<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535</atom:id><lastBuildDate>Thu, 19 Dec 2024 03:26:14 +0000</lastBuildDate><category>A filhinha putinha</category><category>desvaneios de camilinha</category><category>Traição</category><category>Bons sonhos</category><category>Brincadeira de adulto</category><category>Caindo em boas armadilhas</category><category>Desabafo de Vanessa</category><category>Despedida de solteiro</category><category>Direto da redação</category><category>Do virtual para o real</category><category>Esquecendo mágoas</category><category>Experiências de Mulher</category><category>Fantasias de uma noite de verão</category><category>Festa da porra</category><category>Insaciável Recatada</category><category>Perdendo a virgidade da minha bundinha</category><category>Quando virei Mulher</category><category>Swing</category><category>almoço depravado</category><category>como tudo começou</category><category>sobremesa depravada</category><title>zerOsex | Sedução, amor, bem-estar e diversão !</title><description></description><link>http://zerosex.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Anonymous)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><blogger:adultContent>true</blogger:adultContent><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-4477364342081099647</guid><pubDate>Mon, 27 Dec 2010 04:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-26T20:27:41.009-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Direto da redação</category><title>Direto da redação</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTaoTPGnZ1n2Bag294SlLWoNDKEqOTjOQyfG9Xl6WJMnDXKUGfBQ0adGi36u3jrkCaDPablSvcSu0c_oVKcPkFCRbJEb_jx9V81AQbyngEY-3epHT5M6LLEhKTOQkUj12RVWXF_8dXz71-/s1600/Img_08.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTaoTPGnZ1n2Bag294SlLWoNDKEqOTjOQyfG9Xl6WJMnDXKUGfBQ0adGi36u3jrkCaDPablSvcSu0c_oVKcPkFCRbJEb_jx9V81AQbyngEY-3epHT5M6LLEhKTOQkUj12RVWXF_8dXz71-/s1600/Img_08.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Havia um tempo ao qual trabalhava nas telas. Mesmo sem muita intimidade com a esfera de couro e ar, eu era um comentarista de futebol, e vivia a vida viajando pra lá e pra cá com a minha equipe para cobrir os jogos de futebol pelo país inteiro. Como toda celebridade, eu mantinha um twitter, só para manter as pessoas que gostavam do meu programa informadas sobre as novidades que iriam acontecer. Foi assim que eu conheci Mariana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma das minhas sessões de internet recebi uma pergunta dela, sem maiores intenções. Diferente de qualquer pessoa, seu avatar me chamou muito a atenção, o que me fez segui-la e na seqüência passar meu MSN. Na hora ela me adicionou, e começamos a conversar. Já logo de cara, sem perda de tempo, disse que adoraria trepar com ela gostoso, sentir a sua buceta na minha língua, pegá-la de quatro, e ela não se fazia de rogada, sendo completamente recíproca às minhas vontades. Depois de horas conversando, tive que sair. Confesso que logo após aquele papo tive que me masturbar de um jeito muito intenso, nunca tinha me visto daquela forma.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
No dia seguinte acabamos nos encontrando no MSN, para a minha surpresa. Imaginei que pelo fato de eu ser uma pessoa pública, ela iria se assustar e não mais falar comigo. Muito pelo contrário, aceitou o meu envio de webcam e me enviou a dela. Nesse dia o papo foi mais que delicioso. A conversa esquentava cada vez mais. A câmera que estava no meu rosto em questão de minutos já se encontrava mirando o meu colo, e ela tirou toda a roupa. Foi difícil conter o tesão vendo o corpo de mulher que aquele rosto de ninfeta escondia. Seios médios, cintura grande, uma mulher tesuda demais para simplesmente acabarmos em apenas um papo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me aguentei vendo aquele corpo nu na webcam e tirei meu pau para fora. Ela se mostrou surpresa com o tamanho, e lambendo os lábios me via bater uma punheta enquanto a olhava tocando os seios. Não demorou para que desaparecesse e voltasse com um vibrador, quase do tamanho do meu pau. Ajeitou sua câmera em direção à sua cama e começou a enfiá-lo na bucetinha. Enquanto ela se insinuava com aquele vibrador, eu continuava minha punheta a vendo. A vontade de comer aquela mulher aumentava a cada bombada que eu dava e não saia da minha cabeça a possibilidade de fazer uma cobertura na cidade dela, só para foder aquela mulher gostoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gozei gostoso vendo aquela deliciosa mulher enfiando o vibrador inteiro na buceta. Cheguei a melar até o meu pescoço de porra. Depois daquele dia não nos falamos mais. A emissora começou a exigir muito mais de mim, então meu tempo de internet começou a ficar bem escasso. Foi até o dia que vi um papel na minha mesa que me fez abrir um sorriso de orelha a orelha. Teríamos uma cobertura a fazer na cidade dela. Só podia ser obra do destino. Rapidamente peguei meu celular e a procurei no MSN. Para a minha sorte, ela estava online e mandei uma mensagem falando que eu estaria na cidade dela e passei meu celular. Logo na sequência recebo a resposta dela, me falando que era só ligar assim que eu chegasse e me passou também seu celular. Eu mais do que depressa anotei seu número e apenas aguardei o dia da viagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estranhamente no dia da partida eu estava mais nervoso que o normal. Agitado, andava de lá para cá, chegando a chamar a atenção da minha equipe que perguntava se tudo estava bem. Eu apenas confirmava com a cabeça, cabeça essa que estava em chegar logo ao hotel e fazer aquela ligação. No vôo era complicado de segurar a minha excitação. Eu parecia um garoto adolescente prestes a perder a virgindade. O que aparecia na minha frente eu comia. As piadas rolavam soltas dentro do avião. Os caras da produção nunca tinham me visto daquele jeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegamos de manhã na cidade. Tivemos uma longa reunião para definir como faríamos a cobertura total do jogo que iríamos tratar, e eu afoito querendo que chegasse logo a noite para poder me encontrar com Mariana e matar toda aquela vontade que eu estava sentindo daquela mulher. A equipe resolveu dar uma parada para almoçar, e eu voltei ao meu quarto. Parado, olhando para a cama com a minha mala ainda por se desfazer, não pensei duas vezes. Passei a mão no telefone e fiz a ligação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mariana?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oi!? Quem é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É o Dyas. Escuta. Não quer vir almoçar comigo? Estou no Ritz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hmmmm… Pensei que você não iria me ligar. Estou aí em 15 minutos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Só perguntar no saguão qual meu andar. Você já está autorizada a subir aqui no meu quarto, viu!?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ótimo! Já estou chegando aí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sentei na cama e cocei a cabeça, preocupado. Eu era uma figura pública, não podia fazer coisas daquele tipo. Mas essa preocupação acabou assim que a recepção me informou sobre a chegada dela. Meu pau logo apertou a minha calça, antes mesmo da chegada de Mariana ao meu quarto. Quando entrou não me contive. Comecei a beijá-la intensamente, passando minha mão por baixo do seu vestido buscando enfiar meu dedo naquele rabo delicioso que só tinha visto por webcam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha boca buscava seu pescoço com um perfume doce e sensual. Não me aguentei e fui me abaixando, beijando seu corpo e tirando sua minúscula calcinha, que foi parar longe depois que a atirei sem ver. Contra a parede, Mariana gemia com a minha boca entre as suas pernas. Ela se segurava na parede como podia, enquanto eu arrancava gemidos cada vez mais altos da sua boca com a minha língua que parecia uma enguia no seu grelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De pé, Mariana se contorcia com a primeira gozada do dia. Eu, ainda com a boca molhada pelo seu mel, voltei a beijá-la deliciosamente, enquanto ela me empurrava para a cama. Deitou-me e logo foi tirando a minha calça, beijando meu pau por cima dela. Mariana sabia seduzir um homem, e me olhando nos olhos, livrou meu pau da cueca e o lambeu a cabeça devagar, me fazendo estremecer por completo. Depois de muito me instigar, encheu sua boca com a minha rola, me chupando e batendo uma punheta ao mesmo tempo. Eu gemia deitado na cama, me segurando nos lençóis, enquanto ela se concentrava em deixar meu pau e minhas bolas mais babadas o possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me segurei. Eu queria fazer daquela mulher minha vadia particular. Levantei-me e ordenei que ficasse de joelhos. Ela atendeu, e assim comecei a bater com meu pau na sua cara, enquanto ela buscava minha rola com a língua. Depois de um tempo a deixei abocanhar novamente, e ela, como uma putinha bem treinada, me abocanhou novamente até que eu gozasse na sua boca. Minha porra saiu intensa, enchendo sua boca. E ela fez questão de deixar meu pau melado de porra, sem parar de me chupar depois que eu tinha gozado. Eu olhava para baixo e via seus olhos de vampira naquele rostinho de menina deixando meu pau molhado de saliva e porra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paramos por um tempo. Olhando-nos apenas, sem nenhuma palavra a ser proferida por nenhum dos dois. Deitados na cama, admirávamos um o corpo do outro, com dedos que passeavam por todos os cantos. Voltei a beijá-la e desci para suas coxas roliças e deliciosas. Quando estava perto de colocar minha boca na sua bucetinha lisa novamente, a fiz virar, e continuei beijando aquele corpo bronzeado e delicioso. Continuei a beijando subindo pelo seu corpo todo. Sua bunda, suas costas, sua nuca. Quando eu já tinha meu corpo todo sobre o dela, minha vara acabou posicionada com a cabeça para aquele rabinho apertado. No seu ouvido, pedi para comer aquele cuzinho, e ela sempre bem obediente aceitou, e relaxando deixou com que a minha rola entrasse devagar, sendo mascada por aquele cuzinho apertado e delicioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a bombar, gemendo deliciosamente no seu ouvido, e ela fazia o mesmo, segurando forte minha mão e apertando toda vez que minhas bolas encontravam a sua bunda. O tesão me tomava por completo, vendo aquela vadia de olhos fechados e boca entreaberta gemendo como louca na minha rola. Depois de um tempo parei meus intensos movimentos e a mandei ficar de quatro. Ela rapidamente se colocou sobre os joelhos, apoiando suas as mãos na cama. Enfiei de novo meu caralho inteiro naquele rabinho e enchendo aquela bunda maravilhosa de tapas a chamava de puta, vadia, cadela. Ela só gemia, me pedindo mais e mais. Minha rola queimava naquele rabo apertado, e não demorou até que começasse a pulsar novamente anunciando mais um banho de porra que aquela vadia deliciosa iria tomar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tirei meu pau e não precisei me masturbar muito. Em segundos aquela bunda maravilhosa já estava toda branca, escorrendo minha porra quente. Eu urrava dentro do quarto gozando mais uma vez deliciosamente. Ela gemia a cada jato quente que recebia o que me deixava mais louco. Aquela vadia além de deliciosa era muito safada. Eu agradecia a cada jato pelo que a internet podia fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois daquilo precisávamos de um banho. Eu estava completamente encharcado de suor, enquanto ela não só de suor, como da minha porra que escorria por suas pernas. Sorridente, aceitou meu convite para irmos ao banheiro. Liguei o chuveiro e começamos a nos beijar novamente. Um beijo mais parecido com um beijo apaixonado de dois namorados, mas que não demorou a se tornar o mesmo beijo cheio de volúpia que tínhamos dado logo no momento que nos vimos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto nossas bocas se encontravam, a água quente batia em nos nossos corpos, nos molhando completamente. Minhas mãos ajudavam a espalhar a água pelo seu corpo, o que acabou me deixando com tesão novamente. Meu pau cresceu entre suas pernas, o que a fazia respirar de forma mais pesada. Enquanto minha boca percorria a dela, ela brincava com as coxas acariciando o meu caralho duro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu já tinha recebido um boquete delicioso, já tinha me deliciado naquele rabinho, agora me faltava somente experimentar aquela bucetinha quase sem pelos com aparência de semi-virgem. Desci meus dedos pelo seu corpo e parei com eles em seu grelo. A beijando sem parar, comecei a penetrá-la de leve, a sentindo tremendo com meus dedos a invadindo. Era uma delícia vê-la de olhos fechados, curtindo aquele movimento de vai e vem devagar, envolvente, instigante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto meus dedos a penetravam, ela segurava minha rola com as duas mãos. Uma acariciando a cabeça do meu pau, outra acariciando as minhas bolas. Minha boca percorria pelo seu pescoço, descia para seus seios, e as únicas coisas que se ouvia naquele banheiro era a água caindo e seus gemidos agudos. Percebi que em pouco tempo ela tinha gozado com meus dedos. Estremeceu toda, mordendo os lábios, prendendo minha mão na sua buceta usando suas coxas. Com as mãos, me batia uma punheta descompassada, perdida no orgasmo que estava tendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de ter gozado daquela forma tão deliciosa, imaginei que não iria querer mais. Muito pelo contrário. Com a respiração ofegante, tirou minha mão do meio de suas pernas e foi ajeitando meu cacete com todo cuidado na entrada da sua buceta. Fui me ajeitando, e com um pouco de esforço, mesmo naquela posição incômoda, minha rola entrou deliciosamente naquela xota quente e molhada. Gememos alto, reverberando pelo banheiro inteiro e ela começou a rebolar fazendo meu pau entrar e sair da sua buceta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu delirava de prazer e tesão, enquanto ela, de olhos fechados e se apoiando em meus ombros fazia a sua deliciosa dança buscando mais um orgasmo. Não demorou até que conseguisse atingir mais um, esfregando seu grelo na minha pélvis. Eu segurava como podia o meu gozo com ela rebolando como louca, gemendo e me olhando nos olhos, me chamando de puto e falando que queria agora beber todo o leite do meu caralho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu, mordendo os lábios, me segurava como podia, batendo na sua bunda e tentando acompanhar seus intensos movimentos. Foi quando, quase trocando as letras, anunciei que iria gozar. Ela rapidamente saiu daquela posição, se jogou no chão e em questão de segundos engoliu o meu cacete. Sua língua passava pela cabeça do meu pau, enquanto ela me batia uma punheta forte, me convidando para encher aquela boca com a minha porra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de uns dois minutos com ela me masturbando, mamando a cabeça do meu pau e me acariciando as bola, meus jatos de porra encheram a sua boca. O mais impressionante é que mesmo depois de tanto ter gozado, minha porra escorria pelo canto da boca dela, mesmo com ela engolindo tudo o que podia. Minhas pernas bambearam ali, e quase cai no chão exausto. Ela sorrindo deu mais uma lambida na cabeça do meu pau, que àquela hora estava quase todo murcho e subiu limpando o canto da boca botando pra dentro o resto de porra que sobrara escorrendo no seu queixo. Beijamos-nos novamente e terminamos aquele banho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estávamos prontos para mais uma quando meu celular tocou. Era o pessoal da produção perguntando onde eu estava, porque já era pra eu estar no estádio. Desesperado, comecei a me trocar, me desculpando com aquela mulher deliciosa pela pressa. Ela me disse que desculparia, mas só se eu voltasse para a cidade e a tratasse da mesma forma. Me senti realizado, e desde então, toda vez que apareço em sua cidade, telefono, chamando-a para almoçar novamente.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/direto-da-redacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTaoTPGnZ1n2Bag294SlLWoNDKEqOTjOQyfG9Xl6WJMnDXKUGfBQ0adGi36u3jrkCaDPablSvcSu0c_oVKcPkFCRbJEb_jx9V81AQbyngEY-3epHT5M6LLEhKTOQkUj12RVWXF_8dXz71-/s72-c/Img_08.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-5923509792309828362</guid><pubDate>Thu, 23 Dec 2010 20:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-29T20:42:01.042-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Insaciável Recatada</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Swing</category><title>Insaciável Recatada</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihocBb0m6rOX16_v7igVpGhvegr-8t_m9pyuq_oTlzE8-Zu2K3HJ70HhQmBSlZYw9ztGH41cChq3ZFq5yxAnpDRC1usyCqizAK1GIS2_n_7wowXX4j114e9r54Dv6klzS0PVoCrnmi3rZs/s1600/Img_07.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihocBb0m6rOX16_v7igVpGhvegr-8t_m9pyuq_oTlzE8-Zu2K3HJ70HhQmBSlZYw9ztGH41cChq3ZFq5yxAnpDRC1usyCqizAK1GIS2_n_7wowXX4j114e9r54Dv6klzS0PVoCrnmi3rZs/s1600/Img_07.jpg&quot; /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;- Como assim não tem dois quartos!?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pois é, pessoal. Falei com o dono do hotel e ele me disse que apenas teria um quarto com duas camas. Por conta da temporada está tudo ocupado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos tentar mais pra frente então.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ta louca, Sabrina? Eu não aguento mais uma hora de carro, nem você nem a Laís sabem dirigir, se pararem a gente com o Douglas dirigindo, capaz de ir todo mundo pra cadeia na melhor das hipóteses. Vamos ficar por aqui mesmo, vai… Tem duas camas no quarto. Cada casal vai pra sua e fica tudo certo.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- Ai saco. Vou morrer de vergonha com o Douglas. Ele ronca demais!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu ronco!? Tá louca!?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ai Doug… Deixa quieto. Você não está muito em condições de discutir nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto Douglas e Sabrina discutiam, eu tentava acordar Laís para que fôssemos ao hotel. Eu já era namorado de Laís há uns três meses. Douglas e Sabrina estavam juntos há coisa de dois anos. Conhecemos-nos em um barzinho há duas semanas, e a empatia foi tão forte entre a gente que decidimos fazer uma viagem longa, São Paulo para Bahia de carro para curtir o fim de ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O interior de Minas Gerais estava tão lindo naquela época que decidimos parar por algumas cidades e conhecê-las. Em uma delas, Douglas acabou exagerando e muito na bebida e acabou sobrando pra mim à responsabilidade de levar o carro. Já morto de cansaço depois de dirigir algumas horas sem parar e sem dormir direito, decidi parar em um hotel de beira de estrada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de toda a discussão e eu ter conseguido acordar Laís, fomos para o hotel. Era algo simples, porém aconchegante. Eu não estava muito preocupado em relação ao que aquele hotel poderia oferecer. Apenas queria descansar um pouco e continuar a viagem. No quarto, duas camas um pouco maiores que uma cama de solteiro, mas menores que uma de casal. As camas eram bem próximas uma da outra, mas o corredor que formava não era estreito a ponto de se tornar um incômodo. Uma televisão um pouco antiga, cortinas pesadas, e por sorte, um banheiro dentro do quarto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laís quando viu a cama não pensou duas vezes e capotou. Sabrina obrigou Douglas ir tomar um banho e nisso ficamos sozinhos no quarto. Eu mesmo sendo amigo do casal não podia deixar de notar a beleza de Sabrina. Seios pequenos, lábios bem desenhados, cara de princesa, uma bunda enorme, cabelos pretos que emolduravam uma pele lisa e rosada. Lógico que eu não faria nada, afinal, além de ter me tornado super amigo do Douglas, eu estava com uma mulher que também não era de se jogar fora. Laís era ruiva de cabelos levemente encaracolados, olhos penetrantes sempre delineados a lápis, boca pequena e carnuda, olhos claros próximos ao verde, seios fartos, mas com pouca bunda. No momento que nos vimos sozinhos no quarto, começamos a conversar e comentar os locais que tínhamos passado, mas mesmo sendo uma conversa besta, aos poucos fui me sentindo atraído por ela. Aquele rosto de garota inocente parecia esconder segredos que deixariam qualquer um completamente envergonhado. Eu tentava me concentrar, mas a cada palavra que ela proferia, eu me excitava mais e mais, imaginando o que aquela mulher seria capaz de fazer. Por um momento acabamos ficando em silêncio e nos olhando sorrindo. Quando percebi que estávamos naquela situação, tentei desvirtuar e passei a olhar Laís dormindo e me preocupando com a demora do banho de Douglas. Depois que bati na porta pra saber se tudo estava bem, ele saiu meio molhado, meio seco, mas ainda um pouco alegre. Peguei uma toalha, minha roupa e decidi ir tomar um banho e esquecer as idéias que eu estava tendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No chuveiro, deixei a água cair um tempo sobre o meu corpo para poder relaxar um pouco. Foi quando depois de uns dois minutos que eu estava ali, apenas limpando a mente, escuto Sabrina tentando sussurrar algo com o Douglas. Minha curiosidade acabou batendo mais forte no momento e resolvi me concentrar no que diziam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Uma rapidinha só, Sá. Ele vai demorar no banho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Para Doug! Você é doente! A Laís tá ai do lado dormindo! E se ela acorda e pega a gente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ah Sá… Vem cá… Tô morrendo de vontade de você…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu comecei a rir dentro do banheiro e continuei meu banho. Laís já tinha me confessado que sentia um leve tesão por mulheres e que a Sabrina fazia e muito o gosto dela. Tínhamos uma relação bem aberta, apesar de nunca termos ido a uma casa de swing. Não por vergonha, mas por falta de tempo. Víamos-nos pouco, e quando nos víamos queríamos mais curtir mesmo um ao outro. Ao que eu ouvia dentro do banheiro, Sabrina ainda tentava repelir Douglas e manter sua pose de santa, enquanto ele ainda investia e possivelmente com todas as suas armas. Depois de um tempo os sussurros acabaram cessando. Acabei meu banho, me troquei e iria chamar Sabrina para tomar banho, mas quando sai do banheiro, me deparei com Douglas ajoelhado no chão, com Sabrina seminua se segurando na parede enquanto a boca dele tomava por inteiro a buceta dela. Olhei a cena e tentei me concentrar, mas na hora meu pau formou volume na calça fina que eu utilizaria para dormir. Fechei a porta do banheiro, e mesmo com esse barulho Douglas não parou. Sabrina me olhou com os olhos quase fechados, mas não conseguia sair daquela situação. Acredito que pelo fato de agora ter um espectador, ela tenha se excitado ainda mais, mesmo porque não se fez de rogada e puxou seu namorado para que continuasse sem parar em nenhum momento o que ele estava fazendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passei por eles e me sentei na cama onde Laís dormia. Fiquei assistindo a performance dos dois enquanto passava a mão pelo corpo de Laís. Quando menos percebi, estava massageando seus seios, o que a fez acordar sorridente e acariciando minha mão. A olhei sorrindo, sentado na cama e voltei minha cabeça aos outros dois. Laís se curvou e também viu a cena. Eu não conseguia esconder o quão excitado estava em assistir os dois. Minhas mãos não saiam do corpo de Laís, enquanto ela também parecia hipnotizada com a cena. Olhei para o meu colo e percebi que minha calça formava um volume completamente fora do normal. Sabrina continuava ali, se apoiando com um pé na cama, acariciando os cabelos de Douglas enquanto ele se deliciava entre suas pernas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num momento decidi me acomodar para continuar assistindo, e deitei-me ao lado de Laís. Ela se ajeitou sobre o meu braço com a cabeça no meu peito e acariciando o meu corpo, enquanto eu passava minhas mãos pelas suas costas. Não demorou a que sua mão descesse até a minha calça e começasse a me bater com suas mãos macias e leves uma punheta deliciosa. Sua mão subia e descia devagar por dentro da minha calça, acompanhando o rebolado de Sabrina na boca do seu namorado. Meus pensamentos ali voaram, e decidi mostrar que entraríamos na brincadeira por completo. Desci minha calça, fazendo saltar minha rola dura e cheia de veias a mostra, com a cabeça arroxeada completamente inchada e babando. Sabrina naquele momento não tirou os olhos da minha rola, e Laís continuava a punheta que fazia, agora subindo com a mão e acariciando bem minha glande e voltava me massageando as bolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laís depois de um tempo me acariciando voltou seu rosto contra o meu, e me dando um leve beijo nos lábios me perguntou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Dy… Posso ir brincar também?