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Todas as consoantes e vogais do sânscrito ganham o nome de seu som: akára para o A, bakára para o BA, makára para o MA, já o RA ao invés de se chamar RAKÁRA como todas, ela chama-se rêpha, talvez por sua utilização singular.

O ‘r’ do sânscrito é a única consoante que também tem sinais diacríticos como as vogais para modificar o som do fonema. Você já percebeu que o ‘R’ é um dos sons que as crianças demoram para conseguir utilizar corretamente?

A Pronúncia

O som do ‘r’ no sânscrito nunca será como em rato ou carro. Sempre será ‘rato’, prato, tora, prana, mantra, Rama.

R Como Semivogal

Se você já deu uma olhada na formação dos fonemas do dêvanágari, notou que o som do fonema se altera pela utilização de diacríticos nas letras. O rêpa também.

Um traço diagonal irá transformar o PA e PRA, um sinal acima da letra parecido com um gancho colocará o som do R antes do PA.

Exemplos

Aqui temos dois exemplos de cada utilização:

Matra que é acento ou pausa. Note a adição do traço diagonal no TA.
Prana, energia. Novamente observe o traço diagonal no PA.

Ardha, incompleto; tem o som do R adicionado antes do DHA, note o diacrítico.
Parvata, montanha; também, com o som do R a frente do VA.

Divisão silábica

Como pode notar a divisão silábica do sânscrito é bem diferente da do português. Parvata (montanha) nós separaríamos: PA-RVA-TA.

Veja Também

  • Formação dos fonemas no dêvanágari
  • Dêvanágari, alfabeto, fonemas e sons