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 <title>Blog do Rodrigo Carvalho Silva</title>
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 <updated>2025-12-26T02:30:30+00:00</updated>
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   <name></name>
   <email></email>
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   <title>Minha jornada de "degoogle" até aqui</title>
   <link href="https://rodsilva.com/minha-jornada-de-degoogle-at-aqui/"/>
   <updated>2022-12-14T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/minha-jornada-de-degoogle-at-aqui</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Há muito tempo estou insatisfeito com a forma como a Google trata as informações de seus usuários. Fui usuário dos seus produtos gratuitos por anos, mas, com o passar do tempo, fui ficando mais consciente de como o modelo de negócios de “pague com seus dados” é danoso e busquei alternativas. Foram anos até concretizar a migração que vou narrar a seguir que contempla o seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Google Search -&amp;gt; &lt;a href=&quot;https://duckduckgo.com/&quot;&gt;DuckDuckGo&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.startpage.com/&quot;&gt;Startpage&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Gmail -&amp;gt; &lt;a href=&quot;https://www.cloudron.io/&quot;&gt;Cloudron&lt;/a&gt; (servidor) + &lt;a href=&quot;https://www.sogo.nu/&quot;&gt;SOGo&lt;/a&gt; (webmail)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Google Calendar -&amp;gt; &lt;a href=&quot;https://www.sogo.nu/&quot;&gt;SOGo&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Google Drive -&amp;gt; &lt;a href=&quot;https://nextcloud.com/&quot;&gt;Nextcloud&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Google Docs -&amp;gt; &lt;a href=&quot;https://nextcloud.com/&quot;&gt;Nextcloud&lt;/a&gt; + &lt;a href=&quot;https://www.onlyoffice.com/pt/office-for-nextcloud.aspx&quot;&gt;OnlyOffice&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Google Photos -&amp;gt; &lt;a href=&quot;https://ente.io/&quot;&gt;Ente&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Migrar o buscador é fácil, então, como o assunto é longo, vamos focar nos demais. Desde já adianto que tratarei cada ponto sem grandes explicações para deixar o texto o mais curto possível. Se desejar que eu detalhe um pouco mais alguma coisa, peça nos comentários que eu respondo ou faço um outro post.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;h2 id=&quot;com-tudo-para-o-nextcloud&quot;&gt;Com tudo para o Nextcloud!&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Minha primeira tentativa de migração foi apostando todas as fichas no Nextcloud. Escolhi um &lt;a href=&quot;https://nextcloud.com/sign-up/&quot;&gt;provedor&lt;/a&gt; que achei ter um bom custo-benefício (&lt;a href=&quot;https://cloudamo.com/&quot;&gt;Cloudamo&lt;/a&gt;) e comecei a migrar tudo para lá. Em pouco tempo vi que o Nextcloud não atenderia todas as minhas necessidades de forma satisfatória, principalmente na parte de e-mail.&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;ele não oferece um servidor de e-mail, somente um webmail;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;o webmail é bem fraco e com um layout que não prioriza o conteúdo;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;a busca do Nextcloud é bastante ruim para apresentar resultados de e-mail;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;e ainda encontrei alguns bugs bem chatos na importação do Google e outros.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Para completar, servidor no Cloudamo era bem lento… Se eu quisesse um servidor mais rápido, o custo seria bem alto para uma solução que já não estava me atendendo bem.&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;vamos-de-mailboxorg&quot;&gt;Vamos de Mailbox.org&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Após a decepção com o Nextcloud, tentei a &lt;a href=&quot;https://mailbox.org/en/&quot;&gt;Mailbox.org&lt;/a&gt;. Ali eu já passei a ter um servidor de e-mail, podendo migrar meus e-mails do Gmail e ter um endereço &lt;code class=&quot;language-plaintext highlighter-rouge&quot;&gt;@rodsilva.com&lt;/code&gt;. O webmail, apesar de simples, era bem melhor que o do Nextcloud. No entanto, a interface ainda era um pouco lenta, o gestor de tarefas tinha uma interface muito ruim e, o principal, o editor de documentos estava corrompendo meus arquivos após editá-los!&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;uma-nova-chance-para-o-nextcloud-com-linode-e-yunohost&quot;&gt;Uma nova chance para o Nextcloud com Linode e Yunohost&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Comecei a ver alguns &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=FGS-VL6MgLo&quot;&gt;vídeos no Youtube&lt;/a&gt; patrocinados pela &lt;a href=&quot;https://www.linode.com/&quot;&gt;Linode&lt;/a&gt; e como seus servidores poderiam ser usados para hospedar um serviço Nextcloud. Resolvi usar um cupom de 100 dólares para testar e descobri o Cloudron na lista de aplicações com instalador pronto. Pesquisei por uma alternativa open source e encontrei o &lt;a href=&quot;https://yunohost.org/&quot;&gt;Yunohost&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Yunohost é um projeto muito legal que usei um tempo, mas não deu muito certo. Eles evitam usar soluções de contêineres (como &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Docker_(software)&quot;&gt;Docker&lt;/a&gt;), mas isso acaba impactando no processo de atualização das aplicações instaladas. Para dar um exemplo, uma versão nova do Nextcloud precisava de uma atualização do PHP. Para atualizá-lo, seria necessária a atualização do PHP do sistema todo, deixando todo o processo muito delicado e, por consequência, demorado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, vi que eles não têm um modelo de negócios que possa sustentar de forma segura desenvolvedores em tempo integral - dependerem totalmente de doações. Isso me deixou inseguro em confiar toda minha vida digital com o software deles.&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;sai-yunohost-entra-cloudron&quot;&gt;Sai Yunohost, entra Cloudron&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;De qualquer forma, a solução de um servidor na Linode ainda parecia boa e fui tentar o Cloudron. Em pouco tempo consegui montar meu servidor e tive confiança de mandar tudo para lá. O ponto negativo do Cloudron é que eu acho a assinatura deles um pouco cara (mais cara que o próprio servidor). Gostaria de contribuir financeiramente com o desenvolvimento do software, mas acabei optando pela versão gratuita com limite de 2 aplicações instaladas. Num contexto onde estava usando o servidor mais simples da Linode, não conseguiria rodar muitas aplicações de qualquer forma.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Cloudron tem um servidor de e-mails e, com o Nextcloud instalado, a segunda aplicação teria que ser um webmail. Inicialmente escolhi o &lt;a href=&quot;https://roundcube.net/&quot;&gt;Roundcube&lt;/a&gt;, mas, após um tempo, migrei para o SOGo para ter integração do e-mail com a agenda.&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;sai-linode-entra-onetsolutions-e-scaleway&quot;&gt;Sai Linode, entra OnetSolutions e Scaleway.&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Após a instalação do SOGo, que é mais pesado que o Roundcube, meu servidor da Linode começou a ficar instável por falta de memória. Como a próxima opção de servidor na Linode custaria do dobro do preço, fui pesquisar alternativas. Encontrei o site &lt;a href=&quot;https://www.vpsbenchmarks.com/&quot;&gt;VPSBenchmarks&lt;/a&gt; e nele encontrei a &lt;a href=&quot;https://onetsolutions.net/en/vps-server&quot;&gt;OnetSolutions&lt;/a&gt;, que oferece um servidor com configuração melhor e mais barato que a Linode, e a &lt;a href=&quot;https://www.scaleway.com/en/&quot;&gt;Scaleway&lt;/a&gt;, que oferece um serviço do &lt;a href=&quot;https://www.ibm.com/br-pt/cloud/learn/what-is-object-storage&quot;&gt;object storage&lt;/a&gt; praticamente gratuito até um limite de uso e era perfeito para armazenar os backups diários do servidor.&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;para-fotos-ente&quot;&gt;Para fotos: Ente&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;No entanto, o Nextcloud estava me decepcionando em outro ponto: trabalhar com fotos não se mostrou viável. Inicialmente o Nextcloud caiu muitas vezes durante o processo de upload inicial, pelo alto volume de arquivos. Passada esta etapa, o acesso às fotos era muito lento e muitas vezes simplesmente não conseguia visualizar as que queria. Além disso, a interface e funcionalidade do Nextcloud para este uso também não são das melhores e o aplicativo para Android apresentou bugs para detectar novas fotos e enviar para o servidor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Neste ponto, vi que seria melhor atendido por serviço especializado em armazenamento de fotos e decidi pelo Ente. Estou usando há poucos dias, já estou encontrando alguns bugs no upload inicial, mas a experiência geral está bem melhor que no Nextcloud. A equipe é solícita quanto aos bugs reportados, enquanto no Nextcloud o comum era que os bugs que reportei ficassem praticamente sem resposta.&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;essa-história-ainda-não-chegou-ao-fim&quot;&gt;Essa história ainda não chegou ao fim&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;É bem possível que eu mude algumas coisas na minha configuração atual e ainda exitem outros serviços do Google a abandonar (GMS do Android, Waze, Google Maps, Youtube…), mas espero que o relato da minha jornada até aqui inspire e ajude outras pessoas que desejam fazer o mesmo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Teve algum ponto que gostaria de saber mais detalhes? Peça nos comentários!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Migrando os comentários para a Matrix</title>
   <link href="https://rodsilva.com/migrando-os-coment-rios-para-a-matrix/"/>
   <updated>2022-01-21T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/migrando-os-coment-rios-para-a-matrix</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/images/Disqus para Cactus.png&quot; alt=&quot;Disqus para Cactus.png&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na &lt;a href=&quot;medidas-de-privacidade-que-nao-vao-dificultar-sua-vida&quot;&gt;última postagem&lt;/a&gt; do blog, comecei uma série sobre privacidade online. No entanto, após publicar o texto, percebi algo bastante incoerente com aquele tema: o blog usava o &lt;a href=&quot;https://disqus.com/&quot;&gt;Disqus&lt;/a&gt; como sistema de comentários! Enquanto este sistema é muito popular e fácil de se usar, ele rastreia seus usuários. Sendo assim, precisava encontrar alguma alternativa a ele.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;Encontrei uma lista muito legal de &lt;a href=&quot;https://cloudcannon.com/community/jamstack-ecosystem/commenting/&quot;&gt;opções de sistemas de comentários para sites estáticos&lt;/a&gt; (que é o caso deste) e foquei em 4 características:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Centrado em privacidade&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Opção &lt;em&gt;hosted&lt;/em&gt;, ou seja, não exigisse que eu tivesse que manter uma instalação da ferramenta num servidor&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Gratuito para pouca demanda&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Preferenciamente &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_aberto&quot;&gt;&lt;em&gt;open source&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Após filtrar por estas características, reduzi a lista para 2 opções: &lt;a href=&quot;https://cactus.chat/&quot;&gt;Cactus&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://cusdis.com/&quot;&gt;Cusdis&lt;/a&gt;. Acabei ficando com a primeira, que oferece  uma solução menos acoplada por ser baseada na &lt;a href=&quot;https://matrix.org/&quot;&gt;Matrix&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A Matrix é uma rede aberta para comunicação descentralizada, totalmente baseada em padrões abertos e uma das peças mais importantes do movimento de &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Descentraliza%C3%A7%C3%A3o_da_Web&quot;&gt;descentralização da web&lt;/a&gt;. Este movimento também tem muita relação com privacidade online, pois objetiva a eliminação dos grandes silos de informação, como Google, Facebook entre outros. Se o assunto descentralização da web te interessou, recomendo a newsletter &lt;a href=&quot;https://redecentralize.org/redigest/&quot;&gt;Redecentralize Digest&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sendo assim, a escolha do Cactus me pareceu a mais interessante e sua configuração foi muito simples e rápida. Você já pode testar agora a nova sessão de comentários e, desta forma, se sentir como &lt;a href=&quot;https://duckduckgo.com/?q=neo+matrix&amp;amp;atb=v211-1&amp;amp;iax=images&amp;amp;ia=images&quot;&gt;Neo&lt;/a&gt; navegando pela Matrix ;)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;sup&gt;&lt;sub&gt;Crédito da imagem: “&lt;a href=&quot;https://www.flickr.com/photos/21936312@N08/2564208746&quot;&gt;matrix&lt;/a&gt;” by &lt;a href=&quot;https://www.flickr.com/photos/21936312@N08&quot;&gt;Gamaliel E. M.&lt;/a&gt; is licensed under &lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-nc/2.0/?ref=openverse&amp;amp;atype=html&quot;&gt;CC BY-NC 2.0&lt;/a&gt;&lt;/sub&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/p&gt;
</content>
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   <title>Medidas de privacidade que não vão dificultar sua vida</title>
   <link href="https://rodsilva.com/medidas-de-privacidade-que-nao-vao-dificultar-sua-vida/"/>
   <updated>2021-12-30T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/medidas-de-privacidade-que-nao-vao-dificultar-sua-vida</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Há alguns anos um assunto começou a chamar muito a minha atenção: &lt;strong&gt;privacidade online&lt;/strong&gt;. Fui ficando cada vez mais incomodado com o fato de grandes empresas de tecnologia, como Google e Facebook, saberem tanto da minha vida e vi que não era o único. Havia nascido um movimento “pró-privacidade online” que deu origem a diversos sites com dicas de como proteger a sua privacidade online e listas de ferramentas alternativas às opções mais comuns. Alguns dos principais são &lt;a href=&quot;https://spreadprivacy.com/&quot;&gt;Spread Privacy&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://thinkprivacy.ch/&quot;&gt;ThinkPrivacy&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.privacytools.io/&quot;&gt;PrivacyTools&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Realmente não é um caminho tão fácil a ser trilhado e muitos questionam as razões para este tipo de preocupação, sendo o “não tenho nada para esconder” um dos argumentos mais usados. No entanto, se você assitiu ao documentário “&lt;a href=&quot;https://www.netflix.com/br/title/81254224&quot;&gt;O Dilema das Redes&lt;/a&gt;” da Netflix, entendeu os riscos que este “Big Brother Massivo Online” pode acarretar (se não assistiu, assista!).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Hoje gostaria de dar algumas dicas de como dar os primeiros passos para proteger sua privacidade online com medidas que não vão tornar sua vida mais difícil. A ideia é que este seja o primeiro de uma série de artigos sobre privacidade online, relatando minhas experiências pessoais.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;Antes de partir para minhas recomendações, assista ao vídeo abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;iframe width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube-nocookie.com/embed/UexnNwefdQA&quot; title=&quot;YouTube video player&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture&quot; allowfullscreen=&quot;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;p&gt;Baseado no vídeo acima, seguem minhas recomendações:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Navegador web&lt;/strong&gt;: recomendo o &lt;a href=&quot;https://www.mozilla.org/pt-BR/firefox/&quot;&gt;Firefox&lt;/a&gt; no desktop e celular, pois ele já vem configurado, por padrão, para bloquear rastreadores que existem na maioria dos sites que você acessa sem atrapalhar sua navegação;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Site de buscas&lt;/strong&gt;: para a maioria das pessoas recomendo o &lt;a href=&quot;https://www.startpage.com/&quot;&gt;Startpage&lt;/a&gt;, por ter os mesmos resultados do Google, mas eu pessoalmente uso o &lt;a href=&quot;https://duckduckgo.com/&quot;&gt;DuckDuckGo&lt;/a&gt; por ter mais funcionalidades que considero úteis (mas lembre-se que estes buscadores não sabem nada sobre você, então não espere que uma busca como “pizzaria perto de casa” retorne algum resultado útil :D );&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Gerenciador de senhas&lt;/strong&gt;: recomendo o &lt;a href=&quot;https://bitwarden.com/&quot;&gt;Bitwarden&lt;/a&gt; como gerenciador de senhas, por ser, além de muito bom, open source;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Autenticação de 2 fatores (2FA)&lt;/strong&gt;: recomendo o &lt;a href=&quot;https://authy.com/&quot;&gt;Authy&lt;/a&gt; para geração de &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Senha_descart%C3%A1vel&quot;&gt;OTP&lt;/a&gt;, pois ele tem sicronização na nuvem facilitando a troca de aparelho celular ou caso o perca;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Contas online&lt;/strong&gt;: recomendo o aplicativo &lt;a href=&quot;https://www.withjumbo.com/&quot;&gt;Jumbo&lt;/a&gt; para te ajudar na desativação de opções não privativas das suas contas online;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Sistema operacional&lt;/strong&gt; (opcional): OK, este aqui não é uma transição tão fácil quanto as anteriores (por isso coloquei como opcional), mas eu recomendo o Linux e você pode se surpreender o quanto ele é fácil de usar e compatível com seu hardware (um grande problema no passado). O Linux, diferente do Windows, possui várias “versões” (chamadas distribuições) e, para iniciantes no sistema, minha recomendação ainda vai para o &lt;a href=&quot;https://ubuntu.com/tutorials/create-a-usb-stick-on-windows#1-overview&quot;&gt;Ubuntu&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Se você busca um pouco mais de privacidade online, estes são os primeiros passos a serem dados e não vão atrapalhar em quase nada no que faz atualmente e, caso queira que eu me aprofunde em algum assunto citado neste artigo, utilize a sessão de comentários.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Te vejo no próximo artigo desta série sobre privacidade online!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Desrecomendando a Freshtunes</title>
   <link href="https://rodsilva.com/desrecomendando-freshtunes/"/>
   <updated>2021-11-08T03:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/desrecomendando-freshtunes</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Há alguns anos, pesquisei bastante sobre os distribuidores de música digital existentes e fiz algumas recomendações de alguns que distribuem de forma gratuita música para as plataformas de streaming. A pesquisa que fiz foi baseada apenas em parâmetros objetivos e seu resultado foi publicado num &lt;a href=&quot;distribuindo-gratuitamente-sua-musica-para-o-spotify&quot;&gt;post neste blog&lt;/a&gt;, onde indiquei distribuidores que nunca havia utilizado antes. No entanto, logo após estas conclusões, utilizei pela primeira vez os serviços que indiquei. Neste post quero falar de uma dessas indicações que me trouxe péssimas experiências e me senti na obrigação de me retratar: a Freshtunes.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;A Freshtunes, no papel, parecia uma opção muito interessante para artistas iniciantes que não querem investir uma quantia em dinheiro distruindo suas músicas nas plataformas digitais sem saber o retorno que aquilo traria. Isso porque esta distribuidora, além de não cobrar nenhum valor, também não cobram nenhum percentual de comissão, recebendo o artista com 100% dos rendimentos do Spotify e afins. Então como eles se mantém? Simples, eles só deixam você sacar apenas valores múltiplos de 25 dólares e, enquanto seu dinheiro está lá, eles o aplicam e ficam com os rendimentos, mais ou menos a mesma lógica dos bancos. OK, então me parecia uma proposta factível e utilizei os serviços deles para distribuir o álbum da banda de alguns amigos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Passado algum tempo, o álbum dos meus amigos conseguiu acumular os primeiros 25 dólares e pedi a transferência do dinheiro para repassar para eles. Das opções para recebimento do dinheiro, optei pela Payoneer, que me pareceu a mais madura (a Freshtunes não trabalha com a PayPal). Quando o dinheiro chegou na Payoneer, apareceu o primeiro problema: eles não me deixaram transferir para a minha conta um valor inferior a 50 dólares! Teria que esperar acumular mais 25 dólares para poder sacar. Na verdade, teria que esperar até mais, porque a Payoneer ficou com percentual do valor transferido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Depois, fiquei um período grande sem entrar na conta da Freshtunes e também na conta de e-mail associada a esta, mas, quando entrei, vi que havia um e-mail dizendo que a conta havia sido suspensa por falta de uso. Fiquei bastante preocupado, mas que o álbum ainda estava disponível nas plataformas digitais. Então segui o procedimento de reabrí-la e, após a regularização da conta, levei um susto: o saldo da conta era zero dólares! Será que meus amigos não tinham recebido nada depois de tanto tempo?! Na verdade receberam pouco mais de 10 dólares, mas, para reativar a conta, a Freshtunes fica com até 100 dólares do que houver de saldo!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Já desnorteado por ter perdido o dinheiro dos meus amigos, entrei na conta da Payoneer para ver se estava tudo certo lá e levei outro susto: o saldo da conta lá também era zero dólares! Pelo que vi, em algum momento desde minha última visita, eles mudaram sua política e, caso o dinheiro ficasse na conta durante algum tempo, eles iriam cobrar uma taxa para cobrir os custos. E, asssim, os quase 25 dólares dos meus amigos também desapareceram.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Concluindo, cometi um erro em recomendar estes serviços, pois não dá para comparar distribuidores apenas com tabelas comparativas. Após todo este desgaste, transferi o álbum dos meus amigos para a OneRPM. Apesar de achar que eles têm algumas cobranças um pouco abusivas é a única distribuidora gratuita que tenho confiança neste momento.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Mudanças a vista</title>
   <link href="https://rodsilva.com/mudancas-a-vista/"/>
   <updated>2021-06-15T23:34:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/mudancas-a-vista</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Caro leitor, há muito tempo não posto nada aqui, pois outros projetos passaram a ter maior prioridade na minha vida e acabo nunca tendo tempo para escrever no blog. De qualquer forma, existem assuntos que tenho vontade de abordar e gostaria de encontrar tempo para escrever sobre eles. Por isso, não pretendo acabar com este espaço, mas algumas mudanças precisarão acontecer e gostaria de informá-los.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;h2 id=&quot;mudança-de-domínio&quot;&gt;Mudança de domínio&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A primeira mudança que vai acontecer é o domínio que vai de “rodrigocarvalho.blog.br” para “rodsilva.com”. Adquiri este novo domínio, pois estou num processo de “desgooglagem” (e este é um assunto do qual quero escrever) e queria um domínio que fosse mais simples e curto para utilizar como e-mail. Como não preciso de 2 domínios, então o antigo vai morrer.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pretendo fazer esta mudança nos próximos dias, mas nada muda (por enquanto) para os assinantes do RSS, pois a URL é do Feedburner. Também deixarei um redirecionamento para o novo domínio ativo até que o domínio antigo expire (em agosto de 2021).&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;fim-da-inscrição-por-e-mail&quot;&gt;Fim da inscrição por e-mail&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Uma mudança mais drástica é que o Feedburner (serviço do Google que uso para encapsular o feed RSS do blog) irá &lt;a href=&quot;https://9to5google.com/2021/04/14/google-feedburner-email/&quot;&gt;acabar com a funcionalidade de inscrição por e-mail&lt;/a&gt;. Já tem um tempo que removi o formulário de inscrição por e-mail do blog, mas ainda existe uma quantidade razoável de pessoas inscritas. Agora que as newsletters estão ganhando popularidade novamente (quem diria, né?!), fico em dúvida se devo deixar o Google acabar com a minha “newsletter”…&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para me ajudar na decisão, gostaría de perguntá-los: &lt;strong&gt;devo encontrar um substituto para o Feedburner, para que vocês possam continuar recebendo os post por e-mail?&lt;/strong&gt; Use a sessão de comentários para responder e, caso hajam manifestações suficientes, buscarei um substituto para o Feedburner e até trago de volta o formulário de inscrição para o blog.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ahhh sim! Falando em Feedburner, é provável que eu deixe de utilizá-lo independente de qualquer coisa, como parte do processo de “desgooglagem”. Mas falaremos disso um outro dia ;)&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;limpeza-de-posts&quot;&gt;Limpeza de posts&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Há muito tempo pretendo fazer uma limpeza de posts do blog, pois possuem conteúdo que não fazem mais sentido (os primeiros posts já têm 13 anos!) ou que não concordo mais. Estes posts algumas vezes geram confusão nas pessoas (percebo isso quando recebo comentários neles) enquanto o intuito deste blog sempre foi ajudar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Devo começar a “faxina” junto com a migração do domínio, mas podem ficar tranquilos que posts antigos populares como &lt;a href=&quot;carreira-em-lambda-em-ti&quot;&gt;“Carreira em lambda em TI”&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;ganhando-tempo-livre-com-clearcase&quot;&gt;“Ganhando tempo livre com Clearcase”&lt;/a&gt; vão continuar no ar :)&lt;/p&gt;
</content>
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   <title>Distribuindo gratuitamente sua música para o Spotify</title>
   <link href="https://rodsilva.com/distribuindo-gratuitamente-sua-musica-para-o-spotify/"/>
   <updated>2017-07-22T16:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/distribuindo-gratuitamente-sua-musica-para-o-spotify</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atualização 08/11/2021&lt;/strong&gt;: não tive boas experiências com a Freshtunes, que indico neste artigo. Leia &lt;a href=&quot;/desrecomendando-freshtunes&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; o meu relato.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atualização 01/02/2018&lt;/strong&gt;: Atualmente o OneRPM distribui para o iTunes/Apple Music gratuitamente e se tornou minha primeira opção dentre os distribuidores gratuitos. Se quiser um comparativo muito mais completo que o meu, recomento &lt;a href=&quot;https://www.aristake.com/post/cd-baby-tunecore-ditto-mondotunes-zimbalam-or&quot;&gt;este&lt;/a&gt; (em inglês).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atualmente uma das formas mais práticas de escutar música é através de serviços de streaming, como Spotify, Deezer, Apple Music, Google Play Music etc. Para todos que são viciados em música (como eu), sempre recomendo estes serviços, pois temos acesso a um acervo de músicas praticamente ilimitado e disponível em qualquer lugar!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para quem é músico autoral, é extremamente importante que sua música esteja presente lá, pois é um mercado que já &lt;a href=&quot;https://g1.globo.com/musica/noticia/streaming-de-musica-cresce-52-no-brasil-em-2016-e-ja-rende-o-triplo-de-venda-de-discos.ghtml&quot;&gt;rende muito mais que o CD físico&lt;/a&gt; e só tende a crescer! No entanto, vejo que a maioria dos músicos não sabe como fazer ou simplesmente acha que é impossível fazer isso sem uma gravadora.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Neste artigo vou mostrar que é simples (e pode ser gratuito) distribuir sua músicas para os serviços de streaming, que tornará mais fácil suas composições serem encontradas e ainda te render algum lucro!&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;h4 id=&quot;distribuição-de-música-visão-geral&quot;&gt;Distribuição de música: visão geral&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Para colocar sua música online, caso seja um artista independente, você deverá utilizar um distribuidor como intermediário entre você e os diversos serviços de streaming existentes. Existem inúmeros distribuidores, cada um praticando diferentes formas de cobrança e oferecendo diferentes serviços. O mais conhecido é o &lt;a href=&quot;https://pt.members.cdbaby.com/&quot;&gt;CD Baby&lt;/a&gt;, que possui excelentes opções de serviço (até mesmo venda de CDs físicos) e cobra uma taxa por cada álbum ou single cadastrado além de um pequeno percentual das vendas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, muitas vezes para o artista iniciante ainda não sabe qual o será o retorno financeiro que terá e o pagamento de taxa inicial pode ser uma barreira de entrada. Um amigo meu havia me falado do &lt;a href=&quot;https://www.onerpm.com/&quot;&gt;OneRPM&lt;/a&gt;, que oferece serviços mais limitados, mas não cobra nenhuma taxa inicial, ficando apenas com um percentual um pouco maior das vendas. O grande problema deste distribuidor é que, na opção gratuita, ele não ditribui para o iTunes/Apple Music, uma das lojas com maior número assinantes. Então resolvi pesquisar opções de distribuidores gratuitos que pudessem oferecer serviços mais abrangentes.&lt;/p&gt;

&lt;h4 id=&quot;comparando-os-distribuidores-gratuitos&quot;&gt;Comparando os distribuidores gratuitos&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Em minha pesquisa, encontrei outras duas boas opções de distribuidores gratuitos: &lt;a href=&quot;https://freshtunes.com/&quot;&gt;Freshtunes&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://routenote.com/&quot;&gt;Routenote&lt;/a&gt;. No quadro abaixo, é possível comparar a forma de cobrança de cada um deles e os serviços que oferecem. Estão destacados os pontos negativos e listei as lojas numa ordem aproximada de popularidade, para facilitar a comparação. Aqueles marcados com “EUA” são lojas muito populares no mercado americano.&lt;/p&gt;

&lt;table&gt;
  &lt;thead&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;th style=&quot;text-align: left&quot;&gt; &lt;/th&gt;
      &lt;th style=&quot;text-align: center&quot;&gt;OneRPM&lt;/th&gt;
      &lt;th style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Freshtunes&lt;/th&gt;
      &lt;th style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Routenote&lt;/th&gt;
    &lt;/tr&gt;
  &lt;/thead&gt;
  &lt;tbody&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Interface em português&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Comissão das vendas&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;15%&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;0%&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;15%&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Pagamento mínimo (*)&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;$0&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Múltiplos de $25&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;$50&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;&lt;strong&gt;Serviços mais populares:&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt; &lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Spotify&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;iTunes/Apple Music&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Deezer/Tim Music&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Google Play Music&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Napster/Vivo Musica&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Claro Música&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Tidal&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;YouTube (**)&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Soundcloud  (**)&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Pandora (EUA)&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Amazon (EUA)&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Sim&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
    &lt;tr&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: left&quot;&gt;Outros&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Groove, Guvera, Audible Magic, Shazam, Gracenote&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Shazam, Yadex Music, Zvook, Saavn, Akazoo&lt;/td&gt;
      &lt;td style=&quot;text-align: center&quot;&gt;Groove, Omnifone, eMusic, WiMp, Shazam, Mix Radio, Juke mymusic, Angahami, Gracenote, Kanjian&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
  &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;(*) É o valor que você tem que acumular em vendas para que o distribuidor te transfira o dinheiro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;(**) O YouTube e o Soundcloud funcionam de forma diferente, pois são plataformas onde os próprios usuários postam as músicas. Então, o que os distribuidores irão fazer é rastrear todas as postagem onde sua música é usada e direcionar toda a renda de publicidade para você.&lt;/p&gt;

&lt;h4 id=&quot;conclusão&quot;&gt;Conclusão&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Então qual é o melhor distribuidor gratuito? Como em todo bom comparativo a resposta é: &lt;strong&gt;depende&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Se você não tiver problemas com inglês, eu recomendaria o &lt;strong&gt;Routenote&lt;/strong&gt;, principalmente se sua música tiver potencial de ser escutada nos EUA.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Se sua música não tem potencial para ser escutada nos EUA e você estiver procurando mais divulgação do que retorno financeiro, eu também ficaria com o &lt;strong&gt;Routenote&lt;/strong&gt;, pois é o que distribui para mais lojas.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Se você tiver dificuldades com inglês e/ou gostaria de ter o maior retorno financeiro possível, eu indicaria o &lt;strong&gt;Freshtunes&lt;/strong&gt;, que te paga 100% dos royalties e deixa você sacar um valor menor do que o Routenote.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Se você se encaixa no perfil anterior e gostaria que sua música fosse distribuída para alguma loja que o Freshtunes não distribui, você pode &lt;strong&gt;combinar&lt;/strong&gt; com o OneRPM (caso tenha dificuldades com inglês) ou com o Routenote. Você pode usar quantos distribuidores quiser para sua música desde que só utilize um deles para cada loja.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h4 id=&quot;depois-de-distribuir-divulgue&quot;&gt;Depois de distribuir, divulgue!&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Mas tenha em mente que não é só porque você distribuiu sua música para as principais lojas da internet que sua música vai ser descoberta por todos. Você tem que fazê-la chegar aos seus potenciais ouvintes! Para saber como fazer isso, deixo aí abaixo alguns links de sites que publicam conteúdos muito interessantes:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Blog Somos Música (&lt;a href=&quot;https://somosmusica.com.br/&quot;&gt;https://somosmusica.com.br/&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Palco Digital (&lt;a href=&quot;https://www.opalcodigital.com.br/&quot;&gt;https://www.opalcodigital.com.br/&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Blog Routenote [inglês] (&lt;a href=&quot;https://routenote.com/blog/&quot;&gt;https://routenote.com/blog/&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Livros Colaborativos Com Gitbook</title>
   <link href="https://rodsilva.com/livros-colaborativos-com-gitbook/"/>
   <updated>2016-09-16T21:05:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/livros-colaborativos-com-gitbook</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Recentemente eu tive a necessidade de escrever uma apostila sobre teoria de ritmo. À princípio, apenas criei um documento texto no meu computador e fui escrevendo aos poucos. Mas, num determinado momento, pensei que este material teria mais utilidade disponível na internet (sob uma licensa livre) do que esquecido no meu HD. Então pesquisei alguns sites para eu publicar minha apostila online e selecionei alguns candidatos.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;h4 id=&quot;wikilivros&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://pt.wikibooks.org/&quot;&gt;Wikilivros&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;O Wikilivros (ou Wikibooks, no original) é um braço da famosa Wikipédia, mas com o conteúdo organizado em formato de livros. Já existe um &lt;a href=&quot;https://pt.wikibooks.org/wiki/Teoria_musical&quot;&gt;livro de teoria musical&lt;/a&gt; incompleto (e aparentemente abandonado) e poderia tentar terminá-lo. No entanto, meu objetivo era bem mais simples do que criar um livro e já tinha um conteúdo já escrito numa estrutura totalmente diferente.&lt;/p&gt;

&lt;h4 id=&quot;widbook&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.widbook.com/&quot;&gt;Widbook&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Um site um pouco mais adequado às minhas necessidades é o Widbook. É uma rede social para escrever e compartilhar livros digitais, oferecendo um ambiente colaborativo para leitura e escrita. No entanto, não existe nenhuma forma de disponibilizar o livro para download, o que era um requisito para mim. Aliás, pior do que isso: não existe nenhuma forma de você baixar o seu próprio livro! Ou seja, escreveu no Widbook, fica para sempre lá.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Widbook parece ter um uso bastante amigável e possui alguns recursos interessantes (como recebimento de doações), mas para mim não faziam tanto sentido.&lt;/p&gt;

&lt;h4 id=&quot;gitbook&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.gitbook.com/&quot;&gt;Gitbook&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;

&lt;p&gt;Finalmente encontrei (através de uma dica da &lt;a href=&quot;https://www.revista.espiritolivre.org/gitbook-uma-forma-simples-de-criar-livros-digitais/&quot;&gt;Espírito Livre&lt;/a&gt;) o Gitbook. Ele também oferece um ambiente colaborativo para leitura e escrita de livros digitais, mas, diferente do Widbook, converte o livro para diversos formatos (PDF, Kindle e ePub) que podem ser baixados, além de poder ser visualizado pela web.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Também não existe o problema do livro ficar preso dentro da plataforma. O Gitbook utiliza para guardar os livros um formato aberto (&lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Markdown&quot;&gt;Markdown&lt;/a&gt;) e os salva num repositório &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Git&quot;&gt;Git&lt;/a&gt;. Além da facilidade de acesso para poder ter uma cópia dos meus próprios livros, eu consigo editá-los mesmo se o Gitbook acabar algum dia.&lt;/p&gt;

&lt;h3 id=&quot;gitbook-na-prática&quot;&gt;Gitbook na prática&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/images/gitbook.png&quot; alt=&quot;gitbook.png&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Comecei importando o documento texto que já tinha escrito antes e precisei de um tempo formatar o conteúdo para o Gitbook. Para editar, é possível utilizar o próprio site, mas ele oferece um aplicativo desktop que possui mais funções.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma das funcionalidade que achei mais interessantes é o uso de plugins e ele possui um &lt;a href=&quot;https://plugins.gitbook.com/&quot;&gt;repositório&lt;/a&gt; repleto deles! No meu caso, eu precisava adicionar partituras musicais na minha apostila, das quais poderia utilizar com imagens, mas seria um pouco trabalhoso. Então preferi &lt;a href=&quot;https://plugins.gitbook.com/plugin/abc2svg&quot;&gt;utilizar um plugin&lt;/a&gt; para gerar as partituras para mim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Algo que pode ser interessante para os usuários mais técnicos, é a opção de colocar os “arquivos fonte” do livro num repositório no Github e abrir mais possibilidades de colaboração (issues, pull requests etc). Se você nem faz ideia do que seja Github, não se preocupe que o Gitbook utiliza por padrão um repositório próprio que você não precisa configurar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, nem tudo são flores. O editor de texto visual se mostrou um tanto problemático, desformatando o texto diversas vezes após salvar o trabalho. Em determinados momentos, eu simplesmente desisti do editor visual e trabalhei direto com o código Markdown mesmo. Isso pode ser uma barreira para quem não tiver conhecimento técnico.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, se você utilizar um plugin numa determinada página do livro, necessariamente terá trabalhar direto com o Markdown nesta página, perdendo a facilidade do editor visual. Mas o que realmente achei inconveniente no uso de plugins é não ser possível visualizar o resultado do plugin através do editor. Ou seja, no meu caso, não era possível ver a partitura desenhada antes de enviar as atualizações para o Gitbook e gerar a nova versão do livro.&lt;/p&gt;

