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	<title>Yôga no Morumbi &#8211; ☎ 3776-7092</title>
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	<description>Rua Ivorá, 23</description>
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		<title>Ashtánga Yantra</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2016 19:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Daniele Cazon]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O ashtánga yantra é o simbolo do SwáSthaya Yoga, o Yoga Antigo. Suas origens remotam ás mais arcaicas culturas da India e do Planeta. Parte de sua estrutura é explanada no Shástra Yantra Chintamani. Nessa obra clássica, sob a ilustração consta a legenda: “Este é o yantra que detém a palavra na boca do inimigo”. [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2016/08/ashtanga-yantra.jpg"><img class="size-medium wp-image-821 alignleft" src="http://yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2016/08/ashtanga-yantra-300x295.jpg" alt="ashtanga-yantra" width="300" height="295" srcset="http://yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2016/08/ashtanga-yantra-300x295.jpg 300w, http://yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2016/08/ashtanga-yantra.jpg 555w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>ashtánga yantra é o simbolo do SwáSthaya Yoga, o Yoga Antigo. Suas origens remotam ás mais arcaicas culturas da India e do Planeta. Parte de sua estrutura é explanada no Shástra Yantra Chintamani.</p>
<p>Nessa obra clássica, sob a ilustração consta a legenda: “Este é o yantra que detém a palavra na boca do inimigo”. Constitui um verdadeiro escudo de proteção, lastreado em arquétipos do inconsciente coletivo.</p>
<p>Como qualquer escudo de proteção, não pode ser usado como arma de ataque. Assim, ninguém conseguirá utilizá-lo para fazer mal a pessoa alguma. No entanto, se alguém agredir um protegido pelo ashtánga yantra, ferir-se-á gravemente. Por isso, quase todas as pessoas que usam o verbo para atacar o portador do ashtánga yantra costumam colher tão amargos infortúnios.</p>
<p>Ao reproduzi-lo, atente para o fato de que nas extremidades dos trishulas não há pontas angulosas, mas sim curvilineas. Para respeitar rigorosamente seu traçado, ao inves de o redesenhar, fotolite ou escaneie a ilustração acima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Amigo e inimigo são como yin e o yang: precisamos dos dois. Uma árvore cresce para baixo e para cima. Para baixo, cria raizes, que se desenvolvem nas trevas, mas sem as quais a árvore nao teria força nem estrutura para manter-se de pé. Os inimigos são as raizes e os amigos, os ramos que a fazem florescer.&#8221;</p>
<h4><strong>&#8211; DeRose</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Extraído do livro Tratado de Yôga, DeRose, Editora Nobel.</p>
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		<title>Japamálá</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/japamala/</link>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 22:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Will]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O que é uma japamálá? “Japa” significa “repetição” e caracteriza também a prática de repetir mantras. A palavra “mala” também é de origem sânscrita e significa “corrente” ou “cordão”. Assim, “Japamala” tem como significado a repetição de mantra formando uma corrente de energia. É também o nome dado ao colar de contas utilizado para auxílio [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;"><strong>O que é uma japamálá?</strong></h4>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong>“Japa” significa “repetição” e caracteriza também a prática de repetir mantras. A palavra “mala” também é de origem sânscrita e significa “corrente” ou “cordão”.</p>
<p>Assim, “Japamala” tem como significado a repetição de mantra formando uma corrente de energia. É também o nome dado ao colar de contas utilizado para auxílio a esta prática.<br />
O Japamala é utilizado para contar mantras em grupos de 108 repetições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que o número 108?</strong></p>
<p>O número “108” é considerado um número sagrado, por diversas razões matemáticas, físicas e metafísicas. Para se ter uma ideia, este número é produto de operações matemática simples e precisas.</p>
<p>Por exempo, ao se multiplicar 1 elevado a ele mesmo por 2 elevado à 2ª e por 3 elevado à 3ª o resultado é 1 x 4 x 27 = 108. O alfabeto sânscrito possui 54 letras ou fonemas masculinos e 54 que são chamados femininos, resultando em 108 fonemas.</p>
<p>O número nove é considerado um número sagrado para os Hindus, 1 + 0 + 8 = 9. O “108″ também aparece como a representação do chakra cardíaco; no Shri Yantra. Nos textos védicos, onde 108 é o número em que se divide o tempo entre passado, presente e futuro. Na astrologia, com seu 9 planetas e 12 casas ( 9×12 =108).</p>
