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		<title>Web Design Experience</title>
		<link>http://blog.talitapagani.com/</link>
		<description>Blog sobre webdesign, usabilidade, arquitetura de informação e design de interfaces</description>
		<language>pt-br</language>
		<copyright>2007-2008. Web Design Experience.</copyright>
		<webMaster>contato@talitapagani.com</webMaster>
		<pubDate>Mon, 6 Oct 2008 9:03:05 -0300</pubDate>
		<lastBuildDate>Mon, 6 Oct 2008 9:03:05 -0300</lastBuildDate>
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			<title>Quero ser Peixe Grande!</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=56</link>
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			<description><![CDATA[ Começou mais uma edição do concurso Peixe Grande, maior premiação de Web Design no Brasil promovida pela Arteccom e, este ano, volto a concorrer ao prêmio nas categorias Freelancer e na recém-criada Blog. Gostaria de pedir a todos que contribuissem com o seu voto (parece até discurso de político, rs)...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.peixegrande.com.br/voto/votar3.asp?acao=votar&user=ok&id=327" target="_blank"><img src="imagens/logo_selo_08.gif" alt="Vote Aqui!" title="Vote Aqui!" align="left" /></a> Começou mais uma edição do concurso <a href="http://www.peixegrande.com.br/" target="_blank">Peixe Grande</a>, maior premiação de Web Design no Brasil promovida pela <a href="http://www.arteccom.com.br" target="_blank">Arteccom</a> e, este ano, volto a concorrer ao prêmio nas categorias Freelancer e na recém-criada Blog.<p><p>Gostaria de pedir a todos que contribuissem com o seu voto (parece até discurso de político, rs):</p><p><a href="http://www.peixegrande.com.br/voto/votar1.asp?acao=votar&user=ok&id=478" target="">Vote www.talitapagani.com na categoria Freelancer</a></p><p><a href="http://www.peixegrande.com.br/voto/votar3.asp?acao=votar&user=ok&id=327" target="_blank">Vote blog.talitapagani.com na categoria Blog</a></p><p>Obrigada ;)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Mon, 6 Oct 2008 9:03:05 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Bug do Dreamweaver impede execução do programa</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=55</link>
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			<description><![CDATA[Esta semana experimentei um erro curioso (para não dizer catastrófico) no Dreamweaver CS3 e não tinha como não compartilhá-lo com todo mundo, pois foi simplesmente hilário. Sexta-feira (12/09), estava utilizando o DW normalmente e, quando alterei o valor de um padding para 0, o programa encerrou de modo abrupto....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana experimentei um erro curioso (para não dizer catastrófico) no Dreamweaver CS3 e não tinha como não compartilhá-lo com todo mundo, pois foi simplesmente hilário. Sexta-feira (12/09), estava utilizando o DW normalmente e, quando alterei o valor de um <em>padding</em> para 0, o programa encerrou de modo abrupto. Tentei abrí-lo novamente <em>n</em> vezes, mas ele fechava ainda na <em>Splash Screen</em>, exatamente no momento do <em>Loading Cache</em>. Perguntando a alguns colegas e ao <a href="http://www.google.com.br">"Oráculo"</a>, acreditando que pudesse ser realmente algum problema de cache. Tentei excluir arquivos do site cache, modificar outras configurações diretamente na pasta do aplicativo, mas o problema persistia.</p><p>Relutando em utilizar outro editor, baixei uma versão portable do DW. Pois ele apresentou o mesmo erro. Reinstalei então o DW e... nada.</p><p>Já sem saída, comecei a utilizar o EditPlus. É um bom editor, entretanto não é tão produtivo para designers quanto o DW, pois não oferece <em>Code Hint</em>, o <em>code coloring</em> não é muito bom, não contém os componentes de Spry, etc.</p><p>Ah, sim, o Spry. Já estava quase começando a crer que o problema era com estes componentes. Para quem não conhece, o Spry é um framework de Ajax da Adobe, independente de ferramenta, que possui diversos widgets, efeitos de componentes, etc, semelhantemente a <a href="http://jquery.com/" target="_blank">JQuery</a>, <a href="http://mootools.net/" target="_blank">Mootools</a>, <a href="http://developer.yahoo.com/yui/" target="_blank" title="The Yahoo! User Interface Library (YUI)">YUI</a>, entre outros, porém é de fácil aprendizado e utilização. Além disso, o DW CS3 já vem com o framework e reconhece as propriedades dele. Enfim, continuando...</p><p>(Estamos quase chegando ao final da odisséia...)</p><p>Bom, nesta quarta-feira (17/09), já conformada que não utilizaria mais o programa no PC da empresa, resolvi, apenas por curiosidade, tentar iniciar o DW... e desta vez funcionou! Bom, fiquei sem entender o que tinha ocorrido, mas o que interessava era saber que ele tinha voltado a funcionar. Eis que a primeira coisa que fiz foi trabalhar em uma folha de estilos. Alterei - novamente - o valor de um <em>padding</em> de 10px para 0. Sim, ele parou de funcionar mais uma vez.</p><p>Até agora você deve estar pensando que o bug tem a ver com este tipo de alteração. Não, este ainda não é o momento hilário.</p><p>Pesquisando um pouco, encontrei um tópico em um Google group oficial do Dreamweaver, em que a Adobe dá suporte a usuários (<a href="http://groups.google.com/group/macromedia.dreamweaver/browse_thread/thread/2bf95dcd3d50f50d/4f6b8d6385dc3466" target="_blank">Dreamweaver CS3 Crashes At Start Up</a>). Já havia acessado esta página anteriormente e visto o link the <a href="http://www.adobe.com/go/tn_15481" target="_blank">Troubleshooting</a> recomendado pelo funcionário da Adobe, mas não havia adiantado. Porém, resolvi continuar lendo o tópico.</p><p>Pelo relato de várias pessoas, parecia que minhas suspeitas estavam certas: o problema poderia ser o website (projeto) no DW que utilizava Spry ou um bug com esta mudança de <em>padding</em> que eu havia feito, pois ambas situações ocorreram com outros usuários que tiveram o mesmo erro. Outras hipóteses seriam conflitos entre DW e Flash ou ZoneAlarm.</p><p>Mas, foi David Powers, autor do livro "The Essential Guide to Dreamweaver CS3", que deu o diagnóstico final:</p><p>Pasmem, mas o DW tem um bug em uma DLL, reconhecido pela própria Adobe, que faz com que o programa quebre se você criar um arquivo que seja exatamente 8.192 bytes ou múltiplo deste valor. A solução é mover a pasta do projeto para outro local ou renomeá-la e adicionar mais alguns bytes ao arquivo. Vi o relato de outro usuário que comentou que um arquivo dele possuia 16.384 bytes (exatamente o dobro). Verifiquei a folha de estilo principal, onde eu estava realizando a mudança de paddings e ocasionou a quebra do DW: 16.384 bytes. Não acreditei quando vi isso, caí na gargalhada e meus colegas também não acreditaram quando eu contei. Coloquei algumas linhas a mais no CSS e pronto, funcionou!</p><p>Apenas complementando: este erro ocorre principalmente com arquivos CSS (ou somente com eles, não tenho certeza).</p><p>Então, fiquem de olho no file size dos seus arquivos quando utilizarem o Dreamweaver ;)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 13:42:05 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Por que documentar uma interface? - parte III</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=52</link>
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			<description><![CDATA[Na última parte do artigo, veremos como estender a documentação de interface ao código CSS através de uma padrão chamado CSSDoc...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CSSDoc &eacute; uma pr&aacute;tica herdada do  JavaDoc e baseada no conceito de DocBlock, que consiste em conven&ccedil;&otilde;es para  organizar coment&aacute;rios de c&oacute;digo de modo que diversos blocos do arquivo possuam  informa&ccedil;&otilde;es relevantes sobre o c&oacute;digo de uma maneira mais padronizada. Atrav&eacute;s  de softwares denominados <em>parsers</em> (como  o <a href="http://sourceforge.net/projects/phpdocu/" title="PHPDocumentor" target="_blank">PHPDocumentor</a>, para o padr&atilde;o PHPDoc), &eacute; poss&iacute;vel gerar uma documenta&ccedil;&atilde;o  completa e naveg&aacute;vel contendo diversos arquivos HTML que descrevem os diversos  blocos de c&oacute;digo utilizando as informa&ccedil;&otilde;es contidas nestes coment&aacute;rios. Um bom  exemplo &eacute; a <a href="http://java.sun.com/j2ee/1.4/docs/api/index.html" target="_blank" title="J2EE 1.4 API Documentation">documenta&ccedil;&atilde;o da linguagem Java</a>, fornecida no site da Sun.  Infelizmente, ainda n&atilde;o existe um <em>parser</em> espec&iacute;fico para o CSSDoc, mas isso n&atilde;o impede que este padr&atilde;o seja utilizado e  muito menos desmerece suas vantagens.</p><p> Com uma boa utiliza&ccedil;&atilde;o do CSSDoc,  mesmo que ainda n&atilde;o haja como gerar uma documenta&ccedil;&atilde;o online, &eacute; poss&iacute;vel fazer  com que os arquivos CSS de um projeto sejam mais intelig&iacute;veis aos outros  membros da equipe, eliminando poss&iacute;veis d&uacute;vidas e facilitando a compreens&atilde;o das  folhas de estilos. Al&eacute;m disso, o conceito do CSSDoc pode ser facilmente  aprendido e n&atilde;o necessita de custo algum para sua implementa&ccedil;&atilde;o, o que permite  que tanto grandes quanto pequenas equipes possam utilizar utiliz&aacute;-lo com efici&ecirc;ncia  e sem restri&ccedil;&otilde;es. </p><p> O projeto open-source idealizado  por Tom Klingenberg, Timo Derstappen e Dirk Jesse ainda est&aacute; em fase de  desenvolvimento e, apesar de relativamente novo &ndash; foi criado em meados de 2007 &ndash;,  &nbsp;j&aacute; possui grande parte da sintaxe  definida. Um breve esbo&ccedil;o sobre a t&eacute;cnica est&aacute; dispon&iacute;vel no <a href="http://cssdoc.net/" title="CSSDoc" target="_blank">site do CSSDoc</a>.</p><p> A sintaxe b&aacute;sica &eacute; a seguinte</p><code> /**<br />  * Coment&aacute;rio<br />  *<br />  * @tag valor<br />*/</code><p>Onde <em>@tag</em> s&atilde;o as poss&iacute;veis tags  que t&ecirc;m a fun&ccedil;&atilde;o de definir uma propriedade do bloco de c&oacute;digo ou do arquivo.</p><p> &Eacute; necess&aacute;rio entender, tamb&eacute;m, os  tipos de coment&aacute;rios que o CSSDoc permite.</p><h2> Coment&aacute;rio do Arquivo</h2><p> &Eacute; a principal descri&ccedil;&atilde;o de um  arquivo CSS, sendo utilizada apenas uma vez por arquivo, no topo. &Eacute; composta  tanto por texto quanto pelas tags que fornecem meta informa&ccedil;&otilde;es sobre o arquivo,  tais como o author do arquivo, vers&atilde;o, etc.</p><h2> Coment&aacute;rios de Se&ccedil;&atilde;o</h2><p> S&atilde;o coment&aacute;rios que abrem se&ccedil;&otilde;es  em arquivos CSS e que pode, ser utilizados para estruturar o c&oacute;digo CSS. N&atilde;o h&aacute;  uma defini&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica do que seria uma se&ccedil;&atilde;o, pois cada designer pode  definir de uma forma diferente. Alguns exemplos seriam: Reset, Layout,  Tipografia, Header, Footer, Conte&uacute;do, etc.</p><h2> Coment&aacute;rios padr&otilde;es do CSS</h2><p> O uso do CSSDoc n&atilde;o limita o uso  os coment&aacute;rios padr&otilde;es do CSS, que podem ser utilizados normalmente para fornecer  informa&ccedil;&otilde;es adicionais aos arquivos CSS.</p><p> Para conferir a lista de tags e  como utiliz&aacute;-las, basta conferir a primeira <a href="http://cssdoc.net/attachment/wiki/CssdocDraft/cssdoc%20-%200.2.5.pdf" title="Documentação do CSDoc" target="_blank">documenta&ccedil;&atilde;o</a> fornecida por Tom  Klingenberg. Um bom exemplo da aplica&ccedil;&atilde;o do CSSDoc &eacute; o <a href="http://www.yaml.de/" title="YAML - Yet Another Multicolumn Layout" target="_blank">framework YAML - Yet Another Multicolumn Layout</a>, desenvolvido por Dirk Jesse.</p><p> Espero que todas as pr&aacute;ticas  abordadas durante est&aacute; s&eacute;rie de artigos sejam de grande ajuda, principalmente  para os profissionais freelancers e pequenas equipes de desenvolvimento que  sempre tentam aplicar uma boa metodologia de trabalho, mesmo vivendo sob a tens&atilde;o  dos prazos de desenvolvimento.</p><p> ;)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 21:12:25 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Novas reformulações no blog</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=53</link>
