<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Willen Moura - Blog</title><description></description><managingEditor>noreply@blogger.com (Willen Moura)</managingEditor><pubDate>Sat, 8 Aug 2026 05:53:43 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">239</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://willenmoura.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Blog - Agora no Diário Potiguar</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/10/blog-agora-no-diario-potiguar.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Fri, 30 Oct 2015 08:56:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-1993776611150385932</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://www.diariopotiguar.com.br/search/label/Willen%20Moura?max-results=10"&gt;&lt;img alt="DIÁRIO POTIGUAR - Notícias de Natal e Rio Grande do Norte" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgylgI852lLxPcMort3vnHz64fFLvm_e_IfiArTnUD7xRgvbLCFM-vIFIsip9ooPbA34lKJjBw3j8o7zHGbyw_EyQoGAAkzFS25uSL1O4O-hY-GlHGKnnp9uhS8xmvtBvjhoE97FDBowVg/s1600/logodiariopotiguar.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;"&gt;Você que acompanha meu trabalho voltado para a Psicologia, Saúde e Cotidiano neste espaço e em outros veículos de comunicação, poderá agora visitar tudo em um só lugar. Estarei, com muita alegria, a partir de hoje, no Diário Potiguar. Para acessar minhas matérias, pensamentos e artigos jornalísticos acesse: &#127;&lt;a href="http://www.diariopotiguar.com.br/"&gt;Diário Potiguar&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;ACESSE AQUI: &lt;a href="http://www.diariopotiguar.com.br/"&gt;DIÁRIO POTIGUAR&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgylgI852lLxPcMort3vnHz64fFLvm_e_IfiArTnUD7xRgvbLCFM-vIFIsip9ooPbA34lKJjBw3j8o7zHGbyw_EyQoGAAkzFS25uSL1O4O-hY-GlHGKnnp9uhS8xmvtBvjhoE97FDBowVg/s72-c/logodiariopotiguar.png" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>“Quero ser psicólogo”, diz estudante de São Miguel que acertou 174 questões no ENEM</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/10/quero-ser-psicologo-diz-estudante-de.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 29 Oct 2015 23:15:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-2786978049138627584</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img src="http://mossorohoje.com.br/komunixmnt/noticias/sfbig_4048.jpg" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Como, eu não sei, só sei que estudei bastante”. A resposta do estudante do 1º ano do ensino médio, Lucielio Cavalcante, sobre como teria conseguido acertar mais de 96% das questões do ENEM, foi rápida e objetiva.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dos 180 questionamentos do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), realizado no último final de semana em todo o Brasil, Lucielio acertou 174. Para ele, a conquista foi algo que não esperava. “Quase caio da cadeira. Eu contei três vezes para acreditar no que eu estava vendo”, declarou.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Francisco Lucielio Cavalcante de Freitas, tem 18 anos e reside no município de São Miguel, situado na região do Alto Oeste do Rio Grande do Norte. Nasceu com paraplegia e só consegue andar com a ajuda de outra pessoa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Garoto humilde e bastante religioso, mora sozinho com a mãe desde que nasceu. Isso por que seu pai morreu de intoxicação quando ele completou três dias de nascido.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apesar das dificuldades, Lucielio aposta nos estudos como forma de superar todas as barreiras que lhe foram impostas ao longo da vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando residia na zona rural, por exemplo, Lucielio era levado para escola nas costas da mãe. “Teve uma época em que minha mãe me acordava cedo, me colocava na ‘cacunda’ e me levava até o colégio”, revelou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O transporte especial só chegou quando ele ingressou no 6º ano. A prefeitura cedeu um transporte para leva-lo de casa até a escola e da escola até em casa. “Agradeço muito a prefeitura por causa disso”, disse Lucielio.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nem por isso, ele deixou de sonhar. Ao ser questionado sobre os planos para o futuro, ele destaca que seu sonho é ser psicólogo, profissão esta que acredita poder ajudar muitas pessoas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Sempre quis algo que fosse da área de medicina. Como eu não posso ser pediatra ou cirurgião, por conta da minha deficiência, quero ser psicólogo. Sou uma pessoa bastante comunicativa, e acho que isso pode ajudar”, detalhou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segundo Lucielio, o desejo de fazer a prova do ENEM veio após tomar conhecimento de um processo que emite o certificado de conclusão do ensino médio, para pessoas acima de 18 anos que ainda não concluiu os estudos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Pra isso, eu preciso de 450 pontos nas questões objetivas do ENEM e 500 na redação”, explicou ele, confiante. “Espero que tenha conseguido fazer uma boa redação”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ele também pretende usar a nota do exame para ingressar em uma universidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No dia da prova, Lucielio contou que se apegou à Virgem Maria, para que ela te ajudasse, uma vez que uma das maiores dificuldades era preencher o cartão-resposta.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Tive que tomar muito cuidado, por que eu costumo marcar nos locais errados, devido a minha deficiência. Então, eu pedi à Virgem Maria, e ela ouviu minhas preces”, relatou. “Sempre tive o apoio das pessoas ao meu redor. Inclusive, meu ex-professor de matemática, Leonardo, me disse que ia me dar uns ‘cascudos’ se eu não acertasse pelo menos 60 questões”, revelou com um sorriso no rosto.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
De acordo com a sua mãe, a dona de casa Francilene Cavalcante, vê-lo conquistar o que deseja é algo que não poderia te deixar mais feliz.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Estou satisfeita. Tá bom demais. Estou dando pra ele, a oportunidade que eu não tive. E ele tá aproveitando muito bem”, contou Francilene, que nunca teve a oportunidade de estudar por falta de condições financeiras de sua família.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Naquela época, as coisas eram difíceis. Quem era do sertão não estudava. Não tinha condições”, ressaltou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Xodó da família, Lucielio também é o queridinho do colégio onde estuda, a Escola Estadual Gilney de Souza, situada no Centro da São Miguel.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Após se formar e conseguir o diploma de psicólogo, Lucielio quer escrever e publicar a sua própria história.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Vou escrever minha biografia”, finalizou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
DO MOSSORÓ HOJE&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Quando a timidez na infância é um problema?</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/09/quando-timidez-na-infancia-e-um-problema.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 10 Sep 2015 15:28:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-5234949565946998602</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img height="426" src="http://br.mundopsicologos.com/site/article/20145/15198/quando-a-timidez-na-infancia-e-um-problema-0_ai1.jpg" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É normal que pais de crianças tímidas sempre se perguntem se a introspecção é apenas um traço da personalidade do filho ou filha ou pode ser indício de um problema. Onde está o limite? Como saber se a timidez na infância é excessiva e deve ser tratada?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Neste artigo psicólogos especialistas no tema compartilham dicas importantes com você. Confira as situações mais típicas e o que fazer.&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;1) Medo de fazer novas amizades&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Crianças tímidas, na maioria das vezes, têm dificuldades para fazer novas amizades. Isso se pode notar nos momentos sociais - parque, vizinhos, piscina, etc., mas também na escola. A psicóloga Riva Gelman comenta que se trata de um quadro comum e que normalmente acontece porque a criança ainda não foi capaz de criar uma relação de confiança.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
"Vale a pena incentivá-la a tentar vencer seus temores, uma vez que são outras crianças e podem reagir diferente. Se ela não conseguir sozinha, sugiro que peça auxílio [...]."&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Outros pais e vizinhos podem ajudar a promover a aproximação dela a outras crianças. Riva ressalta que, se isso for insuficiente, vale a pena pensar em uma ajuda profissional, para que a criança ganhe mais confiança em si e desenvolva um manejo social.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;2) Problemas para se enturmar na escola&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://br.mundopsicologos.com/pro/psicologos_br/articles/cf/cd/0/20145/flickrjustonlysteve.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://br.mundopsicologos.com/pro/psicologos_br/articles/cf/cd/0/20145/flickrjustonlysteve.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Grande parte dos casos está relacionada à mudança de escola, à perda de contato com o conhecido e ao desafio que pode supor construir novas relações. O psicólogo Leonardo Viana de Vasconcelos aponta o diálogo como um caminho eficaz.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
"Você pode conversar com seu filho para tentar entender por que essa interação com os colegas é tão difícil e, dependendo do que seja, encorajá-lo a também tomar a iniciativa. Dependendo do que você perceber a partir do diálogo com seu filho, outra alternativa é buscar ajuda de um psicólogo."&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando a timidez vira um problema?&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A timidez passa a ser um problema para uma criança (adolescente ou adulto) quando a inibição faz com que situações rotineiras se transformem em momento de intenso sofrimento. É aí quando a terapia deve ser iniciada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sem a intervenção de um profissional especializado, o quadro pode evoluir para uma fobia social, quando há um verdadeiro pavor de se expor em público. Esse tipo de fobia pode provocar prejuízos ocupacionais, familiares e sociais, além de isolamento e depressão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Se você ainda ficou com dúvidas sobre timidez, introspecção e efeitos na infância, entre em contato direto com os especialistas do portal publicando sua dúvida na nossa seção de &lt;a href="http://br.mundopsicologos.com/perguntas"&gt;Perguntas&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fotos (ordem de aparição): por Lili Vieira de Carvalho e justonlysteve (Flickr)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Autor: MundoPsicologos.com&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Quase dois milhões de espanhóis em depressão</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/05/quase-dois-milhoes-de-espanhois-em.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 14 May 2015 08:38:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-1865183245254070963</guid><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="426" src="http://www.facilitasbrasil.com.br/blog1/wp-content/uploads/2015/02/depressao.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="640" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Imagem: Divulgação&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um total de 1.868.173 pessoas era afetada por depressão em 2013 em Espanha, doença que tem aumentado a prevalência, devido à crise, e será a primeira causa de incapacidade em 2030, segundo previsões da Organização Mundial da Saúde (OMS).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os especialistas da OMS referem que entre oito e 15% da população sofreram (ou vão sofrer) de depressão ao longo da vida, uma "altíssima" prevalência que constitui "um desafio de saúde pública", devido às "graves repercussões" a médio e longo prazo, tanto individuais como sociais, familiares e laborais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O retrato da depressão foi realizado por especialistas num encontro em Madrid, sendo a doença definida como "uma tristeza patológica" pelo presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Miguel Gutiérrez.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Incapacidade, isolamento social, perda de produtividade laboral e de qualidade de vida, morbilidade, mortalidade e custos económicos são as principais consequências desta doença.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
