you need to find everyoneâ€™s common ground before they start working together. I know Mozaiko has a lot to offer people and will continue to evolve in an organic way as it has done with each edition. I know that <a href="http://www.voel.in/">VoÃ«l</a> have some great plan for Mozaiko in the future that they are starting to put into action â€“ <strong>watch this space!</strong></p>
<p>Looking back at my time at <a href="http://www.voel.in/">VoÃ«l</a>, it has been great to provide the team with an initiative that gives them energy, and that they can continue to learn through. <a href="http://www.voel.in/">VoÃ«l</a>â€™s â€˜Whyâ€™ is learning, and they founded their company to do social good from the start. Although it is sad for my visit to end, it is really warming to feel that I have not only left them with something they can enjoy but also something that I know they will go on to share with new people, forming new partnerships that will ultimately have a positive impact on the people of Brazil â€“ people I have come to learn are so warm and giving. I have also discovered that, if you want to do social good two of the best places to start are in education and healthcare, and I will pursuing my own ideas on developing educational systems during the next stages of my <a href="http://www.emmajefferies.com/blog/internationaldesignalkabout">Walkabout</a> in India with <a href="http://www.idiom.co.in/home.html">Idiom</a>.</p>
<p>Below is a picture of everyone doing the chicken dance!! Some I will later explain in an exploring post.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/voel/sets/72157630395291756/">More photos</a> of Mozaiko Rio.</p>
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		<title>Mozaiko no Rio</title>
		<link>http://www.voel.in/blog/a-empresa/mozaiko-no-rio/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jun 2012 18:06:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Mozaiko]]></category>
		<category><![CDATA[Service Design]]></category>
		<category><![CDATA[design de serviÃ§os]]></category>
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		<category><![CDATA[mozaiko]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ã‰ isso mesmo, a terceira ediÃ§Ã£o do Mozaiko serÃ¡ no Rio de Janeiro! Como tudo aconteceu muito rÃ¡pido, jÃ¡ Ã© semana que vem, dia 30. Estamos muito felizes e ansiosos de poder trabalhar novamente em soluÃ§Ãµes e serviÃ§os que contribuam para resolver problemas complexos da realidade brasileira, ainda mais no Rio. O que aprendemos em [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ã‰ isso mesmo, a terceira ediÃ§Ã£o do <a href="http://www.mozaiko.cc/">Mozaiko</a> serÃ¡ no Rio de Janeiro! Como tudo aconteceu muito rÃ¡pido, jÃ¡ Ã© semana que vem, dia 30.</p>
<p>Estamos muito felizes e ansiosos de poder trabalhar novamente em soluÃ§Ãµes e serviÃ§os que contribuam para resolver problemas complexos da realidade brasileira, ainda mais no Rio.</p>
<p>O que aprendemos em <a href="http://www.voel.in/blog/design/review-da-primeira-edicao-do-mozaiko/">Belo Horizonte</a> e <a href="http://expoidea.com.br/2012/blog/pensamentos-criticos-e-inovadores-foram-temas-de-workshops-na-expoidea/">Recife</a>, e todas as pessoas que conhecemos nas duas cidades foi uma experiÃªncia Ãºnica. Foram 47 participantes representando grandes empresas, ONGs, governos, universidades, agÃªncias de publicidade, startups e bancos. Ã‰ realmente incrÃ­vel atÃ© onde o Mozaiko nos levou e o tanto que nos acrescentou como profissionais e pessoas. Ã‰ por isso, que temos certeza do quanto essa nova experiÃªncia no Rio serÃ¡, tambÃ©m, inesquecÃ­vel. E isso sÃ³ estÃ¡ acontecendo graÃ§as ao apoio do <a href="http://www.facebook.com/groups/ixdarj/">IxDA-Rio</a>, atravÃ©s do nosso amigo <a href="http://twitter.com/malheiro">AndrÃ© Malheiro</a>, que acreditou no projeto tanto quanto nÃ³s.</p>
<p>A ideia Ã© termos um dia de imersÃ£o, onde serÃ£o criadas soluÃ§Ãµes para problemas reais, explorando meios para divergir e criar novos argumentos quanto Ã  forma como entendemos o problema, como exploramos as variÃ¡veis do processo e como toda a informaÃ§Ã£o Ã© integrada, mesmo em contextos complexos.</p>
<p><img class="alignright" title="Mozaiko" src="http://farm8.staticflickr.com/7098/7097018109_18d003cc54_m.jpg" alt="Mozaiko" width="240" height="160" />Mais que aprender os mÃ©todos do Design Thinking, o Mozaiko Ã© para quem se interessa em criar colaborativamente, soluÃ§Ãµes para os problemas sociais que os cercam. SÃ£o bem vindos empreendedores, gestores, pesquisadores, profissionais que atuam na Ã¡rea de design, marketing, educaÃ§Ã£o, inovaÃ§Ã£o, gestores pÃºblicos ou outras pessoas que precisem inovar, criar e repensar modelos de negÃ³cios.</p>
<p>Como em Belo Horizonte e Recife, o workshop serÃ¡ conduzido inteiramente em inglÃªs pela Dra. <a href="http://www.emmajefferies.com/">Emma Jefferies</a>, PhD em Design por Northumbria (UK), que veio a convite da VoÃ«l como consultora para implementaÃ§Ã£o do Mozaiko.</p>
<p>O local do workshop Ã© o espaÃ§o do coletivo <a href="http://comuna.cc/">Comuna</a>, em Botafogo. O Comuna Ã© uma casa multifuncional, que serve como plataforma de convivÃªncia e sobreposiÃ§Ã£o de diferentes ideias, grupos e projetos. Ã‰ um espaÃ§o inspirador, uma atmosfera de ampla liberdade para idÃ©ias e iniciativas.</p>
<p>O bacana Ã© que tambÃ©m conseguimos fechar uma palestra com a Emma, um dia antes, no dia 29, tambÃ©m na Comuna. Ela irÃ¡ fazer uma apresentaÃ§Ã£o geral do projeto e falarÃ¡ sobre a experiÃªncia que vÃªm tendo durante a implementaÃ§Ã£o do projeto ao longo dos Ãºltimos 4 meses. A palestra durarÃ¡ 1h e terÃ¡ entrada franca.</p>
<p><strong>Datas:</strong><br />
Palestra: 29/jun (sexta), 19h.<br />
Workshop: 30/jun (sÃ¡bado), das 9h Ã s 19h. Carga horÃ¡ria: 8h de atividades + 2h para intervalos.</p>
<p><strong>Local:</strong><br />
<a href="http://comuna.cc/">Comuna</a> â€“ R. Sorocaba, 585, Botafogo &#8211; Rio de Janeiro/RJ.</p>
<p><strong>PÃºblico esperado:</strong><br />
Empreendedores, designers, gestores e pesquisadores.</p>
<p><strong>Vagas workshop:</strong><br />
Limitadas a 20 participantes.</p>
<p><strong>InscriÃ§Ã£o:</strong><br />
R$ 195,50 (desconto de 15% Ã  vista) &#8211; <a href="http://www.mozaiko.cc/desconto/">http://www.mozaiko.cc/desconto</a><br />
R$ 230,00 (pagamento com cartÃ£o ou boleto): <a href="http://www.mozaiko.cc/inscricao">http://www.mozaiko.cc/inscricao</a><br />
Material didÃ¡tico, material para a oficina e coffee break incluÃ­dos.</p>
<p><strong>Programa:</strong><br />
09:00 &#8211; Boas vindas<br />
09:30 &#8211; IntroduÃ§Ã£o<br />
09:40 &#8211; Explorar o â€˜WHYâ€™<br />
10:00 &#8211; Mozaiko e o Design Thinking<br />
10:20 &#8211; Design Thinking Etapa 1: Explorar<br />
11:20 &#8211; CriaÃ§Ã£o do mural de possibilidades<br />
12:00 &#8211; AlmoÃ§o<br />
13:00 &#8211; Design Thinking Etapa 2: IdeaÃ§Ã£o<br />
15:00 &#8211; Design Thinking Etapa 3: PrototipaÃ§Ã£o<br />
17:00 &#8211; ApresentaÃ§Ã£o<br />
18:00 &#8211; ReflexÃ£o<br />
19:00 &#8211; Fim do workshop</p>
<p>Nos vemos lÃ¡!</p>
<p><img class="alignnone" title="Rio de Janeiro (foto by: Veronica Gunther)" src="http://media.tumblr.com/tumblr_m5l8rrRkTy1qh1f7o.jpg" alt="Rio de Janeiro (foto by: Veronica Gunther)" width="500" height="500" /></p>
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		<title>Santiago Design</title>
		<link>http://www.voel.in/blog/design/santiago-design/</link>