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu dei um sorriso safado e respondi que poderia, mas só se eu pudesse também. Aceitamos os termos com um beijo extremamente libidinoso, e Laís, passando por cima de mim, se levantou, ajeitou os cabelos e foi em direção à Sabrina. Quando chegou perto, encheu uma de suas mãos com um de seus seios, e puxando seu rosto, a beijou nos lábios. Sabrina correspondeu ao beijo, também a acariciando os seios. Levantei-me também da cama e cutuquei o Douglas, que até então nem se tocava do que estava acontecendo. Ele olhou para cima e se deparou com as duas degladiando com suas línguas no ar. Nesse momento ele se levantou e parou do meu lado. Sem falar uma palavra sorrimos um ao outro, concordando que aquela noite tudo poderia acontecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Puxamos nossas namoradas e começamos a beijá-las. Sem cerimônia, puxei a mão de Sabrina para a minha rola, e Douglas fez o mesmo, puxando a mão de Laís para a dele. Laís me mordia a boca com vontade, completamente excitada pela situação, enquanto Sabrina volta e meia apertava a minha rola, como se estivesse gozando a cada subida e descida de mão que dava nela. Depois daquele beijo ardente, trocamos. Laís foi aos braços de Douglas e eu fiquei com Sabrina me beijando. Não demorou em que eu jogasse a Sabrina na cama, e abrindo suas pernas com violência, comecei a chupá-la. Sentir a boca de outro homem na mesma noite envolvendo seu grelo a deixou completamente louca, e urrando gozava horrores na minha boca, se contorcendo e pedindo mais. Douglas deixou Laís um tempo de lado e começou a beijar Sabrina. Laís, que não queria ficar fora da brincadeira, se abaixou também entre as pernas de Sabrina, e, me beijando, começamos a lamber o seu grelo. Sabrina parecia perdida com os três em cima dela, se debatendo, gemendo abafado na boca de Douglas, sentindo ora a minha língua, ora a língua de Laís na sua buceta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquela situação parecia ter acordado um vulcão, e num momento Sabrina, aquela garota meiga com rosto de anjo, se transformava numa incrível e sedenta vampira em busca de toda a luxúria do mundo. Começou a afastar tanto a mim quanto Laís do meio de suas pernas, afastou o Douglas de seu rosto, se levantou e nos olhou com olhos profundos e um sorriso de canto de boca. Foi para cima do Douglas e tirou o resto de roupa que tinha, fez que iria chupá-lo e parou no meio do caminho. Voltou-se a mim caminhando com um rebolado excepcional tirando o resto de suas roupas. Chegou bem perto, se virou de costas para mim, e passou com o rego da sua bunda pelo meu pau inteiro. Virou-se e me deu um beijo nos lábios, foi descendo, beijando o meu corpo e segurou firme a minha rola. Nesse momento ela olhou para o lado e Douglas estava avançando em direção à Laís. Pude sentir o calor do ar de sua boca enquanto ela ordenava que Douglas ficasse quieto no canto dele na cabeça do meu pau. Depois dessa ordem, me olhou nos olhos, lambeu os lábios por completo, abaixou o que faltava das minhas calças e se levantou novamente. Depois daquele show, foi para cima de Laís, a puxou pelas alças da sua blusinha e a beijou nos lábios, a despindo pouco a pouco. Primeiro a parte de cima, deixando Laís com seus deliciosos seios à mostra, depois se abaixou, sem colocar os joelhos no chão dando uma visão deliciosa tanto pra mim, quanto ao Douglas da sua bunda deliciosa, e nos olhando sorrindo, foi livrando Laís de sua calça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laís sorria para Sabrina querendo que ela continuasse a brincadeira, entendendo completamente o que a amiga estava fazendo. Abriu as pernas e deixou o caminho livre para Sabrina, que sem tirar a calcinha de Laís, começou a lambê-la. Eu e Douglas ficamos paralisados olhando para as duas se deliciando. Meu pau pulsava como louco, enquanto eu observava as duas. Olhei para o lado e Douglas se masturbava loucamente. Dei risada e continuei assistindo a cena das duas. Sabrina deitou Laís na cama e continuou a chupá-la. Percebi que nesse momento as duas já estavam com as suas mentes completamente longe, mas mesmo assim queria guardar aquela visão. Laís deitada, rebolando na boca de Sabrina e chupando os dedos, enquanto Sabrina de quatro arrancando a sua calcinha e caindo de boca no seu grelo molhado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui o primeiro a levantar. Cheguei perto das duas, e com um tapa firme na bunda da Sabrina avisei que tanto eu quanto o Douglas também estavam a fim de participar. Sem tirar a boca da buceta de Laís, puxou uma de suas nádegas com a mão e mostrou o caminho daquilo que ela queria. Pensei em simplesmente enfiar a minha rola até as bolas naquela bucetinha deliciosa, mas que tipo de apreciador seria eu sem nem ao menos provar o gosto daquele grelo? Encaixei minha boca na entrada daquela gruta deliciosa e comecei a chupá-la. Sabrina rebolava na minha boca, fazendo com que a minha língua passasse cada vez mais rápido pelo seu grelo inchado, duro e molhado. Enquanto eu a lambia, passando da sua xota para o seu cuzinho, batia forte na sua bunda deixando as marcas das minhas mãos naquela bunda enorme e deliciosa. Sabrina continuava comandando como um general toda a transa, dizendo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Chupa cachorro! Lambe minha buceta, seu filho da puta. Vai sua puta! Chupa meu macho! Sente a rola dele na tua boca! Quer minha língua na sua buceta, vadia? Pede puta!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabrina se mostrava completamente fora de controle e aquilo me excitava mais. Para falar a verdade, parecia estar excitando todo mundo naquele quarto. Sabrina naquela hora já tinha gozado umas cinco vezes, mas queria mais. Laís também não estava atrás, e tinha orgasmos atrás de orgasmos, tendo sua buceta completamente engolida por Sabrina e a boca tomada pela rola do Douglas. Resolvi tentar tomar o controle da brincadeira e montei na Sabrina, encaixando minha rola na sua buceta e deixando-a entrar devagar. Sem colocar os joelhos na cama, a segurei pela cintura e comecei a meter forte, puxando com vontade, a fazendo quase desabar em cima de Laís, mas mesmo assim se ajeitou e continuou recebendo minha pica como uma puta de verdade. Laís saiu daquela posição e se colocou embaixo de Sabrina como em um meia nove. Começou a chupar o grelo de Sabrina e de quebra lambendo meu pau, que entrava e saia deliciosamente daquele buraco quente e molhado. Douglas, por sua vez, puxou Sabrina pelos cabelos e conduziu sua boca até o seu pau, fazendo-a engolir sua rola até as bolas. Sabrina gemia, rebolava, engasgava. De maquiagem borrada, pele suada não só com seu próprio suor, mas com o de todos, cabelos desarrumados, escorrendo a baba da rola do Douglas pelo canto da boca, com a boca de Laís trabalhando sua buceta e com a minha rola entrando e saindo severamente dela, Sabrina não mostrava o mínimo sinal de fraqueza, e insaciável queria mais e mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Douglas depois daquele boquete puxou Laís pelas pernas e ajeitou seu pau na sua buceta. As duas começaram a se chupar mutuamente, lambendo tanto meu pau, quanto o pau do Douglas. Os movimentos pareciam nos deixar cada vez mais enlouquecidos e a minha vontade de dar um banho de porra naquelas duas aumentava mais e mais. Tirei meu pau da buceta de Sabrina por um momento e enfiei na boca da Laís. Ela mamava meu cacete inteiro, sentindo o gosto da buceta da sua amiga e delirando com o pau do Douglas entrando e saindo da sua buceta e a língua da Sabrina chicoteando seu grelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus pensamentos malévolos me tomavam a mente. Tirei minha rola da boca de Laís, depois dela deixar meu pau todo molhado de saliva e puxei o Douglas de canto. Comecei a cochichar no ouvido dele, perguntando algumas coisas. Laís e Sabrina que estavam se chupando acabaram parando e, deixando aflorar toda a curiosidade feminina, perguntaram o que a gente estava aprontando. Caindo na gargalhada e sem falar nada, puxamos cada qual suas namoradas e as colocamos de quatro uma ao lado da outra. Elas se entreolhavam sorrindo, mordendo os lábios e se beijando, enquanto eu e o Douglas nos colocamos atrás delas. Douglas, mais acostumado a comer o cuzinho de Sabrina, enfiou sua rola fazendo-a entrar devagar até desaparecer na sua bunda. Eu coloquei meu pau na entrada do rabo de Laís, e ela ofereceu, como sempre, um pouco de resistência, mas que depois de um tempo desapareceu, deixando minha rola se acomodar dentro do seu rabo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos a nos mexer, deixando aqueles cuzinhos bem laceados. As duas se contorciam, mas não deixavam de se beijar um só instante. Depois de sentir que a minha rola já passava com facilidade, comecei a aumentar a velocidade gradativamente. Douglas é quem judiava de Sabrina, metendo com força, fazendo o barulho dos corpos ecoarem pelo corpo todo. Sabrina berrava abafado beijando a boca de Laís. Eu imaginava que Sabrina iria pedir pra parar, mas parando de beijar Laís só pedia que fudesse seu rabo com mais força. Laís mal conseguia gemer, mordendo os lábios de olhos fechados, sentindo minha pica entrando e saindo devagar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhei para o Douglas e passei um sinal que tínhamos combinado. No mesmo momento paramos de comer as duas e as puxamos deixando-as de pé. Douglas deitou-se na cama, deixando a rola em riste e no ouvido de Laís falei para ela sentar na rola dele. Ela toda sorridente foi saltitante, subindo nele, encaixando sua buceta e sentando com gosto. Sabrina iria para cima do namorado para poder ser chupada novamente, mas a puxei pelo braço e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Só assiste vadia. A próxima é você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela parou me olhando, tentando entender, ou tentando não transparecer que já sabia o que iria acontecer. Aproximei-me dos dois e, empurrando levemente as costas de Laís, a deixei praticamente de quatro. Encaixei minha rola no seu rabo e a senti tremendo até o último fio de cabelo. Quando a cabeça da minha rola passou pelo seu cuzinho, ela deu um berro que eu imaginava que a polícia seria chamada. Urrando como louca sentindo ser invadida por dois ao mesmo tempo, Laís acabou gozando ferozmente em poucos minutos de foda a três, capotando em cima do Douglas e implorando para que parássemos. Depois que tirei minha rola do rabo de Laís, olhei para Sabrina, e ela desesperada e de olhos arregalados dizia que não iria agüentar aquilo, que não iria fazer, mas eu e Douglas a pegamos a força. Deitei na cama dessa vez, e Douglas foi a sentando no meu pau. Ela sentindo a minha pica entrando passou a lutar cada vez menos, gemendo e pedindo que não fizessem isso com ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Douglas era impiedoso. Ele não ajeitava e esperava que Sabrina se acostumasse. Ele simplesmente empurrou-a contra mim e foi enfiando no seu cu como se estivesse metendo na sua buceta. Sabrina me mordia sentindo a rola do seu namorado passando quente pelo seu rabo, entrando e saindo sem parar, e eu, para judiar ainda mais daquela deliciosa putinha, me mexia como podia, fazendo meu pau entrar e sair pela sua buceta. Laís, sentada na outra cama, se refazia do que tinha acontecido com a respiração pesada assistindo aquela cena que mais parecia uma tortura chinesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabrina também não agüentou o tranco, e mordendo a minha boca, estremeceu inteira, gozando intensamente, mas não queria parar. Conforme continuávamos metendo, Sabrina tinha orgasmos e mais orgasmos, um atrás do outro e cada um mais intenso que o outro. Eu sentia aquela buceta apertando mais e mais a minha rola e sentia meu gozo chegando rápido. Douglas também parecia estar próximo de gozar. Ele saiu rapidamente do rabo dela e começou a bater uma punheta rápida e violenta. Tirei Sabrina de cima de mim e puxando tanto a ela quanto a Laís, as joguei no chão, deixando-as de joelho. Eu e Douglas ficamos um tempo, punhetando sobre seus corpos, enquanto as duas se revezavam lambendo as cabeças das nossas rolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A porra de Douglas jorrou primeiro sobre o corpo de Sabrina. Laís se banqueteou sobre o corpo da amiga, lambendo seus seios e tomando toda a porra que Douglas expelia. Eu puxei Sabrina pelos cabelos e a fiz chupar o meu pau. Ela desesperada por porra na boca, me engolia depressa, acariciando as minhas bolas. Não agüentando mais, comecei a jorrar na sua boca, enquanto ela não parava com a língua na cabeça do meu pau. Deixava a minha porra escorrer pelos cantos da boca, e Laís, gulosa, continuava a limpar sua amiga, lambendo o canto da sua boca e por fim, as duas bocas se encontraram no meu pau. Eu ainda jorrava quando as duas voltaram a se beijar. Meu gozo quente esguichou ainda um pouco pelos seus rostos, fazendo-as brincar, passando a mão pelo rosto uma da outra e lambendo o que faltava do meu líquido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de tudo aquilo, ficamos um tempo tentando entender o que havia acontecido. Eu e Laís estávamos esbaforidos, respirando fundo e suspirando pelo momento. Douglas simplesmente capotou pelado na cama. Sabrina, voltando à sua feição de moça recatada, se cobrindo e rindo com um sorriso de orelha a orelha, olhou para nós dois, que nos acariciávamos como sempre depois de uma transa e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não disse que esse cachorro iria me fazer passar vergonha?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caímos na gargalhada ouvindo aquilo, fomos tomar um banho relaxante a três, ainda trocando alguns beijos e fomos para cama. Ainda demos um jeito de acordar o Douglas e dar um banho no coitado. No dia seguinte, acordamos cedo, arrumamos as nossas malas e saímos do quarto. Falei para as duas registrarem a nossa saída e fui com Douglas para o carro ajeitar tudo. Douglas, numa ressaca enorme, começou a me falar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cara, não me leva a mal, mas tenho que te contar uma coisa. Tive um sonho muito estranho. Estava eu, você, a Sá, a Laís e…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E deixa pra lá, cara. Se você não lembra, talvez não vá querer saber a verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse momento, as duas saltitantes nos abraçaram. Douglas ficou com uma cara de quem não entendia nada, entrou no carro e ficou calado. O silêncio só foi quebrado quando Sabrina, no ouvido de Douglas, sussurra:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Amor… Eu quero fazer tudo outra vez…</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/insaciavel-recatada.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihocBb0m6rOX16_v7igVpGhvegr-8t_m9pyuq_oTlzE8-Zu2K3HJ70HhQmBSlZYw9ztGH41cChq3ZFq5yxAnpDRC1usyCqizAK1GIS2_n_7wowXX4j114e9r54Dv6klzS0PVoCrnmi3rZs/s72-c/Img_07.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-7582857856201206148</guid><pubDate>Mon, 13 Dec 2010 13:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-13T20:10:13.651-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Esquecendo mágoas</category><title>Esquecendo mágoas</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUPiQnkb6by4wTA7ZQVRdTsEL0ClnRCzG7gSLmnhde4EBG81hVhvTBkDToA7gtKbbp1Ecn_b-GHgMBrH7sM8S3of2xRb7Qfvq8LsGrjKI9CR2mSYHlisqf6lo7qKE41MR7UByNUfwoZ4L8/s1600/Img_06.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUPiQnkb6by4wTA7ZQVRdTsEL0ClnRCzG7gSLmnhde4EBG81hVhvTBkDToA7gtKbbp1Ecn_b-GHgMBrH7sM8S3of2xRb7Qfvq8LsGrjKI9CR2mSYHlisqf6lo7qKE41MR7UByNUfwoZ4L8/s1600/Img_06.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Noite fria, dia cansativo e uma vontade de ficar em paz comigo mesmo. Se não fosse o fato da minha conta bancária me permitir ir jantar fora, meu dia seria completamente desastroso. Vesti-me com o usual. Jeans, camisa, sapato, optei por um paletó quente a muito esquecido no guarda-roupa, meu companheiro chapéu e sai pela noite em busca de algum lugar para me alimentar. Deparei-me com um restaurante aconchegante incrustado em uma viela no centro da cidade. De fora, se eu tivesse passado mais rápido, nem o teria notado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estacionei meu carro relativamente perto do lugar e segui por uma calçada cheia de árvores e dificultosa de se caminhar. Quando entrei no restaurante, pude sentir todo o clima caseiro, misturado a um bar de bom gosto. O cheiro de caldo de feijão tomava o ambiente e me dizia que aquela era a sua grande especialidade. &lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Poucas pessoas, lugar relativamente grande pela localização. A máquina de música em um volume gostoso de ouvir tocava Ana Carolina enquanto as pessoas conversavam, sem a necessidade de estar aos berros. Uma garota jovem e bem apessoada dirigiu-se a mim e pediu meu paletó e meu chapéu, que prontamente lhe entreguei, e ela foi me encaminhou a uma mesa. Notei ser a única mesa vaga no restaurante, mas no momento, não teria muito com o que me preocupar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pedi o especial da casa, e a mesma moça que levou meu paletó e meu chapéu foi enviar o pedido à cozinha. Aquele lugar estava realmente muito gostoso. Era um misto de casa, com barzinho, com restaurante. Em pouco tempo a moça me traz uma cumbuca com caldo de feijão, que ainda borbulhava, tamanha a temperatura. Ajeitei-me e comecei a comer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já estava para terminar aquela maravilhosa refeição quando entra uma mulher linda no restaurante. Vestia um vestido coberto por um poncho levemente colorido em tons escuros, uma sandália de salto alto e lápis de olho pesado. A mesma moça que me atendeu foi em direção a ela e começaram a conversar. Eu, terminando meu jantar, observava a cena atentamente. Acredito que a garçonete tenha dito que não tinham mais mesas vagas, o que a fez esperar em um sofá logo na entrada. Chamei a garçonete e perguntei a ela sobre a moça, e a mesma me confirmou o que eu estava pensando. Disse a ela que não haveria problemas em dividir a mesa comigo e ela foi transmitir a mensagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim que a garçonete conversou com ela, a mulher pegou a bolsa e veio na minha direção. Eu estava limpando os lábios com um guardanapo quando ela estava sentando:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu já estou quase para terminar aqui. Logo te deixo em paz para jantar em paz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hoje não estou muito para janta. Só queria algo mesmo para me esquentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Existem várias coisas que podem assumir esse papel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu sei. Mas hoje realmente estou é mais precisando de um drink e afastar um pouco as coisas tristes do dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tristes? Desculpa. Meu nome é Dyas, e o seu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Layla. E não vamos falar sobre isso. Pelo que noto, já acabou seu jantar. Pode ir, sem problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Terminar? Só estou começando!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamei a garçonete, e a Layla arregalou seus olhos assustada por ver que eu não sairia da mesa. Pedi um Bourbon e, depois de um pouco de resistência, ela resolveu beber o mesmo que eu. O papo foi rolando, conforme os goles de whisky eram dados. Layla tinha acabado de perder o noivo. Iam se casar em dois meses, mas o encontrou na cama com outro homem. Lágrimas aconteciam, e eu, cachorro como sempre, a consolava de forma a trazê-la mais perto de mim. Ela me contou como tinha o conhecido, como eram as coisas entre eles, até mesmo sua vida na cama me contou. Eu, como bom ouvinte, me mantinha por perto, segurando sua mão por sobre a mesa e enxugando suas lagrimas com um guardanapo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cada gole os copos ficavam cada vez mais vazios e as verdades afloravam cada vez mais. Lagrimas não tinham mais espaço naquele rosto. Os sorrisos já eram presentes, motivados pelo malte e álcool do Bourbon. O que eram confissões de meros deslizes de namoro se transformavam em revelações mais quentes, do que gostávamos na cama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele papo quente nos deixava mais soltos, mais brincalhões. Vez ou outra as risadas dela encobriam o volume da música, a fazendo ficar envergonhada e rindo mais ainda. Ela estava muito mais bonita sorrindo daquele jeito. Eu me empolgava cada vez mais. Para dizer a verdade, eu me excitava em vê-la tão solta. Puxei minha cadeira e senti-me bem ao lado dela. Bebíamos e riamos como dois inconseqüentes, sem nos preocuparmos com o que tinha em volta. A garçonete até chegou a nos chamar a atenção, mas Layla ria como uma criança. A mão dela vez ou outra repousava sobre a minha coxa, sempre bem próxima ao meu pau, o que me deixava ainda mais louco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ficamos por lá tempo o bastante para sermos praticamente expulsos do restaurante por ele estar para fechar. Notei que ela estava zonza por conta da bebida e recomendei que fossemos no meu carro. Ela topou na hora. Fomos para o meu carro, e eu, como uma pessoa extremamente educada e preocupada com o estado de sua bebedeira, abri a porta do carro, e ela, rindo como sempre, entrou no carro e se ajeitou. Fui para o banco de motorista e ajeitei seu cinto, passando descuidadamente a mão pelos seus seios. Ela brincou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sabia. Me embebedou pra me pegar, né, senhor Dyas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu ri, e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não, moça. Te pegar seria delicioso, mas não desse jeito. Só vou te deixar na sua casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sai com o carro. Ela sorrindo e me olhando disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Que pena, Dyas. Eu adoro transar quando estou assim. Bêbada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isso não será muito certo, moça. Descanse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sabe o que eu nunca fiz, Dyas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O que, Layla?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E abrindo minha calça comigo dirigindo continuou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nunca chupei alguém num carro em movimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu até iria contê-la, mas a minha vontade de sentir a sua boca estava maior. Deixei, e ela carinhosamente abriu a minha calça e começou a acariciar a minha rola por cima da calça. Eu tentando dirigir sem me perder estava se tornando complicado. Ela beijava de leve meu pau duro por cima da cueca. Depois desaprisionou meu pau da e começou a me bater uma punheta lambendo a cabeça do meu pau. Para quem estava bêbada, estava realmente bem esperta. Ela me acariciava as bolas, e eu tentava me concentrar na rua. Os carros passavam rápido ao lado do meu. Alguns carros maiores conseguiam ver Layla com a cabeça indo e voltando no meu colo. Tiveram até alguns que emparelharam os carros para ver o que ocorria. Layla estava realmente despreocupada. Tirava os cabelos da frente, e continuava a mamar forte no meu cacete. Eu tentava não fechar os olhos com aquele boquete e me concentrar. Por sorte, chegamos à frente da casa dela:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lay... Chegamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela foi parando aos poucos, mas só para me dizer:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- E vai me deixar dormir sozinha? Sobe comigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensei um pouco, mas como ela precisava de companhia, resolvi ir junto. Guardei meu pau ainda úmido de saliva dentro da cueca e tentei fechar minha calça. Entrei no seu prédio e fomos ao elevador. Ficamos o esperando aos beijos quentes e apaixonados, como dois recém namorados. Quando o elevador chegou, entramos nos beijando como loucos. Foram as portas se fechar que ela me atacou, me jogando contra o espelho e se abaixando na minha frente voltou a abrir a minha calça e me chupar. Nem as câmeras do elevador a impediram de continuar aquele intenso boquete. Quando chegamos ao andar dela, ela não me deixou fechar a calça. Segurou meu pau como se fosse minha mão e a levou à porta do apartamento. Correndo, e cheia de vontade de me sentir por completo, procurava a chave da porta em seu molho de chaves. Quando encontrou, abriu a porta afoita e voltou a se abaixar na minha frente me chupando novamente, sem nem fechar a porta. Tentei andar alguns passos, e ela me acompanhava sem tirar o pau da boca. Depois de muita luta consegui tira-la do meu pau e ela voltou a beijar loucamente a minha boca. Fechamos a porta e fomos para a sala. Ela me jogou no sofá com violência e tirou a minha calça. Assustei-me com a forma que aquela mulher triste e amargurada tinha se transformado em uma devassa sem vergonha alguma. Sem a minha calça ela se apoiou nas minhas coxas e voltou a me chupar forte e com vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquela chupeta durou tempo o bastante para eu me acabar na boca dela, gozando horrores e a deixando com a cara e a boca cheia de porra. Ela passava com meu pau pela cara, pra espalhar ainda mais meu leite quente pelo seu rosto, boca. Gotas escorriam do seu queixo e caiam manchando seu poncho. Ela ainda continuava com cara de tarada, e se levantou tirando o vestido e o poncho ao mesmo tempo. Começou a me beijar e tirar o paletó, a camisa, me beijava o peito. Eu seguia ajudando, tirando o sapato, as meias, as calças, enquanto ela subia no sofá, com um pé de cada lado das minhas pernas e parava com a bucetinha na minha cara. Aquele odor maravilhoso me deixou excitado novamente, e com as duas mãos na sua bunda a puxei para a minha boca. A beijei a barriga, as coxas, a virilha, sua tatuagem de cavalo marinho. Lambia entre suas coxas e a bucetinha que sua calcinha clara denunciava estar bem molhada. Ela se apoiava na minha cabeça enquanto eu brincava entre suas pernas. Tirei a calcinha dela fácil, com uma ajudinha de suas pernas. Quando retornou com uma de suas pernas, acariciou o meu pau com um de seus pés, o que me deixou ainda mais excitado. Enquanto ela acariciava deliciosamente o meu pau com seus pés pequenos, eu buscava com a boca a sua xota molhada e bem depilada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela resolveu somente curtir minha boca e abriu bem as pernas novamente para que eu pudesse me deliciar. Apoiada na minha cabeça, olhinhos fechados, cabeça jogada para trás, tremia com cada passada de língua que eu dava na sua xota. Seus gemidos roucos tomavam a sala de forma deliciosa. Eu a chupando dava tapas na sua bunda, que estava inteira nas minhas