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	<title>Manual do Usuário</title>
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	<description>Comentários de tecnologia por Rodrigo Ghedin</description>
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		<title>Sonhos de design do Gnome Shell</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 20:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[Gosto das ideias. Nenhuma delas representa uma grande ruptura com a interface atual; várias alinham o Gnome à experiência esperada e comum em outros ambientes desktop e sistemas operacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A interface de usuário do Gnome Shell teve apenas refinamentos pontuais e melhorias de usabilidade na maioria dos últimos ciclos, mas, do lado do design, exploramos diversas ideias de longo prazo que gostaríamos de colocar em prática. Para algumas delas já temos planos relativamente bem definidos; outras ainda são ideias vagas, que exigem mais pesquisa e prototipagem. Como sempre, colocar esse tipo de coisa em prática depende da disponibilidade e do interesse dos desenvolvedores (e, às vezes, de financiamento).</p></blockquote>
<p>Gosto das ideias. Nenhuma delas representa uma grande ruptura com a interface atual; várias alinham o Gnome à experiência esperada e comum em outros ambientes desktop e sistemas operacionais.</p>
<p>A mais avançada, que deve aparecer na próxima versão (Gnome&nbsp;51), é a camada sobreposta à tela com os resultados da pesquisa (<a href="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/search-overlay2-1.png">imagem</a>), em vez desses aparecerem numa tela própria/inteira. A mudança se justifica à luz da filosofia adotada no Gnome&nbsp;40: “Quando você navega pelo Gnome Shell, os elementos da interface sempre vêm de algum lugar e saem para outro lugar, de uma forma que é semântica e previsível ao longo do tempo.”</p>
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		<title>Outra semana no Linux</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 14:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Experimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Linux]]></category>
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					<description><![CDATA[Vi-me, mais uma vez, instalando uma distribuição Linux com o intuito de me livrar do macOS, o primeiro passo para sair do jardim murado que é o ecossistema da Apple; achava estar à porta de uma utopia digital, mais ou menos como aquele sonho do homem moderno de largar tudo e viver no mato, do que a natureza dá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes sou picado pelo bichinho do software livre. Acompanho há décadas a indústria da tecnologia de consumo e, mergulhado nesse universo, é difícil não se desiludir com seus monopólios, práticas questionáveis e abusos normalizados. Embora o desprezo pelas big techs esteja mais popular, estamos longe de mudanças práticas universais porque… convenhamos, essas custam caro. Tente convencer alguém a trocar o WhatsApp pelo Signal, por exemplo.</p>
<p>No final de julho, a minha febre de software livre atingiu temperaturas perigosas. Vi-me, mais uma vez, instalando uma distribuição Linux com o intuito de me livrar do macOS, o primeiro passo para sair do jardim murado que é o ecossistema da Apple; achava estar à porta de uma utopia digital, mais ou menos como aquele sonho do homem moderno de largar tudo e viver no mato, do que a natureza dá.</p>
<p>Adianto que, tal qual das outras duas vezes, o sistema do pinguim não durou muito. Alguns dias, para ser exato. Apesar do fim precoce, foi bom enquanto durou e a experiência deixou ensinamentos valiosos.</p>
<p><span id="more-64931"></span>***</p>
<p>Meu notebook, um MacBook Air com chip M1, da própria Apple, é muito bom, mas peculiar. Ao contrário dos da AMD e Intel, esse chip não é amigável a sistemas operacionais de terceiros. Só é possível instalar outro graças à dedicação de uma galera insana que desvendou o código fechado do chip da Apple com engenharia reversa — o <a href="https://asahilinux.org">projeto Asahi</a>. Fato é que funciona, com ressalvas.</p>
<p>A distribuição de referência do Asahi Linux é o Fedora. Há alguns meses, descobri que uma equipe do Debian, batizada <a href="https://wiki.debian.org/Teams/Bananas">Debian Bananas Team</a>, adaptou os pacotes do Asahi para o projeto. Fui de Debian Testing com o ambiente gráfico Plasma&nbsp;6.6, do KDE.</p>
<figure id="attachment_64932" aria-describedby="caption-attachment-64932" style="width: 320px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" fetchpriority="high" src="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/instalador-debian-bananas.jpeg" alt="Foto do terminal do macOS, rodando o script que instala o Debian em Macs com chips da Apple." width="320" height="426" class="size-full wp-image-64932"><figcaption id="caption-attachment-64932" class="wp-caption-text">Foto em vez de print porque vai que dá errado, né?</figcaption></figure>
<p>A instalação é diferente da de computadores convencionais, de outras marcas, com chips AMD ou Intel. Em vez de preparar um pen drive, é preciso rodar um script dentro do macOS. Ele faz alguma mágica para tornar o computador apto ao Linux, redimensionar a memória de armazenamento e, por fim, instalar o sistema alternativo e defini-lo como padrão.</p>
<p>É um pouco intimidador, em especial a parte em que o script pede para reiniciar a máquina segurando o botão de ligar para entrar no seletor do sistema operacional. Aparentemente acontece algo ruim se esse passo não for executado à perfeição. De resto, o script é muito bem escrito e senti segurança durante o processo. Correu tudo bem e, no fim, a tela de login do Debian/Plasma se revelou a mim em toda a sua glória.</p>
<p>***</p>
<p>Você se lembra daquele papo da Apple de que seus computadores com 8&nbsp;GB de RAM (memória temporária) <a href="https://macmagazine.com.br/post/2023/11/08/executivo-diz-que-8gb-de-memoria-em-um-mac-e-igual-a-16gb-em-um-pc/">equivaliam a 16&nbsp;GB de outros computadores</a>? Detesto ser o mensageiro de más notícias, mas parece que é verdade.</p>
