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		<title>Início</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 18:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Início]]></category>
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					<description><![CDATA[Chamou-se a este projecto Ecossistema ATP pois envolve três patentes muito importantes: &#8211; Agro-ecologia, Tecnologia e Pessoas. Figura 1 – Ecossistema ATP Figura 2 – Intervenção das partes no ecossistema]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chamou-se a este projecto Ecossistema ATP pois envolve três patentes muito importantes:</p>
<p>&#8211; Agro-ecologia, Tecnologia e Pessoas.</p>
<p>Figura 1 – Ecossistema ATP</p>
<p>Figura 2 – Intervenção das partes no ecossistema</p>
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		<title>Características/Metodologia</title>
		<link>https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/20/caracteristicasmetodologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2011 13:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Características/Metodologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Variáveis controladas: 1. O solo local é o mesmo dentro e fora da estufa e foi utilizado por todos os grupos da experiência; 2. Quatro experiências foram efectuadas em quintal e duas em varanda dentro de recipientes plásticos; 3. Todas &#8230; <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/20/caracteristicasmetodologia/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Variáveis controladas:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">1. O solo local é o mesmo dentro e fora da estufa e foi utilizado por todos os grupos da experiência;</p>
<p style="padding-left:30px;">2. Quatro experiências foram efectuadas em quintal e duas em varanda dentro de recipientes plásticos;</p>
<p style="padding-left:30px;">3. Todas as sementeiras de cenoura foram efectuadas no mesmo dia (20 de Fevereiro de 2011) e os últimos dados de monitorização recolhidos foi a 15 de Abril de 2011;</p>
<p style="padding-left:30px;">4. Não é permitido adicionar qualquer tipo de adubo ou fertilizante assim como qualquer outra substância não-natural ao solo ou na rega.</p>
<p style="padding-left:30px;">5. Todas as sementes de cenoura são da mesma espécie <em>Daucus carota L.</em> tipo Nantes Mérida.</p>
<p> <strong>Variáveis independentes:</strong></p>
<p>As características químicas e físicas do solo e a retenção de água foram negligenciadas. A exposição à luz solar, a rega e outros cuidados ficaram ao critério e empenho de cada grupo.</p>
<p> <strong>Amostra de procedimentos efectuados em casa:</strong></p>
<p>Preparação do solo(Figura 3); Construção da mini-estufa (Figura 4 e 5); Sementeira(Figura 6);</p>
<p><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/455.png"><img data-attachment-id="136" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/20/caracteristicasmetodologia/attachment/455/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/455.png" data-orig-size="718,722" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="455" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/455.png?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-136" title="455" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/455.png?w=300&#038;h=219" alt=""   /></a></p>
<p><strong>Procedimentos efectuados na escola:</strong></p>
<p>Todos os seis jovens estudantes são alunos do 10º Ano de Escolaridade do Curso de Gestão de Equipamentos Informáticos. Um dos grandes desafios deste projecto é a transversalidade dos assuntos que aborda e a necessidade de pesquisa e aprendizagem de temas e disciplinas que habitualmente estão fora do plano curricular do curso. Isso tornou-se aliciante pois para além do que habitualmente estudámos, esta necessidade levou-nos a aprofundar temas concretos tão diversos em áreas como as Ciências Sociais, Biologia, Ciências da Terra e Química entre outras.</p>
<p>Voltando à nossa área de curso e com os conhecimentos adquiridos nas disciplinas de Sistemas Digitais e Electrónica foram projectados e desenvolvidos circuitos para aplicar a monitorização e controle de temperatura e humidade principalmente no interior da mini-estufa.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Circuito esquemático:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Este circuito tem por base um microcontrolador(μC) programável(PIC &#8211; Circuito Integrado Programável ).  Foi adoptado um destes circuitos de baixo custo mas com elevado potencial de desenvolvimento. No caso o μC PIC16F876A da MicroChips. Este desenvolvimento permite a recolha e armazenamento periódico dos parâmetros sensoriais dentro e fora da estufa. Foram usados sensores que usam o protocolo 1-Wire para simplificar as ligações. O protocolo 1-Wire(1 fio) foi desenvolvido pela Dallas Semiconductor(actualmente Maxim) para permitir a construção de dispositivos periféricos para μC e µProcessadores com o uso mínimo de recursos tanto de hardware como de software. A estrutura do protocolo é baseada numa arquitectura mestre-escravo, utilizando um barramento de apenas 1 fio em modo <em>half-duplex <span style="color:#3366ff;text-decoration:underline;">[1]</span></em><span style="color:#000000;">.</span></p>
<p style="padding-left:30px;">Para apoiar a programação foi usado o programador ALL-11 da Hi-lo Systems e posteriormente o<em> bootloader</em>(pequeno programa com sistema de iniciação) como gestor de conteúdo de programação do µC PIC. A linguagem de programação usada foi o C com o apoio de um compilador PCWH da CCS &#8211; Custom Computer Services Inc para código C onde foram melhoradas os conteúdos e formas de programação.  Este compilador consiste num ambiente integrado de desenvolvimento(IDE) para o sistema operativo Windows e que suporta toda a linha de μCs PIC (séries PIC12, PIC14, PIC16 e PIC18). Em concreto foi utilizado o módulo PCM do IDE para dispositivos de 14 bits das séries PIC14 e PIC16. A utilização de C para a programação de µCs como os PIC parece natural e realmente é. O uso de C permite a construção de programas e aplicações muito mais complexas do que seria viável por exemplo utilizando apenas por exemplo <em>Assembly</em>(linguagem de baixo que utiliza código de máquina). Além disso, o desenvolvimento em C permite uma grande variedade, portabilidade e eficiência de soluções. Neste casos os dados recolhidos são armazenados numa vulgar <em>pen-drive</em> através de uma interface USB da FDTI ligada ao µC e semanalmente são transferidos em ficheiro com extensão *.<em>csv </em>(separado por vírgulas )para o computador para tratamento posterior numa folha de cálculo.</p>