&lt;h3 id=&quot;conclusão&quot;&gt;Conclusão&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Apesar dos problemas, o Gitbook se mostrou uma ferramenta muito poderosa e que atendeu muito bem às minhas necessidades. Para um usuário não técnico, acredito que ele não seja muito adequado, mas para mim, que sou desenvolvedor de software, trabalhar com Markdown não é um problema e as possibilidades que os plugins trazem são enormes!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por fim, só me resta deixar o &lt;a href=&quot;https://www.gitbook.com/@rcsilva83/&quot;&gt;link para o meu usuário no Gitbook&lt;/a&gt; para você poder ver como minha singela apostila está ficando. Ainda pretendo reorganizar o conteúdo, melhorar alguns exemplos e testar alguns para escrever exercícios e incorporar música e vídeo.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Ear Training</title>
   <link href="https://rodsilva.com/ear-training/"/>
   <updated>2016-07-20T02:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/ear-training</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Como músico (mesmo que amador), estou sempre estudando e tentando manter os ouvidos bem apurados. Já comentei algumas vezes aqui no blog sobre os cursos de música do Coursera e um deles, o &lt;a href=&quot;https://www.coursera.org/learn/develop-your-musicianship&quot;&gt;Developing Your Musicianship&lt;/a&gt;, foi onde ouvi falar pela primeira vez do “ear training”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Este “treino de ouvido” consiste em fazer exercícios que nos ajudam a identificar &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Intervalo_(m%C3%BAsica)&quot;&gt;intervalos&lt;/a&gt; entre duas notas musicais. Por exemplo, com um ouvido treinado, você conseguirá identificar ouvindo uma nota “dó” seguida de uma “mi” como um intervalo de “terça”. Veja que isto é diferente do “ouvido absoluto”, quando a pessoa consegue identificar um “mi” sem qualquer tipo de referência extra.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outro benefício do ear training é o de conseguir identificar, dada uma &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_musical&quot;&gt;escala&lt;/a&gt;, qual é o itervalo da nota tocada em relação à tônica. Por exemplo, dado uma escala de Dó Maior, você conseguirá identificar um intervalo de uma “quinta” quando uma nota “sol” for tocada. Interessante, né? Mas como treinar?&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;h2 id=&quot;functional-ear-training&quot;&gt;Functional Ear Training&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Sendo eu baterista, não tenho muito contato com instrumentos harmônicos e melódicos, então a melhor alternativa que encontrei para fazer o ear training é com ajuda de um aplicativo e o melhor que encontrei foi o &lt;strong&gt;Functional Ear Trainer&lt;/strong&gt;. Tenho reservado 10 minutos por dia para fazer estes exercícios.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/images/ear-training-menu1.png&quot; alt=&quot;Primeiro menu&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Disponível para &lt;a href=&quot;https://www.miles.be/software/34-functional-ear-trainer-v2&quot;&gt;desktop&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://play.google.com/store/apps/details?id=com.kaizen9.fet.android&quot;&gt;Android&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://itunes.apple.com/kg/app/functional-ear-trainer/id1088761926&quot;&gt;iOS&lt;/a&gt;, este aplicativo se baseia num método para identificar as notas dentro de uma determinada escala e trabalha com níveis predefinidos e treinos personalizados. Os 4 níveis básicos podem ser vistos na imagem abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/images/ear-training-menu2.png&quot; alt=&quot;Segundo menu&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dentro de cada nível, existem 8 subníveis progressivamente mais difíceis que você treina até conseguir 90% de acerto para ir ao próximo. Eles são:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Escala de dó (primeira metade de uma oitava)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Escala de dó (segunda metade de uma oitava)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Escala de dó (uma oitava inteira)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Escala de dó (várias oitavas)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Escala aleatórias, exceto dó (uma oitava)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Escala aleatórias, exceto dó (várias oitavas)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Escala aleatórias (uma oitava)&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Escala aleatórias (várias oitavas)&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Na imagem abaixo você pode ver que estou no subnível 5 do nível “Escala Maior”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/images/ear-training-menu3.png&quot; alt=&quot;Terceiro menu&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ele ainda tem um gráfico com o histórico de tentativas naquele subnível, que é muito interessante para ver a nossa evolução!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;/images/ear-training-historico.png&quot; alt=&quot;Histórico&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se te interessou, lembre-se: tente reservar 10 minutos por dia para exercitar seu ouvido. Tenha paciência que não é fácil, mas, com persistência, você conseguirá melhorar bastante sua percepção musical!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Facilitando o uso do Github Pages</title>
   <link href="https://rodsilva.com/facilitando-o-uso-do-github-pages/"/>
   <updated>2015-12-10T00:29:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/facilitando-o-uso-do-github-pages</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Há pouco mais de 1 ano resolvi migrar o meu blog do &lt;a href=&quot;https://wordpress.org/&quot;&gt;Wordpress&lt;/a&gt; para o &lt;a href=&quot;https://octopress.org/&quot;&gt;Octopress&lt;/a&gt;. Estava muito satisfeito com o Wordpress, mas achava que não fazia mais sentido eu pagar uma hospedagem para o blog. O Octopress me possibilitou o uso da hospedagem gratuita do &lt;a href=&quot;https://pages.github.com/&quot;&gt;Github Pages&lt;/a&gt; (mantendo o meu domínio) além de outros benefícios como:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;Reduziu drasticamente o tempo de carregamento das páginas;&lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;Agora quase nunca o blog fica fora do ar;&lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;Sistema de templates muito mais simples, facilitando ajustes no tema visual;&lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;Maior segurança, eliminando a preocupação de manter o sistema constantemente atualizado;&lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;Mas, é claro, nem tudo são flores e eu já sabia disso. O Wordpress é muito fácil de usar e o Octopress acaba sendo um pouco burocrático na hora de escrever um novo post. Não é à toa que tenho escrito muito menos nos últimos tempos! Para escrever um novo post no Octopress deve-se criar um arquivo formatado em Markdown no computador onde está o “código-fonte” do blog e as ferramentas de geração do Octopress configuradas (Ruby com algumas gems). De cara, já perdemos a edição visual (que pode ser suprida por editores Markdown), mas o pior é não poder mais escrever pela web de qualquer computador.&lt;/p&gt;

&lt;h3 id=&quot;simplificando&quot;&gt;Simplificando&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Depois de algum tempo descontente com esta situção, conheci algumas ferramentas que me pareceram muito interessantes:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.jekyllnow.com/&quot;&gt;Jekyll Now&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://prose.io/&quot;&gt;Prose.io&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;O Jekyll Now é um projeto que facilita a configuração inicial de sites Jekyll a serem hospedados no Github Pages: é só dar um “fork” e começar a usar. Como o Github Pages suporta o Jekyll nativamente, é possível utilizar a própria interface do Github para escrever posts de qualquer lugar. E o Jekyll Now ainda trás suporte a Google Analytics e ao Disqus sem o uso de plugins, já que eles não são suportados pela hospedagem do Github.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Já o Pose.io é uma interface de escrita de texto integrada ao Github. Com ele, é possível ter uma experiência bem próxima do que eu tinha no Wordpress, escrevendo posts diretamente no repositório Github do meu blog!&lt;/p&gt;

&lt;h3 id=&quot;migração&quot;&gt;Migração&lt;/h3&gt;

&lt;p&gt;Como o Octopress é feito sobre o Jekyll, a migração é muito simples. Basicamente tive que alterar os arquivos de configuração do Jekyll e copiar os arquivos Markdown de posts e páginas do antigo blog para o novo. Pronto! O blog já estava pronto para ir para o ar!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ainda é muito cedo para dizer que esta configuração está ideal, mas a experiência de escrever este post já foi muito melhor!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;PS: Quem acompanha este blog via feed RSS ou e-mail, deve ter reparado um problema. Na tansição de uma plataforma para outra (isso também aconteceu quando migrei do Wordpress) o feed foi todo refeito e os leitores de RSS reconheceram todos os posts como novos. Peço desculpas pelo inconveniente e espero que isto não aconteça novamente :)&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Curso Music of The Beatles - Como foi</title>
   <link href="https://rodsilva.com/curso-music-of-the-beatles-como-foi/"/>
   <updated>2015-04-22T01:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/curso-music-of-the-beatles-como-foi</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Seguindo a série de artigos sobre cursos musicais do site &lt;a href=&quot;https://coursera.org&quot;&gt;Coursera&lt;/a&gt;, é a vez de falar como foi o curso “&lt;a href=&quot;https://www.coursera.org/course/beatles&quot;&gt;The Music of The Beatles&lt;/a&gt;”. Com certeza um curso sobre a maior banda de todos os tempos é obrigatório para qualquer amante de rock n’ roll! Você é “metaleiro true” e odeia os Beatles? Antes de fechar a janela, leia este meu pequeno resumo para saber porquê você deve fazer este curso :)&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;O professor deste curso é o excelente John Covach, mesmo professor dos cursos de História do Rock (&lt;a href=&quot;/curso-history-of-rock-como-foi&quot;&gt;o qual já falei a respeito&lt;/a&gt;). E, por isso mesmo, o curso segue o mesmo formato e ritmo, com muita informação e muitas músicas para ouvir. Mas lembre-se que é um curso sobre a &lt;strong&gt;música&lt;/strong&gt; dos Beatles e não sobre sua história. Então, não será aqui que você vai descobrir se a Yoko foi a culpada da dissolução da banda!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na &lt;strong&gt;primeira semana&lt;/strong&gt; vemos o início da carreira da banda desde quando eram apenas uma banda cover tocando em &lt;em&gt;pubs&lt;/em&gt; em Liverpool e em Hamburgo. Nesta época eles tinham uma rotina muito cansativa e eram famosos por fazerem versões covers com bastante perfeição. Não demorou para que conseguissem assinar com uma gravadora e começar a emplacar diversos &lt;em&gt;hit singles&lt;/em&gt;, conseguindo grande sucesso no Reino Unido! Nesta semana vimos músicas dos ábuns “Please Please Me”, “With the Beatles” e os &lt;em&gt;singles&lt;/em&gt; do período, uma época em que o som da banda era basicamente uma repetição do que fazia sucesso na época.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na &lt;strong&gt;segunda semana&lt;/strong&gt; vemos as músicas e &lt;em&gt;singles&lt;/em&gt; da época dos álbuns “A Hard Day’s Night” e “Beatles For Sale”, quando os Beatles param os Estados Unidos e alcançam sucesso mundial iniciando a “&lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Invas%C3%A3o_Brit%C3%A2nica&quot;&gt;Invasão Britânica&lt;/a&gt;”. É no álbum “A Hard Day’s Night” em que a banda alcança sua melhor forma no estilo “artesão” de fazer música&lt;sup id=&quot;fnref:1&quot; role=&quot;doc-noteref&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#fn:1&quot; class=&quot;footnote&quot; rel=&quot;footnote&quot;&gt;1&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;. O “Beatles For Sale” já é um álbum de transição e já estão buscando novas influências e novos caminhos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;terceira semana&lt;/strong&gt; é a vez das músicas e &lt;em&gt;singles&lt;/em&gt; da época dos álbuns “Help!” e “Rubber Soul”, quando adotaram de vez o estilo “artista” de fazer música, experimentando com novas técnicas de gravação e inovando em diversas áreas. Além disso, por influência de Bob Dylan, suas letras começam a tratar de temas mais sérios e relevantes e também procuram trazer maior autenticidade para seu som.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;quarta semana&lt;/strong&gt; foi uma das minhas preferidas, pois foi quando estudamos a época da psicodelia! Os trabalhos deste período foram os álbuns “Revolver”, “Sgt. Pepper” e “Magical Mystery Tour”, além dos &lt;em&gt;singles&lt;/em&gt; “Penny Lane” e “Strawberry Fields”. Naquele momento a banda fez grandes experimentações sonoras e também “alucinógenas”, pois o uso de drogas era constante na tentativa de libertar a mente das correntes impostas pela sociedade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na &lt;strong&gt;quinta semana&lt;/strong&gt; estudamos o importantíssimo “White Album”. Neste álbum os Beatles começam a voltar às origens, fazendo um bom equilíbrio com as experimentações dos últimos trabalhos. No entanto, este registro também é marcado por ser um trabalho menos coletivo, sendo mais um conjunto dos esforços individuais de cada integrante, indício do ínicio das diferenças criativas entre eles. Por este motivo, as músicas são apresentadas no curso agrupadas por compositores onparade compreendemos qual caminho cada um estava seguindo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na &lt;strong&gt;última semana&lt;/strong&gt; estudamos os últimos trabalhos da banda com o projeto “Get Back”, que se transformou no álbum “Let it Be”, e o álbum “Abbey Road”. Este momento é marcado pela volta da banda à simplicidade sonora do início da carreira e pelas brigas. No projeto “Get Back” iria ser feito um documentário sobre a gravação de um álbum dos Beatles, mas as constantes brigas fizeram com que ele fosse abandonado. E mesmo o “Abbey Road” começa com polêmicas entre o Paul e o John, cada um querendo um conceito diferente para o álbum. Após seu lançamento, Paul anunciou sua saída da banda, mas eles ainda lançariam o álbum “Let it Be”, contendo gravações do projeto “Get Back” e alguns trabalhos posteriores ao “Abbey Road”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você gostou da proposta do curso, fique ligado que frequentemente são abertas novas turmas e já existe um curso similar sobre os &lt;a href=&quot;https://www.coursera.org/course/rollingstones&quot;&gt;Rolling Stones&lt;/a&gt;! Lembrando que todos os cursos do Coursera são &lt;strong&gt;gratuitos&lt;/strong&gt; e ministrados por &lt;strong&gt;grandes universidades&lt;/strong&gt; do mundo todo.&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;footnotes&quot; role=&quot;doc-endnotes&quot;&gt;
  &lt;ol&gt;
    &lt;li id=&quot;fn:1&quot; role=&quot;doc-endnote&quot;&gt;
      &lt;p&gt;Esta metáfora utilizada durante todo o curso em que o estilo “artesão” significa repertir a mesma fórmula bem sucedida diversas vezes, ao contrário do estilo “artista” que sempre busca criar algo de novo. &lt;a href=&quot;#fnref:1&quot; class=&quot;reversefootnote&quot; role=&quot;doc-backlink&quot;&gt;&amp;#8617;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
    &lt;/li&gt;
  &lt;/ol&gt;
&lt;/div&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Curso History of Rock - como foi</title>
   <link href="https://rodsilva.com/curso-history-of-rock-como-foi/"/>
   <updated>2014-05-06T00:43:32+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/curso-history-of-rock-como-foi</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Quem acompanha este blog (ultimamente muito parado), talvez se lembre que 2013 foi um ano em que fiz diversos cursos online no &lt;a href=&quot;https://www.coursera.org/&quot;&gt;Coursera&lt;/a&gt;. Já contei minhas experiências fazendo o “&lt;a href=&quot;/introduction-to-digital-sound-design-como-foi/&quot;&gt;Introduction to Digital Sound Design&lt;/a&gt;” e o excelente “&lt;a href=&quot;/curso-songwriting-como-foi/&quot;&gt;Songwriting&lt;/a&gt;”. Depois disso ainda fiz os cursos “&lt;a href=&quot;https://www.coursera.org/course/historyofrock1&quot;&gt;History of Rock - Parte 1&lt;/a&gt;” e “&lt;a href=&quot;https://www.coursera.org/course/historyofrock2&quot;&gt;History of Rock - Parte 2&lt;/a&gt;” que terminei em agosto (!).&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;Quando me inscrevi, pensei que seria um curso tranquilo de acompanhar e que poderia fazer outros em paralelo. Me enganei - é um curso com uma quantidade enorme de conteúdo e que toma um tempo razoável para se fazer. Em cada aula, são mencionadas diversas músicas ilustrativas do conteúdo apresentado. Sendo assim, além do tempo da aula em si, existe um tempo gasto ouvindo as músicas mencionadas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas não se espante - se você é um amante do rock n’ roll, este é um curso obrigatório! Como já disse, o conteúdo é muito extenso e muito rico. Não é à toa que ele é dividido em 2 partes: a primeira com duração de 7 semanas e a segunda com duração de 6. Por este motivo, esta resenha será um pouco mais superficial que as demais senão niguém aguenta ler :)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parte 1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A primeira parte do curso contempla o período pré-rock até o final dos anos 1960. São mostrados os estilos musicais predominantes nos EUA antes da criação do estilo (Country &amp;amp; Western, Rythm &amp;amp; Blues e Pop) e que, futuramente, seriam a base para o rock and roll.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O ano atribuído ao nascimento do rock é 1955 e, desde então, houveram muitas mudanças e criações de sub-estilos. Até o ano de 1963, os artistas norte americanos que “monopolizavam” o cenário. Mas, com o advento da “Invasão Britânica” em 1964, pela primeira vez a parada de sucessos dos EUA é dominada por artistas estrangeiros. Além dos Beatles, principal banda da época, também se sobressaíram nomes como Rolling Stones, The Who e The Kinks.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além do rock, é abordado estilo próximo que é o “soul”, desde o “Sweet Soul” até James Brown. E a parte 1 do curso encerra num período bastante importante para o estilo que foi a era psicodélica, onde o LSD era utilizado como um meio de quebrar as correntes da mente e ter maior criatividade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parte 2&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A segunda parte do curso começa nos anos 70, quando as bandas de rock começam a ficar cada vez mais ambiciosas com sua música. Pricipalmente por influência do movimento psicodélico, os músicos tentam cada vez mais se tornar artistas, buscando inovação e fazendo um trabalho mais elaborado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Temos também uma semana dedicada ao “disco”, um estilo nascido da cultura negra e virou uma antítese do rock, por ser uma música tocada por meios eletrônicos e não por pessoas. A ira dos roqueiros com sucesso da música disco culminou na “&lt;a href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Disco_Demolition_Night&quot;&gt;Disco Demolition Night&lt;/a&gt;”, um evento organizado pelos fãs de rock para queimar gravações desse estilo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;É mostrado como o nascimento da MTV nos anos 80 provocou uma grande mudança no cenário musical mundial. A emissora abriu espaço para a indústria dos vídeo clipes, trazendo um lado mais visual às músicas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por fim, abordado o nascimento de novos sub-estilos do rock, como o punk rock, new wave, o heavy metal e o indie rock. Cada uma destas sub-divisões trás consigo influências de tudo o que já aconteceu na história do rock, desde seu nascimento em 1955.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O curso é muito interessante e vale muito a pena a todos que gostam do bom e velho rock n’ roll. Pode valer muito a pena também para quem não é roqueiro, mas gosta de estudar história da música.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você se interessou, aproveite a oportunidade para &lt;a href=&quot;https://www.coursera.org/course/historyofrock1&quot;&gt;se inscrever&lt;/a&gt; na turma que vai começar na próxima sexta (dia 9 de maio)!&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Em busca de um Github para músicas</title>
   <link href="https://rodsilva.com/em-busca-de-um-github-para-musicas/"/>
   <updated>2013-04-28T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/em-busca-de-um-github-para-musicas</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Este ano estou voltando a me dedicar à música, depois de alguns anos inativo. Montei uma banda e, como já falei aqui, estou fazendo diversos cursos online no Coursera (dois deles já terminei e já publiquei &lt;em&gt;reviews&lt;/em&gt; &lt;a title=&quot;Review do curso Introduction to Digital Sound Design&quot; href=&quot;/introduction-to-digital-sound-design-como-foi/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a title=&quot;Review do curso Songwriting&quot; href=&quot;/curso-songwriting-como-foi/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;Nestes cursos, estou tendo a oportunidade de compor algumas músicas (ou partes de músicas) e, há alguns dias, me lembrei de algumas gravações que fiz há bastante tempo. Meu lado software livre me perguntou “por que não disponibilizo estas gravações no &lt;a title=&quot;Github na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/GitHub&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Github&lt;/a&gt;?”. Achei que realmente seria uma boa ideia e comecei a pesquisar um site que fosse um “Github para músicas”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para os leitores músicos que não sabem o que é o Github, ele é uma espécie de rede social dos desenvolvedores de software. Eles criam repositórios com o código-fonte de seus softwares para que outros possam contribuir, bem no estilo software livre. Existem diversos serviços assim, mas o que fez o Github se destacar é a facilidade com que alguém pode contribuir com um projeto. Basta fazer um &lt;em&gt;fork&lt;/em&gt; (um clone) do software e modificá-lo da forma que precisar. Depois é possível enviar as modificações de volta ao autor original, que pode aceitá-las ou não.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot; aligncenter&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/9/92/SoundCloud_logo.svg/200px-SoundCloud_logo.svg.png&quot; width=&quot;200&quot; height=&quot;114&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O serviço mais famoso de compartilhamento de músicas é o &lt;a title=&quot;Site do Soundcloud&quot; href=&quot;https://soundcloud.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Soundcloud&lt;/a&gt;. No entanto ele serve apenas para compartilhar músicas, não possuindo nenhum suporte a colaboração, como envio de múltiplas faixas (uma para cada instrumento), muito menos fazer um &lt;em&gt;fork&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/9/91/Indaba_Music_logo.jpg&quot; width=&quot;100&quot; height=&quot;95&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O &lt;a title=&quot;Site do Indaba Music Sessions&quot; href=&quot;https://www.indabamusic.com/sessions&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Indaba Music Sessions&lt;/a&gt; é uma parte do site Indaba Music focado em colaboração. O funcionamento dele é assim: alguém começa uma sessão com algum som que servirá de base para a música. Então outros usuários podem enviar outras faixas, com outros instrumentos, e vão colaborando até que se chegar à música concluída. No entanto, o conceito é diferente do Github, pois não há &lt;em&gt;fork&lt;/em&gt; de sessão – você envia as faixas para a sessão original. Além disso, aparentemente não dá para ouvir todas as faixas enviadas ao mesmo tempo (mixadas). Para ouvir o trabalho completo, teria que baixar cada arquivo enviado e adicioná-los ao seu &lt;a title=&quot;DAW na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Digital_audio_workstation&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DAW&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img alt=&quot;Kompoz&quot; src=&quot;//s3.amazonaws.com/totem_production/profiles/2220/hosted/logo-small.png?1389489310&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O &lt;a title=&quot;Site do Compoz&quot; href=&quot;https://www.kompoz.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Kompoz&lt;/a&gt; funciona de forma bastante semelhante ao Indaba Music Sessions, com as mesmas desvantagens. A diferença é o foco nas licenças &lt;a title=&quot;Site do Creative Commons&quot; href=&quot;https://creativecommons.org.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Creative Commons&lt;/a&gt;, que pode ser positivo para os defensores da cultura livre, ou negativo para quem prefere trabalhar com licenças &lt;em&gt;copyright&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://merge.fm/images/logo_for_dark_background.png&quot; width=&quot;178&quot; height=&quot;61&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O &lt;a title=&quot;Site do merge.fm&quot; href=&quot;https://merge.fm/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;merge.fm&lt;/a&gt; também utiliza o mesmo modelo de colaboração centralizado do Indaba e do Kompoz, no entanto ele parece se forcar mais na remuneração do músico. Os pontos positivos dele é que é possível ouvir todas as faixas mixadas direto do site e oferece mais opções sociais, como discussão e criação de eventos online.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://alpha.soundkeep.com/media/images/logo-large-color.png&quot; width=&quot;351&quot; height=&quot;119&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Finalmente, encontrei o que estava procurando. O &lt;a title=&quot;Site do Soundkeep&quot; href=&quot;https://soundkeep.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Soundkeep&lt;/a&gt; se descreve como “Github para som” e ainda “&lt;em&gt;Soundkeep is a social remixing community aimed at bringing the concepts of Free Open Source Software to music&lt;/em&gt;“. O serviço ainda está em fase de testes, mas você já pode utilizá-lo através da &lt;a title=&quot;Versão alpha do Soundkeep&quot; href=&quot;https://alpha.soundkeep.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;versão alpha do site&lt;/a&gt;. Ele tem tudo o que estava procurando: é possível fazer &lt;em&gt;fork&lt;/em&gt; de uma música, enviar várias faixas e ouví-las mixadas diretamente do site, além de controle de versão para poder ouvir a música com as faixas originais ou com as contribuídas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora vou começar a selecionar o material que posso compartilhar e testar o Soundkeep para ver se ele realmente atende às expectativas. Infelizmente não poderei enviar todo o material de uma vez, pois utilizei os sons do &lt;a title=&quot;Site do Soundation&quot; href=&quot;https://soundation.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Soundation&lt;/a&gt; em algumas músicas e eles têm &lt;a title=&quot;Restrições de uso dos sons do Soundation&quot; href=&quot;https://soundation.com/licensing-agreement&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;restrições de uso&lt;/a&gt;. Deixo &lt;a title=&quot;Meu perfil no Soundkeep&quot; href=&quot;https://alpha.soundkeep.com/rcsilva83&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui o link para meu perfil no site&lt;/a&gt; e um convite: me siga e remixe minhas composições!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Curso &#8220;Songwriting&#8221; &#8211; como foi</title>
   <link href="https://rodsilva.com/curso-songwriting-como-foi/"/>
   <updated>2013-04-23T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/curso-songwriting-como-foi</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Mais um curso de música do &lt;a title=&quot;Site do Coursera&quot; href=&quot;https://www.coursera.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Coursera&lt;/a&gt; finalizado, desta vez tratando de composição de músicas: o &lt;a title=&quot;Página do curso Songwriting&quot; href=&quot;https://www.coursera.org/course/songwriting&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Songwriting&lt;/a&gt;. Assim como fiz no “&lt;a title=&quot;Review do curso Introduction to Digital Sound Design&quot; href=&quot;/introduction-to-digital-sound-design-como-foi/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Introduction to Digital Sound Design&lt;/a&gt;“, irei contar como foi o curso.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;Antes de mais nada devo dizer que este foi o &lt;strong&gt;melhor curso&lt;/strong&gt; que já fiz no Coursera! Trazido pela &lt;a title=&quot;Site da Berklee College of Music&quot; href=&quot;https://www.berklee.edu/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Berklee College of Music&lt;/a&gt;, considerada por muitos como a melhor faculdade de música do mundo, o curso é ministrado por &lt;a title=&quot;Site do Pat Pattison&quot; href=&quot;https://www.patpattison.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pat Pattison&lt;/a&gt;, que tem uma excelente didática e muito bom humor. Ao longo de apenas 6 semanas, foi passado um extenso conteúdo voltado a escrita de letras e criação de melodia, essencial para aqueles que estão começando ou querem se aprofundar na arte da composição musical. Harmonia ficou de fora porque é um assunto extenso demais.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;aligncenter&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://coursera-university-assets.s3.amazonaws.com/ce/77a045e73e76620497bd0992177021/masthead.jpg&quot; width=&quot;742&quot; height=&quot;176&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  Na &lt;strong&gt;primeira semana&lt;/strong&gt;, o foco foram nos elementos gerais da música. Técnicas para escolha do ponto de vista (primeira pessoa, segunda pessoa ou terceira pessoa), a &amp;#8220;teoria das caixas&amp;#8221; para ajudar no desenvolvimento da estória, as 6 perguntas que você deve responder quando escreve e as diferentes estruturas de músicas.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  Na &lt;strong&gt;segunda semana&lt;/strong&gt;, começamos a aprender 2 conceitos que acompanharam o curso quase todo: &amp;#8220;&lt;em&gt;prosody&lt;/em&gt;&amp;#8221; e &amp;#8220;estável vs. instável&amp;#8221;. &amp;#8220;&lt;em&gt;Prosody&lt;/em&gt;&amp;#8221; (não sei se tem tradução) significa que todos os elementos da música devem combinar entre si. &amp;#8220;Estável vs. instável&amp;#8221; é a escolha do que se quer transmitir na música, um sentimento de estabilidade ou instabilidade. Para começar, foram apresentados os efeitos do tamanho e do número de linhas neste sentimento de estabilidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  O foco da &lt;strong&gt;terceira semana&lt;/strong&gt; foi nas rimas. Foram apresentados os vários tipos de rimas e qual tipo é mais apropriado quando estamos buscando estabilidade ou instabilidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  Na &lt;strong&gt;quarta semana&lt;/strong&gt;, a música já começa a tomar forma de poesia com explicação sobre rítmo das palavras. Foi explicado como as sílabas tônicas de palavras com várias sílabas e como acentuamos as palavras monossílabas. A mensagem principal desta semana é que devemos manter a forma natural da linguagem quando cantamos.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  Chegamos à &lt;strong&gt;quinta semana&lt;/strong&gt; &amp;#8211; a mais difícil de todas. O conteúdo foi muito maior do que os demais e o exercício muito mais difícil: escrever uma música inteira! Neste momento, todo o conteúdo dado foi reunido para a escrita de uma música (&amp;#8220;Hobo Wind&amp;#8221;), foi ensinada uma técnica para encontrar rimas e ideias para letras (&amp;#8220;&lt;em&gt;worksheet&lt;/em&gt;&amp;#8220;), além de ter sido explicado todo o conteúdo de melodia do curso, como a escolha de tons estáveis e instáveis.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  Por fim, a &lt;strong&gt;última semana&lt;/strong&gt; foi dedicada à &amp;#8220;linguagem corporal da música&amp;#8221;: o fraseamento. Nesta aula, foi explicado como a posição no compasso em que se começa a cantar faz diferença no sentimento de estabilidade da música. Como exemplo, ele mostrou em duas músicas já prontas (&amp;#8220;Pieces&amp;#8221; e &amp;#8220;Hobo Wind&amp;#8221;) como elas ficam muito melhores aplicando as técnicas do fraseamento. Como exercício, tivemos que pegar a música da 5ª semana e aplicar o fraseamento.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;Livro&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  Para acompanhar o curso, comprei o livro recomendado &amp;#8220;&lt;a title=&quot;Livro &amp;quot;Writing Better Lyrics&amp;quot; na Amazon&quot; href=&quot;https://www.amazon.com.br/Writing-Better-Lyrics-ebook/dp/B005070P1C/ref=sr_1_1?s=digital-text&amp;amp;ie=UTF8&amp;amp;qid=1366679609&amp;amp;sr=1-1&amp;amp;keywords=Writing+Better+Lyrics&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Writing Better Lyrics&lt;/a&gt;&amp;#8220;, do próprio Pat Pattison. Achei que valeu bastante a pena, pois o livro tem um conteúdo adicional muito bom e não é tão caro.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  O curso sozinho não vai transformá-lo no melhor compositor do mundo, como poderão ver na minha composição abaixo. No entanto, irá te ensinar mecanismos para conseguir compor de maneira mais produtiva e tirando o máximo que sua música pode conseguir. De qualquer forma, outra mensagem importante do curso é que composição é prática. Então é importante treinar bastante!
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  Para fechar, segue abaixo a minha singela composição do exercício final. Eu sei que tem muita coisa para melhorar, mas acho que foi um bom início!
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
  &lt;iframe width=&quot;100%&quot; height=&quot;166&quot; scrolling=&quot;no&quot; frameborder=&quot;no&quot; src=&quot;https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/88350518%3Fsecret_token%3Ds-VBF9t&amp;amp;color=ff5500&amp;amp;auto_play=false&amp;amp;hide_related=false&amp;amp;show_artwork=true&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Novo tema visual!</title>
   <link href="https://rodsilva.com/novo-tema-visual/"/>
   <updated>2013-04-13T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/novo-tema-visual</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Depois de muito tempo (provavelmente anos) insatisfeito com o visual “retrô” do blog e testando diversos temas para tentar deixá-lo mais moderno, finalmente consegui um tema que consegue reunir todas as qualidades que procurava. Um tema minimalista, sóbrio, que oferece boa legibilidade e que aproveita bem o espaço em tela.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;Tudo começou quando li &lt;a href=&quot;https://cyrilmottier.com/2013/03/17/redesigning-cyrilmottier-dot-com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;este post&lt;/a&gt; de um blog que acompanho falando sobre seu novo layout com o tema “Carrot”. Quando bati o olho, tive certeza que era este o tipo de tema que queria para meu site!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Comecei então a buscar um tema de &lt;a title=&quot;Site do WordPress&quot; href=&quot;https://wordpress.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;WordPress&lt;/a&gt; (ferramenta que uso e não pretendo migrar tão cedo) que se fosse semelhante ao Carrot para que eu pudesse personalizá-lo para deixar com o mesmo visual. O que mais gostei foi o &lt;a title=&quot;Tema Publish&quot; href=&quot;https://wordpress.org/extend/themes/publish&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Publish&lt;/a&gt; e então comecei a modificá-lo até chegar no resultado atual.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O tema ainda não está 100% como gostaria e o bug mais grave é no &lt;a title=&quot;Responsive web design na Wikipédia&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Responsive_web_design&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;layout responsivo&lt;/a&gt; (diminua sua janela para ver o que acontece). No entanto, já está muito melhor do que antes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na junção dos nomes “Carrot” com “Publish”, nomeei este tema como “Parrot”. Me pareceu um nome apropriado, pois “Parrot” é papagaio em inglês e eu não fiz nada mais do que copiar os outros :) De qualquer forma, o código-fonte do tema está disponível no &lt;a title=&quot;Repositório do tema Parrot&quot; href=&quot;https://github.com/rcsilva83/parrot&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GitHub&lt;/a&gt; para que possa utilizá-lo e, quem sabe, melhorá-lo!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Introduction to Digital Sound Design &#8211; Como foi</title>
   <link href="https://rodsilva.com/introduction-to-digital-sound-design-como-foi/"/>
   <updated>2013-03-02T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/introduction-to-digital-sound-design-como-foi</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;No &lt;a href=&quot;/cursos-online-de-musica-gratuitos&quot; title=&quot;Cursos online de música gratuitos&quot;&gt;meu último post&lt;/a&gt; falei sobre cursos voltados para música que serão disponibilizados gratuitamente no site &lt;a title=&quot;Site do Coursera&quot; href=&quot;https://www.coursera.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Coursera&lt;/a&gt; durante o ano de 2013. Semana passada acabou o primeiro dos que me inscrevi, o &lt;a title=&quot;Página do curso Introduction to Digital Sound Design&quot; href=&quot;https://www.coursera.org/course/digitalsounddesign&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Introduction to Digital Sound Design&lt;/a&gt;, e irei falar um pouco sobre como foi.&lt;/p&gt;

&lt;!-- more --&gt;

&lt;p&gt;Minha impressão geral do curso foi muito boa: o conteúdo apresentado foi bastante relevante e o professor, Steve Everett, tem uma ótima didática. Apesar de ser uma matéria com muito conteúdo teórico, praticamente todos os conceitos foram demonstrados na prática.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A primeira semana foi ensinado o básico de som. O que é, como nosso ouvidos o captam e suas propriedades. Uma propriedade fundamental para o som, mas que nunca soube como explicar é o &lt;a title=&quot;Timbre na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Timbre&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;timbre&lt;/a&gt; e foi explicado e detalhado utilizando o software livre &lt;a title=&quot;Site do Sonic Visualiser&quot; href=&quot;https://www.sonicvisualiser.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sonic Visualiser&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A segunda semana falou um pouco sobre a tecnologia musical, apresentando o funcionamento de alguns tipos de microfone (dinâmico e condensador) e qual deles é apropriado para qual tipo de gravação. Além disso, foi ensinado o funcionamento básico dos &lt;a title=&quot;Mixer na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Mixer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;em&gt;mixers&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, bem como as diferentes partes que os compõem e como melhor ajustá-los para uma gravação. Também foi explicado o funcionamento da interface &lt;a title=&quot;Interface MIDI na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/MIDI&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;MIDI&lt;/a&gt;, utilizado por instrumentos digitais e como ele é transmitido e convertido em som digital. Por fim, foram apresentados os diversos tipos de efeitos que podem ser aplicados a áudio digital e também demonstrados na prática com o software livre &lt;a title=&quot;Site do Audacity&quot; href=&quot;https://audacity.sourceforge.net/?lang=pt&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Audacity&lt;/a&gt;. Esta, junto com a terceira, foi a semana mais interessante do curso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A semana 3 foi bastante pesada, apresentando os conceitos de &lt;a title=&quot;Livro de síntese de som&quot; href=&quot;https://en.wikibooks.org/wiki/Sound_Synthesis_Theory&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;síntese de som&lt;/a&gt;, ou seja, como se gerar som digital para imitar ou não um instrumento musical de verdade. Osciladores, formas de onda, filtros e todos eles funcionando ao mesmo tempo e demonstrando seu impacto na forma de onda original! Esta parte é muito interessante, principalmente para quem gosta de fazer música eletrônica e/ou experimental. Foram citados os programas que fazem síntese de som, onde destaco os softwares livres &lt;a title=&quot;Site do Pure Data&quot; href=&quot;https://puredata.info/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pure Data (PD)&lt;/a&gt; e &lt;a title=&quot;Site do Supercollider&quot; href=&quot;https://supercollider.sourceforge.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Supercollider&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A última semana falou sobre estratégias criativas e as que acho que merecem destaque são &lt;a title=&quot;Sonificação não Wikipédia (inglês)&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Sonification&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;sonificação&lt;/a&gt; e “orquestras móveis”. Sonificação é o processo de pegar um conjunto de dados qualquer, definir regras de como cada dado irá se transformar em qual componente de síntese. Por exemplo, foi apresentado um trabalho feito pelo professor onde ele usou dados do genoma humano e transformou em áudio. Orquestras móveis (mais conhecidas como &lt;em&gt;laptop orchestras&lt;/em&gt;) foram apresentadas como formas de criar música digital colaborativamente, inclusive citando programas que suportam esta função, como os já citados &lt;a title=&quot;Site do Pure Data&quot; href=&quot;https://puredata.info/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pure Data (PD)&lt;/a&gt; e &lt;a title=&quot;Site do Supercollider&quot; href=&quot;https://supercollider.sourceforge.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Supercollider&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como bônus, foi ensinada um pouco da histórica dos diferentes &lt;a title=&quot;Temperamento musical na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Temperamentos_musicais&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;temperamentos musicais&lt;/a&gt; já criados até chegarmos no “Tempetamento Igual”, adotado atualmente para a música ocidental. Além disso, diversos tutoriais de softwares foram disponibilizados incluindo os softwares livre que citei no post, além do &lt;a title=&quot;Site do Hidrogen&quot; href=&quot;https://www.hydrogen-music.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Hidrogen&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como exercício final, utilizamos o site &lt;a title=&quot;Soundation&quot; href=&quot;https://soundation.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Soundation&lt;/a&gt; para criarmos uma peça de som com duração de 1 minuto e os demais estudantes votam nas que gostaram.  A minha criação pode ser ouvida abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como puderam ver, o curso é bem rico em conteúdo e bastante prático. Se você se interessa pelo tema e perdeu esta turma, acompanhe o site do Coursera para saber quando irá abrir uma nova turma.&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Cursos online de música gratuitos</title>
   <link href="https://rodsilva.com/cursos-online-de-musica-gratuitos/"/>
   <updated>2013-01-30T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/cursos-online-de-musica-gratuitos</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;O &lt;a title=&quot;Site do Coursera&quot; href=&quot;https://www.coursera.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Coursera&lt;/a&gt; é um site que oferece diversos cursos online de forma totalmente gratuita. Existem cursos de praticamente todas as áreas, como por exemplo biologia, economia, computação e direito. O melhor de tudo é que são cursos ministrados por algumas das melhores universidades do mundo! Ano passado fiz alguns cursos voltados para a área de computação e foram bem interessantes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas foi no final do ano passado que fizeram um anúncio que realmente me deixou muito feliz: o Coursera fechou uma parceria com a &lt;a title=&quot;Cursos de Breklee no Coursera&quot; href=&quot;https://www.coursera.org/berklee&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Berklee College of Music&lt;/a&gt;! Para quem não conhece, ela é considerada uma melhores universidades de música do mundo e onde nasceu a banda &lt;a title=&quot;Dream Theater na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Dream_Theater&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dream Theater&lt;/a&gt;. De lá para cá, vários outros cursos de música foram adicionados ao catálogo:&lt;/p&gt;