"É um fenómeno epidémico e alguns dados apontam para que esteja a registar-se um crescimento exponencial e que, nas próximas décadas, vai ser a primeira causa de incapacidade", salientou o presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria Biológica, Miquel Bernardo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O aumento da esperança média de vida, o maior nível de stresse das sociedades ocidentais e o consumo de substâncias tóxicas são alguns dos fatores que explicam aquele aumento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas, a crise económica e financeira também tem responsabilidade e um estudo realizado entre 2007 e 2011 pela Fundação Espanhola de Psiquiatria e Saúde Mental em pacientes detetou um aumento de 10% em transtornos de ansiedade ou depressivos, que estavam relacionados com problemas de hipotecas ou desemprego.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A depressão é, por outro lado, "a grande porta de entrada de condutas suicidas", explicou o presidente da Fundação, Miquel Roca.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A doença aparece entre os 30 e 40 anos, mais entre mulheres que entre homens e um em cada 10 trabalhadores já esteve de baixa médica por apresentar um quadro depressivo, mas somente metade daqueles que foram ao centro de saúde com este problema receberam tratamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Miquel Roca realçou as dificuldades dos médicos de família para detetar a doença no pouco tempo que dispõem para as consultas, apesar do "extraordinário esforço" que estão a fazer.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;DNNotícias.pt&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Desperta Natal: Uma noite de grande louvor e adoração</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/04/desperta-natal-uma-noite-de-grande.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Mon, 13 Apr 2015 10:36:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-7474230215392356681</guid><description>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com nomes conhecidos no meio gospel, a Edição 2015 do Desperta Natal foi realizada com sucesso.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na noite, o público composto mais por evangélicos e cristãos de outras religiões, pode assistir à Gravação do DVD da Thabata Medeiros, cantora Gospel de Natal que tem um testemunho muito bonito de entrega do seu talento de cantar para o louvor e a adoração a Deus.&amp;nbsp;Thabata surpreendeu com seu testemunho, apresentou a família e agradeceu a todos pela colaboração na Gravação em particular a sua mãe, a produtora Fafá Medeiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Além da apresentação de Thabata, o público pode assistir ao lançamento do DVD dos cantores Gospel mais conhecidos a nível nacional, Anderson Freire e da Bruna Karla.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O show, que começou por volta das 18h foi até as 2h da madrugada e o último a se apresentar foi Anderson Freire que conta com um extenso histórico de composição de hinos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Veja imagens do evento:&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK3i7LVY-8ihACXF3JBC99ITWcG01CdIJ8ueG67cj-jl4ldPevbnf7dEGwlVE8nTddr1hvWPhTqs51UYFxp63W1hSH3V8R60olv_BgW-fH2RpS7ToHN3H9O43d7J0uWSi28pRGjUB_h80/s1600/20.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK3i7LVY-8ihACXF3JBC99ITWcG01CdIJ8ueG67cj-jl4ldPevbnf7dEGwlVE8nTddr1hvWPhTqs51UYFxp63W1hSH3V8R60olv_BgW-fH2RpS7ToHN3H9O43d7J0uWSi28pRGjUB_h80/s1600/20.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCXWxc2FXsKs8Omv43Ar3IUEV6TMFTM3TzOtzg0hp-nVrWhAqUeDK-_-eFpWR4XrKqTTB1NcojNrlgjU3YPHQbRkNI-WsyNFWR7r2Ll5Q5uj47B9O6BtMszauR9DT1FkIYszQOCPGXLxs/s1600/01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCXWxc2FXsKs8Omv43Ar3IUEV6TMFTM3TzOtzg0hp-nVrWhAqUeDK-_-eFpWR4XrKqTTB1NcojNrlgjU3YPHQbRkNI-WsyNFWR7r2Ll5Q5uj47B9O6BtMszauR9DT1FkIYszQOCPGXLxs/s1600/01.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxKxOakT2Xw5i7-yuLmY7jb1p22oQjGANwK66BsO9pds-RjTcAV-ssf59M97NSBin-bt6wSuLj3qjF9bCSWeUKtYTJCoTZ6fSy3wNp9LUFZJNuizPdXDFDhqPP5Pnm9TNZSgESxpXOXk4/s1600/02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxKxOakT2Xw5i7-yuLmY7jb1p22oQjGANwK66BsO9pds-RjTcAV-ssf59M97NSBin-bt6wSuLj3qjF9bCSWeUKtYTJCoTZ6fSy3wNp9LUFZJNuizPdXDFDhqPP5Pnm9TNZSgESxpXOXk4/s1600/02.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyeQuJJ2r35j2DJ27VjdCh_T_FdBEopbtboOy-pbfa-wfxYVNGI0o4AP2igqCXB59ISs82-v1FuFR6U-_G5DKHhBXWMfeoj1o0XJuMi8hsZ0EkKRrpnwlzz4y2xSY41QPq9BApC_2IyvQ/s1600/03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyeQuJJ2r35j2DJ27VjdCh_T_FdBEopbtboOy-pbfa-wfxYVNGI0o4AP2igqCXB59ISs82-v1FuFR6U-_G5DKHhBXWMfeoj1o0XJuMi8hsZ0EkKRrpnwlzz4y2xSY41QPq9BApC_2IyvQ/s1600/03.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvNXjrf9jBSHn1gHJ1jbuamwipmrmYYAsc_8sJEPhW5aLV8o6TWNkv5pRRocUEr5LCpcSHWICBeQt0_3iSp9EXq1T0jq3Do5nIXXDZp8k8Ibl-QojYW7RMxwXoAFO7DK_-VZm95ue5sdE/s1600/04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvNXjrf9jBSHn1gHJ1jbuamwipmrmYYAsc_8sJEPhW5aLV8o6TWNkv5pRRocUEr5LCpcSHWICBeQt0_3iSp9EXq1T0jq3Do5nIXXDZp8k8Ibl-QojYW7RMxwXoAFO7DK_-VZm95ue5sdE/s1600/04.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgowAjjRlye-d38JngV67xbgZdxTXJddqvrgey7sUKi5dC27zy8-uJJPFmkvxNKhf2G5nwsPG8MjfS3XPxsSMWiblauJvSi6Cfe9LGCZRGuy8u2jCpvuFpE9SB9RwYAFtrcrGZoDEBby60/s1600/05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgowAjjRlye-d38JngV67xbgZdxTXJddqvrgey7sUKi5dC27zy8-uJJPFmkvxNKhf2G5nwsPG8MjfS3XPxsSMWiblauJvSi6Cfe9LGCZRGuy8u2jCpvuFpE9SB9RwYAFtrcrGZoDEBby60/s1600/05.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpSQJ6C9-DE4ruOBqj9vAeD1JRNLgeymz3INNa-RxxTw3R1oi37X8CU1rPHjdKMFMywjx38ZSRIzVmokGDdgv3i4WJG5FZNwdOIbLXTm6bzKbGOE-KzWYxpBhHu3fK4Da_sH4E0zCPTFg/s1600/06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpSQJ6C9-DE4ruOBqj9vAeD1JRNLgeymz3INNa-RxxTw3R1oi37X8CU1rPHjdKMFMywjx38ZSRIzVmokGDdgv3i4WJG5FZNwdOIbLXTm6bzKbGOE-KzWYxpBhHu3fK4Da_sH4E0zCPTFg/s1600/06.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4adTqGl5KMlJPRTOvzuW57HUai49xsPEIj3l7ACqojprS8lTfhrjDj1aU_8DsKx6flpzM05QEl35_Gshzt-2coPHj2pgjaSBevF9Sjy8CKWqMUIPtI7mDxuj5xFn_7LmDUc7o1_vaoCI/s1600/07.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg4adTqGl5KMlJPRTOvzuW57HUai49xsPEIj3l7ACqojprS8lTfhrjDj1aU_8DsKx6flpzM05QEl35_Gshzt-2coPHj2pgjaSBevF9Sjy8CKWqMUIPtI7mDxuj5xFn_7LmDUc7o1_vaoCI/s1600/07.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEim2QMXMa7K1JxrYLaQCIm0oyv5kC5Vz4_9e020lwbPgS5sZ7EeYO8Y0W7UtOtHRfuEg_NAAiWio2CK4aCAV2dzMku7c2OdJM3vV915JcU83T9DA_YMGHsBwJ4xmtoESpv53Hri6EOc0JE/s1600/08.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEim2QMXMa7K1JxrYLaQCIm0oyv5kC5Vz4_9e020lwbPgS5sZ7EeYO8Y0W7UtOtHRfuEg_NAAiWio2CK4aCAV2dzMku7c2OdJM3vV915JcU83T9DA_YMGHsBwJ4xmtoESpv53Hri6EOc0JE/s1600/08.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5xgfOU5O70Cmfm2dyJ1PQ6wTLg_aJDRaCNDCTPS5_PBfUsGzjM5h6udPYc8A6qgmLmJWiyLbXnaBY4xhQi2zHZ0NuIknSApjI-5FiOAonjwb-HzCYSKcOLvZz4qDjW85mh1T5xgLU6gc/s1600/09.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5xgfOU5O70Cmfm2dyJ1PQ6wTLg_aJDRaCNDCTPS5_PBfUsGzjM5h6udPYc8A6qgmLmJWiyLbXnaBY4xhQi2zHZ0NuIknSApjI-5FiOAonjwb-HzCYSKcOLvZz4qDjW85mh1T5xgLU6gc/s1600/09.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKZwtvd_nxFdzLaQ3O9Lav6ZMLBge_l3ZMDecI6jP7jUEP2gJlfHPkkdxJ9n-eVzFApQyVnQBGxbxTko21gys-TjDBGVoBvVwfvcIamQ4-wIhbWtElcs8gPaMLGZxpWQjqvA76pewXCXg/s1600/10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKZwtvd_nxFdzLaQ3O9Lav6ZMLBge_l3ZMDecI6jP7jUEP2gJlfHPkkdxJ9n-eVzFApQyVnQBGxbxTko21gys-TjDBGVoBvVwfvcIamQ4-wIhbWtElcs8gPaMLGZxpWQjqvA76pewXCXg/s1600/10.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisU7zT58wIwdT_6U4oJTGcuXtkcHrizxFrucebZ3D9Q3_9rijNqPb70GQ-NFjKojbuFUo2FqNSetNzlh7BOJnc36TziP92vhep9HoEy0-Dl3V5dp7w6_QNtHj00LCmofyZfRWF6fuNU3k/s1600/11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisU7zT58wIwdT_6U4oJTGcuXtkcHrizxFrucebZ3D9Q3_9rijNqPb70GQ-NFjKojbuFUo2FqNSetNzlh7BOJnc36TziP92vhep9HoEy0-Dl3V5dp7w6_QNtHj00LCmofyZfRWF6fuNU3k/s1600/11.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzAnS-oTt4YHCooezZQWV7PBZArIhnWnUs_Rv_EurqE9Hg7viDhZ-jYOwZunE0AwTk3tlgP8UqvgybdOEHcJsNvax3BPBRs-CV9Um9TtpwdbpOYWNlsOJJFP_K6WImU1e7wtDYb5V78kI/s1600/12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzAnS-oTt4YHCooezZQWV7PBZArIhnWnUs_Rv_EurqE9Hg7viDhZ-jYOwZunE0AwTk3tlgP8UqvgybdOEHcJsNvax3BPBRs-CV9Um9TtpwdbpOYWNlsOJJFP_K6WImU1e7wtDYb5V78kI/s1600/12.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgecMU_CwRPcSK0g3weGV7mppg_w85h4s2HU9f-AcUf1eVGVqqZN3fmhRuNodAyvTne5SShN_-KW_rF5T4Om-groW9U6hb4WxS6Vw5vcSVMykXSYR0bQw7Wgq5MZFG5OMhp3hPpvENXpQY/s1600/13.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgecMU_CwRPcSK0g3weGV7mppg_w85h4s2HU9f-AcUf1eVGVqqZN3fmhRuNodAyvTne5SShN_-KW_rF5T4Om-groW9U6hb4WxS6Vw5vcSVMykXSYR0bQw7Wgq5MZFG5OMhp3hPpvENXpQY/s1600/13.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhU2G3qQaU33xvgcuktwVFPvbt3q7OvY27CYEOrQM3zutpLU3Y603aWSJBBX6Vm09OELsE1scB2FfTXjGI1dAgCrW36MriB4rBLsA7s3g2m7ikMvrkWxOfZqPQ3eeoIAzbgKr1WXwuuutU/s1600/15.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhU2G3qQaU33xvgcuktwVFPvbt3q7OvY27CYEOrQM3zutpLU3Y603aWSJBBX6Vm09OELsE1scB2FfTXjGI1dAgCrW36MriB4rBLsA7s3g2m7ikMvrkWxOfZqPQ3eeoIAzbgKr1WXwuuutU/s1600/15.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8FIxlVWSHZMnw88diLZGgKxG4o_Ua14Ejy2GIMD4UIx-IGKaTksMMtQQddZfk3u6Z4t_t6qwV2jwjYFSEnerZS_0kSH0DS8gAPa4nRMC6OXum_lmCgmx8wVx1Dw9jE8FJoMC9L6ftdPA/s1600/16.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8FIxlVWSHZMnw88diLZGgKxG4o_Ua14Ejy2GIMD4UIx-IGKaTksMMtQQddZfk3u6Z4t_t6qwV2jwjYFSEnerZS_0kSH0DS8gAPa4nRMC6OXum_lmCgmx8wVx1Dw9jE8FJoMC9L6ftdPA/s1600/16.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNhnHsjYALnVSKDmgoBbPdtHAEqFb88MG5kXnrqPloYaNj8O1w91Cuy0ee3o2QKv46Sw8k35heovdlluTFaKZMsD3zQIV1RKf3y_kZNTfbYFrFsvfaydvLczRRV-V8ie0C76kOFFOpycA/s1600/17.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiNhnHsjYALnVSKDmgoBbPdtHAEqFb88MG5kXnrqPloYaNj8O1w91Cuy0ee3o2QKv46Sw8k35heovdlluTFaKZMsD3zQIV1RKf3y_kZNTfbYFrFsvfaydvLczRRV-V8ie0C76kOFFOpycA/s1600/17.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPAeFBOulgcz81YAWCAC7xKg8ploJG_1cfrYjKpE7FbPlnaJVrIBZ5_bYrMBoCR3rMgGc3vDJyXV3QcuTb__K41wDqbRq5ErncyXRm5mEbcX9_jv7iZX4cumVunB4Lu7QCmpnqHMrBHUc/s1600/18.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPAeFBOulgcz81YAWCAC7xKg8ploJG_1cfrYjKpE7FbPlnaJVrIBZ5_bYrMBoCR3rMgGc3vDJyXV3QcuTb__K41wDqbRq5ErncyXRm5mEbcX9_jv7iZX4cumVunB4Lu7QCmpnqHMrBHUc/s1600/18.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhGnVshksf0jkmBYM-9IE_jrkSReaz-hzmuggmWesY5mHiMsM7I-hJTrI0Lzsz7Hl_TfZ5AMwg123CO4ayQ_oBIf3iRdS3eXczZ5UD48BKc7xJTJU4Qf3XdTIq5xHrJJcrYxGd1Xxsdels/s1600/19.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhGnVshksf0jkmBYM-9IE_jrkSReaz-hzmuggmWesY5mHiMsM7I-hJTrI0Lzsz7Hl_TfZ5AMwg123CO4ayQ_oBIf3iRdS3eXczZ5UD48BKc7xJTJU4Qf3XdTIq5xHrJJcrYxGd1Xxsdels/s1600/19.jpg" height="480" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; clear: both; color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUT8xEwxKxM7eG-dqhAZUoFQJJX9A7sGPUcAU1I_OBCwq5A2in8ChVWfUxFYWjM-zPy_f1fDsdasBPdrX7BdkIdb8KCsduXFu-zLVsRybmPRc5ZZWUYsXEYouW2N7W8WxoVs38WeJHao/s1600/21.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUT8xEwxKxM7eG-dqhAZUoFQJJX9A7sGPUcAU1I_OBCwq5A2in8ChVWfUxFYWjM-zPy_f1fDsdasBPdrX7BdkIdb8KCsduXFu-zLVsRybmPRc5ZZWUYsXEYouW2N7W8WxoVs38WeJHao/s1600/21.jpg" height="480" style="cursor: move;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiK3i7LVY-8ihACXF3JBC99ITWcG01CdIJ8ueG67cj-jl4ldPevbnf7dEGwlVE8nTddr1hvWPhTqs51UYFxp63W1hSH3V8R60olv_BgW-fH2RpS7ToHN3H9O43d7J0uWSi28pRGjUB_h80/s72-c/20.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A 500 dias das Olimpíadas, comunidade reclama de perda de qualidade de vida</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/03/a-500-dias-das-olimpiadas-comunidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Tue, 24 Mar 2015 10:36:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-9042542295351546599</guid><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Vila Autódromo" height="428" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil2013/files/styles/interna_grande/public/vilaautodromo.jpg?itok=tpoxh1ty" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="640" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Fernando Frazão/Agencia Brasil&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A 500 dias das Olimpíadas de 2016, moradores da Vila Autódromo, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro, reclamam de perda de qualidade de vida e incertezas sobre o futuro desde que foi anunciado que a cidade sediaria os Jogos Mundiais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Postes sem luz, serviço de água alternado, ruas de terra alagadas e escombros por todo lado são alguns dos problemas enfrentados por quem não quis indenização ou casa popular oferecida pela prefeitura.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Das mais de 580 famílias que viviam na comunidade, restam pouco mais de 50, segundo a associação de moradores. Muitos já querem negociar a saída, por medo de perder tudo. Na semana passada, a prefeitura publicou dois decretos desapropriando 58 imóveis, agora considerados bens de utilidade pública, com valor da indenização a ser definido pela Justiça. A briga entre os moradores e o Poder Público é antiga, já que as casas estão em uma das regiões que mais sofrem com a especulação imobiliária na capital. A comunidade existe há cerca de 40 anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O anúncio do Rio como sede dos Jogos Mundiais, em 2009, no entanto, intensificou o número de ações judiciais e liminares de ambos os lados. Em 2010, a Defensoria Pública chegou a emitir certidões de posse para tentar evitar as remoções. Houve &lt;a href="http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2010-05-20/moradores-de-comunidade-no-rio-fazem-protesto-contra-remocao-por-causa-de-olimpiadas"&gt;manifestações&lt;/a&gt; ao longo de 2012 e 2013  e no ano passado, os moradores voltaram às ruas para &lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2014-09/moradores-da-vila-aut%C3%B3dromo-protestam-por-urbanizacao-da-comunidade"&gt;reclamar da falta de mobilidade e urbanização no local&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A prefeitura então começou um processo de indenizações e inscrições no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Diferentemente da maioria das comunidades do Rio de Janeiro, Vila Cruzeiro tem desde casebres a casas de classe média alta, de dois andares em terrenos amplos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Alguns resistem. Da lage de sua casa, a diarista Maria da Penha Macena, 49 anos, acompanha as obras do parque e dos arranha-céus que sobem em ritmo acelerado. Do alto da casa de três andares, onde ela e a família moram, também é possível ver a lagoa e as montanhas do Parque Estadual da Pedra Branca, ao longe. Maria da Penha diz que não quer dinheiro, apenas continuar no lugar que escolheu para morar há mais de 20 anos. “Aqui temos uma história, gosto de morar aqui, construí minha casa há muitos anos, devagarinho, com muita dificuldade e não acho justo ter que sair”, disse ela. “Estamos lutando contra o dinheiro. A cada dia, saem duas, três famílias. Já houve negociações de R$ 2,9 milhões, de R$ 850 mil, R$ 300 mil. A pressão está muito grande, estão em cima do comércio, dizendo que não são legalizados, a água da rua demora a chegar. O mato vai subindo, alguns postes já não funcionam e, com cada vez menos casas, chega a noite é um breu”, contou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O presidente da Associação dos Moradores, Altair Guimarães, 60 anos, disse que lutou muito para manter a comunidade unida e preservada, mas que agora já tem dúvidas se Vila Autódromo resistirá. “Meu consolo é saber que os moradores que foram embora saíram com dignidade, com as casas valorizadas, graças à nossa luta”, disse ele, que não esconde a frustração pela saída da maioria dos moradores. “Hoje está mais difícil a resistência. Como posso dizer a um morador que ganha dois salários mínimos que não aceite receber R$ 500 mil e que dê valor à história dessa comunidade, a