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	<title>Oitava Abaixo</title>
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	<description>Blog dos contrabaixistas</description>
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		<title>Fender Deluxe Okoume</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio FM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 16:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ContraBaixos]]></category>
		<category><![CDATA[Fender]]></category>
		<category><![CDATA[Fender Deluxe]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz Bass]]></category>
		<category><![CDATA[Okoume]]></category>
		<category><![CDATA[Precision]]></category>
		<category><![CDATA[Precision Special]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fender lançou a série Deluxe Okoume recentemente. Conheça os modelos e especificações de cada baixo: Fender Deluxe Jazz Okoume, Fender Deluxe Jazz V Okoume e Fender Deluxe Precision Special Okoume.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fender apresentou recentemente novos modelos de contrabaixo em sua linha Deluxe. Trata-se da série Okoume que leva este nome devida à madeira utilizada no corpo, a okoumé, uma árvore africana cujo nome científico é <em>Aucoumea klaineana,</em> e tem uma granulação bonita, que pode até lembrar o walnut para alguns com a diferença que as linhas do okoumé são mais retas. Este motivo faz com que a série seja vendida com acabamento natural.</p>
<p>A escolha do corpo em okoume dará uma acentuação nos graves, como é como de madeiras duras.</p>
<p>A captação é ativa, como padrão da série Deluxe e são três modelos disponíveis com fabricação mexicana: Jazz Bass, Jazz Bass V, e o Precision Bass Special que conta com um captador Jazz na ponte. Abaixo, uma prévia dos instrumentos em vídeo e as especificações de cada modelo.</p>
<h3>Vídeo Fender Deluxe Okoume</h3>
<div class="rve" data-content-width=""><iframe title="New Fender Deluxe Active Basses Demo | Fender" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/0fERkjm3-RY?start=50&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><!-- Responsive Video Embeds plugin by www.kevinleary.net --></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Fender Deluxe Active Jazz Bass Okoume</h3>
<div id="attachment_283" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-283" class="size-full wp-image-283" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Jazz-Bass-Okoume.png" alt="Fender Deluxe Active Jazz Bass Okoume" width="600" height="165" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Jazz-Bass-Okoume.png 600w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Jazz-Bass-Okoume-290x80.png 290w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-283" class="wp-caption-text">Fender Deluxe Active Jazz Bass Okoume</p></div>
<ul>
<li>Corpo em Okoume com acabamento natural em poliester brilhante.</li>
<li>Braço em Maple com shape C em uretano brilhante. Escala em rosewood e 34&#8243; com curvatura de 9.5. 20 trastes médio Jumbo.</li>
<li>Captadores Cerâmicos Dual-Coil Noiseless.</li>
<li>Controle de Volume, Balanço, EQ de três bandas com Grave, Médio e Agudo.</li>
<li>Ponte Fender Hi-Mass e tarraxas padrão de engrenagem abertas. Acabamento cromado.</li>
<li>http://intl.fender.com/en-BR/basses/jazz-bass/deluxe-active-jazz-bass-okoume-rosewood-fingerboard-natural/</li>
</ul>
<h3> Fender Deluxe Active Jazz Bass V Okoume</h3>
<div id="attachment_284" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-284" class="size-full wp-image-284" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Jazz-Bass-V-Okoume.png" alt="Fender Deluxe Active Jazz Bass V Okoume" width="600" height="165" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Jazz-Bass-V-Okoume.png 600w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Jazz-Bass-V-Okoume-290x80.png 290w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-284" class="wp-caption-text">Fender Deluxe Active Jazz Bass V Okoume traz as mesmas características do Jazz Bass de 4.</p></div>