<p>Em mais de quatro anos usando este notebook no macOS, com seus parcos 8&nbsp;GB de RAM, não me recordo de um aplicativo ter travado por falta de memória, mesmo em sessões exigentes, com mil aplicativos abertos ou editando vídeos.</p>
<p>Já nos poucos dias em que estive a bordo do Debian, a situação era recorrente, acontecia algumas vezes por dia, muito acima do ideal, que é zero.</p>
<figure id="attachment_64933" aria-describedby="caption-attachment-64933" style="width: 723px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" src="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/falta-de-memoria-evitada-linux.png" alt="Popup do Plasma avisando que fechou o LibreWolf por falta de memória." width="723" height="402" class="size-full wp-image-64933"><figcaption id="caption-attachment-64933" class="wp-caption-text">Toda hora isso!!</figcaption></figure>
<p>Era abrir do LibreWolf (navegador, um derivado do Firefox) e o Thunderbird (e-mail e agenda) ao mesmo tempo que um dos dois travava. Justiça seja feita, ambos são devoradores de RAM em qualquer sistema operacional. Quando os usei no macOS, porém, nunca travaram.</p>
<p>Dado que memória está custando dois rins no momento (obrigado, IA), é imprescindível fazer mais com menos, e o macOS faz coisas impossíveis com o que tenho aqui.</p>
<p>Comentei esse episódio com o pessoal <a href="https://manualdousuario.net/apoie/">no grupo do <strong>Manual</strong></a> e soube que era necessário aumentar a partição swap (de troca). Acho que conseguiria fazer isso, apesar do receio de transformar o notebook em um peso de papel. Revendo os prints que tirei para ilustrar este relato, percebi em um deles que o sistema estava sem swap. Limitação do Linux em chips Apple? Algum equívoco no script de instalação (não me lembro disso nele)? Burrice do BIOS (bicho ignorante operando o sistema, euzinha)? Sei lá, só sei que isso explica muita coisa. Lição aprendida e peço desculpas pelo erro crasso no experimento.</p>
<figure id="attachment_64935" aria-describedby="caption-attachment-64935" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" src="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/fastfetch-debian-mac.png" alt="Print do fastfetch mostrando a configuração do Debian no MacBook Air (M1)." width="1440" height="1183" class="size-full wp-image-64935"><figcaption id="caption-attachment-64935" class="wp-caption-text">Ops, falha minha.</figcaption></figure>
<p>De qualquer modo, o sufoco com os 8&nbsp;GB de RAM foi a gota d&#8217;água, mas não o único motivo que me fez regressar ao macOS. Outros golpes duros que me desnortearam: o sensor de digitais que não funciona e — o pior — a incompatibilidade com o monitor externo, ligado por uma dock USB-C/Thunderbolt.</p>
<p><a href="https://manualdousuario.net/o-que-eu-uso-2026/">Eu uso o teclado e o trackpad do notebook</a> e, vez ou outra, a tela dele também. À minha mesa, substituo a tela embutida pelo monitor externo, mais espaçoso e na altura dos olhos. Não estou mais na idade de abdicar da boa postura; as consequências são quase imediatas e dolorosas. Acreditei nos primeiros dias, ainda inebriado por estar vivendo o ~sonho do Linux próprio, que poderia levar uma vida na telinha do notebook, com o pescoço dobrado. Mudei de ideia dois dias e um torcicolo depois.</p>
<p>***</p>
<p>O sistema em si, o Debian Testing, funciona bem. LibreWolf e Thunderbird têm seus problemas (de interface, de padronização; principalmente o Thunderbird), mas dão conta do recado. Outros aplicativos que uso no dia a dia, como editor de texto simples (KWrite), gerenciador de senhas (KeePassXC) e visualizador de imagens para edições básicas (Gwenview), achei ótimos. Já os conhecia de outros carnavais e continuam tão bons quanto me lembrava. Tudo que uso em linha de comando no terminal do macOS está disponível no Linux.</p>
<figure id="attachment_64936" aria-describedby="caption-attachment-64936" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/area-de-trabalho-plasma-6-6.png" alt="Print da área de trabalho do Plasma 6.6, com o LibreWolf exibindo a capa do Manual do Usuário." width="1440" height="900" class="size-full wp-image-64936"><figcaption id="caption-attachment-64936" class="wp-caption-text">É até bonito!</figcaption></figure>
<p>Ao contrário da última tentativa, não fiz a insanidade de começar com o Debian “pelado” (instalação mínima) e ir instalando os pacotes um a um. Fui com o pacote padrão que, não sei se isso vale para tudo ou é algo do Debian para computadores da Apple, veio bem enxuto, com poucos aplicativos pré-instalados.</p>
<p>Mesmo a arquitetura diferente (arm64), incompatível com aplicativos compilados para a dominante (amd64), não chegou a ser problema. O único contratempo que notei foi com o Thunderbird, que não tinha a versão normal disponível para arm64 nos repositórios do Debian nem no Flathub, um popular repositório de aplicativos em um formato agnóstico, que funciona em qualquer distribuição Linux. Tive que me contentar com a ESR, de suporte estendido, que só recebe novidades uma vez por ano.</p>
<p>O poder do notebook fez uma diferença notável em comparação à tentativa anterior de usar Linux no dia a dia, conduzida em um computadorzinho fraco que, depois, virou meu servidor doméstico. (Ironicamente, rodando um Debian&nbsp;12 “headless” e dando conta do recado com folga.) A rolagem das janelas, por exemplo, que no computador fraco era irregular, funcionou suave. O trackpad da Apple, tido como o melhor da indústria, também funciona bem, embora alguns comportamentos sejam melhores no macOS. O clique sem apertá-lo nem sempre funciona no Plasma; se você fizer um “micro-movimento” e mover o mouse durante a execução do clique, o sistema reconhece o movimento e o clique falha. O macOS prevê e corrige esse equívoco. Parece bobagem, mas acontece muito e a somatória de ocorrências que frustra.</p>
<p>O KDE Connect supriu parte dos recursos de Continuidade que a famosa integração entre os dispositivos Apple entrega. Com o iPhone, ele é bastante limitado e só funciona com o aplicativo aberto no celular. É recomendável usá-lo com um celular Android, o que seria demais para mim. (Não o Android, mas mudar dois sistemas ao mesmo tempo.)</p>
