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	<title>Universo da Psicologia</title>
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	<description>Psicologia científica aplicada para mudar sua vida</description>
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		<title>Universo da Psicologia</title>
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		<title>O &#8220;mistério da irracionalidade&#8221;: quando a razão não está na razão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 17:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um caso de transtorno de acumulação &#8220;Melanie, uma musicista de meia-idade e consultora contábil autônoma, morava em uma casa cujas salas comuns estavam cheias de caixas com os pertences de sua mãe. Ainda assim, Melanie [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um caso de transtorno de acumulação</p>
<p>&#8220;Melanie, uma musicista de meia-idade e consultora contábil autônoma, morava em uma casa cujas salas comuns estavam cheias de caixas com os pertences de sua mãe. Ainda assim, Melanie reconheceu a irracionalidade de sua própria relação com bens materiais:</p>
<blockquote><p>&#8216;Minha coleção de cavalos de brinquedo da época em que eu era pequena?Não é grande, mas está numa caixa no sótão. Que não pode sair. Toda vez que abro aquela caixa pensando &#8220;Posso dar isso para alguma criança&#8221;, percebo que não consigo. Então eu entendo de onde minha mãe tirava essas coisas.&#8217;</p></blockquote>
<h3>Como explicar a psicologia humana quando falta a razão?</h3>
<p>Nas belas palavras de Sasha Newell:</p>
<p>&#8220;a ilusão de um domínio racional sobre meras coisas se desintegra sob o peso da matéria, e os humanos são forçados a admitir que são eles que estão sujeitos à agência dos bens que os possuem.</p>
<p>De fato, <strong>meus entrevistados frequentemente expressaram frustração e constrangimento por sua incapacidade de articular por que eram compelidos a guardar muitas das coisas que guardavam, indicando uma gama afetiva de atividade mental isolada de sua autorrepresentação racionalista.</strong>&#8221;</p>
<p>Uma razão pela qual tantas vezes não entendemos a razão para o que as pessoas fazem é justamente a busca pela razão <i>das </i>pessoas. A pessoa que age pode não saber porque age. E mesmo quando &#8220;a razão&#8221; aparece em seu discurso, pode ser uma explicação equivocada.</p>
<p><strong>A razão pode não estar na razão, mas no afeto</strong>. Pode não ser uma questão de saber, mas de sentir.</p>
<p>Desse modo, a razão/causas/explicação do fenômeno psicológico deve considerar o que a própria razão do indivíduo desconhece.</p>
<p>Esse <em>misteriosismo</em> ao se pensar em psicologia humana é muito frequente. Parece que somos muito resistentes à aceitar nossa irracionalidade.</p>
<p>Outro lugar comum é a questão: &#8220;por que psicopatas são assim?&#8221; Mais uma vez, busca-se razão quando a melhor explicação está no afeto (na falta dele).</p>
<hr />
<p>Sasha Newell (2018). The Affectiveness of Symbols: Materiality, Magicality, and the Limits of the Antisemiotic Turn</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Efeito placebo: preciso acreditar para funcionar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jan 2025 20:53:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vídeo anterior: Como funciona o efeito placebo? Como a mente afeta o corpo? Livro &#8211; O erro de Descartes: https://amzn.to/3qIF6JM Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"></span></p>
<p>Vídeo anterior: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=O_EmVGzz9Vg">Como funciona o efeito placebo? Como a mente afeta o corpo?</a></p>
<p>Livro &#8211; O erro de Descartes: <a href="https://amzn.to/3qIF6JM">https://amzn.to/3qIF6JM</a></p>
<hr />
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>Quem sou eu</strong>: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. <a href="https://universodapsicologia.com/sobre/">Saiba mais aqui.</a></span></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://universodapsicologia.com/email/">Receba minhas publicações no seu email</a></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f3.png" alt="📳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <b>Se quiser me acompanhar no </b><a href="https://universodapsicologia.com/instagram">Instagram</a>, chega mais!</p>
<hr />
<p><iframe title="Preciso acreditar para o efeito placebo funcionar?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/4KdiK8jEKaI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Como funciona o efeito placebo? Como a mente afeta o corpo?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-funciona-o-efeito-placebo-como-a-mente-afeta-o-corpo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 20:46:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Efeito placebo é real? Funciona? Cura doenças realmente? Pra que serve o placebo? Como a Psicologia explica isso? Nesse episódio eu explico como o efeito placebo funciona, focando na seguinte questão: como a mente afeta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"></span></p>
<p>Efeito placebo é real? Funciona? Cura doenças realmente? Pra que serve o placebo? Como a Psicologia explica isso?</p>
<p>Nesse episódio eu explico como o efeito placebo funciona, focando na seguinte questão: como a mente afeta o corpo?</p>
<p>Recomendo que você assista também:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LdaAAkZZ6Zg"> O erro de Descartes sobre a mente</a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6d_01rjClSQ">Como explicar o comportamento?</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>Quem sou eu</strong>: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. <a href="https://universodapsicologia.com/sobre/">Saiba mais aqui.</a></span></p>
<p>*</p>
<p class="LC20lb MBeuO DKV0Md"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4ec.png" alt="📬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><a href="https://universodapsicologia.com/email/">Receba minhas publicações no seu email</a></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f3.png" alt="📳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <b>Se quiser me acompanhar no </b><a href="https://universodapsicologia.com/instagram">Instagram</a>, chega mais!</p>
<hr />
<p><iframe title="Como funciona o efeito placebo? Como a mente afeta o corpo?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/O_EmVGzz9Vg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Relação mente-cérebro: Os 5 princípios de Kandel</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/relacao-mente-cerebro-os-5-principios-de-kandel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 16:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eric Kandel é um neurocientista muito influente. Ele foi vencedor campeão de um prêmio Nobel por suas pesquisas sobre a base fisiológica do armazenamento da memória. Além disso, é autor do mais famoso (e mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-1133 alignleft" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/logo_cerebro_universo-250X150.png" alt="" width="250" height="150" /></p>
<p>Eric Kandel é um neurocientista muito influente. Ele foi <del>vencedor</del> campeão de um prêmio Nobel por suas pesquisas sobre a base fisiológica do armazenamento da memória. Além disso, é autor do mais famoso (e mais pesado) livro introdutório sobre neurociências.</p>
<p>Estava eu pesquisando para o trabalho de conclusão de curso da especialização em neurociências quando me deparei, meio por acaso, com um artigo bem interessante dele. Vejamos:</p>
<p><span style="color: #808080;">(todos os negritos, itálicos e links são inserções minhas para melhorar sua experiência)</span></p>
<h2>Os 5 princípios de Kandel sobre a relaçãa mente-cérebro</h2>
<blockquote><p>&#8220;Esta estrutura pode ser resumida em <strong>cinco princípios que constituem</strong>, de forma simplificada, <strong>o pensamento atual dos biólogos sobre a relação da mente com o cérebro</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Apesar de ser um artigo de 98, ainda tá beeem a frente do conhecimento médio que temos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Princípio 1. <strong>Todos os processos mentais, mesmo os processos psicológicos mais complexos, derivam de operações do cérebro</strong>. O princípio central deste ponto de vista é que aquilo a que vulgarmente chamamos <em>mente é um conjunto de funções executadas pelo cérebro</em>. As ações do cérebro estão subjacentes não só a comportamentos motores relativamente simples, como andar e comer, mas também a todas as acções cognitivas complexas, conscientes e inconscientes, que associamos ao comportamento especificamente humano, como pensar, falar e criar obras de literatura, música e arte. Como corolário, <a href="https://universodapsicologia.com/transtornos-mentais-sao-transtornos-cerebrais-mas-nao-so/">as perturbações comportamentais que caracterizam a doença psiquiátrica são distúrbios da função cerebral, mesmo nos casos em que as causas dos distúrbios são claramente de origem ambiental</a>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Me sinto bem papagaio falando disso sempre, mas é uma questão tão fundamental que precisa ser repetida. Se é novidade para você, comece pelo <em>erro de Descartes</em>.</p>
<p><iframe title="O erro de Descartes que te atrapalha a entender Psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/LdaAAkZZ6Zg?start=2&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>&#8220;Princípio 2. Os genes e os seus produtos proteicos são determinantes importantes do padrão de interconexões entre os neurónios no cérebro e dos pormenores do seu funcionamento. Os genes, e especificamente as combinações de <strong>genes, exercem assim um controle significativo sobre o comportamento</strong>. Como corolário, um componente que contribui para o desenvolvimento das principais doenças mentais é genético.&#8221;</p></blockquote>
<p>Não é atoa que existe um campo de pesquisa chamado <em>genética comportamental</em>. Se você é mais da parte &#8220;humanas&#8221; da Psicologia, isso já pode te fazer virar os olhos. Mas calma, o próximo princípio já explica melhor isso.</p>
<p>&#8220;Princípio 3. <strong>Os genes alterados não explicam, por si só, toda a variância de uma determinada doença mental grave</strong>. <span style="color: #000000;"><strong>Os fatores sociais ou de desenvolvimento também contribuem de forma muito importante</strong>.</span> Tal como as combinações de genes contribuem para o comportamento, incluindo o comportamento social, também <span style="color: #008000;"><strong>o comportamento e os fatores sociais podem exercer ações sobre o cérebro, retroalimentando-o para modificar a expressão dos genes e a função das células nervosas</strong></span>. A aprendizagem, incluindo a aprendizagem que resulta em comportamento disfuncional, produz alterações na expressão dos genes. Assim, toda a “educação” (<em>nurture</em>) é expressa em última instância como “natureza” (<em>nature</em>).&#8221;</p>
<p>Essa é <strong>uma solução para a eterna questão nature x nurture, cultura x biologia, inato x aprendido</strong>&#8230;A real é que caímos nessa falsa dicotomia sem perceber. Por isso uma galera revira os olhos quando se fala de aspectos biológicos em psicologia &#8211; a tendência média é <em>acreditar</em> que falar de biologia é descartar sociedade e cultura, ser determinista e outras coisas piores. Mas não é assim.</p>
<p>&#8220;Princípio 4. <strong>As alterações na expressão gênica induzidas pela aprendizagem dão origem a alterações nos padrões das ligações neuronais</strong>. Estas alterações não só contribuem para a base biológica da individualidade, mas presumivelmente são responsáveis por iniciar e manter anormalidades de comportamento que são induzidas por contingências sociais.&#8221;</p>
<p>Aí, <strong>em aprendizagem, está incluída a psicoterapia</strong>. Veja mais abaixo.</p>
<p>&#8220;Princípio 5. <strong>Na medida em que a psicoterapia ou o aconselhamento são eficazes e produzem mudanças de longo prazo no comportamento, presumivelmente fazem-no através da aprendizagem, produzindo mudanças na expressão genética que alteram a força das conexões sinápticas e mudanças estruturais que alteram o padrão anatômico das interconexões entre as células nervosas do cérebro</strong>. À medida que a resolução da imagem do cérebro aumenta, deverá eventualmente permitir uma avaliação quantitativa do resultado da psicoterapia.&#8221;</p>
<p>E é por isso que eu caí nesse artigo. Meu tema de pesquisa na especialização é (por enquanto) algo como <em>Efeitos da psicoterapia na neuroplasticiade em casos de ansiedade</em>. Infelizmente ainda é estranho para muita gente, mas <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicoterapia-e-um-tratamento-biologico-uma-terapia-cerebral-eric-kandel/">psicoterapia é um tratamento biológico</a>, como o mesmo Kandel já disse.</p>
<p>Eu poderia parar por aqui. Porém, existe a tendência comum de achar que falar de <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-precisa-da-biologia/">biologia em psicologia</a> é ser biologicista, reducionista etc. Por isso, acho válido deixar como bônus outro trecho, um pouco adiante:</p>
<p><strong>&#8220;Todas as Funções da Mente Reflectem as Funções do Cérebro</strong></p>
<p>Este princípio é tão central no pensamento tradicional da biologia e da medicina (e tem sido assim desde há um século) que <span style="text-decoration: underline;">é quase um truísmo e dificilmente precisa de ser reafirmado</span>. Este princípio é o pressuposto básico subjacente à ciência neurológica, um pressuposto para o qual existe um enorme apoio científico. Lesões específicas do cérebro produzem alterações específicas no comportamento, e alterações específicas no comportamento reflectem-se em alterações funcionais caraterísticas no cérebro.</p>
<p><strong>Visto desta forma, toda a sociologia deve, até certo ponto, ser sociobiologia; os processos sociais devem, a um certo nível, refletir funções biológicas</strong>. Apresso-me a acrescentar que <span style="color: #800000;"><strong>a formulação de uma relação entre processos sociais (ou mesmo processos psicológicos) e funções biológicas pode não se revelar necessariamente muito perspicaz na elucidação da dinâmica social</strong></span>. <strong>Para muitos aspectos do comportamento grupal ou individual, uma análise biológica pode não ser o nível ideal ou mesmo um nível informativo de análise, tal como a resolução subatómica não é frequentemente o nível ideal para a análise de problemas biológicos</strong>.&#8221;</p>
<p>Esse é um contraponto obrigatório <a href="https://universodapsicologia.com/neurociencia-precisa-de-comportamento/">para não cairmos no <em>neurorreducionismo</em></a>. <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-cientifica-e-reducionista/">A Psicologia científica não é reducionista</a> (do ponto de vista negativo) <a href="https://universodapsicologia.com/neurocientistas-substituirao-psicologos-como-quimicos-fizeram-com-alquimistas-neil-degrasse-tyson/">nem será reduzida à neurociência</a>.</p>
<p>Inclusive, <span style="color: #800000;"><strong>para muitos propósitos, a neurociência não ajuda em nada</strong></span>. Não é que ela seja inútil. Ela é fundamental e necessária para muita coisa. É que simplesmente a complexidade da realidade não admite ser explicada em um único nível de análise (biológico, psicológico, social&#8230;) ou por uma única disciplina. Em muitos casos, precisamos de outras disciplinas e olhar para outros níveis de análise que não o biológico. <a href="https://universodapsicologia.com/o-elefante-e-a-indisciplinaridade/">Lembre-se do elefante</a>.</p>
<p>Um útlimo recurso do qual vou dispor, para dissipar toda antipatia com a biologia, é o Kandel em carne, osso e neurônios.</p>
<p><iframe title="Em busca da memória - Eric Kandel (legendado)" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/iYKQQ0lc470?start=8&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Olha como o veinho é simpático. Você acha que ele faria algum mal? (Claro que não!)</p>
<hr />
<p>Referencias:</p>
<p>Kandel, E. R. (1998). A new intellectual framework for psychiatry. <i>American journal of psychiatry</i>, <i>155</i>(4), 457-469.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/relacao-mente-cerebro-os-5-principios-de-kandel/">Relação mente-cérebro: Os 5 princípios de Kandel</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
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		<title>O erro de Descartes que te atrapalha a entender Psicologia</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-erro-de-descartes-que-te-atrapalha-a-entender-psicologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 20:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Livro &#8211; O erro de Descartes: https://amzn.to/3qIF6JM Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais aqui. &#x2705; Receba minhas publicações no seu email &#x1f4f3; Se quiser me [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-erro-de-descartes-que-te-atrapalha-a-entender-psicologia/">O erro de Descartes que te atrapalha a entender Psicologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"></span></p>
<p>Livro &#8211; O erro de Descartes: <a href="https://amzn.to/3qIF6JM">https://amzn.to/3qIF6JM</a></p>
<hr />
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>Quem sou eu</strong>: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. <a href="https://universodapsicologia.com/sobre/">Saiba mais aqui.</a></span></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://universodapsicologia.com/email/">Receba minhas publicações no seu email</a></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f3.png" alt="📳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <b>Se quiser me acompanhar no </b><a href="https://universodapsicologia.com/instagram">Instagram</a>, chega mais!</p>
<hr />
<p><iframe title="O erro de Descartes que te atrapalha a entender Psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/LdaAAkZZ6Zg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Brio! e mindset de crescimento (? (Sim!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 20:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f48e; Descubra como usar as técnicas de estudo certas para aprender da forma mais eficiente possível: https://universodapsicologia.com/haa Tio Clóvis de Barros Filho tem um belo vídeo meme sobre brio e estudos. Nesse vídeo eu falo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/brio-e-mindset-de-crescimento-sim/">Brio! e mindset de crescimento (? (Sim!)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"></span></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Descubra como usar as técnicas de estudo certas para aprender da forma mais eficiente possível: <a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
<p>Tio Clóvis de Barros Filho tem um belo vídeo meme sobre brio e estudos. Nesse vídeo eu falo sobre isso, sobre mindset (sim) fixo, mindset de crescimento e como essas coisas influenciam sua aprendizagem.</p>
<p>Veja também: <a href="https://universodapsicologia.com/mindset-e-cientifico-a-maioria-das-pessoas-esta-errada-sobre-ele/">Mindset é científico? A maioria das pessoas está errada sobre ele</a></p>
<hr />
<p><iframe title="Brio! e mindset de crescimento" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/XR7nJoQgRag?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/brio-e-mindset-de-crescimento-sim/">Brio! e mindset de crescimento (? (Sim!)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Você tem as ideias ou as ideias tem você?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/voce-tem-as-ideias-ou-as-ideias-tem-voce/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 20:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principais temas mencionados no episódio: &#8211; Pessoas como &#8220;vetores de crenças&#8221; &#8211; Antropologia estrutural de Lévi-Strauss &#8211; O gene egoísta &#8211; Genética comportamental &#8211; Memes e memética &#8211; Como isso contribui para a Psicologia Aplicada [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/voce-tem-as-ideias-ou-as-ideias-tem-voce/">Você tem as ideias ou as ideias tem você?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"></span></p>
<p>Principais temas mencionados no episódio:<br />
&#8211; Pessoas como &#8220;vetores de crenças&#8221;<br />
&#8211; Antropologia estrutural de Lévi-Strauss<br />
&#8211; O gene egoísta<br />
&#8211; Genética comportamental<br />
&#8211; Memes e memética<br />
&#8211; Como isso contribui para a Psicologia Aplicada<br />
&#8211; Como identificar e modificar de crenças criadas em você</p>
<hr />
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f0.png" alt="📰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Blog</strong>: <a href="https://universodapsicologia.com/">https://universodapsicologia.com</a></p>
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</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/voce-tem-as-ideias-ou-as-ideias-tem-voce/">Você tem as ideias ou as ideias tem você?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Saber&#8221; seu estilo de aprendizagem pode te fazer aprender MENOS!</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/saber-seu-estilo-de-aprendizagem-pode-te-fazer-aprender-menos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra os princípios científicos da aprendizagem e as melhores técnicas de estudo lá no curso: https://universodapsicologia.com/haa ________________________________________ Vídeos relacionados: O maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem: https://www.youtube.com/watch?v=uNAPM5_SgSY Estilos de aprendizagem x Preferências de aprendizagem: https://www.youtube.com/watch?v=TUfeUS4wnbc [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/saber-seu-estilo-de-aprendizagem-pode-te-fazer-aprender-menos/">&#8220;Saber&#8221; seu estilo de aprendizagem pode te fazer aprender MENOS!</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2>Descubra os princípios científicos da aprendizagem e as melhores técnicas de estudo lá no curso:<br />
<a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a></h2>
<p>________________________________________</p>
<p>Vídeos relacionados:<br />
O maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=uNAPM5_SgSY">https://www.youtube.com/watch?v=uNAPM5_SgSY</a></p>
<p>Estilos de aprendizagem x Preferências de aprendizagem:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=TUfeUS4wnbc">https://www.youtube.com/watch?v=TUfeUS4wnbc</a></p>
<p>Por que professores ensinam mitos sobre aprendizagem?<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=E9tzbI4C0Dc">https://www.youtube.com/watch?v=E9tzbI4C0Dc</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/saber-seu-estilo-de-aprendizagem-pode-te-fazer-aprender-menos/">&#8220;Saber&#8221; seu estilo de aprendizagem pode te fazer aprender MENOS!</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Psicotecnologia (é muito legal, mas não tem nada a ver com celular e fritadeira elétrica)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/psicotecnologia-e-muito-legal-mas-nao-tem-nada-a-ver-com-celular-e-fritadeira-eletrica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 14:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Prática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar de Psicotecnologia? Se você ler na Wikipedia brasileira, vai ler que Psicotecnologia (ou Tecnopsicologia) refere-se a estudos realizados pela psicologia acerca dos efeitos da tecnologia na mente humana. Eu estudo isso [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/psicotecnologia-e-muito-legal-mas-nao-tem-nada-a-ver-com-celular-e-fritadeira-eletrica/">Psicotecnologia (é muito legal, mas não tem nada a ver com celular e fritadeira elétrica)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar de <strong><em>Psicotecnologia</em></strong>? Se você ler na Wikipedia brasileira, vai ler que Psicotecnologia (ou Tecnopsicologia) refere-se a estudos realizados pela psicologia acerca dos efeitos da tecnologia na mente humana.</p>
<p>Eu estudo isso aí (o tema central do meu mestrado e doutado foi/é dependência digital), mas chamamos isso de <em>Cyberpsicologia</em>, não de Psicotecnologia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2624" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/surf-cerebro-inteligente-meme.jpg" alt="" width="618" height="494" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/surf-cerebro-inteligente-meme.jpg 618w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/surf-cerebro-inteligente-meme-300x240.jpg 300w" sizes="(max-width: 618px) 100vw, 618px" /></p>
<h3>O que é <em>Psicotecnologia</em> então?</h3>
<p>Claro, nomes são nomes. Pessoas diferentes usam o mesmo termo para coisas diferentes. <strong>No nosso caso aqui, é bom tentar esquecer tecnologia como costumamos pensar nela</strong> (celulares, computadores, carros elétricos, óculos de realidade virtual, robozinho aspirador etc).</p>
<p>Vou falar a partir do livro <a href="https://amzn.to/3BEf7e2"><em>Filosofía de la Psicología</em></a>, do Mário Bunge. Mais especificamente, do capítulo intitulado <em>Psicotecnología</em>.</p>
<p>(destaques meus)</p>
<blockquote><p>&#8220;Quase todas as disciplinas científicas separaram as suas funções puras das suas funções aplicadas. É o caso da física e da engenharia, da biologia e da medicina, etc. Na psicologia, é comum que a mesma pessoa seja simultaneamente investigadora e profissional, como alguém que é simultaneamente físico e engenheiro.&#8221;</p></blockquote>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Quando pensam em psicologia, em geral as pessoas pensam em psicoterapia</strong> </span>&#8211; que é apenas <em>um</em> dos ramos de apenas <em>uma</em> das formas de psicologia: a psicologia aplicada.</p>
<p>Também <strong>é comum que os psicólogos clínicos tomem uma abordagem <span style="text-decoration: underline;">clínica</span> como se fosse toda a ciência psicológica. </strong>Por exemplo, acreditando que Terapia Cognitiva é Psicologia Cognitiva.</p>
<p>Explico isso aqui:</p>
<p><iframe title="Psicologia NÃO é Psicoterapia! (E você precisa saber a diferença)" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/BxX1QhYt2GU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>&#8220;No início do século, Titchener, discípulo de Wundt, insistia em separar a psicologia, que era uma ciência básica de laboratório, da psicotecnologia, que era a aplicação dos conhecimentos assim adquiridos à educação, à prática clínica, à sociedade, à justiça, à indústria, etc.&#8221;</p></blockquote>
<p>Se por um lado é necessário saber que existe diferença entre as duas formas de psicologia (ciência básica e psicologia aplicada), por outro <strong>é muito benéfico conhecer as duas e integrá-las</strong>.</p>
<blockquote><p>&#8220;Com o tempo, muitos psicólogos rejeitaram a posição de Titchener e insistiram em exercer a sua atividade como cientistas e profissionais. Até os modelos de formação de psicólogos adotaram esta posição. A <em>American Psychological Association</em> estipulou que <strong>a formação deve incluir tanto a experiência científica como a experiência profissional</strong>, de modo que um doutor (Ph.D.) de um programa acreditado terá sido formado tanto numa como noutra.&#8221;</p></blockquote>
<p>(Uma curiosidade necessária aqui: <strong>nos Estados Unidos, é preciso de um doutorado para ser psicólogo clínico</strong>. Pode ser um modo específico [o PsyD em vez do PhD], mas é diferente do Brasil, onde se pode atender em psicologica clínica tendo só a graduação em psicologia.)</p>
<p>O estranho é que <strong>a importância da ciência básica para a prática profissional não parece tão clara na nossa formação</strong>. Aprender sobre pesquisa científica não te ajuda só a seguir uma carreira acadêmica, mas também a fazer uma psicologia aplicada melhor.</p>
<blockquote><p>&#8220;Assim, um doutor em psicologia clínica, para além de conhecimentos de fisiologia, psicologia experimental, métodos de investigação, perceção, aprendizagem e psicologia social, deverá também ter conhecimentos de <span style="color: #800000;">matemática </span>e informática, bem como formação em métodos diagnósticos e terapêuticos e um estágio de um ano. <strong>Isto era o que se exigia para que um psicólogo fosse simultaneamente um cientista e um clínico</strong>, e para que a psicologia fosse simultaneamente uma investigação e uma prática.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Aí o bicho pega</strong>. Um dos motivos é que psicólogos se colocam (por que são colocados) em caixinhas, do tipo: &#8220;Eu sou de humanas!&#8221; O &#8220;problema&#8221; (um problema muito legal, na minha visão) é que <a href="https://www.instagram.com/p/CbF57rLL2_B/?img_index=1">a Psicologia é uma <em>Hub Science</em></a>, uma ciência de conexões, que pega biologia, humanidades, <a href="https://universodapsicologia.com/voce-sabia-que-existe-psicologia-matematica-provavelmente-nao/">matemática</a>/estatística e etc. Quando não entendemos que a Psicologia está em vários campos do conhecimento, ficamos como <a href="https://universodapsicologia.com/o-elefante-e-a-indisciplinaridade/">os cegos tateando o elefante</a>.</p>
<p><iframe title="A Psicologia é de humanas, biológicas, exatas ou saúde?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/oC4YjvmZH1g?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/CppwaF0sVlX/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
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</div>
</div>
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</div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/CppwaF0sVlX/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Tiago Azevedo (@universodapsicologia.com.br)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>(Ok, esse último foi só pra brincar de assustar um pouco. 99.9% dos psicólogos nunca precisará ler isso na vida.)</p>
<p>Por fim, um trecho de um livro meu, o <a href="https://universodapsicologia.com/pg-de-vendas-psicologia-pratica-geovane/">Psicologia Prática</a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;A ciência básica é maravilhosa. É incrível poder entender o mundo só pelo prazer de entender. Mas também precisamos de ciência aplicada, de tecnologia. E é isso que temos aqui: tecnologia psicológica/comportamental. Eu sei que te parece estranho associar tecnologia com psicologia, mas tecnologia não é só computador, celular, fritadeira elétrica e carro voador. <strong>Tecnologia é um conjunto de métodos, processos, instrumentos e técnicas para resolver problemas e realizar objetivos</strong>.</p>
<p>Para Aristóteles, a palavra <em>techné</em> (de onde vêm a palavra tecnologia) também significa saber o porquê das coisas, as regras que nos permitem produzir resultados. Segundo ele, quem sabe as regras é superior à quem só aplica as técnicas. Por isso, além das técnicas em si, você entenderá porque elas funcionam, os princípios por trás do que você vai fazer.&#8221;</p></blockquote>
<h3>Faz sentido pra você agora o termo <em>Psicotecnologia</em>?</h3>
<p>Ps.: fritadeira elétrica teve um grande impacto psicológico positivo na minha vida.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/psicotecnologia-e-muito-legal-mas-nao-tem-nada-a-ver-com-celular-e-fritadeira-eletrica/">Psicotecnologia (é muito legal, mas não tem nada a ver com celular e fritadeira elétrica)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Você precisa se livrar da raiva?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 19:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre &#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com &#x2705; Receba todas as novidades do Universo da Psicologia → Por Email → Por Telegram &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"></span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>Quem sou eu</strong>: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://universodapsicologia.com/sobre/" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/sobre</a></span></p>
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<hr />
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		<title>Você não precisa ser a(o) melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 19:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre &#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com &#x2705; Receba todas as novidades do Universo da Psicologia → Por Email → Por Telegram &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"></span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>Quem sou eu</strong>: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://universodapsicologia.com/sobre/" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/sobre</a></span></p>
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		<title>&#8220;Minha psicologia paradoxal&#8221;, por uma das maiores lendas da Psicologia</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/minha-psicologia-paradoxal-por-uma-das-maiores-lendas-da-psicologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2024 14:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma sensação maravilhosa quando encontro alguém muito foda falando algo que eu falo praticamente sozinho (parecendo aqueles caras com cartaz de fim do mundo na rua em filmes americanos). Claro que eles que são [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É uma sensação maravilhosa quando encontro alguém muito foda falando algo que eu falo praticamente sozinho (parecendo aqueles caras com cartaz de fim do mundo na rua em filmes americanos).</p>
<p>Claro que eles que são os gênios, não eu. Meu caso pode ser simplesmente <em>amnésia da fonte</em>: eu li um monte de coisa por aí, esqueci onde, e agora saio falando como se fosse eu pensando (o que é, mas com base no que outras pessoas pensaram).</p>
<p>De toda forma, <strong>o discurso tem um poder muito maior quando é Paul Meehl, um dos maiores gênios da Psicologia <a href="https://meehl.umn.edu/sites/meehl.umn.edu/files/files/099caseconferences.pdf">falando</a>, não eu</strong>.</p>
<blockquote><p>&#8220;HÁ MUITOS ANOS que estou habituado ao fato social de colegas e alunos considerarem paradoxais (alguns usariam talvez a palavra mais forte, contraditórias) algumas das minhas crenças e atitudes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lisonjeio-me com o fato de esta paradoxalidade surgir principalmente porque os meus pontos de vista (tal como o mundo) são complexos e não podem ser incluídos nalguma rubrica universitária simplista (por exemplo, behaviorista, freudiana, atuarial, positivista, hereditária). Por exemplo, os psicólogos que visitam Minneapolis pela primeira vez e vêm conversar comigo mostram geralmente sinais clínicos de um ligeiro choque psíquico quando encontram um divã no meu gabinete e uma fotografia de Sigmund Freud na parede.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aparentemente, não é suposto pensar-se ou praticar psicanaliticamente se se perceber alguma coisa de filosofia da ciência, se se pensar que os genes são importantes para a psicologia, se se souber tirar uma derivada parcial, se se gostar e estimar <a href="https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-insultos-a-tecnica-abc-da-terapia-racional-emotiva-comportamental-trec/">Albert Ellis*</a>, ou se se estiver interessado em otimizar a previsão do comportamento através do uso de métodos actuariais! Mantenho que não existe um conflito irresolúvel entre estas coisas, mas não me proponho defender essa posição aqui.&#8221;</p></blockquote>
<p>* Paul Meehl leu o manuscrito do primeiro livro de Albert Ellis (antes da publicação) e foi um dos primeiros praticantes da Terapia Racional Emotiva Comportamental (TREC) (<a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1002/jclp.20178">Ellis, 2005</a>).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2665" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/08/Paul_Meehl-e1725118623547.png" alt="" width="454" height="345" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/08/Paul_Meehl-e1725118623547.png 454w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/08/Paul_Meehl-e1725118623547-300x228.png 300w" sizes="(max-width: 454px) 100vw, 454px" /></p>
<p><strong>A pergunta que mais recebo: <em>&#8220;Qual é a sua abordagem?&#8221;</em> </strong></p>
<p>Paul Meehl foi importante e famoso em Filosofia da Ciência, estatística aplicada à Psicologia e genética, entre outras coisas. <strong>O que ele disse representa também <em>a minha &#8220;&#8221;&#8221;abordagem&#8221;&#8221;&#8221; de Psicologia</em></strong>.</p>
<p><span style="color: #b59412;"><strong>Eu falo dela toda hora</strong>:</span> quando tô falando de psicanálise usando psicometria ou análise de redes (estatística), quando mostro Vygotsky explicando como nossa mente trabalha com símbolos, quando falo da liberdade de sentidos com base em fenomenologia-existencial, quando falo de <a href="https://universodapsicologia.com/dopamina-e-antecipacao-sapolsky-reforco-intermitente-e-redes-sociais/">esquemas de reforçamento e dopamina no uso de redes sociais</a>, quando falo de <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-sao-esquemas-cognitivos-psicologia-e-neurociencia/">esquemas cognitivos a nível cerebral e a nível de comportamento</a>&#8230;(várias dessas coisas eu compartilho nos stories do <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">Instagram, segue lá</a>).</p>
<p>Eu falo o tempo todo, <span style="text-decoration: underline;">mas também não falo</span>. Isso porque <span style="color: #a30b0b;"><strong>só enxergamos o que estamos preparados para ver</strong></span>. A forma como a Psicologia é vista no Brasil, <em>principalmente pelos estudantes e profissionais da área</em>, nos atrapalha a entender a Psicologia científica (que é a minha abordagem!).</p>
<p>Isso tudo pode parecer confuso e paradoxal, como o Meehl disse. Mas pretendo explicar isso melhor em algum momento, em algum vídeo muito longo. Se você tiver interesse, <a href="https://universodapsicologia.com/email/">cadastra seu email para receber as novidades do Universo da Psicologia</a> e <a href="https://www.youtube.com/channel/UC05bDtSYUcR0nLkzFA1mCVQ">se inscreva lá no canal no Youtube</a> (faça as duas coisas para garantir).</p>
<p>Também pretendo ensinar isso no meu maior e mais ousado projeto na internet. Demorará, mas sairá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&#8220;Meehl demonstrou aquela rara combinação de atributos que caracteriza os melhores cientistas: abertura a crenças novas e incomuns nos estágios iniciais da investigação científica, por um lado, e um ceticismo rigoroso e inflexível nos estágios posteriores da investigação científica, por outro (Sagan, 1995). Essa sinergia de atitudes superficialmente contraditórias ajuda a explicar a disposição de Meehl em aceitar proposições psicanalíticas que muitos de seus colegas consideravam duvidosas.&#8221; (<a href="https://scottlilienfeld.com/wp-content/uploads/2021/01/waller2005.pdf#page=11.86">Waller &amp; Lilienfeld, 2005</a>)</p></blockquote>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/minha-psicologia-paradoxal-por-uma-das-maiores-lendas-da-psicologia/">&#8220;Minha psicologia paradoxal&#8221;, por uma das maiores lendas da Psicologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Eus sociais</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/eus-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 20:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Um homem tem tantos eus sociais quantos são os indivíduos que o reconhecem&#8221; William James O &#8216;eu&#8217; não é um pedra sólida e imutável. Está mais para um rio, que segue um certo fluxo normalmente, mas que muda pelas interações com o ambiente. Uma das razões é que escolhemos qual [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/eus-sociais/">Eus sociais</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>&#8220;Um homem tem tantos eus sociais quantos são os indivíduos que o reconhecem&#8221;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: right;">William James</p>
<p>O &#8216;eu&#8217; não é um pedra sólida e imutável. Está mais para um rio, que segue um certo fluxo normalmente, mas que muda pelas interações com o ambiente. Uma das razões é que <strong>escolhemos qual &#8216;eu&#8217; mostrar e a quem mostrá-lo</strong>. Claro.</p>
<p>Você não é o mesmo com sua vó e com seus amigos, com seu chefe ou com uma criança. E isso se liga à outra razão: <span style="text-decoration: underline;">o &#8216;eu&#8217; precisa mudar</span>. O mundo social exige &#8216;eus&#8217; diferentes para diferentes situações.</p>
<p>Por um lado, você pode querer manter seu &#8216;eu&#8217; a todo custo e ter consequências desastrosas. Por outro, você pode querer adaptar totalmente seu &#8220;eu&#8221; ao que o mundo pede..mas pode ser um desastre também. Uma terceira razão é que <strong>pessoas diferentes te percebem de formas diferentes</strong>.</p>
<p><iframe title="Ser é ser percebido, interpretado" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/oyAb5ayrGzk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><center></center>Pois é, o mundo social é complicado. É bem claro que há muitos problemas com os extremos (a ditadura ou a anulação do eu). Encontrar o ponto de equilíbrio no meio disso é um desafio constante. O que você pensa a respeito? Como lida com essa questão dos eus sociais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/eus-sociais/">Eus sociais</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O autoconhecimento pode ser falso?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-autoconhecimento-pode-ser-falso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 19:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre &#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com &#x2705; Receba todas as novidades do Universo da Psicologia → Por Email → Por Telegram &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto">Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://universodapsicologia.com/sobre/" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/sobre</a></span></p>
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		<title>O que é a linguagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 18:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;A linguagem é vista em várias teorias como uma herança genérica, um sistema matemático, um fato social, a expressão da identidade individual, a expressão da identidade cultural, o resultado da interação dialógica, uma semiótica social, as intuições de falantes nativos, a soma de dados atestados, uma coleção de pedaços memorizados, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;A linguagem é vista em várias teorias como uma herança genérica, um sistema matemático, um fato social, a expressão da identidade individual, a expressão da identidade cultural, o resultado da interação dialógica, uma semiótica social, as intuições de falantes nativos, a soma de dados atestados, uma coleção de pedaços memorizados, um sistema combinatório discreto governado por regras, ou a ativação elétrica numa rede distribuída. Mas para fazer justiça à linguagem, não temos de expressar lealdade a uma ou a algumas destas visões concorrentes &#8211; e aspirantes a hegemônicas. Não temos de escolher. A linguagem pode ser pode ser tudo isto ao mesmo tempo.&#8221;</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">Cook &amp; Seidlhofer (1995)</p>
<p>Outro ótimo exemplo de como é possível integrar áreas de conhecimento e perspectivas diferentes, em vez de nos separar em tribos e brigar pela hegemonia de uma definição de um conceito.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2652" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/08/rosemary-rae-moon-and-swan-1.jpg" alt="linguagem" width="700" height="529" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/08/rosemary-rae-moon-and-swan-1.jpg 700w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/08/rosemary-rae-moon-and-swan-1-300x227.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<hr />
<p>Cook, G. &amp; Seidlhofer, B. (1995) ‘An applied linguist in principle and practice’ In: G. Cook &amp; B. Seidlhofer (eds) Principle and Practice in Applied Linguistics. Studies in honour of H. G. Widdowson. Oxford: Oxford University Press.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-a-linguagem/">O que é a linguagem</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>[4 dicas] Como ter motivação para estudar psicologia sozinho</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/4-dicas-como-ter-motivacao-para-estudar-psicologia-sozinho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 19:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vídeos recomendados: Dicas e cursos gratuitos para estudar psicologia sozinho Os melhores livros de Psicologia para iniciantes Ler não é aprender Use a ignorância com inteligência * Aprenda e estudar direito: Curso Hackeando a Aprendizagem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vídeos recomendados:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=LX64bHiciXk">Dicas e cursos gratuitos para estudar psicologia sozinho</a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=dN463VRwUqQ">Os melhores livros de Psicologia para iniciantes</a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=yKWLjTh3Ne4">Ler não é aprender</a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=FtAJ0bmkCgM"> Use a ignorância com inteligência</a></li>
</ul>
<p>*</p>
<p>Aprenda e estudar direito:</p>
<h2><a href="https://universodapsicologia.com/haa">Curso Hackeando a Aprendizagem</a></h2>
<p>*</p>
<p>Livros de neurociência:</p>
<ul>
<li><a href="https://amzn.to/3aN7jpt">Princípio das Neurociências (Kandel)</a></li>
<li><a href="https://amzn.to/3vlDBBC">Neurociências: Desvendando o Sistema Nervoso (Mark Bear)</a></li>
</ul>
<hr />
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto">Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbmJLRlpqNDFXZy1xOGV4Qzc5aFItanExc1VDUXxBQ3Jtc0tsdHBTV1kwWDl6ZVRKcTUybEFmdXUyWXJoTDQ0d09ZWUEzcURnUExRUFV3TldjeEhhcHpZQUpyQmdGOFhzNU94Nm41ZTFYQ2dPQTVNVWJHUmFKU1NUOTB5OGZwM0RFTzhLNXRFUjVBUWFDWEE0QVV6Zw&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fsobre&amp;v=FtAJ0bmkCgM" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/sobre</a></span></p>
<hr />
<p><iframe title="[4 dicas] Como ter motivação para estudar psicologia sozinho" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/SkP7zSL-6X0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/4-dicas-como-ter-motivacao-para-estudar-psicologia-sozinho/">[4 dicas] Como ter motivação para estudar psicologia sozinho</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como estudar de forma inteligente? (- menos esforço + aprendizagem)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-estudar-de-forma-inteligente-menos-esforco-aprendizagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 14:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá o/ Aqui é o Tiago, e hoje vou continuar uma conversa a partir dos comentários do vídeo “O Maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem”. Dá uma olhada lá se tiver curiosidade. Mas vamos direto [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-estudar-de-forma-inteligente-menos-esforco-aprendizagem/">Como estudar de forma inteligente? (- menos esforço + aprendizagem)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olá o/</p>
<p>Aqui é o Tiago, e hoje vou continuar uma conversa a partir dos comentários do vídeo “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=uNAPM5_SgSY">O Maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem</a>”. Dá uma olhada lá se tiver curiosidade. Mas vamos direto ao ponto.</p>
<p>O Daniel Santos trouxe uma questão interessante: “Independente da área em que eu opte pela aprendizagem, depende muito do esforço e dedicação de cada um. Você indicaria um meio mais viável?” Essa é uma pergunta relevante, e quero explorar isso com vocês.</p>
<p>Antes&#8230;</p>
<h3>O que é estudar de forma inteligente?</h3>
<p>Vou usar aqui a seguinte definição: <strong>estudar de forma inteligente é estudar de forma a aprender mais com menos esforço</strong>. Isso envolve aproveitar seus recursos (tempo, energia) da melhor maneira possível. Também envolve se adaptar ao ambiente, que exige cada vez mais estudo, mesmo que tenhamos cada vez menos tempo. Agora, vamos em frente&#8230;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2624" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/surf-cerebro-inteligente-meme.jpg" alt="" width="618" height="494" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/surf-cerebro-inteligente-meme.jpg 618w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/surf-cerebro-inteligente-meme-300x240.jpg 300w" sizes="(max-width: 618px) 100vw, 618px" /></p>
<h2>Como estudar de forma inteligente</h2>
<h3>A importância do esforço e dedicação</h3>
<p>Primeiro, concordo com o Daniel: esforço e dedicação são fundamentais. No entanto, vamos além. Suponhamos que duas pessoas estudem com o mesmo empenho, a mesma dedicação e pelo mesmo período de tempo. Ainda assim, a pessoa que utiliza estratégias de estudo mais eficientes terá melhores resultados. Ou seja, esse é um <strong>exemplo de como estudar de forma mais inteligente</strong>. E é aí que entra a questão das ferramentas.</p>
<h3>A metáfora da furadeira</h3>
<p>Imagine que você precise fazer um furo na parede. Você pode pegar um saca-rolha e ficar ali torcendo, dedicando muito esforço. No final, talvez até consiga fazer o furo, mas será uma tarefa árdua e demorada. Agora, se você tiver uma furadeira, o processo será mais rápido e eficiente. <span style="text-decoration: underline;">A ferramenta faz muita diferença</span>.</p>
<h3>Técnicas de estudo: saca-rolha x furadeira</h3>
<p>No estudo, acontece algo similar. Existem técnicas que são como o saca-rolha. Por exemplo: você lê e relê o mesmo texto várias vezes. Parece que está funcionando, mas a <em>performance</em> imediata não é o mesmo que <a href="https://universodapsicologia.com/como-guardar-o-que-estudou-para-a-prova-daqui-a-1-ano/"><span style="text-decoration: underline;">aprendizado duradouro</span></a>. <a href="https://universodapsicologia.com/ler-e-bom-para-aprender-a-ciencia-do-estudo-eficiente/">Apenas ler não é tão bom assim para aprender</a>. Agora, a “furadeira” seria uma técnica mais eficaz, como o <em>teste ativo</em>.</p>
<ul>
<li><strong>Reler vs. Testar</strong>: Quando você relê um texto várias vezes, parece que está estudando muito. Mas <a href="https://www.youtube.com/watch?v=3xysk9CCEss">experimentos mostram que testar a si mesmo é mais eficiente</a>. Ler uma vez e testar três vezes gera resultados superiores. E não é só na hora do teste; uma semana depois, quem testou se lembra de muito mais informações.</li>
</ul>
<h4>Não lute contra a parede</h4>
<p>Não precisa bater a cabeça na parede tentando aprender de qualquer jeito. Aprenda de forma útil. Teste, responda perguntas, não fique apenas lendo. Encharcar nosso cérebro com conteúdo não é o melhor caminho. É como tentar correr com pessoas nos braços. Fazer o esforço certo é mais jogo.</p>
<h3>O Carro e a caminhada com todo mundo no colo</h3>
<p>Imagine que você precisa chegar a um destino. Você pode escolher entre andar a pé ou pegar um carro (ou até um Uber). Se você optar por carregar as pessoas no colo e correr com elas, vai chegar lá, mas será uma jornada árdua e demorada. Agora, se tiver um carro,<span style="text-decoration: underline;"> o processo será mais rápido e eficiente</span>. A estratégia faz muita diferença.</p>
<p>Você pode ser esforçado e correr a pé, mas o carro (ou seja, <strong>a técnica eficiente) vai te levar mais longe com menos esforço</strong>. Não é sobre estudar de qualquer jeito; é sobre usar as estratégias e ferramentas certas.</p>
<p>Então, sim, esforço e dedicação são importantes, mas não são suficientes para o estudo inteligente. Use técnicas eficientes e você verá resultados melhores com menos tempo investido. Lembre-se: estudar não é só quantidade, mas também qualidade.</p>
<h3>Regras universais do cérebro</h3>
<p>Aqui está o ponto crucial: <strong>existem regras mais universais que regem nosso cérebro</strong>. Psicologia cognitiva e neurociência nos mostram que o cérebro funciona de maneira semelhante para todos nós. Claro, há diferenças individuais, mas também há padrões comuns.</p>
<h3>O poder do estudo ativo</h3>
<p>Uma dessas regras é que <strong>o <a href="https://universodapsicologia.com/como-estudar-de-forma-ativa-e-eficiente-11-estrategias/">estudo ativo</a> funciona melhor</strong>. Em vez de apenas ler e reler, <span style="text-decoration: underline;">produzir respostas</span> é mais eficiente. Lembra quando você sente que aprendeu algo bem? Às vezes, nosso sentimento nos engana. Por exemplo, olhe para o céu: você sente que a Terra está parada, mas na verdade, ela gira em torno do sol. A ciência muitas vezes é contra intuitiva. Isso vale também (e muito!) para a ciência da aprendizagem.</p>
<h3>Outros exemplos de estratégias de estudo inteligente:</h3>
<ul>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/como-fazer-um-palacio-da-memoria-tecnica-de-memorizacao/">Fazer palácio da memória</a></li>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/estudos-e-aprendizagem-voce-precisa-repetir-do-jeito-certo/">Repetir do jeito certo</a></li>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/aprenda-e-memorizar-usando-a-criatividade/">Memorização acelerada usando a criatividade</a></li>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/tecnica-de-memorizacao-mnemonica/">Memorização com mnemônicos</a> (sim, eles podem ser muito úteis!)</li>
</ul>
<p><iframe title="Como fazer estudo espaçado (repetição / revisão espaçada / prática distribuída)" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/pEunw5aKMYc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe title="Como estudar quando se tem pouco tempo | 6 dicas / estratégias / hacks" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/A9SzKHKcIAQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe title="O melhor jeito de estudar com flashcards e se lembrar mais" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/OnW5to9P7BE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe title="Como saber o que estudar menos e o que estudar mais?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/vqzNAJ6wZ_M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>***</h3>
<h2>Como estudar de forma inteligente: um resuminho e a dica final (melhor de todas)</h2>
<ul>
<li><strong>Carro vs. caminhada</strong>:
<ul>
<li>Esforço e dedicação são importantes, mas não suficientes.</li>
<li>A ferramenta (ou técnica) faz muita diferença no resultado.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Regras universais do cérebro</strong>:
<ul>
<li>Nosso cérebro funciona de maneira semelhante para todos.</li>
<li>Existem padrões comuns, mesmo com diferenças individuais.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Estudo ativo</strong>:
<ul>
<li>Testar a si mesmo é mais eficiente do que apenas reler.</li>
<li>Sentimentos nem sempre refletem o aprendizado real.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Não lute contra a parede</strong>:
<ul>
<li>Não insista em métodos ineficientes.</li>
<li>Aprenda de forma útil e inteligente.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<h3>A melhor dica que posso te dar para estudar de forma inteligente é:</h3>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Use as descobertas da ciência da aprendizagem e as melhores técnicas de estudo.</strong></span></p>
<p>A ciência é o melhor método para obter conhecimento. Dela, extraímos a tecnologia: o conjunto de técnicas de estudo que funciona melhor.</p>
<p>É muito estranho que isso não seja ensinado nas escolas, mas é o que é&#8230;</p>
<p>Por causa dessa lacuna, eu criei o <em><strong><a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/">Hackeando a Aprendizagem</a></strong></em>. É um <strong>curso online com um resumo do que temos de melhor em ciência da aprendizagem e técnicas de estudo</strong>. Entra aí no link e junte-se a nós <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Estudar de forma inteligente é aproveitar o conhecimento de outras pessoas</strong>. No caso da ciência da aprendizagem, o melhor conhecimento que a humanidade já produziu sobre o assunto.</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-estudar-de-forma-inteligente-menos-esforco-aprendizagem/">Como estudar de forma inteligente? (- menos esforço + aprendizagem)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que discutir na internet é tão improdutivo? (E como melhorar isso)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/por-que-discutir-na-internet-e-tao-improdutivo-e-como-melhorar-isso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 19:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com &#x2705; Receba todas as novidades do Universo da Psicologia → Por Email → Por Telegram &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter _____________________________________________________ Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-discutir-na-internet-e-tao-improdutivo-e-como-melhorar-isso/">Por que discutir na internet é tão improdutivo? (E como melhorar isso)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f0.png" alt="📰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: <a href="https://universodapsicologia.com/">https://universodapsicologia.com</a></p>
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<ul>
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</ul>
<p>_____________________________________________________</p>
<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências.<br />
Saiba mais em <a href="https://universodapsicologia.com/sobre">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Por que discutir na internet é tão improdutivo? (E como melhorar isso)" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/OxwF8jP454c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-discutir-na-internet-e-tao-improdutivo-e-como-melhorar-isso/">Por que discutir na internet é tão improdutivo? (E como melhorar isso)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<itunes:duration>12:46</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>Como guardar o que estudou para a prova daqui a 1 ano(!)?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-guardar-o-que-estudou-para-a-prova-daqui-a-1-ano/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/como-guardar-o-que-estudou-para-a-prova-daqui-a-1-ano/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 14:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=2615</guid>

					<description><![CDATA[<p>Olá, eu sou Tiago, falando novamente sobre estudos e aprendizagem. Estou respondendo a uma pergunta que recebi no Instagram: como segurar um volume grande de estudo para uma prova daqui a 6 meses a 1 [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-guardar-o-que-estudou-para-a-prova-daqui-a-1-ano/">Como guardar o que estudou para a prova daqui a 1 ano(!)?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, eu sou Tiago, falando novamente sobre estudos e aprendizagem. Estou respondendo a uma <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">pergunta que recebi no Instagram</a>: <em>como segurar um volume grande de estudo para uma prova daqui a 6 meses a 1 ano?</em></p>
<p>Afinal, aprender é importante, mas como garantir que o conhecimento permaneça a longo prazo? <strong>Como lembrar do que estudou </strong><b>na hora da prova </b>se tanto tempo se passou?</p>
<p>Respondi em vídeo também, caso você prefira esse formato:</p>
<p><iframe title="Como lembrar do que leu e estudou por muito tempo | Aprenda a estudar" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/V__GrrbmqHE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2><strong>Como guardar o que estudou</strong></h2>
<h3>Mantenha o Conteúdo em Uso</h3>
<p>A primeira dica é simples, mas poderosa: mantenha o conteúdo em uso. <span style="color: #800000;"><strong>A memória também segue uma espécie de “<em>lei do desuso</em>”</strong></span>. <strong>O que você não revisa ou aplica com frequência tende a ser esquecid</strong>o. Por outro lado, quando você reforça as conexões sinápticas, a memória fica mais <em>ativável</em> e é mais fácil lembrar.</p>
<h3>Estratégia de Revisão</h3>
<p>As revisões são essenciais para fixar o conhecimento. Se você tem uma prova daqui a um ano, comece já. Mas não precisa estudar o conteúdo completo de novo. Você pode fazer o seguinte:</p>
<ol>
<li><strong>Resumos e mapas mentais</strong>: Transforme o conteúdo em resumos e mapas mentais. Isso ajuda a reduzir o conteúdo, organizar as informações e facilita a revisão.</li>
<li><span style="color: #008000;"><strong>Divida as revisões ao longo do tempo</strong></span>: Não tente estudar tudo de uma vez e depois nunca mais. Estabeleça um cronograma para as revisões do conteúdo. Por exemplo:
<ul>
<li><strong>Hoje</strong>: Estude um pequeno tópico.</li>
<li><strong>Amanhã</strong>: Revise o que estudou hoje. Já pode ser o conteúdo resumido. Eu costumo fazer revisões resumindo o conteúdo cada vez mais. Por exemplo: no dia 2, ao pegar o conteúdo que estudei para resumir, já estou revisando. Na próxima revisão posso resumir ainda mais, fazer mapas mentais etc.</li>
<li><strong>Daqui a três dias</strong>: Faça outra revisão.</li>
<li><strong>Uma semana depois</strong>: Mais uma revisão.</li>
<li><strong>Um mês depois</strong>: Faça uma revisão.</li>
<li><strong>Três meses depois</strong>: Outra revisão.</li>
<li>&#8230;</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p><strong>Aumente os intervalos</strong>: À medida que o tempo passa, vá aumentando os espaços entre as revisões.</p>
<p>Isso é chamado de <strong><em>prática espaçada,</em></strong> uma técnica de estudo muito poderosa. Mantenha revisões frequentes até um ano após o aprendizado inicial. Isso mantém a memória ativa e fortalece as conexões neurais. Essa estratégia vai te ajudar a guardar o que estudou.</p>
<p>Lembre-se: o conhecimento é construído com conexões. Quanto mais conteúdo você retém a longo prazo, mais fácil será aprender novos tópicos no futuro.</p>
<h2>Como guardar o que estudou: nível máximo</h2>
<p><strong><span style="color: #008000;">A prática espaçada é só uma de várias técnicas de estudo que existem</span>. <span style="color: #800000;">Mas ela sozinha tem seus limites</span></strong>. Por exemplo: você não vai conseguir guardar o que estudou tão bem se ficar revisando conteúdo que você <span style="text-decoration: underline;">não entendeu</span> bem e/ou que <span style="text-decoration: underline;">não faz sentido</span>. Isso se resolve melhorando a <span style="text-decoration: underline;">compreensão</span> e a atribuição de <span style="text-decoration: underline;">significado</span>.</p>
<h3><strong>A melhor forma de guardar o que você estuda é usar uma combinação das melhores técnicas de estudo seguindo os princípios da ciência da aprendizagem.</strong></h3>
<p><em>&#8220;Ah, Tiago, mas como vou saber disso?&#8221;</em></p>
<p>Fácil, no <a href="https://universodapsicologia.com/haa">Hackeando a Aprendizagem</a>. Eu criei o curso justamente pra isso: te ajudar a <strong>levar a aprendizagem ao nível máximo</strong> (e também por mim, claro, que adoro esse assunto).</p>
<p>É um <strong>curso online que você faz quando quiser e quantas vezes quiser</strong>, dentro do período de 1 ano. É <span style="text-decoration: underline;">focado na prática</span>, como esse texto aqui que você leu.</p>
<p>Qualquer dúvida, fala comigo.</p>
<p>Abraço!</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-guardar-o-que-estudou-para-a-prova-daqui-a-1-ano/">Como guardar o que estudou para a prova daqui a 1 ano(!)?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais são os 3 tipos de ciúmes? (Um é ok, dois podem ser problema)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/quais-sao-os-3-tipos-de-ciumes-um-e-ok-dois-podem-ser-problema/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/quais-sao-os-3-tipos-de-ciumes-um-e-ok-dois-podem-ser-problema/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 16:03:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há três tipos qualitativamente diferentes de ciúme: ciúme reativo, ciúme ansioso e ciúme preventivo (segundo Buunk, 1997). O resumo de Barelds et al. (2017) ficou bem bom, vejamos. Os 3 tipos de ciúme 1. Ciúme [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/quais-sao-os-3-tipos-de-ciumes-um-e-ok-dois-podem-ser-problema/">Quais são os 3 tipos de ciúmes? (Um é ok, dois podem ser problema)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há</strong> <strong>três tipos qualitativamente diferentes de ciúme</strong>: <strong>ciúme reativo, ciúme ansioso e ciúme preventivo </strong>(segundo <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0191886997001360">Buunk, 1997).</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2597" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/tres-tipos-de-ciume-reativo-ansioso-preventivo-blog.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/tres-tipos-de-ciume-reativo-ansioso-preventivo-blog.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/tres-tipos-de-ciume-reativo-ansioso-preventivo-blog-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/tres-tipos-de-ciume-reativo-ansioso-preventivo-blog-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/tres-tipos-de-ciume-reativo-ansioso-preventivo-blog-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>O resumo de <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0191886917302672?via%3Dihub">Barelds et al. (2017)</a> ficou bem bom, vejamos.</p>
<h2>Os 3 tipos de ciúme</h2>
<h3>1. Ciúme reativo</h3>
<p>&#8220;O <em><strong>ciúme reativo</strong> </em>é o grau de aborrecimento que os indivíduos experimentam quando seu parceiro está sendo emocionalmente ou sexualmente infiel&#8221;. Exemplo: quando o parceiro está flertando ou fazendo sexo com outra pessoa.</p>
<h3>2. Ciúme preventivo</h3>
<p>O <em><strong>ciúme preventivo</strong></em> — às vezes também chamado de <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-ser-possessivo-e-ciumento-e-ciume-possessivo/"><em>ciúme possessivo</em> </a> — é a tendência de impedir o contato de seu parceiro com uma terceira pessoa. Exemplo: pessoas com esse tipo de ciúme podem achar inaceitável que seu parceiro tenha amigos do sexo oposto. O ciúme preventivo pode ter como consequência extrema a violência e a perseguição.</p>
<h3>3. Ciúme ansioso</h3>
<p>O ciúme ansioso é um processo no qual a pessoa &#8220;rumina sobre a possibilidade de infidelidade do parceiro e experimenta sentimentos de ansiedade, suspeita, preocupação, desconfiança e aborrecimento.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O quanto os três tipos diferentes de ciúme são potencialmente problemáticos ou &#8220;não saudáveis&#8221;</h3>
<p>&#8220;Como o ciúme reativo constitui uma resposta direta a uma ameaça real de relacionamento (por exemplo, o parceiro está fazendo sexo com outra pessoa), o ciúme reativo pode ser considerado relativamente &#8220;saudável&#8221; ou &#8220;racional&#8221;. Responder com ciúme quando o parceiro foi infiel pode até ser considerado um sinal de amor e/ou comprometimento.&#8221;</p>
<p>(Claro, depende da resposta. Esfaquear alguém por causa de ciúme não é uma boa, mesmo que seja um ciúme &#8220;racional&#8221;.)</p>
<p>Inclusive, houve estudo em que encontraram uma <strong>relação positiva entre o ciúme reativo e a qualidade do relacionamento</strong>. Isso indica que nem todo tipo de ciúme é ruim. Mas essa relação com a qualidade do relacionamento não apareceu com os outros tipos de ciúme.</p>
<p><strong>Os outros dois tipos de ciúme (preventivo e ansioso) podem se tornar bem problemáticos</strong>. Por que?</p>
<p>A razão mais importante para isso é que tanto o ciúme preventivo quanto o ansioso podem ser desencadeados em resposta a um rival <em>imaginado</em> em vez de real. Assim, eles podem se tornar <strong>ciúmes <em>delirantes</em></strong>.</p>
<p>Por exemplo: na experiência do ciúme, as pessoas podem <em>projetar</em> sentimentos e preferências no parceiro. Pessoas com um interesse mais forte em sexo casual e mais propensas a serem infiéis podem acreditar que seus parceiros também são assim, mesmo que esse não seja o caso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Por que os 3 tipos de ciúme importam?</h2>
<p>Falar em tipos de ciúme ajuda a entender melhor a própria experiência. É comum que as pessoas tenham pensamento tudo ou nada: ou o ciúme é bom <em>OU</em> é o ciúme é ruim. Quando falamos de tipos de ciúme diferentes, podemos entender melhor que um pode ser bom, outro ruim.</p>
<p>Se você tem o<strong> tipo de ciúme reativo</strong>, pode perceber que ele pode ser útil. Não necessariamente é um problema. Por outro lado, perceber que tem o <strong>tipo de ciúme preventivo ou o ansioso</strong> pode te ajudar a descobrir que talvez você precise aprender a lidar melhor com seu ciúme.</p>
<p><strong>Se é esse o caso e você precisa de ajuda, dá uma olhada no <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Livre do Cíume</a></strong>. É um curso online onde ensinamos <strong>como lidar com qualquer tipo de ciúme problemático</strong>.</p>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1842" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Banner-para-blog-fim-dos-posts.png" alt="Livre do Ciume - Banner para blog - fim dos posts" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Banner-para-blog-fim-dos-posts.png 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Banner-para-blog-fim-dos-posts-300x157.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Banner-para-blog-fim-dos-posts-768x401.png 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Banner-para-blog-fim-dos-posts-450x235.png 450w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quem chamar para banca de TCC? Eu! (Mas te dou outras ideias também&#8230;)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 17:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fantasma do TCC (trabalho de conclusão de curso) assombra muitos alunos desde o começo do curso. Um dos principais motivos é que a defesa do TCC inclui o processo de avaliação por uma banca. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/quem-chamar-para-banca-de-tcc-eu-mas-te-dou-outras-ideias-tambem/">Quem chamar para banca de TCC? Eu! (Mas te dou outras ideias também&#8230;)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2590" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/131823726332a57268c230d2f3b018fc2fbaf6c7.jpg" alt="" width="650" height="420" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/131823726332a57268c230d2f3b018fc2fbaf6c7.jpg 650w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/131823726332a57268c230d2f3b018fc2fbaf6c7-300x194.jpg 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></p>
<p>O fantasma do TCC (trabalho de conclusão de curso) assombra muitos alunos desde o começo do curso. Um dos principais motivos é que a defesa do TCC inclui o processo de avaliação por uma banca. Mas isso não precisa ser o fim do mundo. Na verdade, pode ser até tranquilo.</p>
<p>Todas as bancas que participei (como &#8220;defensor&#8221; ou platéia) foram bem tranquilas. Não presenciei nenhum avaliador <del>desgraçado</del> maligno. Claro que eles podem existir, mas um bom modo de evitá-los é <strong>saber quem chamar para a banca de TCC</strong> de forma que ela seja a melhor experiência possível.</p>
<h2>Quem chamar para a banca de TCC e porque eu</h2>
<p><strong>Minha primeira sugestão de quem chamar para a banca do seu TCC&#8230;sou eu</strong>. Por que?</p>
<p>Bem, em primeiro lugar sou gente boa :). Eu <strong>não vejo a banca de TCC como uma avaliação pessoal</strong> (e acredito que ninguém deveria <em>pessoalizar</em> isso). Claro que é o resultado do seu trabalho, mas&#8230;é só isso: seu trabalho. É só algo que você fez, entre muitas outras coisas. O resultado depende das condições que você teve, da sua formação, do tempo que você teve pra investir etc. Não acho que deva ser um julgamento da pessoa que fez, mas apenas do trabalho em si. E, na verdade, é uma ótima oportundiade para aprender mais sobre ciência. Vai que você gosta do assunto ou quer seguir carreira acadêmica&#8230;</p>
<p>Em segundo lugar, (deixando a modéstia de lado pra poder vender meu peixe) eu tenho boa experiência com ciência. Sou doutorando, mestre e graduado em Psicologia, especializando em Neurociências.</p>
<p>Coordenei estágios de pesquisa e coorientei iniciação científica. Sou membro do Laboratório de Pesquisa, Ensino e Extensão da Cognição, Cotidiano e Desenvolvimento (CODE.Lapex).</p>
<p>Pesquiso temas relacionados à avaliação psicológica, adaptação de instrumentos psicológicos, terapia cognitivo-comportamental (TCC), saúde mental, dependência digital e aconselhamento de carreira.</p>
<p>Tenho formação complementar nas seguintes áreas:</p>
<ul>
<li>Aprendizagem e educação</li>
<li>Neurociências</li>
<li>Estatística aplicada à psicobiologia e análise quantitativa de dados em ciências sociais, humanas e da saúde</li>
<li>Filosofia da ciência</li>
<li>Comunicação e escrita científica</li>
<li>Revisão bibliográfica sistemática</li>
<li>Didática</li>
<li>E mais outras coisas&#8230;</li>
</ul>
<p>Participei da publicação de artigos científicos, livros e trabalhos em eventos científicos. Fiz várias apresentações em eventos e ministrei minicursos na universidade.</p>
<p>Enfim, fiz e continuo fazendo muita coisa no meio acadêmico/científico. <a href="http://lattes.cnpq.br/7179913331846255">Dá uma olhada no meu currículo lattes se quiser saber mais</a>.</p>
<p>*</p>
<p>Agora, pode ser que você não queira ou não possa me chamar. O que fazer? Vamos ver alguns <strong>tópicos importantes para você decidir quem chamar para sua banca de TCC</strong>.</p>
<h3>Quem escolhe a banca examinadora?</h3>
<p><strong>A responsabilidade de escolher quem chamar para a banca examinadora geralmente recai sobre o próprio estudante</strong> que está prestes a defender seu TCC.</p>
<p>Mas isso varia em cada caso. Pode ser que o orientador pelo menos sugira pessoas. Então, o primeiro passo é conversar com o seu orientador(a). Eles desempenham um papel fundamental nesse processo. O orientador(a) conhece o seu trabalho (muitas vezes, pelo menos) em profundidade e pode oferecer sugestões valiosas sobre quem seria adequado para compor a banca.</p>
<h3>Quem pode ser convidado para banca de TCC?</h3>
<p>Alguns lugares colocam como requisito que os avaliadores da banca possuam pelo menos título de mestrado, outros que eles sejam pelo menos especialistas, e em outros casos basta ter ensino superior. Como as regras dependem da instituição, você precisa verificar isso com seu orientador ou com a coordenação do curso.</p>
<h4>Quantas pessoas tem em uma banca de TCC?</h4>
<p>Geralmente é composta por <strong>3 a 5 membros</strong>. A formação mais comum é uma banca com 3 membros:</p>
<ul>
<li><strong>Orientador(a)</strong></li>
<li><strong>Dois Professores Avaliadores</strong></li>
</ul>
<h4>Tem que dar presente para banca de TCC?</h4>
<p>Nunca vi isso ser obrigatório. Mas, como sempre, confira com a sua instituição.</p>
<p>(e se quiser me mandar um caixa de paçocas, estarei aceitando).</p>
<p>Bem, vamos ao ponto principal.</p>
<h2>Quem chamar para banca de TCC?</h2>
<p>Antes de escolher os membros da banca, é importante entender o papel que eles desempenharão. A banca avalia o seu TCC, fazendo perguntas, oferecendo sugestões e, ao final, atribuindo uma nota. Portanto, os membros devem ter conhecimento na área do seu trabalho.</p>
<p><strong>Critérios para Seleção</strong></p>
<p>Considere os seguintes:</p>
<ul>
<li>Busque professores que tenham <strong>conhecimento relevante para avaliar seu trabalho</strong>. Isso pode envolver entender do <strong>tema</strong> do seu TCC, mas não só. Pessoas que entendem de <strong>metodologia científica</strong> podem ajudar muito.</li>
<li>Ter membros com <strong>diferentes perspectivas</strong> enriquece a avaliação. Isso pode incluir professores de diferentes departamentos ou até mesmo profissionais da área.</li>
</ul>
<p><strong>Busque pelo currículo:</strong></p>
<p>O currículo lattes é uma vitrine do acadêmicos. Lá eles colocam o que eles fazem, o que pesquisam, com o que trabalham. Você pode buscar pelo <span style="text-decoration: underline;">nome</span> deles ou pode buscar pelo <strong><span style="text-decoration: underline;">assunto</span></strong>. E essa função pode ser a que mais te ajudará.</p>
<p>Por exemplo, se você buscar por &#8220;<em>escala de dependencia digital</em>&#8221; lá, exatamente dessa forma, meu nome deve aparecer entre os primeiros resultados. Isso porque o trabalho principal do meu mestrado foi a adaptação de uma escala de dependência digital para o Brasil.</p>
<p><a href="https://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/busca.do">Esse aqui é o link direto para fazer a busca</a>.</p>
<h4>Como se dirigir a uma banca examinadora?</h4>
<p>Nessas situações é bem comum o uso de linguagem mais formal. Particularmente, eu não gosto muito de formalidades, e muitas vezes as defesas em bancas fluem para algo mais natural. Porém, é recomendável pelo menos iniciar as conversas de maneira mais formal.</p>
<p>Eu sei, isso pode te parecer um obstáculo nessa fase. Por isso é ótimo ter <span style="text-decoration: underline;">modelos</span>! (E, como a linguagem formal é&#8230;formal, os modelos facilitam muito). Vejamos.</p>
<h2>Como convidar alguém para Banca de TCC</h2>
<h3>Como fazer um convite para banca de qualificação?</h3>
<p>Converse com seu Orientador(a)</p>
<p>Antes de convidar outros membros, discuta com seu orientador(a). Eles podem ter sugestões valiosas. Seu orientador(a) também pode ajudar a fazer os convites formais.</p>
<h3>O que escrever no Email convite para Banca de TCC</h3>
<p>Explique <strong>o propósito da banca e a data da defesa</strong>. Forneça informações sobre o <strong>local e horário</strong>.</p>
<p>Também sei que isso pode parecer algo terrível para quem nunca fez. Mas para sua salvação temos os&#8230;modelos!</p>
<h3>Mensagem de convite para Banca de TCC</h3>
<p>Exemplo de mensagem que você pode adaptar:</p>
<hr />
<p><strong>Assunto: Convite para Participação na Banca de TCC</strong></p>
<blockquote><p><em>Prezado(a) [Nome do Professor ou Profissional],</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Espero que esta mensagem o(a) encontre bem. É com grande satisfação que convido você para fazer parte da banca examinadora do meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) intitulado “[Título do Seu TCC]”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>A defesa está agendada para o dia [data] às [horário] na sala [local]. Seu conhecimento e experiência na área [especificar a área do TCC] seriam de grande valia para a avaliação do meu trabalho.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Atenciosamente,</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>[Seu Nome] [Seu Curso] [Seu Contato]</em></p></blockquote>
<hr />
<p>Lembre-se de personalizar a mensagem com os detalhes específicos do seu TCC e de verificar se todos os dados estão corretos. E não precisa enviar em <em>itálico</em>, só coloquei assim pra destacar.</p>
<p>Algumas instituições também oferecem <strong>modelos de carta convite para banca de TCC</strong>. Vale a pena perguntar por aí ou dar uma olhada no site da sua instituição.</p>
<p>Também é comum <strong>colocar orientadores em cópia no email</strong> (muita atenção aqui, eu já esqueci várias vezes<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f605.png" alt="😅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />). Verifique isso com o seu.</p>
<h3><strong>Considerações finais</strong></h3>
<p><span style="color: #808080;">(pareceu até um trabalho acadêmico agora, né?)</span></p>
<p><strong>O TCC não é o fim do mundo</strong>, e pode ser bem menos desagradável do que parece. A banca tem um papel importante nisso. Avaliadores razoáveis não vão querer te oprimir, mas sim contribuir com sua formação.</p>
<p>Espero que esse artigo te ajude a escolher bem quem chamar para sua banca de TCC.</p>
<p>Se minha participação te interessar, <strong>pode falar comigo pelo meio que preferir</strong>. Pode <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">me mandar email</a>, ou <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">mensagem direta no Instagram</a>.</p>
<p>De todo modo, espero que você tenha uma ótima banca! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f393.png" alt="🎓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/quem-chamar-para-banca-de-tcc-eu-mas-te-dou-outras-ideias-tambem/">Quem chamar para banca de TCC? Eu! (Mas te dou outras ideias também&#8230;)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O elefante e a indisciplinaridade</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-elefante-e-a-indisciplinaridade/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/o-elefante-e-a-indisciplinaridade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 22:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=2577</guid>

					<description><![CDATA[<p>No último mês: 1) Ministrei 2 minicursos. 1.1 Um deles sobre contribuições da Psicologia Social para as Ciências Sociais (Antropologia, Sociologia, Ciência Política etc). 1.2 Outro sobre dependência digital como fenômeno psicossocial, que incluiu Marketing, Design/User experience, neurociência e um pouco sobre a minha pesquisa de mestrado (com foco em [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-elefante-e-a-indisciplinaridade/">O elefante e a indisciplinaridade</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No último mês:</p>
<p>1) Ministrei 2 minicursos.</p>
<p>1.1 Um deles sobre <strong>contribuições da Psicologia Social para as Ciências Sociais</strong> (Antropologia, Sociologia, Ciência Política etc).</p>
<p>1.2 Outro sobre <strong>dependência digital como fenômeno psicossocial</strong>, que incluiu Marketing, Design/User experience, neurociência e um pouco sobre a minha pesquisa de mestrado (com foco em psicometria [psicologia + estatística]).</p>
<p>2) Dei uma aula sobre <strong>Genética do Comportamento</strong> (incluindo Psicologia evolucionista e diversidade cultural).</p>
<p>3) Comecei uma especialização em <strong>Neurociências</strong>.</p>
<p>4) Terminei um curso em <strong>Filosofia das Ciências Cognitivas</strong>, voltei a estudar os significados (Fenomenologia-Existencial, Antropologia, Psicologia Cultural etc).</p>
<p>5) Vi um <strong>elefante</strong>.</p>

<a href='https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/Snapinsta.app_451549125_839929664330489_4982509710953588218_n_1080.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/Snapinsta.app_451549125_839929664330489_4982509710953588218_n_1080-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/Snapinsta.app_451549125_839929664330489_4982509710953588218_n_1080-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/Snapinsta.app_451549125_839929664330489_4982509710953588218_n_1080-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/Snapinsta.app_451549125_839929664330489_4982509710953588218_n_1080-1024x1024.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/Snapinsta.app_451549125_839929664330489_4982509710953588218_n_1080-768x768.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/Snapinsta.app_451549125_839929664330489_4982509710953588218_n_1080.jpg 1080w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
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<p>Enfim, uma bagunça. Pelo menos é o que parece quando olhamos cada parte separada. E <strong>esse é o elefante na sala</strong>.</p>
<p>Na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Cegos_e_o_Elefante"><strong>história dos cegos e o elefante</strong></a>, cada pessoa (que nunca viu um elefante) toca apenas uma parte do elefante e acredita que ela é o todo. Assim, pra um o elefante é a tromba, pra outro é a pata, pra outra é a orelha.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2584" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/cegos_elefante.jpg" alt="" width="800" height="593" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/cegos_elefante.jpg 800w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/cegos_elefante-300x222.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/07/cegos_elefante-768x569.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Em algumas versões, os cegos descobrem suas divergências, suspeitam que os outros não estejam dizendo a verdade e entram em <strong>conflito</strong>.</p>
<p>Em outras versões, eles param de falar, começam a ouvir e <strong>colaboram para &#8220;ver&#8221; o elefante inteiro</strong>.</p>
<p>Em outra, um homem que enxerga entra na parábola e descreve <strong>o elefante inteiro de várias perspectivas</strong>, os cegos descobrem que estavam <strong>todos parcialmente corretos e parcialmente errados</strong>.</p>
<p>*</p>
<p>Recebi uma pergunta mais ou menos assim: &#8220;S<em>e a genética do comportamento é tão objetiva, como fica a subjetividade?</em>&#8220;. É uma boa pergunta. A resposta não parece tão simples, a princípio, porque somos treinados para abraçar uma pata do elefante e não soltar mais.</p>
<p><strong>Somos treinados em disciplinas, e somos limitados por elas. </strong><strong>Como o conhecimento não respeita esses limites, a única coisa que faz sentido pra mim é a indisciplinaridade.</strong></p>
<p>Ps.: O elefante é muito foda.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-elefante-e-a-indisciplinaridade/">O elefante e a indisciplinaridade</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Use a ignorância para ganhar tempo e conhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 14:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem sou eu: Tiago Azevedo, doutorando, mestre e graduado em Psicologia. Especializando em Neurociências. Saiba mais em <a href="https://universodapsicologia.com/sobre">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>