		<comments>http://www.voel.in/blog/design/santiago-design/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 29 May 2012 21:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[chile]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Semana passada estivemos em Santiago, no Chile, a priori para o Demo Day do Start-up Chile, mas que acabou se desdobrando em uma sÃ©rie de encontros interessantes e inspiradores. O Start-up Chile em si, Ã© uma iniciativa muito interessante e que pode ensinar muito a outros governos da amÃ©rica latina, especialmente o Brasil, que tem [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada estivemos em Santiago, no Chile, a priori para o <a href="http://www.demodaychile.com">Demo Day</a> do <a href="http://startupchile.org/">Start-up Chile</a>, mas que acabou se desdobrando em uma sÃ©rie de encontros interessantes e inspiradores.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-100" title="Demo Day - Startup Chile" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1019.jpg" alt="Demo Day - Startup Chile" width="640" height="425" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1019.jpg 640w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1019-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>O Start-up Chile em si, Ã© uma iniciativa muito interessante e que pode ensinar muito a outros governos da amÃ©rica latina, especialmente o Brasil, que tem tantas start-ups. O incentivo do governo chileno para que os jovens empreendam Ã© muito bacana e isso faz muita falta no Brasil e especialmente em Minas Gerais, que tem toda uma tradiÃ§Ã£o de que a melhor carreira profissional Ã© ser funcionÃ¡rio do governo, mas isso Ã© papo para um outro post.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-101" title="Demo Day - Startup Chile" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1011.jpg" alt="Demo Day - Startup Chile" width="640" height="425" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1011.jpg 640w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1011-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-104" title="Demo Day - Startup Chile" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_10601.jpg" alt="Demo Day - Startup Chile" width="640" height="425" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_10601.jpg 640w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_10601-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>O Demo Day que o Start-up Chile promove Ã© uma oportunidade para que 30 start-ups selecionadas possam se apresentar para investidores e depois de outro processo de seleÃ§Ã£o uma delas pode ganhar um investimento considerÃ¡vel do prÃ³prio Start-up Chile. Tive boas conversas com algumas start-ups, que se apresentaram no Demo Day, como o <a href="http://jogabo.com">Jogabo</a> e o <a href="http://www.escapeswithyou.com/">Escapes With You</a>. AlÃ©m de start-ups chilenas tambÃ©m haviam negÃ³cios do Brasil, da FranÃ§a, dos EUA, entre outros paÃ­ses. Confesso, que acho estranho uma iniciativa governamental chilena incentivar start-ups de outros paÃ­ses, afinal a ideia seria fomentar o mercado local ou nÃ£o? Mas enfim, a ideia do evento em si, para mim Ã© louvÃ¡vel, sÃ³ senti que algumas start-ups precisam trabalhar melhor e saber comunicar melhor, o valor dos seus projetos. Em algumas apresentaÃ§Ãµes, era simplesmente impossÃ­vel entender o modelo de negÃ³cio e principalmente o valor entregue para o cliente. Por isso tenho certeza que o pessoal da <a href="http://www.bombacamp.com/">BOMBA_camp</a>, uma aceleradora de start-ups com foco em Design do Chile, tem muito trabalho para fazer.</p>
<p>A princÃ­pio a ideia era sÃ³ participar do Demo Day, mas o Arne van Oosterom da <a href="http://www.designthinkers.nl/">Design Thinkers</a> e o pessoal da BOMBA_camp nos convidaram para participar dos workshops, que o Arne fez com o <a href="http://www.corfo.cl/">Corfo</a> para introduzir o mindset do Design Thinking e com o prÃ³prio Start-up Chile, para mostrar a algumas start-ups como funciona o <a href="http://www.slideshare.net/designthinkers/beta-version-serviceinnovationcanvas">Service Innovation Canvas</a>, que <a href="http://www.voel.in/blog/design/review-da-primeira-edicao-do-mozaiko/">utilizamos no Mozaiko</a>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-102" title="Workshop - Startup Chile" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1120.jpg" alt="Workshop - Startup Chile" width="640" height="425" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1120.jpg 640w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/DSC_1120-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>E para fechar a semana, fomos convidados pela <a href="http://www.innovacionsocial.cl/">Constanza Miranda</a> para uma apresentaÃ§Ã£o, muito interessante por sinal, que ela fez para a <a href="http://www.ing.puc.cl/">Escola de Engenharia da Universidade CatÃ³lica do Chile</a>, sobre metodologias de Design aplicadas ao contexto da engenharia. Foi uma Ã³tima oportunidade para conversar com a Constanza sobre UX e Mozaiko e conhecer outros designers chilenos como oÂ Diego GÃ³mez Venegas e a Gabriela Warner.</p>
<p>A estadia no Chile tambÃ©m foi uma Ã³tima oportunidade de conhecer algumas Ã³timas cervejas artesanais chilenas, como a <a href="http://www.kross.cl/">Kross</a> e a <a href="http://www.szot.cl/">Szot</a>, graÃ§as aos novos amigos da BOMBA_camp, JosÃ© Miguel e Mijael Feldman.</p>
<p><img class="alignnone size-large wp-image-105" title="Szot - Cerveja Chilena" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/foto-1024x1024.jpg" alt="Szot - Cerveja Chilena" width="614" height="614" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/foto-1024x1024.jpg 1024w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/foto-150x150.jpg 150w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/05/foto-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 614px) 100vw, 614px" /></p>
<p>Veja mais fotos:<br />
<object width="400" height="300" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fvoel%2Fsets%2F72157629957065390%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fvoel%2Fsets%2F72157629957065390%2F&amp;set_id=72157629957065390&amp;jump_to=" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=109615" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="400" height="300" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.flickr.com/apps/slideshow/show.swf?v=109615" flashvars="offsite=true&amp;lang=en-us&amp;page_show_url=%2Fphotos%2Fvoel%2Fsets%2F72157629957065390%2Fshow%2F&amp;page_show_back_url=%2Fphotos%2Fvoel%2Fsets%2F72157629957065390%2F&amp;set_id=72157629957065390&amp;jump_to=" allowFullScreen="true" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Review da primeira ediÃ§Ã£o do Mozaiko</title>
		<link>http://www.voel.in/blog/design/review-da-primeira-edicao-do-mozaiko/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 22:54:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Mozaiko]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
		<category><![CDATA[inovaÃ§Ã£o social]]></category>
		<category><![CDATA[mozaiko]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Post orinalmente publicado no blog do CentoeQuatro: http://www.centoequatro.org/blog/primeira-edicao-do-mozaiko Nos dias 14 e 15 de abril aconteceu com o apoio do CentoeQuatro o primeiro workshop do Mozaiko, uma iniciativa sobre EducaÃ§Ã£o e InovaÃ§Ã£o Social idealizada pela VoÃ«l. O Mozaiko Ã© um espaÃ§o para aprender, conectar pessoas e compartilhar experiÃªncias com o propÃ³sito de contribuir com a [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Post orinalmente publicado no blog do CentoeQuatro: <a href="http://www.centoequatro.org/blog/primeira-edicao-do-mozaiko">http://www.centoequatro.org/blog/primeira-edicao-do-mozaiko</a></p>