&lt;div id=&quot;attachment_846&quot; style=&quot;width: 477px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://www.coursera.org/2013learn/list?courses=howmusicworks,guitar,improvisation,songwriting,musictech,musicproduction,digitalsounddesign,worldmusic&amp;amp;title=I%20want%20to%20be%20a%20Musician&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-full wp-image-846&quot; alt=&quot;Cursos de música no Coursera&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2013/01/cursos-musica.png&quot; width=&quot;467&quot; height=&quot;628&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
    Clique para ver no site
  &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p&gt; &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para quem, além de músico (ou aspirante a músico), é desenvolvedor de software, no curso “&lt;a title=&quot;Curso &amp;quot;Survey of Music Technology&amp;quot;&quot; href=&quot;https://www.coursera.org/course/musictech&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Survey of Music Technology&lt;/a&gt;” os alunos terão oportunidade de escrever programas de computador para fazer música.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Já fiz minha matrícula em quase todos os curso da lista. O “&lt;a title=&quot;Curso &amp;quot;Introduction to Digital Sound Design&amp;quot;&quot; href=&quot;https://www.coursera.org/course/digitalsounddesign&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Introduction to Digital Sound Design&lt;/a&gt;” começou esta semana e ainda dá tempo de se matricular e acompanhar!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Transferência de arquivos do Linux para o Android sem complicações</title>
   <link href="https://rodsilva.com/transferencia-de-arquivos-do-linux-para-o-android-sem-complicacoes/"/>
   <updated>2012-11-08T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/transferencia-de-arquivos-do-linux-para-o-android-sem-complicacoes</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Desde que comprei meu celular novo, com Android 4, passei a ter muitos problemas para transferir arquivos para ele através do Linux. O problema é que, a partir da versão 3 do Android, a transferência de arquivos via cabo USB é feita utilizando o protocolo &lt;a title=&quot;MTP na Wikipédia&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Media_Transfer_Protocol&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;MTP&lt;/a&gt;, que traz a vantagem de não bloquear o cartão SD. Ou seja, você não precisa parar de ouvir música no celular para transferir mais músicas! No entanto, a implementação atual do MTP do Linux não tem uma compatibilidade muito boa com a implementação do Android – às vezes funciona e às vezes não.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Cansado desta situação, resolvi encontrar uma solução e acabei encontrando algo muito melhor: o &lt;a title=&quot;AirDroid no Google Play&quot; href=&quot;https://play.google.com/store/apps/details?id=com.sand.airdroid&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;AirDroid&lt;/a&gt;. Ele é um aplicativo móvel que carrega uma aplicação web no próprio aparelho e que você pode acessar de um navegador do seu computador! Além de transferir arquivos dá para fazer muito mais com ele, como pode ver na tela abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;aligncenter size-large wp-image-832&quot; title=&quot;AirDroid&quot; alt=&quot;Tela do AirDroid&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2012/11/AirDroid-1024x640.png&quot; width=&quot;590&quot; height=&quot;368&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Resumindo: procurava uma solução para resolver meu problema de transferência de arquivos via cabo USB para o Android e acabei com uma solução muito mais completa. E, o melhor: sem precisar mais de cabos! Realmente o AirDroid virou o mais novo aplicativo Android essencial para mim &lt;img src=&quot;/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif&quot; alt=&quot;:)&quot; class=&quot;wp-smiley&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;**Atualização: **O Ubuntu, a partir da versão 13.04, já vem com suporte ao protocolo MTP compatível com o Android nativamente.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Produtividade no desenvolvimento Android: testando o AQuery e o RoboGuice</title>
   <link href="https://rodsilva.com/produtividade-no-desenvolvimento-android-testando-o-aquery-e-o-roboguice/"/>
   <updated>2012-06-04T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/produtividade-no-desenvolvimento-android-testando-o-aquery-e-o-roboguice</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Como último estágio antes da retomada do desenvolvimento da nova versão do &lt;a title=&quot;Repositório do aplicativo para Android da Revista Espírito Livre&quot; href=&quot;https://github.com/espiritolivre/Espirito-Livre-Para-Android&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aplicativo da Revista Espírito Livre&lt;/a&gt;, resolvi testar dois frameworks que prometem mais produtividade e código mais limpo para suas aplicações Android. O objetivo dos testes é escolher um deles para utilizar na próxima versão do aplicativo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O primeiro será o &lt;a title=&quot;Site do AQuery&quot; href=&quot;https://code.google.com/p/android-query/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;AQuery&lt;/a&gt;, componente que provê uma API ao estilo do framework Javascript &lt;a&gt;JQuery&lt;/a&gt;, tornando o código mais compacto e expressivo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O segundo será o &lt;a title=&quot;Site do RoboGuice&quot; href=&quot;https://code.google.com/p/roboguice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;RoboGuice&lt;/a&gt;, uma extensão do framework Java de &lt;a title=&quot;Inversão de controle na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Invers%C3%A3o_de_controle&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;IOC&lt;/a&gt; &lt;a title=&quot;Site do Google Guice&quot; href=&quot;https://code.google.com/p/google-guice/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Google Guice&lt;/a&gt; com funcionalidades específicas para o mundo Android.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para os testes, utilizarei a primeira versão do aplicativo da REL. Segue um trecho de código do aplicativo original para servir como comparativo:&lt;/p&gt;

&lt;script src=&quot;https://gist.github.com/rcsilva83/2847729.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;AQuery&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Antes de tecer qualquer comentário, segue abaixo como ficou o código original portado para o AQuery:&lt;/p&gt;

&lt;script src=&quot;https://gist.github.com/rcsilva83/2847655.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Pontos positivos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Conforme prometido, o código ficou realmente mais compacto e expressivo. É possível fazer muitas configurações num mesmo objeto com apenas 1 linha de código sem perder a legibilidade.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O uso de &lt;a title=&quot;Interface fluente na Wikipédia (em inglês)&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Fluent_interface&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;interface fluente&lt;/a&gt; é muito positivo e grande responsável pelo código enxuto e limpo.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Pelo que vi na documentação, o tratamento de XML e Json parece bastante poderoso, apesar de não ter utilizado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Pontos negativos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;O componente ainda é um pouco limitado no que se refere a abrangência das funcionalidades do Android e, basicamente, se limita a configurar componentes visuais.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O uso do AQuery em apenas algumas partes do código, o torna despadronizado e estranho, pois uma parte fica com cara de Java e outra não. O ponto acima torna este problema mais evidente, pois o uso da API é pequeno em relação ao restante do código.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Comparado ao RoboGuice, ele não é tão maduro, pois é uma biblioteca mais jovem e ainda nem atingiu sua versão 1.0. Apesar do fato de não ter chegado na versão 1.0 não significar que o componente tem muitos &lt;em&gt;bugs&lt;/em&gt;, é comum ocorrerem quebras de API antes do lançamento desta versão.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RoboGuice&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos partir agora para o teste do RoboGuice. Veja como o código original ficou com a utilização do framework:&lt;/p&gt;

&lt;script src=&quot;https://gist.github.com/rcsilva83/2847682.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Pontos positivos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;O código de interface gráfica fica um pouco mais limpo, mas não muito.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Ele é um framework de injeção de dependências completo para sua aplicação móvel! Não cabe a este artigo falar das vantagens disso, mas traz grandes possibilidades de melhorar o código.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Possui diversas funcionalidades (nem todas foram exploradas no teste), sendo algumas que mais me chamaram atenção:&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Injeção de todo o tipo de objetos do Android, além dos componentes de interface, como Activity, Context e Application;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Processamento de tarefas assíncronas (AsyncTask);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    &lt;p&gt;API de logging melhorada;&lt;/p&gt;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Parece ser uma API madura, além de se basear no Guice que é bastante maduro.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Pontos negativos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;A documentação da versão atual (2.0) está muito pobre ainda. Documentação completa só para a versão 1.1.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Algo que nem é muito relevante é a certa complexidade para conjugar seu uso com o &lt;a title=&quot;Site do ActionBarSherlock&quot; href=&quot;https://actionbarsherlock.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ActionBarSherlock&lt;/a&gt;. O problema é que ambos exigem que suas Activity’s estendam suas próprias classes, mas Java não tem herança múltipla para poder herdar de ambas. Mas isto foi fácil de solucionar, pois já existe &lt;a title=&quot;API para conjugar o RoboGuice com o AactionBarSherlock&quot; href=&quot;https://github.com/rtyley/roboguice-sherlock&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;código pronto&lt;/a&gt; para resolver o problema.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Avaliadas as duas opções, decidi por utilizar o RoboGuice em meus futuros projetos. Ele é bastante poderoso e trará grandes vantagens para a qualidade do código e para a produtividade no desenvolvimento. O que eu fiquei mais impressionado com o framework foi a quantidade de recursos úteis que ele dispõe.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Não explorei a fundo tudo o que o RoboGuice poderia me proporcionar, pois exigiria uma refatoração completa de uma aplicação que será jogada fora. Isto não significa que o RoboGuice seja intrusivo no código, mas porque ele reforça boas práticas de programação.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você discordou de alguma avaliação minha ou tem alguma coisa a acrescentar, utilize a sessão de comentários logo abaixo para compartilhar comigo!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Veja também:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a title=&quot;Visual moderno em aplicativos Android&quot; href=&quot;/visual-moderno-em-aplicativos-android/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Visual moderno em aplicativos Android&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a title=&quot;Desenvolvimento Android com Maven + ActionBarSherlock 4&quot; href=&quot;/desenvolvimento-android-com-maven-actionbarsherlock-4/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Desenvolvimento Android com Maven + ActionBarSherlock 4&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Resenha: RESTful Web Services Cookbook</title>
   <link href="https://rodsilva.com/resenha-restful-web-services-cookbook/"/>
   <updated>2012-05-24T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/resenha-restful-web-services-cookbook</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Recentemente mudei de emprego e tenho trabalhado num projeto de um &lt;em&gt;web service&lt;/em&gt; &lt;a title=&quot;REST na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/REST&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;REST&lt;/a&gt;. É um meu primeiro projeto utilizando este estilo arquitetural, mas eu sempre tive muito interesse nele.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como estava sem nada para ler, resolvi comprar um livro que pudesse me ajudar no meu trabalho além de abordar um assunto que há muito tempo estava querendo me aprofundar: um livro sobre REST.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi então que encontrei os livros “&lt;a title=&quot;Livro RESTful Web Services Cookbook&quot; href=&quot;https://shop.oreilly.com/product/9780596801694.do&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;RESTful Web Services Cookbook&lt;/a&gt;” e “&lt;a title=&quot;Livro REST in Practice&quot; href=&quot;https://shop.oreilly.com/product/9780596805838.do&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;REST in Practice&lt;/a&gt;“, ambos com excelentes notas e comentários na Amazon. Decidi começar os estudos pelo primeiro, por sua abordagem mais prática que seria mais útil para ser aplicado num projeto em andamento, e é sobre ele que irei escrever.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;aligncenter  wp-image-773&quot; title=&quot;Restful Web Services Cookbook&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2012/05/Restful-Web-Services-Cookbook-228x300.jpg&quot; alt=&quot;Capa do livro &amp;quot;Restful Web Services Cookbook&amp;quot;&quot; width=&quot;228&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;strong&gt;Estrutura do livro &lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O RESTful Web Services Cookbook, como o nome diz, é um livro de receitas (“cookbook”) com soluções para problemas comuns no desenvolvimento de &lt;em&gt;web services&lt;/em&gt; REST. É um livro ideal para você ter ao lado de sua estação de trabalho para fazer consultas sobre tópicos bastante específicos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A cada receita, o autor descreve um problema e sua solução de forma sucinta e objetiva. Em seguida, ele discute a razão da solução ter sido escolhida, exemplifica sua implementação e, em muitas vezes, dá alternativas. Sendo assim, o leitor além de ter um guia para aplicação rápida de soluções, também terá a oportunidade de entender profundamente a solução e, assim, reforçar seu conhecimento da tecnologia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Didática&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A didática do autor é excelente, sempre explicando cada tópico de forma bastante clara. Apesar deste ser um típico livro para consultas, a leitura do início ao fim (como estou fazendo) é bastante prazerosa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outro ponto muito positivo é que ele não se prende à teoria. Ele explica que existem situações onde a solução mais “RESTful” não é a ideal para o cliente que utiliza o serviço e dá as soluções alternativas, dizendo os prós e os contras de cada uma.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ainda não terminei o livro (estou no finalzinho), mas já tenho plena capacidade de recomendá-lo para qualquer pessoa que esteja trabalhando com &lt;em&gt;web services&lt;/em&gt; REST (independenta da tecnologia utilizada). Este é aquele livro que você irá consultar quando encontrar uma situação um pouco diferente do mundo perfeito da teoria e precisa de uma abordagem mais prática.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Desenvolvimento Android com Maven + ActionBarSherlock 4</title>
   <link href="https://rodsilva.com/desenvolvimento-android-com-maven-actionbarsherlock-4/"/>
   <updated>2012-05-17T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/desenvolvimento-android-com-maven-actionbarsherlock-4</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Estes últimos dias, estou tentando retomar o projeto do aplicativo da &lt;a title=&quot;Aplicativo da Espirito Livre para Android&quot; href=&quot;https://github.com/espiritolivre/Espirito-Livre-Para-Android&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Revista Espírito Livre para Android&lt;/a&gt;. A primeira versão que desenvolvi foi bem simples, mas serviu para me dar uma boa visão sobre os rumos da plataforma e me incentivou a estudar bastante. Com isso, vi que dava para melhorar o aplicativo em vários pontos e que a melhor opção seria começar uma nova versão do zero.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma das minhas ideias para esta nova versão era começar a utilizar o &lt;a title=&quot;Apache Maven&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Apache_Maven&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Maven&lt;/a&gt; para gerenciar as dependências do aplicativo. Quem conhece a ferramenta, sabe que ela oferece diversos benefícios como, por exemplo, o build independente de IDE e eliminar a necessidade de versionar os binários das APIs dependentes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Maven no Android&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Comecei a pesquisar e encontrei o &lt;a title=&quot;Página do android-maven-plugin&quot; href=&quot;https://code.google.com/p/maven-android-plugin/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;android-maven-plugin&lt;/a&gt;. Este plugin adiciona ao ciclo de vida do Maven as especificidades da compilação de um projeto Android.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, existem &lt;a title=&quot;Arquétipos Maven&quot; href=&quot;https://stand.spree.de/wiki_details_maven_archetypes&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;arquétipos&lt;/a&gt; (&lt;em&gt;archetypes&lt;/em&gt;) que criam a estrutura de diretórios e arquivos básicos de qualquer projeto Android, além de já incluir no pom.xml o android-maven-plugin configurado com a versão desejada do Android. O arquétipo que mais me interessou foi o “android-release” que, além do projeto principal, cria um projeto de testes e configura o projeto para gerar um pacote para distribuição.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Maven + Android + Eclipse&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com o projeto Maven pronto, já dá para compilar e gerar um pacote da aplicação pela linha de comando. No entanto, apesar do Eclipse (a partir da versão 3.7 “Indigo”) suportar projetos Maven nativamente, ao tentar importar o projeto, ele apresentará um erro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim como Maven precisa de um plugin para lidar com as especificidades da compilação para Android, o Eclipse também precisa. O &lt;a title=&quot;Site do plugin ADT&quot; href=&quot;https://developer.android.com/sdk/eclipse-adt.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ADT&lt;/a&gt; por si só não consegue lidar com o projeto, pois ele não espera um projeto no formato Maven.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas para configurar é muito fácil. Considerando que está utilizando a versão 3.7, você deverá utilizar o plugin &lt;a title=&quot;Site do m2e-android&quot; href=&quot;https://rgladwell.github.com/m2e-android/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;m2e-android&lt;/a&gt;. Para instalá-lo é bem simples e está explicado em sua página.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Atenção:&lt;/strong&gt; Não confundir este com o “m2eclipse-android-integration”, que é a versão antiga do m2e-android. Parece bobeira, mas eu bati muito a cabeça com isso!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ActionBarSherlock 4&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Superados os problemas do Maven e sua integração com o Eclipse, chegou a hora de incluir no projeto o &lt;a title=&quot;Site do ActionBarSherlock&quot; href=&quot;https://actionbarsherlock.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ActionBarSherlock&lt;/a&gt;, componente que já mencionei &lt;a title=&quot;Visual moderno em aplicativos Android&quot; href=&quot;/visual-moderno-em-aplicativos-android/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;num post anterior&lt;/a&gt;. Como estava desenvolvendo uma versão nova do aplicativo, também decidi atualizar a biblioteca para a versão 4.0. No entanto, ao incluí-la no projeto, tive um erro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Infelizmente, documentação não é o forte do componente e, depois de bater muito a cabeça, descobri que a versão nova exige que a compilação seja feita para Android 4 (e não para Android 3, como a versão antiga). Sendo assim, você deve configurar seu projeto para o &lt;em&gt;API level&lt;/em&gt; 15 e a versão do Android 4.0.1.2.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, tentei rodar a aplicação num emulador rodando Android 1.6 (versão mínima compatível na versão 3.0) e tive outro erro. Também depois de perder algum tempo, descobri que a versão agora só suportava versões do Android a partir da 2.1.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apesar destes problemas, vale muito a pena utilizar o Maven nos projetos. Eu bati muito a cabeça, mas espero que este artigo te ajude a evitar estes problemas e que consiga utilizar a ferramenta muito mais tranquilamente.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma última dica para quem utiliza o ActionBarSherlock, é utilizar o arquétipo Maven para gerar o projeto e, durante a geração, escolher a &lt;em&gt;API level&lt;/em&gt; 15. Você deve tomar cuidado que o padrão é a &lt;em&gt;API level&lt;/em&gt; 10, mas você pode negar esta escolha e forçar a versão desejada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por fim, torço muito para que o ambiente Maven para Android seja cada vez mais utilizado e fique cada vez mais estável e fácil de usar.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Entrando em forma com Android</title>
   <link href="https://rodsilva.com/entrando-em-forma-com-android/"/>
   <updated>2012-05-04T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/entrando-em-forma-com-android</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Depois de muito tempo sem escrever aqui no blog, tento voltar à ativa com um artigo um tanto quanto diferente: um artigo falando sobre exercício físico! Mas, como todo nerd, até para isto eu preciso da tecnologia junto a mim, neste caso um smartphone Android.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Utilizando o ZTD, uma das minhas metas é voltar ao meu peso ideal. Há muito tempo que estava com sobrepeso e a situação estava piorando lentamente. Após uma passagem pela academia, comecei a correr na rua utilizando um aplicativo móvel para monitorar minhas atividades.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O corredor (ou quase isto)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A dica veio do meu amigo Saulo Andrade, futuro maratonista, que já utilizava há algum tempo o aplicativo &lt;a title=&quot;Site do RunKeeper&quot; href=&quot;https://runkeeper.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;RunKeeper&lt;/a&gt;. Ao começar a correr, você abre o RunKeeper e ele busca sua localização pelo GPS. Assim que ela for localizada, você marca o início da atividade e ele começa a te monitorar. De tempos em tempos (configurável), ele dá um resumo em áudio de como anda sua atividade. Por isso, eu sempre corro com um &lt;a title=&quot;Fone que utilizo&quot; href=&quot;https://dx.com/h580-bluetooth-v2-0-edr-handsfree-stereo-headset-headphone-black-red-115055?item=5~r.60268065&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;fone de ouvido bluetooth&lt;/a&gt;, ouvindo boa música (normalmente AC/DC para empolgar mais \o/).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O legal deste aplicativo é que seu site é uma espécie de rede social, onde você pode compartilhar com seus amigos suas atividades e ver as deles. Isto é algo muito bom e recomendado pelo ZTD, pois você torna público entre seu círculo de amigos a evolução de sua meta, aumentando sua dedicação para alcançá-la.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um pouco de supervisão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, todo o mundo sabe, fazer exercício físico sem acompanhamento profissional é perigoso. Apesar de estar repetindo o que aprendi no tempo em que fiquei na academia, com o tempo eu passei a ficar um pouco incomodado com a situação de correr por minha conta.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O RunKeeper tem alguns planos de treino criados por especialistas que você pode comprar e ter acompanhamento deles. Estava quase comprando, pois o valor é bastante aceitável e, como eu queria continuar correndo ao ar livre e não voltar para academia, seria mais barato do que contratar um &lt;em&gt;personal trainer&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, neste meio tempo ouvi o &lt;a title=&quot;AndroidCast 24&quot; href=&quot;https://www.euandroid.com.br/podcasts/2012/04/androidcast-24-mobilidade-ajudando-atletas/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;episódio 24 do AndroidCast&lt;/a&gt;, onde apresentaram outras opções de aplicativos. Foi então que conheci o &lt;a title=&quot;Site do Adidas micoach&quot; href=&quot;https://micoach.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Adidas micoach&lt;/a&gt;, que, além de monitorar os treinos, também tem planos de treino desenvolvidos por especialistas. O melhor é que é tudo gratuito!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RunKeeper + micoach&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como juntar o melhor dos mundos? O micoach é o aplicativo ideal para utilizar durante as atividades, pois te guia de acordo com o planejamento, mas o RunKeeper é onde estão meus amigos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outro grande problema é que o aplicativo da Adidas não te deixa importar os dados de treinos feitos em outros aplicativos, significando que eu perderia todo o meu histórico de corridas. Por sorte, é possível exportar os dados do micoach através do site &lt;a title=&quot;Site do Running Free&quot; href=&quot;https://www.runningfreeonline.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Running Free&lt;/a&gt; e importá-los para o RunKeeper.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sendo assim, consegui juntar o melhor das duas aplicações: utilizar o aplicativo da Adidas para um treino correto e supervisionado, mas com todos os dados no RunKeeper, onde estão meus amigos e posso continuar publicando a evolução da minha meta de voltar ao meu peso ideal!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Previsão: HTML5 como plataforma ubíqua no mundo móvel</title>
   <link href="https://rodsilva.com/previsao-html5-como-plataforma-ubiqua-no-mundo-movel/"/>
   <updated>2012-01-23T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/previsao-html5-como-plataforma-ubiqua-no-mundo-movel</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Este artigo foi publicado originalmente na &lt;a title=&quot;Revista Espírito Livre ed. 33&quot; href=&quot;https://www.revista.espiritolivre.org/lancada-edicao-n-33-da-revista-espirito-livre&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Revista Espírito Livre ed. 33&lt;/a&gt; com tema “Previsões para 2012″. Não deixe de ler os demais artigos, pois está muito legal!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O HTML5 é uma das tecnologias mais comentadas do momento. Composto de um conjunto de padrões abertos, promete possibilidades ilimitadas para o desenvolvimento de sites e aplicativos web, inclusive para rodarem em dispositivos móveis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dentre suas capacidades, incluem execução de áudio e vídeo, execução de animações e até mesmo execução offline. Isto tornariam obsoletas algumas tecnologias proprietárias que dependemos hoje, como o Adobe Flash. Isto tanto é verdade, que a Apple há tempos abandonou o Flash no iOS [1], abraçando o HTML5, e motivou a Adobe a abandonar esta tecnologia no mundo móvel em prol também do padrão aberto [2].&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, a maior parte do desenvolvimento móvel feito atualmente é baseado em kits de desenvolvimento nativos de cada plataforma, abordagem muito comum nos aplicativos desktop antes da explosão da “computação em nuvem”. A grande desvantagem disto é que os desenvolvedores devem portar suas aplicações para cada sistema que deseja executá-las, um trabalho que não é fácil.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O mundo desktop evoluiu para a web e o mundo móvel também irá evoluir para a mesma direção, mas desta vez será muito mais rápido. Com capacidades exclusivas para celulares e tablet modernos, o HTML5 será a plataforma que possibilitará esta evolução.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O futuro já começou&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atualmente já existem alguns frameworks de desenvolvimento, como o Rhodes Mobile [3] e o PhoneGap [4], que geram aplicações para múltiplas plataformas, utilizando HTML5 e rodando a aplicação no navegador web do dispositivo. Detalhe importante é que, em outubro, a Adobe comprou a empresa por trás do PhoneGap, mostrando que não está brincando quando diz que irá mudar seu direcionamento no mundo mobile.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outra boa notícia para quem acredita nesta tendência, foi a da abertura do código do webOS [5], sistema móvel da HP que foi desenvolvido originalmente pela Palm. Este é um sistema operacional totalmente baseado em tecnologias web, dentre elas o HTML5.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Seu framework de desenvolvimento de aplicativos, o Enyo [6], também terá seu código aberto e a expectativa é que a comunidade porte-o para outros sistemas móveis, como Android e iOS.  Caso isto aconteça, será mais uma boa opção para quem desejar desenvolver aplicações para diversos dispositivos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apesar da especificação do HTML5 ainda não estar finalizada, com muitos detalhes ainda indefinidos, suas evoluções estão sendo acompanhadas de perto pela comunidade e por todas as empresas do ramo. Certamente muita evolução acontecerá no decorrer de 2012 e a tendência é que a tecnologia ganhe ainda mais espaço, tanto no mundo desktop quanto no móvel.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com esta expansão, 2012 poderá ser um ano em que o HTML5 começará a ser considerado como uma das principais plataformas para desenvolvimento móvel. Com isso, ganhará o desenvolvedor, que poderá disponibilizar suas criações para usuários de múltiplos sistemas de maneira simples, e também ganhará o usuário, que terá uma gama ainda maior de aplicativos disponíveis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;[1] &lt;a href=&quot;https://va.mu/TcWk&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://va.mu/TcWk&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;[2] &lt;a href=&quot;https://va.mu/TcWp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://va.mu/TcWp&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;[3] &lt;a href=&quot;https://rhomobile.com/&quot;&gt;https://rhomobile.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;[4] &lt;a href=&quot;https://phonegap.com/&quot;&gt;https://phonegap.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;[5] &lt;a href=&quot;https://va.mu/TcWr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://va.mu/TcWr&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;[6] &lt;a href=&quot;https://va.mu/TcWt&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://va.mu/TcWt&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Visual moderno em aplicativos Android</title>
   <link href="https://rodsilva.com/visual-moderno-em-aplicativos-android/"/>
   <updated>2012-01-16T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/visual-moderno-em-aplicativos-android</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Quando foi lançada, a versão 3.0 do sistema Android trouxe um visual totalmente remodelado e com diversos conceitos de interface diferentes. Desde então, a Google vem modificando a API adicionando novos padrões de UI (interface de usuário), com o objetivo de tornar os aplicativos desenvolvidos na plataforma mais intuitivos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No início, apenas os aparelhos com versões do sistema a partir da 3.0 tinha acesso a estas novas APIs, trazendo um grande problema de fragmentação. Afinal, como tirar proveito destas melhorias se a grande maioria dos aparelhos no mercado ainda estão trabalhando com Android 2.x? Foi então lançada a &lt;a title=&quot;Android Compatibility Library&quot; href=&quot;https://developer.android.com/sdk/compatibility-library.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Compatibility Library&lt;/a&gt;, para possibilitar embarcar estas APIs mais recentes junto com as aplicações, possibilitando seu acesso mesmo nas versões mais antigas do sistema.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Esta semana a Google deu mais um passo na direção certa e lançou o &lt;a title=&quot;Site do Android UI Design Guidelines&quot; href=&quot;https://developer.android.com/design/index.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android UI Design Guidelines&lt;/a&gt;. Leitura obrigatória para quem está desenvolvendo para a plataforma, explica todos os conceitos de interface utilizados e tudo o que você deve e não fazer ao desenvolver aplicativos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O problema do ActionBar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sabemos que devemos seguir o guia e utilizar as APIs de compatibilidade para poder seguí-lo, no entanto uma peça chave da interface de um aplicativo Android ficou estranhamente de fora do Compatibility Library: o &lt;a title=&quot;Padrão de UI ActionBar&quot; href=&quot;https://developer.android.com/design/patterns/actionbar.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ActionBar&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Uma opção seria implementar por conta própria, o que não é muito produtivo. Outra seria copiar o código de um aplicativo como o do &lt;a title=&quot;Site do aplicativo do Google I/O&quot; href=&quot;https://code.google.com/p/iosched/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Google I/O&lt;/a&gt; (o que parece ser a recomendação), mas fazer “copy-and-paste” não é uma das técnicas de programação mais inteligentes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A melhor opção então é procurar bibliotecas de terceiros para incorporar no aplicativo. Inicialmente conheci o &lt;a title=&quot;Site do GreenDroid&quot; href=&quot;https://greendroid.cyrilmottier.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GreenDroid&lt;/a&gt;, que é utilizado no &lt;a title=&quot;Aplicativo do Ubuntu One para Android&quot; href=&quot;https://market.android.com/details?id=com.ubuntuone.android.files&amp;amp;hl=pt_BR&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aplicativo do Ubuntu One&lt;/a&gt; e, além da ActionBar, tem vários outros recursos. Mas a opção que escolhi foi o &lt;a title=&quot;Site do ActionBarSherlock&quot; href=&quot;https://actionbarsherlock.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ActionBarSherlock&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O ActionBarSherlock tem a vantagem de tentar ser um superconjunto da Compatibility Library, ou seja, ele já contém tudo desta API e mais a ActionBar. Melhor de tudo, se a versão do Android no aparelho é recente, ele utiliza a ActionBar nativa. Seu uso é muito simples e irei utilizar no meu novo projeto: o &lt;a title=&quot;Aplicativo para Android da Revista Espírito Livre&quot; href=&quot;https://github.com/espiritolivre/Espirito-Livre-Para-Android&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aplicativo para Android da Revista Espírito Livre&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais fontes de estudo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com o problema do ActionBar resolvido, você pode começar a desenvolver seus aplicativos Android utilizando todo o potencial da plataforma e, ainda assim, mantendo a compatibilidade com até a versão 1.6 do sistema.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um site bem legal que conheci nas minhas buscas (onde conheci do ActionBarSherlock) é o &lt;a title=&quot;Site Androi UI Design Patterns&quot; href=&quot;https://www.androiduipatterns.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android UI Design Patterns&lt;/a&gt;. Ele contém diversos artigos explicativos dos padrões de interface para Android, dicas de implementação e muito mais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outra dica boa é o site &lt;a title=&quot;Android Assets Studio&quot; href=&quot;https://android-ui-utils.googlecode.com/hg/asset-studio/dist/index.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android Assets Studio&lt;/a&gt;, que é uma mão na roda para criação de ícones para seu aplicativo. Eu que não sou nenhum artista gráfico, consegui criar ícones simples porém bonitos com apenas alguns cliques.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Espero que as dicas acima os ajudem a desenvolver aplicativos com excelente visual e consistente com a plataforma Android. Caso tenham alguma outra dica, compartilhem nos comentários!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Esperanças com a abertura do webOS</title>
   <link href="https://rodsilva.com/esperancas-com-a-abertura-do-webos/"/>
   <updated>2011-12-26T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/esperancas-com-a-abertura-do-webos</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;No último dia 09 de dezembro, a HP anunciou que abrirá o código do seu sistema operacional, o &lt;a title=&quot;webOS na Wikipédia&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/WebOS&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;webOS&lt;/a&gt;, numa tentativa de se manter relevante no mercado de dispositivos móveis. Apesar dos seus conceitos de interface de usuário inovadores e ter cativado todos os seus poucos usuário, ele foi a grande promessa de volta por cima da Palm que nunca se concretizou.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;web + OS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apesar de não conhecer o sistema, o que mais me chama atenção para o webOS é o desenvolvimento de aplicativos feito utilizando padrões web (HTML5/CSS/JS). Tenho visto os vídeos da &lt;a title=&quot;W3Conf&quot; href=&quot;https://www.w3.org/conf/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;W3Conf&lt;/a&gt; e tenho me tornado um entusiasta cada vez maior do &lt;a title=&quot;HTML5 na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/HTML5&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;HTML5&lt;/a&gt;, a ponto de achar que a tecnologia é o futuro do desenvolvimento móvel. Sendo assim, acredito que os sistemas móveis baseados em padrões web são os mais preparados para o futuro e que os dias dos SDKs nativos estão contados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas o webOS não é o único a apostar nesta ideia. Existem outros dois sistemas, atualmente em fase de desenvolvimento, com princípios similares: o &lt;a title=&quot;Site do Boot2Gecko&quot; href=&quot;https://wiki.mozilla.org/B2G&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Boot2Gecko&lt;/a&gt; (ou B2G), bancado pela Mozilla, e o &lt;a title=&quot;Site do Tizen&quot; href=&quot;https://tizen.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Tizen&lt;/a&gt;, bancado pela Intel e Samsung com a benção da Linux Foundation. Além de apostarem na plataforma web, os três são sistemas que rodam sobre o kernel Linux e serão livres.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mas ainda existe espaço?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A pergunta que realmente fica é: “será que não é tarde demais?” Num mercado dividido ente iOS e Android, com o Windows Phone querendo entrar na briga, será que o webOS tem futuro ou será que acabará como o Symbian?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim como tem acontecido no mundo desktop, acredito que o no mundo móvel o sistema operacional perderá cada vez mais a importância como plataforma de execução de aplicativos, deixando esta tarefa para o navegador e a “&lt;a title=&quot;Computação em nuvem na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Computa%C3%A7%C3%A3o_em_nuvem&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;nuvem&lt;/a&gt;“. Sendo assim, acho que um sistema que aposta nisso tem grandes chances de ser relevante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, o webOS livre lutando sozinho provavelmente será tão “bem” sucedido quanto o webOS fechado. Mas se a HP juntar seus esforços junto com o B2G e o Tizen, o futuro poderia ser realmente promissor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;webOS + B2G + Tizen&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dos três sistemas, o webOS é o único que está pronto hoje. Ele só precisa substituir as partes que não poderão ser abertas, um esforço que os outros dois projetos poderiam ajudar. Com todos os esforços direcionados para a mesma base de código, poderíamos ter algo espetacular!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Do ponto de vista comercial, existirão outras grandes empresas apoiando a HP, dentre elas uma das maiores fabricantes de celulares do mundo: a Samsung. Sem contar que a presença da Mozilla e da Linux Foundation poderá trazer um ar de projeto verdadeiramente &lt;em&gt;open source&lt;/em&gt;, o que pode trazer confiança e investimentos de outras empresas que não se sintam bem atendidas pela Android ou pelo Windows Phone.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na torcida por um futuro mais aberto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tudo o que escrevi são apenas devaneios, mas realmente torço muito para que isto aconteça. Teríamos um sistema com código e governança livres e baseado em padrões abertos e interoperáveis. Isto seria bom tanto para os usuários, que terão mais liberdade de escolha, quanto para os desenvolvedores de software, que não precisarão portar seus aplicativos para diversas plataformas.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Minha pequena trajetória no software livre</title>
   <link href="https://rodsilva.com/minha-pequena-tragetoria-no-software-livre/"/>
   <updated>2011-08-19T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/minha-pequena-tragetoria-no-software-livre</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Este mês completam 10 anos desde que comecei meu curso de “Bacharelado em Informática e Tecnologia da Informação” na UERJ. Para comemorar esta primeira década, vou falar um pouco de uma parte importante da minha carreira: o meu envolvimento com software livre.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O início&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Utilizo e advogo a favor do software livre desde aproximadamente 2003, no início da minha carreira profissional. No entanto, só a partir de 2008 que passei a fazer parte de uma comunidade e trabalhar em conjunto com outras pessoas em favor deste ideal. Esta comunidade foi a &lt;a title=&quot;Site do SL-RJ&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SL-RJ&lt;/a&gt; e a conheci durante o Flisol 2008, evento organizado por alguns amigos logo após a criação do grupo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na comunidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Desde então, eu procuro fazer o que posso para ajudar, sempre buscando mais. Em 2009, eu organizei meu primeiro evento (&lt;a title=&quot;Site do Flisol 2009&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/flisol2009/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Flisol 2009&lt;/a&gt;) e fiz minha primeira palestra (&lt;a title=&quot;Grade do Gnugraf 2009&quot; href=&quot;https://gnugraf.org/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=53&amp;amp;Itemid=72&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Gnugraf 2009&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Neste ano estava muito envolvido com a comunidade, mas vi todos aqueles eventos importantes, como &lt;a title=&quot;Site do FISL&quot; href=&quot;https://fisl.org.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FISL&lt;/a&gt; e &lt;a title=&quot;Site do Latinoware&quot; href=&quot;https://latinoware.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Latinoware&lt;/a&gt;, passando e eu não fui em nenhum. Terminei o ano pensando: “Ano que vem eu vou em algum evento grande de software livre!”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Primeiro evento grande&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em 2010, só dei uma palestra (&lt;a title=&quot;Resumo do Gnugraf 2010&quot; href=&quot;https://gnugraf.org/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=83&amp;amp;Itemid=78&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Gnugraf 2010&lt;/a&gt;) e não pude ir no FISL. Então, para cumprir minha meta, eu fui ao Latinoware! Gostei muito de estar naquele ambiente cheio de pessoas inteligentes e cheio de amigos (sim, o pessoal do SL-RJ estava em peso lá – como palestrantes!).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muito destes amigos falaram que eu devia ter mandado uma palestra, mas eu andava com a cabeça muito cheia para pensar nisso e acabou passando. Então submeti uma palestra ao evento &lt;a title=&quot;Site do FSLDC 2010&quot; href=&quot;https://forumsoftwarelivre.com.br/2010/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FSLDC 2010&lt;/a&gt; que foi aprovada! Infelizmente, fiquei muito gripado no dia anterior e não tive a menor condição de ir ao evento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mostrando a cara&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Então o ano de 2011 começou com uma nova meta: “fazer mais palestras”. Comecei palestrando em abril no &lt;a title=&quot;Site do Flisol 2011&quot; href=&quot;/hackn-rio-inscricoes-a-precos-promocionais/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Flisol 2011&lt;/a&gt; e, em seguida, no &lt;a title=&quot;Site do FSLDC 2011&quot; href=&quot;https://forumsoftwarelivre.com.br/2011/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FSLDC 2011&lt;/a&gt;, ambas com a palestra “Integração contínua com software livre” que ia apresentar no FSLDC 2010. Fiquei empolgado e submeti 2 palestras ao FISL. Para a minha total surpresa, uma delas foi aprovada!!!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Assim, acabei indo para o meu segundo evento grande de software livre, mas desta vez como palestrante (que tem regalias, como jantar às custas do Google &lt;img src=&quot;/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif&quot; alt=&quot;:P&quot; class=&quot;wp-smiley&quot; /&gt; ). No FISL, apresentei a palestra “Android: uma catedral de sucesso” e foi bem legal (até &lt;a title=&quot;Minha palestra no site do FISL&quot; href=&quot;https://softwarelivre.org/fisl12/fisl12/noticias/passado-presente-e-futuro-da-plataforma-android&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;apareceu no site do evento&lt;/a&gt; \o/).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Obs.:&lt;/strong&gt; As apresentações de todas as minhas palestras estão na página &lt;a title=&quot;Palestras&quot; href=&quot;/palestras/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Palestras&lt;/a&gt; aqui do blog.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Meta cumprida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estamos pouco além da metade de 2011 e considero minha meta para este ano cumprida. Já mostrei bastante a minha cara e, mesmo assim, ainda tenho 2 palestras marcadas. A primeira será na próxima segunda-feira, no &lt;a title=&quot;Site do Ciclo de Palestras do Sindpd-RJ&quot; href=&quot;https://ciclodepalestras.sindpdrj.org.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ciclo de Palestras do Sindpd-RJ&lt;/a&gt;, e a outra no sábado seguinte, no II &lt;a title=&quot;Página do Universidade Livre&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/eventos/universidade-livre/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Universidade Livre&lt;/a&gt;. Gostaria de poder apresentar em outros eventos, mas o &lt;a title=&quot;Site do Hack&apos;n Rio&quot; href=&quot;https://hacknrio.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Hack’n Rio&lt;/a&gt; está sugando todas as minhas forças e estou preferindo deixar para depois que o evento passar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Falando em Hack’n Rio, este é um marco importante na minha trajetória no software livre, pois é o maior evento que já organizei. Com dois dias de duração e uma quantidade razoável de patrocinadores, está dando bastante trabalho, mas vai valer a pena.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Futuro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E minha meta para 2012? Com certeza será contribuir como desenvolvedor para alguns projetos. Sinto que preciso dar um passo a mais na carreira e deixar de apenas fazer divulgação. Este ano comecei a dar meus primeiros passos no desenvolvimento de software livre: primeiro com o &lt;a title=&quot;Página do projeto ORC&quot; href=&quot;https://github.com/gabrield/orc/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ORC&lt;/a&gt;, iniciado pelo Gabriel Duarte, e depois começando o &lt;a title=&quot;Página do Barcode-Check-in&quot; href=&quot;https://github.com/rcsilva83/Barcode-Check-in&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Barcode-Check-in&lt;/a&gt;, que talvez seja usado no Hack’n Rio para fazer o credenciamento dos participantes de forma mais ágil. No entanto, além de criar projetos, quero contribuir com os que já existem e que utilizo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se o mundo não acabar em 2012 (:P), espero que daqui a 10 anos eu já seja um desenvolvedor conhecido e respeitado, e tenha como minha principal fonte de renda o software livre. Como sou um cara ansioso, agora estou doido para saber como estarei em 2021!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Manifesto para uma mudança de postura</title>
   <link href="https://rodsilva.com/manifesto-para-uma-mudanca-de-postura/"/>
   <updated>2011-08-14T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/manifesto-para-uma-mudanca-de-postura</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Recentemente postei na lista de discussão da &lt;a title=&quot;SL-RJ&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SL-RJ&lt;/a&gt; uma mensagem que gostaria de compartilhar para um número maior de pessoas. A razão para eu escrever este texto foi por um integrante da comunidade escreveu uma frase que já ouvi muitas vezes de diversos ativistas do software livre. A frase (com leves modificações) é:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
  &lt;p&gt;Vou usar um software proprietário X, porque o software livre Y ainda não está tão bom.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Ler isto novamente me fez pensar e acho que esta postura que estamos acostumados a tomar deveria mudar. Qual postura? Pegar o atalho e deixar de contribuir para o software livre para utilizar um software proprietário.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Antes de você que já falou isto pare de ler, deixo claro que &lt;strong&gt;não estou te crucificando&lt;/strong&gt; e vou deixar isto mais claro ainda durante o texto. Pessoas influentes já disseram isto, então quem sou eu para crucificar alguém?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Antes de continuar, recomendo a leitura do artigo “&lt;a href=&quot;https://www.trezentos.blog.br/?p=5907&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Software Livre não nasce em árvores: do Colonialismo ao extrativismo digital&lt;/a&gt;” do Jomar Silva, porque tem tudo a ver com este conteúdo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Extrativismo digital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Quem leu o artigo viu que a postura que citei foi chamada pelo Jomar de “extrativista”. O próprio &lt;a title=&quot;Linus Torvalds na Wikipedia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Linus_Torvalds&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Linus Torvalds&lt;/a&gt;, uma das pessoas mais influentes e que mais admiro no mundo, já fez isto. Ele não gostava de nenhuma ferramenta livre de controle de versão e passou a utilizar uma ferramenta proprietária para o Linux: o BitKeeper. No final ele teve problemas de licenciamento com a ferramenta e desenvolveu o &lt;a title=&quot;Git na Wikipedia&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Git_(software)&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Git&lt;/a&gt;, o qual fez melhor que o BitKeeper. Mas repare, nesta história toda, que a atitude extrativista &lt;strong&gt;não deu certo&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tá bom, não existe outro Linus Torvalds e o cara é fora de série mesmo… Normalmente as pessoas que pegam este atalho ou não são programadores ou não programam na linguagem em que aquele software foi escrito. Sendo assim, eles não poderiam desenvolver uma solução para atendê-los. Mas será que existe outro caminho?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Relembrando o nosso amor pelo software livre&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu gosto de software livre por vários motivos:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Não fico preso a fornecedores e suas estratégias de mercado;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;A evolução normalmente é muito mais rápida;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Eu posso reutilizar em meus projetos e debugar quando tenho algum problema;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Eu posso consertar e melhorar!&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Vale a pena abandonar isto tudo tão rápido?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Qual minha solução “genial”?&lt;/strong&gt; (É o que muita gente deve ter pensado, né? Joguei pedra, agora ferrou – vou ter que dar uma solução! ;) )&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu acho que nós, desenvolvedores, poderíamos de fato exercer o 4° ponto que citei. Quando não tivermos conhecimento requerido, podemos apelar para outra solução. Esta solução seria, ao invés de pagar o proprietário, pagar a um desenvolvedor para fazer o que você precisa no software livre!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Você acha isto impossível? Olha que eu conheço um cara que está trabalhando na Globo.com reimplementando partes do software livre &lt;a title=&quot;Squid na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Squid&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Squid&lt;/a&gt;! Este cara não teria competência para implementar o que está faltando no seu software? Acho que sim.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, temos as seguintes vantagens:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Você estará apoiando a economia local e não mandando dinheiro para americanos sacanas que querem te enjaular;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O software ficará mais próximo do que você considera ideal (o próprio Randal Schwartz disse que nem o iPhone nem o MacOS são perfeitos);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Você estará fortalecendo o software livre e mostrando que é um modelo viável e sustentável;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Melhorando o software, é capaz dele se ter mais usuários e receber melhorias mais rápido;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Esta melhoria estará disponível para TODO O MUNDO! Em outras palavras: você estará fazendo &lt;strong&gt;um mundo melhor&lt;/strong&gt; (sem lágrimas, por favor);&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não existe bala de prata&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;OK, pessoal. Eu sei que nem sempre esta solução será possível, pois pode ser que você tenha restrições de tempo de atendimento a um cliente ou o que precisa ser implementado é muito grande, ou muito complexo, ou demandaria muito mais dinheiro dentre vários outros impeditivos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas gostaria de fazer um apelo a vocês: vamos considerar como primeira opção pagar alguém para desenvolver um software livre! Caso esta opção não seja possível, aí sim, vamos pensar em partir para uma solução proprietária e que vai te enjaular!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Hack&#8217;n Rio: inscrições a preços promocionais</title>
   <link href="https://rodsilva.com/hackn-rio-inscricoes-a-precos-promocionais/"/>
   <updated>2011-08-14T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/hackn-rio-inscricoes-a-precos-promocionais</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Como muitos de vocês devem saber, estou organizando o &lt;a title=&quot;Site do Hack&apos;n Rio&quot; href=&quot;https://hacknrio.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Hack’n Rio&lt;/a&gt;, evento nascido da ideia do &lt;a title=&quot;Júlio Neves na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Julio_Cezar_Neves&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Júlio Neves&lt;/a&gt;: fazer um grande evento com enfoque técnico. Junto comigo está um &lt;a title=&quot;Organizadores do Hack&apos;n Rio&quot; href=&quot;https://hacknrio.org/organizacao&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;grupo de peso&lt;/a&gt; acostumado a organizar eventos e apoio jurídico da ONG &lt;a title=&quot;Site da ALTA&quot; href=&quot;https://www.alta.org.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ALTA&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-664&quot; title=&quot;Logo Hack&apos;n Rio&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2011/08/logo_hacknrio-300x281.png&quot; alt=&quot;Logotipo do Hack&apos;n Rio&quot; width=&quot;210&quot; height=&quot;197&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O grande diferencial do Hack’n Rio é o enfoque técnico e nosso objetivo é que os participantes aprendam bastante durante o evento. Então, nada mais natural do que esperar muitos estudantes interessados no evento, certo? Muitos que estão acostumados com os valores cobrados em outros eventos, devem pensar que um evento deste porte e com duração de 2 dias deve custar caro demais para estudantes, certo? ERRADO!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Durante todo o mês de agosto, os ingressos do Hack’n Rio estarão ao preço promocional de R$ 25,00! Portanto, você tem ainda 2 semanas para fazer &lt;a title=&quot;Inscrições Hack&apos;n Rio&quot; href=&quot;https://hacknrio.org/inscricoes&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;sua inscrição&lt;/a&gt; e aproveitar a promoção!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Projeto pró-contribuição: uma proposta de estrutura para as comunidades brasileiras de software livre</title>
   <link href="https://rodsilva.com/projeto-pro-contribuicao-uma-proposta-de-estrutura-para-as-comunidades-brasileiras-de-software-livre/"/>
   <updated>2011-07-11T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/projeto-pro-contribuicao-uma-proposta-de-estrutura-para-as-comunidades-brasileiras-de-software-livre</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Muito se tem falado pelos “corredores” das comunidades de software livre a respeito da falta de contribuição dos brasileiros, principalmente com codificação. Um acontecimento marcante para a comunidade do Estado do Rio de Janeiro foi em 2009, quando&lt;a title=&quot;Jon &amp;quot;Maddog&amp;quot; Hall na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Jon_Hall&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; Jon “Maddog” Hall&lt;/a&gt; veio ao &lt;a title=&quot;Fórum de Software Livre de Duque de Caxias&quot; href=&quot;https://forumsoftwarelivre.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FSLDC&lt;/a&gt; e disse “vocês já tem fazem bastante divulgação – agora vocês precisam escrever código”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De fato, se observarmos bem, as contribuições brasileiras para a maioria dos projetos livres são sempre em:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Divulgação;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Tradução do software e da documentação;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Solução de dúvidas;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;div&gt;
  Apesar de serem importantes contribuições, elas não ajudam tanto para evolução do software. Além disso, acabamos não tirando proveito da melhor coisa que o software livre nos provê: &lt;strong&gt;controle sobre o que ele faz&lt;/strong&gt;. Desta forma, acho que existem dois pontos importantes que podemos melhorar:
&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;
  &lt;ol&gt;
    &lt;li&gt;
      Reporte de bugs;
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      &lt;strong&gt;Codificação&lt;/strong&gt;;
    &lt;/li&gt;
  &lt;/ol&gt;
  