<p>Na astronomia, que mede o diâmetro do Sol como sendo 108 vezes o diâmetro da Terra. E ainda 108 são o número de Gopis de Krishna, 108  são os Upanisades, 108 são o número de contas do japamala  e poderia citar ainda muito mais sobre o número 108.</p>
<h4></h4>
<h4><strong>Para que utilizá-lo?</strong></h4>
<p>O Japamala auxilia na prática da concentração agindo como um ponto de apoio. Ele faz com que se lembre do que está fazendo e volte o seu foco para a concentração. Além disso, quanto mais você usá-lo para vocalizar os mantras de sua escolha, mais ele se impregnará da energia e se tornará um objeto de poder, podendo inclusive conferir-lhe proteção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Adiquira o seu na nossa escola:</p>
<p>Rua Ivorá, 23 &#8211; Morumbi.<br />
Tel.: 3776-7092<br />
produtos@yoganomorumbi.com.br</p>
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		<item>
		<title>Quem introduziu o Yôga no Brasil?</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/quem-introduziu-o-yoga-no-brasil/</link>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 16:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Caio Miranda]]></category>
		<category><![CDATA[Laya Yoga]]></category>
		<category><![CDATA[Leo Costet de Mascheville]]></category>
		<category><![CDATA[Sarva Yoga]]></category>
		<category><![CDATA[Sêvánanda Swámi]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A filosofia do Yôga foi introduzida em nosso país em 1947 por um francês chamado Leo Costet de Mascheville. Depois de um período na Argentina e no Uruguai, migrou para o Brasil com o seu Sarva Yoga. Que apresentava uma modalidade pesadamente mística e restritiva, linhagem diametralmente oposta à do SwáSthya. Ele ficou conhecido pelo nome [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A filosofia do Yôga foi introduzida em nosso país em 1947 por um francês chamado <i>Leo Costet de Mascheville</i>. Depois de um período na Argentina e no Uruguai, migrou para o Brasil com o seu Sarva Yoga.</p>
<p>Que apresentava uma modalidade pesadamente mística e restritiva, linhagem diametralmente oposta à do SwáSthya. Ele ficou conhecido pelo nome de Sêvánanda Swámi e foi um dos pioneiros do Yoga em terras nacionais.</p>
<p>Uma curiosidade é a de que, aparentemente, hoje todo mundo é pioneiro do Yôga no Brasil. Alguns instrutores que nasceram na década de 60 e 70 afirmam sistematicamente que foram os primeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: center;">Então vamos combinar três coisas:</h4>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Os <b>pioneiros</b> do Yôga no Brasil foram apenas dois: Sêvánanda Swámi e o Mestre Caio Miranda. Este último foi tão injustamente anatematizado e perseguido que quase não pude encontrar nem mesmo seu nome no wikipedia.</li>
<li>Os professores da <b>velha guarda</b> são aqueles que já lecionavam na década de 50 e 60. Foram os primeiros a abrir escolas no país e os primeiros formadores de instrutores. Entre eles, o mais expressivo foi o Mestre DeRose.</li>
<li>Todos aqueles instrutores que começaram a lecionar nas décadas de 70 e 80, apesar de hoje já possuírem em torno de 40 anos de magistério, ainda assim, não podem ser considerados como introdutores ou pioneiros. São professores antigos, mas que não podem eclipsar a história real dos eventos assumindo para si os méritos dos outros.</li>
</ul>
<div id="attachment_352" style="width: 196px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://198.46.81.184/~metodo5/yoganomorumbi/wp-content/uploads/2013/01/Yoga-no-morumbi-Sevananda-Swami.png"><img class="size-medium wp-image-352" title="Sêvánanda Swámi - Sarva Yoga" src="http://198.46.81.184/~metodo5/yoganomorumbi/wp-content/uploads/2013/01/Yoga-no-morumbi-Sevananda-Swami.png" alt="Yoga-no-morumbi-Sevananda-Swami" width="186" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Sêvánanda Swámi &#8211; Sarva Yoga</p></div>
<div id="attachment_351" style="width: 154px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://198.46.81.184/~metodo5/yoganomorumbi/wp-content/uploads/2013/01/Yoga-no-morumbi-Caio-Miranda.jpeg"><img class="size-full wp-image-351" title="Caio Miranda - Laya Yoga" src="http://198.46.81.184/~metodo5/yoganomorumbi/wp-content/uploads/2013/01/Yoga-no-morumbi-Caio-Miranda.jpeg" alt="Yoga-no-morumbi-Caio-Miranda" width="144" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Caio Miranda &#8211; Laya Yoga</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>O Pátañjali Tupiniquim</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/o-patanjali-tupiniquim/</link>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 17:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Will]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>&#160; &#8220;Só existimos nos dias que fazemos. Nos dias em que não fazemos, apenas duramos.&#8221; &#8211; Padre António Vieira O Yôga é uma filosofia com tendência ao concreto, mencionava Mircea Eliade em seu livro Yôga, Imortalidade e Liberdade. O maior exemplo que temos na nossa egrégora é o Prof. DeRose. Uma das suas melhores características [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://yoganomorumbi.com.br/o-patanjali-tupiniquim/800px-patanjali_statue/" rel="attachment wp-att-279"><img class=" wp-image-279 alignleft" title="800px-Patanjali_Statue" src="http://www.yoganomorumbi.com.br/wp-content/uploads/2012/10/800px-Patanjali_Statue-150x150.jpg" alt="" width="184" height="184" /></a>&#8220;Só existimos nos dias que fazemos.<br />