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		<title>Sua autoestima só depende de você?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 22:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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		<title>Você não lê as coisas como são, você as constrói</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 22:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>
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		<title>Por que já gostamos ou não de pessoas antes de conhecê-las?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 22:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já não &#8220;foi com a cara&#8221; de alguém sem motivo? O santo/anjo não bateu? Por outro lado, você já gostou de alguém logo à primeira vista, antes de conhecer a pessoa? Nesse episódio eu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já não &#8220;foi com a cara&#8221; de alguém sem motivo? O santo/anjo não bateu? Por outro lado, você já gostou de alguém logo à primeira vista, antes de conhecer a pessoa?</p>
<p>Nesse episódio eu chamo isso de antipatia e simpatia automáticas, explico porque isso acontece e o que você pode fazer a respeito.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f0.png" alt="📰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: <a href="https://universodapsicologia.com/">https://universodapsicologia.com</a></p>
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<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia.<br />
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		<title>Automaticidade, inconsciente e sua importância para a mudança psicológica</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/automaticidade-inconsciente-e-sua-importancia-para-a-mudanca-psicologica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 15:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem sei mais como, mas encontrei um artigo com um belo resumo sobre automaticidade e processos psicológicos inconscientes (talvez eu saiba, mas esteja inconsciente). Vou deixar o resumo completo aqui. Mas como ele ainda assim [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2348" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/processos_mentais_inconscientes_surreal_amor.jpg" alt="" width="1456" height="816" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/processos_mentais_inconscientes_surreal_amor.jpg 1456w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/processos_mentais_inconscientes_surreal_amor-300x168.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/processos_mentais_inconscientes_surreal_amor-1024x574.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/processos_mentais_inconscientes_surreal_amor-768x430.jpg 768w" sizes="(max-width: 1456px) 100vw, 1456px" /></p>
<p>Nem sei mais como, mas encontrei <a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-30910-1_8">um artigo com um belo resumo sobre automaticidade e processos psicológicos inconscientes</a> (talvez eu saiba, mas esteja inconsciente).</p>
<p>Vou deixar o resumo completo aqui. Mas como ele ainda assim pode ser muito extenso e denso pra quem não tá acostumado com o tema, vou falar só da parte final (então, não se preocupe se não estiver entendendo o texto, vou explicar).</p>
<blockquote><p>&#8220;Automaticidade e inconsciência: o que são e qual a diferença?</p>
<p id="Abs1" class="c-article-section__title js-section-title js-c-reading-companion-sections-item">Resumo</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<div id="Abs1-content" class="c-article-section__content">
<blockquote><p>O pensamento inconsciente envolve um processo automático de ponderação em que atributos de decisão importantes recebem mais peso e atributos de decisão sem importância recebem menos peso. Esta ponderação depende da saliência do reforço, conforme determinado pela história. Este processo automático é contínuo, operando nos bastidores, por assim dizer, o tempo todo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem algumas boas razões pelas quais os seres humanos têm de processar informações sem o benefício do processamento consciente e, de facto, o processamento consciente pode não proporcionar, em todos os casos, um benefício claro. Isso ocorre porque os humanos, apesar de tudo, têm capacidade cognitiva limitada para fazer tudo o que queremos. Portanto, temos que confiar em padrões de comportamento aprendidos demais para operar em segundo plano (automaticamente), enquanto concentramos nossa carga limitada de memória de trabalho em experiências novas/novas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conceito básico de automaticidade está enraizado em modelos de condicionamento operante/instrumental em que o reforço é contingente à ocorrência de uma resposta. Quando um determinado comportamento é recompensado várias vezes, ele se torna automático.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Terapeuticamente, isso significa que, como resultado da prática e da experiência, nos envolvemos em muitos comportamentos e sentimos muitas emoções sem pensar ativamente sobre elas. Uma compreensão da automaticidade é, portanto, essencial para compreender o desenvolvimento do que é denominado disfunção mental e o sistema de intervenção necessário para abordá-la. A terapia requer tornar o conhecimento implícito temporariamente explícito para fins de análise exploratória e mudança potencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Muito do que é actualmente definido como constituindo perturbações mentais reflecte</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>a) o desenvolvimento de comportamentos desadaptativos que se tornaram automáticos, e</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>b) a aplicação inadequada destes comportamentos habituais ou automáticos em situações novas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Isto cria um ciclo em que há um fortalecimento da automaticidade dos comportamentos habitualizados, o que por sua vez resulta em resultados que causam sofrimento emocional e mental devido à má aplicação</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>*</p>
<p>(Vou focar nessa parte que destaquei em negrito.)</p>
<p>Como tá a sua postura nesse exato momento? Ajeita aí sua coluna. Isso é um exemplo.</p>
<p><strong>A mudança de muitos problemas mentais/comportamentais passa por</strong>:</p>
<ol>
<li><strong>tornar consciente</strong> o negócio ruim que tá inconsciente/automatizado;</li>
<li><strong>automatizar alternativas melhores</strong> (tipo: uma coluna mais ereta, uma mente mais calma, uma ação mais adequada etc).</li>
</ol>
<p><strong>Uma dificuldade que temos é justamente a inconsciência desses processos</strong>. A consciência é limitada e custosa, por isso temos tantos pontos cegos.</p>
<p>E também <strong>por isso a mudança pode ser tão lenta</strong>: o próprio processo consciente de perceber os processos inconscientes&#8230;precisa de automação.</p>
<p><span style="color: #961515;"><strong>Se isso não acontece, você tem uma &#8220;revelação&#8221; (<em>insight</em>), acha que tudo vai mudar&#8230;mas esquece no outro dia e volta aos antigos hábitos</strong>.</span></p>
<p>Pra lidar com isso, <strong>duas coisas são importantes: tempo e prática</strong>.</p>
<p>Por isso seu psicoterapeuta pode te dar exercícios pra casa. É chato, mas é como funcionamos. O aprendizado é lento.</p>
<p><strong>Quanto mais <span style="text-decoration: underline;">tempo</span> você investir aprendendo e aplicando psicologia na sua vida, mais você consegue mudar</strong>. Você pode nem perceber isso acontecendo, tipo uma árvore crescendo. E você pode nem perceber direito o quanto mudou com o tempo, justamente porque a maior parte do seu &#8220;novo eu&#8221; já tá automatizado/inconsciente.</p>
<p>**</p>
<p>Observação adicional, para a galera da psico:</p>
<p>Reparou que se fala de inconsciente, condicionamento operante e processamento de informações? Isso te lembra psicanálise, análise do comportamento e psicologia cognitiva? Pois é. Olha como a psicologia científica é legal! Só isso mesmo. (falo desse tema em outros momentos)</p>
</div>
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		<item>
		<title>Quando o ciúme pode atrapalhar um relacionamento? Sinais e a resposta simples</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/quando-o-ciume-pode-atrapalhar-um-relacionamento-sinais-e-a-resposta-simples/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2024 21:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Quando o ciúme pode atrapalhar um relacionamento?&#8221; é uma pergunta que pode parecer simples, à primeira vista. Alguns vão responder de bate-pronto: &#8220;sempre&#8221;. Outros vão responder que o ciúme é sinal de amor e&#8230;por aí [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Quando o ciúme pode atrapalhar um relacionamento?&#8221;</em> é uma pergunta que pode parecer simples, à primeira vista.</p>
<p>Alguns vão responder de bate-pronto: &#8220;sempre&#8221;. Outros vão responder que <em>o ciúme é sinal de amor</em> e&#8230;por aí vai. Em geral, são respostas simples demais para a complexidade da questão.</p>
<p>Eu sei, você queria uma resposta simples. E eu até vou dar, mais só depois de complicar um pouco.</p>
<h3>O que é o cíume?</h3>
<p>O ciúme é uma emoção complexa (eu falei / ele é definido assim mesmo em ciência). Costuma surgir em relacionamentos, muitas vezes decorrente do amor, medo e desejo de exclusividade. No entanto, quando se torna excessivo, pode agir como um sabotador silencioso do relacionamento, corroendo a confiança e a intimidade.</p>
<p>É natural experimentar um grau de ciúme; pode até ser um sinal de profundo afeto. Em sua essência, o ciúme é uma reação protetora a uma ameaça percebida a um relacionamento valioso. Mas quando ele se torna problemático? Entender quando o ciúme ultrapassa o limite e começa a atrapalhar pode te ajudar a manter seus relacionamentos (e mantê-los bons).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2336" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/ciume_casal_dragao_verde_monstro_relacionamento.jpg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/ciume_casal_dragao_verde_monstro_relacionamento.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/ciume_casal_dragao_verde_monstro_relacionamento-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/ciume_casal_dragao_verde_monstro_relacionamento-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/04/ciume_casal_dragao_verde_monstro_relacionamento-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2><strong>Quando o ciúme pode atrapalhar um relacionamento: excesso e sinais de alerta</strong></h2>
<p>O ciúme se torna &#8220;tóxico&#8221; quando leva a comportamentos que restringem a liberdade do parceiro, criam suspeitas constantes ou resultam em manipulação emocional. Aqui estão alguns exemplos práticos de como o ciúme pode perturbar um relacionamento:</p>
<ul>
<li><strong>Checagens constantes:</strong> João insiste em ter atualizações frequentes de sua parceira, Maria, ao longo do dia. Ele quer saber onde ela está, com quem está e o que está fazendo a todo momento. Esse nível de monitoramento é sufocante para Maria e mostra falta de confiança.</li>
<li><strong>Vigilância nas redes sociais:</strong> Ana se vê obsessivamente olhando o que seu parceiro, Davi, faz no Instagram. Ela questiona cada curtida, comentário e pessoa seguida por ele, levando a discussões frequentes e acusações.</li>
<li><strong>Isolamento dos amigos:</strong> Alex se sente ameaçado sempre que Samara passa tempo com amigas. Ele expressa desconforto e desprazer, pressionando Samara a escolher entre ele e socializar com amigas, o que cria um sentimento de isolamento para Samara.</li>
<li><strong>Bagagem do passado:</strong> Vanessa carrega inseguranças de um relacionamento anterior para o atual com Gabriel. Ela projeta esses medos em Gabriel, tratando-o como se ele estivesse destinado a repetir os erros de seu ex, apesar de sua lealdade consistente.</li>
</ul>
<h3><strong>As consequências do Ciúme</strong></h3>
<p>O ciúme descontrolado pode ter várias consequências negativas:</p>
<ul>
<li><strong>Confiança corroída:</strong> Quando um parceiro é constantemente questionado, isso sinaliza uma falta de confiança, que é a base de qualquer relacionamento saudável.</li>
<li><strong>Independência sufocada:</strong> Relacionamentos prosperam em um equilíbrio de união e individualidade. O ciúme pode sufocar o crescimento pessoal e a independência.</li>
<li><strong>Exaustão emocional:</strong> O estresse de lidar com o ciúme pode levar ao esgotamento, pois o desgaste emocional de se defender torna-se insuportável.</li>
</ul>
<h2>Quando o ciúme pode atrapalhar um relacionamento: a resposta simples</h2>
<p>Te dei um monte de exemplos de como o ciúme pode atrapalhar relacionamentos. Aprender a observar os sinais de alerta e ver vários exemplos te ajuda a calcular quando o ciúme é excessivo.</p>
<p>&#8220;Mas pessoas são complicadas e tal, como vou saber no meu caso?!&#8221;</p>
<p><strong>A resposta simples ta aí: observar quando o ciúme pode atrapalhar o <i>SEU </i>relacionamento.</strong></p>
<p>&#8220;Ahh, mas isso é óbvio&#8230;&#8221;</p>
<p>É e não é. Por exemplo: muita gente faz perguntas como:</p>
<ul>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/qual-e-o-significado-do-ciume/">Qual é o significado do ciúme?</a></li>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/como-e-o-ciume-normal-e-os-problemas-dessa-ideia/">Como é o ciúme normal?</a></li>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-ser-possessivo-e-ciumento-e-ciume-possessivo/">O que é ser possessivo e ciumento?</a></li>
</ul>
<p>E eu já respondi todas elas. Mas o &#8220;detalhe&#8221; tá aqui: as pessoas buscam respostas sobre certos indivíduos (tipo&#8230;si mesmo ou um(a) namorado(a) na cultura/sociedade, em grupos e em outros indivíduos. E <strong>parte da resposta tá aí mesmo</strong>. A cultura em que estamos inseridos afeta como lidamos com o ciúme e como ele atrapalha os relacionamentos. O exemplo antropológico que dei no vídeo abaixo é ótimo pra ver isso:</p>
<p><iframe title="Cultura do ciúme (ou não): Toda x Apache" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/zyyDXmwC4uE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conhecimento geral, de como as pessoas no geral pensam, sentem e lidam com o ciúme te ajuda&#8230;no geral. Claro que entender o mundo social te torna mais capaz de enxergar os problemas, mas as pessoas sempre são <em>específicas</em> em alguns pontos.</p>
<p>Tem gente que é muito tolerante ao ciúme, tem gente que logo explode. Tem gente que vê o ciúme como um problema e sai correndo, tem gente que vê como um problema a ser resolvido e busca soluções.</p>
<p>Embora um toque de ciúme possa ser uma parte natural de um relacionamento, é crucial reconhecer quando ele se torna prejudicial. Inclusive, é<strong> possível fazer com que ele deixe de ser uma força destrutiva e passe a ser uma força construtiva</strong>.</p>
<p>É isso que a gente ensina lá no <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><strong><em>Livre do Cíume</em></strong></a>, <strong>um curso online focado nisso: te ajudar a lidar com o ciúme</strong>. Nele você aprender sobre o ciúme, de forma geral, e também estratégias para <span style="text-decoration: underline;">adaptar ao seu caso em específico</span>.</p>
<p>Em alguns casos, o ciúme fica existindo no relacionamento sem problemas. Nesse caso, quando não atrapalha, tudo certo, segue o baile. Em muitos casos o ciúme atrapalha. Em uma parte desses, <strong>o ciúme <em>destrói</em> os relacionamentos</strong>. Nesses casos, pode <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">contar com a gente pra te ajudar</a>.</p>
<p>De todo modo, te recomendo observar seu relacionamento. Como tá indo? O quanto o ciúme tá atrapalhando? Vocês estão sabendo resolver ou <a href="https://youtu.be/vfFYYdhVr-0?si=1cZcvTMqPIHrZWAg">continuam no mesmo problema</a>? O ciúme tá <em>piorando</em> o relacionamento?</p>
<p>É complicado. Complexo e complicado. Mas calma, tem solução.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/quando-o-ciume-pode-atrapalhar-um-relacionamento-sinais-e-a-resposta-simples/">Quando o ciúme pode atrapalhar um relacionamento? Sinais e a resposta simples</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Psicologia positiva x positividade tóxica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 22:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com &#x2705; Receba todas as novidades do Universo da Psicologia → Por Email → Por Telegram &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter _____________________________________________________ Quem sou eu: Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre</p>
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		<title>Seu inconsciente é seu destino? &#124; De Jung à Kahneman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 22:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia.<br />
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		<title>Como lidar com insultos: a técnica ABC da Terapia Racional Emotiva Comportamental (TREC)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 15:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Insultos são palavras ou ações que têm a intenção de ferir, ofender ou humilhar alguém. Insultos podem vir de qualquer um, desde um desconhecido na rua até a sua mãe, ser falados, escritos, gestuais, diretos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Insultos são palavras ou ações que têm a intenção de ferir, ofender ou humilhar alguém.</p>
<ul>
<li>Insultos podem vir de qualquer um, desde um desconhecido na rua até a sua mãe, ser falados, escritos, gestuais, diretos ou indiretos, ser sobre qualquer coisa, desde o seu nariz até a sua religião.</li>
<li>Quando alguém te ofende com palavras, isso pode te deixar mal, irritado, triste, envergonhado ou inseguro. Eles também podem te fazer reagir de forma estúpida, agressiva ou passiva, o que pode estragar seus relacionamentos e sua reputação.</li>
</ul>
<p>Insultos podem ter um impacto negativo na nossa autoestima, humor e bem-estar. Podem nos fazer sentir raiva, tristeza, vergonha ou insegurança, além de desencadear reações defensivas, agressivas ou passivas que podem prejudicar nossos relacionamentos e reputação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2292" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/insultos_razao_pensando_falando_palavras_racional.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/insultos_razao_pensando_falando_palavras_racional.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/insultos_razao_pensando_falando_palavras_racional-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/insultos_razao_pensando_falando_palavras_racional-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/insultos_razao_pensando_falando_palavras_racional-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h2>Então, <strong>como podemos lidar com insultos?</strong></h2>
<p>Quando uma pessoa te ofende, o que fazer? Como reagir diante de provocações? Como não se importar com ofensas?</p>
<p>Para lidar com insultos, podemos usar a técnica ABC, que se baseia na terapia racional emotiva comportamental (TREC). A técnica ABC nos ajuda a mudar nossos pensamentos e emoções sobre o insulto.</p>
<div class="content" tabindex="0" aria-description="">
<div class="ac-container ac-adaptiveCard">
<div class="ac-textBlock">
<h2>Como usar a técnica ABC para lidar com insultos</h2>
<p>A técnica ABC tem três passos:</p>
<p><strong>A: Evento Ativador</strong></p>
<p>Este é o evento ou situação que desencadeia o insulto. Por exemplo, alguém te chama de perdedor.</p>
<p><strong>B: Crença</strong></p>
<p>Esta é a interpretação ou pensamento que temos sobre o evento ativador. Pode ser racional ou irracional. Por exemplo, você pensa que é um perdedor porque alguém te chamou assim.</p>
<p><strong>C: Consequência</strong></p>
<p>Esta é a emoção ou comportamento que resulta da crença. Pode ser saudável ou não saudável. Por exemplo, você se sente triste e age passivamente.</p>
<h3>No meio do insulto havia uma crença&#8230;</h3>
<p>A técnica ABC nos mostra que não é o evento ativador que causa a consequência, mas <span style="text-decoration: underline;">a crença</span> que temos sobre ele. <strong>Podemos mudar a forma como nos sentimos e agimos mudando a forma como pensamos</strong>. Um modo de fazer isso é desafiar e substituir nossas crenças irracionais por crenças racionais.</p>
<p>Para desafiar e substituir crenças irracionais, você pode usar estes passos:</p>
<ul>
<li>Identifique a crença irracional e escreva-a.</li>
<li>Faça perguntas para testar a validade, utilidade e lógica da crença irracional.</li>
<li>Pergunte-se qual é uma crença mais racional, realista e útil que você pode adotar em vez da crença irracional.</li>
<li>Escreva a crença racional e repita-a para si mesmo até acreditar nela (a repetição por si só não é suficiente para mudar sua crença, mas ajuda).</li>
</ul>
<p>Por exemplo, se alguém te chama de perdedor, você pode desafiar e substituir sua crença irracional assim:</p>
<ul>
<li>Crença irracional: Eu sou um perdedor porque alguém me chamou assim.</li>
<li>Perguntas: Há alguma evidência de que eu sou um perdedor? A opinião de uma pessoa me define? É realista e útil pensar que eu sou um perdedor?</li>
<li>Crença racional: Eu não sou um perdedor porque alguém me chamou assim. Eu sou uma pessoa valiosa e capaz que pode superar desafios. Não preciso me afetar com todas as opiniões de todas as pessoas.</li>
</ul>
<p>Claro que esse é só um exemplo. A crença tem um forte fator individual, ou seja, não é só eu te &#8220;dar&#8221; uma nova crença e pronto. Você precisa fazer o processo ativamente e assumir novas crenças que fazem sentido para você.</p>
<p>Usar a técnica ABC pode te ajudar a lidar com insultos de uma forma razoável e eficaz, reduzir emoções e comportamentos negativos e aumentar positivos.</p>
<h3>Se quiser mais técnicas, tem 107 no <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">Psicologia Prática</a>, meu livro digital.</h3>
<hr />
<p>Agora, só por curiosidade, veja&#8230;</p>
<h3>Como lidar com insultos: versão com o estilo Albert Ellis*</h3>
<p>(*o criador da Terapia Racional Emotiva Comportamental TREC)</p>
<p>&#8220;Então, como podemos lidar com os idiotas que nos insultam?</p>
<p>Um jeito é usar a técnica ABC, que se baseia na terapia racional emotiva comportamental (TREC), um tipo de terapia que te ajuda a mudar seus pensamentos idiotas e suas emoções idiotas.</p>
<p>A técnica ABC tem três passos:</p>
<p>A: Acontecimento Idiota</p>
<p>Este é o momento ou a situação em que o idiota te insulta. Por exemplo, alguém te chama de burro.</p>
<p>B: Bobagem</p>
<p>Esta é a besteira que você pensa sobre o acontecimento idiota. Pode ser racional ou irracional. Por exemplo, você pensa que é burro porque alguém te chamou assim.</p>
<p>C: Consequência Idiota</p>
<p>Esta é a emoção ou o comportamento idiota que resulta da bobagem. Pode ser saudável ou não saudável. Por exemplo, você se sente mal e se cala.</p>
<p>A técnica ABC te mostra que não é o acontecimento idiota que causa a consequência idiota, mas a bobagem que você pensa sobre ele. Você pode mudar a forma como se sente e se comporta mudando a forma como pensa. Uma forma de fazer isso é desafiar e substituir suas bobagens por coisas mais inteligentes.</p>
<p>Para desafiar e substituir suas bobagens, você pode usar estes passos:</p>
<p>Identifique a bobagem e escreva-a. Faça perguntas para testar a veracidade, a utilidade e a lógica da bobagem. Pergunte-se qual é uma coisa mais inteligente, realista e útil que você pode pensar em vez da bobagem. Escreva a coisa inteligente e repita-a para si mesmo até acreditar nela (não adianta só repetir, tem que acreditar).</p>
<p>Por exemplo, se alguém te chama de burro, você pode desafiar e substituir sua bobagem assim:</p>
<ul>
<li>Bobagem: Eu sou burro porque alguém me chamou assim.</li>
<li>Perguntas: Tem alguma prova de que eu sou burro? A opinião de um idiota me define? É inteligente e útil pensar que eu sou burro?</li>
<li>Coisa inteligente: Eu não sou burro porque alguém me chamou assim. Eu sou uma pessoa capaz e valiosa que pode enfrentar desafios. A opinião de um idiota não me afeta.&#8221;</li>
</ul>
<p>*<br />
Claro que é só brincadeira com o estilo do Albert Ellis, que particularmente gosto muito. O que achou? Se não gostou desse evento ativador, pode ser porque suas crenças não permitiram. Uma nova crença útil: <em>levar certas coisas na brincadeira é muito bom&#8230;</em></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar/conviver com pessoas que falam demais (sim, é possível!)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-lidar-conviver-com-pessoas-que-falam-demais-ha-esperanca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2024 15:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo mundo conhece alguém que fala demais. Pode ser um colega de trabalho, um amigo ou um familiar. Pode ter muito a dizer, mas não parece notar quando os outros estão entediados, irritados ou precisam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Todo mundo conhece alguém que fala demais. Pode ser um colega de trabalho, um amigo ou um familiar. Pode ter muito a dizer, mas não parece notar quando os outros estão entediados, irritados ou precisam de uma oportunidade para falar. Pode interromper, divagar, ficar repetindo uma mesma coisa mil vezes ou falar muito sobre si mesmo, seus problemas ou suas opiniões sem mostrar muito interesse no que você têm a dizer.</span></p>
<h3><b>O que a psicologia diz sobre pessoas que falam demais?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Falar demais pode ser um sinal de ansiedade, insegurança, narcisismo (mas calma aí antes de sair diagnosticando, blz?), entre outras coisas. Também pode ser um traço de personalidade ou um hábito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seja qual for o motivo, falar demais pode tornar as interações sociais exaustivas, frustrantes e improdutivas. Em muitos casos, você precisa continuar a conviver com pessoas que falam demais, então um &#8220;só sai fora&#8221; não rola.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2282" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/pessoa_que_fala_demais.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/pessoa_que_fala_demais.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/pessoa_que_fala_demais-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/pessoa_que_fala_demais-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/pessoa_que_fala_demais-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então&#8230;</span></p>
<h2><b>Como lidar com pessoas que falam demais?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Seguem algumas dicas e exemplos que podem te ajudar.</span></p>
<h3><b>1. Ouça com empatia (pelo menos por um tempo)</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de julgar ou criticar alguém por falar demais, tente entender por que ele faz isso. Talvez ele esteja solitário, estressado ou animado. Talvez ele tenha muito conhecimento ou paixão sobre um assunto (tipo eu falando sobre psicologia; já viu o tamanho dos meus textos e a duração dos vídeos?). Talvez ele esteja tentando se conectar com você ou te impressionar. Talvez ele não perceba como seu modo de falar afeta os outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ouvir com empatia significa prestar atenção ao que a pessoa está dizendo, como ela está se sentindo e o que ela está tentando comunicar. Também significa mostrar respeito, compaixão e curiosidade. Você não precisa concordar com tudo o que ela diz, mas pode reconhecer sua perspectiva e emoções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, você pode dizer:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Parece que você teve um fim de semana agitado.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu vejo que você tá muito entusiasmado com este projeto.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Você parece estar passando por muita coisa agora.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Essa é uma visão interessante.”</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ouvir com empatia pode te ajudar a construir rapport com a pessoa, gerar confiança e compreensão. Também pode te ajudar a identificar as necessidades, motivos e objetivos dela. Isso pode facilitar o redirecionamento da conversa, fazer perguntas ou dar feedback. Ou seja, a empatia pode te ajudar a usar as próximas estratégias sem criar climão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Consigo ouvir, beleza. Mas o que fazer quando a pessoa não para de falar?&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h3><b>2. Estabeleça limites</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ouvir com empatia não significa que você tenha que ouvir indefinidamente (muito poucas pessoas vão ter interesse em ouvir 3 horas de história sobre uma briga de relacionamento causada por roubo de bolo na geladeira). Você tem o direito de impor seus limites. Você pode decidir quanto tempo e energia quer gastar em uma conversa. Você também pode decidir quais assuntos você se sente confortável ou interessado em discutir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estabelecer limites significa ser claro e assertivo sobre suas necessidades e preferências. Também significa ser respeitoso e educado com a outra pessoa. Você não precisa ser rude, grosseiro ou agressivo. Você pode usar  declarações do tipo“eu”, linguagem positiva e sinais não verbais para comunicar até onde as coisas podem ir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, você pode dizer:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu acho muito legal isso aí, mas tenho que voltar ao trabalho agora.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Sinto muito por você estar tendo problemas com seu chefe, mas eu não sei como posso te ajudar com isso.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Fico feliz que você tenha gostado do filme, mas eu tenho uma opinião diferente.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu tenho que ir agora, mas foi bom conversar com você.”</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Você também pode usar a linguagem corporal, como acenar, sorrir ou fazer contato visual, para sinalizar seu interesse ou desinteresse. Você também pode usar gestos, como olhar para o seu relógio ou levantar a mão para indicar que você quer terminar ou mudar a conversa.</span></p>
<h3><b>3. Faça perguntas e dê feedback</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazer perguntas e dar feedback pode te ajudar a equilibrar a conversa e torná-la mais interativa. Pode ajudá-lo a direcionar a conversa para um assunto que você conheça mais ou no qual esteja mais interessado. Também pode ajudar a esclarecer, desafiar ou expandir o que a pessoa está dizendo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazer perguntas e dar feedback significa ser curioso, atento e construtivo. Você não precisa fingir que concorda ou gosta de tudo o que ela diz, mas pode evitar ser julgador, sarcástico ou desdenhoso. Você pode usar perguntas abertas, declarações reflexivas e elogios para envolver a pessoa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, você pode dizer:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“O que você pensa sobre…?”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Como você se sente sobre…?”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Você pode me contar mais sobre…?”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Essa é uma ideia interessante. Como você chegou a ela?”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu entendo o que você quer dizer. Quais são os prós e contras dessa abordagem?”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu gosto de como você explicou isso. Você pode me dar um exemplo?”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Você tem muita experiência nessa área. Quais são algumas das melhores práticas ou dicas que você pode compartilhar?”</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazer perguntas e dar feedback pode ajudá-lo a mostrar interesse, apreço e respeito pela pessoa. Também pode ajudá-lo a aprender algo novo, obter uma perspectiva diferente ou encontrar um ponto em comum. Também pode ajudá-lo a influenciar, persuadir ou educar a pessoa.</span></p>
<h3><b>4. Como interromper alguém que fala muito e redirecionar a conversa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Às vezes, ouvir, estabelecer limites e fazer perguntas não são suficientes para lidar com alguém que fala demais. Você pode precisar interromper e redirecionar a conversa para torná-la mais produtiva, agradável ou relevante. Isso pode ser complicado, pois você não quer ofender ou magoar a pessoa, mas também não quer desperdiçar seu tempo ou paciência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Interromper e redirecionar significa encontrar um momento e uma forma adequados para intervir e mudar o rumo da conversa. Também significa ser educado, diplomático e firme. Você não precisa se desculpar, justificar ou se explicar. Você pode <strong>usar palavras, declarações ou perguntas de transição para mudar o foco ou o assunto</strong>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, você pode dizer:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Isso é fascinante, mas eu queria te perguntar sobre…”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu te entendo, mas eu tenho uma perspectiva diferente sobre…”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Entendo; eu queria falar sobre&#8230;”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Esse é um bom ponto, mas eu estou curioso sobre…”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Essa é uma história longa, mas eu tenho uma pergunta para você.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“É muita informação, mas eu estou me perguntando sobre…”</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Interromper e redirecionar pode te ajudar a:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">recuperar o controle</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">expressar sua opinião</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">compartilhar sua informação</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">evitar o tédio, a frustração ou o conflito</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alcançar seu objetivo, resolver um problema ou tomar uma decisão.</span></li>
</ul>
<h2><b>5. Fuja graciosamente</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Às vezes, a melhor maneira de lidar com alguém que fala demais é sair da conversa graciosamente</strong>. Isso pode ser o caso quando:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">você tentou de tudo e nada parece funcionar,</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">você não tem interesse, obrigação ou benefício em continuar a conversa,</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">você se sente sobrecarregado, exausto ou irritado pela pessoa.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Sair graciosamente significa terminar a conversa de uma forma respeitosa e cortês. Também significa dar um motivo válido e crível para sair. Você não precisa mentir, exagerar ou inventar desculpas. Você pode usar linguagem positiva, gratidão e elogios para terminar a conversa em um bom tom.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, você pode dizer:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Foi ótimo conversar com você, mas eu tenho que ir agora.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Obrigado por compartilhar seus pensamentos, mas eu tenho outro compromisso.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu gostei de ouvir suas histórias, mas eu tenho que me atualizar em alguns trabalhos.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu aprecio seu conselho, mas eu tenho que fazer uma ligação.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Eu aprendi muito com você, mas eu tenho que encontrar alguém.”</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">“Estou feliz que tivemos essa conversa, mas eu tenho que fazer algumas coisas.”</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Espero que este artigo ajude você a lidar com pessoas que falam demais. Lembre-se, você pode sempre escolher como responder a elas. Você pode ouvir com empatia, estabelecer limites, fazer perguntas e dar feedback, interromper e redirecionar, ou fugir graciosamente. Seja lá o que você fizer, você pode fazer na boa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você costuma lidar com pessoas que falam demais? Como é a experiência? O que você sente? Que estratégias usa (ou não)? Conta aí, vamos conversar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">(me desculpa por escrever demais, espero que você não tenha fugido graciosamente<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f605.png" alt="😅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-lidar-conviver-com-pessoas-que-falam-demais-ha-esperanca/">Como lidar/conviver com pessoas que falam demais (sim, é possível!)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Ler é bom para aprender? &#124; A ciência do estudo eficiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 22:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ler para aprender provavelmente é o hábito mais comum e o método de estudo mais usado. Mas será que ler é bom para aprender? Ler te ajuda a aprender com facilidade? É sobre isso que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/ler-e-bom-para-aprender-a-ciencia-do-estudo-eficiente/">Ler é bom para aprender? | A ciência do estudo eficiente</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Ler para aprender provavelmente é o hábito mais comum e o método de estudo mais usado. Mas será que ler é bom para aprender? Ler te ajuda a aprender com facilidade? É sobre isso que eu falo nesse episódio e ainda indico como ler e aprender o que leu de verdade.</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Descubra <strong>os princípios científicos da aprendizagem e as melhores técnicas de estudo</strong> lá no curso: </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--display-type yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbml4akVzWnFnVnNSZ1pDaUlicEljYjNXMnlvQXxBQ3Jtc0trTUhkTHZFQzRPLTdFTUQtQVFvWkkwU0pRZmJ0V1Q0d2R1NkcyUjBsUTlDUjg3SWxiLVVrSUlVRVBVSmx0a05LUHdnOXNWS0NyVU45RWswNkZfb18wLXZyNzFxME5ndFE4WTQ4SHp3alZDSmtPeVkzcw&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fhaa&amp;v=yKWLjTh3Ne4" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/haa</a></span></p>
<p>_</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>A lupa: autoengano x aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 18:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso amiguinho poderia usar a lupa para focalizar a luz do sol e REALMENTE aumentar a chama, mas usou a lupa para VER a chama maior, por mais que essa chama continuasse do mesmo tamanho na realidade.   Nossa mente é esquisita mesmo. Isso pode acontecer por desconhecimento (ele não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2313" aria-describedby="caption-attachment-2313" style="width: 626px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2313" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/128592051_2266241296844648_4244870752385746320_n.jpg" alt="" width="626" height="626" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/128592051_2266241296844648_4244870752385746320_n.jpg 626w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/128592051_2266241296844648_4244870752385746320_n-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/128592051_2266241296844648_4244870752385746320_n-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /><figcaption id="caption-attachment-2313" class="wp-caption-text">Imagem do <a href="https://thejenkinscomic.wordpress.com/"><em>The Jenkins Comic</em></a></figcaption></figure>
<div data-offset-key="1dt5h-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1dt5h-0-0"><span data-offset-key="1dt5h-0-0">Nosso amiguinho poderia usar a lupa para focalizar a luz do sol e REALMENTE aumentar a chama, mas usou a lupa para VER a chama maior, por mais que essa chama continuasse do mesmo tamanho na realidade.</span></div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="8t5nu-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8t5nu-0-0"><span data-offset-key="8t5nu-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="c6o3k-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c6o3k-0-0"><span data-offset-key="c6o3k-0-0">Nossa mente é esquisita mesmo. Isso pode acontecer por desconhecimento (ele não sabia outro jeito de usar a lupa), por falha na evocação da memória (a ideia não &#8220;veio à mente&#8221;) e até por um mecanismo de <strong><em>autoengano</em></strong>.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="ce590-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ce590-0-0"><span data-offset-key="ce590-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="d88ov-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="d88ov-0-0"><span data-offset-key="d88ov-0-0"><strong>Muitos vezes é mais fácil ou confortável distorcer a realidade do que mudá-la</strong>.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="7er76-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="7er76-0-0"><span data-offset-key="7er76-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="2psul-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2psul-0-0"><span data-offset-key="2psul-0-0">Exemplo: você pode ler 100 livros por ano e se sentir muito bem por isso. Mas <strong>o quanto você lembra do que leu</strong>?</span></div>
<div data-offset-key="2psul-0-0">
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="2psul-0-0">
<div data-offset-key="2psul-0-0"></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="26f93-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="26f93-0-0"><span data-offset-key="26f93-0-0">Você realmente aumentou a chama ou só está se iludindo &#8220;vendo&#8221; ela maior?</span></div>
</div>
</div>
<div data-offset-key="2psul-0-0"></div>
</div>
<div data-offset-key="2psul-0-0">(além disso, <em>ler não é estudar</em>)</div>
<div data-offset-key="2psul-0-0"></div>
<div data-offset-key="2psul-0-0">
<p><iframe title="Ler é bom para aprender? | A ciência do estudo eficiente" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/yKWLjTh3Ne4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="2psul-0-0"></div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="26f93-0-0"></div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="2k5j5-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2k5j5-0-0">O autoengano em si não é um problema. Ele é um processo natural. Você pode se sentir feliz assim, e tá tudo bem.</div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="1fb5l-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1fb5l-0-0"><span data-offset-key="1fb5l-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="4vstb-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4vstb-0-0"><span data-offset-key="4vstb-0-0">Porém, <strong>caso você queira ou precise ser realista, deve saber como lidar com seu autoengano</strong>.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="8ra4f-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8ra4f-0-0"><span data-offset-key="8ra4f-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="e7btc-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e7btc-0-0"><span data-offset-key="e7btc-0-0">No caso da aprendizagem, se você quer ter uma visão realista de como estudar para realmente aprender, eu tenho um projeto chamado <a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/"><strong><em>Hackeando a Aprendizagem</em></strong> <strong>&#8211; A ciência de como estudar melhor</strong></a>.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="2bj9b-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2bj9b-0-0"><span data-offset-key="2bj9b-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="7g958" data-offset-key="c89f6-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="c89f6-0-0"><span data-offset-key="c89f6-0-0">O objetivo dele é <strong>te mostrar como usar a lupa da melhor maneira possível.</strong></span></div>
<div data-offset-key="c89f6-0-0"></div>
<div data-offset-key="c89f6-0-0"><a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1844" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Hackeando-a-aprendizagem-Banner-blog-fim-dos-posts.png" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Hackeando-a-aprendizagem-Banner-blog-fim-dos-posts.png 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Hackeando-a-aprendizagem-Banner-blog-fim-dos-posts-300x157.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Hackeando-a-aprendizagem-Banner-blog-fim-dos-posts-768x401.png 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Hackeando-a-aprendizagem-Banner-blog-fim-dos-posts-450x235.png 450w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></div>
</div>
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		<title>O que a raiva faz com o corpo? &#124; Psicobiologia das emoções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 15:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[raiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A raiva é uma emoção poderosa que afeta nosso corpo de várias maneiras. Não ficamos verdes e fortes o bastante para segurar um buraco negro com as mãos, mas temos outras mudanças significativas. Vejamos os [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-a-raiva-faz-com-o-corpo-psicobiologia-das-emocoes/">O que a raiva faz com o corpo? | Psicobiologia das emoções</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content" tabindex="0" aria-description="">
<div class="ac-container ac-adaptiveCard">
<div class="ac-textBlock">
<p>A raiva é uma emoção poderosa que afeta nosso corpo de várias maneiras. Não ficamos <a href="https://aminoapps.com/c/marvel-comics-amino-br/page/blog/verdadeiro-poder-do-incrivel-hulk/z6KM_0wVfxuadBlrvkml6epNpwK4dXBMjJ">verdes e fortes o bastante para segurar um buraco negro com as mãos</a>, mas temos outras mudanças significativas. Vejamos os efeitos da raiva em diferentes sistemas do corpo e entender como ela pode impactar nossa saúde.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2274" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/psicofisiologia_da_raiva_no_corpo.jpg" alt="" width="626" height="626" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/psicofisiologia_da_raiva_no_corpo.jpg 626w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/psicofisiologia_da_raiva_no_corpo-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/psicofisiologia_da_raiva_no_corpo-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></p>
<h2>1. Efeitos da raiva no corpo</h2>
<p>Quando estamos com raiva, nosso corpo passa por várias mudanças físicas e químicas. Alguns dos efeitos incluem:</p>
<ul>
<li><strong>Aumento da frequência cardíaca</strong>: A raiva ativa o sistema nervoso simpático, levando a um aumento na frequência cardíaca e na pressão arterial.</li>
<li><strong>Tensão muscular</strong>: Os músculos ficam tensos, preparando-se para a ação (contrair, socar, esmagar).</li>
<li><strong>Liberação de hormônios do estresse</strong>: O corpo libera hormônios como adrenalina e cortisol em resposta à raiva.</li>
<li><strong>Respiração rápida e superficial</strong></li>
<li><strong>Dilatação das pupilas</strong>: As pupilas se dilatam para melhorar a visão periférica.</li>
<li><strong>Aumento da sudorese</strong>: A transpiração aumenta à medida que o corpo se prepara para lidar com a situação.</li>
</ul>
<h2>2. O que acontece com o corpo quando estamos com raiva?</h2>
<p>Quando estamos com raiva, nosso cérebro ativa o sistema de resposta ao estresse. Isso desencadeia uma série de reações físicas, como o aumento da frequência cardíaca, a liberação de hormônios do estresse e a preparação do corpo para a luta ou fuga (no caso da raiva: luta).</p>
<p>Quem regula esse comportamento é a <strong>amígdala</strong> – não a da garganta! A amígdala é o cão de guarda do cérebro e identifica (de forma certa ou errada) os estímulos.</p>
<p>Ela está conectada com o hipotálamo, que tem como função primária regular o nosso corpo para deixá-lo estável. Ele controla substâncias inibidoras ou liberadoras de outros hormônios/neurotransmissores que agem na hipófise, a glândula mestre do nosso corpo. O alto nível hormonal (de cortisol, principalmente) tira um pouco da nossa razão, bloqueando nossos julgamentos mais frios e equilibrados. Tudo acontece em segundos, por isso o que poderia ser só uma faísca pode virar uma grande explosão.</p>
<h2>3. Qual sistema a raiva afeta?</h2>
<p>A raiva pode afetar vários sistemas do corpo.</p>
<p><strong>Sistema Nervoso</strong>:</p>
<p>A raiva ativa o sistema nervoso simpático, que prepara o corpo para ação rápida. Isso pode resultar em aumento da frequência cardíaca, respiração rápida e tensão muscular.</p>
<p><strong>Sistema Cardiovascular</strong>:</p>
<p>A raiva pode aumentar a pressão arterial, causar constrição dos vasos sanguíneos e liberar células inflamatórias pelo sistema imunológico. Isso pode levar à ruptura de placas dentro das artérias coronárias.</p>
<p><strong>Sistema Digestivo</strong>:</p>
<p>A raiva pode afetar o sistema digestivo, causando desconforto abdominal, náuseas e até úlceras estomacais em casos extremos.</p>
<p><strong>Sistema Imunológico</strong>:</p>
<p>A resposta de raiva pode liberar hormônios do estresse que afetam o sistema imunológico. Isso pode tornar o corpo mais suscetível a infecções e doenças crônicas.</p>
<h2>4. Como a raiva afeta o sistema nervoso?</h2>
<p>A raiva ativa o sistema nervoso simpático, que é responsável pela resposta ao estresse. Isso leva a mudanças na frequência cardíaca, respiração e tensão muscular.</p>
<h2>5. Qual é o hormônio que produz a raiva?</h2>
<p>A adrenalina é o principal hormônio liberado durante a raiva. Ela prepara o corpo para a ação rápida. No entanto, &#8220;hormônio que produz a raiva&#8221; não é uma expressão adequada. A raiva inclui vários fatores além do hormonal.</p>
<h2>6. O que a raiva libera?</h2>
<p>Além de adrenalina, a raiva libera energia acumulada e prepara o corpo para lidar com uma ameaça percebida.</p>
<h2>7. A raiva faz mal ao coração?</h2>
<p>A raiva excessiva pode ser prejudicial ao coração. O aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca coloca estresse adicional no sistema cardiovascular.</p>
<h2>8. O que a raiva pode causar no coração?</h2>
<p>A raiva crônica está associada a um maior risco de doenças cardíacas, como hipertensão arterial e doença arterial coronariana.</p>
<h2>9. É possível infartar raiva?</h2>
<p>Embora seja raro, a raiva extrema pode desencadear um ataque cardíaco em pessoas com predisposição a doenças cardíacas.</p>
<h2>10. É normal tremer de raiva?</h2>
<p>Sim, tremer de raiva é uma resposta comum do corpo. Isso ocorre devido à liberação de adrenalina e à ativação intensa do sistema nervoso simpático.</p>
<h2>11. Doenças causadas pela raiva (sentimento)</h2>
<p>A raiva crônica pode contribuir para doenças como hipertensão, doenças cardíacas, distúrbios gastrointestinais e problemas de sono.</p>
<p>*</p>
<p>A raiva é uma emoção natural, mas é importante gerenciá-la adequadamente para proteger nossa saúde física e mental. Existem várias formas de fazer isso. No <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">Psicologia Prática</a> (livro digital) tem <strong>um capítulo só sobre raiva, com várias técnicas para lidar melhor com ela</strong>.</p>
<p>Eu sei que a raiva faz parecer que ela é inevitável, mas <strong>é completamente possível se livrar dela</strong>. Baixa aí o livro e aprenda como <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
</div>
</div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-a-raiva-faz-com-o-corpo-psicobiologia-das-emocoes/">O que a raiva faz com o corpo? | Psicobiologia das emoções</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>É possível reprogramar o inconsciente? (sem bobagem)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/e-possivel-reprogramar-o-inconsciente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2024 15:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sei, tem muita loucura sobre &#8220;reprogramação mental&#8221; e sobre inconsciente por aí. Mas veja esse exemplo de treinamento para modificação do viés cognitivo. Os pacientes recebem exercícios, geralmente através do uso de videogames, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2302" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/cerebro_programacao_cognicao_computacao_inteligencia_artificial.jpg" alt="" width="1000" height="524" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/cerebro_programacao_cognicao_computacao_inteligencia_artificial.jpg 1000w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/cerebro_programacao_cognicao_computacao_inteligencia_artificial-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/cerebro_programacao_cognicao_computacao_inteligencia_artificial-768x402.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/cerebro_programacao_cognicao_computacao_inteligencia_artificial-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>Eu sei, <strong>tem muita loucura sobre &#8220;reprogramação mental&#8221; e sobre inconsciente por aí</strong>. Mas veja esse exemplo de treinamento para modificação do viés cognitivo.</p>
<p>Os pacientes recebem <strong>exercícios</strong>, geralmente através do uso de videogames, com o objetivo de <strong>mudar seus processos de pensamento</strong> problemáticos.</p>
<p>Por <a href="https://www.semanticscholar.org/paper/ABC-Training%3A-A-New-Theory-Based-Form-of-to-Foster-Wiers-Dessel/1336ccb7576980df05f1c38f3133c858ab98b4ca">exemplo</a>, os pesquisadores podem usar um aplicativo mobile para treinar usuários de álcool para evitar estímulos relacionados ao álcool.</p>
<p>Uma versão deste jogo exibe quatro imagens na tela &#8211; três sinais de álcool (por exemplo, uma lata de cerveja, a frente de um bar) e uma imagem relacionada à saúde (por exemplo, alguém bebendo água).</p>
<p>O objetivo é que o paciente toque na imagem saudável o mais rápido possível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2303 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/3-Figure1-1.png" alt="" width="1372" height="838" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/3-Figure1-1.png 1372w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/3-Figure1-1-300x183.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/3-Figure1-1-1024x625.png 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/3-Figure1-1-768x469.png 768w" sizes="(max-width: 1372px) 100vw, 1372px" /></p>
<p>Jogos como esses visam <strong>direcionar os pe00nsamentos não conscientes automáticos dos pacientes que podem ser difíceis de direcionar através de um esforço consciente</strong>.</p>
<p>Ao tocar repetidamente na imagem saudável, o paciente <strong>aprende a &#8220;ignorar&#8221;</strong> as indicações do álcool; portanto, quando essas informações são encontradas no ambiente, elas têm <strong>menos probabilidade de desencadear o desejo</strong> de beber.</p>
<p>*</p>
<p>Na verdade, isso não é novidade. Um exemplo muito mais comum é <strong>aprender a andar de bicicileta ou a dirigir</strong>: com o tempo, os processos conscientes tornam-se inconscientes (automatizados). <strong>Sua mente foi &#8220;reprogramada&#8221;: agora ela funciona em um novo padrão, e você nem precisa estar consciente disso</strong>.</p>
<p>O exemplo da direção é simples, mas isso funciona de maneira geral. <strong>Seus desejos, pensamentos, valores morais, opiniões, ações etc são programados também</strong>. Eles surgem automaticamente como resultado de &#8220;algoritmos&#8221; mentais inconscientes.</p>
<p>*</p>
<p>A Psicologia explica a programação e <strong>a Psicologia Aplicada permite que você mude sua programação</strong>.</p>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">O [livro] Psicologia Prática</a> é basicamente um manual cheio de tutoriais pra você fazer isso. São 107 técnicas para mudar seus pensamentos, emoções, comportamentos, relações e resultados de tudo isso na sua vida.</p>
<p>E aí, já tinha pensado nisso?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/e-possivel-reprogramar-o-inconsciente/">É possível reprogramar o inconsciente? (sem bobagem)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Apresentação &#124; Universo da Psicologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 22:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem sou eu: Tiago Azevedo, graduado e mestre em Psicologia. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre * &#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com &#x2705; Receba todas as novidades do Universo da Psicologia → Por Email → Por Telegram &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestre em Psicologia.<br />
Saiba mais em <a href="https://universodapsicologia.com/sobre">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>
<p>*</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f0.png" alt="📰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: <a href="https://universodapsicologia.com/">https://universodapsicologia.com</a></p>
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<p><iframe title="Apresentação | Universo da Psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/vNXKNszBbQc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/apresentacao-universo-da-psicologia/">Apresentação | Universo da Psicologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
		<itunes:duration>1:13</itunes:duration>
	</item>
		<item>
		<title>É normal não gostar de alguem sem motivo? (É, mas isso não é o mais importante)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/e-normal-nao-gostar-de-alguem-sem-motivo-e-mas-isso-nao-e-o-mais-importante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 15:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque não vamos com a cara de algumas pessoas logo de cara? É normal não gostar de alguem sem motivo? E sentir raiva de uma pessoa do nada? É normal não gostar de alguém sem [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/e-normal-nao-gostar-de-alguem-sem-motivo-e-mas-isso-nao-e-o-mais-importante/">É normal não gostar de alguem sem motivo? (É, mas isso não é o mais importante)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Porque não vamos com a cara de algumas pessoas logo de cara? É <span style="text-decoration: underline;">normal</span> não gostar de alguem sem motivo? E sentir raiva de uma pessoa do nada?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2270" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/antipatia_automatica.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/antipatia_automatica.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/antipatia_automatica-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/antipatia_automatica-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/03/antipatia_automatica-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p><strong>É normal não gostar de alguém sem motivo?</strong></p>
<p><strong>A resposta curta: É normal</strong>. Todos nós já passamos por isso: uma <strong>antipatia inexplicável</strong> por alguém que mal conhecemos. Talvez você tenha conhecido alguém novo e, sem motivo aparente, se viu não gostando dessa pessoa. Porém&#8230;</p>
<p>A resposta curta pode te fazer se sentir melhor se sentindo &#8220;mais normal&#8221;, mas não te leva muito longe. Mais importante do que isso é saber:</p>
<ul>
<li>Que <strong>é normal não gostar de alguém logo de cara, mas TEM motivo</strong></li>
<li>Usar isso a seu favor. Você pode mudar essa antipatia automática e os efeitos negativos dela.</li>
</ul>
<p>Bora.</p>
<h2><strong>A ciência da antipatia automática &#8220;inexplicável&#8221;</strong></h2>
<p>A pergunta (<em>É normal não gostar de alguem sem motivo?</em>) mostra que não nos vem à mente um motivo para o nosso não gostar. Mas isso não significa que ele não existe.</p>
<p><strong>Os motivos para não gostar de alguém logo de cara estão inconscientes para você, mas estão te afetando</strong>. Vejamos alguns.</p>
<p><strong>Fatores que Influenciam a Antipatia</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Aparência Física</strong>: Nossos cérebros são programados para fazer julgamentos rápidos com base na aparência. Se a aparência de alguém não combina com nossas preferências, podemos sentir antipatia.</li>
<li><strong>Traços de Personalidade</strong>: Extroversão, sociabilidade e outros traços de personalidade desempenham um papel. Se o comportamento de alguém entra em conflito com o nosso, podemos desenvolver antipatia.</li>
<li><strong>Estados de Humor</strong>: Bom humor tende a atrair respostas positivas, enquanto estados de mau humor podem desencadear antipatia.</li>
</ul>
<p><strong>História Pessoal e Contexto</strong>:</p>
<ul>
<li>A antipatia muitas vezes surge de experiências passadas ou associações. Por exemplo:
<ul>
<li>Perder um caso legal pode levar à antipatia por advogados.</li>
<li>Testemunhar brigas em estádios de futebol pode gerar antipatia por torcedores.</li>
<li>Uma decepção romântica com alguém de um lugar específico pode causar antipatia por pessoas dessa região.</li>
<li>Sofrer na mão de pessoas de um certo sexo pode levar a ter antipatia por todas as pessoas desse sexo. Ocorre uma generalização de um &#8220;exemplar&#8221; para o todo&#8221;. por exemplo: misoginia (contra mulheres) e misandria (contra homens).</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><strong>O Fenômeno “Meu santo não bateu com o deles”</strong>:</p>
<ul>
<li>É tão normal não gostar de alguem sem motivo que tem até uma expressão popular:<br />
“meu santo não bateu com o dele”.</li>
<li>As experiências de vida únicas de cada pessoa moldam suas percepções e reações. Por exemplo: uma pessoa que teve várias experiências ruins com homens &#8216;carrancudos&#8217; (parentes, professores&#8230;qualquer homem) pode &#8216;inexplicavelmente&#8217; não gostar do chefe carrancudo só de vê-lo.</li>
</ul>
<p>Viu que <strong>tem um monte de motivos para não gostar de alguém &#8216;sem motivo&#8217;</strong>? Todos esses motivos podem agir sem que você tenha consciência deles. Uma porrada de processos inconscientes ocorrem no seu cérebro sem que você saiba. É como se seu cérebro fizesse um monte de cálculos e julgamentos na surdina e só te informasse dos resultados. O resultado é não gostar de alguém, mas os motivos você não sabe.</p>
<p>Nesse vídeo aqui eu falei um pouco sobre isso:</p>
<p>(Será que você vai não gostar de mim logo de cara?)</p>
<p><iframe title="Por que já gostamos ou não de pessoas antes de conhecê-las?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/RqPeoKdbkA8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tá, é normal não gostar de alguém sem motivo, mas e aí?</strong></p>
<p>Entender os motivos ocultos já produz mudanças, mas vamos elaborar isso melhor.</p>
<h2><strong>O que você pode fazer quando não gostar de alguém &#8216;sem motivo&#8217;:</strong></h2>
<ol>
<li><strong>Autorreflexão</strong>:
<ul>
<li>Reconheça seus sentimentos de antipatia e explore suas origens (é o que falei agora: entender os motivos ocultos já pode mudar como você pensa e o que sente a respeito da sua antipatia automática)</li>
<li>Considere se sua reação é baseada em motivos válidos ou se é uma resposta automática. Pode ser realmente que sua <em>intuição</em> esteja certa / seu cérebro esteja te protegendo. Mas pode ser que não. Questionar o seu <em>não gostar de alguém</em> é uma forma de trabalhar melhor com as informações que seu cérebro te deu.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Pratique a empatia</strong>:
<ul>
<li>Tente entender a perspectiva da outra pessoa. Isso te ajuda a sair da sua imersão na sua própria antipatia e realmente conhecer a outra pessoa.</li>
<li>Lembre-se de que todos têm suas lutas e emoções. Todo mundo é fudido de alguma forma. Entender isso te ajuda a ser menos reativo contra as pessoas.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Desafie os esterótipos</strong>:
<ul>
<li>Evite fazer suposições com base na aparência ou estereótipos.</li>
<li>Dê às pessoas a chance de surpreendê-lo.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Comunicação aberta</strong>:
<ul>
<li>Se possível, envolva-se em conversas abertas com a pessoa que você não gosta.</li>
<li>Às vezes, entender o lado dela pode mudar sua percepção.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Encontre pontos em comum</strong>:
<ul>
<li>Descubra interesses compartilhados ou aspectos positivos.</li>
<li>Construir pontes pode reduzir a antipatia.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p>É normal não gostar de alguem sem motivo, já que é uma resposta natural do ser humano. Mas <a href="https://universodapsicologia.com/como-e-o-ciume-normal-e-os-problemas-dessa-ideia/">normal não é igual a bom</a>. Por isso eu te disse que a resposta curta é muito pouco.</p>
<p>Entender seus motivos para não gostar de alguém vai te ajudar a [realmente] entender a outra pessoa e, quem sabe, até a gostar dela. Além disso, <strong>entender sua antipatia automática te diz sobre você</strong>. Afinal, <em>se você nem conhece a pessoa, a sua antipatia só pode te dizer sobre você mesmo</em>. E isso é bom.</p>
<p>Se você chegou até aqui, é um ótimo sinal. Muita gente simplesmente vai vivendo a vida, não gostando de pessoas &#8220;sem motivos&#8221; e sendo levado pelos próprios preconceitos. A sua busca por entender a psicologia humana pode melhorar muito as coisas para você e para as pessoas à sua volta. Parabéns.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/e-normal-nao-gostar-de-alguem-sem-motivo-e-mas-isso-nao-e-o-mais-importante/">É normal não gostar de alguem sem motivo? (É, mas isso não é o mais importante)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O trem desgovernado: um dilema filosófico e psicológico</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-trem-desgovernado-um-dilema-filosofico-e-psicologico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 22:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de ouvir o episódio, faça o teste: 1) Um trem vai atingir 5 pessoas que trabalham desprevenidas sobre a linha. Mas você tem a chance de evitar a tragédia acionando uma alavanca que leva [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-trem-desgovernado-um-dilema-filosofico-e-psicologico/">O trem desgovernado: um dilema filosófico e psicológico</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ouvir o episódio, faça o teste:</p>
<p>1) Um trem vai atingir 5 pessoas que trabalham desprevenidas sobre a linha. Mas você tem a chance de evitar a tragédia acionando uma alavanca que leva o trem para outra linha, onde ele atingirá apenas uma pessoa. Você mudaria o trajeto, salvando as 5 e matando 1?</p>
<p>A) Mudaria</p>
<p>B) Não mudaria</p>
<p>2) Imagine a mesma situação anterior: um trem em disparada irá atingir 5 trabalhadores desprevenidos nos trilhos. Agora, porém, há uma linha só. O trem pode ser parado por algum objeto pesado jogado em sua frente Um homem com uma mochila muito grande está ao lado da ferrovia. Se você empurrá-lo para a linha, o trem vai parar, salvando as 5 pessoas, mas liquidando uma. Você empurraria o homem da mochila para a linha?</p>
<p>A) Empurraria</p>
<p>B) Não empurraria</p>
<p>*</p>
<p>O dilema do trem desgovernado ou dilema do bonde desgovernado (ou só dilema do trem/bonde) é uma questão ética bem famosa.</p>
<p>Há tempos que se busca respostas para o dilema do trem na ética/filosofia, do utilitarismo à Kant. Recentemente, os estudos em Psicologia e Neurociência vieram para tornar essa questão ainda mais interessante <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>*</p>
<p>Acréscimos:</p>
<p>1) Correção: no minuto 15, quando eu falo &#8220;matar 1 milhão de pessoas para salvar 5&#8243;&#8230;eu queria dizer: matar 5 milhões de pessoas para salvar 1 milhão. É a mesma proporção, 5 para 1. Mas agora na casa dos milhões.</p>
<p>2) A série que eu indiquei se chama &#8220;Mindfield&#8221;.</p>
<p><iframe title="O dilema do trem desgovernado | Filosofia + Psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/bYIKvu8GpvU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-trem-desgovernado-um-dilema-filosofico-e-psicologico/">O trem desgovernado: um dilema filosófico e psicológico</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Como tirar o estresse rápido? 10 dicas em 20 segundos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-tirar-o-estresse-rapido-10-dicas-em-20-segundos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 14:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você quer saber como tirar o estresse rápido AGORA, vou ser rápido: Respire fundo e devagar Distraia-se Mude de ambiente Ouça música Medite (se souber como fazer) Abrace seu gatinho Ria (tente um episódio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você quer saber <strong>como tirar o estresse rápido AGORA</strong>, vou ser rápido:</p>
<ol>
<li>Respire fundo e devagar</li>
<li>Distraia-se</li>
<li>Mude de ambiente</li>
<li>Ouça música</li>
<li>Medite (se souber como fazer)</li>
<li>Abrace seu gatinho</li>
<li>Ria (tente um episódio de The Office, ou pelo menos <a href="https://www.instagram.com/tododiatheoffice/">um vídeo daqui</a>)</li>
<li>Seja alvo de uma massagem (que não seja do seu chefe)</li>
<li>Alongue-se</li>
<li>Repense (&#8220;Isso é <em>realmente</em> tão estressante quanto acho agora? existe uma forma alternativa de pensar nisso?&#8221;)</li>
</ol>
<p>Pronto. Menos estressado? Uma ou mais dessas dicas deve ter te ajudado&#8230;ou não?</p>
<p>Existe uma montanha de formas de tirar o estresse rápido, mas <strong>elas são muito mais eficientes depois que você <span style="text-decoration: underline;">aprende</span> bem como tirar o estresse rápido</strong>, e essa aprendizagem não se dá em 30 segundos.</p>
<p>Agora que você já fez alguma coisa pelo menos para não explodir, podemos entender um pouco melhor como aliviar o estresse rápido de forma mais efetiva. <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2237" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/02/tirando_aliviando_estresse_liberdade_emocional_livre.jpg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/02/tirando_aliviando_estresse_liberdade_emocional_livre.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/02/tirando_aliviando_estresse_liberdade_emocional_livre-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/02/tirando_aliviando_estresse_liberdade_emocional_livre-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/02/tirando_aliviando_estresse_liberdade_emocional_livre-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<h3>Como aliviar o estresse de imediato? O que é bom para se acalmar? Como acalmar a mente agitada?</h3>
<p>No fundo, o estresse é uma resposta neurofisiológica muito básica diante de situações ameaçadoras ou desafiadoras. Por isso, muitas dicas generalistas podem funcionar.</p>
<h2>Como tirar o estresse rápido</h2>
<h3>Respire fundo e devagar</h3>
<p>Uma das formas mais simples e rápidas de tirar o estresse é respirar fundo. A respiração profunda ajuda a oxigenar o cérebro, a diminuir a frequência cardíaca e a baixar a pressão arterial, promovendo uma sensação de relaxamento e tranquilidade.</p>
<p>Para respirar fundo, você pode seguir os seguintes passos:</p>
<ul>
<li>Sente-se em uma posição confortável, com as costas retas e os ombros relaxados.</li>
<li>Coloque uma mão sobre o peito e a outra sobre o abdômen.</li>
<li>Inspire pelo nariz, contando até quatro, e sinta o abdômen se expandir.</li>
<li>Expire pela boca, contando até seis, e sinta o abdômen se contrair.</li>
<li>Repita esse ciclo por alguns minutos, focando na sua respiração e no seu corpo.</li>
</ul>
<h3>Distraia-se</h3>
<div class="content" tabindex="0" aria-description="">
<div class="ac-container ac-adaptiveCard">
<div class="ac-textBlock">
<p>Desvie a sua atenção. Se nada parece funcionar para tirar o seu foco dos seus pensamentos ansiosos, talvez seja hora de encontrar uma distração temporária.</p>
<p>Focar em algo que você gosta muito pode interromper o ciclo de pensamentos estressantes e dar a você um alívio &#8211; pelo menos até você estar em um estado mental melhor para lidar com esses pensamentos.</p>
<p>No entanto, o que é essa distração varia de pessoa para pessoa. A ideia é encontrar algo relaxante, prazeroso ou sem sentido para desviar a sua atenção dos seus pensamentos.</p>
<p>Por exemplo, algumas pessoas acham que lavar a louça ou limpar a casa é uma boa distração (eu só faço isso se estiver ouvindo um <a href="https://open.spotify.com/show/3N2kZDR6c3C6ZuS5GHOUrC?si=b6b28b35b09b469b">podcast</a>). Isso as faz sentir ativas e requer algum foco, mas as afasta de ficar sentadas se preocupando.</p>
<p>Outras pessoas preferem assistir a um programa ou filme favorito (só evite um que seja estressante), ler, pintar ou escrever.</p>
</div>
</div>
</div>
<h3>Mude de ambiente</h3>
<p>Não vivemos no vácuo. Somos sempre pessoas-em-um-tempo-<span style="text-decoration: underline;">espaço</span>. O ambiente nos afeta, mesmo sem percebermos. Mudar de ambiente pode mudar seu estado psicológico.</p>
<p>Por exemplo, se você está deitado na cama, sem conseguir dormir, pensando no que vai acontecer amanhã e respirar fundo e outras técnicas não estão funcionando, levante-se e saia do seu quarto e procure uma distração em outro cômodo.</p>
<h3>Ouça música</h3>
<p>A música é muito útil para tirar o estresse rápido. Ela tem o poder de alterar o nosso humor imediatamente. A música também pode reduzir os níveis de cortisol, que é o &#8220;hormônio do estresse&#8221;, e aumentar os níveis de <a href="https://universodapsicologia.com/dopamina-e-antecipacao-sapolsky-reforco-intermitente-e-redes-sociais/">dopamina, que é o hormônio da recompensa (ou pelo menos da antecipação da recompensa)</a>.</p>
<p>Você pode ouvir a música que mais gosta, seja ela calma, animada, clássica, pop, rock, etc. O importante é que a música te faça sentir bem e te ajude a relaxar. Você pode ouvir música enquanto trabalha, estuda, dirige, cozinha, ou simplesmente deitar e fechar os olhos.</p>
<h3>Medite (se souber como fazer)</h3>
<p>Nesse caso, falo da meditação que consiste em focar a atenção no presente, sem julgar os pensamentos ou as emoções que surgem na mente. Ela ajuda a tirar o estresse rápido pois permite observar os nossos problemas com mais clareza e perspectiva, sem nos deixar levar pela emoção.</p>
<p>Para meditar, você pode seguir os seguintes passos:</p>
<ul>
<li>Escolha um lugar silencioso e confortável, onde você não seja interrompido.</li>
<li>Sente-se em uma posição ereta, com as pernas cruzadas ou estendidas, e as mãos sobre os joelhos ou o colo.</li>
<li>Feche os olhos e respire profundamente, como explicado na primeira dica.</li>
<li>Concentre-se na sua respiração, sem tentar controlá-la ou mudá-la.</li>
<li>Se algum pensamento ou emoção surgir na sua mente, apenas observe, sem se apegar ou se identificar com ele.</li>
<li>Volte a focar na sua respiração, sempre que se distrair.</li>
</ul>
<h3>Abrace seu gatinho</h3>
<p>Preciso explicar?</p>
<h3>Ria (tente um episódio de The Office, ou pelo menos <a href="https://www.instagram.com/tododiatheoffice/">um vídeo daqui</a>)</h3>
<p>O riso é um estado contrário ao estado de estresse, por isso é uma boa forma de combatê-lo.</p>
<p>Claro que não estou falando para você rir sem graça nenhuma, do nada, nem para rir como um vilão de desenho animado. A ideia é rir genuinamente.</p>
<h3>Seja alvo de uma massagem (que não seja do seu chefe)</h3>
<p>A massagem pode ajudar a aliviar o estresse de várias formas:</p>
<ul>
<li>Estimulando o sistema nervoso parassimpático, que é responsável por diminuir a frequência cardíaca, a pressão arterial e a respiração. Isso envia sinais para o cérebro de que o corpo está em um estado de segurança e conforto.</li>
<li>Reduzindo os níveis de cortisol, que é o hormônio do estresse, liberado em situações de ameaça ou desafio.</li>
<li>Aumentando os níveis de ocitocina, liberado em situações de afeto, confiança e vínculo. A ocitocina pode causar efeitos positivos no organismo, como relaxamento, prazer, bem-estar, alívio da dor, melhora do humor, entre outros.</li>
</ul>
<p>Portanto, a massagem ajuda a aliviar o estresse por meio de mecanismos neurofisiológicos que envolvem o sistema nervoso e o sistema endócrino, que regulam as funções vitais e as emoções do corpo humano. É um recurso de baixo para cima (bottom-up), &#8220;do corpo para a mente&#8221;.</p>
<p>Se não tiver ninguém aí para te fazer uma massagem, deite em uma <a href="https://amzn.to/3UwdiqM">poltrona massageadora. (esse negócio é uma maravilha, já viu?)</a></p>
<h3>Alongue-se</h3>
<p>O alongamento tem uma função parecida com a da massagem. É bom e rápido, experimenta aí.</p>
<h3>Repense</h3>
<p>&#8220;Isso é <em>realmente</em> tão estressante quanto acho agora? existe uma forma alternativa de pensar nisso?&#8221;</p>
<p>A ideia é identificar, questionar e modificar os pensamentos negativos ou irracionais que causam ou aumentam o estresse. O objetivo é substituir esses pensamentos por outros mais realistas, positivos e adaptativos. Exemplo:</p>
<ol>
<li>Identifique a situação que está causando estresse (&#8220;Estou ficando muito estressado por que, exatamente?&#8221;). Por exemplo, você tem uma apresentação importante no trabalho e está com medo de fracassar.</li>
<li>Identifique os pensamentos negativos ou irracionais que você tem sobre essa situação. Por exemplo, você pensa: “Eu não sei nada sobre o assunto”, “Eu vou me esquecer de tudo”, “Eu vou fazer papel de trouxa na frente de todos”, “Eu vou ser demitido se eu não for bem”.</li>
<li>Identifique as emoções e comportamentos que esses pensamentos geram. Por exemplo, você sente estresse e evita se preparar para a apresentação, procrastina, se isola, etc.</li>
<li>Questione os pensamentos negativos ou irracionais, procurando evidências que os apoiem ou os contradigam. Por exemplo, você pode se perguntar: “Eu realmente não sei nada sobre o assunto ou eu estou exagerando?”, “Eu já me esqueci de tudo em outras apresentações ou isso é uma possibilidade remota?”, “Eu já fiz papel de bobo em outras situações ou isso é uma fantasia catastrófica?”, “Eu já fui demitido por causa de uma apresentação ruim ou isso é um pensamento irracional?”.</li>
<li>Modifique os pensamentos negativos ou irracionais por outros mais realistas, positivos e adaptativos, baseados nas evidências que você encontrou. Por exemplo, você pode pensar: “Eu sei o suficiente sobre o assunto para fazer uma boa apresentação”, “Eu me preparei bem e revisei o material várias vezes”, “Eu posso cometer alguns erros, mas isso não vai me desqualificar nem me humilhar”, “Eu tenho um bom histórico no trabalho e uma apresentação ruim não vai acabar com a minha carreira”.</li>
<li>Identifique as emoções e comportamentos que esses novos pensamentos geram. Por exemplo, você sente confiança, tranquilidade, motivação, orgulho, etc. Você se dedica mais à preparação da apresentação, busca feedback, se comunica com os colegas, etc.</li>
</ol>
<p>*</p>
<p>Percebeu como é possível tirar o estresse rápido de si? Espero que isso tenha te ajudado pelo menos um pouco. Mas claro que quanto mais você souber de técnicas para enfrentar o estresse, melhor. Por isso recomendo que você <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/"><strong>baixe o <em>Psicologia Prática</em>, um ebook com 107 técnicas psicológicas/comportamentais para resolver um monte de coisas na sua vida de forma concreta</strong></a>. <strong>Um capítulo é só sobre o estresse</strong> (são 15 capítulos, no total).</p>
<p>Tenho um manual / caixa de ferramentas, você pode tirar o estresse rápido quando ele aparecer e melhor: mudar você e sua vida para, no longo prazo, <strong>evitar que o estresse apareça</strong>.</p>
<p>*</p>
<p>Apesar das semelhanças entre os membros da nossa espécie, temos diferenças individuais consideráveis, o que significa que certas dicas generalistas podem não se aplicar a você.</p>
<h3>O que <em>você</em> faz para se acalmar?</h3>
<p>Se você já aplica alguma estratégia dessas que foram citadas acima para tirar o estresse rápido do seu corpo/mente, continue. Aprenda melhor sobre ela, tanto em teoria quanto na prática. O funcionamento da técnica depende de você, das suas particularidades e de como você implementa.</p>
<p>Comenta aí com a gente o que você faz e quais das estratégias que viu aqui pretende aplicar.</p>
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		<title>Porque eu leio 6 livros ao mesmo tempo (não é pra tirar onda)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 20:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu explico melhor quando e como usar essas e outras técnicas de estudo lá no curso online: https://universodapsicologia.com/haa _____________________________________________________ Quem sou eu: Tiago Azevedo, mestre em Psicologia. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/porque-eu-leio-6-livros-ao-mesmo-tempo-nao-e-pra-tirar-onda/">Porque eu leio 6 livros ao mesmo tempo (não é pra tirar onda)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Eu explico melhor quando e como usar essas e outras técnicas de estudo lá no curso online: </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--display-type yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqa2JnWkN3eGl6R2JXNGJwcFd4Ymh1b2ZPRlo0QXxBQ3Jtc0tsYld1eVpUUWFRUExRVnNtd0dnSVNtUmVyV1lDb2hmeVQydHFGMU5PNDE0VlBKRWR3SmU2cnFvYm1qTHlkMFJrYWNIei14alBBNldpVTB5cHRkV1FfaEZHSFZyNGJfak9tUlJjUGtBMEZELU4tMHhWdw&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fhaa&amp;v=cAJkkIUfX5s" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/haa</a></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> _____________________________________________________ </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Quem sou eu: Tiago Azevedo, mestre em Psicologia. </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Saiba mais em </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--display-type yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbUVyeHpINjdPSHMtQlZYVUdJd0I5b0R3aVlkUXxBQ3Jtc0tuZTBEM0FXdzlITG1rS25WcExtOXN4RmNrcTZZdnF5MFdBTjhmYjU0bmVHMUFncThlRTN3VUR6RWxEWlBycDNtak9yZ19aTzlRT2ROYzZ2ZmxnWUNrS1ROZWFOdGZIZEtvdzljckVrdjlMUEJoalFrSQ&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fsobre&amp;v=cAJkkIUfX5s" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/sobre</a></span></p>
<p><iframe title="Porque eu leio 6 livros ao mesmo tempo" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/cAJkkIUfX5s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Neurociência precisa de comportamento</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/neurociencia-precisa-de-comportamento/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/neurociencia-precisa-de-comportamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 22:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=2217</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sobre uns trechos legais do artigo Neuroscience Needs Behavior: Correcting a Reductionist Bias (A neurociência precisa do comportamento: Correção de um viés reducionista). Uma analogia computacional: processador x processos &#8220;A questão central que abordamos aqui [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/neurociencia-precisa-de-comportamento/">Neurociência precisa de comportamento</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre uns trechos legais do artigo <a href="https://www.cell.com/neuron/fulltext/S0896-6273(16)31040-6?_returnURL=https%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0896627316310406%3Fshowall%3Dtrue"><em>Neuroscience Needs Behavior: Correcting a Reductionist Bias</em></a> (<em>A neurociência precisa do comportamento: Correção de um viés reducionista).</em></p>
<h3>Uma analogia computacional: processador x processos</h3>
<blockquote><p>&#8220;<strong>A questão central que abordamos aqui é se os processos que regem o comportamento são melhor inferidos a partir da análise dos processadores</strong>. Numa ironia simpática, a analogia da ciência da computação completou o círculo com um estudo provocador que aplicou que aplicou numerosas técnicas de neurociência a um único microprocessador (análogo a um cérebro) numa tentativa de compreender como este controla três jogos de vídeo clássicos (análogos a comportamentos) (Jonas e Kording, 2017).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crucial para a experiência foi o facto de a resposta era conhecida a priori: as operações do processador podem ser desenhadas como um fluxograma algorítmico. O resultado preocupante foi que a realização de neurociência intervencionista no processador não podia explicar como o processador funcionava</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Analogia muito boa: <strong>assim como pode ser melhor entender um software (processos) em si mesmo e não estudando o hardware (processadores)&#8230;pode ser melhor estudar o comportamento (processos) em si e não pelo sistema nervoso (processadores)</strong>.</p>
<p>Não é novidade. Desde o início da psicologia cognitiva (meados dos anos 60), já se falava que <strong><em>para entender o software (cognição) não era necessário estudar o hardware (cérebro)</em></strong>. Em grande parte, isso é verdade. Porém, o software é apenas um dos níveis de explicação, e mesmo nesse nível muita coisa fica difícil de entender sem referência ao hardware (cérebro). As analogias cérebro-computador são muito legais, mas tem seus limites&#8230;</p>
<h3>Correlações entre atividade neural e comportamento</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2218" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-173830.png" alt="" width="1383" height="700" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-173830.png 1383w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-173830-300x152.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-173830-1024x518.png 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-173830-768x389.png 768w" sizes="(max-width: 1383px) 100vw, 1383px" /></p>
<p>Isso aqui também é muito importante: a relação entre atividade neural e comportamento pode não ser tão clara (e até muito confusa). Exemplos:</p>
<ul>
<li>um mesmo padrão de atividade neural pode gerar dois comportamentos diferentes</li>
<li>dois padrões diferentes de atividade neural podem gerar o mesmo comportamento</li>
<li>pode haver ruído: pode ser que nem toda atividade neural observada tenha a ver com o comportamento em questão.</li>
</ul>
<h3>Os 3 níveis de análise de David Marr</h3>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Marr adoptou uma posição forte sobre a inadequação de uma abordagem estritamente neurofisiológica para a compreensão</strong>: &#8221;<span style="color: #800000;"><em><strong>tentar compreender a percepção através da compreensão dos neurônios é como tentar tentar compreender o vôo de um pássaro estudando apenas as penas. Simplesmente não pode ser feito</strong></em></span>&#8221; (Marr, 1982/2010) (Figura 2).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A principal intuição de Marr era que é<strong> muito mais difícil inferir, a partir do hardware neural</strong> (ou implementação; nível 3), qual o algoritmo (nível 2) que o sistema nervoso está a empregar, <strong>em comparação com chegar a a ele através de uma análise do problema computacional</strong> (nível 1) que está está a tentar resolver.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A<strong> principal objeção de Marr à tentativa de compreender o cérebro através do registo dos neurônios era que isso só conduzia a descrições em vez de explicações</strong>. Uma descrição da atividade e das ligações neuronais não é sinônimo de saber o que estão a fazer para causar o comportamento. Mesmo quem acredita piamente no trabalho realizado ao nível dos neurônios e das moléculas (o nível de implementação) admitem o argumento de Marr (Bickle, 2015).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma <strong>analogia</strong> que ajuda a perceber este ponto é a compreensão do <strong>jogo de xadrez</strong>. <strong>A compreensão do jogo não depende de saber alguma coisa sobre o material de que é feito o tabuleiro ou as peças de xadrez</strong>. De facto, <strong>Marr sugeriu que os pormenores do sistema nervoso podem nem sequer ter importância</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<figure id="attachment_2219" aria-describedby="caption-attachment-2219" style="width: 1354px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2219" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-174258.png" alt="" width="1354" height="484" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-174258.png 1354w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-174258-300x107.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-174258-1024x366.png 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-tela-2024-01-25-174258-768x275.png 768w" sizes="(max-width: 1354px) 100vw, 1354px" /><figcaption id="caption-attachment-2219" class="wp-caption-text">&#8220;Figura 2: Os três níveis de análise de Marr.<br />(A) Um pássaro tenta voar (objetivo) batendo as suas asas (realização algorítmica) cuja aerodinâmica depende das características das suas penas (realização física). As penas &#8220;têm algo a ver&#8221; com o voo e o bater de asas, mas que nível de compreensão alcançamos se dissecarmos as propriedades das penas das penas? Os morcegos voam mas não têm penas, e as aves as aves podem voar sem bater as asas.<br />(B) A relação entre os três níveis não é arbitrária. não é arbitrária; a etapa 1 vem antes da etapa 2: O nível algorítmico de compreensão é essencial para interpretar a sua implementação mecanicista. Etapa 2: o trabalho ao nível da implementação alimenta o nível algorítmico.<br />(C) Uma tendência epistemológica para uma visão da compreensão baseada na manipulação induzida pela tecnologia (seta preta preenchida).&#8221;</figcaption></figure>
<p>Segundo o Marr, se queremos entender que algoritmo nosso sistema nervoso está usando, pode ser mais fácil olhar para o problema a ser resolvido do que para o hardware neural (as melecas do sistema nervoso). <strong>Seria como o xadrez: o material de que o tabuleiro ou peças são feitos é irrelevante, você pode analisar o jogo pelas regras dele</strong>.</p>
<p>Observações:<br />
1. David Marr foi um neurocientista e psicólogo muito importante, bem influente em neurociência computacional, por exemplo.<br />
2. As analogias e metáforas computacionais são muito presentes na psicologia (assim como em todas as ciências cognitivas).</p>
<blockquote><p>&#8220;Num interessante paralelo histórico com o argumento que aqui apresentamos aqui, a historiadora da ciência Lily Kay descreveu o modo como a disciplina da biologia molecular também surgiu da atribuição de um prémio na tecnologia e na sua aplicação a sistemas modelo simples (Kay, 1996). Ela cita com preocupação a frase de Monod, &#8220;<em>O que é verdade para a bactéria é verdade para o elefante</em>&#8221; (Kay, 1996, p. 5).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aqui advertimos de forma semelhante contra a ideia de que o que é verdade para o circuito é verdade para o comportamento</strong>. A frase de Monod ecoou até aos dias de hoje com o argumento de que a biologia molecular e as suas técnicas devem servir de modelo para a compreensão em neurociência (Bickle, 2016). N<strong>ós discordamos desta visão reducionista totalizante, mas tomamo-la como prova de que fé excessiva na biologia molecular e celular pode ser parcialmente a culpa pelo atual predomínio de explicações intervencionistas na neurociência</strong>.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A neurociência orientada pela técnica poderia ser considerada um exemplo do que é conhecido como o viés de substituição: quando confrontados com uma pergunta difícil, respondemos frequentemente a uma mais fácil, geralmente sem reparar na substituição&#8221; (Kahneman, 2011, p. 12).</p></blockquote>
<p><b>A tentativa de explicar tudo com um único nível ocorre em todos os níveis (biológico, psicológico, social&#8230;</b>).</p>
<p>O que vale pra um circuito neural não vale pra todo o organismo. Além disso, <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-significa-o-todo-e-maior-do-que-a-soma-das-partes-nao-e-o-que-voce-pensa-provavelmente/">da soma das partes emerge algo diferente das partes</a> (como bem demonstrado pela <em>Psicologia da Gestalt</em>)</p>
<p>De novo, isso tem seus limites. Uma redução ao psicológico/comportamental, sem referência ao sistema nervoso, deixa muita coisa faltando. <strong>Assim como neurociência precisa de comportamento, comportamento precisa de neurociência. São níveis diferentes de uma mesma coisa</strong>.</p>
<h3>A falácia mereológica</h3>
<p>O erro a seguir é muito comum e relativamente famoso: <em><strong>a falácia mereológica</strong></em>.</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Tendência de atribuir propriedades psicológicas à atividade de um único neurônio que só pode ser atribuída de forma sensata a um organismo inteiro em comportamento, é conhecida como <em>falácia mereológica</em></strong> &#8211; uma falácia pela qual nós, neurocientistas, continuamos a cair, embora a conheçamos desde o livro De Anima de Aristóteles&#8221;</p></blockquote>
<p>Exemplo de falácia mereológica: quando dizemos que neurônios espelho <em>entendem</em> outra pessoa ou que o cérebro <em>quer</em>. Quem entende e quer é o organismo inteiro (que inclui cérebro e neurônios, mas não se reduz a eles).</p>
<h3>Estudo de um caso real</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2224" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/9.jpg" alt="" width="1080" height="1350" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/9.jpg 1080w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/9-240x300.jpg 240w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/9-819x1024.jpg 819w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/9-768x960.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2225" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/10.jpg" alt="" width="1080" height="1350" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/10.jpg 1080w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/10-240x300.jpg 240w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/10-819x1024.jpg 819w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/10-768x960.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>Se você chegou até o fim, deixa um <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f63a.png" alt="😺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />nos comentários.</p>
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		<title>‘Neurocientistas substituirão psicólogos como químicos fizeram com alquimistas’ &#8211; Neil deGrasse Tyson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 18:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E depois os neurocientistas serão substituídos pelos químicos. E depois os químicos serão substituídos pelos físicos. E depois os físicos serão substituídos pelos astrofísicos (afinal, somos poeira de estrelas, né?). E se a gente tentar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2209 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Neurocientistas-substituirao-psicologos-como-quimicos-fizeram-com-alquimistas-Neil-deGrasse-Tyson.png" alt="" width="1080" height="1080" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Neurocientistas-substituirao-psicologos-como-quimicos-fizeram-com-alquimistas-Neil-deGrasse-Tyson.png 1080w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Neurocientistas-substituirao-psicologos-como-quimicos-fizeram-com-alquimistas-Neil-deGrasse-Tyson-300x300.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Neurocientistas-substituirao-psicologos-como-quimicos-fizeram-com-alquimistas-Neil-deGrasse-Tyson-1024x1024.png 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Neurocientistas-substituirao-psicologos-como-quimicos-fizeram-com-alquimistas-Neil-deGrasse-Tyson-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Neurocientistas-substituirao-psicologos-como-quimicos-fizeram-com-alquimistas-Neil-deGrasse-Tyson-768x768.png 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>E depois os neurocientistas serão substituídos pelos químicos. E depois os químicos serão substituídos pelos físicos. E depois os físicos serão substituídos pelos astrofísicos (afinal, somos poeira de estrelas, né?).</p>
<p><strong>E se a gente tentar explicar a história da 2ª Guerra Mundial com física?</strong> Falar do movimento dos átomos e tal&#8230;?</p>
<p>Entendo o Tyson. Ele gosta de ciência e <strong>o reducionismo em ciência às vezes é bom. Mas outras vezes é ruim, ou&#8230;apenas impossível</strong>. Estamos falando de NÍVEIS diferentes do fenômeno. Já falei disso por aqui, no post em que explico <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-cientifica-e-reducionista/">porque a Psicologia científica não é e nem pode ser reducionista</a>.</p>
<p>Porém&#8230;<strong>a comparação dele tem um fundo de verdade</strong>: <span style="color: #870707;"><strong>boa parte da psicologia que vemos por aí é como a alquimia</strong></span>.</p>
<p>Trata-se a mente como algo mágico, onde tudo é possível. As leis naturais não se aplicam. Não se sabe onde ela está, como ela funciona, é muito misterioso&#8230;talvez só Merlin saiba.</p>
<p>Pegue a &#8220;força de vontade&#8221;. O que ela é? Como eu crio isso? É algo que tenho que transmutar magicamente na minha mente? De onde tiro o elemento?</p>
<p>Mas <strong>isso não é a psicologia científica, que pouca gente realmente conhece</strong>.</p>
<p><strong>Psicologia e neurociência não são apenas complementares. Em parte, elas são A MESMA COISA</strong>. Neurociência comportamental = psicobiologia. Tem muito cientista que não sabe como se definir, ou se define como os dois.</p>
<p>*</p>
<p>Podemos falar em neurossociologia e neuroantropologia&#8230;continuamos tendo que lidar com o nível social, além do cérebro.</p>
<p><strong>Disciplinas e áreas</strong> são divisões mais ou menos arbitrárias. Elas criam LIMITES. Por um lado isso é bom, por outro, bem&#8230;elas <strong>te limitam</strong>.</p>
<p>Se é psicologia, neurociência, ciências do comportamento, ciência cognitiva, astroneuropsicossociologia&#8230;pra mim pelo menos, pouco importa.</p>
<p><strong>O conhecimento do mundo não cabe dentro dos limites disciplinares de nenhuma dessas áreas, seja psicologia, neurociência ou física</strong>.</p>
<p>O que acha dessa história toda? Fala aí&#8230;</p>
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		<title>Como praticar a aceitação (e parar de fugir de si, e ser mais livre)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 15:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma parte difícil da aceitação é as pessoas aceitarem que precisam de aceitação. É comum haver resistência em praticar a aceitação, e isso é bom porque nos obriga a pensar melhor sobre o que é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma parte difícil da aceitação é as pessoas aceitarem que precisam de aceitação. É comum haver resistência em praticar a aceitação, e isso é bom porque nos obriga a pensar melhor sobre o que é aceitação.</p>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-aceitacao-para-a-psicologia-e-porque-ela-e-tao-importante/">O que é aceitação para a Psicologia?</a></p>
<p>Em psicologia, aceitação significa “assumir uma postura de consciência sem julgamento e abraçar ativamente a experiência de pensamentos, sentimentos e sensações corporais à medida que ocorrem” (Hayes et al., 2004).</p>
<p>Repare que estamos falando de <span style="text-decoration: underline;">estados internos</span>. Usando essa definição, vamos a um exemplo:</p>
<p>Suponha que você tenha medo de dirigir carros. Só de pensar em colocar a mão no volante seu coração acelera, você já começa a suar e respirar pior. Intuitivamente, você busca fugir e parar de se sentir mal. Isso significa fugir do carro também. Viu algum problema? Se você não aceitar experimentar um pouco do medo, fica difícil superá-lo.</p>
<p>Tentar resistir ou evitar certas experiências difíceis pode causar ainda mais danos psicológicos (Hayes et al., 2006). Por outro lado, praticar a aceitação pode mudar radicalmente a forma como você lida consigo mesmo e com seus problemas.</p>
<p>Importante: Aceitação refere-se a reconhecer e permitir a sua experiência presente – não necessariamente a sua situação de vida. Nos casos de aceitar as situações de vida, você sempre pode avaliar se isso se aplica.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2167" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/aceitacao_radical_calma.jpeg" alt="" width="626" height="352" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/aceitacao_radical_calma.jpeg 626w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/aceitacao_radical_calma-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></p>
<h2>Como praticar a aceitação</h2>
<h3>Perceba sua resistência e suas fugas</h3>
<p>Um exemplo meu</p>
<p>Algo que me faz ter grande resistência e me prova profundo sofrimento são burocracias que me fazem perder tempo. Preencher um simples formulário <del>desnecessário</del> me dói. Daí eu vou olhar o celular para ver o que tem de bom na internet (vídeos de gatos e essas coisas).</p>
<p>Durante muito tempo eu simplesmente sofri e lutei com todas as minhas forças contra esse tipo de atividade, até que&#8230;<span style="text-decoration: underline;">percebi</span> que isso não era a melhor opção. Pensando a respeito, fiquei consciente do óbvio: o ser humano está fadado ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Absurdismo">absurdo existencial</a> de lidar com formulários, relatórios e torturas do tipo. <strong>Meu sofrimento é inevitável</strong>. Preciso passar por ele, seja para fazer o que preciso fazer e/ou para superá-lo (será que algum dia o eu-<a href="https://albertolui.medium.com/albert-camus-%C3%A9-necess%C3%A1rio-imaginar-s%C3%ADsifo-feliz-o-absurdo-e-a-iman%C3%AAncia-6a71bca64f22">Sísifo será visto feliz</a>?).</p>
<p>A percepção da resistência e da fuga é um primeiro passo para praticar a aceitação.</p>
<h3>Pratique a aceitação com atenção</h3>
<p>Preste atenção ao que acontece no momento presente, de forma intencional e não julgadora. Faz aí agora. O que você tá pensando nesse momento? O que tá sentindo? No próximo 1 minuto, o que vai passar pela sua cabeça e pelo seu corpo? O que você vai pensar e sentir? Sério, faz aí, vou esperar.</p>
<p>A atenção é um processo fundamental para aceitação. <strong>Como praticar aceitação SEM atenção?</strong> Suponha que você tem que falar com alguém e, por algum motivo, isso te deixa com ansiedade. Só de pensar na cena, você sente ansiedade e vai se distrair para fugir da ansiedade. Nesse caso, você não está aceitando a ansiedade. Você mudou o foco da sua atenção para outra coisa, justamente porque não quer aceitar a experiência ansiosa.</p>
<p>Praticar a aceitação usando sua atenção envolve dedicar um período de tempo simplesmente observando as experiências sem julgar. Você pode começar fazendo isso por 1 minuto apenas (não fez agora há pouco? Ainda tô te esperando&#8230;). Depois você pode praticar mais e em mais situações.</p>
<p>Exemplo: você está na fila de um banco (chatíssimo, como toda fila). O que você faz com o tédio e a raiva? (<em>caramba! Pra quê tantas filas?!</em>) Foge, certo? Pega o celular, abre um app, depois outro&#8230;Você tá perdendo a maravilhosa experiência de praticar a aceitação na fila do banco. <strong>Observe as experiências sem julgar. </strong>Observe como as pessoas estão apressadas e nervosas, como a fila demora, as reclamações (<em>nossa, só tem UM caixa atendendo! Que absurdo!</em>)&#8230;Mas lembre-se: sem julgar. O objetivo é <span style="text-decoration: underline;">observar,</span> não absorver.</p>
<p>Eu menti, a experiência na fila <em>per se</em> não é tão maravilhosa assim. Mas a sensação de descobrir que você pode aprender a aguentar uma <del>maldita</del> fila de banco é!</p>
<p>Eu poderia acrescentar mais um monte de possibilidades. Elas poderiam envolver mudar de várias formas seus pensamentos&#8230;mas aí&#8230;já não é bem aceitação, né? &#8220;Só&#8221; isso que você viu já é um bom começo, porque a dica mais importante é a próxima.</p>
<h3>Como praticar a aceitação praticando a aceitação e depois&#8230;praticando a aceitação de novo e, mais tarde&#8230;mais aceitação</h3>
<p>Praticar a aceitação não é uma questão de pensar demais (até pelo contrário). Aceitação é uma habilidade, requer prática.</p>
<p>Pense como um atleta que precisa aceitar o desconforto do exercício físico. A fisiculturista precisa aceitar a ardência muscular para fazer mais repetições no agachamento, o ginasta precisa aguentar a dor nas panturrilhas para fazer aquelas piruetas insanas.</p>
<p>O objetivo é <strong>praticar a aceitação até que ela se torne um hábito mental</strong> (e comportamental, emocional, neural&#8230;). Com a prática, a aceitação torna-se mais natural/automática e exige menos esforço. Daí você pode praticar a aceitação sem nem mesmo perceber que está fazendo.</p>
<p>Então, da próxima vez que você estiver lutando contra emoções e sentimentos difíceis, tente aceitá-lo como uma oportunidade para praticar a aceitação. Desafio aceito?</p>
<p>*</p>
<h3>Se você quiser mais um manual com um monte de instruções para resolver problemas psicológicos e se desenvolver, baixa aí o <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">Psicologia Prática: 107 técnicas para mudar sua vida</a>.</h3>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>Referências:</p>
<div class="blog-entry-references-content">
<p>Hayes, S. C., Luoma, J. B., Bond, F. W., Masuda, A., &amp; Lillis, J. (2006). Acceptance and commitment therapy: Model, processes and outcomes. Behaviour Research and Therapy, 44(1), 1-25.</p>
</div>
<div class="blog-entry-references-content">
<p>Hayes, S. C., Strosahl, K. D., Bunting, K., Twohig, M., &amp; Wilson, K. G. (2004). What is acceptance and commitment therapy?. In A practical guide to acceptance and commitment therapy (pp. 3-29). Springer, Boston, MA.</p>
</div>
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		<item>
		<title>O que é aceitação para a Psicologia? (E porque ela é tão importante)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-que-e-aceitacao-para-a-psicologia-e-porque-ela-e-tao-importante/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 15:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é aceitação para a Psicologia? O que a psicologia diz sobre aceitação? A aceitação em Psicologia pode significar muita coisa. Segundo o dicionário da APA (Associação Americana de Psicologia): &#8220;aceitação &#160; 1. uma [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-aceitacao-para-a-psicologia-e-porque-ela-e-tao-importante/">O que é aceitação para a Psicologia? (E porque ela é tão importante)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>O que é aceitação para a Psicologia?</h2>
<p><strong>O que a psicologia diz sobre aceitação? </strong>A aceitação em Psicologia pode significar muita coisa. Segundo o <a href="https://dictionary.apa.org/acceptance">dicionário da APA</a> (Associação Americana de Psicologia):</p>
<blockquote><p>&#8220;aceitação</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. uma atitude favorável em relação a uma ideia, situação, pessoa ou grupo. No contexto da psicoterapia e do aconselhamento, é a atitude receptiva e sem julgamento dos terapeutas ou conselheiros, que transmite um respeito implícito e uma consideração pelos seus clientes como indivíduos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. reconhecimento voluntário de validade ou correção. No contexto da recuperação do abuso de substâncias e de outras dependências, é essencial que uma pessoa aceite que tem um problema antes que qualquer intervenção possa ser eficaz.&#8221;</p></blockquote>
<h4>O que significa uma pessoa aceitar algo?</h4>
<p>Por essas definições, uma pessoa aceitar algo pode significar que ela:</p>
<ul>
<li>tem uma atitude favorável em relação a esse algo</li>
<li>reconhece que esse algo á válido ou correto</li>
</ul>
<p>A aceitação na psicologia também é muito trabalhada no contexto das Terapias Cognitivo-comportamentais (TCCs), com outros sentidos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2167" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/aceitacao_radical_calma.jpeg" alt="" width="626" height="352" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/aceitacao_radical_calma.jpeg 626w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/aceitacao_radical_calma-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></p>
<h2>O que é aceitação na TCC?</h2>
<p>Aceitação significa</p>
<blockquote><p>“assumir uma postura de consciência sem julgamento e abraçar ativamente a experiência de pensamentos, sentimentos e sensações corporais à medida que ocorrem” (Hayes et al., 2004)</p></blockquote>
<p>Essa definição de aceitação foca nos estados internos. Nesse caso&#8230;</p>
<h4>O que é o sentimento de aceitação?</h4>
<p><strong>O sentimento de aceitação aqui passa por experimentar os sentimentos</strong> (e outros estados internos). Isso inclui não fugir. Mas não é simplesmente experimentar a ansiedade em puro desespero (ai ai ai! to ansioso! ahhhhhhhhhhh!!!). É experimentar o sentimento <span style="text-decoration: underline;">sem julgamento</span>, do tipo &#8220;tô experimentando a ansiedade&#8221; (é uma observação apenas, uma postura de consciência).</p>
<p>O <em>ai ai ai! to ansioso! ahhhhhhhhhhh!!!</em> envolve julgamentos, do tipo:</p>
<ul>
<li>&#8216;ansiedade é péssima!&#8217;,</li>
<li>&#8216;odeio ter ansiedade!&#8217;,</li>
<li>&#8216;ahhhh! De novo isso!!&#8217;</li>
</ul>
<p><strong>O sentimento de aceitação não é o de resignação, ou o de sofrimento passivo</strong>. O sentimento de aceitação aqui é &#8220;abraçar ativamente&#8221; as experiências que você tem. Em vez de se lastimar pela ansiedade, você abraça a ansiedade, sente ela, deixa ela passar.</p>
<h3>Aceitação radical</h3>
<p>Vejamos agora uma definição de <em>aceitação radical</em>.</p>
<blockquote><p>&#8220;A aceitação radical reside no abandono da ilusão de controle e na disposição de perceber e aceitar as coisas como elas são agora, sem julgar. [É uma] abertura completa e total aos fatos da realidade como eles são, sem fazer birra e ficar com raiva.&#8221; Marsha Linehan (2021; p. 503)</p></blockquote>
<p>Essa definição já inclui os estados externos (o mundo). Mas, claro, também foca nos estados internos (nossas reações ao mundo).</p>
<h3>O que é falta de aceitação?</h3>
<p>A falta de aceitação envolve lutar com ou fugir dos estados internos.</p>
<h3>O que a falta de aceitação pode causar?</h3>
<p>Tentar resistir ou evitar certas experiências difíceis pode causar ainda mais danos psicológicos (Hayes et al., 2006).</p>
<h3>Por que o processo de aceitação é importante?</h3>
<p>Por mais que possa parecer um conceito estranho a princípio, a aceitação é uma poderosa ferramenta psicológica.</p>
<p>Aceitação refere-se a reconhecer e permitir a sua experiência presente – não necessariamente a sua situação de vida. Nos casos de aceitar as situações de vida, você sempre pode avaliar se isso se aplica. Você pode mudar a situação? A aceitação é muito útil para situações que você não pode mudar.</p>
<p><strong>Aceitação é liberdade. Você pode parar de fugir do que pensa e sente</strong>.</p>
<p>*</p>
<p><strong>O que você acha? Já tinha pensado na aceitação dessa forma? Como você lida com ela na sua vida?</strong></p>
<hr />
<p>Hayes, S. C., Luoma, J. B., Bond, F. W., Masuda, A., &amp; Lillis, J. (2006). Acceptance and commitment therapy: Model, processes and outcomes. Behaviour Research and Therapy, 44(1), 1-25.</p>
<p>Hayes, S. C., Strosahl, K. D., Bunting, K., Twohig, M., &amp; Wilson, K. G. (2004). What is acceptance and commitment therapy?. In A practical guide to acceptance and commitment therapy (pp. 3-29). Springer, Boston, MA.</p>
<p>Linehan, M. (2021). Building a life worth living: A memoir. Random House Trade Paperbacks</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-aceitacao-para-a-psicologia-e-porque-ela-e-tao-importante/">O que é aceitação para a Psicologia? (E porque ela é tão importante)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Schopenhauer e o Diário de gratidão (!?) &#124; Com Chileno Gomez</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/schopenhauer-e-o-diario-de-gratidao-com-chileno-gomez/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/schopenhauer-e-o-diario-de-gratidao-com-chileno-gomez/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 00:04:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que o filósofo mais pessimista da história tem a ver com diário de gratidão? Explico nesse vídeo, originalmente uma live lá no instagram, com participação especial surpresa do Chileno Gomez.   / Tiago Azevedo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><strong>O que o filósofo mais pessimista da história tem a ver com diário de gratidão?</strong> Explico nesse vídeo, originalmente uma live lá no instagram, com participação especial surpresa do Chileno Gomez.</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><span class="yt-core-attributed-string--highlight-text-decorator"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--display-type yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener" aria-label="Instagram Channel Link: universodafilosofia"> <span class="yt-core-attributed-string--inline-flex-mod"><img decoding="async" class="yt-core-attributed-string__image-element yt-core-attributed-string__image-element--image-alignment-vertical-center yt-core-image yt-core-image--content-mode-scale-to-fill yt-core-image--loaded" src="https://www.gstatic.com/youtube/img/watch/social_media/instagram_1x.png" alt="" /></span> / Tiago Azevedo (Universo da Psicologia)</a></span></span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><span class="yt-core-attributed-string--highlight-text-decorator"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--display-type yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://www.instagram.com/chilenogomez_/" target="_blank" rel="nofollow noopener" aria-label="Instagram Channel Link: chilenogomez_marcus"> <span class="yt-core-attributed-string--inline-flex-mod"><img decoding="async" class="yt-core-attributed-string__image-element yt-core-attributed-string__image-element--image-alignment-vertical-center yt-core-image yt-core-image--content-mode-scale-to-fill yt-core-image--loaded" src="https://www.gstatic.com/youtube/img/watch/social_media/instagram_1x.png" alt="" /></span> / Chileno Gomez (Marcus )</a></span></span></p>
<p><iframe title="Schopenhauer e o Diário de gratidão (!?) | Com Chileno Gomez" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/tPcq8j6ofps?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/schopenhauer-e-o-diario-de-gratidao-com-chileno-gomez/">Schopenhauer e o Diário de gratidão (!?) | Com Chileno Gomez</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Um gigante da Psicologia Científica (que ninguém conhece)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 20:13:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia quantitativa (matemática/estatística)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Robert Duncan Luce (1925 &#8211; 2012) foi um dos maiores nomes da Psicologia Matemática. Infelizmente, ninguém conhece psicologia matemática nem o Luce. (Essa publicação foi sugerida e inspirada pelo Altay, um dos raríssimos psicólogos brasileiros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Robert Duncan Luce</b> (1925 &#8211; 2012) <strong>foi um dos maiores nomes da <a href="https://universodapsicologia.com/voce-sabia-que-existe-psicologia-matematica-provavelmente-nao/">Psicologia Matemática</a></strong>. Infelizmente, ninguém conhece psicologia matemática nem o Luce.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2150" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_psicologia_matematica.jpeg" alt="" width="1080" height="1080" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_psicologia_matematica.jpeg 1080w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_psicologia_matematica-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_psicologia_matematica-1024x1024.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_psicologia_matematica-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_psicologia_matematica-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>(Essa publicação foi sugerida e inspirada pelo <a href="https://www.cientistica.com/">Altay</a>, um dos raríssimos psicólogos brasileiros que conhece a área.)</p>
<p>R. Duncan Luce era bacharel em Engenharia Aeronáutica e PhD em Matemática pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Foi professor de estatística matemática e sociologia na Universidade de Columbia e de psicologia em Harvard.</p>
<p>Foi eleito para a Academia Americana de Artes e Ciências, para a Academia Nacional de Ciências (EUA) e para a Sociedade Filosófica Americana. Ganhou um monte de prêmios, incluindo a Medalha Nacional de Ciência dos EUA em ciências comportamentais e sociais. Recebeu um prêmio de contribuição científica distinta da Associação Americana de Psicologia e, pelo conjunto de sua obra na Ciência da Psicologia, recebeu a Medalha de Ouro da American Psychological Foundation.</p>
<figure id="attachment_2151" aria-describedby="caption-attachment-2151" style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2151 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_George_Bush.jpg" alt="Robert Duncan Luce em 2005, quando o presidente dos EUA George W. Bush lhe concedeu a Medalha Nacional de Ciência por suas contribuições ao campo da psicologia matemática." width="375" height="269" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_George_Bush.jpg 375w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/Robert_Duncan_Luce_George_Bush-300x215.jpg 300w" sizes="(max-width: 375px) 100vw, 375px" /><figcaption id="caption-attachment-2151" class="wp-caption-text">Robert Duncan Luce em 2005, quando o presidente dos EUA George W. Bush lhe concedeu a Medalha Nacional de Ciência por suas contribuições ao campo da psicologia matemática.</figcaption></figure>
<p>Aplicou ideias de álgebra abstrata em um método que tornou-se padrão na ciência da computação, com aplicações nas ciências sociais e em muitos outros ramos da ciência. Abordou o problema da escolha e forneceu base para uma vasta gama de pesquisas em psicologia e economia.</p>
<p>A partir da década de 1960, Luce procurou estabelecer princípios fundamentais relevantes para a medição de quantidades psicológicas (como valor e intensidade), contribuindo amplamente para psicologia perceptiva, economia comportamental e todas as ciências sociais e de decisão. Criou o <em>Axioma de Escolha de Luce</em> e introduziu métodos utilizando teoria de grafos nas ciências sociais.</p>
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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Algumas das suas contribuições mais importantes:</p>
<ol>
<li><strong>Teoria Matemática do Comportamento:</strong> Duncan Luce desempenhou um papel crucial no desenvolvimento da Teoria Matemática do Comportamento, que é uma abordagem que utiliza modelos matemáticos para descrever e prever o comportamento humano. Ele trabalhou em estreita colaboração com outros pesquisadores, como Patrick Suppes, para formular modelos matemáticos que representam como humanos fazem escolhas e suas preferências. Essa abordagem proporcionou uma base formal para entender o comportamento em diversas situações.</li>
<li><strong>Tomada de Decisão:</strong> Luce também contribuiu para a compreensão da tomada de decisão humana. Suas pesquisas exploraram os processos cognitivos subjacentes às escolhas humanas e como as pessoas avaliam diferentes opções antes de tomar uma decisão. Essa linha de pesquisa teve implicações importantes não apenas na psicologia, mas também em campos como a economia e a teoria da decisão.</li>
<li><strong>Psicofísica:</strong> Na área da psicofísica, Luce investigou as relações entre estímulos físicos e as respostas percebidas pelos indivíduos. Ele desenvolveu modelos matemáticos para descrever essas relações e contribuiu para o entendimento das capacidades perceptivas humanas. Essas contribuições foram essenciais para o campo da psicofísica, que estuda a relação entre estímulos externos e a experiência subjetiva desses estímulos.</li>
<li><strong>Escalas de Utilidade e Medição:</strong> Luce também trabalhou em escalas de utilidade e métodos de medição associados. Ele desenvolveu técnicas e modelos para avaliar as preferências e utilidades percebidas pelos indivíduos em relação a diferentes escolhas e situações. Esses métodos são amplamente utilizados em pesquisas que envolvem a avaliação de preferências e escolhas individuais.</li>
</ol>
<figure id="attachment_2152" aria-describedby="caption-attachment-2152" style="width: 512px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2152 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2024/01/axioma_de_escolha_de_luce-e1704312484546.gif" alt="" width="512" height="238" /><figcaption id="caption-attachment-2152" class="wp-caption-text">O <em>Axioma de Escolha de Luce</em></figcaption></figure>
<p>Essas contribuições de Robert Duncan Luce são apenas algumas das muitas maneiras pelas quais ele influenciou a psicologia, proporcionando insights valiosos e metodologias robustas para o estudo do comportamento humano. Suas pesquisas tiveram um impacto significativo em diversas áreas interdisciplinares.</p>
<p>Algumas citações sobre o Luce (destaques meus):</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Luce (..) é aclamado como uma das figuras mais influentes nas ciências sociais</strong>. <strong>Ele combinou modelos matemáticos formais e experimentos psicológicos para compreender e prever o comportamento humano, alterando fundamentalmente nossa compreensão de como indivíduos e grupos tomam decisões</strong>. <strong>Seus livros</strong>, incluindo <em>Individual Choice Behavior</em>, <strong>são amplamente reconhecidos como inovadores em economia e psicologia</strong> e têm sido usados ​​por gerações de estudantes e colegas. O trabalho de Luce ao longo de meio século rendeu mais de 250 artigos científicos e nove livros e <strong>cruzou fronteiras disciplinares para oferecer uma perspectiva inovadora sobre o comportamento humano</strong>.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>University of California, Irvine</em></p>
<p>_</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;O Livro Vermelho é tão importante hoje como era há 50 anos. Ele, juntamente com os artigos e livros subsequentes de Duncan, <strong>estabeleceu o padrão para a teoria na psicologia</strong> (&#8230;) <strong>Duncan foi um gigante da ciência moderna que deixou uma marca indelével nas ciências comportamentais e sociais</strong>.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Richard C. Atkinson, ex-presidente e regente do sistema da Universidade da Califórnia e ex-chanceler da UC San Diego</em></p>
<p>_</p>
<p>&#8220;<strong>seu trabalho permanecerá como um dos grandes corpos de pesquisa em psicologia</strong> matemática e experimental em toda a psicologia do século XX e início do século XXI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Patrick Suppes, Professor Emérito de Filosofia da Universidade de Stanford</em></p>
<p>_</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;<strong>um dos mais importantes cientistas psicológicos da nossa área</strong>.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Elizabeth F. Loftus, University of California, Irvine</em></p>
<p>_</p>
<p>&#8220;Apesar de muitas mentes matemáticas de qualidade terem trabalhado em psicologia, Luce estava numa classe à parte no que diz respeito à combinação de conhecimentos matemáticos e científicos que ele trazia para os problemas em que trabalhava, que eram geralmente problemas de importância fundamental. Luce recebeu quase todas as honras possíveis (&#8230;) <strong>Ele era um gigante, um gigante muito amado e admirado</strong>.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Alfred H. Fuchs</em></p>
<p>_</p></blockquote>
<h3>Se o cara foi tão foda, por que ninguém conhece?</h3>
<p>Em geral, não conhecemos a Psicologia Científica. Conhecemos a psicologia popular e a psicologia acadêmica, mas nenhuma delas é necessariamente científica.</p>
<p>Conhecer o Luce é um pequeno passo para mudar isso. Compartilhe e contribua <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<hr />
<p>Referências:</p>
<div>
<p>Association for Psychological Science &#8211; APS. <i>Remembering R. Duncan Luce</i>. (2013, September 30).  <a href="https://www.psychologicalscience.org/observer/remembering-r-duncan-luce">https://www.psychologicalscience.org/observer/remembering-r-duncan-luce</a></p>
</div>
<p>Gallistel, C. R., &amp; Krantz, D. H. (2013). Obituary: R. Duncan Luce (1925-2012): A founder of mathematical psychology. <em>The American Journal of Psychology, 126</em>(4), 493–498. <a href="https://psycnet.apa.org/doi/10.5406/amerjpsyc.126.4.0493" target="_blank" rel="noopener">https://doi.org/10.5406/amerjpsyc.126.4.0493</a></p>
<div class="csl-bib-body">
<div class="csl-entry">McClelland, J. L. (2012). R. Duncan Luce (1925–2012). <i>Science</i>, <i>337</i>(6102), 1619–1619. <a href="https://doi.org/10.1126/science.1229851">https://doi.org/10.1126/science.1229851</a></div>
<div></div>
<div>Wikipedia contributors. (2023, September 29). R. Duncan Luce. In <i>Wikipedia, The Free Encyclopedia</i>. Retrieved 19:44, January 3, 2024, from <a class="external free" href="https://en.wikipedia.org/w/index.php?title=R._Duncan_Luce&amp;oldid=1177718360">https://en.wikipedia.org/w/index.php?title=R._Duncan_Luce&amp;oldid=1177718360</a></div>
<div></div>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/um-gigante-da-psicologia-cientifica-que-ninguem-conhece/">Um gigante da Psicologia Científica (que ninguém conhece)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como tirar as preocupações da mente? &#x1f527;Técnicas / práticas</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-tirar-as-preocupacoes-da-mente-tecnicas-praticas/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/como-tirar-as-preocupacoes-da-mente-tecnicas-praticas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Prática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As preocupações são grudentas. Você pode querer tirar a preocupação da cabeça mas daí pensa que a preocupação pode te proteger, então se preocupa em não se preocupar. Daí você mantêm a preocupação em mente [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-tirar-as-preocupacoes-da-mente-tecnicas-praticas/">Como tirar as preocupações da mente? &#x1f527;Técnicas / práticas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As preocupações são <em>grudentas</em></strong>. Você pode querer tirar a preocupação da cabeça mas daí pensa que a preocupação pode te proteger, então se preocupa em não se preocupar. Daí você mantêm a preocupação em mente para ficar menos preocupada. Doideira, né?</p>
<p><strong>As preocupações realmente são úteis às vezes. Mas muitas vezes nada de ruim acontece e a preocupação foi o único problema que você teve</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2122" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/tirando_parte_da_cabeca_mente_cerebro_pensamentos_preocupacoes.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/tirando_parte_da_cabeca_mente_cerebro_pensamentos_preocupacoes.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/tirando_parte_da_cabeca_mente_cerebro_pensamentos_preocupacoes-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/tirando_parte_da_cabeca_mente_cerebro_pensamentos_preocupacoes-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/tirando_parte_da_cabeca_mente_cerebro_pensamentos_preocupacoes-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Vejamos algumas formas de tirar as preocupações da sua cachola.</p>
<h2>Como tirar as preocupações da mente: dicas práticas</h2>
<h3>Qual é a utilidade da preocupação?</h3>
<p>Quanto essa preocupação é útil? Se for sobre conseguir pegar o último ônibus, pode ser bem útil. Se for sobre um futuro hipotético em que as máquinas vão dominar o mundo e nos usar como bateria, pode não ser tão útil assim. Pode até ser que um futuro hipotético catastrófico aconteça, mas sua preocupação vai te ajudar a mudar alguma coisa? Ela será útil para evitar o Armageddon?</p>
<p>Uma reflexão utilitarista da preocupação pode te colocar em uma nova perspectiva. Mudando sua forma de pensar e avaliar as preocupações, pode ser que elas sumam quando você finalmente percebe a inutilidade delas (afinal, um dos motivos das preocupações existirem é elas parecerem úteis).</p>
<h3>Qual é a probabilidade da preocupação ocorrer de fato?</h3>
<p>Se você moscar, pode ser que perca o ônibus. A preocupação pode ser útil aqui ao te deixar alerta para um evento negativo bem provável. Mas qual é a probabilidade de ocorrer o armageddon maquínico enquanto você estiver vivo?</p>
<p>Expliquei mais sobre como usar cálculo de probabilidades nesse vídeo:</p>
<p><iframe title="Qual é a probabilidade de seu pensamento estar certo? | Como lidar com preocupações e ansiedade" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/gZDUNhQCvRc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3><strong>Praticar mindfulness:</strong></h3>
<p>Mindfulness envolve estar completamente presente no momento atual sem julgamentos. Práticas como meditação, respiração profunda ou caminhada consciente podem ancorar sua mente no presente e reduzir a influência das preocupações.</p>
<p>Falando nisso&#8230;</p>
<h3>Tire as preocupações da sua mente colocando sua mente no mundo</h3>
<p>Podemos ficar incessantemente pensando e pensando e pensando&#8230;nossa mente pode ser um filme eterno que não para de passar e pode ser difícil <a href="https://universodapsicologia.com/como-tirar-um-pensamento-repetitivo-da-cabeca-dicas-praticas-para-o-desgrude-cognitivo/">tirar pensamentos repetitivos da cabeça</a>. Por isso quem tem muitas preocupações pode sofrer muito, o tempo todo.</p>
<p>Uma forma de tirar preocupações da cabeça é ocupar sua cabeça com outras coisas e não deixar espaço para as preocupações. Por exemplo, <strong>focar sua atenção no momento presente</strong>. Em vez de tomar banho ruminando suas preocupações, você pode se concentrar nas sensações corporais que tem durante o banho, em uma música ou em alguma outra coisa não preocupante.</p>
<h3><strong>Imersão em um hobby</strong></h3>
<p>Distraia sua mente envolvendo-se em atividades que você gosta. Seja pintura, leitura, jardinagem ou tocar um instrumento musical, se dedicar a um hobby proporciona uma saída e uma pausa nas preocupações persistentes.</p>
<p>Pode parecer bobo, mas muita gente entrou em um padrão de preocupação e até esquece do lazer. Fica constantemente pensando no que pode acontecer, no que deveria fazer etc e estabele um padrão de funcionando em que está sempre alerta &#8220;rastreando&#8221; ameaças.</p>
<p>Se você entrou no modo preocupação de modo que até parece ser sua personalidade (você pensa que É uma pessoa preocupada), pode ser bem útil você se obrigar a ter momentos de lazer, pelo menos no começo. Você pode programar que todo dia às 19h vai fazer x coisa que você gosta, não importa a preocupação que você tem. Não existe perigo que exija que você fique alerta 24h por dia, todos os dias.</p>
<h3><strong>Estabelecer um Tempo para Preocupações</strong></h3>
<p>Reserve um tempo específico em seu dia dedicado a abordar suas preocupações. Durante esse &#8220;tempo para preocupações&#8221;, permita-se pensar sobre selas. Fora dessa hora marcada, redirecione conscientemente seus pensamentos para assuntos mais positivos e construtivos.</p>
<h3><strong>Limitar a Exposição a Informações Negativas</strong></h3>
<p>A exposição constante a notícias e informações angustiantes pode contribuir para preocupações intensificadas e para deixar você em um <em>modo permanentemente preocupado</em>. Dependendo da informação que você consome, o mundo pode parecer muito assustador. Estabeleça limites para o tempo que você gasta consumindo notícias e escolha fontes confiáveis para se manter informado sem ficar sobrecarregado.</p>
<h3>Use técnicas fisiológicas</h3>
<p>Não são  só as preocupações da mente que deixam o corpo tenso. O corpo tenso também influencia na produção das preocupações. Se seu corpo fica em um estado de luta ou fuga constante, faz sentido que você fique preocupado, né? Afinal, se seu corpo está tenso, deve ter algum motivo, logo&#8230;as preocupações aparecem e parecem fazer sentido.</p>
<p>Entretanto, é muito comum nosso corpo estar tenso por simples hábito. Repare aí agora: como estão seus músculos? Tensos? Seus ombros estão erguidos? Sua nuca está tensa? Parece que seu corpo todo está contraído? Por que? Pode ser simplesmente porque você se habituou assim.</p>
<p>Felizmente podemos usar técnicas <em>bottom-up</em> (de baixo para cima, do corpo para o cérebro). Elas consistem em mudar seu estado fisiológico para então mudar seu estado psicológico. Você pode usar, por exemplo, a respiração diafragmática.</p>
<p>Sente-se ou deite-se confortavelmente, coloque uma mão no peito e outra no abdômen. Inspire lentamente pelo nariz, fazendo com que o abdômen se expanda, e expire pela boca, permitindo que o abdômen se contraia. Respire beeeem devagaaar&#8230;.</p>
<p>Outra forma de alterar seu estado fisiológico para tirar as preocupações da sua cabeça é fazer exercícios físicos. Pode ser musculação, caminhada, corrida, ioga, basquete, bocha, críquete, peteca&#8230;</p>
<h3>&#8220;Ah, mas se eu tirar minhas preocupações da cabeça, algo ruim pode acontecer!&#8221;</h3>
<p>Uma dificuldade adicional em tirar as preocupações da mente é sentir preocupação por não ter preocupações. Podemos acreditar que elas nos protegem. O que fazer?</p>
<p>Para não perder o fator protetivo das suas preocupações, você pode registrá-las. Escreva, grave, fale para a <a href="https://www.amazon.com.br/Echo-Dot-5%C2%AA-gera%C3%A7%C3%A3o-Cor-Preta/dp/B09B8VGCR8/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=32PM3U621IRZM&amp;keywords=Alexa&amp;qid=1701117690&amp;sprefix=alexa%2Caps%2C382&amp;sr=8-2&amp;ufe=app_do%3Aamzn1.fos.95de73c3-5dda-43a7-bd1f-63af03b14751">Alexa</a> te lembrar mais tarde se estiver no banho. Assim, você não precisa ficar <em>loopando</em> (repetindo) a preocupação sem parar (como se fosse um número de telefone que você não pode esquecer).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-tirar-as-preocupacoes-da-mente-tecnicas-praticas/">Como tirar as preocupações da mente? &#x1f527;Técnicas / práticas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Por que o ciúmes dói tanto? Neurobiologia da rejeição social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2023 15:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que o ciúmes dói tanto? Por que a dor do ciúme pode parecer uma dor física (como uma dor NO coração mesmo, de forma não metafórica)? A ciência do ciúme explica. Esse artigo dá [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-o-ciumes-doi-tanto-neurobiologia-da-rejeicao-social/">Por que o ciúmes dói tanto? Neurobiologia da rejeição social</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por que o ciúmes dói tanto? Por que a dor do ciúme pode parecer uma dor <em>física</em> (como uma dor NO coração mesmo, de forma não metafórica)? A <em>ciência do ciúme</em> explica.</p>
<p>Esse <a href="https://www.nature.com/articles/nrn3231">artigo</a> dá um ótimo resumo. Inclusive, o nome é bem bom também: &#8220;<em>A dor da desconexão social: examinando as bases neurais compartilhadas da dor física e social</em>&#8220;.</p>
<h2 class="c-article-title" data-test="article-title"><span>Por que o ciúmes dói tanto? </span></h2>
<p id="Abs1" class="c-article-section__title js-section-title js-c-reading-companion-sections-item"><strong>Pontos chave </strong>(destaques meus)</p>
<blockquote>
<p class="c-article-section__title js-section-title js-c-reading-companion-sections-item">&#8220;Evidências observacionais destacaram <strong>semelhanças entre a dor física e a “dor social”</strong> – os sentimentos dolorosos associados a danos reais ou potenciais nos laços sociais. Assim, <strong>as experiências de rejeição ou perda social são frequentemente descritas com palavras de dor física</strong> (“sentimentos feridos” e “coração partido”), e tanto a dor física como a social são experiências altamente nocivas.&#8221;</p>
</blockquote>
<div id="Abs1-content" class="c-article-section__content">
<p>Quando você olha bem, até parece óbvio: pensamos com o corpo, sentimos no corpo.</p>
<p>Até Tio Freud comentou disso:</p>
<blockquote><p>&#8220;A catexia intensa e sempre crescente do objeto ausente (perdido), gerada pelo desejo inultrapassável da criança, cria exatamente as mesmas condições econômicas que a catexia gerada pela dor de uma parte do corpo ferida&#8230;&#8221; Sigmund Freud</p></blockquote>
<p>(Catexia = investimento de energia [libido])</p>
<p><b>Esse é o ponto nevrálgico da questão da dor social-física: a questão mente-corpo. </b>Nesse vídeo abaixo eu falei sobre isso. É um ponto fundamental para entender a psicologia como um todo.</p>
<p><iframe title="O erro de Descartes que te atrapalha a entender Psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/LdaAAkZZ6Zg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>&#8220;A investigação sobre os substratos neuroquímicos da dor física e social demonstrou que ambas dependem de processos opioides. Assim, também foi demonstrado que os opiáceos, que são analgésicos potentes, reduzem os comportamentos de angústia de separação em animais.&#8221;</p></blockquote>
<p>Os opioides endógenos ajudam a explicam outra coisa que a maioria das pessoas tem dificuldade de entender: o efeito placebo.</p>
<p><iframe title="Como funciona o efeito placebo? Como a mente afeta o corpo?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/O_EmVGzz9Vg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p>&#8220;A pesquisa de neuroimagem demonstrou que <strong>as experiências de exclusão social ativam predominantemente</strong> o córtex cingulado anterior dorsal (CCAd) e a ínsula anterior (IA) – <strong>regiões conhecidas por terem um papel na experiência angustiante da dor física</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Boa parte da explicação tá aqui. Muitas vezes abstraímos demais quando a explicação é muito mais simples e concreta. Por isso tanta coisa parece tão misteriosa quando usamos uma <em>Psicologia sem cérebro</em>.</p>
<blockquote><p>&#8220;Além disso, diversas linhas de pesquisa mostraram que <strong>experiências de avaliação social negativa, rejeição de um parceiro romântico e luto também levam à atividade no CCAd (<em>córtex cingulado anterior dorsal</em>) e na IA (ínsula anterior)</strong>. Alguns estudos também demonstraram atividade neural em regiões associadas ao componente sensorial da dor (ínsula posterior).&#8221;</p></blockquote>
<figure id="attachment_2110" aria-describedby="caption-attachment-2110" style="width: 595px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2110" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/dor_rejeicao_social_cerebro.jpg" alt="" width="595" height="275" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/dor_rejeicao_social_cerebro.jpg 595w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/dor_rejeicao_social_cerebro-300x139.jpg 300w" sizes="(max-width: 595px) 100vw, 595px" /><figcaption id="caption-attachment-2110" class="wp-caption-text">Respostas neurais à exclusão. Atividade no córtex cingulado anterior dorsal (CCAd) e na ínsula anterior (IA) que foi maior durante a exclusão social do que durante a inclusão social.</figcaption></figure>
<p>E aqui já podemos levantar a explicação evolutiva. A dor é um mecanismo útil de sobrevivência, seja social/psicológica ou corporal/biológica. Em tempos primórdios quando pertencer a um grupo era um fator crucial para a sobrevivência, a rejeição social realmente poderia ser uma ameaça enorme à vida.</p>
<blockquote><p>&#8220;Com base nos circuitos neurais partilhados associados à dor física e social, a investigação mostrou que os indivíduos que são mais sensíveis a um tipo de dor são também mais sensíveis ao outro. Assim, <strong>uma maior experiência ou sensibilidade à dor física está associada a uma maior sensibilidade à dor social</strong> (sensibilidade à rejeição ou apego ansioso).&#8221;</p></blockquote>
<p>Curioso, né? E é estranho que a gente estranhe isso. Mas é esperado já que normalmente separamos mente x corpo. O ponto é que a psicologia humana está assentada na biologia. A biologia é a base. O aspecto social (mesmo que pareça abstrato), só nos afeta por meio do corpo.</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Outra consequência de uma sobreposição de dor físico-social é que os fatores que alteram um tipo de dor têm um efeito semelhante no outro</strong>.</p>
<p>Por exemplo, <strong>o apoio social, que é conhecido por reduzir a dor social, também pode reduzir a dor física</strong>, e <strong>o Tylenol (paracetamol; Johnson e Johnson), que é conhecido por reduzir a dor física, também pode reduzir a dor social</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Isso explode muitas cabeças.</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Com base no papel do CCAd (<em>córtex cingulado anterior dorsal</em>) e da IA (ínsula anterior) ​​na resposta a experiências socialmente dolorosas, estas regiões podem ser cruciais para traduzir experiências de desconexão social em respostas fisiológicas</strong> a jusante, que têm implicações para a saúde.&#8221;</p></blockquote>
</div>
<h2>Então, eis porque o ciúme dói tanto</h2>
<p>Já vimos dois <em>porquês</em> do ciúme doer tanto: o porque evolutivo e o porque neurobiológico. O modo como nosso corpo foi construído e programado para funcionar pela evolução dita tendências psicológicas. Então, o ciúme dói tanto porque nosso corpo (cérebro incluso, claro) foi criado para que isso aconteça. Porém, não é só.</p>
<p>Não foi determinado geneticamente que a Jeniffer vai sentir ciúme do Ricardo, que trabalha na farmácia. Aí entram as causas sociais e psicológicas da dor do ciúme.</p>
<p>Podemos ter sido programados para ter ciúme ou por uma cultura do ciúme.</p>
<p><iframe title="Cultura do ciúme (ou não): Toda x Apache" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/zyyDXmwC4uE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por último, há <strong>o <em>porquê</em> individual</strong>.</p>
<h4>&#8220;<em>Por quê o ciúme dói tanto <span style="text-decoration: underline;">em mim</span>?&#8221;</em></h4>
<p>Cada um, na sua história de vida particular, foi mais ou menos estimulado a sentir ciúme. Alguém que passou por muitas experiências de perda de pessoas próximas e abandono vai ter mais chances de sentir a dor do ciúme do que alguém que sempre teve relações seguras.</p>
<h2>O que fazer se o ciúme dói tanto?</h2>
<p>O ciúme dói tanto que pode te parecer que é uma dor que nunca vai passar. Pode parecer também que você <em>É</em> assim, logo vai sempre sofrer por causa disso.</p>
<p>A dor do ciúme tem bases biológicas, mas é o resultado do seu corpo interagindo com o mundo. Ou seja, o ciúme também é aprendido. E <strong>assim como aprendemos a ter ciúme, podemos aprender a não ter</strong> (bendita seja a plasticidade cerebral que nos permite mudar!).</p>
<p><strong>Como aprender? Com o nosso curso online <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><em>Livre do Ciúme</em></a>.</strong></p>
<p>Não vou ser modesto. <strong>É o melhor material que já vi sobre o assunto</strong>. É como você viu nesse texto: eu não consigo ficar satisfeito com explicações simplistas. A pegada do curso é essa: pegar todos os aspectos do ciúme (evolutivo, genético, neurofisiológico, psicológico, cultural).</p>
<p>Existe uma &#8220;psicologia de senso-comum&#8221; que abstrai demais e esquece do mundo concreto, do corpo de carne, osso e tripas. A psicologia que eu uso é a psicologia científica. Além disso, é uma psicologia científica aplicada, focada em como usar o conhecimento para fazer mudanças práticas.</p>
<p><strong>O ciúme dói tanto porque ninguém nos ensina como lidar com ele de forma eficaz.</strong></p>
<p><strong><a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Clique aqui para saber mais sobre o Livre do Ciúme</a>.</strong></p>
<p>Qualquer questã, me chama.</p>
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			</item>
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		<title>Como se livrar do ciúme (pode ser diferente do que você imagina)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-se-livrar-do-ciume-pode-ser-diferente-do-que-voce-imagina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2023 15:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como se livrar do ciúme (obsessivo, possessivo, retroativo)? O que fazer com esse sentimento que dói tanto? &#8220;Preciso nascer de novo?!&#8221; Não. É perfeitamente possível parar de sofrer com o ciúme, mas vou te explicar [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-se-livrar-do-ciume-pode-ser-diferente-do-que-voce-imagina/">Como se livrar do ciúme (pode ser diferente do que você imagina)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como se livrar do ciúme (obsessivo, possessivo, retroativo)?</strong> O que fazer com esse sentimento que dói tanto? &#8220;<em>Preciso nascer de novo?!</em>&#8221; Não.</p>
<p><strong>É perfeitamente possível parar de sofrer com o ciúme</strong>, mas vou te explicar também <span style="text-decoration: underline;">como se livrar do ciúme mesmo quando o ciúme ainda existir</span>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-575" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/1.-como-superar-ciume-possessivo.jpg" alt="" width="1080" height="1080" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/1.-como-superar-ciume-possessivo.jpg 1080w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/1.-como-superar-ciume-possessivo-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/1.-como-superar-ciume-possessivo-1024x1024.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/1.-como-superar-ciume-possessivo-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/1.-como-superar-ciume-possessivo-768x768.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/1.-como-superar-ciume-possessivo-640x640.jpg 640w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/1.-como-superar-ciume-possessivo-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>Antes disso, veja&#8230;</p>
<h2>Como se livrar do ciúme e <span style="text-decoration: underline;">parar de senti-lo</span></h2>
<h3>1. Remova gatilhos</h3>
<p>Talvez a estratégia mais óbvia. A reação de ciúme é disparada por gatilhos. Retirando os gatilhos, a reação não aparece.</p>
<p>Por exemplo: sempre que vocês vão na balada alguém olha para seu parceiro e isso faz você se irritar, começar a pensar <del>um monte de merda</del> em vários cenários catastróficos de traição, abandono etc. O que fazer então? Qual é o gatilho do ciúme nessa situação? Se for só as olhadas na balada, o que acontece se você remover a balada? O benefício de ir na balada compensa os prejuízos que o ciúme causa? Pode ser uma opção válida, mas cabe a você analisar.</p>
<p>Então, pode ser o caso de remover o gatilho &#8220;olhadinhas na balada&#8221; e o ciúme sumir. Pronto, você já aprendeu como se livrar do ciúme removendo a causa imediata. Show. Mas e se &#8220;pessoas quaisquer olhando para meu parceiro na rua&#8221; também for um gatilho? Vai ser difícil remover esse gatilho, né? (não amarre ninguém no porão!). Nesse caso, precisamos de outras estratégias&#8230;</p>
<h3><strong>2. Pratique a autoconsciência:</strong></h3>
<p>Seja honesto consigo mesmo sobre seus sentimentos. Reconheça quando o ciúme surge e reserve um momento para pensar sobre por que está se sentindo assim. Compreender os gatilhos e identificar as causas fundamentais pode ajudar a obter um melhor controle sobre suas emoções.</p>
<p>Você pode concluir que &#8220;uma pessoa qualquer olhando para meu namorado na rua&#8221; é normal, e não é realmente um risco para o relacionamentos. O ponto aqui é evitar pensar só no automático. Em vez disso, você para, olha para o próprio pensamento e avalia se ele faz sentido mesmo ou se você pode só deixar ele passar.</p>
<h3><strong>3. Desenvolva sua autoestima e se sinta foda</strong></h3>
<p>Sou totalmente a favor de eliminarmos as comparações sociais e gostar de todo mundo como é. Seríamos muito menos desgraçados assim. Mas isso é difícil. Como uma medida mais de curto/médio prazo, você pode desenvolver sua autoestima como forma de aumentar &#8220;&#8221;&#8221;&#8221;seu valor&#8221;&#8221;&#8221;&#8221; e diminuir seu medo de perder uma relação e ficar sozinho para sempre (isso é uma distorção e é bem improvável de acontecer&#8230;mas muita gente sofre muito porque acredita nisso).</p>
<p>Construir e manter um nível saudável de autoestima é crucial para combater o ciúme. Foque em suas qualidades, realizações e características únicas. Comemore seus sucessos e lembre-se frequentemente do seu valor. Quando você se sente com mais valor, a comparação com &#8220;competidores&#8221; pode te ameaçar menos.</p>
<h4>Como ter mais autoestima</h4>
<p>O que você valoriza? O que você acha que as outras pessoas valorizam no mundo das relações amorosas? Isso vai te orientar no desenvolvimento da sua autoestima. Aumentar a autoestima pode significar:</p>
<ul>
<li>ficar monstra/monstrão</li>
<li>ter mais dinheiro e símbolos de status</li>
<li>se vestir melhor, melhorar a aparência</li>
<li>ter mais relações, fazer networking</li>
<li>ser mais culto, intelectual, erudito&#8230;</li>
</ul>
<p>Como sempre digo, não tô aqui para fazer juízo de valor. Não é uma questão de feio x bonito, certo x errado. É uma questão do que <span style="text-decoration: underline;">você </span>valoriza, e eu não tenho nada a ver com isso. O que importa para sua autoestima é o que você valoriza e o que você acha que seu meio valoriza (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=e0N11IM2mAg">a autoestima também é uma <em>outro</em>estima</a>).</p>
<p>Pode ser que você-e-seu-contexto valorizem bolsas da <em>Dior</em> e tênis <del>podres</del> da <em>Balenciaga</em>. Ou pode ser que valorizem trabalho voluntário com populações carentes. Cabe a você tambám avaliar que contextos e valores você quer e pode ter.</p>
<p>Então&#8230;como aumentar sua autoestima: dado que você definiu seus valores (ou aceitou certos valores sociais), você pode trabalhar para desenvolver o que te leva mais próximo dos seus objetivos. Se for ficar monstrão, por exemplo, você pode começar se matriculando em uma academia e buscando estabelecer uma rotina relacionada a isso.</p>
<p><strong>Como é possível se livrar do ciúme tendo mais autoestima?</strong></p>
<p>A autoestima te dá mais segurança, confiança, menos medo da perda (e do abandono eterno&#8230;). Ela te ajuda a ser menos dependente emocionalmente e se sentir mais capaz de superar possíveis problemas no relacionamento.</p>
<p>Contudo, como você pode imaginar, o <em>caminho da autoestima</em> pode ser trabalhoso. Ainda mais que com a competitividade a régua vai subindo cada vez mais e temos que investir cada vez mais. Se você não curte muito essa ideia, existem outras opções&#8230;</p>
<h3>4. Aceite que você não é tão foda assim</h3>
<p>Sim, é uma ideia que vai na contramão da anterior. Pode parecer simples, mas nem sempre é mais fácil.</p>
<p>Isso envolve repensar os valores (seus e do seu meio). Você pode, por exemplo, abrir sua cabeça para outras ideias, contextos, atitudes e crenças.</p>
<p>Se o cara passou a vida inteira consumindo só filmes do mesmo tipo, o seu &#8220;ideal de eu&#8221; pode ter ficado muito rígido.</p>
<p>Exemplo: você só viu filmes em que um cara, sozinho contra o mundo, vence tudo e todos com um carro, as próprias mãos e um lápis. Ele é frio, distante, só sente raiva, só quer vingança e só fala 10 frases durante o filme todo. Sem perceber, isso pode se tornar um <em>modelo</em> que você busca atingir. E como você não tem muito <em>repertório</em> além disso, você fica <em>rígido</em>.</p>
<p>Não me entenda mal. Não tô aqui pra ditar seus valores (inclusive gosto&#8230; quando John Wick 57 sair estarei lá assistindo). O que quero te mostrar é que os valores que caem sobre nós podem ser difíceis de mais e podem nem ser os melhores possíveis. É difícil de ver isso porque&#8230;bem&#8230;nós <em>valorizamos</em> nossos valores, mas eles podem ser outros.</p>
<p>Uma forma de mexer nisso é abrir sua cabeça. Consumir informação diferente, ver outros modelos de &#8220;eu&#8221; e de relacionamentos. Você pode assistir filmes de outros países, de outros estilos, com visões muitos distantes da que você tem agora. Não é pra você comprar tudo que te jogarem, é pra <span style="text-decoration: underline;">pensar</span> a respeito.</p>
<p><em>Como aceitar que não sou tão foda assim pode me ajudar a me livrar do ciúme?</em></p>
<p>Ao destruir a ideia de um eu ideal intraível, inabandonável, indestrutível, inoxidável&#8230;é possível fortalecer sua identidade, por mais paradoxal que pareça. Os medos relacionados ao ciúme, como o medo da traição, podem continuar sendo problemas. Porém, eles serão problemas do relacionamento, mas não afetarão tanto sua <em>identidade</em>, seu &#8220;eu&#8221;.</p>
<p>Você pode deixar de pensar &#8220;ela me trocou porque ele é mais foda&#8221; e pensar algo como &#8220;ah&#8230;sempre tem alguém mais foda&#8221;, ou &#8220;sempre tem alguém foda de um jeito diferente&#8230;&#8221;.</p>
<p>E isso tem a ver com o próximo tópico.</p>
<h3>5. Acostume-se com a incerteza</h3>
<p>Sempre tem alguém foda de um jeito diferente. Sempre tem alguém&#8230;diferente. Sempre tem relações diferentes, desejos diferentes, enfim&#8230;</p>
<p>A questão é que não temos controle de tudo. Muitas coisas que nos afetam nem tem nada a ver com a gente. E isso é parte da natureza do mundo.</p>
<p>Nós criamos ilusões de controle para nos sentirmos bem no curto prazo. O risco é que quando essas ilusões são quebradas podemos ser quebrados juntos. Abdicar do controle absoluto é, ironicamente, uma forma de ter mais controle. Isso porque abandonamos a postura idealista e assumimos uma postura realista.</p>
<p>Um dos grandes motivos para sofremos por causa das incertezas é <em>não aceitar</em> as incertezas. Não queremos abandonar nossa ilusão de controle absoluto. Ela dá conforto e tranquilidade. Mas é possível ter a mesma coisa mesmo assumindo as incertezas.</p>
<p><strong>Como aceitar as incertezas para se livrar do ciúme</strong></p>
<p>Parece simples, mas é difícil de explicar. A aceitação é um processo que funciona bem sendo vivenciado, não só pensado. Você pode treinar.</p>
<p>Exemplo: da próxima vez que sentir ciúme e sentir um impulso de fazer algo (olhar o celular do parceiro escondido, por exemplo), assuma que você pode viver na incerteza e não faça nada. Pode ser difícil no começo, então você pode estabelecer um período curto para começar: &#8220;<em>quero fuçar no celular dele, mas por enquanto não vou; vou ficar aqui aceitando essa incerteza por pelo menos 10 minutos</em>&#8220;.</p>
<p>Claro que a desconfiança não é muito gostosa, mas temos estratégias para o casal que podem ajudar.</p>
<h3>6. Comunicação</h3>
<p>A comunicação aberta e honesta faz muito bem. Se estiver sentindo ciúmes, compartilhe seus sentimentos com a pessoa envolvida. Discutir suas preocupações pode levar a uma compreensão mais profunda e ajudar a aliviar medos infundados. Abandone a postura de confronto e assuma a postura de entendimento e solução de problemas.</p>
<p>Pode ser que simplesmente falar sobre algo que está causando o ciúme já faça o ciúme sumir. Exemplo: você viu ele conversando com uma mulher e isso tá revirando suas entranhas há dias. Quando você pergunta (na boa&#8230;), ele diz: &#8220;ah, ela é a fulana&#8230;esposa de não-sei-quem&#8230;&#8221; e fica tudo certo. Pode parecer besteira, mas muitas brigas podem ser evitadas com um simples <i>esclarecimento</i>.</p>
<h3>7. Confiança</h3>
<p>A confiança é base para um relacionamento saudável. Estabelecer linhas abertas de comunicação e demonstrar confiabilidade pode ajudar a fortalecer a confiança ao longo do tempo.</p>
<p>Claro que isso depende da outra pessoa também. A sua desconfiança pode ser em grande parte causada porque seu parceiro não é confiável mesmo. Mas dá pra melhorar isso aí. Um jeito é fazer um jogo aberto. Quanto mais vocês puderem ser sinceros e honestos um com o outro, melhor.</p>
<p>O tempo também é um fator na construção da confiança. Se você está há tempos com alguém e ela nunca fez nenhuma <del>merda</del> besteira, pode ser que a sua desconfiança seja exagerada. Nesse caso, pensar a respeito do quanto a pessoa é confiável pode te ajudar. Tentar lembrar quantas vezes ela vacilou, comparar com quantas vezes ela foi confiável&#8230;(inclusive você pode conversar isso com ela [de novo, na boa&#8230;], já que nossa memória é enviesada).</p>
<h2>Como se livrar do ciúme mesmo que você ainda sinta ciúme</h2>
<p>Usando as estratégias que você viu agora, <strong>é possível parar de sentir ciúme</strong>. Mas, também é possível que ele não suma completamente. Isso é normal e <span style="text-decoration: underline;">esperado</span>.</p>
<p>O ciúme é uma emoção natural. Assim como o medo, podemos não sentir na maior parte do tempo de vida, mas o <em>potencial</em> de sentir continua lá. E tá tudo bem.</p>
<p>O que é livrar?</p>
<blockquote><p>livrar</p>
<p>1. tirar ou sair do cativeiro; pôr(-se) em liberdade; libertar(-se).<br />
2. desvencilhar(-se) de situação difícil ou perigosa; pôr(-se) a salvo; defender(-se), salvar(-se).</p>
<p>Oxford Languages</p></blockquote>
<h3>O que é se livrar do ciúme</h3>
<p><strong>O ciúme pode ser uma prisão porque ele pode passar a te controlar</strong>. O seu <em>eu ciumento</em> pode ser uma pessoa muita diferente (e desagradável &#8211; até para você mesmo).</p>
<p>Você pode pensar, sentir e fazer coisas que, em &#8220;sã consciência&#8221;, não gostaria. Mas você não precisa sentir zero ciúme para viver de boa. Você viver livre, mesmo com o ciúme.</p>
<p>Pensa como se fosse o medo. Se você tem uma fobia, pode se sentir preso por ela. Você evita o que te causa medo, foge, sofre. Mas se você fizer essa fobia se tornar um medo normal, você fica livre. Você pode continuar tenho um pouco de medo de cachorro, e até fica mais atento quando vê um na sua casa, mas isso não te impede de viver sua vida. Você segue a sua vida <em>apesar</em> do medo.</p>
<h4>Liberdade emocional não é deixar de sentir, é viver apesar de sentir.</h4>
<p>Com o ciúme é a mesma coisa. Você não precisa se impor a meta de parar de sentir ciúme completamente para sempre. Isso é idealista demais. Mas você pode aprender a conviver com o ciúme e ser livre apesar dele.</p>
<p><strong>Agora, oh só! Temos um curso exatamente sobre isso!</strong></p>
<p>O <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><i>Livre do Ciúme</i></a> é um treinamento simples, prático e rápido que vai te mostrar o passo a passo para superar o medo de ser abandonado, a insegurança e a dependência emocional.</p>
<p>É um método novo e único. Ao mesmo tempo que é um sistema exclusivo, ele tem os melhores tratamentos para o ciúme em um lugar só.</p>
<p>Nele você tem acesso às<b> chaves para se libertar da </b><b><i>prisão ciúme</i></b>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-885 size-thumbnail" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/08/2-150x150.png" alt="chave (da liberdade) do ciume" width="150" height="150" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/08/2-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/08/2-300x300.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/08/2-96x96.png 96w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
<p>Apesar do marketing (até que tá bonitinho, vai&#8230;), é00 sério: <strong>o ciúme não precisa ser uma prisão</strong>. <b>Você pode pode tomar conta da sua própria vida</b>.</p>
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<p>Qualquer questã, <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">fala comigo</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-se-livrar-do-ciume-pode-ser-diferente-do-que-voce-imagina/">Como se livrar do ciúme (pode ser diferente do que você imagina)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual é o significado do ciúme? A palavra, a psicologia e a vida</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/qual-e-o-significado-do-ciume/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 15:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o significado do ciúme? O significado do ciúme é o que ele representa. Exemplo: a palavra gato representa um animal supremo com quatro patas, peludo (geralmente), reflexos ninja e que mia. O [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/qual-e-o-significado-do-ciume/">Qual é o significado do ciúme? A palavra, a psicologia e a vida</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>O que é o significado do ciúme?</em></h3>
<p>O significado do ciúme é o que ele representa.</p>
<p>Exemplo: a palavra <em>gato</em> representa um animal supremo com quatro patas, peludo (geralmente), reflexos ninja e que mia. O que a palavra ciúme <em>representa</em>? <em>O que ciúme significa</em>? Ele é um sinal/símbolo de que? Vejamos.</p>
<h3>O significado da palavra ciúme</h3>
<p>Do dicionário Oxford:</p>
<blockquote>
<div data-dobid="dfn">ciúmes<br />
adjetivo</div>
<div data-dobid="dfn">significado: &#8220;sentir ou demonstrar <span class="SDZsVb AraNOb" tabindex="0" role="link" data-term-for-update="envy" data-ved="2ahUKEwiJguXc-rGCAxXJIbkGHUJjCScQyecJegQICBAJ">inveja </span>de alguém ou de suas conquistas e vantagens.&#8221;</div>
</blockquote>
<div class="vmod">
<blockquote>
<div class="ZYHQ7e">Exemplo: &#8220;ele ficou <b>com ciúmes do</b> sucesso dela&#8221;</div>
</blockquote>
</div>
<div>É curioso que já a primeira definição que aparece é de inveja, não de ciúme. Os gringos misturam muito os conceitos, mas <a href="https://universodapsicologia.com/qual-e-a-diferenca-entre-inveja-e-ciume/">a diferença entre ciúme e inveja</a> é mais clara para nós. Vejamos outra definição:</div>
<div>_</div>
<div>
<blockquote>
<div data-dobid="dfn">&#8220;sentir ou demonstrar <span class="SDZsVb AraNOb" tabindex="0" role="link" data-term-for-update="suspicion" data-ved="2ahUKEwiJguXc-rGCAxXJIbkGHUJjCScQyecJegQICBAw">suspeita </span>da infidelidade de alguém em um relacionamento.&#8221;</div>
<div data-dobid="dfn">Exemplo: &#8220;um namorado ciumento&#8221;</div>
</blockquote>
</div>
<div></div>
<div>Essa segunda definição já tem a ver com ciúme, apesar de não ser perfeita. Pensamentos e sentimentos de suspeita de infidelidade são muito comuns no ciúme, mas podem acontecer sem ele, e o ciúme pode acontecer sem a suspeita. Esse ainda não é o melhor significado do ciúme. Vamos para o dicionário de Cambridge:</div>
<div>&#8211;</div>
<blockquote>
<div>adjetivo ciumento ( INFELIZ )</div>
<div>significado: &#8220;chateado e irritado porque alguém que você ama parece interessado em outra pessoa&#8221;<br />
Exemplos: um marido / esposa ciumento;  Anna diz que sente ciúmes toda vez que outra mulher olha para o namorado.</div>
</blockquote>
<div>Melhorou. Vejamos uma outra:</div>
<div>&#8211;</div>
<blockquote>
<div>&#8220;ciúme</div>
<div>adjetivo ( MEDO DO AMOR )<br />
temer que alguém que você ama ame outra pessoa ou seja amado por outra pessoa&#8221;</div>
</blockquote>
<div>Boa também. Mas ciúme significa ficar <span style="text-decoration: underline;">chateado</span> e <span style="text-decoration: underline;">irritado</span> pelo aparente desejo de quem você ama em outra pessoa ou significa ter <span style="text-decoration: underline;">medo</span> de que ela ame outra pessoa?</div>
<div></div>
<div></div>
<div>A real é que é tudo isso. O ciúme é uma emoção complexa, que mistura várias outras. Os significados de ciúme que vimos nos dicionários não abrangem bem o ciúme. <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-o-ciume-para-a-psicologia/">O que é o ciúme para a Psicologia</a> então?</div>
<h2>Qual é o significado do ciúme na Psicologia?</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2051" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/significado_de_ciume.jpg" alt="Significado de ciúme" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/significado_de_ciume.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/significado_de_ciume-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/significado_de_ciume-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/significado_de_ciume-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/significado_de_ciume-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<div>
<p>Vamos focar aqui no <strong>significado do ciúme romântico</strong>:</p>
<blockquote><p>“<i>um complexo de pensamentos, sentimentos e ações que seguem ameaças à autoestima e/ou ameaças à existência ou qualidade do relacion</i><i>amento quando essas ameaças são geradas pela percepção de uma atração romântica real ou potencial entre o parceiro e um rival (talvez imaginário).&#8221; &#8211; <a href="https://doi.org/10.1007%2FBF00992549">Gregory White</a></i></p></blockquote>
</div>
<p>Então, ciúme envolve um monte de coisas.</p>
<p>Vamos ver como isso se aplica no exemplo &#8220;Anna diz que sente ciúmes toda vez que outra mulher olha para o namorado&#8221;.</p>
<p>Anna <span style="text-decoration: underline;">interpreta</span> o olhar de outra mulher para seu namorado como uma <span style="text-decoration: underline;">ameaça</span> ao seu relacionado e autoestima. <span style="text-decoration: underline;">Pensamentos</span> de seu namorado a traindo com a outra mulher aparecem à sua mente, ela <span style="text-decoration: underline;">sente</span> medo e <span style="text-decoration: underline;">age</span> controlando seu namorado cada vez mais.</p>
<p>Pode ser que você queira saber o que é o significado do ciúme apenas da forma mais básica, ou seja, a definição de dicionário ou a definição da psicologia. Porém, pode não ser o caso&#8230;</p>
<h3><em>&#8220;O que o ciúme significa para mim e para meus relacionamentos?&#8221;</em></h3>
<p>Existe outro significado possível para a busca pelo significado do ciúme. Essa está mais relacionada a questões como:</p>
<ul>
<li><em><a href="https://universodapsicologia.com/e-errado-ter-ciumes/">É errado ter ciúmes?</a></em></li>
<li><em><a href="https://universodapsicologia.com/como-e-o-ciume-normal-e-os-problemas-dessa-ideia/">Como é o ciúme normal?</a></em></li>
<li><em><a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-ser-possessivo-e-ciumento-e-ciume-possessivo/">O que é ser possessivo e ciumento?</a></em></li>
</ul>
<p>Essas questões estão mais ligadas às <span style="text-decoration: underline;">consequências do ciúme</span>. Qual é o significado do ciúme para minha relação? O que ele quer dizer? O que vai acontecer? Aonde ele vai levar? Quais serão os efeitos práticos dele?</p>
<p>Nesse sentido, o significado do ciúme costuma ser negativo. Ele é representado como <em>o monstro de olhos verdes</em>, <em>o dragão do paraíso</em>, <a href="https://universodapsicologia.com/ciume-um-programa-de-destruicao-na-relacao/"><em>um programa de destruição da relação</em></a>.</p>
<p>Pesar do significado negativo que ele geralmente recebe, o ciúme também pode ser positivo. Será então que <a href="https://universodapsicologia.com/provocar-ciume-x-construir-confianca/">é uma boa provocar ciúme</a>? <a href="https://universodapsicologia.com/vale-a-pena-fazer-ciumes-no-namorado-a/">Vale a pena fazer ciúmes no namorado?</a></p>
<p>Isso é delicado, já que o ciúme é uma <em>paixão perigosa</em>. <strong>É possível e domar o dragão do ciúme e fazer dele o guardião da sua relação, mas isso precisa ser aprendido.</strong></p>
<h2>O significado do ciúme para você: destruição ou proteção?</h2>
<p>O significado do ciúme também tem uma dimensão particular. Tem quem acredite que ciúme é sinônimo de amor (e proteção da relação), por exemplo. Pode até estar tudo bem para essa pessoa, mas e para o parceiro dela? Para ele, o ciúme pode ter outro significado (destruição da relação). E aí?</p>
<p>Por isso, além de entender os significados de ciúme para cada um, é importante entender a relação como um sistema. Por isso, lá no <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><em>Livre do Ciúme</em></a> (curso online), temos módulos separados para cada coisa.</p>
<p>Nos Módulo 1 (Introdução) e 2 (As raízes inconscientes do ciúme) <strong>você vai entender melhor o significado do ciúme, suas causas e o que ele representa</strong>.</p>
<p>O Módulo 3 é <em>Como mudar o comportamento (seu e dos outros)</em>. A ideia aqui é te mostrar <strong>como mudar as coisas em você e no seu parceiro</strong> (na boa).</p>
<p>O Módulo 7 é o <em>Estratégias relacionais</em>, que te mostra <strong>como mudar a relação</strong>, ou seja, a interação você-parceiro.</p>
<h3>O ciúme parece complexo se não aprendemos direito sobre ele</h3>
<p>Como vimos, o ciúme é complexo. Mas complexidade não quer dizer necessariamente dificuldade. Olha a definição de <em>complexo</em> do dicionário Oxford:</p>
<blockquote>
<div><i><span class="YrbPuc">&#8220;complexo</span></i></div>
<div><i><span class="YrbPuc">substantivo masculino</span></i></div>
<div>construção composta de numerosos elementos interligados ou que funcionam como um todo.&#8221;</div>
</blockquote>
<p>O ciúme tem várias partes (pensamentos, sentimentos, comportamentos). Mas isso também tem um aspecto positivo: mexer nas partes modifica o todo. Por isso projetamos o <em>Livre do Ciúme</em> para lidar com as várias parte do ciúme.</p>
<p>O objetivo central é te mostrar como transformar o <em>dragão do ciúme</em> (que poderia destruir sua relação) no seu mascote, um guardião da sua relação. Isso envolve <strong>mudar o significado do ciúme</strong> (ressignificar), mas também usar técnicas adequadas.</p>
<p>Não é porque o ciúme é complexo que o <em>Livre do Ciúme</em> é difícil. Fizemos o <strong>curso usando linguagem simples para que todo mundo consiga entender</strong>. As coisas ficam mais fáceis quanto mais sabemos sobre elas.</p>
<h4><a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Clique aqui para saber mais sobre como você pode aprender a superar o ciúme</a>.</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Como tirar um pensamento repetitivo da cabeça? Dicas práticas para o desgrude cognitivo</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-tirar-um-pensamento-repetitivo-da-cabeca-dicas-praticas-para-o-desgrude-cognitivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2023 15:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Prática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensamentos repetitivos podem ficar repetidamente se repetindo na sua mente mente mente&#8230;te grudando em um fluxo repetitivo de pensamentos repetitivos se repetindo repetidamente&#8230; Pensamentos repetitivos até podem ser úteis quando te levam a algum lugar [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-tirar-um-pensamento-repetitivo-da-cabeca-dicas-praticas-para-o-desgrude-cognitivo/">Como tirar um pensamento repetitivo da cabeça? Dicas práticas para o desgrude cognitivo</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pensamentos repetitivos podem ficar repetidamente se repetindo na sua mente mente mente&#8230;te grudando em um fluxo repetitivo de pensamentos repetitivos se repetindo repetidamente&#8230;</p>
<p>Pensamentos repetitivos até podem ser úteis quando te levam a algum lugar (uma solução, uma compreensão). Porém, muitas vezes eles mais atrapalham do que ajudam.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1930" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/repeticao_esquema_padrao.jpg" alt="" width="855" height="641" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/repeticao_esquema_padrao.jpg 855w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/repeticao_esquema_padrao-300x225.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/repeticao_esquema_padrao-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 855px) 100vw, 855px" /></p>
<p><strong>Como tirar pensamento repetitivos da cabeça se até parece que não temos controle deles?</strong> Pode parecer que não, mas temos (pelo menos em parte). E tem muito o que podemos fazer a respeito. Vem comigo.</p>
<h2>Como tirar um pensamento repetitivo da cabeça: dicas práticas</h2>
<h3>Distraia-se</h3>
<p>Mude o fluxo dos seus pensamentos repetitivos para outros pensamentos. Você pode fazer isso mudando sua cadeia de raciocínio e manipulando estímulos externos. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>assistir filmes</li>
<li>trabalhar</li>
<li>ler um livro</li>
<li>ouvir música</li>
<li>conversar com alguém</li>
</ul>
<p><strong>Aceite o Pensamento:</strong></p>
<p>O primeiro passo é reconhecer o pensamento sem se julgar por tê-lo. Aceitar que o pensamento está presente pode ajudar a evitar resistência, tornando mais fácil trabalhar com ele.</p>
<p>O que acontece é que quando não aceitamos um pensamento, adicionamos outro pensamento ao pensamento repetitivo. Assim, podemos acabar tendo outro pensamento repetitivo: o pensamento &#8220;eu não deveria estar tendo esse pensamento repetitivo!&#8221;. Ficou repetitivo, né? Pois é.</p>
<p>Ao aceitar que o pensamento repetitivo apareça sem querer espantá-lo desesperadamente, você pode evitar que ele grude na sua cabeça e fique tocando em loop.</p>
<p><strong>Prática de Mindfulness e Meditação:</strong></p>
<p>A prática da atenção plena (mindfulness) e da meditação pode ajudar a aumentar a consciência dos pensamentos sem se prender a eles. Técnicas simples, como se concentrar na própria respiração, podem desviar a atenção dos pensamentos repetitivos.</p>
<p>Também ajuda se colocar como um observador dos próprios pensamentos, em vez de funcionar no automático obedecendo a eles.</p>
<p><iframe title="A importância do Eu Observador" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/vtZdX_vsngc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Desafie os pensamentos negativos:</strong></p>
<p>Se os pensamentos repetitivos forem negativos ou causarem ansiedade, desafie-os questionando sua validade. Procure evidências que apoiem ou contradigam o pensamento e explore perspectivas alternativas mais positivas.</p>
<p>Exemplo: aparece na sua cabeça repetidamente o pensamento &#8220;a qualquer hora as pessoas de quem gosto vão me abandonar e vou morrer sozinho&#8221;. Se você parar para analisar bem, isso faz sentido? Essas pessoas dão sinais de que vão te abandonar? Qual é a probabilidade de isso acontecer? Mesmo que, na pior das hipóteses, isso aconteça, isso determina que você vai morrer só? Você não conseguiria fazer outros amigos ou resgatar antigos?</p>
<p><strong>Crie um &#8220;Tempo para Preocupações&#8221;:</strong></p>
<p>Estabelecer um tempo específico durante o dia como seu &#8220;tempo para preocupações&#8221; permite que você aborde conscientemente seus pensamentos repetitivos. Fora desse tempo, concentre-se em redirecionar seus pensamentos para temas mais positivos e produtivos.</p>
<p>Se os pensamentos negativos aparecerem em outros horários, anote e guarde para o tempo das preocupações.</p>
<p><strong>Escreva os Pensamentos:</strong></p>
<p>Manter um diário pode ser uma maneira eficaz de externalizar pensamentos repetitivos. Escrever sobre o pensamento e explorar seus sentimentos pode proporcionar clareza e alívio.</p>
<p>Além disso, é muito comum que a gente pense que tem que ficar pensando nos pensamentos repetitivos&#8230; já que eles são repetitivos&#8230;então devem ser importantes&#8230;mas talvez só sejam repetição sem importância, como um NPC coadjuvante. Ao registrar seus pensamentos, você guarda eles em um local seguro, daí você não precisa se preocupar em perdê-los.</p>
<p><strong>Pratique a Autocompaixão:</strong></p>
<p>Seja gentil consigo mesmo. Entenda que todos enfrentamos pensamentos repetitivos, e isso não te torna fraco ou falho. Trate-se com a mesma compaixão que ofereceria a um amigo.</p>
<p>Pensamentos repetitivos são normais, todo mundo tem. Como quase ninguém comenta, parece que se você tem eles são mais importantes do que são.</p>
<h3>Mude de ambiente</h3>
<p>O contexto afeta o que pensamos. Pode ser que o ambiente em que você está influencia essa <em>repetitividade</em> de pensamentos negativos. Isso inclui seu ambiente físico, mas também seu ambiente social e e virtual (internet, tv etc). Se possível, vá para lugares que você sabe que te deixam mais calmo e te permitem pensar melhor e mais fluidamente.</p>
<h3>Planeje e aja</h3>
<p>Como você pode se livrar desses pensamentos repetitivos na prática? Se for um pensamento do tipo &#8220;O que será que vai acontecer se eu fizer isso?&#8221;, você pode fazer isso e testar? O que de pior pode acontecer? Muitas vezes ficamos <em>ciclando</em> na própria cabeça questões que poderiam facilmen te ser respondidas com ações.</p>
<p><strong>Aprenda Psicologia Prática</strong></p>
<p>Todo mundo tem pensamentos repetitivos, mas pouca gente sabe lidar bem com eles. Já viu gente falando que deveríamos aprender Finanças Pessoais ou culinária na escola? Se for assim deveríamos aprender Psicologia também. mas não aprendemos.</p>
<p>Por mais que pareçam abstratos, pensamentos são questões muito práticas. Pensamentos repetitivos são padrões de funcionamento cerebral. Podemos nos livrar deles (ou pelo menos conviver bem melhor com eles) usando técnicas como as que ensino no <a href="https://universodapsicologia.com/pp"><em>Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida</em></a>.</p>
<p>O Psicologia Prática é um ebook (livro digital). Assim que você compra, recebe um email com seus dados de acesso para baixar o PDF. O capítulo 11 é especificamente sobre técnicas para lidar com pensamentos. É um manual para você usar seu cérebro melhor e sair desse ciclo vicioso dos pensamentos repetitivos. <a href="https://universodapsicologia.com/pp">Clique aqui para saber mais</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-tirar-um-pensamento-repetitivo-da-cabeca-dicas-praticas-para-o-desgrude-cognitivo/">Como tirar um pensamento repetitivo da cabeça? Dicas práticas para o desgrude cognitivo</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Como começar a estudar sem vontade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 15:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudar já não é tão fácil mesmo quando você tem vontade, e quando não tem? Como começar a estudar sem vontade se é a vontade que faz a gente começar a estudar? A pergunta é [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-comecar-a-estudar-sem-vontade/">Como começar a estudar sem vontade?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudar já não é tão fácil mesmo quando você tem vontade, e quando não tem? <strong><em>Como começar a estudar sem vontade se é a vontade que faz a gente começar a estudar?</em></strong></p>
<p>A pergunta é boa, mas o pressuposto dela tá errado: não fazemos as coisas só porque temos vontade. Existem outras forças envolvidas no nosso comportamento. Vejamos.</p>
<h2>Como estudar sem vontade (ou como criar vontade de estudar)</h2>
<p>Se você não tá com vontade de ler, pode assistir a esse vídeo:</p>
<p><iframe title="Como estudar sem vontade e como criar vontade de estudar" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/sdaI7XOIu2U?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se você não tá com vontade de assistir vídeo, pode ler o resumo abaixo:</p>
<p><strong>1. Estude sem esperar a vontade</strong></p>
<p>Muitas vezes, a vontade de estudar só surge depois que você começa a se envolver na atividade. Em vez de esperar pela motivação, comece mesmo sem vontade, pois ela pode se desenvolver à medida que você se envolve na tarefa.</p>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/faca-sem-vontade/">Fazer sem vontade</a> é uma <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">técnica psicológica muito útil para diversas outras questões, não só para os estudos</a>.</p>
<p><strong>2. Faça perguntas e crie interesse</strong></p>
<p>Ao estudar, faça perguntas sobre o material. Isso pode criar curiosidade e interesse, estimulando a vontade de continuar. Tente descobrir o que há de interessante no que está estudando.</p>
<p><strong>3. Estabeleça metas pequenas</strong></p>
<p>Divida seu estudo em metas pequenas e alcançáveis. Focar em pequenos objetivos pode tornar o processo mais gerenciável e menos intimidante.</p>
<p><strong>4. Crie recompensas condicionais</strong></p>
<p>Associe recompensas imediatas ao estudo, condicionando-as ao tempo dedicado à atividade. Isso pode te motivar, mesmo que a vontade inicial não seja forte.</p>
<p><strong>5. Lembre-se dos objetivos finais</strong></p>
<p>Mantenha seus objetivos finais em mente. Pense no que você ganha ao estudar e como isso contribui para o seu futuro. Isso pode trazer motivação para o presente.</p>
<p><strong>6. Elimine estímulos competidores</strong></p>
<p>Reduza ou elimine distrações, como celulares, que competem com o estudo. Isso ajuda a criar um ambiente propício à concentração.</p>
<p><strong>7. Torne o estudo mais interessante</strong></p>
<p>Mesmo que um assunto pareça chato, encontre maneiras de torná-lo mais interessante. Faça perguntas, crie desafios e descubra aspectos intrigantes no material.</p>
<p><strong>8. Recompensas imediatas e futuras</strong></p>
<p>Além de recompensas futuras, pense em recompensas imediatas, como intervalos para atividades que você gosta. Isso cria um sistema de motivação constante.</p>
<p><strong>9. Volte a revisar essas estratégias</strong></p>
<p>Mude seus hábitos revisando e relembrando essas estratégias periodicamente. Isso ajuda a reforçar a motivação e manter o foco nos estudos.</p>
<p>Experimente essas dicas e adapte-as ao seu estilo de aprendizado. Lembre-se, o processo de estudar sem vontade pode se tornar mais eficaz com prática e consistência.</p>
<p>Boa sorte nos estudos!</p>
<p>*</p>
<h3><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Descubra como aprender mais estudando em menos tempo:</span></h3>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--display-type yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqa3VvX1llaEJUSFBPdTJDSWczMnFyb3JfZkRGZ3xBQ3Jtc0ttenc2LUVyNVQ3M2RncnJkSkQtaTVieXVtX0ZvSzZScFJaaTctNi0zRTJsOG5BOVRWcEN1QTRKZlpUYXV1dVV2WXhIaXBURnJrZ1htV096NzhJYklVZXlkdUhWSlRKNmhwcjJmNWcyanc2d3hpWUw3OA&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fhaa&amp;v=sdaI7XOIu2U" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/haa</a></span></p>
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		<title>Como é o ciúme normal? (E os problemas dessa ideia)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-e-o-ciume-normal-e-os-problemas-dessa-ideia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 15:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Como é o ciúme normal?&#8221; é uma pergunta aparentemente simples mas que esconde muita coisa importante. Pode ser que você queira saber se o seu ciúme é normal e, se for, tá tudo bem. Será? [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-e-o-ciume-normal-e-os-problemas-dessa-ideia/">Como é o ciúme normal? (E os problemas dessa ideia)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Como é o ciúme normal?&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}"><em>&#8220;Como é o ciúme normal?&#8221;</em> é uma pergunta aparentemente simples mas que esconde muita coisa importante. Pode ser que você queira saber se o seu ciúme é normal e, se for, tá tudo bem. Será?</span></p>
<p>Entendo perfeitamente se você quer uma resposta rápida e simples, mas se alguém te der uma ela pode ser perigosamente enganosa.</p>
<p>Para entender como é o &#8220;<em>ciúme normal&#8221;</em> precisamos primeiro entender o que é normal. Existem pelo menos dois jeitos de definir <em>normal</em> (e nos dois, a ideia de <em>ciúme normal</em> pode ser perigosa).</p>
<h3>Ciúme normal como norma social</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1339 alignleft" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/fazendo_ciume_no_namorado.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/fazendo_ciume_no_namorado.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/fazendo_ciume_no_namorado-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Nesse caso, o ciúme normal é aquele que segue as normas sociais. Exemplo: na nossa sociedade, o ciúme quando seu parceiro se atrai fisicamente por outra pessoa é um <em>ciúme normal</em>. Ele é normal no sentido de <span style="text-decoration: underline;">comum</span> e aceito socialmente.</p>
<p>Mas e se for socialmente normal espiar o celular do parceiro por causa de ciúme? Por ser que você ache ok aí também. Mas e se for normal <span style="text-decoration: underline;">espancar</span> alguém por causa de ciúme? Pode parecer exagerado demais para ser normal, mas esse já foi um tipo de ciúme normal em grande parte da história humana e ainda é em vários lugares do mundo. Em sociedades <span style="text-decoration: underline;">atuais</span> onde o controle sobre a mulher é grande, é comum espancar por causa de ciúme. Mais que isso: pode ser comum, normal e <em>legal</em> (permitido por lei).</p>
<p>O <em>ciúme normal</em> é diferente em culturas diferentes. Ou seja, o que é normal aqui, não é normal em outro lugar/sociedade.</p>
<p><iframe title="Cultura do ciúme (ou não): Toda x Apache" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/zyyDXmwC4uE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Espero que eu tenha conseguido mostrar que mesmo que o ciúme e o que se faz por causa dele seja considerado normal, comum e aceito pela sociedade, pode não ser um bom guia para o seu comportamento.</p>
<h3>O ciúme normal como norma estatística</h3>
<p>Podemos definir ciúme normal também como aquele que é comum estatisticamente. Suponha que pegamos os dados de uma amostra de milhões de pessoas e fizemos uma distribuição gaussiana. Suponha também que 1% das pessoas nunca sentem ciúme e outros 1% sentem ciúme mortal (literalmente, matam por ciúme). Você fica ali no bolo dos 98%, logo tem um <em>ciúme normal</em>, já que está junto com quase todo mundo. Tá tudo bem assim?</p>
<p>Suponha que de todo mundo que tem ciúme, 80% tem problemas de relacionamento por causa dele. Ainda é um ciúme normal. É normal ter problemas de relacionamento por causa do ciúme, quase todo mundo tem. Mas tá tudo bem assim?</p>
<p>Espero que tenha te mostrado que ciúme normal estatisticamente pode também não ser o melhor guia para o seu comportamento.</p>
<p>Claro que você pode querer comparar seu comportamento com o que é normal socialmente e estatisticamente. E isso é válido. Nesse caso, veja alguns&#8230;</p>
<h3>Exemplos de ciúme normal</h3>
<ul>
<li>sentir ciúme quando parceiro olha para outra</li>
<li>sentir ciúme quando imagina que parceira pode estar te traindo</li>
<li>sentir ciúme quando parceiro fica muito tempo conversando com outra pessoa</li>
<li>sentir ciúme quando vê um &#8220;competidor&#8221; e acha que pode perder a parceira</li>
<li>sentir ciúme</li>
</ul>
<h4>Exemplos de ciúme anormal</h4>
<ul>
<li>não sentir nenhum ciúme</li>
<li>sentir ciúme toda vez que parceira sai de casa, mesmo que seja pra ir, seilá&#8230;na padaria</li>
<li>sentir excessivo <a href="https://universodapsicologia.com/como-tratar-ciume-retroativo/">ciúme do passado</a> e ponto de ter vontade de terminar a relação</li>
<li>tentar controlar e prender o parceiro para evitar qualquer possibilidade de perdê-lo</li>
<li>sentir ciúme excessivo por causa de <span style="text-decoration: underline;">qualquer</span> pessoa que se aproxime do parceiro</li>
</ul>
<h4><em>Ciúme normal</em> pode ser ok, porém&#8230;</h4>
<p>Essa separação entre ciúme normal e ciúme anormal já pode te ajudar a avaliar quando o ciúme é problemático ou não. Porém, usar só a norma social ou estatística pode te fazer sofrer mesmo que seu ciúme seja considerado normal. Muita gente considera normal controlar muito a vida dos parceiros por causa de ciúme. Inclusive, é comum afirmarem que o ciúme é sinal de amor, portanto tá tudo certo. O problema é que <strong>muita gente sofre com o <em>ciúme normal</em></strong>.</p>
<p>Normal não é sinônimo de bom. Já foi normal (e permitido por lei) homens matarem esposas por causa de traição. Mas isso te parece bom?</p>
<h2>Se saber como é o ciúme normal não é suficiente&#8230;o que fazer?</h2>
<p>Não me entenda mal. Entender normas sociais e estatísticas é importante para guiar nosso comportamento. Mas <em>segui-las cegamente</em> não é.</p>
<p>A questão &#8220;<em>como é o ciúme normal?&#8221;</em> cai no mesmo problema da questão &#8220;<a href="https://universodapsicologia.com/e-errado-ter-ciumes/"><em>É errado ter ciúme?</em></a>&#8220;: a pergunta não é muito boa.</p>
<p>Você pode ter <em>ciúme anormal</em> (sentir muito ciúme ou não sentir nada) e viver bem com isso. Mas também pode viver mal. Se tiver ciúme normal também. A normalidade é só um detalhe entre um monte de outros. O ciúme envolve muito mais do que isso.</p>
<p>O <em>seu ciúme</em> pode ser muito diferente das normas e das estatísticas, e mesmo assim você sofrer por ele. E o seu ciúme pode ser um c<em>iúme muito normal</em> (moral, social e estatisticamente), e mesmo assim você sofrer por isso. Na real, o <em>ciúme normal</em> pode ser simplesmente um <em>ciúme problemático normalizado</em>.</p>
<p>Proponho que você pense em outros tipos de questões, por exemplo:</p>
<ul>
<li>o ciúme tá me fazendo bem?</li>
<li>quais as consequências do ciúme?</li>
<li>o ciúme melhora ou piora meus relacionamentos?</li>
<li>sentir ciúme é sofrido?</li>
<li>o ciúme pode <em>destruir</em> a relação que eu quero proteger?</li>
</ul>
<h3>O ciúme problemático (mesmo que <em>normal</em>) tem soluções</h3>
<p>Estranhamente, o normal é o ciúme correr solto. Digo estranhamente porque é muito fácil ver que o ciúme pode causar muitos problemas. Mesmo assim, praticamente não existem boas propostas de solução.</p>
<p><strong>Mesmo que o ciúme seja uma das principais causas que levam casais para psicoterapia, os terapeutas também não são bem preparados para lidar com o problema</strong>.</p>
<p>Essa grande necessidade não satisfeita foi um dos motivos para criarmos o <strong><a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><em>Livre do ciúme,</em></a></strong> um curso/treinamento online para ensinar as pessoas (incluindo terapeutas) a lidarem com o <em>Dragão do paraíso</em>. <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Clique aqui para saber mais</a>. Qualquer coisa, <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">fala comigo</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como se memoriza? O modelo CARro e métodos práticos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-se-memoriza-vou-te-explicar-com-um-carro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2023 15:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como se memoriza? Como uma coisa entra na nossa cabeça, fica lá e depois a gente acha? Implícitos aí estão os 3 estágios da memória, que explicam como ocorre o processo de memorização. Como se [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-se-memoriza-vou-te-explicar-com-um-carro/">Como se memoriza? O modelo CARro e métodos práticos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-sheets-root="1" data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Como se memoriza?&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:6723,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;4&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:16777215},&quot;9&quot;:0,&quot;12&quot;:0,&quot;14&quot;:{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:0},&quot;15&quot;:&quot;Arial&quot;}"><em><strong>Como se memoriza?</strong></em> Como uma coisa entra na nossa cabeça, fica lá e depois a gente acha?</span></p>
<p>Implícitos aí estão <strong>os 3 estágios da memória, que explicam como ocorre o processo de memorização</strong>.</p>
<h2>Como se memoriza: o modelo CAR</h2>
<p>O processo de memorizar pode ser dividido em:</p>
<ol>
<li><strong>C</strong>odificação</li>
<li><strong>A</strong>rmazenamento</li>
<li><strong>R</strong>ecuperação</li>
</ol>
<p>Entendeu de onde vem o <em>carro</em>? (CAR = carro, em inglês)</p>
<p>Foi com esse acrônimo (CAR) que eu memorizei como se memoriza (os três estágios). Sempre que eu preciso lembrar, cada letra inicial de <strong>CAR</strong> me lembra como começa cada palavra (<strong>C</strong>odificação, <strong>A</strong>rmazenamento e <strong>R</strong>ecuperação).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2098" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estagios_da_memoria_CARro_cerebro.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estagios_da_memoria_CARro_cerebro.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estagios_da_memoria_CARro_cerebro-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estagios_da_memoria_CARro_cerebro-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estagios_da_memoria_CARro_cerebro-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Agora, vamos entender o que cada palavra significa. <strong>De forma resumida, é assim que se memoriza</strong>:</p>
<ol>
<li><strong>Codificação:</strong>
<ul>
<li><strong>Definição:</strong> A codificação é o primeiro estágio do processo de memória, onde as informações recebidas do ambiente são transformadas em uma forma que o cérebro possa processar e armazenar.</li>
<li><strong>Como Funciona:</strong> Durante a codificação, as informações sensoriais, como visão e audição, são traduzidas em sinais neurais. O cérebro organiza esses sinais em padrões significativos e associa novas informações a conhecimentos já existentes.</li>
<li><strong>Exemplo:</strong> Se você está conhecendo uma pessoa nova, a codificação envolverá a transformação das características físicas, a voz e outras informações sensoriais em representações mentais que permitem reconhecê-la posteriormente.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Armazenamento:</strong>
<ul>
<li><strong>Definição:</strong> O armazenamento refere-se à retenção das informações codificadas ao longo do tempo. As informações podem ser armazenadas de maneira temporária (memória de curto prazo) ou de forma mais duradoura (memória de longo prazo).</li>
<li><strong>Como Funciona:</strong> Durante o armazenamento, as informações são consolidadas e organizadas em diferentes áreas do cérebro. A memória de curto prazo é mais temporária e tem uma capacidade limitada, enquanto a memória de longo prazo tem uma capacidade muito maior e pode durar muito mais tempo.</li>
<li><strong>Exemplo:</strong> Se você aprendeu um novo número de telefone, a memória de curto prazo pode segurá-lo temporariamente, mas, com a prática e a repetição ao longo do tempo, ele pode ser transferido para a memória de longo prazo.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Recuperação:</strong>
<ul>
<li><strong>Definição:</strong> A recuperação é o processo de trazer à tona as informações armazenadas quando necessário. É o ato de lembrar e usar as informações anteriormente codificadas e armazenadas.</li>
<li><strong>Como Funciona:</strong> A recuperação envolve a ativação de redes neurais associadas às informações desejadas. Quanto mais forte e mais frequente for a ativação dessas redes, mais fácil será lembrar as informações.</li>
<li><strong>Exemplo:</strong> Se você está tentando lembrar o nome de um colega de trabalho, a recuperação envolve a ativação das associações mentais relacionadas a essa pessoa, como características físicas, contexto em que a conheceu e eventos compartilhados.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p><span style="color: #800000;">Agora&#8230;será que é isso mesmo que você quer saber?</span></p>
<p>Você pode estar perguntando <em>como se memoriza</em> querendo saber <strong><em>como se memoriza <span style="text-decoration: underline;">melhor</span> as coisas</em></strong>. E você gostaria de dicas práticas para fazer isso. Tô certo?</p>
<p>Nesse caso, um universo de possibilidades se abre. São muitas (muitas mesmo!) variáveis em que podemos mexer para memorizar melhor, então só dá pra começar a falar a respeito. Mas vejamos algumas técnicas para memorizar melhor.</p>
<h2>Como se memoriza com técnicas <em>science-approved</em></h2>
<p><strong>Utilize a Repetição Espaçada:</strong> A repetição espaçada envolve revisitar informações em intervalos crescentes ao longo do tempo. Isso fortalece as conexões neurais e ajuda na retenção a longo prazo. Em vez de estudar intensivamente em uma única sessão, divida o aprendizado ao longo do tempo para melhores resultados.</p>
<p><strong>Associação de Ideias:</strong> Conecte novas informações a conceitos familiares ou crie histórias que envolvam os dados que você está tentando memorizar. A associação de ideias torna as informações mais significativas e fáceis de recordar.</p>
<pre>Sabe como memorizei o modelo CAR da memória? Te conto...</pre>
<p>Eu imaginei que um carro vermelho (tipo uma Ferrari antiga) entrava na minha cabeça (codificação), se convertia em um carro vermelho virtual-informacional-mental (armazenamento) e quando eu fosse lembrar ele sairia da minha cabeça e se tornaria novamente um carro-metálico-concreto (recuperação).</p>
<p>Os detalhes científicos da definição não importam muito aqui. O importante é a <em>história</em> inesquecível que criei e contei para mim mesmo. E o mais importante não é a minha história, mas sim que a história seja guardada. Pode ser que a minha história não seja tão boa para você quanto foi para mim. O melhor é que você elabore uma história que faça sentido para você. É bom que ela seja <span style="text-decoration: underline;">pessoal</span> (no meu caso, eu imaginei o carro entrando na MINHA CABEÇA, não na cabeça de uma pessoa qualquer). Ah, e é bom que sua história seja <span style="text-decoration: underline;">maluca</span> também.</p>
<p><img decoding="async" src="https://i.pinimg.com/originals/53/56/9c/53569cbc0493200ede76da73977b3a20.gif" /></p>
<p><strong>Crie Mapas Mentais:</strong> Os mapas mentais são uma ferramenta visual poderosa para organizar informações de maneira hierárquica. Ao criar mapas mentais, você visualiza a estrutura das informações, facilitando a recuperação quando necessário.</p>
<p>(Não é que a estrutura deles seja igual a estrutura de organização informacional do cérebro, isso aí é <em>búlchite</em>. Mas eles são bem úteis).</p>
<p><strong>Ensine o que Aprendeu:</strong> Uma ótima maneira de reforçar seu conhecimento é ensiná-lo a outras pessoas. Isso não apenas consolida o que você aprendeu, mas também destaca áreas em que você pode precisar de uma compreensão mais profunda (ou seja, te mostra <em>a real</em> do quanto você sabe).</p>
<p><strong>Use Técnicas de Visualização:</strong> Imagens mentais podem ser poderosas ferramentas de memorização. Ao visualizar mentalmente as informações que deseja lembrar, você cria uma âncora visual que facilita a recuperação da memória.</p>
<p><strong>Estabeleça Associações Emocionais:</strong> Ligar emoções positivas a informações específicas pode melhorar significativamente a capacidade de memorização. Envolva-se emocionalmente com o material, associando-o a experiências pessoais ou sentimentos.</p>
<h3>Como se memoriza <em>hackeando</em> seu sistema neurocognitivo</h3>
<p>Podemos definir <em>hackear</em> como <strong>entender o funcionamento de um sistema o suficiente para conseguir atalhos inteligentes para otimizar resultados</strong>.</p>
<p>É nesse sentido que é possível hackear sua memória. Assim como quem manja de computação é muito mais eficiente em produzir resultados na informática, <strong>quem manja de memória é muito mais eficiente em memorizar</strong>.</p>
<p>Você já aprendeu como se memoriza do ponto de vista &#8220;teórico&#8221;, do cérebro. Também aprendeu como se memoriza do ponto de vista prático, das técnicas. Mas como são muitas (muitas mesmo!) variáveis para memorizar <span style="text-decoration: underline;">melhor</span>, isso é só um começo.</p>
<p>Eu criei o <a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/"><em>Hackeando a Aprendizagem</em></a> pensando nisso: explicar <strong>os princípios de funcionamento da memória</strong> e, com base nisso, ensinar <strong>técnicas de aprendizagem <em>eficiente</em></strong>.</p>
<p>Quem não entende de ciências da aprendizagem (quase todo mundo) é como um leigo usando um computador com um potencial enorme: até usa, mas os resultados são bem limitados.</p>
<p>Se você quer aprender a usar direito seu computador de carne aí no seu crânio para memorizar, <a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/">dá uma olhada no curso</a>. É online, gravado, você pode assistir quando quiser.</p>
<p>Qualquer dúvida pode falar comigo <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">por aqui</a> ou por qualquer rede social.</p>
<p>(e não se esquece do CARro!)</p>
<p><iframe title="É possível hackear a aprendizagem?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/RsrC42vwLP0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-se-memoriza-vou-te-explicar-com-um-carro/">Como se memoriza? O modelo CARro e métodos práticos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>7 Perguntas e respostas sobre Psicologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 13:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perguntas: 2:11 &#124; &#8220;Quais são as emoções documentadas pela ciência?. &#8220;Qual a diferença entre emoção e sentimento?&#8221; 6:17 &#124; &#8220;Psicopatas não sentem emoções?&#8221; 8:15 &#124; &#8220;Quais são os elementos que os pensamentos são feitos?&#8221; 15:15 [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/7-perguntas-e-respostas-sobre-psicologia/">7 Perguntas e respostas sobre Psicologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">Perguntas: </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">2:11</span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> | &#8220;Quais são as emoções documentadas pela ciência?. &#8220;Qual a diferença entre emoção e sentimento?&#8221; </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">6:17</span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> | &#8220;Psicopatas não sentem emoções?&#8221; </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">8:15</span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> | &#8220;Quais são os elementos que os pensamentos são feitos?&#8221; </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">15:15</span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> | &#8220;Como Freud soube da existência do complexo de Édipo/Electra? Teve alguma observação de atos falhos, de convívios familiares ou alguma outra coisa que levantasse essa ideia? </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">16:46</span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> | A neurociência e a psicanálise concordam entre si?&#8221; </span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">18:15</span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"> | &#8220;Por que existe um medo de algumas coisas não acontecerem do jeito que a pessoa imagina, mas, ao mesmo tempo, ela fica com medo de tomar muito o controle para que algo aconteça o mais próximo do que ela imagina, porém parecer que isso fica tão artificial que não gera tanta satisfação? As espontaneidades e naturalidades da vida geram mais satisfação/realização do que se as coisas acontecerem passo a passo bem próximo do que aquilo que se planejava? Comecei a pensar nesse detalhe ao questionar como estou aproveitando a vida na juventude: se o que eu quero é o que eu quero e devo tentar fazer acontecer o mais próximo disso ou se certas coisas simplesmente devem acontecer. Enquanto eu escrevia, lembrei de uma cena de uma série onde um rapaz tenta um jantar romântico duas vezes pra pedir a namorada em casamento, mas acaba não conseguindo e disfarça, daí, a moça acha o anel e pergunta pra ele por que ele escondeu tanto tempo, ele, então, resolve pedir ela ali mesmo, em casa, mas ela diz: &#8220;Não! Isso deveria ser em um jantar romântico e tudo mais&#8221; (aquelas coisas ultra melosas que a mulherada adora&#8230; Kkkk&#8230;). Outra coisa que me fez pensar na espontaneidade foi quando um amigo me pediu dicas pra conversar com uma garota, algo que me trouxe lembranças de inúmeros cursos e &#8220;técnicas de sedução&#8221; ensinadas na internet, aí, me dei conta que, se fosse comigo, eu ficaria frustrado por ter adquirido, digamos, todo um &#8220;equipamento&#8221; montado por outra pessoa só pra fazer uma coisa que seres humanos fazem naturalmente: conversar. Se isso deveria ser uma conquista própria ou se a ajuda de alguém tornaria o processo menos interessante. Eu perdi a timidez sozinho e me orgulho disso, mas nunca tive namorada ou &#8220;ficante&#8221;. Kk&#8230; RESUMINDO: TUDO ISSO É UM SINTOMA DE AUTOSSUFICIÊNCIA?&#8221;</span></p>
<p>*</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Receba todas as novidades do Universo da Psicologia<br />
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<p><iframe title="Perguntas e respostas sobre Psicologia (gravado)" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/kzHQypxyb5s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Como estudar de forma ativa? (e eficiente!) 11 estratégias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 15:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você tá procurando como estudar de forma ativa é um bom sinal (você poderia estar procurando como aprender dormindo &#8211; algo altamente desejável mas altamente passivo). Provavelmente você já sabe que o estudo ativo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-estudar-de-forma-ativa-e-eficiente-11-estrategias/">Como estudar de forma ativa? (e eficiente!) 11 estratégias</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tá procurando <em>como estudar de forma ativa</em> é um bom sinal (você poderia estar procurando como aprender dormindo &#8211; algo altamente desejável mas altamente passivo). Provavelmente você já sabe que <strong>o <em>estudo ativo</em> é melhor do que o <em>estudo passivo</em></strong>, então não preciso me demorar explicando isso.</p>
<h3>Como estudar de forma ativa?</h3>
<p>De forma simples, estudar ativamente envolve abordar o material de estudo de maneira envolvente e participativa, em vez de apenas passivamente ler ou ouvir. Desse modo, estudamos mais em termos de <em>produção</em> do que de <em>consumo</em> de informação. É um ótimo jeito de <a href="https://universodapsicologia.com/como-estudar-com-resultado-a-memoria-e-a-aprendizagem-eficaz/">estudar com resultado</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2024" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Vamos às&#8230;</p>
<h2>11 Estratégias para estudar de forma ativa:</h2>
<h3>1. Pergunte e Responda</h3>
<p>Em vez de apenas ler passivamente, faça perguntas sobre o material e desafie-se a respondê-las. Esse processo estimula a reflexão e melhora a compreensão.</p>
<h3>2. Resuma</h3>
<p>Depois de ler um texto, pratique o hábito de resumir o conteúdo com suas próprias palavras. Isso não apenas reforça o que você aprendeu, mas também destaca áreas que podem precisar de revisão.</p>
<h3>3. Ensine</h3>
<p>Seja explicando a um amigo ou colega, o ato de ensinar ajuda a solidificar conceitos em sua mente. É uma forma de repetição, te obriga a <em>produzir</em> a informação (tirar da sua cabeça em vez de procurar ela no mundão) e ainda te permite avaliar melhor seu próprio conhecimento. Ensinar é uma das melhores formas de aprender.</p>
<h3>4. Mapas Mentais</h3>
<p>Organize informações de forma visual usando mapas mentais. Essa técnica ajuda a identificar conexões entre conceitos e facilita a revisão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2081" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/Mapa_Mental_para_estudar_Estatistica.jpg" alt="" width="1200" height="572" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/Mapa_Mental_para_estudar_Estatistica.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/Mapa_Mental_para_estudar_Estatistica-300x143.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/Mapa_Mental_para_estudar_Estatistica-1024x488.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/Mapa_Mental_para_estudar_Estatistica-768x366.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<h3>5. Exercícios Práticos</h3>
<p>Aplique o que aprendeu em exercícios práticos. Isso não apenas reforça o conhecimento, mas também ajuda a identificar áreas que precisam de mais atenção.</p>
<p>É importante porque ao <em>consumir</em> (ler, ouvir) você pode ter uma impressão de que tem domínio do conteúdo, mas ao <em>produzir</em> (escrever, falar, responder) pode quebrar a cara. Isso é normal, e é bom quando você sabe usar a seu favor.</p>
<h3>6. Grupos de Estudo</h3>
<p>Participe de grupos de estudo para discussões interativas. A troca de ideias com colegas pode oferecer novas perspectivas e esclarecer dúvidas. Além disso, o compromisso social pode ser um motivador/<em>obrigador</em> para o seu estudo.</p>
<h3>7. Simulações e Experimentos</h3>
<p>Quando der, envolva-se em simulações práticas ou experimentos relacionados ao assunto. A aplicação prática fortalece a compreensão.</p>
<p>Aprender também &#8220;com o corpo&#8221; é diferente de aprender apenas pensando. Dirigir um carro é diferente de pensar em como dirigir um carro.</p>
<h3>8. Mude o Ambiente de Estudo</h3>
<p>Evite a monotonia alterando o ambiente de estudo. Isso ajuda a manter sua mente alerta e aumenta a eficácia dos estudos. Também ajuda no processo de generalização da memória*.</p>
<p>(*Como a memória também é contextual, seu ambiente físico imediato afeta como você lembra. Exemplo: sua memória (para o mesmo assunto) vai ser diferente na sua casa e na escola/faculdade, porque ela é afetada pelo local. Se forçar para ativar uma &#8220;memória de casa&#8221; na faculdade é um bom jeito de estudar de forma ativa.)</p>
<h3>9. Utilize Recursos Multimídia de forma ativa</h3>
<p>Você pode assistir/ouvir vídeos e podcasts como forma de estudo ativo. Em vez de só ouvir e ver, você pode usar técnicas de aprendizagem que exigem que você se envolva e produza, por exemplo:</p>
<ul>
<li>&#8220;Converse&#8221;. Faça perguntas, elabore questões, faça críticas. Imagine que você está conversando com a pessoa que fala.</li>
<li>Recupere as informações. De tempos em tempos, pause o vídeo/áudio e tente lembrar o que escutou. Você pode fazer pequenos resumos durante a apresentação e fazer um resumão no fim. Se puder escrever, melhor ainda.</li>
</ul>
<h3>10. Avalie-se Regularmente</h3>
<p>O estudo passivo (apenas consumir informação) pode levar à ilusão de que estamos sabendo legal quando não estamos. Realize testes práticos ou questionários para avaliar seu progresso. Essas avaliações regulares ajudam a identificar áreas que necessitam de mais atenção. Com isso você melhora sua metacognição para a aprendizagem e ajusta melhor a rota dos seus estudos.</p>
<h3>11. Estabeleça Metas Claras</h3>
<p>Defina metas específicas para cada sessão de estudo. Isso não apenas mantém seu foco, mas também fornece um senso tangível de realização. Além disso, te força a tentar alcançar algo, e não só consumir a informação que aparece de qualquer jeito.</p>
<h2><em>Como estudar de forma ativa: a master blaster dica final </em></h2>
<p>Em resumo, estudar de forma ativa não se trata apenas de absorver informações, mas de envolver-se ativamente no processo de aprendizado. <strong>Uma das melhores formas de estudar ativamente (se não for a melhor) é aprender a aprender</strong>.</p>
<p>Pensa comigo: quais são as melhores técnicas de estudo? De que forma aprendemos melhor? Você aprendeu isso na escola ou faculdade?</p>
<p>Somos acostumados a estudar passivamente, e isso também afeta <em>como</em> estudamos. Passamos a vida lendo, relendo, fazendo o que todo mundo faz, obedecendo ao que os professores mandam&#8230;O problema é que <strong>a grande massa de pessoas não sabe como estudar melhor</strong> (<a href="https://universodapsicologia.com/por-que-ate-professores-ensinam-mitos-sobre-aprendizagem/">incluindo os professores</a>).</p>
<p>Você viu aqui como estudar de forma ativa e isso já te ajuda a se colocar a frente de muita gente que estuda de forma passiva. Porém, o estudo ativo é apenas uma parte do estudo eficiente. Eu falo melhor disso lá no curso <a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/"><em><strong>Hackeando a Aprendizagem</strong></em></a> e mostro <strong>vários outros princípios, estratégias e técnicas para maximizar seus estudos</strong>.</p>
<p>Buscar ativamenta aprender como aprender é um baita diferencial. <a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/">Clique aqui para saber mais sobre o curso</a> (online e gravado), e <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">me chama</a> se tiver qualquer questã <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-estudar-de-forma-ativa-e-eficiente-11-estrategias/">Como estudar de forma ativa? (e eficiente!) 11 estratégias</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qual é a diferença entre inveja e ciúme?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/qual-e-a-diferenca-entre-inveja-e-ciume/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2023 15:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diferença entre inveja e ciúme é uma dúvida comum. Vamos fazer um teste rápido. Resposta às seguintes questões: Você vê seu parceiro(a) conversando com a ex-namorada. Isso te deixa com: A) inveja B) ciúme [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/qual-e-a-diferenca-entre-inveja-e-ciume/">Qual é a diferença entre inveja e ciúme?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A diferença entre inveja e ciúme é uma dúvida comum</strong>. Vamos fazer um teste rápido. Resposta às seguintes questões:</p>
<p>Você vê seu parceiro(a) conversando com a ex-namorada. Isso te deixa com:</p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">A) inveja</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">B) ciúme</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Um amigo seu acabou de ganhar na loteria. Você sente:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">A) inveja</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">B) ciúme</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Muita gente não vê claramente qual é a diferença entre inveja e ciúme. Isso é mais comum na língua inglesa, mas também acontece por aqui. Há pessoas que</span><span style="font-weight: 400;"> dizem que sentem ciúme nos dois casos, mas o que realmente sentem é: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Caso 1 (conversa com ex): ciúme</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Caso 2 (amigo ganhou na loteria):  inveja. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas pessoas tendem a achar que inveja é ciúme e ciúme é inveja.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por que as pessoas fazem essa confusão? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um motivo </span>para essa dificuldade em diferenciar inveja de ciúme é linguístico mesmo, a confusão entre os significados das palavras ciúme e inveja. Outro motivo é psicológico: a mistura das emoções/sentimentos. Por exemplo: o <b>ciúme inclui, em muitos casos, um pouco de inveja</b>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2042" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/inveja_ou_ciume.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/inveja_ou_ciume.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/inveja_ou_ciume-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/inveja_ou_ciume-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/inveja_ou_ciume-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/inveja_ou_ciume-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<h3>A inveja</h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A inveja ocorre quando acreditamos que o outro tem mais do que nós e desejamos possuir o que ele tem</strong>. A riqueza é um exemplo. Você vê seu amigo com uma Lamborghini e quer ter uma também. Ou, para usar exemplos mais comuns, você pode querer um <a href="https://amzn.to/3QNGJSU">celular</a> ou mesmo um <a href="https://www.amazon.com.br/s?k=tupperware&amp;ref=nb_sb_noss">conjunto de potes herméticos da Tupperware</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inveja pode ter como consequências: </span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">querer destruir o que é do outro ou </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">imitar o outro (de um jeito positivo) por querer ser como ele.</span></li>
</ol>
<h3>O ciúme</h3>
<p><b>O ciúme envolve uma relação entre três ou mais pessoas pela atenção e sentimentos positivos de uma delas e envolve principalmente o amor e o medo da perda</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>Exemplo: ao ver seu parceiro conversando com a ex você sente ciúme (medo de perdê-lo) e não inveja (querer ter o que a ex tem). Como quem &#8220;&#8221;&#8221;&#8221;&#8221;possui&#8221;&#8221;&#8221;&#8221;&#8221; seu parceiro é você, você não sente inveja do que ela &#8220;tem&#8221;&#8230;porque ela não &#8220;tem&#8221;.</p>
<p>(As &#8220;aspas&#8221; são pra indicar que essa ideia de posse é problemática; inclusive já falei aqui sobre <a href="https://universodapsicologia.com/?p=2027&amp;preview=true">o que é ser possessivo e ciumento</a>.)</p>
<h2>Então&#8230;a diferença entre inveja e ciúme é:</h2>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A inveja envolve <span style="text-decoration: underline;">duas pessoas</span></strong> e diz respeito principalmente às qualidades e/ou bens desejáveis do outro. <strong>O ciúme envolve <span style="text-decoration: underline;">três pessoas</span></strong> e diz respeito principalmente ao medo de perder o que você tem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong> A inveja está ligada a querer algo que não tem, enquanto o ciúme está ligado a já ter algo</strong>.</span></p>
<h4>A diferença entre inveja e o ciúme de quem você não &#8220;tem&#8221;</h4>
<p>Também existe o ciúme de algo que você não &#8220;tem&#8221;, como o ciúme do pessoas que não tem compromisso com você ou mesmo de artistas que não te conhecem. Porém, mesmo esse tipo de ciúme é diferente da inveja.</p>
<p>Suponha que você ame a Beyonce e ela não te conhece. Você gostaria de tê-la como namorada mas ela prefere o Jay-Z. Nesse caso, você pode ter ciúme da Beyonce e inveja do Jay-Z. A Beyonce é algo que você gosta e o Jay-Z &#8220;&#8221;&#8221;&#8221;&#8221;tem&#8221;&#8221;&#8221;&#8221;&#8221; algo que você gosta.</p>
<h2>&#8220;Tenho inveja e/ou ciúme, o que fazer?</h2>
<p>Sobre a inveja falarei no futuro. Sobre o ciúme, já falei muito sobre o que pode ser feito no <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><em>Livre do Ciúme</em></a>. O ciúme pode ser uma força destrutiva nas relações se for deixado solto. Por isso, precisamos aprender a lidar com ele.</p>
<p>O <em>Livre do Ciúme</em> é um curso online, gravado, que você pode assistir na hora que quiser. <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Clique aqui para saber mais</a>. Qualquer dúvida, <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">fala comigo</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/qual-e-a-diferenca-entre-inveja-e-ciume/">Qual é a diferença entre inveja e ciúme?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Como treinar a mente para pensar positivo? (realisticamente!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 14:46:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Prática]]></category>
		<category><![CDATA[pensamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como treinar a mente para pensar positivo? Basta dizer a mim mesmo que tudo é maravilhoso e pronto? Não é por aí. Dizer a si mesmo para pensar positivo só funciona quando você acredita nisso. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-sheets-root="1" data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Como Treinar a mente para pensar positivo?&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">Como treinar a mente para pensar positivo? Basta dizer a mim mesmo que tudo é maravilhoso e pronto? Não é por aí.<br />
</span></p>
<p>Dizer a si mesmo para pensar positivo só funciona quando você <em>acredita</em> nisso. Você pode dizer 1000x &#8220;tenho que pensar positivo, tá tudo lindo!&#8221;, mas se você não acreditar nisso uma única vez, não adianta.</p>
<p>Nossa mente não funciona simplesmente por repetição e força bruta. Então&#8230;</p>
<h2>Como treinar a mente para pensar positivo (de forma realista)</h2>
<p>O resultado desejado do treinamento é estabelecer um novo padrão, uma nova tendência. Assim como um jogador de futebol treina para mover seu corpo de determinada forma, podemos nos treinar para &#8216;mover&#8217; nossa mente/cérebro de determinada forma. Vamos às estratégias e práticas.</p>
<p><strong>Pratique a Gratidão Diariamente (Sério! Não pare antes de ler)</strong></p>
<p>Eu sei que muita gente tem repulsa por esse termo (incluso meu eu do passado). Ignore todo papo mágico, vamos aos fatos. O processo de procurar coisas para agradecer é uma forma de mudar seu padrão de pensamento para um padrão mais positivo. Expliquei melhor isso no vídeo abaixo:</p>
<p><iframe title="E o diário de gratidão? Funciona ou não?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/FbWKFmK-e74?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Como você pode ver no vídeo abaixo, sou fã do Schopenhauer. Não sou das pessoas mais positivas&#8230;</p>
<p><iframe title="Schopenhauer e o Diário de gratidão (!?) | Com Chileno Gomez" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/tPcq8j6ofps?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Acontece que um dos pilares fundamentais do pensamento positivo é a gratidão. Gostemos ou não. Se você curte parecer trevoso, não precisa mudar seu estilo para gratiluz que abraça árvore. Você pode fazer seu processo de buscar o que tem para agradecer escondido no escuro do seu quarto.</p>
<p>Eu, por exemplo, não tem nada contra quem abraça árvores. Eu não abraço, mas gosto muito delas. Há poucos anos comecei a perceber melhor e achar foda as belezas da natureza. Cada pessoa vai ter suas particularidades em relação a isso.</p>
<p>Reserve um momento a cada dia para pensar sobre as coisas pelas quais você é grato. Seja o calor do sol, amigos e parentes ou mesmo os prazeres mais simples (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=DGQM9U1byGo">tipo um prato de arroz, se você for um epicurista</a>). Reconhecer e apreciar esses aspectos da sua vida pode mudar seu foco do que está faltando para o que você já tem de bom.</p>
<p><strong>Desafie Pensamentos Negativos</strong></p>
<p>Pensamentos negativos podem ser como ervas daninhas, apodrecendo seu &#8220;jardim mental&#8221;. Aprenda a identificar e desafiar esses pensamentos. Pergunte a si mesmo se eles se baseiam em fatos ou suposições. Muitas vezes, catastrofizamos situações, assumindo que o pior acontecerá. Ao avaliar objetivamente as evidências, você pode substituir pensamentos negativos por outros mais realistas e positivos.</p>
<p><strong>Use o ambiente para treinar sua mente para pensar positivo</strong></p>
<p>A companhia que você mantém tem um impacto profundo na sua mentalidade. Estar cercado de influências positivas &#8211; amigos, familiares, professores&#8230; &#8211; te afeta mesmo que você não perceba as mudanças. Você pode se expor a conteúdo que te ajude a pensar positivamente, seja na televisão, em livros, vídeos, podcasts, redes sociais etc. Quanto mais você se envolve com formas de pensar mais positivas, mais seu próprio pensamento tende a isso. Uma parte boa dessa estratégia é que você pode treinar sua mente para pensar positivo de forma constante sem perceber necessariamente que está treinando.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2114" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/pensar_positivo_cerebro_flores.jpg" alt="" width="1060" height="606" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/pensar_positivo_cerebro_flores.jpg 1060w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/pensar_positivo_cerebro_flores-300x172.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/pensar_positivo_cerebro_flores-1024x585.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/pensar_positivo_cerebro_flores-768x439.jpg 768w" sizes="(max-width: 1060px) 100vw, 1060px" /></p>
<p><strong>Meditação Mindfulness</strong></p>
<p>A meditação mindfulness é uma ferramenta poderosa para treinar sua mente a permanecer presente e focada. Reserve um tempo a cada dia para a meditação, permitindo-se observar seus pensamentos sem julgamento. Essa prática pode ajudar a quebrar o ciclo de pensamento negativo e promover uma maior sensação de paz interior.</p>
<p>Veja que isso não é necessariamente pensar positivo. Pode ser simplesmente não se deixar levar pelos pensamentos negativos. Mas pensamentos neutros já são melhores do que pensamentos negativos, certo? E eles já levam sua mente mais próximo de pensar positivo.</p>
<p><strong>Aprenda com Desafios</strong></p>
<p>A vida está repleta de desafios, mas cada obstáculo apresenta uma oportunidade de crescimento. Em vez de ver contratempos como falhas, veja-os como lições valiosas. Pense sobre o que você pode aprender de experiências difíceis e use esse conhecimento para se adaptar e melhorar. Abraçar desafios com uma mentalidade positiva pode transformar obstáculos em degraus.</p>
<p>Lembre-se que não é uma visão ingênua da coisa. Não adianta eu te falar isso e depois você <em>se</em> falar isso se você não acreditar realmente nisso. Mudar de crenças negativas para crenças positivas também não é simples repetição de afirmações positivas. Por isso estamos falando de <span style="text-decoration: underline;">treinar</span> sua mente para pensar positivo&#8230;isso pede algum esforço e tempo.</p>
<p><strong>Pratique a Autocompaixão</strong></p>
<p>Assim como no caso da gratidão, também tenho certo preconceito com a palavra autocompaixão (tô trabalhando para pensar mais positivamente sobre isso). Porém, autocompaixão é uma boa. Inclusive, Schopenhauer, um <em>top tier</em> pessimista, defendia muito a compaixão como forma de aliviar o sofrimento humano.</p>
<p><del>Não seja um cuzão consigo mesmo</del> Seja gentil consigo mesmo. Entenda que todos cometem erros e enfrentam desafios. Em vez de ser excessivamente crítico, pratique a autocompaixão. Trate-se com a mesma bondade e compreensão que ofereceria a um amigo enfrentando uma situação difícil.</p>
<p>Eu me sinto estranho com esse último parágrafo. Não combina bem com minha visão de mim mesmo como realista-pessimista. Pende muito para um lado otimista ingênuo, que não gosto. Esse é um dos problemas da falar em pensamento positivo: a ingenuidade com que se trata desse assunto.</p>
<p>Treinar sua mente para pensar positivamente não é tão fácil, simples e maravilhoso como podem dizer por aí. Pode ser difícil e trabalhoso. Mas ver isso de forma negativa também é um obstáculo. É possível pensar de forma mais positiva sem ser estúpido e achar que é tudo muito fácil pra todos.</p>
<p>Inclusive, é possível pensar positivo mesmo sendo realista-pessimista. Um exemplo é o niilismo positivo (ou ativo) do Nietzsche. Você pode perceber que o que parecia ruim a princípio pode ser bom.</p>
<p>Um outro exemplo é a questão: <a href="https://universodapsicologia.com/o-ser-humano-nasce-bom-ou-mau/">o ser humano é bom ou mau por natureza?</a> Acreditar que o humano é mau e não tem jeito é ser pessimista demais, acreditar que ele é bom por natureza é ser otimista demais. Como o humano é mais ou menos bom e mau, potencialmente, como pensar positivo sobre isso? Pode ser um &#8220;Tá, o que dá pra tirar de bom disso aí?&#8221;.</p>
<h3>Treine. É sério, eu preciso dizer isso.</h3>
<p>Mesmo que muita gente procure como treinar a mente para pensar positivo, muitos não percebem o que é treinar realmente. Treinar é praticar.</p>
<p>Assim como treinar musculação na cademia muda seu corpo, treinar seu modo de pensar muda seu cérebro. Não é mágica, é simplesmente o fato de que um padrão de pensamento é um padrão de funcionamento do cérebro. Quando você muda seu padrão de pensamento, o que você muda concretamente? O cérebro, claro!</p>
<h4>Crie lembretes</h4>
<p>Pode ser post it na tela do computador, papel com imã na geladeira ou meu preferido: lembrete com notificação no Google Agenda. O importante é você lembrar de praticar constantemente. Se puder, faça todo dia um pouquinho, pelo menos. Pode ser 5 minutos, já é bem melhor do que nada.</p>
<h3>Como treinar sua mente para pensa positivo: um manual \ caixa de ferramentas</h3>
<p>Espero que esse artigo já te ajude a começar seu treinamento mental para pensar mais positivamente. Mas é só um começo. Se você quiser grandes mudanças em si é preciso fazer grandes mudanças. Isso não dizer que você precisa sair demais da sua zona de conforto. Quer dizer que você precisa <strong>aprender como mudar a adquirir ferramentas práticas para isso</strong>.</p>
<p>Essa á a proposta do <a href="https://universodapsicologia.com/pp"><strong><em>Psicologia Prática</em></strong></a>, um livro digital que escrevi com <em>107 técnicas para mudar sua vida</em>. É como comentei nesse artigo aqui: não é uma psicologia ingênua em que tudo é mágico. É uma psicologia científica, concreta, realista e&#8230;que realmente funciona.</p>
<p>(Para mim, também é uma forma de treinar a mente das pessoas para pensar de forma mais positiva sobre a psicologia, que não é &#8220;só conversa&#8221;, mas também é mudanças claras e objetivas)</p>
<p><strong>Ó capítulo 11 é exclusivamente sobre técnicas para lidar com pensamentos negativos intrusivos</strong>. Pode te ajudar muito. E tem muito mais coisa lá. <strong><a href="https://universodapsicologia.com/pp">Dá uma olhada aqui</a></strong>.</p>
<p>Se você tiver qualquer pensamento intrusivo negativo a respeito (tipo, &#8220;será que isso é golpe?!&#8221;), pode <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">falar comigo por email</a> ou por qualquer das redes sociais (os ícones estão aí pelo site).</p>
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		<title>Como estudar com resultado? A memória e a aprendizagem eficaz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 15:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você está fazendo perguntas do tipo &#8220;Como estudar e ter bons resultados?&#8221; ou &#8220;O que é preciso para ter sucesso nos estudos?&#8221; está em um bom caminho. Muita gente simplesmente estuda, sem nunca aprender [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está fazendo perguntas do tipo &#8220;<em>Como estudar e ter bons resultados?&#8221;</em> ou &#8220;<em>O que é preciso para ter sucesso nos estudos?</em>&#8221; está em um bom caminho.</p>
<p>Muita gente simplesmente estuda, sem nunca aprender como estudar bem. Logo, se você busca <strong>aprender como aprender</strong>, já está um passo a frente. Tenho uma notícia ruim e uma boa para você.</p>
<p>A notícia ruim: aprender exige investimento. É claro que você, assim como eu, gostaria de saber <em>como estudar com resultado DE FORMA RÁPIDA, FÁCIL E INDOLOR</em>. Não é atoa que promessas milagrosas de aprendizagem rápida e sem esforço continuam e continuarão existindo, já que sempre tem quem compre essas ideias. A real é que o aprendizado é um resultado que exige certo esforço. Mas calma, não desfaleça ainda&#8230;</p>
<p>A notícia boa: <strong>é possível estudar e ter bons resultados minimizando o esforço</strong>. Veja, não estou dizendo que você vai aprender dormindo e absorvendo informações por osmose. Estou dizendo que você pode aprender como estudar de forma inteligente, eficaz e eficiente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2078" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estudo_aprendizagem_inteligencia_artificial_.jpg" alt="" width="1200" height="675" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estudo_aprendizagem_inteligencia_artificial_.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estudo_aprendizagem_inteligencia_artificial_-300x169.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estudo_aprendizagem_inteligencia_artificial_-1024x576.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/estudo_aprendizagem_inteligencia_artificial_-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>Primeiro, vamos falar da eficácia, ou seja, como estudar com resultado (ou seja: aprendendo de verdade, e não apenas fingindo que está aprendendo). Para isso, vamos usar <strong>as 3 etapas da memorização</strong>.</p>
<h2>Como estudar com resultado: o que funciona para aprender de verdade</h2>
<p>Muitas estratégias e técnicas populares não são eficazes. Exemplo: você tem um texto com um assunto totalmente novo para você (seilá, física quântica). Você quer reter a informação na memória, então relê o texto 10x seguidas. Quanto você acha que vai lembrar desse texto daqui a 1 ano? E daqui a 10 anos? Entendendo como funciona a memória, sabendo sobre a curva do esquecimento e sobre técnicas de estudo eficazes e ineficazes, podemos dizer que você não lembrará nada ou quase nada. O que fazer então? Aprender estratégias e técnicas de estudo que realmente produzem resultados. Vejamos algumas delas.</p>
<h3>Atenção</h3>
<p>Óbvio, né? Mas nem sempre. Muita gente acredita que pode simplesmente passar os olhos rapidamente pelo texto que ele entrará em sua mente de alguma forma mágica. Ou que é possível ouvir uma aula em vídeo com velocidade 4x enquanto lava louça e conversa com a mãe.</p>
<p><strong>A atenção é fundamental para a 1ª etapa da formação da memória: a codificação</strong>. É necessário que a informação <em>entre </em>efetivamente no seu sistema cognitivo. Não é só se expor ao estímulo sonoro (alguém falando), é preciso que seu cérebro <span style="text-decoration: underline;">processe</span> essa informação. E seu cérebro é muito bom em ignorar estímulos. Você pode dirigir por um longo percurso sem prestar atenção no caminho e depois nem se lembrar de nada. Você estava <em>no automático</em>, não estava aprendendo.</p>
<p>Então, uma primeira resposta ao<em> como estudar com resultados</em> é: estude com atenção.</p>
<h3>Manutenção</h3>
<p><strong>Aprender não é só <i>engolir </i>informação de qualquer jeito</strong>. Lembra que falei de <span style="text-decoration: underline;">processamento</span>? Pense no sistema digestivo como metáfora para o sistema cognitivo.</p>
<p>Imagine que você quer ficar bem nutrido e então enche o <del>**</del> estômago de vitaminas. Toma, seilá, 10g de vitamina C de uma vez só esperando se tornar imortal perante a gripe. O que acontece, na verdade? Seu corpo excreta o excesso na urina. Ou seja, foi um desperdício.</p>
<p>Pense agora na releitura massiva. Você lê o mesmo texto 10x seguidas e espera ter 10x mais resultados. Faz sentido, né? Não. Não é assim que o cérebro funciona.</p>
<p>(Nem tudo que faz sentido tá certo. Faz sentido que a Terra esteja parada, por exemplo. <strong>No mundo da memória e das ciências da aprendizagem, muita coisa que gera resultados nos estudos é contraintuitiva!</strong>)</p>
<p><iframe title="Ler é bom para aprender? | A ciência do estudo eficiente" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/yKWLjTh3Ne4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A 2ª etapa da formação de memórias é o <em>armazenamento</em>. Isso significa a <span style="text-decoration: underline;">manutenção</span> da informação no seu cérebro. Mas se já vimos que reler um monte de vezes seguidamente não ajuda, o que fazer?</p>
<p>Não é que a repetição seja ruim. A repetição nos estudos é boa, mas se feita do jeito certo. <strong>A repetição espaçada é muito mais eficaz do que a repetição seguida!</strong></p>
<p>Você pode, por exemplo, estudar o texto hoje, revisar amanhã, depois de uma semana, depois de um mês, depois de um ano e por aí vai&#8230;</p>
<p><iframe title="Como usar a técnica da repetição nos estudos para aprender melhor" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Ze4l69Wikgo?list=PLllyz3kKBHNIKFpll28sO8Tuhns6W1Fzl" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Então, uma segunda resposta ao como estudar com resultado é: <strong>mantenha a informação no seu cérebro</strong>.</p>
<p>Contraintuitivo, né? Na hora que você estuda a informação tá &#8220;fresca&#8221;. Pode parecer que se não estudar mais na hora, a informação vai fugir da cabeça, certo? Sim! É isso mesmo. Mas o que parece um problema é a solução, como veremos na terceira e última etapa.</p>
<h3>Evocação</h3>
<p>Não basta apenas que a informação <em>entre</em> e se <em>mantenha</em> no seu cérebro, é preciso <em>acessá-la</em>.</p>
<p>Imagine que seu cérebro é uma biblioteca. Você &#8220;comprou&#8221; um livro novo e guardou na sua biblioteca. A informação entrou e se mantêm na sua casa. Mas sua biblioteca tem 10.000 livros e tá uma zona, igual a biblioteca do Piaget.</p>
<figure id="attachment_2075" aria-describedby="caption-attachment-2075" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2075 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/jean_piaget_biblioteca.jpg" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/jean_piaget_biblioteca.jpg 1280w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/jean_piaget_biblioteca-300x169.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/jean_piaget_biblioteca-1024x576.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/jean_piaget_biblioteca-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><figcaption id="caption-attachment-2075" class="wp-caption-text">&#8220;Tenho certeza que eu vi por ali! Eu acho&#8230;&#8221;</figcaption></figure>
<p>Daí alguém te faz uma pergunta e você sabe que tem a resposta em algum dos livros da sua biblioteca, mas&#8230;não consegue encontrá-lo. E aí?</p>
<p>Você precisa melhorar a <span style="text-decoration: underline;">evocação</span> da memória. Ou seja, você precisa melhorar a acessibilidade e o <em>aparecimento</em> da memória. Como fazer isso?</p>
<p>Uma técnica muito útil é (re)<em>produzir</em> a informação da própria memória.</p>
<p>Claro que seria mais fácil buscar a informação novamente em uma fonte externa (google, por ex), mas fazer o mais difícil, que é cavar essa informação na sua própria cabeça, é mais eficaz!</p>
<p>A informação vai sair meio zuada no começo, é normal. É <em>aparentemente</em> pior, mas na real é melhor (lembra do que falei sobre as técnicas serem contraintuitivas?). <strong>Produzir sua própria informação reforça seu caminho (neural) e seu padrão de ativação (neural), facilitando sua recuperação nas próximas vezes</strong>.</p>
<p>É como você ir tantas vezes buscar um certo livro na sua biblioteca que o caminho fica mais rápido e fácil. Com o tempo, o esforço diminui e a informação fica mais facilmente acessível.</p>
<h3> Como estudar com resultado (eficácia), um resumo:</h3>
<p>Como vimos, para estudar e ter resultados (aprendizagem, suponho), precisamos de 3 coisas: <em>aquisição, manutenção e acesso</em> à informação. Isso é estudar com eficácia, ou seja, um estudo que produz resultados.</p>
<p>Contudo, <strong>aprender como estudar com resultado não é a melhor questão que você pode ser fazer</strong>. Afinal, posso ter algum resultado, mas QUANTO? Com QUANTO esforço?</p>
<p>Eficácia diz respeito a: funciona ou não, produz resultado ou não. Uma pergunta melhor é <em>como estudar e ter <span style="text-decoration: underline;">bons</span> resultados?</em>, porque aí nos aproximamos da <span style="text-decoration: underline;">eficiência</span>.</p>
<h2>Como estudar para obter <em>os melhores resultados</em></h2>
<p>Como eu disse, não tem milagre. Não vamos ter bons resultados estudando com métodos que prometem muito mas não entregam nada. Precisamos estudar com inteligência, utilizando métodos que realmente produzem resultados.</p>
<p>Como eu disse, nossa percepção nos engana. Podemos achar que reler 10x direto é muito bom para aprender, mas na verdade reler 10x em dias diferentes é muito melhor.</p>
<p>Como saber os melhores métodos de estudo, então? Com ciência. O melhor: eu produzi um curso exatamente para isso!</p>
<h3>Como hackear a aprendizagem</h3>
<p>O <a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/"><strong><em>Hackeando a Aprendizagem: A ciência de como estudar melhor</em></strong></a> é o que você precisa para aprender como estudar e ter os melhores resultados possíveis. Isso significa: <strong>aprender o máximo possível com o menor investimento possível de tempo e energia</strong> (sendo realista, sem delirar).</p>
<p>Para isso, o foco é em técnicas de estudo que funcionam bem e em como utilizá-las. É um curso online, gravado. Você pode assistir quando quiser.</p>
<p><strong><a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/">Clique aqui para saber mais</a>.</strong></p>
<p>Qualquer dúvida, <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">fala comigo</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-estudar-com-resultado-a-memoria-e-a-aprendizagem-eficaz/">Como estudar com resultado? A memória e a aprendizagem eficaz</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>É errado ter ciúmes?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/e-errado-ter-ciumes/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/e-errado-ter-ciumes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 17:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=2035</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;É errado ter ciúmes?&#8220; deve ser uma pergunta que muita gente se faz, uma hora ou outra. Particularmente, não acho uma boa pergunta. Explico. Pensar em termos de certo e errado é normalmente uma questão ética/moral, não científica. Isso tem pelo menos dois problemas: 1. A resposta a &#8220;É errado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;</strong><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;É errado ter ciúmes?&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}"><strong><em>É errado ter ciúmes?</em>&#8220;</strong> deve ser uma pergunta que muita gente se faz, uma hora ou outra. Particularmente, não acho uma boa pergunta. Explico.</span></p>
<p>Pensar em termos de certo e errado é normalmente uma questão ética/moral, não científica. Isso tem pelo menos dois problemas:</p>
<h3>1. A resposta a &#8220;<span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;É errado ter ciúmes?&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}"><em>É errado ter ciúmes?</em></span>&#8221; varia de acordo com a cultura.</h3>
<p>Para certas culturas, o ciúme é moralmente correto e esperado. Para outras, é condenável e levará você a ser devorado por aranhas após a morte (ou algo assim).</p>
<p><iframe title="Cultura do ciúme (ou não): Toda x Apache" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/zyyDXmwC4uE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Qual cultura é melhor? A resposta vai depender muito da cultura em que você formou sua forma de pensar.</p>
<h3>2. A discussão moral pode não ser funcional</h3>
<p>A moral tem muitos motivos para ser como é, incluindo motivos arbitrários. Por exemplo: macacos podem proibir (sujeito à surra!) outros de pegar bananas porque no passado macacos levavam choques ao tentar pegar as bananas. Porém, nenhum dos macacos do presente estava na &#8220;era dos choques&#8221; e nem sabe porque é proibido pegar bananas. A cultura de proibição permanece mesmo que o motivo para ela não exista mais.</p>
<p>Então pode ser que as afirmações morais &#8220;<em>é errado ter ciúmes</em>&#8221; ou &#8220;<em>é certo ter ciúmes</em>&#8221; não tenham bons fundamentos, e sejam simplesmente regras sociais repetidas sem muito questionamento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2036" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/mulher_ciume_moral.jpg" alt="" width="1080" height="1080" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/mulher_ciume_moral.jpg 1080w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/mulher_ciume_moral-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/mulher_ciume_moral-1024x1024.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/mulher_ciume_moral-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/mulher_ciume_moral-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p>Por que toda essa problematização? Para chegarmos ao ponto que importa:</p>
<h3>Troque &#8220;<em>é errado ter ciúme?</em>&#8221; por &#8220;<em>O ciúme tá <del>fodendo</del> atrapalhando minha vida?</em>&#8220;</h3>
<p>Em vez de pensar em termos morais, vamos pensar em termos funcionais. <strong>Como sua vida tá <em>funcionando</em> com o ciúme?</strong> Tá indo bem? Tá indo mal?</p>
<p>Costumo dizer que ciúme é como pimenta: um pouco pode deixar as coisas melhores, mas uma dose maior pode estragar tudo. É uma regra geral, mas que precisa ser pensada individualmente. Afinal, tem gente que gosta de muita pimenta e tem gente que não suporta uma gota, certo?</p>
<p>Isso depende&#8230;</p>
<h4>Da função do ciúme</h4>
<p>Em algumas relações, o ciúme funciona como uma forma de demonstração de conexão emocional. Em outras, o ciúme funciona como uma máquina de desgraças. Essas diferenças dependem do grau de ciúme, da razoabilidade dele, de como ele é expresso etc.</p>
<h2>Então, concluindo&#8230;<em>é errado ter ciúmes?</em></h2>
<p>Não sei. Na real, não acho que isso importa. <strong>Se é errado ou certo ter ciúmes pode não dizer nada sobre como o ciúme está afetando sua vida</strong>. Pode ser que a sociedade diga que é errado ter ciúmes mas você lida bem com ele no seu relacionamento e tá tudo show. Pode ser que a sociedade diga que é certo ter ciúmes, mas MUITAS relações sejam destruídas pelo ciúme.</p>
<p>De forma geral, o ciúme é prejudicial para muitos relacionamentos, embora seja uma emoção natural. Os efeitos do ciúme podem incluir:</p>
<ol>
<li>Quebra de confiança: O ciúme excessivo pode corroer a confiança entre parceiros, tornando a comunicação e a intimidade mais difíceis.</li>
<li>Conflitos frequentes: O ciúme pode levar a discussões constantes e desentendimentos, afetando negativamente a qualidade do relacionamento.</li>
<li>Isolamento: Pessoas que lutam com o ciúme às vezes podem afastar seus parceiros, amigos e familiares, resultando em isolamento social.</li>
<li>Estresse emocional: Sentir ciúmes constantemente pode levar a níveis elevados de estresse emocional e afetar a saúde mental.</li>
</ol>
<p>Isso se aplica a você? Sugiro algumas perguntas para pensar no seu caso em específico:</p>
<ul>
<li>Sentir ciúme é ruim?</li>
<li>O ciúme te incomoda?</li>
<li>O ciúme te faz agir de maneiras que você não gosta?</li>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-ser-possessivo-e-ciumento-e-ciume-possessivo/">Ser possessivo e ciumento te faz se sentir pior?</a></li>
<li>O ciúme coloca sua relação em risco?</li>
</ul>
<p>Pensar sobre isso vai te ajudar a avaliar se o ciúme é bom ou não para você e se as coisas estão <em>funcionando</em> bem com ele.</p>
<h3>Se o ciúme está te prejudicando, há muita coisa que você pode fazer.</h3>
<p>O <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><em>Livre do Ciúme</em></a> é um curso online que criamos exatamente para resolver isso.</p>
<p>Não tem nada a ver com moral, certo e errado. Isso não me importa nem um pouco. O objetivo é te ajudar a superar o ciúme, se desenvolver e melhorar seus relacionamentos.</p>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Dá uma olhada na página do curso para saber mais</a>.</p>
<p>Qualquer dúvida, <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">entra em contato comigo</a>.</p>
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		<title>Os opostos se atraem? &#124; Psicologia das relações amorosos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/os-opostos-se-atraem-psicologia-das-relacoes-amorosos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 13:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que realmente os opostos se atraem? E se eles se atraem, isso é bom? &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Será que <em>realmente</em> os opostos se atraem? E se eles se atraem, isso é bom?</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f3.png" alt="📳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Redes sociais:</p>
<ul>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/instagram">Instagram</a></li>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/facebook">Facebook</a></li>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/twitter">Twitter</a></li>
</ul>
<p><iframe title="Os opostos se atraem? | Psicologia dos relacionamentos amorosos" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/ezcdHsG2cNU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/os-opostos-se-atraem-psicologia-das-relacoes-amorosos/">Os opostos se atraem? | Psicologia das relações amorosos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>O que é ser possessivo e ciumento? (E ciúme possessivo)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-que-e-ser-possessivo-e-ciumento-e-ciume-possessivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2023 17:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confesso que quando descobri que as pessoas buscavam &#8220;O que é ser possessivo e ciumento?&#8221; no Google, fiquei surpreso. Não que isso seja ruim; na verdade, é bom. Tomamos como óbvio o conhecimento sobre muitas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que quando descobri que as pessoas buscavam &#8220;<em>O que é ser possessivo e ciumento?</em>&#8221; no Google, fiquei surpreso. Não que isso seja ruim; na verdade, é bom.</p>
<p>Tomamos como óbvio o conhecimento sobre muitas coisas, mas se perguntarem o que são essas coisas não sabemos definir. Experimento perguntar &#8220;<em>o que é ser possessivo e ciumento?&#8221;</em> para várias pessoas. Você verá dificuldade para explicar e/ou respostas diferentes.</p>
<p>Ter essa dúvida é bom por vários motivos. Um deles é que a linguagem é muito importante para a forma como pensamos. Podemos mudar a forma como pensamos mudando nossa linguagem. Vejamos.</p>
<p>Primeiro, vamos definir e diferenciar cada termo.</p>
<h3><a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-o-ciume-para-a-psicologia/">O que é o ciúme na Psicologia?</a></h3>
<p>O ciúme é uma resposta emocional à ameaça percebida de perder algo valioso, como um relacionamento, para um rival.</p>
<blockquote><p>&#8220;O ciúme é  uma <strong>combinação de amor intenso e medo intenso</strong>.</p>
<p>Ele é a <strong>paixão direcionada contra a ameaça de traição ou abandono</strong>. Inclui outras emoções que nos afetam também, como a raiva, confusão, ansiedade, impotência, ressentimento e desesperança.&#8221;</p></blockquote>
<p>Sinais Comuns de Ciúme:</p>
<ol>
<li>Suspeita: Suspeitar constantemente que seu parceiro está sendo infiel.</li>
<li>Acusações: Acusar seu parceiro de flertar ou trair sem evidência.</li>
<li>Turbulência emocional: Sentir ansiedade, raiva ou tristeza devido ao ciúme infundado.</li>
<li>Comparação compulsiva: Sempre se comparar com os outros e se sentir inferior.</li>
</ol>
<h3>O que é possessividade?</h3>
<p>A possessividade é um estado psicológico caracterizado por um forte desejo de possuir, controlar ou dominar algo ou alguém. Quando se trata de relacionamentos, a possessividade muitas vezes é direcionada a um parceiro e pode se manifestar como uma necessidade avassaladora de controlar suas ações, decisões e interações com outras pessoas. Isso pode levar à perda da liberdade e autonomia pessoal e criar uma dinâmica de poder prejudicial no relacionamento.</p>
<blockquote><p>&#8220;A &#8216;possessividade&#8217; refere-se a uma constelação de <strong>atitudes, sentimentos e</strong><br />
<strong>e comportamentos que procuram iniciar e manter o controle sobre as ações de uma </strong><strong>outra pessoa</strong> numa relacionamento&#8221; (<a href="https://amzn.to/3FIN0sX" target="_blank" rel="noopener">Peele &amp; Brodsky, 1976</a>).</p></blockquote>
<p>Sinais Comuns de Possessividade:</p>
<ol>
<li>Monitoramento excessivo: Verificar constantemente as mensagens, redes sociais ou o paradeiro de seu parceiro.</li>
<li>Isolamento: Tentar afastar seu parceiro de amigos e familiares.</li>
<li>Reações exageradas: Ficar chateado ou com raiva quando seu parceiro passa tempo com outras pessoas.</li>
<li>Insegurança: Um profundo medo de perder seu parceiro ou ser substituído.</li>
<li>Comportamento exigente: Insistir em saber todos os detalhes da vida de seu parceiro.</li>
</ol>
<h4>Ciúme e possessividade são a mesma coisa?</h4>
<p>Não. É possível haver ciúme sem possessividade e possessividade sem ciúme.</p>
<ul>
<li>Alguém pode ter ciúme mas, mesmo assim, não tentar controlar a outra pessoa. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando alguém tem ciúme de uma pessoa com a qual não tem compromisso de relacionamento. É possível, por exemplo, um fã ter ciúme de um membro do <em>BTS</em>, sem nenhuma tentativa de controle (até porque fica difícil nessa situação).</li>
<li>É possível ter possessividade sem ciúme. Exemplo: um homem pode tentar controlar sua esposa porque tem medo de ser traído. Mas isso não necessariamente é ciúme. O medo de ser traído pode ser porque ele tem medo das consequências sociais da traição, como a opinião das outras pessoas sobre ele. Dizendo de forma mais clara, ele pode ter medo de ser considerado &#8220;corno&#8221;, considerando que isso pode gerar uma percepção social negativa.</li>
</ul>
<p>Então, notamos que ciúme e possessividade não são a mesma coisa. No entanto, é muito comum que eles andem juntos. Até por isso existe um tipo de ciúme chamado de <em>ciúme possessivo</em>, que junta as duas coisas.</p>
<h2>Então&#8230;O que é ser possessivo e ciumento?</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2029 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/ciume_possessivo.jpg" alt="Representação artística do que é ser possessivo e ciumento" width="1080" height="1080" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/ciume_possessivo.jpg 1080w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/ciume_possessivo-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/ciume_possessivo-1024x1024.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/ciume_possessivo-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/ciume_possessivo-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></p>
<p><strong>Ser <em>possessivo e ciumento</em> em uma relação é juntar as características do ciúme e da possessividade</strong>. Então, você pode sentir ciúme e ser possessivo por causa disso.</p>
<p>Exemplo: sua namorada saiu sozinha; &#8220;do nada&#8221;, aparece na sua mente uma imagem de que ela pode estar te traindo. Você começa a se desesperar com essa possibilidade e começar a mandar mensagem pra ela. Como ela não responde, você liga. Como ela não atende, você vai atrás dela. Quando você a encontra, insiste pra ela ir embora pra casa com você.</p>
<h3>Consequências de ser possessivo e ciumento</h3>
<p>Pode ser o caso de seu parceiro <a href="https://universodapsicologia.com/provocar-ciume-x-construir-confianca/">provocar ciúmes</a> ou pode ser que você tenha <a href="https://universodapsicologia.com/como-tratar-ciume-retroativo/">ciúmes do passado</a> dela, que não pode ser mudado. De qualquer modo, a possessividade e o ciúme podem ter um impacto prejudicial nos relacionamentos. Eles podem levar a:</p>
<ol>
<li>Problemas de confiança: A possessividade e o ciúme excessivos podem quebrar a confiança, que é essencial para um relacionamento saudável.</li>
<li>Quebra na comunicação: Acusações constantes e discussões podem dificultar uma comunicação razoável.</li>
<li>Sofrimento emocional: Tanto a pessoa que experimenta a possessividade quanto seu parceiro podem sofrer.</li>
<li>Isolamento social: A possessividade e o ciúme podem levar ao isolamento social, pois amigos e familiares podem ser afastados.</li>
</ol>
<p><iframe title="Ciúme: um programa de destruição na relação" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/YJkSHmAafZY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>Como lidar com a possessividade e o ciúme</h3>
<p>Se você reconhecer tendências possessivas ou ciumentas em si mesmo ou em seu parceiro, é importante abordá-las de maneira construtiva. Algumas dicas:</p>
<ol>
<li>Autoconhecimento: pense sobre as causas raiz de sua possessividade e ciúme. Compreender seus gatilhos e inseguranças é um primeiro passo para enfrentá-los.</li>
<li>Comunicação aberta: Fale com seu parceiro sobre seus sentimentos e medos. Conversar honesta e abertamente pode gerar compreensão e apoio.</li>
<li>Construção da autoestima: Trabalhe para aumentar sua autoestima e autovalor, para se sentir mais seguro em seu relacionamento.</li>
<li>Confie em seu parceiro: A confiança é fundamental em qualquer relacionamento saudável. Dê o benefício da dúvida ao seu parceiro e confie em seu compromisso com você.</li>
</ol>
<p>Claro que isso tudo parece simples e fácil demais. Se você sente ciúme possessivo, rapidamente vai ver os limites dessas dicas. E é isso mesmo, é normal. Ler a indicação para ter uma comunicação aberta pode ser útil, mas como fazer isso na prática?</p>
<h2>Um manual de instruções para parar de ser ciumento e possessivo</h2>
<p>Assim como tomamos como óbvio mas não sabemos bem o é ciúme e possessividade, também não aprendemos bem o que é uma boa comunicação em relacionamentos. E isso vale para todos os aspectos da relação. Nós aprendemos vivendo, quebrando a cara, resolvendo problemas, quebrando a cara com novos problemas&#8230;e por aí vai.</p>
<p>Inclusive, um modo de começar a ser menos possessivo e ciumento é abandonar a ideia de que você <em>É</em> possessivo e ciumento. É mais razoável entender que você é uma pessoa que sente ciúmes e possessividade. A diferença pode parecer sutil, mas não é.</p>
<p>Lembra que <strong>alterar a linguagem altera como pensamos</strong>? Pois é. Pensar em termos como &#8220;<em>eu SOU possessivo e ciument</em>o&#8221; pode gerar uma tendência a ver isso como imutável e a se resumir a isso. Pensar que você tem ciúmes e possessividade pode te dar a perspectiva de que você é muito mais do que ciúme e possessividade e de que e<em>les são estados que mudam, não definições permanentes</em>.</p>
<p>Quase ninguém sabe (incluindo terapeutas), mas<strong> existe ciência sobre ciúme e sobre relacionamentos</strong>. Por causa dessa lacuna, criamos um treinamento online: o <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/"><em><strong>Livre do Ciúme</strong>, </em>um passo a passo para superar a insegurança, a possessividade e a preocupação sobre seu parceiro (a).</a></p>
<p>O objetivo é que você <strong>tenha mais independência emocional</strong> e pare de sofrer feito um condenado por causa de ciúme. É totalmente possível, mas você precisa de um <em>manual de instruções</em>. <strong><a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Veja aqui mais sobre o Livre do Ciúme</a></strong>.</p>
<hr />
<p>Referências:</p>
<p>Peele, S., &amp; Brodsky, A. (1976). <em>Love and addiction</em>. New York: Taplinger</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-ser-possessivo-e-ciumento-e-ciume-possessivo/">O que é ser possessivo e ciumento? (E ciúme possessivo)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Transtornos mentais são transtornos cerebrais (mas não só!)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/transtornos-mentais-sao-transtornos-cerebrais-mas-nao-so/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 15:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos principais problemas ao se pensar em psicologia, a meu ver, é esquecer da biologia. É o que chamo de psicologia sem cérebro, um modo de pensar a psicologia ignorando o corpo. A psicologia [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/transtornos-mentais-sao-transtornos-cerebrais-mas-nao-so/">Transtornos mentais são transtornos cerebrais (mas não só!)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um dos principais problemas ao se pensar em psicologia, a meu ver, é esquecer da biologia</strong>. É o que chamo de <em>psicologia sem cérebro</em>, um modo de pensar a psicologia ignorando o corpo.</p>
<p>A <em>psicologia sem cérebro e sem corpo</em> fala de fenômenos psicológicos como abstrações, entidades etéreas. Como desse jeito fica difícil entender os mecanismos por trás dos fenômenos psicológicos, vira um vale-tudo, uma terra sem lei, uma várzea.</p>
<p>Porque separamos mente e corpo, transtornos mentais podem ser facilmente considerados inexistentes, já quem &#8220;não dá pra ver&#8221;. É o que aconteceu por muito tempo (e ainda acontece) com a depressão, considerada &#8220;frescura&#8221;, &#8220;falta de trabalho&#8221;, &#8220;fraqueza&#8221; e sei lá mais o quê.</p>
<p>Por isso, <strong>uma das ideias mais importantes que defendo é a de <em>psicologia corporificada</em></strong>. O que acontece com nós acontece no corpo. A biologia é meio para todos os eventos psicológicos. Isso é fundamental para dar materialidade aos fenômenos psicológicos.</p>
<h3>O que a mente é, concretamente?</h3>
<p><strong>A mente é atividade do cérebro</strong>. <strong>Segue-se que transtornos mentais são transtornos cerebrais</strong>. Logo, a depressão é uma questão biológica.</p>
<p>Mas antes de você me rotular como um <em>biologicista positivista neoliberal reducionista seguidor da lógica biomédica safado</em> (se é que já não o fez), vamos ao que interessa aqui: <strong>os limites da perspectiva biológica</strong>.</p>
<p>Joel Gold (psiquiatra) e Ian Gold (neurocientista) (sim, dois biologicistas safados) <a href="https://www.edge.org/response-detail/25510">responderam</a> a pergunta &#8220;Que ideia científica está pronta para a aposentadoria?&#8221; com: &#8220;<em>A doença mental nada mais é do que uma doença cerebral</em>&#8220;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2024" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/11/cerebro_personificado_no_mundo-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Acompanhemos (com destaques meus):</p>
<blockquote><p>&#8220;Em 1845, Wilhelm Griesinger, autor do mais importante livro de psiquiatria da época, escreveu: &#8216;<em>que órgão deve necessariamente e invariavelmente estar doente onde há loucura? … Os fatos fisiológicos e patológicos mostram-nos que este órgão só pode ser o cérebro…</em>&#8216; O truísmo de Griesinger é regularmente reiterado no nosso tempo porque expressa <strong>o compromisso básico da psiquiatria biológica contemporânea</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Beleza.</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>A lógica do argumento de Griesinger parece incontestável: a doença mental grave tem de ter origem numa anormalidade fisiológica de alguma parte do corpo, e a única localização candidata plausível é o cérebro. Visto que a mente não é nada além da atividade do cérebro, a mente desordenada nada mais é do que um cérebro desordenado. É verdade. </strong><strong>Mas isso não quer dizer que os transtornos mentais possam ser, ou serão, descritos pela genética e pela neurobiologia</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Aí começa a ficar mais interessante, né? Eles fazem uma analogia muito boa:</p>
<blockquote><p>&#8220;Os terremotos não são nada além dos movimentos de um vasto número de átomos no espaço, mas a teoria dos terremotos não diz absolutamente nada sobre os átomos, mas apenas sobre as placas tectônicas. &#8220;</p></blockquote>
<p>Lembra quando falei sobre <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-cientifica-e-reducionista/">reducionismo na psicologia científica</a>? Pois é.</p>
<blockquote><p>&#8220;A melhor explicação científica de um fenômeno depende de onde os seres humanos reais encontram padrões compreensíveis no universo, e não de como o universo é constituído.&#8221;</p></blockquote>
<p>Isso pode explicar porque tentamos reduzir tudo a uma área do conhecimento só, seja à biologia, seja à cultura. Como a educação é voltada para a especialização em uma área, vamos tender a olhar o universo com as lentes dessa área (já que é isso que temos). Por isso, outra das ideias que defendo: inter/multi/transdisciplinaridade. A psicologia mesmo é uma <em>hub science</em> por definição.</p>
<p>Talvez esse exemplo da biomedicina biomédica biomedicalizante ajude também:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não é uma ideia radical que a compreensão e o tratamento de distúrbios cerebrais às vezes tenham que ir além do crânio. O coração de um homem lança um êmbolo no cérebro. (&#8230;) A causa de sua doença cerebral não se originou ali, mas em seu coração. Seus médicos farão o que puderem para limitar maiores danos ao tecido cerebral e talvez até restaurar parte da função perdida devido à embolia. Mas eles também tentarão diagnosticar e tratar sua doença cardiovascular. (&#8230;) E eles não vão parar por aí. Eles vão querer saber sobre a dieta do paciente, regime de exercícios, nível de colesterol e qualquer histórico familiar de doença cardíaca.&#8221;</p></blockquote>
<p>Uma doença cerebral (como o AVC) é uma doença cerebral&#8230;mas também não é. Se olharmos só para o local onde a doença ocorre, ok, é no cérebro. Mas <strong>quando pensamos em doenças, não estamos lidando com um cérebro no vácuo. É um cérebro inevitavelmente em interação contínua com o resto do universo</strong>.</p>
<p>Eles usam a esquizofrenia como exemplo de <em>transtorno mental-cerebral-mas-não-só</em>, um dos casos onde há maior carga genética (genética também não é determinismo biológico):</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>A doença mental grave também é uma agressão ao cérebro. Mas, tal como o êmbolo, por vezes pode originar-se fora do cérebro</strong>. Na verdade, a investigação psiquiátrica já nos deu pistas que sugerem que <strong>uma boa teoria da doença mental necessitará de conceitos que façam referência a coisas fora do crânio</strong>.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>(&#8230;) A forma central da psicose, a esquizofrenia, é  <em>a</em>  doença cerebral psiquiátrica  <em>por excelência</em> . Mas a esquizofrenia interage com o mundo exterior, em particular, com o mundo social. Décadas de investigação deram-nos provas robustas de que o risco de desenvolver esquizofrenia aumenta com a experiência de adversidades na infância, como abuso e bullying. Os imigrantes correm cerca de duas vezes mais risco, tal como os seus filhos. E o risco de doença aumenta de forma quase linear com a população da sua cidade e varia com as características sociais dos bairros. Bairros estáveis ​​e socialmente coerentes têm uma incidência menor do que bairros mais transitórios e menos coesos.&#8221;</p></blockquote>
<p>De modo nenhum é um <a href="https://psicoativo.com/2016/04/somos-um-cerebro-numa-cuba-hilary-putnam.html">cérebro numa cuba</a>, né?</p>
<blockquote><p>&#8220;Infelizmente, <strong>estes determinantes ambientais da psicose são largamente ignorados, mas proporcionam oportunidades para intervenções úteis</strong>. Ainda não temos uma terapia genética para a esquizofrenia, e os medicamentos antipsicóticos só podem ser usados ​​após o fato e não são tão bons quanto gostaríamos que fossem. A Década do Cérebro produziu muitas pesquisas importantes sobre o funcionamento do cérebro, e a nova iniciativa BRAIN também o fará. Mas quase nada disso ainda ajudou (ou é provável) que ajude os pacientes que sofrem de doenças mentais ou aqueles que os tratam. Mas a redução do abuso infantil e a melhoria da qualidade do ambiente urbano podem muito bem impedir que algumas pessoas desenvolvam uma doença psicótica.&#8221;</p></blockquote>
<p>Seria bom se desse para tirar o cérebro, dar uma arrumada nele e colocar de volta, né? É ótimo quando existem opções de intervenção mais diretas, como os medicamentos. Porém&#8230;não dá para resolver tudo assim.</p>
<blockquote><p>&#8220;É claro que, seja qual for o aspecto dos determinantes sociais da psicose que os torna fatores de risco, eles devem ter algum efeito a jusante no cérebro, caso contrário não aumentariam o risco de esquizofrenia, mas eles próprios não são fenómenos neurais, tal como fumar não é um fenómeno biológico porque é uma causa de câncer de pulmão. A teoria da esquizofrenia terá de ser mais ampla, portanto, do que a teoria do cérebro e seus distúrbios.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Tudo o que nos afeta, nos afeta biologicamente, já que acontece no nosso corpo. Mas isso não quer dizer que todas as causas são biológicas</strong>.</p>
<blockquote><p>&#8220;<em>O fato de uma teoria da doença mental fazer referência ao mundo exterior ao cérebro não é mais surpreendente do que o fato de a teoria do câncer ter de fazer referência ao fumo do cigarro</em>. E, no entanto, o que é comum na investigação do cancro é radical na psiquiatria. Chegou a hora de expandir o modelo biológico do transtorno psiquiátrico para incluir o contexto em que o cérebro funciona. Ao compreender, prevenir e tratar as doenças mentais, continuaremos, com razão, a examinar os neurônios e o DNA das pessoas afetadas e não afetadas. Ignorar o mundo ao seu redor seria não apenas um mau remédio, mas também uma má ciência.&#8221;</p></blockquote>
<p>Pensando bem, é até bizarro que uma ideia tão simples possa parecer tão radical. Mas, somos seres <em>abstratores</em> que perdem o contato com a realidade concreta muito fácil.</p>
<p>Se você for em um curso superior de psicologia ou de vários outros campos da saúde, vai ouvir várias vezes o termo <em>biopsicossocial</em>. Bonito, né? Mas a maioria de nós não parece <em>realmente</em> <em>incorporar</em> essa ideia. Pode ser um caso de raciocínio seletivo e contextual (&#8220;ah, só sabia fazer essa conta com laranjas, não com maças&#8221;).</p>
<p>O que você pensa a respeito? Pensa com o cérebro ou com o mundo fora dele?</p>
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		<title>Ciúme: um programa de destruição na relação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 14:27:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Evolucionista]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciúme é uma emoção complexa que envolve outras emoções &#8211; como a raiva &#8211; e também pensamentos e ações que podem ser muito destrutivas. Nesse episódio eu explico como a emoção funciona como um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ciúme é uma emoção complexa que envolve outras emoções &#8211; como a raiva &#8211; e também pensamentos e ações que podem ser muito destrutivas. Nesse episódio eu explico como a emoção funciona como um &#8220;programa de ação&#8221;. Ou melhor, no caso do ciúme: um &#8220;programa de destruição&#8221; da relação.</p>
<p><strong>Mas dá pra evitar. E o <em><a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Livre do Ciúme</a> </em>foi feito pra isso. É um curso online que você pode assistir a hora que quiser e aprender como domar seu dragão. <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Clica aqui</a> para saber mais.</strong></p>
<p><iframe title="Ciúme: um programa de destruição na relação" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/YJkSHmAafZY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Nossa cabeça é uma bagunça, e isso explica muita coisa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 18:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos vemos como uma unidade, UM eu, mas nossa cabeça é uma bagunça O cérebro é uma bolota de carne composta por várias partes/áreas. Essas diferentes áreas &#8220;querem&#8221; e fazem diferentes coisas. Elas cooperam, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Nos vemos como uma unidade, <em>UM</em> eu, mas nossa cabeça é uma bagunça</h3>
<p>O cérebro é uma bolota de carne composta por várias partes/áreas. Essas diferentes áreas &#8220;querem&#8221; e fazem diferentes coisas. Elas cooperam, mas também brigam entre si.</p>
<p><span style="color: #808080;">(me desculpem pela falácia mereológica e pela personificação do cérebro, mas é didático)</span></p>
<p><strong>O que você chama de &#8220;eu&#8221;, no fundo, é o resultado de uma organização de um monte de partes diferentes que interagem</strong>. Você já deve ter percebido que não é tão coeso, já que é cheio de conflitos internos (como todos nós).</p>
<p>Vamos usar um exemplo de de tomada de decisão sob risco, <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2665154/">deste artigo</a> (negritos meus):</p>
<blockquote><p>&#8220;Tomar uma decisão arriscada é um processo complexo que envolve a avaliação tanto do valor das opções como do nível de risco associado. No entanto, os processos neurais subjacentes a estes processos ainda não foram claramente identificados. Usando imagens de ressonância magnética funcional e uma tarefa que simula decisões de risco, descobrimos que a região dorsal do córtex pré-frontal medial (MPFC) era ativada sempre que uma decisão de risco era tomada, mas o grau dessa atividade entre os indivíduos estava negativamente correlacionado com a preferência de risco. Em contraste, o MPFC ventral foi modulado parametricamente pelo ganho/perda recebido, e a ativação nesta região foi positivamente correlacionada com a preferência de risco de um indivíduo. Estes resultados ampliam as evidências neurológicas existentes, mostrando que <strong>o MPFC dorsal e ventral transmitem diferentes sinais de decisão (isto é, aversão à incerteza versus abordagem a resultados recompensadores), onde as forças relativas desses sinais determinam decisões comportamentais envolvendo risco e incerteza</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Então, você tem uma situação em há risco e possibilidade de recompensa. Partes diferentes do seu cérebro vão lidar com diferentes questões (MPFC dorsal x MPFC ventral, risco x recompensa). <strong>Estas partes vão interagir e o sistema todo (cérebro-você) vai gerar um resultado (a decisão)</strong>.</p>
<p>Em parte, avaliamos o risco e a recompensa separadamente, e não como parte de um sistema unificado. Isso ajuda a entender porque é que tantas vezes julgamos mal o risco. Mesmo sem perceber, podemos inibir seletivamente as áreas do cérebro que nos alertam sobre o risco.</p>
<p>(um outro exemplo bom de como não somos tão conscientes ou racionais, é o <a href="https://universodapsicologia.com/seu-gasto-com-cartao-de-credito-pode-aumentar-muito-com-este-efeito-psicologico/"><em>efeito de ancoragem</em> nos influenciando a pagar menos a fatura do cartão de crédito</a>.)</p>
<p>Costumo dizer que <strong>o nosso comportamento é o resultado de uma equação</strong>. Ou seja, <strong>resultado de relações entre diferentes variáveis e suas quantidades*</strong>.</p>
<p><strong>Isso explica muita coisa!</strong></p>
<p>Por isso você, ao mesmo tempo, quer e não quer, gosta e não gosta, faz sem querer, quer mas não faz, perde o controle, se controla demais&#8230;</p>
<h3>Uma metáfora social</h3>
<p>Se ir para o nível mais micro não ficou muito claro, vamos ao nível macro.</p>
<p>Pense em uma eleição qualquer (o que quero te mostrar não tem nada a ver com política). Qual foi a decisão d<em>O brasileiro</em>? <em>O brasileiro</em> está em qual posição no diagrama de Nolan? Como ele vê a economia? Qual é sua moral?<strong> Quem <em>O brasileiro</em> elegeu?</strong></p>
<p>Agora, a decisão d<em>O brasileiro</em> é igual a sua? A decisão dele há 8 anos foi igual a sua? <em>O brasileiro</em> te representa?</p>
<p>O que isso quer dizer? <strong>Podermos ver <em>o brasileiro</em> como uma unidade, mas isso esconde que ele é &#8220;resumo&#8221;, um resultado de interação/conflito entre várias </strong><strong>partes e </strong><strong>forças</strong>. Quando você olha para o brasileiro, perde de vista o João, a Maria, o Enzo, a Valentina. Quando você olha para o <em>eu</em>, perde de vista o córtex pré-frontal, a amígdala, o hipocampo, o núcleo accumbens.</p>
<p>Se você olhar uma floresta muito de cima, pode perder a visão das várias árvores que a formam, e ela pode parecer só uma grande massa verde. Assim, muita coisa fica sem explicação. É a mesma coisa com você. Sem entender o que te compõe e suas dinâmicas internas, fica difícil entender muita coisa.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2002" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/cerebro_floresta_partes_arvores.jpeg" alt="" width="351" height="351" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/cerebro_floresta_partes_arvores.jpeg 351w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/cerebro_floresta_partes_arvores-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/cerebro_floresta_partes_arvores-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 351px) 100vw, 351px" /></p>
<hr />
<p>*(um exemplo real, só para você visualizar isso melhor; a<span class="OYPEnA text-decoration-none text-strikethrough-none"> equação abaixo inclui o valor da recompensa de uma opção obtida, a </span><span class="OYPEnA text-decoration-none text-strikethrough-none">utilidade do resultado obtido, </span><span class="OYPEnA text-decoration-none text-strikethrough-none">desapontamento (uobtida &#8211; uperdida) e </span><span class="OYPEnA text-decoration-none text-strikethrough-none">probabilidade subjetiva do obtido.</span></p>
<figure id="attachment_2001" aria-describedby="caption-attachment-2001" style="width: 462px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-2001" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/Captura-de-tela-2023-10-24-165110.png" alt="" width="462" height="48" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/Captura-de-tela-2023-10-24-165110.png 690w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/Captura-de-tela-2023-10-24-165110-300x31.png 300w" sizes="(max-width: 462px) 100vw, 462px" /><figcaption id="caption-attachment-2001" class="wp-caption-text">Equação da decision-affect theory</figcaption></figure>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/nossa-cabeca-e-uma-bagunca-e-isso-explica-muita-coisa/">Nossa cabeça é uma bagunça, e isso explica muita coisa!</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Seu gasto com cartão de crédito pode aumentar (muito!) com este efeito psicológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 19:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é grande novidade que podemos ser levados a gastar muito com cartões de crédito. Também não é difícil perceber que pagar o valor mínimo da fatura não é uma boa ideia, principalmente quando percebemos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é grande novidade que podemos ser levados a gastar muito com cartões de crédito. Também não é difícil perceber que pagar o valor mínimo da fatura não é uma boa ideia, principalmente quando percebemos a taxa de juros escandalosamente grande.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1997" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/carta_de_credito_perigo_dinheiro_economia.jpeg" alt="" width="1024" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/carta_de_credito_perigo_dinheiro_economia.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/carta_de_credito_perigo_dinheiro_economia-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/carta_de_credito_perigo_dinheiro_economia-150x150.jpeg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/10/carta_de_credito_perigo_dinheiro_economia-768x768.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>Porém, há algo que não é tão óbvio: <strong>o quanto pagamos da fatura pode ser influenciado pelo valor do pagamento mínimo apresentado!</strong></p>
<p>Em um <a href="https://www.jstor.org/stable/40065027">estudo</a>, <strong>a mera presença de um valor de pagamento mínimo foi suficiente para reduzir o valor real que muitas pessoas optariam por pagar nas suas contas</strong>, levando a mais pagamentos de juros.</p>
<p>Vou usar o caso do experimento para exemplificar:</p>
<p>Metade dos participantes recebeu faturas simuladas de cartão de crédito de £ 435,76 com um pagamento mínimo sugerido, e metade recebeu as faturas sem um pagamento mínimo sugerido. Foi pedido a todos que imaginassem o quanto poderiam pagar naquele momento.</p>
<p>Para o grupo de pessoas que pagava integralmente a fatura, não fez diferença. Porém, <strong>para o grupo que pagava parcialmente a fatura, a</strong><strong> presença de um pagamento mínimo teve um grande efeito</strong>. Quando havia um pagamento mínimo sugerido, o pagamento médio caiu 70%, para apenas £ 99 (23% do total da fatura). Aqueles que não receberam sugestão de pagamento mínimo pagaram em média £ 175 – 40% do saldo.</p>
<h3>O motivo é menos racional do que parece</h3>
<p>Isso ocorre por causa do efeito da <em>ancoragem</em>, no qual números arbitrários e irrelevantes influenciam os julgamentos das pessoas. Podemos ser influenciados, por exemplo, a pagar mais por itens depois de anotar os últimos dois dígitos do nosso CPF.</p>
<p>&#8220;<em>Mas o que tem a ver número de CPF com comprar garrafa de vinho, chocolate ou patinete?</em>&#8221; <strong>Nada!</strong> Aí é que tá.</p>
<p><strong>Até números aleatórios podem funcionar como âncoras quando tomamos decisões financeiras e nós nem percebemos</strong>.</p>
<p>O Dr Neil Stewart, professor de ciências comportamentais e autor do estudo, disse:</p>
<blockquote><p>&#8220;Esses resultados devem ser uma preocupação real para as empresas de cartão de crédito. Praticamente todos os extratos de cartão de crédito incluem pagamentos mínimos. Mas esta salvaguarda do consumidor tem uma consequência negativa inesperada: os pagamentos mínimos distorcem o comportamento de muitos clientes de uma forma que aumenta os juros cobra e aumenta a duração de sua dívida. Aqueles que pagam o saldo integralmente todos os meses parecem estar imunes, mas qualquer pessoa que pague apenas parte da dívida está em risco &#8211; não apenas aqueles que fazem apenas o pagamento mínimo.&#8221;</p></blockquote>
<p>Mas será então que somos reféns irracionais das faturas de cartão de crédito e vamos, sem perceber, passar a dever milhões porque pagamos o valor mínimo da fatura?</p>
<h3>Como lidar com o efeito de ancoragem nas faturas de cartão de crédito?</h3>
<p>O Dr Stewart disse o seguinte:</p>
<blockquote><p>&#8220;Pela psicologia da ancoragem, sabemos que as pessoas são menos suscetíveis aos seus efeitos quando têm maior conhecimento. Portanto, ajudar as pessoas a entender quanto custarão diferentes pagamentos possíveis no longo prazo deve ajudar a protegê-los de se ancorarem em pagamentos mínimos.&#8221;</p></blockquote>
<p>Ou seja, saber desse efeito já é um bom começo. Quando for pagar suas faturas, pense bem a respeito dos custos (especialmente de longo prazo) de pagar apenas uma parte. Se possível, faça as contas, considerando os juros sobre juros sobre juros sobre juros&#8230;isso vai te ancorar em outros valores e afetar sua decisão. Pense nisso não como um gasto de energia, mas como um investimento que pode te fazer economizar muito <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<item>
		<title>Emoção x Razão (?) &#124; Filosofia, Neurociência e Psicologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 00:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Registro de live.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/emocao-x-razao-filosofia-neurociencia-e-psicologia/">Emoção x Razão (?) | Filosofia, Neurociência e Psicologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Registro de live.</p>
<p><iframe title="Emoção x Razão (?) | Filosofia, Psicologia e Neurociência" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/d86vdv2DMk8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Cérebro não como hardware, mas como &#8220;liveware”!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 13:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O cérebro é o hardware e a mente é o software&#8220;. Essa metáfora computacional é muito boa para começar a conversa sobre como a mente pode ser física, por exemplo. Pense em um computador. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<strong><em>O cérebro é o hardware e a mente é o software</em></strong>&#8220;. Essa metáfora computacional é muito boa para começar a conversa sobre <a href="https://universodapsicologia.com/como-a-mente-pode-ser-fisica-teoria-computacional-da-mente/">como a mente pode ser física</a>, por exemplo.</p>
<p>Pense em um computador. <strong>O hardware é a parte &#8220;dura&#8221;</strong>, as peças, o metal, o silício, tudo aquilo que você pode pegar diretamente. <strong>O software são as aplicações/programas virtuais</strong> que rodam nesse hardware. Hardware é HD/SSD, pente de memória, chip/processador. Software é Windows, Google Chrome, Word.</p>
<p><strong>Na metáfora computacional, o cérebro é &#8220;a máquina&#8221; e a mente são os programas que rodam na máquina</strong>. A <em>metáfora computacional da mente</em> é muito útil, uso muito. Porém, é uma metáfora e, como toda metáfora, tem seus limites.</p>
<p>O David Eagleman, neurocientista, tem um livro chamado <a href="https://amzn.to/3RyzsHB"><em>Cérebro em ação: A história detalhada da eterna reconfiguração do cérebro</em></a>. Uma das principais ideias nele é que <strong>o cérebro humano é uma máquina que passa o tempo se reconfigurando</strong>. O cérebro seria “<em>livewired</em>”.</p>
<p>Os computadores possuem circuitos eletrônicos predefinidos (hardware). Os programas de computador (software) usam esse hardware do computador para realizar cálculos matemáticos e operações lógicas.</p>
<p>No entanto, há uma diferença fundamental, que o Eagleman explica. <strong>A estrutura do cérebro</strong>, composta por bilhões de conexões entre os neurônios (sinapses), <strong>não é fixa. Ela varia com as experiências e a aprendizagem</strong>. <strong>Cada pensamento muda a atividade dinâmica do cérebro</strong>. Isso altera a eficiência das sinapses envolvidas nesse pensamento. Ou seja, <strong>o &#8220;hardware&#8221; (o cérebro) está mudando o tempo todo!</strong> Isso não acontece com o hardware do computador, que permanece o mesmo, não importa que programas você rode nele. Esse é o ponto do Eagleman com o termo &#8220;<em>livewired</em>&#8221; (que seria algo como &#8220;conectado ao vivo&#8221;).</p>
<p>(A mudança de eficiência das conexões neuronais [em forma, tamanho e número] é só um exemplo. Em questão de segundos, podem ocorrer mudanças nas moléculas receptoras em que os neurotransmissores liberados nas sinapses se ligam. Em questão de semanas ou meses, podem ocorrer mudanças na expressão de genes que codificam proteínas, como esses receptores.)</p>
<p><strong>O cérebro como cidade</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1950" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/cerebro_cidade_livewired.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/cerebro_cidade_livewired.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/cerebro_cidade_livewired-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/cerebro_cidade_livewired-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/cerebro_cidade_livewired-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/cerebro_cidade_livewired-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>O Eagleman usa uma metáfora legal. Em uma cidade, algumas mudanças acontecem rapidamente &#8211; por exemplo, pessoas e carros circulando. Outras mudanças são mais lentas &#8211; calçadas são construídas, ruas de mão dupla são transformadas em ruas de mão única, árvores são plantadas, prédios e pontes são demolidos, novas estações de ônibus são construídas. Ao longo de décadas ou séculos, os caminhos das ruas e até dos rios que correm pela cidade são alterados.</p>
<p>Do mesmo modo, <strong>o cérebro é uma grande estrutura</strong> (do ponto de vista de complexidade e microscópico) cheia de partes e caminhos/vias. Assim como uma cidade, ele <strong>está sempre mudando</strong> (em segundos ou décadas).</p>
<p><strong>O que achou da ideia do cérebro <em>livewired</em>? E da metáfora do cérebro como cidade?</strong> Isso te ajuda a entender melhor essa bolota de nervos tão <em>maneira</em> que temos no crânio?</p>
<p>*</p>
<p>Se você quiser <strong>tutoriais para mudar seu cérebro</strong> para melhor, com clareza e eficiência, baixa aí o ebook <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/"><em>Psicologia Prática</em></a>. São 107 técnicas para mudar sua vida em várias áreas.</p>
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		<title>Freud e Beck: Repetição na Psicanálise e Esquemas cognitivos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/freud-e-beck-repeticao-na-psicanalise-e-esquemas-cognitivos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 18:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Aaron Beck]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto estava escrevendo o artigo explicando esquemas cognitivos, me deparei novamente com uma conexão teórica que acho muito interessante. Não citei a definição de esquemas cognitivos do Beck, mas ela é muito boa: É uma [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/freud-e-beck-repeticao-na-psicanalise-e-esquemas-cognitivos/">Freud e Beck: Repetição na Psicanálise e Esquemas cognitivos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1930" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/repeticao_esquema_padrao.jpg" alt="" width="855" height="641" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/repeticao_esquema_padrao.jpg 855w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/repeticao_esquema_padrao-300x225.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/repeticao_esquema_padrao-768x576.jpg 768w" sizes="(max-width: 855px) 100vw, 855px" /></p>
<p>Enquanto estava escrevendo o artigo explicando <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-sao-esquemas-cognitivos-psicologia-e-neurociencia/"><em>esquemas cognitivos</em></a>, me deparei novamente com uma conexão teórica que acho muito interessante.</p>
<p>Não citei a <strong>definição de esquemas cognitivos do Beck</strong>, mas ela é muito boa:</p>
<p>É uma estrutura cognitiva que realiza processamento de informação e que</p>
<blockquote><p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">(&#8230;) filtra, codifica e avalia os estímulos aos quais o organismo é submetido&#8230; Com base na matriz de esquemas, o indivíduo consegue orientar-se em relação ao tempo e espaço e categorizar e interpretar experiências de maneira significativa.</span></span></p></blockquote>
<p>Nesse belo artigo, o Callegaro também cita a conexão (negritos meus):</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Segundo Beck (1967), os esquemas podem explicar o fenômeno da <i>repetição</i> que os psicanalistas identificaram clinicamente, e sobre o qual Freud teorizou</strong>. As imagens, sonhos e associações livres apresentam temas recorrentes ligados aos esquemas, que podem ficar inativos e depois serem “energizados ou desenergizados rapidamente, como resultados de mudanças no tipo de <i>input</i> do ambiente” (p. 284). Os esquemas contaminam a arquitetura mental do sujeito e governam sua forma de <i>interpretar</i> os acontecimentos, resultando em uma percepção <i>distorcida</i> e <i>tendenciosa</i>, refletindo-se “nas típicas concepções errôneas, atitudes distorcidas, premissas inválidas, metas e expectativas pouco realistas” (p. 284).&#8221;</p></blockquote>
<h3>A repetição na Psicanálise de Freud</h3>
<p>Na psicanálise do tio (Sigmund) Freud, o conceito de <em>repetição</em> é central e está relacionado a um fenômeno psicológico chamado &#8220;<em>compulsão à repetição</em>&#8220;. É um conceito fundamental para a compreensão das dinâmicas psicológicas inconscientes.</p>
<p>A repetição, na perspectiva freudiana, refere-se ao tendência humana de reviver e repetir experiências emocionais traumáticas ou conflituosas do passado, muitas vezes de maneira inconsciente e automática. Esse processo não é necessariamente racional ou voluntário, mas é uma expressão do funcionamento inconsciente.</p>
<h4><strong>Alguns aspectos-chave do conceito de repetição na psicanálise de Freud</strong>:</h4>
<ol>
<li><strong>Compulsão à repetição:</strong> Freud observou que os pacientes muitas vezes repetiam padrões de comportamento, relacionamentos ou situações que eram semelhantes a eventos traumáticos ou conflituosos de suas vidas passadas. Essa repetição ocorria mesmo que esses eventos passados tenham causado sofrimento.</li>
<li><strong><em>Transferência</em>:</strong> A repetição frequentemente ocorre no contexto da relação entre o paciente e o terapeuta, um fenômeno conhecido como <em>transferência</em>. O paciente pode transferir sentimentos, atitudes e expectativas em relação a figuras significativas de seu passado para o terapeuta.</li>
<li><strong>Inconsciente:</strong> A repetição é um fenômeno inconsciente, o que significa que o paciente muitas vezes não está ciente de que está repetindo padrões de comportamento ou relacionamento do passado.</li>
</ol>
<h3>Os esquemas cognitivos na Terapia Cognitiva de Aaron Beck</h3>
<p>Aaron Beck é conhecido por desenvolver a Terapia Cognitiva. O conceito de &#8220;esquema&#8221; é fundamental na Terapia Cognitiva de Beck e desempenha um papel central em sua compreensão dos processos cognitivos e emocionais.</p>
<p>Para o tio Beck, um esquema é uma estrutura cognitiva profunda e estável que representa as crenças centrais e as percepções de uma pessoa sobre si mesma, sobre os outros e sobre o mundo. Esses esquemas são desenvolvidos ao longo da vida e são influenciados pelas experiências, pela cultura, pela educação e por outros fatores.</p>
<h4>Alguns pontos-chave sobre o conceito de esquema na Terapia Cognitiva de Beck:</h4>
<ol>
<li><strong>Estrutura cognitiva:</strong> Os esquemas são como &#8220;filtros&#8221; cognitivos que moldam a maneira como percebemos e interpretamos o mundo ao nosso redor. Eles influenciam nossos pensamentos, emoções e comportamentos.</li>
<li><strong>Crenças nucleares:</strong> Dentro de um esquema, há crenças centrais ou nucleares que são fundamentais para a maneira como uma pessoa se vê e entende o mundo. Por exemplo, alguém com um esquema de &#8220;baixa autoestima&#8221; pode ter crenças nucleares como &#8220;eu sou incompetente&#8221; ou &#8220;eu sou indigno de amor&#8221;.</li>
<li><strong>Pensamentos automáticos:</strong> Os esquemas são ativados em situações relevantes e geram pensamentos automáticos. Esses pensamentos automáticos são muitas vezes negativos e distorcidos e contribuem para sintomas de depressão, ansiedade e outros problemas emocionais.</li>
<li><strong>Vieses cognitivos:</strong> Os esquemas também estão relacionados a vieses cognitivos, como a tendência de filtrar informações de maneira seletiva para confirmar as crenças existentes. Por exemplo, alguém com um esquema de &#8220;desconfiança&#8221; pode interpretar mal as ações de outras pessoas como hostis, mesmo que não haja evidências claras para isso.</li>
</ol>
<h3>*</h3>
<p><strong>A repetição da psicanálise freudiana e os esquemas cognitivos na terapia cognitiva do Beck estão mais próximos do que pode parecer a princípio</strong>.</p>
<ol>
<li><strong>Padrões de repetição:</strong> Tanto Freud quanto Beck reconhecem a existência de padrões repetitivos de comportamento, pensamento e emoção.</li>
<li><strong>Inconsciente:</strong> Tanto a repetição na psicanálise quanto os esquemas na Terapia Cognitiva têm raízes em processos inconscientes.</li>
<li><strong>Origens nas experiências passadas:</strong> esses padrões são moldados por experiências passadas.</li>
<li><strong>Tratamento:</strong> Tanto na psicanálise quanto na Terapia Cognitiva, a identificação e a modificação desses padrões repetitivos são formas de tratamento.</li>
</ol>
<p>Tanto a psicanálise freudiana quanto a Terapia Cognitiva do Beck reconhecem a existência de padrões de repetição e sua influência no funcionamento psicológico.</p>
<p><strong>Os dois conceitos tratam de um mesmo fenômeno fundamental sobre nós: para o bem e para o mal, temos certos padrões de funcionamento / tendências a repetir</strong>.</p>
<hr />
<p>Callegaro, Marco Montarroyos. (2005). A neurobiologia da terapia do esquema e o processamento inconsciente. <i>Revista Brasileira de Terapias Cognitivas</i>, <i>1</i>(1), 09-20. Recuperado em 07 de setembro de 2023, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1808-56872005000100002&amp;lng=pt&amp;tlng=pt.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/freud-e-beck-repeticao-na-psicanalise-e-esquemas-cognitivos/">Freud e Beck: Repetição na Psicanálise e Esquemas cognitivos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>O que o Heavy Metal pode fazer ao cérebro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 20:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recebi pelo Instagram uma pergunta sobre o que o Heavy Metal (e o subgênero Death Metal) pode fazer ao cérebro. Eis a resposta: Parece simples mas tem um monte de perguntas aí dentro. E tem [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-o-heavy-metal-pode-fazer-ao-cerebro/">O que o Heavy Metal pode fazer ao cérebro?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1943" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/heavy_metal_cerebro_rock_musica.jpeg" alt="" width="554" height="554" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/heavy_metal_cerebro_rock_musica.jpeg 554w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/heavy_metal_cerebro_rock_musica-300x300.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/heavy_metal_cerebro_rock_musica-150x150.jpeg 150w" sizes="(max-width: 554px) 100vw, 554px" /></p>
<p>Recebi pelo Instagram uma pergunta sobre o que <strong>o Heavy Metal (e o subgênero Death Metal) pode fazer ao cérebro</strong>. Eis a resposta:</p>
<p>Parece simples mas tem um monte de perguntas aí dentro. E tem umas pesquisas muito boas sobre.</p>
<p>Por exemplo:</p>
<p>1) já botaram gente pra ouvir Mozart e Iron Maiden, usaram eletroencefalograma e verificaram diferença em frequência cardíaca e pressão arterial. Nenhuma diferença. (Só diminiu o ritmo de onda alfa no grupo Mozart).</p>
<p>2) <strong>Já botaram ratos para ouvir Mozart, Slipknot</strong> e música ambiente. Houve aumento da memória de trabalho nos grupos Mozart e Heavy Metal.</p>
<p>3) Já buscaram <strong>associação do heavy metal com delinquência</strong> (é o termo que eles usam mesmo), mas também tem pesquisa sobre o <strong>heavy metal como modelo de pensamento crítico e ferramenta educacional</strong>, falando do potencial dele pra aumentar consciência sobre desafios de sustentabilidade ambiental.</p>
<p>Doideira, né? E parece difícil ter uma visão clara disso pelo seguinte:</p>
<p>Mesmo dentro do Heavy Metal, e mesmo restringindo ao Death Metal, ainda há muita variação. E ainda há mais <strong>variação no que mais importa: o ouvinte</strong>.</p>
<p>Para uns, heavy metal gera animação (eu incluso), para outros&#8230;irritação. E isso depende muita da <strong>história de aprendizagem</strong> de cada um, que depende da <strong>cultura</strong>.</p>
<p>Por mais que não pareça a princípio, <strong>a relação música-cérebro é mediada pela cultura (porque o próprio cérebro é moldado pela cultura!</strong>).</p>
<p>Então, (eu odeio essa resposta, mas&#8230;) depende. Não é que a subjetividade é algo inacessível. É que ela é, em outras palavras, a singularidade de cada pessoa-com-cérebro. <strong>É mais fácil entender os efeitos do heavy metal em você do que em todo mundo</strong>.</p>
<hr />
<p>Referências:</p>
<p>Kalinowska, A., Kułakowska, A., Kułak, W., &amp; Okurowska-Zawada, B. (2013). Effects of classical and heavy metal music on the cardiovascular system and brain activity in healthy students. Preliminary report. <i>Neurologia Dziecieca</i>, <i>22</i>(44), 17-22.</p>
<p>do Amaral, J. A. T., Faria, R. S., de Faraco, A. M., Coli, A. C. M., Leal, J. L. D. L. R., e Silva, M. P. D. S., &#8230; &amp; Trzesniak, C. (2020). Auditory stimulation with Mozart sonata k-448 and heavy metal music improves short-term memory in rats. <i>Open Science Journal</i>, <i>5</i>(4).</p>
<p>Angeler, D. G. (2016). Heavy metal music meets complexity and sustainability science. <i>SpringerPlus</i>, <i>5</i>(1), 1-20.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que são esquemas cognitivos CONCRETAMENTE? (Psicologia e Neurociência)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-que-sao-esquemas-cognitivos-psicologia-e-neurociencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 13:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar de esquemas cognitivos? Ou talvez de&#8230; esquemas mentais? Talvez você tenha visto esse conceito em algum texto do (Jean) Piaget, do (Aaron) Beck (um dos pais da Terapia Cognitivo-Comportamental &#8211; a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você já ouviu falar de <em>esquemas cognitivos</em>? Ou talvez de&#8230; <em>esquemas mentais</em>?</strong></p>
<p>Talvez você tenha visto esse conceito em algum texto do (Jean) Piaget, do (Aaron) Beck (um dos pais da Terapia Cognitivo-Comportamental &#8211; a TCC) ou até do Jeffrey Young (criador da Terapia do Esquema).</p>
<p><strong>Você consegue entender bem o que é um esquema cognitivo? Consegue imaginar o que isso seria, concretamente? Ou te parece muito abstrato?</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1927" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/esquema_cognitivo_mental.jpg" alt="" width="740" height="380" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/esquema_cognitivo_mental.jpg 740w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/esquema_cognitivo_mental-300x154.jpg 300w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></p>
<p>Eu sempre fiquei incomodado com as abstrações dos conceitos psicológicos. Nesse ponto, a crítica ao <em>mentalismo</em> presente no Behaviorismo Radical / Análise do Comportamento é bem pertinente.</p>
<p>Esse foi um dos grandes motivadores para que eu fosse estudar neurociências. Pensar em <em>neurotermos</em> ajuda a entender que <strong>a psicologia pode ser concreta, mesmo com termos que parecem muito abstratos a princípio</strong>.</p>
<p>Falar de abstração pura pode nos levar a não entender direito como as coisas acontecem na realidade. &#8220;Esquema mental&#8221; pode te levar a pensar &#8220;mas onde fica isso?&#8221;, &#8220;como é que funciona?&#8221;, &#8220;cadê isso que eu não consigo ver?&#8221;.</p>
<p>O interessante é <strong>esquema cognitivo é algo muito concreto</strong>, só que não somos bem treinados para perceber.</p>
<h3>Esquemas mentais na Psicologia Comportamental (Análise do comportamento / Behaviorismo Radical)</h3>
<p>É possível, inclusive, explicar esquemas cognitivos em termos comportamentais (como os behavioristas costumam fazer):</p>
<p>No Behaviorismo Radical, o termo &#8220;esquemas cognitivos&#8221; ou &#8220;esquemas mentais&#8221; não é lá muito apreciado. Em vez disso, pode se defini-los como &#8220;esquemas comportamentais&#8221;. E o que eles são, concretamente? <strong>Padrões de comportamento ou repertórios comportamentais</strong>.</p>
<p>Imagine que alguém tem medo de cobra. Quando cobras aparecem, as reações dessa pessoa seguem um certo padrão. Sua pupila dilata, seu coração acelera, sua frequência cardíaca aumenta, ela dá um saltinho de susto, coloca a mão sobre o peito e sai correndo. Poderíamos chamar isso de <em>esquema comportamental &#8220;AI MEU DEUS UMA COBRA!&#8221;</em></p>
<p>Já melhora um pouco o problema da abstração, né? Mas vamos abrir a caixa-preta.</p>
<h3>Os esquemas mentais na Psicologia Cognitiva</h3>
<p>Os esquemas cognitivos são um conceito muito presente na psicologia cognitiva que descreve <strong>estruturas mentais que representam o conhecimento que temos sobre o mundo</strong>.</p>
<p>Muita viagem ainda?</p>
<p><strong>A ideia central dos esquemas cognitivos é que o cérebro humano organiza informações, experiências e conhecimento em estruturas mentais que ajudam a compreender, interpretar e processar novas informações</strong>. Esses esquemas são construídos ao longo da vida e são moldados pela experiência e pela aprendizagem.</p>
<p>Agora te parece um pouco mais palpável?</p>
<p>Talvez, mas ainda abre muito espaço para pensar em uma mente abstrata, que não sei direito onde fica, nem sei que forma tem, nem como funciona&#8230;</p>
<p>Vamos deixar mais concreto.</p>
<h3>Esquemas cognitivos/mentais do ponto de vista neurofisiológico</h3>
<p>Da perspectiva de sistema nervoso, os esquemas cognitivos podem estar relacionados a várias áreas e processos do cérebro (e regiões associadas):</p>
<ol>
<li><strong>Memória:</strong> A formação e o uso de esquemas estão intimamente ligados à memória. À medida que aprendemos e experimentamos coisas novas, nosso cérebro armazena essas informações em áreas específicas da memória, como a memória de longo prazo.</li>
<li><strong>Neurônios e sinapses:</strong> O conhecimento e as experiências são representados em padrões de atividade neural. À medida que acumulamos conhecimento, as conexões entre os neurônios (sinapses) podem ser reforçadas ou modificadas, permitindo uma representação eficaz dos esquemas cognitivos.</li>
<li><strong>Plasticidade cerebral:</strong> A plasticidade cerebral refere-se à capacidade do cérebro de se adaptar e mudar ao longo do tempo. A formação e a atualização de esquemas cognitivos podem envolver mudanças na conectividade e na estrutura do cérebro, permitindo a acomodação de novas informações.</li>
<li><strong>Redes neurais:</strong> Os esquemas cognitivos podem ser representados por redes neurais específicas. Por exemplo, o conhecimento sobre um tópico particular pode estar distribuído em várias regiões do cérebro que trabalham juntas para formar um esquema completo.</li>
<li><strong>Processamento de informações:</strong> Os esquemas influenciam a forma como percebemos, pensamos e interpretamos o mundo ao nosso redor. Eles afetam a maneira como processamos informações, filtramos dados irrelevantes e tomamos decisões.</li>
</ol>
<p><strong>Em resumo, embora os esquemas cognitivos sejam principalmente um conceito psicológico, eles têm bases neuronais e são moldados pela atividade cerebral</strong>.</p>
<p>Vamos a um exemplo:</p>
<p>Um exemplo de esquema cognitivo que pode ser relacionado à atividade cerebral é o <em>esquema de cadeira</em>. Imagine que você tem um esquema cognitivo para a ideia de uma cadeira, que inclui todas as características típicas associadas a uma cadeira, como quatro pernas, um assento, um encosto, etc. Quando você encontra uma cadeira, seu cérebro ativa esse esquema, permitindo que você reconheça rapidamente o objeto como uma cadeira e entenda seu propósito.</p>
<p>A <strong>atividade cerebral associada a esse esquema</strong> pode envolver várias áreas e processos:</p>
<ol>
<li><strong>Percepção visual:</strong> Quando você vê uma cadeira, a informação visual é processada em áreas visuais do cérebro, como o córtex visual. As características visuais da cadeira, como sua forma, cor e textura, são registradas nesses locais.</li>
<li><strong>Memória:</strong> Seu cérebro acessa a memória de longo prazo (no hipocampo, por exemplo) para recuperar informações previamente aprendidas sobre cadeiras. Isso inclui não apenas a aparência de uma cadeira, mas também seu uso, contexto histórico e qualquer experiência pessoal relevante com cadeiras.</li>
<li><strong>Ativação de áreas específicas:</strong> A ativação de áreas do cérebro associadas a objetos inanimados, como uma cadeira, pode ocorrer. Por exemplo, regiões do cérebro envolvidas no reconhecimento de objetos ou no processamento de informações sobre a função de objetos podem ser ativadas.</li>
<li><strong>Associações emocionais ou funcionais:</strong> Se você tiver experiências emocionais ou funcionais específicas relacionadas a cadeiras, como lembranças de conforto ao sentar em uma cadeira favorita, essas emoções podem estar ligadas à ativação de áreas cerebrais relacionadas às emoções (como a amígdala) e à experiência pessoal.</li>
<li><strong>Integração de informações:</strong> Seu cérebro integra todas essas informações para criar uma representação completa e coerente da cadeira que você está vendo. Isso envolve a coordenação de várias áreas cerebrais para formar uma compreensão rápida e eficiente do objeto. Por exemplo: o córtex parietal é responsável pela integração de informações sensoriais, incluindo aquelas relacionadas à localização espacial da cadeira em relação a você e a seu corpo. Isso ajuda a situar a cadeira no ambiente.</li>
<li><strong>Neurotransmissores:</strong> A percepção de objetos familiares, como cadeiras, pode levar à liberação de neurotransmissores, como a dopamina. Isso pode estar associado à sensação de reconhecimento e satisfação ao identificar a cadeira.</li>
</ol>
<p>Esses processos fisiológicos e neuroquímicos estão intimamente relacionados à formação e ativação do esquema cognitivo de &#8220;cadeira&#8221;. Em conjunto, eles permitem que você reconheça e compreenda o objeto como uma cadeira.</p>
<p>Portanto, <strong>o esquema cognitivo de &#8220;cadeira&#8221; não é apenas uma representação abstrata, mas está relacionado a padrões de atividade cerebral específicos e a redes neurais que permitem o reconhecimento e a compreensão de cadeiras quando encontradas no ambiente</strong>. Esse processo é fundamental para a forma como percebemos e interagimos com o mundo ao nosso redor.</p>
<p>Veja uma outra definição:</p>
<p>&#8220;Os esquemas não são &#8220;coisas&#8221;. (&#8230;) os esquemas surgem no momento em que são necessários, a partir da interação de um grande número de elementos muito mais simples, todos trabalhando em conjunto. Os esquemas não são entidades explícitas, mas estão implícitos no nosso conhecimento e são criados pelo próprio ambiente que estão a tentar interpretar (&#8230;) <strong>O que está armazenado é um conjunto de <span style="text-decoration: underline;">forças de ligação</span> que, quando ativadas, têm implícita a capacidade de gerar estados que correspondem a esquemas instanciados</strong>.&#8221;  (<a href="https://stanford.edu/~jlmcc/papers/PDP/Chapter14.pdf">Rumelhart, Smolensky, McClelland and Hinton, 1986, pp. 20-1</a>)</p>
<p>A definição acima explica o que são esquemas mentais enfatizando <strong>a força de conexões entre neurônios</strong>. Então, se você tem um esquema de &#8220;medo-de-homem-carrancudo&#8221;, ele é uma rede neural complexa em que muitos neurônios diferentes se conectaram para formar esse padrão específico.</p>
<p>Pense na seguinte metáfora: você está em um avião, no céu. Lá embaixo, tem um monte de pessoas que se juntaram para &#8220;escrever&#8221; com seus corpos uma mensagem como &#8220;Socorro!&#8221; (as pessoas são os neurônios, a mensagem é o esquema).</p>
<h3>Esquemas cognitivos/mentais então são&#8230;</h3>
<p>&#8230;padrões de funcionamento do seu corpo. Isso inclui o cérebro (claro) e a mente (que é atividade do cérebro).</p>
<p><strong>Os três tipos de explicação (comportamental, cognitiva, neurofisiológica) são três aspectos da mesma coisa</strong>.</p>
<p>Melhorou? Conseguiu entender melhor os esquemas cognitivos dessa forma?</p>
<p>Fala comigo <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A amígdala é o centro do medo no cérebro? Seu descobridor diz que não</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 13:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Joseph LeDoux foi muito importante para colocar a emoção nas neurociências. Mas suas ideias são frequentemente mal entendidas. Foi LeDoux, junto com colegas, que descobriu as amígdalas cerebrais &#8211; duas &#8216;amêndoas&#8221; que existem na base [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Joseph LeDoux foi muito importante para colocar a emoção nas neurociências. Mas suas ideias são frequentemente mal entendidas.</p>
<p>Foi <strong>LeDoux</strong>, junto com colegas, que <strong>descobriu as amígdalas cerebrais</strong> &#8211; duas &#8216;amêndoas&#8221; que existem na base do cérebro.</p>
<h3>E o que tem essas amígdalas cerebrais?</h3>
<p>Uma pergunta comum é: <strong><em>Qual parte do cérebro é <span style="text-decoration: underline;">responsável</span> pelo medo? </em></strong>A resposta comum: amígdala. Mas será que é isso mesmo?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1918" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/amigdala_cerebral_medo.jpg" alt="" width="800" height="672" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/amigdala_cerebral_medo.jpg 800w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/amigdala_cerebral_medo-300x252.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/amigdala_cerebral_medo-768x645.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Claro, <strong>a amígdala desempenha um papel na produção do medo</strong>, assim como de outras emoções, como a ansiedade. Contudo, <strong>ela não é o </strong><em><strong>“centro do medo” no cérebro</strong>.</em> A função da amígdala é muitas vezes mal interpretada. Nas palavras do LeDoux:</p>
<blockquote><p>&#8220;Costuma-se dizer que identifiquei a amígdala como o centro do “medo” do cérebro. Mas o fato é que eu não fiz isso, nem ninguém mais fez.&#8221;</p></blockquote>
<p>Ele comenta sobre os experimentos, por exemplo: macacos pararam de apresentar a resposta de luta e fuga &#8211; uma reação de medo comum &#8211; como resposta à cobras. A seguir, ele comenta que houveram interpretações equivocadas sobre os resultados das pesquisas e explica:</p>
<blockquote><p>&#8220;Na verdade, as pessoas respondem menos às ameaças quando a amígdala é danificada (em humanos, os danos na amígdala podem ocorrer como resultado de epilepsia ou outras condições médicas ou de tratamento cirúrgico). No entanto, essas pessoas ainda podem sentir (sentir) “medo”. Em outras palavras, a amígdala é uma parte importante do circuito que permite ao cérebro detectar e responder a ameaças, mas não é necessária para sentir &#8216;medo&#8217;.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A amígdala há muito é considerada um centro do medo. Mas se por <em>medo</em> entendemos o estado mental, o sentimento de medo, não é a amígdala a responsável. A amígdala detecta e responde ao perigo. O medo é uma interpretação cognitiva da situação externa e internamente”.</p></blockquote>
<p>O <span style="text-decoration: underline;">medo como emoção</span> tem aspectos inconscientes, enquanto o <em>sentimento de medo</em> é outra parte do processo:</p>
<blockquote><p>&#8220;Estudos de imagens cerebrais de humanos saudáveis ​​(pessoas sem danos cerebrais) sugerem algo semelhante. Quando são expostos a ameaças, a atividade neural na amígdala aumenta e resultam em respostas corporais (como suor ou aumento da frequência cardíaca). Isto é verdade mesmo que os estímulos ameaçadores sejam apresentados subliminarmente, de modo que a pessoa não esteja consciente de que a ameaça está presente e não experimente (sinta) “medo” conscientemente. A atividade da amígdala não significa que o medo seja sentido.&#8221;</p></blockquote>
<p>O medo é um processo complexo que envolve várias partes e sistemas.</p>
<blockquote><p>&#8220;A conclusão de que a amígdala é o centro do medo no cérebro pressupõe erroneamente que os sentimentos de “medo” e as respostas provocadas pelas ameaças são produtos do mesmo sistema cerebral. Embora os circuitos da amígdala sejam diretamente responsáveis ​​pelas respostas comportamentais/fisiológicas provocadas pelas ameaças, eles não são diretamente responsáveis ​​pelos sentimentos de &#8216;medo&#8217;.&#8221;</p></blockquote>
<p>O seu corpo pode sentir medo sem que &#8220;você&#8221; (seu eu consciente) perceba.</p>
<blockquote><p>&#8220;Desde o início, a minha investigação sugeriu que a amígdala contribui para aspectos não conscientes do medo, o que significava a detecção de ameaças e o controlo das respostas do corpo que ajudam a lidar com a ameaça. O medo consciente (&#8230;) é um produto de sistemas cognitivos no neocórtex que operam em paralelo ao circuito da amígdala. Mas essa sutileza (a distinção entre aspectos conscientes e não conscientes do medo) foi perdida pela maioria das pessoas.&#8221;</p></blockquote>
<p>Um resuminho com uma boa explicação sobre essa questão medo inconsciente x medo consciente (ou você pode chamar de medo só o sentimento de medo, não os aspectos inconscientes, como o próprio LeDoux prefere):</p>
<blockquote><p>&#8220;A amígdala tem um papel no medo, mas não é aquele que é popularmente descrito. O seu papel no medo é mais fundamental e também mais mundano. É responsável por detectar e responder a ameaças e só contribui indiretamente para sentimentos de medo. Por exemplo, os resultados da amígdala impulsionados pela detecção de ameaças alteram o processamento de informações em diversas regiões do cérebro. Um conjunto importante de resultados resulta na secreção de substâncias químicas em todo o cérebro (norepinefrina, acetilcolina, dopamina , serotonina) e no corpo (hormônios como adrenalina e cortisol).&#8221;</p></blockquote>
<p>A amígdala funciona como um centro, mas entre sistemas cerebrais e muitos outros, na geração de emoções no cérebro. Isso inclui sistemas envolvidos em funções como controle da frequência cardíaca e da pressão arterial, liberação de hormônios do estresse e comportamento de <em>freezing</em> (congelamento).</p>
<p>Agora,<strong> a parte mais interessante</strong> (pelo menos pra mim) &#8211; sobre <strong>o papel da cognição no sentimento de medo</strong>:</p>
<blockquote><p>&#8220;Em situações de perigo, estes produtos químicos alertam o organismo de que algo importante está acontecendo. Como resultado, os sistemas de atenção no neocórtex orientam a busca perceptiva do ambiente para uma explicação para o estado altamente excitado. O significado dos estímulos ambientais presentes é acrescentado pela recuperação de memórias. Se os estímulos são fontes conhecidas de perigo, os esquemas de “medo” são recuperados da memória. A minha hipótese, então, é que o sentimento de “medo” resulta quando o resultado destes vários processos (atenção, percepção, memória, excitação) se aglutina na consciência e obriga a sentir &#8216;medo&#8217;. &#8220;</p></blockquote>
<p><strong>O sentimento de medo é uma resposta cognitiva aos estímulos detectados pela amígdala</strong>. O sentimento de medo é, segundo o LeDoux, resultado das interações entre vários sistemas que criam um circuito de memória de trabalho.</p>
<p>Isso envolve não só o ambiente imediato, mas sua história de vida. Ele envolve, por exemplo, as memórias que você já tem (o que envolve o hipocampo, p.ex.). O medo é, em parte, particular.</p>
<p>LeDoux explica:</p>
<blockquote><p>&#8220;Para mim, muito mais está envolvido nas interpretações cognitivas: esquema de memória que integra informações sobre a situação, sobre o que são o perigo e o medo, sobre os perigos passados ​​​​que você enfrentou, como o corpo se sentiu. Os esquemas são o modelo pré-consciente a partir do qual o sentimento de medo surge. Porque ninguém mais tem o seu esquema, ninguém mais tem o seu medo. E só porque podemos traduzir a palavra <em>medo</em> entre idiomas não significa que pessoas em culturas diferentes tenham o mesmo sentimento de medo. Suas experiências pessoais e o esquema que resulta são, portanto, em parte moldados pela sua cultura (e subcultura/subculturas).&#8221;</p></blockquote>
<p>Quando se fala em <span style="text-decoration: underline;">neurociência</span>, é muito comum usar um <span style="text-decoration: underline;">discurso reducionista</span>. Diz-se que &#8220;a amígdala é o centro de medo do cérebro&#8221;, &#8220;a dopamina é o neurotransmissor do prazer e da motivação&#8221; e &#8220;a ocitocina é o hormônio do amor&#8221;, entre outras. Ele mesmo diz algo do tipo:</p>
<blockquote><p>&#8220;(&#8230;) na neurociência, (&#8230;) partimos de palavras de estado mental (como medo) que têm significados históricos e tratamos as palavras como se fossem entidades que vivem em áreas do cérebro (como a amígdala).&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Nenhum sistema cerebral atua por si só, mas em relação a outros</strong>. Portanto, é uma questão de interconexões entre sistemas. E ele, de novo, explica melhor do que eu:</p>
<blockquote><p>&#8220;Desconfie de qualquer afirmação que diga que uma área do cérebro é um centro responsável por alguma função. A noção de que as funções são produtos de áreas ou centros cerebrais é remanescente da época em que a maioria das evidências sobre a função cerebral se baseava nos efeitos de lesões cerebrais localizadas em áreas específicas. Hoje, pensamos nas funções como produtos de sistemas e não como áreas.&#8221;</p></blockquote>
<p>As pesquisas do LeDoux são importantes para <strong>fins terapêuticos</strong>. Se o medo fosse simplesmente só um produto da amígdala, seria bem mais difícil mudar nossa relação com ele.</p>
<h3>Como eliminar o medo da mente?</h3>
<p>Se o sentimento de medo depende da cognição, você pode alterar o medo se alterar a cognição. Em termos mais simples, você pode alterar o que sente alterando o que pensa. Isso pode envolver &#8220;técnicas cognitivas conscientes&#8221;, claro. Mas, no caso das fobias, tem algo muito interessante:</p>
<p><strong>A melhor técnica para superar fobias não requer isso</strong>. Explico: parte da cognição é inconsciente. O seu sentimento de medo emerge dos processos inconscientes no seu corpo. Mas é possível alterá-los com técnica comportamental, &#8220;bem prática&#8221; e simples.</p>
<p>Essa alteração envolve, entre outras coisas, mudar a resposta comum da amígdala. Ou seja, <strong>não é só eliminar o medo da mente, mas também do corpo! </strong>Além de acabar com o sentimento de medo na fobia específica, <span style="text-decoration: underline;">é possível alterar as respostas fisiológicas inconscientes</span> (que envolve &#8220;desativar&#8221; a amígdala cerebral nesses casos [mas não só, como vimos]).</p>
<p>Se você gosta da parte prática/tecnológica do conhecimento sobre neurociência e psicologia, somos dois. Não é atoa que escrevi um livro/ebook só sobre isso: se chama&#8230;<strong>Psicologia Prática</strong>!</p>
<p>Nele eu apresento <strong>107 técnicas</strong> para mudar sua vida em diferentes áreas. <strong>Um capítulo é só sobre fobias</strong>. Ele tem só duas técnicas, mas elas já resolvem muita coisa. Um dessas técnicas envolve mudar conscientemente seus pensamentos, mas a outra (a mais efetiva) é comportamental, bem prática (no sentido popular do termo).</p>
<p>Fobia não costuma ser dos casos mais complexos de resolver. Na verdade, <strong>pode ser bem simples</strong>. O livro pode te ajudar com isso. <a href="https://universodapsicologia.com/pp">Clique aqui para saber mais</a>.</p>
<hr />
<p>LeDoux, Joseph (2015). <a href="https://www.psychologytoday.com/us/blog/i-got-mind-tell-you/201508/the-amygdala-is-not-the-brains-fear-center">The Amygdala Is Not the Brain&#8217;s Fear Center</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como superar ciúme retroativo? É possível, e tem técnica para isso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 13:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciúme retroativo (ciúmes do passado) é um problema relativamente comum em muitos relacionamentos. Como toda emoção, ele aparece em graus diferentes. O ciúme retroativo problemático envolve uma intensa preocupação com o passado amoroso e/ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>ciúme retroativo</strong> (<em>ciúmes do passado</em>) é um problema relativamente comum em muitos relacionamentos. Como toda emoção, ele aparece em graus diferentes.</p>
<p>O ciúme retroativo problemático envolve uma intensa preocupação com o passado amoroso e/ou sexual de um parceiro (namorada, namorado, esposa, esposo&#8230;). Pode levar a sentimentos de insegurança, ansiedade e atrapalhar a relação atual. E pode ser uma emoção angustiante e difícil de lidar porque&#8230;bem&#8230;o passado já passou.</p>
<h3>É possível superar o ciúme retroativo?</h3>
<p>Como não é possível mudar o passado, você pode pensar: &#8220;Então <del>fudeu</del> danou-se&#8221;. Mas calma que tem jeito. O ciúme retroativo tem algumas particularidades, comparando com o ciúme do presente e o ciúme do futuro, mas é totalmente possível lidar com ele e impedir que ele estrague sua vida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1910" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/ciume_retroativo_do_passado.jpg" alt="" width="976" height="549" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/ciume_retroativo_do_passado.jpg 976w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/ciume_retroativo_do_passado-300x169.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/ciume_retroativo_do_passado-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 976px) 100vw, 976px" /></p>
<h2>Como lidar com o ciúme retroativo</h2>
<p>Aqui vão algumas dicas para lidar melhor com o ciúme do passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fale com sua parceira sobre seu ciúme do passado dela</strong></p>
<p>Eu sei, você já deve ter pensado em vários motivos para não fazer isso. Pode ser vergonha, medo da reação dela, medo de parecer irracional, entre várias outras coisas.</p>
<p>Comunicação é fundamental nos relacionamentos. Não precisa ter climão nem discutir a relação como se isso fosse um grande problema. A comunicação aberta e honesta com seu parceiro é essencial. Compartilhe seus sentimentos <span style="text-decoration: underline;">sem culpar ou acusar</span>. Explique que seu ciúme não é uma crítica ao comportamento dela, mas sim uma luta interna sua.</p>
<p><strong>Falar sobre o ciúme retroativo com sua parceira não é um problema em si</strong>. <span style="text-decoration: underline;">A forma como você fala faz uma grande diferença</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Limitar a ruminação</strong></p>
<p>Pensamentos obsessivos sobre o passado de seu parceiro podem te incomodar constantemente e acabar &#8220;vazando&#8221; no seu comportamento e prejudicando a relação. Pratique técnicas de <em>mindfulness</em> (atenção plena) para treinar permanecer no momento presente e reduzir a ruminação.</p>
<p>Um jeito de fazer isso é focar sua atenção em atividades, não nos pensamentos intrusivos que te aparecem. Os pensamentos vão aparecer, mas você pode deixar que eles passem e voltar a focar na sua atividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desafiar pensamentos negativos</strong></p>
<p>Quais pensamentos vem à sua mente quando você sente ciúme retroativo? Comece a identificar a anotar o que você pensa. Depois, tente avaliar racionalmente. Eles fazem sentido?</p>
<p>Exemplo: te veio à mente o pensamento &#8220;ela ficou com outros caras&#8221; e isso te incomoda. Por que isso te incomoda? Você pode pensar <span style="font-weight: 400;">“Eu quero ser O único! DE TODOS OS TEMPOS!” Isso faz sentido? É realista esperar isso?</span></p>
<p>São conversas que você pode ter consigo mesmo. É comum que o ciúme do passado envolva muitos elementos irracionais. Mas você pode avaliar racionalmente e mudar seus pensamentos.</p>
<p>Ps.: não necessariamente essa mudança é rápida. Pode ser necessário desafiar os mesmos pensamentos negativos várias vezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Construir a Autoestima</strong></p>
<p>O ciúme retroativo pode estar relacionado à baixa autoestima. É comum nesses casos se comparar com ex-parceiros da parceira e se sentir inferior a eles.</p>
<p>Trabalhe na construção de sua autoestima por meio de atividades de autodesenvolvimento, como a busca por hobbies, estabelecimento e realização de metas pessoais e busca pela autorrealização.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Evite investigar o passado do parceiro</strong></p>
<p>Se você não quer sentir ciúme retroativo, evite procurar no passado do seu parceiro aquilo que vai te incomodar.</p>
<p>Claro que você pode pensar em vários motivos para investigar o passado, é normal. Mas você pode avaliar se vale a pena.</p>
<p>Um exemplo de pergunta que você pode fazer a si mesmo é: &#8220;Isso vai melhorar minha vida no presente e no futuro? Ou só vou me incomodar com coisas que não posso mudar?&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aceitar</strong></p>
<p>Calma, não fica bravo. Pode parecer estranho, mas pensa comigo. <em>O que você pode fazer com coisas que você <span style="text-decoration: underline;">não</span> pode mudar?</em></p>
<p>Imagine que alguma coisa ruim aconteceu no seu passado. Você consegue mudar o passado? Não, certo? O que você consegue mudar então? As suas <em>reações</em> ao passado.</p>
<p>Reações comuns ao passado são &#8220;não posso aceitar que isso aconteceu!&#8221; e &#8220;não deveria ter sido assim!&#8221; É normal. Porém, você acha isso razoável? Continuar pensando assim vai te gerar quais consequências?</p>
<p>Aceitar é simples, mas não é fácil. Não é lendo isso que você vai mudar instantaneamente. É um processo que pode levar tempo e gerar muita resistência interna. Lembra do diálogo interno que temos? Pois é.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Repense seus pensamentos</strong></p>
<p>Como você viu, pode não ser tão simples mudar os próprios pensamentos. No entanto, isso pode gerar grandes mudanças.</p>
<p>Exemplo: em muitos casos, o ciúme retroativo está ligado a um ideal de pureza. Um cara pode acreditar que uma mulher tem menos valor ou &#8220;não presta&#8221; por causa do passado sexual dela. Mas, o que acontece quando ele tem uma relação que gosta muito com essa mulher? Ele pode se ver dividido, em conflito. E pode pensar que está em um beco sem saída: não aceita o passado dela, mas não pode mudar o passado. E aí, o que fazer?</p>
<p>Uma solução possível nesse caso é reformular o ideal de pureza que sustenta essa não aceitação do passado. Ele faz sentido? É realista? É útil? É possível viver bem mesmo que o passado não seja perfeito?</p>
<p>Essas são só algumas questões que podem te fazer começar a pensar sobre ideias que podem estar na base do ciúme retroativo.</p>
<p>*</p>
<p>Nem sempre é fácil, mas <strong>é possível superar o ciúme do passado</strong>. Existe muita coisa que podemos fazer a respeito. Para você ter uma ideia, no nosso curso <em><strong>Livre do Ciúme</strong></em>, o módulo 4 é todo sobre <em>Como reprogramar a própria mente</em>. O módulo 5 é só sobre <em>Como ficar livre dos próprios pensamentos</em> (sem necessariamente ter que mudá-los). E <strong>o módulo 6 é exatamente sobre o ciúme retroativo</strong>: <em>Como deixar o ciúme do passado no passado</em>.</p>
<p>É um <strong>curso online</strong>, que você pode fazer quando quiser. São videoaulas gravadas + texto e materiais extras. <a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Clique aqui para saber mais</a>.</p>
<p>Se tiver qualquer questão sobre isso, <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">fala comigo</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-superar-ciume-retroativo/">Como superar ciúme retroativo? É possível, e tem técnica para isso</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Psicanálise de Freud, Neurociências e as caixas da Psicologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 14:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[afetos]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último texto respondi o que é angústia e o que fazer quando não sabemos o motivo dela. Uma das definições de angústia que usei é a de afeto sem representação. Advinha de quem é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No último texto respondi <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-a-angustia-como-lidar-com-ela-quando-nao-sabemos-o-motivo/">o que é angústia e o que fazer quando não sabemos o motivo dela</a>. Uma das definições de angústia que usei é a de <em>afeto sem representação</em>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1906 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/psicologia_geometrica-rotated.jpg" alt="" width="1200" height="709" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/psicologia_geometrica-rotated.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/psicologia_geometrica-300x177.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/psicologia_geometrica-1024x605.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/psicologia_geometrica-768x454.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>Advinha de quem é essa definição de angústia (<em>angst</em>)? Do tio <strong>Freud</strong>.</p>
<p>Esses conceitos são usados também em <strong>neurociência afetiva e cognitiva</strong>. Pela <em>Lei de Hebb</em>, redes de ativação neural se formam pelo disparo conjunto de neurônios. Assim, afeto e representação (de forma simplista: o que você sente e o que pensa) ficam conectados porque acontecem juntos. Mas não sempre.</p>
<p>Sem essa conexão, o que você pensou (que estava conectado com o que sentiu em algum momento, talvez até como causa) se perdeu e foi esquecido. O resultado é sentir algo sem saber porque. Na real, <strong>isso acontece o tempo todo</strong>. Você muda de humor por algum pensamento que passou pela sua cabeça, o pensamento some mas o mau humor continua. Normalmente você encontra outra representação para ligar ao afeto e acredita que ela é a causa (isso é chamado de <em>erro de atribuição</em>).</p>
<p>Por exemplo: você fica de mau humor de manhã por causa do trabalho, chega em casa à noite, desconta em alguém na família e acredita que ela é causa do seu mau humor. Sua consciência não fez a relação causal correta.</p>
<p>Sabe um nome legal pra isso? <em>Deslocamento</em>. Onde aparece? <strong>Na psicanálise freudiana</strong>.</p>
<p>Agora, <strong>isso quer dizer que tudo da psicanálise ortodoxa freudiana é válido? Não</strong>.<br />
Quer dizer que é mais complicado que isso.</p>
<p>O problema de pensar no modo &#8220;sou do existencialismo&#8221; / &#8220;sou da psicanálise ortodoxa freudiana&#8221; é que você fica limitado a uma certa caixa de ferramentas.</p>
<p>Uma alternativa é <strong>pensar em si como um usuário de ferramentas</strong>, que podem vir de várias caixas. É mais difícil? Com certeza. Mas <strong>isso expande imensamente sua visão de mundo</strong>.</p>
<p>*</p>
<p>Contexto: essa é a continuação de uma série de respostas que dei <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">lá no instagram</a> e começou com uma pergunta sobre uma polêmica recente. Ela envolve a discussão gerada a partir da publicação de um livro que colocou a psicanálise como pseudociência.</p>
<p>O texto que apresentei aqui é um exemplo de como a discussão não é tão simples e, geralmente, improdutiva. Um dos grandes motivos é que <strong>queremos nos manter na nossa caixa e defendê-la a todo custo</strong>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/psicanalise-de-freud-neurociencias-e-as-caixas-da-psicologia/">Psicanálise de Freud, Neurociências e as caixas da Psicologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>O que é a angústia? Como lidar com ela quando não sabemos o motivo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 14:01:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[angustia]]></category>
		<category><![CDATA[existencialismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A angústia tem várias definições. Na origem, a palavra tem relação com aperto, pressão, amarramento. A angústia do existencialismo tem a ver com a incerteza fundamental da vida, a possibilidade de fazer escolhas e a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A angústia tem várias definições. Na origem, a palavra tem relação com aperto, pressão, amarramento.</p>
<p>A <strong>angústia do existencialismo</strong> tem a ver com a incerteza fundamental da vida, a possibilidade de fazer escolhas e a responsabilidade ligada a isso. É um <em>enjoo da liberdade</em>. Como ela está ligada ao próprio ato de decidir/escolher, não tem objeto único.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1903" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/caminho_labirinto_existencialismo_liberdade_angustia_incerteza.jpeg" alt="" width="678" height="452" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/caminho_labirinto_existencialismo_liberdade_angustia_incerteza.jpeg 678w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/caminho_labirinto_existencialismo_liberdade_angustia_incerteza-300x200.jpeg 300w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /></p>
<p>Em outra definição, a angústia é justamente isso que você disse: <strong>um sentimento desagradável que não tem um motivo identificado</strong>. É um <em>afeto sem representação</em>. Ela pode ter surgido por um motivo importante, mas que foi esquecido, então só sobrou o sentimento.</p>
<p><strong>Um modo de lidar com a angústia é buscar a conexão dela com alguma ideia</strong>, seja a pressão da liberdade no presente ou o motivo esquecido no passado (que pode ser uma grande mudança que ocorreu &#8211; como trauma, perdas [luto, fim de relacionamento&#8230;], doença etc). Grandes mudanças podem criar uma grande incerteza e até mexer com nossa identidade.</p>
<p>Isso não precisa ser uma busca pela &#8216;verdade&#8217;. Mesmo quando não é possível reconstruir o sentido esquecido da angústia, é possível construir um novo sentido com o que você conseguir repensar a partir dela.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1902" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/existencialismo_liberdade_angustia_escolhas_sentidos.jpeg" alt="" width="446" height="499" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/existencialismo_liberdade_angustia_escolhas_sentidos.jpeg 446w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/09/existencialismo_liberdade_angustia_escolhas_sentidos-268x300.jpeg 268w" sizes="(max-width: 446px) 100vw, 446px" /></p>
<p>Outro modo de lidar é <strong>agir apesar da angústia</strong>. Pode ser que você não consiga entendê-la, pode ser que ela pareça importante justamente porque você dá muito atenção a ela. Nesse caso, você pode seguir mesmo que ela te acompanhe, é normal.</p>
<p>É como aproveitar o parque de diversões mesmo que ele te dê um pouco de enjoo. A experiência pode variar muito no espectro desagradável&#8212;agradável dependendo de como/onde você concentra sua atenção e do que pensa sobre a situação.</p>
<p>*</p>
<p>Essa foi uma resposta a uma pergunta que me fizeram lá pelos stories no Instagram. Se quiser me enviar perguntas, <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">manda lá</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-a-angustia-como-lidar-com-ela-quando-nao-sabemos-o-motivo/">O que é a angústia? Como lidar com ela quando não sabemos o motivo?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Psicologia Humanista e Neuropsiquiatria?!&#x1f62e;</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/psicologia-humanista-e-neuropsiquiatria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Aug 2023 19:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História da Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Humanista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Psicologia Humanista é conhecida por ser uma área &#8220;bem humanas&#8221;, enquanto neurociência e psiquiatria seriam &#8220;bem biológicas&#8221;. Inclusive, é muito comum ter brigas internas na psicologia entre grupos que se posicionam dentro de uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Psicologia Humanista é conhecida por ser uma área &#8220;bem humanas&#8221;, enquanto neurociência e psiquiatria seriam &#8220;bem biológicas&#8221;. Inclusive, é muito comum ter brigas internas na psicologia entre grupos que se posicionam dentro de uma dessas perspectivas (os &#8220;de humanas&#8221; vs os &#8220;mais de biológicas&#8221;). Sendo assim, o que Psicologia Humanista teria ver com neuropsiquiatria?</p>
<figure id="attachment_1891" aria-describedby="caption-attachment-1891" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1891 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/neuropsiquiatria_psicologia_humanista_cerebro_crescimento_desenvolvimento.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/neuropsiquiatria_psicologia_humanista_cerebro_crescimento_desenvolvimento.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/neuropsiquiatria_psicologia_humanista_cerebro_crescimento_desenvolvimento-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/neuropsiquiatria_psicologia_humanista_cerebro_crescimento_desenvolvimento-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/neuropsiquiatria_psicologia_humanista_cerebro_crescimento_desenvolvimento-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/neuropsiquiatria_psicologia_humanista_cerebro_crescimento_desenvolvimento-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-1891" class="wp-caption-text">Arte: <a href="https://www.instagram.com/odiegomax/">Diego Max</a></figcaption></figure>
<p>Este acaba sendo um artigo de uma série que estou fazendo (meio por acaso) sobre conexões surpreendentes entre diferentes áreas e escolas da psicologia e também entre psicologia e outras disciplinas. Eu já tinha falado sobre <a href="https://universodapsicologia.com/voce-sabia-que-existe-psicologia-matematica-provavelmente-nao/">psicologia matemática</a>, há pouco tempo falei sobre <a href="https://universodapsicologia.com/o-fundador-do-psicodrama-e-a-estatistica-dessa-voce-tambem-nao-sabia/">a relação do Jacob Moreno (o fundador do Psicodrama) com a estatística</a> e depois comentei um capítulo de livro que o Marvin Minsky escreveu chamado <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-freud-foi-o-primeiro-bom-teorico-de-ia-inteligencia-artificial/">“Por que Freud foi o primeiro bom teórico de IA (Inteligência Artificial)”</a>.</p>
<p>Na verdade, apesar de ter virado uma série não-intencional de artigos, a princípio, faz todo sentido que ela tenha surgido. Um dos meus maiores interesses é na psicologia científica integrativa, que inclui elementos de diversas áreas e escolas da psicologia (e de fora da psicologia).</p>
<p>Pois bem, voltemos à Psicologia Humanista. Por acaso, acabei caindo em um artigo do Gustavo Castañon (ele tem vários excelentes) chamado <em><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~memorandum/a12/castanon01.pdf">Psicologia Humanista: a história de um dilema epistemológico</a></em>.</p>
<p>No começo do artigo, o Gustavo comenta que <a href="https://psicoativo.com/2016/07/o-que-e-psicologia-humanista.html">a Psicologia Humanista surgiu como uma 3ª grande força de psicologia</a>, em parte como reação à Psicanálise e Behaviorismo. Depois, ele diz o seguinte (negritos meus):</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A oposição feita pelo movimento da Psicologia Humanista ao Behaviorismo e à Psicanálise teve como influências anteriores principais as obras do neuropsiquiatra Kurt Goldstein</strong>, da Psicologia da Gestalt e de alguns dos primeiros teóricos da personalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Goldstein exerceu poderosa influência sobre os psicólogos humanistas através de obras como <em>The Organism</em> (1934) e <em>Human Nature in the light of psychopathology</em> (1940), baseadas em sua <strong>pesquisa sobre a capacidade de reorganização do cérebro humano após lesões cerebrais</strong>, feita com soldados feridos em combate.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nelas, <strong>Goldstein introduz conceitos que seriam assimilados e desenvolvidos por psicólogos humanistas, como os de autoatualização e tendência ao crescimento, assim como sua visão holista do organismo humano</strong>. Ele enfatiza em suas obras a visão de que o Organismo é um todo unificado, afetado em sua totalidade pelo o que quer que aconteça em qualquer uma de suas partes.&#8221;</p></blockquote>
<p>Interessante, né? Esses conceitos, <em>autoatualização</em> e <em>tendência ao crescimento</em>, comumente são ensinados para os estudantes de psicologia puramente como conceitos abstratos, sem muita base concreta. A meu ver, esse é um dos motivos para adesão pouco crítica dos que gostam mais da parte <em>mais humanas</em> da psicologia e, por outro lado, para a rejeição dos <em>mais de biológicas </em>que buscam <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-precisa-da-biologia/">uma psicologia mais próxima das ciências naturais</a>.</p>
<p>A separação humanas x biológicas é uma falsa dicotomia, são dois níveis de análise de um mesmo fenômeno. Se considerar &#8220;de humanas&#8221; ou &#8220;de biológicas&#8221; e se fechar em um só nível é um grande limitador em uma ciência interdisciplinar como a Psicologia.</p>
<p>Agora, outro trecho interessante:</p>
<p>&#8220;<strong>Outra influência importante da Psicologia Humanista é a Psicologia da Gestalt</strong>. Da mesma forma que Goldstein, <strong>a Gestalt considera o homem como uma unidade irredutível onde </strong><strong>tudo está relacionado com tudo, e o<em><a href="https://universodapsicologia.com/o-que-significa-o-todo-e-maior-do-que-a-soma-das-partes-nao-e-o-que-voce-pensa-provavelmente/"> todo é mais do que a soma de suas partes</a></em></strong>. É esse espírito holista da Gestalt (assim como sua concepção do comportamento humano como intencional) que foi assimilado pelo movimento.&#8221;</p>
<p>Esse ponto é interessante para pensar sobre <strong>emergência e irredutibilidade de certos fenômenos psicológicos</strong>. Existe uma tendência a se pensar que estudar níveis mais básicos (como biológica, química&#8230;) seria reduzir à psicologia, mas não é o caso. Já questionei se <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-explica-mesmo/">a psicologia explica mesmo</a>, mas também falei também sobre problemas do <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-cientifica-e-reducionista/">reducionismo na psicologia científica</a>.</p>
<p>Uma última curiosidade comentada no artigo: &#8220;(&#8230;) no fim dos anos 40, <strong>Maslow era reconhecido como um talentoso psicólogo experimental</strong>.&#8221;</p>
<p>Isso é surpreendente para muita gente porque também existe a falsa dicotomia entre <em>humanas</em> x experimental. Também não aprendemos a olhar para os vários métodos e integrá-los teoricamente.</p>
<p><strong>O que você achou dessa história entre Neuropsiquiatria e Psicologia Humanista? Faz sentido pra você?</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Paradoxo de Moravec: máquinas x humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 13:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já deve ter ouvido falar de inteligência artificial (IA). É bem conhecido que ela vence humanos no xadrez e faz cálculos em uma velocidade que nenhum humano consegue, por exemplo. Mais recentemente, as IAs [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-paradoxo-de-moravec-maquinas-x-humanos/">O Paradoxo de Moravec: máquinas x humanos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter ouvido falar de inteligência artificial (IA). É bem conhecido que ela vence humanos no xadrez e faz cálculos em uma velocidade que nenhum humano consegue, por exemplo. Mais recentemente, as IAs de linguagem natural, como ChatGPT, também ficaram famosas. Com isso elas atingiram outro nível quando comparamos com habilidades &#8220;humanas&#8221;.</p>
<p>Agora&#8230;você confundiria a lua com um semáforo? Dificilmente. Mas foi <a href="https://www.tecmundo.com.br/mobilidade-urbana-smart-cities/221764-piloto-automatico-tesla-confunde-lua-semaforo-amarelo.htm">o que um piloto automático da Tesla fez</a>.</p>
<p>Quando se compara Inteligência Artificial e inteligência humana, em ciências cognitivas, se fala que: O difícil para nós é fácil para elas (cálculos matemáticos hardcore, vencer campeões de xadrez, fazer multitarefa); o fácil para nós é difícil para elas (percepção visual, entender semântica &#8211; o sentido não literal da linguagem etc).</p>
<p>(inclusive você está ensinando percepção visual para a inteligência artificial quando fica completando aqueles captchas, do tipo &#8220;selecione todos os quadros com semáforos&#8221;&#8230;)</p>
<p>Isso pode ser explicado pelo <em>paradoxo de Moravec</em>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1884" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/paradoxo_de_moravec_inteligencia_artificial_psicologia.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/paradoxo_de_moravec_inteligencia_artificial_psicologia.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/paradoxo_de_moravec_inteligencia_artificial_psicologia-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/paradoxo_de_moravec_inteligencia_artificial_psicologia-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/paradoxo_de_moravec_inteligencia_artificial_psicologia-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/paradoxo_de_moravec_inteligencia_artificial_psicologia-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<h2><em>O paradoxo de Moravec</em></h2>
<p>Segundo o <em>paradoxo de Moravec</em>, em inteligência artificial e robótica, o raciocínio requer muito pouca computação, mas as habilidades de sensação, percepção e motoras requerem computação pra caramba.</p>
<p>Para o Marvin Minsky (aquele que disse que o <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-freud-foi-o-primeiro-bom-teorico-de-ia-inteligencia-artificial/">Freud foi o primeiro bom teórico de inteligência artificial</a>), as habilidades humanas mais difíceis de fazer engenharia reversa são as que estão abaixo do nível de percepção consciente: &#8220;Em geral, estamos menos cientes do que nossas mentes fazem melhor&#8221;.</p>
<p>Steven Pinker disse o seguinte: &#8220;<strong>a principal lição de trinta e cinco anos de pesquisa em IA é que os problemas difíceis são fáceis e os problemas fáceis são difíceis</strong>&#8220;.</p>
<h3>Como a inteligência artificial pode ter dificuldade com coisas tão simples?</h3>
<p>Uma possível explicação para o paradoxo, segundo o próprio Moravec, está na biologia. As habilidades mais &#8220;básicas&#8221; (como percepção e movimento) são muito mais antigas do que pensamento abstrato, portanto foram otimizadas por muito mais tempo pela seleção natural.</p>
<p><strong>Essas habilidades humanas mais antigas são em grande parte inconscientes</strong>. Por isso <em>parecem</em> <em>fáceis</em> para nós, apesar de serem extremamente complexas.</p>
<p>Você já conhecia o <em>Paradoxo de Moravec</em>? O que achou?</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-paradoxo-de-moravec-maquinas-x-humanos/">O Paradoxo de Moravec: máquinas x humanos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>&#8220;Por que Freud foi o primeiro bom teórico de IA (Inteligência Artificial)&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 14:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Por que Freud foi o primeiro bom teórico de IA (inteligência artificial)&#8221; te soa estranho? Pois este é exatamente o título de um texto do Marvin Minsky (Why Freud Was the First Good Al Theorist). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<em>Por que Freud foi o primeiro bom teórico de IA (inteligência artificial)</em>&#8221; te soa estranho? Pois este é exatamente o título de um texto do Marvin Minsky (<em>Why Freud Was the First Good Al Theorist</em>).<br />
<img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1879" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/freud_inteligencia_artificial_cognicao_neurociencia.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/freud_inteligencia_artificial_cognicao_neurociencia.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/freud_inteligencia_artificial_cognicao_neurociencia-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/freud_inteligencia_artificial_cognicao_neurociencia-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/freud_inteligencia_artificial_cognicao_neurociencia-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/freud_inteligencia_artificial_cognicao_neurociencia-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>O Marvin Minsky foi um dos grandes nomes da história da ciência cognitiva. Ele escreveu softwares pra modelar a cognição humana (decisão e resolução de problemas, por exemplo) que foram importantes não só pra Inteligência Artificial (tentando criar mentes artificiais), mas também pra psicologia (a modelagem computacional ajuda a entender melhor a cognição humana).</p>
<p>Já ouviu falar dele?</p>
<blockquote><p>&#8220;(&#8230;) 1995 is the centennial of the first good book on structural psychology, namely Freud’s Interpretation of Dreams, which came out in 1895. It’s the first major work which discusses the mind as though there weren’t a single little homunculus or mastermind in the middle of it pulling the strings.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;(&#8230;) 1995 é o centenário do primeiro bom livro sobre psicologia estrutural, ou seja, <em>A interpretação dos sonhos</em> de Freud, que foi publicado em 1895. <strong>É o primeiro trabalho importante que discute a mente como se não houvesse um único e pequeno homúnculo ou mente mestra no meio dela, puxando as cordas</strong>.&#8221; &#8211; Marvin Minsky</p></blockquote>
<h3>Você já ouviu falar de hipótese do homúnculo quando se fala de mente?</h3>
<p>Uma crítica comum ao &#8220;mentalismo&#8221; é que falar sobre &#8220;mente&#8221; leva a considerar que há um homúnculo (um pequeno homem ou uma versão em miniatura de você) que te controla por dentro. Daí pode surgir a questão: &#8220;Se tem um eu dentro de mim me controlando, quem controla esse eu? E pra controlar esse mini-eu, tem outro eu (um microminieu)?&#8221;</p>
<blockquote><p>&#8220;O livro de Freud é o primeiro que conheço que diz que na mente não há uma única coisa. Há pelo menos três ou quatro sistemas principais.&#8221; &#8211; Marvin Minsky</p></blockquote>
<p>A crítica ao homúnculo costuma aparecer na Análise do comportamento, baseada na filosofia do Behaviorismo Radical de Skinner, e é uma boa crítica para o nosso pensamento&#8230; no senso comum.</p>
<p>O Minsky cita que isso já não era assim com o Freud&#8230;há mais de 120 anos!</p>
<p>E não era mesmo. <strong><em>Isso, eu e supereu</em> (<em>id/ego e superego</em>) não sao realmente &#8216;bonequinhos&#8217; brigando dentro da cabeça, são metáforas de processos mentais</strong>.</p>
<blockquote><p>&#8220;O motivo pelo qual sugeri que ele <em>(Freud)</em> foi um grande pesquisador de IA é que, ao tentar criar essa teoria de como as motivações das pessoas funcionavam no período de 1895 e alguns anos depois, ele escreveu esse longo ensaio, parte do qual se perdeu, para o <em>Projeto de Psicologia Científica</em>. O projeto não foi publicado até por volta de 1950 por Carl Pribram, e tem pequenos diagramas que são como rede neurais, mas mais parecidos com a teoria da motivação hidráulica pela qual, mais tarde, Nikolaas Tinbergen e Konrad Lorenz ganharam o Prêmio Nobel, esse diagrama que é a base da teoria ecológica moderna.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;<strong>Freud é uma figura importante porque ele foi o primeiro a considerar que a mente é uma grande e complicada mistura de diferentes tipos de maquinário que são especializados para diferentes funções</strong>. Se observarmos o cérebro, encontraremos 400 peças diferentes de arquitetura de computador com seus próprios barramentos e arquitetura um pouco diferente.&#8221;</p></blockquote>
<figure id="attachment_1878" aria-describedby="caption-attachment-1878" style="width: 1319px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1878" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-22-005801.png" alt="" width="1319" height="617" data-wp-editing="1" /><figcaption id="caption-attachment-1878" class="wp-caption-text">Freud, no <em>Projeto para uma psicologia científica</em> (1895), falando de&#8230;neurônios!</figcaption></figure>
<p>Freud falando de neurociência&#8230;&#8221;<em>Ok, dá pra entender, o cara era neurologista e tal. Agora, Inteligência Artificial?!</em>&#8221;</p>
<p>Acredite, nenhuma das duas conexões é bizarra como pode te parecer a princípio. A verdade é que aprendemos as coisas separadas e não <em>vemos</em> as conexões. E quer saber de uma outra conexão meio óbvia que ninguém faz? Com Psicologia Cognitiva!</p>
<p>Ué, claro. No fundo, <strong>Freud, Neurociência, Inteligência Artifical e Psicologia Cognitiva estão falando sobre a mesma coisa: cérebro e mente</strong> (que é atividade do cérebro).</p>
<p>E sabe o que mais se conecta com isso tudo? Análise do comportamento! Mas paro por aqui. Não quero parecer arrogante com esse meme, mas&#8230; <em>poucos estão preparados para essa conversa</em>.</p>
<p>Enquanto ficarmos presos dentro de escolas da psicologia (psicanálise, análise do comportamento, psicologia cognitiva&#8230;) e até mesmo dentro da psicologia (desconsiderando outras áreas, como Inteligência Artificial e Neurociência &#8211; que fazem partes das Ciências Cognitivas junto com a Psicologia), vamos estranhar esse tipo de conexão que o Marvin Minsky fez.</p>
<hr />
<p>Freud, S. (1895). <em>Projeto para uma psicologia científica</em>.</p>
<p>Minsky, M. (2013). <em>Why Freud Was the First Good AI Theorist</em>. In The Transhumanist Reader (eds M. More and N. Vita-More). https://doi.org/10.1002/9781118555927.ch16</p>
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		<title>O fundador do psicodrama e a estatística: dessa você também não sabia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 19:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia quantitativa (matemática/estatística)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar do psicodrama, criado por Jacob Levy Moreno? Uma definição possível é essa, de um texto intitulado exatamente de O que é psicodrama? (Was ist Psychodrama?) &#8220;Das Verfahren Psychodrama in all seinen [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar do <strong><em>psicodrama</em></strong>, criado por Jacob Levy Moreno?</p>
<p>Uma definição possível é essa, de um texto intitulado exatamente de <em>O que é psicodrama?</em> (<a href="https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-531-92550-9_2"><em>Was ist Psychodrama?</em></a>)</p>
<blockquote><p>&#8220;Das Verfahren Psychodrama in all seinen Anwendungsfeldern ist die handelnde oder szenische Darstellungdes inneren Erlebens einer oder mehrerer Personen sowie deren äußerer Situationen.&#8221;</p>
<p>&#8220;O método do psicodrama em todos os seus campos de aplicação é a atuação ou representação cênica da experiência interior de uma ou mais pessoas e suas situações externas.&#8221;</p></blockquote>
<p>O psicodrama também pode ser definido como um método de ação, que pode ser utilizado como psicoterapia, que envolve encenação, representação, dramatização. Dito de um modo menos preciso, porém mais didático (o que serve bem para começar a entender o negócio), <strong>psicodrama pode ser considerado uma mistura de psicologia e teatro</strong>.</p>
<p>Exemplo: o psicodrama, na prática, pode incluir um palco onde pessoas encenam situações passadas, interações interpessoais ou processos mentais internos e podem pensar de forma diferentes sobre tudo isso.</p>
<p>Você há de convir comigo que teatro é uma das disciplinas mais &#8220;de humanas&#8221; que existem, no senso comum. Ainda juntando com psicologia, que também é considerada uma disciplina de humanas, vira um negócio mais &#8220;de humanas&#8221; ainda, certo?</p>
<p>Agora, pensa comigo: o que <del>caralhos</del> raios isso teria a ver com matemática?</p>
<p><em>Aí é que tá! (</em>eu te diria numa mesa de bar).</p>
<h3>1º ato, a história desconhecida:</h3>
<p>Jacob Levy Moreno nasceu na Romênia em 1889 e morreu em 1974. Foi psiquiatra, psicólogo, sociólogo e fundador do <em>Teatro da Espontaneidade</em> (o <em>Stegreiftheater</em>, uma companhia de teatro improvisado). Foi aí que Moreno criou o psicodrama.</p>
<p>No entanto, para espanto de muitos, <strong>o Moreno também criou algo que é visto como <em>nada a ver</em> com o psicodrama: a sociometria</strong>.</p>
<p><em>A sociometria é um método quantitativo para medir relações sociais.</em></p>
<p>O próprio <strong>Jacob Moreno definiu a sociometria</strong> como</p>
<blockquote><p>&#8220;<em>a investigação da evolução e organização de grupos e a posição dos indivíduos dentro deles</em>.&#8221; &#8220;<em>As explorações sociométricas revelam as estruturas ocultas que dão forma a um grupo: as alianças, os subgrupos, as crenças ocultas, as agendas proibidas, os acordos ideológicos, as &#8220;estrelas&#8221; do show</em>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Também disse que</p>
<blockquote><p>&#8220;<em>A principal tarefa metodológica da sociometria tem sido a revisão do método experimental para que possa ser aplicado efetivamente aos fenômenos sociais</em>.&#8221;</p></blockquote>
<figure id="attachment_1862" aria-describedby="caption-attachment-1862" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1862 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/sociogramas_jacob_moreno.jpg" alt="" width="900" height="585" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/sociogramas_jacob_moreno.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/sociogramas_jacob_moreno-300x195.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/sociogramas_jacob_moreno-768x499.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-1862" class="wp-caption-text">Uma das criações de Moreno na sociometria foi o sociograma, um gráfico que representa os indivíduos como pontos/nós e as relações entre eles como linhas. Ele também criou uma revista científica chamada <em>Sociometry</em> (<em>Sociometria</em>).</figcaption></figure>
<p>Moreno também é considerado como um dos fundadores da <em>análise de redes sociais</em>, uma área da sociologia que estuda quantitativamente o papel de indivíduos em grupos pela análise da rede de conexões entre os integrantes. Apesar de não ser só sobre redes sociais online, elas também estão incluídas. O Facebook, por exemplo, se baseia amplamente na sociometria dos usuários.</p>
<p>Agora, olha que interessante:</p>
<figure id="attachment_1863" aria-describedby="caption-attachment-1863" style="width: 594px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1863 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/analise_de_redes_big_five_personalidade.jpg" alt="" width="594" height="450" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/analise_de_redes_big_five_personalidade.jpg 594w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/analise_de_redes_big_five_personalidade-300x227.jpg 300w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /><figcaption id="caption-attachment-1863" class="wp-caption-text">Esta é uma rede/gráfico resultante de uma análise de redes. Mais especificamente, ela é uma representação gráfica de cálculos estatísticos de uma pesquisa sobre personalidade (mais especificamente ainda, é uma pesquisa usando o <a href="https://universodapsicologia.com/big-five-a-teoria-da-personalidade-mais-aceita-na-ciencia/">modelo <em>Big Five</em> da personalidade</a>: cada cor de bolinha é um dos cinco fatores)</figcaption></figure>
<p>Minhas pesquisas na universidade são em <strong>psicologia quantitativa</strong>. Volta e meia compartilho algo sobre isso <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">lá no Instagram</a>.</p>
<figure id="attachment_1864" aria-describedby="caption-attachment-1864" style="width: 581px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1864 size-large" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/psicologia_quantitativa_instagram-581x1024.jpg" alt="" width="581" height="1024" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/psicologia_quantitativa_instagram-581x1024.jpg 581w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/psicologia_quantitativa_instagram-170x300.jpg 170w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/psicologia_quantitativa_instagram.jpg 717w" sizes="(max-width: 581px) 100vw, 581px" /><figcaption id="caption-attachment-1864" class="wp-caption-text">Essa é minha visão nos dias finais para entregar a dissertação.</figcaption></figure>
<p>Nas pesquisas em que participo, utilizamos <em>psicometria</em> (uma junção entre psicologia e estatística) e <em><strong>ciência de redes</strong></em> (que também usa estatística, teoria dos grafos da matemática e outras coisinhas).</p>
<p><strong> E quem é um dos precursores (inimaginável) da ciência de redes? </strong></p>
<p><strong>Jacob Levy Moreno! Ele mesmo, o fundador do psicodrama!</strong></p>
<p>As imagens a seguir são de um dos livros do Moreno:</p>