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			<description><![CDATA[Durante o recesso escolar, uma de minhas "lições de casa" foi fazer uma reestruturação do blog. E as mudanças não se restringiram apenas ao layout, melhorei também alguns recursos e até mesmo a performance do site...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o recesso escolar, uma de minhas "lições de casa" foi fazer uma reestruturação do blog. E as mudanças não se restringiram apenas ao layout, melhorei também alguns recursos e até mesmo a performance do site.</p><p>Bom, vamos a uma rápida lista de mudanças.</p><h2>Layout e Arquitetura de Informação</h2><p>Na versão anterior do blog, não gosto muito do header, principalmente. Então resolvi deixar ele e os outros elementos da página consistentes com a identidade visual do meu <a href="http://www.talitapagani.com" title="TalitaPagani.com">portifólio</a>, apenas modificando levemente o estilo. Dessa forma, a associação entre ambos os sites é fortalecida.</p><p>Outra grande mudança foi a organização do conteúdo. Os <em>posts</em> agora estão do lado esquerdo, em uma área mais valorizada. A primeira coluna secundária contém links relativos ao conteúdo do blog (feed, bookmark, arquivo, etc.), enquanto que a última coluna é para informações mais pessoais, com um breve perfil sobre o blog e sobre mim, além de links para outros blogs interessantes. A caixa de busca também ganhou nova localização, ficando mais destacada no topo.</p><h2>Compartilhamento</h2><p>Resolvi colocar novamente a API de compartilhamento do <a href="http://delicious.com" title="Delicious - bookmark on the Web">delicious</a>, que havia ficado de fora da versão anterior por um pequeno lapso de memória.</p><p>E o melhor: o famoso widget <a href="www.addthis.com" title="Add This">Add This</a> agorá está presente na página de cada post, facilitando o compartilhamento do conteúdo do blog com o serviço favorito do visitante.</p><h2>Paginação</h2><p>Este é um recurso que tem grande impacto sobre a performance. Antigamente, todos os artigos postados até hoje apareciam na página inicial, o que fazia com que o site demorasse muito tempo para carregar. Agora, com os registros paginados, são mostrados apenas 5 <em>posts</em> por página.</p><p>Os rótulos de navegação também seguem uma nomenclatura lógica: na página 1 (default) o link ativo é "Anteriores" e não "Próximos", afinal, o visitante deseja ver os posts anteriores. Me baseei em sistemas atuais como o <a href="http://www.gmail.com">GMail</a> e o Delicious para adotar este padrão.</p><p>Espero que todos apreciem as mudanças e enviem seu <em>feedback</em>.</p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 01:58:05 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Por que documentar uma interface? - parte III</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=52</link>
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			<description><![CDATA[Na última parte do artigo, veremos como estender a documentação de interface ao código CSS através de uma padrão chamado CSSDoc...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CSSDoc &eacute; uma pr&aacute;tica herdada do  JavaDoc e baseada no conceito de DocBlock, que consiste em conven&ccedil;&otilde;es para  organizar coment&aacute;rios de c&oacute;digo de modo que diversos blocos do arquivo possuam  informa&ccedil;&otilde;es relevantes sobre o c&oacute;digo de uma maneira mais padronizada. Atrav&eacute;s  de softwares denominados <em>parsers</em> (como  o <a href="http://sourceforge.net/projects/phpdocu/" title="PHPDocumentor" target="_blank">PHPDocumentor</a>, para o padr&atilde;o PHPDoc), &eacute; poss&iacute;vel gerar uma documenta&ccedil;&atilde;o  completa e naveg&aacute;vel contendo diversos arquivos HTML que descrevem os diversos  blocos de c&oacute;digo utilizando as informa&ccedil;&otilde;es contidas nestes coment&aacute;rios. Um bom  exemplo &eacute; a <a href="http://java.sun.com/j2ee/1.4/docs/api/index.html" target="_blank" title="J2EE 1.4 API Documentation">documenta&ccedil;&atilde;o da linguagem Java</a>, fornecida no site da Sun.  Infelizmente, ainda n&atilde;o existe um <em>parser</em> espec&iacute;fico para o CSSDoc, mas isso n&atilde;o impede que este padr&atilde;o seja utilizado e  muito menos desmerece suas vantagens.</p><p> Com uma boa utiliza&ccedil;&atilde;o do CSSDoc,  mesmo que ainda n&atilde;o haja como gerar uma documenta&ccedil;&atilde;o online, &eacute; poss&iacute;vel fazer  com que os arquivos CSS de um projeto sejam mais intelig&iacute;veis aos outros  membros da equipe, eliminando poss&iacute;veis d&uacute;vidas e facilitando a compreens&atilde;o das  folhas de estilos. Al&eacute;m disso, o conceito do CSSDoc pode ser facilmente  aprendido e n&atilde;o necessita de custo algum para sua implementa&ccedil;&atilde;o, o que permite  que tanto grandes quanto pequenas equipes possam utilizar utiliz&aacute;-lo com efici&ecirc;ncia  e sem restri&ccedil;&otilde;es. </p><p> O projeto open-source idealizado  por Tom Klingenberg, Timo Derstappen e Dirk Jesse ainda est&aacute; em fase de  desenvolvimento e, apesar de relativamente novo &ndash; foi criado em meados de 2007 &ndash;,  &nbsp;j&aacute; possui grande parte da sintaxe  definida. Um breve esbo&ccedil;o sobre a t&eacute;cnica est&aacute; dispon&iacute;vel no <a href="http://cssdoc.net/" title="CSSDoc" target="_blank">site do CSSDoc</a>.</p><p> A sintaxe b&aacute;sica &eacute; a seguinte</p><code> /**<br />  * Coment&aacute;rio<br />  *<br />  * @tag valor<br />*/</code><p>Onde <em>@tag</em> s&atilde;o as poss&iacute;veis tags  que t&ecirc;m a fun&ccedil;&atilde;o de definir uma propriedade do bloco de c&oacute;digo ou do arquivo.</p><p> &Eacute; necess&aacute;rio entender, tamb&eacute;m, os  tipos de coment&aacute;rios que o CSSDoc permite.</p><h2> Coment&aacute;rio do Arquivo</h2><p> &Eacute; a principal descri&ccedil;&atilde;o de um  arquivo CSS, sendo utilizada apenas uma vez por arquivo, no topo. &Eacute; composta  tanto por texto quanto pelas tags que fornecem meta informa&ccedil;&otilde;es sobre o arquivo,  tais como o author do arquivo, vers&atilde;o, etc.</p><h2> Coment&aacute;rios de Se&ccedil;&atilde;o</h2><p> S&atilde;o coment&aacute;rios que abrem se&ccedil;&otilde;es  em arquivos CSS e que pode, ser utilizados para estruturar o c&oacute;digo CSS. N&atilde;o h&aacute;  uma defini&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica do que seria uma se&ccedil;&atilde;o, pois cada designer pode  definir de uma forma diferente. Alguns exemplos seriam: Reset, Layout,  Tipografia, Header, Footer, Conte&uacute;do, etc.</p><h2> Coment&aacute;rios padr&otilde;es do CSS</h2><p> O uso do CSSDoc n&atilde;o limita o uso  os coment&aacute;rios padr&otilde;es do CSS, que podem ser utilizados normalmente para fornecer  informa&ccedil;&otilde;es adicionais aos arquivos CSS.</p><p> Para conferir a lista de tags e  como utiliz&aacute;-las, basta conferir a primeira <a href="http://cssdoc.net/attachment/wiki/CssdocDraft/cssdoc%20-%200.2.5.pdf" title="Documentação do CSDoc" target="_blank">documenta&ccedil;&atilde;o</a> fornecida por Tom  Klingenberg. Um bom exemplo da aplica&ccedil;&atilde;o do CSSDoc &eacute; o <a href="http://www.yaml.de/" title="YAML - Yet Another Multicolumn Layout" target="_blank">framework YAML - Yet Another Multicolumn Layout</a>, desenvolvido por Dirk Jesse.</p><p> Espero que todas as pr&aacute;ticas  abordadas durante est&aacute; s&eacute;rie de artigos sejam de grande ajuda, principalmente  para os profissionais freelancers e pequenas equipes de desenvolvimento que  sempre tentam aplicar uma boa metodologia de trabalho, mesmo vivendo sob a tens&atilde;o  dos prazos de desenvolvimento.</p><p> ;)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 21:12:25 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Por que documentar uma interface? - parte II</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=51</link>
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			<description><![CDATA[Escrever um documento  de especifica&ccedil;&otilde;es de interface pode ser trabalhoso, mas algumas estrat&eacute;gias  adotadas desde a etapa de planejamento podem auxiliar nesta tarefa e torn&aacute;-la  menos custosa e mais intelig&iacute;vel. Nesta segunda parte do artigo, veremos uma  proposta metodol&oacute;gica para documenta&ccedil;&atilde;o....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Todos que t&ecirc;m alguma experi&ecirc;ncia  com Arquitetura de Informa&ccedil;&atilde;o e/ou Design de Interface sabem o qu&atilde;o dif&iacute;cil &eacute;  planejar e documentar uma interface para comunicar as especifica&ccedil;&otilde;es &agrave; equipe  de desenvolvimento. O fato &eacute; que esta documenta&ccedil;&atilde;o por vezes &eacute; dif&iacute;cil  compreens&atilde;o por quem precisa l&ecirc;-la e interpret&aacute;-la, por ser muito extensa e  cansativa.</p><p>Longe de propor um modelo  metodol&oacute;gico complexo, recheado de diferentes diagramas de textos de  especifica&ccedil;&atilde;o (casos de uso, especifica&ccedil;&otilde;es funcionais, <em>storyboards</em>, etc), o modelo apresentado aqui &eacute; principalmente  voltado para profissionais independentes e pequenas equipes de desenvolvimento,  que necessitam uma documenta&ccedil;&atilde;o consistente, de f&aacute;cil compreens&atilde;o, mas, ao  mesmo tempo, t&eacute;cnica o suficiente.