mãos. A cada tapa, ela soltava um pequeno grito, que me deixava ainda mais excitado e me fazia bater mais, e mais gostoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha língua não parava um momento, e ela ficava cada vez mais excitada. Suas pernas bambeavam, e eu a apertava bem pela bunda, sem a deixar fugir da minha boca. Suas mãos me apertavam a cabeça, minha língua batia rápido no seu grelo, meus tapas ficavam cada vez mais fortes, até que ela se acabou na minha boca dando a primeira gozada intensa na minha boca. Ela tentava fugir, gozando como louca na minha língua, e eu a puxava pela bunda, sem lhe dar escapatória. Depois que senti seu grelo se acalmar, a soltei, e ela veio como uma fera, descendo do sofá, se virando de costas e sentando no meu colo, segurando meu pau para entrar com gosto na sua buceta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A hora que entrou, e do jeito que entrou eu vi até estrelas de tão rápido foi a sua sentada e o quão apertada ela era. Eu a peguei pelos peitos e fui massageando, enquanto ela, apoiada nos meus joelhos pulava com gosto, querendo me fazer gozar ainda mais e mais intensamente. Rebolando e jogando a cabeça para trás, ela gemia e chamaa pelo meu nome, pedindo cada vez mais. Eu, também delirando, a puxava e a chamava. Nossos corpos eram apenas um naquele momento. Sentia sua bunda batendo na minha pélvis e pouco depois sentia uma leve brisa pegando no meu pau até perto da cabeça, que ainda se mantinha dentro da sua quente e deliciosa buceta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava adorando a pegar desse jeito, mas eu a queria de quatro. A peguei praticamente no colo, sem tirar meu pau da sua buceta e a coloquei com as mãos no sofá. Ela, abrindo bem as pernas, me oferecia aquele buraco quente e gostoso. Eu, a pegando forte pela cintura, comecei a puxá-la com vontade. Ela, completamente cheia de vontade, se masturbava enquanto meu pau entrava e saia quente, rápido e duro. Layla só berrava. Eu gemia e enchia a bunda branca dela de tapas a deixando completamente vermelha. Já que ela queria fuder forte, a juntei pelos cabelos, e a puxava forte, sem perdão por ela ser pequena. Meu pau entrava e saia rápido, mal dava tempo de esfriar, e nossos corpos batiam como palmas, nos fazendo ficar cada vez mais loucos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu com um tesão enorme já não mais me controlava. Pouco me importava se alguém iria ouvir ou não. Ela gritava como louca. Provavelmente deveriam estar pensando que alguém estava a matando. Tirei minha rola de dentro da sua buceta e a joguei no chão, que com a vontade que eu estava, foi de forma violenta, quase a machucando. Ela deitada no tapete, ficou se masturbando, enfiando os dedos na buceta, me mostrando que ela queria ainda mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui em direção à ela, e pegando suas pernas, a coloquei em meus olmbros. Posicionei a minha rola e meti fundo. Ela fechou os olhos, gemendo muito, querendo cada vez mais a minha pica que entrava e saia com vontade. Minhas bolas batiam perto do seu cuzinho apertadinho, cuzinho aquele que resolvi pincelar com o dedo. Quando comecei a fazer aquilo ela gemia mais, mordia os dedos, não conseguia manter os olhos abertos. Notando aquele tesão no cu, resolvi meter minha rola enorme dentro daquele cuzinho apertado. O que a bebida não faz? Só encaixei minha rola na entrada do seu rabo e ele foi passando, com dificuldade, mas inteiro. Comecei a brincar, enfiando tudo, tirando quase tudo, enquanto os gemidos dela sumiam e se transformavam em um dedo mordido. Eu nem me preocupei com nada. Continuei enfiando até as bolas naquele rabo apertado. O dedo dela só parou de ser mordido quando comecei a massagear o seu grelo. Quando a encostei simplesmente berrou, e berrou alto. Começou a me chamar de filho da puta, de cretino, até me chamou pelo nome do seu ex namorado gay. Eu não sparava, continuava fodendo aquele cu e com os dedos circulava o seu grelo rápido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela acabou gozando novamente com as minhas carícias, e eu tive meu pau simplesmente sendo estrangulado pelo seu rabo apertado. Aquilo me fez urrar de dor e tesão. Ela rebolava, me puxava, me pedia mais e mais. Continuei sem perdão àquele botão apertado enfiando tudo e tirando tudo. Eu já sem agüentar mais, segurando o gozo como louco, tirei o pau do seu rabo quente, e ela me prendeu com as pernas, me fazendo ficar ali. Punhetei e de sacanagem, deixei escorrer na sua bucetinha. Ela recebeu meu leite quente e viscoso como uma verdadeira vadia, espalhando pela sua buceta, pelo seu corpo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estafada e ainda um pouco bêbada, acabou adormecendo. Eu, vendo a cena, senti um pouco de pena. A peguei no colo e a levei até a cama dela, onde a cubri e ela se aconchegou a um travesseiro grande que tinha por lá. A beijei a testa, peguei um pedaço de papel, anotei meu telefone e onde estava o carro dela. Sai de lá deixando o cheiro de sexo e meu perfume por todo o seu apartamento. Uau! Que noite!</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/esquecendo-magoas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUPiQnkb6by4wTA7ZQVRdTsEL0ClnRCzG7gSLmnhde4EBG81hVhvTBkDToA7gtKbbp1Ecn_b-GHgMBrH7sM8S3of2xRb7Qfvq8LsGrjKI9CR2mSYHlisqf6lo7qKE41MR7UByNUfwoZ4L8/s72-c/Img_06.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-5674496788623089973</guid><pubDate>Mon, 13 Dec 2010 11:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-13T03:09:33.681-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Despedida de solteiro</category><title>Despedida de solteiro</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoOeGyEmhoqUY6znrgXHrUvgTCkcPT46jfcrgUMg_VaSuwtlWint3ja8i8aZVqBc621KTeFm21mNp6dwxFVWfPo1muDBu2oVhvo78JkPLuevxBByqVVRNsFIh4-QhuTHH0iNiWbqYmVzxW/s1600/Img_05.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoOeGyEmhoqUY6znrgXHrUvgTCkcPT46jfcrgUMg_VaSuwtlWint3ja8i8aZVqBc621KTeFm21mNp6dwxFVWfPo1muDBu2oVhvo78JkPLuevxBByqVVRNsFIh4-QhuTHH0iNiWbqYmVzxW/s1600/Img_05.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Domingo chato em casa, resolvi sair para assistir um filme no cinema. Na época, Efeito Borboleta ainda estava em cartaz, mas quase para sair, então era o filme que do qual teria menos pessoas. Escolhi esse mesmo e fui para a sala. Sentado sozinho, olhando para a tela sem nada e pensando na vida, nem me dei conta de que três mulheres se sentaram atrás de mim. Muito festivas, davam risada de tudo. Imaginei que todas estavam drogadas. Não dei muita bola e continuei na minha.Quando as luzes se apagaram, mesmo com as poucas pessoas que entraram na sala, não subiam até onde estavam nós quatro. Elas continuavam a sua festa, e eu começava a ficar irritado pelo fato. O filme começou e nem assim elas paravam&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;. Como eu estava tentando prestar atenção no filme, não entendi muito o início do papo. Só ouvia o seguinte:&lt;br /&gt;
- Vai lá! Você prometeu que faria isso! Agora a gente quer ver.&lt;br /&gt;
- Para! Eu estava brincando! Não vou fazer isso aqui!&lt;br /&gt;
- Ah menina! É seu último dia de solteira! Você tem que aproveitar! Vai ser a última aventura que vamos aprontar juntas, vai!&lt;br /&gt;
- Gente, para! Ele deve estar ouvindo! E não, não vou fazer isso!&lt;br /&gt;
- Se você não fizer, conto pro teu noivo do Gustavo, hein?&lt;br /&gt;
A moça que estava sendo colocada contra a parede pelas duas parou e pensou. Eu, naquele momento, já estava entendendo alguma coisa, mas me fiz de desentendido.&lt;br /&gt;
- Ta bom... Eu faço... Mas se não der certo, não me culpem depois! E aliás, morre aqui, viu!?&lt;br /&gt;
- Lógico! Segredo de amigas! Agora vai e realiza tua fantasia!&lt;br /&gt;
Eu não entendia nada do que ocorria. Continuei quieto, olhando para a tela, quando a garota apareceu do meu lado, falando no meu ouvido:&lt;br /&gt;
- Oi. Desculpa chegar assim, estou morrendo de vergonha, mas qual teu nome?&lt;br /&gt;
- Dyas... E o... – Nesse momento uma das moças que estavam logo atrás me interrompeu.&lt;br /&gt;
- Moço. Vou falar a verdade! Ela está envergonhada, mas viemos aqui para que a nossa amiga pegasse um cara no cinema. E meus parabéns, você foi o escolhido. Pronto, sua boba, agora é só contigo.&lt;br /&gt;
Eu olhei para a cara dela, e ela abaixou o rosto. Pude notar seu rosto completamente corado. Olhei para suas amigas e vi o olhar de aprovação das duas. Voltei àquela moça, e levantei o rosto dela com um dos dedos e a beijei. O beijo dela começou tímido, pequeno, e em menos de dois minutos começou a me beijar de verdade. As duas esqueceram do filme, e ficaram assistindo. A moça que estava comigo perguntou à elas:&lt;br /&gt;
- Gente! Vocês vão ficar assistindo, é?&lt;br /&gt;
- Lógico! Esse filme a gente já viu. Acho que vai ser mais interessante o que vai acontecer aqui, não é amigo?&lt;br /&gt;
- Olha. Se depender de mim, pode ficar interessante para nós todos.&lt;br /&gt;
- Não se empolga, vai! É a nossa amiga que está casando.&lt;br /&gt;
Eu ri, junto com elas. A única que ainda se encontrava um pouco séria, e com cara de preocupada era a moça que estava comigo. Voltei a beijá-la, ela tímida ia correspondendo devagar. A língua lisa e macia dela acariciava a minha. Suas mãos envolviam minha nuca, e as minhas se perdiam em meio aos seus cabelos lisos. Os beijos tímidos dela já começavam a ser mais entregues, e suas amigas esquentavam mais o clima.&lt;br /&gt;
- Ah moço! A gente quer ver ela fazendo tudo! Coloca a mão aqui, ó!&lt;br /&gt;
E pegando a minha mão, a levou para os seios da moça. Sem parar de me beijar, ela respirava mais fundo ao sentir minhas mãos um pouco ásperas e pesadas nos seus macios seios. A outra amiga dela complementava:&lt;br /&gt;
- Cíntia! Coloca a mão no lugar certo!&lt;br /&gt;
E debruçando sobre a cadeira, pegou a mão dela e pressionou sobre o meu pau. Notei a respiração dela mais ofegante ainda. Notando aquilo, resolvi seguir do meu jeito, e desabotoando a sua blusa e afastando seu soutien, enchi minha mão em um de seus seios. Ela suspirou alto, apertou mais um pouco meu pau, agora com a sua mão completamente livre e seguindo sob suas próprias ordens. A minha mão suavemente apertava aqueles seios, e ela por cima da minha calça, acariciava minha rola. Os beijos tímidos se tornaram beijos completamente pecaminosos. Suas amigas já nada mais falavam. Só assistiam, debruçadas sobre nossas cadeiras.&lt;br /&gt;
Resolvi libertar meu pau de dentro da cueca. Abri minha calça, tirei meu pau da cueca e voltei com as minhas mãos para os seios dela. Ela agarrou o meu pau e começou a me punhetar ao som do “Nossa” das duas olhando as mãos dela no meu pau.&lt;br /&gt;
Aquela mãozinha leve e macia subia e descia devagar na minha rola. As vezes parava um pouco com a mão, para se concentrar no beijo, mas percebia e voltava com a mão.&lt;br /&gt;
- Menina! Acabamos acertando, hein? Que inveja de você!&lt;br /&gt;
- Cai de boca, menina! É a última que você vai ter sem ser do teu marido! Aproveita!&lt;br /&gt;
- É, menina! Abocanha esse pirocudo!&lt;br /&gt;
Ouvindo aquilo o tesão subiu à cabeça, tanto em mim, quanto nela, que começou a me beijar o pescoço, o peito, a barriga, e praticamente deitada no meu colo começou a me chupar. Ela tinha um jeitinho todo meigo de me chupar. Com a cabeça encostada na minha barriga, subia e descia sua boca aveludada na minha rola. As duas meninas cochichavam entre si, e eu aproveitando daquela deliciosa gulosa, com os braços esparramados na poltrona do cinema. A Cíntia segurava meu pau com firmeza, mas de forma deliciosa, e sugava a cabeça do meu pau. As duas olhavam orgulhosas da sua amiga, mas não escondiam o tesão do que estava ocorrendo. Aquela língua. Aquela boca. Aquela sensação de perigo do lanterninha acabar aparecendo. Tudo aquilo formava o cenário do filme ao vivo que as duas assistiam. A Cíntia, me chupando, ficava cada vez mais louca, e parecia querer minha porra na sua boca. Eu gemia baixo, ainda mais para não chamar a atenção das outras pessoas e estragar aquela brincadeira deliciosa. Eu não queria ficar atrás, e como estava sendo o presente de casamento dela, comecei a buscar a sua bucetinha sob a sua mini-saia, que pela posição dela, já me deixava ver, apesar da pouca luz, sua calcinha vermelha transparente.&lt;br /&gt;
Safadamente comecei a usar um dedo na sua xota. Ela apertava ainda mais o meu pau e chupava com muito mais vontade. Continuei acariciando aquele grelo completamente molhado, deixando sua calcinha de lado. Suas amigas já não mais falavam nada. Só prestavam atenção aos movimentos dos meus dedos, e ao movimento da cabeça dela, sugando a minha rola e me massageando as bolas. Aquela posição se tornava cada vez mais incômoda, e eu naquele momento queria e muito foder aquela buceta. Cochichei no ouvido dela:&lt;br /&gt;
- Que tal sentar no meu colo? Não vejo um presente completo se você só chupar a minha rola.&lt;br /&gt;
Ela não pensou duas vezes, levantou, e suas amigas ficaram sem entender muita coisa. A Cíntia afastou sua calcinha de lado, segurou o meu pau e sentou. Uma das amigas dela, a mais safadinha, resolveu mudar de lugar, e veio sentar de frente para a gente. A outra demorou um pouco, mas se posicionou também à nossa frente. Resolveram realmente esquecer do filme e assistir à sua amiga. Ela rebolava e pulava apoiada nos meus joelhos. Os olhos das suas amigas brilhavam vendo meu pau aparecer e sumir da buceta dela. E a Cíntia realmente era uma mulher que sabia de sexo, apesar de tímida. Ela rebolava, se jogava contra o meu corpo, puxava minhas mãos para os seus seios, e sob proteção das amigas, não se preocupava com nada. Só queria gozar no meu pau. O suor, apesar do ar condicionado era visível e aparente. Minhas costas já estavam molhadas, os cabelos dela, úmidos como sua buceta. O calor tomava conta inclusive das duas. Pude até notar uma delas passando a mão nos seios enquanto sua amiga levava rola. Eu, já descontrolado, a empurrei de uma forma que ela se apoiasse na cadeira delas, e de pé, comecei a meter por trás dela. As amigas perguntavam:&lt;br /&gt;
- Ta gostoso Ci? Como é que ta seu presente?&lt;br /&gt;
- Vai Ci... Goza o teu presente!&lt;br /&gt;
Eu não acreditava naquele trio, e enquanto eu fodia a buceta da Cíntia, imaginava por onde elas tinham passado. O que já tinham aprontado. A mais safadinha ainda levantou e veio para o meu lado. Ela gostava de ver uma pica entrando e saindo de uma buceta, mas na hora a Cíntia deu o que seria um chute, e gemendo baixinho dizia:&lt;br /&gt;
- O pre...presente é só...sóóó.. meu.....&lt;br /&gt;
E assim, senti sua buceta trancando, suas pernas bambeando, sua respiração pesando ainda mais e aumentando de velocidade. Me empurrando de volta para a cadeira voltou a me chupar, e me chupava realmente forte. Queria o seu líquido viscoso na boca de presente. Eu não queria gozar aquela hora, mas aquela boca me chupando tão rápido, suas mãos trabalhando nas minhas bolas e me batendo uma punheta e a as cara de felina vagabunda faziam minha porra chegar mais rápido e impossível de se controlar. Aquele boquete já durava quase cinco minutos quando saiu o primeiro jato, que ela, muito bem treinada, engolia com avidez, e sem diminuir a velocidade da punheta e das carícias nas minhas bolas, ia engolindo jato a jato de porra, sem deixar escorrer nenhum pouquinho para o canto da boca. Depois daquela gozada maravilhosa, pedi licença às três e fui ao banheiro. Elas sentaram e começaram a rir baixinho entre elas, enquanto a Cíntia se ajeitava. Quando eu estava saindo do banheiro, as três saiam da sala. Passaram por mim como se eu fosse um desconhecido. Achei estranho, mas como elas só queriam alguém para realizar a fantasia dela, tive aquela sensação de dever cumprido. Quando cheguei na minha cadeira, para minha surpresa, um bilhete:&lt;br /&gt;
- Você deixou cair seu celular. Me liga daqui há pouco para vir buscar. Tenho mais algumas fantasias à realizar. Beijos, Cíntia.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/despedida-de-solteiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjoOeGyEmhoqUY6znrgXHrUvgTCkcPT46jfcrgUMg_VaSuwtlWint3ja8i8aZVqBc621KTeFm21mNp6dwxFVWfPo1muDBu2oVhvo78JkPLuevxBByqVVRNsFIh4-QhuTHH0iNiWbqYmVzxW/s72-c/Img_05.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-1958487126953422693</guid><pubDate>Mon, 13 Dec 2010 10:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-13T02:43:09.008-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Brincadeira de adulto</category><title>Brincadeira de adulto</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZwJTilDf41prYO3-ErcscITA64Q8aqq06QlxIqAHmgAGLa93MC-6X_YWOO8vDXEIjnCtQbGDuUR5iHQYjJozNMMnKhPmzw4dCUy1N245wPxr4J3dAeOOzjVoPayeskJ9YB2HS-m5yrLiO/s1600/Img_04.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZwJTilDf41prYO3-ErcscITA64Q8aqq06QlxIqAHmgAGLa93MC-6X_YWOO8vDXEIjnCtQbGDuUR5iHQYjJozNMMnKhPmzw4dCUy1N245wPxr4J3dAeOOzjVoPayeskJ9YB2HS-m5yrLiO/s1600/Img_04.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Estava combinando com os amigos aquela cerveja do sábado à tarde quando meu telefone tocou:&lt;br /&gt;
- Alô!?&lt;br /&gt;
- Dyas? É a Naty, tudo bom?&lt;br /&gt;
- Tudo Naty! O que manda de bom?&lt;br /&gt;
- Sabe o que é... Eu comprei um home theater novo, mas preciso de ajuda pra instalar. Você pode vir aqui me dar uma força?&lt;br /&gt;
- Com certeza, Naty! 15 minutos estou aí!&lt;br /&gt;
Avisei aos meus amigos que eu me atrasaria e fui à casa dela. Admito que fui por outros interesses. Sempre tivemos um papo mais quente desde que nos conhecemos, mas nunca tivemos oportunidades de colocar em prática certas coisas que falávamos. Cheguei lá e toquei a campainha. Fui recebido por ela bem a vontade. Ela veio saltitante, e seus seios pulavam sob uma leve blusa de alcinhas.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt; Me pediu para entrar e não reparar a bagunça, pois seus pais tinham ido viajar. Mesmo no alto dos seus 23 anos, ainda morava com os pais. Ela queria ainda um motivo bom para sair de casa, e lá ela tinha tudo do bom e do melhor. Meus mais impuros pensamentos me tomaram de forma descomunal, mas me controlei para não fazer merda ali e matar aquela amizade tão gostosa que tínhamos.&lt;br /&gt;
- Tudo tá aqui, mas é tanto cabo, tanto fio que eu fico perdidinha!&lt;br /&gt;
Eu ri e disse:&lt;br /&gt;
- Ok. Vamos ver o que ocorre aqui. Mas vou querer algo em troca. Acha que vou fazer todo esse serviço de graça?&lt;br /&gt;
- Sabia que você iria pedir, safadinho. Prometo assistir um filme depois que terminarmos tudo aqui então.&lt;br /&gt;
- Não me vem com comédiazinha romântica não!!Eu escolho!&lt;br /&gt;
Ela riu muito a hora que falei, e insistiu para que ela escolhesse o filme. Depois de muita insistência, com todos os flertes, deixei que ela escolhesse e comecei a trabalhar.&lt;br /&gt;
Menos de 15 minutos tudo já estava em seu devido lugar.&lt;br /&gt;
- Pronto, gatinha! Tudo no lugar. Agora vou indo nessa e...&lt;br /&gt;
- Ah! Espera um pouquinho... Pode pegar uma caixa pra mim no meu quarto? É que está alto, a escada é pesada...&lt;br /&gt;
- Já tá abusando, né? Tá bom... Eu pego. - Sorrindo para ela&lt;br /&gt;
Fui até o quarto, e na ponta dos dedos fui puxando a caixa que estava em cima do seu guarda-roupa. Ela me pediu para tomar cuidado para não derrubar. Até brinquei que ia derrubar, mas ela estava tão feliz de eu ter pegado a caixa que nem se tocou disso. Quando eu disse novamente que ia embora, ela insistiu para que eu ficasse, e disse que tinha até alugado um filme para ver comigo e que por isso tinha me chamado lá. Pensei comigo: &quot;Porque não?&quot;&lt;br /&gt;
- Só não me vem com Sinfonica de Amor, ou aquela série lá que você assiste, a tal da Glitter Girls!!&lt;br /&gt;
- É Sintonia de Amor e Gilmore Girls, seu bobo! Mas não é não... Você vai gostar desse que eu aluguei.&lt;br /&gt;
E fomos para a sala. Ela com a caixa na mão debaixo do braço, no caminho pega uma caixa de DVD e continuou caminhando, rebolando na minha frente, com os cabelos amarrados no estilo rabo de cavalo. Seus cabelos balançavam conforme andavam, passeando de lá pra cá pela sua cintura.&lt;br /&gt;
Quando chegamos na sala eu me joguei no sofá. E ela foi colocar o DVD para tocar. Quase de quatro, começou a tentar usar o aparelho. Como tecnologia não era o forte dela, ao menos eu acho, demorou um bom tempo até conseguir abrir a gaveta. Eu me deliciava com aquela visão da sua bunda praticamente formando um coração na minha frente. Comecei até pensar que fosse de propósito, mas como tínhamos intimidade, não quis simplesmente atacá-la. Fiquei numa boa, de pernas cruzadas, excitado por ver a cena e com os braços abertos, sentado bem no meio do sofá.&lt;br /&gt;
Ela me pediu para esperar, para não colocar o DVD para rodar, pois queria ir ao banheiro. Pegou algo da caixa que eu não vi e foi. Fiquei olhando pela sala. Dois sofás bem luxuosos, uma tela gigante de LCD com um rack cheio de DVDs e aparelhos. Uma mesa de centro de vidro com frutas artificiais. Se eu for ficar descrevendo o que vi por lá, fico o dia todo. Não demorou muito e ela voltou saltitante, como sempre. Desligou as luzes, pegou o controle remoto, se jogou do meu lado e colocou o filme pra rodar. Não demorou muito e vi o símbolo da Private na tela. Eu olhei para o lado com cara de assustado, e ela com os olhos fixos na tela. Chegou no menu principal, e eu já estava coçando a nuca, sem entender o que estava acontecendo. O menu mal apareceu, e ela colocou o filme para rodar. Com meus braços atrás dela, comecei a descer a minha mão, e a acariciar um de seus seios, enquanto o filme passava. Ela, só se ajeitava para que minha mão tivesse maior facilidade para a massagem. Sentia através da sua blusinha fina, seu mamilo pontudo e ereto, enquanto na tela, um negão e uma morena de cabelo com rabo de cavalo estavam se beijando. Ela colocou a sua mão em cima da mão que estava massageando o seu seio. Enquanto eu apertava de leve, ela ia acariciando a minha mão.&lt;br /&gt;
O filme continuou rolando, e a moça começou a chupar o negão. Profissional do ramo, ela engolia a rola toda do cara, e o negão não era, assim digamos, pequeno. A atriz engolia até as bolas batendo no queixo dele. Brinquei com a minha amiga:&lt;br /&gt;
- Natty... Consegue fazer o mesmo?&lt;br /&gt;
- Hmmmm... Só tentando... Vc deixa, Dyas?&lt;br /&gt;
- Por que não pediu antes? Lógico! Afinal, para que servem os amigos?&lt;br /&gt;
Ela riu, e me beijou a boca, enchendo a mão com o meu pau por cima da calça. Retribui o beijo, a abraçando, e a trazendo para bem mais perto. Ela massageava meu pau por cima da minha calça me fazendo delirar de vontade. Sem parar de me beijar, ela foi abrindo minha calça, e tirando meu pau da cueca. Quando olhou pra ele, disse:&lt;br /&gt;
- Nossa! Não tá devendo nada pro negão do filme, hein? Por que não me mostrou antes isso tudo, seu cachorro?&lt;br /&gt;
- Eu quis, mas você ficava de cu doce!&lt;br /&gt;
- Hmmmmm... Mas hoje vou te recompensar. Você vai ver.&lt;br /&gt;
E começou a chupar meu pau. Com a boca bem aberta, foi descendo até onde ela conseguia e fechando a boca ia subindo devagar até chegar na cabeça. Aquilo me deixou zonzo de tesão. Ela chupava muito bem. Botava a atriz no chinelo. Estava uma delícia ver aquela tesuda no filme fazendo aquele boquete, e sentir aquela deliciosa me fazendo. Foi quando meu telefone tocou, e ela nem aí, continuou me chupando. Quando vi o número, identifiquei que era de uma ficante fixa que eu tinha. Não sabia o que fazer, se deixava tocar ou atendia. Resolvi atender:&lt;br /&gt;
- Oi Lais, tudo bom, linda?&lt;br /&gt;
E parece que aquela delicinha gostou da coisa, e começou a me chupar mais forte ainda, como se quisesse tirar gemidos comigo ao telefone. Eu tentando falar com a menina, e a Natty não deixava de forma alguma. Aquilo me excitava mais ainda, e quis prolongar o papo:&lt;br /&gt;
- Eu? Eu tô na casa de um amigo meu tomando umas cervejas.&lt;br /&gt;
- Baru..Barulho?? Hahaha Os caras colocaram um pornô aqui prá rodar. Daqui a pouco começa o futebol!&lt;br /&gt;
- Hmmmmmmm que delicia... Essa cereja!! Essa cerveja está maravilhosa. - Nesse momento olhei pra ela, e ela sorrindo lambia a cabeça do meu pau.&lt;br /&gt;
- Hey.. Tenho que desligar. Te ligo depois, pode ser? Tá!!Até!!Tchau!!&lt;br /&gt;
Desliguei o telefone e ela tirou a boca do meu pau e se levantou.&lt;br /&gt;
- O que foi? Quer que eu ligue para alguém?&lt;br /&gt;
- Não. Quero te fazer desmaiar.&lt;br /&gt;
- Como assim, menina, tá louca?&lt;br /&gt;
- Não.&lt;br /&gt;
E vei na minha direção com um frasquinho azul que tinha tirado da caixa. Confesso que tive um pouco de medo, mas não poderia abaixar a guarda ali. Me mantive ereto e confiante. Ela pingou algumas gotas daquele líquido no meu pau, e voltou a me chupar. Confesso que a sensação daquele líquido tocando o meu pau foi bem prazerosa. Ela continuava subindo e descendo com a boca no meu pau e espalhando bem aquilo que ela passou. Até então não tinha entendido o porque daquilo, quando ela levantou a cabeça um pouco e assoprou. Juro que fui pra Jupiter e voltei. Aquilo gelou o meu pau de tal forma que estava o dobro do tamanho! Sozinhos na casa dela, gemi alto, e ela ria, adorando me ver daquele jeito.&lt;br /&gt;
- Gostou, é, safada?? O que é isso que você passou no meu pau? - Falei, melhor, tentei falar.&lt;br /&gt;
- É só um gelzinho. - Falou lambendo meu pau e olhando nos meus olhos, sempre sorrindo.&lt;br /&gt;