<ul>
<li>Corpo em Okoume com acabamento natural em poliester brilhante.</li>
<li>Braço em Maple com shape C em uretano brilhante. Escala em rosewood e 34&#8243; com curvatura de 9.5. 20 trastes médio Jumbo.</li>
<li>Captadores Cerâmicos Dual-Coil Noiseless.</li>
<li>Controle de Volume, Balanço, EQ de três bandas com Grave, Médio e Agudo.</li>
<li>Ponte Fender Hi-Mass e tarraxas die cast em linha. Acabamento cromado.</li>
<li>http://intl.fender.com/en-BR/basses/jazz-bass/deluxe-active-jazz-bass-v-okoume-rosewood-fingerboard-natural/</li>
</ul>
<h3>Fender Deluxe Active Precision Bass Special Okoume</h3>
<div id="attachment_285" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-285" class="size-full wp-image-285" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Precision-Bass-Special-Okoume.png" alt="Fender Deluxe Active Precision Bass Special Okoume" width="600" height="165" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Precision-Bass-Special-Okoume.png 600w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/06/Fender-Deluxe-Active-Precision-Bass-Special-Okoume-290x80.png 290w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-285" class="wp-caption-text">Já o Fender Deluxe Precision Bass Special Okoume mistura a captação Jazz cerâmica com Precision Alnico</p></div>
<ul>
<li>Corpo em Okoume com acabamento natural em poliester brilhante.</li>
<li>Braço em Maple com shape C em uretano brilhante. Escala em rosewood e 34&#8243; com curvatura de 9.5&#8243;. 20 trastes médio Jumbo.</li>
<li>Captador Split Coil em Alnico no braço e Dual-Coil Noiseless na ponte.</li>
<li>Controle de Volume, Balanço, EQ de três bandas com Grave, Médio e Agudo.</li>
<li>Ponte Fender Hi-Mass e tarraxas de engrenagem abertas. Acabamento cromado.</li>
<li>http://intl.fender.com/en-BR/basses/precision-bass/deluxe-active-precision-bass-okoume-rosewood-fingerboard-natural/</li>
</ul>
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		<title>Qual potenciômetro usar com captadores EMG?</title>
		<link>https://8abaixo.com/manutencao/qual-potenciometro-usar-com-captadores-emg/</link>
					<comments>https://8abaixo.com/manutencao/qual-potenciometro-usar-com-captadores-emg/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Flávio FM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 14:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Captadores]]></category>
		<category><![CDATA[EMG]]></category>
		<category><![CDATA[EMG HZ]]></category>
		<category><![CDATA[Potenciômetros]]></category>
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					<description><![CDATA[Confira quais potenciômetros usar em baixos que utilizem captadores EMG ativos ou passivos da série HZ.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dúvida comum quando se vai fazer um upgrade no contrabaixo, trocando captadores é saber qual o valor dos potenciômetros que acompanharão aquele captador. No geral, potenciômetros com valores de 250k ohms ou 500k ohms funcionarão bem a menos que seja especificado de outra forma pelo fabricante. Por exemplo, como acontece com captadores ativos da EMG.</p>
<p>A EMG é famosa por seus captadores ativos e que já vêm com o kit de montagem incluindo jack, potenciômetros, clip de bateria e cabos para encaixe sem solda. Nesse caso, o melhor é seguir o que vem no conjunto. Caso tenha perdido ou tenha comprado o captador de segunda mão, o padrão por captadores ativos da EMG é de 25K ohms tanto para volume quanto para controle de tonalidade passivo.</p>
<div id="attachment_277" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-277" class="size-full wp-image-277" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-HZ.jpg" alt="EMG HZ" width="300" height="180" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-HZ.jpg 300w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-HZ-250x150.jpg 250w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-277" class="wp-caption-text">EMG HZ</p></div>