<a href='https://universodapsicologia.com/o-fundador-do-psicodrama-e-a-estatistica-dessa-voce-tambem-nao-sabia/captura-de-tela-2023-08-17-160726/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160726-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160726-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160726-300x300.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160726.png 703w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://universodapsicologia.com/o-fundador-do-psicodrama-e-a-estatistica-dessa-voce-tambem-nao-sabia/captura-de-tela-2023-08-17-160812/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160812-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160812-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160812-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://universodapsicologia.com/o-fundador-do-psicodrama-e-a-estatistica-dessa-voce-tambem-nao-sabia/captura-de-tela-2023-08-17-160828/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160828-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160828-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160828-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://universodapsicologia.com/o-fundador-do-psicodrama-e-a-estatistica-dessa-voce-tambem-nao-sabia/captura-de-tela-2023-08-17-160840/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160840-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160840-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160840-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://universodapsicologia.com/o-fundador-do-psicodrama-e-a-estatistica-dessa-voce-tambem-nao-sabia/captura-de-tela-2023-08-17-160854/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160854-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160854-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160854-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://universodapsicologia.com/o-fundador-do-psicodrama-e-a-estatistica-dessa-voce-tambem-nao-sabia/captura-de-tela-2023-08-17-160912/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160912-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160912-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/Captura-de-tela-2023-08-17-160912-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>