</p><h2>  1&ordm; passo: Sitemaps &ndash; Macro-arquitetura de Informa&ccedil;&atilde;o</h2><p> N&atilde;o h&aacute; como fugir deste tipo de  diagrama. Os sitemaps, elaborados durante a etapa de planejamento,  assemelham-se ao formato de organogramas e sua fun&ccedil;&atilde;o &eacute; definir a hierarquia,  os n&iacute;veis, a estrutura e a interliga&ccedil;&atilde;o entre p&aacute;ginas, sinalizando tamb&eacute;m os  caminhos de navega&ccedil;&atilde;o e elucidando a organiza&ccedil;&atilde;o l&oacute;gica entre as p&aacute;ginas e  se&ccedil;&otilde;es. A esta tarefa &eacute; comumente atribu&iacute;do o nome de Macro-arquitetura de  Informa&ccedil;&atilde;o e que pode ser elaborada conjuntamente com o cliente. O problema &eacute;  que, em muitos casos, estes documentos apenas indicam a estrutura de p&aacute;ginas  que os usu&aacute;rios encontrar&atilde;o. O ideal &eacute; possuir tamb&eacute;m um sitemap com a  estrutura de diret&oacute;rios do site, informando onde encontrar&atilde;o, por exemplo,  diret&oacute;rio de imagens, scripts, c&oacute;digos reutiliz&aacute;veis (<em>includes</em>)<em>, </em>entre outros,  sendo diferente do mapa do site convencional. Ambos os documentos ajudam novos  integrantes a se localizar e encontrar mais facilmente os caminhos de navega&ccedil;&atilde;o  e arquivos espec&iacute;ficos, servindo tamb&eacute;m como refer&ecirc;ncia para quem trabalha no  projeto a mais tempo. (<a href="http://blog.talitapagani.com/imagens/post51_5.gif" target="_blank">Exemplo</a>)</p><h2>2&ordm; passo: Diagramas de Interface</h2><p> Partindo do princ&iacute;pio de que  imagens falam mais do que palavras, estes diagramas ajudam a ter uma vis&atilde;o  objetiva da estrutura da interface, disposi&ccedil;&atilde;o dos elementos e da Arquitetura  de Informa&ccedil;&atilde;o propriamente dita.</p><p> S&atilde;o subdivididos em tr&ecirc;s diagramas  que comp&otilde;em tr&ecirc;s camadas e s&atilde;o ligeiramente baseados no diagramas de camadas de  <a href="http://www.cmsreview.com/Resources/images/JJGElements.gif" target="_blank" title="Elementos de Interface segundo J.J.Garrett">Jesse James Garrett</a>:</p><ul><li><em>1&ordf; camada &ndash; Wireframes: </em>para muitos, eles j&aacute; s&atilde;o conhecidos.  Desenvolvidos tamb&eacute;m durante a etapa de planejamento, eles n&atilde;o especificam o  design gr&aacute;fico, mas s&atilde;o respons&aacute;veis por representar a organiza&ccedil;&atilde;o e a  distribui&ccedil;&atilde;o dos elementos de interface de acordo com a relev&acirc;ncia e o  relacionamento entre os conte&uacute;dos. S&atilde;o fundamentais tanto para a documenta&ccedil;&atilde;o como para orientar os designers, programadores e <em>testers</em> durante todas as etapas de desenvolvimento, al&eacute;m de prover ao cliente uma vis&atilde;o de como a aplica&ccedil;&atilde;o estar&aacute; estruturada. (<a href="http://blog.talitapagani.com/imagens/post51_1.gif" target="_blank">Exemplo 1</a>, <a href="http://blog.talitapagani.com/imagens/post51_5.gif" target="_blank">Exemplo 2</a>)</li><li><em>2&ordf; camada &ndash; Diagramas Estruturais: </em>produzidos j&aacute; durante a etapa de  desenvolvimento, estes diagramas s&atilde;o como verdadeiros esqueletos do site,  ideais para indicar a estrutura f&iacute;sica dos documentos, incluindo medidas,  dimens&otilde;es, tipos de elementos HTML de cada componente, nome de seletores CSS  aplicados, etc. &Eacute; o diagrama que possui menor n&uacute;mero de detalhes dos elementos  de interface, entretanto, &eacute; o que possui maior objetividade em termos de  especifica&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e grande capacidade de orienta&ccedil;&atilde;o nas tarefas de  desenvolvimento, manuten&ccedil;&atilde;o e treinamento. (<a href="http://blog.talitapagani.com/imagens/post51_3.gif" target="_blank">Exemplo 1</a>, <a href="http://blog.talitapagani.com/imagens/post51_4.gif" target="_blank">Exemplo 2</a>)</li><li><em>3&ordf; camada &ndash; Diagramas estruturais preenchidos:</em> opcionais, s&atilde;o  baseados nos Diagramas Estruturais, mas possuem tamb&eacute;m algumas defini&ccedil;&otilde;es de  cores e bordas, indicando o valor das mesmas.</li></ul><p> Esta metodologia, livremente  baseada em alguns aspectos do artigo de Garrett Dimon, n&atilde;o &eacute; absoluta nem  definitiva, mas com certeza oferece um bom embasamento sobre uma pr&aacute;tica que  come&ccedil;a a ganhar um destaque maior entre os designers de interface. Produzi um  <a href="http://www.talitapagani.com/downloads/documento_interface.doc">exemplo</a>, baseado no <a href="http://www.infodesign.com.au/usabilityresources/design/documentingauserinterface.asp" title="Documenting User Interface">documento da Information &amp; Design</a>, que pode ser  adaptado livremente e possui os exemplos citados acima (com exce&ccedil;&atilde;o do Diagrama  Estrutural preenchido).</p><p> Para concluir esta parte da s&eacute;rie,  podemos dizer que documenta&ccedil;&otilde;es densas e detalhadamente explanadas tornam-se  necess&aacute;rias em dois momentos:</p><ul><li> Quando h&aacute; uma grande equipe de desenvolvimento  e/ou alto grau de multidisciplinaridade;</li><li>Quando o software/website &eacute; complexo e necessita  descrever adequadamente os diversos componentes da interface, evolu&ccedil;&otilde;es,  problemas, corre&ccedil;&otilde;es, compatibilidade, d&uacute;vidas e respostas freq&uuml;entes, padr&otilde;es  e conven&ccedil;&otilde;es de interface, entre outros fatores, a fim de evitar ambig&uuml;idades,  incoer&ecirc;ncias, d&uacute;vidas e falta de sincronia durante o desenvolvimento.</li></ul>
<p>Muitas vezes, um documento que se  prolonga demasiadamente em suas especifica&ccedil;&otilde;es tende a n&atilde;o se tornar &uacute;til, pois  n&atilde;o facilita a busca de informa&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas e objetivas. Para quem desenvolve  uma documenta&ccedil;&atilde;o deste porte sem a total necessidade, isto torna-se uma  experi&ecirc;ncia traum&aacute;tica.</p><p> No  pr&oacute;ximo artigo, irei abordar um padr&atilde;o para documenta&ccedil;&atilde;o de c&oacute;digo, o CSSDoc. </p><p><em>Referências:</em><br /><a href="http://v1.garrettdimon.com/archives/documenting-interface-design" title="Documenting Interface Design - Garret Dimon" target="_blank">Documenting Interface Design - Garret Dimon</a><br /><a href="http://www.infodesign.com.au/usabilityresources/design/documentingauserinterface.asp" title="Documenting User Interface" target="_blank">Information &amp; Design - Documeting User Interface</a></p><p><em>Extras:</em><br />
    <a href="http://www.nickfinck.com/stencils.html" target="_blank" title="Stencils de Nick Finck">Stencils de Nick Finck para a constru&ccedil;&atilde;o de wireframes e sitemaps</a> <br /><a href="http://v1.garrettdimon.com/resources/templates-stencils-for-visio-omnigraffle" title="Stencils de Garrett Dimon" target="_blank">Templates para a constru&ccedil;&atilde;o de wireframes (Visio e Omnigraffle)</a> </p><p>:)</p>>]]></content:encoded>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 23:17:20 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Por que documentar uma interface? - parte I</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=50</link>
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			<description><![CDATA[A documentação é o principal artefato usado por toda a equipe de desenvolvimento, porém, muitos padrões adotados não são de fácil utilização, principalmente para pequenas equipes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Engenharia de Software, a documentação é compreendida como parte integrante do software e consiste, basicamente, em dois tipos de documentos: o manual do usuário, contendo instruções de como utilizar o sistema, <em>screenshots</em> das telas e operações, etc, sendo geralmente produzido após o término do desenvolvimento; e o manual do sistema, contendo as especificações técnicas, a modelagem do sistema, modelagem de dados, entre outros, sendo construído a partir do planejamento e da análise do sistema, podendo ser complementado ao longo do desenvolvimento, uma vez que será como um guia para a equipe durante a produção e mesmo quando houverem manutenções no sistema.</p><p>Os Arquitetos de Software possuem todo o embasamento para escrever estes documentos. Inclusive, há uma linguagem de notação padronizada para escrever diversos diagramas do sistema, a conhecida UML (Unified Modeling Language).</p><p>Entretanto, o desenvolvimento para a web trouxe novos paradigmas desafiadores para a Engenharia de Software. Entre eles, a crescente preocupação com o desenvolvimento de interfaces intuitivas, usáveis, de fácil interação e aprendizado, fazendo com que designers de interface, arquitetos de informação, engenheiros de usabilidade e outros profissionais correlacionados tenham papel-chave no desenvolvimento de aplicações web.</p><p>Semelhantemente ao desenvolvimento de um software desktop, as aplicações web também devem seguir uma metodologia para a documentação do sistema, mas agora incluindo também os documentos de interface. Há muitas pesquisas e artigos nesta área, mas ainda falta uma metodologia unificada para escrever este tipo de documento, que faz parte de um processo muito trabalhoso.</p><p>Partindo desta premissa, nesta série de artigos pretendo, em um primeiro momento, explorar os motivos para se documentar uma interface e, depois, compartilhar a [simples] metodologia que tenho utilizado atualmente, mesclando padrões propostos por diversos especialistas a outros que desenvolvi através de análises empíricas.</p><h2>Motivos para documentar uma interface</h2><p>Para alguns profissionais, este tipo de documentação é considerada desnecessária, custosa e, até mesmo, perda de tempo que pode comprometer a produtividade. Mas ao planejar e documentar uma interface, consegue-se traçar um plano de desenvolvimento e definir como aquela interface será desenvolvida. Em uma equipe multidisciplinar, isso significa obter ganho de produtividade, uma vez que será evitado o retrabalho e o gasto excessivo de tempo para abstrair o conceito da interface. Além disso, os <em>wireframes</em> ajudam o designer a visualizar melhor a organização da interface e a definir primariamente diversos aspectos de usabilidade. Outra forte característica é que este documento é capaz de comunicar a qualquer outro membro da equipe (programador, gerente de projeto, etc) como a interface da aplicação está sendo projetada.</p><p>Adaptando um slide sobre Documentação de Software, da <a href="http://www.cmu.edu/" title="Site da Carnegie-Mellon University">Carnegie-Mellon University</a>, durante o desenvolvimento de um software nós:</p><ul><li><strong>Criamos</strong> uma arquitetura de interface (utilizando arquitetura de informação, padrões de design, táticas e experiência);</li><li><strong>Avaliamos</strong> a arquitetura;</li><li><strong>Refinamos</strong>, corrigimos, atualizados e refazemos a arquitetura ao longo do caminho;</li><li>A arquitetura é utilizada para <strong>guiar</strong> a implementação;</li><li><strong>Reforçamos</strong> a arquitetura durante a implementação.</li></ul><p>A arquitetura de interface serve como uma plante para o site a ser criado:</p><ul><li>Define as atribuições de trabalho;</li><li>É o portador primário dos atributos de qualidade;</li><li>É o melhor artefato para análise;</li><li>É a chave para o processo de pós-produção (manutenção).</li></ul><p>A documentação responde pela arquitetura hoje, amanhã e daqui a alguns anos.</p><p>No próximo artigo, irei mostrar uma metologia de documentação que pode ser facilmente aplicada, principalmente entre freelancer e pequenas equipes.</p><p><em>Referências:</em><br /><a href="http://v1.garrettdimon.com/archives/documenting-interface-design" title="Documenting Interface Design - Garret Dimon">Documenting Interface Design - Garret Dimon</a><br /><a href="http://www.sbbd-sbes2005.ufu.br/arquivos/Merson05_minicurso_SBES1.pdf" title="Mini-Curso: Como Documentar Arquitetura de