<div>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><span style="color:#3366ff;text-decoration:underline;">[1]</span> Uma comunicação é dita half-duplex (ou semi-duplex) quando temos um dispositivo Transmissor e outro Receptor, sendo que ambos podem transmitir e receber dados, porém não simultaneamente.</p>
</div>
</div>
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		<title>Dados</title>
		<link>https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 22:41:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dados]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados da experiência Agro-ecológica. Foram testadas três opções(experiências) esquematizadas a seguir.  Experiência 1 – Plantação ao ar livre com as variáveis não controladas (Figura 11)  Figura 11 – Plantação ao ar livre   Experiência 2 – Mini-estufa normal &#8211; Ambiente &#8230; <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Dados da experiência Agro-ecológica. Foram testadas três opções(experiências) esquematizadas a seguir.  </span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Experiência 1 – Plantação ao ar livre com as variáveis não controladas (Figura 11)</span></span></p>
<p align="center"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/q.jpg"><img data-attachment-id="111" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/q/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/q.jpg" data-orig-size="570,118" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Esquema estufa" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/q.jpg?w=570" class="size-medium wp-image-111 aligncenter" title="q" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/q.jpg?w=300&#038;h=60" alt=""   /></a> <span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Figura 11 – Plantação ao ar livre </span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Calibri;color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Experiência 2 – Mini-estufa normal &#8211; Ambiente controlado(Figura 12)</span></span></p>
<p align="center"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/w.jpg"><img data-attachment-id="112" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/w/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/w.jpg" data-orig-size="762,369" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Esquema estufa" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/w.jpg?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-112" title="w" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/w.jpg?w=300&#038;h=137" alt=""   /></a> <span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Figura 12 – Plantação em ambiente controlado </span></span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Calibri;color:#000000;"> </span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Experiência 3 – Mini-estufa com armazenamento de calor &#8211; Ambiente controlado</span></span></p>
<p align="center"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/e.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="113" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/e/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/e.jpg" data-orig-size="1054,362" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Esquema estufa" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/e.jpg?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-113" title="e" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/e.jpg?w=300&#038;h=85" alt=""   /></a> <span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Figura 13 – Plantação em ambiente controlado com sistema de armazenamento de calor </span></span></p>
<p><span style="font-family:Calibri;color:#000000;"> </span></p>
<p><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Como funciona este armazenamento térmico?</span></span></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Depois do desafio lançado aos grupos, esta foi uma das ideias que surgiu no âmbito desse trabalho de procura de outras soluções como mencionado no início deste trabalho e essencialmente pretende diminuir o diferencial térmico dia/noite. A ideia foi implementada e para isso foram construídas duas extensões laterais numa estufa normal onde são colocados blocos de argila refractária pintada de preto com a função de absorção de calor durante o dia(Figura 14) e liberá-lo à noite(Figura 15) quando se observam temperaturas menores. Estas extensões à estrutura normal da estufa são cobertas com plástico de isolamento transparente (idêntico ao da cobertura da estufa) e a área de contacto com o interior da estufa fica fechada durante o dia e é aberta apenas durante a noite para que a maior dissipação de faça nessa altura. </span></span></p>
<p> <img loading="lazy" data-attachment-id="114" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/attachment/14/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/14.png" data-orig-size="721,283" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Esquema estufa" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/14.png?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-114" title="14" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/14.png?w=300&#038;h=118" alt=""   srcset="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/14.png?w=300 300w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/14.png?w=534 534w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/14.png?w=150 150w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/14.png 721w" sizes="(max-width: 534px) 100vw, 534px" /></p>
<p align="center">Figura 14 – Processo de armazenamento térmico durante o dia</p>
<p align="center"> </p>
<p align="center"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/15.png"><img loading="lazy" data-attachment-id="123" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/attachment/15/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/15.png" data-orig-size="703,309" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Esquema estufa" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/15.png?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-123" title="15" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/15.png?w=300&#038;h=139" alt=""   /></a> <span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">Figura 15 – Processo térmico de libertação de calor durante a noite </span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;"><strong>Evolução da sementeira:</strong> Foram recolhidas e medidas plantas por três vezes.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Calibri;">A experiência começou em 20 de Fevereiro e a primeira recolha aconteceu a 12 de Março (após 20 dias) a segunda a 31 de Março (após 40 dias) e a terceira e última em 15 de Abril (após 55 dias). </span></span></p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Calibri;"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/amostra.png"><img loading="lazy" data-attachment-id="124" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/amostra/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/amostra.png" data-orig-size="708,296" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Amostra" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/amostra.png?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-124" title="amostra" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/amostra.png?w=300&#038;h=124" alt=""   srcset="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/amostra.png?w=300 300w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/amostra.png?w=150 150w" sizes="(max-width: 666px) 100vw, 666px" /></a></span></strong></p>
