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	<description>Fica pra pensar.</description>
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		<title>Rosalia &#8211; Lux Tour</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sonoridades]]></category>
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					<description><![CDATA[Na semana passada, a grande Rosalía passou por Lisboa com a tour do seu mais recente álbum, Lux, e estivemos lá na MEO Arena, no primeiro dia, para prestigiar o momento. Nós e uma multidão devota! Sou fã dela, mas não ao ponto de saber as músicas de cor e salteado ou de ir com [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/04/PXL_20260408_205734901.MP_-2-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/04/PXL_20260408_205734901.MP_-2-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-12598" style="width:542px;height:auto" srcset="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/04/PXL_20260408_205734901.MP_-2-1024x1024.jpg 1024w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/04/PXL_20260408_205734901.MP_-2-300x300.jpg 300w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/04/PXL_20260408_205734901.MP_-2-150x150.jpg 150w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/04/PXL_20260408_205734901.MP_-2-768x768.jpg 768w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/04/PXL_20260408_205734901.MP_-2-1536x1536.jpg 1536w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/04/PXL_20260408_205734901.MP_-2-2048x2048.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>Na semana passada, a grande Rosalía passou por Lisboa com a <em>tour</em> do seu mais recente álbum, <em>Lux</em>, e estivemos lá na MEO Arena, no primeiro dia, para prestigiar o momento.</p>



<p>Nós e uma multidão devota! Sou fã dela, mas não ao ponto de saber as músicas de cor e salteado ou de ir com a indumentária a rigor, de acordo com a artista. Fico sempre impressionado ao ver tamanha devoção &#8211; homens e mulheres de branco e de véu, com toda a espécie de estilos inspirados no imaginário dela. Vê-los em lágrimas e em êxtase transmite sempre uma emoção especial.</p>



<p>O espetáculo em si foi bastante cénico, mas ao mesmo tempo muito simples, nunca desviando a atenção da potência que é ela própria e do quão pouco precisa para chamar a si as atenções. Mesmo no meio de trocas de roupa, efeitos de luzes e aumentos de decibéis estardalhaçónicos (no meio da habitual péssima acústica do pavilhão), o que sobressai sempre, sempre, é a presença incrível dela em palco, e a forma como o faz como se nada fosse.</p>



<p>Todas as músicas eram legendadas, o que percebo que não seja consensual, mas que eu, pessoalmente, gostei. Um pouco como nos filmes em que domino a língua (aka inglês), na maior parte do tempo abstraí-me delas; já noutras partes, foi interessante perceber melhor o significado das letras, até porque ela mistura muita coisa, seja catalão ou japonês.</p>



<p>O concerto teve vários pontos altos, mas para mim foi &#8220;Yugular&#8221;. Não dá para descrever o impacto que a segunda parte desta música teve em mim ao vivo. Incrível.</p>



<p>Fiquei mais fã ainda.<em>&#8220;La sangre y la suerte, aquí me han arrastra&#8217;o&#8221;</em>. A sorte de ter testemunhado isto valeu cada segundo.</p>



<p></p>
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		<title>O Figurante</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 19:17:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Teatradas]]></category>
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		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[Mateus Solano. O Figurante. Que peça, que ator, que entrega! &#8220;O Figurante&#8221; é um monólogo, encenado por Matheus Thiré, sobre um ator frustrado que passa os dias a fazer figuração na televisão, vivendo dos devaneios sobre a profundidade que as suas personagens, por mais pequenas que sejam, deveriam carregar. É uma premissa simples para uma [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/02/PXL_20260215_154810827.MP_.jpg"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/02/PXL_20260215_154810827.MP_-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-12590" srcset="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/02/PXL_20260215_154810827.MP_-768x1023.jpg 768w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/02/PXL_20260215_154810827.MP_-225x300.jpg 225w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/02/PXL_20260215_154810827.MP_-1153x1536.jpg 1153w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/02/PXL_20260215_154810827.MP_.jpg 1431w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<p>Mateus Solano. O Figurante. Que peça, que ator, que entrega!</p>