<figure id="attachment_64937" aria-describedby="caption-attachment-64937" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/terminal-dolphin.png" alt="Print de uma janela do Dolphin, aberta no diretório do usuário, com uma instância do terminal no rodapé." width="1440" height="994" class="size-full wp-image-64937"><figcaption id="caption-attachment-64937" class="wp-caption-text">Por que ninguém pensou nisto antes?</figcaption></figure>
<p>Um recurso do Dolphin (gerenciador de arquivos) muito maneiro é abrir o terminal no diretório exibido no rodapé da janela. Basta apertar a tecla <kbd>F4</kbd>. Quando voltei ao macOS, procurei por algo similar. Existe um atalho no teclado configurável que faz quase isso: ele abre uma janela do terminal no diretório/pasta que está selecionado no Finder, não no que está aberto. É diferente o bastante para ser meio inútil. Talvez exista um atalho ou Apple Script para fazer do jeito do Dolphin.</p>
<p>Uma velha contenda que tenho com outros sistemas que não o macOS manifestou-se outra vez: os atalhos no teclado. A experiência adquirida na semana anterior a bordo do Linux me salvou de uma agonia desmedida, a de não conseguir digitar reticências (…) nem travessões (—). Bastou ativar a tecla de Composição. Pena que ainda não consigo fazer as aspas bonitinhas com ela. Não sei se sou eu ou o KDE Plasma.</p>
<p>Gastei um bom tempo no editor de atalhos das configurações do Plasma, adequando-os às minhas manias, tentando não alterar muitos deles. Estava disposto a aprender — ou a familiarizar-me com — o “jeito Linux” de usar computadores. E com bastante paciência, o que acho que faltou nas outras tentativas.</p>
<p>Era esperado (e de fato foi) que eu ficasse mais lento para fazer as coisas que faço na minha rotina. Fui do jeito lento mesmo, dando voltas enormes que no macOS, para mim, faço sem pensar, esperançoso de que o tempo e a prática me dariam a desenvoltura que exibo no macOS. Não deu tempo, mas tudo bem.</p>
<p>***</p>
<p>Antes de me sentar para escrever este relato, reli os dois anteriores e me surpreendi ao notar que concluí ambos com mensagens similares. Em dezembro de 2012 (!), após uma semana no Ubuntu&nbsp;12.10, <a href="https://gizbr.uol.com.br/uma-semana-com-o-ubuntu/">escrevi</a>:</p>
<blockquote><p>Daria para viver com o Ubuntu? Sim. Muita gente consegue, aliás, embora a maioria dos que entrevistei trabalhe com informática e, portanto, talvez não se enquadre no perfil do “usuário leigo”, o escopo desse experimento — com exceção da parte do XAMPP, todas as demais atividades que fiz foram bem… convencionais. Há dificuldades, algumas ainda casca grossa que te levarão a pesquisas tediosas no Google e comandos ininteligíveis no terminal, mas a situação já é bem melhor que algum tempo atrás.</p></blockquote>
<p>E na mais recente, <a href="https://manualdousuario.net/semana-usando-linux/">em janeiro de 2024 com o Debian&nbsp;12</a>:</p>
<blockquote><p>Sim, daria para usar Linux no computador como único sistema operacional sem (muito) perrengue. Algumas tarefas são mais intuitivas e/ou funcionam melhor aqui, outras não, mas boa parte dos desconfortos e estranhezas desta semana decorreram do computador fraco que usei ou da minha falta de familiaridade com o sistema.</p></blockquote>
<p>Sim, daria para viver com Linux no computador. Para mim, porém, essa vida continua sendo uma utopia, um desejo irracional pautado na emoção, porque para o meu perfil de uso, nível de conhecimento e familiaridade, o macOS é mais negócio — com ou sem Liquid Glass, uma mudança que <a href="https://manualdousuario.net/liquid-glass/">causou um desgosto enorme</a> por aqui.</p>
<p>O futuro segue sendo uma incógnita. Ou não.</p>
<p>***</p>
<p>Para abrir espaço ao Debian, tive que formatar o macOS e deixá-lo com o mínimo de espaço recomendado pelo Bananas Team. Preparei-me bastante, num nível quase paranoico, a fim de preservar meus arquivos e configurações. Correu tudo bem. Esta talvez tenha sido a maior lição que levo comigo: a de que, na prática, é fácil pisar fora do jardim murado da Apple, que existe uma porta de saída, mesmo que lá fora não seja tão agradável.</p>
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		<title>Posse de vídeo ilegal em armazenamento automático não configura crime</title>
		<link>https://manualdousuario.net/video-automatico-whatsapp-crime/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 17:32:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[Um juiz de Joinville (SC) inocentou um homem que tinha três vídeos de abusos de menores no celular, recebidos automaticamente de um grupo do WhatsApp. A defesa alegou que ele recebeu os vídeos em um grupo antigo de vizinhos, onde não interagia. O parecer da Meta/WhatsApp reforçou o argumento da defesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um juiz de Joinville&nbsp;(SC) inocentou um homem que tinha três vídeos de abusos de menores no celular, recebidos automaticamente de um grupo do WhatsApp. A defesa alegou que ele recebeu os vídeos em um grupo antigo de vizinhos, onde não interagia. O parecer da Meta/WhatsApp reforçou o argumento da defesa:</p>
<blockquote><p>Ao analisar o processo, o magistrado ressaltou que o suporte técnico do WhatsApp informou que os metadados de “modificação” e “último acesso” não provam que o usuário visualizou o arquivo.</p></blockquote>
<p>Apesar do precedente (correto, na minha humilde opinião), é boa prática de higiene digital sair de grupos do WhatsApp muito ativos que você não acompanha e/ou (no mínimo) <a href="https://faq.whatsapp.com/366146522333492/?locale=pt_BR&amp;cms_platform=android">desativar o download automático de mídias</a>.</p>
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		<title>“Como usuário do Windows, é um jeito surreal de instalar um aplicativo”</title>
		<link>https://manualdousuario.net/telas-dmg-instalar-apps-macos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Links legais]]></category>
		<category><![CDATA[macOS]]></category>