<p>Já os captadores passivos da EMG, notadamente os HZ, não usam esta mesma configuração. Eles funcionarão melhor com potenciômetros de 250k ohms ou 500k ohms, assim como a maioria dos captadores passivos para baixo. A escolha entre um ou outro valor, então, é pessoal.</p>
<h3>Potenciômetros e captadores EMG Ativos &#8211; Exemplo</h3>
<p>A maioria dos captadores da EMG são ativos e compartilham o mesmo potenciômetro de 25k ohms como pode ser visto no manual do EMG 35.</p>
<div id="attachment_278" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-278" class="size-full wp-image-278" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-Ativo.jpg" alt="Componentes de montagem dos captadores EMG Ativos" width="600" height="277" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-Ativo.jpg 600w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-Ativo-290x134.jpg 290w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-278" class="wp-caption-text">Componentes de montagem dos captadores EMG Ativos</p></div>
<div id="attachment_279" style="width: 270px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-279" class="size-full wp-image-279" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-Instrucoes.jpg" alt="EMG Instrucoes" width="260" height="179" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-Instrucoes.jpg 260w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-Instrucoes-218x150.jpg 218w" sizes="auto, (max-width: 260px) 100vw, 260px" /><p id="caption-attachment-279" class="wp-caption-text">Instruções e Manual dos captadores</p></div>
<p>Para ter acesso ao manual, entre na página de cada um dos captadores e na parte de informações (Info) do captador, clique em Instruções (Instructions, Install etc) como na imagem ao lado. Lá abrirá um pdf em inglês com todas as instruções de montagem e valores dos componentes.</p>
<p>O mesmo vale para os captadores passivos que, embora não acompanhem os kits de montagem, também tem em suas instruções os potenciômetros mais recomendáveis para aplicação em cada caso.</p>
<h3>Potenciômetros e captadores EMG Passivos &#8211; Exemplos</h3>
<p>Os captadores passivos da EMG, como dito, deverão usar 250k ohm ou 500k ohm de acordo com o projeto. JHZ ou PJHZ, normalmente seguem o padrão Fender e ficam melhores com 250k ohms. Inclusive o set GZR PJ só tem recomendação de 250K ohms. O MMHZ também pode usar 250k ou 500k ohms</p>
<p>A série HZ da EMG é passiva e compartilha o mesmo manual entre os soapbars 35, 40 e 45. <a href="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2015/05/EMG-35_40_45HZ.pdf" target="_blank">Veja aqui</a> que você poderá usar tanto os 250k quanto 500k ohms.</p>
<p>Já captadores estilo Gibson Thunderbird (TBHZ) funcionam melhor com 500k ohms.</p>
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		<title>Serial G&#038;L (GL)</title>
		<link>https://8abaixo.com/contrabaixo/serial-gl-gl/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio FM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2014 22:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ContraBaixos]]></category>
		<category><![CDATA[G&L]]></category>
		<category><![CDATA[Leo Fender]]></category>
		<category><![CDATA[Seriais]]></category>
		<category><![CDATA[Serial]]></category>
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					<description><![CDATA[Veja como descobrir o ano de fabricação de seu instrumento GL ou G&#038;L Tribute Series. O serial pode estar na ponte, neck plate ou headstock e a sequencia numérica traz informações sobre a data do baixo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A G &amp; L foi a terceira marca de instrumentos que Leo Fender esteve diretamente ligado. Segundo contam em peças de publicidade da empresa, o próprio Léo Fender diz que estes foram os melhores instrumentos que produziu. De fato, depois de sucessos como o Precision e Jazz da Fender, além do Stingray na Music Man, Leo Fender e seu companheiro George Fullerton tinham experiência suficiente para fazer outros instrumentos excelentes.</p>
