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	<title>Xis-Xis</title>
	
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	<description>A ciência e o meio ambiente vistos por um olhar atraente e feminino.</description>
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		<title>Quando os barcos olham para o Sul</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 20:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cotidiano de quem mora em ilhas &#8211; com exceção de algumas como Florianópolis e Manhattan, claro &#8211; é bem diferente se comparado ao dia a dia daqueles que vivem em centros urbanos. Os habitantes têm uma relação mais próxima com o meio ambiente que o cerca e tem noção que dependem diretamente da natureza. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/barco2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1802" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/barco2-545x305.jpg" alt="" width="545" height="305" /></a>O cotidiano de quem mora em ilhas &#8211; com exceção de algumas como Florianópolis e Manhattan, claro &#8211; é bem diferente se comparado ao dia a dia daqueles que vivem em centros urbanos. Os habitantes têm uma relação mais próxima com o meio ambiente que o cerca e tem noção que dependem diretamente da natureza. Por exemplo, é comum as operadoras de turismo cancelarem passeios quando o mar está &#8220;mexido&#8221; (agitado demais). Infelizmente, nesses casos, alguns pescadores se arriscam devido às suas condições econômicas. De qualquer maneira, os habitantes, de modo geral, percebem quando é melhor fincar o pé em terra firme. E, assim, para garantir a própria preservação naquele ambiente isolado, colocam em prática os conhecimentos empíricos &#8211; aqueles adquiridos pelas experiências cotidianas.</p>
<div><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/barco3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1803" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/barco3-545x158.jpg" alt="" width="545" height="158" /></a>No feriado do dia primeiro de maio, durante o café-da-manhã eu observava os barcos ancorados na Vila do Abraão, Ilha Grande, em Angra dos Reis. Fazia frio e o céu estava coberto de nuvens. O fracês dono da pousada percebeu meu olhar de dúvida perdido no horizonte. Chegou à mesa em que estava sentada com meu marido: &#8220;Os barcos estão olhando para o Sul&#8221;. Era verdade, a frente dos barcos estavam voltadas a esse ponto da rosa dos ventos. &#8220;Isso significa que está vindo uma frente fria&#8221;, explicou. E, com base no movimento dos barcos, completou a previsão do tempo: &#8220;Hoje vai ser frio e chegará mais chuva&#8221;. Acertou, mas mesmo assim aquele sol ardido de chuva mostrou as cores completamente transparente das águas e a area dourada.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/barco1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1804" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/barco1-545x157.jpg" alt="" width="545" height="157" /></a>Eu, que sou toda mar, comecei a reparar com outros olhos a dança dos barcos. Quando eles estão presos pela âncora ou amarrados por um só ponto, se movimentam sobre as águas, principalmente, de acordo com a velocidade e a direção do vento. Por isso que em uma baía é raro uns se chocarem com os outros mesmo ancorados lado a lado. Para algumas pessoas, essa história pode parecer boba. Afinal, já temos diversas instituições pesquisando sobre meteorologia e divulgando na internet as previsões do tempo. Não desmereço o trabalho deles, ao contrário, admiro. Mas não deveríamos perder a conexão com o meio ambiente que nos cerca. Seja em Manhattan, seja em Ilha Grande.</div>
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		<title>Tenha um dia colorido</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; O poético cenário acima foi fotografado no dia 1º de maio, na Vila Abraão, em Ilha Grande (Angra dos Reis). Os dois arco-íris apareceram para nos despedir horas antes de deixarmos a ilha da fantasia e voltarmos à nossa realidade no continente. Como paisagens encantadoras nunca são demais, compartilho essa beleza da natureza com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/arcoiris.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1795" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/arcoiris.jpg" alt="" width="500" height="267" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O poético cenário acima foi fotografado no dia 1º de maio, na Vila Abraão, em Ilha Grande (Angra dos Reis). Os dois arco-íris apareceram para nos despedir horas antes de deixarmos a ilha da fantasia e voltarmos à nossa realidade no continente. Como paisagens encantadoras nunca são demais, compartilho essa beleza da natureza com um desejo de bom dia para você.</p>