Software - Paulo Merson">Mini-Curso: Como Documentar Arquitetura de Software - Paulo Merson</a></p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 4 May 2008 23:56:16 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Lançamento do novo Lista de Hotéis</title>
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			<description><![CDATA[O site Lista de Hotéis, projeto desenvolvido pela Arca Solutions (empresa em que atuo), lançou sua nova versão e gostaria de convidar a todos para dar uma conferida. O novo design - mais clean, como novo logo e maior usabilidade - ficou a cargo de meu colega André Garcia que, em minha opinião, fez um excelente trabalho, sem contar, claro, os esforços dos desenvolvedores, gerentes de projetos e QAs....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site <a href="http://www.listadehoteis.com.br" target="Lista de Hotéis">Lista de Hotéis</a>, projeto desenvolvido pela <a href="http://www.arcasolutions.com" target="_blank">Arca Solutions</a> (empresa em que atuo), lançou sua nova versão e gostaria de convidar a todos para dar uma conferida. O novo design - mais clean, como novo logo e maior usabilidade - ficou a cargo de meu colega André Garcia que, em minha opinião, fez um excelente trabalho, sem contar, claro, os esforços dos desenvolvedores, gerentes de projetos e QAs.</p><p>O <a href="http://www.listadehoteis.com.br" target="Lista de Hotéis">Lista de Hotéis</a> é um site de abrangência nacional que possui listagens de hotéis do Brasil todo. Foi desenvolvido com o software <a href="http://www.edirectory.com" target="eDirectory - Online Directory Software">eDirectory</a> e é integrado ao <a href="http://www.hoteli.com.br" target="Hoteli Reservas Online">Hoteli - Sistemas de Reservas Online</a> (ambos desenvolvidos pela Arca Solutions). O visitante pode encontrar diversas informações sobre o hotel que está procurando, tais como endereço, produtos/serviços, galeria de fotos, vídeo, localização no GoogleMaps, ir diretamente para o site de reservas, além de poder criar uma lista com os hotéis favoritos e comentar o hotel.</p><p>Até mais, pessoal :)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Thu, 6 Mar 2008 22:41:16 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Processos de Redesign - parte III</title>
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			<description><![CDATA[Site no ar, tudo perfeito e funcionando. Este é o último artigo da série e que irá abordar a etapa de produção, onde tudo o que foi planejado, estruturado e conceitualizado torna-se concreto. E até mesmo para quem está trabalhando para si próprio pode encontrar alguns problemas no desenvolvimento que pode desagradar o lado 'cliente'...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Site no ar, tudo perfeito e funcionando. Este é o último artigo da série e que irá abordar a etapa de produção, onde tudo o que foi planejado, estruturado e conceitualizado torna-se concreto. E até mesmo para quem está trabalhando para si próprio pode encontrar alguns problemas no desenvolvimento que pode desagradar o lado "cliente".</p><h2>Organizando a estrutura do site</h2><p>Uma das grandes mudanças que fiz nesta reformulação do site foi a estrutura de diretórios. Antigamente, o site possuía apenas a pasta <em>imagens</em> e o restante (arquivos <acronym title="Cascading Style Sheets">css</acronym>, <acronym title="JavaScript">js</acronym>, páginas de includes, etc) localizavam-se na raiz, o que muitas vezes dificultava encontrar certos arquivos. Desta vez, separei da seguinte forma: arquivos principais na raiz e depois os sub-diretórios imagens, css, scripts, includes e galerias. Quando estou trabalhando no DreamWeaver, a diferença que esta organização trouxe foi significativa. Para quem trabalha com uma equipe de desenvolvimento, seja grande ou pequena, esta é uma boa prática que interfere diretamente na produtividade.</p><h2>Melhores práticas de <acronym title="Search Engine Optimization">SEO</acronym></h2><p>Com o auxílio de alguns recursos de programação, consegui otimizar a <acronym title="Search Engine Optimization">SEO</acronym>, utilizando, por exemplo, títulos, palavras-chaves e descrições distintas para cada página. A aplicação da semântica e o seguimento mais rigoroso dos padrões web também tornou o conteúdo otimizado para os mecanismos de busca.</p><h2>Revisão de conteúdo</h2><p>Editar, excluir, reescrever. Tive um grande trabalho revisando o conteúdo do site e excluindo algumas seções. Com o auxílio de algumas recomendações de <em>webwriting</em>, usabilidade e a reforma da diagramação, as informações estão mais completas, precisas e melhor distribuídas.</p><h2>O que não foi possível fazer</h2><p>Cronogramas podem impedir certas realizações, mesmo quando o trabalho é feito para si próprio. Uma das coisas que não consegui fazer foi tornar dinâmico o conteúdo principal, ou seja, retornar do banco de dados e permitir que seja alterados através de um novo módulo no painel administrativo. O sitemap.xml, arquivo útil para o Google, também foi algo que acabei não implementando por enquanto.</p><p>O próximo passo agora é a pós-produção, ou seja, monitorar as estatísticas, mensurar os resultados provenientes desde a reformulação e planejar os ajustes que podem ser feitos para melhorar o site.</p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 22:41:16 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Ano novo, blog novo</title>
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			<description><![CDATA[Passadas as festas de fim de ano, era hora de voltar ao trabalho e comecei o ano com as energias renovadas para realizar novos projetos. E foi com esse espírito de 'ano novo, vida nova' que resolvi reformular o blog e concluir o redesign do meu portifólio...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passadas as festas de fim de ano, era hora de voltar ao trabalho e comecei o ano com as energias renovadas para realizar novos projetos. E foi com esse espírito de "ano novo, vida nova" que resolvi reformular o blog e concluir o redesign do meu portifólio. Resolvi fazer um layout mais moderno e projetado para resoluções de, no mínimo, 1024x768 (resoluções utilizadas por cerca de 90% dos visitantes), o que facilitou a distribuição do conteúdo. Algumas coisinhas faltaram, mas virão com o tempo. Espero que todos aprovem o novo layout e dêem suas opiniões.</p><p>Ah, antes de concluir o post, gostaria de comunicar que em janeiro iniciei como colunista do <a href="http://www.outrolado.com.br" target="_blank">Outrolado</a>, um projeto do <a href="http://websinsider.uol.com.br" target="_nblank">Webinsider</a> que funciona como uma comunidade onde as pessoas podem publicar seus artigos.</p><p>Bom, pessoal, por enquanto é só :)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 21:45:00 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Feliz Natal e uma previsão para 2008</title>
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			<description><![CDATA[Feliz Natal a todos e muito obrigada aos amigos, colegas e colaboradores que me ajudaram durante este ano. Se 2007 foi bom, 2008 será melhor ainda, inclusive para nós, profissionais de internet. Falando nisso, aqui vai uma 'previsão' para o ano que se aproxima...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Feliz Natal a todos e muito obrigada aos amigos, colegas e colaboradores que me ajudaram durante este ano. Se 2007 foi bom, 2008 será melhor ainda, inclusive para nós, profissionais de internet. Falando nisso, aqui vai uma "previsão" para o ano que se aproxima:</p><p><em>"Em 2008, dispositivos móveis vão superar computadores de mesa no acesso à internet."</em><br />Revista WebDesign, novembro/2006</p><p>Pois é, vamos começar a pensar nisso.</p><p>Boas festas :)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 22:20:55 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Transformando qualquer cor em web-safe</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=45</link>
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			<description><![CDATA[Isso é apenas uma curiosidade. Hoje em dia, os designers têm mais liberdade para utilizar qualquer cor hexadecimal na hora de desenvolver projetos web, mas quando é necessário trabalhar apenas com cores seguras para a web, é possível converter qualquer cor não-websafe sem utilizar ferramenta alguma e de modo fácil...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é apenas uma curiosidade. Hoje em dia, os designers têm mais liberdade para utilizar qualquer cor hexadecimal na hora de desenvolver projetos web, mas quando é necessário trabalhar apenas com cores seguras para a web, é possível converter qualquer cor não-websafe sem utilizar ferramenta alguma e de modo fácil.</p><h2>A composição das cores web-safe</h2><p>Elas são formadas apenas por números múltiplos de 3: 0, 3, 6, 9, C, F.</p><h2>Características dos pares RGB</h2><p>A principal característica das cores web-safe é que cada par hexadecimal é formado por valores iguais. Sendo assim, F76500 não é web-safe pois, F7 e 65 são pares com valores diferentes, então, neste caso, o certo seria FF6600.</p>
<h2>Regras para a conversão</h2><p>O primeiro valor de cada par é que determinará o valor daquele par:</p><p><strong>F</strong>7 <strong>8</strong>5 <strong>1</strong>3</p><p>Depois é só converter por aproximação:</p><ul><li><strong>1</strong> para <strong>0</strong></li><li><strong>2 e 4</strong> para <strong>3</strong></li><li><strong>5 e 7</strong> para <strong>6</strong></li><li><strong>8 e A</strong> para <strong>9</strong></li><li><strong>B e D</strong> para <strong>C</strong></li><li>e <strong>E</strong> para <strong>F</strong></li></ul><p>Portanto, os valores da cor de exemplo seriam <strong>FF9900</strong>. Como o F já é um valor para web-safe, foi substituir o 7 por F. Simples, não?</p><p>Isso é que é falta do que fazer, rs :)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 21:20:55 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Nem todo site acessível é usável...</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=44</link>