<p>A marca foi vendida para BBE após sua morte e alguns novos modelos foram introduzidos e outros retirados de linha embora mantendo os códigos alfanuméricos dos principais modelos: L-1000, L-1500, L-1505, L-2000, L-2500, L-5000, L-5500, JB, JB-2, SB-1, SB-2 e LB-100. E outros que têm nomes e não códigos como o ASAT, Climax, El Toro, Lynx e Interceptor.</p>
<p>Como é comum nas grandes marcas, o processo de introduzir números de séries pode ser bem confuso na G&amp;L, isso porque a padronização foi mudando com o passar dos anos, não só na posição onde é marcado, mas também no uso dos caracteres. Estas mudanças podem ser vistas na própria página da <a title="GL" href="http://glguitars.com/" target="_blank">GL Guitars</a>. Basicamente, em termos de posição, são três períodos distintos:</p>
<ul>
<li>Entre 1980 e 1982 os números de séries estarão marcados na ponte</li>
<li>Também a partir de 1983 até 1997 os seriais estarão no neckplate</li>
<li>A partir de 1997, passaram a estar localizado no headstock</li>
</ul>
<p>Estes primeiros contrabaixos começam com B0 seguidos de uma sequencia numérica que indica o posiciona de acordo com o ano de fabricação.</p>
<div id="attachment_253" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-253" class="wp-image-253" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2014/09/Serial-GL.jpg" alt="Serial GL" width="300" height="225" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2014/09/Serial-GL.jpg 320w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2014/09/Serial-GL-200x150.jpg 200w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2014/09/Serial-GL-65x50.jpg 65w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-253" class="wp-caption-text">Serial na placa de fixação do braço</p></div>
<ul>
<li>1980 &#8211; B000518</li>
<li>1981 &#8211; B001917</li>
<li>1982 &#8211; B008525</li>
<li>1983 &#8211; B010382</li>
<li>1984 &#8211; B014266</li>
<li>1985 &#8211; B016108</li>
<li>1986 &#8211; B017691</li>
<li>1987 &#8211; B018063</li>
<li>1988 &#8211; B019627</li>
<li>1989 &#8211; B020106</li>
<li>1990 &#8211; B021788</li>
<li>1991 &#8211; B023013</li>
<li>1992 &#8211; B024288</li>
</ul>
<h3>Informações</h3>
<div id="attachment_252" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-252" class="size-full wp-image-252" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2014/09/Baixos-G-e-L-e1409695764508.jpg" alt="Baixos G e L" width="300" height="517" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2014/09/Baixos-G-e-L-e1409695764508.jpg 300w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2014/09/Baixos-G-e-L-e1409695764508-87x150.jpg 87w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-252" class="wp-caption-text">Baixos G e L &#8211; L2000 e L2500</p></div>
<p>Uma mudança em relação a estes seriais B0, são aqueles produzidos apos 1997 com os baixos presos por seis parafusos no braço.  Neste caso, começaram com &#8220;CL&#8221; e depois &#8220;CLF&#8221; para &#8220;Clarence Leo&#8221; e &#8220;Clarence Leo Fender&#8221;.</p>
<p>Se saber o ano é uma informação muito geral, é possível desmontar o braço e observar as marcações internas na junção braço e corpo. Elas darão uma data mais próxima do real, já que indicam a data de fabricação destas partes.</p>
<p>Mais informações no <a title="GL" href="http://glguitars.com/" target="_blank">site da GL</a>. Outra fonte interessante sobre os G&amp;L e o site <a title="Guitars By Leo" href="http://www.guitarsbyleo.com/" target="_blank">Guitars By Leo</a>, onde é possível consultar uma <a title="Registro de instrumentos GL" href="http://www.guitarsbyleo.com/AUTOREG/interact2.php3" target="_blank">base de dados</a> com mais de 18000 instrumentos registrados. Procurar por características semelhantes ajuda a datar o seu próprio instrumento. <a title="Serial number significance " href="http://guitarsbyleo.com/FORUM/viewtopic.php?f=12&amp;t=18" target="_blank">Este tópico no fórum</a> é específico sobre datação.</p>
<h3>G&amp;L Tribute Series</h3>
<p>A série Tribute da GL trazem os mesmo componentes americanos dos baixos, porém com mão de obra asiática de forma a baratear os custos e tornar os instrumentos mais acessiveis no mercado. Os seriais tem as seguinte forma para estes instrumentos, onde A = ano de fabricação, M = mês e X = número único.</p>