<p align="center"><strong></strong> </p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Calibri;">Tabelas e Gráficos – Evolução da sementeira</span></strong></p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Calibri;"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/u.png"><img loading="lazy" data-attachment-id="125" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/u/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/u.png" data-orig-size="655,470" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Gráfico Barras" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/u.png?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-125" title="u" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/u.png?w=300&#038;h=224" alt=""   /></a></span></strong></p>
<p align="center"> </p>
<p style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-family:Calibri;">Monitorização de dados – Temperatura<span style="color:#000000;">                                </span></span></strong><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturar1.png"><img loading="lazy" data-attachment-id="126" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/capturar-2/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturar1.png" data-orig-size="794,333" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Gráfico" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturar1.png?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-126" title="Capturar" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturar1.png?w=300&#038;h=135" alt=""   /></a> </p>
<p align="center"><strong><span style="font-family:Calibri;">Monitorização de dados – Humidade<span style="color:#000000;">                                 </span></span></strong></p>
<p align="right"><span style="font-family:Calibri;color:#000000;"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturarq.png"><img loading="lazy" data-attachment-id="128" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/capturarq/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturarq.png" data-orig-size="834,304" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Gráfico" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturarq.png?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-128" title="Capturarq" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturarq.png?w=300&#038;h=110" alt=""   srcset="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturarq.png?w=300 300w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturarq.png?w=150 150w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><strong></strong> </p>
<p style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-family:Calibri;">Monitorização de dados – Temperatura média</span></strong></p>
<p align="right"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/p.png"><img loading="lazy" data-attachment-id="129" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/p/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/p.png" data-orig-size="816,403" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Gráfico" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/p.png?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-129" title="p" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/p.png?w=300&#038;h=151" alt=""   /></a> </p>
<p style="text-align:center;" align="right"><span style="font-family:Calibri;"><strong>Monitorização de dados – Temperatura mínima</strong></span> </p>
<p style="text-align:center;" align="right"><span style="font-family:Calibri;"><strong><img loading="lazy" data-attachment-id="130" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/dados-2/r/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/r.png" data-orig-size="831,396" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Gráfico" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/r.png?w=640" class="size-medium wp-image-130 alignnone" title="r" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/r.png?w=300&#038;h=143" alt=""   srcset="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/r.png?w=300 300w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/r.png?w=562 562w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/r.png?w=150 150w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/r.png?w=768 768w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/r.png 831w" sizes="(max-width: 562px) 100vw, 562px" /></strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="right"><span style="font-family:Calibri;"><strong>Importante:</strong> <span style="color:#000000;"> Como se observa por este gráfico e é de assinalar que com o método de armazenamento de calor o diferencial térmico é menor<strong>.</strong></span></span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Lista de Material</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 22:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lista de material]]></category>
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					<description><![CDATA[Lista de Material Microcontrolador MicroChips PIC16F876A Interface Dual EIA-232 Driver Max232 Cabo comunicação Porta Série(RS-232)-USB Cristal de 4 Mhz Condesadores de 15pf , 0,1μF e 220µF DS18S20 1-Wire Parasite-Power Digital Thermometer Sensor SHT75 &#8211; Digital Humidity Sensor HS-755HB Servo Motor &#8230; <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/95/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lista de Material </strong></p>
<p>Microcontrolador MicroChips PIC16F876A</p>
<p>Interface Dual EIA-232 Driver Max232</p>
<p>Cabo comunicação Porta Série(RS-232)-USB</p>
<p>Cristal de 4 Mhz</p>
<p>Condesadores de 15pf , 0,1μF e 220µF</p>
<p>DS18S20 1-Wire Parasite-Power Digital Thermometer Sensor</p>