<p>Jacob Levy Moreno &amp; Helen H. Jennings, 1938. <em>Statistics of social configurations.</em></p>
<h4>Quando você imaginaria que o <em>pai do psicodrama</em> teria tanto algo ver com matemática?</h4>
<h3> 2º ato, chego ao ponto central do meu argumento: o conhecimento despedaçado.</h3>
<p><em>Aí é que tá! </em>Quase ninguém sabe disso, assim como quase ninguém sabe que existe <em><a href="https://universodapsicologia.com/voce-sabia-que-existe-psicologia-matematica-provavelmente-nao/">psicologia matemática</a>.</em></p>
<p>O modo geral de pensar o conhecimento é separando-o em áreas (como humanas, exatas e biológicas). Uma consequência prejudicial disso é <strong>limitar nossa capacidade de entender o mundo a uma só dessas áreas</strong>.</p>
<p>Esse exemplo tratado aqui é um dos melhores, pois usa dois pontos aparentemente extremos, considerados <em>nada a ver</em> um com o outro e até aparentemente contraditórios. No senso comum, teatro é &#8220;coisa de humanas&#8221; e matemática é &#8220;coisa de exatas&#8221;. As áreas são separadas, quem se considera de uma não olha para a outra e perdemos o que tem de bom em uni-las.</p>
<p><strong>Jacob Moreno é um ótimo exemplo de como a psicologia pode ser integrativa</strong>. Em primeiro lugar, é possível <strong>juntar áreas do conhecimento</strong> (humanas, exatas e biológicas). Em segundo lugar, é possível <strong>ultrapassar os limites das escolas de psicologia e linhas de psicoterapia</strong>. Moreno era considerado um psicólogo da tradição da Gestalt e fundou o Psicodrama, que viu como &#8220;o próximo passo lógico além da psicanálise&#8221; de Freud <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>O que achou da história do Moreno com psicodrama e estatística? Comenta aí.</p>
<p>E compartilha também. Propagar essa visão é um caminho para <strong>superar a eterna e pouco produtiva (até destrutiva) &#8220;guerra de abordagens&#8221; da psicologia brasileira</strong>.</p>
<hr />
<p>Referências:</p>
<p>Jacob L. Moreno, Helen H. Jennings, Laurent Beauguitte, Françoise Bahoken. Moreno et Jennings,<br />
1938, <em>Statistics of social configurations</em>. Traduction commentée: Version traduite et commentée.</p>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Sociometry">Sociometry, </a><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Jacob_L._Moreno">Jacob L. Moreno, </a><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Network_science">Network Science</a>. <em>Wikipedia</em>, the free encyclopedia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-fundador-do-psicodrama-e-a-estatistica-dessa-voce-tambem-nao-sabia/">O fundador do psicodrama e a estatística: dessa você também não sabia!</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Psicologia e economia de dinheiro$ &#124; com Fernanda da Oinc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 23:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Oinc é um cofrinho digital que te ajuda a guardar dinheiro de forma automática através do cartão de crédito: https://www.useoinc.com.br Artigos que fizemos sobre psicologia e economia: Como lidar com a ansiedade financeira https://psicoativo.com/2021/07/como-lidar-com-a-ansiedade-financeira.html [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color">A Oinc é um cofrinho digital que te ajuda a guardar dinheiro de forma automática através do cartão de crédito: </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color"><a class="yt-core-attributed-string__link yt-core-attributed-string__link--display-type yt-core-attributed-string__link--call-to-action-color" tabindex="0" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbmpJNDVkYnlmTXZLTkFQd040aXcyNUZjRmozQXxBQ3Jtc0tuZmxrc1lLVVZ5VVdDVjNhVWYwc2FEWXVDZUVUWUl2YmlORzhhNGRfLU0yWjhNNG9weGtLcUVfMDBzLS0zU3l6NVlIWnRDcTNIY3BKcTFFSUs1bUJOZTd5elVtcVg5Y2stWjdOd1ctaHVmVEcwNDRTWQ&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.useoinc.com.br%2F&amp;v=nVvNGjaefq8" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://www.useoinc.com.br</a></span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Artigos que fizemos sobre psicologia e economia:</span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Como lidar com a ansiedade financeira</span></p>
<p><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbTdPYzNqOHZPa2xQYUY1SEN5a2MxOE9FX25xUXxBQ3Jtc0trNHJ3YWVIeGdreTJFNUx5MG16VmthVmdMemhqTGdfMEY2by0wT2dfdVRKNDNyN09WcTJTRmdvNnJJQ0ZyZ0Y2QkFmdEVST1loQkdEUWdRT2xVVjN4S0xfTkFZOUhSdDlZMENxbklVM2ZaM0xtdlliSQ&amp;q=https%3A%2F%2Fpsicoativo.com%2F2021%2F07%2Fcomo-lidar-com-a-ansiedade-financeira.html&amp;stzid=UgwfJ0_GK-kuOMae_oF4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://psicoativo.com/2021/07/como-lidar-com-a-ansiedade-financeira.html</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">O que você perde quando gasta seu dinheiro?</span></p>
<p><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbkZ4ZWNiLVNfVmN0dVo1bTk5V0JVYXYxM3dSZ3xBQ3Jtc0treERCZnFLQzBkYU1pQUw4SUkwRExOMW9rSXdzYkpuNG1TZzRDclMzWS1qdlBDZk9wMkpOdE5jT0FnOG5iNVFsMWFvT051MHV3UHJIZk9uOXdCd0RyOHAzcGEtZmo4UFJHaGZoUFF5UnFQdnJyUXhCQQ&amp;q=https%3A%2F%2Fblog.useoinc.com.br%2Fo-que-voce-perde-quando-gasta-seu-dinheiro%2F&amp;stzid=UgwfJ0_GK-kuOMae_oF4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://blog.useoinc.com.br/o-que-voce-perde-quando-gasta-seu-dinheiro/</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Isso te faz gastar mais dinheiro (mas pode te fazer economizar também)</span></p>
<p><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbEZrQUY5bjItS1libzBBZDkzNkdrUHdDWVBld3xBQ3Jtc0ttc20xN2FpTEsybk1jdHhhaWxQemlFdV9GazFmNGQtQV90Y0VrbFVIMGRLNFlBTmZlNWhUZ3pTLVk3SnFEUlNXV3JFVUE4LWE0YkZYVjU2RHJ2TG40YlhyWS15QktKV1RFT0laNGxDdFh2M0ZoLUx1Zw&amp;q=https%3A%2F%2Fblog.useoinc.com.br%2Fisso-te-faz-gastar-mais-dinheiro-mas-pode-te-fazer-economizar-tambem%2F&amp;stzid=UgwfJ0_GK-kuOMae_oF4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://blog.useoinc.com.br/isso-te-faz-gastar-mais-dinheiro-mas-pode-te-fazer-economizar-tambem/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Psicologia e economia de dinheiro$ | com Fernanda da Oinc" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/nVvNGjaefq8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Psicologia do desejo: gatilhos x metas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 15:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pensou na Psicologia do desejo? Interessante, né? Encontrei um livro que se chama exatamente&#8230;A Psicologia do Desejo (The Psychology of Desire). É curioso como os desejos nos afetam tanto mas, mesmo assim, quase [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou na <strong>Psicologia do desejo</strong>? Interessante, né? Encontrei um livro que se chama exatamente&#8230;<em>A Psicologia do Desejo</em> (<a href="https://amzn.to/3DHuU9R" target="_blank" rel="noopener"><em>The Psychology of Desire</em></a>).</p>
<p>É curioso como os desejos nos afetam tanto mas, mesmo assim, quase nada se fala sobre eles. Como eles surgem? Do que se alimentam? O que fazer com eles?</p>
<p>Neste livro (<em>A Psicologia do Desejo</em>) tem um trecho que levanta uma questão desse tipo:</p>
<blockquote><p>&#8220;Como o desejo surge, aumenta e diminui? O que torna algumas coisas tão atraentes que chamam nossa atenção, ocupam nossos pensamentos e alimentam nosso desejo? Quais mecanismos ampliam o desejo e de acordo com quais princípios o desejo é saciado?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As teorias do desejo precisam abordar a interação, muitas vezes complexa, das características do estímulo no ambiente e as predisposições em nós mesmos (ou seja, estados de necessidade, histórico de aprendizado) que fornecem o &#8220;terreno fértil&#8221; contra o qual esses estímulos externos podem ter seus efeitos poderosos. seus efeitos poderosos.&#8221;</p></blockquote>
<p>O diagrama a seguir é interessante:</p>
<figure id="attachment_1846" aria-describedby="caption-attachment-1846" style="width: 506px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1846 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/psicologia_do_desejo_teoria_intrusao.png" alt="" width="506" height="727" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/psicologia_do_desejo_teoria_intrusao.png 506w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/psicologia_do_desejo_teoria_intrusao-209x300.png 209w" sizes="(max-width: 506px) 100vw, 506px" /><figcaption id="caption-attachment-1846" class="wp-caption-text">A teoria elaborada da intrusão da motivação, mostrando a contribuição dos gatilhos (caixas externas arredondadas), pensamentos intrusivos (<em>desire thoughts</em>/pensamentos de desejo&#8221;), e imagens sensoriais para o desejo (caixa quadrada central). As setas grossas mostram o ciclo de processamento controlado de imagens conscientes e afeto associado; as setas finas representam influências automáticas sobre o desejo.</figcaption></figure>
<p>Não precisa se preocupar em entender o diagrama. O que quero compartilhar de interessante aqui é que já é possível ver <strong>formas de controlar/evitar o desejo: uma delas é evitar os gatilhos ambientais</strong>.</p>
<p>(Não é uma grande novidade, mas é algo que não costuma nos vir à mente frequentemente quando temos desejo, não é algo que aprendemos a ponto de automatizar).</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quais são os gatilhos para o seu desejo por chocolate? Fácil né?</span></p>
<figure id="attachment_1847" aria-describedby="caption-attachment-1847" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1847 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/chocolate.jpg" alt="" width="900" height="448" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/chocolate.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/chocolate-300x149.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/08/chocolate-768x382.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-1847" class="wp-caption-text">Esse aqui é um chocolate que tomei no último domingo. O desejo por ele já se instalou nos meus neurônios de maneira irreversível. Agora essa foto serve de gatilho, e até lembrar do lugar também.</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora&#8230; quais são os seus gatilhos para o desejo de comer aveia? (&#8220;Será que isso existe mesmo?&#8221;) </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode não ter desejo por aveia, mas pode ter desejo por ficar saudável, diminuir o <em>pânceps</em> (o &#8216;músculo&#8217; da barriguinha), parecer <em>Health LifeStyle</em> no Instagram. Quais são os disparadores desses desejos? O que te lembraria todo dia de comer aveia? <strong>Mexa no seu ambiente</strong>.</span></p>
<p>Curiosamente, quando li isso já pensei em um exemplo que serviria para um trecho do livro que eu li depois:</p>
<blockquote><p>&#8220;No entanto, nosso relato prevê que um grande número de pistas muito diversas podem estar potencialmente envolvidas no acionamento de simulações de recompensa, tornando essa estratégia difícil de ser colocada em prática. Além disso, supomos que essas pistas podem ser difíceis de serem identificadas por um indivíduo, já que as conceitualizações situadas normalmente não chegam ao conhecimento consciente. Além disso, o controle do ambiente de uma pessoa, como remover ou evitar sinais relevantes, pode não ser possível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O controle das pistas que ativam as conceitualizações situadas de de uma forma menos abrangente pode ser obtido por meio da preparação de metas. Quando alguém apresenta pistas no ambiente de uma pessoa que ativam conceitualizações situadas associadas a metas específicas (por exemplo, conceitualizações situadas de comportamentos a serem executados quando se está fazendo dieta), os comportamentos que podem facilitar a busca desses objetivos provavelmente ocorrerão como inferências de conclusão de padrão, mas somente entre aqueles indivíduos que armazenaram  conceitualizações situadas relevantes de experiências anteriores (por exemplo, pessoas que fazem dieta). Como resultado, comportamentos como comprar e comer alimentos com alto teor calórico terão menos probabilidade de ocorrer após esses primes, em comparação com comportamentos como pedir uma salada salada saudável&#8221;</p></blockquote>
<p>O meu exemplo de chocolate x aveia/dieta serve exatamente para isso (não se preocupe em entender o texto citado, o exemplo abaixo já explica o que quero compartilhar).</p>
<p><strong>Controlar gatilhos do ambiente pode funcionar bem, mas nem sempre isso é possível</strong> (imagina que sua mãe faz o melhor bolo de cenoura e o cheiro te transforma em outra pessoa&#8230;pode ser até que pensar na sua mãe te leve a lembrar do bolo de cenoura e isso ativa seu desejo&#8230;)</p>
<p><strong>Dá pra combater isso com <em>preparação de metas</em></strong> (uma tradução mais ou menos de <em>goal priming</em>). Quanto mais gatilhos fortes você instalar para o seu comportamento de dieta, mais forte seu desejo pela aveia se torna e menos forte o desejo pelo bolo se torna.</p>
<p>(Já viu autocontrole de fisiculturista? Conseguem trocar bolo de cenoura por 7 refeições de arroz+frango batidos no liquidificador).</p>
<p><strong>A Psicologia do desejo é fascinante</strong>, né? Estranhamente vemos pouco dela. Mesmo o meu tema do mestrado sendo dependência digital (&#8220;vício&#8221;), que tem tudo a ver com desejo, ainda tem muita coisa que quero saber sobre esse tema. E você? Se se interessou também, fala aí comigo nos comentários. Seu comentário pode ser um gatilho para o meu desejo de publicar mais sobre essa parte da psicologia <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f601.png" alt="😁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-do-desejo-gatilhos-x-metas/">Psicologia do desejo: gatilhos x metas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Personalidade é resultado da genética ou do ambiente?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/personalidade-e-resultado-da-genetica-ou-do-ambiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 16:42:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>______________________________________ &#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com &#x2705; Receba todas as novidades do Universo da Psicologia → Por Email → Por Telegram &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter _____________________________________________________ Quem sou eu: Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia. Saiba mais [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/personalidade-e-resultado-da-genetica-ou-do-ambiente/">Personalidade é resultado da genética ou do ambiente?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="Personalidade é genética ou resultado do ambiente?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/LKbEUX-D2uo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>______________________________________</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f0.png" alt="📰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: <a href="https://universodapsicologia.com/">https://universodapsicologia.com</a></p>
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<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia.<br />
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		<item>
		<title>Boa! Uma introdução à Psicologia Matemática em português :)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/boa-uma-introducao-a-psicologia-matematica-em-portugues/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/boa-uma-introducao-a-psicologia-matematica-em-portugues/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 03:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=1827</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como falei em outro momento, ninguém conhece a Psicologia Matemática. Mas agora tem uma novidade que pode ajudar: um novo artigo científico, de autores brasileiros, tem como objetivo justamente ser uma introdução à Psicologia Matemática. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/boa-uma-introducao-a-psicologia-matematica-em-portugues/">Boa! Uma introdução à Psicologia Matemática em português :)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como falei em outro momento, <a href="https://universodapsicologia.com/voce-sabia-que-existe-psicologia-matematica-provavelmente-nao/">ninguém conhece a <strong><em>Psicologia Matemática</em></strong></a>. Mas agora tem uma novidade que pode ajudar: <a href="https://www.scielo.br/j/ptp/a/nmHf6LnbF7jSJcpQQtnbn3v/?lang=pt">um novo artigo científico,</a> de autores brasileiros, tem como objetivo justamente ser uma introdução à Psicologia Matemática.</p>
<blockquote><p>&#8220;O objetivo principal do presente trabalho é fornecer uma introdução à abordagem da chamada psicologia matemática, descrevendo os tipos de modelos matemáticos que podem ser utilizados nas diversas áreas da psicologia.&#8221;</p></blockquote>
<p>Um trecho interessante, logo na introdução:</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;A abordagem da psicologia matemática é ao menos tão antiga quanto a própria psicologia científica.&#8221;</strong></p></blockquote>
<p>Estranho que ela seja tão desconhecida, né?</p>
<figure id="attachment_1828" aria-describedby="caption-attachment-1828" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1828 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/4e8d59a9-d683-41ee-9286-b3a3a2a790d2.jpg" alt="psicologia matematica na aprendizagem" width="710" height="592" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/4e8d59a9-d683-41ee-9286-b3a3a2a790d2.jpg 710w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/4e8d59a9-d683-41ee-9286-b3a3a2a790d2-300x250.jpg 300w" sizes="(max-width: 710px) 100vw, 710px" /><figcaption id="caption-attachment-1828" class="wp-caption-text">Inclusive tem um exemplo de uma das áreas em que mais se aplica psicologia matemática: <a href="https://universodapsicologia.com/aprendizagem/">aprendizagem</a>.</figcaption></figure>
<p>Apesar de ser uma área desconhecida, há um link de alguém bem conhecido: <strong>Daniel Kahneman</strong>.</p>
<p>Ele é muito conhecido pelo público geral pelo livro <a href="https://amzn.to/3DvRcLr">Rápido e Devagar: duas formas de pensar</a>. Mas o <strong>prêmio Nobel</strong> dele (e do Tversky, se vivo) veio da <em>teoria dos prospectos</em>, usando psicologia matemática.</p>
<p>Olha o quanto de coisa interessante tem nesse trecho (negritos meus):</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Kahneman e Tversky</strong> encontraram, a partir de uma série de estudos <strong>misturando paradigmas metodológicos tanto de psicologia social quanto de psicologia matemática</strong>, <strong>três regularidades no processo de tomada de decisão social</strong>:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(i) as pessoas <strong>percebem as perdas</strong> que são proporcionais aos ganhos <strong>como de maior magnitude</strong> relativa;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(ii) as pessoas se atentam mais às <strong>mudanças de seus estados de utilidade</strong> (ou seja, quão bom é certo objeto em dado momento) ao invés de valores absolutos de utilidade; e</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(iii) as estimativas de probabilidades subjetivas são influenciadas por <strong>vieses cognitivos</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O impacto dessa teoria abriu portas para a investigação de heurísticas nos processos de tomada de decisão social e para a criação da área de <strong>economia comportamental</strong> (Kahneman, 2003). Além disso, de forma mais modesta como um todo, mas muito forte para a área de psicologia matemática, configurou um resgate dos métodos de teorização formal e de sua importância para a psicologia.&#8221;</p></blockquote>
<p>A partir das referências deste artigo, fui parar em outros, incluindo <a href="https://doi.org/10.1016/j.tics.2015.05.001">um sobre cognição quântica</a>.</p>
<p>Como se não bastasse, além de meter matemática na psicologia os caras ainda inventam <em>modelos quânticos de processamento da informação</em> (que não necessariamente supõe eventos quânticos no cérebro, mas sim usam na psicologia a mesma matemática usada na física quântica).</p>
<p>(Daqui é um pulo para falar que a mente cria o universo e seilaoque, então vamos com calma).</p>
<figure id="attachment_1829" aria-describedby="caption-attachment-1829" style="width: 264px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1829 " src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/3cc45f73-b3eb-47d9-bc70-acc92cbf095d.jpg" alt="O exemplo é sobre prazer em viagem, usando um espaço vetorial para representar respostas possíveis à questão." width="264" height="200" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/3cc45f73-b3eb-47d9-bc70-acc92cbf095d.jpg 808w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/3cc45f73-b3eb-47d9-bc70-acc92cbf095d-300x227.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/3cc45f73-b3eb-47d9-bc70-acc92cbf095d-768x582.jpg 768w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /><figcaption id="caption-attachment-1829" class="wp-caption-text">O exemplo do artigo sobre cognição quântica é sobre prazer em viagem, usando um espaço vetorial para representar respostas possíveis à questão.</figcaption></figure>
<p>Uma última curiosidade: a partir desse papo, também lembrei de quando falei da <a href="https://universodapsicologia.com/economia-dos-relacionamentos-qual-e-o-custo-beneficio-da-sua/">equação inconsciente nos relacionamentos, em uma <em>economia dos relacionamentos</em>.</a> Comentei de uma fórmula para manter a relação boa: manter a proporção entre interações positivas e negativas em 5:1 (cinco positivas para cada uma negativa).</p>
<p><iframe title="Qual é o custo x benefício da sua relação?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/qkIlPxkIe8o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Essa fórmula veio do Gottman, que é autor nesse livro aqui:</p>
<figure id="attachment_1830" aria-describedby="caption-attachment-1830" style="width: 246px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1830 " src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/psicologia_matematica_do_casamento.jpg" alt="Em tradução livre, seria &quot;A matemática do casamento&quot;" width="246" height="367" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/psicologia_matematica_do_casamento.jpg 410w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/psicologia_matematica_do_casamento-201x300.jpg 201w" sizes="(max-width: 246px) 100vw, 246px" /><figcaption id="caption-attachment-1830" class="wp-caption-text">Em tradução livre, seria &#8220;<em>A matemática do casamento</em>&#8220;</figcaption></figure>
<p>Interessante, né?</p>
<p>Você já tinha ouvido falar dessas coisas?</p>
<p><strong>Comenta aí o que tá achando da psicologia matemática.</strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/boa-uma-introducao-a-psicologia-matematica-em-portugues/">Boa! Uma introdução à Psicologia Matemática em português :)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como tratar a angústia de querer voltar no tempo para refazer ações de momentos cruciais?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-tratar-a-angustia-de-querer-voltar-no-tempo-para-refazer-acoes-de-momentos-cruciais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 21:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelas perguntas que recebo, esses problemas relacionados ao passado são bem comuns. Existem diferentes formas de lidar com isso&#8230; O básico sobre isso, pra começar a conversa, é ficar bem consciente do fato objetivo: não [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-tratar-a-angustia-de-querer-voltar-no-tempo-para-refazer-acoes-de-momentos-cruciais/">Como tratar a angústia de querer voltar no tempo para refazer ações de momentos cruciais?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelas perguntas que recebo, esses problemas relacionados ao passado são bem comuns.<br />
Existem diferentes formas de lidar com isso&#8230;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1822" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-3.jpg" alt="Série Dark (voltar ao passado, tempo, arrependimentos)" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-3.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-3-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-3-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-3-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-3-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>O básico sobre isso, pra começar a conversa, é ficar bem consciente do fato objetivo: <span style="text-decoration: underline;">não dá pra mudar o passado</span>.<br />
<strong>Sim, é óbvio. Mas a gente age como se não fosse</strong>. Nós não somos tão racionais quanto pensamos. Pensamos e fazemos muita coisa sem sentido. <strong>Uma das formas de lidar com pensamentos problemáticos sobre o passado é buscar ser mais racional</strong>.</p>
<p>Você pode fazer algo para mudar alguma consequência presente de algo que você fez no passado?</p>
<p>Por exemplo: pedir desculpas, reparar o dano, mudar o rumo da própria vida etc.<br />
Se sim, pode ser muito útil <strong>fazer algo concreto no presente</strong>, isso pode diminuir a &#8220;viagem no tempo mental&#8221; que ficamos fazendo pensando nos &#8220;e se&#8230;&#8221; do passado.</p>
<p>Outra forma de lidar com essa angústia é <strong>repensar a ideia de liberdade individual</strong>.<br />
Aqui é um terreno um pouco mais complexo (não é atoa que fujo de falar sobre liberdade x deteminismo), mas vamos pensar no seguinte: Por que você fez o que fez? Sendo como você é hoje, faria a mesma coisa novamente?</p>
<p>Nossas escolhas e ações não são feitas no vácuo. A forma como você pensa e o que você faz depende do seu ambiente, da sua genética, da cultura em que você vive, das experiências que teve durante sua vida&#8230;<br />
<strong>Hoje, você vê a vida diferente da forma como via no seu passado. Mas você teve que chegar no presente e passar por um processo de aprendizado (mudança) pra isso</strong>.</p>
<p>Agora, <strong>de um ponto vista mais prático: O passado já era, e agora? O que dá pra fazer?</strong></p>
<p><strong>Aprender com os erros</strong>? Com certeza.</p>
<p>Se ver como alguém em processo de aprendizagem ajuda nisso tudo. Você não era perfeita no passado, não é agora e nem será no futuro. O que resta é <strong>fazer o melhor que dá pra fazer no momento</strong>.</p>
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			</item>
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		<title>Dopamina e antecipação (Sapolsky), reforço intermitente e redes sociais</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/dopamina-e-antecipacao-sapolsky-reforco-intermitente-e-redes-sociais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 21:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Uma vez que as contingências de recompensa são aprendidas, a dopamina é menos sobre recompensa do que sobre sua antecipação.&#8221; Robert Sapolsky A expectativa de recompensa pode nos controlar mais do que a recompensa em [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/dopamina-e-antecipacao-sapolsky-reforco-intermitente-e-redes-sociais/">Dopamina e antecipação (Sapolsky), reforço intermitente e redes sociais</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1819" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-2.jpg" alt="dopamina" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-2.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-2-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-2-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-2-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-2-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Uma vez que as contingências de recompensa são aprendidas, a dopamina é menos sobre recompensa do que sobre sua antecipação.&#8221;</p></blockquote>
<p>Robert Sapolsky</p>
<p><strong>A expectativa de recompensa pode nos controlar mais do que a recompensa em si</strong>.</p>
<p>Uma rede social, por exemplo, usa <em>esquema de reforçamento intermitente</em> (que é o mais viciante): ela te dá recompensas às vezes, mas você não sabe exatamente quando.</p>
<p>Quando você não sabe exatamente quando a recompensa vem, busca essa recompensa com mais frequência.</p>
<p>É como uma máquina caça-níqueis.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Não sei quem eu sou (perturbador). Como lidar?&#8221;</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/nao-sei-quem-eu-sou-perturbador-como-lidar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 21:24:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é uma pergunta que recebi no Instagram. Minha resposta abaixo: Autoconhecimento. O que você pensa muito? O que você faz muito? Do que você gosta? Do que não gosta? Quem você admira? Por que? [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/nao-sei-quem-eu-sou-perturbador-como-lidar/">&#8220;Não sei quem eu sou (perturbador). Como lidar?&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma pergunta que recebi no Instagram. Minha resposta abaixo:</p>
<p><strong>Autoconhecimento</strong>.</p>
<p>O que você pensa muito? O que você faz muito? Do que você gosta? Do que não gosta? Quem você admira? Por que? O que te deixa bem? O que deixa mal?</p>
<p>O que quer evitar? Quais são seus objetivos? O que você faz quando ninguém tá olhando?<br />
Como você quer ser visto? O que te desperta interesse? O que te entedia?</p>
<p>Além disso, você pode fazer sua <strong>autoconstrução</strong>.<br />
Quem você quer ser? Por que? O que você acha importante? O que gostaria de fazer da vida? O que precisa pra isso? Gostaria de ser como quem? Por que? O que te animaria todo dia?</p>
<p>Agora, a parte menos legal&#8230;<br />
Além de <strong>pensar</strong> e se <strong>autoobservar</strong>, sugiro que você <strong>registre</strong>.<br />
Escreva/digite ou grave suas respostas em áudio, em vários dias diferentes.<br />
É uma forma de colocar sua cabeça no caminho certo e &#8220;segurar&#8221; o que você pensou de interessante, além de produzir um hábito e uma mudança duradoura.</p>
<p>(temos entre 10.000 e 70.000 pensamentos por dia. De quantos você se lembra hoje?<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f914.png" alt="🤔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />)</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/nao-sei-quem-eu-sou-perturbador-como-lidar/">&#8220;Não sei quem eu sou (perturbador). Como lidar?&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do Eu Observador</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/a-importancia-do-eu-observador/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jul 2023 16:38:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>______________________________________ &#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com &#x2705; Receba todas as novidades do Universo da Psicologia → Por Email → Por Telegram &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Facebook Twitter _____________________________________________________ Quem sou eu: Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-importancia-do-eu-observador/">A importância do Eu Observador</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="A importância do Eu Observador" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/vtZdX_vsngc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>______________________________________</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f0.png" alt="📰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: <a href="https://universodapsicologia.com/">https://universodapsicologia.com</a></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Receba todas as novidades do Universo da Psicologia<br />
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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f3.png" alt="📳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Redes sociais:</p>
<ul>
<li><a href="https://universodapsicologia.com/instagram">Instagram</a></li>
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<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia.<br />
Saiba mais em <a href="https://universodapsicologia.com/sobre">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>A Psicologia científica é reducionista?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/a-psicologia-cientifica-e-reducionista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 13:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao falar sobre questões como a fisicalidade da mente,  a &#8220;hipótese espantosa&#8221; de que pensamentos e sentimentos são atividade fisiológica do cérebro e o fato de que &#8220;a psicoterapia é um tratamento biológico, uma terapia [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-cientifica-e-reducionista/">A Psicologia científica é reducionista?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao falar sobre questões como <a href="https://universodapsicologia.com/como-a-mente-pode-ser-fisica-teoria-computacional-da-mente/">a fisicalidade da mente</a>,  <a href="https://universodapsicologia.com/a-hipotese-espantosa-sobre-mente-e-materia-e-os-fatos/">a &#8220;hipótese espantosa&#8221; de que pensamentos e sentimentos são atividade fisiológica do cérebro</a> e o fato de que &#8220;<a href="https://universodapsicologia.com/a-psicoterapia-e-um-tratamento-biologico-uma-terapia-cerebral-eric-kandel/">a psicoterapia é um tratamento biológico, uma terapia cerebral&#8221;</a>, é de se esperar a objeção de que isso é &#8220;reducionismo biológico&#8221; ou &#8220;reducionismo materialista&#8221;.</p>
<p>Sigamos com Steven Pinker em seu <a href="https://www.amazon.com.br/T%C3%A1bula-rasa-Steven-Pinker/dp/8535904948/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=BU7X9KGSE4KE&amp;keywords=tabula+rasa&amp;qid=1649200182&amp;sprefix=tabula+ras%2Caps%2C199&amp;sr=8-1&amp;ufe=app_do%3Aamzn1.fos.6d798eae-cadf-45de-946a-f477d47705b9"><em>Tabula Rasa</em></a><em> (negritos meus)</em>:</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>A história e a cultura, portanto, podem ser alicerçadas na psicologia, e esta pode ser alicerçada na computação, na neurociência, na genética e na evolução</strong>&#8220;.</p></blockquote>
<p>Essa é uma <strong>visão integrativa do conhecimento</strong>. A realidade é constituída de partes menores que formam partes maiores, níveis mais básicos (no sentido de dar base, fundamentos) onde se sustentam níveis superiores.</p>
<blockquote><p>&#8220;Mas esse tipo de conversa dispara alarmes na mente de muitos que não são cientistas. Eles temem que a consiliência seja uma cortina de fumaça para a tomada hostil das humanidades, artes e ciências sociais pelos filisteus de avental branco. A riqueza de seus temas seria simplificada por um palavrório genérico sobre neurônios, genes e impulsos evolutivos. Esse cenário frequentemente é designado como &#8220;reducionismo&#8221;.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1804" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-1.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-1.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-1-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-1-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-1-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/07/Blog-minimo-para-Google-Discover-1-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>É um alarme que pode ser útil. Por outro lado, pode ser extremamente limitante.</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>O reducionismo, como o colesterol, existe na forma boa e na ruim</strong>. O reducionismo ruim &#8211; também chamado &#8220;reducionismo voraz&#8221; ou &#8220;reducionismo destrutivo&#8221; &#8211; consiste em tentar explicar um fenômeno com base em seus elementos constituintes menores ou mais simples. (&#8230;) Conheço vários cientistas que acreditam (&#8230;) que faremos descobertas na educação, resolução de conflitos e outros temas sociais estudando a biofísica das membranas neurais ou a estrutura molecular da sinapse.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Um dos motivos pelos quais é importante falar de <em>psicologia concreta</em> é evitar que se caia nesse reducionismo</strong>. Uma parte das pessoas, por ver uma psicologia abstrata, busca o que parece mais concreto. <strong>A neurociência é maravilhosa, mas tem seus limites</strong> (como todas as outras áreas do conhecimento).</p>
<blockquote><p>&#8220;Mas o reducionismo voraz está longe de ser a opinião da maioria, e é fácil mostrar por que ele é errado. Como observou o filósofo Hilary Putnam, <strong>nem mesmo o simples fato de que um pino quadrado não se encaixa num buraco redondo pode ser explicado com base em moléculas e átomos, mas somente em níveis de análise mais elevados que envolvem rigidez (independentemente do que torna rígido o pino) e geometria</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Isto é tão confuso quanto interessante. Lembra que &#8220;<a href="https://universodapsicologia.com/o-que-significa-o-todo-e-maior-do-que-a-soma-das-partes-nao-e-o-que-voce-pensa-provavelmente/">O todo é maior do que soma de suas partes</a>&#8220;?</p>
<blockquote><p>&#8220;E se alguém realmente achasse que a sociologia, a história ou a literatura poderia ser substituída pela biologia, por que parar por aí? A biologia poderia, por sua vez, ser resumida a química, e esta a física, e <strong>alguém teria de se virar para explicar as causas da Primeira Guerra Mundial com base em elétrons e quarks</strong>. Mesmo se a Primeira Guerra Mundial não consistisse em nada além de um número muito, muito grande de quarks e um padrão muito, muito complexo de movimento, nada se escalreceria descrevendo-a dessa maneira&#8221;.</p></blockquote>
<p>Aqui as habilidades de raciocínio e escrita do Tio Pinker dão aquela sensação de &#8220;Nossa! É mesmo!&#8221;</p>
<p>O físico e filósofo Mario Bunge também fala dessa impossível ladeira da redução no <a href="https://www.amazon.com.br/Filosof%C3%ADa-psicolog%C3%ADa-Mario-Bunge/dp/9682323258/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=P8M6HM9L6RDI&amp;keywords=filosofia+de+la+psicologia+bunge&amp;qid=1649200152&amp;sprefix=filosofia+de+la+psicologia+bun%2Caps%2C179&amp;sr=8-1&amp;ufe=app_do%3Aamzn1.fos.25548f35-0de7-44b3-b28e-0f56f3f96147"><em>Filosofia de la Psicologia</em></a>. Se me lembro bem, ele responde dessa forma à pergunta sobre a possibilidade da psicologia ser reduzida à neurociência.</p>
<p><strong>A Psicologia não pode ser reduzida, nem pode ser reducionista, nesse sentido do reducionismo voraz</strong>.</p>
<p><strong>Venho falando muito sobre a <em>psicologia concreta</em> porque um dos motivos para a busca por redução é justamente a psicologia abstrata que parece falar de algo que não existe na realidade e, portanto, perde seu valor</strong>.</p>
<p>Por muito tempo lutei contra fenômenos psicológicos que me pareciam abstratos, como as emoções. &#8220;O que que é isso, exatamente? Onde que tá? Como que eu mexo com isso se eu não consigo pegar?&#8221;</p>
<p>Eu ouvia as pessoas falarem de emoções e pareciam que não falavam de nada, na realidade. Eram coisas etéreas, mágicas. <strong>Só entendi realmente as emoções quando descobri que são concretas, materiais, tão reais quanto os quarks</strong>.</p>
<p>Para isso, <strong>precisei da biologia. Não para reduzir a psicologia à biologia, mas para somá-las e ter muito mais entendimento do que teria só olhando para uma delas</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>As pessoas só valorizam quando perdem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jul 2023 15:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Por que homem só valoriza quando perde?&#8221; &#8220;As pessoas só valorizam quando perdem!&#8221; Você já teve ter ouvido ou até mesmo dito esse tipo de frase. É verdade? Por que isso aconteceria? ______________________________________ &#x1f4f0; Blog: https://universodapsicologia.com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<em>Por que homem só valoriza quando perde?</em>&#8221;</p>
<p>&#8220;<em>As pessoas só valorizam quando perdem!</em>&#8221;</p>
<p>Você já teve ter ouvido ou até mesmo dito esse tipo de frase. É verdade? Por que isso aconteceria?</p>
<p><iframe title="As pessoas só valorizam quando perdem?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/rCS8auRyhO4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia.<br />
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		<title>Evitação e ruminação: estratégia simples para sair do ciclo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jun 2023 20:31:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evitação e ruminação são hábitos presentes em vários problemas psicológicos, como ansiedade, estresse e depressão (tanto é que são considerados transdiagnósticos, estão presentes em vários transtornos). Evitar (sensações, situações e ações) e ruminar (pensar demais) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Evitação</em> e <em>ruminação</em> são hábitos presentes em vários problemas psicológicos</strong>, como ansiedade, estresse e depressão (tanto é que são considerados transdiagnósticos, estão presentes em vários transtornos).</p>
<p>Evitar (sensações, situações e ações) e ruminar (pensar demais) pode te impedir de conseguir o que quer e precisa.</p>
<p>Uma estratégia para sair desse ciclo de repetição é determinar um <em>Dia D</em>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1775" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/06/evitacao-ruminacao.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/06/evitacao-ruminacao.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/06/evitacao-ruminacao-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/06/evitacao-ruminacao-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/06/evitacao-ruminacao-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/06/evitacao-ruminacao-450x235.jpg 450w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>O Dia D é um dia para fazer coisas que você se sente mal por não ter feito (você pode chamar de &#8220;<em>Dia D</em>e resolver os b.o.&#8221;).</p>
<p><strong>Nesse dia você vai focar em agir</strong>.</p>
<p>Exemplos:</p>
<ul>
<li>Marcar uma consulta.</li>
<li>Entrar em contato com um amigo.</li>
<li>Fazer aquela tarefa que você tá evitando mas tem de fazer (malditas planilhas!)</li>
<li>Visitar um lugar em que você sempre quis ir mas nunca foi</li>
<li>Arrumar algum problema na casa</li>
<li>Terminar aquele curso que você tá enrolando a meses</li>
</ul>
<p><strong>Não complica</strong></p>
<p>Ao atribuir um dia para fazer algo, você cria um prazo. Para manter simples, faça cada tarefa da maneira mais fácil possível, não da maneira perfeita.</p>
<p>Onde puder, elimine:<br />
&#8220;Tenho que pesquisar antes de&#8230;.&#8221;<br />
&#8220;Eu tenho que pensar sobre&#8230;&#8221;</p>
<p>Exemplo: você não precisa de um grande plano para se encontrar com alguém.</p>
<p>Se você não quer arrumar casa pra receber visitas ou não tem muito dinheiro pra comer fora, marca um encontro na praça, no parque, no boteco da esquina.</p>
<p>Se o importante aqui é o encontro, o resto é complicação desnecessária.</p>
<p><strong>Faça experimentos</strong></p>
<p>Observe os resultados: como você se sente quando não pensa demais e não complica demais as tarefas?</p>
<p>Quanto menos você pensar demais e evitar, menos sentirá que precisa pensar demais e evitar para se proteger de maus resultados.</p>
<p>Com o tempo, você pode incluir o hábito de fazer as tarefas no seu dia a dia, não só no Dia D.</p>
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		<title>Isso pode te impedir de ter o que deseja na relação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 15:36:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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		<title>A influência da convivência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 14:37:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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		<title>Estar só é solidão ou liberdade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 14:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="Estar só é solidão ou liberdade?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Slrcph31ws4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Economia dos relacionamentos: qual é o custo-benefício do seu?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/economia-dos-relacionamentos-qual-e-o-custo-beneficio-da-sua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2023 14:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum que no início dos relacionamentos as pessoas ofereçam muitos benefícios e sejam mais tolerantes com os custos. Mas, com o passar de tempo, costumam diminuir os benefícios que dão enquanto cobram mais [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/economia-dos-relacionamentos-qual-e-o-custo-beneficio-da-sua/">Economia dos relacionamentos: qual é o custo-benefício do seu?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito comum que no início dos relacionamentos as pessoas ofereçam muitos benefícios e sejam mais tolerantes com os custos. Mas, com o passar de tempo, costumam diminuir os benefícios que dão enquanto cobram mais (sem perceber).</p>
<p>Resultado: o custo-benefício da relação diminui. Isso abre espaço para muitos problemas, como brigas, insatisfação, desinteresse, mágoa, raiva, decepção, frustração e por aí vai.</p>
<p><iframe title="Qual é o custo x benefício da sua relação?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/qkIlPxkIe8o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O herói dos negócios e a história não contada</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-heroi-dos-negocios-e-a-historia-nao-contada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 19:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O maquinário criador de sentido do Sistema 1* faz com que vejamos o mundo como mais ordenado, simples, previsível e coerente do que na realidade é*. A ilusão de que se compreende o passado alimenta [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-heroi-dos-negocios-e-a-historia-nao-contada/">O herói dos negócios e a história não contada</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<strong>O maquinário criador de sentido do Sistema 1* faz com que vejamos o mundo como mais ordenado, simples, previsível e coerente do que na realidade é*</strong>.</p>
<p>A ilusão de que se compreende o passado alimenta a ilusão adicional de que se pode prever e controlar o futuro.</p>
<p>Essas ilusões são tranquilizadoras. Reduzem a ansiedade que experimentaríamos se nos permitíssemos admitir inteiramente as incertezas da existência. Todos temos necessidade da mensagem tranquilizadora de que ações têm consequências apropriadas, e de que o sucesso recompensa a sabedoria e a coragem.</p>
<p><strong>Muitos livros de negócios são feitos sob medida para satisfazer essa necessidade.</strong></p>
<p>Uma estimativa muito generosa da correlação entre o sucesso da empresa e a qualidade de seu CEO pode chegar a 0.30, indicando sobreposição de 30%.</p>
<p>Em um mundo bem ordenado e previsível, a correlação seria perfeita (1).</p>
<p><strong>Os consumidores têm sede de uma mensagem clara sobre os determinantes do sucesso e do fracasso nos negócios, e precisam de histórias que ofereçam uma sensação de compreensão, por mais ilusória que seja.</strong></p>
<p>(&#8230;) <strong>histórias de sucesso e fracasso invariavelmente exageram o impacto do estilo de liderança e de práticas gerenciais nos resultados da empresa, e desse modo a mensagem delas raramente é útil.</strong>&#8221;</p>
<p style="text-align: right;"><a href="https://amzn.to/3YrMma8"><span class="S1PPyQ">Kahneman, Rápido e Devagar</span></a></p>
<p>* Sistema 1, na proposta do Kahneman, é nosso modo de pensar automático, rápido, intuitivo.</p>
<p>** negritos meus.</p>
<p><strong>Somos naturalmente atraídos por histórias/narrativas</strong>. Elas estão na história da nossa espécie desde antes da escrita, quando a cultura era transmitida pelas conversas em volta da fogueira. Também somos naturalmente atraídos por buscar agentes no mundo. A Jornada (ou mito) do Herói une essas duas coisas.</p>
<p>Por outro lado, temos uma dificuldade natural com estatística. É difícil e parece não fazer sentido a princípio. Não é nosso modo padrão de pensar.</p>
<p>O problema é que <strong>o agente não é causa única do sucesso</strong>. Ele é uma entre muitas variáveis que influenciam os resultados. <strong>Mas quase ninguém sabe disso, nem o agente, nem quem conhece sua história</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1703" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/03/CHAOS-THEORY-GIF-800x450-1.webp" alt="" width="800" height="450" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/03/CHAOS-THEORY-GIF-800x450-1.webp 800w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/03/CHAOS-THEORY-GIF-800x450-1-300x169.webp 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/03/CHAOS-THEORY-GIF-800x450-1-768x432.webp 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">O mito do herói pode te dar ilusão de controle e conforto. Por outro lado, quando você fracassa pode acreditar que é tudo sua culpa e sofrer por isso.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="S1PPyQ">Entender que o &#8216;herói&#8217; é só uma peça do jogo pode te deixar desconfortável, mas </span><strong><span class="S1PPyQ">entender o jogo te permite superar ilusões e ter maior capacidade de</span> <span class="S1PPyQ">efetivamente produzir mudanças</span></strong><span class="S1PPyQ">.</span></p>
<blockquote>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-center para-style-body"><span class="S1PPyQ">“Se conhecermos as leis da mudança, podemos nos antecipar a elas e a liberdade de ação se tornará então possível”.</span></p>
</blockquote>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-center para-style-body" style="text-align: right;"><span class="S1PPyQ">&#8211; I Ching, O Livro das mutações</span></p>
<h3 class="_04xlpA direction-ltr align-center para-style-body"><a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/"><span class="S1PPyQ">Baixe aqui o ebook </span><span class="S1PPyQ">Psicologia Prática</span></a></h3>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-center para-style-body"><span class="S1PPyQ">São 107 técnicas, passo a passo, para você fazer mudanças reais.</span></p>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1586 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/capa-wolf-wp-pagina-ebooks.png" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-heroi-dos-negocios-e-a-historia-nao-contada/">O herói dos negócios e a história não contada</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como conseguir mais sinceridade das outras pessoas</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-conseguir-mais-sinceridade-das-outras-pessoas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 00:58:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como fazer as pessoas serem mais sinceras com você? Existem vários fatores que influenciam na sinceridade das pessoas e não percebemos bem muitos deles. Se você quer aprender mais um monte de técnicas de Psicologia [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-conseguir-mais-sinceridade-das-outras-pessoas/">Como conseguir mais sinceridade das outras pessoas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como fazer as pessoas serem mais sinceras com você?</h2>
<p>Existem vários fatores que influenciam na sinceridade das pessoas e não percebemos bem muitos deles.</p>
<p><iframe title="Como conseguir mais sinceridade das outras pessoas" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/dtJXWv-RMxE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<hr />
<h3>Se você quer aprender mais um monte de técnicas de Psicologia para usar nos seus relacionamentos com outras pessoas, <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">baixe o meu ebook Psicologia Prática</a>.</h3>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1589 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites.png" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites.png 1280w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites-300x169.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites-1024x576.png 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites-768x432.png 768w" alt="" width="1280" height="auto" /></a></p>
<hr />
<p>Quem sou eu:</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Os determinantes do humor segundo Daniel Kahneman</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/os-determinantes-do-humor-segundo-daniel-kahneman/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 17:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O humor das pessoas é realmente determinado principalmente pela sua composição genética e personalidade, e em segundo lugar pelo seu contexto imediato, e apenas em terceiro e quarto lugar por preocupações e inquietações e outras [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/os-determinantes-do-humor-segundo-daniel-kahneman/">Os determinantes do humor segundo Daniel Kahneman</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O humor das pessoas é realmente determinado principalmente pela sua composição genética e personalidade, e em segundo lugar pelo seu contexto imediato, e apenas em terceiro e quarto lugar por preocupações e inquietações e outras coisas do gênero.&#8221; Daniel Kahneman</p></blockquote>
<p>Aqui, humor não é sinônimo de comédia. Em ciência, <strong>humor pode ser definido como um estado emocional de curta duração, geralmente de baixa intensidade</strong>. Assim, você pode estar com humor alegre, humor irritável, humor triste (a depressão, por exemplo, é um transtorno do humor).</p>
<p>Apesar de focarmos no que acontece com nós (situações/eventos) como causa do que sentimos, isso é só parte da história. A outra parte é como somos: (como percebemos, interpretamos e reagimos).</p>
<p>Duas pessoas podem ter reações muitos diferentes à mesma situação. Uma das principais causas, como o Kahneman disse, é a <span style="text-decoration: underline;">personalidade</span>.</p>
<p>Saber sobre sua personalidade te dá uma visão ampla de como você é e funciona. Isso te permite prever e controlar melhor sua vida, incluindo seu humor.</p>
<h3>E você pode fazer um teste de personalidade científico gratuitamente agora, online.</h3>
<p>1) <a href="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fforms.gle%2FwgWdTd1quHrDjt737%3Ffbclid%3DIwAR01Yn7WODSPYziXTFGsWSOwQJvFN3pdl6vWQfnsir-yrA-Be6SbETDgLjM&amp;h=AT1Lxc-_ATjlCtTL7shmaHW9l1CxbN30F2mPwvWZaz0JT32oKNT9TfV1FPgpgCQfQtEBPuVNbjBficCZ5YhnyDKTnZ4InphKz6BQ18Us37BSNDb49F00tsPS13ZNekwrB51y&amp;__tn__=R]-R&amp;c[0]=AT0agvOgVOdIzcyeXdo37ZVUe7DfLDx5aiEv6Txlc2skfYRsIitb1F_mLo_y8p4GPMTIgV-EGFzM4vcSvTRTvf9PLsrs7XQ3mmM8Ugt4PzKn9ChEvyfP9oxvX5eC0XbFMhCTffakZR0jDV1JCc2f0yg0TvYC6Q">Clique neste link</a><br />
2) Responda à pesquisa<br />
*<br />
O teste de personalidade está incluso na pesquisa que você irá responder. Enviaremos os resultados dentro de alguns dias, por email <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/os-determinantes-do-humor-segundo-daniel-kahneman/">Os determinantes do humor segundo Daniel Kahneman</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A personalidade pode mudar?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/a-personalidade-pode-mudar/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/a-personalidade-pode-mudar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 22:57:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=1678</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mesmo que os traços de personalidade representem uma tendência no comportamento do indivíduo, estes traços não são imutáveis, sendo características psicológicas que podem mudar ao longo do ciclo vital. Ou seja, a personalidade pode mudar. Seus traços de personalidade neste momento não precisam ser determinantes de como você será sempre. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-personalidade-pode-mudar/">A personalidade pode mudar?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo que os traços de personalidade representem uma tendência no comportamento do indivíduo, estes traços não são imutáveis, sendo características psicológicas que podem mudar ao longo do ciclo vital.</p>
<p>Ou seja, <strong>a personalidade pode mudar</strong>.</p>
<p>Seus traços de personalidade neste momento não precisam ser determinantes de como você será sempre.</p>
<p>Inclusive, <strong>ter conhecimento sobre sua personalidade pode te ajudar a mudar</strong> aspectos dela, caso você queira.</p>
<p>Além disso, o comportamento envolve uma interação entre a personalidade de uma pessoa e as ​​situações.</p>
<p><strong>A situação em que alguém se encontra desempenha um papel em como ela pode reagir</strong>.</p>
<p>Exemplo: mesmo uma pessoa muito extrovertida vai estar mais quieta em um funeral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://forms.gle/VimibZo5Evq8JTx78"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1655" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-personalidade-pode-mudar/">A personalidade pode mudar?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Caso: problemas de comunicação no relacionamento conjugal</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/caso-problemas-de-comunicacao-no-relacionamento-conjugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 00:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de comunicação é um grande problema nos relacionamentos conjugais, mas a comunicação mal feita também. Nesse vídeo, uso um caso para ilustrar o estrago que isso pode causar e como melhorar a comunicação [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/caso-problemas-de-comunicacao-no-relacionamento-conjugal/">Caso: problemas de comunicação no relacionamento conjugal</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de comunicação é um grande problema nos relacionamentos conjugais, mas a comunicação mal feita também. Nesse vídeo, uso um caso para ilustrar o estrago que isso pode causar e como melhorar a comunicação no relacionamento interpessoal, mencionando pontos como comunicação assertiva e feedback.</p>
<p><iframe title="Caso: problemas de comunicação no relacionamento conjugal" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Vk0LQR6o07E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1670-2" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/caso-problemas-de-comunicacao-no-relacionamento-conjugal/caso-problemas-de-comunicacao-no-relacionamento-conjugal.mp3?_=2" /><a href="https://archive.org/download/caso-problemas-de-comunicacao-no-relacionamento-conjugal/caso-problemas-de-comunicacao-no-relacionamento-conjugal.mp3">https://archive.org/download/caso-problemas-de-comunicacao-no-relacionamento-conjugal/caso-problemas-de-comunicacao-no-relacionamento-conjugal.mp3</a></audio>
<hr />
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<hr />
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c4.png" alt="📄" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: https://universodapsicologia.com/</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Podcast de #Psicologia: https://universodapsicologia.com/podc&#8230;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Receba todas as novidades do Universo da Psicologia<br />
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		<title>Este é um exercício antiperfeccionismo</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 00:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tá feito. &#x1f48e; Blog: https://universodapsicologia.com Instagram: https://universodapsicologia.com/instagram Quem sou eu: Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre https://archive.org/download/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo/">Este é um exercício antiperfeccionismo</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tá feito.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: <a href="https://universodapsicologia.com">https://universodapsicologia.com</a></p>
<p><img decoding="async" class="small-emoji emoji style-scope yt-formatted-string" src="https://www.youtube.com/s/gaming/emoji/7ff574f2/emoji_u1f4f3.png" alt="&#x1f4f3;" /><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"> Instagram: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbkxkMDNHWm1RWlRNN05Lel96R3BScjBEU2Zhd3xBQ3Jtc0tteFhFWFBqUE15RmFoNlFMTnhPZ204cVZEc1p1Sk5DT0dvRjRyUUxBRGp3b0FvSzVnaTNFMUlsUlRaOTZiRkFFLUdfNExacVQ2Rm5NMVRQQXRvRTNjV29yZkZURXVZVTZoUkQtWEdtXzF4MlVPbWJBOA&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Finstagram&amp;stzid=UgwN3fBhCIgXGzn11NZ4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/instagram</a></p>
<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia.<br />
Saiba mais em <a href="https://universodapsicologia.com/sobre">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>
<p><iframe title="Este é um exercício antiperfeccionismo" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/5H8ZB0xWKEI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1668-4" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo.mp3?_=4" /><a href="https://archive.org/download/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo.mp3">https://archive.org/download/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo.mp3</a></audio>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/este-e-um-exercicio-antiperfeccionismo/">Este é um exercício antiperfeccionismo</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Big Five: A teoria da personalidade mais aceita na ciência</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/big-five-a-teoria-da-personalidade-mais-aceita-na-ciencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2023 15:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A teoria de personalidade dominante: Big Five &#8211; Os 5 grandes traços de personalidade Existem muitas teorias da personalidade. Muitas delas nem são científicas, mas mesmo considerando apenas o campo científico, ainda há várias teorias [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/big-five-a-teoria-da-personalidade-mais-aceita-na-ciencia/">Big Five: A teoria da personalidade mais aceita na ciência</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A teoria de personalidade dominante: Big Five &#8211; Os 5 grandes traços de personalidade</h2>
<p>Existem muitas teorias da personalidade. Muitas delas nem são científicas, mas mesmo considerando apenas o campo científico, ainda há várias teorias diferentes sobre personalidade. Apesar de ser um campo bem interesse de discussão, há uma teoria mais aceita pela comunidade científica atualmente (apesar de bem pouco conhecida pelas pessoas em geral).</p>
<p><strong>O modelo mais utilizado para avaliação de personalidade é o dos <em>Big Five</em> (<em>Os Cinco Grandes Fatores da Personalidade</em>).</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1660" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/big_five_teoria_da_personalidade_tracos.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/big_five_teoria_da_personalidade_tracos.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/big_five_teoria_da_personalidade_tracos-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/big_five_teoria_da_personalidade_tracos-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/big_five_teoria_da_personalidade_tracos-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/big_five_teoria_da_personalidade_tracos-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<h2>Quais são os 5 fatores da personalidade?</h2>
<p>A teoria Big Five da personalidade inclui os seguintes traços:</p>
<ul>
<li><em><strong>Neuroticismo</strong></em>: reflete a capacidade de ajustamento social e emocional;</li>
<li><em><strong>Extroversão</strong></em>: a quantidade e intensidade das interações interpessoais;</li>
<li><em><strong>Amabilidade</strong></em>: relaciona-se com a preocupação, cooperação e harmonia social;</li>
<li><em><strong>Abertura</strong></em>: consiste na tendência em procurar experiências novas</li>
<li><em><strong>Conscienciosidade</strong></em>: refere-se à organização e ao comportamento dirigido à realização.</li>
</ul>
<p>É importante notar o seguinte: aqui a personalidade <em>não é uma questão de categorias</em>, mas de <span style="text-decoration: underline;">graus</span>.</p>
<p>Todas as pessoas tem os cinco traços de personalidade, mas em níveis diferentes.</p>
<p>Exemplo 1: Ninguém é <em>neurótico </em>OU <em>não neurótico</em>, todos tem um certo grau de neuroticismo.</p>
<p>Exemplo 2: Cada pessoa tem um nível de extroversão.</p>
<figure id="attachment_1661" aria-describedby="caption-attachment-1661" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1661 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/introversao_extroversao.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/introversao_extroversao.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/introversao_extroversao-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/introversao_extroversao-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/introversao_extroversao-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/introversao_extroversao-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-1661" class="wp-caption-text">Continuum do traço <em>extroversão</em>, um dos cinco fatores da personalidade na teoria Big Five. Cada pessoa está em um ponto do continuum. Todos tem o traço extroversão, mas em diferentes graus.</figcaption></figure>
<h3>Como se chegou aos 5 traços?</h3>
<p>Os cinco grandes traços (Big Five) são resultado de grandes estudos estatísticos das respostas aos itens de testes de personalidade. Usando uma técnica chamada análise fatorial, os pesquisadores puderam observar respostas das pessoas do mundo todo a centenas de questões que refletem a personalidade.</p>
<p>O resultado de todo esse trabalho indicou que, embora existam variáveis ​​de personalidade ilimitadas, essas cinco se destacam em termos de explicar muitas respostas de uma pessoa a perguntas sobre sua personalidade.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/big-five-a-teoria-da-personalidade-mais-aceita-na-ciencia/">Big Five: A teoria da personalidade mais aceita na ciência</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>O que é personalidade?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-que-e-personalidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2023 16:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como podemos definir a personalidade? A personalidade pode ser definida como um conjunto característico de padrões cognitivos, emocionais e comportamentais estável ao longo do tempo. Ou, de forma mais detalhada: um conjunto de padrões estáveis relativos à experiência emocional, sociabilidade, crenças, valores e atitudes previsíveis, com razoável confiabilidade, em diferentes [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-personalidade/">O que é personalidade?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Como podemos definir a personalidade?</h3>
<p><strong>A personalidade pode ser definida como um conjunto característico de padrões cognitivos, emocionais e comportamentais estável ao longo do tempo</strong>.</p>
<p>Ou, de forma mais detalhada: <em>um conjunto de padrões estáveis relativos à experiência emocional, sociabilidade, crenças, valores e atitudes previsíveis, com razoável confiabilidade, em diferentes circunstâncias</em>.</p>
<h3>Exemplo: como um traço de personalidade pode afetar a vida das pessoas</h3>
<p>Uma pessoa com um grau maior de <em>introversão</em> (pouca extroversão)</p>
<ul>
<li>frequentemente se cansa quando interage muito com pessoas,</li>
<li>valoriza ficar sozinha e</li>
<li>tende a socializar menos.</li>
</ul>
<p>Esse <strong>padrão</strong> tende a se manter ao longo do tempo, ou seja, é &#8220;<em>uma parte de como a pessoa é</em>&#8220;.</p>
<p><strong>A personalidade revela muito sobre como você é</strong>. Ela indica <strong>padrões de pensamento, sentimento e comportamento que são estáveis ao longo do tempo</strong>.</p>
<p>Saber sobre sua personalidade é essencial para você se conhecer e se entender.</p>
<hr />
<h2>Quer saber como é sua personalidade?</h2>
<h2>Faça um teste de personalidade científico gratuito!</h2>
<p><a href="https://forms.gle/VimibZo5Evq8JTx78" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1655 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2023/01/teste-personalidade-blog-jpg-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-personalidade/">O que é personalidade?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inconsciente? &#124; Freud x Popper? &#124; Antiansiedade &#124; EMDR &#124; &#x1f40c;Slow&#8230;</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/inconsciente-freud-x-popper-antiansiedade-emdr-%f0%9f%90%8cslow/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/inconsciente-freud-x-popper-antiansiedade-emdr-%f0%9f%90%8cslow/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 23:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=1636</guid>