Aquele boquete estava me deixando louco! Além de me fazer sentir, parecia retardar a minha gozada. Ela ficou um bom tempo me chupando, e eu me segurando no sofá. Até que uma hora eu perdi o controle e parti pra cima dela. A joguei no meio da sala e arranquei o short com a calcinha junto numa só de forma violenta e cai de boca naquela buceta. Ela, não se fez de rogada e continuou chupando meu pau. Lambia todo, lambia minhas bolas, mordia. Ela queria meu pau se desmanchando na sua boca. Eu, com aquela buceta na minha boca, delirava de tesão, quando percebi um gosto diferente. Me parecia uva. E era uva. Quando comecei a sentir aquele gosto delicioso da buceta dela, ela simplesmente largou o meu pau e grudou com as unhas em mim, gemendo muito alto. Aquilo me deixou com mais vontade ainda, e me fez chupar muito mais forte, lambendo o grelo, mordendo os lábios, tentando tirar todo aquele gel de uva da buceta dela, ela berrando, se agarrando no tapete, me arranhando, mordendo os dedos. Meu pau batia de leve na cara dela conforme eu ia chupando aquele mel delicioso. Ela, depois de voltar ao normal, agarrou a minha pica e me chupou com tanta vontade que pensei que me engoliria. Ela foi me virando para eu ficar por baixo. Quando acabou de se virar, aquele líquido da bucetinha dela começou a descer mais fácil, e ela conseguia engolir muito melhor o meu pau. Aquilo ia me deixando louco, e o gel não parava de fazer efeito, meu pau com a cabeça já brilhando, aquela bunda maravilhosa rebolando na minha cara, aquele gosto de uva na minha boca. Estávamos loucos de tesão, vontade, desejo. Dois loucos querendo gozar.&lt;br /&gt;
Depois que aquele líquido delicioso acabou, olhei para a tela, e a mulher estava cavalgando no pau do negão. Ela não tirava o meu pau da sua boca, chupava como se quisesse realmente acabar comigo. A chamei e falei:&lt;br /&gt;
- Que tal a gente copiar?&lt;br /&gt;
- Hmmmmm... Delícia!!!Senta, safado!!&lt;br /&gt;
Me sentei e ela veio abrindo um pacote e tirando a blusa. Quando vejo, ela estava com um anel transparente de silicone na mão. Que mulher! Ela tinha praticamente uma sexshop em casa. Pegou o anel, o esticou bem e colocou no meu pau. Aquilo deixou meu pau realmente 2 vezes mais grosso. A safada gostava de rola grossa mesmo. Virou de costas e foi se sentando, mas ficou de lado para que eu também pudesse ver o vídeo. Aquela putaria rolando naquele telão, e aquela morena deliciosa cavalgando na minha rola só conseguiu me deixar com mais e mais tesão. Até que a mulher no filme tirou a rola do negão da buceta e foi sentando com ela no cú. Olhei para a cara dela, e ela estava lá, delirando coma minha rola na buceta, subindo e descendo, passando com os dedos no grelo e gemendo feito louca. Eu não queria cortar aqui. Estava adorando ela cavalgando e rebolando na minha pica, mas aquele rabo me chamava. E para meu delírio, ela olhou pra tv, se apoiando com as mãos no meu joelho e subindo e descendo devagar. Conforme ela olhava, ia se mexendo cada vez mais devagar, como que se estivesse tomando coragem para algo. Ela se levanta e vai em direção à sua &quot;Caixa mágica&quot; e retorna com um tubo. Espreme nas mãos e passa em todo o meu pau, olhando pra minha cara.&lt;br /&gt;
- O jogo é fazer tudo o que manda o filme, né?&lt;br /&gt;
- O jogo é esse mesmo, tesuda.&lt;br /&gt;
- Então vamos seguir as regras do jogo.&lt;br /&gt;
E foi sentando de novo na minha rola. Mas dessa vez, usando o cuzinho. Mesmo com o lubrificante estava difícil de passar. Aquele anel deixava meu pau realmente mais grosso. Ela continuou forçando, até que a cabeça passou. Ela gemeu alto, mas continuou corajosa, deixando passar tudo, mas devagarinho. Eu sentia aquele cuzinho passando realmente apertado no meu pau, e ela mordendo os lábio, procurando forças para conseguir fazer seu cu engolir todo o meu pau. Ela ia de pouco em pouco subindo e descendo. Cada vez que descia, o rabo dela engolia mais um centímetro da minha rola. Em pouco tempo meu pau já estava completamente dominado por aquele cuzinho apertado e quente. Ela se mexia, rebolava, cavalgava gostoso, e eu a abraçando, massageando seus seios, comendo gostoso aquele rabo. Ela gemia, berrava, e eu mordia sua nuca, estapeava a sua bunda. O filme continuava rolando, e a morena ficava de quatro. Ela olhou pra mim, sorriu e se colocou em posição. Fui por trás e a juntei pela cintura, metendo a rola no cu, sempre mantendo a fidelidade ao filme, claro! Ela até colocou as pernas do mesmo jeito como no filme. minha rola ia e voltava naquele cuzinho já com o formato perfeito. O formato da minha rola. Ela gemia gostoso. E como gemia. Berrava meu nome, pedia para fuder mais e mais, e eu delirava, a puxando pelos cabelos. Enfiava tudo, sem nem um pingo de piedade. Se o jogo era seguir o filme, então vamos segui-lo. No filme o negão estava pegando a morena com tal violência, que ela demorava até para gemer. Me posicionei de um jeitinho que dava para maltratá-la gostoso e comecei a puxá-la cada vez mais forte e mais rápido. Aí ela se pôs a berrar e agarrar o tapete como se fosse um animal. Sentia o cu dela piscando a cada bombada, e pude ver ela pingando da buceta. Eu a estava realmente maltratando, e fudendo realmente com vontade. Sem nenhuma pena daquele cuzinho. eu queria todas aquelas pregas perdidas pelo meu pau.&lt;br /&gt;
Quando olho o vídeo, o negão estava pegando a morena de frango assado. Ela não estava vendo o filme. Porque não comer aquele cuzinho um pouco mais? Continuei a fuder aquele rabo, até quando ela percebeu o filme:&lt;br /&gt;
- Você tá roubando. - Disse ela gemendo com meu caralho no cuzinho dela&lt;br /&gt;
- Aé, minha vadia? quer que eu tire então?&lt;br /&gt;
- Não, gostoso!!Fode o meu cu que eu tô adorando isso! Negão tesudo!&lt;br /&gt;
- Assim que eu gosto! Quem te fode gostoso?&lt;br /&gt;
- AIII...Você, delícia!!&lt;br /&gt;
- Vai continuar negando trepar comigo, putinha?&lt;br /&gt;
- Não!!Não!! Você é muito gostoso!!Me fode!!Me come!! Me faz gozar mais!! Perdi as contas de quanto gozei, seu puto!!&lt;br /&gt;
E continuei naquele rabo gostoso. Mas a bucetinha dela também era muito boa de comer. Eu tirei minha rola de dentro daquele cu e ele estava do formato da minha rola. Redondo, bem largo. Eu iria começar a fuder a buceta dela, quando ela viu a tv. E notou que a morena tinha pegado um vibrador. Esse vibrador estava enfiado no cu dela enquanto ela cavalgava com a buceta no pau do negão. Ela me olhou com uma cara de tarada, e foi prá caixa. Desacreditei quando ela me volta com um vibrador bem parecido com aquele do filme. Ela me deu o vibrador e ficou de 4, rebolando a bunda chamando para que eu brincasse com aquele vibrador do tamanho do meu pau no rabo dela. Me sentei do lado dela, acariciei a sua bunda e dei um belo de um tapa. Ela gemeu alto, e comecei a introduzir seu brinquedo no rabo dela. Ela já não mais sentia dor. Só prazer em estar com aquele brinquedo atrás. Mas, fidelidade ao filme!&lt;br /&gt;
Deitei ao lado dela, e ela, com o vibrador enterrado no cu, veio cavalgar na minha pica. A buceta dela estava 2 vezes mais apertada com aquele vibrador no cu. E minha rola, do mesmo jeito. Aquilo fez com que os dois explodissem de tesão. Tentávamos nos mexer, meu pau ia e voltava naquela buceta apertada e toda molhada. Ela gemia, me beijava, me mordia, jogava o corpo para trás, e nesse momento comecei a sentir a minha porra vindo apertada por conta daquele anel. O negão gozava no filme. Gozou na boca da atriz e ela engoliu tudo, mas antes, mostrando toda a porra na boca. Eu continuava fodendo aquela buceta e sentindo minha porra chegando. Aquela sensação estava tão intensa que resolvi não me preocupar com o fato de que estava para gozar e resolvi meter mais forte. A puxava com gosto, nossos corpos se batiam com força. O barulho ecoava pela sala. O som da tv excitava ainda mais. Tudo excitava ali, até que notei que não mais iria aguentar. Sai debaixo dela, e ela, ainda como vibrador no rabo veio me chupar. Tudo para seguir o script.&lt;br /&gt;
Me boqueteou gostoso. Me lambia das bolas a cabeça. Passava com a minha pica por dentro das bochechas. Ela sim deveria resolver virar atriz pornô. Não demorou muito para que eu gozasse. E gozei muito! Nunca vi tanta porra saindo da minha rola. E ela ia tentando engolir tudo, mas grande parte acabou escorrendo pelo seu corpo, que ela fez questão de espalhar como creme. Com cara de vadia, olhava para a minha cara, enquanto tomava as últimas gotas de porra da minha rola. Eu não conseguia pensar em mais nada além de &quot;Puta que o pariu, que tesão&quot;. Ela continuava olhando para a minha cara, e lambendo meu pau. Eu a olhava sorrindo, aquele sorriso safado de homem saciado.&lt;br /&gt;
Depois dessa aventura, nos tornamos amigos bem mais próximos. E ela tinha mais brinquedos ainda a me mostrar, que acabou me mostrando depois. Mais pra frente eu conto como foi.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/brincadeira-de-adulto.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiZwJTilDf41prYO3-ErcscITA64Q8aqq06QlxIqAHmgAGLa93MC-6X_YWOO8vDXEIjnCtQbGDuUR5iHQYjJozNMMnKhPmzw4dCUy1N245wPxr4J3dAeOOzjVoPayeskJ9YB2HS-m5yrLiO/s72-c/Img_04.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-5729211519757010404</guid><pubDate>Mon, 13 Dec 2010 07:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-12T23:11:35.686-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Caindo em boas armadilhas</category><title>Caindo em boas armadilhas</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiy_xV6XUIuiI2MCMvVh5G16Aafg7R7waZ0m_yvUYcUpuTaTiTO8qd86gKmGk1dXEIfkM0v5PtcjQFcBve_PluXUCSoXJtLESmMGIS8vb1DjgmONFvgCNRE1LAad3-O7Jh4IpYzGi6rTjoA/s1600/Img_03.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiy_xV6XUIuiI2MCMvVh5G16Aafg7R7waZ0m_yvUYcUpuTaTiTO8qd86gKmGk1dXEIfkM0v5PtcjQFcBve_PluXUCSoXJtLESmMGIS8vb1DjgmONFvgCNRE1LAad3-O7Jh4IpYzGi6rTjoA/s1600/Img_03.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Trabalhar em suporte técnico de computadores por muitas vezes te obriga a ir para a casa do cliente para resolver o problema lá. O local onde eu trabalhava exigia sempre uma boa vestimenta. Terno, gravata, ferramentas e notebook na maleta. Tudo extremamente voltado a quem queria e tinha como pagar um ótimo atendimento personalizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu dia estava completamente sossegado. Já tinha feito um atendimento pela manhã e realmente não estava com vontade de sair para atender mais. Foi quando o telefone tocou me chamando para resolver o problema do servidor de um banco. Fiquei puto da vida, pois queria ficar sossegado naquela tarde, mas, como era uma emergência, me encaminhei para lá.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Quando cheguei fui logo barrado na porta. Também pudera, com o enorme número de materiais contendo metal na minha maleta não era de se esperar nada diferente. Foi quando eu tentava dar um jeito de passar pela porta que minha amiga já de longa data apareceu e me tirou daquela enrascada:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pode deixar passar! Esse é o técnico que eu chamei!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Juliana!?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Dyas! Quanto tempo, hein? Venha! O servidor parou e precisamos de uma ajuda!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ta trabalhando aqui? Toda bonita, hein?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ah Dyas! Você sempre galante! Comecei esses dias. Ainda bem que guardei o teu cartão. Estou cuidando da área tecnológica. Agora venha! Precisamos dar um jeito nisso, senão minha cabeça vai pelos ares!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguimos por dentro do banco de forma rápida. Ela foi à minha frente toda imponente. Blazer, saia, salto alto, e eu garboso no terno preto com meu rosto parcialmente escondido pelos óculos com lentes escurecidas pela luz que encontrei antes de entrar no recinto. A sala do servidor era bem refrigerada, com um pequeno rack portando todos os gabinetes e um monitor que do qual se tinha controle de tudo. Por medidas de segurança, a Juliana tinha que se manter comigo lá dentro, e a porta fechada por dentro para que nenhum possível intruso conseguisse ter acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comecei a fazer a manutenção e começamos a falar da vida. Namoros, separações, mágoas, família, amigos, bebedeiras. O papo ia rolando enquanto eu abria um dos servidores para analisar. Não demorei muito para descobrir o problema e comecei a consertar. Enquanto batíamos papo acabamos entrando em um assunto delicado que foi a deixando cada vez mais triste. Eu percebi aquilo e tentei mudar de assunto, mas ela ignorava o fato e continuava falando. Sentada em uma cadeira continuava despejando seus problemas. E eu, tentando ser apenas amigo e manter a profissão acima de tudo, tentei acalentá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terminei meu serviço até que rápido, dado o fator do problema e continuamos a conversar, com ela sentada na cadeira e eu encostado à mesa onde estava o monitor. Eu tentava de todas as formas acalmá-la e ela parecia irredutível nisso. Despejava mais e mais, até que começou a chorar. Não tive outra opção a não ser ir em direção à ela e abraçá-la. Segui em direção à ela e ela automaticamente me abraçou como se fosse uma criança, com a cabeça na minha barriga. O assunto? Seu ex-namorado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não podia negar que sentia tesão naquela mulher. Logo quando a vi na entrada do banco vestida daquela forma foi como se um vento frio passasse por toda a minha espinha e me arrepiasse por completo. E com ela me abraçando ali, daquela forma, sentia que meu pau dentro da minha cueca reagia contra a minha vontade. Eu tentava sair, arrumar um jeito que ela não percebesse a minha excitação, mas ela chorava e me abraçava mais e mais. Arfei-lhe os cabelos, e ela chorando me abraçava mais forte, como que se não quisesse que eu me movesse um sentido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um momento ela me olhou. Ficamos nos fitando por alguns instantes quando me abaixei e lhe dei um breve selinho, que do qual ela retribuiu me puxando pela nuca e me beijando. Senti o gosto da sua saliva misturado às lágrimas. Sua língua quente e trêmula passava pela a minha de forma leve, me acariciando, como se ela estivesse beijando seu ex-parceiro. Por um momento, seus beijos doces passaram a beijos voluptuosos, envolventes. O sentimento de carinho ia se perdendo a cada minuto e se tornando uma luxúria completamente ardente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sentia realmente meu pau já tomar a minha calça e avolumá-la. A minha cueca não conseguia mais manter a cabeça dele guardada, me fazendo sentir a cabeça inchada e macia roçar pela minha calça áspera. Eu queria libertá-lo, e ela parecia já que queria o mesmo, me arranhando a nuca e passando a mão pelo meu rosto. Por um momento sai daquela posição um pouco incômoda e me levantei um pouco. Isso a deixou com a minha calça bem de frente a ela. Juliana, já envolvida com os nossos beijos, possivelmente até mais que eu, começou a me massagear as pernas, olhando fixamente para a braguilha da minha calça. Aquilo me disse tudo, e me mantive de pé ao lado dela lhe acariciando os cabelos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela me olhou nos olhos, já com um olhar diferente daquele triste e fundo, e começou a me massagear o pau por cima da calça. Eu fechei meus olhos e curti as carícias feitas por ela, que já com uma cara de safada, mordia os lábios à cada apertada que dava no meu pau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desculpa Dyas por ter te enchido o saco com as minhas neuras. Agora preciso te recompensar de alguma forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aé? Me recompensar? Como?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- De um jeito que eu estou doida há muito tempo. Mas você não me dá chance.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela sensualmente abriu a braguilha da minha calça e foi liberando meu pau com carinho de dentro da fina calça. Só o toque leve dos dedos dela já me fez soltar um gemido de tesão. Ela me olhou com meu pau entre seus dedos e começou a passá-los por ele inteiro, brincando com o corpo e a cabeça. Eu continuava com a minha mão em seus cabelos apenas a olhando com meu pau grosso em sua posse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sabia que você de terno me deixou com tesão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você estava chorando até agora pouco, Ju!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Só assim pra fazer você se aproximar de mim e fazer isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E deu uma lambida demorada desde perto das minhas bolas até a cabeça, me olhando direto nos olhos, passando com meu pau pela ponta do nariz. Eu olhava a cena e tentava entender a qual ponto ela chegou para estar com meu pau na sua boca. Bastava ter me falado? As perguntas e faltas de entendimento passaram no momento que ela segurou forte o meu cacete, e com dois dedos levantados começou a mamar o meu pau. Sugava com força, indo e voltando com a cabeça, de olhos fechados, passando com a língua pela cabeça, circulando, me fazendo perder o chão de tão bom aquele boquete.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perdido em sua boca, me apoiava onde podia, e ela, sem parar um momento de me arrancar gemidos, ia e voltava com a sua cabeça, tentando me engolir todo. Sua boca aveludada me tomava o pau por completo, me enchendo de saliva e vontade. Aos poucos ela ia abrindo seu blazer e tirando da sua blusinha seus seios deliciosos e com mamilos já pontiagudos. Quando menos percebi, ela estava passeando com seus seios no meu pau. Com a boca o molhava, com os seios o secava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela estava realmente me recompensando muito bem. Arrancava suspiros e gemidos fortes de mim. A sala ajudava com que pudéssemos ficar bem à vontade. Eu abri minha camisa e tirei minha gravata. Ela não largava o meu cacete em nenhum momento, o chupando, lambendo, beijando. Ela me deixou completamente louco de tesão com aquela chupada. Chupava gostoso, não deixava um centímetro do meu pau seco. Eu, já louco de vontade, a levantei e a empurrei para a mesa. Ela, obediente e tesuda, empinou bem a bunda me esperando. Dei uns tapas gostosos, sentindo sua bunda macia por baixo da saia social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela rebolando olhava para trás, como se me chamasse para poder senti-la também. Comecei a subir sua saia, e ela foi me ajudando com as pernas. Acabou me revelando uma calcinha clara e pequena. Um fio dental me mostrando aquela buceta inchada e deliciosa toda molhada de vontade. Abaixei-me e afastei o fino pedaço de pano e comecei a chupar aquela deliciosa xota. Ela gemia com a minha cara na sua bunda enquanto rebolava gostoso com a minha língua a penetrando. Eu, como já não me importava mais com nada, resolvi dar umas lambidas no seu rabo, que foram muito bem recebidas, com gemidos, pedidos de mais e afirmações de assim. Minha língua, arisca, a preenchia, enquanto meus dedos, algozes, preenchiam a sua buceta. Que tesão de trabalho aquele!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu rebolado me fazia vontade de sentir mais, sentir tudo. Levantei-me e passei meu pau do seu rabo até a sua buceta. Ela tremeu ao sentir a cabeça grande do meu pau passar tão perto assim de seu apertadinho botão. Coloquei meu pau na entrada da sua xota e fui empurrando aos poucos. Depois de molhado meu caralho inteiro, ele passou fácil dentro daquela quente gruta. A peguei pela cintura, e ela colocou uma de suas mãos sobre a minha. Começamos a brincar devagar, indo e voltando, sentindo um ao outro a cada leve estocada. Minha pica pulsava na mesma sincronia da sua buceta pulsando. Aquilo estava muito gostoso, mas eu queria mais. Socando meu pau todo naquela buceta, resolvi pincelar seu cuzinho com um dedo. Ela rebolava ainda mais com meu dedo ali perto, e empurrava sua bunda para trás, me chamando. Como me chamava, não podia recusar. Comecei a enfiar a ponta de um dedo no seu rabo, que foi entrando devagarinho, fazendo-a morder os lábios de desejo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os dezessete graus da sala já não pareciam mais surtir efeito. Seminus, possuindo um ao outro, gemíamos dentro da sala, com aquela troca de sensações voluptuosas. E já com dois dedos dentro do seu cu a possuía pela frente e por trás. Ela gemia, xingava, cerrava os dentes. Queria mais e muito mais do que eu poderia oferecer. Ela mesma tirou meu pau da sua buceta e o colocou no rabo. Meu pau, todo empapado com teu mel, começou a passar fácil por seu buraco já previamente laciado pelos meus dedos. Seus gemidos me deixavam louco, me fazendo gemer ainda mais, perdido naquele cuzinho tão apertado e quente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela se debruçava sobre a mesa, sentindo meu caralho entrando e saindo quente, com as minhas bolas batendo na entrada da sua xota. Éramos só gemidos dentro daquela gelada sala. Ela deixou seus seios sobre a mesa, totalmente entregue às sensações que meu pau dentro do seu rabo lhe proporcionava. Cuzinho apertado e quente, que piscava na minha pica a cada forte fincada. Cansados daquela posição, me sentei na cadeira e ela veio por cima, sentando como se já tivéssemos treinado aquilo antes. De costas, colocou sua buceta de volta no meu pau e engoli meu pau inteiro. Eu gemia, a pegava pelos seios, apertava sua bunda, batia, a fazia subir e descer mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele vai e vem delicioso me fazia chegar cada vez mais próximo de jorrar minha porra quente. Apenas avisei que poderia gozar, e ela, safada, rebolava no meu cacete, sentava mais forte, apertava meus joelhos, gemia me pedindo porra na boca. Eu me segurava na cadeira. Prendia minha porra com uma força descomunal, enquanto aquela vadia pulava com gosto no meu cacete, totalmente entregue as delícias que aquela situação nos privilegiava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não agüentei àquela tensão toda e anunciei que gozaria dentro dela. Ela, rápida, saiu do meu cacete, e sem dobrar os joelhos, caiu de boca de novo no meu cacete. Aquele boquete me deixou louco. Ela subia e descia com a boca na mesma velocidade que sentava no meu caralho. Sua boca, tão quente quanto sua buceta, me sugava, me apertava, me lambia. Pouco demorei até o primeiro jato sair, e ela, diminuindo o ritmo, ia engolindo cada jato, sem deixar nenhuma gota escorrer. Depois que notou que conseguiu esvaziar toda minha porra, se levantou, jogando os cabelos, limpando a boca e se vestindo. Eu também me pus a vestir, e ela, seguindo os rituais da profissão, me perguntou se tudo estava nos conformes e se eles poderiam voltar a trabalhar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltei ao escritório com meu pau doendo, mas uma dor de dever cumprido. E muito bem cumprido.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/caindo-em-boas-armadilhas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiy_xV6XUIuiI2MCMvVh5G16Aafg7R7waZ0m_yvUYcUpuTaTiTO8qd86gKmGk1dXEIfkM0v5PtcjQFcBve_PluXUCSoXJtLESmMGIS8vb1DjgmONFvgCNRE1LAad3-O7Jh4IpYzGi6rTjoA/s72-c/Img_03.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-2761644703154517443</guid><pubDate>Mon, 13 Dec 2010 05:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-13T20:12:47.445-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bons sonhos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Traição</category><title>Bons sonhos</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8XJdKn7kdAEDVADRYynT8oBpWPeB5hyphenhyphen0DwPCCDI1ojqsn_O3El0oosUz55X4IMO712kfMcvPojpLaQ3LcKXkHB_PEhlUiNiafjSSnDX4v2vRcUJb6QgKPBJw9sJuhGqnmmNSIVgJTN8gv/s1600/Img_02.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8XJdKn7kdAEDVADRYynT8oBpWPeB5hyphenhyphen0DwPCCDI1ojqsn_O3El0oosUz55X4IMO712kfMcvPojpLaQ3LcKXkHB_PEhlUiNiafjSSnDX4v2vRcUJb6QgKPBJw9sJuhGqnmmNSIVgJTN8gv/s1600/Img_02.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já era tarde da noite e eu não estava com a mínima vontade de sair. Resolvi ficar no meu apartamento, acertando algumas coisas no meu PC, ouvindo Miles Davis e tomando um whisky, como sempre. O relógio marcava onze horas e vinte e sete minutos quando a campainha tocou. Achei estranho, pois ninguém resolve me procurar a essa hora. Meio a contra gosto resolvi atender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abri a fresta que a corrente da porta permitia, e dei de cara com uma vizinha minha. Eu a conhecia como Di, nunca perguntei seu nome por completo, mas o nome mesmo era algo que pouco me importava. O que me importava mesmo era o quão deliciosa ela era. Pele levemente escura, como se estivesse sempre bronzeada, boca carnuda, cabelos encaracolados, coxas grossas. Fiquei me perguntando sobre o que a tão respeitável e fiel esposa do Jorge estaria fazendo à minha porta àquela hora da noite. Antes que eu fizesse a pergunta ela me diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oi Dyas, desculpa de te perturbar tão tarde. É que o Jorge acabou me deixando trancada para fora, liguei no hospital, mas me disseram que ele está fazendo uma cirurgia que pode durar a noite toda, se importaria se eu ficasse por aqui? Se eu não puder, sem problemas, vou para outro lugar. É que aqui é em frente ao meu...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Calma, Di. Entre e fique a vontade. Mi casa es su casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu fiquei sem entender nada, mal nos falávamos, apesar de morarmos no mesmo andar. Apenas por algumas vezes trocamos açúcar, café, um oi ou outro, uma troca de informação metereológica enquanto pegávamos o mesmo elevador. Abri a porta e ela entrou. Estava num conjunto estilo secretária, um terninho, uma blusinha por baixo, saia, sapato de salto alto e usando uma pasta. Nem entrei em muitos detalhes. Disse a ela que se quisesse tomar um banho e vestir alguma coisa minha, não teria problemas. Ela agradeceu, mas preferiu continuar com a sua roupa e tentar ligar para o marido depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Começamos a conversar descompromissadamente. Ela me contando sobre fatos do dia e eu me fazendo de bom ouvinte. Num dado momento ofereci uma bebida. Ela a principio recusou, mas depois de algumas palavrinhas ela acabou aceitando. Peguei um Merlot que tinha guardado há um tempo e abri. Deixei um jazz tocando e voltamos a conversar. Com o tempo a conversa foi se tornando solta devido aos goles de bebida. Ela soltou os cabelos, ficou mais a vontade. Trocávamos sorrisos a cada descoberta de afinidade. Não demorou muito para que o papo começasse a esquentar e ficasse extremamente picante, com confissões sexuais e amorosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu vejo, Dyas! Você é muito safado! Todo dia traz uma mulher diferente pra cá!