<p>SHT75 &#8211; Digital Humidity Sensor</p>
<p>HS-755HB Servo Motor and Controller</p>
<p>Interface VDIP1 FDTI USB</p>
<p>1Gb USB Pendrive</p>
<p><strong>Circuito esquemático:</strong></p>
<p>Este é o circuito base (Figura 7) e também serve de programador do µC PIC. Com isso, recolhemos regularmente os dados sensoriais da temperatura/humidade. Usamos sensores com o protocolo 1-Wire DS18S20 ou SHT75.</p>
<p align="center"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/wetwet.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="100" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/95/wetwet/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/wetwet.jpg" data-orig-size="1015,613" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Esquema eagle" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/wetwet.jpg?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-100" title="wetwet" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/wetwet.jpg?w=300&#038;h=161" alt=""   /></a> Figura 7 – Circuito esquemático para monitorização de dados</p>
<p> <strong>Ensaios:</strong></p>
<p>Com a interface USB VDIP podemos armazenar dados regularmente numa <em>pen-drive</em>. Assim, a recolha de dados é feita semanalmente para posterior tratamento.</p>
<p align="center"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/rwe.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="99" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/95/rwe/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/rwe.jpg" data-orig-size="654,415" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4.3&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DC C103X series&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1301670942&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Copyright 2009&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;6.2&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;50&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.016666666666667&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Resultado final em placa de testes" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/rwe.jpg?w=640" class="aligncenter size-medium wp-image-99" title="rwe" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/rwe.jpg?w=300&#038;h=220" alt=""   /></a> Figura 8 – Teste em placa de ensaios(breadboard)</p>
<p><strong>Implementação do PCB (Printed Circuit Board):</strong></p>
<p>A fiabilidade do circuito foi uma das nossas preocupações. Por isso, implementamos o circuito de uma forma organizada em placa de circuito impresso definitivo construindo todo o circuito numa ferramenta de desenvolvimento de design de circuitos – Eagle 4.1 da CADSoft(Figura 9):</p>
<p align="center"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/jj.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="98" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/95/jj/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/jj.jpg" data-orig-size="625,440" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Esquema eagle- desenho de placa" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/jj.jpg?w=625" class="aligncenter size-medium wp-image-98" title="jj" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/jj.jpg?w=300&#038;h=211" alt="" width="300" height="211" srcset="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/jj.jpg?w=300 300w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/jj.jpg?w=600 600w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/jj.jpg?w=150 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a> Figura 9 – PCB final da placa</p>
<p><strong>Estaca de monitorização:</strong></p>
<p>Esta é a aparência final do circuito(Figura 10). Dentro da estufa é suportada por uma estaca.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="388"> <img loading="lazy" data-attachment-id="96" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/95/h/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/h.jpg" data-orig-size="526,352" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Protótipo" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/h.jpg?w=526" class="alignleft size-medium wp-image-96" title="h" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/h.jpg?w=300&#038;h=200" alt=""   srcset="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/h.jpg?w=300 300w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/h.jpg?w=338 338w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/h.jpg?w=150 150w, https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/h.jpg 526w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></td>
<td valign="top" width="299"> <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/g.jpg"><img loading="lazy" data-attachment-id="97" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/95/g/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/g.jpg" data-orig-size="519,469" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;5.3&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D60&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1301506842&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;42&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.016666666666667&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="Protótipo" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/g.jpg?w=519" class="aligncenter size-medium wp-image-97" title="g" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/g.jpg?w=300&#038;h=240" alt=""   /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center">Figura 10 – Estaca de monitorização</p>
<p>O código-fonte programado em linguagem C segue em anexo a este relatório no ficheiro denominado</p>
<p><em>sourcecode.c</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Observações/Discussão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 22:18:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Observações/Discussão]]></category>
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					<description><![CDATA[Vertente Agro-ecológica: Os três exemplos de experiências deram-nos resultados diferentes para a mesma cultura. No exterior, onde se verificam as maiores variações de temperatura, as cenouras tiveram um fraco desenvolvimento em relação aos restantes métodos controlados. Numa estufa normal, o &#8230; <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/observacoesdiscussao/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vertente Agro-ecológica:</strong></p>
<p>Os três exemplos de experiências deram-nos resultados diferentes para a mesma cultura.</p>
<p>No exterior, onde se verificam as maiores variações de temperatura, as cenouras tiveram um fraco desenvolvimento em relação aos restantes métodos controlados.</p>