					<description><![CDATA[<p>Olá o/ Como estão as coisas por aí? Colocando em prática os projetos de ano novo? Eu sim. Mas isso não necessariamente é fazer mais coisas. No meu caso, é fazer menos. Entre meus objetivos [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/inconsciente-freud-x-popper-antiansiedade-emdr-%f0%9f%90%8cslow/">Inconsciente? | Freud x Popper? | Antiansiedade | EMDR | &#x1f40c;Slow&#8230;</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olá o/</p>
<p>Como estão as coisas por aí? <a href="https://universodapsicologia.com/quais-promessas-de-ano-novo-voce-nao-vai-realizar/">Colocando em prática os projetos de ano novo</a>? Eu sim. Mas isso não necessariamente é fazer mais coisas. No meu caso, é fazer <em>menos</em>.</p>
<p>Entre meus objetivos estão (1) me matar menos de estudar e trabalhar e (2) ter tempo para outras coisas, incluindo descansar. Tô conseguindo por enquanto.</p>
<p>Acho importante comentar isso pra contrariar a suposição comum de que ter objetivos é algo que vai te cansar mais. Você já ouvi falar da <a href="https://amzn.to/3khzXXZ" target="_blank" rel="noopener"><em>Sociedade do Cansaço</em></a>? Já falei um pouco dela aqui:</p>
<p><iframe title="Ficar sentado e Sociedade do cansaço" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/NCVPMHVFzBw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Outro conceito que pode ajudar a nós, pessoas cansadas, é a <strong><em>lentificação</em></strong>. Na verdade isso nem existe, tô inventando agora. Mas você pode entender do que estou falando ao dar uma olhada nos movimentos recentes como <em><a href="https://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/241328" target="_blank" rel="noopener">slow work</a>, slow food, slow life</em>&#8230;que tratam de fazer as coisas mais devagar. Isso ajuda também a diminuir a ansiedade em uma cultura de hiperprodutividade como essa em que estamos vivendo.</p>
<p>Falando nisso, apresentei em vídeo a <em>técnica de visita indesejada </em>(é só um nome pra te ajudar a lembrar) que pode te ajudar a <strong>diminuir a ansiedade não controlando-a, mas deixando de deixar que ela te controle</strong>. Não entendeu? Assiste o vídeo que vai ficar claro <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><iframe title="Técnica contra ansiedade - a visita indesejada" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/kNVsJ23ZOZk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ainda sobre técnicas, existe uma técnica chamada <strong>EMDR </strong>que usa o movimento dos olhos e há muitas promessas que ela pode resolver traumas, ansiedade e depressão, entre outras coisas. <strong>Usei essa técnica como exemplo de um grande erro cometido ao estudar e usar técnicas de psicologia</strong>. Ps.: assista &#8211; com a mente aberta. Há quem tire conclusões só pelo título (como aconteceu nesse vídeo mesmo) e perca o mais importante, que é o raciocínio desenvolvido sobre o assunto.</p>
<p><iframe title="Um grande erro no uso de técnicas de psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/c4P3wJaQLOQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O último vídeo que trago hoje é sobre <strong>um dos assuntos que mais me interessam: inconsciente</strong>. Você já pensou em como é possível saber que há algo inconsciente (já que, por definição, não há consciência disso&#8230;)?</p>
<p><iframe title="Como é possível saber se algo é inconsciente?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/3NDe7NoOS74?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>*<br />
Curiosamente (já que eu não planejei isso&#8230;.conscientemente), <strong>os processos mentais inconscientes tem relação com várias publicações que fiz recentemente</strong>.</p>
<p>&#8220;<a href="https://www.youtube.com/post/UgkxfXkFRAp7wenzdxbsiWKA7IvZRj5K1ZSS" data-cke-saved-href="https://www.youtube.com/post/UgkxfXkFRAp7wenzdxbsiWKA7IvZRj5K1ZSS">Vemos o mundo em termos de nossas teorias</a>&#8221; &#8211; Thomas Kuhn</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">Vemos o mundo em termos de nossas teorias.</p>
<p>Thomas Kuhn <a href="https://t.co/zal7p1Gwb4">pic.twitter.com/zal7p1Gwb4</a></p>
<p>— Tiago Azevedo | Ud Psicologia (@udpsicologia) <a href="https://twitter.com/udpsicologia/status/1595518478026514432?ref_src=twsrc%5Etfw">November 23, 2022</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br />
Propositalmente, só publiquei a frase, não expliquei nada. Com certeza as diversas pessoas que leram entenderam isso de forma diferente, ou seja, de acordo com suas próprias teorias. É também uma questão de <strong>constituição biológica</strong>. Até nossas teorias naturais &#8211; nossas intuições sobre física e psicologia (atribuição da causalidade ao movimento de objetos, animismo etc) só são como são por causa da nossa constituição física.</p>
<p>As teorias realmente não são independentes do mundo concreto. Muito pelo contrário&#8230;elas também dependem da <strong>cultura</strong>, como falei <a href="https://www.instagram.com/p/CmW3cuSpxqe/" data-cke-saved-href="https://www.instagram.com/p/CmW3cuSpxqe/">em um post anterior</a>.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CmW3cuSpxqe/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
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<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
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<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/CmW3cuSpxqe/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Tiago Azevedo (@universodapsicologia.com.br)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>As outras três publicações são sobre:</p>
<p>1. a importância do estudo do cérebro</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Funiversodapsicologia.com.br%2Fposts%2Fpfbid0Bs7vqtHuNDPat1pahRCciFqo6etY1NjGR21xUMkb55BrJVQULLfZN12tCqx4jw2Jl&amp;show_text=true&amp;width=500" width="500" height="589" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>2. <a href="https://www.instagram.com/p/CnNAt0spsFU/" data-cke-saved-href="https://www.instagram.com/p/CnNAt0spsFU/">cérebro dividido e histórias erradas que inventamos sobre nós mesmos</a></p>
<p>3. projeção do nosso passado em relacionamentos atuais</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CnUokrKp3hM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
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<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
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<div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/CnUokrKp3hM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Tiago Azevedo (@universodapsicologia.com.br)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Sobre esse último, tem uma curiosidade: a <strong>projeção </strong>é um conceito famoso na psicanálise, um dos mecanismos de defesa do ego dos quais Freud (Sigmund e Anna) falavam muito. O autor da frase que compartilhei, falando da projeção, é ninguém menos que Karl Popper!</p>
<p>Popper foi um dos maiores críticos da psicanálise e é um dos principais nomes quando se fala em ciência. Tornando uma longa história curta: <strong>há uma grande treta entre fãs da Popper e fãs de Freud</strong>. Logo&#8230;<strong>o que eu compartilhei pode ficar parecendo uma grande contradição</strong>, percebe?</p>
<p>O mais legal é que&#8230;não é. Há uma secular briga de fãs-clubes e uma falsa dicotomia aí. Veja: eu falei de <strong>inconsciente e projeção</strong>, que são popularmente associados com psicanálise. Ao mesmo tempo, falei de coisas que muitos associam com &#8220;<em>cientificismo positivista</em>&#8220;, como cérebro, experimentos e Popper. Na cabeça da maioria das pessoas, são coisas separadas e opostas. Mas na verdade <u>não são</u>.</p>
<p>Isso fica confuso na cabeça da maioria das pessoas, e deve ficar na sua também. Não é algo que dá pra explicar ou entender rapidamente mas, de vez em sempre eu tô falando disso. Continua comigo que tem muita coisa legal pela frente <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>***</p>
<p>Abraço</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/inconsciente-freud-x-popper-antiansiedade-emdr-%f0%9f%90%8cslow/">Inconsciente? | Freud x Popper? | Antiansiedade | EMDR | &#x1f40c;Slow&#8230;</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quais promessas de Ano Novo você NÃO vai realizar?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/quais-promessas-de-ano-novo-voce-nao-vai-realizar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Dec 2022 21:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ano Novo pode ter um grande significado para você ou pode não ter nenhum significado. Você pode pensar em significado, propósitos, expectativas, desejos, aspirações, sonhos e, ainda assim, não ter nenhuma mudança concreta na [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/quais-promessas-de-ano-novo-voce-nao-vai-realizar/">Quais promessas de Ano Novo você NÃO vai realizar?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1627" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/12/now-b632c07f-b24d-4708-8f0c-c39fc46e2bc6-1210-680.jpg" alt="" width="900" height="300" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/12/now-b632c07f-b24d-4708-8f0c-c39fc46e2bc6-1210-680.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/12/now-b632c07f-b24d-4708-8f0c-c39fc46e2bc6-1210-680-300x100.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/12/now-b632c07f-b24d-4708-8f0c-c39fc46e2bc6-1210-680-768x256.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>O Ano Novo pode ter um grande significado para você ou pode não ter nenhum significado.</p>
<p>Você pode pensar em significado, propósitos, expectativas, desejos, aspirações, sonhos e, ainda assim, não ter nenhuma mudança concreta na sua vida.</p>
<p>O que você quer mudar no próximo ano?</p>
<p><strong>O que você pode fazer para começar a mudar isso AGORA?</strong></p>
<h3>Algumas formas de realmente mudar sua vida:</h3>
<ol>
<li>idealizar menos e <strong>realizar</strong> mais.</li>
<li>sair do limbo das abstrações e <strong>pensar de forma concreta</strong> em como mudar as coisas.</li>
<li>em vez de esperar que o próximo ano ano traga mudanças, <strong>fazer o que você pode</strong> para buscá-las.</li>
<li>transformar os &#8220;eu quero que seja assim&#8221; por <strong>objetivos, metas e planos da mudança claros e palpáveis</strong>.</li>
</ol>
<p>Isso não é uma apologia ao &#8220;tudo depende de você&#8221;. Isso é besteira. Muita coisa está fora do seu controle.</p>
<p>O ponto é: <strong>você ainda pode mudar muita coisa</strong>.</p>
<p>Em vez de te <em>desejar</em> um Feliz Ano Novo ideal, eu tô <em>agindo</em> pra te ajudar a <strong>agir e criar</strong> concretamente (com muito pleonasmo pra reforçar) mudanças reais na sua vida e no seu novo ano.</p>
<h2>Quer um manual de instruções pra te ajudar a mudar seu novo ano?</h2>
<p>Baixa aí o ebook <strong><em><a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida</a></em></strong>.</p>
<p>(não vai enrolar esperando o ano virar, hein?)</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/quais-promessas-de-ano-novo-voce-nao-vai-realizar/">Quais promessas de Ano Novo você NÃO vai realizar?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O amor existe? Ou é apenas uma reação química para reprodução?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/amor-existe-ou-e-e-apenas-uma-reacao-quimica-que-obriga-os-animais-a-se-reproduzirem/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/amor-existe-ou-e-e-apenas-uma-reacao-quimica-que-obriga-os-animais-a-se-reproduzirem/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 23:03:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tô revendo Rick &#38; Morty pela terceira ou quarta vez.  Não lembro em qual episódio acontece, mas uma frase do Rick sobre o amor se tornou uma das mais populares: “O que as pessoas chamam de amor [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/amor-existe-ou-e-e-apenas-uma-reacao-quimica-que-obriga-os-animais-a-se-reproduzirem/">O amor existe? Ou é apenas uma reação química para reprodução?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tô revendo Rick &amp; Morty pela terceira ou quarta vez.  Não lembro em qual episódio acontece, mas uma frase do Rick sobre o amor se tornou uma das mais populares: “<em><strong>O que as pessoas chamam de amor é apenas uma reação química que obriga os animais a se reproduzir</strong></em>. <em>Isso te atinge de um jeito, Morty, e então vai desaparecendo lentamente, deixando você encalhado em um casamento falho.</em>&#8221;</p>
<p>A ideia não é nova, você vê sempre por aí. Mas será que ela tá certa? Será que, então, o amor não existe? É só um processo bioquímico em prol da reprodução?</p>
<p>Nesse episódio eu falo <del>muito</del> ou pouco sobre isso.</p>
<hr />
<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia.<br />
Saiba mais em <a href="https://universodapsicologia.com/sobre">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>
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<p><iframe title="O amor existe mesmo ou não? São só processos biológicos?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/izz9BUbHPJ4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/amor-existe-ou-e-e-apenas-uma-reacao-quimica-que-obriga-os-animais-a-se-reproduzirem/">O amor existe? Ou é apenas uma reação química para reprodução?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Felicidade como ilusão x Felicidade como emoção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2022 22:53:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse episódio falo sobre a felicidade como ilusão, felicidade como emoção, esteira hedônica, uma pesquisa interessante sobre felicidade com pessoas paraplégicas e pessoas que ganharam na loteria, temperamento e personalidade, dinheiro e psicobiologia/neurociências.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse episódio falo sobre a felicidade como ilusão, felicidade como emoção, esteira hedônica, uma pesquisa interessante sobre felicidade com pessoas paraplégicas e pessoas que ganharam na loteria, temperamento e personalidade, dinheiro e psicobiologia/neurociências.</p>
<p><iframe title="Perdendo a felicidade na busca pela felicidade" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/khzoXWv4B4Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Você sabia que existe Psicologia matemática?!</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/voce-sabia-que-existe-psicologia-matematica-provavelmente-nao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2022 18:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pensou na existência de uma relação entre matemática e psicologia? Você sabia que existe uma área chamada de psicologia matemática? Enquanto eu dava uma olhada no New Handbook of Mathematical Psychology (Novo manual [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/voce-sabia-que-existe-psicologia-matematica-provavelmente-nao/">Você sabia que existe Psicologia matemática?!</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou na existência de uma relação entre matemática e psicologia? Você sabia que existe uma área chamada de <em><strong>psicologia matemática</strong></em>?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1591 alignleft" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/psicologia_matematica_handbook.jpeg" alt="" width="240" height="323" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/psicologia_matematica_handbook.jpeg 540w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/psicologia_matematica_handbook-223x300.jpeg 223w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" />Enquanto eu dava uma olhada no <a href="https://amzn.to/3T8xs5S"><em>New Handbook of Mathematical Psychology</em></a> (<em>Novo manual de Psicologia Matemática</em>), publiquei <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">no Instagram</a> uma enquete para testar minha impressão de que ninguém conhece a área. E deu isso mesmo: <strong>quase ninguém sabe que a <em>psicologia matemática</em> existe</strong>.</p>
<p>(93% responderam que não sabiam. O único que sabia da existência era o <a href="https://www.instagram.com/cn_ves/">Caio Neves</a>, mas ele é uma exceção à regra. Um dos motivos é que ele estudou nos EUA. Publiquei no YouTube uma série de vídeos com ele nos quais conversamos, entre outras coisas, sobre <a href="https://www.youtube.com/watch?v=YqKc-YB80mY">a formação em psicologia e neurociência nos EUA e suas diferenças em relação à formação no Brasil</a>).</p>
<p><strong>A próxima imagem ajuda a explicar porque ninguém conhece as relações entre matemática e psicologia</strong>. É meme, claro, mas ilustra bem algumas diferenças entre a formação em psicologia fora e dentro do Brasil.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-1593 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/estatistica_na_psicologia_meme.jpg" alt="" width="1079" height="1035" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/estatistica_na_psicologia_meme.jpg 1079w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/estatistica_na_psicologia_meme-300x288.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/estatistica_na_psicologia_meme-1024x982.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/estatistica_na_psicologia_meme-768x737.jpg 768w" sizes="(max-width: 1079px) 100vw, 1079px" />O gráfico mostra, em verde fluorescente, que <strong>estatística é metade de todo conteúdo aprendido durante a graduação em psicologia</strong>. O meme provavelmente foi feito por alguém dos EUA ou Inglaterra, mas vale pra muitos outros países que são potências científicas.</p>
<p>Fora daqui se vê muito mais estatística e metodologia científica, por exemplo. Se lá é 50% do curso, aqui não chega a 5% (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Qco9uyZxdkk">nesse vídeo aqui</a> comentei sobre <em>estatística na faculdade de psicologia</em> &#8211; na minha graduação e como costuma ser nas graduações no Brasil).</p>
<p>(Já que estamos falando de estatística e metodologia científica: que fique claro que nenhum desses números é exato, são apenas estimativas a partir de impressões pessoais).</p>
<p>Para a maioria das pessoas interessadas em psicologia, estatística e metodologia científica não são os assuntos mais interessantes. Mas eles tem enorme utilidade. Não servem apenas para fazer pesquisa, servem também para entender pesquisas. Também ajudam muito a pensar melhor, de forma geral, e a tornar a psicologia mais séria, relevante e efetiva.</p>
<p>Mas <strong>a estatística não é a única forma de associação entre psicologia e matemática</strong>.</p>
<h3>Psicologia matemática na Psicofísica</h3>
<p>A <em>psicofísica</em> é outro bom exemplo da aplicação da matemática na psicologia. Nessa área, inclusive, podemos encontrar <em><strong>leis da psicologia</strong></em> (o status de <em>lei científica</em> não é fácil de ser obtido).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1592 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/lei_de_fechner_psicologia_matematica.jpg" alt="" width="1079" height="967" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/lei_de_fechner_psicologia_matematica.jpg 1079w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/lei_de_fechner_psicologia_matematica-300x269.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/lei_de_fechner_psicologia_matematica-1024x918.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/lei_de_fechner_psicologia_matematica-768x688.jpg 768w" sizes="(max-width: 1079px) 100vw, 1079px" /></p>
<p>O gráfico acima representa <strong>a <em>Lei de Fechner (</em></strong>ou<strong><em> Lei de Weber-Fechner)</em></strong>, que trata de sensação. Ela é representada em uma função logarítmica. Enquanto o estímulo aumenta geometricamente, a sensação aumenta aritmeticamente.  (Como você pode ver aí, os malditos logaritmos &#8211; que a gente nunca entende pra que servem na escola &#8211; estão na psicologia também).</p>
<h3><em>&#8220;Mas a Psicologia não é uma das ciências humanas?&#8221;</em></h3>
<p>Como todo mundo sabe, a psicologia é muito associada com a área de ciências humanas.</p>
<p>Menos gente sabe, mas <strong>a psicologia também é uma ciência biológica</strong> (inclusive é alocada no departamento de ciências biológicas em várias universidades).</p>
<p>Quase ninguém sabe, mas <strong>a psicologia também usa fortemente a matemática</strong>.</p>
<h3><em>&#8220;E a divisão entre humanas, biológicas e exatas? Como fica a Psicologia?&#8221;</em></h3>
<p>Pois é, é uma divisão artificial. A realidade é um só, o que é dividida é a nossa percepção dela.</p>
<p>Um grande problema que decorre disso é que não te avisam. <strong>Se você pensa que a psicologia é só uma área de humanas, tende a cometer um monte de erros</strong> (assim como quem acha, por exemplo, que dá pra explicar tudo a nível biológico ou por métodos quantitativos)</p>
<p>O pensamento em disciplinas (psicologia, neurociências, sociologia etc) e o pensamento em áreas do conhecimento (humanas, biológicas, exatas) é útil para formar especialistas e dividir trabalho. No entanto, a realidade não se deixa reduzir a seu curso ou trabalho.</p>
<h3>Superando limites artificiais do conhecimento sobre psicologia /comportamento humano</h3>
<p><strong>Acreditar que uma parte é o todo é uma grande ilusão generalizada</strong>. A pílula vermelha te mostra que você sabe menos do que acreditava saber. Mas também te leva a saber o que pouca gente sabe.</p>
<p>No começo vai doer, seus olhos vão arder. Mas <strong>você verá a realidade de outra forma, e isso te mudará</strong>.</p>
<p><strong>O conhecimento sobre o comportamento humano não está contido dentro das caixas, mas está no conjunto de caixas e nas relações entre elas</strong>.</p>
<p>Para acessá-lo, você precisa ver além da própria caixa. Isso significa <strong>ver</strong><br />
<strong>&#8211; além das escolas/abordagens de psicologia,</strong><br />
<strong>&#8211; além da própria psicologia (e de quaisquer disciplinas individuais) e</strong><br />
<strong>&#8211; além de uma área do conhecimento (de humanas, biológicas ou exatas)</strong></p>
<p><strong>Não deixe as fronteiras geográficas e institucionais te limitarem.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="tenor-gif-embed" data-postid="17201569" data-share-method="host" data-aspect-ratio="1.30612" data-width="100%"><a href="https://tenor.com/view/apenas-que-busquem-conhecimento-seek-knowledge-et-bilu-qual-a-sua-mensagem-para-a-terra-what-is-your-message-to-earth-gif-17201569">Apenas Que Busquem Conhecimento Seek Knowledge GIF</a>from <a href="https://tenor.com/search/apenas+que+busquem+conhecimento-gifs">Apenas Que Busquem Conhecimento GIFs</a></div>
<p><script type="text/javascript" async src="https://tenor.com/embed.js"></script></p>
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		<item>
		<title>Como estudar Psicologia por conta própria: Dicas + Cursos online gratuitos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-estudar-psicologia-por-conta-propria-dicas-cursos-online-gratuitos/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/como-estudar-psicologia-por-conta-propria-dicas-cursos-online-gratuitos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 22:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já pensou em estudar Psicologia sozinho, por conta própria? Talvez você acredite que estudar psicologia seja algo limitado a quem faz faculdade de psicologia, psicólogos e cientistas. Ou você pode estar em alguma dessas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já pensou em <strong>estudar Psicologia sozinho, por conta própria</strong>?</p>
<p>Talvez você acredite que estudar psicologia seja algo limitado a quem faz faculdade de psicologia, psicólogos e cientistas. Ou você pode estar em alguma dessas categorias profissionais de psicologia mas não sabe bem como estudar além da faculdade.</p>
<p>Em todo caso, é possível estudar psicologia por conta própria. Inclusive, &#8220;distribuir&#8221; a psicologia para todo mundo é uma &#8216;missão&#8217; central para mim com o Universo da Psicologia. Assim, essas listas com os melhores livros de psicologia para iniciantes e cursos online de psicologia gratuitos são fundamentais.</p>
<p>Clique nos links/títulos a seguir para acessar os conteúdos.</p>
<h2><a href="https://www.youtube.com/watch?v=dN463VRwUqQ">Os melhores livros de psicologia para iniciantes</a></h2>
<h2>Cursos de Psicologia online gratuitos:</h2>
<p>1) <a href="https://www.youtube.com/watch?v=P3FKHH2RzjI&amp;list=PL6A08EB4EEFF3E91F">Introdução à Psicologia (Paul Bloom, Universidade de Yale)</a><br />
<a href="https://www.coursera.org/learn/introduction-psychology">Versão com legendas em português</a></p>
<p>2) <a href="https://youtube.com/playlist?list=PL44ABC9278E2EE706">Introdução à Psicologia (John Gabrieli, MIT &#8211; Instituto de Tecnologia de Massachusetts)</a></p>
<p>3) <a href="https://www.youtube.com/watch?v=NNnIGh9g6fA&amp;list=PLqeYp3nxIYpF7dW7qK8OvLsVomHrnYNjD">Biologia comportamental humana (Robert Sapolsky, Universidade de Stanford)</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=1WiaQH4QD24&amp;list=PLwbIB0zgn8bwcKTkS9ALPpxWfH8srFQH_">Versão com legendas em português</a></p>
<p>4) <a href="https://stevenpinker.com/psy-1-introduction-psychological-science-lectures">Introdução à Ciência Psicológica (Steven Pinker)</a>:<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=2xgDHlwPyts&amp;list=PLwbIB0zgn8by4R7LkClDcde3yZiT2rIP5">Versão em português</a>:</p>
<p>*</p>
<h3><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JOONTb0UhEQ">Livros de Autoajuda são ruins? Vale a pena ler?</a></h3>
<p><iframe title="Como estudar Psicologia sozinho | Dicas e cursos gratuitos" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/LX64bHiciXk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Outra técnica para esquecer ex</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/outra-tecnica-para-esquecer-ex/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 22:43:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[só até amanhã &#124; 25/10/22] Cupom de desconto para o ebook &#8220;Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida&#8220;: https://universodapsicologia.com/pp https://archive.org/download/outra-tecnica-para-esquecer-ex/outra-tecnica-para-esquecer-ex.mp3</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">[só até amanhã | 25/10/22] Cupom de desconto para o ebook &#8220;<em><strong>Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida</strong></em>&#8220;: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbGo2b2xtV0Flby16SnZKS3JRRlFTdENjSGkwQXxBQ3Jtc0ttNkdKWllfdHVaOHBYSEoxdnY2RWdQMXJqVVZiU2FPRERYRXN6M3R5anBqb21QRnRkWkVZb214LTdnQ2gzcG00S3FLWDRBc084THNHQTczN3dQZDA1OG1Oa3VORUJrT3RuRzZRLUNuYkFQa1Jkd3o4Zw&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fpp&amp;v=ZFIc2KT0MEM" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/pp</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1572-6" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/outra-tecnica-para-esquecer-ex/outra-tecnica-para-esquecer-ex.mp3?_=6" /><a href="https://archive.org/download/outra-tecnica-para-esquecer-ex/outra-tecnica-para-esquecer-ex.mp3">https://archive.org/download/outra-tecnica-para-esquecer-ex/outra-tecnica-para-esquecer-ex.mp3</a></audio>
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		<title>Técnica contraintuitiva para criar vontade</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2022 19:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você não cria vontade do nada, mas pode criar com técnica. Baixa aí o ebook &#8220;Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida&#8221; e aprenda a aplicar a psicologia científica para seu desenvolvimento pessoal. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade/">Técnica contraintuitiva para criar vontade</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você não cria vontade do nada, mas pode criar com técnica. Baixa aí o ebook &#8220;<a href="https://universodapsicologia.com/pp"><em><strong>Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida</strong></em></a>&#8221; e aprenda a aplicar a psicologia científica para seu desenvolvimento pessoal.</p>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/pp">https://universodapsicologia.com/pp</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1569-8" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/uma-tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade/uma-tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade.mp3?_=8" /><a href="https://archive.org/download/uma-tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade/uma-tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade.mp3">https://archive.org/download/uma-tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade/uma-tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Uma técnica contraintuitiva para criar vontade" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/OPYOFUpWUQw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/tecnica-contraintuitiva-para-criar-vontade/">Técnica contraintuitiva para criar vontade</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Técnica para esquecer ex (namorada, ficante, esposa, marido&#8230;)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/tecnica-para-esquecer-ex-namorada-ficante-esposa-marido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 23:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como esquecer a ex namorada de vez? Como esquecer ficante, ex esposa, ex marido, ex amor, ex que te traiu, um ex que te fez sofrer muito..? Estranhamente você não vê muita solução prática para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como esquecer a ex namorada de vez? Como esquecer ficante, ex esposa, ex marido, ex amor, ex que te traiu, um ex que te fez sofrer muito..? Estranhamente você não vê muita solução prática para um problema tão comum. Mas existe técnica pra isso 🙂</p>
<p>***</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d8.png" alt="📘" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Baixa aí o Ebook &#8216;Psicologia Prática&#8221;. São mais de 100 técnicas psicológicas pra mudar sua vida. Tem cupom de desconto nessa semana <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://universodapsicologia.com/pp">https://universodapsicologia.com/pp</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1567-10" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/tecnica-para-esquecer-ex-namorada-ficante-esposa-marido/tecnica-para-esquecer-ex-namorada-ficante-esposa-marido.mp3?_=10" /><a href="https://archive.org/download/tecnica-para-esquecer-ex-namorada-ficante-esposa-marido/tecnica-para-esquecer-ex-namorada-ficante-esposa-marido.mp3">https://archive.org/download/tecnica-para-esquecer-ex-namorada-ficante-esposa-marido/tecnica-para-esquecer-ex-namorada-ficante-esposa-marido.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Técnica para esquecer ex (namorada, ficante, esposa, marido...)" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/6ZIM-9hutEc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>É hora de mudar</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/e-hora-de-mudar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 20:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[Ebook] Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida: https://universodapsicologia.com/pp https://archive.org/download/e-hora-da-mudanca/e-hora-da-mudanca.mp3</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>[Ebook] Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida: <a href="https://universodapsicologia.com/pp">https://universodapsicologia.com/pp</a></h2>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1565-12" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/e-hora-da-mudanca/e-hora-da-mudanca.mp3?_=12" /><a href="https://archive.org/download/e-hora-da-mudanca/e-hora-da-mudanca.mp3">https://archive.org/download/e-hora-da-mudanca/e-hora-da-mudanca.mp3</a></audio>
<p><iframe title="É hora da mudança" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/1TAIUBpEQow?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/e-hora-de-mudar/">É hora de mudar</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como conseguir estudar muitas horas por dia? (4h, 8h, 12h, 16h&#8230;)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-conseguir-estudar-muitas-horas-por-dia-4h-8h-12h-16h/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 22:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há muitos questões comuns sobre estudar muito tempo. &#8220;Como conseguir estudar 4 horas por dia?&#8221; &#8220;É possível estudar 8 horas por dia? 12h por dia? 18 horas por dia?&#8221; É possível estudar todas essas horas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há muitos questões comuns sobre estudar muito tempo.</p>
<p><strong><em>&#8220;Como conseguir estudar 4 horas por dia?&#8221; &#8220;É possível estudar 8 horas por dia? 12h por dia? 18 horas por dia?&#8221;</em></strong></p>
<p>É possível estudar todas essas horas, mas saber COMO estudar faz toda a diferença.</p>
<p><strong><em> Como estudar horas sem cansar? Como estudar o dia inteiro sem cansar? O que fazer quando cansa de estudar?</em></strong></p>
<p>É normal que, se precisamos estudar tantas horas por dia, também teremos que lidar com o cansaço.</p>
<p>Nesse episódio eu falo sobre essas questões mas, mais importante que estudar muitas horas é saber <strong>como estudar de forma eficiente</strong>. O bom é que eu tenho um curso inteiro sobre isso: o <a href="https://universodapsicologia.com/haa"><strong><em>Hackeando a aprendizagem &#8211; A Ciência de como estudar melhor</em></strong></a>.</p>
<h3>É possível estudar menos e aprender mais.</h3>
<p>Parece ótimo, né? Talvez bom demais para ser verdade. Mas não se preocupe, não é nenhuma maluquice de aprender dormindo ou ler 3 milhões de palavras por segundo. É tudo baseado no melhor conhecimento científico disponível sobre práticas de estudo e aprendizagem (se você me conhece bem, sabe como eu sou chato com isso rs).</p>
<p>Então, bora, te espero lá na nossa área de membros secreta. Clica aí no link a seguir:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="7I8dl5M6t4"><p><a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/">Hackeando a Aprendizagem &#8211; A ciência de como estudar melhor</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Hackeando a Aprendizagem &#8211; A ciência de como estudar melhor&#8221; &#8212; Universo da Psicologia" src="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/embed/#?secret=VUj7g2HpbT#?secret=7I8dl5M6t4" data-secret="7I8dl5M6t4" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe title="Como estudar muitas horas por dia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/RHkBMdCWa5Y?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-conseguir-estudar-muitas-horas-por-dia-4h-8h-12h-16h/">Como conseguir estudar muitas horas por dia? (4h, 8h, 12h, 16h&#8230;)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Lançamento do ebook: Psicologia Prática &#8211; 107 técnicas para mudar sua vida</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/lancamento-do-ebook-psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 16:26:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Se conhecermos as leis da mudança, podemos nos antecipar a elas e a liberdade de ação se tornará então possível”. &#8211; I Ching, O Livro das mutações A “psicologia popular” é muito abstrata, vazia, “teórica”. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Se conhecermos as leis da mudança, podemos nos antecipar a elas e a liberdade de ação se tornará então possível</em>”.</p>
<p style="text-align: right;">&#8211; I Ching, O Livro das mutações</p>
<p>A “<em>psicologia popular</em>” é muito abstrata, vazia, “teórica”. Usa-se muitas palavras que parecem não dizer nada sobre o mundo real, concreto, prático. Não é atoa que parece “simples conversa” para muita gente. <strong>As pessoas te falam o que fazer, mas não <em>COMO</em> fazer</strong>.</p>
<p><strong>Mas a Psicologia pode ser prática</strong>. E esse ebook que acabei de lançar é um exemplo.</p>
<p>O <strong><em>Psicologia Prática</em></strong> é um livro digital, um <strong>guia prático com um monte de técnicas</strong> para ansiedade, emagrecimento, fobias, foco, pensamentos negativos, produtividade, relacionamentos.</p>
<p>É hora de fazer mudanças concretas.</p>
<h2><a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">Clique aqui e saiba mais.</a></h2>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1555" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/10/Banner_sites_lancamento.png" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/10/Banner_sites_lancamento.png 1280w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/10/Banner_sites_lancamento-300x169.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/10/Banner_sites_lancamento-1024x576.png 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/10/Banner_sites_lancamento-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mindset é &#8216;científico&#8217;? A maioria das pessoas está errada sobre ele</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/mindset-e-cientifico-a-maioria-das-pessoas-esta-errada-sobre-ele/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 21:41:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é seu mindset? Mindset fixo? De crescimento? Ágil? Mindset de quem acha que mindset é besteira? Mindset de quem acha que mudar o mindset muda tudo? Meu mindset nesse episódio é o mindset de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é seu mindset? Mindset fixo? De crescimento? Ágil? Mindset de quem acha que mindset é besteira? Mindset de quem acha que mudar o mindset muda tudo?</p>
<p>Meu mindset nesse episódio é o mindset de mudança do seu mindset sobre o mindset.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1484-14" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/voce-precisa-mudar-seu-mindset-sobre-o-mindset/voce-precisa-mudar-seu-mindset-sobre-o-mindset.mp3?_=14" /><a href="https://archive.org/download/voce-precisa-mudar-seu-mindset-sobre-o-mindset/voce-precisa-mudar-seu-mindset-sobre-o-mindset.mp3">https://archive.org/download/voce-precisa-mudar-seu-mindset-sobre-o-mindset/voce-precisa-mudar-seu-mindset-sobre-o-mindset.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Você precisa mudar seu mindset sobre o mindset" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/d4d7a4vraz0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/mindset-e-cientifico-a-maioria-das-pessoas-esta-errada-sobre-ele/">Mindset é &#8216;científico&#8217;? A maioria das pessoas está errada sobre ele</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Søren Kierkegaard: &#8220;A raiz da infelicidade humana está na comparação&#8221;</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/soren-kierkegaard-a-raiz-da-infelicidade-humana-esta-na-comparacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 11:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse episódio eu comento a seguinte frase do filósofo, pai do existencialismo, Søren Kierkegaard: &#8220;A raiz da infelicidade humana está na comparação&#8220;. https://archive.org/download/uma-das-raizes-da-infelicidade-humana/uma-das-raizes-da-infelicidade-humana.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/soren-kierkegaard-a-raiz-da-infelicidade-humana-esta-na-comparacao/">Søren Kierkegaard: &#8220;A raiz da infelicidade humana está na comparação&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse episódio eu comento a seguinte frase do filósofo, pai do existencialismo, Søren Kierkegaard: &#8220;<em>A raiz da infelicidade humana está na comparação</em>&#8220;.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1481-16" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/uma-das-raizes-da-infelicidade-humana/uma-das-raizes-da-infelicidade-humana.mp3?_=16" /><a href="https://archive.org/download/uma-das-raizes-da-infelicidade-humana/uma-das-raizes-da-infelicidade-humana.mp3">https://archive.org/download/uma-das-raizes-da-infelicidade-humana/uma-das-raizes-da-infelicidade-humana.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Uma das raízes da infelicidade humana" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/8oZnE74j2bc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/soren-kierkegaard-a-raiz-da-infelicidade-humana-esta-na-comparacao/">Søren Kierkegaard: &#8220;A raiz da infelicidade humana está na comparação&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Estudar com música é bom? Música clássica faz mal para o aprendizado?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/estudar-com-musica-e-bom-musica-classica-faz-mal-para-o-aprendizado/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/estudar-com-musica-e-bom-musica-classica-faz-mal-para-o-aprendizado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 21:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=1478</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descubra como nosso cérebro aprende e quais são as melhores técnicas de estudo no curso online Hackeando a Aprendizagem &#8211; A ciência de como estudar melhor. https://archive.org/download/estudar-com-musica-ajuda-ou-atrapalha-funciona-para-aprendizagem-acelerada/estudar-com-musica-ajuda-ou-atrapalha-funciona-para-aprendizagem-acelerada.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/estudar-com-musica-e-bom-musica-classica-faz-mal-para-o-aprendizado/">Estudar com música é bom? Música clássica faz mal para o aprendizado?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra <strong>como nosso cérebro aprende e quais são as melhores técnicas de estudo no <a href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/">curso online Hackeando a Aprendizagem &#8211; A ciência de como estudar melhor</a>.</strong></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1478-18" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/estudar-com-musica-ajuda-ou-atrapalha-funciona-para-aprendizagem-acelerada/estudar-com-musica-ajuda-ou-atrapalha-funciona-para-aprendizagem-acelerada.mp3?_=18" /><a href="https://archive.org/download/estudar-com-musica-ajuda-ou-atrapalha-funciona-para-aprendizagem-acelerada/estudar-com-musica-ajuda-ou-atrapalha-funciona-para-aprendizagem-acelerada.mp3">https://archive.org/download/estudar-com-musica-ajuda-ou-atrapalha-funciona-para-aprendizagem-acelerada/estudar-com-musica-ajuda-ou-atrapalha-funciona-para-aprendizagem-acelerada.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Estudar com música ajuda ou atrapalha? Funciona para aprendizagem acelerada?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/1cacQcvpGHE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/estudar-com-musica-e-bom-musica-classica-faz-mal-para-o-aprendizado/">Estudar com música é bom? Música clássica faz mal para o aprendizado?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Como explicar o comportamento humano? Resumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 15:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>https://archive.org/download/x-2-download.com-como-explicar-o-comportamento-humano-128-kbps/X2Download.com%20-%20Como%20explicar%20o%20comportamento%20humano_%20%28128%20kbps%29.mp3</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1461-20" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/x-2-download.com-como-explicar-o-comportamento-humano-128-kbps/X2Download.com%20-%20Como%20explicar%20o%20comportamento%20humano_%20%28128%20kbps%29.mp3?_=20" /><a href="https://archive.org/download/x-2-download.com-como-explicar-o-comportamento-humano-128-kbps/X2Download.com%20-%20Como%20explicar%20o%20comportamento%20humano_%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/x-2-download.com-como-explicar-o-comportamento-humano-128-kbps/X2Download.com%20-%20Como%20explicar%20o%20comportamento%20humano_%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Como explicar o comportamento humano?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/6d_01rjClSQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crise existencial &#124; Psicologia, Filosofia e Neurociências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jul 2022 19:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f48e; Blog: https://universodapsicologia.com​ Chega lá no Instagram também: https://universodapsicologia.com/instagram  _____________________________________________________ Quem sou eu: Tiago Azevedo, graduado em Psicologia. Saiba mais em https://universodapsicologia.com/sobre https://archive.org/download/crise-existencial-psicologia-filosofia-e-neurociencias/Crise%20existencial%20_%20Psicologia%2C%20Filosofia%20e%20Neuroci%C3%AAncias.mp3 &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqa2V2QnBWdUw0dlpvT2hLM1I4bnhfb0RFOXppZ3xBQ3Jtc0tsd3ZNOUFsYlhWVDh4Snlna3RZVmRvVnBVNUlkS0s3UVN4MzhhTWRkWUxCSDRWQmF3SFRRSVdGQUp1TFRZeWN6VUdFLV9JSGZyTGZxbEZpLXJJSEhDQW92QjRxb2kzSjF1NndrVGNQSUV2SFBKOW1OYw&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2F&amp;v=mRmMu2u-FqM" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com</a><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">​</span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Chega lá no Instagram também: <a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbDdzZHotRjFtQm0yYkZHYThIRGdDcGFBX0NRd3xBQ3Jtc0tsaHg5d0ZsMngwUndCTWstSHlJSnFhRTUydDB6VW5OeEFtZldSYUNfTUV2Q0lRaWZnRlpKWEJtdW9kYWFfUDkycnpET19rV1ZVd1dzcXI4RXpyZXQtcnNxdkFuRGhGb2prMUFjVExDNlg0a1ZmUDEwZw&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Finstagram&amp;stzid=Ugwu-paKIrO5O1-CJkF4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/instagram</a></span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"> _____________________________________________________ </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Quem sou eu: Tiago Azevedo, graduado em Psicologia. Saiba mais em </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbXBNZ0ZvVDZaRmNwdEt5NXd2YnU1Mko2ZTJwZ3xBQ3Jtc0tsbmtDeUZWWmNJRzVHN1lGMXN0Tmg0NS1oZ0Z3SW1qLUt2MmNjU1RoX0JSMDRESVM2Q3hiNVNYczFoSHU4ZXNiYTBuZ243VThlTkY1Z0xVMmZHS2JPY1dTR2k1dVY5ODlmUlh2eUFjTlMzQTBwWXRzWQ&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fsobre&amp;v=mRmMu2u-FqM" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1452-22" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/crise-existencial-psicologia-filosofia-e-neurociencias/Crise%20existencial%20_%20Psicologia%2C%20Filosofia%20e%20Neuroci%C3%AAncias.mp3?_=22" /><a href="https://archive.org/download/crise-existencial-psicologia-filosofia-e-neurociencias/Crise%20existencial%20_%20Psicologia%2C%20Filosofia%20e%20Neuroci%C3%AAncias.mp3">https://archive.org/download/crise-existencial-psicologia-filosofia-e-neurociencias/Crise%20existencial%20_%20Psicologia%2C%20Filosofia%20e%20Neuroci%C3%AAncias.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Crise existencial | Psicologia, Filosofia e Neurociências" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/mRmMu2u-FqM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Psicologia Comportamental: como é a área e o que o psicólogo faz?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jun 2022 20:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais vídeos sobre Psicologia Comportamental https://archive.org/download/x-2-download.com-como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comp/X2Download.com%20-%20Como%20%C3%A9%20a%20%C3%A1rea%20da%20Psicologia%20Comportamental%20_%20O%20que%20psic%C3%B3logo%20comportamental%20faz%20no%20seu%20trabalho_%20%28320%20kbps%29.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-comportamental-como-e-a-area-e-o-que-o-psicologo-faz/">Psicologia Comportamental: como é a área e o que o psicólogo faz?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=c6kVJNkAeH4&amp;list=PLllyz3kKBHNK5fsrZNBbWkFhXSBHpOr0U&amp;index=2">Mais vídeos sobre Psicologia Comportamental</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1449-24" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/x-2-download.com-como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comp/X2Download.com%20-%20Como%20%C3%A9%20a%20%C3%A1rea%20da%20Psicologia%20Comportamental%20_%20O%20que%20psic%C3%B3logo%20comportamental%20faz%20no%20seu%20trabalho_%20%28320%20kbps%29.mp3?_=24" /><a href="https://archive.org/download/x-2-download.com-como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comp/X2Download.com%20-%20Como%20%C3%A9%20a%20%C3%A1rea%20da%20Psicologia%20Comportamental%20_%20O%20que%20psic%C3%B3logo%20comportamental%20faz%20no%20seu%20trabalho_%20%28320%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/x-2-download.com-como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comp/X2Download.com%20-%20Como%20%C3%A9%20a%20%C3%A1rea%20da%20Psicologia%20Comportamental%20_%20O%20que%20psic%C3%B3logo%20comportamental%20faz%20no%20seu%20trabalho_%20%28320%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Como é a área da Psicologia Comportamental / O que psicólogo comportamental faz no seu trabalho?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/_wdoWzVAJgc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-comportamental-como-e-a-area-e-o-que-o-psicologo-faz/">Psicologia Comportamental: como é a área e o que o psicólogo faz?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como fazer um Palácio da Memória (Técnica de memorização)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-fazer-um-palacio-da-memoria-tecnica-de-memorizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você conhece o Palácio da memória? Palácio da memória é uma técnica de estudo que usa o método loci. Essa técnica é usada por personagens famosos como Sherlock Holmes em sua série (Sherlock) e por [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-fazer-um-palacio-da-memoria-tecnica-de-memorizacao/">Como fazer um Palácio da Memória (Técnica de memorização)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece o <em><strong>Palácio da memória</strong></em>?</p>
<p>Palácio da memória é uma técnica de estudo que usa o <em>método loci</em>.</p>
<p>Essa técnica é usada por personagens famosos como Sherlock Holmes em sua série (Sherlock) e por Patrick Jane em &#8220;O Mentalista&#8221; (The Mentalist), é usada por muita gente para estudar para concursos, aprender inglês, memorizar listas etc, mas já era usada pelos antigos filósofos gregos.</p>
<p>Nesse episódio eu explico melhor <strong>como fazer um palácio da memória</strong> e a importância relativa dessa técnica de estudo na sua aprendizagem.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Descubra como usar as técnicas de estudo certas para aprender da forma mais eficiente possível: <a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a><br />
*</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1439-26" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/como-usar-o-palacio-da-memoria-tecnica-de-estudo-e-aprendizagem/como-usar-o-palacio-da-memoria-tecnica-de-estudo-e-aprendizagem.mp3?_=26" /><a href="https://archive.org/download/como-usar-o-palacio-da-memoria-tecnica-de-estudo-e-aprendizagem/como-usar-o-palacio-da-memoria-tecnica-de-estudo-e-aprendizagem.mp3">https://archive.org/download/como-usar-o-palacio-da-memoria-tecnica-de-estudo-e-aprendizagem/como-usar-o-palacio-da-memoria-tecnica-de-estudo-e-aprendizagem.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Como usar o Palácio da memória | Técnica de estudo e aprendizagem" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/t7ozU_MII-s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-fazer-um-palacio-da-memoria-tecnica-de-memorizacao/">Como fazer um Palácio da Memória (Técnica de memorização)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Não consigo aprender tudo na faculdade, e agora?!&#8221;</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/nao-consigo-aprender-tudo-na-faculdade-e-agora/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/nao-consigo-aprender-tudo-na-faculdade-e-agora/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 22:54:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de ter gravado que reparei que foquei muito no pós faculdade, mas a pergunta pode ser sobre o aprendizado DURANTE a faculdade. Aprender pode significar adquirir o conhecimento mas também pode ser manter esse [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/nao-consigo-aprender-tudo-na-faculdade-e-agora/">&#8220;Não consigo aprender tudo na faculdade, e agora?!&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ter gravado que reparei que foquei muito no pós faculdade, mas a pergunta pode ser sobre o aprendizado DURANTE a faculdade. Aprender pode significar adquirir o conhecimento mas também pode ser manter esse conhecimento na memória.</p>
<p>Sobre manter o conhecimento ao longo da faculdade e depois dela (aprendizado de longo prazo) eu já respondi no vídeo. Sobre adquirir o conhecimento, é o seguinte:</p>
<p>Pode ser que você não consiga aprender tudo. Pode ser porque o conteúdo é difícil de entender ou porque você não teve tempo para estudar todo conteúdo, dentre outras coisas.</p>
<p>Em todo caso, vale o que eu disse: não dá pra você manter 100% do conteúdo da faculdade na sua memória. Sendo assim, sugiro que você foque seu tempo e sua energia no conteúdo que é mais importante no seu caso.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aprenda mais em menos tempo com o curso online Hackeando a Aprendizagem: <a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1436-28" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/e-normal-nao-aprender-tudo-na-faculdade-estudos-e-aprendizagem/e-normal-nao-aprender-tudo-na-faculdade-estudos-e-aprendizagem.mp3?_=28" /><a href="https://archive.org/download/e-normal-nao-aprender-tudo-na-faculdade-estudos-e-aprendizagem/e-normal-nao-aprender-tudo-na-faculdade-estudos-e-aprendizagem.mp3">https://archive.org/download/e-normal-nao-aprender-tudo-na-faculdade-estudos-e-aprendizagem/e-normal-nao-aprender-tudo-na-faculdade-estudos-e-aprendizagem.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="&quot;É normal não aprender tudo na faculdade?&quot; | Estudos e Aprendizagem" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/DDpxnybfWxg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A Psicologia explica mesmo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Apr 2022 15:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Psicologia pode ser definida como uma ciência da mente e do comportamento. Um dos propósitos da ciência é explicar. Logo, a psicologia busca explicar a mente e o comportamento. Mas será que ela explica mesmo? &#160; Mario Bunge foi um físico e filósofo da ciência. Em seu livro Evaluating [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Psicologia pode ser definida como uma ciência da mente e do comportamento. Um dos propósitos da ciência é explicar. Logo, a psicologia busca explicar a mente e o comportamento. Mas será que ela explica mesmo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_1389" aria-describedby="caption-attachment-1389" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1389" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/question-quiz-think-stockpack-pixabay-scaled-e1650121217528.jpg" alt="question, quiz, think" width="1200" height="756" /><figcaption id="caption-attachment-1389" class="wp-caption-text">Photo by <a class="stockpack-author" href="https://pixabay.com/users/Tumisu?utm_source=Stockpack&amp;utm_medium=referral" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Tumisu</a> on <a class="stockpack-provider" href="https://pixabay.com/photos/2004314?utm_source=Stockpack&amp;utm_medium=referral" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Pixabay</a></figcaption></figure>
<p>Mario Bunge foi um físico e filósofo da ciência. Em seu livro <a href="https://www.amazon.com.br/Evaluating-Philosophies-295-Mario-Bunge/dp/9400744072/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=U2X0EXCJDYLG&amp;keywords=bunge+evaluating+philosophies&amp;qid=1650115771&amp;sprefix=bunge+evaluating+philosophies%2Caps%2C187&amp;sr=8-1&amp;ufe=app_do%3Aamzn1.fos.25548f35-0de7-44b3-b28e-0f56f3f96147"><em>Evaluating Philosophies</em></a>, ele escreveu um maravilhoso capítulo sobre psicologia, onde dá um bela demonstração de sua capacidade de pensamento, de alguns problemas da psicologia e de algumas soluções.</p>
<blockquote><p>Toda ciência começa descrevendo fatos em algum setor da realidade. E uma ciência amadurece na medida em que explica o que descreveu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por exemplo, Newton explicou por gravitação e inércia as órbitas planetárias que Kepler havia descrito; Spallanzani explicou os “fatos da vida” pela união de um ovo com um espermatozoide;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Todas as explicações acima envolvem apenas fatores materiais escrutáveis.</strong></p></blockquote>
<p>Os destaques em todas as citações são meus. Na citação acima, já começamos a visualizar um problema: como fica a mente nessa história de &#8220;fatores materiais&#8221;?</p>
<blockquote><p>&#8220;Desde o seu nascimento, a psicologia vem explicando os fatos mentais de várias maneiras. A explicação mais simples de tais fatos envolve apenas outros fatos mentais, como quando dizemos que ela fez isso porque acreditava que era do seu próprio interesse (&#8230;). Mas tal descrição não explica nada, porque <strong>não envolve qualquer mecanismo transformando crença em ação</strong>. De fato, explicar um fato é desvelar o mecanismo subjacente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como passar da descrição à explicação em psicologia? Tal transição pode ser realizada <a href="https://universodapsicologia.com/a-hipotese-espantosa-sobre-mente-e-materia-e-os-fatos/"><strong>substituindo a mente imaterial pelo cérebro</strong></a>, porque isso é o órgão da mente, e porque os mecanismos existem apenas em sistemas materiais.&#8221;</p></blockquote>
<p>&#8211; Por que a pessoa atravessou a rua?</p>
<p>&#8211; Por que ela <em>quis</em>.</p>
<p>Crenças e desejos são explicações úteis. Ao contrário do que muita gente pensa (incluindo psicólogos antimentalistas), <a href="https://universodapsicologia.com/como-a-mente-pode-ser-fisica-teoria-computacional-da-mente/"><strong>crenças e desejos NÃO são imateriais</strong></a>. São &#8220;algoritmos de compressão&#8221;, como diria Daniel Dennet. Permitem que falemos de forma fácil de enormes conjuntos de processos neurofisiológicos.</p>
<p>A diferença entre descrição e explicação é largamente discutida em filosofia. Podemos discordar do Bunge e afirmar que as descrições no nível mental são explicações. Mesmo assim, são explicações incompletas se não considerarmos os processos neurofisiológicos que estão por baixo delas.</p>
<p>Bunge continua, usando uma analogia: um instrutor de autoescola de &#8220;explica&#8221; que quando você pisa no pedal acelerador do carro, o carro acelera. Entre o pisar no pedal e o carro acelerar existem vários processos intermediários, um <em>mecanismo</em>.</p>
<blockquote><p>&#8220;De maneira semelhante, a psicologia funcionalista lida com funções mentais (ou processos), como lembrar e imaginar, independentemente de seu &#8216;substrato&#8217; material. Por exemplo, o funcionalista pode explicar um efeito placebo como causado por uma crença, ou gagueira ocasional como efeito de uma forte emoção. Uma representação clássica de tais explicações é feita por diagramas que consistem em caixas (funções) unidos por setas (conexões causais ou apenas sucessões). Por exemplo,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Percepção → Memória de curto prazo →  Memória de longo prazo<br />
.<br />
Deliberação → Decisão → Ação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assumir que tais diagramas são representações fiéis de proposições verdadeiras é suficiente? Não, <strong>porque são desencarnados: ignoram a definição de “processo” como mudança em uma coisa material. Em particular, os eventos mentais são mudanças no cérebro.&#8221;</strong></p></blockquote>
<p>Há quem defenda, em psicologia, <strong>a independência da mente em relação ao cérebro</strong>. Uma metáfora ajuda a entender esta posição:</p>
<p>O cérebro seria como o hardware e a mente seria como o software. Alguém que atua no nível do software &#8211; um programador, por exemplo &#8211; não precisa do hardware.</p>
<p>Em grande parte, isto é verdade. Mas podem surgir <strong>grandes problemas disso:</strong></p>
<ul>
<li><strong>a ilusão de que a explicação no nível mental explica tudo.</strong></li>
<li><strong>a crença de que a mente <em>É</em> algo independente do cérebro, e não só algo que pode ser <em>analisado</em> independentemente do cérebro.</strong></li>
<li><strong>crença de que a mente é imaterial, uma coisa voando sei-lá-onde, uma terra sem lei.</strong></li>
</ul>
<p><strong>Não é difícil imaginar que, a partir desses problemas, comecem a brotar infinitas explicações sobre a mente com absolutamente nenhuma base na realidade</strong>.</p>
<p>Mas essa limitação não existe apenas quando falamos em mente. Mesmo quando falamos apenas de comportamentos observáveis, estamos descrevendo (ou explicando, como queira) apenas uma parte do processo.</p>
<p>Falar que a pessoa atravessou a rua porque a luz do semáforo verde foi um estímulo é contar um pedaço da história, mas ainda não abrimos &#8220;a caixa-preta&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Imagine um físico funcionalista. Ele pode nos dizer, por exemplo, que o ar aquece quando o sol nasce; que coisas pesadas caem quando soltas; e que o trovão segue o raio. Mas ele não vai nos dizer por que essas associações acontecem. Física funcionalista é apenas física popular. (&#8230;)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A física científica, ao contrário, olha por trás das aparências: explica o aquecimento do ar pela luz do sol como efeito da absorção da luz pelas moléculas do ar; a queda dos corpos por sua interação com a Terra por meio de seus campos gravitacionais; e trovão pelas ondas de choque sonoras geradas por descargas elétricas entre nuvens.&#8221;</p></blockquote>
<p>A partir deste exemplo da física, podemos imaginar porque <strong>a psicologia gera tantas &#8220;&#8221;explicações&#8221;&#8221; estranhas e descoladas do mundo real</strong>. Mas não precisa ser assim.</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Explicar é desvendar mecanismos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto o conhecimento comum se limita a descrever fenômenos (aparências), a ciência os explica em termos de mecanismos mais ou menos ocultos, mas escrutáveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Portanto, se os cientistas tivessem ouvido os fenomenalistas, eles não teriam inventado física moderna. Em particular, eles não teriam inventado nem a física de campo nem física atômica, uma vez que os fenomenalistas negam a existência de campos e átomos para sendo inobservável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algo semelhante aconteceu na biologia, na psicologia e nas ciências sociais: eles têm explicado por meio de mecanismos o que a sabedoria popular toma como certo e muito mais.&#8221;</p></blockquote>
<p>Aqui, Tio Mario oferece uma estupenda lista de exemplos (sério, essa lista é muito boa, atente-se):</p>
<blockquote><p>1. A genética explica que nos parecemos com nossos ancestrais porque herdamos alguns de seus genes, em particular aqueles que regulam a morfogênese.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. É assim que um mosquito nos encontra: um neurônio especializado em seu “nariz” detecta algum do CO 2 que exalamos, e gera um sinal que é transmitido através do cérebro dos insetos para suas “asas”, levando-o contra o vento para sua refeição – nós.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3. <strong>As memórias são configurações neuronais. Estes são inicialmente instáveis, mas ficam consolidadas quando o cérebro sintetiza certas proteínas que colam as conexões interneuronais &#8211; e é por isso que a <a href="https://universodapsicologia.com/estudos-e-aprendizagem-voce-precisa-repetir-do-jeito-certo/">repetição produz memorização</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4. O hipocampo do mamífero “armazena” memórias, particularmente as espaciais— e é por isso que <a href="https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.070039597">os motoristas de táxi de Londres têm hipocampos maiores que a média</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5. No nível molecular, a depressão e outros transtornos mentais consistem em desequilíbrios de neurotransmissores &#8211; e é por isso que eles podem ser tratados com medicamentos que alteram a síntese, liberação, quebra ou recaptação de neurotransmissores.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Lembre-se de não reduzir tudo à neurotransmissores.</p>
<blockquote><p>6. Sabe-se que o exercício físico melhora o humor e a cognição, pois intensifica circulação sanguínea, que por sua vez alimenta o cérebro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7. Olhar é diferente de ver (&#8230;), porque os mecanismos correspondentes são diferentes, como mostrado esquematicamente na Fig. 17.1.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1385 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/visao-e-olfato-explicacoes-psicologicas-e-neurais-e1650118358821.jpg" alt="" width="1297" height="278" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/visao-e-olfato-explicacoes-psicologicas-e-neurais-e1650118358821.jpg 1297w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/visao-e-olfato-explicacoes-psicologicas-e-neurais-e1650118358821-300x64.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/visao-e-olfato-explicacoes-psicologicas-e-neurais-e1650118358821-1024x219.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/visao-e-olfato-explicacoes-psicologicas-e-neurais-e1650118358821-768x165.jpg 768w" sizes="(max-width: 1297px) 100vw, 1297px" /></p>
<p>Outro exemplo bom:</p>
<h4>A alfabetização diminui a capacidade de reconhecer rostos.</h4>
<p>É uma descrição de algo que ocorre. Mas não te dá curiosidade para saber por que? O que uma coisa tem a ver com a outra? <strong>Se ficarmos só no nível mental, fica difícil de entender</strong>.</p>
<blockquote><p>&#8220;Dehaene e colaboradores (&#8230;) explicam provisoriamente da seguinte forma: uma vez que a escrita é uma aquisição relativamente recente, “os processos de leitura devem invadir e ‘reciclar’ o espaço cortical devotado a funções mais antigas”.</p></blockquote>
<p>Agora faz mais sentido, né?</p>
<p>Se você é um um estudante ou profissional da psicologia, pode estar sentindo <strong>medo de que a psicologia seja substituída pela neurociência</strong>. Pode ficar tranquilo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já que explicar um fato é desvendar seus mecanismos subjacentes, a explicação de fatos mentais está a cargo da psicologia fisiológica, também chamada de neurociência cognitiva e afetiva. No entanto, isso não envolve microrredução, uma vez que processos neurais são influenciados por estímulos sociais.&#8221;</p></blockquote>
<p>Pense na Psicologia de forma mais ampla. Aliás, comece a olhar para a ciência de forma mais ampla, e vá além da psicologia. Você não precisar ficar confinado a uma área do conhecimento.</p>
<blockquote>
<h4>&#8220;Submissão adoece</h4>
<p><strong>Um exemplo famoso da influência do meio social sobre o corpo humano é o estudo imunológico</strong> de Whitehall, que investigou as condições físicas e mentais saúde dos servidores públicos britânicos (&#8230;). Este estudo mostrou que<strong> a taxa de morbidade aumenta à medida que os níveis na hierarquia descem</strong>. O mecanismo é isto: A dependência aumenta o estresse, o que estimula a síntese de corticóides, que prejudicam os órgãos internos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O funcionalista pula o nível intermediário e resume o Whitehall descobertas neste esquema:<br />
Dependência↑ → Morbilidade↑.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas isso é apenas um dado, ainda que importante. Hume e seus seguidores teriam ficado satisfeitos com isso. Os neurocientistas, por outro lado, perguntaram por que uma sequência tão estranha deveria ocorrer: eles procuraram o mecanismo subjacente e encontraram parte dele, a saber:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>↑Dependência → Estresse → ↑ Corticoides → ↓Imunidade → ↑Morbidade</p></blockquote>
<p><strong>Psiconeuroendocrinoimunologia é linda!</strong> (Apesar de ser um baita palavrão esquisito).</p>
<blockquote><p>&#8220;funcionalistas desconsideram tudo o que não é mental, de modo que eles perdem as fortes interações entre os sistemas nervoso, endócrino e imunológico. Assim, a abordagem funcionalista empobrece seriamente as problemáticas psicológicas. <strong>A psicologia contemporânea, ao contrário, é uma ciência mista: é — em uma palavra — psiconeuroendocrinoimunosociologia</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>E você achou que seria impossível ter uma palavra ainda maior do que psiconeuroendocrinoimunologia, né?</p>
<blockquote><p>&#8220;Essa síntese foi desencadeada pela hipótese filosófica de que <strong>os fatos mentais são processos cerebrais</strong>. Por sua vez, a investigação científica do mental no cérebro vivo levou à descoberta de que <strong>o cérebro é parte de um sistema biológico mais abrangente, que, por sua vez, está intimamente ligado ao sistema social</strong>.&#8221;</p></blockquote>
<p>Este último ponto deixa evidente que <strong>falar de biologia não é reducionismo</strong>. Pelo contrário, pode ser expansionismo!</p>
<p><strong>A mente não está solta no vácuo, mas está acontecendo em um cérebro</strong>. O indivíduo que tem esse cérebro não é só o cérebro, mas também seu corpo. E este corpo (incluindo o cérebro e a mente, claro) estão dentro de uma certa sociedade, dentro um certo período histórico. Pra nos entender completamente, precisamos olhar para todos estes níveis.</p>
<p><strong>A Psicologia é um ciência da mente e do comportamento, mas também do cérebro</strong>. Em muitos casos, nem se sabe mais se o que se faz é psicologia ou neurociência. Psicólogos usam neuroimagem, neurocientistas falam de mente e de comportamento. Usa-se o termo psicobiologia como sinônimo de neurociência comportamental, e psicologia fisiológica também é chamada de neurociência cognitiva e afetiva, como o Bunge disse. Muitas vezes, nem se fala em psicologia ou neurociência, mas em <em>ciências cognitivas, ciências afetivas, ciências comportamentais</em>.</p>
<h3>Então, a Psicologia explica mesmo?</h3>
<p><strong>Não importa. A psicologia, em si, não importa realmente</strong>. Ela é uma área de conhecimento e de atuação profissional, delimitada por questões didáticas, históricas, sociais, políticas etc. Do mesmo modo, não importa se a neurociência explica ou não.</p>
<p>A definição que Bunge dá para descrição e explicação também não é importante para o ponto que quero apresentar aqui. Não vejo problema em adotar a posição das múltiplas explicações. Neste caso, é possível dizer que falar do nível mental é uma explicação.</p>
<p><strong>O problema é olhar exclusivamente para o nível mental, desconsiderando os outros níveis</strong> (biológicos, sociais etc). Quando fazemos isso, temos muitos limites e as chances de erro aumentam.</p>
<p>Já pensou se uma &#8220;explicação mental&#8221; não acompanha ou até contraria os outros campos do conhecimento? Como sustentar uma psicologia desligada das outras ciências? Vamos fingir que física, química, biologia não existem ou não nos afetam?</p>
<p><strong>O que realmente importa é: <em>nós</em> conseguimos explicar?</strong></p>
<p>O que importa é o conhecimento. E ele vem de várias áreas: psicologia, neurociência, filosofia, antropologia, sociologia, biologia, química, física, matemática, economia, geografia, história..</p>
<p>Eu sei, pode parecer assustador e intimidador. Mas também é fantástico e nos dá um poder enorme.</p>
<p>Agora, como vamos chamar essa &#8220;área&#8221;?</p>
<p>Talvez psiconeuroendocrinoimunosocioantropobiofisicogeo&#8230;ah, deixa quieto.</p>
<p>Vamos só seguir o conselho de uma sábio oriundo de uma civilização mais avançada do que a nossa, que já superou essas divisões entra as áreas de conhecimento:</p>
<p><img decoding="async" src="https://c.tenor.com/sqZpIy61KAMAAAAC/apenas-que-busquem-conhecimento-seek-knowledge.gif" /></p>
<hr />
<p>O livro do Bunge de onde tirei as citações é este:</p>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=9400744072&amp;asins=9400744072&amp;linkId=291afb4b135ca736af9b50364182657d&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" sandbox="allow-popups allow-scripts allow-modals allow-forms allow-same-origin"></iframe></p>
<p>Só tem versão inglês e tá caro, mas se você tem condições, é uma boa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Associação Livre &#124; Técnica psicanalítica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2022 11:13:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Associação livre é uma técnica de Freud, fundamental para a prática psicanalítica. &#x1f4d5; Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud → https://freudexplicado.com/ebook *** https://archive.org/download/x-2-download.com-associacao-livre-psicanalise-de-freud-128-kbps/X2Download.com%20-%20Associa%C3%A7%C3%A3o%20Livre%20_%20Psican%C3%A1lise%20de%20Freud%20%28128%20kbps%29.mp3</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Associação livre é uma técnica de Freud, fundamental para a prática psicanalítica.</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud</span> <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">→ </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqa1FQYXNxdlUyaUNsNkNjbXJ4dTJNNmpjXzNnd3xBQ3Jtc0trM194dTJtSktEM21lLXZMdWQ3VzNTZkpVaVFVc2lUTE9OdWtXWU5KSGtnSWpWTHJrOWJWX3RPOGJTMkduTjJNVXdFSnlBTGFZTUd5dUc5cUNRYnRkWjE4ZWdScTlQdXpkZWlPYmlfbWhpb0hueFBOcw&amp;q=https%3A%2F%2Ffreudexplicado.com%2Febook&amp;stzid=UgynR9ngHli_kPULvX14AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p>***</p>
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		<title>Por que 26 alunos tiveram &#8220;crise de ansiedade&#8221; e passaram mal ao mesmo tempo?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/por-que-26-alunos-tiveram-crise-de-ansiedade-e-passaram-mal-ao-mesmo-tempo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2022 16:15:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Evolucionista]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>26 alunos passam mal em escola ao mesmo tempo. O SAMU diz que eles tiveram crise de ansiedade e precisaram de socorro. Como explicar isso? Os 26 alunos de uma escola estadual de ensino médio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>26 alunos passam mal em escola ao mesmo tempo. O SAMU diz que eles tiveram crise de ansiedade e precisaram de socorro.</h2>
<h3>Como explicar isso?</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1376" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/26-alunos-tem-crise-de-ansiedade-e-passam-mal-em-escola-estadual.jpeg" alt="" width="1200" height="805" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/26-alunos-tem-crise-de-ansiedade-e-passam-mal-em-escola-estadual.jpeg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/26-alunos-tem-crise-de-ansiedade-e-passam-mal-em-escola-estadual-300x201.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/26-alunos-tem-crise-de-ansiedade-e-passam-mal-em-escola-estadual-1024x687.jpeg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/04/26-alunos-tem-crise-de-ansiedade-e-passam-mal-em-escola-estadual-768x515.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" />Os 26 alunos de uma escola estadual de ensino médio em Recife passaram mal no dia 08/04/22. Apresentaram sudorese, taquicardia, falta de ar, tremor e crise choro (<a href="https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2022/04/08/vinte-e-seis-alunos-de-escola-estadual-passam-mal-e-samu-diz-que-eles-tiveram-crise-de-ansiedade.ghtml">g1</a>).</p>
<p>A explicação mais rápida a aparecer é que eles tiveram uma <strong>crise de ansiedade</strong>. Ok. Mas <strong>como 26 alunos passam mal <em>ao mesmo tempo</em></strong>?</p>
<p>A explicação mais rápida a aparecer é: pandemia. Ok. Mas como apenas esses 26 alunos passam mal se é uma pandemia global?</p>
<p>Dois fenômenos ajudam:</p>
<h3>Sugestão e contágio emocional</h3>
<p><strong>A sugestão é um fenômeno de indução, uma forma de influência que exercemos e recebemos o tempo todo</strong>. O exemplo mais marcante é a <strong>hipnose</strong>.</p>
<p>O <strong>contágio emocional</strong> é a disseminação da emoção de uns para os outros. É outro fenômeno que acontece o tempo todo. Alguém triste pode te deixar triste, alguém feliz pode te deixar feliz.</p>
<p>Pode parecer, mas não é nada mágico. Sugestão e contágio emocional acontecem porque temos um sistema nervoso que recebe informações do mundo e responde a elas.</p>
<p>Exemplo: os neurônios-espelho ajudam a explicar porque tendemos a imitar as emoções das outras pessoas.</p>
<p>*</p>
<p>Pra quem quer saber mais&#8230;</p>
<h4>Histeria coletiva?</h4>
<p>Eu sei, o nome histeria soa mal. Mas é o termo que temos pra hoje.</p>
<p>O David Barlow tem um ótimo livro sobre psicopatologia, que inclusive usei na faculdade e em <a href="https://universodapsicologia.com/07-transtornos-mentais-o-que-sao-afinal-psicopatologia/">episódios de podcast sobre transtornos mentais</a> . No livro, a histeria coletiva (ou histeria em massa) é mencionada e explicada.</p>
<blockquote><p>&#8220;Na Europa, grupos inteiros de pessoas eram simultaneamente compelidas a saírem na rua, dançando, gritando, delirando e pulando em padrões como se estivessem em uma festa selvagem tarde da noite (hoje é a chamada festa rave, mas acompanhada de música). Esse comportamento era conhecido por diversos nomes, inclusive Dança de São Vito e tarantismo. O mais interessante é que muitas pessoas se comportavam dessa maneira estranha de uma vez.&#8221;</p></blockquote>
<p>Era como uma rave instantânea.</p>
<blockquote>
<h3>Histeria em massa em tempos modernos</h3>
<p>Em uma sexta-feira à tarde, um alarme soou avisando todos os médicos de um hospital comunitário para que comparecessem à sala de emergência imediatamente. De uma escola local em uma frota de ambulâncias chegavam 17 alunos e 4 professores que diziam sentir tontura, cefaleia, náusea e dores de estômago; uns vomitavam e outros hiperventilavam.</p>
<p>Todos os alunos e professores haviam estado em quatro salas de aula, duas de cada lado do corredor. O incidente começou quando uma garota de 14 anos disse que sentia um cheiro estranho que vinha de um respiradouro. Ela caiu no chão, gritando e reclamando que seu estômago doía e seus olhos ardiam. Logo, muitos alunos e a maioria dos professores das salas de aula adjuntas, que podiam ver e ouvir o que estava acontecendo, vivenciaram sintomas semelhantes.</p>
<p>De 86 pessoas suscetíveis (82 alunos e 4 professores das quatro salas de aula), 21 pacientes (17 alunos e 4 professores) vivenciaram sintomas graves suficientes para serem atendidos em um hospital.</p>
<p>A inspeção do prédio da escola pelas autoridades de saúde pública revelou que não houve causa aparente para tais reações, e os exames físicos realizados pela equipe de médicos não revelaram anormalidade física. Todos os pacientes receberam alta e rapidamente se recuperaram&#8221;.</p></blockquote>
<p>Parecido com o caso dos 26 alunos de Recife, né?</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando esse tipo de experiência chega a um completo surto de pânico, comunidades inteiras são afetadas. Pessoas são também sugestionadas quando estão em estados emotivos elevados. Portanto, na medida em que uma pessoa identifica a “causa” do problema, outras provavelmente presumem que suas próprias reações têm a mesma origem.&#8221;</p></blockquote>
<p>Outra causa para essas reações é evolutiva. Nossos cérebros são criados para obter informações do mundo, tentar entendê-lo e se adaptar da melhor forma possível a ele, mas isso nem sempre é racional. <strong>Captar informações dos nossos semelhantes, responder a elas e imitá-los tem enorme valor para a nossa espécie</strong>.</p>
<p>Dessa forma, já temos algumas das explicações para a crise de ansiedade dos 26 alunos de Recife. Todas essas causas &#8211; evolutivas, biológicas, psicológicas e sociais &#8211; estão interligadas, da mais distante (evolução da espécie) à mais próxima (reação à sugestão e contágio emocional).</p>
<p>As explicações mais comuns que aparecem só explicam uma parte do fenômeno, geralmente psicologizando demais. Este é mais um dos milhões de exemplos que venho dando sobre a necessidade de uma <strong>psicologia concreta e integrada.</strong></p>
<p>O livro do Barlow é esse:</p>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=655558002X&amp;asins=655558002X&amp;linkId=978cafce53bc0704f9427123b5273728&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" sandbox="allow-popups allow-scripts allow-modals allow-forms allow-same-origin"></iframe></p>
<p>A capa da 7ª edição era bem mais bonita, mas recomendo pegar essa nova edição. Ela inclui o Stefan Hofmann, uma baita adição ao time.</p>
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		<title>Condicionamento Operante x Respondente &#124; Psicologia Comportamental</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/condicionamento-operante-x-respondente-psicologia-comportamental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 11:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diferenças entre Condicionamento Operante x e Condicionamento Respondente (Condicionamento Clássico) na Análise do Comportamento (behaviorismo). Assista todos os vídeos sobre Behaviorismo *** https://archive.org/download/x-2-download.com-condicionamento-operante-x-respondente-classico-diferencas-128-kbps/X2Download.com%20-%20Condicionamento%20Operante%20x%20Respondente%20%28cl%C3%A1ssico%29_%20Diferen%C3%A7as%20%28128%20kbps%29.mp3</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diferenças entre Condicionamento Operante x e Condicionamento Respondente (Condicionamento Clássico) na Análise do Comportamento (behaviorismo).</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CeW0kAWTQpo&amp;list=PLllyz3kKBHNK5fsrZNBbWkFhXSBHpOr0U">Assista todos os vídeos sobre Behaviorismo</a></span></p>
<p>***</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1222-32" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/x-2-download.com-condicionamento-operante-x-respondente-classico-diferencas-128-kbps/X2Download.com%20-%20Condicionamento%20Operante%20x%20Respondente%20%28cl%C3%A1ssico%29_%20Diferen%C3%A7as%20%28128%20kbps%29.mp3?_=32" /><a href="https://archive.org/download/x-2-download.com-condicionamento-operante-x-respondente-classico-diferencas-128-kbps/X2Download.com%20-%20Condicionamento%20Operante%20x%20Respondente%20%28cl%C3%A1ssico%29_%20Diferen%C3%A7as%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/x-2-download.com-condicionamento-operante-x-respondente-classico-diferencas-128-kbps/X2Download.com%20-%20Condicionamento%20Operante%20x%20Respondente%20%28cl%C3%A1ssico%29_%20Diferen%C3%A7as%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Condicionamento Operante x Respondente (clássico): Diferenças" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/8EvbMC7Shrc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Como lidar com a Síndrome do impostor?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-a-sindrome-do-impostor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 11:38:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como lidar com a Síndrome do Impostor? De alguns anos pra cá, o termo ficou popular e muita gente passou a buscar como tratar, superar, se livrar e acabar com a síndrome do impostor. Pode [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como lidar com a Síndrome do Impostor?</p>
<p>De alguns anos pra cá, o termo ficou popular e muita gente passou a buscar como tratar, superar, se livrar e acabar com a síndrome do impostor.</p>
<p>Pode ser algo ligado a causas mais &#8220;profundas&#8221; e particulares, mas esse vídeo pode te ajudar a começar a resolver esse problema.<br />
_____________________________________________________</p>
<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado em Psicologia.<br />
Saiba mais em <a href="https://universodapsicologia.com/sobre">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>
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<p><iframe title="Síndrome do impostor: como lidar?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/nKciHlqRTsA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>&#8220;A hipótese espantosa&#8221; sobre mente e matéria (e os fatos)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/a-hipotese-espantosa-sobre-mente-e-materia-e-os-fatos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 19:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anteriormente, falei sobre como a mente pode ser física através da teoria computacional da mente, usando como base principal o livro Tabula Rasa do Steven Pinker. Pouco depois de apresentar uma primeira grande ideia (“O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Anteriormente, falei sobre <a href="https://universodapsicologia.com/como-a-mente-pode-ser-fisica-teoria-computacional-da-mente/">como a mente pode ser física através da teoria computacional da mente</a>, usando como base principal o livro <a href="https://amzn.to/35lKMkJ"><em>Tabula Rasa</em></a> do Steven Pinker.</p>
<p>Pouco depois de apresentar uma <strong>primeira grande ideia (“<em>O mundo mental pode ser alicerçado no mundo físico pelos conceitos de informação, computação e feedback</em>“</strong>), baseado na materialidade dos computadores, Pinker apresenta outra grande ideia sobre mente e matéria.</p>
<figure id="attachment_1352" aria-describedby="caption-attachment-1352" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1352" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/artificial-intelligence-brain-think-stockpack-pixabay-scaled-e1648581777602.jpg" alt="" width="1200" height="621" /><figcaption id="caption-attachment-1352" class="wp-caption-text">Foto por <a class="stockpack-author" href="https://pixabay.com/users/geralt?utm_source=Stockpack&amp;utm_medium=referral" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">geralt</a> no <a class="stockpack-provider" href="https://pixabay.com/photos/4550606?utm_source=Stockpack&amp;utm_medium=referral" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Pixabay</a></figcaption></figure>
<h3>Uma segunda <strong>ponte entre mente e matéria: a neurociência</strong></h3>
<p>(especialmente a neurociência cognitiva, na qual se estuda como cognição e emoção são implementadas no cérebro).</p>
<p>Ele menciona o livro de Francis Crick chamado &#8220;<a href="https://amzn.to/36y6naj"><em>The Astonishing Hypothesis</em></a>&#8221; (&#8220;A hipótese espantosa&#8221;), que faz alusão à ideia de que <strong>todos nossos pensamentos e sentimentos, desejos e sonhos consistem em atividade fisiológica do cérebro</strong>. Para os neurocientistas isto já é ponto pacífico, mas para a maioria das pessoas que pensa nela pela primeira vez, esta realmente é uma ideia espantosa.</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>Pode-se afirmar que a atividade de processamento de informação do cérebro <em>causa</em> a mente, ou se pode afirmar que ela <em>é</em> a mente, mas em qualquer dos casos são incontestáveis os indícios de que todo aspecto de nossa vida mental depende inteiramente de eventos fisiológicos nos tecidos do cérebro</strong>&#8220;.</p></blockquote>
<p>Alguns exemplos ilustrativos:</p>
<ul>
<li>Enviar uma <strong>corrente elétrica diretamente no cérebro pode gerar experiências mentais vívidas</strong>, como na &#8220;vida real&#8221;.</li>
<li><strong>Substâncias químicas que afetam o cérebro</strong> podem alterar raciocínio, humor, percepção e personalidade. Exemplos incluem drogas ilícitas, álcool, cafeína, medicamentos como antidepressivos e ansiolíticos, lítio).</li>
<li><strong>A perda de tecido cerebral pode gerar perda de &#8220;partes da mente&#8221;</strong>. Um exemplo comum é o Alzheimer, mas existem vários distúrbios neurológicos impressionantes que podem ter efeitos como:
<ul>
<li>perda de capacidade de reconhecer rostos (mas reconhecer voz),</li>
<li>de dizer o nome de objetos, de ter empatia,</li>
<li>de prever o resultado de seu comportamento,</li>
<li>de perceber realisticamente partes do próprio corpo (há pessoas com membros amputados que acreditam absolutamente que ainda possuem estes membros),</li>
<li>de tomar decisões simples quando falta emoção para apoiar a racionalidade etc.</li>
</ul>
</li>
<li>Pinker não citou um dos exemplos mais impactantes da história das neurociências: <strong>o cérebro dividido</strong>. Pessoas que perderam a conexão normal entre os hemisférios cerebrais (através do corpo caloso) tiveram seu &#8220;eu&#8221; dividido. Os dois lados do corpo se contradiziam, se comportavam de forma diferente, e a pessoa não tinha consciência total disso.</li>
</ul>
<h3>Outro <a href="https://www.youtube.com/watch?v=LdaAAkZZ6Zg">erro de Descartes</a>: a mente é divisível!</h3>
<p>Baseado nestes exemplos (e o cérebro dividido talvez seja o mais destacado deles), Pinker afirma que <strong>Descartes estava errado ao dizer que &#8220;a mente é inteiramente indivisível&#8221; e, portanto, tinha de ser totalmente distinta do corpo</strong>.</p>
<blockquote><p>&#8220;Toda emoção e todo pensamento emitem sinais físicos, e as novas tecnologias para detectá-los são tão precisas que podem praticamente ler a mente de uma pessoa e dizer a um cientista cognitivo se a pessoa está imaginando um rosto ou um lugar&#8221;</p></blockquote>
<p>Eu adicionaria aqui, por curiosidade, a capacidade impressionante de detectar conteúdo de sonhos através de estudos de neuroimagens. Por meio da atividade encefálica, é possível ter uma significativa proporção de acertos ao indicar o que uma pessoa está sonhando.</p>
<h3>O eu dentro de mim / O homúnculo na sala de máquinas</h3>
<p>Pinker termina essa sessão respondendo a ideia comum de um &#8220;eu comandante&#8221; que fica em uma cabine de comando no cérebro mexendo em alavancas e controlando tudo. É como se você fosse um megazord (os robôs gigantes dos Power Rangers), mas dentro de você está seu &#8220;verdadeiro eu&#8221; (o power ranger que comanda o megazord).</p>
<p><img decoding="async" src="https://j.gifs.com/rkR05K.gif" /></p>
<p>Apesar do fato de que ser um megazord e power ranger ao mesmo tempo seria legal demais, essa ideia não é boa para explicar como funcionamos. Ela é vulnerável à <strong>crítica do homúnculo</strong>: se tem um &#8220;homenzinho&#8221; dentro da minha mente que me controla, quem controla o homenzinho? Daí precisamos de outro &#8220;homenzinho&#8221; ad infinitum.</p>
<p>Essa é uma crítica comum de behavioristas/analistas do comportamento ao mentalismo, mas ela já não faz sentido há muitas décadas. No meio científico não é comum nem aceitar o mentalismo imaterial nem um homúnculo interior. Principalmente pela contribuições da neurociência cognitiva, defende-se que <strong>o eu/self é resultado de uma rede de sistemas cerebrais (ou é a própria rede em funcionamento)</strong>.</p>
<p>Pinker disserta sobre isso usando o <strong>caso Phineas Gage</strong>, um dos mais famosos da história da neurologia.</p>
<p>Phineas Gage foi um funcionário de uma ferrovia que teve<strong> uma barra de ferro atravessada pelo seu cérebro</strong>. Manteve intactas funções motoras, linguagem, percepção e memória.  Mas, como na famosa frase, &#8220;Gage não foi mais Gage&#8221;. Ele mudou em muitos aspectos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Um sujeito antes cortês, responsável e ambicioso tornou-se um homem rude, irresponsável e indolente. Fez isso empalando seu córtex pré-frontal ventromedial, a região do cérebro acima dos olhos que hoje sabemos ter participação no raciocínio sobre as outras pessoas. Junto com outras áreas dos lobos pré-frontais e do sistema límbico (a sede das emoções), essa região prevê as consequências das ações de seu possuidor e seleciona o comportamento conforme seus objetivos.&#8221;</p></blockquote>
<p>Nós <em>sentimos</em> que somos um eu único. Mas esse eu, e inclusive a sensação de eu, são resultados da interações de diversas partes do cérebro.</p>
<p>Pinker exemplifica casos em que pode-se ver <strong>correlações entre estrutura cerebral e funções mentais</strong>:</p>
<ul>
<li>No cérebro de Albert Einstein, áreas que participam do raciocínio espacial e das intuições sobre números (lóbulos parietais inferiores) eram grandes e tinham um formato incomum.</li>
<li>Assassinos e outras pessoas antissociais (antissocial aqui não está no sentido do uso comum, mas no sentido relacionado ao transtorno de personalidade antissocial e psicopatia) violentas tendem a possuir a parte do cérebro que controla a tomada de decisões e inibição de impulsos (córtex pré-frontal) em tamanho menor e menos ativa.</li>
</ul>
<p>Um último ponto mencionado por Pinker, e talvez o mais interessante, é o aprendizado.</p>
<blockquote><p><strong>&#8220;Aprendizado <em>é</em> uma mudança em alguma parte do cérebro&#8221;.</strong></p></blockquote>
<p>Acho isso fantástico. Dá até para <a href="https://psicoativo.com/2022/01/cientistas-filmam-o-cerebro-criando-memorias.html">ver o cérebro criando memórias!</a></p>
<blockquote><p>&#8220;Agora, finalmente, a neurociência está começando a alcançar a psicologia, descobrindo mudanças no cérebro subjacentes ao aprendizado. (&#8230;) as fronteiras entre trechos do córtex dedicados a diferentes partes do corpo, talentos e até sentidos físicos podem ser ajustadas pelo aprendizado e pela prática.&#8221;</p></blockquote>
<p>Isto é possível porque existe a <strong>neuroplasticidade, a capacidade do cérebro de mudar sua estrutura (e funções, claro) ao longo da vida</strong>. E aqui vai um último ponto, que toca especialmente à psicologia.</p>
<p>Olhar só para o cérebro não é suficiente para entender psicologia, mas é <em>necessário</em>. Algo que falta muito na psicologia brasileira, mas é essencial no campo científico, é a comunicação com outras áreas.</p>
<p>Uma área do conhecimento não pode se sustentar sozinha. Não é possível fazer uma psicologia decente ignorando (ou mesmo contradizendo) o resto da ciência.</p>
<p>Dessa ignorância surgem vários e grandes problemas, como uma psicologia abstrata onde vale tudo (e paradoxalmente, tudo passa a valer pouco), onde há impossibilidade de entender que fenômenos psicológicos são concretos (&#8220;Ué? Como que a mente pode afetar o corpo?!&#8221;) e, consequentemente, passe-se a ver questões psicológicas como meras abstrações sem importância (&#8220;depressão é frescura&#8221;, &#8220;isso é só coisa da sua cabeça&#8221;, &#8220;basta pensar positivo!&#8221;).</p>
<p><strong>A psicologia precisa de cérebro</strong>. E também precisa entender que:</p>
<ul>
<li>a mente não é algo abstrato existente em uma terra sem lei da imaterialidade,</li>
<li>a mente está em um cérebro,</li>
<li>o cérebro é afetado por um monte de coisas (de elementos físicos e químicos e condições biológicas à históricas e sociais).</li>
</ul>
<hr />
<p><strong>Livros que recomendo</strong> para te ajudar a pensar sobre o tema (justamente com essa bolota de carne eletroquímica aí dentro do seu crânio!):</p>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535904948&amp;asins=8535904948&amp;linkId=b56fc19b9adc26b63b48fa8c4e80e941&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535922008&amp;asins=8535922008&amp;linkId=77557e2df44bcf72f84fad97d293c5f9&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=852731049X&amp;asins=852731049X&amp;linkId=a0b020712e1eae03f0654a2f0141f046&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=0684801582&amp;asins=0684801582&amp;linkId=04235cb53922877f2e747a4a686aa834&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8536306033&amp;asins=8536306033&amp;linkId=498dd1c88766dd76516791870bcc7393&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-hipotese-espantosa-sobre-mente-e-materia-e-os-fatos/">&#8220;A hipótese espantosa&#8221; sobre mente e matéria (e os fatos)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Por que até professores ensinam mitos sobre aprendizagem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f48e; Curso: Hackeando a Aprendizagem &#8211; A ciência de como estudar melhor https://universodapsicologia.com/haa &#160; &#x1f4f3; Redes sociais: Instagram Telegram Facebook Twitter https://archive.org/download/yt-1s.io-por-que-professores-ensinam-mitos-sobre-aprendizagem-128-kbps/yt1s.io%20-%20Por%20que%20professores%20ensinam%20mitos%20sobre%20aprendizagem_%20%28128%20kbps%29.mp3</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Curso: Hackeando a Aprendizagem &#8211; A ciência de como estudar melhor</strong> <a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f3.png" alt="📳" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Redes sociais:</p>
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<p><iframe title="Por que professores ensinam mitos sobre aprendizagem?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/E9tzbI4C0Dc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Como a mente pode ser física? &#124; Teoria Computacional da Mente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 17:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre &#8220;a matéria da mente&#8221; é complicado. Não é atoa que durante a maior parte da história da humanidade a mente pareceu algo imaterial, não-físico. Ainda parece para a maior parte das pessoas, na [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-a-mente-pode-ser-fisica-teoria-computacional-da-mente/">Como a mente pode ser física? | Teoria Computacional da Mente</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar sobre &#8220;<a href="https://amzn.to/36PdNFW"><strong>a matéria da mente</strong></a>&#8221; é complicado. Não é atoa que durante a maior parte da história da humanidade a mente pareceu algo imaterial, não-físico. Ainda parece para a maior parte das pessoas, na verdade.</p>
<p>Por essa visão da mente como algo imaterial, não-físico, etéreo, situado sabe-se-lá-onde, <strong>um grande problema na compreensão da psicologia</strong> (como foi para mim), venho falando muito sobre isso ultimamente.</p>
<ul>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=O_EmVGzz9Vg">Expliquei como funciona o efeito placebo</a>, um exemplo de como a mente afeta o corpo</li>
<li>Comentei sobre o fato de que <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicoterapia-e-um-tratamento-biologico-uma-terapia-cerebral-eric-kandel/">“a psicoterapia é um tratamento biológico, uma terapia cerebral”</a>, fala do Eric Kandel (autor da &#8220;<a href="https://amzn.to/3wvAnhv">bíblia das neurociências</a>&#8220;)</li>
<li>Compartilhei uma explicação do <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-significa-o-todo-e-maior-do-que-a-soma-das-partes-nao-e-o-que-voce-pensa-provavelmente/">significado da expressão “O todo é maior do que a soma das partes”</a> (spoiler: não surge nada imaterial daí)</li>
<li>Uma das bases desta discussão é <a href="https://www.youtube.com/watch?v=LdaAAkZZ6Zg"><em>O erro de Descartes</em></a>, que comentei em vídeo, aludindo ao <em><a href="https://amzn.to/3qztkAq">livro do Antônio Damásio</a> </em>com o mesmo nome,</li>
</ul>
<p>A propósito, sobre a ideia de mente de Descartes:</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>O dualismo de substâncias proposto por Descartes, o dualismo que divide o mundo em <em>res cogitans</em> e <em>res extensa</em> é, hoje em dia, considerado por muitos como sendo uma doutrina obsoleta</strong>. O século XX é considerado por muitos como trazendo a marca do triunfo do monismo materialista como opção teórica de quase todos os filósofos deste século.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Do <a href="https://amzn.to/3D8b9a5">livro Mente, cérebro e cognição</a>, do João de Fernandes Teixeira ( um dos maiores nomes em Filosofia da Mente no Brasil)</p>
</blockquote>
<p>Você pode ainda estar achando difícil de<em> pegar essa ideia</em>. Um exemplo vai te ajudar a, pelo menos, conseguir <strong>ver como a mente pode ser física</strong>.</p>
<p>Antes de década de 1950, era muito difícil pensar na mente como algo físico, material, &#8220;palpável&#8221;. Este é um dos motivos pelos quais a psicologia (especialmente a americana) foi dominada por algumas décadas pelo Behaviorismo, uma perspectiva que foca no comportamento, e não nos processos mentais. O mentalismo foi visto como um problema (e ainda é, já que a maioria das pessoas ainda acredita que falar em mente é falar de algo imaterial e não-científico).</p>
<p>A partir da década de 1950, acontece a <strong>Revolução Cognitiva</strong> na Psicologia. Com isso, <strong>a forma como pensamos a mente mudou</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1347" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/cerebro_mente_computador.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/cerebro_mente_computador.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/cerebro_mente_computador-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/cerebro_mente_computador-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/cerebro_mente_computador-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/cerebro_mente_computador-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>No seu <a href="https://amzn.to/3uraVXD">livro Tabulsa Rasa</a>, Steven Pinker explica e exemplifica isto.</p>
<p>Ele começa com uma primeira ideia básica:</p>
<blockquote><p>&#8220;<strong>O mundo mental pode ser alicerçado no mundo físico pelos conceitos de informação, computação e feedback</strong>&#8220;.</p></blockquote>
<p>Seguindo, ele diz que &#8220;a revolução cognitiva unificou o mundo das ideias com o mundo da matéria&#8221;, e exemplifica falando sobre <strong>a materialidade de processos mentais como crenças, lembranças, pensamento, planejamento, desejo e tentativa</strong>:</p>
<blockquote><p>&#8220;Crenças e lembranças são coleções de informações &#8211; como fatos em um banco de dados, porém residindo em padrões de atividade e estrutura no cérebro. Pensar e planejar são transformações sistemáticas desses padrões, como a operação de um programa de computador.&#8221;</p></blockquote>
<p>Algo interessante a se acrescentar aqui é que neurônios funcionam de forma parecida com um sistema binário de computador, que usa zeros e ums (0,1). No caso dos neurônios, eles podem disparar ou não potenciais de ação.</p>
<p>Como exemplos de &#8220;informações residindo em padrões de atividade e estrutura do cérebro&#8221;:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ippS0Dzkueg">a memória não é uma gravação</a>, como um vídeo em uma pasta no seu computador. Ela é um padrão de ativação neural.</li>
<li>ao imaginar algo (&#8220;ver uma imagem na sua cabeça&#8221;), ocorre uma ativação no lobo occipital parecida com aquela que ocorre quando você realmente vê essa coisa.</li>
</ul>
<blockquote><p>&#8220;Querer e tentar são <em>feedback loops</em>*, como no princípio que fundamenta os termostatos: recebem informações sobre a discrepância entre um objetivo e o estado corrente do mundo e então executam operações que tendem a reduzir a diferença. A mente é conectada ao mundo pelos órgãos dos sentidos, que fazem a transdução, ou transformação, de energia física em estruturas de dados no cérebro, e por programas motores, por meio dos quais o cérebro controla os músculos.&#8221;</p></blockquote>
<p>*<em>Feedback loops</em> é um termo da informática para a ocorrência de retorno de um ponto de saída para a entrada.</p>
<p>Essa ideia geral que o Pinker apresenta é parte da <strong><em>teoria computacional da mente.</em></strong></p>
<p>Dois pontos para dar atenção:</p>
<ul>
<li>Teoria, em ciência, não é &#8220;só uma ideia&#8221;, como no senso comum. Teoria computacional da mente, assim como a teoria da evolução das espécies, não tem a mesma validade de<em> qualquer outra</em> teoria. Ela é um corpo de conhecimento que inclui uma base filosófica razoável, hipóteses testáveis e dados empíricos.</li>
<li>Teoria computacional da mente não é a <em>metáfora computacional da mente</em>. Não é que a mente funciona exatamente como um programa de computador, mas sim que é possível explicar a mente e processadores de informação fabricados por nós (como os computadores) usando alguns dos mesmos princípios. Mesmo sendo imperfeita, a metáfora do computador (<em>o cérebro é o hardware, a mente é o software</em>) é útil em muitos casos, principalmente para introduzir a ideia.</li>
</ul>
<p><strong>A computação moderna foi fundamental para a revolução cognitiva e para podermos entender a mente como algo físico</strong>. Também foi fundamental para o surgimento de uma família de disciplinas conhecidas como ciências cognitivas: filosofia, psicologia, inteligência artificial, neurociência, antropologia e linguística.</p>
<p>Os computadores são cada vez mais inteligentes e cada vez mais mostram que são capazes de realizar processos cognitivos que antes só pareciam possíveis para a mente humana. Eles são capazes de fazer julgamentos, reconhecer rostos, raciocinar de forma complexa, compor sinfonias ao estilo de Mozart, desenhar pessoas e paisagens, criar anúncios publicitários criativos etc (ainda estão com dificuldade de resolver captchas com placas de trânsito, mas você está ensinando a eles quando resolve os que lhe aparecem).</p>
<p>Pinker termina esse trecho do livro assim:</p>
<blockquote><p>&#8220;nada disso implica que o cérebro funciona como um computador digital, que a inteligência artificial um dia duplicará a mente humana ou que os computadores são conscientes no sentido de ter experiência subjetiva em primeira pessoa. Mas indica que o <strong>raciocínio, inteligência, imaginação e criatividade são formas de processamento e informação, um processo físico bem compreendido</strong>. A ciência cognitiva, com a ajuda da teoria computacional da mente, exorcizou pelo menos um <a href="https://amzn.to/3DbfJ7O">fantasma da máquina</a>.&#8221;</p></blockquote>
<h4>Alguns livros que recomendo para sobre o tema:</h4>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=852731049X&amp;asins=852731049X&amp;linkId=8c0a89f325272311ddf52eaca21c44ae&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535922008&amp;asins=8535922008&amp;linkId=54a8079810946c6e8eed307b2e8e6e61&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe> <iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8535904948&amp;asins=8535904948&amp;linkId=516da0ab5586bd436534c5a335dc0f83&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe> <iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8501055565&amp;asins=8501055565&amp;linkId=0a30157b3bf85006283523f80bc8b312&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8532623492&amp;asins=8532623492&amp;linkId=5d98432db5146c99c12179b9828b920f&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Preferências não são estilos de aprendizagem (visual, auditivo, cinestésico)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 11:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem: https://www.youtube.com/watch?v=uNAPM&#8230; &#x1f48e; Aprenda mais em menos tempo com o curso Hackeando a Aprendizagem: https://universodapsicologia.com/haa https://archive.org/download/yt-1s.io-estilos-de-aprendizagem-x-preferencias-de-aprendizagem-respondendo-comentarios-128-kbps/yt1s.io%20-%20Estilos%20de%20aprendizagem%20x%20Prefer%C3%AAncias%20de%20aprendizagem%20_%20Respondendo%20coment%C3%A1rios%20%28128%20kbps%29.mp3</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">O Maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/watch?v=uNAPM5_SgSY&amp;t=0s">https://www.youtube.com/watch?v=uNAPM&#8230;</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aprenda mais em menos tempo com o curso Hackeando a Aprendizagem: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://universodapsicologia.com/hackeando-a-aprendizagem-a-ciencia-de-como-estudar-melhor/" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1291-38" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/yt-1s.io-estilos-de-aprendizagem-x-preferencias-de-aprendizagem-respondendo-comentarios-128-kbps/yt1s.io%20-%20Estilos%20de%20aprendizagem%20x%20Prefer%C3%AAncias%20de%20aprendizagem%20_%20Respondendo%20coment%C3%A1rios%20%28128%20kbps%29.mp3?_=38" /><a href="https://archive.org/download/yt-1s.io-estilos-de-aprendizagem-x-preferencias-de-aprendizagem-respondendo-comentarios-128-kbps/yt1s.io%20-%20Estilos%20de%20aprendizagem%20x%20Prefer%C3%AAncias%20de%20aprendizagem%20_%20Respondendo%20coment%C3%A1rios%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/yt-1s.io-estilos-de-aprendizagem-x-preferencias-de-aprendizagem-respondendo-comentarios-128-kbps/yt1s.io%20-%20Estilos%20de%20aprendizagem%20x%20Prefer%C3%AAncias%20de%20aprendizagem%20_%20Respondendo%20coment%C3%A1rios%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Estilos de aprendizagem x Preferências de aprendizagem | Respondendo comentários" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/TUfeUS4wnbc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/preferencias-nao-sao-estilos-de-aprendizagem-visual-auditivo-cinestesico/">Preferências não são estilos de aprendizagem (visual, auditivo, cinestésico)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Provocar ciúme (com caso real) x Construir confiança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 22:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa última parte da minissérie sobre estratégias ruins e boas para lidar com o ciúme eu falo sobre provocar ciúme, construir confiança e conto um caso real. As três primeiras partes você pode ver no [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/provocar-ciume-x-construir-confianca/">Provocar ciúme (com caso real) x Construir confiança</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa última parte da minissérie sobre estratégias ruins e boas para lidar com o ciúme eu falo sobre provocar ciúme, construir confiança e conto um caso real.</p>
<p>As três primeiras partes você pode ver no canal no Youtube:</p>
<ol>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=h1jUsqnS_Ao&amp;t=17s">Técnicas para não quebrar tudo</a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_L6TpnpUqOc">O que fazer quando alguém dá em cima do seu namorado no trabalho</a></li>
<li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=PkqC0zsMZBk&amp;t=1s">Isolamento, admissão, esclarecimento e garantia</a></li>
</ol>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1333-40" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/ciume-estrat-4-provocar-ciume-x-construir-confianca-pod/Ciume%20estrat%204%20-Provocar%20ci%C3%BAme%20x%20construir%20confian%C3%A7a%20%28pod%29.mp3?_=40" /><a href="https://archive.org/download/ciume-estrat-4-provocar-ciume-x-construir-confianca-pod/Ciume%20estrat%204%20-Provocar%20ci%C3%BAme%20x%20construir%20confian%C3%A7a%20%28pod%29.mp3">https://archive.org/download/ciume-estrat-4-provocar-ciume-x-construir-confianca-pod/Ciume%20estrat%204%20-Provocar%20ci%C3%BAme%20x%20construir%20confian%C3%A7a%20%28pod%29.mp3</a></audio>
<p>Aprenda as melhores estratégias para lidar com o ciúme:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="mEgTHcd4Im"><p><a href="https://universodapsicologia.com/livredociume/">Livre do Ciúme &#8211; Treinamento online</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Livre do Ciúme &#8211; Treinamento online&#8221; &#8212; Universo da Psicologia" src="https://universodapsicologia.com/livredociume/embed/#?secret=QD4KFdjiho#?secret=mEgTHcd4Im" data-secret="mEgTHcd4Im" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/provocar-ciume-x-construir-confianca/">Provocar ciúme (com caso real) x Construir confiança</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;A psicoterapia é um tratamento biológico, uma terapia cerebral&#8221; &#8211; Eric Kandel</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/a-psicoterapia-e-um-tratamento-biologico-uma-terapia-cerebral-eric-kandel/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/a-psicoterapia-e-um-tratamento-biologico-uma-terapia-cerebral-eric-kandel/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2022 14:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eric Kandel é o autor da &#8220;bíblia das neurociências&#8220;, livro básico para todo mundo que quer entender o cérebro. O véio é brabo. (E é muito simpático, ainda mais porque usa gravata borboleta, assim como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eric Kandel é o autor da &#8220;<a href="https://amzn.to/3i0lo6y"><em>bíblia das neurociências</em></a>&#8220;, livro básico para todo mundo que quer entender o cérebro. O véio é brabo.</p>
<p>(E é muito simpático, ainda mais porque usa gravata borboleta, assim como Aaron Beck)</p>
<figure id="attachment_1317" aria-describedby="caption-attachment-1317" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1317 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/Eric-Kandel_e_Aaron_Beck.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/Eric-Kandel_e_Aaron_Beck.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/Eric-Kandel_e_Aaron_Beck-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/Eric-Kandel_e_Aaron_Beck-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/Eric-Kandel_e_Aaron_Beck-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/Eric-Kandel_e_Aaron_Beck-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption id="caption-attachment-1317" class="wp-caption-text">Eric Kandel (autor da &#8220;bíblia das neurociências&#8221;) e Aaron Beck (psiquiatra, criador da Terapia Cognitivo-Comportamental). Impossível não amá-los.</figcaption></figure>
<p>Em um artigo maravilhoso, dentro de um tópico chamado &#8220;Ligações da neurociência aos distúrbios da mente: psiquiatria, psicanálise e psicoterapia&#8221;, Kandel fala sobre a <strong><a href="https://universodapsicologia.com/09-tradicao-biologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/">biologia dos transtornos mentais</a></strong> (inclusive, ele fala da importância do Beck, mas não vem ao caso no momento).</p>
<p><span style="color: #808080;">Avisos: </span></p>
<ol>
<li><span style="color: #808080;">alterei a formatação para tornar a leitura e o entendimentos melhores</span></li>
<li><span style="color: #808080;">não precisa se preocupar tanto em entender os detalhes, a princípio. Só os mantive para dar maior suporte à afirmação mais importante que quero que você leia, que é a última frase da citação do Kandel &#8211; o item 3)</span></li>
</ol>
<p>Veja alguns trechos bem interessantes:</p>
<blockquote><p>&#8220;(&#8230;) agora estamos começando discernir um circuito neural complexo que se torna desordenado nas doenças depressivas. (&#8230;) cientistas usaram técnicas de escaneamento cerebral para identificar vários componentes deste circuito, dois dos quais são particularmente importantes.</p>
<ol>
<li>Uma é a Área 25 (a região cingulada subcalosa), que medeia nossas respostas autonômicas e motoras ao estresse emocional;</li>
<li>a outra é a ínsula anterior direita, região que se torna ativa durante tarefas que envolvem autoconsciência bem como tarefas que envolvem experiência interpessoal.</li>
</ol>
<p>Esses duas regiões se conectam a outras regiões importantes do cérebro, todas elas podendo ser perturbadas na doença depressiva.</p>
<p>Em um estudo recente de pessoas com depressão, Mayberg deu a cada pessoa terapia cognitivo-comportamental ou um medicamento antidepressivo. Ela descobriu que:</p>
<ul>
<li>as pessoas que começaram com atividade abaixo da média na ínsula anterior direita responderam bem à terapia cognitivo-comportamental, mas não ao antidepressivo.</li>
<li>Pessoas com atividade acima da média responderam ao antidepressivo, mas não à terapia cognitivo-comportamental.</li>
</ul>
<p>Mayberg poderia realmente prever uma resposta  da pessoa a tratamentos específicos para depressão a partir da atividade de linha de base em sua ínsula anterior direita. Embora precisemos imaginar descobrir o que causa essa atividade de linha de base diferencial, <strong>os resultados nos mostram várias coisas importantes sobre os transtornos mentais</strong>.</p></blockquote>
<ol>
<li>
<blockquote><p>Primeiro, os circuitos neurais que são perturbados provavelmente são muito complexos.</p></blockquote>
</li>
<li>
<blockquote><p>Em segundo lugar, podemos identificar fatores biológicos específicos e mensuráveis, marcadores de um transtorno mental, e esses biomarcadores podem prever o resultado de dois tratamentos diferentes: psicoterapia e medicamento.</p></blockquote>
</li>
<li>
<blockquote><p>Terceiro, <strong>a psicoterapia é um tratamento biológico, uma terapia cerebral. Produz mudanças físicas que podem ser detectadas com imagens do cérebro</strong>.&#8221;</p></blockquote>
</li>
</ol>
<p>Este último ponto é para onde eu mais gostaria de chamar atenção. É um outro ótimo exemplo do que eu quero mostrar: <em>uma <strong>psicologia concreta</strong></em>.</p>
<p><strong>A separação entre corpo e mente, onde a mente parece uma entidade imaterial, é um grande problema para entender psicologia</strong>. Falei disso no vídeo sobre <em>O Erro de Descartes</em>:</p>
<p><iframe title="O erro de Descartes que te atrapalha a entender Psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/LdaAAkZZ6Zg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Essa separação entre corpo e mente é um dos grandes motivos pelos quais muita gente não entende como intervenções psicológicas, como a psicoterapia, podem realmente mudar algo concretamente</strong>.</p>
<p>Elas podem, e elas mudam. Mexer na mente é mexer no cérebro.</p>
<p><b>Seja você estudante/profissional da psicologia ou apenas alguém interessado no assunto e autodidata, entender a psicologia concreta é fundamental</b>. Sem isso, vai faltar um baita pedaço e você não vai conseguir entender muita coisa.</p>
<p>Já falei disso em outros momentos:</p>
<h3 class="title"><a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-precisa-da-biologia/">A Psicologia precisa da Biologia?</a> (podcast)</h3>
<p>Alguns vídeos:</p>
<p><strong>Como funciona o efeito placebo? Como a mente afeta o corpo?</strong></p>
<p><iframe title="Como funciona o efeito placebo? Como a mente afeta o corpo?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/O_EmVGzz9Vg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Preciso acredita para o efeito placebo funcionar?</strong></p>
<p><iframe title="Preciso acreditar para o efeito placebo funcionar?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/4KdiK8jEKaI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Nojo e moral: As emoções afetam seu julgamento</strong></p>
<p><iframe title="Nojo e moral (?!): As emoções afetam seus julgamentos" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/5oudnJ4It6w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Por que esse aqui tá na lista? <strong>Porque as emoções estão no corpo</strong>. Muita gente (incluindo eu, por muito tempo) não vê as emoções como algo concreto, mas como abstrações, coisas &#8220;soltas no ar&#8221;.</p>
<p>Por isso, por exemplo, falar em &#8220;somatizar emoções&#8221; (transformá-las em reações físicas) não faz muito sentido. Até o nome psicossomática é ruim, porque pressupõe que mente (psico) e corpo (soma) são coisas separadas.</p>
<p>*</p>
<p>Você já tinha pensado nisso? Já tinha pensado na psicoterapia como um tratamento biológico? Já tinha pensado em uma psicologia concreta dessa forma?</p>
<p>Comenta aí, vamos conversar <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>O artigo do Kandel é o <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0896627313009914"><em>The New Science of Mind and the Future of Knowledge</em></a>, uma das muitas estupendas indicações do Altay lá na sessão <a href="https://www.cientistica.com/homepage/coisas-pra-vida-p">&#8220;Coisas pra vida&#8221; do Cientística</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicoterapia-e-um-tratamento-biologico-uma-terapia-cerebral-eric-kandel/">&#8220;A psicoterapia é um tratamento biológico, uma terapia cerebral&#8221; &#8211; Eric Kandel</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Catarse em Psicanálise: traumas e descarga de afetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 11:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Catarse e método catártico foram usados por Breuer e Freud, o pai da Psicanálise, como forma de terapia, principalmente na era pré-psicanalítica (antes de 1900). &#x1f4d5; Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Catarse e método catártico foram usados por Breuer e Freud, o pai da Psicanálise, como forma de terapia, principalmente na era pré-psicanalítica (antes de 1900).</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud</span> <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">→ </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbjFVRmJtNGpYZGZfdWtDNEYxemU0WjcxWXV6UXxBQ3Jtc0ttMkthOGNQRHhJejFJc19ELWZfRDh1SllaWjFuVExkbFpaYnhkMDdvbUVkSDBwWTBRWHZKXzBhdUxDbjR5LVdwV3J3ZUoxQzJRdDA0Qjl0NEJpNVFhdUhDc2NjbGVrOXEwQWR0Rm9mXzJrRGJhaWFQZw&amp;q=https%3A%2F%2Ffreudexplicado.com%2Febook&amp;stzid=UgyNsrbspe6bMvn81Yh4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p>***</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1220-42" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/catarse-e-metodo-catartico-freud-e-breuer-psicanalise/Catarse%20e%20M%C3%A9todo%20cat%C3%A1rtico%20_%20Freud%20e%20Breuer%20_%20Psican%C3%A1lise.mp3?_=42" /><a href="https://archive.org/download/catarse-e-metodo-catartico-freud-e-breuer-psicanalise/Catarse%20e%20M%C3%A9todo%20cat%C3%A1rtico%20_%20Freud%20e%20Breuer%20_%20Psican%C3%A1lise.mp3">https://archive.org/download/catarse-e-metodo-catartico-freud-e-breuer-psicanalise/Catarse%20e%20M%C3%A9todo%20cat%C3%A1rtico%20_%20Freud%20e%20Breuer%20_%20Psican%C3%A1lise.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Catarse e Método catártico | Freud e Breuer | Psicanálise" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/uXKRgQv8suA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O que significa &#8220;O todo é maior do que a soma das partes?&#8221; (não é o que você pensa, provavelmente)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-que-significa-o-todo-e-maior-do-que-a-soma-das-partes-nao-e-o-que-voce-pensa-provavelmente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 19:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O todo é mais do que a soma das partes” (ou &#8220;O todo é maior do que a soma das partes&#8220;) é uma frase relativamente famosa (assim como Aristóteles, seu autor). Entretanto, na Psicologia, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“</span><em><span style="font-weight: 400;">O todo é mais do que a soma das partes</span></em><span style="font-weight: 400;">” (ou &#8220;<em>O todo é maior do que a soma das partes</em>&#8220;) é uma frase relativamente famosa (assim como Aristóteles, seu autor). Entretanto, na Psicologia, o cara mais associado a essa ideia (Kurt Kofka) e <strong>o real significado da frase</strong> são bem desconhecidos.</span></p>
<p>Esta frase é um princípio básico da <strong>Psicologia da Gestalt</strong>, que foi uma área de estudo que focou muito em <strong>formas e percepção</strong>. Nesse contexto, falar que &#8220;<em>o todo é maior do que a simples soma das partes</em>&#8221; faz todo sentido, e olhando aí que poderemos entendê-la.</p>
<figure id="attachment_1312" aria-describedby="caption-attachment-1312" style="width: 252px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1312 size-medium" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/03/cranium-head-optical-illusion-stockpack-pixabay-252x300.png" alt="cranium, head, optical illusion" width="252" height="300" /><figcaption id="caption-attachment-1312" class="wp-caption-text">O que você vê? Um cálice ou duas faces viradas uma para a outra? Foto por <a class="stockpack-author" href="https://pixabay.com/users/GDJ?utm_source=Stockpack&amp;utm_medium=referral" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">GDJ</a> on <a class="stockpack-provider" href="https://pixabay.com/photos/2858764?utm_source=Stockpack&amp;utm_medium=referral" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Pixabay</a></figcaption></figure>
<p>A minha ideia de falar sobre isso veio enquanto assisto a <a href="https://www.youtube.com/watch?v=yVQF8qhW97o">segunda aula do curso de Estatística aplicada à Psicobiologia, da UNIFESP</a>, que estou fazendo (principalmente) para o meu mestrado.</p>
<p>Antes de falar da Psicologia da Gestalt, o <a href="https://www.cientistica.com/">Altay</a> (professor do curso) falava sobre <strong>variáveis e fatores emergentes</strong>. Simplificando, podemos pensar em coisas que vemos diretamente no mundo e coisas que emergem da combinação de outras.</p>
<p>Um exemplo da física: F = MA (Força é igual Massa x Aceleração). <strong>Vemos a massa diretamente, mas não a força</strong>. Força é um fator que <em>emerge</em> da combinação entre massa e aceleração.</p>
<p>Lá pelo minuto 26, o professor Altay começa a falar sobre a Psicologia da Gestalt. Segundo ele, <span style="font-weight: 400;">traduziram errado do alemão o que o Kofka realmente queria dizer: <em>observar o todo e observar as partes são processos fenomenológicos diferentes</em>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele dá um ótimo exemplo: relógio desmontado é diferente de um relógio montado fenomenologicamente (geram percepções diferentes). Do relógio montado emerge o tic tac, o movimento dos ponteiros. Ao observar os ponteiros pode emergir NA SUA MENTE o tic tac, uma ilusão perceptual a partir da percepção fenomenológica do relógio como um todo.  Não são todas as culturas que imaginam o tic tac.</span></p>
<p>Dizer que &#8220;O todo é maior do que a simples soma das partes&#8221; ou que &#8220;O todo é mais do que a soma das partes&#8221; pode levar a um entendimento equivocado. Podemos achar que UMA PEÇA a mais surge no mundo, ou que a natureza das coisas não é redutível aos seus componentes materiais (e o fator emergente pode parecer algo abstrato, como força ou inteligência).</p>
<p>Este é um ótimo exemplo da <strong><em>Psicologia Concreta</em></strong>, da qual venho falando bastante nas redes sociais nas últimas semanas. Grande parte da Psicologia se perdeu nos termos abstratos e muita gente nem chega a descobrir o que tem de concreto nesses termos.</p>
<p>&#8220;Inteligência&#8221; parece uma coisa abstrata, mágica, inexistente. &#8220;Cadê a indigência?! Não consigo ver nem pegar!&#8221; Mas é a mesma coisa com a força, na física. São conceitos abstratos, mas que envolvem variáveis materiais, que você pode ver, pegar etc. Na inteligência você tem, por exemplo, elementos como fluência verbal, velocidade de processamento de informações e solução de problemas &#8211; e todos eles são materiais, concretos e mensuráveis.</p>
<p>A Psicologia, principalmente no Brasil, carece de concretude. Fala-se muito de abstrações que (a) parecem não representar nada no mundo material, (b) não se sabe exatamente o que é ou (c) tem um significado para cada pessoa que fala sobre o tema. Isso é um baita problema. Este é um dos motivos pelos quais continuarei falando desse tema: para mostrar uma <strong>Psicologia que fala do mundo concreto e, assim, nos permite fazer mudanças concretas nele</strong>.</p>
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		<title>O recalque na psicanálise freudiana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 11:47:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O recalque não tá só na mente das inimigas. Segundo o Tio Freud, todo mundo é recalcado. &#x1f4d5; Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud → https://freudexplicado.com/ebook https://archive.org/download/recalque-e-retorno-do-recalcado-psicanalise-de-freud-128-kbps/Recalque%20e%20Retorno%20do%20recalcado%20_%20Psican%C3%A1lise%20de%20Freud%20%28128%20kbps%29.mp3</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O recalque não tá só na mente das inimigas. Segundo o Tio Freud, todo mundo é recalcado.</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud</span> <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">→ </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbDB1bU96YmgxdWlld1EwVUIzcmt1V1NYR2FUZ3xBQ3Jtc0tuektZRGhZeVp2UXZpNkRtQjBPU082QmZLODFLNEw2cVFCUU1ucFUzWktVRXBIR2g3NWlNbERqTzdMYWVkOFdMWFdiVEZ5ZTZNWUloQlZ2bVo1WmEwNFVDRW45RU1SbGRlbGVPajR1MGo0WjFJWGcxRQ&amp;q=https%3A%2F%2Ffreudexplicado.com%2Febook&amp;stzid=UgxAycgftx5KQy8XNa14AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1216-44" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/recalque-e-retorno-do-recalcado-psicanalise-de-freud-128-kbps/Recalque%20e%20Retorno%20do%20recalcado%20_%20Psican%C3%A1lise%20de%20Freud%20%28128%20kbps%29.mp3?_=44" /><a href="https://archive.org/download/recalque-e-retorno-do-recalcado-psicanalise-de-freud-128-kbps/Recalque%20e%20Retorno%20do%20recalcado%20_%20Psican%C3%A1lise%20de%20Freud%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/recalque-e-retorno-do-recalcado-psicanalise-de-freud-128-kbps/Recalque%20e%20Retorno%20do%20recalcado%20_%20Psican%C3%A1lise%20de%20Freud%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
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		<title>Diminua preocupações e ansiedade com cálculo de probabilidades</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/diminua-preocupacoes-e-ansiedade-com-calculo-de-probabilidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parar de pensar em coisas ruins? Como parar de pensar demais em algo? Como parar de pensar no passado, no futuro ou na morte? Como evitar preocupações? Como tirar preocupações da mente? Como lidar, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/diminua-preocupacoes-e-ansiedade-com-calculo-de-probabilidades/">Diminua preocupações e ansiedade com cálculo de probabilidades</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como parar de pensar em coisas ruins? Como parar de pensar demais em algo? Como parar de pensar no passado, no futuro ou na morte? Como evitar preocupações? Como tirar preocupações da mente? Como lidar, superar, vencer, esquecer, evitar, acabar&#8230;com as preocupações?</p>
<p>Todas essas são perguntas comuns sobre um problema extremamente comum. Claro, todos tem preocupações. As preocupações podem ter várias causas, os pensamentos podem ser sobre vários temas, mas felizmente existem várias técnicas que podemos usar para lidar com esses problemas.</p>
<p>Nesse vídeo eu falo sobre uma ótima técnica, baseada em raciocínio lógico e probabilidades, muito usada em terapia cognitivo comportamental. Claro que ela não resolverá todas as possíveis preocupações que todas as pessoas podem ter, mas já pode te ajudar em vários casos a lidar com seus pensamentos que geram ansiedade.</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Receba todas as novidades do Universo da Psicologia </span></p>
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<p><iframe title="Qual é a probabilidade de seu pensamento estar certo? | Como lidar com preocupações e ansiedade" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/gZDUNhQCvRc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O Golpista do Tinder e o bizarro poder da fama</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-golpista-do-tinder-e-o-bizarro-poder-da-fama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2022 14:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Evolucionista]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Simon Leviev faturou cerca de U$ 10 milhões (R$ 50-60 milhões) dando golpes. Ele causou enormes estragos na vida de várias mulheres e, depois da série na Netflix, causou uma baita revolta pública. Esperava-se que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-golpista-do-tinder-e-o-bizarro-poder-da-fama/">O Golpista do Tinder e o bizarro poder da fama</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1308" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/02/Simon-Leviev-golpista-do-tinder.jpeg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/02/Simon-Leviev-golpista-do-tinder.jpeg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/02/Simon-Leviev-golpista-do-tinder-300x157.jpeg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/02/Simon-Leviev-golpista-do-tinder-768x401.jpeg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Simon Leviev faturou cerca de U$ 10 milhões (R$ 50-60 milhões) dando golpes.</p>
<p>Ele causou enormes estragos na vida de várias mulheres e, depois da série na Netflix, causou uma baita revolta pública.</p>
<p><strong>Esperava-se que ele fosse falir com a exposição. </strong><strong>No entanto, ele está ganhando bastante dinheiro com ela</strong>.</p>
<p>No Cameo, site onde fãs pagam para receber vídeos de famosos, ele fez U$ 30 mil em 3 dias.</p>
<p>Também está em negociação com um agente de talentos para lançar reality show, podcast e livro com dicas de sedução.</p>
<p>É chocante para muita gente. <em>Como alguém pode gostar e financiar esse tipo de pessoa?</em></p>
<p>Há muitos fatores em jogo. Um dele é, simplesmente, a fama. <strong>Os seres humanos, em geral, tem uma sensibilidade à fama e ao status</strong>.</p>
<p>Essa &#8220;atração&#8221; por pessoas famosas, mesmo criminosos, pode conviver muito bem com sentimentos negativos em relação à ela, e pode até superá-los.</p>
<p>*</p>
<p><strong>Você já reparou no efeito que pessoas famosas tem em outras simplesmente por serem famosas?</strong></p>
<p>As pessoas olham mais para e querem tirar fotos com &#8220;aquele cara da tv&#8221;, mesmo que não saibam o nome dele e nem admirem o trabalho dele.</p>
<p>O ser humano é um bicho social. A fama se confunde com importância social e gera efeitos nas pessoas, mesmo que elas não estejam conscientes disso.</p>
<p>O cérebro humano funciona, em parte, como se a ainda estivesse numa tribo com 200-250 pessoas. Lá, a fama fazia muito mais sentido.</p>
<p>Por causa da mudança radical no nosso ambiente nos últimos milhares de anos, essa atração pela fama hoje parece sem sentido.</p>
<p><strong>Entender a psicologia humana exige olhar para além do contexto imediato, para além da aparente falta de sentido</strong>.</p>
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		<title>Estudar muito não é suficiente</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/estudar-muito-nao-e-suficiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2022 11:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para estudar com eficiência, é preciso estudar com inteligência. Imagine a seguinte situação: Você precisa chegar a uma cidade que está a 800km de distância. Você pode viajar a pé ou de carro. Em qual caso você seria mais esforçado? O esforço é importante, mas vale muito mais quando é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para estudar com eficiência, é preciso estudar com inteligência</strong>. Imagine a seguinte situação:</p>
<p>Você precisa chegar a uma cidade que está a 800km de distância. Você pode viajar a pé ou de carro. Em qual caso você seria mais esforçado?</p>
<p>O esforço é importante, mas vale muito mais quando é aplicado de forma inteligente.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong>Descubra quais são as ferramentas de estudo certas para aprender da forma mais eficiente possível:</strong> <a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1285-48" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/nao-basta-estudar-muito-e-preciso-estudar-com-inteligencia/N%C3%A3o%20basta%20estudar%20muito%2C%20%C3%A9%20preciso%20estudar%20com%20intelig%C3%AAncia%21.mp3?_=48" /><a href="https://archive.org/download/nao-basta-estudar-muito-e-preciso-estudar-com-inteligencia/N%C3%A3o%20basta%20estudar%20muito%2C%20%C3%A9%20preciso%20estudar%20com%20intelig%C3%AAncia%21.mp3">https://archive.org/download/nao-basta-estudar-muito-e-preciso-estudar-com-inteligencia/N%C3%A3o%20basta%20estudar%20muito%2C%20%C3%A9%20preciso%20estudar%20com%20intelig%C3%AAncia%21.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Não basta estudar muito, é preciso estudar com inteligência!" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/nbE_Yl7sKVM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Estudos e aprendizagem: Você precisa repetir (do jeito certo)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/estudos-e-aprendizagem-voce-precisa-repetir-do-jeito-certo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Feb 2022 15:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é a importância da repetição na aprendizagem? Como usar a técnica da repetição nos estudos? O poder da repetição para aprender não deve ser novidade para você, mas COMO usar a repetição nos estudos [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/estudos-e-aprendizagem-voce-precisa-repetir-do-jeito-certo/">Estudos e aprendizagem: Você precisa repetir (do jeito certo)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é a importância da repetição na aprendizagem? Como usar a técnica da repetição nos estudos? O poder da repetição para aprender não deve ser novidade para você, mas <strong>COMO usar a repetição nos estudos pode não ser tão simples</strong>.</p>
<p>Algumas pessoas dizem que &#8220;<em>a repetição é a mãe da aprendizagem</em>&#8221; e até mesmo que &#8220;repetição é a mãe de todas as habilidades&#8221;. Essas afirmações tem um fundo de verdade já que realmente <strong>o estudo repetido leva à aprendizagem</strong>.</p>
<p>Você já deve ter observado a importância da repetição na educação infantil, já que quando crianças ficamos repetindo muitas vezes muitas coisas (tabuada, alfabeto etc). Mas ela também é importante na educação de adultos. O cérebro aprende por repetição, dentre outros fatores.</p>
<p>Mas&#8230;quantas vezes preciso repetir para memorizar? Preciso repetir 100 vezes até memorizar o assunto? O processo de ensino-aprendizagem usando repetição pode ser entediante, mas não precisa ser tão chato quanto imaginamos.</p>
<p>Se você souber como se dá o processo de aprendizagem no cérebro vai evitar a simples repetição mecânica. Nesse episódio eu te falo <strong>como usar a repetição no seu aprendizado</strong>, por exemplo, ao estudar usando o método da <strong>repetição espaçada, recuperação de memórias, feedback e testes</strong>.</p>
<p>*</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Muito já foi descoberto sobre como nosso cérebro aprende e sobre as melhores técnicas de estudo. Porém, estranhamente, esse conhecimento NÃO é de domínio público.</p>
<p>Há uma quantidade imensa de conhecimento “escondido”. O objetivo do curso “Hackeando a Aprendizagem” é levar esse conhecimento até você.</p>
<p>A Ciência tem descobertas incríveis, e vamos usá-las para estudar melhor e aprender de forma mais eficiente. Acesse → <a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1280-50" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/yt-1s.io-como-usar-a-tecnica-da-repeticao-nos-estudos-para-aprender-melhor-128-kbps/yt1s.io%20-%20Como%20usar%20a%20t%C3%A9cnica%20da%20repeti%C3%A7%C3%A3o%20nos%20estudos%20para%20aprender%20melhor%20%28128%20kbps%29.mp3?_=50" /><a href="https://archive.org/download/yt-1s.io-como-usar-a-tecnica-da-repeticao-nos-estudos-para-aprender-melhor-128-kbps/yt1s.io%20-%20Como%20usar%20a%20t%C3%A9cnica%20da%20repeti%C3%A7%C3%A3o%20nos%20estudos%20para%20aprender%20melhor%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/yt-1s.io-como-usar-a-tecnica-da-repeticao-nos-estudos-para-aprender-melhor-128-kbps/yt1s.io%20-%20Como%20usar%20a%20t%C3%A9cnica%20da%20repeti%C3%A7%C3%A3o%20nos%20estudos%20para%20aprender%20melhor%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Como usar a técnica da repetição nos estudos para aprender melhor" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Ze4l69Wikgo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/estudos-e-aprendizagem-voce-precisa-repetir-do-jeito-certo/">Estudos e aprendizagem: Você precisa repetir (do jeito certo)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>O Condicionamento Operante &#124; Análise do Comportamento</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-condicionamento-operante-analise-do-comportamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 11:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como as consequências do que você faz afetam seu comportamento no futuro? Por que você repete mais algumas ações e para de fazer outras? Entenda o que é o Condicionamento Operante, conceito central na Psicologia [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-condicionamento-operante-analise-do-comportamento/">O Condicionamento Operante | Análise do Comportamento</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como as consequências do que você faz afetam seu comportamento no futuro? Por que você repete mais algumas ações e para de fazer outras?</p>
<p>Entenda o que é o <strong><em>Condicionamento Operante</em></strong>, conceito central na Psicologia Comportamental (Behaviorismo radical / Análise do Comportamento).</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4dd.png" alt="📝" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Blog: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqa3B1S29KbnhGTlJPWGdOWFF4bEhnRkNvLThhd3xBQ3Jtc0ttWXY0a2VEWGZZa1VCSWNWMjEySkFaODV2RXF3S2tmNUxOOU45N2VBdWtXLVBrV0hKU3ZLRWRRN180dTRheHlHTi0xdXZZaGlSZXFsMHFPYWNjcVFoY2dzVEVCbHA5V3MteW5od2lnZzlaNk9WQ3JWMA&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2F" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f48e.png" alt="💎" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />Cursos online: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqa2FjME84Q3gtbEhLZkp5azVDdXcwUzBSSGxhUXxBQ3Jtc0tsNGY2MzktSFF6SlJwTFk1YzNldGRLQ1d0YnZpNk5sMGFoUTZ4QTJEWk83T0dFbzJQMUhTMkdtTjF4MG53SExOWTVyamllaTVKU005VDZ2cDRtSWNMY2RUNTR1R1ZoNWVMaUxIQU9DbU1jRUhuY0pDSQ&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fcursos%2F" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/cursos/</a></p>
<p>***</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1214-52" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/o-condicionamento-operante-skinner-psicologia-comportamental/o-condicionamento-operante-skinner-psicologia-comportamental.mp3?_=52" /><a href="https://archive.org/download/o-condicionamento-operante-skinner-psicologia-comportamental/o-condicionamento-operante-skinner-psicologia-comportamental.mp3">https://archive.org/download/o-condicionamento-operante-skinner-psicologia-comportamental/o-condicionamento-operante-skinner-psicologia-comportamental.mp3</a></audio>
<p><iframe title="O Condicionamento Operante | Skinner | Psicologia Comportamental" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/rewMzaxhYh8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-condicionamento-operante-analise-do-comportamento/">O Condicionamento Operante | Análise do Comportamento</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ab-reação na psicanálise freudiana</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/ab-reacao-na-psicanalise-freudiana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 11:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ab-reação é um conceito da psicanálise de Freud especialmente ligado à catarse (e, historicamente, ao método catártico). Definição de ab-reação: Descarga emocional pela qual um sujeito se liberta do afeto ligado à recordação de um [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/ab-reacao-na-psicanalise-freudiana/">Ab-reação na psicanálise freudiana</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ab-reação é um conceito da psicanálise de Freud especialmente ligado à catarse (e, historicamente, ao método catártico).</p>
<p>Definição de ab-reação:</p>
<blockquote><p>Descarga emocional pela qual um sujeito se liberta do afeto ligado à recordação de um acontecimento traumático. Assim, o afeto não se torna ou não continua sendo patogênico A ab-reação pode ser provocada no decorrer da psicoterapia, principalmente sob hipnose, e produzir então um efeito de catarse.</p></blockquote>
<p>(<a href="https://amzn.to/3tOzaAo">Vocabulário da Psicanálise, Laplanche e Pontalis</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud</span> <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">→ </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqa01DM3MyOHNNczJUNG01cld5VDBmR0JxcnFBd3xBQ3Jtc0tsbTRZOUpiRWotMjdkYVpNVXRzeXR3R0V6endPdGc1dWIzLUVRRnNmVWFuYm5XLVFuT0VCNFlrOEx0c05lbElSbDFyTXVwaUE0SGlTM3ViMGllMDk5SEJ4ZklyTmIyRVpJdG9VV0xwRlRHRUJlam9POA&amp;q=https%3A%2F%2Ffreudexplicado.com%2Febook&amp;stzid=UgwApOMmH_M4PXWoarp4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1209-54" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/reacao-na-psicanalise-de-freud/reacao-na-psicanalise-de-freud.mp3?_=54" /><a href="https://archive.org/download/reacao-na-psicanalise-de-freud/reacao-na-psicanalise-de-freud.mp3">https://archive.org/download/reacao-na-psicanalise-de-freud/reacao-na-psicanalise-de-freud.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Ab-reação na Psicanálise de Freud" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Qf4LrPkxaZo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/ab-reacao-na-psicanalise-freudiana/">Ab-reação na psicanálise freudiana</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Os atos falhos na Psicanálise de Freud</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/os-atos-falhos-na-psicanalise-de-freud/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/os-atos-falhos-na-psicanalise-de-freud/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 22:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=1206</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tópicos: 1 &#8211; O que é ato falho 2 &#8211; Ato falho e inconsciente 3 &#8211; Por que ocorrem? 4 &#8211; Tipos e exemplos de atos falhos *** &#x1f4d5; Ebook grátis: 7 coisas que você [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/os-atos-falhos-na-psicanalise-de-freud/">Os atos falhos na Psicanálise de Freud</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tópicos:</p>
<p>1 &#8211; O que é ato falho</p>
<p>2 &#8211; Ato falho e inconsciente</p>
<p>3 &#8211; Por que ocorrem?</p>
<p>4 &#8211; Tipos e exemplos de atos falhos</p>
<p>***</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud</span> <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">→ </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbGxwNHRKSjFmZEdSWENvNFJvZE9QdGR5dFhFUXxBQ3Jtc0ttVEltNGRGSmR1TE50X2VjTHotN1MwSEwxUE1faThIRDUxdzNwMHM2d1B1U2ZzNnVrcmMyeUtwWWN3RWN6SFRNaXdqalowSTk2YWF1cTZBYTF1Mmc2amE5a09NUy1kRlJnX05OcVc2bFVhMTRTbEM5TQ&amp;q=https%3A%2F%2Ffreudexplicado.com%2Febook&amp;stzid=UgwrsgM42K61l2yobYl4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1206-56" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/os-atos-falhos-psicanalise-de-freud/os-atos-falhos-psicanalise-de-freud.mp3?_=56" /><a href="https://archive.org/download/os-atos-falhos-psicanalise-de-freud/os-atos-falhos-psicanalise-de-freud.mp3">https://archive.org/download/os-atos-falhos-psicanalise-de-freud/os-atos-falhos-psicanalise-de-freud.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Os Atos Falhos | Psicanálise de Freud" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/20M0mvsib3A?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Tomar a decisão não basta</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/tomar-a-decisao-nao-basta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 14:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É comum ver afirmações que falam do poder mágico das decisões. &#8220;Então eu decidi que não dava mais, aí tudo mudou.&#8221; &#8220;Um dia eu decidi parar de fumar e pronto. Nunca mais fumei!&#8221; &#8220;Você vai conseguir SE DECIDIR que vai fazer.&#8221; &#8220;Um desejo não muda nada, uma decisão muda tudo.&#8221; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1193" aria-describedby="caption-attachment-1193" style="width: 2560px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1193" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/01/vast-open-landscape-in-the-schleswig-holstein-national-park-wattenmeer-a-man-walks-along-a-dirt-road-northern-germany-europe-stockpack-unsplash-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/01/vast-open-landscape-in-the-schleswig-holstein-national-park-wattenmeer-a-man-walks-along-a-dirt-road-northern-germany-europe-stockpack-unsplash-scaled.jpg 2560w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/01/vast-open-landscape-in-the-schleswig-holstein-national-park-wattenmeer-a-man-walks-along-a-dirt-road-northern-germany-europe-stockpack-unsplash-300x200.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/01/vast-open-landscape-in-the-schleswig-holstein-national-park-wattenmeer-a-man-walks-along-a-dirt-road-northern-germany-europe-stockpack-unsplash-1024x683.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/01/vast-open-landscape-in-the-schleswig-holstein-national-park-wattenmeer-a-man-walks-along-a-dirt-road-northern-germany-europe-stockpack-unsplash-768x512.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/01/vast-open-landscape-in-the-schleswig-holstein-national-park-wattenmeer-a-man-walks-along-a-dirt-road-northern-germany-europe-stockpack-unsplash-1536x1024.jpg 1536w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/01/vast-open-landscape-in-the-schleswig-holstein-national-park-wattenmeer-a-man-walks-along-a-dirt-road-northern-germany-europe-stockpack-unsplash-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><figcaption id="caption-attachment-1193" class="wp-caption-text">Foto por <a class="stockpack-author" href="https://unsplash.com/@uta_scholl?utm_source=Stockpack&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=api-credit" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Uta Scholl</a> no <a class="stockpack-provider" href="https://unsplash.com/photos/pUD1P96NB9c?utm_source=Stockpack&amp;utm_medium=referral" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">Unsplash</a></figcaption></figure>
<p>É comum ver afirmações que falam do <em>poder mágico das decisões</em>.</p>
<ul>
<li>&#8220;Então eu decidi que não dava mais, aí tudo mudou.&#8221;</li>
<li>&#8220;Um dia eu decidi parar de fumar e pronto. Nunca mais fumei!&#8221;</li>
<li>&#8220;Você vai conseguir SE DECIDIR que vai fazer.&#8221;</li>
<li>&#8220;Um desejo não muda nada, uma decisão muda tudo.&#8221;</li>
</ul>
<p>Então se eu decidir hoje que vou fazer exercícios físicos todos os dias, pelo resto da minha vida, eu consigo? E seu eu decidir não comer doce nunca mais? Estudar pelo menos 8 horas por dia? Ser altamente produtivo no trabalho sempre?</p>
<p><strong>Se basta decidir, por que tanta gente NÃO consegue fazer essas coisas</strong>? Tomar uma decisão é bem fácil.</p>
<p>&#8220;Ah, mas ter que ser uma decisão forte, de verdade!&#8221; (E o que seria isso&#8230;exatamente?)</p>
<p><strong>Com certeza a decisão afeta nossa vida, mas não dá pra explicar tudo com ela.</strong></p>
<p>A decisão de começar a fazer exercícios físicos é necessária, mas <em>não suficiente</em> para manter o hábito.</p>
<p>As pessoas não mantém a rotina de exercícios porque tomaram a decisão, mas porque querem emagrecer, caber em vestidos, ficar monstrão, evitar críticas, receber elogios, evitar doenças / ganhar saúde etc.</p>
<p>Uma pessoa com depressão severa não sai da cama só com decisão. Uma pessoa com ansiedade alta não fica calma só com decisão. O relacionamento zuado de anos não vai mudar só com decisão.</p>
<p><strong>Decisão é necessária, mas não suficiente.</strong> Ela é só uma parte da história.</p>
<p>*</p>
<p>Ps.: Você já decidiu compartilhar esse texto com alguém? Não&#8230;?</p>
<p>Talvez com isso você faça alguém parar de te encher para você decidir algo.</p>
<p>Você pode parecer mais disruptivo e descolado por saber que a decisão não é o que a grande massa pensa que é.</p>
<p>Você também pode gostar de irritar a galera que acha que &#8220;é só decidir e pronto&#8221;, &#8220;basta você querer&#8221;, &#8220;é só ter força de vontade&#8221; (desconfio que essa última opção seja a mais persuasiva).</p>
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		<title>Como parar de mentir compulsivamente?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-parar-de-mentir-compulsivamente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2022 15:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parar de mentir para as pessoas? Pode parecer estranho, mas esse é um problema comum. Tem muita gente que diz &#8220;não consigo parar de mentir&#8220;, &#8220;quero parar de mentir&#8221; e busca coisas como &#8220;como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1166 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pinocchio-mentiras.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pinocchio-mentiras.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pinocchio-mentiras-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pinocchio-mentiras-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pinocchio-mentiras-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pinocchio-mentiras-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></h2>
<h2>Como parar de mentir para as pessoas?</h2>
<p>Pode parecer estranho, mas esse é um problema comum. Tem muita gente que diz &#8220;<em>não consigo parar de mentir</em>&#8220;, &#8220;<em>quero parar de menti</em>r&#8221; e busca coisas como &#8220;<em>como se parar de ser mentirosa</em>&#8221; e até &#8220;<em>como parar de mentir pra si mesmo</em>&#8220;&#8230;</p>
<p>Essa pessoa pode querer parar, de verdade, mas não consegue sozinha.</p>
<p>O que fazer para parar de mentir?</p>
<p>Tem gente que busca hipnose, simpatia e oração. Mas também tem gente que busca Psicologia. E esse é o caso aqui.</p>
<p>Nesse áudio/vídeo te mostro caminhos para parar de mentir compulsivamente para outras pessoas e para si mesmo.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1165-58" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/como-parar-de-mentir-compulsivamente-para-as-pessoas-psicologia/como-parar-de-mentir-compulsivamente-para-as-pessoas-psicologia.mp3?_=58" /><a href="https://archive.org/download/como-parar-de-mentir-compulsivamente-para-as-pessoas-psicologia/como-parar-de-mentir-compulsivamente-para-as-pessoas-psicologia.mp3">https://archive.org/download/como-parar-de-mentir-compulsivamente-para-as-pessoas-psicologia/como-parar-de-mentir-compulsivamente-para-as-pessoas-psicologia.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Como parar de mentir compulsivamente para as pessoas? | Psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/bpQn3fMmhyw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-parar-de-mentir-compulsivamente/">Como parar de mentir compulsivamente?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Como mudar comportamentos? &#124; Princípios e técnicas</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2021 15:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como mudar comportamentos? É uma questão ampla, que pode incluir várias outras. Algumas buscas comuns são: &#8211; como mudar hábitos &#8211; como mudar o comportamento de uma pessoa ou da equipe no trabalho &#8211; técnica [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas/">Como mudar comportamentos? | Princípios e técnicas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Como mudar comportamentos?</h2>
<p>É uma questão ampla, que pode incluir várias outras. Algumas buscas comuns são:</p>
<p>&#8211; <em>como mudar hábitos</em><br />
<em>&#8211; como mudar o comportamento de uma pessoa ou da equipe no trabalho</em><br />
<em>&#8211; técnica para mudar comportamentos repetitivos</em><br />
&#8211; <em>mudar comportamento no relacionamento</em> (isso inclui mudar o comportamento da outra pessoa, como por exemplo, do filho, do marido, do cachorro)<br />
&#8211; <em>mudar atitudes e comportamentos ruins / negativos</em> (como se cutucar, comportamento explosivo)</p>
<p>As pessoas também buscam <strong>técnicas</strong> diversas, como EFT, PNL e Hipnose e terapia.</p>
<h3>Mas afinal, como mudar comportamentos, realmente?</h3>
<p>Nesse áudio/vídeo eu falo de <strong>várias técnicas e princípios úteis para mudar padrões de comportamento</strong> para melhor e estilo de vida como um todo.</p>
<p>É importante destacar os <span style="text-decoration: underline;">princípios</span>, e não tanto as técnicas. Entendendo os princípios você pode mudar qualquer comportamento em sua vida (ou quase).</p>
<p>Se você testar e depois ainda ficar pensando &#8220;<em>por que não consigo mudar um comportamento?</em>&#8220;, volte aqui e assista o vídeo de novo.</p>
<p>Mesmo sem planejar, acabei entregando nesse vídeo conteúdo de extremo valor. Faça do comportamento de assistir a esse vídeo / ouvir esse episódio um hábito <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>_____________________________________________________</p>
<p>Quem sou eu:</p>
<p>Tiago Azevedo, graduado e mestrando em Psicologia.<br />
Saiba mais em <a href="https://universodapsicologia.com/sobre/">https://universodapsicologia.com/sobre</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1163-60" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas.mp3?_=60" /><a href="https://archive.org/download/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas.mp3">https://archive.org/download/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p>Versão em vídeo:</p>
<p><iframe title="Como mudar comportamentos? | Princípios e técnicas" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/LJXl_ekVp9E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-mudar-comportamentos-principios-e-tecnicas/">Como mudar comportamentos? | Princípios e técnicas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Como lidar com críticas negativas</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-criticas-negativas/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-criticas-negativas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Dec 2021 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=1160</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como lidar com criticas negativas de clientes no trabalho, nas redes sociais, no futebol? Como lidar com as críticas das pessoas no geral? E quando elas são familiares, como seus pais? Muita coisa, né? É bem comum que a gente tenha que lidar com pessoas críticas demais, em diversas situações [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-criticas-negativas/">Como lidar com críticas negativas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como lidar com criticas negativas</strong> de clientes no trabalho, nas redes sociais, no futebol? Como lidar com as críticas das pessoas no geral? E quando elas são familiares, como seus pais?</p>
<p>Muita coisa, né? É bem comum que a gente tenha que lidar com pessoas críticas demais, em diversas situações da vida. Mesmo se a gente separar entre &#8220;críticas destrutivas&#8221; e &#8220;construtivas&#8221;, continua não sendo fácil.</p>
<p>Afinal, <strong>como não se abalar com críticas?</strong></p>
<p>Nesse áudio/vídeo eu falo sobre algumas ideias que podem te ajudar.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1160-62" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/como-lidar-com-criticas-negativas-dicas-de-psicologia-128-kbps/Como%20lidar%20com%20cr%C3%ADticas%20negativas%20_%20Dicas%20de%20Psicologia%20%28128%20kbps%29.mp3?_=62" /><a href="https://archive.org/download/como-lidar-com-criticas-negativas-dicas-de-psicologia-128-kbps/Como%20lidar%20com%20cr%C3%ADticas%20negativas%20_%20Dicas%20de%20Psicologia%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/como-lidar-com-criticas-negativas-dicas-de-psicologia-128-kbps/Como%20lidar%20com%20cr%C3%ADticas%20negativas%20_%20Dicas%20de%20Psicologia%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Como lidar com críticas negativas | Dicas de Psicologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/GR1F-32Ydzw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-criticas-negativas/">Como lidar com críticas negativas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Ser introvertido é um problema?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/ser-introvertido-e-um-problema/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/ser-introvertido-e-um-problema/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 15:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=1156</guid>