<p>&#8220;O Figurante&#8221; é um monólogo, encenado por Matheus Thiré, sobre um ator frustrado que passa os dias a fazer figuração na televisão, vivendo dos devaneios sobre a profundidade que as suas personagens, por mais pequenas que sejam, deveriam carregar.</p>



<p>É uma premissa simples para uma peça extremamente exigente. Não só pela &#8220;solidão&#8221; em palco e pela complexidade do texto, mas pelo caráter incrivelmente físico que o papel exige. Mateus se entrega de forma genial, revelando uma faceta que eu desconhecia. É impossível não pensar em Jim Carrey, outro génio na arte da fisicalidade. Sinceramente, pese embora a vasta obra do americano nessa onda, a nível de talento puro, eu acho que a coisa dá mesmo empate técnico.</p>



<p>Foi também muito bom assistir numa sala mais &#8220;intimista&#8221; como o Teatro Maria Matos; sinto que a imponência e a distância de um Tivoli acabariam por diluir o impacto que a presença forte do ator provoca. É uma performance muito emotiva, do oito ao oitocentos, com drama, humor e, literalmente, suor (dentro de um fato completo, ele sai do teatro encharcado!) e lágrimas.</p>



<p>Depois de Lisboa, a peça vai seguir em digressão pelo país durante os próximos meses. Vejam enquanto há oportunidade.</p>
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		<title>Aveiro</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 07:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tentando manter a tradição iniciada no ano passado, arrancamos o ano com o pé na estrada. Desta vez o destino escolhido para o dia 1 de Janeiro foi Aveiro, onde nunca tinhamos ido juntos, e onde eu não ia há mais anos do que me lembro, portanto é como se fosse a primeira vez. Não [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_102138464-scaled.jpg"><img decoding="async" width="1024" height="769" src="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_102138464-1024x769.jpg" alt="" class="wp-image-12580" style="width:616px;height:auto" srcset="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_102138464-1024x769.jpg 1024w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_102138464-300x225.jpg 300w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_102138464-768x577.jpg 768w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_102138464-1536x1153.jpg 1536w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_102138464-2048x1538.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>Tentando manter a tradição iniciada no ano passado, arrancamos o ano com o pé na estrada. Desta vez o destino escolhido para o dia 1 de Janeiro foi Aveiro, onde nunca tinhamos ido juntos, e onde eu não ia há mais anos do que me lembro, portanto é como se fosse a primeira vez.</p>



<p>Não tendo sido os dias de clima mais simpáticos, sendo que a chuva foi mais ou menos uma constante, ainda assim acabamos por circular numa boa contramão do clima: escapámos aos dilúvios que caíram na nossa região e apanhámos um tempo bem mais gerível.</p>



<p>Na ida, fizemos um desvio estratégico em Alcobaça<strong> </strong>para almoçar no <a href="https://www.instagram.com/restaurante.landim/?hl=en" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/restaurante.landim/?hl=en" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Restaurante Landim</a>. É um sítio incrível, de comida caseira com um toque moderno de autor, onde grande parte dos pratos (conforto puro!) são confecionados em forno a lenha à nossa vista.</p>



<p>Não ficamos hospedados exatamente no centro de Aveiro, mas sim em Ílhavo, no <a href="https://www.hotelilhavoplaza.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Hotel Ílhavo Plaza</a>, muito em conta para a qualidade que tem, incluindo um bom pequeno almoço e um SPA em que a piscina é realmente quente (nem sempre acontece).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_101749986.MP_-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="769" src="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_101749986.MP_-1024x769.jpg" alt="" class="wp-image-12582" srcset="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_101749986.MP_-1024x769.jpg 1024w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_101749986.MP_-300x225.jpg 300w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_101749986.MP_-768x577.jpg 768w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_101749986.MP_-1536x1153.jpg 1536w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_101749986.MP_-2048x1538.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>O centro de Aveiro continua lindíssimo. É fácil perceber o apelido de &#8220;Veneza portuguesa&#8221;, mesmo sem gôndolas. Por lá reinam os tradicionais Moliceiros, mas, com receio que a chuva engrossasse, optámos por não navegar. Em vez disso, fizemos um workshop de Ovos Moles na <a href="https://oficinadodoce.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oficina do Doce</a>. Valeu muito a pena, não só pela gulodice final, mas para aprender a história dos ovos, da região e da doçaria conventual portuguesa.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_112956872.MP_-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="769" height="1024" src="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_112956872.MP_-769x1024.jpg" alt="" class="wp-image-12584" srcset="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_112956872.MP_-769x1024.jpg 769w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_112956872.MP_-225x300.jpg 225w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_112956872.MP_-768x1023.jpg 768w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_112956872.MP_-1153x1536.jpg 1153w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_112956872.MP_-1538x2048.jpg 1538w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260102_112956872.MP_-scaled.jpg 1922w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /></a></figure>