<p>Numa estufa normal, o crescimento das plantas foi duas vezes maior do que no exterior.</p>
<p>Na terceira experiência, com armazenamento de calor, os resultados de crescimento são muito melhores do que qualquer um dos anteriores.</p>
<p><strong>Vertente Tecnológica:</strong></p>
<p>Constatou-se que quanto maior for o controle das variáveis (temperatura e humidade) através da instrumentação tecnológica melhor resultado da sementeira.</p>
<p>O método experimental de armazenamento de calor deu bons resultados com esta cultura pois no período nocturno a temperatura mínima não baixa tanto quanto nas outras situações estudadas e por isso o diferencial de dia/noite é menor.</p>
<p><strong>Vertente social(Pessoas) – Interacção geracional:</strong></p>
<p>Verificaram-se atitudes positivas e interessantes nas pessoas envolvidas: Trabalho em equipe, procura de novas soluções, espírito construtivo, a admiração mútua de conhecimentos, interesse/acompanhamento dos projectos e partilha de conhecimento são algumas das observações importantes sobre o comportamento dos grupos.</p>
<p>Foram recolhidos alguns depoimentos dos familiares dos jovens que suportam as observações anteriores.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Família do Tiago:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Sobre o Pai</p>
<p style="padding-left:30px;"><em>“O projecto do meu filho é muito interessante, pois reúne agricultura e tecnologia. Começou por construir uma estufa e semeou cenouras dentro. Depois disso, ele também semeou cenouras ao ar livre. Depois, ele e seus colegas construíram um equipamento para medir a temperatura. Ele teve ajuda dos professores, já que ele ainda está no primeiro ano do seu curso e acho que esse projecto é bastante interessante porque ele pode melhorar os seus conhecimentos e suas competências nessa área.”</em></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Família do Joaquim:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Sobre a Mãe</p>
<p style="padding-left:30px;"><em>“Foi bom ter a ajuda da minha mãe para preparar o solo que me ensinou a colocar um pouco de nutrientes naturais para enriquecer o solo. Após essa etapa, aconselhou-me a semear de forma espaçada e bem distribuídas e com alguma paciência. Depois foi só esperar e observar o crescimento.”</em></p>
<p style="padding-left:30px;">Pai</p>
<p style="padding-left:30px;"><em>“Eu ajudei o meu filho a construir a estufa, fizemos algumas medidas e com alguma dedicação, construímos a estrutura com sucesso. O resultado final foi bem sucedido.”</em></p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Família do Mickael:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Sobre a Avó</p>
<p style="padding-left:30px;"><em>“A minha avó disse-me inicialmente que o projecto ia ser um fracasso, porque as sementes foram semeadas no Inverno e que iriam morrer devido à neve. Ela também me disse que para ter uma boa cultura, devemos escolher com cuidado o solo. Ela ajudou-me a escolher o solo, mas não tinha muita certeza de que eu pudesse desenvolver este projecto até ao fim. Depois ficou impressionada porque normalmente este tipo de actividades não me interessava. Pedi-lhe conselhos com alguma frequência e, em seguida, construí a estufa e ela ajudou-me a semear as cenouras. Ela disse-me para preparar o solo e depois de colocar as sementes regar um pouco e colocar um pouco mais terra ou areia sobre elas.”</em></p>
<p style="padding-left:30px;">Sobre a Mãe</p>
<p style="padding-left:30px;"><em>“No início a minha mãe achava que eu não era capaz de me entusiasmar com este projecto. No entanto, ela também me deu alguns conselhos sobre o melhor local para colocar a estufa, que deve ser num lugar com exposição solar. Ela tem-me ajudado com o projecto principalmente na retirada de ervas daninhas e vai dando dicas sobre a melhor forma de acompanhar a sua evolução.”</em></p>
<p style="padding-left:30px;">Sobre o Pai</p>
<p style="padding-left:30px;"><em>“O meu pai também estava relutante sobre o projecto e ele não acreditou inicialmente devido à minha experiência ser feita na varanda. Como ele tem alguns conhecimentos em jardinagem e agricultura, deu-me alguns conselhos sobre como semear e regar as cenouras. Disse-me para não semear muitos juntos, para que se possam desenvolver correctamente. Para regar as cenouras devemos fazer isso no caule e não em toda a planta, caso contrário irá dobrar. Além disso, devemos regar as plantas com pequenas quantidades de água, para que a sementeira não fique demasiado encharcada.”</em></p>
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		<title>Conclusão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 22:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conclusão]]></category>
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					<description><![CDATA[Conclusões do Ecossistema: Agro-ecologia: Os resultados recolhidos das experiências até à data em curso revelam que o armazenamento de calor com pedras de argila permite a redução do diferencial térmico dia/noite e garante melhores resultados (resultados inesperados!) comparando com as &#8230; <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/conclusao/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conclusões do Ecossistema:</p>
<p><strong>Agro-ecologia:</strong> Os resultados recolhidos das experiências até à data em curso revelam que o armazenamento de calor com pedras de argila permite a redução do diferencial térmico dia/noite e garante melhores resultados (resultados inesperados!) comparando com as restantes técnicas experimentadas.</p>
<p><strong>Tecnologia:</strong> Neste capítulo o desafio de melhorar é constante. Podemos melhorar o isolamento térmico das estufas, a rega pode ser automatizada, e pode ser desenvolvida uma comunicação sem fio dos dados em tempo real da estaca de monitorização com uma estação central (computador de casa).</p>
<p> <strong>Pessoas:</strong> O testemunho das famílias e dos jovens foram extremamente positivos. A interacção entre a escola e os pais estreitou-se e tornou-se mais regular. O acompanhamento da experiência é tema frequente em casa e na escola. A evolução e a curiosidade da experiência despertou o interesse de outros jovens da turma.</p>
<p> Os resultados das nossas experiências suportam a nossa hipótese inicial. Nós acreditamos que os resultados obtidos nas três vertentes do ecossistema contribuem para minimização do problema/questão proposta no início deste trabalho. Fazemos a seguir uma análise final com uma abordagem em duas partes.</p>