nossa história? Os interesses são muito grandes”, lamentou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Conseguimos dar mais visibilidade à comunidade lá fora do que aqui dentro. Aqui somos agressores do meio ambiente, invasores, oportunistas que não querem pagar o IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbano]". Para Guimarães, o país tem salários baixos e as pessoas não têm onde morar. "Sobraram para os desfavorecidos dessa cidade as encostas, beiras de morro e de lagoa”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O urbanista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro Carlos Vainer auxiliou, há cerca de três anos, os moradores na preparação de um plano de urbanização para a comunidade como alternativa às remoções. O plano ganhou a premiação máxima do concurso Deutsche Bank Urban Age Award em 2013, mas não saiu do papel. O projeto custaria um terço dos gastos com remoções da prefeitura, disse Vainer, que chamou de heroica e dramática a situação dos que permaneceram na Vila Autódromo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Não houve transparência nos processos de aquisição, indenização e desapropriação. Para algumas famílias foram oferecidas quantias bastante expressivas a fim de quebrar a resistência da população local, gerando clima de desconfiança, desentendimentos. Cada casa derrubada vira polo de lixo e degradação, gerando uma situação cada vez mais difícil para os que resistem”, acrescentou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“O mais grave ali é que o último projeto [da prefeitura], pois já houve vários, não prevê nada para o local. A expulsão dessas pessoas faz parte do processo de valorização da terra, da qual os removidos não participam”, completou. Planos anteriores previram, no lugar da comunidade, um centro de mídia, depois o estacionamento do Parque Olímpico, uma alça viária ligando vias expressas e, por último, o alargamento da Avenida Embaixador Abelardo Bueno. A prefeitura chegou a alegar que as remoções eram necessárias porque as casas estavam em &lt;a href="http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2012-07-26/moradores-da-vila-autodromo-no-rio-fazem-manifestacao-contra-desocupacao-do-local"&gt;área de preservação ambiental&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para Vainer, houve nos últimos anos um aprofundamento das desigualdades sociais e da especulação imobiliária na cidade. “As recentes denúncias de corrupção ajudam a entender o que está em jogo: os grandes contratos, uma estrutura de poder expressiva e blindada pelos governos municipal, estadual e federal. E os vários problemas sociais e ambientais continuam sendo escondidos debaixo do tapete, inclusive pela mídia, quase sempre”, lamentou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Vimos investimentos pesados nas áreas vazias das grandes glebas do Recreio e da Barra, estendendo a malha urbana de maneira irresponsável, em benefício de um punhado de pessoas. O projeto urbanístico desenvolvido para os Jogos vai na contramão do que as grandes cidades do mundo buscam hoje, que é concentrar para evitar longo tempo de deslocamento, a poluição ambiental, a queima de combustível fóssil”, argumentou o urbanista.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Outras comunidades na zona oeste também sofreram remoções, como a Vila Recreio 2, onde mais de 500 famílias já foram transferidas para a construção da Transoeste - uma das quatro vias expressas que a cidade vai ganhar - e a favela do Metrô, próxima ao Estádio do Maracanã, na zona norte, para a construção de um estacionamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Moradora há 30 anos, a aposentada Daise da Silva, 61 anos, ficou sem luz em casa, depois que uma escavadeira derrubou um poste. “Lá em casa somos seis famílias, é um terreno bem grande. Acham que minha casa é barraco e querem me mandar para aqueles apartamentos do Minha Casa Minha Vida. Eu e minha família só sairemos daqui se for com dignidade”, declarou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A aposentada Maria de Lourdes da Silva, 76 anos, já aceitou se mudar para uma das casas do programa. “Eu queria ficar ou ganhar indenização para ir para outro lugar, mas minha casa é uma quitinete e com indenização não dá para ir a lugar nenhum”, disse. “Se ficasse, era uma boa para mim e para muita gente, mas não vão deixar a gente ficar, porque isso aqui tem que virar área de lazer”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para a professora de português Inalva Mendes Brito, 70 anos, os moradores estão em estado de sítio. “Viramos um entulho humano. A prefeitura utiliza a cultura do medo: que não vai sobrar nada, que vamos sair sem nada. Mas não luto por dinheiro, luto por direitos”, disse ela, que já está na comunidade há 30 anos. “Cada hora é um argumento diferente para tirar a gente daqui. Primeiro, causávamos dano ambiental, depois era por causa dos jogos Panamericanos, agora são as Olimpíadas. Mas não apresentam o projeto, não fazem audiências públicas, não dão informações, enfim, transparência zero”, reclamou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em evento público no domingo (22), o prefeito Eduardo Paes comentou que ninguém está sendo desapropriado à força e que o processo de negociação é tranquilo. “Reconheci, há dois anos, um erro no encaminhamento das negociações, sentei com as lideranças, conversei com todo mundo, já temos 75% da comunidade que aceitaram a negociação e faltam pouquíssimos imóveis para aquilo que precisávamos”, declarou. “Não sei se continuarei atendendo àqueles que querem sair e que já não queremos mais que saiam. Essa é a minha dúvida agora”, completou Paes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A assessoria da prefeitura informou, em nota, que 280 casas estavam na faixa que passará por obras de canalização dos rios e duplicação das avenidas Salvador Allende e Abelardo Bueno e pela criação de vias de acesso ao Parque Olímpico. Para essas famílias foram oferecidos apartamentos de dois e três quartos em condomínio localizado a 1 quilômetro da Vila Autódromo, com área verde, clube com piscina, espaço gourmet, creche e espaço comercial. Dos 76 moradores que não quiseram ir para os apartamentos, 18 entraram em acordo com o município e foram indenizados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A prefeitura informou ainda que devido à necessidade de realização das obras, os imóveis restantes foram incluídos em decreto que os tornou bens de utilidade pública. Dos moradores que não serão diretamente afetados pela obra, 172 família foram reassentadas por vontade própria, segundo a prefeitura. Nesse grupo, 140 foram para o Parque Carioca e 32 optaram pela indenização. A prefeitura não informou sobre o que ocorrerá com as famílias que não serão diretamente afetadas e que não querem negociar. Também não foram informados os gastos com indenizações e reassentamentos e o número total de reassentamentos e indenizações na cidade por causa das Olimpíadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os defensores públicos estaduais que representam os moradores de Vila Autódromo não foram encontrados para falar sobre o assunto até o fechamento da matéria. A assessoria informou que os defensores só estariam disponíveis para falar sobre o assunto nesta quarta-feira (25).&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
AGÊNCIA BRASIL&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Flávia Villela&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Edição: Graça Adjuto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A ciência mostra como surge o narcisismo</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/03/a-ciencia-mostra-como-surge-o-narcisismo.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Wed, 18 Mar 2015 08:52:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-4108644812678001166</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img alt="Pintura de John William Waterhouse retrata a lenda de narciso, que se apaixonou por seu próprio reflexo em um lago (Foto: Timothy Takemoto/ flickr/ creative commons)" height="371" src="http://s2.glbimg.com/3ytzb7GFz74YD6uOEt2j5fM1rw0=/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/03/17/narciso.jpg" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #767676; font-family: Arial; font-size: 10px; line-height: 14.2857151031494px; text-align: left; text-transform: uppercase;"&gt;PINTURA DE JOHN WILLIAM WATERHOUSE RETRATA A LENDA DE NARCISO, QUE SE APAIXONOU POR SEU PRÓPRIO REFLEXO EM UM LAGO (FOTO: TIMOTHY TAKEMOTO/ FLICKR/ CREATIVE COMMONS)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em tempos de selfies, o narcisismo se torna cada vez mais recorrente - todo mundo conhece um ~narciso, que ama o próprio reflexo. E esse reflexo não precisa ser literal, pode se referir a outros tipos de amor próprio excessivo que vão além do físico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas como isso acontece? Como uma pessoa se torna tão autoconfiante e apaixonada pela própria imagem - a ponto de desprezar os outros? Pesquisadores americanos foram buscar essas respostas no comportamento das crianças. Foram analisadas 565 crianças, de 7 a 11 anos de idade, e seus pais - 415 mães e 290 pais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O resultado foi claro e objetivo: crianças superestimadas pelos pais durante este estágio de desenvolvimento são mais propensas ao narcisismo. Segundo o estudo, “superestimar” é fazer a criança achar que é melhor que seus colegas. "Quando as crianças são vistas por seus pais como sendo mais especiais do que outras crianças, eles podem internalizar a visão de que eles são indivíduos superiores, uma visão que está no cerne do narcisismo", diz o estudo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas a teoria da psicanálise sugere que narcisistas são fruto de um relacionamento frio com os pais - o que poderia invalidar as ideias dos autores da pesquisa, Brad Bushman e Eddie Brummelman.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tendo isso em mente, Bushman e Brummelman se apoiaram na Teoria da Aprendizagem Social - a ideia que todo aprendizado provém de comportamentos já moldados. Então, as crianças, na verdade, aprendem a ser narcisas com os pais. É isso: pais narcisistas geram filhos narcisistas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O segredo do sucesso com as crianças também está no estudo: "[...] Quando as crianças são tratadas por seus pais com carinho e apreço, podem interiorizar a ideia de que eles são indivíduos valiosos, uma visão que está no cerne da auto-estima”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Via &lt;a href="http://www.washingtonpost.com/news/to-your-health/wp/2015/03/09/how-parents-create-narcissistic-children/?utm_source=nextdraft&amp;amp;utm_medium=email"&gt;WashingtonPost&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Psicóloga Alemã quebra "O Segredo" do pensamento positivo</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/02/psicologa-alema-quebra-o-segredo-do.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 5 Feb 2015 04:52:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-2735990473918066922</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Gabriele Oettingen, autora do livro 'Rethinking Positive Thinking' (Repensando o Pensamento Positivo, em tradução livre), lançado nos Estados Unidos" height="360" src="http://veja0.abrilm.com.br/assets/images/2015/1/256927/Gabriele-Oettingen-1-size-598.jpg?1421945249" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="640" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Gabriele Oettingen, autora do livro 'Rethinking Positive Thinking' (Repensando o Pensamento Positivo, em tradução livre), lançado nos Estados Unidos (Divulgação/VEJA)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;Para a psicóloga alemã Gabriele Oettingen, o otimismo é o pior caminho para alcançar os desejos. Nesta entrevista ao site de VEJA, uma das maiores especialistas em pensamento positivo explica como combinar imagens de um futuro feliz a seus obstáculos é a melhor forma de tornar os sonhos realidade&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“O pessimismo nunca ganhou nenhuma batalha”, disse certa vez o presidente americano Dwight Einsenhower (1890-1969). Para a psicóloga alemã Gabriele Oettingen, ele deveria acrescentar que o otimismo também é incapaz de vencer qualquer combate.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apoiada em 20 anos de pesquisas sobre o pensamento positivo, a professora da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, e da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, derrubou em mais de uma centena de experimentos científicos a crença de que, para alcançar um sonho na vida, basta imaginá-lo realizado. De acordo com Gabriele, o universo não conspira a favor de ninguém. Ao contrário do que afirmam gurus e best-sellers de autoajuda, como o livro O Segredo, o caminho para alcançar uma meta não é esperar que ela se realize em um passe de mágica, mas trabalhar duro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Em qualquer perspectiva, a sabedoria convencional da psicologia e da literatura de autoajuda está errada: o pensamento positivo não ajuda sempre”, diz a psicóloga, autora do livro Rethinking Positive Thinking(Repensando o Pensamento Positivo), lançado recentemente nos Estados Unidos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