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		<title>Pedalando e blogando</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:13:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Querido leitor, A palestra sobre blogs científicos que ministrei semana passada na Universidade Estadual Paulista (Unesp) para, principalmente, os alunos da biologia foi ótima &#8211; falei sobre ela lá no Twitter &#8211; graças à interessada plateia. A discussão virou um bate-papo informal. Bárbaro. &#160; Agora, venho por meio desta informar que inscrevi uma mesa-redona a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/IMG_3273.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1783" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/IMG_3273-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Querido leitor,</p>
<div>A palestra sobre blogs científicos que ministrei semana passada na Universidade Estadual Paulista (Unesp) para, principalmente, os <a href="http://twitter.com/#!/biosferas" target="_blank">alunos da biologia</a> foi ótima &#8211; <a href="http://twitter.com/#!/isisrnd" target="_blank">falei sobre ela lá no Twitter</a> &#8211; graças à interessada plateia. A discussão virou um bate-papo informal. Bárbaro.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Agora, venho por meio desta informar que inscrevi uma mesa-redona a ser realizada no <a href="http://youpix.com.br/destaquedodia/escolha-as-palestras-e-debates-do-youpix-festival-2012/" target="_blank">youPIX </a>(maior festival sobre cultura de internet do Brasil) sobre como os movimentos que ganham força na internet &#8211; no caso específico, os relacionados a favor dos ciclistas &#8211; saem para o &#8220;mundo real&#8221; e podem gerar transformações no espaço urbano. A ideia é colocar, mais uma vez, as discussões sobre bicicleta na roda (pegou a piada infame?).</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>O debate está entre os finalistas. Se você tem interesse em ver a mesa-redonda, por favor, entre na página do <a href="http://youpix.com.br/destaquedodia/escolha-as-palestras-e-debates-do-youpix-festival-2012/" target="_blank">youPIX aqui e vote no PEDALANDO E BLOGANDO</a>. Esta que vos escreve agradece desde já.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Um beijo e boa sexta-feira,</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>A diretoria.</div>
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		<title>Saiba a origem da cor preta da areia da praia</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 14:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No feriado do Dia do Trabalho, fui romantizar em um pedaço de terra que me encantou mais do que esperava: Ilha Grande, em Angra dos Reis. O arquipélago já fazia parte do meu imaginário. Por um dia estive lá há sete anos, durante o cruzeiro em um navio de 17 andares. Do penúltimo andar da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/praiapreta.jpg"><img class="size-full wp-image-1772 aligncenter" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/praiapreta.jpg" alt="" width="500" height="631" /></a></p>
<p>No feriado do Dia do Trabalho, fui romantizar em um pedaço de terra que me encantou mais do que esperava: Ilha Grande, em Angra dos Reis. O arquipélago já fazia parte do meu imaginário. Por um dia estive lá há sete anos, durante o cruzeiro em um navio de 17 andares. Do penúltimo andar da embarcação, o céu se mostava azul-Rio-de-Janeiro, o mar azul-mediterrâneo, havia uma discreta brisa enquanto o barco navegava por entre &#8220;tufinhos&#8221; de ilhas verdes reluzindo a luz do Sol, cada uma com um tamanho &#8211; mais altas ou baixas que a altura do navio. De pertinho, a água transparente tinha tons de azul-piscina e verde-esmeralda. A descrição do paraíso. &#8220;Ainda volto para conhecer esse lugar com mais calma&#8221;, mentalizei. E deixei o universo conspirar.</p>
<p>Até que esse dia chegou. De pertinho, as Ilhas de Angra são tão incríveis quanto sua visão panorâmica, com destaque para a Ilha Grande &#8211; a maior do arquipélago. Lá, eu vi cardume de curiosas lulas, um peixe que parecia cavar com as nadadeiras da frente e abria nadadeiras azuis-arroxeadas do lado do corpo como um pássaro, diversos corais, estrelas-do-mar, um tenso helicóptero naufragado, maravilhosas baías, ruínas arqueológicas, densa Mata Atlântica, areia dourada com a textura e cor como a de <a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/2009/09/uma_viagem_inesquecivel/" target="_blank">Fernando de Noronha</a> e uma &#8220;Praia Preta&#8221; com uma instigante areia&#8230; preta, preta, pretinha (clique nas fotos para ampliar)!</p>