<p>Nos dias 14 e 15 de abril aconteceu com o apoio do CentoeQuatro o primeiro workshop do <a href="http://www.mozaiko.cc/">Mozaiko</a>, uma iniciativa sobre EducaÃ§Ã£o e InovaÃ§Ã£o Social idealizada pela <a href="http://voel.in/">VoÃ«l</a>.</p>
<p>O Mozaiko Ã© um espaÃ§o para aprender, conectar pessoas e compartilhar experiÃªncias com o propÃ³sito de contribuir com a criaÃ§Ã£o de soluÃ§Ãµes e a resoluÃ§Ã£o dos complexos problemas brasileiros. O objetivo Ã© gerar empreendimentos sociais sustentÃ¡veis, baseados em novos modelos de negÃ³cios, que sejam desejÃ¡veis pelas pessoas, factÃ­veis do ponto de vista tecnolÃ³gico e logÃ­stico e rentÃ¡veis para as organizaÃ§Ãµes envolvidas.</p>
<p>O tema trabalhado na primeira ediÃ§Ã£o foi <em>Como podemos conectar pessoas e organizaÃ§Ãµes provendo meios para que ocupem os espaÃ§os do centro da cidade?</em> A razÃ£o da escolha do tema foi a atuaÃ§Ã£o do CentoeQuatro e que tem importante papel em aÃ§Ãµes, debates e apresentaÃ§Ãµes de grupos culturais de ocupaÃ§Ã£o urbana do centro de Belo Horizonte.</p>
<p>Desta primeira ediÃ§Ã£o participaram 17 pessoas representando ONGs, governo do Estado, Sebrae, agÃªncias de publicidade, startups e bancos. AlÃ©m dos participantes tambÃ©m foram convidados grupos artÃ­sticos e culturais que compartilharam suas histÃ³rias e desafios na ocupaÃ§Ã£o do espaÃ§o urbano de Belo Horizonte. SÃ£o eles: a<a href="http://www.facebook.com/familiaderua"> FamÃ­lia de Rua</a> responsÃ¡vel pelo Duelo de MCs, o coletivo<a href="http://osconectores.wordpress.com/"> Os Conectores</a> e<a href="http://poro.redezero.org/"> Grupo Poro</a>.</p>
<p>O workshop foi facilitado pela inglesa Emma Jefferies, PhD em Design pela<a href="http://www.northumbria.ac.uk/sd/academic/scd/"> Northumbria University</a> e especialista em Design Thinking e Design de ServiÃ§os, e mediado pelos especialistas em Design de InteraÃ§Ã£o e cofundadores da VoÃ«l, Eduardo Loureiro, Marcos Machado, Geovane Rodrigues e Julius.</p>
<p>O workshop foi dividido em duas partes, no primeiro dia os participantes exploraram o contexto do problema proposto e no segundo geraram ideias e prototiparam serviÃ§os que poderiam solucionar o problema.</p>
<p><strong>1Âº dia â€“ Explorando o contexto &gt; ExploraÃ§Ã£o<br />
</strong></p>
<p>O primeiro dia comeÃ§ou com uma grande roda onde todos as pessoas compartilharam o â€œporquÃªâ€ de estarem participando do Mozaiko, suas verdadeiras motivaÃ§Ãµes.</p>
<p><img src="https://lh4.googleusercontent.com/hLYksdnhRObSFCMPz_7BBXg8kRP830xCeXuWkYvwvm2J7RvZgkWRGe7SwSa958Fo6ZXzNobG-uR4TLsFn-C-KwoHVktZKGCygCu5Sd0X5IAaNssqm4Q" alt="" width="640px;" height="426px;" /></p>
<p>ApÃ³s uma explicaÃ§Ã£o sobre o conceito e as aplicaÃ§Ãµes do Design Thinking, foi a hora de ouvir as histÃ³rias dos grupos artÃ­sticos e culturais locais. A cada histÃ³ria relatada os participantes iam documentando em post-its as principais oportunidades, atores envolvidos e problemas enfrentados por cada iniciativa.</p>
<p><img src="https://lh4.googleusercontent.com/_L-ZZrjGCGnhI2ekqAZRgc3VwnkKIK8TRnv0U2iLZfwSbpvDcOu8pfSjr2BBsoBcwv0sRWnVtv8hmhdZobHbmRW3BB9RzOmvY94t_5QeW-Dsxh8bvU4" alt="" width="640px;" height="426px;" /></p>
<p>Com isso foi completado quatro flipcharts de oportunidades, atores e problemas, dois para aspectos culturais e dois para aspectos sociais.</p>
<p>ApÃ³s o almoÃ§o foi hora de dar inÃ­cio Ã  primeira etapa do Design Thinking: ExploraÃ§Ã£o.</p>
<p><img src="https://lh3.googleusercontent.com/HxG5J6p651MqSxfAbJ1mvgypzgc2a37aH_9Z3zFYfgnv8Yp8H_6Jdv-HvVM9779NdbzN1blMDT38nIA5ySlGVPbX-qeDFHa7g5OuhMIMbUfbPuYnKxo" alt="" width="640px;" height="426px;" /></p>
<p>Os participantes se separaram em grupos e foram para rua observar e conversar com as pessoas no centro de Belo Horizonte para identificar suas necessidades, desejos e sonhos e com isso tentar descobrir oportunidades e obter insights. Cada grupo tinha como objetivo documentar o perfil e o comportamento das pessoas em suas rotinas durante o fim de semana, perÃ­odo que costumam ocorrer a maioria dos eventos culturais. Para isso os participantes utilizaram as tÃ©cnicas de â€œPersonasâ€ e â€œDay in Lifeâ€. Depois foi a hora de cada grupo apresentar as descobertas obtidas.</p>
<p><img src="https://lh5.googleusercontent.com/2WRyO37tDg0TLa2mXxClJ7TAbN2CESOq73L2uwbMVyoLA9pJCeMKKYJ40JXJ4BIpyK2VPtvgWYwfYAulKE66BG5HRtJHCzssFKJ43HRh5luEgOhK3SQ" alt="" width="640px;" height="426px;" /></p>
<p>O primeiro dia teve fim com a construÃ§Ã£o colaborativa de um grande mural de possibilidades, construÃ­do de acordo com a inspiraÃ§Ã£o trazida pelos grupos e as descobertas feitas pela etapa de pesquisa com as pessoas nas ruas.</p>
<p><strong>2Âº dia â€“ Gerar ideias e prototipar serviÃ§os &gt; </strong><strong>IdeaÃ§Ã£o</strong></p>
<p>O segundo dia comeÃ§ou com a segunda etapa de IdeaÃ§Ã£o. Uma fase de divergÃªncias para a geraÃ§Ã£o de ideias, a partir da bagagem de conhecimento que tinham obtido com a etapa de pesquisa. A ideaÃ§Ã£o convergiu para quatro macro ideias a serem prototipadas na prÃ³xima fase:</p>
<ul>
<li>Higiene para os moradores de rua;</li>
<li>Compartilhar ideias em espaÃ§os pÃºblicos;</li>
<li>Ajudar pessoas a organizar eventos culturais que utilizem espaÃ§os pÃºblicos;</li>
<li>Conectar pessoas e cultura.</li>
</ul>
<p><img src="https://lh3.googleusercontent.com/35eH8nNf4Yc-JSQWBDqYoYeAW5mdLblfe5bw4K8DDVtf3HjvxOdLBhM8ksaLaHcjbV6K0EXYeuOwPXgNDv245PEVFwDlGr9Xq3CGnkKze0DGHtZsv6I" alt="" width="426px;" height="640px;" /></p>
<p>Antes da prototipaÃ§Ã£o, terceira fase do Design Thinking, a facilitadora Emma fez uma apresentaÃ§Ã£o sobre o â€œService Innovation Canvasâ€, um framework criado pela empresa holandesa Design Thinkers para ajudar na criaÃ§Ã£o de serviÃ§os com foco em pessoas.</p>
<p><img src="https://lh6.googleusercontent.com/JvmZcmvIFOl7wcMq-psm1CAwHz7F6cNOmEsBdC6qGcvA5jeZ7GMxrz0bZSrz2Zf-9-4e6CsOO9ec0Qqq2LEQ_1DUSUuOraxumUZ7-rvahZAcoJ7jGKg" alt="" width="613px;" height="433px;" /></p>
<p>viaÂ <a href="http://www.designthinkers.nl/">http://www.designthinkers.nl/</a></p>
<p>Depois os participantes comeÃ§aram a trabalhar nas ideias de serviÃ§os para as 4 macro ideias geradas na etapa de ideaÃ§Ã£o. Para isso eles utilizaram o â€œStakeholder Mapâ€, um grÃ¡fico onde sÃ£o identificados todos os atores envolvidos no serviÃ§o por grau de importÃ¢ncia, o â€œConcept Mapâ€, um grÃ¡fico onde o serviÃ§o Ã© especificado no que tange sua ideia central, sua implementaÃ§Ã£o, pÃºblico e experiÃªncia a ser projetada e o â€œCustumer Jorneyâ€, um grande grÃ¡fico horizontal onde todos os pontos de contato, da pessoa com o serviÃ§o, sÃ£o mapeados com foco na qualidade da experiÃªncia da interaÃ§Ã£o.</p>
<p>Os serviÃ§os criados foram:</p>
<p><strong>1. Junto e PÃºblico</strong></p>
<p>O que Ã©:<br />
Sistema / rede de produÃ§Ã£o de articulaÃ§Ã£o de eventos pÃºblicos culturais espalhados por toda a cidade</p>
<p>Justificativa:<br />
A pesquisa realizada permitiu a identificaÃ§Ã£o do desejo das pessoas por boas opÃ§Ãµes de eventos culturais nÃ£o apenas no centro, mas perto de suas residÃªncias em seus bairros. Uma das razÃµes Ã© o elevado preÃ§o do transporte pÃºblico. JÃ¡ existe uma quantidade razoÃ¡vel de centros comunitÃ¡rios nos bairros de Belo Horizonte, assim como artistas, que tem grande desejo de se expressar publicamente. Os evento que acontecem na regiÃ£o central geralmente causam problemas de seguranÃ§a, transporte e destruiÃ§Ã£o do patrimÃ´nio pÃºblico. A ideia entÃ£o Ã© pulverizar os eventos para perto das pessoas, para que dessa forma elas tenham a chance de participar da realizaÃ§Ã£o e produÃ§Ã£o de tais eventos e sintam-se motivadas a sair da seguranÃ§a de suas casas e interagir com as pessoas e valorizar os artistas locais.</p>