<p> Na primeira parte está a génese deste trabalho onde se constata um problema de enquadramento social centrado num contexto geracional onde se observa e analisa comportamentos e se tenta contribuir com soluções. A segunda parte surge com a implementação da experiência prática proposta, e os procedimentos experimentais que ganharam grande relevo e fizeram com que os intervenientes focassem o seu interesse na sua evolução.</p>
<p>Deste modo, a questão principal &#8211; a separação geracional causada por diferentes interesses – dá sinais de começar a ser superada pelos intervenientes, que sem se estarem directamente a aperceber, são impulsionados pelo entusiasmo da experiência prática a unir esforços e a trocar experiências.</p>
<p> Como efeito secundário, mas não menos importante, acabámos por obter alguns resultados inesperados das experiências realizadas com a solução proposta por um dos grupos que fez parte do ensaio e que permitia o armazenamento de parte da energia térmica do dia e a sua dissipação durante a noite, reduzindo assim o diferencial térmico criando melhores condições para a cultura experimentada.</p>
<p>A consciencialização que se obtêm de ambos os lados (jovens e familiares) para os diferentes temas(agricultura da parte dos jovens e tecnologia nos familiares) permite-nos concluir que o <strong>ecossistema ATP funciona</strong>. Achámos ainda, que pode evoluir através de um caminho que tem de ser percorrido por ambas as partes(provou-se com esta pequena experiência que se podem encontrar interesses comuns) e que pode contribuir para a diminuição do afastamento geracional e para uma descoberta gradual pelas gerações mais novas do mundo rural como parte da solução para minimizar os actuais problemas sociais e económicos.</p>
<p>O empenho que tivemos a realizar este trabalho e os resultados obtidos entusiasmou-nos para continuar o este projecto no futuro. Vamos tentar dar escala ao ecossistema ATP colocando toda a informação e relatos obtidos online e todos os projectos tecnológicos no modo <em>“open source”</em> abertos à consulta e desenvolvimento principalmente por parte de jovens estudantes nosso colegas e de outras escolas que queiram participar.</p>
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		<title>Bibliografia/Anexos</title>
		<link>https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/bibliografia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 22:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bibliografia/Anexos]]></category>
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					<description><![CDATA[Livros e artigos Cordeiro, José Firmino Brunhoso, &#8220;A AJAP* e os Jovens Agricultores em Portugal&#8221; &#8211; Universidade Técnica de Lisboa, 2008 (*AJAP-Associação dos Jovens Agricultores de Portugal) Célia Quico, Manuel José Damásio, Paulo Ferreira, “Estudo etnográfico:Os jovens portugueses e os &#8230; <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/bibliografia/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Livros e artigos</strong></p>
<p>Cordeiro, José Firmino Brunhoso, &#8220;A AJAP* e os Jovens Agricultores em Portugal&#8221; &#8211; Universidade Técnica de Lisboa, 2008 (*AJAP-Associação dos Jovens Agricultores de Portugal)</p>
<p>Célia Quico, Manuel José Damásio, Paulo Ferreira, “Estudo etnográfico:Os jovens portugueses e os usos dos media e TIC” &#8211; Universidade Lusófona, 2004</p>
<p>Fábio Pereira, &#8220;PIC &#8211; Programação em C&#8221; &#8211; Editora Érica, 6ª Edição 2007</p>
<p>F.Lima, H.Orlando, J.Cunha, “Irrigation levels and carrot seed germination&#8221;, Revista de Engenharia Agrícola e Ambiental, Scielo 2000</p>
<p>Magda Duarte Simões, &#8220;A tecnologia como auxiliar na agricultura biológica em estufa”, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro,Vila Real, 2007</p>
<p>Manual Eagle 4.1 &#8211; Circuits Design, CAD Soft Inc.</p>
<p>Michiel A. P. Pertijs, Johan H. Huijsing,&#8221;Precision temperature sensors in CMOS technology&#8221; &#8211; Springer</p>
<p>L.Cuesta, A.Gil Padilla, F. Remiro, &#8220;Electrónica Analógica&#8221;, &#8211; McGrawHill</p>
<p>Rosa Maria Lopes Martins, &#8220;Envelhecimento e Políticas Sociais&#8221;, &#8211; Instituto Superior Politécnico de Viseu, 2006</p>
<p>Troian, Dalcin, Vasconcelos de Oliveira. &#8220;Estudo da participação e permanência dos jovens na agricultura familiar&#8221; – U.F. Santa Maria, 2009</p>
<p><strong>Websites</strong></p>
<p>OFRF &#8211; Organic Farming Research Foundation</p>
<p><a href="http://ofrf.org/">http://ofrf.org/</a></p>
<p>ISOFAR- International Society of Organic Agriculture Research</p>
<p><a href="http://www.isofar.org/">http://www.isofar.org/</a></p>
<p><a href="http://www.letstalkscience.ca/news-and-events/news/440-new-partnership-brings-environmental-and-agricultural-awareness-to-teens.html">http://www.letstalkscience.ca/news-and-events/news/440-new-partnership-brings-environmental-and-agricultural-awareness-to-teens.html</a></p>
<p><a href="http://www.ajap.pt/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=57:ajap-avanca-com-medidas-para-contrariar-tendencia-de-abandono-no-sector-agricola&amp;catid=22:press-releases&amp;Itemid=49">http://www.ajap.pt/site/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=57:ajap-avanca-com-medidas-para-contrariar-tendencia-de-abandono-no-sector-agricola&amp;catid=22:press-releases&amp;Itemid=49</a></p>
<p><a href="http://novospovoadores.pt/">http://novospovoadores.pt/</a></p>
<p><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-43662000000300026&amp;script=sci_arttext">http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-43662000000300026&amp;script=sci_arttext</a></p>
<p><a href="http://www.carrotmuseum.co.uk/cultivation.html">http://www.carrotmuseum.co.uk/cultivation.html</a></p>
<p><a href="http://www.maxim-ic.com/datasheet/index.mvp/id/2815">http://www.maxim-ic.com/datasheet/index.mvp/id/2815</a></p>
<p><a href="http://www.sensirion.com/en/01_humidity_sensors/06_humidity_sensor_sht75.htm">http://www.sensirion.com/en/01_humidity_sensors/06_humidity_sensor_sht75.htm</a></p>
<p><a href="http://www.servocity.com/html/hs-755hb_1_4_scale.html">http://www.servocity.com/html/hs-755hb_1_4_scale.html</a></p>
<p><a href="http://www.ftdichip.com/Support/Documents/DataSheets/Modules/DS_VDIP1.pdf">http://www.ftdichip.com/Support/Documents/DataSheets/Modules/DS_VDIP1.pdf</a></p>
<p><a href="http://www.greensavers.pt/2011/04/07/portugal-tem-2-milhoes-de-hectares-de-terra-completamente-ao-abandono/?utm_source=Green+Savers&amp;utm_campaign=4348125074-Green+Savers+Daily&amp;utm_medium=email">http://www.greensavers.pt/2011/04/07/portugal-tem-2-milhoes-de-hectares-de-terra-completamente-ao-abandono/?utm_source=Green+Savers&amp;utm_campaign=4348125074-Green+Savers+Daily&amp;utm_medium=email</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cenoura">http://pt.wikipedia.org/wiki/Cenoura</a></p>