<p><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/areiapreta.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1773" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/05/areiapreta-300x399.jpg" alt="" width="300" height="399" /></a>De modo geral, o sedimento levado ao mar pelos rios próximos, os restos de corais, os pedaços de conchas, os fragmentos vulcânicos, entre outros, formam as areias das praias. No caso da Praia Preta de Ilha Grande, a areia é principalmente formada por quartzo (habitual na composição da maioria das areias), feldspato e biotita (minerais constituídos por silício e alumínio raros nas praias porque se alteram rapidamente com a presença da água) e por um grupo de minerais pesados. Estes minerais pesados, chamados assim por ter a densidade maior que a dos minerais comuns, são escuros dando a coloração preta para a areia da praia. Entre eles, estão: magnetita (que é magnético), ilmenita (com titânio na composição e brilho metálico), monazita (fluorescente na luz ultravioleta devido a presença de elementos radioativos), zircão (vítreo com zircônio) e rutilo (uma das principais fontes de titânio da natureza).</p>
<p>O mais incrível é que as ondas do mar separam os minerais pesados do quartzo, do feldspato e da biotita. O movimento das ondas agrupa os minerais de acordo com sua densidade (mais leve ou mais pesada). As ondas acumulam os minerais pesados próximos à vegetação, mais longe do oceano, e arrastam os mais leves para perto do mar. O desenho das faixas coloridas formadas na areia lembra aqueles quadrinhos de vidro com areia dentro, hit dos anos 1980, que mudavam as paisagens conforme eram movimentados por nós. Lembra-se?</p>
<p><strong>Obs.:</strong> As explicações sobre a areia preta da praia retirei de um cartaz oficial de informação sobre o local.</p>
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		<title>Tenha a casa florida por mais tempo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 14:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lembra do post sobre como reaproveitar as garrafas e os potes de vidro para decorar o ambiente? Eu comprava, com frequência, flores para colocá-las dentro desses recipientes. Apesar de elas durarem cerca de 20 dias na água, nem sempre tinha tempo para passar nas lojas e escolher os buquês. Uma das soluções encontradas foi cultivar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/sempreviva2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1765" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/sempreviva2.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a></div>
<div></div>
<div>Lembra do post sobre como reaproveitar as garrafas e os potes de vidro para decorar o ambiente? Eu comprava, com frequência, flores para colocá-las dentro desses recipientes. Apesar de elas durarem cerca de 20 dias na água, nem sempre tinha tempo para passar nas lojas e escolher os buquês. Uma das soluções encontradas foi cultivar plantas que florescem com frequência como violeta (na sala) e maria-sem-vergonha (na varanda). Mesmo assim, queria mais flores para deixar meus lindos reutilizados potinhos de vidro sempre coloridos. A-há, aí veio a iluminação: sempre-vivas secas! Veja nas fotos.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/sempreviva.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1767" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/sempreviva-300x400.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a>As sempre-vivas secas &#8211; <a href="http://epoca.globo.com/edic/19991004/soci8.htm" target="_blank">saiba mais sobre a espécie aqui</a> &#8211; podem durar com aspecto bonito até mais de três anos. Para isso, é aconselhável deixá-las longe da gordura e do vapor que pairam no ar quando fritamos ou cozinhamos algo. Também, importante retirar com delicadeza o pó acumulado em suas flores. Recentemente, li em algum lugar &#8211; procurei a referência, mais não achei &#8211; que as sempre-vivas realmente têm atividades vitais mesmo depois de cortadas. Não lembro os detalhes da pesquisa. Se alguém encontrar esse trabalho, por favor, deixe o link nos comentários. Tenha um lindo dia florido!</div>
<p>
<strong>Dica estrelar rápida nada a ver com o texto acima</strong>: o Instituto de Astronomia, Geofísica e Meteorologia da Universidade de São Paulo (IAG/USP) está com vagas abertas para dois cursos de férias realizados em julho. <a href="http://www.astro.iag.usp.br/eventos/introducao_aa_2012.htm" target="_blank">Um mais voltado para curiosos</a> e outro <a href="http://www.astro.iag.usp.br/eventos/visaogeral2012.htm" target="_blank">indicado para professores</a>.</p>