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					<description><![CDATA[Das muitas estranhezas que uma pessoa novata tem no macOS, a maneira de instalar aplicativos é das mais curiosas. Basta arrastar o ícone para qualquer lugar, de preferência o diretório /Applications. Os instaladores (arquivos *.dmg) costumam abrir janelinhas no Finder com instruções. Marcin Wichary coletou um punhado delas para analisar as diferentes maneiras com que desenvolvedores guiam os usuários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Das muitas estranhezas que uma pessoa novata tem no macOS, a maneira de instalar aplicativos é das mais curiosas. Basta arrastar o ícone para qualquer lugar, de preferência o diretório <code>/Applications</code>. Os instaladores (arquivos <code>*.dmg</code>) costumam abrir janelinhas no Finder com instruções. Marcin Wichary coletou um punhado delas para analisar as diferentes maneiras com que desenvolvedores guiam os usuários.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Qual a maneira de ver a previsão do tempo que consome menos memória do computador?</title>
		<link>https://manualdousuario.net/previsao-tempo-windows-11-ram/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[CLI]]></category>
		<category><![CDATA[macOS]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
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					<description><![CDATA[Após ler o relato de que o aplicativo da previsão do tempo do Windows 11 consome 1,2 GB de memória (RAM), peguei-me pensando: qual a maneira mais eficiente, do ponto de vista computacional, de saber a previsão do tempo?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um post no blog <cite>Windows Latest</cite>, Abhijith M B alerta que <a href="https://www.windowslatest.com/2026/08/09/windows-11s-weather-app-uses-5x-the-ram-of-macos-weather-and-it-still-shows-ads/">o aplicativo de previsão do tempo do Windows&nbsp;11 consome até 1,2&nbsp;GB de memória</a> (RAM) do computador. É bastante, sim. Para situar esse excesso, ele o compara ao do macOS, cujo aplicativo equivalente consome em média 20% do do Windows.</p>
<p><span id="more-64908"></span>Mais que com o aplicativo do Windows, surpreendi-me em saber que o Tempo.app do macOS gasta ~230&nbsp;MB e que isso é considerado pouco. (Uso-o bastante e nunca me ocorreu verificar esse dado.) Em distribuições Linux, o cenário <a href="https://www.omgubuntu.co.uk/2026/08/linux-vs-windows-weather-app-ram">não é muito melhor</a>.</p>
<p>Há indícios da justificativa desse tanto de memória: as animações bonitinhas do clima no fundo do aplicativo do macOS, os locais extras na barra lateral e os múltiplos dados para além da previsão da temperatura (precipitação, índice UV, qualidade do ar), tudo exibido em um leiaute agradável.</p>
<figure id="attachment_64911" aria-describedby="caption-attachment-64911" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/tempo-app-macos.jpg" alt="Janela do aplicativo Tempo, do macOS, mostrando a previsão do tempo em Curitiba." width="1440" height="934" class="size-full wp-image-64911"><figcaption id="caption-attachment-64911" class="wp-caption-text">Não dá para ser feliz nessa temperatura&nbsp;🥶</figcaption></figure>
<p>O do Windows&nbsp;11 é mais inchado por ser, na realidade, um site empacotado e sites empacotados costumam ser mais pesados mesmo. Também pela presença de anúncios e, imagino, todo o aparato de rastreamento e vigilância que costuma estar atrelado à publicado digital.</p>
<p>Peguei-me pensando: qual a maneira mais eficiente, do ponto de vista computacional, de saber a previsão do tempo?</p>
<p>Minha primeira ideia foi recorrer aos buscadores web. Todos, como Google, Bing e DuckDuckGo, exibem a previsão se você pesquisar por “previsão do tempo”. Testei com esses três:</p>
<ul>
<li>DuckDuckGo: ~190&nbsp;MB.</li>
<li>Google: 323&nbsp;MB.</li>
<li>Bing: 311&nbsp;MB.</li>
</ul>
<p>O DDG é o mais eficiente, mas apenas o Bing entrega resultados detalhados equivalentes ao dos aplicativos nativos.</p>
<p>Um detalhe relevante é que o meu navegador tem extensões de bloqueio de anúncios e rastreadores, o que diminui a necessidade de memória. Ainda assim o consumo é alto, e poderia ser maior porque analisei apenas o processo da aba, e não o do navegador em si (Safari, no exemplo), que no aplicativo do Windows&nbsp;11 entra na conta.</p>
<p>Lembrei-me, então, de um serviço que devolve a previsão do tempo pelo terminal, o <a href="https://github.com/chubin/wttr.in">wttr.in</a>. O único requisito é ter o curl instalado no sistema. Aí, basta digitar isto:</p>
<pre>curl wttr.in/Curitiba</pre>
<p>Se tirar a cidade, a requisição tenta adivinhar a sua localização pelo endereço IP. O terminal do macOS, ao ser aberto consome ~60&nbsp;MB de RAM e permanece assim após um pequeno pico que adiciona 10&nbsp;MB durante a consulta ao wttr.in. Dos dados que o wttr.in devolve, só senti falta da umidade relativa do ar:</p>
<figure id="attachment_64909" aria-describedby="caption-attachment-64909" style="width: 1440px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" loading="lazy" src="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/wttr-in-previsao-tempo-terminal.jpg" alt="Janela do terminal exibindo a previsão do tempo para Curitiba via wttr.in." width="1440" height="1044" class="size-full wp-image-64909"><figcaption id="caption-attachment-64909" class="wp-caption-text">Muda o visual, mas a tristeza com o frio segue a mesma.</figcaption></figure>
<p>(Dá para recuperar a umidade do ar com um parâmetro na URL de consulta, assim: <code>curl "wttr.in/?format=%h"</code>. Seria legal se fizesse parte da saída padrão, porém.)</p>
<p>Isso importa? Idealmente, não. Memória existe para ser usada, afinal. O caso do Windows&nbsp;11 é um ponto fora da curva e, com sorte, algo que a Microsoft em algum momento resolverá, se <a href="https://blogs.windows.com/windows-insider/2026/03/20/our-commitment-to-windows-quality/">as promessas feitas em março</a>, de que o Windows ficará mais leve e com menos anúncios, se cumprirem.</p>