​Esperança — Gabriele começou a pesquisar o tema quando vivia na Alemanha, na época em que o Muro de Berlim (1981-1989) separava a cidade em duas. Seu interesse era a esperança que os habitantes de Berlim Oriental alimentavam de poder sair da cidade ou viver dias melhores, apesar de não existir qualquer perspectiva de mudança. A então bióloga queria entender o propósito das fantasias e imagens positivas que povoam a mente de milhares de pessoas que passam por situações difíceis.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na metade dos anos 1980, Gabriele foi para os Estados Unidos trabalhar com o psicólogo americano Martin Seligman, mais conhecido por seus estudos sobre felicidade e um dos principais representantes de uma corrente chamada psicologia positiva, que pesquisa o papel das emoções no equilíbrio físico e mental. Uma década depois, quando começou seus próprios experimentos sobre o pensamento positivo, os dados mostraram à pesquisadora que fantasiar ou imaginar um futuro em que os desejos são realizados não ajuda a consegui-los. Gabriele replicou os estudos com diversos grupos de idades e sexo diferentes, nos Estados Unidos e Europa, com objetivos de saúde, trabalho ou relacionamentos. Os resultados foram sempre os mesmos. Viver mentalmente os sonhos apenas baixa a pressão sanguínea, causando um estado prazeroso de letargia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A partir dessa descoberta, Gabriele analisou as táticas daqueles que se saíram melhor em seus experimentos e começou a sistematizá-las. Desenvolveu uma técnica que leva em conta obstáculos reais que precisam ser superados quando se persegue um objetivo e a batizou de "contraste mental" – também exaustivamente testada em laboratório durante as duas últimas décadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Costumamos acreditar que visualizar os sonhos e imaginar sua realização ajuda a alcançá-los. No entanto, seu livro mostra o contrário. Quando percebeu que estava indo contra a corrente? No início, eu também acreditava fortemente no poder do pensamento positivo. Então, em 1991, fiz um estudo com 25 mulheres obesas que participavam de um programa de redução de peso. Pedi que contassem como se viam no futuro e como se sentiam diante dos maiores obstáculos para que emagrecessem. Depois de um ano, voltei a falar com elas. Aquelas que acreditavam que iriam emagrecer tinham perdido cerca de 10 quilos a mais que as que não achavam que iriam perder peso. No entanto, as mulheres que imaginavam que teriam dificuldades perderam ainda 10 quilos a mais que as que tinham imagens muito positivas do futuro. As mulheres que se imaginavam longilíneas ou passando pela mesa de doces sem olhar tiveram os piores resultados. Sonhar com o desejo realizado não ajudou e, mais que isso, impediu que ele fosse realizado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por que isso aconteceu? Fiquei curiosa e comecei a replicar esses estudos, com mais pessoas, com outros objetivos, para ter certeza do que estava começando a descobrir. Na época, a crença no pensamento positivo era muito forte e ele era pouco estudado. Durante 20 anos, analisei estudantes que queriam tirar boas notas, recém-formados que começavam no mercado de trabalho, homens e mulheres que queriam iniciar uma relação amorosa, discursos otimistas de presidentes e sua relação com a economia e mais dezenas de sonhos. Medimos a pressão sanguínea e descobrimos que as imagens positivas do futuro fazem as pessoas relaxar e induz um estado de prazer. Todos os resultados de nossos estudos, em grupos pequenos e grandes, com diferentes faixas etárias, gêneros, nos Estados Unidos e Europa mostraram o mesmo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Relaxar e aproveitar o sonho não pode ser positivo? Isso rouba a energia e tira a motivação para seguir o difícil caminho de conquista dessas metas na vida real. Desse modo, as pessoas não se sentem preparadas para superar as adversidades e não percebem quais atitudes são necessárias para tornar os sonhos realidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O otimismo nunca é útil? Se estiver interessado em alguns momentos de prazer é muito interessante imaginar quão maravilhoso o futuro será. Ele também ajuda a explorar as diversas possibilidades da vida. Se não estou certa se quero ser cientista ou artista, qual é minha grande paixão, então fantasiar e imaginar como seria o futuro é uma boa ideia. O pensamento positivo também é útil quando estamos presos em situações nas quais não podemos agir. Como os alemães que estavam cercados em Berlim Oriental querendo passar para o outro lado. Ou quando fazemos uma prova ou entrevista de emprego e estamos esperando o resultado. Imaginamos como seria trabalhar na empresa ou receber uma boa nota e isso nos deixa relaxados. Sonhar acordado é necessário para entender o que queremos e dar direção às ações, mas não é o suficiente. Se ficarmos apenas nisso, estaremos tão felizes que é impossível tirar as dificuldades do caminho para alcançar qualquer coisa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Entretanto, diversas pesquisas mostraram que pessoas otimistas têm melhor saúde cardiovascular, são mais magras e saudáveis. O otimismo não faz bem à saúde? Nossos estudos mostraram que quando o pensamento positivo ou as altas expectativas são construídos com base em sucessos passados, ele é realmente útil. Mas, nossos estudos com jovens deprimidos mostraram que, se essas imagens de um futuro brilhante são boas no curto prazo, elas promovem a doença no longo prazo. Elas agem de forma semelhante aos mecanismos que aliviam dores extremas, como medicamentos ou drogas. São boas no momento, mas tornam as pessoas passivas, inábeis para mudar sua situação. Um experimento que fizemos com pacientes que se recuperaram de cirurgias no quadril mostrou que, quanto mais essas pessoas imaginavam uma recuperação fácil e rápida, pior era sua reabilitação. Aquelas que imaginavam que estariam bem e compreendiam todos os passos necessários para a reabilitação mostraram os melhores resultados.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ou seja, o segredo para conseguir nossos desejos não é imaginar um futuro dourado, mas, simplesmente, olhar para a realidade e trabalhar duro? Sim, é exatamente isso. Não podemos explorar demais as imagens positivas a ponto de estarmos desligados da realidade. A ideia é: por que vamos nos esforçar em conseguir algo se podemos aproveitar os resultados em nossa mente? Para o cérebro, viver as experiências na imaginação ou na realidade tem o mesmo impacto. Sonhar não é agir. E precisamos sentir a resistência da vida real para sabermos que ainda não chegamos lá.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Como fazemos isso? Contrastando as fantasias com seus obstáculos. Quem ensinou isso foram as pessoas que fizeram parte dos meus estudos. Os participantes que pensavam em um futuro positivo considerando os obstáculos e as tentações no caminho eram os que se saíam melhor. Então vimos que essa estratégia, que batizamos de contraste mental, poderia ser uma saída. O que fizemos foi imitá-los e submeter essa técnica a novos experimentos. Basicamente ela consiste em nomear os desejos e metas e enumerar os obstáculos importantes. Fazendo isso, a pressão sanguínea aumenta, fornecendo a energia e motivação necessárias para a ação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
VEJA&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Pesquisa da Unicamp estuda a empatia dos médicos e joga luz sobre perfil profissional</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/01/pesquisa-da-unicamp-estuda-empatia-dos.html</link><category>Medicina</category><category>Psicologia</category><category>Saúde</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Tue, 20 Jan 2015 23:01:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-8872724617053652783</guid><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="393" src="http://cartacampinas.com.br/wp-content/uploads/398x245xantonioperri3-398x245.png.pagespeed.ic.bkN6PSZoe8.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="640" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: #474747; font-family: Georgia, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 17px;"&gt;Marcelo Schweller e Marco Antônio de Carvalho Filho&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma pesquisa realizada na Unicamp tenta entender como a própria vivência e ensino durante a Faculdade de Medicina provoca no médico uma espécie de antipatia, ou seja, um distanciamento e indiferença do médico em relação ao paciente e o foco exclusivo na doença. A pesquisa também pode servir para entender o perfil dos médicos brasileiros e, até, a reação da classe&amp;nbsp;em relação à presença de colegas cubanos no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No estudo, o médico e pesquisador Marcelo Schweller, orientado pelo professor Marco Antonio de Carvalho Filho,&amp;nbsp;avaliou&amp;nbsp;uma série de intervenções, visando manter ou aumentar a empatia de estudantes de medicina da Unicamp em diferentes estágios de formação. O conceito de empatia na pesquisa é &amp;nbsp;a capacidade de compreender o sentimento ou reação da outra pessoa imaginando-se nas mesmas circunstâncias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo os pesquisadores, há uma perda da empatia ao longo dos anos do curso de graduação e tem como umas das causas principais o chamado ‘currículo oculto’. O estudante têm várias experiências na faculdade que não são somente as experiências em sala de aula e supervisionadas. Essas experiências também vão moldando a personalidade e a identidade profissional desses alunos. E nem todas essas experiências são positivas. Isso é o que se denomina&amp;nbsp;currículo oculto em medicina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Queremos formalizar o currículo oculto, trazer para o debate. A formação dos futuros médicos precisa estar pautada em valores e virtudes, que surgem da necessidade primordial de colocar os interesses do paciente acima dos interesses do próprio médico. Para respeitar isso, o médico precisa ter uma fidelidade à verdade científica, mas também à verdade humana”, afirmou o professor&amp;nbsp;Marco Antonio de Carvalho Filho ao&lt;a href="http://www.unicamp.br/unicamp/ju/616/linha-de-pesquisa-aproxima-alunos-de-medicina-da-realidade-do-paciente" style="color: #045f9f; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;Jornal da Unicamp.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na pesquisa, Marcelo Schweller expôs os alunos a atividades programadas e utilizou uma escala psicométrica para medir a empatia do estudante. Os resultados demonstraram que a empatia aumentou consideravelmente em praticamente todos os alunos que passaram pelas atividades. Para o pesquisador, a relação médico-paciente é o fundamento da prática da medicina. Entre os fatores que permitem o sucesso dessa parceria, a empatia se destaca como um dos mais importantes. “Existem evidências científicas que associam a atitude empática do médico com a satisfação do paciente, melhor adesão ao tratamento e melhores desfechos clínicos”, afirma Schweller.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A pesquisa constatou que 94% deles acharam que a capacidade de ouvir o paciente estava melhor; mas não só de ouvir o paciente: 91% acreditam que a capacidade de ouvir outra pessoa também está melhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A motivação dos estudantes após as atividades também aumentou após as atividades da pesquisa. Cerca de 60% dos estudantes ficaram motivados a estudar não somente a relação médico-paciente, mas os conteúdos de medicina como um todo. Quase 100% consideraram uma aplicação deste aprendizado na vida profissional e mais de 90%, também na vida pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“O processo pedagógico é baseado no reforço positivo, não sendo raro os alunos se emocionarem durante a intervenção. Para alunos e professores, a atividade resgata a motivação inicial que os levou a escolher a profissão. Os resultados, por outro lado, sugerem que é possível manter ou mesmo aumentar os níveis de empatia por meio de metodologias ativas de ensino em diferentes estágios da formação médica”, conclui Marcelo Schweller.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #474747; line-height: 24px; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A pesquisa também&amp;nbsp;mostrou que determinadas especialidades médicas estão mais associadas aos níveis de empatia de estudantes de medicina. Aqueles que pretendem especialidades com contato direto com os pacientes, como medicina de família, clínica médica, psiquiatria e pediatria, apresentam níveis de empatia maiores que os estudantes que buscam especialidades orientadas por tecnologia ou procedimentos, como anestesiologia, radiologia e patologia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; margin-bottom: 16px; padding: 0px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;
&lt;span style="color: #474747; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: 24px;"&gt;FONTE: &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: transparent; line-height: 24px;"&gt;&lt;span style="color: #474747; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Carta Campinas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Síndrome de Asperger: "O gênio solitário"</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2015/01/sindrome-de-asperger-o-genio-solitario.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Fri, 2 Jan 2015 17:33:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-1366453323675504732</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://somosvidaysalud.com/wp-content/uploads/2014/08/S%C3%ADndrome-de-Asperger-Ni%C3%B1o.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://somosvidaysalud.com/wp-content/uploads/2014/08/S%C3%ADndrome-de-Asperger-Ni%C3%B1o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem:&amp;nbsp;Somosvidaysalud&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como prometido estou repassando algumas informações sobre Transtorno Global do Desenvolvimento(TGD).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Síndrome de Asperger é um desses transtornos e que intriga cientistas devido a suas características peculiares. Asperger é, segundo alguns estudiosos, uma variante do autismo (há quem discorde). E o mais impressionante nessa síndrome, diferentemente das demais da TGD, é que o indivíduo vive em um mundo e ao mesmo tempo "não faz parte" dele. É um pouco difícil de explicar mas é em minhas palavras é como se vivesse metade em seu mundo particular(interior) e metade no mundo exterior. O que complica mais ainda a vida de quem tem esse transtorno é o fato de aparentar ser uma pessoa normal. Isso causa um certo desconforto pois a sensação é de não se encaixar em nenhum grupo e ao mesmo tempo consegue, mesmo que de forma difícil, fazer parte de muitos grupos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um vídeo do Fantástico tentou de uma forma bem simples explicar a Síndrome de Asperger. A reportagem trouxe uma forma mais "romântica" dessa variante do autismo, colocando os indivíduos como gênios. É bem verdade que indivíduos acometidos por Asperger mostram-se com desenvolvimento elevado em alguma área, podem decorar textos, datas e informações de uma forma impressionante, mas a vida social delas em alguns casos fica comprometida é o que costumo chamar de "o gênio solitário".