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ah não! Até você vai pegar no meu pé por isso! São só amigas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei. Amigas. Eu escuto às vezes do meu apartamento o quanto amigas são. Não vou negar que me dá uma vontade quando ouço...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vontade de... ?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ah Dyas. Não me faça falar, vai. É esse vinho que as deixa desse jeito, é?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu comecei a rir, e ela rindo continuava a me perguntar sem parar se era esse mesmo. Respondi que era um parecido, e continuamos a conversar. Com mais um pouco de vinho ela me confessa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Morro de curiosidade pra saber como você é na cama e o que faz para fazer essas mulheres berrarem tanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não vai tentar ligar para o Jorge? Talvez ele tenha saído da cirurgia e...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hmmm... Adoro essa música. Aumenta um pouquinho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não iria insistir novamente para que ela tivesse um comportamento um pouco mais apropriado. Diz a regra que não se deve abusar de mulheres indefesas. Eu digo que regras foram feitas para serem quebradas. Aumentei o som e ela se levantou do sofá e começou a dançar leve e sorridente. Eu continuei bebendo o vinho e a observando com olhos felinos preparados para abater a caça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela começou a fazer um strip tease extremamente sensual. O baixo em compassos arrastados da música fazia com que o clima ficasse cada vez mais quente e despudorado. Aos poucos ela ia abrindo o blazer, jogando os cabelos de lado, me olhando fixamente. Eu, calado, assistia como um bom espectador. Com movimentos leves e delicados ela se virou de costas e deixou com que o blazer caísse no chão, e me olhando por cima dos ombros, sorria, e eu, retribuindo o sorriso, aprovava o pequeno show.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De costas ainda, passava com a mão pelo seu corpo. Aquilo me deixava completamente excitado, e minha calça já apresentava o grande volume que meu pau acaba deixando em situações dessas. Continuando a sua dança, ela foi com as mãos no fecho da saia, abrindo devagar e sempre rebolando no ritmo da música. Depois de aberto o fecho, ela foi abaixando a saia, e se abaixando junto, me dando uma visão deliciosa da sua buceta ainda protegida pela sua pequena calcinha fio dental. Aquela visão me fez acariciar meu pau, já quente e pulsante, por cima da calça. Ela, pegando em seus tornozelos, me olhava, e eu, apenas com meu olhar, a chamava. Percebendo meu olhar, voltou a ficar de pé, e se virou novamente para mim. Passando a mão pelos seus seios médios, me olhava, agora com uma cara depravada e deliciosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela subia com as mãos, passava os dedos entre os lábios, os lambia, descia com os dedos pelo corpo até sua calcinha, voltava com as mãos para os seus seios e eu, sentado, continuava apenas assistindo, e passando a mão de cima a baixo no meu pau por cima da calça. Ela, de calcinha e uma blusinha de alças branca veio na minha direção e me deu um beijo no canto da boca um pouco mais demorado que um selinho, e passando a mão pelo meu corpo foi descendo até as minhas coxas. Tirou a minha mão do meu pau e a colocou sobre o sofá, e continuando a se abaixar, ficou de frente ao volume da minha calça, e dançando ajoelhada na minha frente simulou um início de oral, lambendo de baixo a cima meu pau por cima da cueca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de me deixar completamente sem fôlego com aquela ação, voltou a se levantar, e, apoiada nas minhas coxas, me deu um longo beijo na boca, finalizado com a frase:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Me mostra, Dyas, o que você faz para deixar todas essas mulheres loucas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes que eu conseguisse respirar fundo, ela se sentou de costas no meu colo e começou a rebolar. Eu enchi minhas mãos com seus seios e no mesmo compasso da música começamos a fazer uma dança deliciosamente sensual. Ela ditava o ritmo com as suas mãos por cima das minhas e brincava com seus cabelos pra lá e pra cá enquanto passava com a bunda pelo meu pau. Depois de muito sentir aqueles seios macios por cima da sua blusinha, ela puxou minha mão até seus lábios, e chupou meus dedos. Minha respiração se tornou mais que descompassada, minha excitação estava enorme. Ela se levantou e continuou a dançar na minha frente. Mantive o controle e não a ataquei. Queria saber até onde ela iria. Ela continuou dançando e se insinuando para mim. Ela tirou a sua blusinha, deixando seus seios durinhos a mostra e a jogou na minha cara. Mantive minha expressão de lobo pronto para atacar, e ela, tocando seus seios veio a minha direção, se sentando novamente no meu colo, mas de frente, me dando os seus deliciosos seios na boca. A abraçando com as mãos em suas costas me deliciava a chupando, enquanto ela me abraçava pela cabeça e rebolava no meu colo deliciosamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já não nos preocupávamos sobre quem era de quem. Ela, seminua no meu colo, continuava a dançar e me deixar completamente louco e entregue. Beijávamos-nos de forma sensual e deliciosa, sentindo a todo instante a vontade um do outro. Com aquela deliciosa mulher ainda no meu colo, comecei a tirar a minha camiseta, ajudado por ela. Pude sentir seus seios deliciosos na minha pele, quentes e macios. Meu pau queria escapar da minha calça. Já sentia minha cueca molhada, não sei se por ela, ou pela baba que meu pau já estaria expulsando. Ela deliciosamente foi escorregando pelo meu corpo, até voltar ao chão, e ajoelhada na minha frente, começou a abrir a minha calça, me olhando nos olhos. Comecei a lhe acariciar o rosto, apenas curtindo o momento. Depois que ela abriu minhas calças, me acariciou por cima da cueca, e se insinuando ainda mais, começou a lamber minha rola por cima da cueca. Acariciei-lhe os cabelos aprovando cerrando os olhos aquelas carícias deliciosas. Ela me olhava com cara de vampira, me mostrando o jeito delicioso como subia com a língua até a cabeça da minha rola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de me deixar completamente louco, resolveu com os dentes baixar a minha cueca. Minha pica saltou direto em sua cara. Ela lambia meu pau por inteiro, me olhando nos olhos e apoiando com uma das mãos. Meu pau molhado por sua saliva pulsava, ela abria bem a boca para que a cabeça inchada do meu caralho conseguisse entrar em sua boca. De olhos fechados, ia e voltava com a cabeça, me sugando deliciosamente como se buscasse já todo o meu gozo. Suas mãos subiam e desciam no meu cacete como se estivesse me punhetando. Aquilo me fazia virar os olhos de tanto prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tentei levantar para poder colocá-la deitada no sofá e retribuir as suas carícias orais, mas ela me deteve com as mãos, e se levantando novamente volta a dançar voluptuosamente insinuando tirar a calcinha. Eu olhava para ela batendo uma punheta bem devagar, mostrando a ela o quanto eu queria lhe fuder inteira. Sem os sapatos, ela foi com um de seus pés no meu pau, e, como se estivesse complementando os movimentos, acariciava a cabeça da minha rola bem devagar. Eu quis pegá-la, mas mais uma vez fui interrompido. Ela foi baixando a calcinha devagar, deixando passar pelas suas grossas coxas, e antes que caísse, quis ficar novamente de costas, e novamente se abaixando até os tornozelos foi abaixando sua pequena calcinha até os pés. Eu tinha uma visão privilegiada da sua buceta, com os lábios à mostra. Não consegui me conter e me levantei. Ela se manteve com as mãos nos tornozelos, praticamente de quatro na minha frente, e me olhando fixamente. Dei um tapa forte em sua bunda, e me abaixando, cai de boca naquela buceta deliciosa e molhada que esperava pela minha língua quente e sagaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela gemia alto a cada passeio da minha língua em sua xota. Eu lambia do seu cuzinho à sua buceta, sem deixar um só lugar sem a minha saliva quente. Aos poucos ela ia tentando se levantar, sentindo suas pernas bambeando de prazer, enquanto eu não tirava minha boca de lá por nenhum minuto. Quando ficou de pé, afastou bem as pernas, para que eu continuasse aquele banho de língua, agora ajudado pelos meus dedos, que a penetravam fundo e com vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de muito me deliciar com aquele mel incrível, a coloquei sentada de pernas abertas no sofá, e lá continuei a chupá-la. Ela se contorcia chupando os dedos, acariciando os seios, gemendo, rebolando, me puxando pela cabeça. Senti que depois de bastante minha língua chicotear seu grelo duro e inchado, ela gozava. Um gozo intenso, forte, que a fez se desmanchar no sofá e tirando minha cabeça desesperadamente do meio das suas pernas. Quando conseguiu tirar minha boca da sua xota, me jogou no chão violentamente. Acabei deitando no chão, e ela veio por cima, me chupando com muita vontade, me babando o cacete da cabeça as bolas. Eu sentia sua saliva quente escorrendo, sua língua feroz passando pela cabeça do meu pau, pelo corpo, pelas bolas. Ela parecia uma puta faminta por porra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de muito me chupar, se deitou por cima de mim e prendeu minha rola entre as pernas, praticamente me batendo uma punheta com as coxas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Então é isso, negão? É isso que deixa a mulherada louca? É essa boca enorme, ou essa pica maravilhosa que você tem, hein?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Por que não prova, vadia? Senta no meu caralho, puta. Sente o que dou para as minhas vadias deliciosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela se ajeitou com os joelhos no chão, e com a mão foi ajeitando minha rola na entrada daquela buceta quente e molhada. Sem muito esforço minha pica sumiu dentro daquela gruta apertada, a fazendo berrar e cravar com as unhas no meu peito. Eu gemia alto, sentindo aquela buceta me apertando deliciosamente. Ela rebolava, sentava enterrando até as bolas, me beijava, me mordia. Eu sentia aquela mulher completamente doida em cima do meu pau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seu safado, vagabundo! Que delicia de pica você tem! Se eu soubesse disso antes, teria dado pra você mais cedo, seu puto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aé, vadia? Rebola, puta. Rebola no meu cacete. Sente a rola que teu marido não tem. Vai, vadia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela me ouvindo falar pulava com mais vontade, rebolava com mais força, me mordia com mais gosto. Minha pica pulsava quente dentro dela, seguindo as pulsações daquela buceta deliciosa. Ela resolveu se ajeitar tirando os joelhos do chão, e pulando com mais vontade, observava meu pau entrando e saindo brilhando da sua buceta. Os gemidos de prazer já eram urros, e o cheiro de sexo já tomava o apartamento por completo. Seus cabelos já estavam completamente molhados de suor, o suor escorria por entre seus seios, pingava no meu corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sentia meu gozo vindo devagar, mas não queria perder aquele momento delicioso. A tirei de cima de mim, e, a deitando no chão, voltei a encher minha boca com a sua buceta encharcada. Ela se contorcia ainda mais, gemia ainda mais, e eu, maldoso, mordia o grelo e enfiava um dedo safado no seu cuzinho. Ela rebolava querendo meu dedo inteiro, e eu ia enfiando devagarinho, sentindo aquele rabo mascando pouco a pouco aquele que não tinha nem um pouco a espessura da minha rola. Quase gozando novamente na minha boca, ela me empurra, e ficando de quatro me chama, querendo mais da minha rola na sua buceta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiquei atrás dela, e sem colocar os joelhos no chão, a montei como uma égua. Já que queria ser a minha vadia, seria minha vadia por completo. A puxando pelos cabelos e metendo forte, a fazia berrar como louca, perdendo até por vezes o equilíbrio, mas se recuperando e sempre rebolando na minha pica que entrava e saia forte acompanhando seus pedidos de mais e mais. Não demorou muito para acabar gozando pela segunda vez, desta vez na minha pica. Ela urrava, tentava beliscar o chão, me olhava com uma cara de puta não satisfeita, me desafiando, pedindo mais, pedindo pela minha porra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tirei minha pica da sua buceta mesmo com ela gozando tão forte. Na verdade, eu judiava, enfiando dois dedos no seu rabo apertado enquanto fudia com vontade sua xota. Ela se contorcia, rebolava, berrava, me chamava de puto, cachorro, e eu não ficava atrás a chamando de vagabunda e vadia. Resolvi fuder aquela mulher deliciosa como toda puta merece. Tirei minha rola da sua buceta e comecei a enfiar no seu rabo. Ela rebolava, sentindo dor, mas querendo sentir meu caralho todo. Depois de um bom esforço, minha pica entrou por completo naquele cuzinho apertado e comecei a fazer um vai e vem sentindo aquele buraco me apertar cada vez mais. Seus berros tomavam todo o apartamento, ela berrava mais que qualquer outra que eu já tivesse pegado. Com o tempo aumentei ainda mais a pressão, e fazia com que as minhas bolas batessem mais forte no seu corpo. Ela agüentava firme enquanto eu me segurava tentando não gozar naquele rabo. Aquela vadia merecia era porra na boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Batendo forte na sua bunda, e com ela se masturbando enquanto eu fudia deliciosamente aquele rabo, ela gozou novamente, e dessa vez acabou praticamente capotando no chão. Tirei minha rola do seu rabo e comecei a bater uma punheta. Ela se virou e olhando pra mim juntava os seios. Resolvi testar e ver se ela conseguiria prender meu pau entre eles, e acabou dando certo. Comecei a fazer aquela espanhola deliciosa, com ela lambendo a cabeça do meu pau como louca. Eu ia e voltava rápido com a minha rola, com ela deliciosamente me ajudando até que minha porra começou a jorrar do meu pau. Minha porra jorrou pelos seus cabelos, pela sua boca, por entre seus seios. Eu me acabei com aquela gozada. Ela limpava o canto da boca e os seios com os dedos e os lambia, satisfeita pela surra de pica que tinha levado. Ela se levantou e se vestiu, tão deliciosamente quanto se despiu. Me deu um beijo quente e longo, pegou sua bolsa, tirou a chave do apartamento de dentro dela e me disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Boa noite, Dyas! Durma bem!</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/ja-era-tarde-da-noite-e-eu-nao-estava.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj8XJdKn7kdAEDVADRYynT8oBpWPeB5hyphenhyphen0DwPCCDI1ojqsn_O3El0oosUz55X4IMO712kfMcvPojpLaQ3LcKXkHB_PEhlUiNiafjSSnDX4v2vRcUJb6QgKPBJw9sJuhGqnmmNSIVgJTN8gv/s72-c/Img_02.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-6481256671371924630</guid><pubDate>Sun, 12 Dec 2010 00:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-12T21:12:07.683-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Do virtual para o real</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Traição</category><title>Do virtual para o real</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEil-V4lyYMcAFj2aFzbukekyQ5lHpzQw9dIKwLrZh8lK-koHI7ns6N2VUuJK3MLqrmmgyAvgXYH044sxCUNM1lTDH_Biet4OR4k8WHtAYxKkV0OUr3BPsgYmMqfnvd2k1cuGuqFh7KKKSsh/s1600/Img_01.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEil-V4lyYMcAFj2aFzbukekyQ5lHpzQw9dIKwLrZh8lK-koHI7ns6N2VUuJK3MLqrmmgyAvgXYH044sxCUNM1lTDH_Biet4OR4k8WHtAYxKkV0OUr3BPsgYmMqfnvd2k1cuGuqFh7KKKSsh/s1600/Img_01.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXBDbo6GZWrbOoIhX7N8TvlXRxednAtVQszaI5Opk1_Y8mgoZyyLQTUF18I-U-Wy8bp9wsirxywvHVcTgdWw8yevA6tSKmdg-B-jgusWvg41i4f-cDHP_1jFYkEm-yokERp5zbrlaHxWQW/s1600/Img_01.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quando Danizinha entrou online no msn eu já senti meu pau endurecer. Há tempos trocávamos idéias cada vez mais quentes e deliciosas. Os papos que antes eram apenas por mensagens curtas já tinham se tornado sessões deliciosas via webcam e telefonemas no meio da noite para gozarmos um ouvindo a voz do outro. Naquele dia eu estava disposto a acabar com aquela história. Ela mal me deu oi e eu já despejei:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não quero saber se você tem que enrolar teu marido ou arrumar desculpa no serviço. Quero você hoje, senão nossos papos acabam aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Calma, querido. Acha que eu também não quero te conhecer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu sei que você quer, mas já não agüento mais a vontade de te pegar bem gostoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Olha. Acho que posso arrumar algo pra amanhã, pode ser?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sendo no final você gozando na minha rola, pode tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de conversarmos bastante sobre isso, acabamos por definir um lugar para nos encontrarmos. Sai cedo de casa, passando a desculpa que iria resolver alguns assuntos médicos no serviço e fui para onde combinamos. Fiquei por lá esperando um tempo, olhando o movimento. Quando ela chegou foi impossível segurar o sorriso de satisfação. A beijei nos lábios como dois namorados, e quando terminamos esse beijo longo e delicioso falei no seu ouvido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nossa... Você é igualzinha como eu te via na cam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gargalhamos com aquilo e depois lhe perguntei se ela queria mesmo fazer aquilo. Seria a primeira vez que ela iria trair seu marido, e ela me olhando nos olhos disse que sim. Não pensei duas vezes, a puxei pela mão e fomos para outro lugar. Como estávamos em uma estação de metrô, pensei em levá-la para um motel que eu conhecia perto de uma outra estação. Dentro do metrô eu brincava com ela, a encoxando deliciosamente enquanto lhe dava leves beijos no pescoço. Meu pau estava quente, duro, pulsando. Ela me olhava com cara de desejo, também não conseguindo se segurar muito. Depois de muito eu sentir aquela bunda maravilhosa no meu pau, chegamos à estação que eu queria. Descemos e fomos caminhando em passos rápidos comigo liderando o caminho. Ela não tirava os olhos de mim, e eu só queria chegar o mais depressa possível num lugar reservado e tirar toda a roupa daquela deliciosa vadia e fazê-la gozar feito louca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda perguntei uma segunda vez se ela queria mesmo isso, e ela me retrucou que se não quisesse, nem teria vindo. Percebi que tínhamos parado em frente a um outro hotel, fuleiro, como daqueles onde caminhoneiros param para descansar. Não pensei duas vezes e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Entra!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela topou e depois de todas as formalidades fomos ao quarto. Nada me interessava lá dentro a não ser ela. Quando entramos no quarto a toquei o rosto e a beijei loucamente. Muito mais intenso que nosso primeiro beijo. Enquanto eu a beijava, passeava com as mãos pelas suas costas, num abraço apertado e delicioso. Não demorou para que minhas mãos abaixassem e tomassem a sua bunda por completo. Ela gemeu baixo sentindo minhas mãos firmes a segurando, mas não parava de me beijar. Minhas mãos da sua bunda foram direto a sua buceta. Não agüentava mais esperar para sentir aquela vadia estremecendo na minha rola e na minha boca. Depois que comecei a masturbá-la por cima da roupa, ela decidiu retribuir, e segurou firme o meu pau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele beijo durou com as nossas trocas de carícia. Ela suspirava deliciosamente no meu ouvido, enquanto eu buscava lhe beijar da boca ao pescoço. Passeava com a língua pelo seu decote com seus seios grandes deliciosamente apertados. Meu pau estava como pedra dentro da minha calça. Eu estava doido para sentir a boca daquela deliciosa mulher na minha rola. Parei de beijá-la, e sério disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Chupa!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela na hora soltou meu pau, se ajoelhou, ajeitou os cabelos, abriu minha calça, abaixou minha cueca, segurou firme no meu pau e começou a passar a língua bem devagar pela cabeça da minha rola. Ela me lambia gostoso, mas eu queria mais. Queria ver se aquela vadia conseguiria fazer o que disse que faria com meu pau. Engolir inteiro. Segurei com as duas mãos a sua cabeça e puxava com força. Ela engasgava, babava, eu via lágrimas nos seus olhos, mas mesmo assim eu não parei enquanto não senti minhas bolas batendo na sua boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você não falava que engolia tudo, vadia? Agora engole! Quero ver, vadia safada! Engole minha pica, vadia! Hoje você é minha puta! Chupa, cadela! Me engole!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E que chupeta deliciosa daquela vadia. Ela não se afastou um momento do meu caralho. Continuava sem parar um minuto a me sugar, passar a língua, massageava minhas bolas com a língua e minha rola na garganta. Eu não queria acabar ali, na boca daquela deliciosa puta e a puxei pelo braço e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tira a roupa e fica de quatro. Na beirada da cama. Agora, vadia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela acatou na hora as minhas ordens, e em questão de segundos estava nua, de quatro, curvada me olhando, enquanto eu batia uma punheta devagarinho decidindo o que eu iria fazer com aquela deliciosa puta. Eu olhei por alguns instantes aquele cuzinho apertado e semi-virgem e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu quero esse rabo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela ficou muda, se ajeitou na cama e abriu bem aquele cuzinho pra mim. Coloquei a cabeça do meu pau bem na entrada e fui forçando. Ela estava tão excitada que até o seu cuzinho estava lubrificado. Minha vara escorregava fácil dentro daquele rabinho apertado. Gemíamos como dois loucos entregues àquelas sensações deliciosas. Eu não me agüentei e a peguei pelos cabelos e comecei a meter muito forte naquele rabinho. Ela tocava seu grelo enquanto eu fudia com vontade. Estava uma delicia sentir aqueles dedos que vez ou outra acabavam encontrando a minha rola. Em pouco tempo senti meu gozo chegando a galope. Tirei minha rola de dentro daquele rabo delicioso e disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Me chupa, puta! Quero encher a sua boca de porra, vadia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela mais uma vez atendeu na hora, saiu da cama e se ajoelhou na minha frente mais uma vez, segurou firme no meu pau e abocanhou com tanta vontade que pensei que fosse arrancá-lo. Aquela chupada foi tão intensa, que não precisou de muito para que a minha porra jorrasse direto na sua garganta. Eu a sentia estremecendo, gozando junto comigo, a cada jato de porra quente que saia do meu pau. Dani, safada e deliciosa, encheu a boca com o meu gozo, e me olhando com aqueles olhos azuis lindos, brincava com a porra na boca, me mostrando logo depois que engolira tudo sem deixar uma gota dentro da boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Mas você é uma vadia mesmo, hein, Dani. Que delicia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você que me deixa desse jeito, seu puto! Ainda me pergunta se eu queria desistir?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não mesmo, minha vadia. Agora vem cá, deita aqui na cama comigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela sem pestanejar veio e deitou ao meu lado. Lá ficamos nos beijando completamente nus. Um beijo suave, delicioso. Nem eu, nem ela tínhamos vontade de parar. Ela foi deslizando com uma mão pelo meu corpo, e encontrou minha rola, ainda meio mole por ter acabado de gozar, e ficou a acariciando de leve. Aquela mão quente na minha rola começou a revivê-la, e aos poucos começava a enrijecer novamente. Ela deitou por cima de mim, e começou a roçar com o corpo por cima do meu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha rola endureceu por completo sentindo o calor daquele corpo em cima do meu. Ela sentindo que novamente meu tesão estava aceso, encaixou meu pau na sua bucetinha e começou a rebolar deliciosamente. Com ela cavalgando de leve no meu pau, me beijava loucamente. Nossas línguas se encontravam de forma deliciosa e intensa. Minha rola entrava e saia quente daquela gruta completamente molhada e tesuda. Eu não sentia a mínima vontade que ela parasse com aquela dança deliciosa, e ela não tinha também a mínima vontade de diminuir o ritmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de um tempo, com aquela tesuda rebolando na minha rola, não agüentei e disse que iria gozar. Ela sorriu me olhando firme nos olhos, e rebolou ainda mais forte, pulando no meu caralho, querendo minha porra toda na sua buceta. Me segurava como louco, enquanto ela pulava e jogava seus cabelos para os lados, pedindo minha porra na sua xota. Não demorou muito com aquela deliciosa cavalgada, e minha porra jorrou quente e viscosa dentro daquela buceta apertada e deliciosa. Minhas pernas bambearam, enquanto ela rebolava e extraia gota a gota da minha porra. Eu gozei tanto que sentia minha porra escorrendo da buceta dela para as minhas pernas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de tanto gozar, nos deitamos. Ela colocou a cabeça no meu braço e ficou olhando para o teto. Estávamos acabados, mortos de cansaço. Não saia da minha cabeça tudo o que fizemos. Aquela tarde deliciosa, aquela mulher deliciosa, aquela foda fantástica. Depois de um bom tempo ali descansando sem dizer nada um ao outro, nos levantamos, nos vestimos, demos um último, delicioso e demorado beijo e fomos embora. Ainda na saída do motel, ela me perguntou se eu iria ligar, eu sorri, e balancei a cabeça dizendo que não, me virei e fui. Mas é lógico que liguei para ela depois, para podermos repetir aquela deliciosa transa, mas isso fica para outra história.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/do-virtual-para-o-real.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEil-V4lyYMcAFj2aFzbukekyQ5lHpzQw9dIKwLrZh8lK-koHI7ns6N2VUuJK3MLqrmmgyAvgXYH044sxCUNM1lTDH_Biet4OR4k8WHtAYxKkV0OUr3BPsgYmMqfnvd2k1cuGuqFh7KKKSsh/s72-c/Img_01.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-8820824350675975104</guid><pubDate>Thu, 09 Dec 2010 06:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-11T12:45:02.453-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desabafo de Vanessa</category><title>Desabado de Vanessa - Meu Deus!!! Não sou mais virgem por causa do meu PAI !</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEju5lEgxfBoMRxfjV3kMMRR_E7YFkR17KtuK-wSeye1EWnxHoqV2EjykO3i77K02vvfpHX8y2jKqCvjjvZvkL0d8soyOG5XVMQBukf5H7wAhgXKvhLitgv7SMJLI8_hoDvgU6FqR_1LfsAF/s1600/desabafodevanessa.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEju5lEgxfBoMRxfjV3kMMRR_E7YFkR17KtuK-wSeye1EWnxHoqV2EjykO3i77K02vvfpHX8y2jKqCvjjvZvkL0d8soyOG5XVMQBukf5H7wAhgXKvhLitgv7SMJLI8_hoDvgU6FqR_1LfsAF/s320/desabafodevanessa.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olá sou Vanessa e venho relatar oque aconteçeu comigo no meu niver de 17 anos, enquanto escrevo isso, estou muito emocionada, por favor, não reparem nos erros.&lt;br /&gt;