<ul>
<li>Made in Japan: AAMXXXX ou AMMXXXX</li>
<li>Made in Korea YYMMXXXX</li>
<li>Made in Indonesia YYMMXXXXX</li>
<li>Made in China LYYMMXXXX (L = código interno)</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Músicas que começam com baixo (pop/rock)</title>
		<link>https://8abaixo.com/videos/musicas-que-comecam-com-baixo-poprock/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio FM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2014 17:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cover Soluctions]]></category>
		<category><![CDATA[Introduções no contabaixo]]></category>
		<category><![CDATA[Linhas de Baixo]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastian Sanhueza]]></category>
		<category><![CDATA[Washburn Taurus]]></category>
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					<description><![CDATA[50 músicas de rock que começam com linhas marcantes de contrabaixo. O vídeo contêm não só as partes da música, mas os tabs para serem tocadas juntas também.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O contrabaixo há muito deixou de ser um instrumento de puro acompanhamento para integrar a parte melódica da música. Algumas, inclusive, começam com linhas de baixo bem marcantes. E, para mostrar isso, o canal no <a title="Cover Solutions" href="https://www.youtube.com/user/CoverSolutions" target="_blank">Youtube Cover Soluctions</a> com o baixista Sebastian Sanhueza gravou 50 linhas de baixos marcantes que começam músicas de pop, rock e metal.</p>
<p>Além do trabalho bacana em reunir estas músicas, ainda existem as tablaturas no vídeo e a disposição para download. Nem todas as músicas estão na tonalidades corretas ou com efeitos acionados, mas a idéia está lançada.</p>
<h3>50 músicas que começam com contrabaixo</h3>
<div class="rve" data-content-width=""><iframe loading="lazy" title="50 Bass Intros In ONE TAKE (With Tabs)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9eX6_sqHYFI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><!-- Responsive Video Embeds plugin by www.kevinleary.net --></p>
<h4>Lista de músicas</h4>
<ul>
<li>Tool &#8211; Schism</li>
<li>Pixies &#8211; Gigantic</li>
<li>The Animals &#8211; We&#8217;ve Gotta Get Out Of This Place</li>
<li>Anthrax &#8211; Got The Time</li>
<li>Nirvana &#8211; Love Buzz</li>
<li>Pixies &#8211; Debaser</li>
<li>AFI &#8211; Miss Murder</li>
<li>Green Day &#8211; Longview</li>
<li>Nirvana &#8211; Lounge Act</li>
<li>Megadeth &#8211; Peace Sells</li>
<li>Blink-182 &#8211; Carousel</li>
<li>Motorhead &#8211; Ace Of Spades</li>
<li>The Strokes &#8211; Reptilia</li>
<li>Jane&#8217;s Addiction &#8211; Mountain Song</li>
<li>Weezer &#8211; Only In Dreams</li>
<li>Tool &#8211; Forty Six &amp; 2</li>
<li>The Beatles &#8211; Come Together</li>
<li>Tool &#8211; Sober</li>
<li>Guns N&#8217; Roses &#8211; It&#8217;s So Easy</li>
<li>Joy Division &#8211; Transmission</li>
<li>Pixies &#8211; I Bleed</li>
<li>White Zombie &#8211; Black Sunshine</li>
<li>Alice In Chains &#8211; Would?</li>
<li>Blink-182 &#8211; Man Overboard</li>
<li>The Dead Kennedys &#8211; Holiday In Cambodia</li>
<li>Jet &#8211; Are You Gonna Be My Girl</li>
<li>Queen &#8211; Under Pressure</li>
<li>Red Hot Chili Peppers &#8211; Higher Ground</li>
<li>Red Hot Chili Peppers &#8211; Around The World</li>
<li>Black Sabbath &#8211; N.I.B</li>
<li>Iron Maiden &#8211; Wrathchild</li>
<li>Faith No More &#8211; Falling To Pieces</li>
<li>Red Hot Chili Peppers &#8211; This Is The Place</li>
<li>Muse &#8211; Time Is Running Out</li>
<li>Michael Jackson &#8211; Billie Jean</li>
<li>Symphony X &#8211; Domination</li>
<li>Dream Theater &#8211; Panic Attack</li>
<li>Primus &#8211; Jerry Was A Racecar Driver</li>
<li>Led Zeppelin &#8211; Dazed And Confused</li>
<li>Red Hot Chili Peppers &#8211; Don&#8217;t Forget Me</li>
<li>Rammstein &#8211; Seemann</li>
<li>Porcupine Tree &#8211; Strip The Soul</li>
<li>Black Sabbath &#8211; Hand Of Doom</li>