<p>O tempo agreste também não nos demoveu de espreitar as casinhas coloridas da Costa Nova, passear no paredão e comer uma boa tripa &#8211; não a animal, mas a doce: uma espécie de crepe quadrado, mal cozido, enrolado e recheado à escolha do freguês. Bom demais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260101_164302652.MP_-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="769" src="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260101_164302652.MP_-1024x769.jpg" alt="" class="wp-image-12583" srcset="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260101_164302652.MP_-1024x769.jpg 1024w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260101_164302652.MP_-300x225.jpg 300w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260101_164302652.MP_-768x577.jpg 768w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260101_164302652.MP_-1536x1153.jpg 1536w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2026/01/PXL_20260101_164302652.MP_-2048x1538.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p>Tivemos pena de não conseguir visitar o Centro Ciência viva, que estava encerrado nos primeiros dias do ano, ficou na lista para uma futura visita.</p>



<p>Pertinho do Hotel e no dia de saída visitamos também o <a href="https://museumaritimo.cm-ilhavo.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Museu Marítimo de Ílhavo</a>, uma muito agradável surpresa. Além do ênfase nas embarcações e na história da pesca do bacalhau, tem um aquário com bacalhaus (coisa rara de se ver &#8220;fresca&#8221;) e uma colecção de conchas incrível.</p>



<p>Finalmente, no caminho de regresso, conseguimos finalmente (com reserva prévia), comer o que foi de fato o melhor leitão das nossas vidas, no <a href="https://www.facebook.com/restaurante.mugasa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mugasa</a>, em Sangalhos. Se me perguntarem o que este leitão tem de diferente, nem sei explicar bem, mas basta a primeira garfada e a explosão que ela causa para se perceber.</p>



<p>O que se come, o que se bebe, o que se viaja, é o que se leva desta vida.</p>



<p></p>
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		<title>Homem Com H</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 19:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinemadas]]></category>
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		<category><![CDATA[ney matogrosso]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu quero é botar, meu bloco na rua. É com este somzaço, pela voz do próprio, que termina este filme, que é não só história, mas também uma bonita homenagem à carreira e ao talento incríveis de Ney Matogrosso, que aos 84 anos segue firme e com muito mais energia que muita gente jovem! Ao [&#8230;]]]></description>
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<p>Eu quero é botar, meu bloco na rua. É com este somzaço, pela voz do próprio, que termina este filme, que é não só história, mas também uma bonita homenagem à carreira e ao talento incríveis de Ney Matogrosso, que aos 84 anos segue firme e com muito mais energia que muita gente jovem!</p>



<p>Ao contrário de outros biopics, é também a voz dele que vamos ouvindo nos vários momentos musicais do filme, e não a do ator que o interpreta, mas isso não tira grandeza nenhuma à performance entregue por Jesuíta Barbosa, uma força da natureza representando outra.</p>



<p>A fórmula é mais ou menos básica e comum, começando na velha história da infância e da relação conturbada com o severo pai militar, até à emancipação, entrada na banda Secos e Molhados, partida e trabalho a solo, pontuada também pela ditadura, pela epidemia da SIDA nos anos 80, e pela inevitável relação com outra lenda, Cazuza.</p>