<p>Como funciona:<br />
ArticulaÃ§Ã£o de diversos atores que possibilitem a criaÃ§Ã£o colaborativa de eventos culturais gratuitos por toda a cidade. A ideia Ã© mapear todos os atores da rede e conectÃ¡-los para que assumam o controle do sistema. Os atores sÃ£o: donos de bares onde os eventos podem ser divulgados, comerciantes que podem aproveitar os eventos regionais, os responsÃ¡veis por centros comunitÃ¡rios e culturais que podem ajudar na divulgaÃ§Ã£o e na realizaÃ§Ã£o dos eventos, lideres comunitÃ¡rios que podem ajudar na produÃ§Ã£o, artistas que alÃ©m de se apresentarem podem ajudar na produÃ§Ã£o e a populaÃ§Ã£o que pode ser incentivada a participar da organizaÃ§Ã£o e da divulgaÃ§Ã£o dos eventos.</p>
<p>Atores:<br />
PopulaÃ§Ã£o, comerciantes, artistas e produtores culturais.</p>
<p><strong>2. Ocupar para gerar valor e troca de conhecimento</strong></p>
<p>O que Ã©:<br />
Rede de pessoas engajadas e articuladas a transformar os espaÃ§os inutilizados da cidade em espaÃ§os de troca de conhecimento e troca de serviÃ§os.</p>
<p>Justificativa:<br />
A pesquisa realizada pelo grupo identificou a necessidade de utilizaÃ§Ã£o dos espaÃ§os pÃºbblicos para o aprendizado e troca de conhecimento. Uma das razÃµes levantadas durante as entrevistas foi que boa parte das pessoas permanecem durante vÃ¡rias horas no centro da cidade devido a fatores como a demora no trÃ¢nsito, ao tempo de trabalho e o deslocamento que geralmente nÃ£o Ã© rÃ¡pido. Estas pessoas possuem a necessidade de atualizaÃ§Ã£o e de busca de conhecimento, assim como a busca por serviÃ§os especÃ­ficos que geralmente nÃ£o sÃ£o fÃ¡ceis pois nÃ£o hÃ¡ sobra de dinheiro que boa parte das vezes Ã© investido integralmente em suas famÃ­lias.</p>
<p>Como funciona:<br />
A proposta criada pelo grupo tinha como objetivo criar uma rede de cidadÃ£os engajados, que ofereceriam seu conhecimento para grupos de pessoas interessadas. A cada seÃ§Ã£o ou mini curso realizado as pessoas receberiam crÃ©ditos para trocar por serviÃ§os e atÃ© mesmo para participar de outros cursos. A iniciativa aconteceria em locais pÃºblicos, que geralmente sÃ£o utilizados como local de passagem ou mesmo para uso de moradores de rua. Com isso, os espaÃ§os poderÃ£o ser utilizados como meio de troca de conhecimento e geraÃ§Ã£o de novos valores.</p>
<p>Atores:<br />
PopulaÃ§Ã£o, educadores, pessoas a procura de serviÃ§os, aposentados.</p>
<p><strong>3. Rush Cultural</strong></p>
<p>O que Ã©:<br />
ServiÃ§o de informaÃ§Ã£o, mapeamento e divulgaÃ§Ã£o das atividades culturais em Belo Horizonte.</p>
<p>Justificativa:<br />
A pesquisa realizada pelo grupo identificou a importÃ¢ncia de informar Ã s pessoas sobre o que acontece na cidade quando alguÃ©m estiver nas imediaÃ§Ãµes de uma atividade.</p>
<p>Como funciona:<br />
O objetivo Ã© criar um banco de dados com o maior nÃºmero possÃ­vel de aÃ§Ãµes culturais que ocorrem na cidade. Em seguida, por meio de parcerias com o poder pÃºblico, disponibilizar informaÃ§Ãµes em espaÃ§os pÃºblicos e eletronicamente (bluetooth, SMS, pontos de Ã´nibus, totem-interativo).</p>
<p>Atores:<br />
PopulaÃ§Ã£o, empresas, organizaÃ§Ãµes culturais, ONGs, governo, associaÃ§Ãµes comunitÃ¡rias, artistas.</p>
<p><strong>4. De cara nova</strong></p>
<p>O que Ã©:<br />
ServiÃ§o para possibilitar que moradores de rua tenham a possibilidade de se higienizar.</p>
<p>Justificativa:<br />
Hoje hÃ¡ um grande nÃºmero de moradores de ruas nas cidades e isso Ã© um fato facilmente constatÃ¡vel. Essas pessoas estÃ£o vivendo nas ruas por diversos motivos, vÃ­cio em drogas, abandono das familias e alguns porque simplesmente nÃ£o se enquadram mais nos padrÃµes da sociedade e decidiram que essa semana a melhor escolha. Muitos desses nÃ£o sÃ£o aceitos em abrigos pÃºblicos, por diversos motivos e esses sÃ£o os que mais sofrem com as condiÃ§Ãµes oferecidas.</p>
<p>Constatou-se que os moradores de rua da Ã¡rea central de Belo Horizonte que, alÃ©m da exclusÃ£o que acontece pela condiÃ§Ã£o social dessas pessoas, eles tambÃ©m se sentiam excluidos da sociedade por motivos de higiene, por estarem sujos e mau vestidos, o que inibia a aproximaÃ§Ã£o dessas a outras pessoas.</p>
<p>Levando-se isso em consideraÃ§Ã£o, pensou-se em uma forma de iniciar uma reintegraÃ§Ã£o dessas pessoas na sociedade atravÃ©s de uma iniciativa que os ajudassem a cuidar de sua aparÃªncia e higiene.</p>
<p>Como funciona:<br />
Articulando agentes pÃºblicos e privados para a construÃ§Ã£o de centros ao redor da cidade, nos locais de maior concentraÃ§Ã£o de moradores de rua, que possibilitem que essas pessoas possam tomar banho, escovar dentes, cortar cabelo e unhas. Esses centros seriam financiados pela iniciativa pÃºblico/privada.</p>
<p>Atores:<br />
Empresas, moradores de rua e populaÃ§Ã£o em geral.<br />
<img src="https://lh5.googleusercontent.com/2S_aCPKIJdk1bdAj2qr1Jl6wTiLeRxqkx0ft9nG_0sivtoZRAgh1U__J424wNOrBPOQeNPT4NfO8eqDcJwugo3KkUg4nCF3yyWo-6Mkeirm63loIQPk" alt="" width="640px;" height="425px;" /></p>
<p>Com isso foi hora de cada grupo apresentar os resultados e as dificuldades de implementaÃ§Ã£o do serviÃ§o no contexto geral. Isso gerou uma grande troca de ideias para melhorias em cada serviÃ§o pensado.<br />
<img src="https://lh6.googleusercontent.com/NVKsxSvCMCe3J7BB8yIEqQzvjIuf1TLL6XeYoo9eqmJ3ObBfXLfhMX_0anjeuYzZmuLvouyMYArvZIj82wIrDKUq9pilLXpnh9UjbkHdWzK2YbI7CY8" alt="" width="640px;" height="426px;" /></p>
<p>E assim terminou essa grande experiÃªncia da primeira ediÃ§Ã£o do Mozaiko, conectando pessoas de diferentes Ã¡reas para experimentar o mindset do Design a partir de um problema real da sociedade.<br />
<img src="https://lh6.googleusercontent.com/V3reBln42gj2A4NtFzF8lIQNcgaIIY-OFIQVVkbU3fWYsTCkTfkSs-dmmSkf5yffcgHBe8_LnWQYxA3YL3Jp5h2FOZsgWIKmj3uKt4SdWY4PdmJdXKM" alt="" width="640px;" height="426px;" /></p>
<p>A segunda ediÃ§Ã£o do Mozaiko aconteceu em Recife durante a feira <a href="http://www.expoidea.com.br/">ExpoIdea</a> no dia 11/05. Se vocÃª tem interesse acompanhe o <a href="http://www.facebook.com/Mozaikocc">Facebook do Mozaiko</a> ou envie um email para <a href="mailto:contato@mozaiko.cc">contato@mozaiko.cc</a></p>
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		<title>O indescritÃ­vel</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 18:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Mozaiko]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>48 horas depois e jÃ¡ nÃ£o sou mais o mesmo. O meu planejamento para hoje era ficar em casa e descansar do intenso fim de semana que tivemos, mas nÃ£o tem como. Eu estou ansioso para dizer isso aqui. NÃ£o hÃ¡ linguagem nesse mundo que consiga descrever o que estou sentindo agora. Simplesmente nÃ£o hÃ¡. [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>48 horas depois e jÃ¡ nÃ£o sou mais o mesmo.</p>
<p>O meu planejamento para hoje era ficar em casa e descansar do intenso fim de semana que tivemos, mas nÃ£o tem como. Eu estou ansioso para dizer isso aqui.</p>
<p>NÃ£o hÃ¡ linguagem nesse mundo que consiga descrever o que estou sentindo agora. Simplesmente nÃ£o hÃ¡. A sensaÃ§Ã£o Ã© de prazer, alegria, orgulho, nostalgia, afliÃ§Ã£o e euforia, mas tudo misturado e ainda nÃ£o Ã© suficiente.</p>