Tudo aconteceu no dia 12 de setembro do ano passado.Estávamos todos na  casa da minha avó,para comemorar meu aniversário de 17 anos,quando meu  pai me chamou de disse que iria me levar em casa, pois tinha uma supresa  pra mim.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Chegando lá ,ficamos sozinhos,e eu comecei a reparar que ele estava  muito alterado,suava muito e me olhava com os olhos estufados.Ele me fez  subir pro sótão e trancou a portinha. Daí me perguntou: &#39;&#39; sabe qual a  surpresa que eu tenho pra você?&#39;&#39;,e eu disse:&#39;&#39;deve ser algo por causa  do meu aniversário hoje&#39;&#39;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(*parei de escrever para chorar 15 minutinhos neste ponto*)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele me falou: Seu aniversário po.r.r.a nenhuma. E veio em minha  direção,de forma escrota e nojenta,e chegando bem perto colocou a mão em  meu ombro e outra dentro das calças dele.Eu fiquei muita  assustada,travei na hora,minhas costas doíam de tanto eu me forçar na  parede,pois o que eu tanto temia estava por acontecendo !...Meu pai  então tirou a minha certidão de nascimento de dentro da calça e me  mostrou que na verdade eu nasci no dia 4 de julho, então,eu seria de  câncer e não mais de virgem! eles esqueram de me registrar e só hoje me  contam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estou morrendo de vergonha e me sentindo um lixo.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/meu-deus-nao-sou-mais-virgem-por-causa.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEju5lEgxfBoMRxfjV3kMMRR_E7YFkR17KtuK-wSeye1EWnxHoqV2EjykO3i77K02vvfpHX8y2jKqCvjjvZvkL0d8soyOG5XVMQBukf5H7wAhgXKvhLitgv7SMJLI8_hoDvgU6FqR_1LfsAF/s72-c/desabafodevanessa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-2609744348892691715</guid><pubDate>Tue, 07 Dec 2010 06:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T23:35:13.511-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desvaneios de camilinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Perdendo a virgidade da minha bundinha</category><title>Desvaneios de Camilinha - Perdendo a virgindade da minha bundinha</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s1600/devaneiosdecamilinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s400/devaneiosdecamilinha.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de jovem já amei alguém com   todo o meu coração e para mim isto já vale muito. André, o primeiro  homem que fez eu me sentir como uma mulher, uma fêmea! Foi com ele que  eu descobri o significado do sexo, aquele que me iniciou nos caminhos do  prazer.  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com minha sexualidade  desabrochada novos pensamentos foram me dominando, fui ficando mais  liberal. Me desvencilhei das amarras que uma criação rigorosa haviam  sido impostas. Agora criava fantasias, tinha desejos, minha mente  fervilhava de pensamentos. Imaginava como poderia ter mais prazer e  fazer meu companheiro mais feliz na cama. Eu devia isso para ele. &lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Transei com Carlos, meu primeiro  namorado, por um misto de curiosidade, tesão e medo de ser a última de  minhas amigas que havia transado. Agora, com André, tinha relações por  vontade, para ter prazer. Também queria fazer André gozar, ter sensações  incríveis e ficar cada vez mais apaixonado por mim. Não queria que ele  tivesse vontade de olhar para outra mulher, queria que tudo entre nós  fosse perfeito. Um casal apaixonado aproveitando o máximo que o sexo  pode oferecer. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Praticávamos sexo rápido e  muitas vezes às escondidas, morrendo de medo de sermos pegos em  flagrante. Em outras oportunidades que conseguíamos ficar sozinhos, com  mais tempo, as relações eram mais elaboradas. Certa vez, escondida de  minha mãe, comprei um jogo de sutiã e calcinha preta, a tanguinha era  bem cavadinha e uma cinta liga completava o meu traje. Fiz uma surpresa  para André que quase caiu para trás quando me viu vestida daquele jeito.  Gozou várias vezes e transou comigo como um doido, como se fosse a  primeira vez. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com a evolução de nossas  transas, assiduamente, ele tentava comer a minha bundinha. Ainda não  tinha feito isto e para ser sincera, nunca havia pensado em fazer, não  tinha este desejo e para mim sexo anal era uma espécie de tabu. Achava  que somente prostitutas e gays faziam este tipo de coisa. Quando  transávamos, comigo de quatro, André, “meio sem querer”, deixava o seu  pau escapar e encaixava no meu cuzinho. Sentia algo diferente, mas eu  mesma pegava seu pau e o guiava para dentro de minha vagina. Além do  tabu e falta de desejo ouvia falar que doía “pra caramba” e em muitas  vezes a relação não era consumada devido a isto. Em algumas  oportunidades eu reclamava e falava que daquele jeito eu não queria. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Devido a sua insistência, um  medo dele procurar este tipo de sexo em outro lugar e até por uma certa  curiosidade comecei a pensar no assunto. Vi alguns filmes pela internet,  li alguma coisa sobre o assunto e ficava imaginando como seria. Qual o  prazer nisto? Doía bastante? Por que esta tara que o brasileiro tem na  bunda? Seria gostoso? Esquisito? &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Diante de tantas dúvidas e  depois de fazer uma vasta pesquisa na net. Decidi experimentar, fazer  uma certa preliminar sozinha. Só para ver como seria e qual a sensação  que eu sentiria. Se achasse muito ruim tiraria esta idéia de minha  cabeça e me manteria firme na decisão de não praticar esta modalidade  sexual. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Certa noite, no chuveiro tive  minha experiência. Fiquei abaixada no box e enquanto me masturbava  acaricei meu cuzinho para ver o que eu sentiria. Tateei o ânus e decidi  lubrificar um dos meus dedos. Coloquei a pontinha do indicador e a  sensação foi meio estranha, mas um pouquinho gostosa. Enfiei mais um  pouco e logo estava, o máximo que conseguia, com o dedo enfiado no meu  cú. Senti uma leve pontada de dor e apesar de me sentir estranha não  achei tão ruim a sensação. Fiz mais algumas vezes, consciente que estava  me preparando para o dia em que perderia a virgindade do meu rabinho. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em uma noite na qual André  estaria sozinho e me convidara para ir até sua casa pensei comigo  mesma:- É hoje! Sem contar sobre a minha decisão me aprontei para a  noite colocando uma calcinha fio dental bem sexy para realçar o seu  desejo pela minha bundinha. Queria deixá-lo louco de tesão e neste dia   atenderia a todas as suas vontades.  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na sua casa, nos agarramos na  sala. Beijos ardentes, carícias, aquela mãos explorando o meu corpo já  tão familiar para ele. Tirei sua camisa e sua calça. Me abaixei e fiquei  de cara com aquele volume  imenso. Ele estava com um tesão danado.  Arranquei a sua cueca e o seu pau apareceu apontando para o alto,  pingado de prazer. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes de enfiá-lo em minha boca,  olhei admirada para aquele cacete que já havia me proporcionado tanto  prazer, o pau que me fizera gozar pela primeira vez. Tinha viciado em  chupá-lo. Ele adorava isto e eu me orgulhava de dar este prazer para  ele. Para mim o seu pau tinha um gosto doce... &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Gosto tanto de seu pau, André. Ele é tão gostoso! Tão grande – apertei seus testículos querendo senti-lo em minhas mãos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Vai , chupa logo, engole o meu pau .- disse não agüentando mais de tanto tesão. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Gentilmente, passei a língua em  torno da glande antes de engoli-lo por inteiro. Enquanto o chupava  apertava suas bolas. Sabia que ele adorava isto. Seu gozo veio rápido e o  retirei da boca, continuando a masturbá-lo. Ele gemeu, ficou um pouco  aproveitando as sensações que sentira e nos deitamos com ele trocando de  lugar comigo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sua língua explorava a minha  bucetinha tocando suavemente as extremidades dos grandes lábios, indo  até o clitóris com pequenos beijos, com sua língua macia tentava me  penetrar forçando passagem apenas para retirá-la e começar minha  deliciosa tortura. Sentia sua respiração e seus lábios quentes me  acariciando, passeando por toda a minha vagina. Eu mordia os lábios,  sentia meu corpo transpirando. Minha bucetinha estava encharcada,  lambuzada. Sua saliva se misturava ao liquido que saia abundante devido  ao estado de tesão em que eu me encontrava. Ele se agarrava as minhas  coxas as apertando firmes enquanto chupava minha bucetinha. Eu contorcia  meu corpo. Insistente nas suas vontades, com uma de suas mãos desceu  acariciando o meu cuzinho rosado, ele tateava e fazia movimentos  circulares. Aceitei esta nova carícia com gemidos de prazer. Estava  ansiosa e um arrepio percorria toda a minha espinha.  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Aahhh... Não para! Me chupa!  –  disse alucinada – As sensações foram ficando intensas. Minha bucetinha  se contraía e latejava, meu corpo se retesou com ondas de prazer, estava  gozando, que sensação maravilhosa. Estava adorando gozar tão facilmente  com André. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sua língua continuou passeando  por toda a minha bucetinha e o seu dedo, que acariciava o meu cuzinho  foi substituída pela sua língua. Ela passeava delicadamente pelo meu  anus, sabia o que este safado queria. Já fazia algum tempo que ele  tentava comer o meu cuzinho. Desta vez, após pensar muito sobre isso,  decidi ser levada por meus instintos. Submeter-me aos seus desejos. Sua  língua acariciava o meu ânus me dando um prazer intenso. Minha bucetinha  estava encharcada e já estava desejando sentir o pau de André atolado  na minha bundinha. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Percebendo que eu estava  gostando de ter o cuzinho acariciado e por não ter reclamado como das  outras vezes, André decidiu tentar me penetrar com um de seus dedos.  Lubrificado com sua saliva seu dedo foi forçando passagem, tentando  entrar no meu cuzinho. Não sem sentir uma pontada de dor o seu dedo foi  entrando no meu ânus. Lentamente ele foi mexendo, tirando e colocando  enquanto que seus lábios e sua boca beijavam e sugavam a minha  bucetinha. Aquilo estava ficando ótimo e eu estava descobrindo uma nova  forma de prazer. Achei que meu cuzinho piscava em volta do dedo de André  desejando que fosse o seu pau.  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ciente que eu estava pronta  André me colocou de quatro. Eu rebolava a minha bundinha enquanto ele  esfregava a cabecinha de seu pau na entrada de meu cuzinho, pincelava de  cima para baixo para me provocar. Suas mãos agarraram meus cabelos me  puxando com força, com tesão. Gostava da sensação de ser dominada,  subjugada. Me senti como uma fêmea.Gemi enquanto ele sussurrou no meu  ouvido. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Meu tesão, minha loira  gostosa... Hoje eu vou comer este teu rabinho. Vou enfiar bem gostoso  nessa sua bundinha gostosa e você vai gostar. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Vai, então me come! Coloca este teu pau na minha bundinha. – Disse já entregue. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Então André colocou seu pau na  porta do meu cuzinho. Tesão , medo e com a idéia de estar quebrando um  tabu tornavam a transa ainda mais excitante! Seu cacete forçou um pouco a  entrada e senti uma pontada de dor. A cabeça do seu pau era muito maior  que seus dedos. Ele forçou mais um pouco e eu contrai a bundinha  assustada. Achei que não iria conseguir. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Calma minha gata... Calma... Eu vou te comer bem gostoso e você vai adorar.  – disse sussurrando no meu ouvido &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Relaxei um pouco mais e ele  colocou mais força no seu pau fazendo a cabecinha entrar. Soltei um  gemido de dor e excitação. Lentamente seu pau foi entrando, me  preenchendo de uma forma que nunca havia sentido. Estava bom. Logo senti  que seu pau estava inteiro dentro de mim. André foi fazendo movimentos  para dentro e para fora devagar. Receoso de me machucar. Eu já estava  esquecendo a dor e me entregando ao prazer. Para demonstrar isso comecei  a rebolar.  Excitado por ter conseguido alcançar o objeto de desejo  André logo gozou me enchendo com a sua porra. Quando senti o seu prazer e  os seus gemidos acabei gozando. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;André deitou ao meu lado e me beijou com muita paixão. Agora eu era sua por completo... &lt;/div&gt;</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/perdendo-virgindade-da-minha-bundinha.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s72-c/devaneiosdecamilinha.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-5343634464223715798</guid><pubDate>Tue, 07 Dec 2010 06:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T23:34:37.580-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desvaneios de camilinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fantasias de uma noite de verão</category><title>Desvaneios de Camilinha - Fantasias de uma noite de verão</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s1600/devaneiosdecamilinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s400/devaneiosdecamilinha.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Eram dez horas da noite e eu estava sozinha em casa, deitada nua no meu quarto. Fazia tempo que não transava e já estava subindo pelas paredes. Sem namorado e saindo pouco as opções eram reduzidas. Não agüentava mais. A carência e falta de um corpo masculino me levavam a loucura. Fiquei imaginando os corpos sarados que havia visto em um filme antes de ir me deitar e um calorão subia pelo meu corpo. Minha vagina queimava como se estivesse em brasa e inconscientemente minha mão a tocou enquanto minha mente viajava...&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Parecia cochilar quando um barulho me tirou de meu torpor. No escuro pressinto a presença de alguém no quarto e fico receosa. No mesmo instante, sinto uma língua tocando as minhas pernas. Lentamente, ela vai subindo pela parte interna até chegar nas minhas coxas. Com movimentos circulares e leves mordiscadas vou sendo levada à loucura. Um calafrio de tesão percorre o meu corpo tão carente, tão desejoso de um toque. Relaxo mais e aproveito a sensação que a sua língua deslizando pelas minhas carnes proporcionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua mão sobe pelas minhas pernas, até chegar na vagina molhada, por reflexo contorço meu corpo erguendo os meus quadris da cama como se estivesse oferecendo minha bucetinha para ele. Seus dedos acariciam o clitóris e me penetram suavemente apenas para serem retirados no mesmo instante. Imagino meu “torturador” os levando até a boca para experimentar o gosto de meu prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto sua língua tocar os lábios de minha vagina, os lambendo com delicadeza. De cima até embaixo. De um lado e depois do outro. Minhas mãos agarram o lençol enquanto meus gemidos e suspiros invadem o silêncio do quarto. Meu corpo suado estremece com ondas de arrepios. Minha vagina molhada explode em um gozo alucinante e grito de prazer enquanto sinto o corpo daquele estranho deslizar sobre o meu, subindo até se encaixar por entre minhas pernas. Sua boca alcança os meus lábios em um beijo molhado e provocante. A língua invade minha boca me tirando o ar. Seu pau encosta na minha bucetinha melada forçando a entrada e se alojando dentro de meu corpo. Mesmo bem lubrificada sinto como o seu cacete é enorme e ergo minhas pernas para auxiliar a sua penetração. Sua virilha encosta na minha. Beijo o seu pescoço e mordo a sua orelha elogiando o seu pau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ah... Que delicia! Que pau delicioso...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com as minhas pernas apoiadas nos seus ombros ele começa a se movimentar com força. Para dentro e para fora. O tamanho do seu pau e a violência das estocadas geram sons que rompem o silencio da noite. A cama rangendo, meus gemidos a cada entrada e a nossa respiração ofegante parecem música para mim. O contato com a sua pele quente, o suor por nossos corpos e o prazer que sinto abarrotam meu corpo e minha mente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Aiiiii... Vai... Me come gostoso! Me fode! – grito completamente desvairada enquanto gozo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu corpo se contorce e sinto um turbilhão se esvair de minha vagina. Meus fluídos e todo o meu tesão acumulado parecem explodir enquanto o seu pau estremece com jatos de porra quente se alojando na minha buceta. Fico curiosa em saber o que virá agora e minha resposta vem quando ele me vira de bruços na cama e sua boca encontra a minha bunda. Ele beija, lambe as nádegas e delicadamente as separa com as mãos. Sinto sua língua tocar o meu anelzinho. Nunca havia sentido tanto prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ai, como isto é bom... Assim... Que delicia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu cuzinho começa a piscar de tesão, a vontade de ser penetrada é imensa. Quero tê-lo inteiro dentro de mim, sentir os seus pentelhos baterem na minha bunda, ser dominada e subjugada. Não existe nada mais excitante do que ser penetrada de quatro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estranho me coloca na posição e a sua pica encosta na minha bunda. Pincelando o pau pelo meu cuzinho, começa a forçar a entrada. Dor... Agüento firme e peço alucinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vai, mete tudo. Me fode bem gostoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atendendo o meu pedido o seu pau entra tudo de uma vez e sinto uma pontada de dor intensa... Minhas pernas amolecem e penso até que vou desmaiar. Seu pau começa a mexer dentro de mim. Que delicia quando ele sai bem devagarzinho e entra com força. Não agüento mais... Enquanto sou penetrada vigorosamente toco o meu clitóris e gozo no mesmo instante. Rebolo, choro de dor e prazer completamente extasiada pela situação. Seu pau palpita dentro de mim e vibra gozando abundantemente. Caio para o lado esgotada e desfalecida. Deliciada pelas sensações que dominaram o meu corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus lábios tocam os meus em um beijo carinhoso. Mesmo no escuro vejo o seu vulto sair pela porta de meu quarto. Sinto o corpo suado e relaxado. A minha bucetinha melada e meu cuzinho arrombado ardem prazerosamente. Fico imaginando como seria o seu rosto. Algum safado conhecido? Um delicioso estranho? Minha mente viaja em devaneios enquanto meus olhos pesam e adormeço profundamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria um sonho ou realidade?</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/fantasias-de-uma-noite-de-verao.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s72-c/devaneiosdecamilinha.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-5096501927633090394</guid><pubDate>Tue, 07 Dec 2010 06:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T23:21:19.495-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desvaneios de camilinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Quando virei Mulher</category><title>Desvaneios de Camilinha - Quando virei Mulher</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s1600/devaneiosdecamilinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s400/devaneiosdecamilinha.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Já fazia algum tempo que eu havia perdido a virgindade, fiquei com  outros garotos mas sem transar. Estava com medo de ter uma experiência  ruim e acabei me reservando. Ainda não tinha sentido vontade de transar  novamente até conhecer o André. Moreno, pele branca, cabelos lisos  sempre arrumados. Um corpo bonito, de homem. Com ombros largos e braços  fortes . Ficar em seus braços devia dar a sensação de proteção, de  segurança. André era o irmão mais velho de uma amiga. O conheci após  começar a freqüentar a sua casa para estudar e fazer trabalhos escolares  junto com sua irmã e outras colegas.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Certo dia estávamos fazendo  um trabalho para escola na casa de minha amiga quando sai da sala para  ir no banheiro. Ao passar por um quarto com a porta entreaberta, o vi  pela primeira vez. Ele estava  trocando de roupa .  Cabelos molhados,  chinelo no pé, somente de cueca. Pernas grossas e peludas, bumbum  gostoso. Olhei meio sem querer e André virou para trás e me viu. Senti  meu rosto esquentar e saí correndo para o banheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo após eu  voltar para sala, André ,já vestido, passou por nós e sorriu para mim  antes de sair de casa. Depois deste dia confesso que sonhei com ele.  Imaginando aquele garoto nu, sonhei que estava transando. Eu ficava de  costas, ele me segurando firme, com aqueles braços apertando meu corpo  em um abraço, o pau entrando e saindo da minha bucetinha, o barulho de  sua pele batendo na minha, ele falando coisas obscenas no meu ouvido.  Depois tirando o seu pau, fazendo eu ficar de frente e gozando nos meus  seios.... Quando acordei, me masturbei pensando nisso...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fantasiava  transar com aquele gato, mas as dúvidas não deixavam os meus  pensamentos. Como seria transar com ele? Seria rápido? Gostoso? Eu  gozaria? Que tipo de rapaz ele era? Contaria vantagem para os amigos?  Minha experiência anterior não tinha sido muito boa. Ainda não sabia o  que era gozar com um homem. A curiosidade era imensa, porém tinha medo  de me entregar a alguém. Decepção. Receio de não ser feliz na cama.  A  vontade de transar novamente, tentar de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outra  oportunidade encontrei André no clube, eu estava com as meninas na  piscina, pegando um sol com meu biquíni amarelo, quando ele me viu. Seus  olhos me devoraram . Tenho 1,65 de altura, 51 kg, pele branquinha,  bronzeado leve, com poucos pelinhos alourados, bumbum arrebitado e seios  pequenos. Sou loira com olhos claros. Os bicos dos meus seios estavam  empinados, inchados, arrepiados com o vento meio frio. Ele se ligou  neles e os olhou demoradamente. Fiquei roxa de vergonha e sorri  embaraçada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final da tarde André se juntou a nós e,  desembaraçado, conversava animadamente com todas as meninas do grupo,  porém ,quando teve oportunidade falou , meio que me cantando como ele e  seus amigos concordavam que eu era a mais bonita das amigas de sua irmã.  Fiquei vermelha e agradeci o elogio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após este dia começamos a  conversar pelo telefone, ele era divertido e falava muitas besteiras.  Caras extrovertidos são assim, né? Falam sacanagem e se a pessoa se  mostrar um pouquinho ofendida, logo eles vem com aquela:  - Pô é  brincadeira, leva a mal , não! -  Mas , na verdade, eu me excitava e  viajava com as coisas que ele falava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma de nossas conversas ele me disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Nossa essas marquinhas de sol na sua pele branquinha são demais! E esse seu bumbum arrebitado, que delícia, heim?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chamei ele de sem - vergonha e desconversei mas fiquei pensando nisto durante vários dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E  os nossos papos foram ficando cada vez mais quentes até o dia que ele  me convidou para o cinema. Fiquei excitada! Será que ia ficar com ele?  André é lindo e bem humorado. E parecia que  tinha uma “quedinha” por  mim. Nos encontramos, beijinhos no rosto, conversas animadas na fila e  no escurinho do cinema ele me envolveu o pescoço com os braços e puxou  meu rosto em um beijo quente. Sua língua passeava por toda a minha boca e  a nossa respiração estava acelerada. Por cima da camiseta ele tocou  levemente um dos meios seios. Os bicos incharam e gemi na sua boca.  Fazia tempo que não fazia nada com ninguém. Resisti. Garoto Atrevido!  