Nos dias em que não fazemos, apenas duramos.&#8221;</p>
<h4 style="text-align: center;"><em>&#8211; Padre António Vieira</em></h4>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Yôga é uma filosofia com tendência ao concreto, mencionava Mircea Eliade em seu livro Yôga, Imortalidade e Liberdade. O maior exemplo que temos na nossa egrégora é o Prof. DeRose. Uma das suas melhores características é a capacidade de realização. Ele é um homem que faz. Ainda melhor: é um yôgi que concretiza.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como na vida há aqueles que dizem que fazem e outros que.. fazem, existem Instrutores e praticantes da Nossa Filosofia. Embora muito bem-intencionados, adoram ficar sentados, a pintar <em>chakras</em>. A maioria, felizmente, realiza ações efetivas em prol da Cultura preconizada. Da Unidade em que trabalha ou pratica, do Supervisor, de sua Federação e do seu projeto profissional. Eles fazem a diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Este praticante, Instrutor ou não, se caracteriza por fazer aulas todos os dias. Ler todos os livros, participar de todos os cursos e quando fala, imposta a voz e adora orientar o comportamento das pessoas. Sejam colegas ou superiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Considera-se o supra-sumo da evolução, quase um Pátañjali tupiniquim. Mas na prática, no cotidiano, na sua relação com o trabalho, organização, limpeza, relacionamento interpessoal, pontualidade, foco e acabativa ainda deixa muito a desejar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, embora se esforce, o que é muito meritório, não entende que mensura-se a evolução. O poder outorgado pelo <em>sádhana</em>, pela capacidade de acabativa e agregar riqueza de todas as classes. Uma rede poderosa de relacionamentos, patrimônio conquistado, influência cultural e social etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: center;">Que poder é este que almeja-se conquistar?</h4>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Afinal, parece-me que significa, principalmente, sobrepujar todos os obstáculos internos, as crenças, iluminar com o fogo do Yôga o obscurantismo da consciência, de maneira a conhecermo-nos na totalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo indica que é a iluminação do inconsciente, o desvelamento das intrincadas estruturas da psique, impondo limites ao indivíduo, que liberta o maior de todos os poderes.</p>
<p style="text-align: justify;">A potência para o <em>sádhaka</em> aplicar a sua vontade sobre a natureza dos seus condicionamentos, alcançando um patamar inimaginável de liberdade e domínio sobre a existência. Reconstruindo-a segundo seus ditames, reflexo das mais belas, evoluídas e transcendentes aspirações humanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso Mestre é um espelho do que descrevemos acima. Todos os momentos de sua existência são plenos desta potência. Podem ser identificados na impecabilidade dos textos escritos, no acabamento dos livros, na construção das idéias, na busca pelo melhor, sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">É esta pujança realizadora que não conseguimos divisar no Pátañjali tupiniquim, embora ele creia sinceramente que a obteve. Já que pratica muito bem, ministra ótimas aulas, conhece o conteúdo de todos os cursos e consegue ditar, sem ler, muitos trechos dos livros de nossa bibliografia.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas são características mais do que elogiáveis, mas precisam ser desdobradas em ações efetivas. Em realizações mensuráveis, capazes de mudar a Nossa Cultura e o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso contrário, nosso Pátañjali tupiniquim lembrará os menires de Obelix: belos e inúteis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Artigo do Professor Jóris Marengo, publicado em seu <a href="http://blogdojojo.com/2010/o-patanjali-tupiniquim/">blog</a></p>