<p>Quando pensamos o Mozaiko, eu sabia que ia ser bom, mas o que aconteceu Ã© diferente de bom. Ã‰ tipo, mÃ¡gico.</p>
<p>E nÃ£o Ã© uma questÃ£o de ter sido um sucesso. Foda-se o sucesso. NÃ£o interessa jargÃµes, termos, prÃ©-conceitos, conceitos ou mÃ©todos. Isso tudo foi sÃ³ um meio para o que realmente importa, a experiÃªncia. Ã‰ ela que importa e sÃ£o os pequenos e grandes detalhes que sÃ£o os responsÃ¡veis por isso.</p>
<p>SÃ³ para citar algumas das coisas que causaram a experiÃªncia: o incrÃ­vel ambiente do <a href="http://www.centoequatro.org/">CentoeQuatro</a>, a comida, o banheiro, a dificuldade com o inglÃªs, as conversas, os jogos para animar e acordar a galera, que a Samile bolou, as discussÃµes, as conversas, as idÃ©ias, a sensaÃ§Ã£o de estar contribuindo para a sociedade, as crÃ­ticas, o lindo caderno de anotaÃ§Ãµes da Oficina Vital Nuvens, as brincadeiras e o conhecimento da Emma, as saÃ­das para conversar com as pessoas da rua, mas sobretudo, cada uma das 29 pessoas, que estavam lÃ¡. Cada uma delas teve um papel indescritÃ­vel para essa experiÃªncia.</p>
<p>Quero de coraÃ§Ã£o agradecer a cada um de vocÃªs: Daniel Lucas, Gabriela Pinheiro Mendes, Simone Guabiroba, Samile Souza, AndrÃ© Rabelo, Matheus Rabelo, Liliane Alves de Carvalho, Andre Rolla InÃ¡cio, Gustavo Sobrino, Juliana MoisÃ©s, Breno Campos, Tanit Savassi, Juliana Minardi, Daniela SimÃµes Alves Teixeira, Fernanda Assis, Caio Werneck e Pedro Bueno. Podem acreditar, o que eu queria nesse momento era estar no CentoeQuatro com cada um de vocÃªs trabalhando no que fizemos nesse final de semana.</p>
<p><a href="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC01624.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-94" title="Pessoas" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC01624-1024x681.jpg" alt="" width="655" height="436" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC01624-1024x681.jpg 1024w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/04/DSC01624-300x199.jpg 300w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /></a></p>
<p>Obrigado InÃªs Rabelo, por ter nos apoiado e cedido esse espaÃ§o maravilho e ter divido com a gente suas impressÃµes e seu conhecimento.</p>
<p>Obrigado Vicente Pessoa, por ter nos apresentado a InÃªs e ter possibilitado tudo isso.</p>
<p>Obrigado Murillo Lima, por ter feito toda a cobertura de fotos e vÃ­deos, alÃ©m de nos ajudar com o inglÃªs e com a logÃ­stica.</p>
<p>Obrigado JÃºlia Andrade Andrade da <a href="http://www.estacaodosaber.art.br/">EstaÃ§Ã£o do Saber</a>, por ter nos convidado para fazer a palestra na quinta-feira, pois sem ela nÃ£o terÃ­amos com a gente 6 pessoas maravilhosas, a Tanit, o Caio, a Daniela, a Fernanda, o Breno e a Juliana.</p>
<p>Obrigado <a href="http://www.samillesousa.com/">Samile</a>, eu te disse e torno a dizer, sem vocÃª o fim de semana nÃ£o teria sido metade do que foi.</p>
<p>Obrigado a todas as pessoas que entrevistamos e conversamos nas ruas do centro de Belo Horizonte.</p>
<p>Obrigado Herbert e Ricardo da <a href="http://3bits.net/">3bits</a>, por terem nos emprestado o projetor, que foi imprescindÃ­vel para a Emma compartilhar sua experiÃªncia com todos.</p>
<p>Obrigado grupos artÃ­sticos e culturais que foram lÃ¡ dividir com a gente suas histÃ³rias, suas angustias, suas vitÃ³rias, seus desafios e seus sonhos. SÃ£o eles: a <a href="http://www.facebook.com/familiaderua">FamÃ­lia de Rua</a> responsÃ¡vel pelo Duelo de MCs (PDR e Rafael Lacerda), o coletivo <a href="http://osconectores.wordpress.com">Os Conectores</a> (AndrÃ© Veloso) e <a href="http://poro.redezero.org/">Grupo Poro</a> (BrÃ­gida Campbell).</p>
<p>Obrigado ao Carlos da <a href="http://www.oficinavitalnuvem.com.br/">Oficina Vital Nuvem</a>, pelo lindo caderno de anotaÃ§Ãµes. Sua histÃ³ria Ã© incrÃ­vel e tenho certeza que ser vocÃª pudesse ter participado com a gente o fim de semana teria sido ainda mais bacana.</p>
<p>Obrigado Adriana Rezende, nossa gerente administrativo-financeiro, que nos ajudou a comprar todo o material que utilizamos no workshop.</p>
<p>Obrigado Denise Eler, pela incrÃ­vel troca de experiÃªncias e conhecimento.</p>
<p>Obrigado, Hugo Baumecker (colchÃ£o), que nos reservou o <a href="http://www.facebook.com/cafecinecitta">CinecittÃ </a>, onde fizemos o happy hour de sÃ¡bado.</p>
<p>Obrigado e toda a equipe de produÃ§Ã£o do CentoeQuatro.</p>
<p>Obrigado a todas as pessoas, que nos apoiaram, divulgaram o Mozaiko e quem por algum motivo nÃ£o pode estar com a gente.</p>
<p>E principalmente, obrigado Emma, pois foi vocÃª o estopim para tudo isso. You are our WHY, Chicken!</p>
<p>Prazer enorme ter sido parte disso. Esse fim de semana aconteceu a <a href="http://pt.scribd.com/doc/6603798/Taz">TAZ</a>, que esperava desde que li esse livro em 1997.</p>
<p>Thanx people!</p>
<p>Foi du caralho!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mozaiko a todo vapor</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 09:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[EducaÃ§Ã£o]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A primeira notÃ­cia nÃ£o Ã© novidade, o Mozaiko jÃ¡ terÃ¡ seu primeiro encontro agora dias 14 e 15 de abril no CentoeQuatro. Estamos empolgadÃ­ssimos! E agora outras duas novidades: &#8211; Semana que vem, dia 12/04 Ã s 19:30, eu (Eduardo) e a Emma estaremos na EstaÃ§Ã£o do Saber, no PÃ¡tio Savassi, para falar sobre Design Thinking, [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-91" title="Mozaiko" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/04/Mozaiko_ID-259x300.png" alt="Mozaiko" width="207" height="240" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/04/Mozaiko_ID-259x300.png 259w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/04/Mozaiko_ID-886x1024.png 886w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/04/Mozaiko_ID.png 945w" sizes="(max-width: 207px) 100vw, 207px" />A primeira notÃ­cia nÃ£o Ã© novidade, o <a href="http://www.mozaiko.cc/">Mozaiko</a> jÃ¡ terÃ¡ seu primeiro encontro agora dias 14 e 15 de abril no <a href="http://www.centoequatro.org/">CentoeQuatro</a>. Estamos empolgadÃ­ssimos!</p>
<p>E agora outras duas novidades:</p>
<p>&#8211; Semana que vem, dia 12/04 Ã s 19:30, eu (Eduardo) e a Emma estaremos na <a href="http://www.estacaodosaber.art.br/">EstaÃ§Ã£o do Saber</a>, no PÃ¡tio Savassi, para falar sobre Design Thinking, InovaÃ§Ã£o Social e Ã© claro, sobre o Mozaiko.</p>
<p>&#8211; O segundo encontro jÃ¡ tem data marcada, 11/05 em Recife, na segunda ediÃ§Ã£o do <a href="http://www.facebook.com/Expoidea2.0">Expoidea Feira do Futuro</a>. Para nÃ³s serÃ¡ uma honra participar do evento, que tem uma proposta incrÃ­vel.</p>
<p>Uma grande notÃ­cia Ã© que o lugar onde faremos essa primeira rodada de workshops, o <a href="http://www.centoequatro.org/">CentoeQuatro</a> agora Ã© um parceiro do Mozaiko, nos cedendo o espaÃ§o gratuitamente. Com isso, praticamente reduzimos nossos custos pela metade e Ã© claro, cortamos o valor das inscriÃ§Ãµes para metade. O <a href="http://www.centoequatro.org/">CentoeQuatro</a>, dessa forma, estÃ¡ contribuindo para tornar o Mozaiko acessÃ­vel para mais e mais pessoas e estamos muito felizes e profundamente agradecidos por isso, pois envolver as pessoas Ã© um dos pilares do projeto.</p>
<p>Este serÃ¡ o tema a ser discutido e trabalhado na primeira ediÃ§Ã£o: &#8220;<strong>Como podemos conectar as pessoas e as organizaÃ§Ãµes provendo meios para que ocupem os espaÃ§os do centro da cidade?</strong>&#8220;. E a razÃ£o da escolha Ã© que fomos inspirados pelo trabalho do CentoeQuatro, que tem importante papel em aÃ§Ãµes, debates e apresentaÃ§Ãµes de grupos culturais de ocupaÃ§Ã£o urbana do centro de Belo Horizonte.</p>