					<description><![CDATA[<p>É bem comum ter problemas na vida por ser introvertido. E daí, o que fazer? Nesse áudio eu falo sobre isso, depois de explicar o que é introversão e extroversão e qual a diferença entre introversão e timidez. Alguns sinais de introversão: &#8211; precisa de silêncio para se concentrar &#8211; [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/ser-introvertido-e-um-problema/">Ser introvertido é um problema?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É bem comum ter <strong>problemas na vida por ser introvertido</strong>. E daí, o que fazer?</p>
<p>Nesse áudio eu falo sobre isso, depois de explicar <strong>o que é introversão e extroversão</strong> e <strong>qual a diferença entre introversão e timidez</strong>.</p>
<h3>Alguns sinais de introversão:</h3>
<p>&#8211; precisa de silêncio para se concentrar<br />
&#8211; ser reflexivo<br />
&#8211; ser autoconsciente<br />
&#8211; sentir-se confortável estando sozinho<br />
&#8211; não gostar de trabalho em grupo<br />
&#8211; sentir-se cansado depois de estar no meio de uma multidão<br />
&#8211; ter poucas amizades (mas pode ser muito próximo desses amigos)<br />
&#8211; frequentemente sonhar acordado e imaginar muito<br />
&#8211; necessidade de ficar sozinho para descansar</p>
<p>A dificuldade de lidar com a própria introversão, ou de lidar com as dificuldades de outras pessoas lidarem como a sua introversão, pode causar problemas e contribuir para uma &#8220;<em>introversão ansiosa</em>&#8220;, em que você fica mal mesmo quando fica sozinho (pode ficar ruminando mentalmente os problemas e desentendimentos relacionados à introversão). Mas um pouco de conhecimento sobre Psicologia pode te ajudar bastante <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1156-64" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/sou-introvertido-e-dai-o-que-fazer/sou-introvertido-e-dai-o-que-fazer.mp3?_=64" /><a href="https://archive.org/download/sou-introvertido-e-dai-o-que-fazer/sou-introvertido-e-dai-o-que-fazer.mp3">https://archive.org/download/sou-introvertido-e-dai-o-que-fazer/sou-introvertido-e-dai-o-que-fazer.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="&quot;Sou introvertido&quot;. E daí, o que fazer?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/yV6u5SgU584?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/ser-introvertido-e-um-problema/">Ser introvertido é um problema?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Como é o trabalho com Psicologia Comportamental?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 15:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clique aqui e veja todos os vídeos sobre Psicologia comportamental  https://archive.org/download/como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comportamental-faz-no-seu-trabalho/como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comportamental-faz-no-seu-trabalho.mp3</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=c6kVJNkAeH4&amp;list=PLllyz3kKBHNK5fsrZNBbWkFhXSBHpOr0U">Clique aqui e veja todos os vídeos sobre Psicologia comportamental </a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1151-66" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comportamental-faz-no-seu-trabalho/como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comportamental-faz-no-seu-trabalho.mp3?_=66" /><a href="https://archive.org/download/como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comportamental-faz-no-seu-trabalho/como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comportamental-faz-no-seu-trabalho.mp3">https://archive.org/download/como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comportamental-faz-no-seu-trabalho/como-e-a-area-da-psicologia-comportamental-o-que-psicologo-comportamental-faz-no-seu-trabalho.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Como é a área da Psicologia Comportamental / O que psicólogo comportamental faz no seu trabalho?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/_wdoWzVAJgc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Pensamentos conscientes causam comportamento?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/pensamentos-conscientes-causam-comportamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 15:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma pergunta estranha, certo? &#8220;Como assim?! Mas é claro! Eu penso que quero comer um pão de queijo, vou lá e como um pão de queijo&#8221;. É intuitivo pensar que pensamentos conscientes causam comportamentos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1180" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pensamento_ideia_mente.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pensamento_ideia_mente.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pensamento_ideia_mente-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pensamento_ideia_mente-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pensamento_ideia_mente-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/pensamento_ideia_mente-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p>É uma pergunta estranha, certo?</p>
<p>&#8220;Como assim?! <em>Mas é claro!</em> Eu penso que quero comer um pão de queijo, vou lá e como um pão de queijo&#8221;.</p>
<p><strong>É intuitivo pensar que pensamentos conscientes causam comportamentos. </strong><strong>Mas nem tudo que é intuitivo está certo.</strong></p>
<p>Alguém poderia argumentar que <em>tanto comportamentos quanto pensamentos conscientes são causados por processos mentais inconscientes</em>. Como você responderia a isso?</p>
<p><strong>A questão da <em>causalidade consciência → comportamento</em> não é simples nem tão óbvia quanto parece</strong>. Porém, temos ótimas cabeças pensando sobre isso.</p>
<p>Resultados de um belo trabalho sobre o tema podem ser vistos no artigo (com o título óbvio) &#8220;<em><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21126180/">Do Conscious Thoughts Cause Behavior?</a></em>&#8221; (&#8220;<em>Pensamentos conscientes causam comportamento?</em>&#8220;).</p>
<p>O resumo é o seguinte (grifos meus):</p>
<blockquote><p>As intuições cotidianas sugerem total controle consciente do comportamento, mas as evidências de causalidade inconsciente e automaticidade sustentam a visão contrária de que o pensamento consciente tem pouco ou nenhum impacto sobre o comportamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Revisamos estudos com atribuição aleatória a manipulações experimentais de pensamento consciente e medidas dependentes de comportamento. Tópicos incluem prática mental e simulação, antecipação, planejamento, reflexão e ensaio, raciocínio, efeitos contraproducentes, tomada de perspectiva, autoafirmação, enquadramento, comunicação e respostas automáticas de substituição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>A evidência da causa consciente do comportamento é profunda, extensa, adaptável, multifacetada e empiricamente forte.</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, a causalidade consciente é frequentemente indireta e retardada e depende da interação com processos inconscientes. A consciência parece especialmente útil para permitir que o comportamento seja moldado por fatores não presentes e por informações sociais e culturais, bem como para lidar com múltiplas opções ou impulsos concorrentes. É plausível que quase todo o comportamento humano vem de uma mistura de processamento consciente e inconsciente.</p></blockquote>
<p>Muitas das nossas intuições sobre psicologia podem estar erradas e a experimentação é um ótimo meio de verificar se nossas ideias sobre o mundo estão realmente certas. Pelo jeito, pensar assim leva a comportamentos que produzem ótimos resultados <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<hr />
<p>Referência:</p>
<p>Baumeister RF, Masicampo EJ, Vohs KD. Do conscious thoughts cause behavior? Annu Rev Psychol. 2011;62:331-61. doi: 10.1146/annurev.psych.093008.131126. PMID: 21126180.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/pensamentos-conscientes-causam-comportamento/">Pensamentos conscientes causam comportamento?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>A Filosofia de Nietzsche como afirmação de vida</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/a-filosofia-de-nietzsche-como-afirmacao-de-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 20:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A filosofia de Nietzsche aplicada à psicologia Eterno retorno, afirmação de vida, amor fati, niilismo, tragédia, sofrimento, aceitação, transvaloração de valores, moral, idealizações, pessimismo x realismo. https://archive.org/download/a-filosofia-de-nietzsche-como-impulso-a-vida/a-filosofia-de-nietzsche-como-impulso-a-vida.mp3 Assista a versão em vídeo no Youtube.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-filosofia-de-nietzsche-como-afirmacao-de-vida/">A Filosofia de Nietzsche como afirmação de vida</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1149" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/Nietzsche.jpg" alt="" width="1200" height="627" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/Nietzsche.jpg 1200w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/Nietzsche-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/Nietzsche-1024x535.jpg 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/Nietzsche-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/12/Nietzsche-900x470.jpg 900w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
<p><strong>A filosofia de Nietzsche aplicada à psicologia</strong></p>
<p><em>Eterno retorno</em>, afirmação de vida, <em>amor fati</em>, <em>niilismo</em>, tragédia, sofrimento, aceitação, transvaloração de valores, moral, idealizações, pessimismo x realismo.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1148-68" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/a-filosofia-de-nietzsche-como-impulso-a-vida/a-filosofia-de-nietzsche-como-impulso-a-vida.mp3?_=68" /><a href="https://archive.org/download/a-filosofia-de-nietzsche-como-impulso-a-vida/a-filosofia-de-nietzsche-como-impulso-a-vida.mp3">https://archive.org/download/a-filosofia-de-nietzsche-como-impulso-a-vida/a-filosofia-de-nietzsche-como-impulso-a-vida.mp3</a></audio>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iGvEe5OmezM">Assista a versão em vídeo no Youtube</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-filosofia-de-nietzsche-como-afirmacao-de-vida/">A Filosofia de Nietzsche como afirmação de vida</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Por que não ensinam Logoterapia na faculdade de Psicologia? Respondendo comentários</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/por-que-nao-ensinam-logoterapia-na-faculdade-de-psicologia-respondendo-comentarios/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/por-que-nao-ensinam-logoterapia-na-faculdade-de-psicologia-respondendo-comentarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Nov 2021 16:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Logoterapia é uma terapia criada por Victor Frankl. Por que não é ensinada na faculdade de Psicologia? A logoterapia lida com sentido da vida e análise existencial, na prática utiliza técnicas terapêuticas para ansiedade [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-nao-ensinam-logoterapia-na-faculdade-de-psicologia-respondendo-comentarios/">Por que não ensinam Logoterapia na faculdade de Psicologia? Respondendo comentários</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong><em>Logoterapia</em> </strong>é uma terapia criada por Victor Frankl. Por que não é ensinada na faculdade de Psicologia?</p>
<p>A logoterapia lida com sentido da vida e análise existencial, na prática utiliza técnicas terapêuticas para ansiedade e depressão e tem influência até na educação, o que é pouco sabido.</p>
<p>Nesse vídeo, da série &#8220;Respondendo comentários&#8221;, uso uma pergunta feita em uma postagem que fiz na aba comunidade no Youtube para comentar algumas questões sobre ciência e não ciência na faculdade de Psicologia, algumas ideias da logoterapia que são interessantes e convergem com ideias de outras áreas da psicologia e de outras propostas de psicoterapia.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1125-70" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/y-2meta.com-por-que-nao-ensinam-logoterapia-na-faculdade-de-psicologia-responden/y2meta.com%20-%20Por%20que%20n%C3%A3o%20ensinam%20Logoterapia%20na%20faculdade%20de%20Psicologia_%20Respondendo%20coment%C3%A1rios%20%28128%20kbps%29.mp3?_=70" /><a href="https://archive.org/download/y-2meta.com-por-que-nao-ensinam-logoterapia-na-faculdade-de-psicologia-responden/y2meta.com%20-%20Por%20que%20n%C3%A3o%20ensinam%20Logoterapia%20na%20faculdade%20de%20Psicologia_%20Respondendo%20coment%C3%A1rios%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/y-2meta.com-por-que-nao-ensinam-logoterapia-na-faculdade-de-psicologia-responden/y2meta.com%20-%20Por%20que%20n%C3%A3o%20ensinam%20Logoterapia%20na%20faculdade%20de%20Psicologia_%20Respondendo%20coment%C3%A1rios%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p>Versão em vídeo:</p>
<p><iframe title="Por que não ensinam Logoterapia na faculdade de Psicologia? Respondendo comentários" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/KDR9weiLsKY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Receba todas as novidades do Universo da Psicologia </span></p>
<ul>
<li><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Por Email: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://psicoativo.com/newsletter" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://psicoativo.com/newsletter</a></li>
<li><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Por Telegram: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://t.me/universodapsicologia" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://t.me/universodapsicologia</a></li>
<li>Pelo Instagram: <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/</a></li>
</ul>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>O Maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-maior-mito-sobre-estudos-e-aprendizagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2021 15:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f9e0; Aprenda a usar o algoritmo da aprendizagem do seu cérebro para estudar melhor e ter resultados muito melhores: https://universodapsicologia.com/haa Caso não goste do curso, você pode pedir seu dinheiro de volta em até 7 [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-maior-mito-sobre-estudos-e-aprendizagem/">O Maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f9e0.png" alt="🧠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Aprenda a usar o algoritmo da aprendizagem do seu cérebro para estudar melhor e ter resultados muito melhores</strong>: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbDJqVmFqNnBxbXB2d1ktenRhU1dUeWVNWHY2d3xBQ3Jtc0tuYkFsM3hqQU50di1tNDh3dWRMSlVBSlVqNF9nNGtxajVQRHlHbVA3MlpqSUxhUUZzSml1ZUM5cDJxaU9yR3RkRmZVSWtIUVdmenBPV1NWRHVrbDZoUnd3ZEI2V1lCTFhuRmtOYzR5ODRRLUtnZXkzZw&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fhaa" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Caso não goste do curso, você pode pedir seu dinheiro de volta em até 7 dias depois da compra (nem precisa me dar satisfação <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />)</span></p>
<p>Ouça:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1116-72" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/y-2meta.com-o-maior-mito-sobre-estudos-e-aprendizagem-128-kbps/y2meta.com%20-%20O%20Maior%20Mito%20sobre%20Estudos%20e%20Aprendizagem%20%28128%20kbps%29.mp3?_=72" /><a href="https://archive.org/download/y-2meta.com-o-maior-mito-sobre-estudos-e-aprendizagem-128-kbps/y2meta.com%20-%20O%20Maior%20Mito%20sobre%20Estudos%20e%20Aprendizagem%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/y-2meta.com-o-maior-mito-sobre-estudos-e-aprendizagem-128-kbps/y2meta.com%20-%20O%20Maior%20Mito%20sobre%20Estudos%20e%20Aprendizagem%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p>Versão em vídeo:</p>
<p><iframe title="O Maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/uNAPM5_SgSY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-maior-mito-sobre-estudos-e-aprendizagem/">O Maior Mito sobre Estudos e Aprendizagem</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Reconhecer x lembrar: isso faz diferença para estudar e memorizar</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/reconhecer-x-lembrar-isso-faz-diferenca-para-estudar-e-memorizar/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/reconhecer-x-lembrar-isso-faz-diferenca-para-estudar-e-memorizar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Nov 2021 15:43:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como recuperar memórias de forma mais eficiente? Saber a diferença entre reconhecer x lembrar vai te ajudar. Alguns tipos de práticas de recuperar informações são mais eficazes do que outras? Até testes de múltipla escolha [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/reconhecer-x-lembrar-isso-faz-diferenca-para-estudar-e-memorizar/">Reconhecer x lembrar: isso faz diferença para estudar e memorizar</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como recuperar memórias de forma mais eficiente? Saber <strong>a diferença entre reconhecer x lembrar</strong> vai te ajudar.</p>
<p>Alguns tipos de práticas de recuperar informações são mais eficazes do que outras?</p>
<p>Até testes de múltipla escolha podem gerar fortes benefícios. Mas, embora qualquer tipo de prática de recuperar informações geralmente beneficie a aprendizagem, parece que: <b>Quando mais esforço cognitivo é necessário para a recuperação, melhores são os resultados de retenção.</b></p>
<p>*</p>
<p><img decoding="async" class="emoji style-scope yt-formatted-string" src="https://www.youtube.com/s/gaming/emoji/7ff574f2/emoji_u1f48e.svg" alt="&#x1f48e;" /><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"> Muito já foi descoberto sobre como nosso cérebro aprende e sobre as melhores técnicas de estudo. Porém, estranhamente, esse conhecimento NÃO é de domínio público. </span><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Há uma quantidade imensa de conhecimento “escondido”.</span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">O objetivo do curso “Hackeando a Aprendizagem” é levar esse conhecimento até você.</span> <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">A Ciência tem descobertas incríveis, e podemos usá-las para estudar melhor e aprender de forma mais eficiente. </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Acesse → </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqblBlZTBld2dVNUFjdjA4eTlwLTlMRmswRHl5Z3xBQ3Jtc0ttQ1VadWlDWno0MW9vSjVDTFc3RHVCbUh0cm02RlFpeXZPczlzdkVIQXFYbWloSWZqOUFPXzJpSzV2bXpHWTc3UXVpa3FYV1VZUW5hRFA4Y1JvZzlRVlNMcE1fdlUwdEpNZTdvc3E2UThvS3FpZjdfMA&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Fhaa&amp;stzid=UgwluXl_X1mvkpYZ1y14AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
<p>_________________________________________</p>
<p>Ouça:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1111-74" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/2-formas-de-lembrar-e-uma-grande-diferenca-ao-estudar-memoria-e-aprendizagem/2-formas-de-lembrar-e-uma-grande-diferenca-ao-estudar-memoria-e-aprendizagem.mp3?_=74" /><a href="https://archive.org/download/2-formas-de-lembrar-e-uma-grande-diferenca-ao-estudar-memoria-e-aprendizagem/2-formas-de-lembrar-e-uma-grande-diferenca-ao-estudar-memoria-e-aprendizagem.mp3">https://archive.org/download/2-formas-de-lembrar-e-uma-grande-diferenca-ao-estudar-memoria-e-aprendizagem/2-formas-de-lembrar-e-uma-grande-diferenca-ao-estudar-memoria-e-aprendizagem.mp3</a></audio>
<p>Versão em vídeo:</p>
<p><iframe title="2 formas de lembrar e uma grande diferença ao estudar | Memória e Aprendizagem" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/oJsK8_IjaoQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/reconhecer-x-lembrar-isso-faz-diferenca-para-estudar-e-memorizar/">Reconhecer x lembrar: isso faz diferença para estudar e memorizar</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
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		<title>3 Diferenças entre Behaviorismo clássico e Behaviorismo Radical</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/3-diferencas-entre-behaviorismo-classico-e-behaviorismo-radical/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Nov 2021 18:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diferenças entre Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical: O Behaviorismo metodológico (também chamado de behaviorismo clássico) foi criado por John B. Watson em 1913, e tem como marco fundamental o artigo &#8220;A psicologia como o behaviorista [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/3-diferencas-entre-behaviorismo-classico-e-behaviorismo-radical/">3 Diferenças entre Behaviorismo clássico e Behaviorismo Radical</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diferenças entre Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical:</p>
<p>O Behaviorismo metodológico (também chamado de behaviorismo clássico) foi criado por John B. Watson em 1913, e tem como marco fundamental o artigo &#8220;A psicologia como o behaviorista a vê&#8221; (tradução livre).</p>
<p>&#8211; É uma Psicologia estímulo-resposta (S-R)</p>
<p>&#8211; Watson rejeitava a introspecção como meio para se obter informações e conhecimento.</p>
<p>&#8211; Adotou como critério o observável consensual, e o que estivesse fora desse critério não poderia ser estudado.</p>
<p>&#8211; Watson não negava a existência da mente ou de processos cognitivos, mas afastava-se deles, pois não havia como estudá-los, uma vez que são eventos inacessíveis à observação.</p>
<p>&#8211; Esse paradigma é dualista, pois a mente e os processos mentais estão em uma dimensão e os comportamentos em outra</p>
<p>Com esse paradigma S→R, a teoria de Watson apresentava grandes problemas para explicar uma série de comportamentos.</p>
<p>***</p>
<p>O Behaviorismo Radical foi criado por BF Skinner.</p>
<p>Como Skinner explica comportamentos que não cabem no paradigma estímulo-resposta (S→R)?</p>
<p>A partir da noção de comportamento operante. O comportamento é selecionado por suas consequências.</p>
<p>Passa-se para o paradigma S → R → C<br />
Estímulo → Comportamento → Consequência (Reforço ou Punição)</p>
<p>Skinner aceitou a introspecção, não como método, mas como:</p>
<p>&#8211; um tipo de comportamento verbal<br />
&#8211; forma de observação e obtenção de conhecimento sobre o próprio indivíduo</p>
<p>Afinal de contas, quem melhor do que eu mesmo para saber o que está acontecendo comigo?</p>
<p>O behaviorismo radical nega pensamentos e sentimentos?</p>
<p>Não. No behaviorismo radical esses processos são considerados comportamentos encobertos ou comportamentos sob a pele.</p>
<p>***</p>
<p>Sugestão de leitura:</p>
<p>“Deixando o Preconceito de Lado e Entendendo o Behaviorismo Radical”– Rodrigo Pinto Guimarães</p>
<p>_</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1071-76" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/y-2meta.com-behaviorismo-metodologico-x-behaviorismo-radical-3-diferencas-128-kbps/y2meta.com%20-%20Behaviorismo%20Metodologico%20x%20Behaviorismo%20Radical_%203%20Diferen%C3%A7as%20%28128%20kbps%29.mp3?_=76" /><a href="https://archive.org/download/y-2meta.com-behaviorismo-metodologico-x-behaviorismo-radical-3-diferencas-128-kbps/y2meta.com%20-%20Behaviorismo%20Metodologico%20x%20Behaviorismo%20Radical_%203%20Diferen%C3%A7as%20%28128%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/y-2meta.com-behaviorismo-metodologico-x-behaviorismo-radical-3-diferencas-128-kbps/y2meta.com%20-%20Behaviorismo%20Metodologico%20x%20Behaviorismo%20Radical_%203%20Diferen%C3%A7as%20%28128%20kbps%29.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Behaviorismo Metodologico x Behaviorismo Radical: 3 Diferenças" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/fMnCKh6V_0E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/3-diferencas-entre-behaviorismo-classico-e-behaviorismo-radical/">3 Diferenças entre Behaviorismo clássico e Behaviorismo Radical</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>O Behaviorismo clássico de John B. Watson</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-behaviorismo-classico-de-john-b-watson/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 18:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Behaviorismo clássico de Watson (também comumente chamado de Behaviorismo Metodológico) fundou o que se chama popularmente de &#8220;Psicologia comportamental&#8221; (baseada na filosofia do behaviorismo), e tem importância indiscutível na história da psicologia moderna. John [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-behaviorismo-classico-de-john-b-watson/">O Behaviorismo clássico de John B. Watson</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Behaviorismo clássico</em> de Watson (também comumente chamado de <em>Behaviorismo Metodológico</em>) fundou o que se chama popularmente de &#8220;Psicologia comportamental&#8221; (baseada na filosofia do behaviorismo), e tem importância indiscutível na história da psicologia moderna.</p>
<p><strong>John Watson tinha uma proposta revolucionária: em vez de estudar a mente, a psicologia deveria estudar o comportamento observável</strong>.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1065-78" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/o-behaviorismo-metodologico-de-watson-behaviorismo-classico/o-behaviorismo-metodologico-de-watson-behaviorismo-classico.mp3?_=78" /><a href="https://archive.org/download/o-behaviorismo-metodologico-de-watson-behaviorismo-classico/o-behaviorismo-metodologico-de-watson-behaviorismo-classico.mp3">https://archive.org/download/o-behaviorismo-metodologico-de-watson-behaviorismo-classico/o-behaviorismo-metodologico-de-watson-behaviorismo-classico.mp3</a></audio>
<p>Segundo o antigo behaviorismo clássico/metodológico, a ciência deve lidar apenas com o mundo objetivo, aquele “fora” do sujeito.</p>
<p>A Psicologia deve ocupar-se apenas do comportamento que pode ser objeto de observação pública e mensuração (em vez de buscar causas ou influências dos comportamentos em estados mentais)</p>
<p>Para o Behaviorismo Clássico:</p>
<p>&#8211; A mente existe, mas é ignorada nas suas explicações sobre o comportamento.</p>
<p>&#8211; Os estados mentais não se classificam como objetos de estudo empírico.</p>
<p>O interesse de John B. Watson concentra-se na busca de uma psicologia livre de conceitos mentalistas e de métodos subjetivos, e que possa reunir condições de prever e de controlar.</p>
<p>O comportamento deve ser estudado como função de certas variáveis do meio (certos estímulos levam o organismo a dar determinadas respostas)</p>
<p>O fundamento do behaviorismo metodológico de Watson é o reflexo incondicionado de Ivan Pavlov: “respostas que são eliciadas (produzidas) por estímulos antecedentes do ambiente”.</p>
<p>Exemplo: Salivar ao ver ou sentir cheiro de um alimento</p>
<p>John B. Watson chega ao “reflexo condicionado”: interações estímulo-resposta (relação entre ambiente e sujeito) em que o organismo passa a responder a estímulos aos quais antes não respondia.</p>
<p>Exemplo:</p>
<p>som de campainha + água gelada = mão gelada<br />
↓</p>
<p>som de campainha = mão gelada</p>
<p>Muitas críticas ao behaviorismo consideram apenas o behaviorismo metodológico de Watson</p>
<p>“O behaviorismo é muito superficial”<br />
“O behaviorismo não considera sentimentos e pensamentos”<br />
“Isso aí só funciona com ratos, não funciona como humanos”</p>
<p>Entretanto, a &#8220;Psicologia comportamental&#8221; não se limita às propostas de John B. Watson.</p>
<p>Há consideráveis diferenças entre o Behaviorismo Metodológico (Watson) e o Behaviorismo Radical (Skinner).</p>
<p><iframe title="O Behaviorismo Metodológico de Watson (Behaviorismo Clássico)" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/pL0M5Gd943s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-behaviorismo-classico-de-john-b-watson/">O Behaviorismo clássico de John B. Watson</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Por que Freud abandonou a Hipnose?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/por-que-freud-abandonou-a-hipnose/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/por-que-freud-abandonou-a-hipnose/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 18:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f4d5; Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud → https://freudexplicado.com/ebook Freud abandonou a Hipnose / método hipnótico, que usou no início de sua carreira, antes da Psicanálise. Mas por que? Freud assistiu as famosas sessões de hipnose de Jean-Martin Charcot com as &#8220;histéricas&#8221;, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-freud-abandonou-a-hipnose/">Por que Freud abandonou a Hipnose?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud</span> <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">→ </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://freudexplicado.com/ebook/" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p>Freud abandonou a Hipnose / método hipnótico, que usou no início de sua carreira, antes da Psicanálise. Mas por que?</p>
<p>Freud assistiu as famosas sessões de hipnose de Jean-Martin Charcot com as &#8220;histéricas&#8221;, onde haviam demonstrações de como a hipnose poderia ser usada para tratar e fazer sumir sintomas de histeria.</p>
<p>Freud utilizou o método hipnótico na pré-história da psicanálise, mas com o tempo foi desenvolvendo seu próprio método de tratamento.</p>
<p>Nesse vídeo eu falo um pouco sobre porque Freud abandonou a hipnose, e sobre as diferenças fundamentais entre a sugestão (ferramenta central no método hipnótico) e o método de tratamento da Psicanálise.</p>
<p>_</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1068-80" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/por-que-freud-abandonou-a-hipnose-psicanalise-x-sugestao/por-que-freud-abandonou-a-hipnose-psicanalise-x-sugestao.mp3?_=80" /><a href="https://archive.org/download/por-que-freud-abandonou-a-hipnose-psicanalise-x-sugestao/por-que-freud-abandonou-a-hipnose-psicanalise-x-sugestao.mp3">https://archive.org/download/por-que-freud-abandonou-a-hipnose-psicanalise-x-sugestao/por-que-freud-abandonou-a-hipnose-psicanalise-x-sugestao.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Por que Freud abandonou a Hipnose? | Psicanálise x Sugestão" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/xNBpQCHCVFc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-freud-abandonou-a-hipnose/">Por que Freud abandonou a Hipnose?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>O Narcisismo na Psicanálise de Freud</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 15:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f4d5; Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud → https://freudexplicado.com/ebook Sobre o Narcisismo para Freud (Psicanálise). Narcisismo, segundo Freud, se divide em duas fases: 1. Narcisismo primário 2. Narcisismo [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud/">O Narcisismo na Psicanálise de Freud</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud</span> <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">→</span><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"> </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://freudexplicado.com/ebook/" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p>Sobre o Narcisismo para Freud (Psicanálise).</p>
<p>Narcisismo, segundo Freud, se divide em duas fases:</p>
<p>1. Narcisismo primário</p>
<p>2. Narcisismo secundário</p>
<p>Nesse áudio, em resumo, falo um pouco sobre os dois tipos de narcisismo na psicanálise e explico como o &#8220;narcisismo freudiano&#8221; é diferente do &#8220;narcisismo&#8221; sobre o qual falamos no senso comum.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-1062-82" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud-explicado/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud-explicado.mp3?_=82" /><a href="https://archive.org/download/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud-explicado/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud-explicado.mp3">https://archive.org/download/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud-explicado/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud-explicado.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você também pode assistir com os slides no Youtube:</p>
<p><iframe title="O Narcisismo na Psicanálise de Freud explicado" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/3Hi90qaI_-c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-narcisismo-na-psicanalise-de-freud/">O Narcisismo na Psicanálise de Freud</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Viver buscando satisfação dos desejos vale a pena?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/viver-buscando-satisfacao-dos-desejos-vale-a-pena/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 12:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vale a pena viver buscando satisfação dos próprios desejos? Aqui eu comento brevemente as visões de Schopenhauer, Nietzsche, Epicuro e Freud. Além disso, te indico que perguntas podem te ajudar a pensar nisso e fazer [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/viver-buscando-satisfacao-dos-desejos-vale-a-pena/">Viver buscando satisfação dos desejos vale a pena?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena viver buscando satisfação dos próprios desejos? Aqui eu comento brevemente as visões de Schopenhauer, Nietzsche, Epicuro e Freud. Além disso, te indico que perguntas podem te ajudar a pensar nisso e fazer melhores escolhas.</p>
<p>Esse é o último vídeo da série de perguntas e respostas sobre Psicologia, que tá completa lá no <a href="https://www.youtube.com/c/UniversodaPsicologiaTV">Canal no Youtube</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-469-84" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/vida-de-desejos-hedonismo/vida%20de%20desejos%20hedonismo.mp3?_=84" /><a href="https://archive.org/download/vida-de-desejos-hedonismo/vida%20de%20desejos%20hedonismo.mp3">https://archive.org/download/vida-de-desejos-hedonismo/vida%20de%20desejos%20hedonismo.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Os desejos valem a pena? (hedonismo) | Psicologia P&amp;R #31" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/FwDWznjWRm4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/viver-buscando-satisfacao-dos-desejos-vale-a-pena/">Viver buscando satisfação dos desejos vale a pena?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Resposta a conselho ruim sobre dependência emocional</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/resposta-a-conselho-ruim-sobre-dependencia-emocional-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Aug 2021 21:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana que vem (09 a 12 de agosto) vou fazer lives sobre ciúme lá no Instagram: https://www.universodapsicologia.com/instagram (Se a live cair não dá pra salvar :/, então recomendo ver na hora pra garantir) https://archive.org/download/dep.-emoc.-comentando-conselho-simples-e-ruim-edit/Dep.%20emoc.%20-%20comentando%20conselho%20simples%20e%20ruim%20edit.mp3 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Na semana que vem (09 a 12 de agosto) <strong>vou fazer lives sobre ciúme lá no Instagram</strong>:</span> <a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbE1ldzhBRVoyZ2hYN0phcXNkMnBaczI1bUhFZ3xBQ3Jtc0tuOGRYYlEwck5SSVc4al9GZHphZnRmOHlCVjlleVg1Mms1cEZfRmE0RVZ4MGthZXBHMm9fRXZiaE8wWXJjMjdwdHRHRHAzYlk0WjZXMjQ0ZHM0SnF1Rm9QcmFCeGcxcEZHNEJOcFpiZU5ZUlZaeHR5VQ&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.universodapsicologia.com%2Finstagram&amp;stzid=UgzSj7cY0GbQZjYPcP94AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://www.universodapsicologia.com/instagram</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">(Se a live cair não dá pra salvar :/, então recomendo ver na hora pra garantir)</span></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-736-86" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/dep.-emoc.-comentando-conselho-simples-e-ruim-edit/Dep.%20emoc.%20-%20comentando%20conselho%20simples%20e%20ruim%20edit.mp3?_=86" /><a href="https://archive.org/download/dep.-emoc.-comentando-conselho-simples-e-ruim-edit/Dep.%20emoc.%20-%20comentando%20conselho%20simples%20e%20ruim%20edit.mp3">https://archive.org/download/dep.-emoc.-comentando-conselho-simples-e-ruim-edit/Dep.%20emoc.%20-%20comentando%20conselho%20simples%20e%20ruim%20edit.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/resposta-a-conselho-ruim-sobre-dependencia-emocional-2/">Resposta a conselho ruim sobre dependência emocional</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Vale a pena fazer ciúmes no namorado (a)?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/vale-a-pena-fazer-ciumes-no-namorado-a/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/vale-a-pena-fazer-ciumes-no-namorado-a/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carollina Guilhermino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 00:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas provocam ciúmes no parceiro de forma intencional por diversos motivos, como por exemplo, para: Testá-lo Puni-lo Garantir um relacionamento alternativo caso o atual não dê certo Provar que ainda é atraente (para si ou [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/vale-a-pena-fazer-ciumes-no-namorado-a/">Vale a pena fazer ciúmes no namorado (a)?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Pessoas provocam ciúmes no parceiro de forma intencional por diversos motivos</strong>, como por exemplo, para:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;">Testá-lo</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Puni-lo</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Garantir um relacionamento alternativo caso o atual não dê certo</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Provar que ainda é atraente (para si ou para o outro)</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O ciúme pode tornar o parceiro mais desejável e o medo da possibilidade de perder a pessoa pode fazer com que valorizemos mais as qualidades dela.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-582" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/fazendo-ciume-na-namorada-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/fazendo-ciume-na-namorada-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/fazendo-ciume-na-namorada-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/fazendo-ciume-na-namorada-150x78.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/fazendo-ciume-na-namorada.jpg 900w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas&#8230; para toda ação há uma consequência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, <strong>se você pensa em fazer ciúme no namorado, se pergunte: v</strong></span><strong>ale a pena fazer isso?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um bom exercício para responder a essa questão é fazer uma <strong>avaliação dos pontos positivos e negativos dessa ação</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das possíveis vantagens é: o seu parceiro pode ficar com ciúmes e valorizar mais o relacionamento e você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, algumas <strong>desvantagens</strong> podem incluir:</span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400;"><strong>Ele pode fazer a mesma coisa com você</strong> &#8211; provocar ciúmes &#8211; e justificar isso afirmando que você faz o mesmo que ele. </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Ele pode também começar a <strong>não confiar</strong> em você e te ver como uma pessoa manipuladora.</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Seu parceiro pode<strong> recuar, contra-atacar ou ameaçar te deixar</strong>, adicionando mais ansiedade e insegurança no relacionamento. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>A insegurança é um dos principais problemas envolvidos no ciúme</strong>. Se a pessoa se sentir insegura com o relacionamento ou com você, tem mais chances de se sentir ameaçada, e isso pode piorar a relação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando um relacionamento é estável, seguro e vocês possuem confiança um no outro, o ciúme pontual e leve até pode servir como um lembrete para ambos de quão importantes são um para o outro e intensificar sentimentos positivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, <strong>quando o ciúme é excessivo e é um problema duradouro, ele ameaça a segurança e confiança que são importantes fatores para manter um bom relacionamento</strong>.</span></p>
<p>Obs.: esse não é um ponto de vista moral. Não estamos discutindo o que é certo e errado, feio ou bonito, mas apenas te ajudando a pensar se as consequências das suas ações serão boas para você e/ou para a sua relação.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/vale-a-pena-fazer-ciumes-no-namorado-a/">Vale a pena fazer ciúmes no namorado (a)?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que é o ciúme para a Psicologia?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-que-e-o-ciume-para-a-psicologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carollina Guilhermino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 23:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ciúme é  uma combinação de amor intenso e medo intenso. Ele é a paixão direcionada contra a ameaça de traição ou abandono. Inclui outras emoções que nos afetam também, como a raiva, confusão, ansiedade, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-e-o-ciume-para-a-psicologia/">O que é o ciúme para a Psicologia?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-972 size-medium alignleft" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/o-que-e-ciume-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/o-que-e-ciume-300x300.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/o-que-e-ciume-1024x1024.png 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/o-que-e-ciume-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/o-que-e-ciume-768x768.png 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/o-que-e-ciume-96x96.png 96w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/07/o-que-e-ciume.png 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><b></b><span style="font-weight: 400;">O ciúme é  uma <strong>combinação de amor intenso e medo intenso</strong>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele é a <strong>paixão direcionada contra a ameaça de traição ou abandono</strong>. Inclui outras emoções que nos afetam também, como a raiva, confusão, ansiedade, impotência, ressentimento e desesperança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todo mundo sente ciúmes em algum momento da vida, seja ele pontual ou mais duradouro. Podemos sentir ciúmes de diversas pessoas, como cônjuge, amigos, irmãos, etc. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ciúme é um sentimento normal como o amor ou medo, é uma emoção universal que existe em pessoas das mais diversas culturas e idades, sentida até por animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas como qualquer outra emoção potencialmente destrutiva, <strong>o excesso se torna perigoso</strong>, e acaba afetando de forma negativa a vida de quem sente e de quem se relaciona com quem sente essa emoção de forma intensa. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Alguns pontos negativos do ciúme são: </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">1- Ele pode contribuir para destruir suas relações </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2- Pode potencializar todos os tipos de conflitos relacionais</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3- Pode motivar sentimentos negativos como vingança, raiva e provocar comportamentos agressivos (violência verbal, física e até assassinato)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4- Pode acabar afastando as pessoas que você mais deseja ter por perto</span></p>
<h3><strong>Por que sentimos ciúmes?</strong></h3>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="JsGRdQ">Assim como o medo tem a função biológica de nos proteger&#8230; </span><span class="JsGRdQ">O ciúme é uma emoção com a função biológica de proteger a relação. </span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="JsGRdQ">Porém, assim como o medo pode ser prejudicial. </span><span class="JsGRdQ">O ciúme pode destruir </span><span class="JsGRdQ">a relação, em vez de proteger. </span><span class="JsGRdQ">As emoções nem sempre nos ajudam.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="JsGRdQ">Apesar de ser uma predisposição biológica </span><span class="JsGRdQ">o ciúme é em parte aprendido, como o medo.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="JsGRdQ">Nossa cultura e nossa vida pessoal afetam se sentimos mais ou menos ciúme.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="JsGRdQ">Temos ciúme quando </span><span class="JsGRdQ">achamos </span><span class="JsGRdQ">que há algum risco ou ameaça à relação. </span><span class="JsGRdQ">Esse risco pode ser real, </span><span class="JsGRdQ">mas muitas vezes é imaginário.</span></p>
<p class="_04xlpA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="JsGRdQ">O maior problema do ciúme não é senti-lo. </span><span class="JsGRdQ">Os problemas são:</span></p>
<ul>
<li><span class="JsGRdQ">a falta de controle</span> <span class="JsGRdQ">sobre ele</span></li>
<li><span class="JsGRdQ">o quanto ele afeta de forma negativa a vida de quem sente e de quem se relaciona com uma pessoa muito ciumenta</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Você consegue controlar seu ciúme? Você sente que ele pode estar atrapalhando seus relacionamentos? </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estamos nos afogando em informação</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/estamos-nos-afogando-em-informacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 23:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=595</guid>