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		<title>O que é o SwáSthya?</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/o-que-e-o-swasthya/</link>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 01:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Will]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Definições]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo. O SwáSthya alcançou grande notabilidade, pois representa o reconhecimento de uma estirpe muito mais ancestral do que o Yôga Clássico. O SwáSthya é a sistematização da linhagem Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, pré-clássica, pré-ariana, pré-vêdica, proto-histórica. A mais antiga, portanto, extremamente autêntica. O fato é que jamais alguém [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O SwáSthya alcançou grande notabilidade, pois representa o reconhecimento de uma estirpe muito mais ancestral do que o Yôga Clássico. O SwáSthya é a sistematização da linhagem Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, pré-clássica, pré-ariana, pré-vêdica, proto-histórica. A mais antiga, portanto, extremamente autêntica.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que jamais alguém se deteve a estudar o Yôga primitivo do povo drávida. Que floresceu em Mohenjo Daro, no Vale do Indo, a noroeste da Índia. Os atuais hindus são descendentes dos arianos que chegaram milhares de anos depois e subjugaram os drávidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de então, tudo o que se referia à cultura dravidiana foi condenado à exclusão e ao esquecimento. O Yôga sobreviveu graças à sua arianização, o que equivale a dizer, graças à sua deturpação. Mediante a inversão diametral dos valores comportamentais antes vigentes no Vale do Indo, ele se adaptou deixando de ser tântrico para ajustar-se à nova ordem brahmáchárya e, assim, tornou-se aceito pelos áryas vitoriosos na grande guerra de ocupação.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, quando apresentamos a primeira sistematização mundial do SwáSthya ocorreu algo como uma revolução na história do Yôga. O mais interessante é que todos os fatos sobre os quais trabalhei eram dados conhecidos e publicados há tempos em obras conceituadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre História, Arqueologia, Antropologia, Yôga, Sámkhya etc. Se houve algum mérito ele foi apenas o fato de combinar essas informações de tal forma que ninguém pudesse negar suas conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;">Os que tentam contestá-las fazem-no mediante um discurso tão visivelmente emocionalizado e sem apresentar nenhuma documentação legítima, que perdem a credibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre isso, não admita questionamentos gratuitos, nem blefes. Exija que o eventual contestador apresente provas, ou seja, um livro contendo os elementos fundamentais da nossa estrutura, conforme estudaremos na próxima questão, e com data de publicação anterior à do nosso Prontuário de SwáSthya Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">O livro mais antigo que encontramos sobre um Yôga possivelmente aparentado com o nosso chama-se SwáSthya aur Yôgásana e foi publicado na Índia na década de 80, portanto, muitos anos depois do Prontuário de SwáSthya Yôga ter tido várias edições no Brasil (desde a década de 1960) e na Europa, anos depois dessa obra ter sido introduzida nos mosteiros e bibliotecas públicas da Índia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: center;"><strong>Em que consiste o SwáSthya Yôga?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O SwáSthya tem três características principais:</p>
<p style="text-align: justify;">A. sua prática extremamente completa, em oito módulos;<br />
B. a introdução do conceito das regras gerais de execução;<br />
C. a execução das técnicas (ásanas, mudrás, bandhas etc.), formando seqüências encadeadas ou coreográficas.</p>
<p style="text-align: justify;">
A prática regular em oito partes denomina-se ashtánga sádhana e é constituída por:</p>
<p style="text-align: justify;">1. mudrá (gesto reflexológico feito com as mãos);<br />
2. pújá (retribuição ética de energia);<br />
3. mantra (vocalização de sons e ultra-sons);<br />
4. pránáyáma (expansão da bioenergia através de respiratórios);<br />
5. kriyá (atividade de purificação das mucosas);<br />
6. ásana (técnica orgânica);<br />
7. yôganidrá (técnica de descontração);<br />
8. samyama (concentração, meditação e samádhi)</p>
<p style="text-align: justify;">
Com a sistematização do SwáSthya, pela primeira vez na História aparece referência a regras gerais de execução em um livro de Yôga. São regras de respiração, de permanência, de repetição, de localização da consciência e mentalização. Consulte as regras no livro Tratado de Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">
Resgatando uma forma primitiva, perdida na noite dos tempos, é reintroduzida a execução sem repetição e com passagens que estabelecem encadeamentos, constituem<br />
