Tipo assim, eu não gosto de futebol, aliás, eu detesto futebol. Mas sobre esse assunto achei um tanto quanto devido comentar. Não torço para time nenhum, mas meu pai que infelizmente torce para o Fluminense deve estar nesse momento trabalhando de preto, em luto pelo seu time que perdeu ontem a chance de levar um título a mais e uma taça pra casa. Nadou, nadou e morreu na praia.
Não gosto dos times, mas admiro, veja bem, a-d-m-i-r-o as torcidas. Elas estão sempre lá: confiantes, dando apoio, gastando dinheiro, chorando, rezando, fazendo macumbas, visitando estádios. Sempre presente. Tomemos como base o tipo do torcedor mais ferrenho: o corinthiano. Corinthians cai, talvez Corinthians talvez volte (ou não…, quem sabe
), mas nunca ele abandona aquele seu time de coração. Na amargura ou na felicidade o danado vai estar lá. Chorando sempre, vez ou outra rindo e zoando o time alheio, mas está lá. Com o Fluminense estou certa que não é diferente, embora os torcedores apareçam vez ou outra.
Meu pai é um exemplo de pessoa que esperava mais pelo seu time. Meu pai não deixou de ser tricolor pela derrota de ontem, pelo contrário, está confiante de que na próxima seu time vai estar melhor e mais confiante, e ele vai estar lá, mandando as melhores vibrações positivas que ele puder, porque quer ver seu time vencedor, sempre.

Essa seria o anúncio de parabéns da UNIMED ao Fluminense pela vitória sobre o LDU do Equador. O Fluminense precisava de 2×0 para ir para os penaltis e 3×0 para uma vitória em tempo corrido. Consegui entrar nos penaltis, mas perdeu lá. Digo e repito: nadou, nadou, nadou… mas morreu na praia. Se conseguiram chegar nos penaltis tinham mais possibilidades do que antes. Poderiam ter se esforçado e ganhado, e não me venha falar que faltou técnica ou até mesmo técnico. Foi o nervosismo, mas um time com a tradição do Fluminense poderia sim ter ganho essa disputa. Certamente faltou mais vontade, mais garra, e certamente mais respeito com o torcedor, que lotou o Maracanã, depositou suas esperanças mesmo sabendo que estava mais para menos do que para mais. A torcida acreditou que o time seria campeão, viu seu time ser quase campeão, mas teve que engolir uma derrota amarga quando tudo parecia estar indo para o caminho certo.
Apreciadores de futebol, me perdoem se falei besteira, mas essa é a minha opinião considerando tudo que vi sobre a decisão da Taça Libertadores da América de 2008. É uma pena que o torcedor tenha tido uma noite tão triste ontem, por que para o time eu digo: foi pouco e bom.
Desabafos a parte, esse é o terceiro post de hoje. Chega por ora, né?
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