  &lt;p&gt;
    &lt;strong&gt;A barreira do idioma&lt;/strong&gt;
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Apesar de estar na moda criticar os brasileiros por não contribuírem, na minha opinião, a maior barreira que existe para os nossos conterrâneos contribuírem em projetos livre é o idioma. Por mais que a maioria dos desenvolvedores de software saibam &lt;strong&gt;ler&lt;/strong&gt; inglês (afinal, a maioria das nossas fontes de consulta está neste idioma), escrever em inglês é muito mais difícil. Isto acaba afastando as pessoas não só da codificação, mas até mesmo usuários comuns de reportarem bugs!
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Acho que as comunidades brasileiras tem um papel fundamental para melhorar esta situação, mas, infelizmente, a maioria delas atualmente funciona apenas como &amp;#8220;proxies&amp;#8221; e filtrando o que pessoalmente não consideram válido.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Por isso comecei a pensar em como poderíamos transpassar esta barreira e com a ajuda das comunidades brasileiras. Cheguei a uma estrutura que gostaria de compartilhar com vocês para que possa ser melhorado e aplicado num projeto real.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    &lt;strong&gt;Importante:&lt;/strong&gt; Não espere por uma ideia do outro mundo, pois as ideias que vou apresentar são bem simples :)
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    &lt;strong&gt;Facilitando o reporte de bugs&lt;/strong&gt;
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Antes de mais nada, precisamos entender o ciclo de vida de um bug reportado:
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;ol&gt;
    &lt;li&gt;
      &lt;strong&gt;Reporte&lt;/strong&gt;: quando o usuário notifica ao projeto que percebeu um comportamento errôneo;
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      &lt;strong&gt;Triagem&lt;/strong&gt;: uma equipe exclusiva que verifica os bugs reportados para ver se eles são válidos, se estão duplicados e se estão com todas as informações necessárias;
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      &lt;strong&gt;Correção&lt;/strong&gt;: após a triagem, o desenvolvedor terá todas as informações para fazer a correção;
    &lt;/li&gt;
  &lt;/ol&gt;
  
  &lt;p&gt;
    O papel que eu acho que a comunidade brasileira deveria fazer aqui é de participar da equipe de triagem. O usuário brasileiro poderia reportar o bug em português e a equipe de triagem iria fazer a tradução do bug para que qualquer desenvolvedor possa corrigí-lo.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    O importante aqui é ter uma forma simples para o usuário sinalizar que ele está reportando em português. O ideal é que a própria ferramenta tenha esta opção ou que possa ser enviado automaticamente dados de idioma do sistema (ou navegador) do usuário. Caso isto não seja possível, deve ser documentado de forma clara como ele deve informar o idioma que está escrevendo.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    &lt;strong&gt;Facilitando a codificação&lt;/strong&gt;
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Para facilitar a introdução de novos codificadores não fluentes em inglês é interessante que se tenha uma tradução da documentação para desenvolvedores tão boa quanto a tradução da documentação para usuários. Claro que isto não é uma barreira tão grande, já que nós desenvolvedores já estamos acostumados com documentação em inglês, mas qualquer ajuda é bem vinda.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Mais importante do que isto, a comunidade brasileira deve ter uma lista de desenvolvimento própria! Esta lista teriam discussões em português para que as dúvidas possam ser tiradas por todos. Como eu disse, escrever em inglês não é para todos (mesmo para quem lê neste idioma) e uma lista brasileira ajudaria muito a inserir novos desenvolvedores.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    No entanto, a primeira providência que deve ser tomada é: &lt;strong&gt;as comunidades brasileiras precisam ter desenvolvedores&lt;/strong&gt;! Caso contrário, quem vai traduzir a documentação técnica? Quem vai responder as dúvidas na lista de discussão? Além disso, existe o efeito cascata &amp;#8211; quanto mais codificadores, mais gente vai querer codificar!
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    &lt;strong&gt;Próximos passos&lt;/strong&gt;
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Vou tentar implementar isto em algum projeto e, por consequência, fazer melhorias. Quem quiser contribuir nos comentários, ideias e críticas construtivas são bem vindas.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Eu sou desenvolvedor de software, mas atualmente não codifico para nenhum software livre. Então, assim pretendo começar a contribuir com código, além de criar uma estrutura que torne fácil para qualquer outra pessoa contribuir também, independente do nível de proficiência em inglês.
  &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Meu ZTD: como o Zen To Done está mudando minha vida</title>
   <link href="https://rodsilva.com/meu-ztd-como-o-zen-to-done-esta-mudando-minha-vida/"/>
   <updated>2011-06-23T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/meu-ztd-como-o-zen-to-done-esta-mudando-minha-vida</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Era uma vez, uma pessoa muito desorganizada. Esta pessoa tinha a caixa de e-mail lotada e bagunçada, tentava tocar vários projetos ao mesmo tempo, deixava papéis jogados em todos os lugares e, pior de tudo, dependia de sua memória para se lembrar de quase tudo! O resultado desta bagunça não era todos os projetos realizados com sucesso (apesar de alguns, milagrosamente, serem), mas sim &lt;strong&gt;estresse&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi então que, no &lt;a title=&quot;Site do Flisol 2011&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Flisol 2011&lt;/a&gt;, do meu amigo &lt;a title=&quot;Twitter do Oscar Marques&quot; href=&quot;https://twitter.com/f117usbr&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Oscar Marques&lt;/a&gt; que fez a mudança na minha vida. Sua dica: &lt;a title=&quot;ZTD no Efetividade.net&quot; href=&quot;https://www.efetividade.net/2011/02/23/ztd-produtividade-zen/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ZTD&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Eu já havia tentado a metodologia &lt;a title=&quot;GTD no Efetividade.net&quot; href=&quot;https://www.efetividade.net/2011/02/21/gtd/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GTD&lt;/a&gt;, mas não tive fôlego suficiente e fracassei. Mas o ZTD, com seu foco em mudanças graduais, caiu como uma luva para mim. O resultado final é parecido com o GTD, mas é muito mais fácil de se implementar!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Implementando os hábitos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O primeiro hábito do ZTD é “capture”. Ele diz que você deve escrever tudo e tirar tudo da cabeça. Assim eu fiz. A sensação de alívio por acabar com a “bagunça mental” que vinha sentindo não tem preço. Meu estresse diminuiu, no mínimo, pela metade. Hoje fico pensando por que não fazia antes esta coisa tão simples?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atualmente estou implementando o segundo hábito: “processe”. Nele você deve manter sempre suas caixas de entrada sempre vazias e processá-las em períodos fixos do dia, até a última mensagem. Implementá-la foi bem mais difícil, pois o meu e-mail era uma zona e cheguei a cogitar pular este hábito e deixando-o para depois. Mas, com ajuda do &lt;a title=&quot;Site de ActiveInbox&quot; href=&quot;https://www.activeinboxhq.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ActiveInbox&lt;/a&gt;, consegui retomar o controle do meu e-mail novamente!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mudanças na minha vida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ainda estou no meio da implementação do segundo hábito e já consigo sentir as mudanças.&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Não esqueço de mais nada importante, porque está tudo escrito;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;minha cabeça está mais leve e livre para pensar em coisas mais importantes do que “tenho que lembrar de ir na farmácia hoje”;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;minha caixa de e-mail está trabalhando ao meu favor e me deixa mais confiante para tocar os meus projetos, como o &lt;a title=&quot;Site do Hack&apos;n Rio&quot; href=&quot;https://hacknrio.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Hack’n Rio&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mensagem para quem não se interessa pelo assunto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sei que este artigo foi totalmente diferente do que eu costumo escrever no blog e podem ter pessoas querem ler sobre isto. Se você é uma delas, não precisa descadastrar o &lt;a title=&quot;Feed RSS do blog&quot; href=&quot;feed&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt; do seu leitor ou remover a &lt;a title=&quot;Receba os artigos por e-mail&quot; href=&quot;https://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=RodrigoCarvalho&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;inscrição por e-mail&lt;/a&gt;! Vou continuar escrevendo sobre os assuntos de sempre, mas certamente haverão mais artigos sobre a minha implementação do ZTD. Nestes artigos, vou manter um &lt;strong&gt;padrão do título&lt;/strong&gt; sempre começar com ”Meu ZTD:”. Sendo assim, se você não se interessar, pode simplesmente descartar o post de cara e minha tentativa de ficar mais produtivo não vai atrapalhar a produtividade de ninguém :)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Links interessantes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;ZTD no Efetividade.net (ótimo blog, por sinal): &lt;a href=&quot;https://www.efetividade.net/2011/02/23/ztd-produtividade-zen/&quot;&gt;https://www.efetividade.net/2011/02/23/ztd-produtividade-zen/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Página oficial do ZTD: &lt;a href=&quot;https://zenhabits.net/zen-to-done-ztd-the-ultimate-simple-productivity-system/&quot;&gt;https://zenhabits.net/zen-to-done-ztd-the-ultimate-simple-productivity-system/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Tradução do ZTD em português: &lt;a href=&quot;https://lucasteixeira.com/ztd&quot;&gt;https://lucasteixeira.com/ztd&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;ZTD original (inglês) em formato Kindle: &lt;a href=&quot;https://www.amazon.com/Zen-To-Done-ebook/dp/B001970HQU/&quot;&gt;https://www.amazon.com/Zen-To-Done-ebook/dp/B001970HQU/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>ORC: Meu primeiro projeto Android</title>
   <link href="https://rodsilva.com/orc-meu-primeiro-projeto-android/"/>
   <updated>2011-05-21T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/orc-meu-primeiro-projeto-android</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Meu amigo do &lt;a title=&quot;Site da Comunidade de Software Livre do Rio de Janeiro&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SL-RJ&lt;/a&gt; &lt;a title=&quot;Blog do Gabriel Duarte&quot; href=&quot;https://genericdev.wordpress.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Gabriel Duarte&lt;/a&gt; resolveu começar a estudar desenvolvimento Android e começou a desenvolver um pequeno projeto. O projeto, nomeado posteriormente de &lt;a title=&quot;Open Remote Control&quot; href=&quot;https://github.com/gabrield/orc&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ORC&lt;/a&gt; (Open Remote Control), tem o objetivo de oferecer uma ferramenta para controlar um computador através de um smartphone Android utilizando uma rede WI-FI.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ele pediu ajuda para o desenvolvimento do projeto na lista do &lt;a title=&quot;Android In RIo&quot; href=&quot;https://androidinrio.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android In Rio&lt;/a&gt; e eu resolvi entrar nesta empreitada, tanto para ajudá-lo com Java (como se alguém que sabe tudo de C/C++ precisasse de ajuda em Java, né? &lt;img src=&quot;/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif&quot; alt=&quot;:P&quot; class=&quot;wp-smiley&quot; /&gt; ) como para aprender num projeto real a desenvolver para minha plataforma móvel preferida!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bem, fica então o convite para todos os interessados a contribuirem para o projeto, que é 100% livre licenciado sob GPL. O código está no &lt;a title=&quot;ORC no Github&quot; href=&quot;https://github.com/gabrield/orc&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Github&lt;/a&gt; (que já falei num &lt;a title=&quot;Aprenda Git e GitHub de forma rápida&quot; href=&quot;/aprenda-git-e-github-de-forma-rapida/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;post anterior&lt;/a&gt;) e tenho certeza que iremos aprender bastante!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>III FSLDC: mais um grande evento fora da capital carioca</title>
   <link href="https://rodsilva.com/iii-fsldc-mais-um-grande-evento-fora-da-capital-carioca/"/>
   <updated>2011-05-21T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/iii-fsldc-mais-um-grande-evento-fora-da-capital-carioca</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-596&quot; title=&quot;iii-fsldc&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2011/05/iii-fsldc.png&quot; alt=&quot;3º Fórum de Software Livre de Duque de Caxias&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;63&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O &lt;a title=&quot;Fórum de Software Livre de Duque de Caxias&quot; href=&quot;https://forumsoftwarelivre.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;FSLDC&lt;/a&gt; (Fórum de Software Livre de Duque de Caxias) é um evento organizado pelo meu amigo &lt;a title=&quot;Site do Alessandro Silva&quot; href=&quot;https://alessandrosilva.info/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Alessandro Silva&lt;/a&gt;, que é um dos caras mais inteligentes do &lt;a title=&quot;Comunidade de Software Livre do Rio de Janeiro&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SL-RJ&lt;/a&gt; atualmente, e já começou grande. Na sua primeira edição, em 2009, ele levou o &lt;a title=&quot;Jon &apos;Maddog&apos; Hall na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Jon_Hall&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Jon “Maddog” Hall&lt;/a&gt; para aquela cidade que os cariocas tanto torcem o nariz! O evento foi um sucesso e agora chega em sua terceira edição trazendo o Maddog pela 2ª vez e trazendo outra atração internacional: &lt;a title=&quot;Rasmus Lerdorf na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Rasmus_Lerdorf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rasmus Lerdorf&lt;/a&gt;, o criador do &lt;a title=&quot;PHP na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/PHP&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;PHP&lt;/a&gt; (linguagem utilizada no desenvolvimento da ferramenta utilizada por este blog: &lt;a title=&quot;Wordpress na Wikipédia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Wordpress&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;WordPress&lt;/a&gt;)!&lt;/p&gt;

&lt;div&gt;
  Os tópicos abordados, não será só Linux (óbvio), mas também:
&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;
  &lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;
      Desenvolvimento de software
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      HTML5
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      Android
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      Animação 3D
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      Forense
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      dentre outros.
    &lt;/li&gt;
  &lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;Apesar de ser em Caxias, será num sábado (não atrapalhando o trabalho/estudo) e a inscrição é muito barata – certamente um ótimo investimento em conhecimento :)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A programação completa pode ser lida &lt;a title=&quot;Programação do 3º FSLDC&quot; href=&quot;https://forumsoftwarelivre.com.br/2011/arquivos/programa21052011.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; e o site principal é: &lt;a href=&quot;https://forumsoftwarelivre.com.br/2011/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://forumsoftwarelivre.com.br/2011/&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://forumsoftwarelivre.com.br/2011/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Peço que ajudem na divulgação, pois um evento de tamanha qualidade não pode passar desapercebido, né?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Usando o Git com um servidor Subversion</title>
   <link href="https://rodsilva.com/usando-o-git-com-um-servidor-subversion/"/>
   <updated>2011-05-03T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/usando-o-git-com-um-servidor-subversion</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;No meu &lt;a href=&quot;aprenda-git-e-github-de-forma-rapida&quot;&gt;último artigo&lt;/a&gt;, dei uma dica de como aprender de forma rápida a usar o maravilhoso sistema de controle de versão (SCM) &lt;a title=&quot;Git&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Git&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Git&lt;/a&gt;. Mas o fato é que atualmente o &lt;a title=&quot;Subversion&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Subversion&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Subversion&lt;/a&gt; (ou SVN) ainda é o SCM mais utilizado no mundo e muitas empresas ainda não migraram para o Git. Mas nem por isso você precisa se desanimar, pois, se quiser, você pode utilizar o Git hoje &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;sem ninguém saber&lt;/span&gt; com um servidor Subversion!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O próprio Git fornece uma ferramenta milagrosa chamada “git-svn”. O que o git-svn faz é o seguinte:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Clona um repositório Subversion para sua máquina, como faria o Git para qualquer repositório remoto;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Recupera os branches e tags do Subversion e configura no Git local;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Faz um “fetch” das modificações do repositório Subversion com o repositório Git;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Faz o “push” das modificações locais para repositório Subversion;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Resumidamente, o git-svn faz com o Subversion tudo o que o Git puro faria com um repositório remoto. No entanto, os comandos são um pouco diferentes, mas a documentação pode ser encontrada no &lt;a title=&quot;&amp;quot;Man page&amp;quot; do git-svn&quot; href=&quot;https://www.kernel.org/pub/software/scm/git/docs/git-svn.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;“man page” do git-svn&lt;/a&gt;. Infelizmente a documentação ainda está um pouco aquém do esperado, mas a seguir vou dar algumas dicas de resolução de problemas pelos quais passei.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Problema 1: Git não consegue clonar o repositório SVN&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O primeiro problema pelo qual eu passei foi um erro ao rodar o comando “git svn clone”. O problema é que o histórico do meu projeto no Subversion estava muito grande e o servidor não deu conta do processamento feito pelo git-svn. A solução é não clonar todo o histórico do repositório utilizando o parâmetro “-r”. Um exemplo seria:&lt;/p&gt;

&lt;pre&gt;git svn clone -r 3000:HEAD https://rodrigocarvalho.blog.br/svn/
&lt;/pre&gt;

&lt;p&gt;Neste exemplo, utilizamos o parâmetro “-r” para clonar o histórico a partir da revisão 3000 do SVN até a útima revisão (HEAD). Não existe uma fórmula para escolher a revisão inicial, sendo que consegui encontrar um valor que funcionou para mim na tentativa e erro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Problema 2: Os branches do SVN não foram para o Git&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Após feito o clone, você poderá se dar falta dos branches que tinha no SVN. Caso a estrutura do seu repositório Subversion seja a padrão (trunk, branches, tags), simplesmente utilize o parâmetro “-s”. O exemplo acima ficaria assim:&lt;/p&gt;

&lt;pre&gt;git svn clone -s -r 3000:HEAD https://rodrigocarvalho.blog.br/svn/&lt;/pre&gt;

&lt;p&gt;Desta forma ele vai criar no Git os branches que existiam no seu repositório SVN.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, se a estrutura do seu repositório não for a padrão, você terá que utilizar os parâmentros “–trunk” ou “-T”, “–tags” ou “-t” e “–branches” ou “-b”. Um exemplo seria:&lt;/p&gt;

&lt;pre&gt;git svn clone --trunk=trunk/projetox --tags=tags/projetox \
   --branches=branches/projetox -r 3000:HEAD https://rodrigocarvalho.blog.br/svn/&lt;/pre&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bonus&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;: Git no Windows&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Normalmente, as pessoas trabalham com Git pela linha de comando mesmo. Se você utilizar um sistema UNIX (Linux, OSX, *BSD), você terá à sua disposição o bash, que é uma excelente ferramenta modo texto. Adicione o pacote “bash-completion”, aí que o bash vai te facilitar ainda mais a vida!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Infelimente, sou obrigado a trabalhar todos os dias na empresa com no Windows, sistema operacional que tem um console textual muito fraco e que ele não te ajuda em nada… Mas é para isto que existe o &lt;a title=&quot;Cygwin&quot; href=&quot;https://www.cygwin.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;cygwin&lt;/a&gt;, que emula um ambiente UNIX no Windows! Portanto, ao utilizar Git no Windows, eu recomendo fortemente o uso do Cygwin.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sua instalação é muito tranquila e pode ser feita mesmo em computadores onde não se tenha permissões de administrador. É só escolher uma pasta de instalação (uma onde se tenha permissão de escrita, por favor), esperar ele baixar a lista de pacotes disponíveis da Internet (sim, igualzinho ao apt, yum etc \o/) e selecionar para instalar todas as ferramentas que considerar úteis. No nosso caso, você vai querer selecionar pelo menos estas:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;“git”;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;“git-completion” (que é o pacote do bash-completion para os comandos do Git);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;“git-svn”.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Espere a instalação baixar tudo que terá um ambiente Git montado no Windows!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para deixar ainda melhor, eu recomendo o uso da ferramenta &lt;a title=&quot;Console2&quot; href=&quot;https://sourceforge.net/projects/console/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Console2&lt;/a&gt; que é melhor do que a janela de linha de comando do Windows, pois oferece abas e possibilidade de redimencionar a janela. Sua instalação também é muito fácil e, após instalado, você deve configurar para ele rodar o Cygwin ao invés do terminal do Windows. Para fazê-lo, vá em “Edit” -&amp;gt; “Settings”.  No campo “Shell” da aba “Console” escreva:&lt;/p&gt;

&lt;pre&gt;&amp;lt;pasta_do_cygwin&amp;gt;\bin\bash.exe --login -i&lt;/pre&gt;