movimentos de ligação entre as técnicas, permitindo melhor fluidez, numa seqüência que se convencionou chamar de coreografia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para compreender melhor, recomendamos que o leitor assista o DVD da Companhia SwáSthya de Artes Cênicas, disponível gratuitamente no nosso site www.Uni-Yoga.org. O que você vai ver é um espetáculo de arte e beleza que transcende sua mais fértil imaginação sobre a imagem das técnicas do Yôga.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Como foi realizada a sistematização do SwáSthya Yôga?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ela foi inspirada diretamente nos Shástras e meditando na obra dos Mestres que nos precederam.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Yôga é só para homens?</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/o-yoga-e-so-para-homens/</link>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 01:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Will]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Definições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.yoganomorumbi.com.br/?p=256</guid>
		<description><![CDATA[<p>O Yôga é só para homens? Na Índia, seu país de origem, o Yôga é uma arte de cavalheiros. Muito raro é encontrar-se uma senhora indiana praticando em uma escola ou ashram. A não ser nos grandes centros como New Delhi. Se alguém lhe pedisse para citar dez autores de Yôga hindus, é bem provável [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">O Yôga é só para homens?</h4>
<p style="text-align: justify;">Na Índia, seu país de origem, o Yôga é uma arte de cavalheiros. Muito raro é encontrar-se uma senhora indiana praticando em uma escola ou ashram. A não ser nos grandes centros como New Delhi. Se alguém lhe pedisse para citar dez autores de Yôga hindus, é bem provável que você citasse dez homens e nenhuma mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">No Ocidente homens e mulheres praticam normalmente. Assim como podem se dedicar ao Karatê que é outra arte oriental destinada originalmente aos homens.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais são os efeitos secundários do SwáSthya Yôga?</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/quais-sao-os-efeitos-secundarios-do-swasthya-yoga-que-fazem-bem-a-saude/</link>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 01:25:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Will]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Definições]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O SwáSthya proporciona uma flexibilidade espantosa e um excelente fortalecimento muscular. Com suas técnicas biológicas beneficia a coluna vertebral, e todos os órgãos. É muito frequente o iniciante exclamar que logo após as primeiras sessões ficou livre de uma enxaqueca que o atormentara durante dias. Ou que libertou-se de uma asma de anos, resistente a [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O SwáSthya proporciona uma flexibilidade espantosa e um excelente fortalecimento muscular. Com suas técnicas biológicas beneficia a coluna vertebral, e todos os órgãos.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito frequente o iniciante exclamar que logo após as primeiras sessões ficou livre de uma enxaqueca que o atormentara durante dias. Ou que libertou-se de uma asma de anos, resistente a todos os tratamentos, ou ainda que estava curado de uma dor nas costas atribuída a algum suposto problema de coluna. Cujas terapias anteriores só serviram para aliviar temporariamente, mas sem resultados definitivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, os efeitos rápidos sobre as úlceras, a hipertensão, a insônia, a impotência sexual, as dores de cabeça ou das costas podem ser muito mais facilmente explicados se os atribuirmos à redução de stress. Administrando a tensão emocional, nervosa e muscular, podemos aliviar uma vasta gama de sintomas que são apenas sinais de alarme, mas não chegam a ser, ainda, enfermidades na acepção do termo.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que a relação custo/benefício do Yôga é muito vantajosa uma vez que, não sendo terapia e sim uma prática, o preço é considerado irrisório comparado com o que cada praticante já despendeu anteriormente tentando outros recursos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: center;">COMO FUNCIONA?</h4>
<p style="text-align: justify;">
<ul style="text-align: justify;">
<li>Os ásanas regulam o peso por estimulação da tireóide, oxigenação cerebral pelas posições invertidas, consciência corporal, coordenação motora e alongamento muscular que auxiliará outros esportes.</li>
<li>Os kriyás promovem a higiene interna, das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivas, etc.</li>
<li>Os bandhas prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos.</li>
<li>Os pránáyámas fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções, permitem o contato do consciente com o inconsciente e ajudam a conseguir o domínio da musculatura lisa.</li>
<li>Os mantras, em primeira instância aplicam vibração de sons e ultra-sons para desesclerosar meridianos energéticos; em segunda instância permitem equilibrar os impulsos de introversão/extroversão e dinamizar chakras; em terceira instância, ajudam a obter o aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.</li>
<li>O yôganidrá é o módulo de relaxamento, que auxilia a todos os anteriores e, juntamente com os demais angas da prática, implode o stress.</li>