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			<description><![CDATA[...e vice-versa. Apesar de muitos profissionais web associarem acessibilidade e usabilidade, ela têm pontos em comum mas não são a mesma coisa e ambas são fundamentais no sucesso de um website. Ao realizar o primeiro acesso a um serviço de internet banking de um determinado banco, o site apontava claramente no topo que era acessível a deficientes visuais. Hoje eu já me acostumei com a interface, mas no primeiro dia em que acessei não consegui encontrar o local onde deveria entrar com os dados para acessar minha conta...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>...e vice-versa. Apesar de muitos profissionais web associarem acessibilidade e usabilidade, ela têm pontos em comum mas não são a mesma coisa e ambas são fundamentais no sucesso de um website.Ao realizar o primeiro acesso a um serviço de internet banking de um determinado banco, o site apontava claramente no topo que era acessível a deficientes visuais. Hoje eu já me acostumei com a interface, mas no primeiro dia em que acessei não consegui encontrar o local onde deveria entrar com os dados para acessar minha conta. Depois, o teclado virtual encontra-se no contraste mínimo e quase não conseguia ver os números. Por fim, não entendi o que deveria ser preenchido em um campo e não encontrei a informação no tópico de "Ajuda". O que eu fiz? Desisti. Voltei no dia seguinte e só então consegui acessar o sistema. O campo que eu não sabia como preencher tinha uma sumária explicação no tópico de "Ajuda", mas não estava destacado e nem tampouco separado de outras informações. A acessibilidade pode ter falhado em alguns pontos, mas a usabilidade mais ainda.</p><h2>Mas, afinal, o que é um site acessível e o que é um site usável?</h2><p>Um site é <strong>acessível</strong> quando permite que pessoas acessem o conteúdo por outros métodos que não sejam o mouse; quando possui um bom contraste entre fundo e texto; utiliza fontes de tamanho razoável; utiliza o mínimo de imagens possível e, quando as utiliza, insere um texto alternativo; utiliza o mínimo de scripts em eventos intrínsecos que são só podem ser acessados com o mouse (onclick, onmouseover, etc); prove teclas de acessos para determinados links, dentre muitos outros fatores. Em suma, é fazer com que um site possa ser utilizado por pessoas com diferentes limitações e dispositivos.</p><p>Mas um site somente é <strong>usável</strong> se atende às expectativas do que o usuário necessita; não deixa dúvidas sobre como deve prosseguir na realização das tarefas; não o faz parar e pensar sobre a interface, com se tivesse que decifrá-la; oferece informações claras e concisas, provê boa comunicabilidade e feedback sobre as ações realizadas; e, se o usuário recorre à ajuda, deve obter respostas objetivas. Então, basicamente: deve ser de facilmente aprendida e memorizada e orientar o usuário na realização de tarefas.</p><p>O tema é amplo e poderia detalhar cada um destes tópicos, mas acredito que estes conceitos expostos já são suficientes para fazer refletir.</p><p>A lição que podemos tirar é de que: um site pode ter elementos acessíveis a deficientes visuais, mas possuir uma interface difícil de ser utilizada, que não mostra claramente o que o usuário deve fazer e como fazer, seja ele portador de deficiência ou não. Entretanto, uma interface pode ter de fácil utilização mas que não seja acessível se o usuário utilizar um dispositivo ou browser diferente (como o Lynx).</p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 20:20:55 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Processos de Redesign - parte II</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=43</link>
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			<description><![CDATA[Depois de definir a arquitetura de informação do novo site, é hora de passar para a etapa de design e criação de protótipos. De uns meses para cá, adquiri uma metodologia de trabalho mais rigorosa - graças ao curso da Arteccom - e isso me fez repensar o modo como estava conduzindo o desenvolvimento do redesign...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de definir a arquitetura de informação do novo site, é hora de passar para a etapa de design e criação de protótipos. De uns meses para cá, adquiri uma metodologia de trabalho mais rigorosa - graças ao curso da Arteccom - e isso me fez repensar o modo como estava conduzindo o desenvolvimento do redesign.</p><p>Até chegar à versão atual, passei por vários estágios ao longo destes 5 meses. O mais interessante de tudo é que muitas idéias surgiram ou amadureceram durante a produção da interface, o que mostra que nem sempre o planejamento inicial é capaz de definir de modo absoluto o andamento do projeto do início ao término.</p><h2>Conceito e público-alvo</h2><p>Na nova versão do site, resolvi mudar o foco e fiz um planejamento completamente distinto, refletindo sobre mudanças que vão desde a resolução de tela escolhida até o conteúdo. Foi como fazer um novo briefing: redefinir conceitos, metas e estratégias. Para começar, o site terá como objetivo ser um meio de divulgação de meus trabalhos e dos meus conhecimentos para outros profissionais da área e não para captar clientes. Esta mudança influenciou no design gráfico, na arquitetura de informação e na produção de conteúdo.</p><h2>Brainstorming e abstração de idéias</h2><p>Esta, para mim, é uma das etapas mais complicadas: transformar os conceitos abstratos em idéias concretas. O <em>brainstorming</em> - técnica em que, a partir de um tema devemos buscar várias idéias relacionadas de forma rápida e instantânea, como uma tempestade de idéias - ajudou bastante neste processo. A principal idéia era fazer um design que fosse, ao mesmo tempo, impactante, clean, de boa navegabilidade e com um toque de delicadeza e surrealismo. Difícil, não?</p><p>Depois de vários meses e muitos PSDs não finalizados, consegui encontrar uma idéia que me agradou (posteriormente vou postar o layout final). E agora restava pensar na diagramação.</p><h2>Diagramação, <acronym title="Arquitetura de Informação">AI</acronym> e Usabilidade</h2><p>Acho que eu nunca segui um <em>grid</em> tão à risca quanto agora :). Diagramar, ou seja, distribuir o conteúdo uniformemente na página, está diretamente relacionado com arquitetura de informação e usabilidade, pois a organização dos elementos deve prover uma navegação intuitiva (guiar os olhos do usuário), priorizar o conteúdo de maior relevância, tornar a composição visual legível, agradável e hierarquizar a informação. Dessa forma, adotei as seguintes medidas: na página inicial, priorizei a visualização dos trabalhos mais recentes, dos últimos posts do blog e uma pequena apresentação minha; nas páginas internas, dividi o conteúdo principal em duas colunas para facilitar a leitura e encurar a rolagem. A coluna à direita será reservada para outras informações secundárias ou relacionadas.</p><p>Bom, este foi apenas um pequeno relato do que venho desenvolvendo. Uma das maiores lições que se pode tirar é que durante o processo de design podem surgir as questões mais pertinentes que influenciarão a produção das etapas seguintes. Algumas coisas nem sempre são possíveis de serem vistas em um briefing ou em um wireframe (isso varia de projeto para projeto, não é uma regra).</p><p>Até a próxima (ainda haverá post antes do Natal)!</p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 22:20:55 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Implicações do AJAX na Usabilidade</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=42</link>
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			<description><![CDATA[Semana passada, assisti no trabalho à apresentação de um colega e ele comentou sobre algumas implicações que o AJAX traz para a usabilidade, um assunto sobre o qual "ensaiando" a meses para escrever, mas antes tarde do que nunca :) Não há dúvidas de que o AJAX tem sido um dos recursos mais utilizados atualmente no desenvolvimento de WebApps, sendo inclusive uma das tecnologias-símbolo da ainda tão comentada Web 2.0. O problema é que muitos desenvolvedores, tomados pela empolgação, têm utilizado em demasia e com falta de bom senso. A consequência deste uso mal planejado são inúmeras interfaces com graves problemas de usabilidade (sejam novos ou antigos)...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Semana passada, assisti no trabalho à apresentação de um colega e ele comentou sobre algumas implicações que o AJAX traz para a usabilidade, um assunto sobre o qual "ensaiando" a meses para escrever, mas antes tarde do que nunca :)</p><p>Não há dúvidas de que o <acronym title="Assynchronous JavaScript And XML" >AJAX</acronym> tem sido um dos recursos mais utilizados atualmente no desenvolvimento de WebApps, sendo inclusive uma das tecnologias-símbolo da ainda tão comentada Web 2.0. O problema é que muitos desenvolvedores, tomados pela empolgação, têm utilizado em demasia e com falta de bom senso. A consequência deste uso mal planejado são inúmeras interfaces com graves problemas de usabilidade (sejam novos ou antigos).</p><h2>Os principais problemas</h2><ul><li><strong>Quebra do botão <em>refresh</em> e <em>voltar/avançar</em> do navegador:</strong> quando uma página ou sistema inteiro é feito em AJAX, o sistema de navegação tradicional tende a ser quebrado. Para o usuário, significa que se ele só consegue acessar uma determinada página depois de executar <em>x</em> ações e quiser voltar, recarregar a página ou desfazer uma ação feita na etapa anterior, não conseguirá realizar isso com êxito. Ou seja, há uma quebra no modelo mental que o usuário possui de navegação.</li><li><strong>O "fantasma" do carregamento infinito:</strong> esta era uma da grandes promessas de extermínio do AJAX quando obteve ascensão. Mas ainda acontece, em um contexto diferente: se não há um tratamento de erro para uma requisição que falhou ou que não retornou resultado, o sistema permanece em eterno carregamento, fazendo com que o usuário fique sem um feedback sobre a ação executada.</li><li><strong>Longo tempo de espera no carregamento:</strong> sim, por incrível que pareça. Mas isso acontece apenas com sistemas feito quase que inteiramente com o uso de AJAX, são casos mais isolados. O que ocorre são várias partes das páginas de um sistema que são carregadas assincronamente, ou seja, várias requisições HTTP em uma mesma página podem gerar um sobrecarregamento daquela página e tornar o sistema lento para o usuário.</li></ul><h2>Mas há bons exemplos...</h2><p>Vale lembrar que existem aplicações fantásticas e inteligentes com o uso do AJAX. Quando realiza cadastro no site <a href="http://www.rememberthemilk.com" target="_blank">Remember the Milk</a>, era verificada a disponibilidade do username automaticamente, sem demora e sem recarregar a página (aliás, este site tem outras boas aplicações do AJAX). Os sites Letras.mus.br e Vagalume exibem a lista de músicas ou artistas disponíveis conforme é digitado no campo de busca. E há muitos outros exemplos por aí.</p><p>Não é, portanto, uma crítica ao AJAX, afinal ele aproximou as aplicações web das aplicações desktop, em termos de agilidade e eficiência, mas sim uma intenção de fazer com que todos os desenvolvedores que têm grande interesse nesta técnica (assim como eu) concentrem seus esforços mais na usabilidade e menos em pensamentos <em>hype</em></p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Wed, 5 Dec 2007 22:20:55 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Curso da Arteccom e palestra do Elcio Ferreira</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=41</link>
			<guid isPermaLink="false">http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=41</guid>
			<description><![CDATA[Nossa, quanto tempo sem atualizações! Estou há alguns meses sem tempo para postar por conta dos trabalhos de faculdade (universitários sofrem, rs). Mas não é somente isso. Durante este período iniciei o curso Web Para Designers, promovido pela Arteccom...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa, quanto tempo sem atualizações! Estou há alguns meses sem tempo para postar por conta dos trabalhos de faculdade (universitários sofrem, rs). Mas não é somente isso. Durante este período iniciei o curso <a href="http://www.arteccom.com.br/curso" id="z3tk" target="_blank" title="Curso Web para Designers">Web Para Designers</a>, promovido pela
<a href="http://www.arteccom.com.br/" id="medg" target="_blank" title="Arteccom">Arteccom</a>.