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Veja o vídeo do Fantástico, inclusive com um norteriograndense Cleonilson que faz cálculos rápidos. Em seguida um depoimento de um jovem com Asperger(Legendado) &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/rloNvRuzwzE" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depoimento:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/j3-yzfAC06g" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Como problemas emocionais se transformam em doenças? </title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/12/como-problemas-emocionais-se.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Mon, 29 Dec 2014 08:39:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-3759359084105284325</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A ideia de que fenômenos emocionais levam a alterações físicas é antiga. Em 1628, o anatomista inglês William Harvey (1578-1657) observou que todo mal-estar sentido na mente era direcionado para o coração. Hoje se sabe que o inconsciente interpreta e responde ao que chega ao cérebro por meio das terminações nervosas do corpo. É o que acontece quando levamos um susto, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Contra uma possível ameaça, o cérebro dispara reações para enfrentá-la ou fugir dela. “O coração acelera os batimentos para redistribuir o sangue para os músculos correrem ou lutarem e para o cérebro processar com rapidez toda essa situação. É por isso também que, para oxigená-los, a respiração fica mais rápida. É o chamado estresse, que envolve o sistema nervoso, hormonal e imunológico”, explica Artur Zular, presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sem a fonte estressora, o corpo volta ao normal. Mas em caso de estresse permanente as coisas se complicam: os órgãos podem se esgotar, adoecer e o sistema imunológico tem sua ação inibida, facilitando o aparecimento de asma, alergias, gastrite, infecções e problemas cardíacos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Artur Zular, Presidente do Comitê Multidisciplinar de Medicina Psicossomática da Associação Paulista de Medicina; Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Unifesp; e Sérgio Hércules, vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina Psicossomática.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Da Revista Galileu Online&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Síndrome de Heller ou Transtorno Desintegrativo da infância</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/12/sindrome-de-heller-ou-transtorno.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Mon, 22 Dec 2014 14:37:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-1050921435301317172</guid><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://psicoblog.com/wp-content/2012/10/detectar_sindrome_asperger_ni%C3%B1os.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="177" src="http://psicoblog.com/wp-content/2012/10/detectar_sindrome_asperger_ni%C3%B1os.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem: PsicoBlog&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esse mês me dedico aos Transtornos Globais do Desenvolvimento. Em postagens anteriores eu falei um pouco sobre o autismo, um tipo de TGD, além da Sindrome de Rett.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora é a vez do Transtorno Desintegrativo da infância, ou Síndrome de Heller.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Como Acontece?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Durante os primeiros 2 anos de vida a criança apresenta desenvolvimento normal das habilidades, porém, entre os 2 e 10 anos o transtorno mostra-se um verdadeiro vilão. Segundo especialistas durante esse período há o que se chama de “perda clínica” das habilidades adquiridas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O que mais dificulta o diagnóstico dessa síndrome é o fato de que nos primeiros anos há a manifestação normal de comunicação verbal e não verbal além de socialização e brincadeiras típicas de crianças nessa idade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Após esse período a criança começa a apresentar dificuldade na adaptação social; a linguagem expressiva começa a ficar comprometida; Há uma perda das habilidades motoras, além da dificuldade no controle de esfíncteres. Para os profissionais em saúde mental a perda em pelo menos duas dessas áreas já é um dos indícios destacados nos critérios para diagnóstico de Síndrome de Heller. Além desses, outros critérios de diagnóstico são mencionados no DSM IV* como: comprometimento da interação social; dificuldade na comunicação ou em manter relacionamento social; atraso na linguagem falada. O funcionamento anormal em pelo menos duas dessas áreas podem denunciar a presença do Transtorno Desintegrativo da Infância.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Essa Síndrome ainda não tem cura, porém é importante que haja o diagnóstico precoce com objetivo de diminuir os efeitos da perda das habilidades adquiridas. Uma das possibilidades de tratamento é promover uma melhor interação social entre as crianças pois é uma das dificuldades que causam mais prejuízos para sua qualidade de vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
*Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Síndrome de Rett: Mais um Transtorno Global de Desenvolvimento</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/12/sindrome-de-rett-mais-um-transtorno.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 11 Dec 2014 00:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-1641773407584749619</guid><description>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Esse mês estarei falando sobre os principais Transtornos Globais do Desenvolvimento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Além do autismo, destacado em uma outra postagem deste blog, a Síndrome de Rett é um Transtorno Global de Desenvolvimento que é preocupante para a interação social e para a vida futura da criança. Esse Transtorno acomete mais quase que exclusivamente as meninas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Como ocorre?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.atrativoweb.com/wp-content/uploads/2012/02/Sindrome-de-rett-fotos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.atrativoweb.com/wp-content/uploads/2012/02/Sindrome-de-rett-fotos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem: Divulgação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segundo minha pesquisa, a Síndrome é uma anomalia em um gene que ocasiona desordens neurológicas, compromete com o tempo funções intelectuais e motoras, além de causar dependências e alterações de comportamento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Entre os sintomas pode-se observar:&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Diminuição do desenvolvimento psicomotor;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Diminuição, também, do crescimento craniano, podendo levar a uma microcefalia;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Perda do uso das mãos causando movimentos repetitivos como apertar, esfregar, bater palmas;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Perda de vocábulos, ou palavras adquiridas aprendidas;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Problemas de comunicação e raciocínio;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Distanciamento Social&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Problemas respiratórios em vigília como apneia, hiperventilação (aumento na quantidade de ar enviado para os pulmões na respiração), aerofagia (“comer o ar”);&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Distúrbios do sono;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Alterações na visão: Doença da retina, atrofia óptica e catarata;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
- Dano cerebral antes ou após o nascimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Tratando e “Cura” da Síndrome de Rett&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O biólogo Alysson Muotri é, segundo minha pesquisa, um Biólogo brasileiro com pós-doutorado em Neurociências no Instituto Salk em San Diego, Califórnia. Ele é responsável por um estudo de um grupo de cientistas que conseguiu “curar” um neurônio autista, estudo esse que foi baseado justamente na Síndrome de Rett o que poderá proporcionar a longo prazo uma possível cura real.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Psicólogo é um dos profissionais que pode diagnosticar a Síndrome, sendo importante a Psicoterapia, além da intervenção de um terapeuta ocupacional e Fisioterapeuta.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não há propriamente uma cura para a Síndrome e os pais devem procurar ajuda especializada desde cedo pois será de suma importância a intervenção precoce para o desenvolvimento da criança.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Já que não atuei diretamente (atuei como observador) com pacientes com "Rett", busco sempre estar atualizado e preparado para qualquer situação.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Sintomas de Depressão Podem se Manifestar Diferentemente em Homens</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/12/sintomas-de-depressao-podem-se.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Fri, 5 Dec 2014 17:03:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-4972483329588914043</guid><description>&lt;div class="lead" style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://noticias.psicologado.com/wp-content/uploads/2013/08/bigstock-African-American-man-150x150.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img alt="bigstock-African-American-man" border="0" src="http://noticias.psicologado.com/wp-content/uploads/2013/08/bigstock-African-American-man-150x150.jpg" style="background-color: transparent;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Homens podem sofrer de depressão quase tão freqüentemente quanto as mulheres, de acordo com um novo estudo da Universidade de Michigan. Tradicionalmente, as mulheres foram diagnosticadas com depressão com mais ou menos o dobro da taxa dos homens, cerca de 20% das mulheres tornando-se deprimidas em algum momento de sua vida.&lt;span id="more-6050"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nos últimos anos, no entanto, alguns pesquisadores tem se questionado se talvez eles não tem feito aos homens as perguntas certas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por exemplo, enquanto as mulheres podem mostrar a sua depressão através de sintomas como choro ou insônia, a depressão masculina pode mostrar-se como a raiva, agressão, abuso de substâncias ou a exposição a riscos, tais como jogos de azar ou flertes, disse a principal autora Lisa Martin, Ph.D., professora assistente na Universidade de Michigan.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando estes tipos de sintomas foram levados em conta na pesquisa, os especialistas descobriram que cerca de 30% dos homens e mulheres haviam estado deprimidos em algum momento de suas vidas, de acordo com o estudo publicado no&amp;nbsp;&lt;em&gt;JAMA Psychiatry&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O estudo envolveu 3.310 mulheres e 2.382 homens e é o primeiro a olhar para as diferenças de gênero nas taxas de depressão em uma grande amostra nacional, disse Martin.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No entanto, nem todos os especialistas aceitam que a depressão se manifesta de forma diferente em homens e mulheres, disse Peter Kramer, MD, professor clínico na Universidade de Brown, não envolvido no novo estudo. Ele acrescentou que a noção de diferenças de gênero em sintomas de depressão ainda é uma ideia nova.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Kramer observou que as taxas de transtorno bipolar – em que as pessoas podem alternar entre depressão e mania – são semelhantes entre homens e mulheres. Mas as taxas de muitas outras condições variam de acordo com o sexo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por exemplo, autismo e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade são muito mais comuns entre os homens, enquanto que os transtornos alimentares são mais comuns entre as mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No entanto, Martin acredita que a mudança dos critérios para o diagnóstico de depressão pode levar a mais homens a procurarem ajuda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Se conseguirmos fazer com que os homens que sofrem de depressão a reconheçam em si mesmos e comecem o tratamento, será muito significativo”, disse Martin.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Homens deprimidos são tipicamente muito menos propensos a procurarem tratamento, disse Martin, em parte porque alguns homens veem o pedido de ajuda como um sinal de fraqueza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ela acrescentou que os médicos lhe dizem que os homens não são tão propensos a procurarem ajuda por eles mesmos. Pelo contrário, os médicos dizem que os homens entram em seus escritórios só porque “tem recebidos ultimatos de suas esposas ou seus empregadores”, que ameaçam com divórcio ou demissão, a menos que mudem seu comportamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Texto de TRACI PEDERSEN,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Editora Associada de Notícias&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Revisado por John M. Grohol, Psy.D., em 31 de Agosto de 2013&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #333333; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://psychcentral.com/news/2013/08/31/depression-symptoms-may-manifest-differently-in-men/59064.html" style="color: #0088cc; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;PsychCentral&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Série sobre Transtornos Globais do Desenvolvimento - O Autismo</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/12/serie-sobre-transtornos-globais-do_4.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 4 Dec 2014 01:28:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-3885875263530129569</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.portalguaira.com/PG/wp-content/uploads/2013/04/autismo3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.portalguaira.com/PG/wp-content/uploads/2013/04/autismo3.jpg" height="143" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem: Divulgação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esse mês estarei falando sobre os principais Transtornos Globais do Desenvolvimento. Verdadeiros algozes no desenvolvimento natural do individuo e que gera problemas na fase adulta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Pais. Observem suas crianças.