«Ouvir o hino da Liga dos Campeões foi muito bom. Conquistámos por mérito próprio a presença nessa prova, pela regularidade e pela beleza do nosso futebol. Tivemos classe, mística e lealdade. Guimarães, à custa do seu Vitória, recuperou o seu carácter e a alegria. Quando cheguei cá era uma cidade triste. O mais importante no mundo é o sorriso das pessoas.»
Pode garantir
que vai treinar o Vitória na próxima época?
«Posso. Garanto que vou ser treinador do V. Guimarães na próxima temporada.
A menos que me ponham um par de patins à porta. São 25 anos de carreira e nos últimos 10/12 somei muitos sucessos. Mas este
é o feito mais vivido e celebrado na minha vida profissional.»
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