O curso é online e conceitual, ou seja, não aborda o uso de ferramentas e linguagens, mas sim os vários conceitos que abrangem o desenvolvimento de websites, especificamente na área de design. O material é ótimo e os exercícios práticos são bem desafiadores, uma experiência - ótima, por sinal - à parte. Para mim, o trabalho mais interessante foi desenvolver uma lista de tarefas para
avaliar a usabilidade de um site e aplicar estes testes em usuários. Foi realmente uma experiência curiosa e enriquecedora, pude perceber o quão árdua e complexa é a função do orientador de teste de usabilidade, pois é de grande responsabilidade, afinal, o orientador precisa passar segurança aos usuários, tranquilizá-los a todo momento para que não se sintam "burros" - o que, de fato,
não são - ao não conseguir realizar uma tarefa, lembrá-los de que quem está sendo avaliado o site e não eles e, por fim, paciência para orientá-los, pois eles podem esquecer o que deve ser realizado. Tiro o chapéu a todos os engenheiros de usabilidade e orientadores de testes.</p><p>Ah, sim, e não poderia esquecer: estive participando da <a href="http://www2.fc.unesp.br/jornada_informatica/" id="myc:" target="_blank" title="9ª Jornada de Informática - UNESP">9ª Jornada de Informática</a>, da UNESP-Bauru, e no dia 23 assisti a palestra do <a href="http://elcio.com.br/" id="okmb" target="_blank" title="Elcio Ferreira - Colunista do Websinsider, iMasters e um dos mantenedores do site Tableless">Elcio Ferreira</a>, sobre o tema "Web 2.0, semântica e microformats" e foi simplesmente excelente. Sobre Web 2.0, Elcio disse que usou o tema apenas como "uma isca" para atrai o público, mas não fez falta, como ele mesmo avisou no antes de iniciar palestras. Os participantes, em sua maioria, eram alunos de <acronym title="Bacharelado em Sistemas de Informação">BSI</acronym> e <acronym title="Bacharelado em Ciência da Computação">BCC</acronym> e haviam apenas 2 alunos que eram de cursos de design, mas mal sabia ele que haviam alguns designers camuflados nos cursos de informática (eu era uma, rs). Com uma abordagem objetiva e bem-humorada, Elcio explicou desde o surgimento do HTML e dos padrões web propostos pela W3C (que antigamente eram apenas recomendações) até o conceito e aplicações dos microformats, além de semântica, web semântica, RSS, podcasts, as transformações no processo de
desenvolvimento web com a consolidação dos padrões, enfim, tantos assuntos que fica quase impossível comentar sobre tudo neste post.</p><p>Bom, ficam aí as dicas então ;)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 20:20:55 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Uma curiosa regra CSS no Firefox</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=40</link>
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			<description><![CDATA[Há alguns dias, fazendo testes de aplicação de estilos para input button/submit, descobri sem querer como voltar o estilo default dos botões por CSS, no Firefox, como mostra a imagem abaixo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns dias, fazendo testes de aplicação de estilos para input button/submit, descobri sem querer como voltar o estilo default dos botões por CSS, no Firefox, como mostra a imagem abaixo:</p><p style='text-align:center'><img src='http://blog.talitapagani.com/imagens/post40.jpg' title='Voltar o estilo default de input por CSS' alt='Voltar o estilo default de input por CSS' /></p><p>Não sei se alguém já conhecia esta regra, mas achei bem curiosa e diferente. Para falar a verdade, tive que testar em outro documento em branco para acreditar no que estava vendo.</p><p>Vou citar um exemplo simples: suponha que você tenha a seguinte regra CSS e o HTML correspondente:</p><code>/* CSS */<br />input {border:1px solid #CCC;}<br /><br />/* HTML */<br />&lt;input type="text" name="campotexto" /&gt;<br />
<br />&lt;input type="submit" value="Enviar" /&gt;<br /></code><p>Nesse caso, ele aplica uma borda para todos os inputs, text, radio, submit, etc... O botão ficaria igual ao da imagem acima, do lado esquerdo. Mas, se você deseja que o botão submit tenha o estilo default, basta criar uma classe com a regra:</p><code>/* CSS */<br />
input {border:1px solid #CCC;}<br /><br />.botao {border:2px outset #E0DFE3;}<br />
<br />/* HTML */<br />&lt;input type="text" name="campotexto" /&gt;<br />
<br />&lt;input type="submit" value="Enviar" class="botao" /&gt;<br /></code><p>É uma pena que funciona somente no Firefox. A cor #E0DFE3 é default de qualquer input button/submit/reset. Neste caso, eu obtive a cor quando coloquei a borda no input sem modificar o background. Bom, o CSS surpreende a cada dia mesmo.</p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 22 Jul 2007 22:06:55 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Dicas CSS para evitar hacks</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=39</link>
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			<description><![CDATA[Para quem está começando ou já utiliza CSS há algum tempo sabe que a tarefa nem sempre é tão fácil. Trabalhando com CSS há dois anos, aprendi muitas coisas com a prática, com as consultas ao Oráculo e a troca de experiência com colegas e posso dizer que já estou bem 'cascuda' para lidar com os seletores. Conversando com colegas, percebi que alguns, iniciantes ou com um pouco mais de prática, têm dificuldades em aplicar os estilos e fazer eles funcionarem corretamente no IError, Firefox e outros browsers, o que muitas vezes ocasiona o uso de hacks indevidos ou fazem com não seja explorado todo o potencial do CSS. Por isso eu resolvi listar algumas 'CSS Tips and Tricks' simples...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem está começando ou já utiliza <acronym title="Cascading Style Sheet">CSS</acronym> há algum tempo sabe que a tarefa nem sempre é tão fácil. Trabalhando com <acronym title="Cascading Style Sheet">CSS</acronym> há dois anos, aprendi muitas coisas com a prática, com as consultas ao <a href="http://www.google.com.br" target="_blank" title="Google">Oráculo</a> e a troca de experiência com colegas e posso dizer que já estou bem "cascuda" para lidar com os seletores. Conversando com colegas, percebi que alguns, iniciantes ou com um pouco mais de prática, têm dificuldades em aplicar os estilos e fazer eles funcionarem corretamente no IError, Firefox e outros browsers, o que muitas vezes ocasiona o uso de <a href="http://www.tableless.com.br/aprenda/css-hacks/" target="_blank" title="CSS Hacks - Ruim com eles, pior sem eles...">hacks</a> indevidos ou fazem com não seja explorado todo o potencial do CSS. Por isso eu resolvi listar algumas "CSS Tips and Tricks" simples.</p><h2>Evitar definir seletores sem um contexto</h2><p>Evite declarações como estas em sua folha de estilos:</p><pre><code> p {...} a {...} .titulo {...}</code></pre><p>Declarações "globais" como estas podem gerar conflitos quando você necessitar de um estilo difente para este seletor. Isso pode fazer com que você tenha que forçar a nova rega com o <em>!important</em>, mas esta não é uma melhor prática. O recomendado é utilizar um seletor contextual, onde o estilo será aplicado somente se o seletor estiver dentro daquele contexto, ou como digo também, hierarquia:</p><pre><code> /*Toda tag p que estive em geral > conteudo*/ div.geral div.conteudo p {font:normal 14px Arial,Helvetica,sans-serif;} /*Toda tag p que estiver dentro de geral > conteudo > principal*/ div.geral div.conteudo div.principal p {font-size:12px;}
 /*Toda tag p que estiver dentro de geral > conteudo > cont_relacionado*/ div.geral div.conteudo div.cont_relacionado p {font-size:12px;} /*Qualquer elemento com o seletor titulo que esteja em geral > conteudo*/ div.geral div.conteudo *.titulo {font:bold 14px Arial,Helvetica,sans-serif; color:#CC0000;}</code></pre><p>Esta aplicação poupa a definição de muitos seletores e evita conflitos.</p><h2>Classe x ID</h2><p>Sempre tive muito o hábito de utilizar id no css, não para todos os elementos obviamente, mas para algumas divisões do site. Vale ressaltar que a diferença básica entre classe e id é que as classes são definições que podem ser utilizadas por mais de um elemento na mesma página enquanto o id constitui uma definição/identificação única e só pode ser utilizada para apenas um elemento. Com a experiência e dicas de colegas aprendi a utilizar mais as classes do que os IDs. Isso porque os IDs oferecem menos liberdade para a utilização e como melhor prática é mais aconselhável aplicá-los a elementos que serão manipulados por javascript ou elementos únicos em uma página como <em>geral</em>, <em>header</em>, <em>conteudo</em> e <em>footer</em>.</p><h2>Utilizando mais de um seletor</h2><p>Sim, é possível e válido aplicar mais de um seletor a um elemento. Suponha que você tenha o seletor <em>.textoDestaque</em> aplicado a um elemento qualquer no HTML para várias chamadas de destaque em uma página, uma abaixo da outra. O seletor define uma <em>border-bottom:1px solid #CCC</em>, mas você não deseja esta formatação no último elemento. Ao invés de utilizar um <em>style="border-bottom:none;"</em>, crie uma nova classe como <em>.noBorder</em>:</p><pre><code> &lt;p class="textoDestaque noBorder"&gt;&lt;/p&gt;</code></pre><p>Funciona tanto no Internet Explorer quanto no Firefox e evita o uso de estilo inline.</p><p>Bom, este post seria extenso se conseguisse lembrar muitas outras recomendações, mas estas simples soluções já fazem a diferença.</p><p>Link brinde: <a href="http://www.maujor.com/blog/2007/05/29/70-dicas-para-escrever-css/" target="_blank">70 dicas para escrever CSS</a>.</p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 15 Jul 2007 17:17:02 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Processos de Redesign</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=38</link>