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Desde cedo é possível avaliar se a criança apresenta sinais de algum transtorno do desenvolvimento. Um bom exemplo de diagnóstico precoce é do autismo que é uma disfunção que causa dificuldades na comunicação e na socialização do indivíduo. A criança tem dificuldades de se relacionar e de responder ao ambiente. É como se ela vivesse em um mundo particular.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Os riscos do Diagnóstico errado&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos dias atuais notou-se um aumento nas estatísticas de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista(TEA) mas o que deve ser levada em consideração é que esse aumento, segundo informações do site CPPL pode ser em decorrência de um diagnóstico errado. Dessa forma é necessário que o profissional da área não se limite a rotular a criança como autista e elabore um plano para ter um tempo mais prolongado para com vistas a realizar um bom diagnóstico.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>"Bebês já fazem escolhas morais", diz psicólogo</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/12/bebes-ja-fazem-escolhas-morais-diz.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Tue, 2 Dec 2014 13:34:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-3402931698478820723</guid><description>&lt;h2 class="subtitle t-medium-darkgray heavy" style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 18px; margin: 0px 0px 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Para o canadense Paul Bloom, temos um senso moral inato, moldado pela evolução para nossa sobrevivência. Nesta entrevista, o professor de ciências cognitivas da Universidade Yale, nos Estados Unidos, conta como seus experimentos com bebês de até um ano revelam aspectos de uma ética universal e mostram que, desde que nascemos, sabemos diferenciar o bem e o mal&lt;/h2&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img alt="Para o psicólogo Paul Bloom aperfeiçoamos nosso senso moral por meio da razão e do raciocínio" class="lazy" data-original="http://veja0.abrilm.com.br/assets/images/2014/8/239528/Paul-Bloom-size-598.jpg?1409107968" height="358" src="http://veja0.abrilm.com.br/assets/images/2014/8/239528/Paul-Bloom-size-598.jpg?1409107968" style="border: 0px; color: #4a4a4a; display: inline; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin: 0px; padding: 0px;" title="Para o psicólogo Paul Bloom aperfeiçoamos nosso senso moral por meio da razão e do raciocínio" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: #f0f0ee; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="t-smaller-darkgray" style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 5px; text-align: justify;"&gt;
Para o psicólogo Paul Bloom aperfeiçoamos nosso senso moral por meio da razão e do raciocínio&lt;span class="t-smaller-lightgray" style="border: 0px; color: #b2b2b0; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;(Reprodução/Twitter)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
O canadense Paul Bloom reuniu em seu último livro dois temas com apelo popular: bebês e moralidade. Referência mundial em estudos sobre desenvolvimento cognitivo, seu propósito é&amp;nbsp;mostrar, em&amp;nbsp;&lt;em style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;O que nos faz bons ou maus&amp;nbsp;&lt;/em&gt;(Editora Best Seller, 304 páginas), que parte de nosso senso moral é inato. Seus experimentos com bebês, feitos no Centro de Cognição Infantil de Yale em conjunto com sua colega e mulher, Karen Wynn, dão pistas de como a moralidade seria mais uma característica moldada pela evolução para nossa sobrevivência e indicam quais aspectos do nosso sistema ético seriam universais e biológicos.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
Professor da Universidade Yale desde 1999, Bloom gosta de temas pop — seus últimos livros discutem porque gostamos de obras de arte&amp;nbsp;&lt;em style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;(How Pleasure Works,&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de 2010, sem edição em português) e como as crianças são capazes de ler emoções&amp;nbsp;&lt;em style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;(Descartes’ baby: How the Science of child development explains what makes us human,&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de 2004, sem edição em português). Dessa vez, o autor aprofundou suas pesquisas com a infância para abordar as origens da moralidade. De Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde esteve para a sétima edição do ciclo de conferências&amp;nbsp;&lt;em style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Fronteiras do Pensamento,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;Bloom conversou com o site de VEJA e, em um bate-papo com contornos filosóficos, explicou por que está tão confiante de que sabemos diferenciar o bem do mal desde que nascemos.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Sua pesquisa é sobre a natureza humana. Como experimentos com bebês, seres humanos que ainda não são plenamente desenvolvidos, a revelariam?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Quero saber o que há de natural em nosso sentimento de certo e errado, ou seja, o que não muda com a cultura. Eu poderia ver o que há de comum em diferentes sociedades ou analisar o que dividimos com outras espécies. No entanto, acredito que a melhor forma de descobrir o que todos os homens compartilham é estudar bebês e crianças. Se eu encontrar algo em uma pessoa tão jovem — estudamos crianças de três meses até um ano — é um bom sinal de que isso seja parte de nossa moralidade universal. Estudar bebês e, depois, adultos nos dá uma boa ideia de quais aspectos de nossa moral são universais e biológicos e quais são culturais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Quais são as escolhas morais dos bebês?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Eles são capazes de distinguir ações gentis e cruéis, sofrem com a dor dos que os cercam e têm vontade de acabar com esse sofrimento, e possuem um senso primitivo de igualdade e justiça, querendo que as boas ações sejam recompensadas e as más punidas. Um de nossos experimentos, com bebês entre seis e dez meses, mostrava um show de fantoches em que uma bola tentava subir uma ladeira e era auxiliada por um boneco ‘bom’, ou empurrada para baixo por um boneco ‘mau’. Eles preferiam, invariavelmente, a personagem ‘boazinha’. Isso sugere que eles contam com uma apreciação geral do comportamento bom e mau.&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Como, mesmo sem falar ou se mover com independência, bebês são capazes de demonstrar seu senso de justiça?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Em outro experimento, com bebês de cinco e oito meses, mostrávamos um fantoche ‘bom’ e outro ‘mau’ no centro de duas situações: em uma delas, o fantoche ‘bom’ jogava uma bola para um boneco que devolvia a bola para ele, sendo bonzinho&amp;nbsp;e, em seguida, para um segundo, que saía correndo com a bola, sendo malvado. Em seguida,&amp;nbsp;o fantoche ‘mau’&amp;nbsp;também lançava a bola para os dois bonecos, que agiam da mesma maneira. Queríamos ver como elas se comportavam em relação ao boneco 'mau' &#127;—&amp;nbsp;se preferiam quem lhe fez bem ou quem lhe fez mal. Os bebês de cinco meses preferiam se aproximar dos fantoches que foram simpáticos com o cara ‘malvado’. Os bebês de oito meses, contudo, preferiam o fantoche que castigou o ‘malvado’. Isso mostra que, em algum momento depois dos cinco meses, os bebês começam a apoiar os responsáveis pelas punições — desde que elas sejam justas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Esses elementos morais, que parecem inatos, não poderiam ser aprendidos pelos bebês?&lt;/strong&gt;&lt;span style="border: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Vivenciamos experiências antes e logo após nascer. E pode ser que algumas delas sejam necessárias para que a moral se desenvolva, como uma parte do corpo que só cresce com os nutrientes certos. Os bebês certamente têm alguma experiência do mundo e de sua cultura, mas eles não falam, leem ou estão expostos a ensinamentos religiosos. Além disso, mesmo com essa vivência, os testes que fizemos não envolvem situações familiares. Por isso, estou confiante de que alguém com três ou nove meses expressa algo não aprendido pela linguagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Se a moral é inata, então ela é um mecanismo de adaptação para nossa sobrevivência?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A moralidade inata é muito limitada. Por meio da razão, também uma característica moldada pelas forças evolutivas, vamos ampliá-la e desenvolvê-la na idade adulta. Bebês, por exemplo, não têm nenhuma afeição natural por estranhos, mas, quando adultos, reconhecem que, mesmo que alguém viva em outro país, fale outra língua ou seja de outra família, têm direitos iguais. Isso não é óbvio para um bebê.&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Um de seus argumentos é que a moralidade é composta de duas faces: emoções e princípios. Como isso funciona?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Os princípios apontam caminhos, enquanto as emoções nos movem.&amp;nbsp;&lt;span style="border: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;O psicopata é alguém que não dispõe desses sentimentos e, por isso, é tão difícil para ele agir de acordo com princípios morais. Racionalmente, ele reconhece o certo e o errado, mas não sente nenhuma das emoções correspondentes e por isso age na contramão do que os princípios pregam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;A razão tem um papel na moralidade?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Sem dúvida. Embora atualmente qualquer um concorde que a escravidão é errada, durante a maior parte da nossa história, ela foi vista como algo moralmente defensável. O que aconteceu para mudar nossa visão? A resposta é clara: muitas pessoas argumentaram que isso era injusto, refletimos sobre o assunto e concordamos. A moral é resultado da racionalidade. Acreditar que ela é calcada apenas em instintos é como acreditar que a Terra é quadrada. Nos dilemas morais, fica evidente o emaranhado: há&amp;nbsp;&lt;span style="border: 0px; font-size: 13.3333330154419px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;emoção, mas também um quebra-cabeça de argumentos que precisamos resolver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;O bebê tem uma relação fundamental com uma pessoa, a mãe. Isso influi na nossa formação moral?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span style="border: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Sem dúvida. Nosso sistema moral é calibrado pelas pessoas mais próximas a nós. Há regras que dificilmente são quebradas, como o incesto. Além disso, nos importamos mais com nosso grupo. Acreditamos que devemos obrigações e favores a nossa família e amigos — há uma ética específica para os que estão ligados a nós, que não funciona para desconhecidos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 13.3333330154419px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Alguns filósofos argumentam que deveríamos tratar os estranhos da mesma maneira que aqueles que amamos.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Esse é um dos princípios fundamentais das religiões cristãs. A religião tem algum papel na origem da moralidade?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span style="border: 0px; font-size: 13px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Muitas pessoas acreditam que é preciso ser religioso para ser bom. Não há evidências científicas para isso. Os ateus podem ser exemplos de bondade e, normalmente, a religião motiva as pessoas a fazer coisas terríveis — exemplos assim não faltam em nossa história. Mas a religião também pode fornecer grandes ensinamentos morais, construir comunidades beneficentes e ser uma força importante na direção do bem. Ela é apenas um fator a mais, como as experiências ou leituras de nossa vida, que podem levar para o bem ou para o mal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Outro elemento citado em seus estudos como importante para a origem da moralidade é a aversão. Como ela moldaria nossas escolhas?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;É muito interessante descobrir de onde vêm a aversão ou repugnância a algumas coisas. Temos nojo, por exemplo, de fluidos corporais e alguns psicólogos argumentam que isso é devido à lembrança de nosso lado animal. Porém, não nascemos com essa náusea. Um experimento da década de 1980 ofereceu a crianças com menos de dois anos algo que foi descrito como fezes de cachorro — feitas com manteiga de amendoim e queijo — e a maioria delas comeu a preparação. Ela pode ser desenvolvida, ao longo do tempo, como um propósito adaptativo: para evitar a ingestão de alimentos estragados, parasitas ou doenças.&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;O senhor relaciona a repugnância à moral sexual. De que forma essa sensação pautaria nossas opções ou avaliações morais sobre o sexo?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Minha teoria é que, por termos aversão a algumas coisas que poderiam nos fazer mal, consideramos que elas sejam erradas. Assim, se eu sou um heterossexual, penso em dois homens fazendo sexo e sinto nojo disso, acredito que o que eles fazem é errado. Mas isso é um equívoco. Fazemos centenas de coisas desagradáveis que são corretas — trocar as fraldas de nossos filhos é desagradável, mas não é errado e nem os amamos menos por causa disso. Reconhecer que nem tudo que nos causa náusea é ruim é um passo moral que ainda precisamos tomar.&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; font-size: 14.3999996185303px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Seus estudos mostraram que bebês exibem preferências pelos iguais. Essa seria uma das razões para a existência de preconceitos?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Isso tem a ver com nossa predisposição natural ao estabelecimento de coalizões. Favorecemos nossos próprios grupos — o que tem lados positivos, como a valorização de línguas e culturas ou o sentimento de pertencimento e orgulho. Podemos usar nossa inteligência para dominar nossa tendência à coalizão quando sentimos que ela começa a sair do controle. Criamos tratados e organizações internacionais voltados à proteção dos direitos humanos universais. É assim que o progresso moral acontece: por meio da razão permitimos que o que há de melhor em nós suplante instintos e desejos negativos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; line-height: 18px; margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