<p>Pegando talvez um pouco leve demais naquilo que sabemos &#8211; ou imaginamos &#8211; que foi a loucura dessa era (um pouco à imagem do que acontece no ainda mais famoso <em>biopic</em> de Freddie Mercury), não deixa de entreter e emocionar, pois é bem produzido, bem interpretado e, no final de contas, o que vemos aqui é a história de alguém maior que a vida.</p>



<p>Vale para quem é fã e para quem não conhece, desfrutar do prazer de descobrir mais. Confesso que eu próprio desconhecia certas músicas ou momentos incríveis, como o poema <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Tt_goIGovGs">Rosa de Hiroshima</a>, de Vinicius de Moraes, ou <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ESAU9IjmxhM">Requiém de Matraga</a>, de Geraldo Vandré, que ganham uma vida absurda na sua voz.</p>



<p>A rever e a reouvir, sempre.</p>
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		<title>Porto</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aproveitamos a peça Dois de Nós para fazer uma pequena escapadela de fim-de-semana ao Porto, ou aproveitamos a escapadela para ir ver a peça, já não sei bem. O que é certo é que conbinou tudo muito bem para celebrarmos 15 (!) anos de casados com esta viagem. Estranhamente, só tínhamos estado no Porto em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-12558" src="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2025/11/PXL_20251108_142540112.MP_-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2025/11/PXL_20251108_142540112.MP_-1024x768.jpg 1024w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2025/11/PXL_20251108_142540112.MP_-300x225.jpg 300w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2025/11/PXL_20251108_142540112.MP_-768x576.jpg 768w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2025/11/PXL_20251108_142540112.MP_-1536x1152.jpg 1536w, https://ygorcardoso.com/wp-content/uploads/2025/11/PXL_20251108_142540112.MP_-2048x1536.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Aproveitamos a peça <a href="https://ygorcardoso.com/2025/11/11/dois-de-nos/">Dois de Nós</a> para fazer uma pequena escapadela de fim-de-semana ao Porto, ou aproveitamos a escapadela para ir ver a peça, já não sei bem. O que é certo é que conbinou tudo muito bem para celebrarmos 15 (!) anos de casados com esta viagem.</p>
<p>Estranhamente, só tínhamos estado no Porto em passagem de outras andanças, e nunca tinha calhado pararmos a sério para desfrutar desta bela cidade. Não só isso está corrigido, como fomos muito bem acolhidos a todos os níveis, num fim de semana frio, mas com um tremendo sol iluminando toda a incrível paisagem.</p>
<p>Ficamos alojados num dos apartamentos <a href="https://oportocomfort.com/">Oporto Comfort Dom Hugo</a>, na rua do mesmo nome, bem no centro histórico e um excelente ponto de partida, a pé ou de metro, para vários dos principais pontos turísticos.</p>
<p>Pertíssimo do cais da ribeira, mas com o detalhe do percurso ser composto por trilhões de escadas e ruas íngremes, portanto convém mentalizar, preparar as pernas e o folêgo. Mas é um caminho que vale cada passo. O Porto é de fato uma cidade mística e, não querendo desdenhar da capital, apesar de ter também turismo massivo, consegue ainda manter um carácter muito mais autêntico e local do que Lisboa, na minha opinião.</p>
<p>Um amigo local me presenteou com duas recomendações de restaurantes que aproveitamos e adoramos: <a href="https://www.facebook.com/orapido">O Rápido</a> (em homenagem ao comboio, e não à velocidade do serviço), com uma comida bem típica, de conforto e de qualidade caseira, e o <a href="https://brasao.pt/pt/">Brasão</a>, para uma imperdível Francesinha. Este último tem várias casas, e experimentamos a do Coliseu, mesmo a jeito da peça.</p>
<p>Tivemos pena de não conseguir entrar na Livraria Lello, sempre com filas tremendas, e de não termos reparado que o mercado do Bolhão fechava ao Domingo, precisamente quando planeamos visitá-lo! Coisas de quem vem da Margem Sul do Tejo e acha que todos os mercados só fecham à segunda&#8230;</p>
<p>Bamos ter que boltar.</p>
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