<li>Rage Against The Machine &#8211; Bullet In The Head</li>
<li>Pearl Jam &#8211; Jeremy</li>
<li>Radiohead &#8211; The National Anthem</li>
<li>Aerosmith &#8211; Sweet Emotion</li>
<li>Muse &#8211; Hysteria</li>
<li>Ozzy Osbourne &#8211; No More Tears</li>
<li>Queen &#8211; Another One Bites The Dust</li>
</ul>
<p>Por curiosidade, o baixo usado é um Washburn Taurus T24.</p>
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		<title>Baixos Sadowsky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio FM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 22:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ContraBaixos]]></category>
		<category><![CDATA[Marcus Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Roger Sadowsky]]></category>
		<category><![CDATA[Sadowsky]]></category>
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					<description><![CDATA[Saiba um pouco mais sobre os contrabaixos de Roger Sadowsky. Entenda a diferença entre os modelos Sadowsky Metro (Vintage, Ultra Vintage, Modern e Standard) e Sadowsky NYC.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os instrumentos <a title="Sadowsky" href="http://www.sadowsky.com/" target="_blank">Sadowsky</a> estão entre os mais finos em fabricação atualmente. A empresa começou no fim dos anos 70 com Roger Sadowsky, um técnico em instrumentos, que, naquela época, fazia modificações em baixos Fender. Talvez, o trabalho mais conhecido seja com Marcus Miller cujo Jazz Bass recebeu uma ponte Badass e eletrônica ativa para dar ganho em frequências graves e agudas. Hoje existe um modelo da Fender inspirado nestas modificações.</p>
<p>Sadopwsky, por sua vez, passou a construir seus próprios instrumentos. Embora não tenha um modelo característico, sendo releituras dos Fenders, a qualidade de construção, acabamento, hardware e atenção aos detalhes, deixam os instrumentos Sadowsky ainda mais finos que os originais. Isso vale tanto para os instrumentos produzidos em Nova Iorque (NYC) quanto no Japão (Metro).</p>
<h3>Sadowsky NYC x Metro &#8211; Diferenças</h3>
<div id="attachment_237" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-237" class="size-full wp-image-237 " title="Sadowsky NYC" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2013/12/Sadowsky-NYC.jpg" alt="Sadowsky NYC" width="450" height="150" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2013/12/Sadowsky-NYC.jpg 450w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2013/12/Sadowsky-NYC-290x97.jpg 290w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-237" class="wp-caption-text">Sadowsky NYC</p></div>
<p>Basicamente, a diferença entre estes instrumentos é a mão de obra empreendida. Enquanto os NYC, são construídos pelo pessoal da Sadowsky em NY, os Metros são feitos no Japão. Pontes, tarraxas, eletrônica, captação etc, são compartilhadas entre os dois modelos. Os baixos NYC também podem receber customizações, enquanto os Metro não. Por estas razões, a linha Metro é mais acessível.</p>
<p>Existem tambéms diferenças de design. A linha Metro tem headstock mais fino, não apresenta tensor de grafite e o corpo é sólido (ao contrário da NYC que é com tone chambers). Configurações de hardware e binding também são limitadas nos Metro. Para as especificações detalhadas dos baixos NYC vs Metro, existe uma página dedicada no <a title="Metro VS NYC" href="http://www.sadowsky.com/" target="_blank">site da Sadowsky</a>.</p>
<div id="attachment_238" style="width: 160px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-238" class="size-full wp-image-238" src="http://8abaixo.com/wp-content/uploads/2013/12/Sadowsky-Metro-UV70.jpg" alt="Sadowsky Metro UV70" width="150" height="400" srcset="https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2013/12/Sadowsky-Metro-UV70.jpg 150w, https://8abaixo.com/wp-content/uploads/2013/12/Sadowsky-Metro-UV70-56x150.jpg 56w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p id="caption-attachment-238" class="wp-caption-text">Sadowsky Metro UV70</p></div>
<h3>Modelos Sadowsky Metro</h3>