					<description><![CDATA[<p>Telegram: https://t.me/universodapsicologia Instagram: https://universodapsicologia.com/instagram https://archive.org/download/afogados-em-informacao-edit/Afogados%20em%20informa%C3%A7%C3%A3o%20edit.mp3</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Telegram: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbVVYU3VEX0RFWnd1WHlmTmRucEExVnE3WmFwUXxBQ3Jtc0trc05hSUJibTdzWEJtWENyZkpiUlVucUllUG83OTl1RUhtTnFIdDVvQ3V2QXUyX0tvaVllVFFUS2ZxbXQyUFdWLVdtWlUwWnYtTDZmWG1MWkhxZHVoUDFCZWxiNmFGbkpWWXU4c2VTTWJLYlBDWUdEUQ&amp;q=https%3A%2F%2Ft.me%2Funiversodapsicologia&amp;stzid=UgyPWLTQtlr9H7zjaFp4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://t.me/universodapsicologia</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Instagram: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=comments&amp;redir_token=QUFFLUhqbXdqdi1uSkN3ZFRJdGE1MUg5UUg2cktJdWFiQXxBQ3Jtc0trVzE1SF8zU3NUYXdoaWdUS2UtUXhGOFBmN3ptSm9abjNydm9IU2RoZVlDT3FPYm1TYko2XzNka1JZY3B1TGYzMWw0VzRod0FiYnpMMlFOSnRYTnhwc2duUUxNMF9xWUZ1bDBWdjlmdUhFQjh6ZjcyOA&amp;q=https%3A%2F%2Funiversodapsicologia.com%2Finstagram&amp;stzid=UgyPWLTQtlr9H7zjaFp4AaABAg" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://universodapsicologia.com/instagram</a></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-595-88" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/afogados-em-informacao-edit/Afogados%20em%20informa%C3%A7%C3%A3o%20edit.mp3?_=88" /><a href="https://archive.org/download/afogados-em-informacao-edit/Afogados%20em%20informa%C3%A7%C3%A3o%20edit.mp3">https://archive.org/download/afogados-em-informacao-edit/Afogados%20em%20informa%C3%A7%C3%A3o%20edit.mp3</a></audio>
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		<title>Não existe o perfeito, apenas o feito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jul 2021 21:14:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É o que tem pra hoje. https://archive.org/download/nao-existe-o-perfeito-apenas-o-feito-edit/N%C3%A3o%20existe%20o%20perfeito%2C%20apenas%20o%20feito%20edit.mp3</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É o que tem pra hoje.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-599-90" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/nao-existe-o-perfeito-apenas-o-feito-edit/N%C3%A3o%20existe%20o%20perfeito%2C%20apenas%20o%20feito%20edit.mp3?_=90" /><a href="https://archive.org/download/nao-existe-o-perfeito-apenas-o-feito-edit/N%C3%A3o%20existe%20o%20perfeito%2C%20apenas%20o%20feito%20edit.mp3">https://archive.org/download/nao-existe-o-perfeito-apenas-o-feito-edit/N%C3%A3o%20existe%20o%20perfeito%2C%20apenas%20o%20feito%20edit.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Não existe o perfeito, apenas o feito" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/6_IiKvcMBC8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Aprenda e memorizar usando a criatividade</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/aprenda-e-memorizar-usando-a-criatividade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 13:41:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você pode usar essa técnica de memorização e aprendizagem acelerada para lembrar de nomes, números, textos, fórmulas etc. Não é uma mera técnica de memorização do tipo decoreba. A codificação elaborativa é um método de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você pode usar essa <strong>técnica de memorização e aprendizagem acelerada para lembrar</strong> de nomes, números, textos, fórmulas etc.</p>
<p>Não é uma mera técnica de memorização do tipo decoreba. A codificação elaborativa é um método de aprendizagem, realmente baseado em ciência, que te permite <strong>aprender utilizando associação e significado</strong>.</p>
<p>No exemplo do vídeo eu falo sobre como decorar nomes de pessoas, mas essa técnica de estudo é generalizável, ou seja, você pode suar em diferentes situações e com diferentes materiais.</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Saiba mais sobre a Ciência da Aprendizagem em: <a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a></span></p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-549-92" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/tecnica-de-aprendizagem-acelerada-codificacao-elaborativa/tecnica-de-aprendizagem-acelerada-codificacao-elaborativa.mp3?_=92" /><a href="https://archive.org/download/tecnica-de-aprendizagem-acelerada-codificacao-elaborativa/tecnica-de-aprendizagem-acelerada-codificacao-elaborativa.mp3">https://archive.org/download/tecnica-de-aprendizagem-acelerada-codificacao-elaborativa/tecnica-de-aprendizagem-acelerada-codificacao-elaborativa.mp3</a></audio>
<p><iframe title="Técnica de aprendizagem acelerada: Codificação elaborativa" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/pHler1_35Sk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/aprenda-e-memorizar-usando-a-criatividade/">Aprenda e memorizar usando a criatividade</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>O ser humano nasce bom ou mau?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-ser-humano-nasce-bom-ou-mau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 15:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[etica e moral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ser humano nasce bom ou mau? Qual é a natureza humana? Quem estava certo: Rousseau ou Hobbes? Para Thomas Hobbes, os seres humanos possuem uma tendência natural à violência. Daí, sua célebre frase: &#8220;O homem é o lobo do homem&#8221;. Para Jean-Jaques Rousseau: &#8220;O homem nasce bom e a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ser humano nasce bom ou mau? Qual é a natureza humana? </strong></p>
<p>Quem estava certo: Rousseau ou Hobbes?</p>
<p>Para Thomas Hobbes, os seres humanos possuem uma tendência natural à violência. Daí, sua célebre frase: &#8220;O homem é o lobo do homem&#8221;.</p>
<p>Para Jean-Jaques Rousseau: &#8220;O homem nasce bom e a sociedade o corrompe&#8221;.</p>
<p>Esse é um debate há séculos na história da Filosofia e do pensamento. Atualmente, e cada vez mais com o avanço da Ciência, temos métodos e conhecimento para pensar melhor em uma resposta para essa questão.</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-466-94" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/o_ser_humano_nasce_bom_ou_mau/o_ser_humano_nasce_bom_ou_mau.mp3?_=94" /><a href="https://archive.org/download/o_ser_humano_nasce_bom_ou_mau/o_ser_humano_nasce_bom_ou_mau.mp3">https://archive.org/download/o_ser_humano_nasce_bom_ou_mau/o_ser_humano_nasce_bom_ou_mau.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="O ser humano nasce bom ou mau? | Psicologia P&amp;R #30" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/hY92gwbM62M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>O ser humano nasce bom, mau ou nenhum dos dois?</h2>
<p>É uma eterna discussão. Na filosofia, existe a treta Thomas Hobbes X Jean-Jacques Rousseau.</p>
<p>Um diz que <strong><em>o homem nasce bom e a sociedade o corrompe</em></strong>, outro diz que <strong><em>o homem nasce mau e é mau a não ser precise ser bom</em></strong>.</p>
<p>Então, quem está certo? O homem nasce de que jeito?</p>
<p>Na verdade, os dois. <strong>O homem nasce bom <em>E</em> mau</strong>.</p>
<p>Ou, melhor dizendo: <strong>o ser humano nasce com predisposições para a bondade e para a maldade</strong>.</p>
<p>Há uma interseção entre biologia e cultura. Antigamente, havia uma ideia (que ainda existe, mas já não é tão bem avaliada no meio científico) de <a href="https://amzn.to/3Idc6jA" target="_blank" rel="noopener"><em>tábula rasa</em></a> : você nasceria como um &#8220;quadro em branco&#8221; e  as suas experiências de vida imprimiriam em você certas coisas (o aprendizado).</p>
<p>Mas a visão mais aceita hoje (no meio científico) é de que <strong>há uma complementaridade entre biologia e cultura</strong>. Ou seja, você tem certos aspectos naturais / predisposições <em>E</em> você tem a cultura, o aprendizado em sociedade.</p>
<p>Um exemplo vai facilitar&#8230;</p>
<h3>Tendência à reciprocidade</h3>
<p>Isso aí você vê em várias culturas diferentes, industrializados ou não. <strong>Parece haver uma disposição natural em retribuir o bem e punir as injustiças</strong> (há toda uma explicação evolucionista sobre isso).</p>
<p>Se pessoa A faz algo bom para pessoa B e B faz mal para A ou não retribui o bem, isso gera um certo desconforto, e até emoções como a <a href="https://universodapsicologia.com/como-controlar-a-raiva-x-estrategias-tecnicas/">raiva</a>, uma <a href="https://universodapsicologia.com/porque-expressar-a-raiva-pode-piorar-a-raiva/">emoção muito ligada à agressão</a>.</p>
<p><strong>Existem aspectos e disposições naturais, mas que serão também modulados pela cultura e pelo aprendizado</strong>.</p>
<p><span style="color: #800000;"><strong> Não é que você nasce para assassinar alguém ou que exista um gene para matar alguém quando a pessoa X tiver tantos anos&#8230; depende da sua história de vida</strong></span>.</p>
<p>A própria expressão genética depende também das experiências que você terá ao longo de sua vida, mas também há a parte apreendida, que irá influenciar no grau dessa reciprocidade (será mais ou menos forte).</p>
<p>Muitas pessoas vão fazer o bem sem esperar retribuição, outras só vão fazer se tiver retribuição, mas apesar dessas particularidades, existe uma predisposição natural para essas e para outras coisas.</p>
<p>Outro exemplo muito legal é&#8230;</p>
<h3>Os experimentos morais com bebês</h3>
<p>Paul Bloom e Karen Wynn, na Universidade de Yale, usaram fantoches, que brincavam enquanto os bebês assistiam. De repente, aparecia um fantoche que levava uma bola de brinquedo embora.</p>
<p>Qual fantoche o bebê escolheria para brincar?</p>
<p>Esse bebê não falava ainda, mas era possível ver que na maioria das vezes ele recusava esse fantoche, digamos&#8230; mais malvado, e pegava os outros que eram mais colaborativos.</p>
<p>*</p>
<p>Esse é um assunto amplo. Essa questão <em>se o homem nasce bom ou mau</em> gera uma discussão milenar. Já que eu contribuí com seu conhecimento (espero), seja um bom ser humano e retribua comentando aí embaixo.</p>
<p>Vamos trocando ideia <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<item>
		<title>Porque expressar a raiva pode piorar a raiva?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/porque-expressar-a-raiva-pode-piorar-a-raiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 15:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[raiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um texto anterior, falei que expressar a raiva aumenta a raiva. Pelos comentários que gerou, no Youtube e em redes sociais, percebi que esse assunto &#8211; além de contra-intuitivo &#8211; não é tão claro. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/porque-expressar-a-raiva-pode-piorar-a-raiva/">Porque expressar a raiva pode piorar a raiva?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um texto anterior, falei que <a href="https://universodapsicologia.com/voce-precisa-colocar-sua-raiva-para-fora/">expressar a raiva aumenta a raiva</a>. Pelos comentários que gerou, no Youtube e em redes sociais, percebi que esse assunto &#8211; além de contra-intuitivo &#8211; não é tão claro. Muita gente <em>sente</em> que é bom expressar a raiva.</p>
<p>Vamos melhorar um pouco o entendimento sobre isso.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-526" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/06/face-punch.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/06/face-punch.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/06/face-punch-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/06/face-punch-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/06/face-punch-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Imagina um cara chamado Carlos. Sempre que sai com sua namorada, Carlos fica com raiva porque vários homens olham para ela. O primeiro impulso de Carlos é <em>quebrar tudo</em>. Nesse contexto, significa quebrar a cara dos homens que olham para a namorada dele. Isso seria <strong>&#8220;expressar a raiva&#8221; no estado mais puro</strong>.</p>
<p>Socar um saco de areia, levantar peso e ouvir rock pesado podem acalmar . Direcionar a raiva para o saco de areia ou levantar pesos, por exemplo, é exercício físico. Exercício físico estimula produção de endorfina, um neurohormônio que gera sensação de alívio.</p>
<p>Contudo, você pode ficar uma hora socando o saco de areia e tendo <strong>pensamentos que te geram mais raiva</strong>.</p>
<ul>
<li>&#8220;Quem aquele babaca pensa que é?&#8221;</li>
<li>&#8220;Queria enfiar a mão na cara deles&#8221;</li>
<li>&#8220;Quem esses FDPs acham que são para olharem para a minha namorada?&#8221;</li>
</ul>
<p>O seu corpo pode ficar mais relaxado, mas você está alimentando sua raiva. <strong>A raiva não é gerada diretamente pelas outras pessoas, mas pelos seus pensamentos sobre as ações das outras pessoas</strong>.</p>
<p>Sempre depois que sai com sua namorada e fica com muita raiva, Carlos espanca um saco de areia intercalando com levantamento de peso enquanto ouve rock pesado (enquanto fica pensando em um monte de coisas que alimentam a raiva dele). Toda vez  que eles saem, a raiva aparece novamente. E fica mais forte.</p>
<p>Cada vez ele dá mais atenção aos olhares dos outros homens, vê intenções onde elas não existem, se lembra mais e mais rápido de outras vezes em que isso aconteceu, fica cada vez mais bravo. Isso acontece porque, assim como nossa mente afeta nossas emoções, <strong>nossas emoções afetam nossa mente</strong>.</p>
<p>No <em>modo raiva</em>, seu cérebro é enviesado e busca mais informações relacionadas a essa emoção. Você tem, então, atenção, percepção e memória seletivas (a até distorcidas).</p>
<p>O que Carlos pode fazer?</p>
<p>Carlos pode quebrar a cara de todos os caras que olham para a namorada dele? Pode ser que sim. Pode ficar o resto da vida na estratégia saco de areia + peso + rock? Também pode. Mas essas estratégias não são as melhores alternativas se ele continuar tendo os mesmos pensamentos geradores de raiva.</p>
<p>Entendendo que é difícil demais tentar controlar os olhos do resto do mundo, ele pode perceber que <strong>é melhor ele controlar sua própria raiva, o que envolve aprender a controlar a própria mente</strong>.</p>
<p>Ps.: Posso comentar sobre essas estratégias em um próximo texto. Se for do seu interesse, comenta aí ↓</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você precisa &#8220;colocar sua raiva para fora&#8221;?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/voce-precisa-colocar-sua-raiva-para-fora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 May 2021 13:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[raiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia de que precisamos &#8220;colocar a raiva pra fora&#8221; é muito forte na psicologia popular. Mas será que isso faz sentido? Essa ideia parece vir, em grande parte, da ideia de catarse. Segundo essa [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/voce-precisa-colocar-sua-raiva-para-fora/">Você precisa &#8220;colocar sua raiva para fora&#8221;?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia de que precisamos &#8220;colocar a raiva pra fora&#8221; é muito forte na psicologia popular. Mas será que isso faz sentido?</p>
<p>Essa ideia parece vir, em grande parte, da ideia de <em>catarse</em>. Segundo essa ideia, quando estamos com raiva, temos muita &#8220;energia acumulada&#8221;. A catarse seria descarregar essa energia, tirá-la de dentro de você. Seria como tirar a pressão de uma panela de pressão para evitar que ela exploda.</p>
<p>Mas <em>você não é como uma panela de pressão</em>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-522" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/mulher_com_raiva_catarse.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/mulher_com_raiva_catarse.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/mulher_com_raiva_catarse-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/mulher_com_raiva_catarse-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/mulher_com_raiva_catarse-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>E tem um grande problema: <strong>expressar a raiva aumenta a raiva</strong>.</p>
<p>Pois é. Ao contrário do que se pensa comumente, quebrar tudo quando se está com raiva não diminui a raiva, mas aumenta. Um motivo para isso é que <a href="http://www-personal.umich.edu/~bbushman/PSPB02.pdf">expressar a raiva ajuda a relembrar pensamentos raivosos, que estimulam ainda mais a emoção</a>.</p>
<p>A teoria catártica da raiva é uma ideia antiga, baseada em uma visão do corpo e da mente humana como um sistema hidráulico, em que existem pressões em &#8220;encanamentos&#8221; causadas por excesso de &#8220;energia&#8221; que precisa ser liberada. Essa ideia ficou popular, mas não é assim que nós funcionamos.</p>
<p>Expressar a raiva aumenta a raiva. Essa ideia pode te incomodar se você gosta de quebrar tudo quando tá com raiva (e é normal ter prazer nisso). Mas, além de não resolver bem as coisas,<strong> expressar raiva e quebrar tudo costuma criar mais problemas &#8211; e mais raiva</strong>.</p>
<hr />
<p>Referência:</p>
<p>Bushman, B.J. (2002). Does venting anger feed or extinguish the flame? Catharsis, rumination, distraction, anger, and aggressive responding. Personality and Social Psychology Bulletin, 28: 724–31.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/voce-precisa-colocar-sua-raiva-para-fora/">Você precisa &#8220;colocar sua raiva para fora&#8221;?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como não sentir estresse o tempo todo</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-nao-sentir-estresse-o-tempo-todo/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/como-nao-sentir-estresse-o-tempo-todo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 18:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um jeito de diminuir o estresse constante: focar sua mente no que você está fazendo, no presente. Não no passado, no futuro ou nos diversos universos que sua mente cria se deixar ela voar solta. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure id="attachment_517" aria-describedby="caption-attachment-517" style="width: 500px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-517" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/estresse_estressante.jpg" alt="" width="500" height="515" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/estresse_estressante.jpg 720w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/estresse_estressante-291x300.jpg 291w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/estresse_estressante-150x154.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-517" class="wp-caption-text">Quadrinho do <a href="https://www.mrlovenstein.com/">Mr Lovenstein</a></figcaption></figure>
<p><strong>Um jeito de diminuir o estresse constante</strong>: focar sua mente no que você está fazendo, no presente.<br /><br />Não no passado, no futuro ou nos diversos universos que sua mente cria se deixar ela voar solta.<br /><br />Se está comendo, foque sua mente na comida: na aparência, no cheiro, no gosto, na textura, etc.<br /><br />Se sua mente está focada 100% na batata chips que você está comendo, você não sente estresse. A batata não te estressa.<br /><br />Até pode acontecer se, enquanto come, você fica pensando em como essa batata engorda, em quanto colesterol tem, em como ela faz mal pra saúde e pra estética. Mas aí você já viajou.<br /><br />Eu sei que você tem várias coisas estressantes na sua vida. Mas pensar nelas a TODO MOMENTO pode te atrapalhar muito mais do que ajudar.<br /><br />Quando for pra sentir estresse, sinta o estresse. Mas busque sentir apenas o tempo necessário, não o tempo todo.<br /><br />Zebras sentem o estresse enquanto fogem do leão, mas isso não acontece o tempo todo. Enquanto não tem um leão realmente correndo atrás, elas estão de boa.<br /><br />Aprenda com as zebras. Elas não tem úlcera.</p>
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		<title>Quando a emoção distorce seu julgamento e visão do futuro</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/quando-a-emocao-distorce-seu-julgamento-e-visao-do-futuro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 May 2021 14:39:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse episódio eu uso um exemplo pessoal para falar sobre como a emoção pode atrapalhar nosso julgamento presente e nossa visão do futuro. Animação, desânimo, ciúme, raiva e outros estados psicobiológicos podem te fazer tomar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse episódio eu uso um exemplo pessoal para falar sobre <strong>como a emoção pode atrapalhar nosso julgamento presente e nossa visão do futuro</strong>.</p>
<p>Animação, desânimo, ciúme, raiva e outros estados psicobiológicos podem te fazer tomar decisões ruins.</p>
<p>No fim eu indico uma técnica para lidar com isso.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-510-96" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/emocao-e-visao-de-futuro-pronto/emocao-e-visao-de-futuro%20pronto.mp3?_=96" /><a href="https://archive.org/download/emocao-e-visao-de-futuro-pronto/emocao-e-visao-de-futuro%20pronto.mp3">https://archive.org/download/emocao-e-visao-de-futuro-pronto/emocao-e-visao-de-futuro%20pronto.mp3</a></audio></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Youtube:</p>
<p><iframe title="Quando a emoção distorce seu julgamento e visão do futuro" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/VdpiVYcvvoQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Técnica de memorização mnemônica</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/tecnica-de-memorizacao-mnemonica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 May 2021 16:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra e aplique as melhores técnicas de estudo que existem: https://universodapsicologia.com/haa O que é a técnica de memorização mnemônica? É uma boa técnica de estudo? Você já deve ter visto isso por aí, talvez com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Descubra e aplique as melhores técnicas de estudo que existem</strong><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">:</span></p>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/haa"><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">https://universodapsicologia.com/haa</span></a></p>
<p>O que é a técnica de memorização mnemônica? É uma boa técnica de estudo?</p>
<p>Você já deve ter visto isso por aí, talvez com nomes diversos: técnicas mnemônicas, frases mnemônicas, estratégias mnemônicas, sistema mnemônico de fixação de memória etc.</p>
<p>Nesse episódio, eu apresento alguns exemplos de como usar a técnica de memorização mnemônica, usando algumas fórmulas mnemônicas.</p>
<p>Além disso, comento brevemente sobre o valor desse tipo de técnica de estudo para a aprendizagem, de acordo com o melhor conhecimento científico disponível atualmente, principalmente nas áreas da Psicologia Cognitiva e da Neurociência Cognitiva.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-472-98" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/tecnica_de_memoriza_ao_mnemonica_como_estudar_e_aprender/tecnica_de_memoriza_ao_mnemonica_como_estudar_e_aprender.mp3?_=98" /><a href="https://archive.org/download/tecnica_de_memoriza_ao_mnemonica_como_estudar_e_aprender/tecnica_de_memoriza_ao_mnemonica_como_estudar_e_aprender.mp3">https://archive.org/download/tecnica_de_memoriza_ao_mnemonica_como_estudar_e_aprender/tecnica_de_memoriza_ao_mnemonica_como_estudar_e_aprender.mp3</a></audio></p>
<p><iframe title="Técnica de memorização mnemônica | Como Estudar e Aprender" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/oVip1UoBAXk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/tecnica-de-memorizacao-mnemonica/">Técnica de memorização mnemônica</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Jogo do ultimato, emoção e razão</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/jogo-do-ultimato-emocao-e-razao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2021 15:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Suponha que você vai jogar um jogo com as seguintes regras: Um cara dá R$ 10 para fulano. Fulano pode escolher quanto dinheiro desses R$ 10 vai dar a você.Você pode apenas aceitar ou rejeitar a oferta dele. Se você aceitar, recebe o dinheiro que ele quis te dar.Se você [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Suponha que você vai jogar um jogo com as seguintes <strong>regras</strong>:</p>



<p>Um cara dá R$ 10 para fulano.</p>



<p>Fulano pode escolher quanto dinheiro desses R$ 10 vai dar a você.<br>Você pode apenas aceitar ou rejeitar a oferta dele.</p>



<p>Se você aceitar, recebe o dinheiro que ele quis te dar.<br><strong>Se você rejeitar, você e ele não ganham nada.</strong></p>



<p>Fulano decide te dar R$ 1. Ele vai ficar com R$ 9.</p>



<p>O que você faz?</p>



<p>*</p>



<p>Seria racional aceitar R$ 1, certo? Afinal, R$ 1 é melhor do que R$ 0.</p>



<p>Mas, <strong>o que a maioria das pessoas faz?</strong> Elas rejeitam. Preferem não ganhar nada do que aceitar a proposta que consideram injusta. E, com isso, elas também fazem com que o fulano não ganhe nada.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="470" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tug-of-war-dollar-1024x724-1.jpg" alt="" class="wp-image-491" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tug-of-war-dollar-1024x724-1.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tug-of-war-dollar-1024x724-1-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tug-of-war-dollar-1024x724-1-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/Tug-of-war-dollar-1024x724-1-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p></p>



<p>Por que isso acontece?</p>



<p>Porque <strong>não somos seres apenas racionais. A emoção tem um peso enorme nas nossas decisões</strong>.</p>



<p>É comum sentir raiva quando se é tratado injustamente.</p>



<p>Através de exames de imagens cerebrais (fMRI) foi possível ver ativação da ínsula (região do cérebro que faz parte do &#8220;circuito da raiva&#8221;). Olha que curioso: essa ativação ocorreu em duas situações:</p>



<p>a) quando a pessoa recebeu uma oferta baixa ($1, em vez de $5)<br>b) quando a pessoa recebeu a oferta de uma pessoa (e não do computador)</p>



<p>Em outro experimento, o <strong>&#8220;fulano&#8221; ofereceu mais dinheiro quando a outra pessoa mostrava expressão facial indicando raiva</strong> do que quando a expressão era neutra (a raiva é um sinal de possível ataque / punição).</p>



<p>Nesse caso, a emoção é <em>paradoxalmente racional</em>. Expressar raiva faz a outra pessoa ser mais generosa. Ou seja:</p>



<p>a) ser puramente racional gerou $ 1<br>b) expressar emoção de raiva gerou $ 5</p>



<p>Uma emoção desagradável como a raiva sinaliza ameaça, o que faz a outra pessoa tender a te beneficiar (ou evitar te prejudicar). Mas, curiosamente, isso também pode acontecer do outro lado do espectro emocional.</p>



<p>Nossa <strong>simpatia </strong>também costuma provocar nas outras pessoas tendência a nos beneficiar (ou pelo menos evitar de nos prejudicar).</p>



<p><strong>Usando a razão, você pode entender as emoções e suas consequências. Isso te torna mais capaz de se controlar, se relacionar melhor com as pessoas, tomar melhores decisões e conseguir melhores resultados em inúmeras situações</strong>.</p>



<p>Ps.: Esse jogo (<em>Ultimatum game</em> / Jogo do ultimato) é uma forma de aplicação da teoria dos jogos, assim como &#8220;<a href="https://universodapsicologia.com/o-dilema-do-prisioneiro/">O dilema do prisioneiro</a>&#8220;.</p>



<p>*</p>



<p>Complemento:</p>



<p>Ao pensar friamente sobre o jogo, mais pessoas tendem a ser mais racionais e aceitar apenas R$ 1. Mas, em situações reais (ou mesmo experimentais), isso muda.</p>



<p>Um dos motivos é que <strong>decisão é diferente de escolha</strong>. Decisão é mental, escolha é comportamental. Podemos decidir aceitar R$ 1, mas na hora escolhemos recusar.</p>



<p>Outro motivo é que ao simplesmente pensar sobre o jogo, a pessoa pode não ser afetada por estímulos do contexto real.</p>



<p>Exemplo: João está prestes a aceitar a oferta de R$ 1 de fulano, mas vê no rosto e na linguagem corporal dele certas expressões emocionais. João imagina que fulano está pensando algo do tipo &#8220;Olha como é fácil tirar vantagem desse otário!&#8221;. Aí o jogo muda. João começa a sentir calor, o coração bate mais rápido, a cara fecha. Começa a pensar &#8220;quem esse babaca tá pensando que é? Vai ver quem é otário&#8230;&#8221; e recusa a oferta de R$ 1. Ninguém ganha dinheiro, mas João sente que ganhou o alívio de não se sentir sacaneado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O dilema do prisioneiro, cooperação e disputa, egoísmo e altruísmo</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-dilema-do-prisioneiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 14:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Suponha a seguinte situação. Você e um parceiro de crime foram presos. Estão em celas separadas, sem contato. Você pode cooperar com seu parceiro (ficando quieto) ou denunciá-lo. São 4 possibilidades: A) Você coopera e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Suponha a seguinte situação.</p>



<p>Você e um parceiro de crime foram presos. Estão em celas separadas, sem contato. Você pode <strong>cooperar </strong>com seu parceiro (ficando quieto) ou <strong>denunciá-lo</strong>.</p>


<p>São 4 possibilidades:</p>


<p>A) Você coopera e ele também = Os dois ficam 6 meses presos<br>B) Você coopera e ele não = Você fica 10 anos preso, ele é solto<br>C) Você denuncia e ele coopera = Você é solto, ele fica preso 10 anos<br>D) Você denuncia e ele também = Vocês dois ficam presos por 6 anos</p>



<p>Você coopera ou denuncia?</p>



<p>*</p>



<p>Isso é chamado de <em><strong>dilema do prisioneiro</strong></em>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="470" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/dilema_do_prisioneiro.jpg" alt="" class="wp-image-483" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/dilema_do_prisioneiro.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/dilema_do_prisioneiro-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/dilema_do_prisioneiro-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/05/dilema_do_prisioneiro-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p>É um exercício muito famoso e útil para pensar em <strong>cooperação e competição, egoísmo e altruísmo</strong>.</p>



<p>Pode ser usado para pensar em muitas situação práticas. Por exemplo: divórcio, guerras armamentistas, emissão de carbono.</p>



<p>Como você viu, é difícil pensar na melhor opção. No dilema do prisioneiro, os dois se dão melhor se os dois cooperarem (altruísmo). Mas você se dá bem mal se cooperar e seu parceiro te denunciar.</p>



<p>Já utilizaram inteligência artificial para calcular a melhor opção, probabilisticamente. Programas de computador diferentes escolhiam opções diferentes. O vencedor teve mais pontos (em uma versão, que imitava a seleção natural das espécies, o vencedor teve mais &#8220;programas-bebês&#8221;).</p>



<p>Qual programa você acha que teve os melhores resultados? O que era egoísta ou o que era altruísta?</p>



<p><strong>O programa vencedor seguiu a seguinte programação</strong>:</p>



<p>&gt; Cooperar no 1º movimento<br>&gt; Cooperar se seu parceiro cooperou no movimento anterior<br>&gt; Não cooperar se seu parceiro não cooperou</p>



<p>Esse algoritmo é idêntico ao <em><strong>altruísmo recíproco</strong></em>, uma proposição da biologia que explicaria <strong>porque desenvolvemos tendência a cooperar, ao mesmo tempo que desenvolvemos tendência a evitar (e punir, às vezes) quem não coopera</strong>.</p>



<p>Isso envolve o desenvolvimento de <strong>emoções sociais</strong>, como:</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<ul class="wp-block-list"><li> simpatia (predisposição para cooperar), </li><li>raiva (atacar, punir, se vingar de &#8220;traidores&#8221; e &#8220;ingratos&#8221;), </li><li>gratidão (por alguém que cooperou com você), </li><li>culpa (se sentir mal por ter prejudicado alguém que cooperou com você), </li><li>vergonha (quando seu egoísmo é descoberto) e </li><li>perdão (não punir &#8220;traidores&#8221; &#8211; evitando um ciclo infinito de não-cooperação)</li></ul>



<p>Bem interessante, né?</p>
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Por qual livro começar a estudar Freud / Psicanálise?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/por-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/por-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 May 2021 13:32:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f4d5; Comece baixando grátis o ebook: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud: https://freudexplicado.com/ebook https://archive.org/download/com-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise-pandr-18-1/com-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise-pandr-18%20%281%29.mp3 Como começar a estudar psicanálise? Por Freud, o pai-fundador. Mas ler os textos e livros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Comece baixando grátis o ebook: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://freudexplicado.com/ebook/" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-462-100" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/com-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise-pandr-18-1/com-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise-pandr-18%20%281%29.mp3?_=100" /><a href="https://archive.org/download/com-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise-pandr-18-1/com-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise-pandr-18%20%281%29.mp3">https://archive.org/download/com-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise-pandr-18-1/com-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise-pandr-18%20%281%29.mp3</a></audio></p>
<h3><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Como começar a estudar psicanálise? </span></h3>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Por Freud, o pai-fundador. </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Mas <strong>ler os textos e livros de Freud de cara pode não ser a melhor opção para começar</strong>, pelos riscos de interpretar erroneamente. Mas, caso queira tentar&#8230;</span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"> Para começar a estudar Freud diretamente, recomendo os seguintes textos:</span></p>
<ul>
<li><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Psicopatologia da vida cotidiana (</span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbC1iTERRMWd6NFNFUkJubGFqeEV4Ym8wZXNsQXxBQ3Jtc0tsb1ZzbEpxWV9udklaTHNDMTA3UW9MYXRPUUFPdXpkMnoxUWI2eV83NVRRM2Q0bzktNGVsRE5EbHhPSEV0RHV4dlM3QXVManFYWUNNLV9RZm85eFNCRmRyc1ZRWERTS2Y1OWh6dEN5ZU5xZDVvMThLaw&amp;q=https%3A%2F%2Famzn.to%2F2FPLZ7f" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://amzn.to/2FPLZ7f</a><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">​</span><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">)</span></li>
<li><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Cinco lições de Psicanálise (</span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqbVRCbXhWVVB0SGpBQkMxWFNXYWFNVkVsTGFmQXxBQ3Jtc0tsVm9iZlVndFJMalhObC1NZFhkdFZzOEl4cHdLQTU2a0RxZXVSVFdsTTdJZmxZU1ZZblpVVi1ZSzBub2RYdFIxcm9uSXkzc1l4V041aEZVTE1XZk5uSUVPVm9CYS13QmdORzVmYW9tTkVHbWZ4VjNIdw&amp;q=https%3A%2F%2Famzn.to%2F3mOQ9wD" target="_blank" rel="nofollow noopener">https://amzn.to/3mOQ9wD</a><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">​</span><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">)</span></li>
</ul>
<p>________________________</p>
<p>Se quiser ouvir pelo Youtube:</p>
<p><iframe title="Com qual livro começar a estudar Freud? | Psicanálise P&amp;R 18" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/zFOwTiUt9DA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-qual-livro-comecar-a-estudar-freud-psicanalise/">Por qual livro começar a estudar Freud / Psicanálise?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Você DEVE ser amada(o)?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 15:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você acha que seu companheiro(a) DEVE te amar? O que acontece se ele não te amar? O simples pensamento de não ser amado já acelera o coração de muita gente. Meu objetivo não é simplesmente te chocar. Nunca é. Assim como o objetivo da enfermeira que perfura sua pele com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você acha que seu companheiro(a) DEVE te amar?</p>
<p>O que acontece se ele não te amar?</p>
<p>O simples pensamento de não ser amado já acelera o coração de muita gente.</p>
<p>Meu objetivo não é simplesmente te chocar. Nunca é. Assim como o objetivo da enfermeira que perfura sua pele com a seringa não é te machucar, mas te vacinar.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-427" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/deve_ser_amado.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/deve_ser_amado.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/deve_ser_amado-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/deve_ser_amado-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/deve_ser_amado-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<h3>O grande problema com o <em>DEVE</em></h3>
<p>O <em>deve</em> é uma <em>demanda imperativa</em>. Isso significa que necessariamente <em>tem de ser de certa forma</em>. Quando as coisas são como você acha que devem ser, é ótimo. O (grande) problema é quando as coisas não são como &#8220;devem&#8221; ser. Aí seu mundo pode desabar.</p>
<p>Quando outra pessoa não age como você pensa que ela deveria agir, você pode sentir frustração, raiva, decepção, mágoa, tristeza, ódio etc. Essas emoções e sentimentos negativos te fazem mal e te levam a agir mal. Você pode atacar, xingar, reclamar, se afastar, se vingar&#8230;</p>
<p>Consegue ver os problemas que surgem do pensamento de que as coisas devem ser como você quer?</p>
<p>Mesmo que você pense que sua esposa não te ama, você pode se proteger da dor emocional.</p>
<p>Estranho, né? Pra maioria das pessoas isso é difícil de entender e aceitar. Mas isso é possível usando o <em>pensamento racional</em>.</p>
<h3>A ideia é <strong>desistir da demanda imperativa</strong>.</h3>
<p>Não quer dizer que você vai desistir do amor da outra pessoa. Quer dizer que <strong>você vai desistir da ideia de que ela DEVE te amar e de que você PRECISA do amor dela</strong>.</p>
<p>Podemos substituir o &#8220;deve&#8221; por &#8220;seria bom&#8221;.</p>
<p>&#8220;Minha esposa não DEVE me amar, não posso obrigá-la. Mas SERIA BOM que ela me amasse&#8221;.</p>
<p>Isso causa uma diferença brutal. Tirando a obrigação do deve, você cobra menos de si, dos outros e do mundo. Você sofre menos e causa menos sofrimento.</p>
<p>Achar que outra pessoa <em>deve</em> te amar e tentar <em>obrigá-la</em> a fazer isso pode ser um tiro pela culatra: em vez de conseguir o que quer (o amor dela), você pode acabar afastando-a.</p>
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		<item>
		<title>Como tá o custo-benefício do seu relacionamento?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-ta-o-custo-beneficio-do-seu-relacionamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 15:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As relações tem custos e benefícios. Preparar a refeição para outra pessoa pode ser um custo, mas comer com ela pode ser um benefício. É muito comum que no início dos relacionamentos as pessoas ofereçam [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As relações tem custos e benefícios. Preparar a refeição para outra pessoa pode ser um custo, mas comer com ela pode ser um benefício.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-403" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/custo-beneficio-relacionamento.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/custo-beneficio-relacionamento.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/custo-beneficio-relacionamento-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/custo-beneficio-relacionamento-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/custo-beneficio-relacionamento-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>É muito comum que no início dos relacionamentos as pessoas ofereçam muitos benefícios e sejam mais tolerantes com os custos. Mas, <strong>com o passar de tempo, costumam diminuir os benefícios que dão enquanto cobram mais (sem perceber)</strong>.</p>
<p><strong>Resultado: o custo-benefício da relação diminui. Isso abre espaço para muitos problemas</strong>, como brigas, insatisfação, desinteresse, mágoa, raiva, decepção, frustração e por aí vai.</p>
<p>Pode parecer estranho pensar nas relações em termos de custo-benefício. E a maioria das pessoas não pensa mesmo. O mais comum é pensar em termos românticos, como amor.</p>
<p>Quase ninguém vai dizer &#8220;pelos meus cálculos a frequência de benefícios da nossa relação diminuiu no último trimestre, isso aponta para alta probabilidade de uma crise no nosso empreendimento conjunto&#8221;.</p>
<p>Geralmente se pensa e se fala coisas como:</p>
<ul>
<li>&#8220;ela não é mais a mesma&#8221;,</li>
<li>&#8220;ele ficou insuportável&#8221;,</li>
<li>&#8220;ela não me dá mais atenção&#8221;,</li>
<li>&#8220;ele nem se importa mais comigo&#8221;,</li>
<li>&#8220;no começo era diferente&#8221;,</li>
<li>&#8220;agora ele nem traz mais coxinha pra mim quando volta da rua&#8221;.</li>
</ul>
<p><strong>Mesmo que a gente não esteja consciente disso, dor e prazer &#8211; custo e benefício &#8211; afetam nossa vida o tempo todo</strong>. E com as relações amorosas não é diferente.</p>
<p>Em vez de pensar que &#8220;o amor sustenta tudo&#8221;, é bem mais realista pensar em &#8220;<strong>o que sustenta o amor?</strong>&#8220;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mentes como algoritmos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/mentes-como-algoritmos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 19:55:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Nossas mentes, em parte, funcionam como algoritmos de computador. São cheias de heurísticas e vieses. Pensa em um algoritmo de rede social. Você vê mais o tipo de conteúdo com o qual interage e aquilo que o algoritmo entende que você prefere. As informações que você recebe são enviesadas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-432" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/epicteto_mente_algoritmo.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/epicteto_mente_algoritmo.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/epicteto_mente_algoritmo-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/epicteto_mente_algoritmo-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/epicteto_mente_algoritmo-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Nossas mentes, em parte, funcionam como algoritmos de computador. São cheias de heurísticas e vieses.</p>
<p>Pensa em um algoritmo de rede social. Você vê mais o tipo de conteúdo com o qual interage e aquilo que o algoritmo entende que você prefere.</p>
<p><strong>As informações que você recebe são enviesadas, selecionadas pelo algoritmo</strong>. Você não vê a rede social toda, mas apenas a parte que é pré-selecionada pela programação.</p>
<p>Pensa agora na nossa mente. Uma pessoa com muita ansiedade tende a ver &#8220;sinais&#8221; de perigo em toda a parte, enquanto uma pessoa com depressão tende a ver o mundo de forma negativa.</p>
<p><strong>Vemos o mundo da forma como nossos algoritmos mentais nos mostram</strong>.</p>
<p>Saber que o que você pensa não necessariamente é a realidade é um primeiro passo para mudar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O passado é importante se você continua a carregá-lo com você</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-passado-e-importante-se-voce-continua-a-carrega-lo-com-voce/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2021 15:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O passado é importante porque você continua a carregá-lo contigo.&#8221;* O passado é útil. Nossas experiências produzem aprendizado, que serve para pensarmos e agirmos melhor&#8230;mas nem sempre. &#8220;Aprender com o passado&#8221; pode soar bem poético. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/carregando_passado.jpg" alt="" width="900" height="470" /></p>
<p>“<em><strong>O passado é importante porque você continua a carregá-lo contigo</strong></em>.&#8221;*</p>
<p>O passado é útil. Nossas <strong>experiências produzem aprendizado, que serve para pensarmos e agirmos melhor&#8230;mas nem sempre.</strong></p>
<p>&#8220;Aprender com o passado&#8221; pode soar bem poético. Eu gosto desse tipo de linguagem literária, de filosofia e de abstração, mas também gosto de aplicar isso no mundo concreto.</p>
<p>Vamos usar um exemplo (hipotético) bem comum:</p>
<p>Você teve uma relação amorosa no passado, teve muitos problemas nela e ela acabou mal. Vamos supor que você foi traída (o que quer que isso signifique pra você). Depois disso você &#8220;aprendeu a lição&#8221; e sente que ficou &#8220;mais esperta&#8221;. Agora você diz que &#8220;homem é tudo igual&#8221;, &#8220;homem não presta mesmo&#8221;.</p>
<h3>O que você aprendeu? Como esse passado te influencia?</h3>
<p>Você teve uma experiência negativa com um homem. Com isso você aprendeu a ter mais cuidado com homem porque, no passado, um homem te machucou.</p>
<p>É como ser mordida por um cachorro. Você pode passar a sentir medo e evitar cachorros. Esse medo aprendido pode ser útil, porque te protege de um perigo parecido com o que te fez mal no passado.</p>
<p>Mas tem um problema: o mesmo <strong>medo pode te impedir de explorar e aprender outras coisas</strong>.</p>
<p>Se você evitar cachorros para sempre não tem a chance de aprender que um cachorro pode ser seu melhor amigo. O mesmo vale para homens.</p>
<p>E, olha bem: ter uma experiência com UM membro de um grupo e generalizar isso para TODOS não é muito racional. Não é uma amostra estatisticamente representativa.</p>
<p>Seria mais preciso pensar que &#8220;a experiência com AQUELE homem foi ruim&#8221;.</p>
<p>Pensa pelo outro lado: um cara teve experiências ruins no passado com mulheres e, a partir disso, ele diz ter aprendido que &#8220;nenhuma mulher presta&#8221;. Se nenhuma mulher presta, e você é mulher, ele pensa que VOCÊ não presta (mesmo sem te conhecer direito). Faz sentido?</p>
<p>Você pode ter aprendido que um relacionamento com AQUELE cara não dá muito certo. Ok, você ficou mais esperta com a experiência. Mas, quais memórias dessa relação ainda vale a pena ter?</p>
<p>Faz sentido você lembrar do cara e de que a relação com ele não foi legal. Isso pode te impedir de repetir o erro. Mas vale a pena carregar mágoa, remorso, raiva, vontade de vingança, ódio por todos os homens?</p>
<p>O passado é importante porque é fonte de aprendizado. No entanto, é importante pensar bem sobre ele e <strong>decidir o que ainda vale a pena carregar e o que você precisa jogar fora</strong>.</p>
<hr />
<p>* Essa frase foi atribuída a Sigmund Freud por Albert Ellis. Não encontrei a frase no trabalho do Freud (Novas Conferencias Introdutórias sobre Psicanálise), então não tenho certeza sobre a autoria. Mas, nesse caso, a mensagem é mais importante que o mensageiro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Livros de autoajuda são bons ou são ruins?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/livros-de-autoajuda-sao-bons-ou-sao-ruins/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/livros-de-autoajuda-sao-bons-ou-sao-ruins/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 13:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente acha que livros de autoajuda são bons, enquanto uma outra parte das pessoas acha que esses livros são ruins ou até que livros de autoajuda são livros de antiajuda. Nesse episódio do podcast [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/livros-de-autoajuda-sao-bons-ou-sao-ruins/">Livros de autoajuda são bons ou são ruins?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente acha que livros de autoajuda são bons, enquanto uma outra parte das pessoas acha que esses livros são ruins ou até que livros de autoajuda são livros de <em>antiajuda</em>.</p>
<p>Nesse episódio do podcast eu falo um pouco sobre isso.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-414-102" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/livros_de_autoajuda_sao_ruins_vale_a_pena_ler/livros_de_autoajuda_sao_ruins_vale_a_pena_ler.mp3?_=102" /><a href="https://archive.org/download/livros_de_autoajuda_sao_ruins_vale_a_pena_ler/livros_de_autoajuda_sao_ruins_vale_a_pena_ler.mp3">https://archive.org/download/livros_de_autoajuda_sao_ruins_vale_a_pena_ler/livros_de_autoajuda_sao_ruins_vale_a_pena_ler.mp3</a></audio></p>
<p>Você também pode <a href="https://www.youtube.com/watch?v=JOONTb0UhEQ">ver a versão em vídeo no Youtube</a>:</p>
<p><iframe title="Livros de Autoajuda são ruins? Vale a pena ler?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/JOONTb0UhEQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Como você ouviu, não é tão simples. Não dá pra generalizar e dizer que todos os livros de autojuda são ruins ou que são bons.</p>
<p>É preciso saber julgar cada livro. Pra te ajudar com isso, deixo abaixo uma <strong>lista de bons livros que são considerados de autoajuda</strong> (pelo menos em muitas livrarias).</p>
<h3>8 &#8220;livros de autoajuda&#8221; que eu recomendo:</h3>
<p>1. <a href="https://amzn.to/2DJGR3m​">Rápido e Devagar: duas formas de pensar</a><br />
Não sei bem porque esse livro está na categoria autoajuda, mas com certeza é um dos melhores que você vai encontrar lá. O autor, Daniel Kahneman, é um gigante da Psicologia, ganhador de um prêmio Nobel em Economia.</p>
<p>Ps.: Se você é acadêmico, pesquisador ou quer se aprofundar, dê preferência para outro livro em que o Kahneman participa: &#8220;<a href="https://amzn.to/3bCJhgC">Heuristics and Biases: The Psychology of Intuitive Judgment</a>&#8221; ​</p>
<p>2. <a href="https://amzn.to/3ibQt5H​">Foco</a> (Daniel Goleman)<br />
Goleman é outro grande psicólogo/pesquisador.</p>
<p>3. <a href="https://amzn.to/3m00OnH​">Inteligência Emocional</a> (Daniel Goleman)<br />
Inteligência Emocional é um termo que ganhou enorme popularidade e acabou sendo usado como a solução para todos os problemas da humanidade. Não é. E, apesar de o conceito ter suas críticas em relação à evidências empíricas, pode ser muito útil.</p>
<p>4. <a href="https://amzn.to/3ii1hQ8​">Meditações</a> (de Marco Aurélio)<br />
É um livro de Filosofia, mas Marco Aurélio é um dos maiores representantes do estoicismo, corrente de pensamento que é uma das bases filosóficas da Terapia Cognitivo Comportamental (TCC). Há muito coisa boa pra se tirar desse livro..</p>
<p>5. <a href="https://amzn.to/3hc1IKb​">A arte de viver: O manual clássico da virtude, felicidade e sabedoria</a> (de Epicteto)<br />
Outro grande nome do estoicismo. Um dos pilares da TCC é uma frase sua: &#8220;O que perturba os homens não são as coisas, e sim as opiniões que eles têm em relação às coisas.&#8221;</p>
<p>6. &#8220;<a href="https://amzn.to/3jXbhOR">A mente vencendo o humor</a>&#8221; ​ (ajuda com depressão, ansiedade, ataques de raiva, culpa, vergonha, baixa autoestima, pânico, transtornos alimentares, abuso de substâncias e problemas de relacionamento.</p>
<p>7. &#8220;<a href="https://amzn.to/3jZEgSs​">Livre de Ansiedade</a>&#8221;</p>
<p>8. <a href="https://amzn.to/3maWBOn​">Felicidade autêntica: Use a psicologia positiva para alcançar todo seu potencial.</a><br />
Apesar da aparência &#8220;bem autoajuda&#8221;, é um livro de um grande e (sério) pesquisador.</p>
<p>É bem possível que você tenha um pé atrás com a Psicologia Positiva. Eu já tive meus preconceitos, e continuo estudando com um olhar crítico. Porém, apesar de sofrer com essa confusão com o que nos acostumamos e chamar de autoajuda (e criticar), a Psicologia Positiva representa um movimento extremamente importante: promover a Psicologia para o desenvolvimento pessoal, e não só para tratar doenças.</p>
<p>Obviamente tratar transtornos mentais é importante e necessário. Mas as possibilidades da Psicologia vão muito além disso. Pessoalmente, acredito que um dos grandes motivos de ter tanta autoajuda péssima é justamente a omissão de quem pode representar a boa Psicologia e propagá-la para o público em geral.</p>
<p>Essa é uma das minhas intenções aqui: compartilhar com você o melhor conhecimento sobre Psicologia.</p>
<p>Compartilhando esse tipo de conteúdo, você também ajuda outras pessoas a melhorarem a capacidade de pensar, e isso é bom pra todos nós. Conto com você <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Fábio não consegue estudar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 15:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele até senta pra ler, mas não consegue manter a atenção por mais do que 5 minutos. Começa a pensar: &#8211; &#8220;será que tenho TDAH?&#8221; &#8211; &#8220;será que nasci com defeito no cérebro?&#8221; &#8211; &#8220;será que nasci com gene da burrice?&#8221; Ele pensaria em mais umas 10 possibilidades, mas aí [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ele até senta pra ler, mas <strong>não consegue manter a atenção por mais do que 5 minutos</strong>.</p>
<p>Começa a pensar:<br />
&#8211; &#8220;será que tenho TDAH?&#8221;<br />
&#8211; &#8220;será que nasci com defeito no cérebro?&#8221;<br />
&#8211; &#8220;será que nasci com gene da burrice?&#8221;</p>
<p>Ele pensaria em mais umas 10 possibilidades, mas aí o celular tocou. E continuou tocando a cada 2 minutos.</p>
<p>Era importante? Talvez. Eram notificações de uma discussão sobre a atual conjuntura política do leste europeu e suas consequências econômicas microestruturais que podem afetar o preço do pão em São Paulo, de acordo com a teoria do caos (ou algo assim, me perdi).</p>
<p>Fábio não cursa nem quer cursar economia, mas gosta de pão.</p>
<p>Falando nisso, deu a hora do café. E café lembra televisão, que lembra sofá, que dá um sono&#8230;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-399" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/1500_07cbf52819e6f6038f9348cdbe4cab26.jpg" alt="" width="900" height="469" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/1500_07cbf52819e6f6038f9348cdbe4cab26.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/1500_07cbf52819e6f6038f9348cdbe4cab26-300x156.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/1500_07cbf52819e6f6038f9348cdbe4cab26-768x400.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/1500_07cbf52819e6f6038f9348cdbe4cab26-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Voltando às dúvidas do Fábio, será que ele tem problema no cérebro? Quem sabe um problema na gestação fez com que a bainha de mielina nos neurônios dele fosse mal formada, assim a transmissão dos sinais elétricos pelos neurônios é prejudicada, e aí&#8230;</p>
<p>Se eu fosse o Fábio, antes de abrir o crânio pra conferir, eu olharia pra fora de mim. Será que o celular tocar de 2 em 2 minutos pode ser um motivo pelo qual ele não consegue se concentrar? Será que a discussão sobre o pão que lembra café que lembra TV que lembra sofá que faz dormir prejudica nos estudos? Pode ser.</p>
<p>O ponto aqui é esse: <strong>o que no seu ambiente tá afetando sua concentração? E como você pode mudar isso?</strong></p>
<hr />
<h3>Aprenda a estudar com os melhores métodos da ciência:</h3>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/haa">https://universodapsicologia.com/haa</a></p>
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		<title>Você é como as pessoas julgam?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2021 15:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta é: não. A pessoa que mais tem informação sobre você é você mesmo, e nem você sabe exatamente como você é. Pessoas criam rótulos e agem como se eles fossem uma &#8220;foto&#8221; real de alguém. Você é uma pessoa boa? Veja que &#8220;pessoa boa&#8221; é um rótulo, uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-396" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Blog.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Blog.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Blog-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Blog-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Blog-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>A resposta é: <strong>não</strong>.</p>
<p>A pessoa que mais tem informação sobre você é você mesmo, e nem você sabe exatamente como você é. Pessoas criam rótulos e agem como se eles fossem uma &#8220;foto&#8221; real de alguém.</p>
<p>Você é uma pessoa boa? Veja que &#8220;pessoa boa&#8221; é um rótulo, uma tentativa de te definir e te resumir.</p>
<p>Mas você é limitado de várias formas (sua memória é pior do que pensa, sua percepção é distorcida etc). Bem provável que em algum momento, sem perceber, você disse ou fez algo que deixou alguém triste. Essa pessoa te julgou como uma pessoa má.</p>
<p>E agora, quem está certo? Você é uma pessoa boa ou má?</p>
<p>A pergunta é ruim, a resposta também. Não tem como o rótulo ser uma &#8220;foto&#8221; da realidade. Não dá pra te resumir em uma palavra ou frase.</p>
<p>Em vez de pensar se você é uma pessoa boa ou má, como uma totalidade, é muito mais sensato avaliar sua ação. A sua ação deixou alguém triste, mas você geralmente não tem más intenções nas suas ações geralmente.</p>
<p>Vê que isso não fala de você como uma totalidade? Falar e mudar ações é muito melhor do que julgar e rotular pessoas. Causa menos reações emocionais negativas, permite um pensamento muito mais claro e racional e permite que a pessoa entenda e resolva melhor os problemas.</p>
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		<title>&#8220;Quantas críticas posso fazer no meu relacionamento?&#8221;</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/quantas-criticas-posso-fazer-no-meu-relacionamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Apr 2021 15:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos relacionamentos tem muitas críticas, não é atoa que são tão desgastantes e acabam mal. Claro que você pode fazer quantas quiser, mas críticas demais não costumam ter boas consequências. Você já pensou em qual [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-393" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Couple-criticizing-each-other.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Couple-criticizing-each-other.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Couple-criticizing-each-other-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Couple-criticizing-each-other-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/Couple-criticizing-each-other-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Muitos relacionamentos tem muitas críticas, não é atoa que são tão desgastantes e acabam mal. Claro que você pode fazer quantas quiser, mas críticas demais não costumam ter boas consequências.</p>
<p>Você já pensou em qual seria um <strong>NÚMERO de críticas aceitável</strong>?</p>
<p>O número ideal seria 0, certo? Mas como sabemos que a realidade não é bem assim, é bom tentar uma meta mais realista.</p>
<p>Um número recomendável é, na verdade, uma <strong>proporção: 5:1</strong>.</p>
<p>A cada 5 comentários positivos, 1 comentário &#8220;negativo&#8221;. Com essa proporção você pode manter o relacionamento bem, sem azedar.</p>
<p>Claro que também vai fazer muita diferença<strong> COMO você faz essas críticas</strong>, mas isso é papo pra outra hora.<br />
(Spoiler: a maioria das pessoas não sabe como fazer críticas sem azedar a relação)</p>
<p>E aí, <strong>qual é a proporção na sua relação?</strong> Quantas críticas e quantos comentários positivos você faz e recebe?</p>
<p>Você pode contar mesmo. Pega alguns dias pra observar e anota a quantidade. Isso te ajuda a ter uma boa noção de como tá essa proporção positivo : negativo.</p>
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		<title>Faça sem vontade</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/faca-sem-vontade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Apr 2021 15:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode ficar tranquilo, não é papo de quem acorda 5h da manhã cheio de energia. Até porque eu sou um dos caras mais preguiçosos e sem energia do universo conhecido. As pessoas tem níveis de vontade diferentes, e essa vontade varia por causa de um monte de coisas. Mas tem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pode ficar tranquilo, não é papo de quem acorda 5h da manhã cheio de energia. Até porque eu sou um dos caras mais preguiçosos e sem energia do universo conhecido.</p>
<p>As pessoas tem níveis de vontade diferentes, e essa vontade varia por causa de um monte de coisas. Mas tem um fato sobre a vontade que pode mudar pra sempre a forma como você vê isso: <strong>muitas vezes a vontade não vem</strong>.</p>
<p><figure id="attachment_406" aria-describedby="caption-attachment-406" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-406" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/falta_de_vontade.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/falta_de_vontade.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/falta_de_vontade-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/falta_de_vontade-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/falta_de_vontade-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-406" class="wp-caption-text">Imagem do <a href="https://www.milesjohnstonart.com/2017/4asc1q3botzuhuo9uo7g2shtu0k5fb">Miles Johnston</a></figcaption></figure></p>
<p>Um problema comum é esperar pela vontade de fazer algo, e como essa vontade não chega, procrastinar e não fazer o que é pra fazer. Eu luto sempre contra esse problema, não me livrei disso, mas entender melhor como funciona esse negócio de vontade me ajuda a &#8220;funcionar&#8221; melhor.</p>
<p>Uma possibilidade é a vontade não vir, e só. Mesmo assim você precisa fazer algo. E você faz. Com certeza tem alguma coisa na sua vida que você não queria fazer mas faz, porque é obrigado. Viu como funciona?</p>
<p>Não vou te dizer que você tem que acordar 5h da manhã cheio de energia. Eu até entendo (com dificuldade) que existam pessoas assim, mas com certeza não é a realidade de todos.</p>
<p>A realidade é que a vontade pode não vir, mas você pode fazer o que precisa ser feito mesmo assim. Saber disso não é tão agradável, mas pode impedir que você fique esperando a vontade aparecer atoa.</p>
<p>Uma outra possibilidade é mais animadora.</p>
<p><strong>A vontade pode vir DEPOIS que você começa a fazer algo</strong>.</p>
<p>Isso acontece muito comigo. Tô com preguiça de fazer algo (exercícios, conversas, trabalho etc), começo a fazer sem vontade, magicamente começo a gostar de estar fazendo esse algo.</p>
<p>É contraintuitivo. É criar vontade, em vez de ficar esperando que ela apareça do nada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ps.: Esse &#8220;truque&#8221; para &#8220;criar vontade&#8221; não é achismo meu. É uma técnica psicológica/comportamental que comprovadamente funciona, inclusive para quadros graves como a depressão.</p>
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		<title>Programados para a briga &#124; Emoções destrutivas nos relacionamentos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/programados-para-a-briga-emocoes-destrutivas-nos-relacionamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 15:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emoções são programas de ação. Se você sente medo, por exemplo, tende a fugir e se proteger. A emoção de medo é uma resposta fisiológica rápida que pode te ajudar a sobreviver. Se um tigre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Emoções são programas de ação</strong>. Se você sente medo, por exemplo, tende a fugir e se proteger.</p>
<p>A emoção de medo é uma resposta fisiológica rápida que pode te ajudar a sobreviver.</p>
<p>Se um tigre dentes de sabre começar a vir em sua direção e você parar pra pensar demais, friamente, já era.</p>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="e46ak-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="e46ak-0-0"><span data-offset-key="e46ak-0-0">A emoção é útil, mas em muitos casos ela pode prejudicar mais do que ajudar.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="9ehhk-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="9ehhk-0-0"></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="ce6jp-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ce6jp-0-0"><span data-offset-key="ce6jp-0-0">A <strong>raiva</strong>, por exemplo, pode ser bem destrutiva. Ela está intimamente ligada à agressão, que pode facilmente destruir um relacionamento de anos em segundos.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="1on3e-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1on3e-0-0"></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="3rg49-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3rg49-0-0"><span data-offset-key="3rg49-0-0">A raiva, como uma emoção, é um programa de ação rápida. Ela te faz sentir, pensar e agir de certa forma, sem pensar direito.</span></div>
<div data-offset-key="3rg49-0-0"></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3rg49-0-0"><span data-offset-key="3rg49-0-0">Mas <strong>a emoção em si é rápida</strong>. Ela geralmente dura poucos minutos, e vai diminuindo de intensidade.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="ds6jr-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ds6jr-0-0"></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="4vq29-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="4vq29-0-0"><span data-offset-key="4vq29-0-0">Sabendo disso, você já tem uma <strong>ferramenta para controlar suas emoções e não destruir seus relacionamentos com elas: o tempo</strong>.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="fl036-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fl036-0-0"></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="cp6de-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="cp6de-0-0"><span data-offset-key="cp6de-0-0">Tirar um tempo para &#8220;esfriar a cabeça&#8221; pode mudar totalmente a situação.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="e6h75" data-offset-key="bm5r7-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="bm5r7-0-0"></div>
</div>
<div data-offset-key="fbm1h-0-0"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-388" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/depositphotos_63952553-stock-photo-couple-argue.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/depositphotos_63952553-stock-photo-couple-argue.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/depositphotos_63952553-stock-photo-couple-argue-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/depositphotos_63952553-stock-photo-couple-argue-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/depositphotos_63952553-stock-photo-couple-argue-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></div>
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		<item>
		<title>O que você fala é o que os outros &#8220;ouvem&#8221;?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 15:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana contou para seu namorado, Felipe, que queria passar a tarde de sábado assistindo séries. Felipe queria estar perto de Ana, e decidiu que iria acompanhá-la. Felipe interpretou o plano de Ana como um convite. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-que-voce-fala-e-o-que-os-outros-ouvem/">O que você fala é o que os outros &#8220;ouvem&#8221;?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana contou para seu namorado, Felipe, que queria passar a tarde de sábado assistindo séries. Felipe queria estar perto de Ana, e decidiu que iria acompanhá-la.</p>
<p>Felipe <em>interpretou</em> o plano de Ana como um convite. Ana <em>interpretou</em> a companhia de Felipe como uma intrusão.</p>
<p>&#8220;Ele nunca me deixa fazer minhas coisas sozinha. E ainda vai querer assistir Breaking Bad pela sétima vez, e eu quero ver Game of Thrones.&#8221;</p>
<p>Mas Ana não falou isso pra Felipe. Passou a tarde de sábado emburrada. Felipe interpretou isso como se ela não se importasse com a companhia dele, e ficou com raiva dela. Ana ficou com raiva de Felipe por ele ter ficado com raiva, e se afastou ainda mais.</p>
<h3>Quem você acha que tá certo nessa história? Quem tá errado?</h3>
<p>O nosso primeiro impulso costuma ser esse: buscar vítimas e culpados. Mas isso não ajuda muito e, pelo contrário, costuma piorar a situação.</p>
<p><strong>Um relacionamento entre pessoas é um sistema</strong>. Uma parte afeta a outra e a outra afeta a uma.</p>
<p>Qual seria então, o problema desse SISTEMA Ana-Felipe?</p>
<p>O ponto principal que quero mostrar aqui é que esse é um <strong>problema de comunicação</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-385" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/960x0.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/960x0.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/960x0-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/960x0-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/960x0-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p><strong>Quando você fala algo, a pessoa não &#8220;ouve&#8221; exatamente o que você disse, ela <em>interpreta</em></strong>. O que se passa na cabeça dela é diferente do que se passa na sua, e isso causa muitos problemas.</p>
<p>Como você acha que a comunicação entre Ana e Felipe poderia ter sido melhor?</p>
<p>Esse exercício vai te ajudar a melhorar sua própria comunicação e seus relacionamentos.</p>
<p>&#8220;O pensamento é o ensaio da ação&#8221;.</p>
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		<title>A prisão de se preocupar com o que os outros pensam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 14:16:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é fácil. Somos seres sociais, programados biologicamente para sermos afetados pelos outros da nossa espécie. Há dezenas de milhares de anos, quando vivíamos em grupos de até 200-250 pessoas, a opinião de alguém tinha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_381" aria-describedby="caption-attachment-381" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-381 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/lao_tzu_preocupe_se_com_que_outros_pensam.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/lao_tzu_preocupe_se_com_que_outros_pensam.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/lao_tzu_preocupe_se_com_que_outros_pensam-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/lao_tzu_preocupe_se_com_que_outros_pensam-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/lao_tzu_preocupe_se_com_que_outros_pensam-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-381" class="wp-caption-text">Lao Tzu</figcaption></figure></p>
<p>Não é fácil. Somos seres sociais, programados biologicamente para sermos afetados pelos outros da nossa espécie.</p>
<p>Há dezenas de milhares de anos, quando vivíamos em grupos de até 200-250 pessoas, a opinião de alguém tinha muito mais chances de te afetar de alguma forma.</p>
<p>Nossa genética primitiva constrói nosso cérebro de forma a reagir automaticamente ao que outros humanos dizem. Há muito tempo atrás, isso te ajudaria a sobreviver.</p>
<h3>No mundo de hoje, <strong>quais opiniões importam pra você?</strong></h3>
<p>Seu cérebro também foi construído com a capacidade de se adaptar a novos ambientes. No ambiente atual, as opiniões dos outros não são mais tão necessárias à sua sobrevivência.</p>
<p>Quando você se ver afetado pelo que alguém disse, faça as seguintes perguntas para si mesmo:</p>
<p>&#8211; A opinião dessa pessoa importa? Por que?<br />
&#8211; Tem algo de útil nela? Ajuda na minha vida?<br />
&#8211; Sou obrigado a considerar essa opinião?</p>
<p>Com isso você freia sua resposta automática, programada biologicamente, e consegue usar sua capacidade de adaptação.</p>
<p>Afinal, &#8220;os outros&#8221; hoje são muita gente. Imagina se tudo que eles falam te deixar mal? Você nunca será livre.</p>
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		<title>Seja como água: menos &#8220;deveria&#8221;, mais flexibilidade psicológica</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/seja-como-agua-menos-deveria-mais-flexibilidade-psicologica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 22:21:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comentei lá no Youtube também sobre a ideia de que o duro quebra, o flexível persiste. O Pedro David fez uma pergunta boa: &#8220;Mas como ser água? Algum conselho/dica pra como virar mais água? (dentro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comentei <a href="https://www.youtube.com/channel/UC05bDtSYUcR0nLkzFA1mCVQ">lá no Youtube</a> também sobre a ideia de que <a href="https://universodapsicologia.com/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste/"><em>o duro quebra, o flexível persiste</em></a>.</p>
<p>O Pedro David fez uma pergunta boa: &#8220;Mas como ser água? Algum conselho/dica pra como virar mais água? (dentro dessa metáfora)&#8221;</p>
<p>Respondi lá, mas acho que é bom compartilhar aqui também, onde mais pessoas podem ver.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-371 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/seja_agua_flexibilidade_psicologica.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/seja_agua_flexibilidade_psicologica.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/seja_agua_flexibilidade_psicologica-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/seja_agua_flexibilidade_psicologica-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/seja_agua_flexibilidade_psicologica-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<h3>Como ter mais flexibilidade psicológica?</h3>
<p>Algo que ajuda muito é <strong>&#8220;amolecer&#8221; as crenças em forma de &#8220;deveria&#8221;</strong>.</p>
<p>Um bom começo é tentar substituí-las por &#8220;seria bom se fosse assim&#8221;. <strong>Deixa de ser uma exigência e passa a ser uma preferência</strong>.</p>
<p>Exemplo: João é um cara &#8220;duro&#8221;, que tem a seguinte crença: &#8220;eu devo fazer tudo perfeitamente&#8221;. Bem fácil ver o quanto ele vai se frustrar, né?</p>
<p>João percebe o problema da sua crença rígida e começa a flexibilizá-la. Começa a pensar: &#8220;seria bom fazer as coisas muito bem, mas nem sempre dá&#8221;.</p>
<p>Crenças são padrões de pensamento relativamente resistentes, geralmente inconscientes. Então João teria que fazer o exercício frequente de se observar e questionar as próprias crenças de &#8220;deveria&#8221;.</p>
<p>Assim, com o tempo, ele vai ficando cada vez mais flexível, como a água, e consegue se adaptar melhor.</p>
<p><em>&#8220;Mas é só pensar de outro jeito?&#8221;</em></p>
<p>Pode parecer meio superficial falar em simplesmente pensar de outra forma. Mas <strong>um fator muito importante no estabelecimento de padrões de pensamento é a repetição</strong>.</p>
<p>É a <em>Lei de Hebb</em>: neurônios que disparam juntos, tendem a se conectar.</p>
<p>Quanto mais você gera um certo padrão de ativação neuronal, mais esse padrão se fortalece. É um &#8220;hábito mental&#8221;.</p>
<p>Assim como acontece com os hábitos comportamentais, com a repetição você instala novos hábitos mentais, e com o tempo eles ficam &#8220;no automático&#8221;. Assim, com o tempo, você passa a pensar e agir de uma certa maneira sem fazer esse esforço de questionar as próprias crenças.</p>
<div tabindex="0"></div>
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		<title>Você será julgado.</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/voce-sera-julgado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 22:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Você é muito estranha!&#8221;, &#8220;você é muito calado&#8221;, &#8220;você fala demais!&#8221;, &#8220;você é muito arrogante, passa e não fala nada comigo&#8221;, &#8220;você é muito exibida&#8221;, &#8220;você é&#8230;.&#8221; Essa é uma lista praticamente interminável e você com certeza já ouviu algo desse tipo. Claro, julgamos uns aos outros o tempo todo. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/voce-sera-julgado/">Você será julgado.</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-365 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/julgamento_psicologia.jpg" alt="" width="900" height="470" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/julgamento_psicologia.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/julgamento_psicologia-300x157.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/julgamento_psicologia-768x401.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/04/julgamento_psicologia-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>&#8220;Você é muito estranha!&#8221;, &#8220;você é muito calado&#8221;, &#8220;você fala demais!&#8221;, &#8220;você é muito arrogante, passa e não fala nada comigo&#8221;, &#8220;você é muito exibida&#8221;, &#8220;você é&#8230;.&#8221;</p>
<p>Essa é uma lista praticamente interminável e você com certeza já ouviu algo desse tipo. Claro, <strong>julgamos uns aos outros o tempo todo</strong>.</p>
<p>Você pode pensar: &#8220;as pessoas tem que parar de me julgar!&#8221;. Será que é bom pensar assim?</p>
<p>Eu sou um grande defensor do <strong>não-julgamento</strong>. Acredito que não julgar pode melhorar MUITO nossas relações com outras pessoas e com nós mesmos. Mas tem um grande problema: é impossível não haver julgamentos no mundo.</p>
<p>Você será julgado. Não há dúvida quanto a isso.</p>
<p>Tentar agradar a todos é fracasso garantido, e esperar que todo mundo pare de te julgar é uma receita para a frustração eterna.</p>
<p>O que fazer, então? <strong>Só há uma possibilidade: aceitar</strong>.</p>
<p>Mas veja bem: aceitar, aqui, não é não fazer nada e ficar se lamentando. Aceitar é encarar a realidade como ela é, você pode se adaptar a isso e se tornar mais resistente e mais forte.</p>
<p>É o famoso &#8220;aceita que dói menos&#8221;.</p>
<p>Isso não é tão legal de ouvir. Então por que tô te dizendo isso?</p>
<p>Porque <strong>é como uma vacina</strong>. Seu corpo é perfurado por uma agulha, você sente um desconforto, coloca pra dentro uma pequena quantidade de algo que pode te fazer mal, Mas com isso você se adapta, fica mais resistente, mais forte.</p>
<p><strong>O medo do julgamento alheio pode te paralisar</strong> e impedir que você seja quem quer ser e tenha a vida que quer ter. Manter em mente que o julgamento é inevitável te movimenta.</p>
<p>Não é que você vai parar de se sentir mal com os julgamentos de uma hora pra outra. Mas você pode se manter em movimento, sendo julgado, mas se incomodando cada vez menos e se fortalecendo cada vez mais.</p>
<p>Palavras são apenas conjuntos de letras ou sons. O que te afeta é o que sua mente faz com esses sons, quais significados você dá a eles.</p>
<p>Eu trocaria &#8220;as pessoas tem que parar de me julgar!&#8221; por &#8220;eu poderia me incomodar menos com os julgamentos alheios&#8221;. Porque dessas duas opções, só a segunda é realmente possível.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A filosofia estoica de Epicteto e as ciências cognitivas</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/a-filosofia-estoica-de-epicteto-e-as-ciencias-cognitivas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Apr 2021 22:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As informações que você recebe do mundo são processadas pelo seu cérebro e disso surgem consequências (pensamentos, ações, emoções&#8230;). Exemplo: Você ouve uma ofensa → seu cérebro processa essa informação → você fica com raiva. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-filosofia-estoica-de-epicteto-e-as-ciencias-cognitivas/">A filosofia estoica de Epicteto e as ciências cognitivas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-358" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/epicteto_interpretacao_estoicismo_psicologia.jpg" alt="" width="500" height="500" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/epicteto_interpretacao_estoicismo_psicologia.jpg 900w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/epicteto_interpretacao_estoicismo_psicologia-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/epicteto_interpretacao_estoicismo_psicologia-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/epicteto_interpretacao_estoicismo_psicologia-768x768.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/epicteto_interpretacao_estoicismo_psicologia-640x640.jpg 640w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/epicteto_interpretacao_estoicismo_psicologia-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>As informações que você recebe do mundo são <strong>processadas</strong> pelo seu cérebro e disso surgem consequências (pensamentos, ações, emoções&#8230;).</p>
<p>Exemplo: Você ouve uma ofensa → seu cérebro processa essa informação → você fica com raiva.</p>
<p>Perceba não há uma relação direta entre eventos externos (ofensa) e sua emoção (raiva). Entre os dois há a <strong>interpretação</strong> que você faz do evento.</p>
<p>Imagine que duas pessoas podem ouvir a ofensa, mas só uma delas fica com raiva, enquanto a outra fica indiferente. Mesmo evento, interpretações diferentes, emoções diferentes.</p>
<p><strong>A forma como você vê o mundo faz toda a diferença. E o mais importante: você pode mudá-la.</strong></p>
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		<title>Autoconstrução</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/autoconstrucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2021 22:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mundo te constrói. Em dado momento matéria e energia se arranjam de tal forma que surge você. O DNA fornece instruções para a construção do seu corpo. A cultura fornece mais instruções para a construção do seu pensamento, do seu comportamento e das suas emoções. Em algum ponto dessa [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/autoconstrucao/">Autoconstrução</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo te constrói.</p>
<p>Em dado momento matéria e energia se arranjam de tal forma que surge você.</p>
<p>O DNA fornece instruções para a construção do seu corpo. A cultura fornece mais instruções para a construção do seu pensamento, do seu comportamento e das suas emoções.</p>
<p>Em algum ponto dessa história você se dá conta disso.</p>
<p>Por que você pensa o que pensa?<br />
Porque você faz o que faz?<br />
Por que você sente o que sente?</p>
<p>Você não é só um monte de pedra. Você percebe que pode redirecionar energia e rearranjar a própria matéria que te constitui.</p>
<p>E aí, o que você quer construir?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-354" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/1-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/1-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/1-768x768.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/1-640x640.jpg 640w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/1-96x96.jpg 96w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/1.jpg 900w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/autoconstrucao/">Autoconstrução</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O duro quebra, o flexível persiste</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 23:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diamante é a substância natural mais dura que existe. Ele alcança o nível 10 na escala de dureza de Mohs, que vai de 0 a 10. Mesmo sendo a substância mais dura do mundo, um martelo é suficiente para fragmentá-lo em vários pedaços. Você tem sua forma de pensar [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste/">O duro quebra, o flexível persiste</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O diamante é a substância natural mais dura que existe</strong>.</p>
<p>Ele alcança o nível 10 na escala de dureza de Mohs, que vai de 0 a 10. Mesmo sendo a substância mais dura do mundo, um martelo é suficiente para fragmentá-lo em vários pedaços.</p>
<p>Você tem sua forma de pensar e agir, seus valores e suas convicções.</p>
<p>O que acontece quando você é contrariado? O que acontece quando as coisas não funcionam como você espera, as pessoas não agem como você gostaria e você mesmo não consegue ser como acha que deve ser?</p>
<p>O mundo tá cheio de martelos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-348" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste-300x300.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste-768x768.png 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste-640x640.png 640w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste-96x96.png 96w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/o-duro-quebra-o-flexivel-persiste.png 900w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>A água não pode ser quebrada. Ela flui sem parar. Muda de estado, de forma, adapta-se.</p>
<p>Você pode ser diamante ou água. Rígido ou flexível. Duro ou fluente.</p>
<p>Você pode ler isso e não mudar em nada. Pode continuar no mesmo estado e na mesma forma. Mas caso você já esteja pensando a respeito, o processo já começou.</p>
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		<item>
		<title>A Psicologia precisa da Biologia?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/a-psicologia-precisa-da-biologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 23:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=310</guid>