&lt;p&gt;Onde “&amp;lt;pasta_do_cywin&amp;gt;” deve ser substituído pelo caminho onde você instalou o Cygwin.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pronto você terá um ambiente Git muito mais produtivo do que antes!&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Aprenda Git e GitHub de forma rápida</title>
   <link href="https://rodsilva.com/aprenda-git-e-github-de-forma-rapida/"/>
   <updated>2011-04-29T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/aprenda-git-e-github-de-forma-rapida</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Se você trabalha com desenvolvimento de software, provavelmente já ouviu falar do &lt;a title=&quot;Git no Wikipedia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Git&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Git&lt;/a&gt; e do &lt;a title=&quot;GitHub no Wikipedia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/GitHub&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GitHub&lt;/a&gt;, não? (Se nunca ouviu falar, você tem certeza que trabalha com desenvolvimento de software?! :P). Brincadeiras à parte, estes dois juntos revolucionaram bastante o cenário de desenvolvimento de software no mundo – o primeiro com uma proposta nova e melhor de controle de versão e o segundo com uma nova forma de colaboração e socialização na web.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Há muito tempo venho querendo aprender a trabalhar com Git &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;e trabalhar com esta ferramenta escondido da inquisição no trabalho&lt;/span&gt;, mas achava que era muito complexo e precisaria dedicar muito tempo para isto. Mas há 2 semanas iniciei um grupo de estudos de criação de ROMs &lt;a title=&quot;Android na Wikipedia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Android&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android&lt;/a&gt; na comunidade &lt;a title=&quot;AndroidInRio&quot; href=&quot;https://androidinrio.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;AndroidInRio&lt;/a&gt; e escrevi uma lista de preparativos para nivelar todo o mundo do grupo antes de nossa primeira reunião presencial, foi quando me vi numa situação complicada. Para criação de ROMs, é praticamente obrigatório trabalhar com o código do &lt;a title=&quot;CyanogenMOD&quot; href=&quot;https://cyanogenmod.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CyanogenMOD&lt;/a&gt;, código este hospedado no GitHub. Mas qual tutorial Git e GitHub eu ia mandar para o grupo, se nem eu mesmo sabia trabalhar com eles?!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi então que comecei a buscar e me deparei com um link muito legal: &lt;a href=&quot;https://help.github.com/&quot;&gt;https://help.github.com/&lt;/a&gt;. Nele, você encontrará o &lt;strong&gt;GitHub Bootcamp&lt;/strong&gt; que de cara eu vi que era o tutorial perfeito para mandar para o pessoal! No primeiro passo, ele indica o site &lt;a href=&quot;https://gitref.org/&quot;&gt;gitref.org&lt;/a&gt; para aprender o básico de Git. O gitref é excelente, com uma leitura fácil e direta. Em seguida no Bootcamp, existem alguns exercícios para instalação e configuração do Git em sua máquina e as tarefas básicas do GitHub, como criar um repositório remoto, fazer fork do projeto de outras pessoas e se socializar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Enfim, este blablabla todo foi para dizer uma coisa: se você, como eu estava antes, está achando que aprender Git é muito complexo e demorado, &lt;strong&gt;faça já o GitHub Bootcamp&lt;/strong&gt; e, de bônus, entre para a rede social mais útil do mundo! E não se esqueça de me seguir no GitHub em &lt;a href=&quot;https://github.com/rcsilva83&quot;&gt;github.com/rcsilva83&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>OWASP: Projeto Aberto para segurança em aplicações web</title>
   <link href="https://rodsilva.com/owasp-projeto-aberto-para-seguranca-em-aplicacoes-web/"/>
   <updated>2011-04-19T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/owasp-projeto-aberto-para-seguranca-em-aplicacoes-web</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Este artigo foi publicado na &lt;a title=&quot;Edição 24 da Revista Espírito Livre&quot; href=&quot;https://www.revista.espiritolivre.org/?p=921&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;edição 24&lt;/a&gt; da &lt;a title=&quot;Revista Espírito Livre&quot; href=&quot;https://www.revista.espiritolivre.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Revista Espírito Livre&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;** **&lt;/em&gt;A &lt;a href=&quot;https://owasp.org/&quot;&gt;OWASP&lt;/a&gt; (Open Web Application Security Project ou Projeto Aberto de Segurança em Aplicações Web) é uma organização mundial sem fins lucrativos focada em melhorar a segurança de softwares, em especial os softwares baseados na web. Sua missão é fazer com que a segurança das aplicações seja visível, de forma que pessoas e organizações possam fazer decisões conscientes a respeito dos verdadeiros riscos de segurança das aplicações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Todos são livres para participar da organização e de sua comunidade, e esta caraterística atraiu a atenção de diversas empresas, tanto as que trabalham com software livre, como a Fundação Mozilla, quanto as empresas comerciais e proprietárias, como Microsoft, Adobe e Oracle. Além disso, diversas universidades americanas são membros da organização.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outra característica é que ela tenta se organizar de uma maneira descentralizada através dos chamados “capítulos locais”. Estes “capítulos” são grupos locais formado por pessoas interessadas em ajudar a OWASP a atingir seus objetivos fomentando localmente os princípios e boas práticas pregadas pela organização. O Brasil atualmente conta com dois capítulos: Brasília e São Paulo. Adicionalmente, como forma de divulgação, são promovidos diversos eventos no mundo todo, inclusive no Brasil que, em 2010, teve sua segunda edição do &lt;a href=&quot;https://www.owasp.org/index.php/AppSec_Brasil_2010_(pt-br)&quot;&gt;OWASP AppSec&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para alcançar seu objetivo, a OWASP desenvolve diversos projetos, tanto de software quanto de documentação, e todos eles são licenciados sob licensas livres, tornando o acesso a eles muito fácil e democrático. A seguir detalharei melhor alguns dos principais projetos.&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;h2 id=&quot;top-10&quot;&gt;Top 10&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O Top 10 é uma lista dos 10 ataques a segurança de aplicações web mais críticos existentes. Este é, provavelmente, o projeto mais famoso da OWASP e é atualizado frequentemente, sendo que a última versão é deste ano (2010) com a seguinte lista de ataques:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Injeção:&lt;/strong&gt; ocorre quando um dado não confiável é enviado a um interpretador como parte de um comando ou consulta. O tipo de injeção mais famoso é o &lt;em&gt;SQL Injection&lt;/em&gt; que permite que o atacante execute quaisquer comandos SQL no banco de dados da aplicação vulnerável.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Cross-site Scripting (XSS):&lt;/strong&gt; ocorre quando uma aplicação obtém um dado não confiável e envia para um navegador web sem correta validação e escapamento. Permite que um atacante execute quaisquer scripts (normalmente Javascript) no navegador da vítima.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Autenticação e gerenciamento de sessão quebrados:&lt;/strong&gt; ocorre quando a autenticação e o gerenciamento de sessão da aplicação não são feitos de forma correta, permitindo que o atacante comprometa senhas, chaves, sessões web, assumindo a identidade da vítima.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Referência direta insegura a objeto:&lt;/strong&gt; ocorre quando o desenvolvedor expõe uma referência a um objeto interno, como um arquivo, diretório ou chave de banco de dados. Sem uma checagem de controle de acesso ou outra proteção, atacantes podem manipular estas referências para acessar dados não autorizados, como arquivos confidenciais.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Cross-site Request Forgery (CSRF):&lt;/strong&gt; força o navegador web da vítima logada numa aplicação a enviar um &lt;em&gt;request&lt;/em&gt; forjado, incluindo o &lt;em&gt;cookie&lt;/em&gt; de sessão da vítima e qualquer outra informação de autenticação incluída automaticamente, para uma aplicação vulnerável. Isto permite que o atacante force o navegador da vítima a gerar *requests *que a aplicação vulnerável pensa que são vegítimos.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Problema com configurações de segurança:&lt;/strong&gt; boa segurança requer ter uma configuração de segurança bem definida e implantada para a aplicação, &lt;em&gt;frameworks&lt;/em&gt;, servidor de aplicação, servidor web, servidor de banco de dados e plataforma. Todas estas configurações devem ser definidas, implementadas e mantidas quando não são liberadas com configurações padrão seguras. Isto inclui manter todo o software atualizado, incluindo todas as bibliotecas utilizadas pelas aplicações.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Armazenamento criptográfico inseguro:&lt;/strong&gt; ocorre quando a aplicação protege incorretamente seus dados sensíveis (como números de cartões de crédito e credenciais de autenticação) com criptografia ou *hash *adequados. Os atacantes podem roubar ou modificar estes dados para conduzir roubo de identidade, fraude de cartão de crédito ou outros crimes.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Falha ao restringir acesso a URL:&lt;/strong&gt; ocorre quando a aplicação restringe o acesso a uma página reservada apenas pela interface, ou seja, não exibindo os *links *para ela. Um atacante pode obter o link para esta página e acessá-la diretamente.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Proteção em nível de transporte insuficiente:&lt;/strong&gt; ocorre quando uma aplicação falha ao autenticar, encriptar e proteger a confidencialidade e integridade do tráfego de rede sensível. Isto pode acontecer com o uso de algorítmos de criptografia fracos, usam certificados digitais expirados ou inválidos ou não os usam corretamente.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Redirects **&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;**&lt;em&gt;forwards **&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;não validados:** ocorre quando uma aplicação redireciona ou encaminha um usuário a outras páginas ou sites e usam dados não confiáveis para determinar a página de destino. Sem validação apropriada, atacantes podem redirecionar vítimas para sites de *phishing *ou *malware *ou usam *forwards *para acessar páginas não autorizadas.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Além de ser um poderoso documento de conscientização, para cada uma das vulnerabilidades listadas são ensinadas formas de evitar que sua aplicação fique vulnerável. Vale muito a pena ler as explicações mais aprofundadas de cada vulnerabilidade e, principalmente, nas formas de prevenção.&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;h2 id=&quot;webgoat&quot;&gt;WebGoat&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O WebGoat é uma aplicação web feita em Java com diversas falhas de segurança feita para ensinar lições de segurança em aplicações web. Em cada lição, o usuário deve demonstrar que entende um problema de segurança explorando a vulnerabilidade do WebGoat. Por exemplo, uma das lições o usuário precisa fazer um ataque de *SQL Injection *para roubar números falsos de cartões de crédito. A aplicação é um ambiente de aprendizado realístico e provê aos usuários dicas e código que explicam cada lição.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;/wp-content/uploads/2011/04/webgoat.png&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-572&quot; title=&quot;webgoat&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2011/04/webgoat-300x252.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;252&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;h2 id=&quot;webscarab&quot;&gt;WebScarab&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O WebScarab é um aplicativo desktop feito em Java (portanto é multiplataforma) utilizado como um proxy web. Após configurar seu navegador para utilizar a porta aberta pelo WebScarab como proxy HTTP, você pode utilizá-lo para analisar todo o tráfego entre o navegador e a aplicação que está sendo acessada, bem como alterar o conteúdo do &lt;em&gt;request&lt;/em&gt; enviado originalmente. Assim, ele pode ser utilizado para identificar falhas de segurança em sua aplicação web sem alterar a interface de usuário da mesma.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;/wp-content/uploads/2011/04/webscarab.png&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-573&quot; title=&quot;webscarab&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2011/04/webscarab-300x133.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;h2 id=&quot;esapi&quot;&gt;ESAPI&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;A ESAPI é uma API de controle de segurança que torna fácil aos desenvolvedores escreverem aplicações com baixo risco. Disponível para as plataformas como Java, .NET, Python e PHP, a ESAPI tem o seguinte design básico para todas as implementações:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Ter um conjunto de interfaces de controle de segurança;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Ter uma implementação de referência para cada controle;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Poder, opcionalmente, utilizar sua própria implementação para cada controle;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;O diagrama abaixo mostra todos os módulos os controles contemplados pela ESAPI.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;/wp-content/uploads/2011/04/esapi.png&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-574&quot; title=&quot;esapi&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2011/04/esapi-300x155.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;h2 id=&quot;antisamy&quot;&gt;AntiSamy&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O AntiSamy é uma API utilizada para evitar que código HTML e CSS malicioso afete sua aplicação e evitando, assim, um ataque de XSS. A API faz isso fazendo uma validação do HTML/CSS recebido do cliente e o valida através de uma &lt;em&gt;whitelist&lt;/em&gt;, que é uma lista de elementos HTML/CSS seguros de serem aceitos pela aplicação. Ele tem suporte a mensagens de erro amigáveis e suas políticas de validação podem ser personalizadas.&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;guias&quot;&gt;Guias&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Além de software, a OWASP elabora uma rica documentação sobre o assunto e uma parte desta documentação é composta por três importantes guias:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Guia de desenvolvimento:&lt;/strong&gt; provê um guia prático com exemplos de código em Java, .NET e PHP, cobrindo um extenso leque de problemas de segurança;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;**Guia de revisão de código: **objetiva guiar o revisor de código na busca por vulnerabilidades da aplicação;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Guia de teste:&lt;/strong&gt; objetiva criar melhores práticas para testes de penetração em aplicações web;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;h2 id=&quot;conclusão&quot;&gt;Conclusão&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Como vimos ao longo deste artigo, a OWASP é uma organização bastante ativa e que desenvolve diversos projetos importantes para a melhoria na segurança das aplicações web. O melhor de tudo é que estes projetos são todos liberados sob licenças livres, que facilitam sua adoção e implantação inclusive em empresas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, por sua natureza aberta, qualquer pessoa é livre para virar um contribuidor de melhorias e correções para os produtos. Existem projetos muito interessantes ainda em desenvolvimento e que podem ser um local divertido para aprender novas tecnologias e contribuir com o software livre.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Que fique claro, no entanto, que o que eu apresentei foi apenas uma pequena parte do que a OWASP desenvolve. Recomendo fortemente a todos os desenvolvedores de aplicações web que naveguem pelo site e descubram tudo que ela tem a oferecer.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Site da OWASP:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://www.owasp.org/&quot;&gt;https://www.owasp.org&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;OWASP AppSec Brasil 2010:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;https://www.owasp.org/index.php/AppSec_Brasil_2010_(pt-br)&quot;&gt;https://www.owasp.org/index.php/AppSec_Brasil_2010_(pt-br)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Créditos:&lt;/strong&gt; Grande parte do conteúdo do artigo foi baseado no material do próprio site da OWASP.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt; &lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Palestra Integração Contínua com Softwares Livres</title>
   <link href="https://rodsilva.com/palestra-integracao-continua-com-softwares-livres/"/>
   <updated>2011-04-10T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/palestra-integracao-continua-com-softwares-livres</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Já está disponível na página de &lt;a href=&quot;/palestras&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Palestras&lt;/a&gt;, a apresentação que fiz ontem no &lt;a href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Flisol 2011 RJ&lt;/a&gt;. Infelizmente não pude filmar, mas estou disponibilizando a apresentação sob licença &lt;a href=&quot;https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Creative Commons BY-SA&lt;/a&gt; para que, quem quiser, possa apresentá-la. Sugestões podem ser feitas nos comentários abaixo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Abraço!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>A nova geração de ambientes desktop</title>
   <link href="https://rodsilva.com/a-nova-geracao-de-ambientes-desktop/"/>
   <updated>2011-04-04T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/a-nova-geracao-de-ambientes-desktop</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Estamos começando o mês de abril de 2011, um mês em que dois novos &lt;a title=&quot;Ambiente na Wikipedia&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Ambiente_de_desktop&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ambientes desktop&lt;/a&gt; para Linux serão apresentados para as massas: &lt;a title=&quot;Site do Unity&quot; href=&quot;https://unity.ubuntu.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Unity&lt;/a&gt; e &lt;a title=&quot;Site do Gnome3&quot; href=&quot;https://gnome3.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Gnome3&lt;/a&gt;. Ambos prometem modificar significativamente a forma como interagimos com o computador, cada um a sua maneira. Como preparativo para estas novas versões (das quais pretendo testar e publicar aqui minhas impressões), neste artigo vou dar uma visão geral e explicar um pouco do que esperar de cada um.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Unity&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ambiente desenvolvido pela &lt;a title=&quot;Site da Canonical&quot; href=&quot;https://www.canonical.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Canonical&lt;/a&gt; para a versão para netbooks do &lt;a title=&quot;Site do Ubuntu&quot; href=&quot;https://www.ubuntu.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ubuntu&lt;/a&gt; que virá como ambiente padrão também na vesão desktop da popular distribuição. Com o uso padrão deste ambiente, muita coisa mudou nele para que ficasse estável e atendesse as necessidades dos usuários com telas maiores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A palavra de ordem do Unity é “eficiencia”. Em cada escolha feita pelo time da Canonical vê-se claramente que eles querem utilizar o espaço do monitor da forma mais eficiente possível. Claramente esta é uma herança das raízes “netbookianas” do ambiente, mas que não deixa de ser uma preocupação para outros tipos de usuário.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Algumas características essenciais dele são:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Menu global de aplicativos&lt;/strong&gt;: o menu dos aplicativos ficam na barra superior, como no MacOS X;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Launcher&lt;/strong&gt;: é uma barra localizada do lado esquerdo, que é uma mistura de dock, também inspirado no MacOS X, com um painel. Ele é localizado na lateral, pois, com o advento das telas widescreen, o espaço vertical ficou mais disputado do que o horizontal;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Dash&lt;/strong&gt;: uma tela onde você pode abrir aplicativos ou abrir pastas, sempre por meio de navegação ou por um campo de busca. O dash também suporta plugins chamados de “lentes” que adicionam funcionalidades, como integração com outros aplicativos (ex: enviar uma mensagem via Empathy) ou com sites (ex: fazer uma busca no Google);&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gnome3&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na nova versão do ambiente desktop mais popular do Linux trás novos paradigmas e uma apresentação totalmente diferente da versão 2. Esta versão está em desenvolvimento há muito tempo, afinal foi um ano de atraso (o plano inicial de laçamento do Gnome3 era de abril de 2010), mas este último ciclo de desenvolvimento mudou muita coisa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A palavra de ordem do Gnome3 é “foco”. Os especialistas de interface do projeto estão levando o conceito minimalista do Gnome ao extremo, de forma que o usuário tenha um ambiente com poucas distrações e de alta produtividade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Algumas características essenciais dele são:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Barra superior&lt;/strong&gt;: o painel do Gnome morreu na forma como era conhecido. Agora só existe uma barra superio que é composta pelo botão “Atividades”, relógio e ícones de configuração do sistema;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Modo panorama&lt;/strong&gt;: clicando no botão “Atividades” no modo panorama, onde são exibidos todos os aplicativos abertos e áreas de trabalho virtuais em uso, bem como um dock (semelhante ao do MacOS X) com aplicativos favoritos e abertos. Este modo, é semelhante ao Dash do Unity, pois também é possível abrir pastas e aplicações;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Áreas de trabalho virtuais&lt;/strong&gt;: esta funcionalidade velha conhecida de qualquer usuário Linux (independente do ambiente desktop) sofreu uma alteração interessante. Agora elas são criadas dinamicamente, a medida que se faz necessário;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como eu disse no início, esta é apenas uma análise superficial dos ambientes e, assim que suas versões estáveis forem lançadas, eu vou escrever um texto mais completo sobre cada um. De qualquer forma, já dá para ver que muita coisa vai mudar e espero que estas mudanças sejam para melhor.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Installfest de Android no FLISOL 2011 RJ</title>
   <link href="https://rodsilva.com/installfest-de-android-no-flisol-2011-rj/"/>
   <updated>2011-04-02T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/installfest-de-android-no-flisol-2011-rj</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Quem acompanha este blog, sabe que sou um feliz proprietário de um &lt;a title=&quot;Meu querido HTC Magic&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/HTC_Magic&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;smartphone&lt;/a&gt; com sistema &lt;a title=&quot;Android&quot; href=&quot;https://www.android.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android&lt;/a&gt;. E quem me conhece, sabe que faço parte da &lt;a title=&quot;SL-RJ&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;comunidade de software livre do Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, que está organizando o &lt;a title=&quot;Flisol 2011 RJ&quot; href=&quot;https://flisol.softwarelivre-rj.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Flisol 2011 RJ&lt;/a&gt;, e da comunidade &lt;a title=&quot;Android In Rio&quot; href=&quot;https://androidinrio.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android In Rio&lt;/a&gt;. Com todas estes informações expostas, gostaria de divulgar que no Flisol, além das distribuições Linux e softwares livres para Windows, teremos pela primeira vez num Flisol, um &lt;strong&gt;installfest de Android&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img class=&quot;size-full wp-image-553 aligncenter&quot; title=&quot;flisol-android&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2011/04/flisol-android-e1301785952505.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;448&quot; height=&quot;123&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Os installfests, ou festivais de instalação de software, surgiram na época que o Linux era muito difícil de se instalar e precisava que pessoas experientes fizessem isto para você. Mas estes eventos estão perdendo cada vez mais força, já que atualmente é muito fácil instalar Linux – muito mais fácil que o Windows, por exemplo. No entanto, para o Android ainda é muito difícil alguém instalar uma ROM comunitária, pois o hardware é muito fechado, exige tarefas complexas demais para usuários leigos e sempre tem um risco de estragar o aparelho, se a pessoa não tiver um mínimo de conhecimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Desta forma, queremos inaugurar um novo tipo de installfest no Flisol, um tipo que realmente é necessário nos dias de hoje e ajudar que pessoas com aparelhos presos a versões antigas, possam usufruir das melhorias que cada versão do Android trás! Veja maiores informações sobre o installfest na &lt;a title=&quot;Installfest de Android no Flisol 2011 RJ&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/2011/installfest-de-android-no-flisol-2011-rj/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;nota do site do SL-RJ&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Flisol 2011 Rio de Janeiro</title>
   <link href="https://rodsilva.com/flisol-2011-rio-de-janeiro/"/>
   <updated>2011-03-28T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/flisol-2011-rio-de-janeiro</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;No próximo dia 9 de abril vai acontecer na UNIRIO – URCA a edição carioca do maior evento de divulgação de software livre da América Latina: o FLISOL (Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre). O FLISOL2011 RJ é organizado pelo &lt;a title=&quot;SL-RJ&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SoftwareLivre-RJ.org&lt;/a&gt;, trazendo voluntários para realizar instalações de Software Livre nos computadores dos visitantes do FLISOL2011. A participação no FLISOL2011 é totalmente gratuita e aberta à comunidade. Durante todo o dia você poderá levar seu computador para que nossos técnicos instalem diversos softwares livres de forma gratuita e segura! Além disso, teremos uma excelente programação, com palestras e minicursos, para você não apenas conhecer, mas também aprender a utilizar os programas que estão revolucionando a informática no mundo todo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estaremos com 2 grandes salas com capacidade para 70 pessoas cada sala.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Teremos 5 mini-salas com os seguintes eventos:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Apache Meet (Meet da Fundação Apache).&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Debate sobre Pirataria, Copyleft, Produção Livre e etc…&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Workshop de Computação Gráfica.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Workshop de Arduino (com a ArduInRio).&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Install Fest&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Debate sobre Cultura.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;e mais algumas novidades…&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Teremos 16 palestras com membros das seguintes Comunidades de Software e Hardware Livre e afins do Rio de Janeiro:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;PHP Rio&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;RubyOnRio&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;ArduInRio&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;AndroidInRio&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;BeagleboardInRio&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;ForkInRio&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;PythOnRio&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;#horaextra&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Rio Perl Monges&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;DojoRio&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Coding40Graus&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;RioSDI&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Sobre os serviços oferecidos pelo FLISOL2011:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;O FLISOL2011 é um evento que irá realizar a instalação de Software Livre, bem como lhe fornecer indicações de como e onde obter mais informações e suporte. Para participar das instalações basta comparecer no local do evento, ler e concordar com todos os itens do Termo de Responsabilidade (disponível no site do evento) – e levar o seu microcomputador até o local do evento indicado no parágrafo abaixo.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O interessado compromete-se a fazer uma cópia de todos os seus dados que estão no seu computador. A organização do FLISOL2011 não se responsabiliza pelo armazenamento de arquivos no computador e não efetuará back-up para os participantes.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Caso não seja possível efetuar a instalação dentro do horário estipulado para o evento ou por problemas técnicos, o evento não estará obrigado a efetuá-las.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O FLISOL2011 somente instalará Software Livre em 1 (uma) máquina por pessoa.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local: **UNIRIO – URCA&lt;br /&gt;
**Quando? **9 de Abril de 2011.&lt;br /&gt;
**Quanto? **0800, de graça!&lt;br /&gt;
**Site: **&lt;a title=&quot;Flisol RJ&quot; href=&quot;https://flisol.softwarelivre-rj.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://flisol.softwarelivre-rj.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
**Programação do evento: **&lt;a title=&quot;Programação do Flisol RJ 2011&quot; href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011/programacao.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011/programacao.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
**Material para divulgação (este flyer): **&lt;a href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011/divulgacao.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011/divulgacao.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
**Palestras? **16.&lt;br /&gt;
**Workshops?&lt;/strong&gt; Alguns (divulgação em breve).&lt;br /&gt;
**A quem se destina? **Estudantes, professores, empresários, empreendedores, piratas, hackers, nerds, geeks, artistas, webmasters, médicos, diagramadores, produtores de mídia visual e fonética, analistas de segurança, programadores e militantes de sistemas e hardware livres.&lt;/p&gt;

&lt;div id=&quot;_mcePaste&quot; class=&quot;mcePaste&quot; style=&quot;position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;&quot;&gt;
  &lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Sobre o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;FLISOL2011:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
      &amp;nbsp;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O FLISOL2011 é um evento organizado pelo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;SoftwareLivre-RJ.org&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;, trazendo voluntários para realizar instalações de Software Livre nos computadores dos visitantes do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;FLISOL2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;. A participação no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;FLISOL2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; é totalmente gratuita e aberta à comunidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;No próximo dia 9 de abril vai acontecer na UNIRIO &amp;#8211; URCA a edição carioca do maior evento de divulgação de software livre da América Latina: o FLISOL (Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Durante todo o dia você poderá levar seu computador para que nossos técnicos instalem diversos softwares livres de forma gratuita e segura! Além disso, teremos uma excelente programação, com palestras e minicursos, para você não apenas conhecer, mas também aprender a utilizar os programas que estão revolucionando a informática no mundo todo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Estaremos com 2 grandes salas com capacidade para 70 pessoas cada sala.&lt;br /&gt; Teremos 5 mini-salas com os seguintes eventos: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; * &lt;strong&gt;Apache Meet (Meet da Fundação Apache). &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;Debate sobre Pirataria, Copyleft, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Produção Livre&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; e etc&amp;#8230;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;Workshop de Computação Gráfica. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;Workshop de Arduino (com a ArduInRio). &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;Install Fest &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;Debate sobre Cultura.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;e mais algumas novidades&amp;#8230; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Teremos 16 palestras com membros das seguintes Comunidades de Software e Hardware Livre e afins do Rio de Janeiro: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;PHP Rio. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;RubyOnRio. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;ArduInRio. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;AndroidInRio. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;BeagleboardInRio. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;ForkInRio. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;* &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;PythOnRio&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;#horaextra. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;Rio Perl Monges. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;DojoRio. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;strong&gt;Coding40Graus. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;* &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;RioSDI. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Sobre os serviços oferecidos pelo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;FLISOL2011:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;FLISOL2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; é um evento que irá realizar a instalação de Software Livre, bem como lhe fornecer indicações de como e onde obter mais informações e suporte. Para participar das instalações basta comparecer no local do evento, ler e concordar com todos os itens &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;do&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Termo de Responsabilidade &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;(disponível no site do evento)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; &amp;#8211; e levar o seu microcomputador até o local do evento indicado no parágrafo abaixo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O interessado compromete-se a fazer uma cópia de todos os seus dados que estão no seu computador. A organização do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;FLISOL2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; não se responsabiliza pelo armazenamento de arquivos no computador e não efetuará back-up para os participantes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Caso não seja possível efetuar a instalação dentro do horário estipulado para o evento ou por problemas técnicos, o evento não estará obrigado a efetuá-las. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;FLISOL2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; somente instalará Software Livre em 1 (uma) máquina por pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;font-family: URW Gothic L,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Local: &lt;strong&gt;UNIRIO – URCA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Quando? &lt;strong&gt;9 de Abril de 2011. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Quanto? &lt;strong&gt;0800, de graça! &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Site: &lt;a href=&quot;https://flisol.softwarelivre-rj.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://flisol.softwarelivre-rj.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Programação do evento: &lt;a href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011/programacao.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011/programacao.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Material para divulgação (este flyer): &lt;a href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011/divulgacao.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://softwarelivre-rj.org/flisol2011/divulgacao.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Palestras? &lt;strong&gt;16. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; Workshops? &lt;strong&gt;Alguns (divulgação em breve). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; A quem se destina? &lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;Estudantes, professores, empresários, empreendedores, piratas, hackers, nerds, geeks, artistas, webmasters, médicos, diagramadores, produtores de mídia visual e fonética, analistas de segurança, programadores e militantes de sistemas e hardware livres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
  &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content>
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 <entry>
   <title>A abertura do Android</title>
   <link href="https://rodsilva.com/a-abertura-do-android/"/>
   <updated>2011-03-27T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/a-abertura-do-android</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Como já comentei no artigo “&lt;a title=&quot;O sucesso do Android&quot; href=&quot;o-sucesso-do-android/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;O sucesso do Android&lt;/a&gt;“, uma das maiores críticas ao sistema do robô verde é a falta de abertura no seu desenvolvimento por parte da Google. O que acontece é que a empresa desenvolve o sistema a portas fechadas e, após o lançamento de uma nova versão, ela “joga” o código nos repositórios públicos do &lt;a title=&quot;Android Open Source Project&quot; href=&quot;https://source.android.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android Open Source Project&lt;/a&gt; (AOSP). Apesar de ser um defensor do software livre e concordar que a política de desenvolvimento do Android não é das mais abertas, sou obrigado a discordar de grande parte dessas críticas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Long live to true open source&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em outubro do ano passado, &lt;a title=&quot;Joe Hewitt&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Joe_Hewitt_(programmer)&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Joe Hewitt&lt;/a&gt;, um conhecido desenvolvedor &lt;em&gt;open source&lt;/em&gt; e usuário de iPhone, &lt;a href=&quot;https://www.euandroid.com.br/noticia/2010/10/famoso-desenvolvedor-joe-hewitt-software-livre-questiona-apple-e-google/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;fez críticas ao Google&lt;/a&gt; dizendo que o Android não é diferente do iOS em termos de abertura. Ele compara seu modelo de desenvolvimento com o do &lt;a title=&quot;Firefox&quot; href=&quot;https://getfirefox.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Firefox&lt;/a&gt; e do &lt;a title=&quot;Linux&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Linux&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Linux&lt;/a&gt;, como estes sendo verdadeiros softwares livres. No entanto, é muito estranho para mim uma pessoa como o Joe falar tamanha bobeira, parecendo, inclusive, que ele está desesperadamente procurando uma justificativa para utilizar o iPhone ao invés de um smartphone com Android.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um texto bastante conhecido para qualquer pessoa interessada em software livre (e leitura obrigatória para qualquer geek ou hacker) é o “&lt;a title=&quot;The Cathedral and The Bazaar&quot; href=&quot;https://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;The Cathedral and The Bazaar&lt;/a&gt;“, escrito por &lt;a title=&quot;Eric Raymond&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Eric_Steven_Raymond&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Eric Raymond&lt;/a&gt;, que descreve duas formas de desenvolver um software. Uma delas ele compara com uma catedral, onde o software é desenvolvido por um grupo fechado de pessoas, sem muito barulho. Outra forma ele compara com um bazar, onde o desenvolvimento é feito de forma mais pública e que está aberta para qualquer um contribuir. Podemos ver claramente que desenvolvimento do Android se encaixa na primeira e que, apesar deste modelo ser mais comum no desenvolvimento de softwares proprietários, ele já foi utilizadoem softwares livres, como o &lt;a title=&quot;Emacs&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Emacs&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Emacs&lt;/a&gt;, desenvolvido pelo próprio fundador do movimento do software livre, &lt;a title=&quot;Richard Stallman&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Matthew_Stallman&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Richard Stallman&lt;/a&gt;. Será que realmente o Android não pode ser considerado software livre por ser desenvolvido a portas fechadas?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além disso, como fazer uma comparação ao iOS? Graças à abertura do código do Android, o meu &lt;a title=&quot;HTC Magic&quot; href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/HTC_Magic&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;HTC Magic&lt;/a&gt; está sempre atualizado com a última versão do sistema. Aliás, graças à abertura do código, é possível &lt;a title=&quot;iDroid&quot; href=&quot;https://www.idroidproject.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;rodar o sistema do Google num iPhone&lt;/a&gt; :) É possível o contrário? Sem o código em mãos, absolutamente não.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por que catedral?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No texto, Eric Raymond fala muito sobre um projeto muito bem sucedido e atribui este sucesso ao modelo “bazar”: o Linux. Se este modelo é tão bom, porque o Google optou pelo “catedral”? A &lt;a title=&quot;FAQ AOSP&quot; href=&quot;https://source.android.com/faqs.html#aosp&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;resposta oficial&lt;/a&gt; é esta:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
  &lt;p&gt;Why are parts of Android developed in private?&lt;/p&gt;

  &lt;p&gt;It typically takes over a year to bring a device to market, but of course device manufacturers want to ship the latest software they can. Developers, meanwhile, don’t want to have to constantly track new versions of the platform when writing apps. Both groups experience a tension between shipping products, and not wanting to fall behind.&lt;/p&gt;

  &lt;p&gt;To address this, some parts of the next version of Android including the core platform APIs are developed in a private branch. These APIs constitute the next version of Android. Our aim is to focus attention on the current stable version of the Android source code, while we create the next version of the platform as driven by flagship Android devices. This allows developers and OEMs to focus on a single version without having to track unfinished future work just to keep up. Other parts of the Android system that aren’t related to application compatibility are developed in the open, however. It’s our intention to move more of these parts to open development over time.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Na lista de discussão &lt;a title=&quot;Lista Android Brasil&quot; href=&quot;https://groups.google.com/group/androidbrasil&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android Brasil&lt;/a&gt;, houve uma &lt;a title=&quot;Discussão sobre o AOSP&quot; href=&quot;https://groups.google.com/group/androidbrasil/browse_thread/thread/3789721c31272fdf?hl=pt-BR#&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;discussão&lt;/a&gt; sobre este texto e minha opinião é a mesma de diversas pessoas da lista: no mercado móvel há uma concorrência muito acirrada e as empresas que investem no Android querem ter uma vantagem competitiva em relação às suas concorrentes. Talvez este tenha sido, inclusive, o motivo do sucesso do sistema e um dos motivos do fracasso de tantos outros sistemas abertos que tentaram entrar neste mercado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Futuro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como o próprio Google disse em sua nota oficial, eles querem que cada vez mais o sistema seja desenvolvido de forma aberta e tudo dependerá de como o mercado irá se comportar. O recente &lt;a title=&quot;Notícia sobre a retenção do código da versão 3.0&quot; href=&quot;https://br-linux.org/2011/contra-ma-ajambracao-google-pretende-reter-por-enquanto-o-codigo-fonte-do-android-3-0/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;anúncio da retenção do código da versão 3.0&lt;/a&gt; por mais tempo do que o normal foi um prato cheio para os alarmistas, mas ainda não vi motivos para que ela mantenha esta versão fechada para sempre. O Android sempre teve seu código disponibilizado e isto é um dos principais motivos para o seu sucesso – mudar esta política agora seria um tiro no pé.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Desta forma, acho que estamos caminhando para um futuro cada vez mais aberto para o Android. Eu, como usuário do sistema, torço muito para que isto aconteça, pois os projetos desenvolvidos em forma de “bazar” costumam ter uma evolução muito mais rápida, com muito mais inovações e menos bugs, como aconteceu com o Linux.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
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   <title>Android: Pesquisa de mercado</title>
   <link href="https://rodsilva.com/android-pesquisa-de-mercado/"/>
   <updated>2011-02-21T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/android-pesquisa-de-mercado</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Desde o ano passado tenho um smartphone &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/HTC_Magic&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;HTC Magic&lt;/a&gt;, com o sistema &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Android&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android&lt;/a&gt;. Gosto muito do aparelho, mesmo ele já sendo um pouco antigo e tenha um hardware um pouco defasado, mas o Android é muito bom e me atende 100%. No entanto, os fabricantes de aparelhos com este sistema (HTC, Motorola, Samsung, entre outros) lançam seus produtos e depois não querem atualizar a versão do sosftware, problema conhecido como “fragmentação”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Muita gente critica o Android pela fragmentação e um post que explica um pouco isto é o “&lt;a href=&quot;https://www.euandroid.com.br/coluna/2011/01/fragmentacao-android-mito-ou-realidade/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fragmentação no Android: mito ou verdade?&lt;/a&gt;” do excelente blog &lt;a href=&quot;https://www.euandroid.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;EuAndroid&lt;/a&gt;. A saída para este problema normalmente é a instalação de ROMs comunitárias, que são versões do Android feitas pela comunidade mundial para os aparelhos esquecidos pelas fabricantes. Eu mesmo utilizo o &lt;a href=&quot;https://www.cyanogenmod.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CyanogenMod&lt;/a&gt;, mas sei que a tarefa de instalar uma ROM por conta própria não é tarefa que pode ser realizada por qualquer usuário.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para resolver este problema, pensei que os usuários poderiam querer uma saída mais fácil, mesmo que tenham que pagar por isto. Assim, lancei na semana passada uma pequena pesquisa de mercado para saber se seria viável o oferecimento de um serviço para atualização do sistema. O endereço da pesquisa é: &lt;a href=&quot;https://va.mu/4W/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://va.mu/4W/&lt;/a&gt; e peço a todos os leitores que espalhem a pesquisa para os conhecidos que tenham aparelhos com Android, pois só assim eu terei uma base de opiniões relevante para decidir por oferecer ou não o serviço.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Conto com vocês ;&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
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   <title>I Hack&#8217;n Rio: o maior evento de SL do Rio de Janeiro</title>
   <link href="https://rodsilva.com/i-hackn-rio-o-maior-evento-de-sl-do-rio-de-janeiro/"/>
   <updated>2011-01-05T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/i-hackn-rio-o-maior-evento-de-sl-do-rio-de-janeiro</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;“Ano novo, vida nova”. 2011 chegou, e com ele uma expectativa a respeito do que irá acontecer de excitante este ano. 2010 foi um ano de descoberta do potencial que as comunidades de Software Livre têm de promover eventos no estado do Rio. Teve a ousadia de levar eventos para Campos e Duque de Caxias (até com a presença do MadDog), tem a frequência &lt;strong&gt;semanal&lt;/strong&gt; do Coding Dojo, a flexibilidade dos OpenSpaces, e as belas novidades da ArduInRio e Android In Rio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aproveitando toda essa força e união, a &lt;a href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SL-RJ&lt;/a&gt; (Comunidade de Software Livre do Rio de Janeiro), em conjunto com as comunidades &lt;a href=&quot;https://arduinrio.cc/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ArduInRio&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/comunidades/android-in-rio/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Android In Rio&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://dojorio.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DojoRio&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://phprio.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;PHP Rio&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://pythonrio.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;PythOnRio&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://rio.pm.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rio.pm&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://riojug.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;RioJUG&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://rubyonrio.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;RubyOnRio&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://launchpad.net/%7Eubuntu-br-rj&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ubuntu-RJ&lt;/a&gt;, vem apresentar o &lt;a href=&quot;https://hacknrio.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;I Hack’n Rio&lt;/a&gt;! Apesar da palavra “hacker” atualmente estar associada a uma pessoa que explora falhas de segurança em computadores e tenta prejudicar outros, no sentido original da palavra, ela designa alguém que é profundo conhecedor de algum assunto e utiliza maneiras criativas de resolver problemas. Por isso, o Hack’n Rio não é um encontro de usuários malignos de computador, mas sim de profundos estudiosos de computação, mais especificamente software livre, e pessoas que estão buscando este conhecimento.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-518&quot; title=&quot;logo_hacknrio_peq&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2011/01/logo_hacknrio_peq.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;167&quot; height=&quot;174&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A idéia do Hack’n Rio surgiu quando os entusiastas de diversas comunidades de Software Livre se encontravam nos eventos promovidos pelo nosso estado, e sempre chegavam a uma mesma conclusão: está na hora de convergir. Convergir todos os eventos específicos de cada comunidade em um só grande evento, falar e fazer sobre tudo que se vê de novidades em cada tecnologia livre adotada em nosso estado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O grande diferencial deste evento é que ele está sendo feito por todas as comunidades. E isto quer dizer que não há a centralização de tudo numa comissão organizadora só, mas sim a distribuição da organização. Cada comunidade contribuinte terá seu espaço no evento, para utilizar do melhor jeito que a mesma souber fazer.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O nosso objetivo é realizar um evento de &lt;strong&gt;elevado grau técnico&lt;/strong&gt; onde todos os participantes tenham oportunidade de &lt;strong&gt;aprender&lt;/strong&gt; como as tecnologias livres funcionam a fundo e também como &lt;strong&gt;contribuir&lt;/strong&gt; para sua evolução. Por isso, planejamos a seguinte estrutura:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Quando?&lt;/strong&gt; 8 e 9 de abril de 2011&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Onde?&lt;/strong&gt; Cidade Universitária da UFRJ, na Ilha do Fundão&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Quantas palestras?&lt;/strong&gt; 28&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Quantos mini-cursos?&lt;/strong&gt; 8&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;E o que mais?&lt;/strong&gt; Muita mão na massa com 2 salas abertas para hackfests, como Arduino Hack Day!&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Você faz parte de uma das comunidades de software livre do estado? Então você também é parte do Hack’n Rio! Ajude a tornar o evento um sucesso procurando por patrocinadores, buscando por conteúdo relevante e chamando pessoas que fazem as coisas acontecerem – seja construindo coisas novas, seja contribuindo com projetos já existentes. Algumas sugestões:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Patrocinadores:&lt;/strong&gt; empresas que usam software livre e querem contribuir para sua evolução; empresas prestadoras de serviço ou desenvolvedoras de softwares livres que querem encontrar talentos para contratarem (as empresas podem até mesmo fazer uma espécie de “O Aprendiz” e oferecer vagas de empregos, se desejarem) e divulgar seu nome e serviços.&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Conteúdo:&lt;/strong&gt; não pense só em palestras e mini-cursos, pois isso temos em qualquer evento. Pense em encontros técnicos para correções de bugs ou desenvolvimento de novas aplicações ou novas funcionalidades para aplicações já existentes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Palestra: Por que usar software livre? Uma abordagem prática</title>
   <link href="https://rodsilva.com/palestra-por-que-usar-software-livre-uma-abordagem-pratica/"/>
   <updated>2010-10-18T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/palestra-por-que-usar-software-livre-uma-abordagem-pratica</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Está na internet o vídeo e os slides da palestra que fiz no Gnugraf chamada ”Por que usar software livre? Uma abordagem prática”. Nesta apresentação, tentei mostrar de uma maneira bem direta os motivos pelos quais o uso de softwares livres é mais vantajoso. Você pode acessá-la através seção de &lt;a href=&quot;palestras&quot;&gt;Palestras&lt;/a&gt; aqui do blog e aguardo os comentários de feedback!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Abraço!&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>O sucesso do Android</title>
   <link href="https://rodsilva.com/o-sucesso-do-android/"/>
   <updated>2010-09-30T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/o-sucesso-do-android</id>
   <content type="html">&lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; } --&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Este artigo foi publicado originalmente na Revista Espírito Livre n.18. Clique &lt;a href=&quot;https://www.revista.espiritolivre.org/?p=693&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; para baixá-la e ler os demais artigos!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;O Android atualmente é um dos sistemas operacionais para dispositivos móveis mais populares que existe. Dessenvolvido pela Google com o apoio de diversas empresas que formaram a Open Handheld Alliance, ele é baseado em Linux e tem seu código-fonte publicado sob uma licença de software livre. Seu sucesso de adoção, tanto por parte dos usuários como das fabricantes, finalmente colocou o Linux na mão de milhões de usuários em mundo todo!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;No entanto, não é de hoje que grandes empresas investem na criação de sistemas abertos e baseados em Linux para dispositivos móveis, mas não tiveram um destino tão feliz. Mas então por que com o Android foi diferente? Para tentar entender isto, vamos ver o que aconteceu neste mercado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; }h2 { margin-bottom: 0.21cm; }h2.western { font-family: &quot;Arial&quot;,sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic; } --&gt;

&lt;h2 id=&quot;visão-geral-do-mercado&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Visão geral do mercado&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;

&lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; }a:link {  } --&gt;
&lt;p&gt;A primeira grande empresa a entrar no mercado de sistemas livres baseados em Linux foi a Nokia que, em 2005, lançou o seu primeiro internet tablet com a plataforma Maemo: o Nokia 770. Depois disso, a finlandesa lançou mais 2 produtos similares até que, em 2009, ela resolveu entrar lançar o primeiro&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;smartphone&lt;/em&gt; da família: o N900. Com este aparelho, foi lançado o Maemo 5, versão esta que seria a última, pois, em 2010, a Nokia se juntaria com a Intel e sua criação, o Moblin, para desenvolver o MeeGo. O motivo da fusão foi que, apesar do peso do nome da Nokia e deste longo histórico, o Maemo nunca realmente “pegou” a não ser entre os usuários mais avançados e interessados em brinquedos tecnológicos.&lt;/p&gt;

&lt;div id=&quot;attachment_464&quot; style=&quot;width: 310px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;size-medium wp-image-464&quot; title=&quot;Nokia 770&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/09/Nokia770-300x224.jpg&quot; alt=&quot;Nokia 770: primeiro internet tablet com Maemo&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;224&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
    Nokia 770: primeiro internet tablet com Maemo
  &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;O Moblin foi criado pela Intel para competir no mercado de netbooks equipados com seus processadores Atom. Havia muita expectativa e alguns produtos foram até lançados, mas a Intel não progrediu muito no mercado. Como já foi dito, ela acabou juntando esforços com a Nokia para tentar obter mais resultados.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Foi então que surgiu o MeeGo, um sistema que junta o conhecimento da Nokia em tablets e smartphones com o da Intel em netbooks, se tornando assim a plataforma móvel mais flexível que existe atualmente, com previsão para ser usado até mesmo em carros. Importante falar que a Linux Foundation está apoiando o projeto e, ao que parece, ele é considerado pela fundação a “versão oficial” do Linux para dispositivos móveis. No entanto, até este momento o MeeGo é apenas expectativa e sua primeira versão preparada para usuários finais deverá sair em outubro deste ano.&lt;/p&gt;

&lt;div id=&quot;attachment_466&quot; style=&quot;width: 310px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;size-medium wp-image-466&quot; title=&quot;Meego_netbook&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/09/Meego_netbook-300x225.jpg&quot; alt=&quot;Interface do MeeGo para netbooks&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;225&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
    Interface do MeeGo para netbooks
  &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Outra empresa a investir foi a FIC, que não é tão grande e conhecida, mas que não poderia faltar nesta lista, pois seu projeto foi o mais inovador: o OpenMoko. Criado em 2006, ele tinha o objetivo de criar o primeiro smartphone totalmente livre, tanto hardware quanto software, e lançou dois produtos seguindo esta filosofia: o Neo 1973 e o Neo FreeRunner. O primeiro foi apenas para desenvolvedores, enquanto o segundo objetivava o público geral. No entanto, apesar de toda a liberdade que traria aos fabricantes, nenhuma grande empresa realmente se interessou por ele. De fato, elas inclusive o consideravam “aberto demais” e, com isto, ele foi um fracasso de vendas e de adoção por parte dos fabricantes. Apesar disso, ele tem sido um ótimo playground para os hackers que portaram diversos sistemas para o aparelho, inclusive o próprio Android.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;div id=&quot;attachment_468&quot; style=&quot;width: 187px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
    &lt;img class=&quot;size-medium wp-image-468 &quot; title=&quot;Neo_1973&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/09/Neo_1973-177x300.jpg&quot; alt=&quot;Neo 1973 com OpenMoko&quot; width=&quot;177&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
      Neo 1973 com OpenMoko
    &lt;/p&gt;
  &lt;/div&gt;
  