<p>As características dos Sadowsky Metro são dadas por códigos do modelo nas principais séries. Não é difícil entender com alguns princípios básicos.</p>
<ul>
<li>STANDARD SERIES: RS4, MS4, RS5, MS5</li>
<li>VINTAGE SERIES:  RV4, MV4, RV5, MV5,</li>
<li>MODERN SERIES: R4-24, M4-24, R5-24, M5-24</li>
<li>ULTRA-VINTAGE ’70s SERIES: UV70-MW-ASH-4, UV70-MB-ASH-4, UV70-RW-ASH-4, UV70-MW-ALD-4, UV70-MB-ALD-4, UV70-RW-ALD-4, UV70-MB-ASH-5, UV70-RW-ASH-5, UV70-MW-ALD-5, UV70-MB-ALD-5, UV70-RW-ALD-5</li>
</ul>
<p>R = Rosewood/Alder &#8211; M = Maple/Ash &#8211; V = Vintage (com escudo) &#8211; S = Standard (sem escudo) &#8211; 4 = quatro cordas &#8211; 5 = cinco cordas &#8211; 24 = 24 trastes &#8211; PJ = configuração híbrida de captadores &#8211; WL = Will Lee signature.</p>
<h4>Além dos contrabaixos</h4>
<p>Além dos baixos as quais são bem conhecidos, Sadowsky produz guitarras elétricas e archtop. Também são bem conhecidos pelos pré amplificadores, onboard e offboard.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A História do Baixo em vídeo &#8211; The Instrumentals: CDZA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Flávio FM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 22:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[CDZA]]></category>
		<category><![CDATA[Chapman Stick]]></category>
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		<category><![CDATA[Story of the Bass]]></category>
		<category><![CDATA[The Instrumentals]]></category>
		<category><![CDATA[Victor Wooten]]></category>
		<category><![CDATA[Welmann Braud]]></category>
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					<description><![CDATA[A história do contrabaixo pelo grupo cdza. Com vários exemplos de músicas, é possível entender a evolução do instrumento ao longo do tempo e se divertir com linhas marcantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há várias maneiras de contar as histórias das coisa. Uma delas são narrativas em livros, os documentários são outros meios assim como a própria oralidade. Mas com advento de novas mídias, a facilidade de incrementar a forma como uma história é contata se ampliou consideravelmente e pode ser feita por qualquer um que tenha um bom roteiro e uma boa idéia.</p>
<p>Este é o caso do <em>Story of the Bass</em>, o quarto episódio da série The Instrumentals do grupo CDZA. O grupo usou de 45 músicas com 9 instrumentos diferentes para mostrar um caminho que o contrabaixo percorreu ao longo de quase três séculos. Particularmente, acho que a história começa mais atrás com instrumentos se não com Tromba Marina, pelo menos com o Violone. Questão pessoal, apenas. De qualquer forma, vale apreciar o vídeo.</p>
<h3>Story of the Bass</h3>
<p>Caso não acompanhe as legendas em inglês, abaixo há a lista ordenada do que aparece no vídeo, incluindo instrumentos e canções.</p>
<div class="rve" data-content-width=""><iframe loading="lazy" title="Story of The Bass (THE INSTRUMENTALS - Episode 4)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/TtdIbnEhJAI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p><!-- Responsive Video Embeds plugin by www.kevinleary.net --></p>
<h3>Predecessor</h3>
<h4>Viola de Gamba</h4>
<ul>
<li>J. S. Bach: &#8220;Prelúdio da Suíte para Cello II&#8221; (1740)</li>
</ul>
<h3>Contrabaixo Acústico</h3>
<h4>Escola Alemã</h4>
<ul>
<li>Domenico Dragonetti: &#8220;Concerto em A maior&#8221; (final de 1700)</li>
</ul>
<h4>Escola Francesa</h4>
<ul>
<li>Giovanni Bottesini: &#8220;Concerto em B Maior&#8221; (meio do século 1800)</li>
</ul>
<h4>Popularização</h4>
<ul>
<li>Serge Koussevitsky: &#8220;Concerto em E maior&#8221; (1900s)</li>
</ul>
<h4>Jazz</h4>
<ul>
<li>Akst/Lewis/Young: &#8220;Dinah&#8221; (1925) e introdução do pizzicato imitando a tuba</li>
<li>Duke Ellington/Irving Miles: &#8220;It don&#8217;t mean a thing&#8221; (1931) com walking bass em desenvolvimento no padrão de 4 notas por Welmann Braud.</li>
<li>Duke Ellington: &#8220;Jack The Bear&#8221; (1940) início de destaque ao instrumento no jazz com Jimmy Blanton.</li>