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		<title>Como fazer uma ciclovia simples</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 14:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último sábado (14), fomos de carro até o centro de São Sebastião, litoral norte de São Paulo, para comprar ração. Uma amorosa gata de rua apareceu pedindo comida e, depois, levou seus cinco filhotinhos para também se alimentarem. Lá vamos nós socorrer os bichanos da fome. No caminho ao pet shop, uma ciclovia chamou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1754" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/ciclofaixa-545x383.jpg" alt="" width="545" height="383" /></p>
<div>No último sábado (14), fomos de carro até o centro de São Sebastião, litoral norte de São Paulo, para comprar ração. Uma amorosa gata de rua apareceu pedindo comida e, depois, levou seus cinco filhotinhos para também se alimentarem. Lá vamos nós socorrer os bichanos da fome. No caminho ao pet shop, uma ciclovia chamou a nossa atenção. Na área central da cidade, o espaço da via mais próximo à calçada, antes destinado ao estacionamento de carros, se transformou em uma ciclovia. Um detalhe interessante: ela foi instalada de maneira simples.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Não sou urbanista para avaliar o impacto dessa &#8220;obra&#8221; e se foi realizada de acordo com as diretrizes da companhia de tráfego e afins. Realmente, o que se destacou foi a possibilidade de construir uma ciclovia com simplicidade e rapidez. Para tal, primeiro, foram pintadas e sinalizadas duas mãos para bicicletas no asfalto. Tachões &#8211; aquelas tartarugas ou olhos de gato -, aplicados para separar o trânsito de magrelas dos veículos automotores. E&#8230; pronto! Está feita a ciclovia. Uma obra com baixo investimento que será revertido em menos acidentes e maior qualidade de vida aos usuários.</div>
<div></div>
<p><strong>Reflita sobre o seu direito de ir e vir. Ele pode ser mais simples e feliz do que imagina. Boa jornada! </strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/xisxis/~4/ykNcACPSNkU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Uma mancha vermelha no mar</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 04:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesse fim de semana, os lindos céu e mar azuis pincelado por golfinhos em São Sebastião foi coberto por densas nuvens cinzas. O vento que trouxe essas nuvens agitou o oceano e carregou mais surpresas para perto da areia: uma mancha vermelha na água. Minutos antes, uma tartaruga morta foi encontrada ainda sangrando na praia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/algas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1745" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/algas-545x389.jpg" alt="" width="545" height="389" /></a></div>
<div></div>
<div></div>
<div>Nesse fim de semana, os lindos céu e mar azuis pincelado por golfinhos em São Sebastião foi coberto por densas nuvens cinzas. O vento que trouxe essas nuvens agitou o oceano e carregou mais surpresas para perto da areia: uma mancha vermelha na água. Minutos antes, uma tartaruga morta foi encontrada ainda sangrando na praia. &#8220;Não é possível que toda essa mancha seja o sangue da tartaruga&#8221;, pensei. &#8220;São algas&#8221;, concluiu o grupo com o qual conversava.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: left"><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/algavermelha.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1746" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/algavermelha-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Claro que, curiosa, entrei na água até acima do joelho para ver de perto (sem mergulhar). Nem sei se faz mal para a saúde, mas não resisti. Incontáveis algas avermelhadas de vários tamanhos boiavam lado a lado forrando o mar perto da praia com sua cor vermelho-coral alarmante (clique nas imagens para ampliar). Até deixei de sentir frio causado pelo vendaval que varria a parte da pele molhada exposta para fora da água. Fiquei ali admirando &#8220;a união faz a força&#8221; daqueles pequenos seres por alguns minutos. Saí fedida &#8211; geralmente, alga exala um cheiro forte.Algum biólogo saberia dizer se esse é o fenômeno conhecido por <a href="http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-emarevermelha" target="_blank">maré vermelha</a> (proliferação excessiva de algumas espécies de algas tóxicas que pode ser causada, entre outros, pela poluição do mar)?</div>
<p>Boa colorida semana!</p>
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		<title>Participe da conferência em gestão ambiental sobre o Semiárido</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 19:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