<p><a href="http://www.hilo-europe.com/html/all_100.htm">http://www.hilo-europe.com/html/all_100.htm</a></p>
<p><strong>Revistas</strong></p>
<p>Revista da Associação dos Jovens Agricultores de Portugal</p>
<p><strong>Fotos</strong></p>
<p>Todas as fotos foram efectuadas pelos membros dos grupos, familiares ou professores.</p>
<p><strong>Lista de Anexos</strong></p>
<p>Galeria de fotos</p>
<p>Código fonte</p>
<p><em>Tabelas e gráficos</em></p>
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		<title>Experiência</title>
		<link>https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/experiencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 21:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Experiência]]></category>
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					<description><![CDATA[Como experimentar o Ecossistema ATP? Decidimos implementar uma experiência envolvendo jovens adolescentes e as suas famílias numa experiência agro-ecológica que incluísse também as “habilidades” e conhecimentos tecnológicos dos jovens em prol do sector agrícola. Nesta experiência onde também estamos incluídos &#8230; <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/experiencia/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como experimentar o Ecossistema ATP?</strong></p>
<p>Decidimos implementar uma experiência envolvendo jovens adolescentes e as suas famílias numa experiência agro-ecológica que incluísse também as “habilidades” e conhecimentos tecnológicos dos jovens em prol do sector agrícola.</p>
<p>Nesta experiência onde também estamos incluídos são envolvidos seis jovens de idades entre os 15 e 17 e as respectivas famílias (em particular os pais, e nalguns casos outros familiares como tios e avós). Estes seis grupos foram convidados a desenvolver uma experiência que tem dois contextos de realização:</p>
<p>&#8211; Em casa &#8211; parte agro-ecológica &#8211; em conjunto com os respectivos familiares;</p>
<p>-Na escola – o desenvolvimento da parte tecnológica &#8211; com o apoio dos professores.</p>
<p>Tal como se pretendia, esta experiência permite reunir os intervenientes e completa o ecossistema colocando as partes agrícola, tecnológica e as pessoas(de diferentes gerações) numa actividade conjunta(Figura 2).</p>
<p> <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/atp.png"><img loading="lazy" data-attachment-id="73" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/experiencia/atp/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/atp.png" data-orig-size="561,126" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="ATP" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/atp.png?w=561" class="alignnone size-medium wp-image-73" title="atp" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/atp.png?w=300&#038;h=72" alt=""   /></a></p>
<p align="center"> Figura 2 – Intervenção das partes no ecossistema</p>
<p> A partir daqui, este texto reporta o historial dessa experiência. Começa aqui uma experiência concreta dentro do projecto global que está na génese deste trabalho. Tentaremos também, de agora em diante, analisar separadamente as três vertentes(pessoas, tecnologia e agricultura) do ecossistema.   </p>
<p><strong>Em que consiste a experiência?</strong></p>
<p> Na vertente agrícola, esta experiência consiste em construir uma mini-estufa, que consoante a tipologia de alojamento de cada família, será no quintal, no jardim ou até na varanda. Pretende-se observar e comparar a evolução de uma cultura entre o ambiente controlado da mini-estufa e a mesma cultura ao ar livre em ambiente natural.</p>
<p>A intervenção tecnológica dos jovens será materializada através do desenvolvimento de um equipamento de monitorização e controlo das variáveis como a temperatura e humidade principalmente dentro da mini-estufa.</p>
<p>Nesta fase, foi ainda feito um desafio aos grupos para que no decorrer do projecto fossem efectuadas propostas de novas ideias e formas de potenciar o desenvolvimento da cultura tendo sempre por base os princípios da agricultura ecológica.    </p>
<p>Escolha da cultura – <strong>Factores que levaram à escolha da cenoura</strong></p>
<p>A cenoura foi conhecida e apreciada pelos gregos e romanos e é uma raiz com textura lenhosa. É uma planta herbácea, bienal, cultivada como anual, com sistema radicular aprumado, constituído por uma raiz principal, sendo esta a parte comestível da cenoura, que acumula reservas que servem para alimentar a planta no segundo ano do ciclo vegetativo. A raiz pode ter formas, dimensões e cores variáveis, sendo a cor mais comum o laranja, cor esta devida à predominância de β-caroteno<span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#3366ff;text-decoration:underline;">[2]</span></span>. O caule da cenoura é comprido durante a fase vegetativa, as folhas são alternas e compostas, dispostas em roseta, com folíolos muito divididos e recortados.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Sementeira:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">Em geral, as sementes de cenoura cultivam-se num local definitivo desde o final do Inverno a meados do Outono, a uma profundidade de cerca de 3 a 5 mm. Em Portugal e todo o Hemisfério Norte nos meses de Fevereiro, Março, Abril, Maio, Junho, Julho, Agosto, Setembro e Outubro.</p>
<p style="padding-left:30px;">A sementeira de cenoura é feita a lanço no local definitivo e, para facilitar a distribuição da semente, devem-se misturar as sementes com areia fina (cerca de 4 vezes o seu volume).</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Colheita:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">O ciclo cultural da cenoura varia normalmente entre 90 a 130 dias. É colhida imatura ou parcialmente madura quando a parte superior da raiz atinge o diâmetro desejado.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Temperatura:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">É uma cultura de estação fresca, e pode ser cultivada com temperaturas entre os 5 e os 35 °C, sendo a temperatura óptima de cerca de 18 °C.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Solo:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">As cenouras preferem os solos soltos, profundos, húmidos e bem drenados, adaptando-se, no entanto a diversos tipos de solos. Esta cultura é sensível à salinidade. Prefere pH<span style="color:#3366ff;text-decoration:underline;">[3]</span> entre 6,0 e 6,8.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Rega:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">É uma planta sensível à falta de água, sendo este factor prejudicial à produtividade e à qualidade da cenoura. Por outro lado, o excesso de água leva a que apareçam fendas nas raízes e ao fraco desenvolvimento da cor.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Diversidade de preparação e consumo:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">As cenouras são comidas cruas, inteiras, ou como parte de saladas, e são também cozidas em sopas e refogados. Também se pode fazer bolo de cenoura. Apesar da parte folhosa da planta não ser comida na maioria dos países também é comestível.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Valor nutritivo:</strong></p>