VEJA ABRIL&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Sami Elali fala sobre a crise econômica no Brasil</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/11/sami-elali-fala-sobre-crise-economica.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 20 Nov 2014 18:40:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-755060595268339844</guid><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="background: transparent; border-collapse: collapse; border-spacing: 0px; border: 0px; float: left; font-size: 14px; margin: 0px 1em 0.5em 0px; outline: 0px; padding: 4px; text-align: left;"&gt;&lt;tbody style="background: transparent; border: 0px; font-size: 14px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;tr style="background: transparent; border: 0px; font-size: 14px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;td style="background: transparent; border: 0px; font-size: 14px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8xM34uqKG_HReW6s4rCr0EFJX_FgoI_vvyb781WPwhoapPK2IwfDPicEw9WrnMRlPvZvK5XthaCqi1V3cCuEpI-h_zHNrAFM18QtvSMqPL9kXMoOb8bJmA6FsvhzDYkRz7g_iEI4m5yM/s1600/sami.jpg" imageanchor="1" style="background: transparent; border: 0px; clear: left; color: #0854c7; font-size: 14px; margin: 0px auto 1em; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8xM34uqKG_HReW6s4rCr0EFJX_FgoI_vvyb781WPwhoapPK2IwfDPicEw9WrnMRlPvZvK5XthaCqi1V3cCuEpI-h_zHNrAFM18QtvSMqPL9kXMoOb8bJmA6FsvhzDYkRz7g_iEI4m5yM/s1600/sami.jpg" style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px solid rgb(170, 170, 170); font-size: 14px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 2px;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="background: transparent; border: 0px; font-size: 14px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;td class="tr-caption" style="background: transparent; border: 0px; font-size: 12px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;Sami Elali (Empresário)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20.1599998474121px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #222222; font-family: georgia, 'palatino linotype', palatino, 'times new roman', times, serif; font-size: 14px; line-height: 20.1599998474121px;" /&gt;
&lt;div style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #222222; font-family: georgia, 'palatino linotype', palatino, 'times new roman', times, serif; font-size: 14px; line-height: 20.1599998474121px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background: transparent; border: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20.1599998474121px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #222222; font-family: georgia, 'palatino linotype', palatino, 'times new roman', times, serif; font-size: 14px; line-height: 20.1599998474121px;" /&gt;
&lt;div style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #222222; font-family: georgia, 'palatino linotype', palatino, 'times new roman', times, serif; font-size: 14px; line-height: 20.1599998474121px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background: transparent; border: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background: rgb(255, 255, 255); border: 0px; color: #222222; font-family: georgia, 'palatino linotype', palatino, 'times new roman', times, serif; font-size: 14px; line-height: 20.1599998474121px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background: transparent; border: 0px; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;"&gt;Em andanças pela capital potiguar o Jornalista Willen Moura registrou na mostra Casa Cor a presença do empresário Dr. Sami Elali. Na ocasião indagado sobre como está a economia brasileira e principalmente o segmento da Construção Civil o proprietário de uma das maiores construtoras do Rio Grande do Norte, de uma forma bem tranquila, disparou.: "A crise é real". Sami, como sempre muito autentico, destacou que o Governo Federal &amp;nbsp;precisa criar estratégias para conter a crise e não colocar "poeira para debaixo do tapete". Desta forma, inferimos que na opinião do empresário o apoio a preocupação do Governo em se voltar para economia é crucial para contermos os avanços negativos e retornar ao cenário de crescimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8xM34uqKG_HReW6s4rCr0EFJX_FgoI_vvyb781WPwhoapPK2IwfDPicEw9WrnMRlPvZvK5XthaCqi1V3cCuEpI-h_zHNrAFM18QtvSMqPL9kXMoOb8bJmA6FsvhzDYkRz7g_iEI4m5yM/s72-c/sami.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Como ocorre um insight</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/10/como-ocorre-um-insight.html</link><category>Ciência</category><category>Mente</category><category>Pensamento</category><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 2 Oct 2014 00:25:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-1318976446151014216</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;Imagens: Shutterstock; concepção de João Marcelo Simões&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEj6l-35YUG7HcDKuWjL1ORmY4pxo2nm1PbG5wdaPy16o-3XEyRfs1jHx06modvSdu5Qp2Wsdr4TM_fOoe9PuEI_r2pRrPp5GtcnO5M939P3AXWVk8dSlrDmrnoxIVw4IHAE5OSJwC7DbvA-ovuUDhl8EWEE0WVdP6Ni1IRzs_TbQ056Q_hGszQH6TruBdQhpQXY3z9pUZTzM3AFowyCUOc=" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É provável que o insight mais famoso da história seja a situação que envolve o grito “Eureca!” de Arquimedes. A lenda conta que o antigo matemático grego foi desafiado a descobrir se a coroa que o rei Hieron II de Siracusa havia encomendado era feita de ouro maciço. Enquanto preparava seu banho, Arquimedes descobriu como medir o volume de um objeto e, portanto, sua densidade, depois de perceber o deslocamento da água ao entrar na banheira. Não sabemos se o fato aconteceu mesmo, mas ele permanece na história porque ilustra perfeitamente como ocorre um insight.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Certas mudanças ocorrem no cérebro quando temos umacompreensão súbita. Em 2004, o psicólogo Mark Beeman, da Universidade North-western, conduziu um estudo em que mediu a atividade cerebral dos voluntários por meio de exames de ressonância magnética funcional (fMRI) e eletroencefalograma (EEG) enquanto tinham um insight. Como nos estudos de Kounios, os participantes deveriam resolver problemas de associação remota e, em seguida, indicar a estratégia utilizada. Os cientistas observaram aumento significativo na atividade do giro temporal superior anterior do hemisfério direito entre aqueles que usaram a intuição, exatamente no momento em que encontravam a solução, em comparação com o restante. O giro é um cume proeminente no córtex do hemisfério direito e desempenha um papel fundamental no reconhecimento de conexões distantes entre palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O aumento na atividade no lobo direito – e não no esquerdo – também pode indicar algo significativo. Segundo os pesquisadores, o hemisfério direito interpreta dados mais grosseiramente do que o esquerdo. Isso significa que a informação é definida de forma menos acentuada, o que permite ter acesso a outros conceitos mais facilmente, um componente-chave da criatividade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dois lados do cérebro trabalham o tempo todo, mas o hemisfério direito pode tranquilamente definir um gato como mamífero, o que torna fácil o relacionarmos com um elefante, por exemplo. Já o esquerdo descreveria o mesmo bicho como um pequeno mamífero, carnívoro, de pele macia, com focinho curto e garras retráteis, algo bem diferente de um elefante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pesquisas recentes sugerem que podemos “pender a balança” para o lado mais criativo do cérebro quando descrevemos objetos ou tentamos resolver problemas de maneira a que não estamos habituados. Por exemplo, imaginar um cabide como um fio longo e trançado em vez de um instrumento metálico para pendurar casacos costuma facilitar a descoberta de outros usos para esse objeto. Tentar essa estratégia por alguns minutos na hora de resolver problemas pode ajudar o cérebro a criar conexões entre conceitos aparentemente distantes, mas interligados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O estudo de Mark Beeman indica que o insight é acompanhado de intensa atividade alfa no córtex visual, que inibe o potencial de ação de neurônios. Isso significa que, durante um momento de compreensão súbita, o cérebro está menos envolvido no processamento de informações visuais, que podem ser uma distração. Os resultados sugerem que o simples ato de fechar os olhos durante alguns instantes já ajuda bastante a favorecer a originalidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mente Cérebro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;

&lt;!-- Blogger automated replacement: "https://images-blogger-opensocial.googleusercontent.com/gadgets/proxy?url=http%3A%2F%2Fwww.vivermentecerebro.com.br%2Fnoticias%2Fimg%2Fcomo_ocorre_um_insight_1__2014-09-25181042.jpg&amp;amp;container=blogger&amp;amp;gadget=a&amp;amp;rewriteMime=image%2F*" with "https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEj6l-35YUG7HcDKuWjL1ORmY4pxo2nm1PbG5wdaPy16o-3XEyRfs1jHx06modvSdu5Qp2Wsdr4TM_fOoe9PuEI_r2pRrPp5GtcnO5M939P3AXWVk8dSlrDmrnoxIVw4IHAE5OSJwC7DbvA-ovuUDhl8EWEE0WVdP6Ni1IRzs_TbQ056Q_hGszQH6TruBdQhpQXY3z9pUZTzM3AFowyCUOc=" --&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Vejas as Notas da Casa Durval Paiva</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/08/vejas-as-notas-da-casa-durval-paiva.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 7 Aug 2014 09:23:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-1887845186082578126</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9hcEltETXeZ8FgYfyd0vYBUGj1XLFxZNCKkAYA_zE7lYdhSy8zpSpNX_7trI_7lFCI7EzZT4z2ok2sVgPAV7EtFpCHY6NAvjrk8V7oBAkSlTZXwyEi-SkYYXEB_xD4yNufEiuWLjSt064/s1600/LogoMcDia-722543.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;PAI HERÓI&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaw5GM2tn52kh222ij1nOBL0xm4uhfDZ9VCRFcUZXAt1pzfLIuPxubUDyyGLSiHFt-n0KmBSqRARuzODKFpKeXEluxzHJhXyb4maIr7hdoysYR6AEYZWUa8UMG1UvwXTgpWM-_7gR8AkG2/s1600/Rilder+Fernando+e+Clara+Campos-717289.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaw5GM2tn52kh222ij1nOBL0xm4uhfDZ9VCRFcUZXAt1pzfLIuPxubUDyyGLSiHFt-n0KmBSqRARuzODKFpKeXEluxzHJhXyb4maIr7hdoysYR6AEYZWUa8UMG1UvwXTgpWM-_7gR8AkG2/s320/Rilder+Fernando+e+Clara+Campos-717289.jpg" height="136" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6044796751929481858" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No próximo domingo, 10/08, será comemorado o Dia dos Pais. Registramos nossa homenagem especial a todos os pais, que ousadamente lutam pela vida e felicidade de seus filhos. Recebam nossos Parabéns!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;AGOSTO TEM MCDIA FELIZ&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9hcEltETXeZ8FgYfyd0vYBUGj1XLFxZNCKkAYA_zE7lYdhSy8zpSpNX_7trI_7lFCI7EzZT4z2ok2sVgPAV7EtFpCHY6NAvjrk8V7oBAkSlTZXwyEi-SkYYXEB_xD4yNufEiuWLjSt064/s1600/LogoMcDia-722543.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9hcEltETXeZ8FgYfyd0vYBUGj1XLFxZNCKkAYA_zE7lYdhSy8zpSpNX_7trI_7lFCI7EzZT4z2ok2sVgPAV7EtFpCHY6NAvjrk8V7oBAkSlTZXwyEi-SkYYXEB_xD4yNufEiuWLjSt064/s320/LogoMcDia-722543.jpg" height="130" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6044796767196133746" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Agosto, mês da alegria, mês do McDia Feliz, promovido pelo Instituto Ronald McDonald no dia 30/08. Abrace a causa em prol das crianças da Casa Durval Paiva, adquira já os tíquetes dos sanduíches Big Mac na Casa. Informações e pedidos: 84 4006-1600.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;MISS BRASIL NA CASA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhs5VQ4A0lBEzSFsvIQ6-dC-A3EAQluSQ7BT4HYGDJkxYGPeYK0d9Dx5fi863vjaVp_9d0VPyfCxxtFNyr-DQkBhpLzIWhUYAq3FS5VIVQwgMeRwqCaUxVV5YP2jke-mFJVCOCKbPY5hT-G/s1600/LarissaCostaMissBrasil2009-726992.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhs5VQ4A0lBEzSFsvIQ6-dC-A3EAQluSQ7BT4HYGDJkxYGPeYK0d9Dx5fi863vjaVp_9d0VPyfCxxtFNyr-DQkBhpLzIWhUYAq3FS5VIVQwgMeRwqCaUxVV5YP2jke-mFJVCOCKbPY5hT-G/s320/LarissaCostaMissBrasil2009-726992.jpg" height="133" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6044796789989906898" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Miss Brasil 2009, Larissa Costa, esteve na Casa Durval Paiva na última quinta, 31/07. Ela chegou para somar na Campanha McDia Feliz, e também como voluntária na Instituição.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;DOAÇÃO DO MÊS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQAWLk1CkrnNrMNl5PF_TSyjUbcuxnNHTph0UoEXfnn3Fh_P5QtG43_SpFDOZ5F5MmsTDAdJW1j4HskZNwLaJwqbF_WVcr9vEGkPlam-82VGA1cIZn3Q2EoL8GffZNIEkz7FLf2zv-vrRc/s1600/Doacaodomes-730046.jpg" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQAWLk1CkrnNrMNl5PF_TSyjUbcuxnNHTph0UoEXfnn3Fh_P5QtG43_SpFDOZ5F5MmsTDAdJW1j4HskZNwLaJwqbF_WVcr9vEGkPlam-82VGA1cIZn3Q2EoL8GffZNIEkz7FLf2zv-vrRc/s320/Doacaodomes-730046.jpg" height="133" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6044796802354140450" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Casa Durval Paiva está precisando de doações de fraldas descartáveis G e XG, arroz, feijão, leite, café, frutas e verduras. Todo gesto de solidariedade é sempre bem-vindo!. A Casa está situada à Rua Prof. Clementino Câmara, 234 - Barro Vermelho, Natal/RN. Fone: (84) 4006.1600.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmx7ac-T74EKu9Zf5a6lKwbWlRbb5ODG55Z-vmC65FaJrBsN60q3l3krvieEJRfDFZ2zcDlNmLrqVTkozY_aa7ltq4Kw9zXNzURWJaXoSpEx_-SNZGui2yoRs5HO5hT9BSub03IfQfg1AZ/s1600/SwyslaynePaciente-733359.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmx7ac-T74EKu9Zf5a6lKwbWlRbb5ODG55Z-vmC65FaJrBsN60q3l3krvieEJRfDFZ2zcDlNmLrqVTkozY_aa7ltq4Kw9zXNzURWJaXoSpEx_-SNZGui2yoRs5HO5hT9BSub03IfQfg1AZ/s320/SwyslaynePaciente-733359.jpg" height="133" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6044796814539079442" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;BIOGRAFIA DE SUCESSO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Swislayne Lima é um dos exemplos de superação na luta contra o câncer infantojuvenil da Casa Durval Paiva. Hoje, com 19 anos, atua como colaboradora na Instituição, inspirando e fortalecendo pacientes e acompanhantes.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