Tirei sua mão dos meus seios e voltamos a nos beijar. Não queria ser  fácil mas foi duro de me segurar. Prometi para mim mesmo que em outra  oportunidade eu deixava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos finais de semanas seguintes  continuamos a nos encontrar. Ficávamos, o tesão estava cada vez mais  forte. Mãozinha aqui, mãozinha ali, mas não passava disso. Eu estava me  segurando. Tinha medo de ser ruim como tinha sido minha relação com o  Carlos. Será que com o André seria melhor? Ele despertava um tesão  danado em mim e por várias vezes, após uns sarros gostosos, chegava em  casa com a bucetinha molhada. Então ia para o chuveiro e dava uma  aliviada me masturbando. Pensando em como seria bom transar com ele.  Suas mãos pelo meu corpo, seus braços me apertando forte, sua respiração  na minha nuca. O seu pau entrando com força na minha vagina. Que  delicia devia ser transar com André!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um final de semana fui  até a sua casa, assistir um filme com sua irmã e outras amigas. Ainda  não tinha o visto quando fui procurá-lo com a desculpa de ir no  banheiro. Quando passei pelo seu quarto, ele saiu na porta e me puxou  para dentro. O safado sabia que eu estava ali e só estava  esperando uma  oportunidade.  Sentou na cama e  me puxou para o seu colo me beijando  como um louco. Começou a apertar meus peitos e eu deixei. Audacioso,  abriu uns botões da minha blusa e colocou meus peitinhos para fora.  Sugou um e acariciou outro. Ele os beijava, chupava.Que tesão! O calor  ia dominando o meu corpo. Já sentia a minha bucetinha úmida,  quente,latejando. Que medo de alguém nos ver! De repente, barulho fora  do quarto!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pulei de seu colo e arrumei minha roupa. Saí do  quarto, não tinha ninguém no corredor. Fui para o  banheiro, lavei o  rosto e me recompus. Voltei para o filme mas não consegui prestar  atenção em mais nada. Só pensava em como seria bom transar com André.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante  dois meses ficamos de rolo, saíamos juntos sempre que possível. Nos  encontramos no clube , André andava de mãos dadas comigo me mostrando  para todos os seus amigos. Gostava disso. Quando troquei minha roupa e  coloquei o biquíni, André me despiu com os olhos! Seus olhares e seu  desejo por mim me deixavam perturbada, excitada e orgulhosa. Pulamos na  piscina e ficamos brincando como crianças, jogando água um no outro. Mas  como ele era safado logo dava um jeito de dar uma roçadinha nos meus  peitos ou na minha bundinha e, quando sem querer, toquei no seu calção  senti o seu pau duro. Fiquei com tesão! Continuamos brincando, até que  ele me abraçou e beijou, apertando meu corpo contra a borda da piscina.  Por mim eu daria para ele ali mesmo. Já não tinha mais dúvidas, os medos  estavam desaparecendo. Mas como tinha mais gente próximos a nós,  paramos com a brincadeira gostosa e decidimos ir embora.Não ia dar para  continuar ali , daquele jeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que ele também não agüentava  mais de tesão pois nesta mesma semana me chamou para ir até a sua casa.  Disse que estaríamos sozinhos e que gostaria de mostrar uns Box´s com  umas séries de tv que havia comprado. Que desculpa! Sabia que ele ia  tentar me comer.... e eu também queria isto!! Tomei um banho demorado,  passei creme por todo meu corpo e coloquei meu perfume favorito .  Arrumei os cabelos e vesti uma calcinha preta, contrastando com minha  pele branquinha marcada por um leve bronzeado. Decidi ir sem sutiã.  Coloquei um vestidinho preto e me olhei no espelho. Achei que estava  linda! Com os cabelos loiros descendo pelas minhas costas, usava um  sapato com salto que deixava minha bundinha ainda mais empinada. Neste  dia eu ia dar para o André.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando na sua casa o avistei no  portão. Fomos direto para o seu quarto ver a tal coleção de dvd´s que  estavam organizadas em uma estante. Fingi estar interessada por alguns e  enquanto olhava os títulos ele me abraçou por trás e foi beijando minha  orelha, meu pescoço. Forcei minha bunda para trás e comecei a rebolar.  Senti o seu pau duríssimo pressionado contra a sua calça. Desta vez eu  queria seduzir e ser seduzida. Queria gozar. Sentir um homem me  chupando, passando a língua na minha bucetinha, estava louca de tesão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Virei  de frente para ele e vi o desejo estampado nos seus olhos. Gostava do  jeito que ele me olhava. Beijei sua boca e fui passando a mão por seu  corpo. Ele correspondia e apertava as minhas costas, minha bunda. Meus  seios foram pressionados enquanto ele beijava o meu pescoço. Sussurrava  no meu ouvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Minha gostosa, meu tesão! Como você tá cheirosa! Aahhhh..... quanta vontade de te comer, de beijar esse seu corpo lindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gemi  como resposta. Suas mãos ergueram e tiraram o meu vestido. Fiquei  apenas de calcinha e sapatos altos. Ele olhou para o meu corpo de cima  até embaixo. Admirado, segurou a minha cintura e me apertou contra a  parede.  Beijava os meus seios, os apertava, as auréolas rosadas, o bico  inchado. Minha pele se arrepiava a cada toque seu. Sentia minha  bucetinha arder em brasa, encharcada, sedenta por sentir seu pau me  preenchendo, me invadindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele tirou sua camisa e calça.  Suavemente fez eu deitar na sua cama e tirou meus sapatos. Beijou meus  pés e foi subindo pelas minhas pernas, lambendo a parte interna das  coxas. Passou sua mão na minha bucetinha por cima da calcinha. Suspirei  de tesão. Ele, sentindo a umidade, ficou louco e tirou minha calcinha.  Meus poucos pêlos loiros, bem aparados ficaram expostos. Minha excitação  era tanta que escorria até o meu cuzinho. Fazia tempo que eu esperava  por isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Beijou minha vagina e passou a língua nos lábios  subindo até o clitóris, fazia movimentos circulares e a sensação estava  maravilhosa, sentia sua língua quente, macia, delicada, arrepios de  prazer foram dominando meu corpo que se contorcia a cada toque, minhas  pernas tremiam, sua boca passou a sugar, a abocanhar meu clitóris. Ele o  chupava divinamente. Nunca havia sentido aquilo, nem mesmo quando me  masturbava no chuveiro. As sensações foram aumentando e de repente o  mundo desapareceu abaixo de mim, me senti flutuando, ondas de prazer  dominavam todo o meu corpo, gemi alto, gritei e falei  palavrões,  deitada,  ergui minhas costas e apertei sua cabeça contra a minha  vagina, estava gozando!!!!!!! O que era aquilo? Minha bucetinha  latejava, se contraia e sentia meu gozo escorrer pelas pernas. André  continuou chupando, sentindo os meus líquidos, passando a língua por  toda minha bucetinha. Minhas pernas estavam moles, tremiam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma  euforia me dominava, meu tesão não tinha acabado! Queria senti-lo dentro  de mim. Queria mais! O puxei para cima e beijei sua boca. Troquei de  posição e o coloquei por baixo, beijei sua barriga e arranquei a sua  cueca. Seu pau era maior que o de Carlos e tinha uma cabeçona enorme.  Passei a língua nela e por todo o seu pau. Queria retribuir o prazer que  ele havia me proporcionado. Lambia suas bolas enquanto o masturbava.  Ele pediu para eu parar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Espera, se continuar assim vou gozar na sua boca, quero gozar dentro de você! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dito  isto, se posicionou por cima de mim e colocou seu pau na entrada da  minha bucetinha. Forçou e o seu pau foi entrando, devagarzinho, nunca  tinha sentido a minha buceta tão molhada, tão lubrificada. Sua virilha  encontrou a minha. Seus pêlos negros encontraram os meus loiros. Que  sensação maravilhosa! Seu pau me preencheu completamente, minha pele se  arrepiava de tesão. Ele começou a colocar para dentro e para fora. Eu  apertava suas costas, o arranhava. O safado falava sacanagens no meu  ouvido, mordia minha orelha. Me chamava de gostosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, não  agüentei mais e gozei de novo! Gozei de novo! Urrei de prazer, arranhei  suas costas, minha buceta se contraiu apertando o seu pau e ele me  acompanhou. Não agüentou mais e gozou dentro de mim, sentia a porra  escorrendo pelas minhas pernas, ele continuava socando seu pau até que  desabou sobre mim. Nossa respiração estava ofegante. Eu estava  maravilhada! Nunca na vida podia ter imaginado como o prazer podia ser  tão intenso. Como o sexo podia ser tão completo. Se antes havia dúvidas,  agora não existia mais nada. Neste momento minha paixão virou amor.  André tinha me transformado em mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
André me abraçou forte e  contou sobre o seu amor por mim. Eu era correspondida. Desde o primeiro  dia , sabia que eu seria sua namorada e que tudo entre nós seria  perfeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Namoramos , transamos por diversas vezes e devido aos  caminhos que o destino nos leva, acabei mudando de cidade. Mas André  continua sendo inesquecível, o primeiro homem que me fez sentir mulher. O  primeiro homem que me fez gozar.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/quando-virei-mulher.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s72-c/devaneiosdecamilinha.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-8179604068634661451</guid><pubDate>Tue, 07 Dec 2010 06:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T23:19:56.990-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">desvaneios de camilinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Experiências de Mulher</category><title>Desvaneios de Camilinha - Experiências de Mulher a primeira vez</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s1600/devaneiosdecamilinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s400/devaneiosdecamilinha.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
20 de dezembro , férias na praia  , apesar de toda a família estar reunida tem horas que a gente prefere  ficar sozinha, pensando na vida. A minha ainda está no começo e tenho  muito o que viver , muitas experiências a adquirir, mas hoje, resolvi  escrever um pouco. Coisas que passam pela minha cabeça e no momento não  tenho ninguém por perto para conversar sobre isto. Sabe aquele negocio  de estar rodeada de pessoas e mesmo assim se sentir solitária? Sem  ninguém que te entenda? Talvez seja coisa da idade, será que quando for  mais velha vou mudar a minha cabeça?&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nestes dias tenho pensado muito  sobre sexo. Não , não sou nenhuma tarada. Apenas comecei a pensar mais  nisso quando um colega de escola, o Carlos , começou a se aproximar de  mim. Este foi o meu começo. Carlos não era bonito, e ainda possuía um  corpo em desenvolvimento, meio homem, meio garoto, apesar de ser dois  anos mais velho que eu. Mas o jeito que ele me olhava me deixa  perturbada. Por quê? Talvez por este olhar meio de tarado, me comendo  com os olhos, aquele sorriso nos lábios observando meus seios , minha  bunda. Será que devia corresponder de alguma forma?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não que ele me despertasse algum  tipo de desejo. Assim, só de olhar. Sempre fui uma das mais quietas da  minha turma, meio lerdinha. Acho que fruto de uma educação rigorosa. Mas  também não era boba e a curiosidade vinha crescendo com o tempo.  Algumas de minhas amigas já haviam tido relações sexuais e me contavam  como tinha sido. Algumas descreviam como uma coisa maravilhosa , de  outro mundo! E outras como uma experiência dolorida e de certo modo  frustrante.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já havia ficado com vários  garotos , sarros gostosos que chegaram a despertar o meu desejo mas, e a  coragem de prosseguir? Vontade de ir em frente não me faltava mas tinha  medo.E as provocações? Ficar com garotos mais velhos, que provavelmente  já haviam tido relações sexuais, eram uma tortura. Aqueles beijos no  pescoço, subindo até a orelha, pequenas mordidas, o corpo se arrepiando.  A língua penetrando na boca, os dentes mordendo levemente os lábios,  respiração ofegante, um sentindo o calor do corpo do outro. Aqueles  apertos, a sensação de sentir o membro duro do garoto me roçando.  Deixando os instintos aflorarem, deixando o corpo tomar as decisões e,  no meio de sensações indescritíveis, um minuto de lucidez....&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Opa, peraí...mais devagar que assim eu não quero. – (não quero ou não tenho coragem?).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre respirações ofegantes,  aquela sensação de estar com a buceta molhada, quente, querendo  explodir, vontade de gemer , suspirar e deixar rolar até o fim.  Aahhh....( grito de raiva ).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar de até este momento não  ter tido relações sexuais , já tinha gozado. Sozinha, depois de um dia  de sarro com um garoto . Cheguei em casa e fui tomar um banho, a água  quente , as lembranças dos sarros , a mão quase sem querer tocando a  minha bucetinha ainda com poucos pêlos , aquela sensação de calor  dominando o corpo, a respiração acelerando e uma onda de prazer me  estremecendo , me deixando com as pernas bambas... Aí vinha a  curiosidade e óbvia pergunta: como seria com um homem? Seria melhor?  Doloroso? E sexo oral? Seria bom? Nojento? Eu chuparia? E a porra? Tem  mulher que engole. Qual o gosto?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com o Carlos as dúvidas eram as  mesmas mas a curiosidade vinha crescendo. Um dia , ele perguntou se  poderia me acompanhar até minha casa. Moro a quatro quadras de minha  escola e apesar de receosa aceitei a sua proposta. E no meio caminho não  foi surpresa : ele tentou ficar comigo e eu aceitei. Somente alguns  beijinhos . Porém, depois deste dia ,sempre era acompanhada até em casa,  e Carlos cada vez mais atrevido.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O tempo foi passando e certa  tarde , indo para casa depois do colégio, encostamos em um muro defronte  a um terreno baldio e os beijos vieram provocantes, mãozinha safada  aqui, beijinho ali, respiração a mil. Entramos um pouco para o terreno,  medo de algum conhecido passar por ali, e os seus beijos foram descendo  para o meu pescoço e a mão entrando por baixo da minha camiseta  .Opa....... deixo? Afffff..... mas tá tão bom! Tão gostoso. Meus seios  pequeninos sendo pressionados, apertados. Garoto atrevido! Experiente?  Ou agindo por instinto? Como não o censurei, dominada por um calor ,  prosseguiu com aquela mãozinha safada! Logo ele estava erguendo minha  camiseta, puxando meu sutiã para baixo e sugando os meus seios. (!!!) Eu  estava ofegante. Com medo de alguém nos ver mas com o corpo ansioso por  novas sensações. Perigo , tesão, curiosidade. Suas mãos desceram até a  minha bucetinha, me pressionando por cima da calça do agasalho. Ondas de  arrepios percorrendo a minha espinha. E novamente um minuto de  lucidez....&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Para, devagar.... eu sou virgem – Falei ainda com a respiração ofegante.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Puxa, mas eu tô com um tesão danado. Então bate uma para mim?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bater uma para ele? Nunca tinha  feito, mas queria senti- lo na mão . Aquele cacete duro que pressionava a  minha bucetinha nos sarros que dávamos. Ele baixou a calça e tirou seu  pau para fora. Tinha a cabeça vermelhinha e era menor dos que eu havia  visto em alguns filmes. Segurei naquele cacete, duro e quente. Admirada,  apertava e acariciava a cabeçinha sem fazer nenhum movimento. Ele não  se conteve e não soube esperar, nunca tinha feito mas já tinha visto  como era.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Faz assim, mexe para frente e para trás – ele segurou minha mão e me guiou nos movimentos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fiz do jeito que ensinou e no  auge de sua empolgação ele me pediu . – Me chupa? To morrendo de tesão.  Por que será que eles sempre querem mais? Nunca é o suficiente?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pensamentos passando pela cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Você não conta para ninguém? Olha para ver se alguém vem vindo?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre os seus gemidos  concordando ,me abaixei e coloquei seu cacete na boca, na verdade ,  sentir aquele pau na mão e vendo ele duro daquele jeito havia me deixado  com vontade de senti - lo na boca e em outros lugares.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Meio sem jeito comecei a passar a  língua naquela cabeça rosadinha, seu pau babava e aquilo tinha um gosto  meio salgado. Ruim. Comecei devagar, somente passando a língua na  cabeça mas logo estava engolindo ele por inteiro. Tentando imitar  aqueles filmes que havia visto. Movimentos para frente, para trás ,  brincando com o pau e a língua dentro da boca. De repente sua respiração  acelerou , seu pau teve espasmos e aquele jato de porra entrou na minha  garganta. Vontade de vomitar, mas agüentando firme, o rosto de Carlos  se contraindo. Estava orgulhosa de proporcionar todo este prazer para  ele.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Carlos me puxou para cima  ,beijou minha a boca e guardou o seu pau. Fui para casa e pensei na  loucura que tinha feito. Será que alguém tinha visto? Será que ele  contaria para alguém?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No dia seguinte , tudo normal. Ninguém me olhava diferente,ninguém sabia! Carlos sabia guardar segredo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Continuamos o nosso namorinho,  beijos, masturbação e de vez em quando uma chupadinha. A vontade de  fazer mais, a sensação de estar com a bucetinha molhada, aquele calor,  aquela vontade.... não iria demorar muito . Precisava transar! Minhas  amigas já tinham feito. Experiências boas ou ruins eu também queria a  minha. Virar mulher. Saber como era transar. Aquelas caras e bocas que  as mulheres fazem nos filmes, os gemidos, o prazer, tinha que saber qual  a sensação de sentir um pênis na minha vagina. Foda – se o medo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em um outro dia de amassos , com  o Carlos alisando minha bucetinha por cima da calça, querendo  arrancá-la e terminar de me fuder , fiz a minha proposta:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Aqui não! Arruma um lugar........... seguro............ que ninguém nos veja.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os olhos dele brilharam! Nunca conversei com ele sobre isso , mas acho que ele não era mais virgem.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em um dia a oportunidade surgiu , Carlos me disse no começo das aulas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Camila, hoje meus pais vão  sair, minha vó vai estar em casa mas ela fica na sala vendo tv , nós  entramos pelos fundos e vamos para o meu quarto. Porta trancada , som  ligado, ninguém vai nos ver.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nervosismo, ansiedade, não  conseguia prestar atenção em mais nada. Somente aqueles pensamentos. Vai  doer? Vou ter coragem? Como vai ser? Tenho que ligar e avisar que vou  estudar na casa de uma amiga, chegar um pouco atrasada.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No final das aulas Carlos me esperava. Fomos para sua casa, entramos. Tv ligada na sala. Carlos dizendo :&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Cheguei vó, vou estudar no quarto. - Um resmungo respondendo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A porta trancada e o som ligado em um volume meio alto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os beijos começaram, as mãos no  meu corpo,sentindo os seios serem apertados e na sua pressa logo eu  estava sem a camiseta da escola e o sutiã jogado no chão. Beijou meus  peitinhos, a auréola rosada e os biquinhos inchados , arrepiados de  tesão. É hoje. Perderia minha virgindade! A expectativa já me deixava  com a bucetinha molhada. Tirou minhas calças e logo ele só estava de  cueca. Me abaixei , já conhecia aquilo, chupadinha, lambia a cabecinha,  as bolas e enterrava tudo na boca, movimentos para frente e para trás,  seus gemidos e aquela babinha saindo do seu pau. Desta vez não foi até o  fim. Não gozou na minha boca. Me deitou na cama, tirou minha calcinha,  meus poucos pêlos alourados , minha pele arrepiada. Carlos me chupou!  Que sensação boa, língua quente . Macia. Melhor que me masturbar .  Sentia minha bucetinha mais molhada que nunca. Meus líquidos escorriam  pelas pernas. Então ele subiu e encaixou seu pau na entrada da  bucetinha. Forçou. Senti dor. Forçou mais um pouco e foi entrando. Me  arrepiei . Senti dor e tesão, não era mais virgem. Agora era mulher. Sua  virilha encostou na minha. Seu pau estava inteiro dentro de mim. Dor.  Dor...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Espera um pouco não se mexe mais, tá doendo!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Carlos aguardou mas não teve  muita paciência logo estava se movimentando , colocando para dentro e  para fora. Pensei que um pouco de dor ele podia causar, afinal , ficamos  um tempão só na chupadinha. E eu queria ser mulher. Pensei que logo a  dor cessaria .&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A dor não passou mas mesmo assim  foi ficando gostoso, eu apertava suas costas e gemia... Carlos não  agüentou e começou a gozar, seu pau latejava dentro de mim , seu rosto  ficou vermelho e ele caiu em cima de mim.... Era só isso? Eu queria  mais...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Minha primeira vez tinha sido  assim. Vontade , tesão, promessas de prazer, curiosidade, medo de ser a  última das amigas que transou, dor, expectativas. Finalmente era mulher,  mas ainda não havia sentido o que é transar de verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Namorei com Carlos mais um  tempinho e logo terminamos . Eu queria mais, queria alguém diferente.  Que me desse prazer. Sou agradecida por ele ser o primeiro mas eu também  queria gozar...&lt;/div&gt;</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/experiencias-de-mulher-primeira-vez.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1xulLmtWVv37C8AtaH9V3ftR0Et5YzexIkeXBPehZ6ZtoKB2TMLxfnWZRmmqI1G3rzqaX-rokPKoX2CAc6ilxGcZRSrK-dpbFU8wX2xACu0pT3Ya5sXB3vlkPKJG9fRrSAMG3VifjlPgY/s72-c/devaneiosdecamilinha.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-6050043669730117412</guid><pubDate>Sun, 05 Dec 2010 16:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T23:17:38.671-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A filhinha putinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Festa da porra</category><title>A filhinha putinha - Festa da porra</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s1600/afilhinhaputinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s320/afilhinhaputinha.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha filha Sabrina tem uma amiga muito gostosinha chamada Letícia.  Elas estudam juntas há bastante tempo e têm uma grande amizade. Às vezes  ela dorme aqui em casa, e percebi que seus olhares para mim eram um  pouco maliciosos, assim como seus sorrisos.&lt;br /&gt;
Conversei com a Sabrina a respeito e ela me perguntou se sua amiguinha  me causava tesão. Disse que sim e perguntei se ela toparia uma transa  conosco. Sabrina sorriu e saiu, sem me dar resposta.&lt;br /&gt;
No final da semana, minha filha perguntou se uma amiga poderia passar o  fim de semana em casa. &lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Entendendo suas pretensões, concordei. Na sexta à  noite, depois da aula, elas chegaram sorridentes e falantes,  visivelmente excitadas. Minha esposa estranhou tamanha festa e perguntou  o motivo. Minha filha disse que não era nada, apenas iam aproveitar bem  o fim-de-semana.&lt;br /&gt;
Eu olhei para Leila, minha esposa, e pisquei. Ela sorriu.&lt;br /&gt;
Elas foram tomar banho e jantamos, normalmente, nada demais além do  falatório das garotas. Minha esposa foi dormir lá pelas 22hs e eu fique  na sala vendo TV com as garotas, que a todo momento soltavam risadinhas  nervosas.&lt;br /&gt;
Percebendo o que pretendiam, sugeri que assistíssemos a um filme e  falei para Sabrina escolher um de \&quot;nossa coleção\&quot;. Ela voltou dizendo  ter achado o seu favorito. Sabia que era um filme com cenas de mulheres  rodeadas de vários homens que ejaculavam fartamente sobre elas. Sabrina  era simplesmente apaixonada por porra!&lt;br /&gt;
Tínhamos jogado as almofadas no chão da sala, eu estava deitado e a  Letícia no sofá, vestindo um camisão daqueles que as garotas usam para  dormir. Sabrina colocou a fita no vídeo e se deitou ao meu lado,  apoiando a cabeça no meu peito e acariciando minha barriga. Ela então  perguntou:&lt;br /&gt;
- Pai, não é verdade que vc consegue encher uma taça de porra? A Letícia não acreditou...&lt;br /&gt;
Olhei para a amiga da minha filha, ela ficou vermelha e pareceu  surpresa com o que minha filha falou. Então a Sabrina se sentou e falou  para a amiga:&lt;br /&gt;
- Ué! Não vai falar nada? Vc não falou que duvidava quando te contei sobre meu pai?&lt;br /&gt;
Eu apenas sorri e perguntei porque ela não acreditava. Letícia estava  nitidamente sem-graça e não sabia o que falar. Então a puxei pela mão e  perguntei:&lt;br /&gt;
- Porque vc não se senta aqui e assiste o filme pertinho da gente?&lt;br /&gt;
Ela veio. Sabrina sorria. Eu estava no meio e abracei as duas  garotinhas. Meu pau já estava totalmente duro. Sabrina continuava  acariciando minha barriga e meu peito, e eu, disfarçadamente, acariciava  a barriga de sua amiga.&lt;br /&gt;
Logo na primeira cena do filme, uma loira estava cercada por 5 negros  que gozavam demoradamente sobre seu rosto, deixando todinho branco.  Sabrina então falou:&lt;br /&gt;