<p style="padding-left:30px;">As cenouras são grandes fontes de fibra dietética, antioxidantes, minerais e β-caroteno. Este último, responsável pela coloração alaranjada característica do vegetal, é uma provitamina A (substância que dá origem à vitamina A dentro de um organismo vivo). O β-caroteno ajuda o desempenho dos receptores da retina, melhorando a visão. Também ajuda a manter o bom estado da pele e das mucosas. No ser humano, apenas cem gramas de cenoura são suficientes para as necessidades diárias de vitamina A.</p>
<p>[<span style="color:#3366ff;text-decoration:underline;">2</span>] Beta-caroteno</p>
<p>[<span style="color:#3366ff;">3</span>] O pH refere-se a uma medida que indica se uma solução é ácida (pH &lt; 7, a 25 °C), neutra (pH = 7, a 25 °C), ou básica/alcalina (pH &gt; 7, a 25°C). O &#8220;p&#8221; vem do alemão <em>potenz</em>, que significa poder da concentração, e o &#8220;H&#8221; é do ião de hidrogénio (H+).</p>
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		<title>Introdução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2011 21:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Introdução]]></category>
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					<description><![CDATA[A questão Como podemos aproximar gerações, com diferentes interesses, mas com necessidades comuns? Como é que os jovens podem contribuir com seus conhecimentos e entusiasmo tecnológico para uma abordagem mais equilibrada em termos ambientais, económica e social para o mundo &#8230; <a href="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/introducao/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A questão</strong></p>
<p>Como podemos aproximar gerações, com diferentes interesses, mas com necessidades comuns?</p>
<p>Como é que os jovens podem contribuir com seus conhecimentos e entusiasmo tecnológico para uma abordagem mais equilibrada em termos ambientais, económica e social para o mundo actual?</p>
<p><strong>Hipótese</strong></p>
<p>E se fizéssemos um projecto com um denominador comum – que são as pessoas das diferentes gerações – permitindo-lhes partilhar conhecimento nas diferentes áreas (tecnológica e agrícola), provavelmente faríamos com que os interesses das partes se equilibrassem (e se encontrassem). O resultado esperado poderá ser melhor do que a soma das partes abrindo caminho para um futuro convergente.</p>
<p>Para isso, vamos tentar criar um novo <strong>ecossistema</strong>.</p>
<p>Porquê um ecossistema? Porque talvez seja palavra ecossistema que reflecte melhor o pretendemos fazer e refere-se ao sistema onde se vive &#8211; do grego <em>oikos</em> (casa) + <em>systema</em> (sistema).  Este ecossistema nasce da interacção social das pessoas das diversas gerações com mundo tecnológico que nos rodeia e o paradigma de afastamento da população jovem do mundo rural.</p>
<p>Chamou-se a este projecto <strong>Ecossistema ATP &#8211; Agro-ecologia, Tecnologia e Pessoas</strong>(Figura 1).</p>
<p align="center"><a href="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturar.png"><img loading="lazy" data-attachment-id="66" data-permalink="https://ecossistematp.wordpress.com/2011/05/19/introducao/capturar/" data-orig-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturar.png" data-orig-size="523,346" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="ATP" data-image-description="" data-image-caption="" data-large-file="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturar.png?w=523" class="alignnone size-medium wp-image-66" title="Capturar" src="https://ecossistematp.wordpress.com/wp-content/uploads/2011/05/capturar.png?w=300&#038;h=119" alt=""   /></a></p>
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		<title>Pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ecossistemaatp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 20:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Através da leitura de estudos e artigos, e também do que podemos constatar localmente, aprendemos que há uma retirada progressiva da juventude do meio rural. Por outro lado, há um interesse crescente pela tecnologia neste grupo etário. Neste contexto, os pais e idosos em várias regiões vêem o território fértil a ser abandonado, despovoado e numa perspectiva agrícola, economicamente destruído o que provoca necessariamente problemas sociais.</p>
<p>Pelas contas feitas recentemente pelo actual Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Dr. Rui Barreiro, e anunciadas no início deste mês de Abril de 2011, Portugal tem cerca de dois milhões de hectares de terra abandonada – ou seja, uma área equivalente a cerca de dois milhões de campos de futebol pronta para ser trabalhada.</p>
<p>O governante, que falava na abertura do congresso internacional Agricultura Urbana e Sustentabilidade, que se realizou no Seixal, explicou que este recurso não pode ser desperdiçado mas não está a ser utilizado. Nessa intervenção foi ainda referido que é necessário integrar a agricultura com os instrumentos de gestão do território do poder local e que Portugal precisa de “reflectir sobre a agricultura” para poder tornar-se num “espaço mais produtivo, competitivo e sustentável” mas também alertou, para poder responder às crises económicas: “O paradigma da globalização vai mudar, os mercados locais e regionais vão ter cada vez mais importância”, concluiu o governante.</p>
<p>Num contexto económico tão sensível para o País, a inclusão da juventude no meio rural reveste-se de especial importância e começa a ganhar influência nas suas perspectivas para o futuro e no seu desejo de realização pessoal.</p>
<p>Para entendermos melhor o constante comportamento de transformação dos jovens efectuámos várias pesquisas. Através dessas pesquisas e também dos nossos próprios anseios enquanto jovens, concluímos que teríamos de propor uma experiência atraente para que os participantes aderissem com entusiasmo ao projecto.</p>
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