<p>Dito tudo isso, esta breve investigação foi realizada apenas para fins de entretenimento.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Como experimento hipotético, imagine que apenas uma pessoa tivesse um advogado superinteligente. Ela teria uma vantagem injusta no tribunal — mesmo que sua posição estivesse errada no mérito. Isso levaria a uma sociedade pior. Mas agora imagine que todos tenham um advogado superinteligente. A justiça seria aplicada de forma muito mais justa e eficiente do que é hoje. Quando as pessoas são empoderadas, elas naturalmente se fiscalizam mutuamente e fiscalizam o poder das instituições maiores.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 19:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[Frase de Mark Zuckerberg em seu textão “O futuro da IA é para todos”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" src="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/mark-zuckerberg.jpg" alt="Homem branco, olhando de lado, com semblante preocupado." width="64" height="64"  class="alignnone size-full wp-image-64892"><span><strong>Mark Zuckerberg</strong><br>Co-fundador e CEO da Meta</span></p>
<p>Talvez o Zuck devesse empregar esses advogados de IA superinteligentes nas demandas da Meta. Mesmo com os melhores advogados (de carne e osso) que o dinheiro pode pagar, a empresa acumula uma série de derrotas nos tribunais estadunidenses, acusada de causar danos a menores de idade com seus aplicativos viciantes. <a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/08/07/meta-e-condenada-a-pagar-r-29-bilhoes-para-estado-dos-eua-por-caso-envolvendo-menores-nas-redes.ghtml">A última foi semana passada (6), no Novo México</a>.</p>
<p>A frase acima saiu de um textão do CEO da Meta, <a href="https://about.fb.com/br/news/2026/07/o-futuro-da-ia-e-para-todos/">“O futuro da IA é para todos”</a>. Alguém ainda leva esse vômito de platitudes, mentiras e promessas vazias a sério? Deve ser o quarto ou quinto que ele assina. Nenhum resistiu ao tempo. Teve o das <a href="https://www.facebook.com/notes/2420600258234172/">mensagens criptografadas no Instagram</a> em 2019, o da <a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/mark-zuckerberg-publica-longa-carta-no-facebook-defendendo-comunidade-global-de-usuarios.ghtml">“comunidade global”</a> de 2017, o do <a href="https://about.fb.com/news/2021/10/founders-letter/">metaverso</a> de 2021… note o padrão.</p>
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		<title>Este site é hospedado em um Samsung J6</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
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					<description><![CDATA[O Gustavo, leitor deste Manual, resolveu hospedar seu blog em um Galaxy J6. Um celular. Adoro projetos do tipo. É sustentável, confiável (pode deixar o celular na tomada, Gustavo), apenas funciona. E também são provas de que há anos carregamos computadores poderosos no bolso; o problema é o software que roda neles por padrão — pesado, inchado, lento. Imagine se o foco da indústria fosse em usar esse poder ao máximo em vez de vender mais celulares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Gustavo, leitor deste <strong>Manual</strong>, resolveu hospedar seu site/blog em um Galaxy&nbsp;J6, celular de 2018 que, na época, já não era dos mais rápidos. Adoro esse tipo de projeto. É sustentável, confiável (pode deixar o celular na tomada, Gustavo), apenas… funciona. E também é prova de que há anos carregamos computadores poderosos no bolso. O problema é o software que roda neles por padrão — pesado, inchado, lento. Imagine se o foco da indústria fosse em explorar esse poder ao máximo em vez de vender mais celulares.</p>
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		<title>Este cara usou o Claude para plagiar um aplicativo sem querer</title>
		<link>https://manualdousuario.net/terry-godier-dark-hours-plagio-claude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 13:16:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
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					<description><![CDATA[Terry Godier criou um aplicativo de astronomia que o envolveu em duas polêmicas constrangedoras: uma rejeição supostamente equivocada na App Store e uma acusação confirmada de plágio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Terry Godier, que fez fama em uns cantos da web no começo do ano com <a href="https://manualdousuario.net/feeds-rss-diferentes/">um ensaio sobre RSS</a> e seu posterior aplicativo para iOS, o Currents, lançou outro chamado Dark Hours, esse na web mesmo, após a Apple supostamente tê-lo rejeitado por conter elementos da astrologia, o que as políticas da App Store vetam e Godier, a princípio, negou que fosse o caso.</p>
<p><span id="more-64875"></span>Após toda a repercussão em torno da rejeição, que Godier manifestou em <a href="https://blog.terrygodier.com/2026/08/07/browsers-have-standards-the-app.html">um post (já editado)</a> no seu blog na sexta (7) (<a href="https://web.archive.org/web/20260807141155/https://blog.terrygodier.com/2026/08/07/browsers-have-standards-the-app.html">original</a>), veio à tona, durante o fim de semana, uma série de reviravoltas.</p>
<p>A primeira: a despeito do relato inicial de Godier, o aplicativo rejeitado tinha, sim, elementos de astrologia. Sequer era chamado Dark Hours; o nome submetido à Apple foi Asterly.</p>
<p>Só que a história piora. Frustrado com a rejeição, Godier mexeu no app e resolveu lançá-lo na web. Ao anunciar o lançamento do agora Dark Hours no Bluesky, <a href="https://bsky.app/profile/mmmeh.bsky.social/post/3msjump44fs2h">recebeu uma resposta de Miguel Beher</a>, que pouco antes havia lançado um aplicativo web parecido até no nome: <a href="https://darkhours.app/">DarkHours</a> (sem espaço). Godier defendeu-se de início, mas ficou sem argumentos quando Beher apontou uma falha no Dark Hours, que mandava os visitantes a lugares aleatórios do México, que seu DarkHours também tinha e fora corrigida por ele, conforme registros no repositório no GitHub confirmam.</p>
<p>O Dark Hours de Godier foi feito inteiramente com o Claude. (Aparentemente o de Beher também, mas… né.) Em <a href="https://blog.terrygodier.com/2026/08/09/mea-culpa-dark-hours.html">um “mea culpa”</a>, Godier disse que redirecionou o domínio do seu para o original de Beher e desculpou-se:</p>
<blockquote><p>Eu também gostaria de me desculpar pelo meu uso irresponsável da IA para construir tal coisa. Embora eu realmente nunca tivesse visto o DarkHours.app até anteontem, fui descuidado em confiar na IA para gerar o projeto sem fazer o trabalho de entender se ele se assemelhava a outro projeto existente. Isso é culpa minha e sou responsável pelo que publiquei.</p></blockquote>