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			<description><![CDATA[Há algum tempo iniciei o redesign do meu site e tem sido interessante perceber a importância deste processo para rever conteúdo, contexto e organização do site. O redesign não é feito somente com a intenção de melhorar o layout, o design gráfico ou acrescentar/remover conteúdo, a tarefa é mais abrangente. Como já havia lido no livro de Felipe Memória, é quando o site está no ar que podemos validar - e avaliar - tudo o que foi elaborado para o site, colhendo o feedback das pessoas para o processo de redesign. Por isso gostaria de comentar algumas coisas que tenho feito (e aprendido) durante esta etapa de desenvolvimento...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo iniciei o redesign do meu site e tem sido interessante perceber  a importância deste processo para rever conteúdo, contexto e organização do site. O redesign não é feito somente com a intenção de melhorar o layout, o design gráfico ou acrescentar/remover conteúdo, a tarefa é mais abrangente. Como já havia lido no <a href="http://www.experienciaperfeita.org/" target="_blank" title="Experiência Perfeita">livro</a> de <a href="http://www.fmemoria.com.br/" target="_blank" title="Site de Felipe Memória">Felipe Memória</a>, é quando o site está no ar que podemos validar - e avaliar - tudo o que foi elaborado para o site, colhendo o feedback das pessoas para o processo de redesign. Por isso gostaria de comentar algumas coisas que tenho feito (e aprendido) durante esta etapa de desenvolvimento.</p><h2>Arquitetura de Informação</h2><p>Foi através da análise de métricas do Google Analytics que percebi algumas falhas na arquitetura de informação, tanto em termos de definição de conteúdo quanto peso dos elementos colocados na página inicial. As informações do home não estavam distribuídas de modo que correspondesse às tarefas das pessoas no site  (conhecer o portifólio, ver o currículo e os serviços, em ordem de relevância). Conclui também que algumas páginas são irrelevantes e deverão sair da próxima versão do site. A melhor parte foi refazer o wireframe (como sempre digo, a prática leva à perfeição).</p><h2>Para melhorar a usabilidade</h2><p>Como o site é simples, não existem muitas tarefas complexas a serem realizadas, mas alguns pontos de usabilidade podem ser melhorados. Uma idéia que estava pensando e que também foi sugerida por um web designer que entrou em contato comigo* foi a de diferenciar o item do menu quando a pessoa estiver na página. Simples, mas funciona. Não só a usabilidade, mas a acessibilidade também deverá ser melhorada.</p><h2><acronym title="Search Engine Optimization">SEO</acronym></h2><p>Otimizar o site para os mecanismos de busca não é importante somente para melhorar o posicionamento nos mesmos. Através das diretrizes de SEO acabamos por desenvolver códigos mais semânticos e até mesmo acessíveis.</p><h2>Primeiros erros...</h2><p>Pois é, nem todos são perfeitos e eu, ainda como estudante, também cometo alguns (ou vários) erros. Mas é com estes enganos que se aprende. Um dos erros que cometi foi desenvolver o wireframe e partir imediatamente para o protótipo. O que aconteceu foi que eu tive outras idéias para a arquitetura de informação e resolvi aplicá-las no protótipo do design, ao invés de modificar o wireframe e ter certeza de que aquele documento seria definitivo. Portanto: enquanto o wireframe não estiver 100% definido e validado, não parta para a prototipação.</p><p>Durante este processo, vou estar compartilhando no blog o que tem sido feito e estou aberta à sugestões dos colegas. :)</p>
<p><strong>*</strong> Thanks to Helton Ritter</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 1 Jul 2007 22:09:58 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Estudo sobre SEO</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=37</link>
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			<description><![CDATA[Novamente volto a falar sobre SEO, desta vez para mostrar o resultado de uma pesquisa feita por uma companhia alemã chamada Sistrix, uma empresa que desenvolve projetos para a internet. Os resultados são interessantes e ajudam a reforçar ou desmistificar algumas teorias sobre a otimização de sites para os sistemas de busca...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novamente volto a falar sobre <acronym title="Search Engine Optimization">SEO</acronym>, desta vez para mostrar o resultado de uma pesquisa feita por uma companhia alemã chamada <a href="http://www.sistrix.com/" target="_blank">Sistrix</a>, uma empresa que desenvolve projetos para a internet. Os resultados são interessantes e ajudam a reforçar ou desmistificar algumas teorias sobre a otimização de sites para os sistemas de busca.</p><p>Abaixo, segue a tradução que fiz do artigo, que pode ser conferido na íntegra no site <a href="http://www.free-seo-news.com/newsletter265.htm" target="_blank" title="Axandra - Weekly SEO News">Axandra</a>.</p><blockquote cite="http://www.free-seo-news.com/newsletter265.htm"><p>A empresa alemã Sistrix analisou os elementos de web pages do topo das páginas posicionadas no Google para encontrar quais elementos conduzem aos rankings elevados no Google. Eles analisaram 10.000 palavras-chaves aleatórias e, para cada palavra-chave, analisaram as 100 que se encontravam no topo dos resultados de busca.</p><p><strong>Quais elementos de uma página levam aos rankings elevados do Google?</strong></p><p>A Sistrix <a href="http://www.sistrix.com/ranking-faktoren/" target="blank">analisou</a> a influência dos seguintes elementos das páginas: título da página, corpo da página, tags de cabeçalho/título, tags bold e strong, nomes de arquivos de imagens, texto alternativo de imagens (alt), nome do domínio, caminho, parâmetros, tamanho do arquivo, links que levam ao site e PageRank.</p><ul><li>Palavras-chaves na tag <em>title</em> parecem ser mais importantes para os posicionamentos elevados no Google. É também importante que as palavras-chaves de alvo estejam mencionadas na tag <em>body</em>, embora a tag title pareça ser mais importante.</li><li>Palavras-chaves nas tags <em>H2-H6</em> parecem ter uma influência no posicionamento enquanto que palavras-chaves na tag <em>H1</em> parecem não ter efeito.</li><li>O uso de palavras-chaves nas tags <em>bold</em> ou <em>strong</em> parecem ter um efeito insignificante no topo do ranking. Páginas que usam as palavras-chaves em <em>nomes de imagens</em> muitas vezes possuem posicionamentos mais elevados. O mesmo parece ser verdadade para palavras-chaves no <em>atributo alt</em>.</li><li>O websites que utilizam suas palavras-chaves no <em>nome do domínio</em> freqüentemente têm posicionamentos mais elevados. Pode ser que estes sites possuem muitos links que levam ao site com o nome do domínio como texto do link.</li><li>Palavras-chaves no <em>caminho dos arquivos</em> parecem não ter um efeito positivo no ranking do Google dos sites analisados. Páginas que usam poucos <em>parâmetros</em> na URL (?id=123, etc.) or nenhum parâmetro tendem a conseguir um posicionamento maior do que as URLs que contêm muitos parâmetros.</li><li>O <em>tamanho do arquivo</em> parece não influenciar o posicionamento de uma página no Google embora sites menores tendêm a ter um posicionamento ligeiramente mais elevado.</li><li>Não é surpresa que o números de <em>links que levam ao site</em> e o PageRank tiveram uma grande influência no posicionamento de páginas no Google. O topo dos resultados no Google têm, de modo geral, aproximadamente quatro vezes mais links que o resultado número 11.</li></ul></blockquote><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 17 Jun 2007 16:44:30 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Overmundo recebe prêmio internacional</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=36</link>
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			<description><![CDATA[A Comunidade Brasileira Overmundo, site colaborativo que busca expandir a produção e divulgação da cultura do Brasil no digimundo, ganhou o prêmio mais importante do Prix Ars Electronica 2007, o Golden Nica, na categoria Comunidades Digitais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comunidade Brasileira <a href="http://www.overmundo.com.br" target="_blank" title="Overmundo">Overmundo</a>, site colaborativo que busca expandir a produção e divulgação da cultura do Brasil no <em>digimundo</em>, ganhou o prêmio mais importante do <a href="http://www.aec.at/en/prix/index.asp" target="_blank" title="Prix Ars Electronica 2007">Prix Ars Electronica 2007</a>, o <a href="http://www.aec.at/en/prix/winners.asp" target="_blank" title="Golden Nica">Golden Nica</a>, na categoria Comunidades Digitais. </p><p>Este é o primeiro projeto brasileiro a vencer a premiação, considerada um Oscar dos projetos de tecnologia, artes e sociedade, que existe desde 1987.</p><p>Para se ter uma idéia da <em>responsa</em> dos <em>brasucas</em>, a Wikipédia venceu a mesma categoria em 2004 e a premiação já teve vencedores de peso como <a href="http://www.aec.at/en/archives/prix_archive/prix_projekt.asp?iProjectID=2183&iCategoryID=2548" target="_blank">Linus Torvalds (Linux)</a>, <a href="http://www.aec.at/en/archives/prix_archive/prix_projekt.asp?iProjectID=2441&iCategoryID=2545" target="_blank">Industrial Light and Magic</a>, <a href="http://www.aec.at/en/archives/prix_archive/prix_projekt.asp?iProjectID=2439&iCategoryID=2545" target="_blank">Toy Story</a>, <a href="http://www.aec.at/en/archives/prix_archive/prix_projekt.asp?iProjectID=12866&iCategoryID=12418" target="_blank">Creative Commons</a>, entre outros.</p><p>O Overmundo é uma inciativa de Alexandre Youssef, Hermano Vianna, José Marcelo Zacchi e Ronaldo Lemos. Parábens a todos da equipe e ao pessoal que está sempre colaborando.</p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 27 May 2007 13:20:22 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Analytics na usabilidade e AI - parte 3</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=35</link>
			<guid isPermaLink="false">http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=35</guid>
			<description><![CDATA[Dando continuidade à série sobre o Google Analytics, desta vez indico a série de posts escrita a alguns dias pelos mestres do Revolução Etc...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade à série sobre o Google Analytics, desta vez indico a série de posts escrita a alguns dias pelos mestres do Revolução Etc:<br /><a href="http://www.revolucao.etc.br/archives/estrategia-de-metricas-parte-1-metricas-para-probloggers/" target="_blank" title="Estratégia de métricas parte 1: Métricas para ProBloggers">Estratégia de métricas parte 1: Métricas para ProBloggers</a><br /><a href="http://www.revolucao.etc.br/archives/estrategia-de-metricas-parte-2-google-analytics-e-a-funcao-urchintracker/" target="_blank" title="Estratégia de métricas parte 2: Google Analytics e a Função urchinTracker">Estratégia de métricas parte 2: Google Analytics e a Função urchinTracker</a></p><p>Fica aí uma excelente dica. :)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 27 May 2007 13:20:22 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>WebStandards a favor da SEO</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=34</link>
			<guid isPermaLink="false">http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=34</guid>