- É assim que eu fico depois de uma trepada! A porra do meu pai é deliciosa...&lt;br /&gt;
E falava isso passando a língua pelos lábios. Letícia estava ofegante, então eu me sentei no sofá e falei:&lt;br /&gt;
- Porque vc não prova para tua amiguinha que vc está dizendo a verdade, filha?&lt;br /&gt;
Sabrina então ficou de quatro no chão e tirou meu short, deixando meu  pau à mostra. Segurou-o com uma mão, enquanto sua amiga se ajeitava do  meu lado.&lt;br /&gt;
- Viu só, não é tão grande quanto eu te falei?&lt;br /&gt;
- É sim! É lindo! - disse Letícia, boquiaberta.&lt;br /&gt;
Eu me recostei confortavelmente no sofá e deixei que a Sabrina começasse o que sabia fazer de melhor: chupar uma rola.&lt;br /&gt;
Ela abriu ligeiramente minhas pernas e começou lambendo meu saco e  chupando minhas bolas, uma de cada vez. Chupava fazendo muito barulho, o  que deixava Letícia vidrada no espetáculo.&lt;br /&gt;
Depois, ela cuspiu sobre a cabeça do meu pau e espalhou sua saliva por  todo ele. Me masturbava lentamente, acariciando a ponta com a língua. De  repente parou e disse para a amiga:&lt;br /&gt;
- Agora é sua vez! Assuma daqui para frente enquanto eu pego uma taça na cozinha.&lt;br /&gt;
Letícia me olhou, como que pedindo permissão para me chupar, eu olhei  para ela e sorri. Ela sorriu em resposta e aproximou sua boca da minha  pica. Enfiou a cabeça na boca, deu um forte chupão e depois ficou  lambendo todo meu caralho.&lt;br /&gt;
Ela repetiu esse ritual até que minha filha voltou com uma taça para  champangne nas mãos. Começou então a me chupar com mais vontade e  pressa, embora não conseguisse colocar todo meu pau na boca, devido à  grossura.&lt;br /&gt;
Sabrina se aproximou e disse:&lt;br /&gt;
- Não precisa se empolgar muito papai! Ela só quer sua porra!&lt;br /&gt;
Então ela tomou meu pau em suas mãos e começou a me masturbar, sempre  lambuzando meu pau com saliva. Ás vezes Sabrina cuspia no meu pau  enquanto sua amiga ainda me chupava, acertando seu rosto. Ela não se  incomodava, então para provocar, eu cuspi no rosto de Sabrina, pois  sabia que ela adora isso.&lt;br /&gt;
Meio que para se vingar, Sabrina encheu a boca de saliva, puxou a amiga  pelos cabelos e cuspiu dentro de sua boca. Foi lindo ver toda aquela  baba descendo vagarosamente da boca da minha filha e pousar na língua  estirada de Letícia.&lt;br /&gt;
Avisei que já estava para gozar e elas então se dedicaram a ordenhar  meu pau. Minha filha apontou-o para a taça e logo comecei a ejacular.  Gozei muito, pois não queria decepcionar minha nova \&quot;amiguinha\&quot;. Enchi  a taça um pouco mais da metade, e elas ficaram maravilhadas.&lt;br /&gt;
Aí sim, o show começou de verdade!&lt;br /&gt;
Sabrina ofereceu a taça para Letícia, que bebeu tudo de um gole só,  depois cuspiu de volta na taça. Repetiu o feito mais uma vez e depois  virou a taça sobre o rosto da minha filha, deixando escorrer pelo seu  queixinnho, pescoço, entre os seios...&lt;br /&gt;
A garota estava enlouquecida. Começou a espalhar a porra pelos  peitinhos de Sabrina e carinhosamente lambeu todo seu rosto, deixando-o o  mais limpo possível.&lt;br /&gt;
Eu apenas assistia a cena. Meu pau ainda estava duro, mas achei melhor  deixar as duas se divertirem um pouco. E assim foi, elas ficaram um bom  tempo brincando de passar porra no corpo uma da outra, cuspindo no rosto  e na boca uma da outra, até que Letícia parou, se sentou ao meu lado e  começou a se masturbar.&lt;br /&gt;
Disse que nunca tinha se divertido tanto e que queria gozar bastante.  Aproveitei que meu pau já estava duro e me posicionei sobre ela,  encaixando meu pau em sua xaninha. Meu tesão também era intenso, por  isso bombava com força. Ela se contorsia de tesão, apesar de reclamar  que estava sentindo dor devido ao tamanho da minha rola.&lt;br /&gt;
Logo ela gozou, gritando bastante e apetando minha bunda com suas unhas  compridas. Continuei metendo mais um tempo, até que eu tivesse a ponto  de gozar. Saí de dentro dela e enfiei meu pau bem fundo em boca, quase  na garganta, e gozei mais uma vez, fazendo-a engasgar e ter uma ânsia de  vômito. Sabrina se divertiu bastante com a cena e deu um profundo beijo  na sua amiga.&lt;br /&gt;
O filme já estava acabando quando voltamos à vida real. E minha esposa  estava parada na porta de entrada da sala, com os seios à mostra e um  ENORME consolo na mão...</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/sabrina-e-sua-amiga-fazem-festa-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s72-c/afilhinhaputinha.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-6653038912489330016</guid><pubDate>Sun, 05 Dec 2010 16:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T23:15:26.291-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A filhinha putinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sobremesa depravada</category><title>A filhinha putinha - Sobremesa depravada</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s1600/afilhinhaputinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s320/afilhinhaputinha.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que esse relato ficou extenso demais, mas a transa foi boa! Gostaria de receber comentários e críticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No relato anterior, contei sobre o que minha filha Sabrina aprontou conosco - uau! como foi bom!&lt;br /&gt;
Depois da farra, eu e minha esposa fomos para a sala, seguindo as  intruções de nossa pequena. Minha esposa, Leila, sentou-se ao meu lado  no sofá e, acariciando meu pau (ainda sujo de molho), me perguntou o que  tinha achado. Respondi perguntando-lhe se aquilo havia sido idéia dela,  o que me respondeu que não.&lt;br /&gt;
Ela sorriu maliciosamente para mim, ainda me masturbando, e lambeu meu rosto.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Depois, perto do meu ouvido, disse:&lt;br /&gt;
- Ah! Nossa filha será uma puta melhor que eu. Vou ensinar tudinho para  ela, mas quero que ela me supere! O macarrão estava delicioso, estou  ansiosa pela sobremesa!&lt;br /&gt;
- Tal mãe, tal filha - lhe respondi puxando para um forte beijo.&lt;br /&gt;
Enquanto nos beijávamos ouvi um pigarrear. Era Sabrina, com uma lata de  chantilly (aquelas spray para confeitar bolo), um pires e uma colher,  além, é óbvio, do seu \&quot;brinquedo\&quot;.&lt;br /&gt;
Ela se aproximou de nós, sentou-se no colo de minha esposa e a beijou.  Depois sorriu para mim e me beijou também. Eu e minha esposa estávamos  sentados lado-a-lado e Sabrina estava sentada no colo de sua mãe e com  as pernas sobre o meu colo. Ela dobrou uma perna e espalhou chantilly  sobre seus dedinhos, depois passou o pé em meu rosto. Eu segurei seu  pezinho delicado e comecei a chupar seus dedinhos, que estavam  bezuntados pelo creme.&lt;br /&gt;
Eu chupava cada um de seus dedinhos, passava a língua entre eles,  lambia a sola delicada de seus pés, colocava mais chantilly e voltava a  lamber. Enquanto eu brincava com seu pezinho, Sabrina chupava os seios  de sua mãe, dizia que ainda estava com fome e precisava mamar. Minha  mulher se divertia com isso e esfregava o peito no rostinho de nossa  putinha. Sua mão masturbava a xaninha ninfeta de Sabrina que já dava  sinais que iria gozar...&lt;br /&gt;
Ficamos nessa brincadeira, até que Sabrina se levantou e disse para mim:&lt;br /&gt;
- Gostou do meu pezinho com chantilly? Então vamos fazer direitinho! Deite-se no chão!&lt;br /&gt;
A vadiazinha ainda se acha no direito de mandar no pai...&lt;br /&gt;
Ela encheu o pires de chantilly e me mandou deitar no chão aos pés do  tapete, disse ainda para a mãe se senhtar ao seu lado no sofá. As duas  pisaram no pires deixando os pés completamente labuzados e começaram a  se esfregar em meu rosto e meu peito. Ora espalhavam o creme em meu  corpo com os pés, ora pisavam no meu rosto me fazendo comer a cobertura,  e assim fomos brincando.&lt;br /&gt;
Meu pau já queria pular fora da calça e eu levei minha mão para ele, na  tentativa de começar uma deliciosa punheta. Quando Sabrina percebeu me  impediu e falou para sua mãe vir tirar minha roupa.&lt;br /&gt;
Leila se deitou sobre mim, lambendo meu rosto, descendo pelo meu  pescoço, peito, barriga, chegando ao meu pau. Tirou minhas calças  ecomeçou a chupar meu pau, que estava já duro e vermelho de tesão!  sabrina continua brincando com o chantilly em seus pés, passando no meu  rosto. Nisso, Leila enche sua boca de creme volta a chupar meu pau, ele  fica todo lambuzado com a \&quot;sobremesa\&quot; e ela passa a cuspir sobre a  cabeça dele, fazendo com que aquela mistura de saliva e chantilly  escorra pelo meu pau, pelo meu saco e se espalhe pelo piso da sala.&lt;br /&gt;
Sabrina diz que quer incrementar a brincadeira, então ela, de pé, apoia  as mãos no sofá, deixando assim seu rabinho exposto para nós. Ela enfia  o bico da lata no seu cuzinho e aperta, depois olha para mim e, com  cara de tarada, diz: \&quot;não quer docinho papai? Vem chupar meu cu!\&quot;&lt;br /&gt;
Na hora me levanto e começo a chupar aquele anelzinho rosado e sem  pelos, passo a língua em volta, e como todo o chantilly. Ela põe mais,  eu abro sua bundinha e enfio minha lígua naquele rabinho gostoso!&lt;br /&gt;
Enquanto isso, minha esposa se masturbava e chupava meu pau. Depois de  alguns minutos, não aguentei mais e disse que já iria gozar!&lt;br /&gt;
A Sabrina se levantou e mandou que eu gozasse no pires, que estava  cheio de chantilly. Eu nunca a vi tão faminta assim por porra! E assim  eu fiz.&lt;br /&gt;
Ela lambeu um pouco, como se fosse uma cadelinha e o restante ofereceu  para a mãe, que com cara de safada, enfiou o rosto no pires espalhando  toda a \&quot;cobertura\&quot; e ficando com a cara toda lambuzada. Eu já estava  cansado, quando a Sabrina enfiou toda a ponta do tubo no rabinho e  apertou o gatilho e se encheu de creme.&lt;br /&gt;
Depois, quando já estava visivelmente cheinha, pôs-se de cócoras sobre meu rosto e começou a soltar seu estoque anal :o)&lt;br /&gt;
Ela olhou para baixo, sorrindo maliciosamente para mim e falou: \&quot;vai papai! come meu cocozinho doce! é a sua sobremesa!\&quot;&lt;br /&gt;
Comi tudinho e depois limpei seu cu com a língua. Ah! Que tesão...&lt;br /&gt;
Depois disso, comi minha esposa na frente de Sabrina, que enfiava o  consolo no rabinho da mãe. E assim passamos o resto da tarde.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/sobremesa-depravada-com-filhinha-puta.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s72-c/afilhinhaputinha.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-5421581013313782752</guid><pubDate>Sun, 05 Dec 2010 16:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T23:16:27.767-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A filhinha putinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">almoço depravado</category><title>A filhinha putinha - Almoço depravado</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s1600/afilhinhaputinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s320/afilhinhaputinha.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há aproximadamente dois anos, eu e minha esposa, Leila,&lt;br /&gt;
transamos com nossa filha, Sabrina.&lt;br /&gt;
A Sabrina se mostrou desde cedo muito safada, o que&lt;br /&gt;
logo despertou os desejos de sua mãe, que já foi dançarina&lt;br /&gt;
de boate (para não dizer que ela era puta)! A partir&lt;br /&gt;
daí, foi esperar a oportunidade certa para começarmos&lt;br /&gt;
nossa \&quot;farra\&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Numa outra oportunidade, escreverei contando como começamos&lt;br /&gt;
a transar com a Sabrina, hj quero contar a última surpresa&lt;br /&gt;
que essa putinha por natureza nos aprontou.&lt;br /&gt;
Há uns dois fins de semana atrás, eu estava navegando&lt;br /&gt;
na internet, enquanto a Leila, minha esposa, estava&lt;br /&gt;
preparando&lt;br /&gt;
o almoço. A Sabrina estava impossível naquela manhã!&lt;br /&gt;
Apesar de termos transado logo cedo, ela não se satisfez.&lt;br /&gt;
Depois do banho não quis se vestir, passou a manhã inteira&lt;br /&gt;
andando pelada &lt;br /&gt;
pela casa e se masturbando. De vez em quando ela vinha&lt;br /&gt;
chupar meu pau um pouco, depois ia brincar com a Leila,&lt;br /&gt;
voltava a se masturbar, até que ela foi à cozinha dizendo&lt;br /&gt;
que estava com fome. Sua mãe lhe disse que estava fazendo&lt;br /&gt;
macarrão para o almoço e que não demoraria. Mesmo assim&lt;br /&gt;
ela pegou um pequeno copo no armário, colocou um pouco&lt;br /&gt;
de &lt;br /&gt;
leite condensado e saiu comendo. Veio até meu quarto,&lt;br /&gt;
onde eu ainda estava navegando, vendo fotos pornôs.&lt;br /&gt;
Ela começou a lambuzar seu consolo com o &lt;br /&gt;
leite condensado e enfiá-lo em sua xaninha. Depois de&lt;br /&gt;
tirá-lo, todo melado, ela o chupava e cuspia, deixando&lt;br /&gt;
seu brinquedo bem lambuzado... Eu já estava excitado&lt;br /&gt;
devido às fotos e ao chat que estava, aproveitei a deixa&lt;br /&gt;
para me virar de frente para Sabrina, tirei meu pau&lt;br /&gt;
e&lt;br /&gt;
comecei um suave e lento vai-e-vem, esperando que ela&lt;br /&gt;
viesse me chupar, mas, com um sorriso maroto, ela se&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aproximou, deu um beijinho sapeca na cabeça vermelha&lt;br /&gt;
da minha pica e disse: \&quot;vamos papai, mamãe já preparou&lt;br /&gt;
o almoço!\&quot;. Sorriu e saiu rebolando para a cozinha.&lt;br /&gt;
Confesso que fiquei desapontado, mas, tudo bem. Me&lt;br /&gt;
despedi&lt;br /&gt;
da garota da sala de bate-papo, terminei de salvar os&lt;br /&gt;
filmes e fotos que &lt;br /&gt;
estava baixando da net e também segui para a cozinha.&lt;br /&gt;
Foi, no mínimo inusitada, a cena que vi ao chegar...&lt;br /&gt;
Minha esposa estava com a blusa levantada e o sutiã&lt;br /&gt;
abaixado, deixando seus seios à mostra. Tinha os biquinhos&lt;br /&gt;
durinhos e estava toda suja de molho do macarrão; a&lt;br /&gt;
Sabrina,&lt;br /&gt;
tinha o rosto também sujo de molho e muito macarrão&lt;br /&gt;
espalhado&lt;br /&gt;
pelo corpo. Pude perceber que com uma mão pegava a comida&lt;br /&gt;
com o garfo, sempre deixando cair um pouco para fora&lt;br /&gt;
da boca, e com a outra mão se mastubava. Minha esposa&lt;br /&gt;
apenas sorria para mim, achando graça de toda aquela&lt;br /&gt;
cena.&lt;br /&gt;
Minha filinha então, olha para mim e diz, ainda de&lt;br /&gt;
boca&lt;br /&gt;
cheia: \&quot;vem cá papai, almoce conosco também\&quot;. Ela me&lt;br /&gt;
puxou pela bermuda e me &lt;br /&gt;
colocou de pé ao seu lado, tirou meu pau da bermuda&lt;br /&gt;
e&lt;br /&gt;
começou a chupá-lo, ainda com muita comida na boca.&lt;br /&gt;
Vi&lt;br /&gt;
minha rola ficando vermelha &lt;br /&gt;
de tesão e molho de macarrão. Minha esposa apenas ria,&lt;br /&gt;
esfregando um cubo de gelo nos bicos dos seios.&lt;br /&gt;
Eu tinha o pau dolorido de tanto tesão. Ela chupava,&lt;br /&gt;
cuspia na cabeça do pau, massageava meu saco, chupava&lt;br /&gt;
minhas bola e salivava muito, fiquei todo melado de&lt;br /&gt;
uma&lt;br /&gt;
mistura de baba com molho... Minhas pernas já estavam&lt;br /&gt;
ficando bambas, eu apertava sua cabeça contra meu pau,&lt;br /&gt;
querendo ir até o fundo de sua garganta, a puxava pelo&lt;br /&gt;
cabelo e dizia: \&quot;isso filhinha, mostra para &lt;br /&gt;
mim que tua mãe te ensinou direitinho a ser puta! Chupa!&lt;br /&gt;
Chupa vadia!\&quot;&lt;br /&gt;
Ela percebeu que eu estava para gozar e parou.&lt;br /&gt;
- Esse macarrão está tão gostoso mamãe - disse Sabrina.&lt;br /&gt;
Mas acho que ainda falta um toque especial!&lt;br /&gt;
Aí, ela direcionou meu pau para seu prato de macarrão&lt;br /&gt;
e esfregou a ponta na comida. O calor da comida, que&lt;br /&gt;
cobria minha pica, era delicioso. Sabrina continuou&lt;br /&gt;
a&lt;br /&gt;
massagear meu saco, segurando meu pau com a outra mão.&lt;br /&gt;
Então, não aguentei mais, e comecei a gozar. Em cima&lt;br /&gt;
do prato! Cobri seu macarrão de porra, muita porra.&lt;br /&gt;
Eu&lt;br /&gt;
estava com muito tesão.&lt;br /&gt;
Quase cai para trás, estava sem forças. Meu pau começou&lt;br /&gt;
a amolecer, então arrastei uma cadeira e me sentei.&lt;br /&gt;
Sabrina&lt;br /&gt;
misturou o macarrão no prato e começou a comer. Devora&lt;br /&gt;
a comida, e &lt;br /&gt;
dizia, com a boca cheia, deixando sempre cair um pouco&lt;br /&gt;
de macarrão que escorria pelo corpo: \&quot;agora sim, mamãe,&lt;br /&gt;
está uma delícia!\&quot;.&lt;br /&gt;
Terminamos de almoçar e pedi para descansar um pouco.&lt;br /&gt;
Minha filha falou: \&quot;então vá para a sala com a mamãe,&lt;br /&gt;
porque EU vou preparar &lt;br /&gt;
a sobremesa, mas não quero ninguém cansado, porque vai&lt;br /&gt;
ser BEM melhor que o almoço!\&quot;.&lt;br /&gt;
Peguei minha esposa pelo braço e fomos para o sofá&lt;br /&gt;
tomando&lt;br /&gt;
um copo de suco. &lt;br /&gt;
Ouvimos Sabrina arrumando a bagunça que fizera na cozinha&lt;br /&gt;
e depois de uns vinte minutos ela apareceu na sala para&lt;br /&gt;
a sobremesa...</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/almoco-depravado-com-filhinha-puta.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s72-c/afilhinhaputinha.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8730770741414428535.post-3603102655156394040</guid><pubDate>Sun, 05 Dec 2010 16:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-08T23:15:52.148-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A filhinha putinha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">como tudo começou</category><title>A filhinha putinha - Como tudo começou</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s1600/afilhinhaputinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;265&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s320/afilhinhaputinha.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha esposa sempre foi extremamente safada (esse foi um dos motivos  pelo qual nos casamos), e quando nossa filha Sabrina, entrou na  puberdade e começou desenvolver seu corpo, isso lhe despertou um  estranho interesse.&lt;br /&gt;
Leila foi se aproximando de Sabrina e cada vez mais conversavam sobre  sexo. Toda noite ela me contava alegremente seus êxitos e transávamos  enfurecidamente. Confesso que nesse período, nossas transas eram  extremamente intensas, como nunca foram antes.&lt;br /&gt;
Ela explicava tudo sobre a mudança do corpo e sexo e Sabrina, para sua  satisfação e orgulho, se mostrava muito interessada e retribuía contando  suas aventuras com os coleguinhas da escola. E toda noite a Leila vinha  e me contava os detalhes.&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Isso começou a me excitar também. E um dia Leila me propôs que  transássemos com Sabrina. De início achei loucura transar com minha  filha e deixei a idéia de lado. Mas Leila continuava insistindo na idéia  e me dizia que já estava começando a se insinuar para Sabrina.&lt;br /&gt;
Eu simplesmente deixei rolar.&lt;br /&gt;
O tempo passou e um dia voltei mais cedo do trabalho. A casa deveria  estar vazia, entrei normalmente e me sentei para ver um pouco de TV,  quando estranhei o som de música vindo do quarto de Sabrina (ela deveria  estar na escola). Fui até lá para pedir para baixar o volume e ao me  aproximar a ouvi discutindo com o namorado. Já ia entrar para ver o que  estava havendo quando ouço ela dizer:&lt;br /&gt;
- Qual o problema com vc? Vc é bicha? Que pintinho de merda vc tem! É assim que vc quer me comer?!?!&lt;br /&gt;
- Não é isso, eu quero vc... não sei o que está acontecendo... - respondeu Daniel, seu namorado.&lt;br /&gt;
Parei, meio que por instinto, e fiquei os observando. Aquilo estranhamente me excitava. &lt;br /&gt;
Minha filha, bastante irritada, tentava de todas as maneiras fazer com  que o garoto transasse com ela, chupava seu pau, ficava de quatro, se  masturbava na frente dele, mas ele nada! Pareceu-me que tinha nojo, que  não queria...&lt;br /&gt;
Eu já estava visivelmente excitado, meu pau estava a ponto de pular para fora da calça. Então, entrei.&lt;br /&gt;
O rapaz ficou pálido e começou a gaguejar. Sabrina me olhou assustada e  começou a me explicar o que estava havendo. Eu os interrompi dizendo:&lt;br /&gt;
- Acham que não sei o que está acontecendo? Eu sei muito bem! Sei que  minha filha é uma vagabunda desobediente que falta da escola para  transar com moleques da escola. E sei também que seu namorado é bicha!  Um veadinho de primeira! Que vergonha filha, pensei que sua mãe tivesse  lhe ensinado como se faz essas coisas...&lt;br /&gt;
- Ela me ensinou, sim! E eu aprendi. Quem não sabe fazer é esse coisa aí! - respondeu ela.&lt;br /&gt;
- Ah! Então é vc que não sabe o que fazer com uma menina?! Será que vou ter que ensinar como se fode de verdade?!&lt;br /&gt;
E para minha surpresa, Sabrina respondeu: - Vai!&lt;br /&gt;
Sorrindo maliciosamente, veio em minha direção, abriu minha calça e  deixou meu pau à mostra. Acariciou-o lentamente e falou para Daniel:&lt;br /&gt;
- Isso sim que é pau! Não essa minhoquinha que vc tem aí...&lt;br /&gt;
Fiquei sem ação, não imaginava que minha filha reagiria dessa maneira. Não obstante, o rapaz ficou, finalmente, de pau duro.&lt;br /&gt;
Sabrina percebeu e se ajoelhou na minha frente, sempre me olhando nos  olhos e provocando seu namorado. Finalmente ela sorriu para mim e com  uma piscadinha marota, começou a me chupar. Com um pouco de dificuldade  ela colocou a cabeça do meu pau em sua boca. Passava a língua em torno e  chupava com força tal qual sua mãe faz (sim, ela aprendeu bem a lição)!&lt;br /&gt;
Com uma mão segurava meu pau e com a outra acariciava meu saco. Isso  estava me deixando louco. Não aguentaria muito tempo mais, mas precisava  me conter, afinal eu tinha que \&quot;dar o exemplo\&quot;!&lt;br /&gt;
Daniel mantinha os olhos fixos e se masturbava com vontade. Sabrina olhou para ele e falou:&lt;br /&gt;
- Qual é? Além de bichinha é burro também? Vem logo para cá e me chupe  bastante. Me deixe preparada, porque um pau de verdade vai me foder hj!&lt;br /&gt;
Ele obedeceu prontamente. Se deitou por baixo da Sabrina, de forma que  alcançava sua xaninha e seu cuzinho. Ficamos um bom tempo assim, meu pau  já escorria a saliva de minha filha, que se acumulava e pingava sobre o  rosto do Daniel.&lt;br /&gt;
Puxei minha filha deixando-a de pé, e disse para que ela se deitasse  para que eu a comesse. Ela me respondeu que não, gostava de ser fodida  de quatro. Como sempre, ela tomou a iniciativa e começou a nos  organizar.&lt;br /&gt;
Mandou Daniel se sentar na beira da cama, depois se reclinou, apoiando  as mãos na cama, empinando sua bundinha e expondo sua xaninha e rabinho,  rosados e depilados. Olhou para mim e falou:&lt;br /&gt;
- Vem papai! Fode tua putinha, ensina esse veadinho de merda como se come uma boceta!&lt;br /&gt;
Não deu para aguentar e enfiei meu pau de uma só vez! Ela deu um leve suspiro, mordeu os lábios, olhou para o Daniel e falou:&lt;br /&gt;
- Ah! Isso sim que é pau!&lt;br /&gt;
Ele não falava nada, apenas olhava com cara de bobo. Sabrina cuspiu  sobre o pau dele e começou a chupar. O garoto gemia e se movimentava  como se estivesse fodendo a boquinha da Sabrina, e a fez engasgar.&lt;br /&gt;
Ela ficou brava, cuspiu umas 3 vezes sobre ele e o xingou. Eu já estava  começando a meter com força, ela gemia mais forte e pedia para que eu  não parasse. Já estava para gozar e ela percebeu, então se virou para  mim e disse:&lt;br /&gt;
- Papai, fode meu cuzinho também, por favor?! - disse isso fazendo voz  de garotinha mimada pedindo um agrado e fazendo beicinho. Alguém é capaz  de recusar?&lt;br /&gt;
De imediato forcei na entrada de seu buraquinho. Foi um pouco difícil  para entrar, então lambi, cuspi e chupei aquele cu. Na segunda tentativa  começou a entrar, pois ela já tinha dado o rabinho diversas vezes para  seus amiguinhos!&lt;br /&gt;
Em pouco tempo aumentei o ritmo e em seguida, não aguentando mais de  tesão, gozei. Gozei fartamente em seu rabinho. Era como se não transasse  há séculos e toda a porra acumulada entrou por aquele túnel. Minhas  pernas bambearam, estava ofegante, tive que me sentar...&lt;br /&gt;
Ela sorriu satisfeita e me mandou um beijo, depois olhou brava para o Daniel e gritou com ele:&lt;br /&gt;
- Tá esperando o que? Pode vir me limpar! Já que não foi homem suficiente para me foder, será minha empregadinha agora!&lt;br /&gt;
Ele se levantou e foi em direção ao banheiro, então Sabrina falou novamente:&lt;br /&gt;
- Onde o senhor pensa que vai?&lt;br /&gt;
- A-ao ban-banheiro - gaguejou Daniel.&lt;br /&gt;
- Pra que? Vc vai me limpar com a língua. Isso é castigo para vc aprender a me satisfazer.&lt;br /&gt;
Então Sabrina ficou de cócoras no chão, assim a porra começou a  escorrer. Como da outra vez, ele se posiciou embaixo da minha  princesinha e lambeu todo o leite que saia de seu cuzinho arregaçado.  Ela pareceu gozar mais uma vez enquanto era lambida. Segurou minha mão  com força e fechou os olhos, como que para aproveitar melhor o momento.  Um tempo depois o Daniel avisou que já estava pronto, tudo limpinho. &lt;br /&gt;
Sabrina se levantou, ele também, e eu me endireitei sentado na cama.  Então ela falou que daquele dia em diante, o Daniel seria sua  empregadinha, e ela iria se divertir com ele da forma que quisesse, e eu  iria fodê-la, se assim eu desejasse. Não respondi, apenas sorri e fui  para o banheiro tomar banho. Depois que entrei no chuveiro, ouvi ela  mandando o Daniel embora e que não telefonasse para ela, quando quisesse  ela o chamaria.&lt;br /&gt;
Tomei um bom banho, pensei no que tinha acontecido, se estava correto, mas me lembrei dos desejos de Leila.&lt;br /&gt;
Saí do banho e Sabrina estava vestida e arrumada, mas ainda com o  cheiro de nossa transa. Alguns minutos depois Leila chegou e fomos  preparar o jantar.</description><link>http://zerosex.blogspot.com/2010/12/como-tudo-comecou.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQ-LlY2iEk-N1eWPZVGQEyhMYiXd0Uxj0dmQuCXGwuWSK62jSnYi-3M_kYOzNHprD1BsKRpb9YTrkUHR-OAVaJaH3rTBdwMqQQgJVTJdg3RoP7pEqvTv7r9VeqgGAYdi0puFrd9s7obbd/s72-c/afilhinhaputinha.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>