<p>A ironia dessa história é que a inteligência artificial generativa não “alucinou” nem cometeu qualquer erro. Ela é um gerador probabilístico treinado em todo o conteúdo da internet, incluindo <a href="https://github.com/mbeher2200/DarkHours">o código do DarkHours</a> que Beher guarda, aberto, no GitHub. Quando Godier pediu por um site com as mesmas características do de Beher, o Claude já tinha o código exato no seu treinamento. E fez-se o plágio!</p>
<p>Pobre do John Gruber, o influente comentarista de Apple, que comprou a história de Godier e teve que <a href="https://daringfireball.net/2026/08/retraction_app_store_rejection_of_the_week">derrubar um post de seu blog</a> pela primeira vez em 24 anos.</p>
<p>(<a href="https://darkhours.app/?q=Curitiba%2C+Paraná%2C+BRA&amp;date=2026-08-10">O site DarkHours</a> é maneiro. Você coloca o nome de uma cidade e ele retorna a probabilidade da noite ser propícia à observação do céu. Daria <a href="https://manualdousuario.net/assunto/links-legais.">um bom “link legal”</a>.)</p>
<p class="ctx">Crédito ao David Bushell por <a href="https://dbushell.com/notes/2026-08-10T08:33Z/">montar a linha do tempo</a>.</p>
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		<title>Type 2</title>
		<link>https://manualdousuario.net/type-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 12:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Links legais]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
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					<description><![CDATA[Type 2: Abra o site e aperte algumas teclas para vê-las flutuando no vácuo. O mouse movimenta a câmera em 360º. (Há uma versão mais simples em que os caracteres apenas caem.)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Abra <a href="https://type2.joohyunpark.com">o site</a> e aperte algumas teclas para vê-las flutuando no vácuo. O mouse movimenta a câmera em 360º. (Há <a href="https://type.joohyunpark.com">uma versão mais simples</a> em que os caracteres apenas caem.)</p>
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		<title>A semana do Manual (2–8/8/2026)</title>
		<link>https://manualdousuario.net/semana-manual-20260809/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 10:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[A semana]]></category>
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					<description><![CDATA[Os posts mais legais e/ou populares da semana e os links e conversas que compartilhei no Órbita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a href="https://manualdousuario.net/var-copa-do-mundo-tecnologia/">O que o VAR do futebol nos diz sobre a IA</a>.</li>
<li><a href="https://manualdousuario.net/basicsync-android-synctrain-ios-syncthing-apps/">BasicSync e Synctrain: bons aplicativos para levar o Syncthing aos celulares</a>.</li>
<li><a href="https://manualdousuario.net/duckduckgo-oculos-de-sol-normais/">DuckDuckGo lança óculos e garante que eles são privados</a>.</li>
<li><a href="https://manualdousuario.net/links-legais-20260806/">Links legais da semana</a>.</li>
<li><a href="https://manualdousuario.net/aschenbrenner-situational-awareness/">Aschenbrenner apostou tudo na IA — e perdeu</a>.</li>
</ul>
<p>Meus links e conversas no Órbita:</p>
<ul>
<li><a href="https://orbita.social.br/p/OoQxpWGQLN/a-nova-cara-do-machismo-e-um-meme-e-ele-funciona">A nova cara do machismo é um meme. E ele funciona</a>&nbsp;/&nbsp;<a href="https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2026/08/01/pesquisa-da-ufba-aponta-misoginia-na-internet-como-piada-em-memes.ghtm">uol.com.br</a></li>
<li><a href="https://orbita.social.br/p/ZN8daEPQqW/ajude-nos-a-criar-os-termos-de-uso-do-orbita">Ajude-nos a criar os termos de uso do Órbita</a>.</li>
<li><a href="https://orbita.social.br/p/0qVG8MG2Wp/en-o-conjunto-de-equipamentos-perfeito">O conjunto de equipamentos perfeito</a>&nbsp;/&nbsp;<a href="https://adele.pages.casa/md/blog/the-perfect-equipment-set.md">adele.pages.casa</a>&nbsp;[en]</li>
<li><a href="https://orbita.social.br/p/9RM0WbDgwk/tersoftware-mapas-gis-localizacao">#TerSoftware: Mapas, GIS, localização</a>.</li>
</ul>
<p class="ctx">Se preferir, acompanhe o <strong>Manual</strong> pela <a href="https://manualdousuario.net/acompanhe/">newsletter, redes sociais e/ou notificações no celular</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</item>
		<item>
		<title>ANPD manda Governo do Paraná suspender reconhecimento facial em escolas</title>
		<link>https://manualdousuario.net/anpd-parana-reconhecimento-facial-escolas-parana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 14:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Privacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde 2022, no Paraná, a chamada dos alunos da rede pública de ensino era feita por reconhecimento facial. Nesta quinta (6), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a suspensão imediata do tratamento de dados pessoais biométricos de crianças e adolescentes que frequentam as escolas paranaenses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 2022, no Paraná, a chamada dos alunos da rede pública de ensino era feita por reconhecimento facial. Nesta quinta (6), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a suspensão imediata do tratamento de dados pessoais biométricos de crianças e adolescentes que frequentam as escolas paranaenses.</p>
<p><a href="https://manualdousuario.net/wp-content/uploads/2026/08/SEI_0317850_Despacho_Decisorio_2-2.pdf">Aqui tem o despacho</a> (<code>*.pdf</code>). Vale ler, também, <a href="https://laboratorios.ufpr.br/tecnosferalab/2024/03/20/o-reconhecimento-facial-no-ambiente-escolar/">o relatório técnico</a> produzido pelo Tecnosfera Lab (UFPR) e Jararaca Lab (UTFPR), em 2024, a respeito do tema.</p>
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		<item>
		<title>Aschenbrenner apostou tudo na IA — e perdeu</title>