<p>Para nÃ³s, Ã© um desafio incrÃ­vel a ser discutido e trabalhado, pois no que tange a ocupaÃ§Ã£o cultural das cidades, que Ã© importantÃ­ssima, trata-se de uma das questÃµes mais recorrentes e discutidos por toda a classe artÃ­stica brasileira, sobre como criar formas alternativas ao financiamento governamental para os artistas brasileiros.</p>
<p>A ocupaÃ§Ã£o de espaÃ§os da cidade estÃ¡ diretamente relacionada com a prÃ³pria histÃ³ria da sociedade ocidental. A cidade, ou pÃ³lis, na GrÃ©cia, nÃ£o existe sÃ³ pelo fato das pessoas morarem prÃ³ximas, mas por uma iniciativa polÃ­tica. A pÃ³lis era movida pela interaÃ§Ã£o dos seus cidadÃ£os, que expressavam seus interesses e decisÃµes, justamente nos espaÃ§os pÃºblicos da cidade, que eram ocupados tambÃ©m pela arte, com o teatro. Ou seja, os espaÃ§os da cidade Ã© onde os moradores se tornam cidadÃ£os, com direitos, deveres, mas principalmente, interesses comunitÃ¡rios e sociais. As nossas cidades de hoje, sÃ£o herdeiras da antiga pÃ³lis, mas cada vez mais, excluem a possibilidade de ocupaÃ§Ã£o dos espaÃ§os urbanos,Â  que torna as pessoas, de fato, cidadÃ£os.</p>
<p>O desafio por si sÃ³ jÃ¡ Ã© complexo, mas diante da difÃ­cil realidade brasileira e especialmente belo-horizontina, fica mais complexo ainda. A questÃ£o da ocupaÃ§Ã£o de espaÃ§os urbanos Ã© bastante delicada, pois envolve diversos atores (ou stakeholders) e consequentemente diversos interesses. A questÃ£o envolve interesses dos governos locais, de empresas e principalmente da populaÃ§Ã£o. Por exemplo, a atual gestÃ£o da cidade de Belo Horizonte, privatizou vÃ¡rias praÃ§as, que sÃ£o locais pÃºblicos por excelÃªncia. A consequencia disso Ã© que as empresas agora &#8220;proprietÃ¡rias&#8221; de tais praÃ§as passam a determinar o que acontece e o que nÃ£o acontece nessas praÃ§as, o que vai de encontro ao interesse da populaÃ§Ã£o, que nÃ£o tem mais o direito de ocupar o espaÃ§o publico de forma organizada como bem entender, pois precisa de uma permissÃ£o, que pode nÃ£o ser atendida ser nÃ£o for do interesse particular das empresas.</p>
<p>Complexo? Delicado? DifÃ­cil? Com toda a certeza, e nÃ£o poderia ser diferente, pois a nossa sociedade se tornou extremamente complexa, assim como nÃ³s somos complexos. E Ã© isso que nos motiva! Pensamos o Mozaiko para de fato contribuir com a nossa sociedade e para nÃ³s o Design pode contribuir plenamente para isso, pois nos da ferramentas para trabalharmos essas complexidades de forma crÃ­tica, criativa, divergente e apaixonada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novidades sobre o Mozaiko</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[EducaÃ§Ã£o]]></category>
		<category><![CDATA[Mozaiko]]></category>
		<category><![CDATA[Service Design]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Como eu disse no post anterior, novidades surgiriam e aqui estÃ¡ a melhor e maior delas: Emma Jefferies. Se vocÃª segue nosso twitter, jÃ¡ atÃ© sabe. Essa ai lado Ã© a Emma, a principal responsÃ¡vel por colocarmos em prÃ¡tica esse sonho antigo, que Ã© o Mozaiko. Explicando melhor, no meio do ano passado conheci a [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu disse no <a href="http://www.voel.in/blog/a-empresa/um-novo-voo-mozaiko/">post anterior</a>, novidades surgiriam e aqui estÃ¡ a melhor e maior delas: <a href="http://www.emmajefferies.com">Emma Jefferies</a>. Se vocÃª segue nosso <a href="http://twitter.com/voeldesign" target="_blank">twitter</a>, jÃ¡ atÃ© sabe.</p>
<p><a href="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/02/emma.png"><img class="alignright size-full wp-image-89" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Emma Jefferies" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/02/emma.png" alt="Emma Jefferies" width="240" height="345" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/02/emma.png 240w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/02/emma-208x300.png 208w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a>Essa ai lado Ã© a Emma, a principal responsÃ¡vel por colocarmos em prÃ¡tica esse sonho antigo, que Ã© o <a href="http://www.mozaiko.cc/" target="_blank">Mozaiko</a>.</p>
<p>Explicando melhor, no meio do ano passado conheci a Emma por meio de uma das suas vÃ¡rias iniciativas. A partir disso, passei a seguir os seus passos, pois tive interesse no seu trabalho e na sua pesquisa, mas atÃ© entÃ£o, sem nenhuma outra pretensÃ£o.</p>
<p>E foi mais para o final do ano, no meio do turbilhÃ£o do <a href="http://www.interaction-southamerica.org/2011/" target="_blank">Interaction South America 2011</a>, que ela entrou em contato conosco com uma proposta, sinceramente irrecusÃ¡vel.</p>
<p>A proposta era para a VoÃ«l ser a nova estaÃ§Ã£o do seu projeto atual, o <a href="http://www.emmajefferies.com/blog/internationaldesignalkabout" target="_blank">International Design Walkabout</a>. Trata-se de uma aventura internacional, em que ela passa alguns meses em uma empresa de Design e aplica uma espÃ©cie de consultoria, o <a href="http://www.emmajefferies.com/thedesigndoctor" target="_blank">The Design Doctor</a>, alÃ©m de contribuir com os trabalhos da empresa. Segundo ela mesma, Ã© uma forma de aprender como os grandes Designers aprenderam, conhecendo, vivenciando e explorando novas culturas e experiÃªncias.</p>
<p>Neste momento ela estÃ¡ na primeira parada da sua aventura internacional, a renomada empresa de Design de ServiÃ§os, <a href="http://www.designthinkers.nl/" target="_blank">DesignThinkers</a>, da Holanda. E agora Ã© hora de conhecer o Brasil, os brasileiros e como agente faz Design por aqui. A VoÃ«l serÃ¡ a responsÃ¡vel por isso, e a aventura jÃ¡ comeÃ§a agora em marÃ§o, quando ela chega e quando acontecem os primeiros workshops do Mozaiko, que ela irÃ¡ ministrar.</p>
<p>A inglesa Emma Ã© uma premiada designer, pesquisadora, educadora e escritora. Tem PhD em Design pela <a href="http://www.northumbria.ac.uk/sd/academic/scd/" target="_blank">Northumbria University</a> e temos certeza que trarÃ¡ contribuiÃ§Ãµes valiosÃ­ssimas, nÃ£o sÃ³ para nÃ³s, no tempo que ela estiver conosco, como para todos que participarem do <a href="http://www.mozaiko.cc/" target="_blank">Mozaiko</a>.</p>
<p>Por enquanto Ã© isso, estamos muito empolgados com essa histÃ³ria toda e estamos pagando para ver onde vai dar.</p>
<p>Aguarde novas informaÃ§Ãµes sobre os workshops, em breve, muito breve.</p>
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		<title>Um novo voo: Mozaiko</title>
		<link>http://www.voel.in/blog/a-empresa/um-novo-voo-mozaiko/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[A Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[EducaÃ§Ã£o]]></category>
		<category><![CDATA[Mozaiko]]></category>
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		<category><![CDATA[inovaÃ§Ã£o social]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Eu sei, eu sei, isso aqui ficou meio inabitado desde o segundo semestre de 2011. Mas a razÃ£o Ã© mais que vÃ¡lida. AlÃ©m dos nossos projetos com o Google, a Oficina de Imagens, a Ballantine&#8217;s e o ItaÃº Cultural, estivemos totalmente ocupados com o Interaction South America 2011 e o resultado nÃ£o poderia ter sido [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei, eu sei, isso aqui ficou meio inabitado desde o segundo semestre de 2011. Mas a razÃ£o Ã© mais que vÃ¡lida. AlÃ©m dos nossos projetos com o Google, a Oficina de Imagens, a Ballantine&#8217;s e o ItaÃº Cultural, estivemos totalmente ocupados com o <a title="Interaction South America 2011" href="http://www.interaction-southamerica.org/2011/" target="_blank">Interaction South America 2011</a> e o resultado nÃ£o poderia ter sido melhor. Ouvimos muitos elogios tanto das pessoas que conversaram com a gente, quanto nos posts de reviews e nos tweets. NÃ³s estamos extremamente felizes e orgulhosos com o que fizemos e esperamos que tenha gerado bons frutos para todos os envolvidos.</p>