<li>O samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos) proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Estes efeitos, e muitos outros, são simples conseqüências de práticas e procedimentos. Ocorrem como resultado natural de estarmos exercitando uma filosofia de vida saudável. Se aprendemos a respirar melhor, relaxar melhor, dormir melhor, comer melhor, excretar melhor, fazer exercícios moderados e manifestar uma sexualidade melhor, os frutos só podem ser o incremento da saúde e a redução de estados enfermiços.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: center;">O PRATICANTE QUE QUER BENEFÍCIOS.</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de praticante: um que vem buscando benefícios e outro que vem buscando Yôga. Cada qual vai encontrar o que veio buscar. Para o instrutor, o praticante que deseja Yôga e não vantagens pessoais é mais gratificante. Isso não significa que vamos recusar nem discriminar o outro. Esperamos simplesmente reeducá-lo para conscientizar que uma coisa nobre é o Yôga e outra bem inferior são seus efeitos.</p>
<p style="text-align: justify;">O praticante que quer o Yôga e não meramente os seus benefícios, lê, pesquisa, investe, dedica-se. Já o que busca efeitos, esse não está se importando com a seriedade ou autenticidade do método. Encorajando, dessa forma malsã, a disseminação de ensinantes sem formação nem habilitação, mas que saibam prometer benefícios.</p>
<p style="text-align: justify;">O sádhaka que busca benefícios não valoriza os estudos mais profundos nem as sofisticações técnicas que seu instrutor se esforça por oferecer. Ele quer benefícios e tanto faz se o método é autêntico ou não, desde que consiga usufruir dos efeitos. Mesmo que eles sejam produto de uma mistura exótica e apócrifa que nada tenha a ver com o Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, imagine uma outra situação, conseqüência da atitude acima descrita. Suponha que você é um professor de Ballet Clássico e, cada vez que vá ensinar uma técnica mais elaborada para tornar seu aluno um bailarino de verdade e não um mero iludido, ele reclame:</p>
<p style="text-align: justify;">– Ah! Professor, não exija tanto de mim. Eu não estou aqui para aprender a dançar. Vim só para emagrecer.</p>
<p style="text-align: justify;">E um outro:</p>
<p style="text-align: justify;">– Eu também não quero dançar. Só quero melhorar da coluna.</p>
<p style="text-align: justify;">E outro mais:</p>
<p style="text-align: justify;">– Já não estou em idade de dançar. Meu médico me mandou aqui para tratar da asma.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, você é professor de dança, mas ninguém quer aprender a dançar, pois estão todos de olho só nos benefícios para a saúde! Que frustração! Isso é o que ocorre sistematicamente com os instrutores de Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">Por essa razão não gostamos de falar sobre os superlativos benefícios que a prática do Yôga pode proporcionar. Quem vem praticar conosco é porque entendeu nossa proposta e já sabe o que quer.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Para que serve o Yôga?</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/para-que-serve-o-yoga/</link>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 01:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Will]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Definições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.yoganomorumbi.com.br/?p=251</guid>
		<description><![CDATA[<p>Para que serve o Yôga? &#160; Essa pergunta faz tanto sentido quanto esta outra: para que serve a dança? Ou, para que serve jogar golfe? Ou, ainda, para que serve tocar piano ou pintar um quadro? Não se deve pensar no Yôga em termos de “toma lá, dá cá”. Não devemos ir em busca de [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">Para que serve o Yôga?</h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa pergunta faz tanto sentido quanto esta outra: para que serve a dança? Ou, para que serve jogar golfe? Ou, ainda, para que serve tocar piano ou pintar um quadro?</p>
<p>Não se deve pensar no Yôga em termos de “toma lá, dá cá”. Não devemos ir em busca de benefícios (nem físicos, nem – muito menos – espirituais!). Devemos ir se já há algo dentro de nós que nos impele a ele tal como impele o artista a pintar.</p>
<p>Frequentemente confundem-se os meios com o fim. O fim, ou meta, em qualquer tipo de Yôga, é o autoconhecimento proporcionado pelo samádhi. Mas como via para atingir esse estado de hiperconsciência, de megalucidez.</p>