			<description><![CDATA[As técnicas para otimização dos sites para sistemas de busca (SEO) tem sido requeridas por diversos sites que desejam melhorar seu posicionamento nos resultados das buscas na internet (PageRank). Tenho estudado este assunto a algumas semanas e percebi que os padrões web e a semântica de código estão diretamente relacionadas com as técnicas de SEO. Por isso, aqui vão algumas dicas interessantes de webstandards que ajudam a indexação e o posicionamento do site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As técnicas para <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otimiza%C3%A7%C3%A3o_para_sistemas_de_busca_seo" target="_blank" title="Otimização para sistemas de busca">otimização dos sites para sistemas de busca (<acronym title="Search Engine Optimization">SEO</acronym>)</a> tem sido requeridas por diversos sites que desejam melhorar seu posicionamento nos resultados das buscas na internet (PageRank).</p><p>Tenho estudado este assunto a algumas semanas e percebi que os padrões web e a semântica de código estão diretamente relacionadas com as técnicas de SEO. Por isso, aqui vão algumas dicas interessantes de webstandards que ajudam a indexação e o posicionamento do site.</p><h2>Hierarquia de títulos</h2><p>Utilize corretamente as tags <em>hn</em> (h1, h2, h3) para expressar a hierarquia de títulos dos textos em uma página e insira textos relevantes entre as tags.</p><h2>Atributo <em>alt</em> para imagens</h2>
<p>Certifique-se que as tags de imagem possuem o atributo <em>alt</em> com textos descritivos e relevantes. Além de facilitar a indexação, os deficientes visuais podem saber do que se trata a imagem.</p><h2>Tag <em>title</em></h2><p>Títulos de página devem ser únicos e estar de acordo com o conteúdo da página, além de (obviamente) serem descritivos. Este é um fator muito relevante e um dos primeiros a ser considerado ao buscar conteúdo na web.</p><h2>Meta-tags</h2><p>Provenha informações sobre o seu site para auxiliar os <em>bots</em>. Muito cuidado com a meta-tag <em>keywords</em>: não tente enganar os <em>bots</em> utilizando palavras-chaves que não estejam relacionadas com o conteúdo do site</p><p>Estas são apenas algumas dicas, mas há muito outros aspectos das estrutura de código e conteúdo que são levados em consideração pelos mecanismos de pesquisa.</p><h2>Para saber mais</h2><p><a href="http://www.imasters.com.br/artigo/2661/seo/seo_como_melhorar_o_ranking_do_site/" target="_blank" title="SEO: Como melhorar o ranking do site">SEO: Como melhorar o ranking do site</a> - Paulo Rodrigo, colunista do iMasters<br /><a href="http://www.google.com.br/support/webmasters/bin/answer.py?answer=35769" target="_blank" title="Diretrizes para webmasters">Diretrizes para webmasters</a> - Google</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 18 Mar 2007 18:02:37 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Ajude a manter a Wikipédia no ar!</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=33</link>
			<guid isPermaLink="false">http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=33</guid>
			<description><![CDATA[Ajude a manter a Wikipédia no ar - mesmo sem colocar a mão no bolso!
O BR-Linux.org lançou uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation a manter a Wikipédia no ar. Se você puder doar diretamente, é sempre a melhor opção. Mas se não puder, veja as regras da promoção do BR-Linux e ajude a divulgar - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux, e você ainda concorre a um pen drive!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Ajude a manter a Wikipédia no ar - mesmo sem colocar a mão no bolso!</strong> <br>O <a href="http://br-linux.org/">BR-Linux.org</a> lançou uma <a href="http://br-linux.org/linux/campanha-wikipedia">campanha</a> para ajudar a Wikimedia Foundation a manter a Wikipédia no ar. Se você puder <a href="http://wikimediafoundation.org/wiki/Coleta_de_fundos">doar diretamente</a>, é sempre a melhor opção. Mas se não puder, veja as <a href="http://br-linux.org/linux/campanha-wikipedia">regras da promoção do BR-Linux</a> e ajude a divulgar - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux, e você ainda concorre a um pen drive!</em></p><p>Contribua da maneira que puder para que a enciclopédia livre continue existindo.</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 18 feb 2007 11:58:31 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Analytics na usabilidade e AI - parte 2</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=32</link>
			<guid isPermaLink="false">http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=32</guid>
			<description><![CDATA[Continuando o post sobre o uso do Google Anaytics como ferramenta de medição para a usabilidade e arquitetura de informação, hoje vou apresentar alguns relatório que o serviço disponibiliza e podem ajudar muito os profissionais envolvidos no desenvolvimento e manutenção de um website.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o <a href="http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=31" title="Analytics na usabilidade e AI - parte 1">post</a> sobre o uso do Google Anaytics como ferramenta de medição para a usabilidade e arquitetura de informação, hoje vou apresentar alguns relatório que o serviço disponibiliza e podem ajudar muito os profissionais envolvidos no desenvolvimento e manutenção de um website.</p><h4>Navegação inicial</h4>
<p>Eis uma ferramenta interessante para avaliar macroarquitetura de informação, fluxo de navegação e o comportamento dos usuários, de um modo geral, ao acessar um site. Este relatório mostra quais foram os caminhos de navegação feitos pelos usuários a partir de pontos principais de entrada no site, ou seja, para quais páginas os usuários normalmente seguem depois de entrar em uma determinada página. Para os arquitetos de informação, ajuda a monitorar a eficiência dos mapas de arquitetura de informação, qual é o fluxo de navegação normalmente percorrido pelos usuários e a partir de que ponto eles estão deixando o site.</p><h4>Parâmetros de aparência</h4><p>É um menu da categoria <em>Otimização de conteúdo</em>, que contém vários relatórios. Para os analistas da usabilidade e acessibilidade, eles relatórios oferecem informações importantes sobre questões que, geralmente, causam conflitos na hora de desenvolver um projeto: qual a plataforma mais utilizada pelos usuários? qual a resolução mínima de tela? Qual a velocidade de conexão? E as versões de navegadores e plug-in dio flash? Normalmente, os profissionais web se baseiam em métricas genéricas, mais hipotéticas, geralmente encontrada na literatura especializada. Mas esta ferramenta oferece uma visão real e específica do seu projeto e é fundamental, principalmente, para os processos de manutenção e redesign.</p><p>Bem, apresentei apenas algumas ferramentas do Analytics, mas vale a pena conferir todos os recursos que ele disponibiliza. Faça um teste. Se você tem uma <a href="https://www.google.com/accounts/" target="_blank" title="Conta Google">conta Google</a>, inscreva seu site no <a href="http://www.google.com.br/analytics" target="_blank" title="Google Analytics">Google Analytics</a>.</p><p>:)</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sat, 10 feb 2007 23:39:12 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Analytics na usabilidade e AI - parte 1</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=31</link>
			<guid isPermaLink="false">http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=31</guid>
			<description><![CDATA[Combinando alguns relatórios dos mais de 50 que o serviço Google Analytics possui, é possível obter uma análise sobre a eficiência da arquitetura de informação e usabilidade. O Analytics já oferece diversos relatórios para analisar resultados de campanha de marketing e ROI, para sites integrados com o AdWords, mas esta característica das metas qualitativas é pouco comentada. Este primeiro post é apenas uma canjinha e apresenta a ferramenta Cobertura do site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Combinando alguns relatórios dos mais de 50 que o serviço <a href="http://www.google.com.br/analytics" target="_blank" title="Google Analytics">Google Analytics</a> possui, é possível obter uma análise sobre a eficiência da arquitetura de informação e usabilidade. O Analytics já oferece diversos relatórios para analisar resultados de campanha de marketing e ROI, para sites integrados com o AdWords, mas esta característica das metas qualitativas é pouco comentada.</p> <p>Este primeiro post é apenas uma <em>canjinha</em> e apresenta a ferramenta Cobertura do site.</p> <h4>Cobertura do site</h4> <p>Permite navegar pelas páginas do site e mostra a quantidade de cliques nos links internos do site. Ainda mostra a quantidade e a porcentagem de visitantes que saíram daquela página e do site sem passar pelas outras páginas.</p> <p><strong>Ajuda a saber:</strong></p><p> <ul> <li>Se os links relevantas da página estão bem organizados e distribuídos e se têm o retorno de acesso esperado;</li> <li>Se o conteúdo está sendo suficiente e interessante para que as pessoas não saiam da página na primeira visita;</li> <li>Se o fluxo de navegação previsto na arquitetura de informação é efetivamente realizado pelo usuário;</li> <li>Se o mapa do site está sendo muito acesso, o que significa que as pessoas provavelmente não estão conseguindo encontrar o conteúdo que precisam.</li> </ul> </p> <p>No próximo post trarei análises interessantes de outras ferramentas.</p>]]></content:encoded>
			<pubDate>Sun, 4 feb 2007 20:26:19 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Blog RSSficado</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=23</link>
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			<description><![CDATA[Enfim, atendendo a pedidos e antes tarde do que nunca, o WDXP agora tem feed RSS! Depois de alguns dias quebrando a cabeça e fazendo vários testes, consegui montar um feed, mas ainda em uma versão, digamos, Beta, pois o meu blog não possui gerenciador de conteúdo à la Wordpress :(... ele é administrado pelo sistema que eu desenvolvi, que gerencia o blog e várias seções do meu site. Se alguém tiver problemas com o feed, me comunique. :)]]></description>
			<pubDate>Sun, 4 feb 2007 12:02:46 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Design de interface para sites</title>
			<link>http://blog.talitapagani.com/index.asp?cod=22</link>
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			<description><![CDATA[Há algumas semanas terminei de ler uma tese de doutorado na área de Engenharia de Produção, desenvolvida por Mônica Stein (Design de interface para sites: Desenvolvimento de Uma Metodologia Orientadora Considerando a Comunicação entre Clientes e Usuários, 2003, UFSC). A tese apresenta considerações importantes sobre informação, comunicação, marketing, usabilidade, layout e gestalt, além de, claro, propor uma modelo metodológico detalhado sobre o desenvolvimento de sites, desde a definição dos objetivos até a implementação e manutenção do site...]]></description>
			<pubDate>Sun, 21 jan 2007 20:00:00 -0300</pubDate>
		</item>
	</channel>
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