“Através do meu trabalho me sinto gratificada, pois o que eu faço pode me aproximar das crianças e até mesmo das mães que passam pela mesma situação que um dia tanto eu como minha mãe passamos, com isso posso passar fortalecimento e contar pra elas sobre a minha vitória, mostrando que assim como venci elas também podem vencer!”.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;LIVRARIA CHEIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFJs5cmpGALiZnCaw6A_RYmIQmig2bk2DCWzZbbYy2SVg88YqEcd4IsIC448vB8A9Ak1wWwTk98iCE7SrV-e3tjN_Vvd1PEiyyAN7aZH9b0970B8ZL7XV32ohzQOw08DEmrLH_j1V44rEn/s1600/DoacoesLivrariaVazia-736537.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFJs5cmpGALiZnCaw6A_RYmIQmig2bk2DCWzZbbYy2SVg88YqEcd4IsIC448vB8A9Ak1wWwTk98iCE7SrV-e3tjN_Vvd1PEiyyAN7aZH9b0970B8ZL7XV32ohzQOw08DEmrLH_j1V44rEn/s320/DoacoesLivrariaVazia-736537.jpg" height="121" id="BLOGGER_PHOTO_ID_6044796828287257762" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sucesso total a Campanha Livraria Vazia, realizada pelo Natal Shopping parceiro da Casa Durval Paiva. As doações vão incrementar o acervo de livros direcionados às crianças da Casa, através do Projeto Viva a Leitura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="mobile-photo"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #0000ee;"&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="mobile-photo"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="mobile-photo"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ASSESSORIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiaw5GM2tn52kh222ij1nOBL0xm4uhfDZ9VCRFcUZXAt1pzfLIuPxubUDyyGLSiHFt-n0KmBSqRARuzODKFpKeXEluxzHJhXyb4maIr7hdoysYR6AEYZWUa8UMG1UvwXTgpWM-_7gR8AkG2/s72-c/Rilder+Fernando+e+Clara+Campos-717289.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>McDonald´s abre seu primeiro restaurante vegetariano</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/04/mcdonalds-abre-seu-primeiro-restaurante.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Mon, 14 Apr 2014 19:14:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-1957641607553752878</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;img alt="McDonald's em Miami, nos Estados Unidos" height="480" src="http://exame1.abrilm.com.br/assets/images/2013/1/79198/size_590_McDonalds.jpg?1357754435" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os tradicionais hambúrgueres da maior rede de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fast food&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; do mundo foram trocados por um cardápio sem carne na primeira lanchonete vegetariana do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mc Donald´s&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Inaugurada nesta semana, a unidade fica próxima ao Templo Dourado, o mais sagrado dos santuários em Amritsar, na Índia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Este é o primeiro restaurante da rede que respeita a tradição local. Os hindus, que consideram a carne de vaca sagrada, correspondem a 80% das 1,2 bilhões de pessoas que vivem hoje na Índia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Abrir restaurantes vegetarianos na região pode representar um negócio e tanto para a rede americana.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tanto que o McDonald´s já havia anunciado o plano de investir em restaurantes sem carne há dois anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O próximo deverá ser inaugurado perto do santuário da caverna Vaishno Devi, um local de peregrinação hindu que atrai centenas de milhares de visitantes todos os anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O "M" fica&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na Índia, a marca já possui 271 restaurantes e metade de seu cardápio por lá é feito de opções vegetarianas. O produto mais vendido é o "McAloo Tikki", um lanche preparado com uma empada à base de batata temperada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Entre as ofertas à base de carne de frango, o "Maharaja Mac" também está entre os favoritos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na nova unidade, outras ofertas devem estar disponíveis. O que permanece igual como as demais unidades do Mc no mundo são o símbolo do 'M', as cores vermelha e amarela e o mascote Ronald Mc'Donald.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
EXAME&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>França proíbe e-mails de trabalho após as 18h</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/04/franca-proibe-e-mails-de-trabalho-apos.html</link><category>Tecnologia</category><category>Trabalho</category><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Thu, 10 Apr 2014 20:55:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-6151581862892872948</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qualquer um está sujeito a levar tarefas do trabalho para casa. Mas ao menos na França a farra corporativa vai acabar. Isso porque federações trabalhistas chegaram hoje a um acordo que permite aos profissionais ignorar e-mails de trabalho enviados após as 18h, independentemente da urgência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O acordo recomenda ainda que os funcionários de todas as empresas no país - incluindo as filiais de tecnologia - evitem se relacionar com assuntos que possam remeter à labuta na hora do descanso. Entre as orientações estão fugir de smarthones e computadores quando estes podem causar alguma influência&amp;nbsp; negativa neste sentido. As companhias, por sua vez, devem cooperar e não podem pressionar seus empregados.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A determinação pretende limitar as fronteiras entre as vidas pessoal e profissional, que estão cada vez mais entrelaçadas a partir das plataformas de comunicação online. Segundo as entidades que aprovaram o acordo, os chefes estão invadindo a liberdade conquistada após a promulgação da lei local que impõe 35 horas de trabalho por semana.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #333333;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Via:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.dailytech.com/French+Labour+to+Employers+No+Work+Emails+After+6+PM/article34686.htm" style="color: #1c8109; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Daily Tech&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Twitter confirma novo visual muito parecido com o Facebook</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/04/twitter-confirma-novo-visual-muito.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Tue, 8 Apr 2014 11:50:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-2911625096871999294</guid><description>&lt;div class="p1" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Twitter confirmou nesta terça-feira, 8/4, os rumores que vinham desde fevereiro. O novo visual da plataforma realmente se parece (bastante) com o Facebook. Antes focada apenas no texto, já que os usuários podem postar mensagens com até 140 caracteres, as imagens ganham bastante espaço com essa renovação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="p1" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;a class="external-link" href="https://blog.twitter.com/2014/coming-soon-a-whole-new-you-in-your-twitter-profile" style="border: none; color: #253ed5; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;Em um post no seu blog oficial&lt;/a&gt;, a plataforma de microblogging anuncia “que a partir de hoje será ainda mais fácil (e, pensamos, mais divertido) para se expressar por meio de um novo e melhorado perfil na web”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="p1" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como destacado pelo próprio Twitter, as novidades incluem uma foto maior de perfil, opção de personalizar a foto de capa, e recursos que incluem opções que selecionam os melhores tuítes do usuário ou lhe dão a opção de “pregar” um dos seus tuítes no topo da página.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="p1" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;"&gt;
&lt;strong style="border: 0px; list-style: none; margin: 0px; outline: none; padding: 0px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lançamento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="p1" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De acordo com o Twitter, o novo visual dos perfis está disponível a partir de hoje para um pequeno grupo de usuários. O público geral começará a ter acesso à novidade nas próximas semanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="p1" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;img alt="twitter201402.jpg" class="image-inline" src="http://idgnow.com.br/idgimages/imagefolder.2014-04-02.1266443200/twitter201402.jpg" style="border: 0px; clear: both; display: block; list-style: none; margin: 0px auto 5px; outline: none; padding: 0px; vertical-align: middle;" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="p1" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="p1" style="background-color: white; border: 0px; line-height: 20px; list-style: none; margin-bottom: 20px; outline: none; padding: 0px; text-align: left;"&gt;
IDGNOW&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Experiência para tentar reverter o aquecimento global pode resultar em catástrofe</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/04/experiencia-para-tentar-reverter-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Tue, 8 Apr 2014 11:02:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-3368180789307940267</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O aquecimento global é causado pelo excesso de CO2 na atmosfera. Parte desse gás é absorvido pelo fitoplâncton, um conjunto de plantas e algas que vive no mar e faz fotossíntese, ou seja, se alimenta de CO2 e luz. Se você aumentar a quantidade de fitoplâncton nos oceanos, em tese ele irá sugar mais CO2 e ajudará a combater o aquecimento global. O empresário americano Russ George resolveu testar essa ideia por conta própria: e jogou 100 toneladas de sulfato de ferro no Oceano Pacífico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As algas adoram ferro (porque ele é necessário à fotossíntese), e a ação provocou o surgimento de uma mancha de fitoplâncton com 10 mil km² - seis vezes o tamanho da cidade de São Paulo. Mas isso gerou protestos na comunidade científica. Tudo porque o supercrescimento de algas pode afetar o ecossistema marinho, levando à extinção de espécies, e gerar efeito oposto ao planejado. "Se você ficar jogando ferro no mar, pode haver desequilíbrios com outros elementos. E essas microalgas podem liberar dimetil sulfeto e outros aerossóis que podem contribuir para o aquecimento global", diz Frederico Brandini, do Instituto de Oceanografia da USP. Por tudo isso, e como a técnica viola uma convenção de biossegurança da ONU, alguns pesquisadores classificaram a ação de Russ George como um ato de terrorismo ambiental. Procurado pela SUPER, ele não quis dar entrevista. Apenas enviou uma nota dizendo que a ação é "segura" e "a imprensa internacional é muito ignorante".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por Vinicius Abbate&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;SUPERINTERESSANTE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Dica de Filme: Primeiro da Classe</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/03/dica-de-filme-primeiro-da-classe.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Wed, 5 Mar 2014 02:06:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-714435165928946864</guid><description>&lt;a href="http://static.cinedica.com.br/capasm/9654.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://static.cinedica.com.br/capasm/9654.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Primeiro da Classe&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Assisti a esse filme e recomendo aos seguidores e leitores .&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;SINOPSE: Drama familiar sobre um homem com sindrome de Tourette que desafia a todos a se tornar um excelente professor. Inspirado em uma história verdadeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Samsung pode apresentar tablet flexível na MWC 2014</title><link>http://willenmoura.blogspot.com/2014/02/samsung-pode-apresentar-tablet-flexivel.html</link><author>noreply@blogger.com (Willen Moura)</author><pubDate>Fri, 21 Feb 2014 17:12:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6066373750500644327.post-5901058064952630202</guid><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="Samsung pode apresentar tablet flexível na MWC 2014" height="384" src="http://img.ibxk.com.br/2014/2/materias/11759254720193121-t640.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="640" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;(Fonte da imagem: Reprodução/BGR)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Samsung pode apresentar em breve sua tão aguardada novidade no mundo dos dispositivos portáteis: o tablet flexível. O site coreano &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.etnews.com/20140220000156" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;etnews&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; divulgou um rumor que a empresa mostrará o aparelho no Mobile World Congress 2014, que será realizado nos dias 24 a 27 de fevereiro em Barcelona, na Espanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Enquanto os detalhes do produto ainda não foram revelados, é provável que os usuários possam testar um protótipo com uma tela que pode ser flexionada até 90 graus – transformando o tablet em um pequeno laptop.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A ideia do aparelho já recebeu rumores nos últimos tempos, com até uma &lt;a href="http://www.tecmundo.com.br/samsung/40220-tablet-de-tela-flexivel-da-samsung-ganha-supostas-especificacoes.htm"&gt;lista de supostas especificações correndo pela internet&lt;/a&gt;. Enquanto isso, alguns outros modelos também são apontados para receber em breve a característica, como o &lt;a href="http://www.tecmundo.com.br/samsung/50196-samsung-pode-estar-preparando-tela-dobrada-de-tres-lados-para-note-4.htm"&gt;Galaxy Note 4&lt;/a&gt;, mostrando o interesse da empresa desde a &lt;a href="http://www.tecmundo.com.br/patente/48295-samsung-registra-patentes-de-telas-flexiveis-da-proxima-geracao.htm"&gt;patente registrada&lt;/a&gt; em dezembro do ano passado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Agora, se a Samsung realmente irá tirar a ideia do papel para colocar nas prateleiras, somente a MWC nos dirá – portanto estejam ligados para o evento nos próximos dias.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
TECMUNDO&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>