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		<description><![CDATA[A amiga &#8220;mãos-à-obra&#8221; Maira Begalli está organizando a I Conferência Internacional em Gestão Ambiental Colaborativa – Cigac Semiárido. A ideia do evento é propor discussões entre as ciências da gestão ambiental e a inovação espontânea presente nas maneiras com que a população que vive no Semiárido &#8211; mais conhecido como Sertão e por suas secas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/nyllows/4129670872/"><img class="size-full wp-image-1741" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/sertao.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Dan Queiroz/ Flickr</p></div>
<p>A amiga &#8220;mãos-à-obra&#8221; <a href="https://twitter.com/#!/mabegalli" target="_blank">Maira Begalli </a>está organizando a I Conferência Internacional em Gestão Ambiental Colaborativa – Cigac Semiárido. A ideia do evento é propor discussões entre as ciências da gestão ambiental e a inovação espontânea presente nas maneiras com que a população que vive no <a href="http://peasa.paqtc.org.br/v2/" target="_blank">Semiárido</a> &#8211; mais conhecido como Sertão e por suas secas &#8211; lida com as condições do local. Quem sabe nascem parcerias e soluções bacanas? Se você, pesquisador ou interessado, tem alguma proposta de experimento ou trabalho científico na área inscreva-se! Porém, atenção, a data limite para as inscrições é dia 16 (segunda-feira) de abril (este mês).</p>
<div>Você, leitor, quer participar da conferência? O evento acontecerá entre os dias 13 e 16 de junho e poderá ser acompanhado online! Saiba mais no <a href="http://cigac.org/" target="_blank">site oficial</a>. A Cigac é uma realização da <a href="http://www.ufcg.edu.br/" target="_blank">Universidade Federal de Campina Grande </a>(UFCG), com apoio do <a href="http://www.cnpq.br/" target="_blank">Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico </a>(CNPQ) e em parceria com a <a href="http://rede.metareciclagem.org/" target="_blank">rede MetaReciclagem</a>. O tema proposto para a primeira edição é ”Ciência e Inovação Social”.</div>
<div></div>
<div></div>
<blockquote><p><strong>“Ah, mas no centro do sertão, o que é doidera às vezes pode ser a razão mais certa e de mais juízo!”</strong></p></blockquote>
<div><em>Guimarães Rosa, em Grande Sertão: Veredas</em></div>
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		<title>Plantas dão sensação de aconchego ao ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
				<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Esses dias, uma estimada vizinha que por pura coincidência tem um apartamento com uma decoração parecida com a do meu, disse após entrar em casa: &#8220;Sua sala parece mais aconchegante que a minha, por quê?&#8221; Os tons do nosso piso de madeira, das paredes, do sofá, do tapete, do granito que separa a sala da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/flor2.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1727" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/flor2-545x726.jpg" alt="" width="324" height="432" /></a>Esses dias, uma estimada vizinha que por pura coincidência tem um apartamento com uma decoração parecida com a do meu, disse após entrar em casa: &#8220;Sua sala parece mais aconchegante que a minha, por quê?&#8221; Os tons do nosso piso de madeira, das paredes, do sofá, do tapete, do granito que separa a sala da cozinha americana, do piso da cozinha e dos eletrodomésticos são muito parecidos. Em alguns desses casos, usamos os mesmos materiais no revestimento &#8211; como o tipo de piso de madeira. Então, qual seria o segredo para essa sensação de conforto? Olhando em volta, dois detalhes chamaram a minha atenção.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Colocamos &#8211; meu marido e eu &#8211; três abajures espalhados pela sala. Todos eles têm lâmpadas fluorescentes compactas, escolhidas por nós por poupar mais o ambiente do que uma incandescente. Elas duram dez vezes mais (10 mil horas) e consomem 20% do que uma incandescente para produzir o mesmo fluxo luminoso &#8211; <a href="http://www.sindiconet.com.br/6914/Informese/Economia-de-energia/Tipos-de-Lampadas" target="_blank">segundo essas informações</a>. Como não gostamos da cor, geralmente, azuladas das fluorescentes, pagamos um pouco a mais para comprá-las na tonalidade amarelada &#8211; o que gera maior conforto visual. Além disso, optamos por lotar o ambiente de abajures porque não queríamos um estádio de futebol em casa. Acendo cada abajur de acordo com a necessidade e quase nunca as onze lâmpadas do plafons do teto. Por exemplo, se recebo visitas, ligo os três abajures. Ao ver televisão, um ou dois. Para circular durante a noite, apenas um. Essa luz difusa gera maior sensação de aconchego.</div>
<div></div>