		<link>https://manualdousuario.net/aschenbrenner-situational-awareness/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[David Gerard]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 12:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[O fundo de hedge de IA de Leopold Aschenbrenner, o Situational Awareness, foi de US$ 45 bilhões em ativos no início de julho para US$ 10 bilhões no início de agosto, depois que Aschenbrenner precisou vender as ações públicas do fundo para Ken Griffin, da Citadel, para pagar suas dívidas de margem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fundo de hedge de IA de Leopold Aschenbrenner, o Situational Awareness, foi de US$&nbsp;45 bilhões em ativos no início de julho para US$&nbsp;10 bilhões no início de agosto, depois que Aschenbrenner precisou <a href="https://www.bloomberg.com/news/articles/2026-07-31/aschenbrenner-tried-to-sell-private-stakes-before-citadel-deal">vender as ações públicas do fundo</a> para Ken Griffin, da Citadel, para pagar suas dívidas de margem.</p>
<p><span id="more-64859"></span>Aschenbrenner tem só 24 anos. Ele é uma espécie de doidinho do apocalipse da IA desde a adolescência. Começou a estudar economia na Universidade Columbia aos 15 anos. Lá, fundou um grupo de <a href="https://davidgerard.co.uk/blockchain/2023/02/06/ineffective-altruism-ftx-and-the-future-robot-apocalypse/">altruísmo eficaz</a>.</p>
<p>Depois da faculdade, Aschenbrenner trabalhou no braço filantrópico da corretora de criptomoedas FTX — mais um reduto de agourentos da IA. Depois foi para a OpenAI pesquisar como evitar o apocalipse da IA.</p>
<p>Ouvi falar de Aschenbrenner pela primeira vez em 2024, por causa do <a href="https://situational-awareness.ai/">seu ensaio “Situational awareness”</a>, sobre como a IA estava prestes a atingir a superinteligência.</p>
<p>O ensaio é uma canção de amor para um futuro de IA sempre ascendente. Isso enquanto os próprios chatbots com os quais ele trabalhava já haviam estagnado sua curva de progresso havia tempos.</p>
<p>Gostei especialmente da parte sobre “speedruns” de <cite>Minecraft</cite>. É esse tipo de coisa que Aschenbrenner usa como prova do poder da superinteligência:</p>
<blockquote><p>Como forma de visualizar o quão absurdo isso pode ficar, veja alguns vídeos no YouTube de speedruns de videogame, como este aqui de zerar o <cite>Minecraft</cite> em 20&nbsp;segundos.</p>
<p>Agora imagine isso aplicado a todos os domínios da ciência, da tecnologia e da economia.</p></blockquote>
<p>O vídeo que Aschenbrenner cita é de um computador executando um speedrun mapeado por humanos. Ele está afirmando que a existência de speedruns de video games significa que a IA vai dominar o mundo! Porque, e se uma IA conseguisse fazer isso, hein? E também: e se o <cite>Minecraft</cite> fosse a vida real? A IA poderia te dar um speedrun! No <cite>Minecraft</cite>!</p>
<p>Muita gente ficou impressionada com o ensaio. Gente que não entendia nada de tecnologia, mas sabia reconhecer uma curva apontando para cima. Ele até ganhou <a href="https://xcancel.com/IvankaTrump/status/1839002887600370145">um retweet da Ivanka Trump</a>.</p>
<p>Aschenbrenner fundou um fundo de hedge, <a href="https://situationalawarenesslp.com/">também chamado Situational Awareness</a>, para colocar suas ideias sobre a IA em prática. Com o dinheiro dos outros.</p>
<p>Aschenbrenner não tinha experiência alguma como operador de mercado, mas <a href="https://www.ft.com/content/620bd668-d112-412d-aa52-22489b128d55">tinha as amizades certas</a>:</p>
<blockquote><p>Aschenbrenner cativou seus investidores com ideias ousadas sobre IA, vindas da sua rede de contatos formada por adeptos do altruísmo eficaz — a controversa filosofia do “fazer o bem”, cujos seguidores estavam tanto na FTX, que quebrou, quanto na potência de IA Anthropic.</p></blockquote>
<p>“Controversa” aqui significa que eles são famosos por serem esquisitos com dinheiro de sobra. Nesse caso, significa que um menino consegue captar uma grana séria para fazer um trabalho que nunca fez antes, só porque é do tipo certo de sujeito. Mas ele levou o cargo a sério:</p>
<blockquote><p>Obviamente, não quebrar a banca é, tipo, a prioridade número um e dois, ou sei lá.</p></blockquote>
<p>Bom saber. O Situational Awareness ia de vento em popa — porque estava surfando uma bolha. No mercado financeiro, você pode falar qualquer baboseira delirante que ninguém liga, desde que esteja ganhando dinheiro. Mesmo que todo mundo saiba que o motivo de você estar ganhando dinheiro seja uma idiotice.</p>
<p>Aliás, Aschenbrenner literalmente <a href="https://www.nytimes.com/2026/07/31/business/situational-awareness-leopold-aschenbrenner.html">não tinha plano nenhum</a> para o caso de os números caírem:</p>
<blockquote><p>Qual era o plano do Sr. Aschenbrenner caso a revolução da IA não desse tão certo quanto o esperado? O fundador do fundo de hedge não tinha uma resposta detalhada, relembrou o investidor. O Sr. Aschenbrenner simplesmente acreditava, de verdade, que tudo daria certo.</p></blockquote>
<p>Aí Aschenbrenner fez o que muito trader inexperiente faz: achou que a farra ia durar para sempre. É um novo paradigma! As coisas são diferentes agora! Então ele fez muitas apostas alavancadas — quando você pega dinheiro emprestado para operar mais. Isso aumenta a chance de ganho — e também o risco de perda.</p>
<p>Ao longo de julho, alguns números começaram a cair. Em particular, as ações de fabricantes de memória. Aschenbrenner foi pego de surpresa e teve que vender outras ações às pressas:</p>
<blockquote><p>Quando a Intel divulgou resultados fortes em 23 de julho, o preço de suas ações caiu, surpreendentemente, e começou a circular a especulação de que alguém estava vendendo agressivamente no mercado.</p>
<p>Esse vendedor era Aschenbrenner, segundo várias pessoas a par do assunto. “Ele estava tentando recuperar as perdas”, disse uma dessas pessoas. “Ele tinha a ilusão de ainda estar no controle… não estava no controle de nada.”</p></blockquote>
<p>Em 24 de julho, Aschenbrenner escreveu aos investidores para tranquilizá-los de que estava tudo bem. Além disso, volatilidade acontece às vezes, mas não precisam se preocupar. Ao mesmo tempo, ele ligava para os investidores, oferecendo condições para que colocassem ainda mais dinheiro no fundo.</p>
<p>Na quarta-feira passada (29/7), as posições de margem de Aschenbrenner já eram demais para seus credores. O banco Goldman Sachs ligou querendo seu dinheiro de volta.</p>