<li>Oscar Peitiford: &#8220;Tricotism&#8221; (1952) e os solos começam a aparecer.<br />
Charles Mingus: &#8220;Better get in your soul&#8221; (1964)<br />
Paul Chambers: &#8220;So What&#8221; (1958 &#8211; Miles Davis)</li>
</ul>
<h4>Country</h4>
<ul>
<li>The Maddox Brothers: Paul Bunyan Love (1956) e começa a aprecer o slap em estilo rockabilly</li>
</ul>
<h3>Contrabaixo Elétrico</h3>
<p>O primeiro contrabaixo elétrico é introduzido em 1951 por Leo Fender</p>
<h4>Primeiros anos e Motown</h4>
<ul>
<li>Lionel Hampton: &#8220;Blue Boy&#8221; (1955) com Mark Montgomery sendo um dos primeiros à adotar o novo instrumento</li>
<li>Steve Wonder: &#8220;Uptight Everything&#8217;s alright&#8221; (19605) com a Motown dominando o cenário, o contrabaixo começa a aparecer também, sobretudo, com o baixista James Jammerson e seu estilo de tocar em groove.<br />
The Marvelets: &#8220;Please Mr. Postman&#8221; (1961)<br />
Nickolas Ashford &amp; Valerie Simpson: &#8220;Ain&#8217;t no mountain high enough&#8221; (1966)</li>
</ul>
<h4>Rock n Roll e Funk</h4>
<ul>
<li>Lenon &amp; Mccartney: &#8220;Twist and Shout&#8221; (1961) e as linhas de baixo começam a aparecer<br />
George Harrison: &#8220;Taxman&#8221; (1966)<br />
Gordy PerrenMizelland/Richards: &#8220;I want you back&#8221; (1969)<br />
James Brown: &#8220;I got you &#8211; I feel good&#8221; (1965)</li>
<li>The Who: &#8220;My Generation&#8221; (1965) e novas técnicas vão sendo adicionadas ao contrabaixo, por exemplo, com o  John Entwistle<br />
Sly and The Family Stone: &#8220;Thank you&#8221; (1969) com introdução do slap por Larry Graham</li>
<li>Stevie Wonder: &#8220;Sir Duke&#8221; (1976) e as linhas tomam ainda mais importância, se tornando memoráveis com Nathan Watts<br />
Led Zeppelin: &#8220;Black Dogs&#8221; (1971) com John Paul Jones<br />
Yes: &#8220;Roundabout&#8221; (1971) com Chris Squire<br />
Pink Floyd: &#8220;Money&#8221; (1973) com Roger Waters<br />
Led Zeppelin: &#8220;The Ocean&#8221; (1973)</li>
</ul>
<h4>Jazz/Fusion</h4>
<p>Jaco Pastorius: &#8220;Teen Town&#8221; (1977). Jaco remove os trastes de seu contrabaixo, emulando o acústico, e cria uma nova linguagem para o instrumento.</p>
<h4>Disco/Dance Music</h4>
<ul>
<li>The Commodores: &#8220;Brick House&#8221; (1977) e inicia-se a era de ouro do contrabaixo com a dance e disco.<br />
Parliament: &#8220;Flash Light&#8221; (1978)<br />
Lynn/Paich/Foster: &#8220;To Be real&#8221; (1978)</li>
<li>A Taste of Honey: Boogie Ogie Ogie (1978) e as linhas de baixo começam a ser a parte mais importante das músicas pop<br />
Chic: &#8220;Good times&#8221; (1979) além das mais distintivas<br />
Queen: &#8220;Another one Bites the Dust&#8221; (1980)<br />
Rick James: &#8220;Super Freak&#8221; (1981)<br />
Queen: &#8220;Under Pressure&#8221; (1981)<br />
Michael Jackson: &#8220;Billie Jean&#8221; (1983)</li>
</ul>
<h4>New Wave/Synth</h4>
<ul>
<li>Oingo Bongo: &#8220;Weird Science&#8221; (1985) e o contrabaixo começa por um período sintetizado em teclados ou outros aparelhos<br />
Eurythmics: &#8220;Sweet Dreams&#8221; (1983)<br />
A-ha: &#8220;Take on me&#8221; (1985)</li>
</ul>
<h4>Chapman Stick/Upright</h4>
<ul>
<li>Magic Dad: &#8220;Plumber Funk&#8221; (1986) com a introdução de novos instrumentos como o Chapman Stick que é tocado em tapping<br />
King Krimson: &#8220;Thela Hun Ginjeet&#8221; (1981) com o upright com Ned Steinberg.</li>
</ul>
<h4>Funk reaparece</h4>
<ul>
<li>Red Hot Chilli Peppers: &#8220;Around the world&#8221; (1999) principalmente com Flea.</li>
</ul>
<h4>Solos</h4>
<ul>
<li>Victor Wooten: &#8220;Classical Thump&#8221; (1996) peças dedicadas ao contrabaixos com músicos dedicados.</li>
</ul>
<h3>Contrabaixo Acústico</h3>
<ul>
<li>Edgar Meyer: &#8220;Froglike&#8221; 1990 e as coisas começam a voltar ao início novamente.</li>
</ul>
<h3>Salto tecnológico</h3>
<ul>
<li>Skrillex: &#8220;Scare Monsters and Nice Sprites&#8221; (2010) aprimoramento de sintetizadores e outras tecnologias abrem outras possibilidades sonoras para os baixistas.</li>
</ul>
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