<p>Outra possível resposta para nossa dúvida são as plantas. Tenho oito vasos na sala &#8211; <a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/2012/04/como-reutilizar-garrafas-e-potes-de-vidro/" target="_blank">sendo um aquela garrafa com trigo seco</a>. Elas colorem o ambiente ao mostrar em suas folhagens e flores em qual estação do ano estamos &#8211; outono, inverno, primavera ou verão. Apontam se o clima está seco, quando sugam mais água, ou úmido. Também se está frio, ou seja, época em que podem crescer menos ou necessitam de menos água. Outras vezes, as plantas pedem ajuda para lutarem contra os pulgões &#8211; ô praguinhas! Essas protagonistas nos lembram que fazemos parte da natureza e do meio ambiente: dependemos da terra, da água e do ar. Quer sensação mais calmante do que o cheirinho de mato molhado? Ou pasmar observando o vento balançando as folhas? Elas remetem esse passado não tão distante abandonado para vivermos empilhados sobre o cimento e nos achando independentes da Terra em que habitamos. As plantas dão vida ao concreto pintado.</p>
<div>Claro que, como qualquer ser vivo, as plantinhas precisam de atenção. Para quem alega a falta de tempo ou diz que é desligado para regá-las, deixo uma dica simples: adote cactos ou o <a href="http://www.jardineiro.net/br/banco/dracaena_sanderiana.php" target="_blank">&#8220;bambu-da-sorte&#8221;</a>. Respectivamente, regue e troque a água uma vez por semana. Se possível, também apele para as flores e folhas secas na decoração. E receba de volta como agradecimento um abraço verde! Boa semana!</div>
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		<title>Como reutilizar garrafas e potes de vidro</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 17:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isis Nóbile Diniz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu adoro receber amigos e familiares no meu apartamento. Sou de uma família grande, nasci acostumada com os locais cheios de pessoas, animais e plantas onde todos se sentiam&#8230; em casa! Poucas foram as vezes que me vi sozinha em um cômodo por muito tempo. Afinal, haja pessoas. E eu gosto disso. Se foi convidado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/flor.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1717" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/flor-545x408.jpg" alt="" width="545" height="408" /></a></p>
<p>Eu adoro receber amigos e familiares no meu apartamento. Sou de uma família grande, nasci acostumada com os locais cheios de pessoas, animais e plantas onde todos se sentiam&#8230; em casa! Poucas foram as vezes que me vi sozinha em um cômodo por muito tempo. Afinal, haja pessoas. E eu gosto disso. Se foi convidado para ir ao meu apartamento, pode entrar sem bater e abrir a porta da geladeira sem pedir licença. Já é de casa! Para dar as boas-vindas, procuro sempre deixar a casa florida. Pessoas mais flores, uma combinação colorida.<br />
<a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/flor1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1718" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/flor1-545x372.jpg" alt="" width="545" height="372" /></a></p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1719" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/trigo-300x399.jpg" alt="" width="300" height="399" /></p>
<div>Além das plantinhas da varanda &#8211; <a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/2011/09/adote-a-fauna-da-cidade/" target="_blank">já falei sobre elas aqui</a> -, eventualmente, compro outras flores como as do campo, gérberas ou rosas. Coloco elas em qualquer utensílio doméstico com espaço para água, como jarras e copos grandes, e em garrafas de vidro reutilizando-as. Algumas dessas garrafas, como a que hoje exibe o trigo da foto, guardo desde antes de ter a minha casa. Essa, em específico, era a embalagem de um licor do Nordeste. A menor da das fotos foi um frasco de perfume antigo e a outra, a embalagem de uma bebida feita com vodca. Procuro sempre guardar garrafas diferentes para usá-las como vasos. Uma combinação delicada, não? Veja as fotos &#8211; só não repare porque escolhi as que já tinha no computador, não costumo tirar fotos dos arranjos.</div>
<div></div>
<div>E para acabar este post com gosto de Páscoa, a última foto é de uma compota de vidro reutilizada pela minh<a href="http://twitter.com/#!/renatabee" target="_blank">a professora de canto e fono</a>. Ela fez os chocolates que estão dentro, embalou-os e colocou o doce no pote enfeitado com esse tecido estampadinho. Toda atenciosa, deu o docinho na ecoembalagem. Linda surpresa! <strong>Boa Páscoa!</strong></div>
<div></div>
<div><a href="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/flor9.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1720" src="http://scienceblogs.com.br/xisxis/files/2012/04/flor9-545x726.jpg" alt="" width="545" height="726" /></a></div>
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