  &lt;p&gt;
    &amp;lt;/span&amp;gt;
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Em 2007, um grupo de empresas, incluindo Motorola, Panasonic, Sansung e Vodafone, criaram uma fundação para o desenvolvimento de uma nova plataforma móvel semi-aberta baseada em Linux: a LiMo Foundation. Em pouco tempo, diversas outras empresas se associaram e uma quantidade razoável de aparelhos foram lançados, mas não decolou e atualmente só é conhecida em países orientais, como Japão e Coréia.&lt;/span&gt;
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Outro caso de insucesso foi o webOS da Palm. Lançado em 2009, foi uma grande promessa de volta por cima da Palm, primeira gigante do mundo da computação móvel, mas que havia esquecido de se atualizar e acabou ficando para trás dos concorrentes. Com uma arquitetura de desenvolvimento de aplicação inovadora, muita gente apostou que o webOS seria &amp;#8220;o&amp;#8221; sistema operacional livre baseado em Linux dominante. No entanto, as coisas também não caminharam da forma esperada e a Palm foi comprada pela HP em maio deste ano. Ao que parece, a HP vai dar continuidade ao trabalho, já falando na versão 2.0 do webOS, mas ele está longe de virar a plataforma dominante.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
    &lt;div id=&quot;attachment_469&quot; style=&quot;width: 243px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
      &lt;img class=&quot;size-medium wp-image-469 &quot; title=&quot;Palm-pre&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/09/Palm-pre-233x300.jpg&quot; alt=&quot;Palm Pre com webOS&quot; width=&quot;233&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
        Palm Pre com webOS
      &lt;/p&gt;
    &lt;/div&gt;
    
    &lt;p&gt;
      Já o caso do Android foi totalmente diferente. Em 2007 a Google anunciou seus planos de liberar o sistema que havia adquido com a compra da Android Inc. numa licença de software livre e criou a Open Handset Alliance em conjunto com 78 empresas. O primeiro aparelho Android foi lançado em 2008 (o HTC G1), mas a primeira versão do software só foi liberada ao público em 2009. De lá para cá, o número de aparelhos com o sistema cresce assustadoramente e, há pouco tempo, a vendas de &lt;em&gt;smartphones&lt;/em&gt; Android haviam ultrapassado os iPhones nos EUA. Atualmente o desenvolvimento dele está muito ativo, a loja virtual cada vez mais populosa e lançamentos com recursos excitantes
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; }h2 { margin-bottom: 0.21cm; }h2.western { font-family: &quot;Arial&quot;,sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic; } --&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;h2&gt;
      &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Controvérsias do Android&lt;/span&gt;
    &lt;/h2&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; } --&gt;Mesmo com todo o sucesso, o Android está circundado de controvérsias que poderiam ter impedido todo este sucesso. A principal delas surgiu quando o Maemo e o webOS ainda estavam na briga pelo mercado e diziam que o sistema da Google não era “livre o suficiente”. Algo que alimentou muito foi o lançamento do G1 antes da liberação do software. Além disso, a Google continua desenvolvendo a portas fechadas, no final, “despejam” (este é o verbo que eles usam) o código-fonte.
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;div id=&quot;attachment_470&quot; style=&quot;width: 285px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
      &lt;img class=&quot;size-medium wp-image-470&quot; title=&quot;HTC-G1&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/09/HTC-G1-275x300.jpg&quot; alt=&quot;HTC G1&quot; width=&quot;275&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
        HTC G1
      &lt;/p&gt;
    &lt;/div&gt;
    
    &lt;p&gt;
      Depois as concorrentes acusaram o Android de não ser tão parecido com uma distribuição Linux como seus próprios sistemas. De fato, o Android roda uma versão do Linux desenvolvida à parte da versão oficial, o que já causou até mesmo alguns atritos entre a Google e os desenvolvedores do sistema do pinguim. No entanto, a Google já tem planos de mudar isto, até mesmo por questões de custo – é caro manter uma versão diferente de qualquer software.
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Um pouco m&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;ais &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;à &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;frente a Google ainda teve um desentendimento com o CyanogenMod, uma versão comunitária do Android. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;No&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt; final acabou bem, mas &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;houve &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;proibição d&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt; distribuição dos aplicativos Google neste pacote, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;pois estes são de propriedade da empresa&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;
    &lt;/p&gt;
    
    &lt;p&gt;
      &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;div id=&quot;attachment_472&quot; style=&quot;width: 185px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
        &lt;img class=&quot;size-full wp-image-472&quot; title=&quot;CyanogenMod&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/09/CyanogenMod.png&quot; alt=&quot;CyanogenMod&quot; width=&quot;175&quot; height=&quot;175&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
          CyanogenMod
        &lt;/p&gt;
      &lt;/div&gt;
      
      &lt;p&gt;
        &amp;lt;/span&amp;gt;
      &lt;/p&gt;
      
      &lt;p&gt;
        &lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; }h2 { margin-bottom: 0.21cm; }h2.western { font-family: &quot;Arial&quot;,sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic; } --&gt;
      &lt;/p&gt;
      
      &lt;h2&gt;
        &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;or que o Android se tornou um sucesso?&lt;/span&gt;
      &lt;/h2&gt;
      
      &lt;p&gt;
        &lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; } --&gt;
        
        &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Esta é a dúvida que fica, após analisarmos o hitórico e as controvérsias ao redor do sistema. Seria pela qualidade técnica do produto? Na minha opinião não, pois os concorrentes também eram, em sua maioria, muito competentes. Pela abertura do código e desenvolvimento certamente também não foi, pelos motivos supracitados – se fosse assim, o OpenMoko que deveria ter se tornado um sucesso.&lt;/span&gt;
      &lt;/p&gt;
      
      &lt;p&gt;
        &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;div id=&quot;attachment_473&quot; style=&quot;width: 310px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
          &lt;img class=&quot;size-medium wp-image-473&quot; title=&quot;android_openmoko&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/09/android_openmoko-300x188.jpg&quot; alt=&quot;Neo Freerunner rodando Android&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;188&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
            Neo Freerunner rodando Android
          &lt;/p&gt;
        &lt;/div&gt;
        
        &lt;p&gt;
          &amp;lt;/span&amp;gt;
        &lt;/p&gt;
        
        &lt;p&gt;
          &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;O principal motivo, na minha opinião, foi a Google ter fundado uma aliança com diversas empresas fortes no mercado móvel, fortalecendo o ecossistema do software. Como vimos, a Nokia, a Intel e a Palm tentaram partir sozinhas e esperando que outras empresas se interessassem e se juntassem, mas isto nunca aconteceu. No entanto, a LiMo tentou esta estratégia e foi mal sucedida. Daí vem o segundo motivo: um grande nome.&lt;/span&gt;
        &lt;/p&gt;
        
        &lt;p&gt;
          Ter a Google desde o início como cabeça do desenvolvimento do sistema foi altamente benéfico ao Android, pois é uma empresa respeitada internacionalmente, bem vista pelo público e imparcial no mundo móvel. Esta imparcialidade acredito ter sido também fundamental, até mesmo para a formação da Open Handset Alliance, pois é muito difícil pensar que, por exemplo, a Motorola iria investir num projeto liderado pela Nokia. Além disso, o Google bancou praticamente todo o desenvolvimento dando às fabrincantes um sistema pronto para usar.
        &lt;/p&gt;
        
        &lt;p&gt;
          &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Por fim, acho que outro fator determinante foi a escolha da plataforma de desenvolvimento de aplicações: o Java. Esta é uma das linguagens mais utilizadas no mundo e é muito mais fácil &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;de aprender &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;do que C/C++, necessários no devenvolvimento para Maemo e Moblin. No caso do webOS isto é um pouco diferente, pois o desenvolvimento é feito com tecnologias web, bastante difundidas e de fácil assimilação, mas estas tecnologias ainda não estão maduras o suficiente para desenvolver aplicativos complexos.&lt;/span&gt;
        &lt;/p&gt;
        
        &lt;p&gt;
          &lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; }h2 { margin-bottom: 0.21cm; }h2.western { font-family: &quot;Arial&quot;,sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.ctl { font-family: &quot;Lohit Hindi&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic; } --&gt;
        &lt;/p&gt;
        
        &lt;h2&gt;
          &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Conclusão&lt;/span&gt;
        &lt;/h2&gt;
        
        &lt;p&gt;
          &lt;!-- p { margin-bottom: 0.21cm; } --&gt;Como pudemos observar, “a união faz a força”, mas um grande nome faz a diferença. Além disso, escolhas inteligentes acabaram por aniquilar totalmente as chances dos concorrentes. Vamos ver como o mercado vai se comportar com o lançamento do MeeGo, mas, sinceramente, acho que duas empresas sozinhas não vão conseguir competir com um sistema que tem produtos lançados por diversos fabricantes.
        &lt;/p&gt;
        
        &lt;p&gt;
          &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;E quanto aos sitemas proprietários? Acho muito difícil qualquer plataforma proprietária conseguir competir com uma aberta. O iOS (do iPhone) é exclusivo aos produtos Apple e isto não é interessante para o mercado. A plataforma Windows Mobile é mais aberta à utilização pelos fabricantes, mas, em sua nova versão, está adotando políticas restritivas ao desenvolvimento de aplicações que pode inibir desenvolvedores de aplicativos, assim como está acontecendo com a Apple. A Sansung também lançou o sistema BadaOS que é baseado em Linux, mas é proprietário e não conta com a participação de nenhuma outra empresa – se ele virar um sucesso realmente será uma grande surpresa.&lt;/span&gt;
        &lt;/p&gt;
        
        &lt;p&gt;
          &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;Além disso, existe a questão do custo. Cada vez mais vemos lançamentos de aparelhos chineses de baixíssimo custo, que atendem a uma parcela da população que não tem condições financeiras para comprar um &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&lt;em&gt;smartphone &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;topo de linha. Apesar de, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;na maioria das vezes, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;terem qualidade duvidosa, suas vendas &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;estão aumentando &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;levantando também &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;a participação do Android no mercado.&lt;/span&gt;
        &lt;/p&gt;
        
        &lt;p&gt;
          &lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;div id=&quot;attachment_474&quot; style=&quot;width: 310px&quot; class=&quot;wp-caption aligncenter&quot;&gt;
            &lt;img class=&quot;size-medium wp-image-474&quot; title=&quot;Huawei_IDEOS&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/09/Huawei_IDEOS-300x225.jpg&quot; alt=&quot;Huawei IDEOS: Android de baixo custo&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;225&quot; /&gt;&lt;p class=&quot;wp-caption-text&quot;&gt;
              Huawei IDEOS: Android de baixo custo
            &lt;/p&gt;
          &lt;/div&gt;
          
          &lt;p&gt;
            &amp;lt;/span&amp;gt;
          &lt;/p&gt;
          
          &lt;p&gt;
            &lt;strong&gt;Mais informações:&lt;/strong&gt;
          &lt;/p&gt;
          
          &lt;ul&gt;
            &lt;li&gt;
              Matéria no MaemoBrasil: &lt;a href=&quot;https://ur1.ca/1rlth&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://ur1.ca/1rlth&lt;/a&gt;
            &lt;/li&gt;
            &lt;li&gt;
              Matéria sobre Android, Symbian e Meego no Guia do Hardware: &lt;a href=&quot;https://ur1.ca/1rltj&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://ur1.ca/1rltj&lt;/a&gt;
            &lt;/li&gt;
          &lt;/ul&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>No ar o site da comunidade do Rio de Janeiro &#8211; SL-RJ</title>
   <link href="https://rodsilva.com/no-ar-o-site-da-comunidade-do-rio-de-janeiro-sl-rj/"/>
   <updated>2010-09-19T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/no-ar-o-site-da-comunidade-do-rio-de-janeiro-sl-rj</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;O SL-RJ é um grupo criado no início de 2008 com o objetivo de reunir as pessoas interessadas em promover o software livre no estado do Rio de Janeiro. O grupo já organizou vários eventos e se tornou uma forma de ponto de encontro para as demais comunidades relacionadas a software livre do estado. Eu faço parte deste grupo e foi ele que me ajudou a organizar o &lt;a href=&quot;https://www.softwarelivre-rj.org/flisol2009/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Flisol 2009&lt;/a&gt; e que organiza o &lt;a href=&quot;https://gnugraf.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Gnugraf&lt;/a&gt;, evento que já comentei em &lt;a href=&quot;/participe-do-iii-gnugraf/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;meu último post&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apesar disso, até hoje o grupo não tinha um site nem nenhum local de fácil acesso para informar sobre os eventos que estão ocorrendo, algo bastante solicitado nos diversos eventos ocorridos. Então é com grande satisfação que os informo sobre a criação do site, que será este local onde todos poderão se manter informados, inclusive por e-mail, sobre as novidades da comunidade fluminense!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acesse agora em &lt;a href=&quot;https://softwarelivre-rj.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://softwarelivre-rj.org/&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Participe do III Gnugraf!</title>
   <link href="https://rodsilva.com/participe-do-iii-gnugraf/"/>
   <updated>2010-09-12T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/participe-do-iii-gnugraf</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;O I GNUGRAF nasceu de uma ideia do designer Carlos Eduardo Mattos da Cruz (Cadunico) para divulgar e disseminar a existência de softwares livres de qualidade para profissionais que trabalham com design, vídeo, animação, áudio e áreas afins. Devido o grande sucesso em todo o Brasil, com mais de 400 inscritos na primeira edição e mais de 500 na segunda, o evento se estende mais um ano abrindo sua terceira edição.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Serão apresentadas 16 palestras, com duração de 1 hora cada, e 12 minicursos, com duração de 4 horas cada durante todos os dias do evento. Ministradas por membros atuantes da comunidade de software livre, terão enfoque técnico e objetivo, visando o aprimoramento dos inscritos e o fortalecimento do software livre na cidade e no estado do Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dentre as novidades deste ano, o evento conta com o lançamento de duas tecnologias 100% brasileiras, uma é o VR Livre Estúdio, que é um módulo multimídia interativo, onde o usuário pode editar fotos, vídeos, som e muito mais numa interface amigável e bem intuitiva e a Lousa Interativa, que é um sistema que transforma qualquer datashow ou monitor em uma lousa digital.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O evento acontecerá nos dias 24/09 a 25/09 na Estação Leopoldina, Avenida Francisco Bicalho, 3, centro, rio de janeiro das 08:00h às 17:00, entrada franca. Maiores detalhes acesse &lt;a href=&quot;https://gnugraf.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://gnugraf.org/&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Ubuntu Global Jam Brasil: participe!</title>
   <link href="https://rodsilva.com/ubuntu-global-jam-brasil-participe/"/>
   <updated>2010-08-23T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/ubuntu-global-jam-brasil-participe</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Lendo &lt;a href=&quot;https://www.jonobacon.org/2010/08/10/ubuntu-global-jam-we-need-your-events-2/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;este&lt;/a&gt; post do blog do Jono Bacon, tomei conhecimento do Ubuntu Global Jam. Me interessei bastante no evento e, como vi que não estava havendo nenhuma movimentação no Brasil, resolvi agitar um pouco o pessoal das listas que participo. A aceitação foi boa, mesmo daqueles que não usam o Ubuntu!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você leu o post do blog do Jono Bacon, deve ter visto que o Global Jam é um evento focado em contribuição para o projeto. Você não precisa ser desenvolvedor, podendo traduzir, procurar bugs e melhorar a documentação. Tudo isto pode ser feito em casa, mas gostaria de poder contar com um encontro presencial em pelo menos um dos dias, pois assim poderia também aprender, conhecer novas pessoas e reencontrar outras. Foi então que, mais uma vez, o &lt;a href=&quot;https://blog.justen.eng.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Turicas&lt;/a&gt; ofereceu de tentar conseguir um espaço na UFF em Niterói-RJ para a gente (valeu, Turicas!).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E aí? Se interessou? &lt;a href=&quot;https://wiki.ubuntu.com/UbuntuGlobalJam&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Leia mais a respeito sobre o evento&lt;/a&gt; e entre no &lt;a href=&quot;https://groups.google.com.br/group/ubuntu-global-jam-brasil/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;grupo de discussão&lt;/a&gt;. Mesmo que more em outro estado, participe online! Vamos tirar esta semana para acertar os detalhes e mostrar a força da comunidade brasileira! &lt;strong&gt;Lembre-se que é neste fim de semana!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Linux para seu entretenimento</title>
   <link href="https://rodsilva.com/linux-para-seu-entretenimento/"/>
   <updated>2010-06-28T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/linux-para-seu-entretenimento</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;Este mês saiu a edição número 15 da Revista Espírito Livre, onde saiu um artigo que escrevi sobre media centers movidos a Linux. Transcrevo aqui o artigo, mas não deixe de [baixar gratuitamente][1] mais uma imperdível edição desta excelente revista gratuita, cujo tema principal é &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_gerenciamento_de_conte%C3%BAdo&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CMS&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com a miniaturização dos computadores, cada vez mais eles vêm ocupando lugares onde nunca havíamos pensado antes. Há algum tempo alguém pensou que seria interessante ter um computador dedicado ao entretenimento, como assistir vídeos, ouvir música e ver fotos, seja a partir de conteúdo que a pessoa já previamente possuía ou através da Internet. A este tipo de computador foi dado o nome de &lt;em&gt;media center&lt;/em&gt; e, com um equipamento deste em sua sala de estar, você poderá aposentar seu aparelho de DVD e ter muito mais opções de lazer para toda a família.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um &lt;em&gt;media center&lt;/em&gt; é um computador como qualquer outro e sua diferença para um computador pessoal é a forma de uso. Ele provê uma interface de aparelho eletrônico comum, acessado pela TV com um controle remoto, sem necessidade de mouse e teclado, de forma a atender o usuário da maneira mais natural possível. Apesar de ter capacidade para tal, você não verá neles opção para, por exemplo, editar arquivos textos ou planilhas eletrônicas, simplesmente porque ele se destina a outro uso.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Além de tocar os seus arquivos e acessar sites multimídia, com uma entrada de vídeo ou de antena, você poderá gravar programas de TV em exibição e até pausar/retroceder/avançar a programação!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Se você gostou e está pensando em ter um aparelho destes em sua sala de estar, saiba que existem 2 opções: montar um por conta própria ou comprar um pronto. Em ambos os casos você terá opções baseadas em Linux e/ou demais softwares livres e deverá escolher qual a opção mais adequada a sua necessidade e disposição.&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;media-centers-montados&quot;&gt;Media centers montados&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Inicialmente, a única opção para quem queria um media center era montar por conta própria, já que ainda não existiam aparelhos prontos para este propósito. Desta forma, algumas pessoas simplesmente utilizavam um computador comum, instalavam nele algum software para este propósito e o ligavam à TV.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sempre existiram várias soluções livres sendo que a primeira a se popularizar foi o [MythTV][2]. Com várias capacidades multimídia, algumas pessoas resolveram montar distribuições Linux neste software, como por exemplo o [Mythbuntu][3] que é baseado no famoso [Ubuntu Linux][4].&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto o tempo foi passando e a interface do MythTV foi ficando um pouto datada e outras opções mais modernas foram aparecendo, como o [XBMC][5]. Atualmente existe também o [Boxee][6], que é baseado no XBMC adicionando algumas funcionalidades sociais, e algumas outras opções menos famosas.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;size-full wp-image-402  aligncenter&quot; title=&quot;xbmc&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/06/aeon_home_watchmen-e1277767626616.jpg&quot; alt=&quot;Tela de um media center&quot; width=&quot;499&quot; height=&quot;281&quot; /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;XBMC&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A grande vantagem de se montar um media center por conta própria é a liberdade de poder fazer tudo ao próprio gosto: usar um gabinete do seu próprio gosto e que combine com os demais eletrônicos da sala; escolher o hardware que suporte todas as necessidades ou deixar de comprar o que não for de interesse; e instalar o software que mais te agrade e poder configurá-lo e modificá-lo da maneira que bem entender.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No entanto, um computador comum ao lado da TV tem grandes desvantagens, pois é grande demais para ficar esteticamente bonito, consome muita energia elétrica e gera um ruído desagradável. Além disso, a montagem do *media center *não é tarefa para leigos, pois você terá o trabalho de montar todo o equipamento; instalar, configurar e manter atualizado e funcionando o software, o que pode gerar algumas dores de cabeça. Por fim, também é provável que esta solução acabe ficando um pouco mais cara no final.&lt;/p&gt;

&lt;h2 id=&quot;nettops-um-passo-adiante&quot;&gt;Nettops: um passo adiante&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Ainda para aqueles preferirem ter controle total sobre o equipamento e montar tudo por conta própria, existe uma opção mais estética, algumas vezes mais barata, que irá consumir menos energia e gerar menos ruído que é a utilização de um nettop. Um nettop é um computador muito pequeno (do tamanho de um DVD portátil), com o hardware mais limitado e, normalmente, sem um HD grande (exigindo um dispositivo de armazenamento externo). Apesar de terem um hardware menos potente, o que pode atrapalhar na exibição de um filme em full HD, já existem algumas placas vídeos de alto desempenho integradas a placas-mães voltadas para nettops e netbooks, como, por exemplo, as placas com a tecnologia ION da Nvidia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para quem quer ter total flexibilidade e liberdade para “hackear” (hackear no sentido de modificar, personalizar) a vontade, esta é a melhor opção. Você terá uma solução poderosa, bonita e ecologicamente correta.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;size-full wp-image-405  aligncenter&quot; title=&quot;boxee&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/06/boxee-e1277767319762.png&quot; alt=&quot;Boxee, baseado no XBMC&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;312&quot; /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Boxee, baseado no XBMC&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;h2&gt;
    Produtos prontos
  &lt;/h2&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Se não quiser ter o trabalho de montar um &lt;em&gt;media center&lt;/em&gt; por conta própria e sim ter um aparelho funcional que atenda suas expectativas para entretenimento, você deve optar por produtos prontos. Eles normalmente já são feitos com hardware silencioso e de baixo consumo de energia e totalmente configurados para você precisar apenas ligar à TV e ao seu sistema de som e aproveitar.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    O grande problema é que não conheço nenhuma aparelho que está disponível no mercado brasileiro, o que significa que deverá importar ou comprar numa viagem ao exterior.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    Alguns dos modelos disponíveis que são baseados em Linux e/ou software livre são:
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;ul&gt;
    &lt;li&gt;
      &lt;a href=&quot;https://www.wdc.com/en/products/Products.asp?DriveID=832&quot;&gt;WD TV Live Plus&lt;/a&gt;: produto top de linha da Western Digital, baseado em diversos softwares livres, inclusive o kernel Linux, mas com algumas partes proprietárias, é barato (custando apenas US$150,00, ou seja, menos de R$300,00) e com suporte a full HD;
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      &lt;a href=&quot;https://www.mvixusa.com/product/ultiopro&quot;&gt;Mvix Ultio Pro&lt;/a&gt;: produto top de linha da Mvix (empresa um tanto desconhecida, mas com produtos de qualidade), também é baseado em diversos softwares livres, kernel Linux e com algumas porções proprietárias, um pouco mais caro que o anterior (US$170,00), mas com muito mais funcionalidades, incluindo gravação da TV e HD interno (não incluso);
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;
      &lt;a href=&quot;https://www.neurostechnology.com/osd&quot;&gt;Neuros OSD&lt;/a&gt;: produto da Neuros Technology, quase totalmente software livre e na mesma faixa de preço (US$180,00), mas sem suporte a full HD;
    &lt;/li&gt;
  &lt;/ul&gt;
  
  &lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
    &lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-415&quot; title=&quot;mvix-ultio-pro&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/06/mvix-ultio-pro.jpg&quot; alt=&quot;Mvix Ultio Pro&quot; width=&quot;386&quot; height=&quot;204&quot; /&gt;&lt;br /&gt;Mvix Ultio Pro
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    O WD TV tem uma comunidade razoavelmente ativa que faz vários “hackeamentos” nele. O Ultio Pro é o mídia center que eu possuo e a única desvantagem que vi em relação ao WD TV é que sua comunidade não é tão ativa (que vai me obrigar a aprender sozinho a “hackear” ele :P ), mas é muito poderoso.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    O produto da Neuros merece um pouco mais de explicação, pois ele já está um pouco ultrapassado e a empresa já tem outro aparelho mais poderoso, o Neuros LINK. No entanto, ele pertence a outra categoria de equipamento, destinado a ser mais computador do que produto eletrônico, além de ser muito mais caro (US$330,00). Mas a grande vantagem do OSD é que ele conta com uma documentação oficial do fabricante para quem quiser “hackeá-lo”, pois quase todo software está disponível como software livre.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;h2&gt;
    Futuro
  &lt;/h2&gt;
  
  &lt;p&gt;
    O futuro nesta área é altamente promissor, principalmente para o software livre. A Neuros Techonology já está trabalhando na versão 2.0 do OSD, que deve manter a “filosofia livre” da versão atual, mas com uma atualização tecnológica para competir de igual com as opções da WD e da Mvix. A empresa por trás do software Boxee está trabalhando num equipamento dela que se chamará Boxee Box, com previsão de lançamento para novembro deste ano.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p&gt;
    No entanto a grande expectativa do momento no campo dos &lt;em&gt;media centers&lt;/em&gt; é o recém-anunciado &lt;a href=&quot;https://www.google.com/tv/&quot;&gt;Google TV&lt;/a&gt;. Ele é um software que está sendo desenvolvido pela gigante das buscas, utilizando como base o sistema operacional Android que, por sua vez, é baseado no kernel Linux. A ideia é fabricar aparelhos para ligar à TV e até mesmo TVs com o sistema instalado. Alguns fabricantes de peso, com Sony, Logitech e Intel, já anunciaram parceria e deverão lançar produtos assim que sair a primeira versão do software.
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;h2&gt;
    Conclusão
  &lt;/h2&gt;
  
  &lt;p&gt;
    As opções estão aí e tudo depende do uso que você pretende fazer do equipamento. Se deseja apenas um eletrônico de alta tecnologia para sua sala de estar, prefira um produto pronto, escolhendo o modelo baseado nas especificações e na opinião de outros compradores (e conseguindo uma forma legal de importar o aparelho). Mas se desejar fazer melhorias, deixando o equipamento do seu jeito, tirando máximo proveito do software livre, o melhor talvez seja montar seu próprio &lt;em&gt;media center&lt;/em&gt;. Um opção intermediária seria pode comprar algum produto pronto que tenha uma comunidade grande que já esteja estudando formas de modificar e melhorar o aparelho, como o WD TV, ou um que já seja “aberto” de fábrica, como o OSD. De qualquer forma, não se esqueça de prestar atenção nas especificações técnicas. Se aguentar esperar, aguarde pela ótimas novidades que estão por vir, pois elas certamente mudarão bastante o mercado e o deixarão muito mais livre.
  &lt;/p&gt;

 [1]: https://ur1.ca/0ep80
 [2]: https://www.mythtv.org/
 [3]: https://www.mythbuntu.org/
 [4]: https://www.ubuntu.com/
 [5]: https://xbmc.org/
 [6]: https://www.boxee.tv/
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Para Stallman &#8220;Apple é o verdadeiro inimigo público nº 1&#8243;</title>
   <link href="https://rodsilva.com/para-stallman-apple-e-o-verdadeiro-inimigo-publico-n%c2%ba-1/"/>
   <updated>2010-06-27T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/para-stallman-apple-e-o-verdadeiro-inimigo-publico-n%c2%ba-1</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Outro dia li uma &lt;a href=&quot;https://idgnow.uol.com.br/blog/glog/2010/06/24/%E2%80%9Ca-apple-e-o-verdadeiro-inimigo-publico-numero-um%E2%80%9D-diz-fundador-do-movimento-open-source/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;reportagem da IDGNow!&lt;/a&gt; a respeito de uma declaração dada pelo o fundador do &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_free_software&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;movimento de software livre&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Matthew_Stallman&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Richard Stallman&lt;/a&gt;, sobre ele considerar a Apple ainda pior que a Microsoft na tentativa de retirar as liberdades de seus usuários e ele a considera &amp;#8220;o verdadeiro inimigo público nº 1&amp;#8243;. Por mais que eu seja contra este tipo de declaração &amp;#8220;anti-quaquer um&amp;#8221; (ainda mais utilizando a expressão &amp;#8220;inimigo nº 1&amp;#8243;), minha opinião é que o Stallman não deixa de ter certa razão.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;size-full wp-image-375  aligncenter&quot; title=&quot;Richard Stallman&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/06/Stallman.jpg&quot; alt=&quot;Richard Stallman&quot; width=&quot;429&quot; height=&quot;285&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Algo que sempre digo com as pessoas próximas a mim é que a principal diferença entre a Microsoft e a Apple é que a última faz produtos de qualidade.  Mas eu realmente acho que a empresa do Steve Jobs se preocupa mais em tirar a liberdade dos seus usuários do que a do Bill Gates. Veja alguns exemplos:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;o iPod salva suas músicas numa estrutura de pastas e arquivos ininteligível, só para o usuário ter que utilizar um software proprietário deles (iTunes);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;o programa de fotos do MacOS, segundo um amigo meu,  importa suas fotos para um formato proprietário que somente ele mesmo consegue ler depois;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;o iPhone, segundo outro amigo meu, não é possível exportar sua lista de contatos do telefone (agora ele não consegue trocar de aparelho)&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Contei estas histórias não para “queimar o filme” da Apple, mas para ilustrar o que eu quero dizer sobre “tirar a liberdade do usuário”.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Outra coisa interessante do artigo foi a respeito da qualidade do marketing da Apple, que realmente é muito bom. Ele é tão bom que até pessoas com conhecimento técnico às vezes acham que tem coisas que só eles conseguem fazer! Mais uma vez, vou ilustrar com alguns exemplos.&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;As pessoas costuma fazer é em relação a qualidade das peças, como a tela de um Macbook (o notebook da Apple). Mas, se você comprar um notebook que qualquer marca que tenha uma tela LED, você terá exatamente a mesma qualidade!&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;O iPhone tem uma tela sensível ao toque muito boa e as pessoas costumam achar que só ele tem. Comprei há pouco tempo um smartphone (com Android – artigos estão por vir :P ) com uma tela com &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Ecr%C3%A3_t%C3%A1ctil#Capacitivo&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;touchscreen capacitivo&lt;/a&gt; (como do aparelho da Apple) e várias pessoas ficaram espantadas pela sensibilidade da tela.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Algo que tem que ficar claro é que &lt;strong&gt;a Apple não fabrica hardware&lt;/strong&gt;! Eles são apenas bastante seletivos na escolha das peças que formarão seus produtos, selecionando sempre componentes de alta qualidade (e, consequentemente, alto preço), mas eles são os mesmos de qualquer outro aparelho topo de linha do mercado. Esta seletividade faz parte do seu marketing, pois um produto de sua grife sempre estará estampado que tem alta qualidade (&lt;a href=&quot;https://tecnologia.uol.com.br/mundo-apple/ultimas-noticias/2010/06/25/steve-jobs-da-a-solucao-para-problemas-de-sinal-do-iphone-4-segure-de-outra-forma.jhtm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ou nem tanto&lt;/a&gt;) e é caro – normalmente até muito mais caro que outras marcas, mas com a mesma qualidade.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Então podemos dizer que a única diferença é o software e neste quesito, sejamos justos, eles são realmente bons, principalmente quando se fala de interface gráfica. Tanto o iPod revolucionou o mercado de tocadores de música portáteis quanto o o iPhone revolucionou o mercado de smartphones. Este último, então, criou uma nova tendência em todo o mercado de como se criar interfaces para dispositivos móveis – algo como o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Janela_%28inform%C3%A1tica%29&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;conceito de janelas no desktop&lt;/a&gt; criado pela Xerox, roubado pela Apple e popularizado pela Microsoft.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Concluindo, o objetivo deste artigo foi abrir um pouco os olhos das pessoas e ajudar a detonar estes mitos que rodeam os produtos da empresa da maçã mordida de forma que não corram o risco de se verem no futuro numa prisão tecnológica sem terem sido avisadas antes. Quero deixar claro que não estou condenando ninguém por comprar produtos da Apple, pois cada um deve fazer suas escolhas baseado nos aspectos que considera importante e colocá-los numa balança. Eu, por exemplo, prezo muito pela minha liberdade de escolha e é provável que eu nunca vá comprar nada deles, pois isto vai pesar mais. A interoperabilidade com Linux para mim também é um fator crucial em todas as minhas escolhas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E sobre o Stallman, acho que ele está apenas cumprindo o papel dele de fundador do movimento de software livre (um pouco radical demais, mas cada um tem seus métodos). Temos que ver que ele carrega um fardo bem grande e que, por mais que ele possa gostar, ele nunca poderia comprar um iPhone, por exemplo, sob o risco de desmoralizar tudo pelo que sempre lutou.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;Veja também:&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;/diferenca-entre-google-apple-e-microsoft/&quot;&gt;Diferença entre Google, Apple e Microsoft&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;/software-livre-e-conhecimento-livre-parte-1/&quot;&gt;Software (livre) é Conhecimento (livre)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Ubuntu é a nova distro inovadora?</title>
   <link href="https://rodsilva.com/ubuntu-e-a-nova-distro-inovadora/"/>
   <updated>2010-06-16T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/ubuntu-e-a-nova-distro-inovadora</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Sou usuário do &lt;a href=&quot;https://www.ubuntu.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ubuntu Linux&lt;/a&gt; desde a versão de outubro de 2005 (5.10 Breezy Badger) e me identifiquei com ela desde o primeiro momento. É engraçado como até o famigerado &lt;a href=&quot;https://www.google.com/images?um=1&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;client=ubuntu&amp;amp;channel=fs&amp;amp;tbs=isch%3A1&amp;amp;sa=1&amp;amp;q=ubuntu+5.10&amp;amp;aq=f&amp;amp;aqi=&amp;amp;aql=&amp;amp;oq=&amp;amp;gs_rfai=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;tema marrom &lt;/a&gt; me agradava, pois sempre achei este tema (e todas suas seguintes atualizações) com bastante personalidade. Sou músico e sempre procuro ser uma pessoa criativa e admiro muito a criatividade e a inovação dos outros. E neste ponto sempre houve uma outra distro que me chama atenção que é o &lt;a href=&quot;https://fedoraproject.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fedora&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  O Fedora trouxe diversas inovações para o mundo Linux. PackageKit, PolicyKit, DeviceKit e Plymouth são alguns exemplos de softwares que foram popularizados por ela. Claro que sempre houve inovação fora do Fedora, mas ela sempre foi conhecida por esta característica e seus usuários sempre foram pessoas que queriam estar na &amp;#8220;crista da onda&amp;#8221; da tecnologia Linux! Apesar de eu também ser um pouco assim, nunca me acostumei muito com ela.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  No entanto, me parece que a distribuição da &lt;a href=&quot;https://www.canonical.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Canonical&lt;/a&gt; está mudando isto. Desde que seu fundador, &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Mark_Shuttleworth&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Mark  Shuttleworth&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=51302&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;pronunciou&lt;/a&gt; que estava contratando vários dos melhores técnicos disponíveis no mundo software livre para transformar o Ubuntu no desktop mais agradável existente, cada nova versão sua interface vem com uma inovação.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Começaram devagar, colocando o status de presença do &lt;a href=&quot;https://www.markshuttleworth.com/archives/233&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;chat junto com controle de sessão do sistema&lt;/a&gt; (já que ambos são relacionados a presença &amp;#8211; um na web e outro no PC) e logo após com &lt;a href=&quot;https://www.markshuttleworth.com/archives/265&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;novas notificações&lt;/a&gt;, consistentes entre diferentes desktops (&lt;a href=&quot;https://www.gnome.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Gnome&lt;/a&gt; ou &lt;a href=&quot;https://www.kde.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;KDE&lt;/a&gt;) que parece ser  um detalhe, mas foi muito bem pensado e acabou sendo adotado por outras distros. Depois foi introduzido o &amp;#8220;&lt;a href=&quot;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/archive/2/24/20090928183929!Ubuntu_Software_Center.png&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Software Center&lt;/a&gt;,&amp;#8221; que traz uma forma muito mais agradável e intuitiva para instalar e remover programas no sistema (o que já era fácil, ficou mais ainda).
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Na última versão da distribuição mostra uma &lt;a href=&quot;https://wiki.ubuntu.com/MessagingMenu?action=AttachFile&amp;amp;do=get&amp;amp;target=mockup.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;forte integração com serviços sociais&lt;/a&gt; (Twitter, Facebook, mensagens instatâneas, como MSN etc) &amp;#8211; algo que eu nunca havia visto antes. O KDE tem alguma coisa de serviços sociais, mas parece que se limitam aos gadgets de desktop (não vou afirmar, porque não uso)., quando no Ubuntu eles estão integrados à barra do sistema junto com outros recursos  afins. Além disso, o &lt;a href=&quot;https://s.linux-mag.com/i/articles/7740/lucid-desktop-ambiance.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;tema foi totalmente modificado&lt;/a&gt; e continua com bastante personalidade. Sim,  existem algumas semelhanças com o MacOS X, mas, num contexto geral, é um tema completamente diferente (e não há nada de errado em reutilizar boas ideias, né?:P ).
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  No entanto, algo que me deixou muito animado foi algo anunciado para a próxima versão: os &amp;#8220;&lt;a href=&quot;https://br-linux.org/2010/indicadores-ubuntu-10-10-reformula-funcionalidades-da-barra-de-titulo-das-janelas/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;windicators&lt;/a&gt;&amp;#8221; ou, numa tradução livre, &amp;#8220;indicadores de janela&amp;#8221;. Tentando explicar rápido, são indicadores parecidos com aqueles que normalmente ficam ao lado do relógio (isto é igual no Linux, Windows e MacOS X) que representam serviços do sistema (como rede ou áudio) ou programas que estão rodando em plano de fundo. A ideia da Canonical é estender este conceito para os aplicativos e trazer alguns destes indicadores para suas próprias janelas! Isto é uma grande inovação e que deve revolucionar os desktops. de todos os sistemas operacionais.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Antes de terminar, gostaria de deixar claro que este artigo é apenas minha visão do que está acontecendo no mundo Linux e espero não gerar flames (apesar de que comparar distribuições sempre acabam gerando isto). Então, por favor, se você discorda de algo (ou de tudo), não leve para o lado pessoal e faça seus comentários. Comentários construtivos são sempre bem vindos!
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>A rápida evolução do Dingux</title>
   <link href="https://rodsilva.com/a-rapida-evolucao-do-dingux/"/>
   <updated>2010-06-06T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/a-rapida-evolucao-do-dingux</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Quando eu comprei o &lt;a href=&quot;dingoo-diversao-movida-a-linux-na-palma-de-sua-mao&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dingoo&lt;/a&gt;, fiquei muito satisfeito com o aparelho, mas tinha plena ciência de suas fraquezas. Na época fiz uma pequena lista do que estava faltando e que eventualmente eu iria estudar para tentar consertar. O tempo passou, a comunidade foi implementando essas coisas e hoje me vi com apenas 1 item faltante na lista! Veja o que a comunidade já se encarregou de criar e consertar no Dingux (versão do Linux para o Dingoo), tornando o aparelho ainda melhor:
&lt;/p&gt;