<p>O SwáSthya Yôga proporciona uma gama de efeitos preliminares que servirão de reforço da estrutura biológica, incrementando a vitalidade, a saúde, a energia e a longevidade para que o yôgin consiga atingir a meta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tais benefícios corporais (musculares, articulares, circulatórios, neurológicos, endócrinos) não passam de efeitos colaterais. Simples consequências secundárias, meras migalhas que caem da mesa principal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quem se dedica ao SwáSthya Yôga em função dos seus efeitos é como se tivesse sido convidado para uma festa maravilhosa, com gente lindíssima e, ao invés de ir ao epicentro da recepção, tivesse ficado na cozinha, faturando os salgadinhos, e achando que estava sendo muito esperto por levar essa “vantagem”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Yôga é uma espécie de ginástica?</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/o-yoga-e-a-ginastica/</link>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 01:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Will]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Definições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.yoganomorumbi.com.br/?p=247</guid>
		<description><![CDATA[<p>O Yôga é uma espécie de ginástica? Não. O Yôga não é nenhum tipo de ginástica nem modalidade alguma de Educação Física. Uma prática completa de Yôga compreende técnicas emocionais, mentais, corporais, bioenergéticas etc. Através de procedimentos orgânicos, respiratórios, relaxamentos, limpeza de órgãos internos, vocalizações, concentração, meditação. Ora, isso não pertence à área de Educação [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O Yôga é uma espécie de ginástica?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não. O Yôga não é nenhum tipo de ginástica nem modalidade alguma de Educação Física. Uma prática completa de Yôga compreende técnicas emocionais, mentais, corporais, bioenergéticas etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Através de procedimentos orgânicos, respiratórios, relaxamentos, limpeza de órgãos internos, vocalizações, concentração, meditação. Ora, isso não pertence à área de Educação Física.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo as técnicas corporais do Yôga não são atividade física nem desportiva e são completamente diferentes das da ginástica. Até as regras e os princípios são totalmente diversos.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong> Alguns exemplos:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>1 ) Movimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• Na Educação Física o movimento e a repetição são elementos fundamentais. A boa forma, os efeitos e o bom rendimento dependem da repetição adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">• No Yôga, mais do que o movimento, o que importa é a permanência na fase crítica da técnica e, mais do que a repetição do mesmo procedimento, importa a diversificação das técnicas, ainda que possam ser convergentes com relação aos efeitos proporcionados.</p>
<h4 style="text-align: justify;"></h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 ) Aquecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• Na Educação Física é imprescindível um bom aquecimento muscular prévio para evitar distensões.</p>
<p style="text-align: justify;">• No Yôga não se faz aquecimento prévio, mesmo que esteja muito frio. Apesar disso, no Yôga não se observam distensões. O fenômeno explica-se, em parte, pela ampla consciência corporal desenvolvida pelo praticante, que passa a conhecer perfeitamente seus limites e sabe que não deve excedê-los e, em parte, pela sofisticada tecnologia desenvolvida empiricamente durante cinco mil anos de experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorre que, quando as fibras musculares são aquecidas, dilatam-se, dando a falsa impressão de maior flexibilidade, mas depois voltam a se contrair pelo esfriamento no final do exercício. No SwáSthya Yôga não utilizamos aquecimento, o que faz com que as fibras musculares desenvolvam um alongamento real, definitivo, mesmo quando o corpo estiver frio.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso também fundamenta fisiologicamente o fato comprovado de que a performance conquistada pelo praticante de Yôga incorpora-se definitivamente ao seu patrimônio corporal e ele, mesmo parando de seguir um programa regular de prática, não perde a boa forma durante meses ou anos, dependendo do nível de adiantamento obtido na fase de treinamento intensivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, quando um praticante de Yôga é surpreendido por um incidente físico conta com um organismo muito bem condicionado a reagir sem a necessidade de aquecimento prévio. Como um gato, fica instantaneamente em condições neurológicas e endócrinas para enfrentar o desafio. Depois, volta rapidamente à calma.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>3 ) Áreas Atingidas<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• A Educação Física atinge prioritariamente músculos e articulações. Depois, o sistema cardiovascular. Só secundariamente, o resto do organismo. A mente não é trabalhada e limita-se a receber o benefício da higiene mental, o “mens sana in corpore sano”. Mas não há exercícios mentais nessa especialidade que se propõe a uma educação física.</p>