<p>Bom, agora em 2012 a histÃ³ria Ã© outra, mas o desafio Ã© tÃ£o grande quanto (e Ã© disso que a gente gosta). Estamos em um grande processo de redefiniÃ§Ã£o do que Ã© a VoÃ«l, do que queremos fazer de verdade, entre outras coisas. E desde o final do ano estamos planejando um novo projeto de EducaÃ§Ã£o e InovaÃ§Ã£o Social, que sÃ£o Ã¡reas que nos interessam bastante. EducaÃ§Ã£o, porque acreditamos que novas prÃ¡ticas de ensino podem e devem ser experimentadas. E para isso estamos pensando em um modelo de ensino diferenciado, baseado em cocriaÃ§Ã£o para resolver problemas reais da sociedade. E a pegada de InovaÃ§Ã£o Social Ã© mais que bem-vinda, pois vivemos rodeados de problemas, que nÃ£o sÃ³ nos afetam pessoalmente como a sociedade como um todo. EntÃ£o pensamos como seria interessante se as pessoas pudessem aprender sobre Design EstratÃ©gico aplicando as metodologias de Design Thinking (como pesquisa, ideaÃ§Ã£o e prototipaÃ§Ã£o) em problemas reais, gerando ideias e soluÃ§Ãµes para esses problemas para que tudo possa ficar disponÃ­vel e passÃ­vel de contribuiÃ§Ãµes. E mais que isso, passÃ­vel de serem adotadas e financiadas por alguma empresa ou organizaÃ§Ã£o.</p>
<p>O projeto chama-se <a title="Mozaiko.cc" href="http://www.mozaiko.cc/" target="_blank">Mozaiko</a> e Ã© uma plataforma de iniciativas em EducaÃ§Ã£o e InovaÃ§Ã£o Social. O objetivo Ã© realizar workshops e cursos livres sobre Design EstratÃ©gico, Design de InteraÃ§Ã£o, Design Thinking e Ã¡reas relacionadas. De forma dinÃ¢mica, colaborativa e inovadora. Buscando articular mudanÃ§as socioeconÃ´micas, sempre com foco em pessoas e em problemas reais.</p>
<p>O Mozaiko funciona da seguinte maneira:</p>
<p>1. Os participantes dos workshops e cursos irÃ£o trabalhar soluÃ§Ãµes para problemas reais da sociedade;</p>
<p>2. Tudo serÃ¡ documentado no site do Mozaiko, onde outras pessoas poderÃ£o ver, comentar, discutir, propor mudanÃ§as e usufruir das soluÃ§Ãµes ou de parte dos processos das soluÃ§Ãµes;</p>
<p>3. Esse banco de ideias tambÃ©m ficarÃ¡ disponÃ­vel para que empresas e organizaÃ§Ãµes possam apoiar e financiar a realizaÃ§Ã£o das soluÃ§Ãµes.</p>
<p><img class="alignnone size-large wp-image-81" title="Mozaiko: Como Funciona" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/01/ComoFunciona-1024x764.jpg" alt="Mozaiko: Como Funciona" width="590" height="440" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/01/ComoFunciona-1024x764.jpg 1024w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2012/01/ComoFunciona-300x224.jpg 300w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /></p>
<p>O Mozaiko vai comeÃ§ar as atividades em grande estÃ­lo. Estamos trazendo uma pessoa da europa, uma inglesa para ser mais exato, PhD em Design e que trabalha em uma grande empresa de Design Thinking europÃ©ia. Em breve falaremos mais detalhes sobre essa pessoa, mas posso garantir que a experiÃªncia dela serÃ¡ riquÃ­ssima para quem for participar e para os projetos que serÃ£o gerados.</p>
<p>Nosso plano Ã© ter a primeira turma jÃ¡ agora em MarÃ§o. Por isso estamos num processo louco de definiÃ§Ã£o de como serÃ£o esses workshops. E para isso, nada melhor do que entender melhor, quem irÃ¡ participar. EntÃ£o, se vocÃª estÃ¡ interessado no que falei atÃ© agora, sua opiniÃ£o nos interessa bastante! Os dados informados nÃ£o serÃ£o usados para nenhum outro fim e serÃ£o mantidos em sigilo. SÃ£o 19 perguntas que levam cerca 8 minutos para serem respondidas.</p>
<p><strong>Pesquisa:</strong></p>
<p><iframe src="https://docs.google.com/spreadsheet/embeddedform?formkey=dF8ycTNwRjRJSXdJUTFNeWY4MkZaRWc6MQ" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="548" height="3762"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em muito breve, mais informaÃ§Ãµes sobre o Mozaiko.</p>
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		<title>Gamestorming</title>
		<link>http://www.voel.in/blog/design/gamestorming/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 10:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Loureiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[brainstorming]]></category>
		<category><![CDATA[business]]></category>
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		<category><![CDATA[jogos]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O uso de jogos com outros objetivos, que nÃ£o apenas o entretenimento, estÃ¡ se tornando um hype, tanto que jÃ¡ tem empresa especializada e atÃ© congresso sÃ³ sobre o assunto (gamification). Bom, o motivo Ã© muito simples, parece que todo mundo estÃ¡ percebendo o poder dos jogos para motivar as pessoas a fazer o que [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de jogos com outros objetivos, que nÃ£o apenas o entretenimento, estÃ¡ se tornando um <a href="http://mashable.com/2011/07/28/gamification/">hype</a>, tanto que jÃ¡ tem <a href="http://gamification.co/">empresa</a> especializada e atÃ© <a href="http://interface.fh-potsdam.de/Gamification/">congresso</a> sÃ³ sobre o assunto (gamification). Bom, o motivo Ã© muito simples, parece que todo mundo estÃ¡ percebendo o poder dos jogos para motivar as pessoas a fazer o que quer que seja. Com as Ã¡reas de negÃ³cio, design e comunicaÃ§Ã£o (<em>dÃ©jÃ  vu</em>: ok, ok, nem tanto quanto gostarÃ­amos aqui no Brasil), nÃ£o Ã© diferente.</p>
<p>Hypes a parte, Ã© muito interessante perceber que o mercado estÃ¡ se apropriando de algo que tem uma linha de pensamento tÃ£o distinta da que costuma reinar nesse contexto. Para os negÃ³cios atÃ© entÃ£o era vital (e ainda Ã© para muitos)o planejamento estruturado informaÃ§Ãµes passadas e nÃºmeros, a busca por objetivos concretos, e sobre tudo, ter um processo lÃ³gico e previsÃ­vel para alcanÃ§ar tais objetivos. Por outro lado o conceito do Gamestorming vai na contramÃ£o dessa lÃ³gica ao aceitar, e mais que isso, tirar vantagens de resultados imprevisÃ­veis, sÃ³ alcanÃ§ados por um processo nÃ£o linear em que as pessoas precisam interagir ao explorar diversas alternativas e possibilidades.</p>
<p>No vÃ­deo abaixo <a href="http://designthinking.ideo.com/">Tim Brown</a>, CEO da <a href="http://www.ideo.com/">IDEO</a>, explica e demonstra com algumas dinÃ¢micas sugeridas ao pÃºblico a aplicaÃ§Ã£o de games na resoluÃ§Ã£o de problemas.</p>