&lt;ol style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;li&gt;
    Leitor de PDF (&lt;a href=&quot;https://boards.dingoonity.org/dingux-releases/nupdf-v0-2-release/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;lançamento da versão final do Nupdf&lt;/a&gt; em 30/04/2010);
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    Execução de música em plano de fundo (&lt;a href=&quot;https://boards.dingoonity.org/dingux-development/mpd-port-with-gmenu2x-controls/msg15420/?topicseen#new&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;lançamento do port do MPD&lt;/a&gt; em 20/05/2010) [agora posso ler PDFs ouvindo música \o/];
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    Funcionamento da saída para TV (&lt;a href=&quot;https://boards.dingoonity.org/dingux-development/tv-out/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;lançamento da correção&lt;/a&gt; em 05/06/2010) [a saída de TV só funcionava no sistema nativo];
  &lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Além disso, algo que não era uma deficiência do Dingoo em si, mas que considerei sendo uma falha um pouco grave era a falta de uma documentação organizada em português. Muito material em nosso idioma se encontra no &lt;a href=&quot;https://www.dingoobrasil.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;fórum Dingoo Brasil&lt;/a&gt;, mas um fórum não é exatamente o local mais apropriado para se criar uma base de conhecimento. Então criei uma &lt;a href=&quot;https://dingoowiki.com/index.php/Main_Page/pt&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;tradução do DingooWiki&lt;/a&gt; para resolver isto (que também era algo presente na minha lista).
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Mas o que ainda falta? O Dingoo não tem wi-fi, mas seria muito bom se ele pudesse acessar redes sem fio através de cartões de memória com tecnologia SDIO. Muita gente já pediu, mas os programadores que conhecem o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAcleo_%28inform%C3%A1tica%29&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;kernel&lt;/a&gt; a fundo não vêem muita utilidade nisso e preferem investir tempo em outras coisas. No entanto eu acho que seria muito legal poder jogar online e até mesmo transformar o aparelho numa espécie de &amp;#8220;&lt;em&gt;internet tablet&lt;/em&gt;&amp;#8221; em formato mini-game :) Bem, se até eu começar a me ambientar nos fontes do &lt;a href=&quot;https://code.google.com/p/dingoo-linux/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dingux&lt;/a&gt; isto não estiver sido lançado, estará no topo da minha lista.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Viva o &lt;a href=&quot;software-livre-e-conhecimento-livre-parte-1&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;software livre&lt;/a&gt;!
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>WebM: Fim do impasse do HTML5?</title>
   <link href="https://rodsilva.com/webm-fim-do-impasse-do-html5/"/>
   <updated>2010-05-21T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/webm-fim-do-impasse-do-html5</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Eis que na semana que começou com a &lt;a href=&quot;https://whiplash.net/materias/news_863/107949-dio.html?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=feed&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2FiSMr+%28WHIPLASH.NET+-+Rock+e+Heavy+Metal%29&amp;amp;utm_content=Google+Reader&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;perda de um grande ídolo&lt;/a&gt;, temos uma ótima notícia: a Google &lt;a href=&quot;https://br-linux.org/2010/webm-google-lanca-formato-de-video-aberto-para-web/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;anuncia o lançamento&lt;/a&gt; de um codec de vídeos livre para ser utilizado na web! Este é um grande passo na direção de uma web mais aberta, portável e acessível.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Se você está pensando &amp;#8220;tá, mas e o que isto tem a ver comigo?&amp;#8221;, a reposta simples é TUDO! Isto irá afetar todas as pessoas que acessa a internet atualmente (o que significa quase todas as pessoas do mundo) e irei explicar o porquê agora.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;Web2.0 e o Flash Player&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Algum tempo atrás, criaram uma palavrinha para denotar uma mudança brusca que estava acontecendo na Internet. As pessoas não estavam apenas acessando web sites quase estáticos apenas para obter informação. Agora elas estavam interagindo através de redes sociais, criando conteúdo em blogs e fotologs, distribuindo e assistindo vídeos e músicas etc. Era a chegada de uma nova era na grande rede: a web2.0.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Todo este movimento veio puxado por sites como Orkut (aqui no Brasil), Blogger, YouTube, Flickr, dentre outros. No caso particular do YouTube, não havia meios de executar vídeos diretamente pelo navegador, a não ser apelando para o uso de plugins. Eles então escolheram o Adobe Flash Player como plataforma de execução de vídeos via &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Streaming&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;em&gt;streaming&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  O Flash Player está presente na web desde o seus primórdios. Mas com a web2.0 ele (antes restrito a &lt;em&gt;banners&lt;/em&gt; em sites, pequenas animações ou àqueles pesados sites ricos em recursos gráficos e navegação precária) passou a ser peça fundamental para a distribuição de conteúdo multimídia. Mas isto se tornou um grande problema para o avanço da web por alguns motivos:
&lt;/p&gt;

&lt;ol style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;li&gt;
    É proprietário e suas melhorias são dependentes da vontade da Adobe &amp;#8211; alguns grupos tentaram criar implementações livres do plugin, mas elas nunca chegaram ao ponto de poderem substituir o original;
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    Sites como YouTube não funcionavam bem em plataformas pouco suportadas pelo software (como Linux antigamente) e ninguém podia melhorar isto além da Adobe (problema acima);
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    Aparelhos móveis, como smartphones, tiveram têm problemas para suportar a tecnologia e com o consumo de bateria (Steve Jobs, da Apple, &lt;a href=&quot;https://meiobit.com/65338/steve-jobs-decreta-o-fim-do-flash/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;falou sobre isto há pouco tempo&lt;/a&gt;);
  &lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;
    Problemas comerciais com empresas que não querem ficar dependentes da Adobe (Steve Jobs também falou sobre isto).
  &lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;HTML5 e o impasse&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Foi então que a &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/W3C&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;W3C&lt;/a&gt;, consórcio de empresas que criam e mantém os padrões abertos que todos seguem (menos a Microsoft no Internet Explorer&amp;#8230;) para que a web seja aberta e interoperável, percebeu que era hora dos padrões evoluírem para acompanhar toda esta mudança. O carro chefe desta mudança seria a atualização do principal padrão utilizado para criar websites: o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/HTML&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;HTML&lt;/a&gt;. Com a versão 5, o sites poderiam utilizar vários recursos avançados, como por exemplo execução de áudio e vídeo, direto no navegador sem depender de plugins externos (&lt;a href=&quot;https://idgnow.uol.com.br/internet/2009/06/16/html-5-conheca-a-linguagem-que-vai-revolucionar-sua-navegacao-na-web/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;saiba mais sobre HTML5&lt;/a&gt;).
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Tudo estava muito bom até que se chegou na discussão do &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Codec&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;codec&lt;/a&gt; de vídeo a ser padronizado. De um lado Ogg Theora: livre e gratuito para qualquer tipo de uso, mas pouco difundido e com possíveis problemas de patentes. Do outro o H.264: proprietário e pago, mas amplamente utilizado (inclusive dentro do Flash), suportado por hardware (o que torna mais rápido e com baixo consumo de recursos) e tecnicamente (ou teoricamente) melhor. Empresas proprietárias, como Microsoft e Apple, defendendo o H.264. Empresas e fundações pró-software livre, como Mozilla e FSF, defendendo o Theora. Google em cima do muro suportando ambos no seu navegador Chrome.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Então a FSF teve uma ótima ideia e publicou uma &lt;a href=&quot;https://www.fsf.org/blogs/community/google-free-on2-vp8-for-youtube/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;carta aberta&lt;/a&gt; à Google, pedindo que ela abrisse o código do VP8: um codec que, após uma aquisição, havia se tornado de sua propriedade. Este seria um candidato perfeito para acabar com a discussão já que ele não teria problemas de patentes e seria tecnicamente melhor que o H.264.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;WebM: em rumo à &amp;#8220;&lt;em&gt;open web&lt;/em&gt;&amp;#8221;&lt;br /&gt; &lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Chegamos no presente e no anúncio do qual mencionei no início do post. O WebM utiliza para codificação de vídeo justamente o VP8 (conforme pedido pela FSF) e realmente acho que o impasse dos codecs chegará ao fim, já que a Microsoft já &lt;a href=&quot;https://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/microsoft-deve-suportar-webm-do-google-20052010-6.shl&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;anunciou&lt;/a&gt; que suportará o WebM e acho que a Apple não vai muito à frente sozinha.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Espero que eu tenha conseguido mostrar como este anúncio é um grande passo na direção certa e como isto abrirá as portas para uma web com vídeo de alta qualidade, alto desempenho e utilizando padrões totalmente abertos, sem restrições de uso etc.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;em&gt;&lt;strong&gt;PS:&lt;/strong&gt; Você pode fazer sua parte em favor de uma web mais aberta utilizando navegadores que sejam aderentes aos padrões internacionais da W3C, como o &lt;a href=&quot;https://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Firefox&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://www.google.com/chrome&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Google Chrome&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://www.opera.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Opera&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.apple.com/safari/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Safari&lt;/a&gt;. Dizem que o Internet Explorer 8 está totalmente aderente, mas não tenho certeza (o IE6 e 7 com certeza não são). De qualquer modo eu recomendo o Firefox ou o Chrome, por serem softwares livres.&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Publicação da minha biografia musical</title>
   <link href="https://rodsilva.com/publicacao-da-minha-biografia-musical/"/>
   <updated>2010-05-10T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/publicacao-da-minha-biografia-musical</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Semana passada tive uma ideia da qual comecei a implementar e publico hoje aqui blog. Trata-se de uma &lt;a href=&quot;/biografia-musical/&quot;&gt;biografia musical&lt;/a&gt; resumida &amp;#8211; uma linha do tempo de tudo que já fiz relacionado a música: todas as bandas, com áudio, filmagens e fotos, para ficar o mais ilustrativo possível. Algumas coisas estão faltando, mas ela ficará disponível permanentemente numa aba ali em cima e será sempre atualizada a partir de agora.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Bem, acho que isto será mais interessante para quem me conhece, já que não sou famoso nem tenho fãs (além da família :P), mas que sirva como um registro pessoal  de duas das minhas grandes paixões: música e bateria.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Abraços para todos!
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Relato: Cloud Computing Brazil 2010</title>
   <link href="https://rodsilva.com/relato-cloud-computing-brazil-2010/"/>
   <updated>2010-04-28T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/relato-cloud-computing-brazil-2010</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Ontem aconteceu no Rio de Janeiro o primeiro evento sobre &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Cloud_computing&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;em&gt;cloud computing&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; do Brasil (possivelmente até da América Latina): o &lt;a href=&quot;https://www.ccbrazil.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Cloud Computing Brazil 2010&lt;/a&gt;. O evento contou com grandes nomes de empresas e universidades que vêm trabalhando e pesquisando sobre este novo &lt;em&gt;hype&lt;/em&gt;. Além disso, durante o evento também ocorreu o primeiro &lt;a href=&quot;https://www.cloudcamp.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;em&gt;Cloud Camp&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; da América Latina.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Após as apresentações iniciais, tivemos a palestra de Luis Cláudio Tujal, gerente de tecnologia do &lt;a href=&quot;https://www.serpro.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SERPRO&lt;/a&gt;. Ele está comandando um grande projeto de criação de uma &amp;#8220;nuvem computacional&amp;#8221; no governo. Sua palestra foi uma ótima explicação do que é a tecnologia, apresentando os conceitos e diferentes tipos &lt;em&gt;cloud computing&lt;/em&gt;. Acredito que tenha deixadotodos os presentes satisfeitos! Para mim ficou aquele gostinho de quero mais sobre os detalhes técnicos do projeto da &amp;#8220;nuvem governamental&amp;#8221;, mas ele tinha que dar espaço para os outros palestrantes :)
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Em seguida, tivemos duas palestras de fornecedores de soluções para &lt;em&gt;cloud computing&lt;/em&gt;: primeiro dos brasileiros da &lt;a href=&quot;https://www.tecla.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Tecla Informática&lt;/a&gt; e depois dos canadenses da &lt;a href=&quot;https://www.enomaly.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Enomaly&lt;/a&gt;. Apesar da certeza no alto conhecimento técnico dos palestrantes, principalmente do &lt;a href=&quot;https://twitter.com/ruv&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Reuven Cohen&lt;/a&gt; da Enomaly, suas palestras focaram apenas no básico, que já havia sido explicado anteriormente, e acabaram não falando nada sobre suas experiências práticas com a tecnologia.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  À tarde, participei do Cloud Camp e não assisti nenhuma das palestras. O Cloud Camp é uma &amp;#8220;desconferência&amp;#8221; (&lt;em&gt;unconference&lt;/em&gt;) &amp;#8211; um evento sem um conteúdo programático pré-definido onde quem o define são os próprios participantes. O objetivo deste tipo de espaço é promover a troca de conhecimentos em assuntos de interesse dos presentes e não dos organizadores.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  O motivo da minha preferência pelo Cloud Camp ao invés das palestras do evento  principal foi unicamente profissional para conhecer melhor os novos bancos de dados (categorizados popularmente como &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/NoSQL&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;NoSQL&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;), pois acho que eles têm bastante futuro no meu trabalho. No entanto, um evento com foco em troca de experiências deve contar com pessoas experientes, e poucos dos presentes realmente tinham vivência neste campo. Mesmo assim, valeu para pegar a experiência de desenvolvimento do organizador, &lt;a href=&quot;https://twitter.com/davenielsen&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dave Nielsen&lt;/a&gt;, e de um participante que trabalha com pesquisa de genoma que contou um pouco de sua experiência (parcialmente bem sucedida) com o &lt;a href=&quot;https://hadoop.apache.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Hadoop&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Num balanço final, acho que o evento foi bastante positivo! Ele foi um marco tanto para a disseminação de &lt;em&gt;cloud computing&lt;/em&gt; quanto na realização de eventos no estilo &amp;#8220;desconferência&amp;#8221; no Brasil (até onde sei o Cloud Camp foi o primeiro). Nele vi que o Brasil ainda tem muito pouca experiência no assunto e ele, certamente, ajudará na difusão da tecnologia. Apesar da falta de conteúdo mais prático, foi muito bom conhecer melhor o que está acontecendo no Brasil, principalmente as intenções do governo em utilizar a computação em nuvem para economia de recursos públicos e prestar melhores serviços à população. O Cloud Camp foi uma ótima experiência e acho que num futuro próximo, quando as pessoas começarão a ter mais vivência com as &amp;#8220;nuvens&amp;#8221;, terão um ótimo momento para trocar cada vez mais experiências!
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;em&gt;&lt;strong&gt;PS: &lt;/strong&gt;O artigo foi atualizado, pois anteriormente falava apenas que o Cloud Camp foi o primeiro do Brasil.&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Dingoo: Diversão movida a Linux na palma de sua mão</title>
   <link href="https://rodsilva.com/dingoo-diversao-movida-a-linux-na-palma-de-sua-mao/"/>
   <updated>2010-03-11T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/dingoo-diversao-movida-a-linux-na-palma-de-sua-mao</id>
   <content type="html">&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Se você procura um dispositivo para se divertir em qualquer lugar, que seja barato o suficiente para o ladrão não querer roubar e que seja totalmente “hackeável”, você agora vai conhecer seu sonho de consumo: &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Dingoo&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dingoo&lt;/a&gt;! Há alguns meses comprei um por US$ 83,00 (com frete grátis) na DealExtreme , na cor &lt;a href=&quot;https://www.dealextreme.com/details.dx/sku.23032~r.60268065&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;preta&lt;/a&gt; (mas também tem &lt;a href=&quot;https://www.dealextreme.com/details.dx/sku.20217~r.60268065&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;branco&lt;/a&gt;) e estou bastante satisfeito.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Ele é basicamente um mini game de emuladores. Suporta jogos de Super Nintendo, Game Boy Advanced, Mega Drive, NeoGeo, Atari, entre outros. Com 4 GB de memória interna, expansíveis por cartão de memória miniSD, cabe muito jogo bom! Além disso, ele também tem:
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://diuberto.co.cc/wp-content/uploads/2010/03/800px-Dingoo_A320_White.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-medium wp-image-211 alignright&quot; title=&quot;800px-Dingoo_A320_White&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/03/800px-Dingoo_A320_White-300x201.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;201&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Tocador de vídeos com suporte a diversos formatos (infelizmente sem suporte a legendas);
&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Tocador de música com suporte a diversos formatos (só faltou o suporte a &lt;a href=&quot;https://www.playogg.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;OGG&lt;/a&gt;);
&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Sintonizador de rádio FM;
&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Gravador de som;
&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Saída para TV;
&lt;/li&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Isso é o que já vem de fábrica, pois você também pode instalar outros emuladores desenvolvidos pela comunidade do aparelho e, o que é o melhor: você pode instalar &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Linux&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Linux&lt;/a&gt; nele!
&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		P.western { font-weight: normal } 		P.cjk { font-weight: normal } 		P.ctl { font-weight: normal } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-family: &quot;Arial Unicode MS&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-family: &quot;Tahoma&quot;; font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entra em cena o Dingux!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		P.western { font-weight: normal } 		P.cjk { font-weight: normal } 		P.ctl { font-weight: normal } 		A:link { so-language: zxx } --&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  O &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Dingux&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dingux&lt;/a&gt; é uma versão otimizada do Linux feita pela comunidade especialmente para o aparelho. Vale salientar que ele ainda é um trabalho em desenvolvimento e ainda não está 100% estável e completo a ponto de substituir o firmware nativo, sendo necessário o dual-boot. No entanto, por experiência, posso afirmar que ele é bastante estável para uso cotidiano.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Mas qual a vantagem do Dingux? A grande vantagem é que, por ser Linux, diversos softwares feitos para este sistema operacional já tem versão para rodar no aparelho. Vale destacar:
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Grande variedade de emuladores, como um de Playstation (plataforma não suportada firmware nativo) e emuladores melhores e mais rápidos do que os “de fábrica”;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Jogos que rodam no Linux, como Quake e Doom;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/ScummVM&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ScummVM&lt;/a&gt;, que me permite jogar vários &lt;em&gt;adventures&lt;/em&gt; antigos da LucasArts (como o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Full_Throttle&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Full Throttle&lt;/a&gt;);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Aplicativos, como o &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Mplayer&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Mplayer&lt;/a&gt; (que roda Divx melhor que o player nativo);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;E até mesmo aplicativos e jogos &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Java_ME&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Java ME&lt;/a&gt; (que rodam em aparelhos celulares) através do &lt;a href=&quot;https://code.google.com/p/midpath4dingoo/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;MIDpath&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Alguns pontos negativos do firmware alternativo é que a saída para TV ainda não funciona e ainda não portaram nenhum leitor de PDF (mas acredito em em breve terá, pois muito gente quer). Mesmo assim, o Dingux expande em muito as funcionalidades do Dingoo.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Por hora ficarei devendo um tutorial de instalação do Dingux para um outro post e deixo dois links abaixo para poder conhecer melhor este excelente brinquedo. Até lá!
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;Links:&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://dingoowiki.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DingooWiki&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://www.dingoobr.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dingoo BR&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Colaboração no mundo dos negócios</title>
   <link href="https://rodsilva.com/colaboracao-no-mundo-dos-negocios/"/>
   <updated>2010-02-26T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/colaboracao-no-mundo-dos-negocios</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;em&gt;Este artigo foi publicado originalmente na &lt;a href=&quot;https://www.revista.espiritolivre.org/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=8&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;edição n.8&lt;/a&gt; da Revista Espírito Livre, lançada em Novembro de 2009. Sempre que posso recomendo a leitura da revista, que é gratuita e de ótima qualidade! Veja &lt;a href=&quot;https://www.revista.espiritolivre.org/?cat=11&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;neste link&lt;/a&gt; todas as edições e tenha uma boa leitura. Segue o meu artigo.&lt;/em&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  A cada dia, mais empresas começam a enxergar o software livre como uma opção viável e estratégica para seus negócios, gerando independência de fornecedores e economia. No modelo proprietário, existe a figura do fornecedor, que dá suporte a problemas e consultoria, figura esta que normalmente não existe no modelo livre. Algumas vezes, existem empresas especializadas em prestar serviços a determinados softwares livres, mas, o que acontece na maioria dos casos, é que a comunidade é seu principal mantenedor, tornando necessária a interação da empresa usuária com ela.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Esta interação pode ser feita de várias formas, cabendo à empresa decidir como a fará, mas elas podem ser enquadradas em alguma destas três categorias:
&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;ter contato direto com a comunidade;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;terceirizar este contato;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;se tornar parte da comunidade;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contato direto com a comunidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Normalmente feito por empresas de maior porte, é quando ela decide que irá interagir diretamente com os desenvolvedores do software. Na prática, isto normalmente significa que um grupo de pessoas da área de TI desempenhará funções de:
&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Reporte de problemas (&lt;em&gt;bugs&lt;/em&gt;);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Pedidos de novas funcionalidades;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Repasse de dúvidas para a comunidade;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  O problema deste tipo de interação é que é bastante passiva e não trás garantias de que a resposta será adequada ao nível de severidade que um possível problema possa ter. Ele é parecido com o modelo proprietário, onde estas mesmas interações são com a fornecedora do software, mas, neste caso, não existe contrato para poder cobrar judicialmente uma resposta adequada.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Esta forma de interação normalmente é o mais comum de ser visualizado por quem está começando com software livre (e que acaba gerando a famosa pergunta “quem dá suporte?”). Apesar disso, o risco é menor quando a empresa usuária já é experiente neste assunto e sabe lidar melhor com a comunidade.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  No entanto, este tipo de interação pode ser interessante para casos menos críticos, como pequenos aplicativos livres. Como isto não irá interromper nenhum serviço crítico, o seu uso torna-se seguro, mesmo contando apenas com o suporte informal.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Mas não é interessante que a empresa apenas “sugue” o trabalho desenvolvido colaborativamente. Elas normalmente dão um retorno para o projeto, como doações ou publicidade. Neste último caso, o próprio fato de uma empresa com nome de peso estar utilizando um software livre, já o torna mais conhecido, trazendo para a sua comunidade mais pessoas interessadas em contribuir.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Para softwares maiores, também podem ser feitos patrocínios ou organização de eventos. Um exemplo de empresa que faz bastante isto é o &lt;a href=&quot;https://www.serpro.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SERPRO&lt;/a&gt;. Este órgão é um dos maiores usuários da linguagem &lt;a href=&quot;https://www.python.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Python&lt;/a&gt; e sempre que possível patrocina os eventos da comunidade no Brasil. Ele é, inclusive, um dos grandes responsáveis pela popularização da linguagem no nosso país.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Nos casos onde são necessários desenvolvimentos, como correção de &lt;em&gt;bugs&lt;/em&gt; e implementação de novas funcionalidades, empresas usuárias às vezes fazem pagamentos diretos para um desenvolvedor ativo do software fazer o trabalho necessário. Esta solução se aproxima com o que viremos a seguir.
&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Terceirizando o contato&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Uma empresa também pode escolher por não ter nenhum contato direto com a comunidade e contratar empresas que farão este trabalho. A contratada fica responsável por solucionar os problemas nos softwares livres, como se eles fossem propriedade dela. Assim, se esta não responder às demandas de forma conveniente, a usuária estará resguardada judicialmente por um contrato.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Isto é bastante parecido com o modelo proprietário, com a diferença fundamental que a usuária poderá fazer o mesmo tipo de contrato com outra consultoria. Como o software livre não tem donos, a partir do momento que a contratada não honra o contrato, ele poderá ser rescindido e ser refeito com outra. Isto também é o mais simples de ser implementado por empresas de menor porte e pelas que estão iniciando a adoção.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Um exemplo muito bom de empresa que faz isto de uma maneira muito inteligente é a &lt;a href=&quot;https://www.caixa.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Caixa&lt;/a&gt;. A empresa abre licitações para contratação de consultorias em software livre, contendo exigências de que a empresa contratada tenha um número mínimo de membros ativos na comunidade. Isto, ao mesmo tempo que garante uma qualidade de serviço melhor, pois a consultoria terá pessoas qualificadas para o trabalho, contribui para que o software se fortaleça, remunerando os membros ativos e incentivando a entrada de novos.
&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tornando-se parte da comunidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Existem também algumas empresas que, de certa forma, se tornam parte da comunidade. Elas, ao invés de terem um papel passivo, tiram total proveito da liberdade do software se tornando membros ativos da comunidade, desempenhando funções de:
&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Desenvolver novas funcionalidades;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Corrigir &lt;em&gt;bugs&lt;/em&gt;;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Sanear dúvidas de outras pessoas;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Gerar documentação;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Obviamente, para se fazer isso, é necessário que pessoas da empresa tenham um conhecimento mais profundo do software (especialmente nos dois primeiros casos) e que ela tenha mais experiência com o modelo colaborativos e de como lidar com a comunidade. Mas este tipo de interação se torna mais fácil quando a empresa fez algum trabalho interno que possa ser liberado para o público externo. Ela o disponibiliza para que todos possam se beneficiar dele.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Quem utiliza bastante este modelo é o &lt;a href=&quot;https://www.bb.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Banco do Brasil&lt;/a&gt;. Ele faz contribuições para os softwares que usa, como o desenvolvimento de melhorias no &lt;a href=&quot;https://www.winehq.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Wine&lt;/a&gt;, traduções do &lt;a href=&quot;https://freemind.sourceforge.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Freemind&lt;/a&gt; e código e documentação do &lt;a href=&quot;https://www.broffice.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;BrOffice.org&lt;/a&gt;. Estes trabalhos foram feitos para o atendimento de demandas internas e que, posteriormente, foram disponibilizados. Neste caso, ambas as partes ganham: todos os usuários, que contarão com um software melhor, e a própria empresa, que não precisará manter os códigos desenvolvidos por conta própria.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Além disso, algumas empresas enxergam esta forma de trabalho como algo essencial para usos em atividades críticas. Nestes casos, elas preferem absorver um conhecimento mais profundo do software para que, na ocorrência de problemas que possam comprometer a empresa de maneira mais severa, ela mesma seja capaz de resolvê-los, dando prioridade máxima a eles e sem depender da disponibilidade de empresas externas.
&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		H2 { margin-bottom: 0.21cm } 		H2.western { font-family: &quot;Arial&quot;, sans-serif; font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic } 		H2.ctl { font-size: 14pt; font-style: italic } --&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Concluindo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Ao utilizar software livre, será praticamente inevitável que uma empresa tenha algum tipo de interação com a sua comunidade. Mas isto, ao contrário do que muitas delas acostumadas com o modelo proprietário possa pensar, não é ruim. Isto gera uma movimentação em volta do software que trará mais garantias de sua continuidade, incentiva que mais empresas deem suporte a ele (aumentando a concorrência), melhora sua própria imagem perante o público e fica cada vez mais independente de empresas externas.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Mas deve ficar claro que não existe uma forma de interação melhor que a outra e, da mesma forma, uma forma não impossibilita outra (as empresas citadas nos exemplos interagem por diversas maneiras). Como tudo no software livre, isto que é uma questão de escolha &amp;#8211; a empresa usuária tem o poder de escolher de qual a melhor forma para ela.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Olhando para o mercado, o que podemos ver é que a maioria das empresas têm uma atitude mais passiva. Como o software livre ainda está começando na maioria delas, estas formas de interação se tornam mais interessantes por serem mais parecidas com as do modelo proprietário do qual já estão acostumadas. Algumas têm uma atitude mais ativa, mas por terem alguns funcionários próprios que participam de projetos livres e acabam trazendo isso para seus trabalhos. De uma forma ou de outra, o importante é incentivar que as comunidades cresçam e que os softwares se fortaleçam para que o investimento feito não tenha sido em vão.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;Para mais informações:&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://ur1.ca/enit&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Software livre é usado em 73% das grandes empresas no Brasil&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;https://ur1.ca/eniz&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Empresas e a Comunidade Software Livre&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Carreira em lambda em TI</title>
   <link href="https://rodsilva.com/carreira-em-lambda-em-ti/"/>
   <updated>2010-02-22T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/carreira-em-lambda-em-ti</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Quem trabalha em TI (e possívelmente outras áreas técnicas) já devem ter ouvido falar da &amp;#8220;Carreira em Y&amp;#8221;. Este formato de plano de carreira prega uma progressão onde uma pessoa de perfil técnico não precisa passar desempenhar uma função administrativa (virar gerente) para subir. Ela pode continuar progredindo como um técnico até o fim de sua carreira na empresa. Isto foi criado para evitar um antigo problema enfrentado pelas empresas: perder um ótimo técnico para ganhar um péssimo gerente. É uma ideia boa, porém pouco implementada (e virou até motivo de &lt;a href=&quot;https://desciclo.pedia.ws/wiki/Carreira_em_Y&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;piadas&lt;/a&gt;).
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Pois então vou apresentá-los minha teoria sobre o que realmente acontece na grande maioria das empresas: a &amp;#8220;Carreira em Lambda&amp;#8221;. Explico-lhes logo abaixo.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;/wp-content/uploads/2010/02/carreira_lambda.png&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-medium wp-image-198 alignleft&quot; style=&quot;margin-right: 6px;&quot; title=&quot;carreira_lambda&quot; alt=&quot;Esquema da Carreira em Labda&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2010/02/carreira_lambda-238x300.png&quot; width=&quot;238&quot; height=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Dividimos o lambda em dois lados: esquerdo mostra a carreira administrativa e direito a técnica. Na parte inferior da figura temos 2 inícios de carreiras para cada tipo.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Então você pergunta: &amp;#8220;início da carreira administrativa? Mas isso não é só para gerente?&amp;#8221; Era sim antigamente, quando só os gerentes cuidavam da papelada. Atualmente o nível de burocracia das empresas de TI é tal, que é preciso delegar um pouco deste trabalho tedioso para os subordinados.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Quem começa do lado administrativo tem vantagens, o caminho é sempre ascendente, o que o torna mais curto. Quem começa como técnico, primeiro começa a desaprender todas as boas práticas para se adaptar à estrutura da empresa e aos prazos absurdos dos projetos, até chegar ao &amp;#8220;Vale das Desilusões&amp;#8221;.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  O &amp;#8220;Vale das Desilusões&amp;#8221; (nome emprestado do &lt;a href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Hype_cycle&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Hype Cycle&lt;/a&gt; do Gartner) representa aquele momento em que o técnico desaprendeu tanto, que se pergunta se ele escolheu a carreira certa. Neste momento, a muitos técnicos tentam migrar para a outra perna da carreira, mas a maioria persiste achando que vai melhorar.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Passado o Vale, o técnico começa a conseguir melhorar na carreira, conseguindo aos poucos reaprender e aplicar os conhecimentos no ambiente em que trabalha. É o momento de maior satisfação em sua carreira, até que ele atinge o topo e tenta passar para o nível acima (o braço técnico da carreira em Y).
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Enquanto ele tenta eternamente passar para o outro nível, os seus colegas administrativos conseguem promoções e viram seus gerentes. O técnico pode passar anos neste ponto. Daí ou ele muda de emprego ou ele se dá por vencido e tenta virar gerente. A partir deste momento também é só ascensão até o momento em que o profissional está no topo da carreira da empresa. A partir daí, começa a preparação para a aposentadoria, quando ele procura não esquentar muito a cabeça até finalmente se aposentar e começar a viver de verdade.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  PS: Apesar da experiência quase nula em edição gráfica, fiz este esquema rapidamente com o software livre &lt;a href=&quot;https://www.inkscape.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Inkscape&lt;/a&gt;!
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Aprendendo idiomas online</title>
   <link href="https://rodsilva.com/aprendendo-idiomas-online/"/>
   <updated>2010-02-11T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/aprendendo-idiomas-online</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Depois de muito tempo sem escrever aqui no blog (justo agora que ele está todo bonito e com propagandas para eu poder ganhar um dindin) finalmente venho escrever mais um artigo com o intuito de ajudar outras pessoas com o conhecimento que tenho. Mas coloquei como meta escrever com uma periodicidade maior aqui. Tenho até um artigo pronto, que saiu na &lt;a href=&quot;https://www.revista.espiritolivre.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Revista Espírito Livre&lt;/a&gt; que ainda não postei! Mas chega de blá-blá-blá e vamos ao que interessa. ;)
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Algo que gosto muito de fazer é aprender coisas novas, e idiomas é algo que nunca havia me chamado atenção. Mas comecei a aprender francês, para acompanhar minha esposa, e vi como é fácil estudar idiomas pela Internet! Falarei neste artigo de 2 que estou utilizando: &lt;a href=&quot;https://www.livemocha.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Livemocha&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.bbc.co.uk/languages/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;BBC Languages&lt;/a&gt;.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://www.livemocha.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;Livemocha&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  O Livemocha é um site colaborativo, onde existem cursos básicos gratuitos onde seus exercícios (falados e escritos) são corrigidos por outras pessoas. Estas pessoas podem ser seus amigos cadastrados ou não no site ou até mesmo pessoas desconhecidas que conhecem bem o idioma que está sendo estudado (neste caso, o próprio site faz algumas recomendações). A medida que você vai avançando no curso ou fazendo exercícios extras, você vai acumulando pontos (Mochapoints). Você também ganha pontos ensinando outras pessoas os idiomas que sabe, realimentando o site. É bastante divertido!
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  Você ainda tem a opção de adquirir, por apenas 10 dólares, um material mais completo dos cursos e ter seus exercícios corrigidos por profissionais cadastrados, mas a grande sacada do site é a interação inter-cultural que acontece. Na minha opinião, o curso gratuito oferecido é bastante interessante para quem está começando a aprender um novo idioma. Também imagino que valha a pena comprar pelo acesso ao material extra, pois é barato e vai ajudar a ter um conhecimento mais completo, mas ainda não comprei nada ainda.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;Se você se interessou pelo Livemocha, não se cadastre agora!&lt;/strong&gt; Me peça um convite que te enviarei, pois assim eu ganharei pontos e um curso de viagens (cujo preço normal é 10 dólares também)!
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://www.bbc.co.uk/languages/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;BBC Languages&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  O site da rede de TV britânica BBC também tem uma parte dedicada ao aprendizado de idiomas. O material que eles têm é muito grande e totalmente gratuito. São vídeos, áudios, exercícios e textos que vão te ajudar a aprender ainda mais.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  No entanto, a minha opinião é que este site é mais indicado se você já conhece um pouco do idioma, pois o conteúdo é um pouco mais avançado que o do Livemocha. Então o que estou fazendo é estudar Inglês por ele e o Francês vou ficar apenas no Livemocha por enquanto para depois partir para o BBC também.
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
  &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
    Espero que minha dica ajude a formar mais poliglotas! Se você tem mais dicas de sites para estudo de idiomas online (mesmo que sejam pagos), me avise através dos comentários, pois isto me interessa muito!
  &lt;/p&gt;
  