<p style="text-align: justify;">• No Yôga é exatamente o inverso. Os efeitos começam se processando nas áreas mais profundas e afloram até chegar ao organismo. Nele, manifestam-se inicialmente nos sistemas nervoso e endócrino. Depois, no sistema circulatório e nos órgãos internos. Só por último os resultados chegam às demais partes do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>4 ) Respiração</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• Na Educação Física dá-se uma razoável importância à respiração, porém não há uma tecnologia respiratória específica. Basta fazer respirações profundas. Permite-se respirar pela boca. Tradicionalmente (ainda hoje) é comum que o treinador mande o desportista encher de ar a parte alta do tórax em detrimento da região diafragmática, que é a mais importante pela quantidade maior de ar que comporta.</p>
<p style="text-align: justify;">• No Yôga, uma das primeiras coisas é reaprender a respirar. Respirar sempre pelas narinas, fora os casos excepcionais. Fazemos treinamento para dominar eletivamente os músculos respiratórios abdominais numa circunstância, intercostais noutra, subclaviculares noutra e assim por diante. Controlamos diferentes ritmos para distintos objetivos, e acoplamos a determinadas técnicas respiratórias a contração deste ou daquele plexo ou glândula endócrina, a fim de dinamizar o efeito da técnica.</p>
<p style="text-align: justify;">Utilizamos 46 respiratórios diferentes e mais alguns que não podem sequer ser ensinados por livros, tal o poder que possuem e também devido à sua capacidade de despertar para-normalidades. Estas, as paranormalidades, também não fazem parte do currículo de Educação Física!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>5 ) Gastos de Energia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">• Na Educação Física tudo produz consumo de energia, sem o quê os efeitos não se processam.</p>
<p style="text-align: justify;">• No Yôga, em sete oitavos da prática (sete em oito tipos de técnicas) o dispêndio de energia é próximo de zero. Em todos os oito feixes de técnicas capta-se, gera-se, canaliza-se ou armazena-se energia solar, telúrica e pránica de diversos tipos, das mais variadas fontes limpas e inesgotáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso as técnicas de Yôga são agradáveis e não cansam. Mesmo sem esforço os efeitos ocorrem com intensidade, desde o primeiro dia.</p>
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]]></content:encoded>
			</item>
		<item>
		<title>Yôga e religião</title>
		<link>http://yoganomorumbi.com.br/yoga-e-religiao/</link>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2012 01:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Will]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Definições]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.yoganomorumbi.com.br/?p=245</guid>
		<description><![CDATA[<p>O Yôga tem algo a ver com religião? Não, nada. Uma das demonstrações cabais de que Yôga não interfere com a religião é o fato de que as Universidades Católicas do Brasil formam instrutores de SwáSthya Yôga, desde a década de 70. Tenho o privilégio de ter sido o introdutor desse curso e de ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><strong>O Yôga tem algo a ver com religião?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Não, nada. Uma das demonstrações cabais de que Yôga não interfere com a religião é o fato de que as Universidades Católicas do Brasil formam instrutores de SwáSthya Yôga, desde a década de 70.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho o privilégio de ter sido o introdutor desse curso e de ser seu ministrante desde então, em quase todas as Universidades Católicas, desde o Rio Grande do Sul até o Norte/Nordeste. Em termos teológicos o que caracteriza a religião é o dogma de fé. Não tendo dogmas, não pode ser religião. O Yôga não os tem.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o Yôga Clássico tem bases Sámkhyas. O Sám-khya é uma corrente naturalista e que, em algumas fases históricas, chegou a ser qualificada, erroneamente, de materialista e ateísta, tal era a sua ausência de misticismo!</p>
<p style="text-align: justify;">Então, o Yôga autêntico não pode sequer alimentar misticismo algum. Consulte documentação no capítulo Bibliografia discriminada, no livro Tratado de Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas de todas as religiões praticam Yôga, inclusive padres e freiras católicos, pastores protestantes, judeus, budistas e xintoístas. Esse é o caso do Padre Haroldo J. Rham, que no livro &#8220;Esse terrível jesuíta&#8221;, da Editora Loyola. Na página 138 aparece em uma foto praticando sirshásana sobre um colchonete com o nosso logo da Universidade de Yôga.</p>
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]]></content:encoded>
			</item>
	</channel>
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