					<description><![CDATA[<p>Grande parte da psicologia, no Brasil, parece dar pouco valor à biologia. Isso é um problema? Essa conexão é importante? Ps.: O áudio não ficou muito legal, mas o conteúdo é interessante 😉 https://archive.org/download/biopsicologia/biopsicologia.mp3</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Grande parte da psicologia, no Brasil, parece dar pouco valor à biologia. Isso é um problema? Essa conexão é importante?</p>
<p>Ps.: O áudio não ficou muito legal, mas o conteúdo é interessante <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-310-104" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/biopsicologia/biopsicologia.mp3?_=104" /><a href="https://archive.org/download/biopsicologia/biopsicologia.mp3">https://archive.org/download/biopsicologia/biopsicologia.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/a-psicologia-precisa-da-biologia/">A Psicologia precisa da Biologia?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Como diminuir a &#8220;Fadiga do Zoom&#8221; &#124; Canse menos nas reuniões online</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-diminuir-a-fadiga-do-zoom-canse-menos-nas-reunioes-online/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/como-diminuir-a-fadiga-do-zoom-canse-menos-nas-reunioes-online/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 23:08:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanta gente reclama de cansaço por causa de reuniões online que um novo termo surgiu: &#8220;fadiga do zoom&#8220;.   Apesar do termo, vale também para outras plataformas de videoconferência, como o Google Meet.   Por [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-diminuir-a-fadiga-do-zoom-canse-menos-nas-reunioes-online/">Como diminuir a &#8220;Fadiga do Zoom&#8221; | Canse menos nas reuniões online</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="fp1hc-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fp1hc-0-0"><span data-offset-key="fp1hc-0-0">Tanta gente reclama de <strong>cansaço por causa de reuniões online</strong> que um novo termo surgiu: &#8220;<em><strong>fadiga do zoom</strong></em>&#8220;.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="74m56-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="74m56-0-0"><span data-offset-key="74m56-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="6822v-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6822v-0-0"><span data-offset-key="6822v-0-0">Apesar do termo, vale também para outras plataformas de videoconferência, como o Google Meet.</span></div>
<div data-offset-key="6822v-0-0"></div>
</div>
<div data-offset-key="6822v-0-0"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-344" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/fadiga_do_zoom_cansaco_reunioes_online-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/fadiga_do_zoom_cansaco_reunioes_online-300x300.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/fadiga_do_zoom_cansaco_reunioes_online-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/fadiga_do_zoom_cansaco_reunioes_online-768x768.png 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/fadiga_do_zoom_cansaco_reunioes_online-640x640.png 640w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/fadiga_do_zoom_cansaco_reunioes_online-96x96.png 96w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/fadiga_do_zoom_cansaco_reunioes_online.png 900w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="3ckn3-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3ckn3-0-0"><span data-offset-key="3ckn3-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="1j83s-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="1j83s-0-0"><span data-offset-key="1j83s-0-0">Por que ficamos tão cansados mental e fisicamente com essas reuniões?</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="55vji-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="55vji-0-0"><span data-offset-key="55vji-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="fd2c8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fd2c8-0-0"><span data-offset-key="fd2c8-0-0">Um <a href="https://tmb.apaopen.org/pub/nonverbal-overload/release/1">estudo publicado na revista <em>Technology, Mind and Behavior</em></a> apontou <strong>4 razões e</strong> propôs <strong>soluções</strong>.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="d4qgv-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="d4qgv-0-0"><span data-offset-key="d4qgv-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="fdkoh-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="fdkoh-0-0"><span data-offset-key="fdkoh-0-0">Esse aqui é meu <strong>resumo ninja</strong> pra você:</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="2fiq8-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2fiq8-0-0"><span data-offset-key="2fiq8-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="5ul2r-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5ul2r-0-0"><span data-offset-key="5ul2r-0-0"><strong>Nos cansamos porque (1) ficamos vendo um monte de rostos e mais ainda quando (2) ficamos vendo nosso próprio rosto</strong>.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="8q7i7-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8q7i7-0-0"><span data-offset-key="8q7i7-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="ama1b-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="ama1b-0-0"><span data-offset-key="ama1b-0-0">Além disso..</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="5ijqd-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5ijqd-0-0"><span data-offset-key="5ijqd-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="enhar-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="enhar-0-0"><span data-offset-key="enhar-0-0">(3) nossos  <strong>movimentos são restringidos</strong> para manter o enquadramento na câmera e </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="2i0ch-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2i0ch-0-0"><span data-offset-key="2i0ch-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="22od5-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="22od5-0-0"><span data-offset-key="22od5-0-0">(4) ocorre <strong>sobrecarga mental</strong> quando temos que lidar com muitas informações ao mesmo tempo (rostos, posição, &#8220;como é que mexe nesse trem mesmo?&#8221;, novas informações etc).</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="9mkjv-0-0">
<h3 class="_1mf _1mj" data-offset-key="9mkjv-0-0"><span data-offset-key="9mkjv-0-0">Como diminuir o cansaço das reuniões online (<em>fadiga do zoom</em>):</span></h3>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="8b7tv-0-0">
<ol>
<li class="_1mf _1mj" data-offset-key="8b7tv-0-0"><span data-offset-key="8b7tv-0-0">Reduza o número de rostos que você fica vendo.</span></li>
<li class="_1mf _1mj" data-offset-key="8b7tv-0-0">Depois que ver que você tá ok na câmera, tire seu próprio rosto da tela.</li>
<li class="_1mf _1mj" data-offset-key="8b7tv-0-0">Tente se movimentar um pouco mais</li>
<li class="_1mf _1mj" data-offset-key="8b7tv-0-0">Reduza a carga mental: diminua a quantidade de informação que você tem que lidar ao mesmo tempo. Pode ser desligar o vídeo e fazer reunião só por áudio, evitar multitarefa etc.</li>
</ol>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="3v8qj-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3v8qj-0-0"><span data-offset-key="3v8qj-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="48gf6" data-offset-key="2a9rv-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2a9rv-0-0"><span data-offset-key="2a9rv-0-0">Post de utilidade pública, né?</span></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="2a9rv-0-0"><span data-offset-key="2a9rv-0-0">Compartilha aí pra ajudar outras pessoas também <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></div>
<div data-offset-key="2a9rv-0-0"></div>
<div data-offset-key="2a9rv-0-0">
<p><iframe title="4 dicas para diminuir o cansaço nas reuniões online (&quot;fadiga do zoom&quot;)" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/4TyIW04TcQ0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-343-106" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/dicas_cansaco_fadiga_zoom/dicas_cansaco_fadiga_zoom.mp3?_=106" /><a href="https://archive.org/download/dicas_cansaco_fadiga_zoom/dicas_cansaco_fadiga_zoom.mp3">https://archive.org/download/dicas_cansaco_fadiga_zoom/dicas_cansaco_fadiga_zoom.mp3</a></audio></p>
</div>
<div data-offset-key="2a9rv-0-0"></div>
<div data-offset-key="2a9rv-0-0">
<hr />
</div>
</div>
<div data-offset-key="2a9rv-0-0">
<h3>Se você quer aprender mais um monte de técnicas de Psicologia, <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/">baixe o meu ebook Psicologia Prática</a>.</h3>
<p><a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-pratica-107-tecnicas-para-mudar-sua-vida/"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1589 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites.png" alt="" width="1280" height="720" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites.png 1280w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites-300x169.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites-1024x576.png 1024w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2022/11/Banner_sites-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></p>
</div>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-diminuir-a-fadiga-do-zoom-canse-menos-nas-reunioes-online/">Como diminuir a &#8220;Fadiga do Zoom&#8221; | Canse menos nas reuniões online</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Teste de raciocínio lógico (com resposta)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/teste-de-raciocinio-logico-com-resposta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 15:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=336</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para ver a resposta desça a tela: &#124; &#124; &#124; &#124; &#124; &#124; &#124; &#124; &#124; &#124; &#124; &#124; Vamos com calma, porque é complicado mesmo: A regra 1 está certa. Temos que partir desse [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/teste-de-raciocinio-logico-com-resposta/">Teste de raciocínio lógico (com resposta)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-337 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site.jpg" alt="" width="800" height="800" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site.jpg 800w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-300x300.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-150x150.jpg 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-768x768.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-640x640.jpg 640w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Para ver a resposta desça a tela:</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p>|</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-338 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-resposta.png" alt="" width="800" height="800" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-resposta.png 800w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-resposta-300x300.png 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-resposta-150x150.png 150w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-resposta-768x768.png 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-resposta-640x640.png 640w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/03/Teste-de-raciocinio-logico-site-resposta-96x96.png 96w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>Vamos com calma, porque é complicado mesmo:</p>
<p>A regra 1 está certa. Temos que partir desse ponto. Então, é verdade que toda carta que tem número de um lado tem letra do outro.</p>
<p>A regra 2 está em dúvida. O objetivo do nosso raciocínio é verificar se essa regra 2 está certa ou errada.</p>
<p>Precisamos virar o mínimo possível de cartas para testar a regra 2.</p>
<p>E a <strong>resposta</strong> aqui é: <strong>2 cartas</strong>.</p>
<p>Quais seriam essas cartas? <strong>D e 7</strong>.</p>
<p>*</p>
<p>Agora que temos as respostas, vamos às explicações:</p>
<p>Se você virar apenas a carta D, você pode ver se tem ou não 3 do outro lado.</p>
<p>Mas&#8230;e se você virar a carta 7 e tiver um D atrás?</p>
<p>Nesse caso, a regra 2 seria provada FALSA.</p>
<p>Ficou com dúvidas? Comenta aí embaixo pra gente raciocinar junto.</p>
<p>*</p>
<p>A maioria das pessoas que faz esse teste responde D e 3. Por que?</p>
<p>Há pelo menos dois motivos:</p>
<p>a) a regra 2 fala de D e 3. Isso te estimula a pensar mais nessas duas regras. Sua mente pega essa informação e tende a buscá-la logo em seguida.</p>
<p>b) viés de confirmação: tendemos naturalmente a buscar CONFIRMAR nossas hipóteses, e não provar que elas são falsas. Vieses são &#8220;atalhos mentais&#8221;, que muitas vezes nos levam a erros de lógica.</p>
<p>*</p>
<p>Conclusões: <strong>pensar usando raciocínio lógico é difícil, trabalhoso, dá um nó na cabeça</strong>.</p>
<p>Você deve ver toda hora um monte de gente pensando e falando coisas que parecem não fazer muito sentido.</p>
<p>Espero que isso te ajude a entender um pouco melhor as outras pessoas e ter mais paciência com elas. Elas podem não estar vendo a falta de lógica.</p>
<p>E isso acontece com você também. E enquanto acontece você não está consciente disso, mesmo tendo &#8220;certeza&#8221; de que o que está pensando está certo.</p>
<p>Somos todos um pouco irracionais e ilógicos. <strong>Ajuda mais se a gente raciocinar juntos do que simplesmente apontar o erro dos outros enquanto não vê os próprios erros</strong>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/teste-de-raciocinio-logico-com-resposta/">Teste de raciocínio lógico (com resposta)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Você sabe o que te controla? Publicidade, BBB, política, redes sociais&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 22:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe porque você faz o que faz? Uma das descobertas mais interessantes em psicologia e neurociências, pra mim, é nosso auto(des)conhecimento. É muito comum, como vemos em experimentos de hipnose e de pessoas com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe<strong> porque você faz o que faz?</strong></p>
<p>Uma das descobertas mais interessantes em psicologia e neurociências, pra mim, é nosso auto(des)conhecimento.</p>
<p>É muito comum, como vemos em experimentos de hipnose e de pessoas com o &#8220;cérebro dividido&#8221;, não saber a causa do próprio comportamento, mas inventar uma explicação. Em outras palavras, nós <strong>explicamos errado o motivo que nos levou a fazer o que fizemos</strong>.</p>
<p>Isso acontece porque a maior parte da atividade do nosso cérebro é <strong>inconsciente</strong>. Nossa consciência tenta explicar porque fazemos o que fazemos, mas ela não tem acesso à todas as informações.</p>
<p>Partindo desses dois exemplos e da explicação desse fenômeno, falo sobre alguns aspectos que influenciam a vida de muita gente: publicidade, televisão (Big Brother Brasil, por exemplo), discussões políticas, algoritmos de redes sociais etc.</p>
<p>Por fim, te falo <strong>como você pode usar esse conhecimento a seu favor</strong>, ter mais autoconhecimento e ter maior controle sobre o que te controla.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-307-108" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/hipnose-publicidade-bbb-politica-etc-o-que-te-controla-interrogacao-e-o-que-fazer-a-respeito/Hipnose%2C%20publicidade%2C%20bbb%2C%20politica%20etc%20%28O%20que%20te%20controla%20-%20interroga%C3%A7%C3%A3o%20-%20e%20o%20que%20fazer%20a%20respeito%29.mp3?_=108" /><a href="https://archive.org/download/hipnose-publicidade-bbb-politica-etc-o-que-te-controla-interrogacao-e-o-que-fazer-a-respeito/Hipnose%2C%20publicidade%2C%20bbb%2C%20politica%20etc%20%28O%20que%20te%20controla%20-%20interroga%C3%A7%C3%A3o%20-%20e%20o%20que%20fazer%20a%20respeito%29.mp3">https://archive.org/download/hipnose-publicidade-bbb-politica-etc-o-que-te-controla-interrogacao-e-o-que-fazer-a-respeito/Hipnose%2C%20publicidade%2C%20bbb%2C%20politica%20etc%20%28O%20que%20te%20controla%20-%20interroga%C3%A7%C3%A3o%20-%20e%20o%20que%20fazer%20a%20respeito%29.mp3</a></audio></p>
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		<title>Quebrando padrões de pensamento e comportamento com novas reações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 15:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Áudio publicado originalmente lá no canal no Telegram. https://archive.org/download/quebrar-padroes-de-pensamento-e-comportamento-atraves-de-novas-reacoes-completo-editado/quebrar%20padr%C3%B5es%20de%20pensamento%20e%20comportamento%20atrav%C3%A9s%20de%20novas%20rea%C3%A7%C3%B5es%20COMPLETO%20-%20editado.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/quebrando-padroes-de-pensamento-e-comportamento-com-novas-reacoes/">Quebrando padrões de pensamento e comportamento com novas reações</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Áudio publicado originalmente lá no <a href="https://t.me/universodapsicologia">canal no Telegram</a>.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-280-110" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/quebrar-padroes-de-pensamento-e-comportamento-atraves-de-novas-reacoes-completo-editado/quebrar%20padr%C3%B5es%20de%20pensamento%20e%20comportamento%20atrav%C3%A9s%20de%20novas%20rea%C3%A7%C3%B5es%20COMPLETO%20-%20editado.mp3?_=110" /><a href="https://archive.org/download/quebrar-padroes-de-pensamento-e-comportamento-atraves-de-novas-reacoes-completo-editado/quebrar%20padr%C3%B5es%20de%20pensamento%20e%20comportamento%20atrav%C3%A9s%20de%20novas%20rea%C3%A7%C3%B5es%20COMPLETO%20-%20editado.mp3">https://archive.org/download/quebrar-padroes-de-pensamento-e-comportamento-atraves-de-novas-reacoes-completo-editado/quebrar%20padr%C3%B5es%20de%20pensamento%20e%20comportamento%20atrav%C3%A9s%20de%20novas%20rea%C3%A7%C3%B5es%20COMPLETO%20-%20editado.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/quebrando-padroes-de-pensamento-e-comportamento-com-novas-reacoes/">Quebrando padrões de pensamento e comportamento com novas reações</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Basta ter &#8220;força de vontade&#8221;? Mas de onde ela vem?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/basta-ter-forca-de-vontade-mas-de-onde-ela-vem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 14:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=277</guid>

					<description><![CDATA[<p>Áudio publicado originalmente lá no canal no Telegram. https://archive.org/download/e-so-ter-vontade-pergunta-editado/%C3%A9%20s%C3%B3%20ter%20vontade%20-%20pergunta%20%28editado%29.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/basta-ter-forca-de-vontade-mas-de-onde-ela-vem/">Basta ter &#8220;força de vontade&#8221;? Mas de onde ela vem?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Áudio publicado originalmente lá no <a href="https://t.me/universodapsicologia">canal no Telegram</a>.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-277-112" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/e-so-ter-vontade-pergunta-editado/%C3%A9%20s%C3%B3%20ter%20vontade%20-%20pergunta%20%28editado%29.mp3?_=112" /><a href="https://archive.org/download/e-so-ter-vontade-pergunta-editado/%C3%A9%20s%C3%B3%20ter%20vontade%20-%20pergunta%20%28editado%29.mp3">https://archive.org/download/e-so-ter-vontade-pergunta-editado/%C3%A9%20s%C3%B3%20ter%20vontade%20-%20pergunta%20%28editado%29.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/basta-ter-forca-de-vontade-mas-de-onde-ela-vem/">Basta ter &#8220;força de vontade&#8221;? Mas de onde ela vem?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Pensar demais às vezes atrapalha / Soluções simples para problemas complexos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/pensar-demais-as-vezes-atrapalha-solucoes-simples-para-problemas-complexos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2021 14:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Problemas complexos geralmente requerem realizar bem procedimentos simples &#8211; em vez de empreender outros cada vez mais complexos.&#8221; Essa é a frase que usei gatilho para esse áudio, publicado originalmente lá no canal no Telegram. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/pensar-demais-as-vezes-atrapalha-solucoes-simples-para-problemas-complexos/">Pensar demais às vezes atrapalha / Soluções simples para problemas complexos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Problemas complexos geralmente requerem realizar bem procedimentos simples &#8211; em vez de empreender outros cada vez mais complexos.&#8221;</p>
<p>Essa é a frase que usei gatilho para esse áudio, publicado originalmente lá no <a href="https://t.me/universodapsicologia">canal no Telegram</a>.</p>
<p>Um detalhe que faz diferença: <strong><em>simples</em> é diferente de <em>fácil</em></strong>.</p>
<p>Levantar da cama e caminhar é simples? Sim. É fácil? Nem sempre.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-274-114" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/problemas-complexos-geralmente-requerem-realizar-bem-procedimentos-simples-em-ve/Problemas%20complexos%20geralmente%20requerem%20realizar%20bem%20procedimentos%20simples%20-%20em%20vez%20de%20empreender%20outros%20cada%20vez%20mais%20complexos%20-%20editado.mp3?_=114" /><a href="https://archive.org/download/problemas-complexos-geralmente-requerem-realizar-bem-procedimentos-simples-em-ve/Problemas%20complexos%20geralmente%20requerem%20realizar%20bem%20procedimentos%20simples%20-%20em%20vez%20de%20empreender%20outros%20cada%20vez%20mais%20complexos%20-%20editado.mp3">https://archive.org/download/problemas-complexos-geralmente-requerem-realizar-bem-procedimentos-simples-em-ve/Problemas%20complexos%20geralmente%20requerem%20realizar%20bem%20procedimentos%20simples%20-%20em%20vez%20de%20empreender%20outros%20cada%20vez%20mais%20complexos%20-%20editado.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/pensar-demais-as-vezes-atrapalha-solucoes-simples-para-problemas-complexos/">Pensar demais às vezes atrapalha / Soluções simples para problemas complexos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Os melhores Livros de Psicologia para iniciantes</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/os-melhores-livros-de-psicologia-para-iniciantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 18:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são os melhores livros para começar a estudar Psicologia? Estão sempre me perguntando lá no Instagram: &#8220;por onde começar a estudar psicologia por conta própria?&#8221; &#8220;Quais são os livros que recomendo para iniciantes em [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/os-melhores-livros-de-psicologia-para-iniciantes/">Os melhores Livros de Psicologia para iniciantes</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Quais são os melhores livros para começar a estudar Psicologia?</h2>
<p>Estão sempre me perguntando <a href="http://universodapsicologia.com/instagram">lá no Instagram</a>: &#8220;<em>por onde começar a estudar psicologia por conta própria?</em>&#8221; &#8220;<span style="font-size: 1rem;"><em>Quais são os livros que recomendo para iniciantes em Psicologia?</em>&#8220;</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-290 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/livros_psicologia.jpg" alt="" width="820" height="524" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/livros_psicologia.jpg 820w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/livros_psicologia-300x192.jpg 300w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/livros_psicologia-768x491.jpg 768w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/livros_psicologia-150x96.jpg 150w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></p>
<p>Na minha opinião todos deveriam ler livros de psicologia. Eles são úteis para entender pessoas e, além de sermos pessoas, nos relacionamos com pessoas o tempo todo. Ou seja, você entende melhor todo mundo.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-288-116" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/x-2-download.com-os-melhores-livros-de-psicologia-para-iniciantes-320-kbps/X2Download.com%20-%20Os%20melhores%20livros%20de%20Psicologia%20para%20iniciantes%20%28320%20kbps%29.mp3?_=116" /><a href="https://archive.org/download/x-2-download.com-os-melhores-livros-de-psicologia-para-iniciantes-320-kbps/X2Download.com%20-%20Os%20melhores%20livros%20de%20Psicologia%20para%20iniciantes%20%28320%20kbps%29.mp3">https://archive.org/download/x-2-download.com-os-melhores-livros-de-psicologia-para-iniciantes-320-kbps/X2Download.com%20-%20Os%20melhores%20livros%20de%20Psicologia%20para%20iniciantes%20%28320%20kbps%29.mp3</a></audio></p>
<p><iframe title="Os melhores livros de Psicologia para iniciantes" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/dN463VRwUqQ?start=13&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2>Minha lista de indicação com <strong>os melhores livros de psicologia para iniciantes</strong> (leigos, estudantes e até graduados).</h2>
<p>Livro bem para iniciantes, para ser lido com cuidado: <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/2Qf4DdI">O livro da psicologia</a></p>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8525062499&amp;asins=8525062499&amp;linkId=937772bf3ad2c5261a5083ecdbfe3212&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" sandbox="allow-popups allow-scripts allow-modals allow-forms allow-same-origin"></iframe></p>
<p>A vantagem dele é ser mais simples e fácil, por isso pode ser uma introdução ao universo da Psicologia. Mas, se puder, pule e já invista nos próximos ou pelo menos tenha em mente que &#8220;<em>O livro da psicologia</em>&#8221; é muito limitado, apesar do título.</p>
<p>Infelizmente muito da &#8220;psicologia pop&#8221; é ruim. Os livros de &#8220;psicologia&#8221; mais vendidos não são bem fundamentados em boa ciência psicológica.</p>
<p>*</p>
<p>Esses dois próximos são exceção. Não são livros de psicologia feitos para estudantes de graduação, mas sim livros de psicologia para leigos.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/3uHzdMc">Como a mente funciona &#8211; Steven Pinker</a><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/3uMgkaP">Rápido e devagar: duas formas de pensar &#8211; Daniel Kahneman</a></p>
<p><strong>Como a mente funciona</strong> &#8211; Steven Pinker: Acredito não ser muito difícil de entender, com exceção de algumas partes, como aquela sobre percepção visual (não tem um jeito fácil de entender esse troço mesmo <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f610.png" alt="😐" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />) . Tem um monte de ideias, sobre psicologia evolucionista por exemplo, que mudam (e facilitam) nosso entendimento da mente e do comportamento humano.</p>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8571648468&amp;asins=8571648468&amp;linkId=ae59f7f8c1ae1f7be046e3487f613296&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br />
<strong>Rápido e devagar: duas formas de pensar</strong> &#8211; Daniel Kahneman. Esse é bem popular. Um dos poucos livros de psicologia com boa base científica que você vai ver nas listas de mais vendidos. (E um dos poucos em que o autor foi vencedor de prêmio Nobel).<br />
<iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=853900383X&amp;asins=853900383X&amp;linkId=96872e74a43003115405f48e3862674e&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Esses dois livros que indiquei são os mais populares e menos complicados, com boa base cientifica. Apesar disso, também tem suas limitações. O &#8220;Rápido e devagar&#8221;, por exemplo, tem seus problemas por ter sido lançado antes de uma grande fase de revisões de estudos/experimentos psicológicos e por motivos comerciais. Se quer um livro melhor do Kahneman (e mais difícil), pega o <span id="productTitle" class="a-size-extra-large"><a href="https://amzn.to/3cVtyxK"><em>Heuristics and Biases: The Psychology of Intuitive Judgment</em></a>.</span></p>
<p>*</p>
<p>Agora vou indicar <strong>livros didáticos/acadêmicos/científicos de psicologia</strong>. São &#8220;livros-texto&#8221;, ou &#8220;livros didáticos&#8221;, ou seja, livros criados para uso em cursos de graduação em psicologia em faculdades / universidades. Eles são mais &#8220;pesados&#8221;, mas valem a pena. Em vários deles você não precisa ler tudo, pode focar nas partes que mais te interessam.</p>
<p>Essas dicas são de livros básicos de Psicologia. Infelizmente, a formação nas faculdades de psicologia do Brasil tem alguns problemas, e é bem possível que mesmo lá você não trabalhe com eles.</p>
<p>São ótimos materiais, utilizados em universidades importantes mundo afora e com eles você já vai estar bem à frente da maioria das pessoas no entendimento da psicologia, sendo estudante de graduação ou leigo (alguém que não é dessa área de estudo / trabalho).</p>
<h3>Livros de história da Psicologia</h3>
<p>História da Psicologia<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/3y4N3tX">História da Psicologia &#8211; Schultz &amp; Schultz</a><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/3bmVVRQ">História da Psicologia &#8211; James Goodwin</a><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/3Q2GuQQ">História de la Psicologia &#8211; Thomas Leahey</a></p>
<p><strong>História da Psicologia Moderna</strong> &#8211; Schultz &amp; Schultz<br />
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<p><strong>História da Psicologia Moderna</strong> &#8211; James Goodwin<br />
<iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=853161077X&amp;asins=853161077X&amp;linkId=20db5631e65f3112878388119527c8c7&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Historia de la psicología</strong> &#8211; Thomas Leahey<br />
<iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=B008FC292C&amp;asins=B008FC292C&amp;linkId=700d3bf8e4743ed6e31e7b81c4eca419&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Esse último está em espanhol, mais difícil de achar&#8230;mas se você for obsessivamente curioso como eu ao ponto de ler 3 livros de história da psicologia pra conferir&#8230; <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f605.png" alt="😅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />)</p>
<p>Pior que sou ainda mais obsessivo com livros de Introdução à Psicologia. Vou deixar aqui algumas opções (você pode pegar um só)</p>
<h3>Livros de Introdução à Psicologia</h3>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/2QdKPr7">Introdução à Psicologia &#8211; Feldman</a><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/3bpwb7I">Introdução à Psicologia &#8211; Atkinson e Hilgard</a><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2666.png" alt="♦" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://amzn.to/33Fskz8">Ciência Psicológica &#8211; Gazzaniga</a></p>
<p><strong>Introdução à Psicologia</strong>: Atkinson e Hilgard<br />
<iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8522127166&amp;asins=8522127166&amp;linkId=b0858a81bf73a9d989967e4e75adf357&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Introdução à Psicologia</strong> &#8211; Robert Feldman<br />
<iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8580554888&amp;asins=8580554888&amp;linkId=1164b796df834652a9a934b6dac00e38&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Ciência Psicológica</strong> &#8211; Michael Gazzaniga (uma das maiores referências vivas do mundo em neurociências e psicologia).<br />
<iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8582714424&amp;asins=8582714424&amp;linkId=450b31ebf7adc8eedafae93d199c860f&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br />
Tem alguma sugestão ou pergunta sobre algum livro? Comenta aí embaixo ↓</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/os-melhores-livros-de-psicologia-para-iniciantes/">Os melhores Livros de Psicologia para iniciantes</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como &#8220;editar&#8221; memórias vergonhosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2021 00:31:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem não tem memórias vergonhosas, né?⠀ ⠀ Tentar apagar as memórias não dá muito certo. O que fazer então?⠀ ⠀ Primeiro, temos que entender o seguinte: uma memória não é uma gravação (não é como [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-editar-memorias-vergonhosas/">Como &#8220;editar&#8221; memórias vergonhosas</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_285" aria-describedby="caption-attachment-285" style="width: 576px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-285 size-full" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/memorias_vergonhosas.jpg" alt="" width="576" height="720" srcset="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/memorias_vergonhosas.jpg 576w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/memorias_vergonhosas-240x300.jpg 240w, https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2021/01/memorias_vergonhosas-150x188.jpg 150w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption id="caption-attachment-285" class="wp-caption-text">Quadrinho via <a href="https://www.instagram.com/ineedfloofyhugs/">@ineedfloofyhugs</a></figcaption></figure></p>
<p>Quem não <strong>tem memórias vergonhosas</strong>, né?⠀<br />
⠀<br />
<strong>Tentar apagar as memórias não dá muito certo</strong>. O que fazer então?⠀<br />
⠀<br />
Primeiro, temos que entender o seguinte: uma memória não é uma gravação (não é como um vídeo salvo no seu celular).⠀<br />
⠀<br />
Toda vez que lembramos, a memória pode ser editada.⠀<br />
⠀<br />
Sendo assim, olha o que você pode fazer:⠀<br />
⠀<br />
Ao lembrar de uma memória vergonhosa, tente se concentrar nos detalhes &#8220;sem graça&#8221;.⠀<br />
⠀<br />
Exemplo: você tem uma memória vergonhosa de um dia que caiu na rua, na frente de várias pessoas (eu tenho essa <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f605.png" alt="😅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />).⠀<br />
⠀<br />
Ao lembrar da cena, foque nos detalhes não emocionais:⠀<br />
⠀<br />
Que roupa você estava vestindo? Estava calor? Qual era o seu calçado? Você estava com aquelas havaianas velhas azuis?⠀<br />
⠀<br />
A ideia aqui não é evitar que a memória volte, isso é difícil. A ideia é deixar a memória &#8220;sem graça&#8221; e afrouxar a ligação entre o pensamento e o sentimento.⠀<br />
⠀<br />
Assim, quando você lembrar no futuro, essa memória estará editada, focada mais nos detalhes concretos e menos no seu sentimento de vergonha.⠀<br />
⠀<br />
*⠀<br />
⠀<br />
E aí, você tem alguma memória vergonhosa?⠀<br />
⠀<br />
Falar dessas memórias com humor também ajuda :)⠀<br />
⠀<br />
(É o famoso ressignificar&#8230;a memória vergonhosa pode se tornar a história engraçada)</p>
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		<title>Como começar a estudar Psicanálise</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-comecar-a-estudar-psicanalise/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 13:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baixe grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise do Freud Pensei em recomendar também uns 2 ou 3 livros introdutórios sobre Psicanálise, de bons comentadores. Mas, pelo menos pra mim, eles [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://freudexplicado.com/ebook/">Baixe grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise do Freud</a></p>
<p>Pensei em recomendar também uns 2 ou 3 livros introdutórios sobre Psicanálise, de bons comentadores. Mas, pelo menos pra mim, eles não foram suficientes. Não é atoa que li pelos menos uns 8 livros desse tipo.</p>
<p>Resumi &#8211; e simplifiquei &#8211; todo esse conteúdo no <a href="https://freudexplicado.com/"><strong>curso <em>Freud Explicado &#8211; os Segredos para entender a Psicanálise</em></strong></a>.</p>
<p>Recomendo que você comece por aí porque eu produzi o curso justamente para preencher as lacunas e&nbsp; resolver as dificuldades que encontrei nos meus estudos e que vi que são muito comuns (tanto na faculdade de Psicologia quanto fora dela).</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-270-118" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/como-comecar-a-estudar-psicanalise-editado/como%20come%C3%A7ar%20a%20estudar%20psicanalise%20editado.mp3?_=118" /><a href="https://archive.org/download/como-comecar-a-estudar-psicanalise-editado/como%20come%C3%A7ar%20a%20estudar%20psicanalise%20editado.mp3">https://archive.org/download/como-comecar-a-estudar-psicanalise-editado/como%20come%C3%A7ar%20a%20estudar%20psicanalise%20editado.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-comecar-a-estudar-psicanalise/">Como começar a estudar Psicanálise</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Medo ou excitação? Você sabe identificar suas emoções?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/medo-ou-excitacao-voce-sabe-identificar-suas-emocoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 21:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Áudio publicado originalmente no canal do Telegram. No livro Ciência Psicológica, do Michael Gazzaniga, tem uma parte interessante sobre esse experimento da ponte e sobre nossas interpretações das próprias emoções. Uma psicóloga/neurocientista que trabalha muito [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/medo-ou-excitacao-voce-sabe-identificar-suas-emocoes/">Medo ou excitação? Você sabe identificar suas emoções?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Áudio publicado originalmente no canal do Telegram. No <a href="https://amzn.to/2JTiiUs">livro Ciência Psicológica, do Michael Gazzaniga,</a> tem uma parte interessante sobre esse experimento da ponte e sobre nossas interpretações das próprias emoções.</p>
<p>Uma psicóloga/neurocientista que trabalha muito com esse tema é a Lisa Barrett Feldman. Ela tem um bom livro sobre o assunto, mas até onde sei ainda não existe versão em português. Mas você pode<a href="https://www.amazon.com.br/How-Emotions-Are-Made-English-ebook/dp/B00QPHURT6/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=Lisa+Feldman&amp;qid=1607117556&amp;sr=8-1"> ler em inglês</a> ou <a href="https://www.amazon.com.br/vida-secreta-del-cerebro-construyen/dp/844933425X/ref=sr_1_3?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;dchild=1&amp;keywords=Lisa+Feldman&amp;qid=1607117556&amp;sr=8-3">espanhol</a>.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-266-120" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/medo-ou-excitacao-edit/medo%20ou%20excitacao%20edit.mp3?_=120" /><a href="https://archive.org/download/medo-ou-excitacao-edit/medo%20ou%20excitacao%20edit.mp3">https://archive.org/download/medo-ou-excitacao-edit/medo%20ou%20excitacao%20edit.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/medo-ou-excitacao-voce-sabe-identificar-suas-emocoes/">Medo ou excitação? Você sabe identificar suas emoções?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Diversão para combater Coronavírus?!</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/diversao-para-combater-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 21:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse episódio eu falo sobre a relação mente-corpo, Psicologia Positiva e sobre uma técnica comportamental (paradoxal) para fazer fazer o que você não tem vontade de fazer. Originalmente publicado como um áudio do canal no [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/diversao-para-combater-coronavirus/">Diversão para combater Coronavírus?!</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse episódio eu falo sobre a relação mente-corpo, Psicologia Positiva e sobre uma técnica comportamental (paradoxal) para fazer fazer o que você não tem vontade de fazer.</p>
<p>Originalmente publicado como um áudio do canal no Telegram.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-268-122" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/diversao-e-coronavirus-final/Divers%C3%A3o%20e%20coronavirus%20final.mp3?_=122" /><a href="https://archive.org/download/diversao-e-coronavirus-final/Divers%C3%A3o%20e%20coronavirus%20final.mp3">https://archive.org/download/diversao-e-coronavirus-final/Divers%C3%A3o%20e%20coronavirus%20final.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/diversao-para-combater-coronavirus/">Diversão para combater Coronavírus?!</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>O Instagram está distorcendo sua percepção de beleza?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 21:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Regulamos nossa percepção da beleza com base nas pessoas que vemos, inclusive nossas ilusórias vizinhas exibidas pela mídia. Uma dieta diária de pessoas virtuais de beleza anômala pode reajustar as escalas e fazer com que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-instagram-esta-distorcendo-sua-percepcao-de-beleza/">O Instagram está distorcendo sua percepção de beleza?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Regulamos nossa percepção da beleza com base nas pessoas que vemos, inclusive nossas ilusórias vizinhas exibidas pela mídia.</p>
<p>Uma dieta diária de pessoas virtuais de beleza anômala pode reajustar as escalas e fazer com que as pessoas reais, inclusive nós mesmos, pareçam feias.&#8221;</p>
<p>Trecho do <a href="https://amzn.to/3gagouq">livro de Steven Pinker, <em>Como a mente funciona</em>.</a></p>
<p>Áudio originalmente publicado no <a href="https://t.me/universodapsicologia">canal no Telegram</a>. A qualidade tá muito ruim? Me avisa <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">por email</a> ou pelo <a href="http://universodapsicologia.com/instagram">Instagram</a>.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-263-124" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/instagram-distorcendo-padroes-de-beleza/Instagram%20distorcendo%20padr%C3%B5es%20de%20beleza.mp3?_=124" /><a href="https://archive.org/download/instagram-distorcendo-padroes-de-beleza/Instagram%20distorcendo%20padr%C3%B5es%20de%20beleza.mp3">https://archive.org/download/instagram-distorcendo-padroes-de-beleza/Instagram%20distorcendo%20padr%C3%B5es%20de%20beleza.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-instagram-esta-distorcendo-sua-percepcao-de-beleza/">O Instagram está distorcendo sua percepção de beleza?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<title>Ser x Tempo, Ideais x Realidade: Uma Reflexão Psicofilosófica</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/ser-x-tempo-ideais-x-realidade-uma-reflexao-psicofilosofica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2020 14:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse áudio foi originalmente publicado no canal do Universo da Psicologia no Telegram. Esse é um teste. O que você achou da qualidade do som? Eu publico vários áudios espontâneos lá no telegram, e alguns [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/ser-x-tempo-ideais-x-realidade-uma-reflexao-psicofilosofica/">Ser x Tempo, Ideais x Realidade: Uma Reflexão Psicofilosófica</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse áudio foi originalmente publicado no <a href="https://t.me/universodapsicologia">canal do Universo da Psicologia no Telegram</a>.</p>
<p>Esse é um teste. O que você achou da qualidade do som?</p>
<p>Eu publico vários áudios espontâneos lá no telegram, e alguns tem um conteúdo que considero muito bom. Sei que muita gente não usa o Telegram, então colocar no podcast seria uma boa, mas a qualidade do áudio tem que estar pelo menos aceitável.</p>
<p>Então, seria de muita ajuda se você pudesse me falar o que achou do som. Tá razoável? Dá pra ouvir? Prefere que eu deixe esse tipo de áudio só no Telegram? (Eu gravo lá porque é muito mais fácil, só apertar um botão e falar. Gravar um episódio de podcast exige mais tecnicamente).</p>
<p>Você pode falar comigo de vários modos. Os melhores meios de contato são <a href="https://universodapsicologia.com/contato/">o email</a> e as mensagens diretas no <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">Instagram</a>, mas você também pode me mandar mensagem pelo <a href="https://www.facebook.com/universodapsicologia.com.br">Facebook</a> ou <a href="https://twitter.com/udpsicologia">Twitter</a>.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-253-126" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/ser-x-tempo-ideais-x-realidade-uma-reflexao-psicofilosofica-tempo-normal/Ser%20x%20tempo%2C%20ideais%20x%20realidade%20-%20uma%20reflex%C3%A3o%20psicofilos%C3%B3fica%20%28tempo%20normal%29.mp3?_=126" /><a href="https://archive.org/download/ser-x-tempo-ideais-x-realidade-uma-reflexao-psicofilosofica-tempo-normal/Ser%20x%20tempo%2C%20ideais%20x%20realidade%20-%20uma%20reflex%C3%A3o%20psicofilos%C3%B3fica%20%28tempo%20normal%29.mp3">https://archive.org/download/ser-x-tempo-ideais-x-realidade-uma-reflexao-psicofilosofica-tempo-normal/Ser%20x%20tempo%2C%20ideais%20x%20realidade%20-%20uma%20reflex%C3%A3o%20psicofilos%C3%B3fica%20%28tempo%20normal%29.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/ser-x-tempo-ideais-x-realidade-uma-reflexao-psicofilosofica/">Ser x Tempo, Ideais x Realidade: Uma Reflexão Psicofilosófica</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como estudar e aprender muito melhor?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-estudar-e-aprender-muito-melhor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 18:21:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É estranho como nós temos que estudar a vida inteira mas não aprendemos o mais importante: como estudar.  Afinal, existem várias formas de estudar e elas trazem resultados muito diferentes. Por exemplo: você acha que reler é uma [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-estudar-e-aprender-muito-melhor/">Como estudar e aprender muito melhor?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>É estranho como nós temos que estudar a vida inteira mas não aprendemos o mais importante: como estudar. </strong></p>
<p>Afinal, <strong>existem várias formas de estudar e elas trazem resultados muito diferentes</strong>.</p>
<p>Por exemplo: você acha que <strong>reler </strong>é uma boa forma de estudar?<br />
Não é. E mais: é uma das piores formas.</p>
<p>Ficar relendo o mesmo texto várias vezes não é eficiente. E o que quero dizer com eficiência nos estudos? <strong>Aprender o máximo possível no tempo disponível</strong>.</p>
<p>Em vários experimentos já foi observado que <strong>vários outros métodos de estudo são muito melhores para aprendizagem do que reler</strong>. Em um deles, os estudantes liam o mesmo conteúdo 4x e tinham resultados PIORES em testes do que quem lia apenas 1x.</p>
<p>&#8220;Ué, mas por que?&#8221;</p>
<p>Quem lia apenas 1x usava o tempo que sobrava para estudar de outras formas, que dão muito mais resultados do que reler.</p>
<p>E por que a maioria esmagadora dos estudantes continua estudando principalmente relendo o material?</p>
<p>Um dos motivos é por não saberem que <strong>diferentes técnicas de estudos geram resultados tremendamente diferentes na aprendizagem</strong>.</p>
<p>*</p>
<p>Nas últimas semanas venho compartilhando conteúdo sobre <strong>técnicas de estudo e aprendizagem eficiente</strong>. Por exemplo:</p>
<p><strong>Técnicas de estudo e memorização</strong>: associação imagem-palavra, mnemônicos, esconder-escrever-comparar, codificação elaborativa, repetição.</p>
<p><strong>Fatores que influenciam a aprendizagem</strong>: plasticidade cerebral, efeito Dunning-Kruger, medo de testar a autoestima, o maior mito sobre QI, o efeito da multitarefa na produtividade, como funciona nossa atenção.</p>
<p>Você pode consumir esse conteúdo gratuitamente em várias plataformas:</p>
<ul>
<li>Youtube (aba comunidade)</li>
<li>Redes sociais (Instagram, Facebook, Twitter)</li>
<li>Telegram</li>
<li>Blog (aqui você encontra os links para todos os outros canais)</li>
</ul>
<p>*</p>
<p>Para quem quer <strong>ter uma compreensão mais profunda e organizada sobre como estudar e aprender melhor</strong>, estou lançando um curso online chamado <span style="color: #008000;"><i><strong>Hackeando a Aprendizagem</strong></i></span>.</p>
<h3><a href="https://universodapsicologia.com/haa">► Clique aqui para saber mais sobre o curso Hackeando a Aprendizagem</a></h3>
<p>Modéstia à parte, <strong>o custo-benefício tá ridículo de bom</strong>.</p>
<p>Te espero lá na área de membros <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-161" src="https://universodapsicologia.com/wp-content/uploads/2020/10/cabecalho_pv-1024x213.png" alt="" width="600" height="125" /></p>
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		<title>Use mnemônicos como técnica de memorização</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/use-mnemonicos-como-tecnica-de-memorizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2020 02:41:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mnemônicos comprimem informações ou criam estruturas com pistas para sua memória no futuro. Exemplos: 1) Mnemônico para cores do arco-íris: Violeta, anil, vermelho, azul, verde, amarelo, laranja. Mnemônico: VAVAVAL (primeiras letras de cada palavra/cor). É [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mnemônicos comprimem informações ou criam estruturas com pistas para sua memória no futuro</strong>.</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>1) Mnemônico para cores do arco-íris:<br />
Violeta, anil, vermelho, azul, verde, amarelo, laranja.<br />
<strong>Mnemônico</strong>: <em>VAVAVAL</em> (primeiras letras de cada palavra/cor).</p>
<p>É mais fácil lembrar apenas da palavra VAVAVAL do que de todos os nomes das 7 cores. Cada letra de VAVAVAL te dá uma <strong>pista para lembrar</strong> das cores do arco-íris.</p>
<p>2) Mnemônico para ordem de classificação dos seres vivos:</p>
<p>Reino Filo Classe Ordem Família Gênero Espécie.</p>
<p><strong>Mnemônico</strong>: <em>Rei Filomeno tem Classe e dá Ordens à Família para manter o Gênero e a Espécie</em>.</p>
<p>A historinha do rei dá mais significado às informações, por isso é mais &#8220;lembrável&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Sua autoestima está te impedindo de estudar e aprender?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/autoestima-impedindo-de-estudar-e-aprender/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2020 02:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você tem testado sua autoestima ultimamente? Autoestima é como você se vê. Muito se fala em ter uma boa autoestima, ou seja, se ver positivamente. Mas simplificar demais pode gerar prejuízos. Por exemplo: alguns estudantes [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/autoestima-impedindo-de-estudar-e-aprender/">Sua autoestima está te impedindo de estudar e aprender?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Você tem testado sua autoestima ultimamente?</strong></p>
<p>Autoestima é como você se vê. Muito se fala em ter uma boa autoestima, ou seja, se ver positivamente. Mas simplificar demais pode gerar prejuízos.</p>
<p>Por exemplo: <strong>alguns estudantes podem se distrair sempre que tentam estudar porque têm medo de testar o seu conhecimento e, consequentemente, sua autoestima</strong>.</p>
<p>Afinal&#8230;quem quer se achar burro?</p>
<p>Esses estudantes se sentem mais confortáveis recebendo notas ruins, desde que a culpa seja deslocada. Se eu penso que tive um resultado ruim porque não estudei fico muito mais confortável do que se penso que o resultado ruim é porque não sou capaz.</p>
<p>Isso vale pra muitas outras coisas, como falar em público, começar conversas com pessoas, aprender matemática, dançar etc.</p>
<p><strong>A boa notícia é: nós podemos aprender</strong>. E é por isso que estudamos e praticamos habilidades. Logo, <strong>o resultado ruim é temporário e nosso desempenho melhora se estudarmos e praticarmos mais</strong>.</p>
<h3>O teste é uma das melhores formas de estudar e aprender</h3>
<p>E não estou falando de provas acadêmicas, mas de testar-se. Precisamos colocar à prova o que sabemos, pra ver se realmente sabemos.</p>
<p><strong>Testar é uma técnica de estudo que traz benefícios em si mesma. O ato de testar seus conhecimentos já te ajuda a aprender</strong>, independente de provas e notas.</p>
<p>Evite o autoengano e supere o medo de testar sua capacidade. Sua autoestima não será destruída. Ela pode ser abalada por um momento, mas ao aprender, você a reconstruirá maior e mais forte.</p>
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		<item>
		<title>Efeito Dunning-Kruger: quando não sabemos bem o quanto sabemos</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/efeito-dunning-kruger-quando-nao-sabemos-bem-o-quanto-sabemos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2020 02:24:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Efeito Dunning-Kruger é um viés cognitivo, ou seja, uma distorção do nosso julgamento, uma tendência que pode levar a erros de lógica e decisões irracionais. Esse efeito foi observado pela primeira vez em 1999. Através [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/efeito-dunning-kruger-quando-nao-sabemos-bem-o-quanto-sabemos/">Efeito Dunning-Kruger: quando não sabemos bem o quanto sabemos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Efeito Dunning-Kruger</strong> </em>é um viés cognitivo, ou seja, uma distorção do nosso julgamento, uma tendência que pode levar a erros de lógica e decisões irracionais.</p>
<p>Esse efeito foi observado pela primeira vez em 1999. Através de uma série de estudos, descobriu-se que:</p>
<p>a) <strong>Quando alguém sabe pouco de um assunto, tende a pensar que sabe muito</strong>.<br />
b) E o oposto é verdadeiro. <strong>Os verdadeiros especialistas tendem a subestimar seu próprio conhecimento. Acham que sabem menos do que realmente sabem</strong>.</p>
<p>Nomeado por dois cientistas da Universidade de Cornell – David Dunning e Justin Kruger – este fenômeno psicológico explica por que os iniciantes em um campo de conhecimento ficam tão espantados quando descobrem que estão errados; enquanto isso, os especialistas tendem a ficar surpresos quando descobrem que estão corretos.</p>
<h3><strong>Explicando o efeito Dunning-Kruger</strong></h3>
<p>Quando alguém começa a explorar um novo campo de conhecimento, geralmente está cheio de entusiasmo, mas completamente<strong> inconsciente de quanto não sabe</strong> ou compreende ainda. Está confiante sobre seus novos conhecimentos e acredita que pode dar sentido a novas informações rapidamente.</p>
<p>Por outro lado, se uma pessoa continua a obter um conhecimento aprofundado no mesmo campo, lentamente percebe o quão vasto o campo realmente é. <strong>Quanto mais ela aprende, mais ela sabe o quanto não sabe</strong>. Por isso, verdadeiros especialistas são muitas vezes hesitantes sobre fazer declarações definitivas.</p>
<h3><strong>Por que o efeito Dunning-Kruger é importante para nossos estudos e aprendizagem?</strong></h3>
<p>O objetivo aqui não é fazer um julgamento moral ou crítica. O importante, em relação aos nossos estudos, é ter consciência da existência desse viés. Afinal, não saber o quanto realmente sabemos pode trazer vários problemas.</p>
<p>Dois exemplos:</p>
<ol>
<li>Se eu acho que sei muito, mas sei pouco, posso não estudar e aprender o suficiente e ser surpreendido com péssimos resultados (notas ruins, reprovações etc).</li>
<li>Se eu sei muito mas acho que sei pouco, posso ter baixa autoconfiança, que também pode me atrapalhar. Posso ficar ansioso ao falar em público o que sei e me sair mal não porque tenho pouco conhecimento, mas pela ansiedade gerada pela minha baixa autoconfiança.</li>
</ol>
<p>Você pensar: <em>&#8220;Tá, agora eu sei que isso existe, mas como eu vou saber se estou sendo afetado por ele? Como vou saber o quanto eu realmente sei sobre o que estudei?&#8221;</em></p>
<h3><strong>Um bom jeito de lidar com o efeito Dunning-Kruger é testar</strong>.</h3>
<p>Enquanto a sua avaliação sobre seu próprio conhecimento pode ser muito subjetiva, enviesada e distorcida, o teste te dá uma medida mais objetiva sobre o que você realmente sabe.</p>
<p>Você pode se testar de várias formas: falando, explicando, escrevendo, fazendo simulados etc.</p>
<p>Nesse caso, <strong>o mais importante para não ser enganado pelo Efeito Dunning-Kruger é instalar o hábito de testar seus próprios conhecimentos</strong>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/efeito-dunning-kruger-quando-nao-sabemos-bem-o-quanto-sabemos/">Efeito Dunning-Kruger: quando não sabemos bem o quanto sabemos</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consciente, Pré-consciente e Inconsciente &#124; Teoria topográfica de Freud</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/consciente-pre-consciente-e-inconsciente-teoria-topografica-de-freud/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 23:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse áudio é de um vídeo publicado originalmente no Youtube. Lá tem alguns slides que podem te ajudar a entender um pouco melhor 😉 &#x1f4d5; Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/consciente-pre-consciente-e-inconsciente-teoria-topografica-de-freud/">Consciente, Pré-consciente e Inconsciente | Teoria topográfica de Freud</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse áudio é de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=L7auhSWjX3g">um vídeo publicado originalmente no Youtube</a>. Lá tem alguns slides que podem te ajudar a entender um pouco melhor 😉</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a </span>Psicanálise<span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"> de </span>Freud:  <a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?q=https%3A%2F%2Ffreudexplicado.com%2Febook&amp;redir_token=QUFFLUhqbEh3SWJGTGNIMHNkdGRQVzJZZU9jdjhUR0p2QXxBQ3Jtc0tsVGFNV01Ed3RVN1dzcW9MTWZPcTBHZk13T0NLbmtEd0djSTJwWTZIalRpQm5sWVpTdHNUelNPRHpRM3o5QzhoSHBKcUFlRVdWYzBuVmtENjExaTBOc1lNWDVOZ0EzdGc0RHk4UWgzc1dKMHFaalpjVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;v=L7auhSWjX3g" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p><span style="color: #1379ed;"><strong><a style="color: #1379ed;" href="https://freudexplicado.com/">Curso online →  Freud Explicado &#8211; Os Segredos para entender a Psicanálise</a></strong></span></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-231-128" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/consciente-pre-consciente-e-inconsciente-psicanalise/Consciente%2C%20Pr%C3%A9-consciente%20e%20Inconsciente%20_%20Psicanalise.mp3?_=128" /><a href="https://archive.org/download/consciente-pre-consciente-e-inconsciente-psicanalise/Consciente%2C%20Pr%C3%A9-consciente%20e%20Inconsciente%20_%20Psicanalise.mp3">https://archive.org/download/consciente-pre-consciente-e-inconsciente-psicanalise/Consciente%2C%20Pr%C3%A9-consciente%20e%20Inconsciente%20_%20Psicanalise.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/consciente-pre-consciente-e-inconsciente-teoria-topografica-de-freud/">Consciente, Pré-consciente e Inconsciente | Teoria topográfica de Freud</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Obediência à autoridade e Conformismo social &#124; Psicologia Social</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/obediencia-a-autoridade-e-conformismo-social-psicologia-social/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/obediencia-a-autoridade-e-conformismo-social-psicologia-social/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2020 22:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Áudio de um vídeo publicado originalmente no meu canal de Psicologia no Youtube.  Clique aqui se quiser assistir lá com a apresentação de slides. Obediência à autoridade e conformismo social na perspectiva da Psicologia Social [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/obediencia-a-autoridade-e-conformismo-social-psicologia-social/">Obediência à autoridade e Conformismo social | Psicologia Social</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Áudio de um <strong>vídeo publicado originalmente no meu canal de Psicologia no Youtube</strong>.  <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ydx2cQyCts4">Clique aqui se quiser assistir lá com a apresentação de slides</a>.</p>
<h2>Obediência à autoridade e conformismo social na perspectiva da Psicologia Social de Martin-Baró.</h2>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-209-130" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/obediencia-a-autoridade-e-conformismo-social-martin-baro/Obedi%C3%AAncia%20%C3%A0%20autoridade%20e%20Conformismo%20social%20-%20Martin%20Baro.mp3?_=130" /><a href="https://archive.org/download/obediencia-a-autoridade-e-conformismo-social-martin-baro/Obedi%C3%AAncia%20%C3%A0%20autoridade%20e%20Conformismo%20social%20-%20Martin%20Baro.mp3">https://archive.org/download/obediencia-a-autoridade-e-conformismo-social-martin-baro/Obedi%C3%AAncia%20%C3%A0%20autoridade%20e%20Conformismo%20social%20-%20Martin%20Baro.mp3</a></audio></p>
<p><iframe title="Obediência à autoridade e Conformismo social - Martin-Baró" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Ydx2cQyCts4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Alguns tópicos do vídeo:</p>
<p>&#8211; Caso Eichman e Hannah Arendt (A banalidade do mal)</p>
<p>&#8211; Análise de Martin-Baró sobre o experimento de obediência à autoridade de Stanley Milgram</p>
<p>&#8211; Experimento da prisão de Stanford de Philip Zimbardo (ou &#8220;Experimento de aprisionamento de Stanford&#8221;)</p>
<p>&#8211; Dilema do Bonde (ou &#8220;Dilema do trem&#8221;) e Psicologia Evolucionista (ou Psicologia evolutiva)</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">*** </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Obediência à autoridade e conformismo social são tópicos importantes de discussão na Psicologia Social. Os dois abordam a influência social. </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Quando falamos de obediência à autoridade o nome mais famoso provavelmente é o Stanley Milgram com seu experimento de obediência à autoridade utilizando choques elétricos. </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Conformismo social é um tópico que aparece frequentemente ao grande público. Provavelmente muitos de vocês já ouviram falar ou assistiram na televisão ou na internet aqueles &#8220;experimentos&#8221; de conformismo social na sala de espera ou no elevador. </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Links: </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">A Verdade sobre o Experimento da Prisão de Stanford de Philip Zimbardo </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/watch?v=BDxGBuWZZxQ">https://www.youtube.com/watch?v=BDxGB&#8230;</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Comportamento de manada (&#8220;Efeito manada&#8221;) </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/watch?v=wGtYIzxxysI">https://www.youtube.com/watch?v=wGtYI&#8230;</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Experimento de Obediência de Milgram replicado </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?q=https%3A%2F%2Fpsicoativo.com%2F2017%2F03%2Fexperimento-de-obediencia-de-milgram-e-replicado-e-o-resultado-e-ainda-pior.html&amp;v=Ydx2cQyCts4&amp;redir_token=QUFFLUhqbEk4dDVZa29vc095b1M5eUhsMlJQSEZOQkc0d3xBQ3Jtc0ttZ19Oc1pMZ2pmNEwwVlNnZWhHVU9iWGJLOEVYMzMzZkxYdGZBLV8tMHZ2cE42X2U4TkJLb0ZWVkZIRzhidFBNX1I5dXZRMnNadVdCY1dlQ2hTQ1YzZXkxNmtKUXlIVWJsT0E2ekNEa0xWMlBGVzNYVQ%3D%3D&amp;event=video_description" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://psicoativo.com/2017/03/experi&#8230;</a></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Respostas ao Dilema do Trem, Confiabilidade e Popularidade </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/watch?v=sO_jir8jIZo">https://www.youtube.com/watch?v=sO_ji&#8230;</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/obediencia-a-autoridade-e-conformismo-social-psicologia-social/">Obediência à autoridade e Conformismo social | Psicologia Social</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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		<item>
		<title>O surgimento do Behaviorismo &#124; História da Psicologia Comportamental</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-surgimento-do-behaviorismo-historia-da-psicologia-comportamental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2020 23:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse é um áudio de um vídeo publicado originalmente no meu canal de Psicologia no Youtube. No vídeo tem apresentação de slides para ajudar no entendimento e na aprendizagem, vale a pena ir lá no [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-surgimento-do-behaviorismo-historia-da-psicologia-comportamental/">O surgimento do Behaviorismo | História da Psicologia Comportamental</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um áudio de um vídeo publicado originalmente no meu <a href="https://www.youtube.com/channel/UC05bDtSYUcR0nLkzFA1mCVQ"><strong>canal de Psicologia no Youtube</strong></a>. No vídeo tem apresentação de slides para ajudar no entendimento e na aprendizagem, vale a pena <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Vh8oOY0v9bg">ir lá no canal assistir</a> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-204-132" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/behaviorismo-surgimento/behaviorismo%20-%20surgimento.mp3?_=132" /><a href="https://archive.org/download/behaviorismo-surgimento/behaviorismo%20-%20surgimento.mp3">https://archive.org/download/behaviorismo-surgimento/behaviorismo%20-%20surgimento.mp3</a></audio></p>
<p><iframe title="Behaviorismo: Definição e História da Psicologia Comportamental" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Vh8oOY0v9bg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/o-surgimento-do-behaviorismo-historia-da-psicologia-comportamental/">O surgimento do Behaviorismo | História da Psicologia Comportamental</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Medo e histeria na pandemia &#124; Com Dr Carlos Mario Alvarez</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 22:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://universodapsicologia.com/?p=200</guid>

					<description><![CDATA[<p>Registro da conversa que tive em uma live no Instagram com o psicanalista Carlos Mario Alvarez, do canal Psicanálise Descolada . https://archive.org/download/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez.mp3 &#x1f4d5; Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez/">Medo e histeria na pandemia | Com Dr Carlos Mario Alvarez</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Registro da conversa que tive em uma live no <a href="https://www.instagram.com/universodapsicologia.com.br/">Instagram</a> com o psicanalista Carlos Mario Alvarez, do <a href="https://www.youtube.com/channel/UCW6kIFF5KY8Mzb8xVNuYKQg">canal Psicanálise Descolada</a> .</span></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-200-134" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez.mp3?_=134" /><a href="https://archive.org/download/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez.mp3">https://archive.org/download/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez.mp3</a></audio></p>
<p><iframe title="Medo e histeria na pandemia | Com Dr Carlos Mario Alvarez" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/sbOpyucKm-k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?q=https%3A%2F%2Ffreudexplicado.com%2Febook&amp;redir_token=QUFFLUhqbDVLeVNDSWhYNGlkSVJESmhQNDlRajQ1dXRNQXxBQ3Jtc0trdUM3bTFKYncyVjNRSi1raElhU1VTZm5CVXFTUkRFb0x6bkpkR29QVHFXSWp1Nl9FeHYxMHZoaXpvblRiODl5dXQ1cGNkc3VPdlBUZERvZTJYaFVMUDM2di1pUUZvQ2FzOFM4Ny1fY0JkRU9ic05FZw%3D%3D&amp;event=video_description&amp;v=k14Gh0Ujeko" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://freudexplicado.com/ebook</a></p>
<p>Receba as novidade + áudios exclusivos pelo canal do <span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Telegram*: </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/redirect?q=https%3A%2F%2Ft.me%2Funiversodapsicologia&amp;redir_token=QUFFLUhqbmZscnliLWhKZGptb3JqekJZNjdVcm1qX1VPZ3xBQ3Jtc0tuREduQVVzWUhUdHEyNWJJakhCSUFOYlptcDluLU5ITGpzWGQxaGJaaG50OU9ZU25zTzd5RkFKWU1OeXFwTXJhWlJwNVFtamNFNnpvZ29LY1dSeHhUZl9UNXI5djR6bk9HZ0plaXNyd1VHNWFGU203UQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;v=k14Gh0Ujeko" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer">https://t.me/universodapsicologia</a></p>
<p>*Telegram é um aplicativo parecido com o Whatsapp, porém melhor 😉</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/medo-e-histeria-na-pandemia-com-dr-carlos-mario-alvarez/">Medo e histeria na pandemia | Com Dr Carlos Mario Alvarez</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Psicologia aplicada: modificando o significado de uma experiência</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/psicologia-autoaplicada-modificando-o-sentido-de-uma-experiencia/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/psicologia-autoaplicada-modificando-o-sentido-de-uma-experiencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 01:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No episódio de hoje eu dou um exemplo de como é possível aplicar conhecimentos da Psicologia no cotidiano. Mais especificamente, comento sobre um exercício de modificação de pensamentos, uma reavaliação de uma experiência que tive. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-autoaplicada-modificando-o-sentido-de-uma-experiencia/">Psicologia aplicada: modificando o significado de uma experiência</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No episódio de hoje eu dou um exemplo de <strong>como é possível aplicar conhecimentos da Psicologia no cotidiano</strong>.</p>
<p>Mais especificamente, comento sobre um exercício de modificação de pensamentos, uma reavaliação de uma experiência que tive.</p>
<p>O exemplo é banal, mas <strong>o princípio psicológico é extremamente importante</strong>.</p>
<p>A discussão sobre <strong>o sentido/significado que atribuímos às experiências que temos</strong> tem importância fundamental em várias áreas da Filosofia (como estoicismo e existencialismo) e da Psicologia (como terapia cognitiva e psicoterapia fenomenológica-existencial).</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-193-136" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/psicologia_autoaplicada_clinica_sl/psicologia_autoaplicada_clinica_sl.mp3?_=136" /><a href="https://archive.org/download/psicologia_autoaplicada_clinica_sl/psicologia_autoaplicada_clinica_sl.mp3">https://archive.org/download/psicologia_autoaplicada_clinica_sl/psicologia_autoaplicada_clinica_sl.mp3</a></audio></p>
<ul>
<li><span style="color: #096f94;"><a style="color: #096f94;" href="https://www.youtube.com/channel/UC05bDtSYUcR0nLkzFA1mCVQ">Canal de Psicologia no Youtube</a></span></li>
<li><span style="color: #096f94;"><a style="color: #096f94;" href="https://t.me/universodapsicologia">Canal no Telegram</a></span></li>
<li>Livro: <span style="color: #096f94;"><a style="color: #096f94;" href="https://amzn.to/3dBpSgn">Em busca de sentido &#8211; Victor Frankl</a></span></li>
</ul>
<p><iframe style="width: 120px; height: 240px;" src="//ws-na.amazon-adsystem.com/widgets/q?ServiceVersion=20070822&amp;OneJS=1&amp;Operation=GetAdHtml&amp;MarketPlace=BR&amp;source=ss&amp;ref=as_ss_li_til&amp;ad_type=product_link&amp;tracking_id=psicoativo-20&amp;language=pt_BR&amp;marketplace=amazon&amp;region=BR&amp;placement=8532606261&amp;asins=8532606261&amp;linkId=c1d8735aa17215b9ca3741beb690fb35&amp;show_border=true&amp;link_opens_in_new_window=true" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe title="Psicologia aplicada: modificando o significado de uma experiência" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/C1ZH0zYntVY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/psicologia-autoaplicada-modificando-o-sentido-de-uma-experiencia/">Psicologia aplicada: modificando o significado de uma experiência</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;O eu não é senhor em sua própria casa&#8221;: O que quer dizer?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/o-eu-nao-e-senhor-em-sua-propria-casa-o-que-quer-dizer/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/o-eu-nao-e-senhor-em-sua-propria-casa-o-que-quer-dizer/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 16:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que #Freud quer dizer com &#8220;O eu não é senhor em sua própria casa?&#8221; (ou &#8220;O eu não é senhor em sua própria morada?&#8221;) Nesse episódio do podcast de psicologia eu falo essa ideia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que #Freud quer dizer com &#8220;<em>O eu não é senhor em sua própria casa?</em>&#8221; (ou &#8220;O eu não é senhor em sua própria morada?&#8221;)</p>
<p>Nesse episódio do podcast de psicologia eu falo essa ideia extremamente interessante que está presente na Psicanálise freudiana, mas também podemos ver algo parecido em outras áreas como Psicologia Cognitiva e Economia Comportamental.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-176-138" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/o-eu-nao-e-senhor-em-sua-propria-casa/o%20eu%20nao%20%C3%A9%20senhor%20em%20sua%20propria%20casa.mp3?_=138" /><a href="https://archive.org/download/o-eu-nao-e-senhor-em-sua-propria-casa/o%20eu%20nao%20%C3%A9%20senhor%20em%20sua%20propria%20casa.mp3">https://archive.org/download/o-eu-nao-e-senhor-em-sua-propria-casa/o%20eu%20nao%20%C3%A9%20senhor%20em%20sua%20propria%20casa.mp3</a></audio></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud https://freudexplicado.com/ebook</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Canal de Psicologia no Youtube: <a href="https://www.youtube.com/channel/UC05bDtSYUcR0nLkzFA1mCVQ">https://www.youtube.com/channel/UC05bDtSYUcR0nLkzFA1mCVQ</a></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Receba todas as novidades do Universo da Psicologia<br />
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Isolamento: introversão, extroversão e adaptação</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/isolamento-introversao-extroversao-e-adaptacao/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/isolamento-introversao-extroversao-e-adaptacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2020 21:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O isolamento por causa do novo coronavírus trouxe um aspecto psicológico interessante à tona&#8230; A dificuldade que muitas pessoas tem em ficar sozinhas ou em ficar em casa, enquanto do outro lado há pessoas que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/isolamento-introversao-extroversao-e-adaptacao/">Isolamento: introversão, extroversão e adaptação</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O isolamento por causa do novo coronavírus trouxe um aspecto psicológico interessante à tona&#8230;</p>
<p>A dificuldade que muitas pessoas tem em ficar sozinhas ou em ficar em casa, enquanto do outro lado há pessoas que estão tranquilas e até afirmam que já &#8220;viviam em quarentena&#8221; em sua rotina normal.</p>
<p>Nesse episódio eu falo sobre <strong>introvertidos e extrovertidos, isolamento social e adaptação</strong>.&nbsp; Mesmo em meio à bagunça social é possível aprender sobre o comportamento humano. Se entender melhor e/ou entender melhor as outras pessoas torna nossas relações um pouco melhores.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-164-140" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/introversaoextroversaoeadaptacao/introversao%20extroversao%20e%20adaptacao.mp3?_=140" /><a href="https://archive.org/download/introversaoextroversaoeadaptacao/introversao%20extroversao%20e%20adaptacao.mp3">https://archive.org/download/introversaoextroversaoeadaptacao/introversao%20extroversao%20e%20adaptacao.mp3</a></audio></p>
<p><iframe title="Isolamento, introversão, extroversão e adaptação" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/lOq2yrP2tsk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>***</p>
<div id="rso" data-async-context="query:emoji%20arrow">
<div class="g">
<div class="rc" data-hveid="CAEQAA" data-ved="2ahUKEwj91vq2zMDoAhWoHrkGHdKsAvsQFSgAMAB6BAgBEAA">
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<h3 class="LC20lb DKV0Md"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/27a1.png" alt="➡" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Canal no Telegram: <a href="https://t.me/universodapsicologia">https://t.me/universodapsicologia</a></h3>
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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4fa.png" alt="📺" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <a href="https://www.youtube.com/channel/UC05bDtSYUcR0nLkzFA1mCVQ">Canal de vídeos</a></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png" alt="🎧" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Podcast de #Psicologia:<br />
No <a href="https://open.spotify.com/show/3N2kZDR6c3C6ZuS5GHOUrC">Spotify</a>:<br />
No <a href="https://www.youtube.com/channel/UCnR61bdQrjWKxW7QQthWLGw">Youtube</a>:<br />
No <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/universo-da-psicologia/id1341836490">iTunes</a>:</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2705.png" alt="✅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Receba todas as novidades do Universo da Psicologia <a href="https://psicoativo.com/newsletter">por Email</a>:</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Como lidar com a ansiedade causada pelo Coronavírus</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-ansiedade-coronavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 02:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como lidar com a ansiedade causada pela pandemia de Coronavírus? Nesse episódio falo sobre algumas técnicas que podem te ajudar. https://archive.org/download/comodiminuiransiedadeporcausadocoronavirus/como%20diminuir%20ansiedade%20por%20causa%20do%20coronavirus.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-ansiedade-coronavirus/">Como lidar com a ansiedade causada pelo Coronavírus</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Como lidar com a ansiedade causada pela pandemia de Coronavírus</strong>? Nesse episódio falo sobre algumas técnicas que podem te ajudar.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-153-142" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/comodiminuiransiedadeporcausadocoronavirus/como%20diminuir%20ansiedade%20por%20causa%20do%20coronavirus.mp3?_=142" /><a href="https://archive.org/download/comodiminuiransiedadeporcausadocoronavirus/como%20diminuir%20ansiedade%20por%20causa%20do%20coronavirus.mp3">https://archive.org/download/comodiminuiransiedadeporcausadocoronavirus/como%20diminuir%20ansiedade%20por%20causa%20do%20coronavirus.mp3</a></audio></p>
<p><iframe title="Coronavírus: como diminuir a ansiedade" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/JE94TOH4c6k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/como-lidar-com-ansiedade-coronavirus/">Como lidar com a ansiedade causada pelo Coronavírus</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Uma cultura da felicidade que gera tristeza (e o que fazer a respeito)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/uma-cultura-da-felicidade-que-gera-tristeza-e-o-que-fazer-a-respeito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 22:16:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Você tem que ficar feliz!&#8221; Ficou feliz? Pois é. https://archive.org/download/umaculturadafelicidadequegeratristeza/Uma%20cultura%20da%20felicidade%20que%20gera%20tristeza.mp3 &#160;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/uma-cultura-da-felicidade-que-gera-tristeza-e-o-que-fazer-a-respeito/">Uma cultura da felicidade que gera tristeza (e o que fazer a respeito)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Você tem que ficar feliz!&#8221;</p>
<p>Ficou feliz? Pois é.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-113-144" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/umaculturadafelicidadequegeratristeza/Uma%20cultura%20da%20felicidade%20que%20gera%20tristeza.mp3?_=144" /><a href="https://archive.org/download/umaculturadafelicidadequegeratristeza/Uma%20cultura%20da%20felicidade%20que%20gera%20tristeza.mp3">https://archive.org/download/umaculturadafelicidadequegeratristeza/Uma%20cultura%20da%20felicidade%20que%20gera%20tristeza.mp3</a></audio></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Uma cultura da felicidade que gera tristeza" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/kubEuHNzOcc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/uma-cultura-da-felicidade-que-gera-tristeza-e-o-que-fazer-a-respeito/">Uma cultura da felicidade que gera tristeza (e o que fazer a respeito)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Por que entender a Psicanalise é tão difícil?</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/por-que-entender-a-psicanalise-e-tao-dificil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 18:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#x1f4d5; Baixe o Ebook grátis: 7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud → https://freudexplicado.com/ebook/ Libido? Recalque? Pulsão? Complexo de Édipo? Por que é tão difícil entender a Psicanálise? Nesse episódio [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-entender-a-psicanalise-e-tao-dificil/">Por que entender a Psicanalise é tão difícil?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4d5.png" alt="📕" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Baixe o Ebook grátis: <strong>7 coisas que você precisa saber para entender a Psicanálise de Freud</strong></p>
<p>→ <a href="https://freudexplicado.com/ebook/">https://freudexplicado.com/ebook/</a></p>
<p>Libido? Recalque? Pulsão? Complexo de Édipo?</p>
<p><strong>Por que é tão difícil entender a Psicanálise?</strong></p>
<p>Nesse episódio do nosso querido podcast de Psicologia eu falo sobre 4 motivos para a dificuldade que tanta gente tem em entender as teorias de Freud.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-103-146" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/porqueetaodificilentenderapsicanalise/Por%20que%20%C3%A9%20t%C3%A3o%20dif%C3%ADcil%20entender%20a%20Psican%C3%A1lise.mp3?_=146" /><a href="https://archive.org/download/porqueetaodificilentenderapsicanalise/Por%20que%20%C3%A9%20t%C3%A3o%20dif%C3%ADcil%20entender%20a%20Psican%C3%A1lise.mp3">https://archive.org/download/porqueetaodificilentenderapsicanalise/Por%20que%20%C3%A9%20t%C3%A3o%20dif%C3%ADcil%20entender%20a%20Psican%C3%A1lise.mp3</a></audio></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="#11: Por que entender a Psicanalise é tão difícil?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/AsSylAFElkE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/por-que-entender-a-psicanalise-e-tao-dificil/">Por que entender a Psicanalise é tão difícil?</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Tradição Psicológica na História Dos Transtornos Mentais</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/10-tradicao-psicologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/10-tradicao-psicologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 18:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos mentais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Último episódio da série sobre história da psicopatologia. Nesse eu falo um pouco sobre a tradição psicológica na história do pensamento sobre transtornos mentais. O caminho começa na grécia antiga com Platão e Aristóteles, passa [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/10-tradicao-psicologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/">Tradição Psicológica na História Dos Transtornos Mentais</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Último episódio da <strong>série sobre história da psicopatologia</strong>. Nesse eu falo um pouco sobre a tradição psicológica na história do pensamento sobre transtornos mentais.</p>
<p>O caminho começa na grécia antiga com Platão e Aristóteles, passa pela <em>terapia moral</em> de Pinel e pela reforma psiquiátrica, terminando com uma breve linha do tempo de contribuições importantes de diferentes abordagens psicológicas para o conhecimento sobre a psicopatologia.</p>
<p>Ouça agora:</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-94-147" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/tradicaopsicologicanahistoriadostranstornosmentais/Tradi%C3%A7%C3%A3o%20psicol%C3%B3gica%20na%20historia%20dos%20transtornos%20mentais.mp3?_=147" /><a href="https://archive.org/download/tradicaopsicologicanahistoriadostranstornosmentais/Tradi%C3%A7%C3%A3o%20psicol%C3%B3gica%20na%20historia%20dos%20transtornos%20mentais.mp3">https://archive.org/download/tradicaopsicologicanahistoriadostranstornosmentais/Tradi%C3%A7%C3%A3o%20psicol%C3%B3gica%20na%20historia%20dos%20transtornos%20mentais.mp3</a></audio></p>
<p><iframe title="#10: Tradição Psicológica na história da psicopatologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/_yUp7nZ_0nA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/10-tradicao-psicologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/">Tradição Psicológica na História Dos Transtornos Mentais</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>Tradição Biológica Na História Dos Transtornos Mentais</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/09-tradicao-biologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/09-tradicao-biologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 03:39:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://podcast.psicoativo.com/?p=85</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sobre a tradição &#8220;biologicista&#8221; na história dos transtornos mentais. https://archive.org/download/tradicaobiologicanahistoriadostranstornosmentais/Tradi%C3%A7%C3%A3o%20biol%C3%B3gica%20na%20hist%C3%B3ria%20dos%20transtornos%20mentais.mp3 &#160; Referências: Barlow, David H (2015).&#160;Psicopatologia: uma abordagem integrada.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/09-tradicao-biologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/">Tradição Biológica Na História Dos Transtornos Mentais</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a tradição &#8220;biologicista&#8221; na <strong>história dos transtornos mentais</strong>.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-85-149" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/tradicaobiologicanahistoriadostranstornosmentais/Tradi%C3%A7%C3%A3o%20biol%C3%B3gica%20na%20hist%C3%B3ria%20dos%20transtornos%20mentais.mp3?_=149" /><a href="https://archive.org/download/tradicaobiologicanahistoriadostranstornosmentais/Tradi%C3%A7%C3%A3o%20biol%C3%B3gica%20na%20hist%C3%B3ria%20dos%20transtornos%20mentais.mp3">https://archive.org/download/tradicaobiologicanahistoriadostranstornosmentais/Tradi%C3%A7%C3%A3o%20biol%C3%B3gica%20na%20hist%C3%B3ria%20dos%20transtornos%20mentais.mp3</a></audio></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="#09: Tradição biológica na História dos Transtornos Mentais" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/FPTNhG3Sv_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Referências:</p>
<p>Barlow, David H (2015).&nbsp;<em>Psicopatologia: uma abordagem integrada</em>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/09-tradicao-biologica-na-historia-dos-transtornos-mentais/">Tradição Biológica Na História Dos Transtornos Mentais</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>O Sobrenatural e os Transtornos Mentais &#124; História da Psicopatologia</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/08-o-sobrenatural-e-os-transtornos-mentais-historia-da-psicopatologia/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/08-o-sobrenatural-e-os-transtornos-mentais-historia-da-psicopatologia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 15:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos mentais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muito tempo pensou-se que transtornos mentais poderiam ser causados por demônios ou bruxas. Um tratamento possível era cortar o cabelo do doente em forma de cruz e obrigá-lo a ouvir a missa. Ou poderiam [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/08-o-sobrenatural-e-os-transtornos-mentais-historia-da-psicopatologia/">O Sobrenatural e os Transtornos Mentais | História da Psicopatologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por muito tempo pensou-se que transtornos mentais poderiam ser causados por demônios ou bruxas.</p>
<ul>
<li>Um tratamento possível era cortar o cabelo do doente em forma de cruz e obrigá-lo a ouvir a missa.</li>
<li>Ou poderiam jogá-no no meio de um monte de cobras.</li>
<li>Ou torturá-lo o suficiente para que os espíritos malignos não quisessem mais entrar em seu corpo.</li>
</ul>
<p>Nesse episódio do podcast de psicologia eu falo um pouco sobre <strong>a tradição sobrenatural na história da psicopatologia</strong>, e como se pensava sobre as causas e tratamentos para os transtornos mentais.</p>
<p>E mais:</p>
<ul>
<li>O caso do rei que pensava que seu corpo era feito de vidro</li>
<li>Como explicar os casos de histeria em massa?</li>
<li>A lua e as estrelas podem afetar os fluidos corporais e causar transtornos mentais?</li>
</ul>
<p><strong>Ouça o podcast:</strong></p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-74-150" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://ia801501.us.archive.org/21/items/OSobrenaturalEOsTranstornosMentaisHistoriaDaPsicopatologia/O%20sobrenatural%20e%20os%20transtornos%20mentais%20-%20historia%20da%20psicopatologia.mp3?_=150" /><a href="https://ia801501.us.archive.org/21/items/OSobrenaturalEOsTranstornosMentaisHistoriaDaPsicopatologia/O%20sobrenatural%20e%20os%20transtornos%20mentais%20-%20historia%20da%20psicopatologia.mp3">https://ia801501.us.archive.org/21/items/OSobrenaturalEOsTranstornosMentaisHistoriaDaPsicopatologia/O%20sobrenatural%20e%20os%20transtornos%20mentais%20-%20historia%20da%20psicopatologia.mp3</a></audio></p>
<p><strong>Tá no Youtube também:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sGjespX3wU8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<hr>
<p>Referências:</p>
<p>Barlow, David H (2015). <em>Psicopatologia: uma abordagem integrada</em>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-76" src="http://podcast.psicoativo.com/wp-content/uploads/2019/02/Zeitung_Derenburg_1555_crop-300x175.jpg" alt="" width="300" height="175"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/08-o-sobrenatural-e-os-transtornos-mentais-historia-da-psicopatologia/">O Sobrenatural e os Transtornos Mentais | História da Psicopatologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Transtornos mentais: o que são, afinal? &#124; Psicopatologia</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/07-transtornos-mentais-o-que-sao-afinal-psicopatologia/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/07-transtornos-mentais-o-que-sao-afinal-psicopatologia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2019 21:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que são transtornos mentais? Será que é fácil identificar transtornos mentais / transtornos psicológicos (diagnóstico)? Como definir o que é normal e anormal? &#8220;Incorporar espíritos&#8221;, por exemplo, é considerado doença mental? Entenda [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/07-transtornos-mentais-o-que-sao-afinal-psicopatologia/">Transtornos mentais: o que são, afinal? | Psicopatologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe <strong>o que são transtornos mentais?</strong> Será que é fácil identificar transtornos mentais / transtornos psicológicos (diagnóstico)?</p>
<p><strong>Como definir o que é normal e anormal?</strong> &#8220;Incorporar espíritos&#8221;, por exemplo, é considerado doença mental?</p>
<p>Entenda isso e outras coisas nesse episódio do nosso podcast de psicologia.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-63-151" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/transtornos_mentais/transtornos_mentais.mp3?_=151" /><a href="https://archive.org/download/transtornos_mentais/transtornos_mentais.mp3">https://archive.org/download/transtornos_mentais/transtornos_mentais.mp3</a></audio></p>
<p>Ele é o primeiro de uma série de episódios sobre psicopatologia.</p>
<p>Acompanhe o podcast para saber quando os novos episódios saírem. Você pode <strong>se inscrever no Youtube, no Spotify, no iTunes, no Castbox</strong> etc.</p>
<p><strong>Avalie e comente no iTunes</strong>, isso ajuda no crescimento do podcast e reforça meu comportamento de produzir mais episódios <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f609.png" alt="😉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p><iframe title="#07: O que são Transtornos Mentais? | Psicopatologia" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/s8NFnEV1F8s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/07-transtornos-mentais-o-que-sao-afinal-psicopatologia/">Transtornos mentais: o que são, afinal? | Psicopatologia</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Transtornos mentais e a Teoria do desequilíbrio químico</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/06-transtornos-mentais-teoria-desequilibrio-quimico/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/06-transtornos-mentais-teoria-desequilibrio-quimico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 19:09:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopatologia]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos mentais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que causa transtornos mentais? Um desequilíbrio químico no cérebro está na origem do vários tipos de transtornos mentais e comportamentais? A crença de que um desbalanço na &#8220;química do cérebro&#8221; é a causa das [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/06-transtornos-mentais-teoria-desequilibrio-quimico/">Transtornos mentais e a Teoria do desequilíbrio químico</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>O que causa transtornos mentais?</strong></em> Um <strong>desequilíbrio químico no cérebro</strong> está na <strong>origem</strong> do vários tipos de transtornos mentais e comportamentais?</p>
<p>A crença de que um <em>desbalanço na &#8220;química do cérebro&#8221;</em> é a causa das &#8220;doenças da mente&#8221; é bastante comum. Ela remete à uma famosa teoria do desequilíbrio químico cerebral.</p>
<p>Eu já havia comentado sobre o assunto em um vídeo no nosso canal no Youtube, antes de discutir esse assunto na universidade. Se quiser conferir:</p>
<p><iframe title="[MP 9/11] Transtornos mentais são causados por desequilíbrio químico no cérebro?" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Tij5fvrSj4o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Nesse episódio do nosso podcast de psicologia eu abordo um pouco melhor o tema (que surpreendeu muita gente e causou um certo estranhamento), partindo do texto <a href="https://piaui.folha.uol.com.br/materia/a-epidemia-de-doenca-mental/"><em>A epidemia da doença mental</em></a>. Nele são apresentados vários argumentos de diferentes autores sobre questões relacionadas à psicopatologia.</p>
<p>O meu foco nesse episódio foi falar dos argumentos de Robert Whitaker (um nome relevante da antipsiquiatria) e dos argumentos contrários à suas proposições. (Espero que não tenha ficado muito confuso).</p>
<p>Você pode ouvir no player abaixo ou em qualquer aplicativo agregador de podcasts (iTunes, Spotify, Castbox etc).</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-58-153" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://ia601500.us.archive.org/15/items/Whitaker-DesequilibrioQuimico/Whitaker-DesequilibrioQuimico.mp3?_=153" /><a href="https://ia601500.us.archive.org/15/items/Whitaker-DesequilibrioQuimico/Whitaker-DesequilibrioQuimico.mp3">https://ia601500.us.archive.org/15/items/Whitaker-DesequilibrioQuimico/Whitaker-DesequilibrioQuimico.mp3</a></audio></p>
<p>Você pode assistir também no Youtube:</p>
<p><iframe title="#06: Transtornos mentais e desequilibrio químico cerebral" width="600" height="338" src="https://www.youtube.com/embed/Ayw3TtlDAHE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Obs.: O que seria um episódio do podcast sobre conformismo social será postado no nosso <a href="https://www.youtube.com/channel/UC05bDtSYUcR0nLkzFA1mCVQ">canal de vídeos de Psicologia no Youtube</a> [Psicoativo TV].</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/06-transtornos-mentais-teoria-desequilibrio-quimico/">Transtornos mentais e a Teoria do desequilíbrio químico</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Um curioso caso do livro Cérebro e Crença (Michael Shermer)</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/um-curioso-caso-do-livro-cerebro-e-crenca-michael-shermer/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/um-curioso-caso-do-livro-cerebro-e-crenca-michael-shermer/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 05:04:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Cognitiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse podcast falo um pouco sobre um caso muito interessante narrado no livro Cérebro e Crença do Michael Shermer. https://archive.org/download/05UmCasoAbsurdoSobreCrencasCerebroECrenca/05_Um_Caso_Absurdo_sobre_Crencas_Cerebro_e_crenca.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/um-curioso-caso-do-livro-cerebro-e-crenca-michael-shermer/">Um curioso caso do livro Cérebro e Crença (Michael Shermer)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse podcast falo um pouco sobre um caso muito interessante narrado no <a href="https://amzn.to/3I6Kwnq">livro Cérebro e Crença do Michael Shermer</a>.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-26-155" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/05UmCasoAbsurdoSobreCrencasCerebroECrenca/05_Um_Caso_Absurdo_sobre_Crencas_Cerebro_e_crenca.mp3?_=155" /><a href="https://archive.org/download/05UmCasoAbsurdoSobreCrencasCerebroECrenca/05_Um_Caso_Absurdo_sobre_Crencas_Cerebro_e_crenca.mp3">https://archive.org/download/05UmCasoAbsurdoSobreCrencasCerebroECrenca/05_Um_Caso_Absurdo_sobre_Crencas_Cerebro_e_crenca.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/um-curioso-caso-do-livro-cerebro-e-crenca-michael-shermer/">Um curioso caso do livro Cérebro e Crença (Michael Shermer)</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Psicologia Comportamental (Behaviorismo) e Análise do Comportamento</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/02-psicologia-comportamental-behaviorismo-e-analise-do-comportamento/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/02-psicologia-comportamental-behaviorismo-e-analise-do-comportamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 04:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Behaviorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Skinner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No 2º episódio do podcast falo sobre a Psicologia Comportamental (Behaviorismo) e Análise do Comportamento. https://archive.org/download/02BehaviorismoPsicologiaComportamentalResumo/02_behaviorismo_psicologia_comportamental_resumo.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/02-psicologia-comportamental-behaviorismo-e-analise-do-comportamento/">Psicologia Comportamental (Behaviorismo) e Análise do Comportamento</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No 2º episódio do podcast falo sobre a Psicologia Comportamental (Behaviorismo) e Análise do Comportamento.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-23-157" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/02BehaviorismoPsicologiaComportamentalResumo/02_behaviorismo_psicologia_comportamental_resumo.mp3?_=157" /><a href="https://archive.org/download/02BehaviorismoPsicologiaComportamentalResumo/02_behaviorismo_psicologia_comportamental_resumo.mp3">https://archive.org/download/02BehaviorismoPsicologiaComportamentalResumo/02_behaviorismo_psicologia_comportamental_resumo.mp3</a></audio></p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/02-psicologia-comportamental-behaviorismo-e-analise-do-comportamento/">Psicologia Comportamental (Behaviorismo) e Análise do Comportamento</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
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				<itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
	</item>
		<item>
		<title>Estrutura da Personalidade: Id, Ego e Superego &#124; Psicanálise</title>
		<link>https://universodapsicologia.com/01-id-ego-superego-psicanalise/</link>
					<comments>https://universodapsicologia.com/01-id-ego-superego-psicanalise/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Nov 2018 02:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Psicanálise]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://podcast.psicoativo.com/?p=5</guid>

					<description><![CDATA[<p>Id, Ego e Superego são componentes da estrutura da personalidade de acordo com a Psicanálise de Freud. https://archive.org/download/01IdEgoESuperegoPsicologiaFreud/01_Id_Ego_E_Superego_psicologia_freud.mp3</p>
<p>O conteúdo <a href="https://universodapsicologia.com/01-id-ego-superego-psicanalise/">Estrutura da Personalidade: Id, Ego e Superego | Psicanálise</a> aparece primeiro em <a href="https://universodapsicologia.com">Universo da Psicologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Id, Ego e Superego são componentes da estrutura da personalidade de acordo com a Psicanálise de Freud.</p>
<p><audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-5-159" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="https://archive.org/download/01IdEgoESuperegoPsicologiaFreud/01_Id_Ego_E_Superego_psicologia_freud.mp3?_=159" /><a href="https://archive.org/download/01IdEgoESuperegoPsicologiaFreud/01_Id_Ego_E_Superego_psicologia_freud.mp3">https://archive.org/download/01IdEgoESuperegoPsicologiaFreud/01_Id_Ego_E_Superego_psicologia_freud.mp3</a></audio></p>
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