  &lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
    Bon soir!
  &lt;/p&gt;
&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Read It Later: minha nova extensão para Firefox preferida</title>
   <link href="https://rodsilva.com/read-it-later-minha-nova-extensao-para-firefox-preferida/"/>
   <updated>2009-09-15T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/read-it-later-minha-nova-extensao-para-firefox-preferida</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Um dos grandes poderes do &lt;a href=&quot;https://pt-br.www.mozilla.com/pt-BR/firefox/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Firefox&lt;/a&gt; são suas quase infinitas &lt;a href=&quot;https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;extensões&lt;/a&gt;. Para quem não conhece, extensões são espécies de plugins para o navegador que adicionam funcionalidades que não vem nele “de fábrica”. Ou seja, quando você baixa o Firefox ele é como um carro básico apenas com itens essenciais de série, mas você pode ir adicionando os itens opcionais para deixá-lo do jeito que você quer. Este artigo descreve uma extensão que conheci há algum tempo (no, infelizmente, falecido GDHCast) e a qual não consigo mais navegar sem: &lt;a href=&quot;https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/7661&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Read It Later&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Basicamente, a extensão Read It Later é uma lista de links que você quer guardar para ler depois. Você tem opção de configurá-lo para salvamento offline ou online (que é o mais interessante para mim). Na segunda opção, ele salvará seus links numa conta que deverá criar no &lt;a href=&quot;https://readitlaterlist.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site Real It Later&lt;/a&gt; e, com isso, poderá visualizar a lista de links de qualquer computador que utilizar. Como eu sou um viciado em &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/RSS&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;RSS&lt;/a&gt; (utilizo o &lt;a href=&quot;https://www.google.com.br/reader/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Google Reader&lt;/a&gt; para ler meus feeds), existem diversos artigos que gostaria de deixar para ler em casa, então adiciono no RIL e pronto! Em casa é só sincronizar (que ele faz automaticamente), consultar a lista de links salvos, começar a ler e marcá-los como lidos.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;size-full wp-image-158 aligncenter&quot; title=&quot;read-it-later&quot; src=&quot;https://diuberto.co.cc/wp-content/uploads/2009/09/read-it-later.png&quot; alt=&quot;read-it-later&quot; width=&quot;175&quot; height=&quot;335&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A ideia é bastante simples e você pode até pensar “eu posso fazer isso de diversas maneiras”, mas com certeza não será de uma forma tão simples. Com uma interface limpa, ele adiciona um botão não intrusivo na barra de endereços, que serve para salvar o link na lista, ele e também facilita muito na hora da leitura. Com ele você poderá pesquisar por um link, ordená-los por diversas formas (mais novos, mais antigos, por nome, por site e até por &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Pagerank&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;pagerank&lt;/a&gt;) e conta com paginação. Além disso, você pode enviar um link que gostou para o &lt;a href=&quot;https://delicious.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Delicious&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://digg.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Digg&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://reddit.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Reddit&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;https://www.stumbleupon.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;StumbleUpon&lt;/a&gt;, favoritos do navegador, dentre muitos outros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;**Funcionalidades extras&lt;br /&gt;
**&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A extensão não fica só no feijão-com-arroz de salvar links e cincronizar a lista entra vários computadores. Existem duas funcionalidades que vão acabar com qualquer argumento contra:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Integração com o Google Reader&lt;/strong&gt; – Não há dúvidas que o Google Reader seja o leitor de RSS (dentre os online e os offline) mais utilizado. Sendo assim, o RIL adiciona um link acima da estrela, que facilita muito o salvamento de links, já que o leitor de RSS é, potencialmente, o maior gerador de links para leitura futura.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
  &lt;img class=&quot;size-full wp-image-159 aligncenter&quot; title=&quot;read-it-later-greader&quot; src=&quot;https://diuberto.co.cc/wp-content/uploads/2009/09/read-it-later-greader.png&quot; alt=&quot;read-it-later-greader&quot; width=&quot;116&quot; height=&quot;56&quot; /&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leitura offline&lt;/strong&gt; – Com se tudo o que foi dito não bastasse, que tal salvar os links para lê-los mesmo quando você não tiver acesso à Internet?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Espero que a dica ajude a todos os RSS-maníacos (como eu) a ter uma leitura mais produtiva!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Eventos de software livre no Rio de Janeiro em setembro</title>
   <link href="https://rodsilva.com/eventos-de-software-livre-no-rio-de-janeiro-em-setembro/"/>
   <updated>2009-09-10T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/eventos-de-software-livre-no-rio-de-janeiro-em-setembro</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Este mês teremos no Rio de Janeiro dois grandes eventos de software livre: &lt;strong&gt;Software Freedom Day&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Fórum de Tecnologia em Software Livre do SERPRO RJ&lt;/strong&gt;. Uma oportunidade única para quem quer aprender um pouco mais sobre tecnologias de ponta e software livres que estão mudando a realidade da tecnologia no mundo todo. E tudo de graça!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Software Freedom Day&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O &lt;a href=&quot;https://softwarefreedomday.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Software Freedom Day&lt;/a&gt; é um evento anual e mundial, organizado localmente por equipes voluntárias no mesmo dia. Com o patrocínio de &lt;a href=&quot;https://www.canonical.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Canonical&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://www.ubuntu.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ubuntu&lt;/a&gt;), &lt;a href=&quot;https://www.google.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Google&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;https://www.redhat.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Red Hat&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;https://www.fedoraproject.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fedora&lt;/a&gt;) e parceria com Linux Magazine e Free Software Foundation (FSF), é um dos evento que tem se tornado mais importante a cada ano. A &lt;a href=&quot;https://softwarefreedomday.org/teams/centralandsouthamerica/brasil/rj&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;edição do Rio de Janeiro&lt;/a&gt; será em Niterói (não é no Rio, mas é do lado :P ), na &lt;a href=&quot;https://www.uff.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;UFF&lt;/a&gt; e está contando com apoio da &lt;a href=&quot;https://www.sun.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sun Microsystems&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Dentre as atrações, você contará com palestras e mini-cursos de diversos assuntos como linguagens de programação, computação gráfica, TV Digital e até programação para Playstation 3!!! Entre no &lt;a href=&quot;https://softwarefreedomday.org/teams/centralandsouthamerica/brasil/rj&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site&lt;/a&gt;, veja a programação completa e faça sua inscrição. O evento será no sábado dia 19 de setembro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fórum de Tecnologia em Software Livre do SERPRO RJ&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Fórum de Tecnologia em Software Livre do &lt;a href=&quot;https://www.serpro.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;SERPRO&lt;/a&gt; é um evento itinerante, que já ocorreu e irá acontecer em outras capitais do país. Esta é a primeira vez que a capital fluminense sedia o evento e a programação está imperdível!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Serão 3 dias de palestras com variados temas, como: Ruby On Rails, Cloud Computing, Scrum, Web2Py, Blender 3D e ODF, além da realização de 9 mini-cursos, com capacidade para 40 pessoas em cada um, dentre os quais: AndroMDA, Shell, InkScape, Python, Zend Framework e PyS60. Veja a programação detalhada no &lt;a href=&quot;https://www.softwarelivre.serpro.gov.br/riodejaneiro&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site do evento&lt;/a&gt; e faça sua inscrição. As inscrições nos mini-cursos já estão se esgotando. O evento será nos dias 15 ao 17 (terça a quinta) de setembro.&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Software (livre) é Conhecimento (livre) &#8211; parte 2</title>
   <link href="https://rodsilva.com/software-livre-e-conhecimento-livre-parte-2/"/>
   <updated>2009-08-10T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/software-livre-e-conhecimento-livre-parte-2</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Esta é a segunda e última parte do artigo. Então, primeiro leia a &lt;a href=&quot;/software-livre-e-conhecimento-livre-parte-1/&quot;&gt;primeira parte&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No fim da primeira parte, eu disse que o software livre resolve o problema do não compartilhamento de conhecimento que acontece com diversos softwares, mas vamos entender isto melhor.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é Software Livre?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na definição da Free Software Foundation (Fundação Software Livre), um software é livre quando garante 4 liberdades:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Liberdade de rodar o programa para qualquer propósito;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Liberdade de estudar como o programa funciona e modificá-lo para que faça o que quiser (acesso ao código-fonte é uma precondição para esta liberdade);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar o seu próximo;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Liberdade de melhorar o programa e publicar sua versão modificada ao público, para que todo a comunidade possa se beneficiar (acesso ao código-fonte também é uma precondição para esta liberdade).&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt;
  Todo o software (livre ou não) possui uma licença de uso &amp;#8211; um software é livre quando sua licença de uso garante todas essas liberdades. E mais, um software livre não necessariamente foi criado desta forma. Existem diversos softwares que nasceram proprietários e tiveram sua licença alterada &amp;#8211; é uma questão de escolha de seus donos. Veja alguns exemplos:
&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Linux:&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt; somente em 1992 Linus Torvalds mudou sua licença, abandonando a cláusula que proibia seu uso comercial e adotando a GPL (Licença Pública GNU);&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Mozilla:&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt; criado a partir do Netscape e hoje evoluiu para o Firefox;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;OpenOffice.org:&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt; criado a partir do StarOffice da Sun;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Blender:&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt; seu código-fonte foi comprado em 2002 diante da falência da companhia NaN.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;História resumida do software livre&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;1983 -&lt;/strong&gt; Richard (Matthew) Stallman lança o Projeto GNU;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;1984 -&lt;/strong&gt; Stallman abandona seu emprego no MIT para dedicação integral ao Projeto GNU;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;1985 -&lt;/strong&gt; Fundação da Free Software Foundation, por Stallman;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;&lt;strong&gt;1991 -&lt;/strong&gt; Linus Torvalds, desenvolve a peça que faltava para o sistema operacional GNU: o kernel (Linux), que, favorecido pelo ambiente colaborativo propiciado pela Internet, se desenvolveu muito rapidamente.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt;
  Podemos ver que num software livre (com as 4 liberdades garantidas), seu conhecimento não ficará restrito a um grupo pequeno de pessoas e poderá ser compartilhado com qualquer pessoa! Poderá ser melhorado ao gosto de cada um, como a receita de bolo compartilhada entre amigos.&lt;span style=&quot;background:transparent none repeat scroll 0 0;&quot;&gt; No entanto, se aplicarmos a regra do software proprietário às receitas de bolo, seria inaceitável um comportamento como pedir uma receita &amp;#8211; você poderia ser preso por isso! Parece um absurdo completo, mas várias formas de conhecimento são tratadas desta forma. Alguns exemplos são: música, livros, filmes e &lt;strong&gt;software&lt;/strong&gt;. Existem os direitos de cópia (&lt;em&gt;copyright&lt;/em&gt;) e os direitos autorais, mas isso é assunto para outro artigo (teremos uma palestra sobre este assunto no GNUGRAF também).&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Desta forma você pode pensar: “além das coisas cotidianas (como receitas de bolo) e do software livre, existe alguma forma de conhecimento nos dias de hoje que não seja restritivo?”A resposta é &lt;strong&gt;sim&lt;/strong&gt;! A pesquisa científica vêm trabalhando há séculos com um modelo baseado em livre exposição de pensamentos, onde os autores são reconhecidos por mérito. Onde o trabalho de um acaba, começa o de outro e, assim, a humanidade foi evoluindo. Como disse Isaac Newton no século XVII:&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt;

&lt;blockquote&gt;
  &lt;p&gt;Se vi mais longe foi por estar sobre ombros de gigantes.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Com tudo isso mostrado, podemos chegar à nossa segunda conclusão: Se software é conhecimento, …&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;padding-left:30px;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;&amp;#8220;Software livre é conhecimento livre!&amp;#8221;&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vantagens do software livre&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Podemos entender os impactos positivos da produção e uso de software livre em quatro perspectivas: social, técnica, política e estratégica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Do ponto de vista &lt;strong&gt;social&lt;/strong&gt; (algumas vezes chamado de “filosófico” ou “ideológico”):&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Reaproveitamento de ideias;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Conhecimento acessível a qualquer pessoa;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Geração de trabalhos baseados;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Colaboração entre pessoas;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Ferramenta de estudo e pesquisa.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Do ponto de vista &lt;strong&gt;técnico&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Permite evolução competitiva, rápida e sólida (correção de erros ou &lt;em&gt;bugs&lt;/em&gt;);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Maior segurança, por se saber o que está sendo executado;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Software é evoluído por necessidades técnicas e não financeiras;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Garante permanente compatibilidade entre os produtos das diversas versões, caso contrário, a continuação da versão anterior;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Aderência a &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Padr%C3%A3o_aberto&quot;&gt;padrões abertos&lt;/a&gt; (como &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/ODF&quot;&gt;ODF&lt;/a&gt;, usado no OpenOffice.org, e &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Html&quot;&gt;HTML&lt;/a&gt;, usado para se fazer sites web).&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Do ponto de vista &lt;strong&gt;político&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Inclusão digital;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Vantagens pedagógicas (transformando os alunos em produtores e não só consumidores, não obriga o aluno utilizar softwares pelos quais não poderá comprar e prega aos jovens uma visão de colaboração do mundo);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Modelo economicamente sustentável;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Desenvolvimento distribuído gera ganhos financeiros e tecnológicos localmente;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Soberania nacional.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Do ponto de vista &lt;strong&gt;estratégico&lt;/strong&gt; (empresas e governos):&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Independência de fornecedores;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Economia (não necessidade de compra de licença de uso);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Garantia de manutenção em caso de descontinuidade;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Possibilidade de desenvolver funcionalidades que considera mais prioritárias.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Espero que tenham gostado e aguardo os comentários! Além disso, se morar no Rio de Janeiro, não deixe de ir ao &lt;a href=&quot;https://gnugraf.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GNUGRAF&lt;/a&gt;. É de graça e teremos diversas palestras e mini-cursos como profissionais de qualidade das áreas multimídia. Bem, eu vou ajudar no evento, mas não vou perder as atividades relacionadas à produção musical :). Grande abraço!&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Software (livre) é Conhecimento (livre) &#8211; parte 1</title>
   <link href="https://rodsilva.com/software-livre-e-conhecimento-livre-parte-1/"/>
   <updated>2009-08-10T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/software-livre-e-conhecimento-livre-parte-1</id>
   <content type="html">&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --&gt;
&lt;p&gt;Antes de mais nada, devo dizer que este artigo é uma preparação para a apresentação que irei fazer no&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://gnugraf.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;II GNUGRAF&lt;/a&gt; e é baseado na excelente palestra do professor Eurico Zimbres, da faculdade de Geologia da UERJ, grande ativista do software livre no Rio de Janeiro. Então segue o artigo e espero seus comentários a respeito, para que a palestra fique mais rica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é software?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt;
  Quando alguém fala em &lt;em&gt;software&lt;/em&gt;, qual a primeira coisa que lhe vem a mente? A grande maioria das pessoas pensará em &lt;span style=&quot;text-decoration:none;&quot;&gt;&lt;strong&gt;algo útil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; para executar uma tarefa no computador. Desenvolvedores de software, poderão pensar também em como ele foi feito – no seu &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_fonte&quot;&gt;código-fonte&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. Vejamos então a definição provida pela Wikipédia:
&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
  &lt;p style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt;
  &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Software&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; ou &lt;strong&gt;logiciário&lt;/strong&gt; é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento.
&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Resumindo de uma forma bem simples, software é como se fosse uma “receita de bolo” escrito de forma que o computador entenda. Assim, o resultado final (o “algo útil” citado anteriormente) seria exatamente o “bolo” feito pelo computador. Veja um exemplo de programa escrito na linguagem C:&lt;/p&gt;

&lt;pre style=&quot;font-weight:normal;padding-left:60px;&quot;&gt;#include &amp;lt;stdio.h&amp;gt;
int main(void)
{
    int count;
    for(count=1;count&amp;lt;=500;count++)
        printf(&quot;Conhecimento tem que ser livre!&quot;);
    return 0;
}&lt;/pre&gt;

&lt;p style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt;
  Para você que não entende a linguagem, este programa escreve na tela do computador 500 vezes a frase &amp;#8220;Conhecimento tem que ser livre!&amp;#8221;. Melhor dizendo, este programa é uma &amp;#8220;receita&amp;#8221; que, ao ser lida pelo computador, diz a ele como escrever a frase 500 vezes. Obviamente, esta não é a única forma de se fazer isso! Você pode escrever em outra linguagem que o programador tenha mais fluência ou adicionar mais tempero (escrever o texto colorido) ou ainda gastando mais ingredientes (gastando mais memória para fazer a mesma coisa).
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora vamos fazer uma pequena brincadeira – leia o seguinte texto, escrito em Alemão:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
  &lt;p&gt;Meiner lieber Seele, der vergangen is&lt;br /&gt;
So frueh aus dieses Leben, unzufrieden,&lt;br /&gt;
Ruehe in den Himmel ewig&lt;br /&gt;
Und lebe Ich hier auf dieser Erde immer traurig&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt;
  Se você é fluente em Alemão tanto quanto é na linguagem C, então a dúvida foi a mesma :) . Mas, se traduzirmos o texto para o português:
&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
  &lt;p&gt;Alma minha gentil, que te partiste&lt;br /&gt;
Tão cedo desta vida descontente,&lt;br /&gt;
Repousa lá no Céu eternamente,&lt;br /&gt;
E viva eu cá na terra sempre triste.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Luís de Camões&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt;
  Assim como a literatura, software e receitas de bolo são expressões de conhecimento. Uma receita de bolo foi feita com o conhecimento gerado de uma pessoa entendida sobre fabricação de bolos. Por isso, quando você vai à casa de um amigo e come um delicioso bolo feito por ele, você prontamente já pede a receita, afinal, com ela em mãos, você poderá fazê-lo e adaptá-lo ao seu gosto, deixando-o ainda melhor. Para o software é a mesma coisa! Desta forma, chegamos à nossa primeira conclusão:
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;font-weight:normal;padding-left:30px;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;&amp;#8220;Software é conhecimento!&amp;#8221;&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nosso programa exemplo foi bastante simples, mas imagine a quantidade de conhecimento que existe num software como o &lt;a href=&quot;https://www.gimp.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GIMP&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;https://www.inkscape.org/&quot;&gt;Inkscape&lt;/a&gt;, o &lt;a href=&quot;https://ardour.org/&quot;&gt;Ardour&lt;/a&gt; e tantos outros!  O problema é que, infelizmente, o código-fonte de vários softwares não está disponível, restringindo todo o conhecimento a um pequeno grupo de pessoas. Para resolver esta situação que foi criado o software livre, mas isso será o assunto da &lt;a href=&quot;/software-livre-e-conhecimento-livre-parte-2/&quot;&gt;segunda parte do artigo&lt;/a&gt;. Não deixe de ler!&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Participe do II GNUGRAF!!!</title>
   <link href="https://rodsilva.com/participe-do-ii-gnugraf/"/>
   <updated>2009-07-29T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/participe-do-ii-gnugraf</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Nos próximos dias 22 e 23 de agosto acontecerá no Rio de Janeiro a segunda edição do evento &lt;a href=&quot;https://www.gnugraf.org/&quot;&gt;GNUGRAF&lt;/a&gt;. Este é um evento focado em profissionais e entusiastas das áreas de multimídia (como produção de áudio, produção de vídeo, edição de imagens, edição gráfica e animação 2D e 3D), onde serão apresentadas as opções baseadas em software livre. Na edição deste ano contará com algumas novidades, como os 12 minicursos que acontecerão simultaneamente com as 16 palestras e um espaço aberto com um projetor onde o próprio público pode fazer palestras que não estão no cronograma oficial.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para maiores informações acesse o site &lt;a href=&quot;https://www.gnugraf.org/&quot;&gt;https://www.gnugraf.org/&lt;/a&gt; e não perca esta oportunidade de aprender a usar ferramentas de qualidade, gratuitas e livres, além de poder conhecer mais sobre software livre (palestra que eu apresentarei)!&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Ganhando tempo livre com Clearcase</title>
   <link href="https://rodsilva.com/ganhando-tempo-livre-com-clearcase/"/>
   <updated>2009-06-24T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/ganhando-tempo-livre-com-clearcase</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Qual sistema de controle de versão você usa? Subversion? Git? Você deveria usar o Clearcase – você terá muito mais tempo livre! Se você conhece a “velocíssima” ferramenta da IBM, deve estar se perguntando: “WTF?!”&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Imagine-se desenvolvendo um software com o Clearcase. A cada operação, você tem que esperar por volta de 4 segundos para que ela termine. Como você deve desbloquear &lt;strong&gt;cada arquivo&lt;/strong&gt; que irá modificar, você (esperto) já vai fazer de cara o desbloqueio (“checkout”) para vários arquivo de uma vez! Com o tempo desta operação, você já pode abrir o Firefox e ler algumas notícias.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas não é só isso! Além da sua “incrível” agilidade, seu &lt;em&gt;down-time&lt;/em&gt; (tempo que fica fora do ar) é muito alto, por mais que a equipe de administração da ferramenta seja compentente. Desta forma, você pode criar uma conta no &lt;a href=&quot;https://www.wordpress.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;WordPress&lt;/a&gt; e praticar um pouco a escrita. Este artigo, por exemplo, foi escrito e revisado durante o tempo livre que ganhei com a ferramenta :)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Desta forma, quando for escolher sua ferramenta de versionamento de código, escolha o Clearcase ao invés das ferramentas open source que funcionam bem e são ágeis (além de serem mais baratas). Nenhuma outra usa o paradigma &lt;a href=&quot;https://slowdownnow.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Slow Down&lt;/a&gt; (algo como “diminua a velocidade”), o que faz muito bem para a saúde. Além disso, sua cultura geral e português irão melhorar bastante, te preparando para o próximo concurso público ;)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Update: Se você gostou deste post, não deixe de ler sobre a &lt;a href=&quot;/carreira-em-lambda-em-ti/&quot;&gt;Carreira em Lambda&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;

</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Diferença entre Google, Apple e Microsoft</title>
   <link href="https://rodsilva.com/diferenca-entre-google-apple-e-microsoft/"/>
   <updated>2009-06-09T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/diferenca-entre-google-apple-e-microsoft</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Ontem vi o impressionante vídeo de apresentação do novo produto da Google: &lt;a href=&quot;https://wave.google.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Google Wave&lt;/a&gt;. Pensando sobre a forma como a Google quer (ou pelo menos diz que vai) desenvolver o produto, como um software livre (open source) e baseado em padrões abertos, comecei a imaginar como seria se outros gigantes de tecnologia trabalhariam se tivessem inventado o mesmo produto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Google Wave (o caso real)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;**&lt;img class=&quot;alignnone size-full wp-image-62&quot; title=&quot;wave_logo&quot; src=&quot;/wp-content/uploads/2009/06/wave_logo.png&quot; alt=&quot;wave_logo&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
**&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Software livre;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Web, baseado em padrões aberto da W3C, tornando-se multi-plataforma (roda em qualquer navegador, sistema operacional ou dispositivo com um navegador, como o iPhone);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Comunicação baseada em protocolos abertos e &lt;a href=&quot;https://waveprotocol.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;criação de novos protocolos&lt;/a&gt; abertos para suportar as inovações;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Disponibilização de uma &lt;a href=&quot;https://code.google.com/intl/pt-BR/apis/wave/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;API&lt;/a&gt; para desenvolvimento de softwares de terceiros;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Apple iWave”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Software proprietário;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Aplicativo para iPhone;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Protocolos de comunicação proprietários e protegidos por patentes;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Disponibilização de uma API para desenvolvimento, baseada no SDK do iPhone (que só roda no MacOS X);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Microsoft Wave”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para começo de conversa não acho que a Microsoft é inovadora o suficiente para criar algo do tipo, mas vamos abstrair isso.&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Software proprietário;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Aplicativo desktop, que roda apenas no Windows – nova versão do MSN Messenger;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Protocolos de comunicação proprietários e protegidos por patentes, baseados no protocolo do MSN;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Inicialmente não há disponibilização de uma API para desenvolvimento, para posterior disponibilização de uma API feita na plataforma .NET (que só roda no Windows);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;E então? Qual sua opinião sobre os casos acima? Você imagina outro cenário? Comente!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Task Coach: ótimo software de gestão de tarefas</title>
   <link href="https://rodsilva.com/task-coach-otimo-software-de-gestao-de-tarefas/"/>
   <updated>2008-12-03T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/task-coach-otimo-software-de-gestao-de-tarefas</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Ultimamente tenho usado em meu trabalho um programinha muito interessante para medir gestão de tarefas: o &lt;a href=&quot;https://www.taskcoach.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Task Coach&lt;/a&gt;. Ele é livre, feito em &lt;a href=&quot;https://www.python.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Python&lt;/a&gt; (ou seja, multi-plataforma), bastante completo e simples de usar. Aí alguém vai perguntar: “mas qual é a diferença dele para o ótimo site &lt;a href=&quot;https://www.rememberthemilk.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Remember The Milk&lt;/a&gt;?” Remember The Milk é imbatível para tarefas que tem um prazo para serem concluídos, até por ser web, e estar disponível em qualquer lugar, e suas excelentes opções de notificação. Isso é algo que o Task Coach também faz, mas seu principal atrativo (na minha opinião) é &lt;strong&gt;contador de esforço&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O contador de esforço é algo especialmente importante no trabalho, pois nos permite ver quanto tempo estamos nos dedicando a cada tarefa. E seu funcionamento é muito simples:&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Na primeira vez que abrir o programa, feche a janela “Categories”;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Clique no menu “View”, “New Viewer” e na opção “Effort” (é aí que as coisas começam a ficar interessantes);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Se preferir (como eu), coloque a janela “Tasks” do lado esquerdo;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Cadastre todas as suas tarefas (inclusive “Ler e-mail/Notícias no Google Reader” :);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Para começar a contar o esforço, é só clicar no botão “Start tracking effort” (com ícone de um relógio);&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Para parar de contar, clique no botão ao lado “Stop tracking effort”;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Para ficar ainda melhor, vá em “Edit” -&amp;gt; “Preferences”:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
  &lt;li&gt;Na seção “Window behavior”, habilite as opções “Hide main window when iconized” e “Minimize main window when closed”: isto fará com que ele fique sempre aberto, sem incomodar como uma janela aberta;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Na seção “Files”, habilite a opção”Auto save after every change”: isto fará com que ele salve as informações a cada ação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Utilize como um software de produtividade pessoal  ao invés de pensar nela como “a arma que seu gerente precisava”. Ainda estou me acostumando a contabilizar corretamente todas as minhas atividades, mas a praticidade da ferramenta ajuda muito!&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Cursos da SL-RJ no Free Software Rio 2008</title>
   <link href="https://rodsilva.com/cursos-da-sl-rj-no-free-software-rio-2008/"/>
   <updated>2008-12-03T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/cursos-da-sl-rj-no-free-software-rio-2008</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;O SLRJ, grupo do Software Livre do Rio de Janeiro, marcará presença na edição 2008 do &lt;a href=&quot;https://www.freesoftwarerio.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Free Software Rio&lt;/a&gt;, que acontecerá nos dias 08 e 09 de Dezembro, no Centro de Convenções Bolsa do Rio, Praça XV de Novembro, 20 – Centro.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como não poderia deixar de acontecer, estaremos  ministrando mini-cursos no local. A taxa de inscrição é de R$ 40,00 e será feita no dia do evento. O grupo disponibilizará ingressos gratuitos do evento para os inscritos nos mini-cursos. É uma grande oportunidade para que o público tenha contato com as mais variadas vertentes do Software Livre. Contamos com a sua presença!&lt;/p&gt;

&lt;table style=&quot;height: 93px;&quot; border=&quot;1&quot; cellspacing=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; width=&quot;550&quot; rules=&quot;rows&quot;&gt;
  &lt;tr&gt;
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#ffffff&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt;Hora &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
    
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#ffffff&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt; Dia 8 &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
    
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#ffffff&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt; Dia 9 &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  
  &lt;tr&gt;
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#edf4f9&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt; 9h às 13h &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
    
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#edf4f9&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt; Introdução ao Python -&lt;br /&gt; Luiz Guilherme Aldabalde&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
    
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#edf4f9&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt; Inkscape -&lt;br /&gt; Carlos Eduardo (Cadunico)&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
  
  &lt;tr&gt;
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#ffffff&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt; 14h às 18h &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
    
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#ffffff&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt; Shell Script -&lt;br /&gt; Júlio C. Neves &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
    
    &lt;td valign=&quot;top&quot; bgcolor=&quot;#ffffff&quot;&gt;
      &lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt; Autoria de Aplicações Multimídia para TV Digital Brasileiro -&lt;br /&gt; Rafael Carvalho&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;
    &lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.freesoftwarerio.com.br/site/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;br /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</content>
 </entry>
 
 <entry>
   <title>Deluge: meu novo software de torrent preferido!</title>
   <link href="https://rodsilva.com/deluge-meu-novo-software-de-torrent-preferido/"/>
   <updated>2008-11-12T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/deluge-meu-novo-software-de-torrent-preferido</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Há algum tempo venho procurando um bom cliente &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Bittorrent&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;BitTorrent&lt;/a&gt; para usar no Ubuntu. Utilizava o Azureus, que tinha bastante recursos e diversos plugins, mas ele é excessivamente complexo de configurar e muito pesado. Com o Ubuntu Hardy Heron, o &lt;a href=&quot;https://www.transmissionbt.com/&quot;&gt;Transmission&lt;/a&gt; foi trazido como o padrão, mas ele não vinha com opções de criptografia, necessárias na luta contra o “&lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Traffic_Shaping&quot;&gt;traffic shaping&lt;/a&gt;” da NET. Foi então, que nas “naveganças” pela Internet que encontrei o &lt;a href=&quot;https://deluge-torrent.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Deluge&lt;/a&gt; sendo bastante &lt;a href=&quot;https://vivapinkfloyd.blogspot.com/2008/06/top-10-best-gtk-applications-not.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;elogiado&lt;/a&gt;. Então resolvi testá-lo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Seguindo bastante a linha dos programas &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/GTK&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GTK&lt;/a&gt;, o Deluge tem a interface bastante “clean”, que torna o aprendizado fácil e uso agradável. Sua organização é tão boa que sem abrir nenhuma janela, apenas mudando de abas na parte inferior da tela, conseguimos ter todas as informações do download. Além disso, ele tem diversos plugins a disposição. Quem usa Linux com interface &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/Gnome&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Gnome&lt;/a&gt; (como o &lt;a href=&quot;https://www.ubuntu.com/&quot;&gt;Ubuntu&lt;/a&gt;), aconselho o teste.&lt;/p&gt;

</content>
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   <title>I GNUGRAF</title>
   <link href="https://rodsilva.com/i-gnugraf/"/>
   <updated>2008-07-29T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/i-gnugraf</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Vai acontecer no próximo dia 30/08, no Rio de Janeiro, o I GNUGRAF. O GNUGRAF é um evento que visa difundir o uso das ferramentas artísticas de software livre para profissionais e estudantes e entusiastas da área de propaganda, design, vídeo, animação, produção musical, fotografia e áreas afins. Vai ser um dia inteiro com palestras muito interessantes para quem quer aprender algo de novo e descobrir como é possível criar trabalho artístico de nível profissional sem ser preciso recorrer às caríssimas ferramentas pagas! Se este não é o seu perfil, mas conhece alguém que se interessaria, por favor encaminhe o e-mail para a pessoa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O site do evento para obter maiores informações, grade de palestras e inscrição é &lt;a href=&quot;https://www.gnugraf.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.gnugraf.org/&lt;/a&gt;. O local é de fácil acesso, no campus Presidente Vargas da Universidade Estácio de Sá, o que facilita muito para quem mora longe.&lt;/p&gt;
</content>
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   <title>SWFdec corrige problema do &quot;wmode&quot;</title>
   <link href="https://rodsilva.com/swfdec-corrige-problema-do-wmode/"/>
   <updated>2008-07-02T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/swfdec-corrige-problema-do-wmode</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Ótimas notícias para os usuários de Linux! No último dia 15 de junho, foi lançada a versão 0.7.2 do flash player livre SWFdec corrige um problema velho conhecido: a falta de suporte ao “windowless mode” (ou simplesmente, “wmode”). Este problema é o causador da falta de transparência nas animações redimensionáveis e da sobreposição de todo o conteúdo da página por elas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Infelizmente, esta ainda é uma versão de desenvolvimento e o &lt;a href=&quot;https://lists.freedesktop.org/archives/swfdec/2008-June/001678.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;comunicado de lançamento&lt;/a&gt; diz que o suporte “ainda não está perfeito que o poderá causar alguns problemas nos browsers baseados no Mozilla”. Quem quiser a versão estável terá que esperar até setembro, quando será lançada a versão 0.8.0.&lt;/p&gt;
</content>
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   <title>Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!</title>
   <link href="https://rodsilva.com/ajude-a-sustentar-a-wikipedia-e-outros-projetos-sem-colocar-a-mao-no-bolso-e-concorra-a-um-eee-pc/"/>
   <updated>2008-06-24T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/ajude-a-sustentar-a-wikipedia-e-outros-projetos-sem-colocar-a-mao-no-bolso-e-concorra-a-um-eee-pc</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O &lt;a href=&quot;https://br-linux.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;BR-Linux&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&quot;https://efetividade.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Efetividade&lt;/a&gt; lançaram uma &lt;a href=&quot;https://br-linux.org/2008/campanha-wikipedia/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;campanha&lt;/a&gt; para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e &lt;a href=&quot;https://br-linux.org/2008/campanha-wikipedia/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;participe&lt;/a&gt; – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!&lt;/p&gt;
</content>
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   <title>Desafio Firefox 3.0</title>
   <link href="https://rodsilva.com/desafio-firefox-30/"/>
   <updated>2008-06-17T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/desafio-firefox-30</id>
   <content type="html">&lt;p style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;
  Hoje estava conversando com um colega de trabalho meu e ele estava perguntando se eu estava preparado para baixar o Firefox 3.0 hoje. Respondi positivamente e perguntei o mesmo para ele. Sua reposta: &amp;#8220;Não! Eu não sou software livre nem nada disso!&amp;#8221;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;
  Isso me motivou a convidar todas as pessoas que pensam que o único motivo para as pessoas usarem o Firefox é por ele ser software livre para um desafio:
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;
  &lt;strong&gt;UTILIZE O FIREFOX COMO SEU BROWSER PADRÃO POR 1 SEMANA&lt;/strong&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;
  Se não achar ele melhor que o Internet Explorer, &amp;#8230; bem&amp;#8230; Isso não vai acontecer mesmo! :)
&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align:left;&quot;&gt;
  &amp;#8220;Sim, mas &lt;strong&gt;para que&lt;/strong&gt; vou querer usar isso?&amp;#8221; Reposta:
&lt;/p&gt;

&lt;ol&gt;
  &lt;li&gt;Você terá mais produtividade;&lt;/li&gt;
  &lt;li&gt;Você está promovendo os padrões abertos da W3C (como profissionais de informática, deveríamos defender os padrões abertos para termos menos trabalho, pois é muito trabalhoso trabalhar com coisas sem padrão ou com padrões desconhecidos);&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;

&lt;p&gt;Viram que eu nenhuma das respostas é ligada à software livre; apenas à qualidade (seguir padrões é ter qualidade)!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para quem aceitar o desafio, me disponho a dar dicas de extensões boas e aconselho desde já o uso da navegação por abas (abram em outra aba os links que abririam em outra janela a partir do botão do scroll do mouse).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Clique &lt;a href=&quot;https://www.mozilla.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; para ir à página de download.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Abraço!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;PS: Sei que esse negócio de “desafio” é &lt;em&gt;escroto&lt;/em&gt;, mas foi a melhor forma que encontrei para incentivar as pessoas a conhecer uma ferramenta super bem-feita e sair da mesmice!&lt;/p&gt;
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   <title>Testes de fim de semana &#8211; parte 2: AWN</title>
   <link href="https://rodsilva.com/testes-de-fim-de-semana-parte-2-awn/"/>
   <updated>2008-05-06T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/testes-de-fim-de-semana-parte-2-awn</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;O segundo aplicativo (o primeiro foi o &lt;a href=&quot;/testes-de-fim-de-semana-parte-1-gnomedo/&quot;&gt;GnomeDo&lt;/a&gt;) que testei este fim de semana foi a barra “dock-like” (parecida com a do MacOS X) &lt;a href=&quot;https://wiki.awn-project.org/&quot;&gt;Avant Window Navigator&lt;/a&gt; (AWN). Sua instalação, como a do GnomeDo, também é simplificada, pois também encontra-se no repositório do Ubuntu. Eu, no entanto, segui &lt;a href=&quot;https://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20080506.php&quot;&gt;este tutorial&lt;/a&gt; para utilizar a ultima versão disponível no repositório do projeto, incluindo diversos applets extras, deixando a experiência mais rica. Eu recomendo a segunda, pela quantidade de applets dsponíveis. Em qualquer uma das duas formas, após a instalação, o aplicativo ficará disponível no menu “Aplicações -&amp;gt; Acessórios”. Basta clicar nele para ativar.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com um pouco de uso, percebe-se que se trata de um aplicativo bem flexível, possibilitando substituir em uma única barra o menu de aplicações, a barra de janelas abertas, barra de atalhos e diversos applets para o painel do Gnome, como os de pontos de montagem, Tomboy e recursos do sistema. São tantas opções de applets para o AWN, que fica é fácil montar a barra da forma que se deseja, trazendo mais agilidade ao dia-a-dia. Gostei muito do “AWN Main Menu”, que é basicamente o menu de aplicações do Gnome, mas mais fácil de localizar as coisas. Além disso, existem applets de aplicações web, como o &lt;a href=&quot;https://www.rememberthemilk.com/&quot;&gt;Remember the Milk&lt;/a&gt; (ótimo substituto para o Tomboy), e pode-se adicionar atalhos de aplicações.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas o ponto principal da aplicação é seu bonito visual, que chama bastante atenção. Ele suporta vários efeitos pré-configurados, possibilitando ainda composição de efeitos para cada tipo de evento de forma personalizada. Outro ponto positivo é seu suporte a temas, para deixá-lo ainda mais com a “cara” que se deseja.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align:center;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://rcarvalho.files.wordpress.com/2008/05/awn.png&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-medium wp-image-10&quot; src=&quot;https://rcarvalho.files.wordpress.com/2008/05/awn.png?w=300&quot; alt=&quot;AWN com diversos applets e mostrando, no final (antes do link de logoff), as aplicações abertas&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;187&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apesar de tudo isso, não sei se conseguirei me acostumar com ele. O problema é que quando a barra se redimensiona, pela abertura ou fechamento de uma aplicação, temos que esperar a animação acabar para clicar em outra coisa, sob o risco de clicar em algo indesejado acidentalmente. Na minha opinião o efeito animado deveria ser mais rápido, ou melhor, isso deveria ser configurável (já fiz esta proposta aos desenvolvedores). Outro problema é a instabilidade de alguns applets. De qualquer forma, quem quiser chamar a atenção dos amigos e familiares para o Linux, irá adorar!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Espero que tenha gostado dos artigos e peço por feedback, se possível, pois estes são os primeiros artigos que escrevo num blog. Eles foram escritos de forma um pouco corrida, mas espero ter mais tempo para os próximos. Abraço!&lt;/p&gt;

</content>
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   <title>Testes de fim de semana &#8211; parte 1: GnomeDo</title>
   <link href="https://rodsilva.com/testes-de-fim-de-semana-parte-1-gnomedo/"/>
   <updated>2008-05-06T00:00:00+00:00</updated>
   <id>https://rodsilva.com/testes-de-fim-de-semana-parte-1-gnomedo</id>
   <content type="html">&lt;p&gt;Os dias úteis são sempre complicados para tirarmos um tempinho para diversão, como testar “programinhas” no computador. Este fim de semana testei dois programas (para Linux, claro) que estou com vontade de testar à muito tempo e abaixo falarei sobre o primeiro deles: o &lt;a href=&quot;https://wiki.ubuntu.com/GnomeDo&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GnomeDo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tenho muito ouvido falar da ferramenta GnomeDo, que promete agilizar qualquer tarefa que quisermos realizar ao computador. A instalação no Ubuntu Hardy é muito fácil, já que ele está no repositório, mas o repositório tem poucos plugins e não cheguei a instalar nenhuma outro manualmente, apesar do processo parecer simples.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Instalado, vamos utilizá-lo e, para tal, é preciso deixá-lo rodando em “background” com o comando:&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
  &lt;pre&gt;gnome-do --quiet&lt;/pre&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Desta forma, basta utilizar o atalho “super + espaço” (onde super é o botão Windows do teclado) que a tela do GnomeDo aparecerá. Ao começar a digitar, ele vai tentando adivinhar progressivamente a tarefa que se deseja realizar. É realmente muito fácil de se usar e traz uma praticidade muito grande! Quer ouvir música? Para que utilizar o mouse e procurar o reprodutor no menu “Sons”? “Super + espaço” seguido de “música” já resolve o problema! Claro que para ser mais prático, o ideal é adicioná-lo aos programa que iniciam junto com a sessão, para ele já ficar disponível após o boot.&lt;/p&gt;

&lt;p style=&quot;text-align:center;&quot;&gt;
  &lt;a href=&quot;https://rcarvalho.files.wordpress.com/2008/05/gnomedo.png&quot;&gt;&lt;img class=&quot;size-medium wp-image-9&quot; src=&quot;https://rcarvalho.files.wordpress.com/2008/05/gnomedo.png?w=300&quot; alt=&quot;GnomeDo em ação (prestes a buscar no Wikipedia pela minha banda favorita!)&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;187&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ok, nem tudo são flores. Um problema que encontrei é que nem sempre o que se deseja fazer está escrito da forma como desejamos. Por exemplo, se desejar encontrar um arquivo através do Tracker (software de busca “full-text” rápida e indexação de arquivos, equivalente ao Google Desktop ou ao Beagle), o mais lógico seria escrever “encontrar”, “buscar” ou até “search”, mas nada disso funciona. Para abrir a janela do tracker deve-se escrever “tracker” ou “pesquisa” e colocar a seta para baixo para selecioná-lo, pois a opção que aparece da primeira vez é a ferramenta de configuração. Pelo menos ele é inteligente e da próxima vez que se digita “pesquisa”, ele já o coloca como primeira opção.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Resumo, o GnomeDo é muito útil e agiliza muito as tarefas do dia-a-dia. Gostei muito do atalho “super + espaço” e da sua forma de uso. Mas uma sugestão que darei ao desenvolvedor é possibilitar o uso de lista de sinônimos e não apenas a busca pelo nome que os programa estão escrito no menu.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;/testes-de-fim-de-semana-parte-2-awn/&quot;&gt;parte 2&lt;/a&gt; já está escrita e já pode ser lida; fala sobre o AWN. Abraço!&lt;/p&gt;

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