<p><object width="398" height="374" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2008P/Blank/TimBrown_2008P-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/TimBrown-2008P.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=384&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=392&amp;lang=&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=tim_brown_on_creativity_and_play;year=2008;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=unconventional_explanations;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=the_creative_spark;theme=tales_of_invention;event=Serious+Play+2008;tag=Design;tag=art;tag=creativity;tag=education;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="pluginspace" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="398" height="374" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2008P/Blank/TimBrown_2008P-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/TimBrown-2008P.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=384&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=392&amp;lang=&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=tim_brown_on_creativity_and_play;year=2008;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=unconventional_explanations;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=the_creative_spark;theme=tales_of_invention;event=Serious+Play+2008;tag=Design;tag=art;tag=creativity;tag=education;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p>Gamestorming Ã© um termo que abrange uma sÃ©rie de prÃ¡ticas que utilizam o conceito e a lÃ³gica dos jogos com o intuito de estimular o engajamento e a colaboraÃ§Ã£o entre as pessoas e assim resolver problemas de design, negÃ³cio ou desafios estratÃ©gicos, de maneira criativa. Esse tambÃ©m Ã© o tÃ­tulo do livro lanÃ§ado pela equipe da empresa de visual thinkingÂ <a href="http://www.xplane.com/">XPLANE</a>.</p>
<p>No vÃ­deo abaixo <a href="http://communicationnation.blogspot.com">Dave Gray</a>, fundador da XPLANE fala sobre o conteÃºdo do livro.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/jwcyy4Bv3XI" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>O livro Ã© bastante interessante. Descreve como Ã© a lÃ³gica dos games e como isso se aplica a resoluÃ§Ã£o de problemas. AlÃ©m disso cita uma sÃ©rie de jogos ou tÃ©cnicas que podem ser usados para os mais diversos fins. VocÃª pode ter acesso a esses jogos pelo <a href="http://www.gogamestorm.com/">site do livro</a>, que estÃ¡ sendo alimentado e jÃ¡ possui muito mais jogos, alÃ©m dos que sÃ£o citados no livro, o que foi uma bela iniciativa dos autores. O site <a href="http://innovationgames.com/">Innovation Games</a>Â possui alguns desses jogos e outros em versÃ£o online. E a arquiteta de informaÃ§Ã£o <a href="http://maadmob.com.au/">Donna Spencer</a> tambÃ©m tem um site (<a href="http://designgames.com.au">Design Games)</a> sÃ³ sobre o assunto com interessantes jogos.</p>
<p>Eis as informaÃ§Ãµes que achei mais importantes na primeira parte do livro. NÃ£o encare como um resumo, sÃ³ estÃ¡ aqui o que me interessou mais e algumas coisas sÃ£o reflexÃµes minhas, nÃ£o necessariamente estÃ£o no livro ok?</p>
<p><strong>Argumentos para a realizaÃ§Ã£o do workshop embasado em gamestorming:</strong><br />
&#8211; NÃ£o queremos chegar num resultado prÃ©-determinado e datado.<br />
&#8211; Jogos nos permitem usar a criatividade para seguir por caminhos nÃ£o lineares com o objetivo de resolver problemas que nÃ£o sÃ£o claros e sÃ³ ficam mais perceptÃ­vies Ã  medida que o jogo Ã© jogado.<br />
&#8211; Atuamos com a prerrogativa que o resultado Ã© incerto e difuso e encaramos isso como uma oportunidade para a inovaÃ§Ã£o e nÃ£o uma limitaÃ§Ã£o.</p>
<p><strong>Elementos de um jogo: </strong><br />
&#8211; EspaÃ§o: contexto fora da realidade onde as pessoas se envolvem.<br />
&#8211; Limites: fatores que delimitam o espaÃ§o.<br />
&#8211; Regras: leis que definem o que pode o que nÃ£o pode ser feito no espaÃ§o.<br />
&#8211; Artefatos: Objetivos que as pessoas usam para interagir no espaÃ§o e alcanÃ§ar os objetivos do jogo.<br />
&#8211; Objetivos: O motivo pelo qual o jogo acaba, que levou as pessoas a entrar no espaÃ§o, entender os limites, aceitar as regras e jogar com os artefatos.</p>
<p><strong>EstÃ¡gios de um jogo:</strong><br />
<img class="alignnone" title="Gamestorming" src="http://farm4.static.flickr.com/3258/5864849675_9cf042d1e9.jpg" alt="" width="315" height="112" /><br />
&#8211; Imaginar o espaÃ§o ou mundo (game design): Imaginar em que contexto o jogo vai acontecer.</p>
<p>&#8211; Criar o mundo (game design): Estabelecer limites (limites espaciais e temporais do mundo, com comeÃ§o, fim e fronteiras), regras (leis que governam o mundo) e artefatos (coisas que povoam o mundo) para as pessoas jogarem.</p>
<p>&#8211; Entrar no mundo (jogo em si): ApresentaÃ§Ã£o do mundo, seus limites, regras, artefatos e objetivos para os jogadores.</p>
<p>&#8211; Explorar o mundo (jogo em si): Os jogadores de fato utilizam os artefatos para, atravÃ©s dos limites e respeitando as regras, atingirem os objetivos do jogo, sua motivaÃ§Ã£o principal para jogar.</p>
<p>&#8211; Sair do mundo (jogo em si): Quando os objetivos sÃ£o alcanÃ§ados o jogo acaba.</p>
<p><strong>Projetando o flow do jogo: </strong><br />
<a href="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2011/10/flowgamestorming.jpg"><img class="size-full wp-image-73 alignnone" title="Gamestorming" src="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2011/10/flowgamestorming.jpg" alt="" width="403" height="302" srcset="http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2011/10/flowgamestorming.jpg 960w, http://www.voel.in/blog/wp-content/uploads/2011/10/flowgamestorming-300x224.jpg 300w" sizes="(max-width: 403px) 100vw, 403px" /></a><br />
1. Entrar no jogo instigando a divergÃªncia<br />
2. Instigar a exploraÃ§Ã£o das possibilidades apresentadas<br />
3. Sair do jogo convergindo as ideias exploradas</p>
<p><strong>Dicas para a conduÃ§Ã£o do workshop:</strong><br />
&#8211; Convergir ou fechar tudo o que tiver sido divergido, ou aberto/discutido, mas apenas no final. NÃ£o se preocupar em fechar as ideias logo no inÃ­cio.<br />
&#8211; Improvisar.<br />
&#8211; Fazer perguntas:</p>
<ul>
<li>De abertura: para comeÃ§ar cada jogo explicando as possibildades. Ex.: Quais sÃ£o nossos principais problemas?</li>
<li>De navegaÃ§Ã£o: para mediar as discussÃµes, estimular o grupo ou os participantes ou manter o foco do jogo. Ex.: Isso nos ajuda a chegar onde queremos chegar? Essa discussÃ£o Ã© vÃ¡lida? Vamos guardar isso por hora e discutir novamente no final?</li>
<li>De anÃ¡lise: para explorar ideias que possam surgir: Ex.: Como isso funciona? VocÃª pode citar um exemplo disso ou uma situaÃ§Ã£o real?</li>
<li>De experimentaÃ§Ã£o: para explorar novas possibilidades de ideias que surgirem. Ex.: E se nÃ£o tivessemos essas limitaÃ§Ãµes? Onde mais essas ideias poderiam ser aplicadas?</li>
<li>De conclusÃ£o: para selecionar o que foi gerado e discutido. Ex.: Como podemos priorizar isso? O que Ã© aplicÃ¡vel?</li>
</ul>
<p>&#8211; Sempre estimular o rascunho, o sketch, a experimentaÃ§Ã£o visual.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/voel/6289178456/in/photostream"><img class="alignright" title="Workshop" src="http://farm7.static.flickr.com/6120/6289178456_6fdcfdfd95_m.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a>A VoÃ«l estÃ¡ trabalhando em um projeto que propomos resolver a parte inicial de uma das etapas, a de Design Visual, atravÃ©s de um jogo. Pensamos em toda a sistemÃ¡tica do workshop e aplicamos internamente primeiramente. Analisamos o resultado e fizemos alguns ajustes na dinÃ¢mica para entÃ£o aplicar com o cliente e os resultados foram muito interessantes. Estamos estruturando todas as etapas para postarmos aqui e no prÃ³prio Gogamestorming.com.</p>
<p>Pensar em uma dinÃ¢mica de jogo para resolver um problema de design ou de negÃ³cio Ã© muito interessante. Recomendo a todos! Principalmente quando vocÃª experimenta novos modelos para estimular a criatividade das pessoas, aliÃ¡s coisa que os autores do livro recomendam: experimentaÃ§Ã£o.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://www.voel.in/blog/design/gamestorming/">Gamestorming</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://www.voel.in/blog">VoÃ«l Blog</a>.</p>
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