<p>Aschenbrenner ligou para os grandes fundos de hedge de Wall Street para vender o que conseguisse, rápido o suficiente para cobrir suas dívidas de margem. <a href="https://www.wsj.com/finance/citadel-buys-situational-awarenesss-stock-portfolio-after-big-losses-in-ai-5117159b">A Citadel fechou o negócio</a> de comprar as ações públicas do Situational Awareness no dia seguinte.</p>
<p>O Situational Awareness ainda está vivo. Só que menor.</p>
<p>Uma pessoa envolvida em toda essa bagunça, que preferiu não se identificar, disse ao <cite>Financial Times</cite>:</p>
<blockquote><p>A verdadeira questão é: como alguém investiu tanto dinheiro, e emprestou tanto dinheiro, para um… moleque sem experiência pessoal e nenhuma estrutura?</p></blockquote>
<p>Porque, quando uma bolha está na fase de ascensão, todo mundo parece um gênio. Mesmo que o menor imprevisto possa destruir tudo.</p>
<p>Toda a bolha da IA é construída sobre investimentos alavancados, avaliações duvidosas de participações em empresas de capital fechado, financiamento circular, empréstimos para os próprios clientes manterem os números de vendas em alta e operações fora do balanço para esconder as dívidas. É uma bomba-relógio gigante, vai explodir, e vai levar um monte de coisa junto.</p>
<p>O Situational Awareness era a versão simples disso e quebrou porque era só um esquisitão apostando numa curva que subia. A realidade, porém, não funciona como um speedrun de <cite>Minecraft</cite>.</p>
<p class="ctx"><a href="https://pivot-to-ai.com/2026/08/04/aschenbrenner-bet-everything-on-ai-and-lost/">Publicado originalmente no <cite>Pivot to AI</cite></a> em 4/8/2026.</p>
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		<title>Wellness Ping: Serviço de alerta caso você suma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:31:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Wellness Ping é um serviço simples, privado e gratuito para avisar que você está vivo(a) e bem. Receba um ping regularmente para fazer a confirmação. Se você não responder, seus contatos de emergência são acionados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início de 2026, um aplicativo chinês que avisa a contatos de confiança se o usuário está vivo <a href="https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/01/14/voce-morreu-aplicativo-chines-faz-sucesso-por-monitorar-pessoas-que-vivem-sozinhas.ghtml">fez algum barulho</a>. A premissa, meio mórbida, é útil para alguns perfis, como ativistas, jornalistas que cobrem áreas críticas e pessoas que vivem sozinhas. A pessoa deve fazer um “checkin” em intervalos regulares. Caso falhe, os contatos são acionados automaticamente.</p>
<p>O <a href="https://wellness-p.ing">Wellness&nbsp;Ping</a> é uma variação desse tipo de serviço com uma abordagem que promete maior privacidade: gratuito, não precisa baixar um app e tudo acontece por e-mail ou Signal (preferível). Ao anunciar a versão 2.0, seu criador, que atende por Micr0byte, <a href="https://wetdry.world/@micr0/117037189631076529">disse que</a> o código (que <a href="https://github.com/micr0-dev/wellness-ping">é aberto</a>) passou por uma revisão de segurança completa.</p>
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		<title>Links legais da semana</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:20:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O celular na sua mão&nbsp;(em inglês). Uma análise detalhada dos componentes do celular em que você provavelmente está lendo isto. OpenHistoricalMap. Com base no OpenStreetMaps, este site mostra uma linha do tempo das fronteiras do mundo ao longo da história humana. Dica da Daniely. Loading UI. Uma grande coleção de animações para o estado “carregando”. [&hellip;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="ctx">Toda semana, faço uma curadoria de links legais que encontro nas minhas andanças pela web. Quer mais? <a href="https://manualdousuario.net/assunto/links-legais/">Acesse o arquivo</a>.</p>
<p><a href="https://everythingmachine.io/phone/">O celular na sua mão</a>&nbsp;(em inglês). Uma análise detalhada dos componentes do celular em que você provavelmente está lendo isto.</p>
<p><a href="https://www.openhistoricalmap.org/">OpenHistoricalMap</a>. Com base no OpenStreetMaps, este site mostra uma linha do tempo das fronteiras do mundo ao longo da história humana. Dica da Daniely.</p>
<p><a href="https://loading-ui.com/">Loading UI</a>. Uma grande coleção de  animações para o estado “carregando”. Ninguém gosta de vê-las, mas se for inevitável, que seja bonitinha.</p>
<p><a href="https://bob-the-builder.leakedleek.xyz">Guias de montagem interativos</a>. Uma versão digital, extra-oficial, dos famosos guias de montagem da IKEA. Fica melhor em uma tela grande.</p>
<p><a href="https://pudding.cool/2026/06/mow/">Por que algumas pessoas são melhores em cortar grama?</a>. Joguinho interativo em que o objetivo é cortar todo o gramado no caminho mais curto/com menos movimentos.</p>
<p><a href="https://phoboslab.org/log/2026/08/xibalba64-making-of">Como criar um jogo de Nintendo&nbsp;64 em 2026</a>&nbsp;(em inglês). Já ouviu falar do <cite>Xibalba 64</cite>? Se não, você provavelmente não tem um Nintendo&nbsp;64 ou M64.</p>
<p><a href="https://moisttowelettemuseum.com">Museu online de lencinhos umedecidos</a>. Rasgue o pacote, remova o lenço e use-o.</p>
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		<title>Mudanças no suporte a contas de e-mail de terceiros no Gmail</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Ghedin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:46:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem usa o Gmail para gerenciar outras caixas de entrada precisa se ligar. Em janeiro de 2027, o Google removerá a capacidade de enviar e-mails a partir de um endereço alternativo e desativará os recursos Gmailify e POP na Web.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem usa o Gmail para gerenciar outras caixas de entrada precisa se ligar. Em janeiro de 2027, o Google removerá a capacidade de enviar e-mails a partir de um endereço alternativo e desativará os recursos Gmailify e POP na Web. É uma boa oportunidade para testar clientes “agnósticos”, como o <a href="https://apps.apple.com/br/app/mail/id1108187098">Apple Mail</a> ou o <a href="https://www.thunderbird.net/pt-BR/">Thunderbird</a>.</p>
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