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    <title>TugaTech</title>
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    <description>Feed do TugaTech</description>
    <item>
      <title>Meta nega pirataria de filmes para IA mas identifica IP de ex-engenheiro</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:16:27 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88101-meta-nega-pirataria-de-filmes-para-ia-mas-identifica-ip-de-ex-engenheiro</link>
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      <description>A Meta respondeu oficialmente à acusação multimilionária de violação de direitos de autor apresentada pela produtora de conteúdos para adultos Strike 3 Holdings. A empresa liderada por Mark Zuckerberg rejeitou categoricamente ter pirateado filmes para treinar os seus modelos de inteligência artificial (IA), embora tenha confirmado um detalhe caricato: um dos endereços IP principais usados para descarregar os ficheiros pertence à residência de um dos seus antigos engenheiros de dados.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img fetchpriority="high" decoding="async" alt="Meta logo" height="338" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-8272-58668.jpg" width="600"></p>
<p>A Meta respondeu oficialmente à acusação multimilionária de violação de direitos de autor apresentada pela produtora de conteúdos para adultos Strike 3 Holdings. A empresa liderada por Mark Zuckerberg rejeitou categoricamente ter pirateado filmes para treinar os seus modelos de inteligência artificial (IA), embora tenha confirmado um detalhe caricato: um dos endereços IP principais usados para descarregar os ficheiros pertence à residência de um dos seus antigos engenheiros de dados.</p>
<p>Segundo as informações avançadas pelo <strong><a href="https://torrentfreak.com/meta-confirms-data-engineer-is-behind-key-ip-address-in-adult-film-piracy-lawsuit/" rel="noopener" target="_blank">TorrentFreak</a></strong>, a queixa inicial foi expandida e abrange agora um total de 2.973 filmes — face aos 2.396 inicialmente contabilizados. Com este volume de obras protegidas em jogo, a indemnização exigida poderá alcançar os 446 milhões de dólares (cerca de 410 milhões de euros), o que coloca a gigante tecnológica perante um sério desafio financeiro e de reputação neste <a href="https://tugatech.com.pt/t87613-meta-enfrenta-processo-por-alegadamente-usar-ia-para-despedir-trabalhadores-com-deficiencia" rel="noopener" target="_blank">processo</a> judicial.</p>
<h2>A atividade pessoal de um engenheiro de dados</h2>
<p>A acusação original apontava para a atividade de um utilizador anónimo através de uma ligação residencial da operadora Comcast, que descarregou 97 das obras identificadas pela Strike 3 Holdings. Na sua contestação submetida ao tribunal federal da Califórnia, a <a href="https://tugatech.com.pt/t88060-meta-deixa-alianca-de-energia-renovavel-re100-devido-a-aposta-no-gas-para-ia" rel="noopener" target="_blank">Meta</a> esclareceu que o assinante dessa conta de internet é pai de um jovem que trabalhou na tecnológica. O visado desempenhou funções como colaborador externo entre outubro de 2022 e outubro de 2024, assumindo mais tarde o cargo de engenheiro de dados entre abril de 2025 e maio de 2026.</p>
<p>A empresa defende que os descarregamentos através do protocolo BitTorrent constituíram uma atividade puramente pessoal e doméstica, sem qualquer ligação aos esforços oficiais de recolha de dados ou de investigação em IA da companhia. A Meta admitiu que utilizou redes de partilha de ficheiros para obter partes de conjuntos de dados de texto disponíveis publicamente para o desenvolvimento dos seus modelos LLaMA, mas assegura que nunca recolheu produções cinematográficas para adultos.</p>
<h2>A inédita defesa judicial com o argumento dos fragmentos</h2>
<p>Para tentar travar as exigências financeiras da produtora, a tecnológica apresentou uma estratégia jurídica inovadora baseada no princípio <em>de minimis</em>. Os advogados argumentam que os fragmentos de ficheiros trocados durante as transferências na rede BitTorrent não chegam a constituir uma cópia identificável, utilizável ou completa de qualquer obra protegida por direitos de autor.</p>
<p>Para os utilizadores e analistas do setor tecnológico em Portugal e no resto da Europa, este argumento assume uma importância fulcral, pois poderá ditar as regras futuras sobre o que constitui pirataria no treino de algoritmos. Caso o tribunal aceite a tese de que pequenos pedaços de dados partilhados não representam uma infração direta, o desfecho poderá abrir um precedente legal histórico para todo o ecossistema de inteligência artificial generativa. As duas partes têm uma sessão de mediação agendada para o início de agosto, estando o julgamento por júri marcado apenas para fevereiro de 2028.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">Meta logo</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Debian pondera banir ou restringir contribuições de código gerado por IA</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:15:35 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88102-debian-pondera-banir-ou-restringir-contribuicoes-de-codigo-gerado-por-ia</link>
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      <description>O ecossistema do Debian, uma das distribuições de Linux mais populares e antigas do mundo, está prestes a tomar uma decisão marcante sobre o papel da inteligência artificial no desenvolvimento de software livre. Com mais de 30 anos de história e uma sólida reputação de estabilidade, a comunidade encontra-se a avaliar quatro propostas distintas que visam limitar ou, em certos cenários, bloquear por completo a utilização de modelos de linguagem (LLM) no projeto.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img decoding="async" alt="Debian logo" height="338" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-7094-58669.jpg" width="600"></p>
<p>O ecossistema do <strong><a href="https://www.debian.org/vote/2026/vote_002?utm_source=tugatech.com.pt" rel="noopener" target="_blank">Debian</a></strong>, uma das distribuições de <a href="https://tugatech.com.pt/t87924-falha-refluxfs-no-linux-expoe-164-milhoes-de-sistemas-e-garante-acesso-root-invisivel" rel="noopener" target="_blank">Linux</a> mais populares e antigas do mundo, está prestes a tomar uma decisão marcante sobre o papel da inteligência artificial no desenvolvimento de software livre. Com mais de 30 anos de história e uma sólida reputação de estabilidade, a comunidade encontra-se a avaliar quatro propostas distintas que visam limitar ou, em certos cenários, bloquear por completo a utilização de modelos de linguagem (LLM) no projeto.</p>
<p>A discussão surge num momento de grande debate na comunidade tecnológica sobre a legalidade dos dados de treino dos sistemas de IA e a proliferação de falhas em códigos gerados de forma automática.</p>
<h2>As quatro propostas em cima da mesa</h2>
<p>O Projeto Debian dividiu as abordagens em quatro frentes de votação, com níveis de tolerância muito diferentes para com os assistentes digitais:</p>
<ul>
<li>
<p><strong>Proposta A (Bloqueio Total):</strong> Defende a proibição total de contribuições assistidas por IA, aplicando-se tanto ao desenvolvimento de software como à documentação oficial. Ficam excluídos apenas os patches enviados para projetos <em>upstream</em>. O objetivo principal é salvaguardar a estabilidade do sistema e fixar uma forte posição ética, apesar das dificuldades óbvias na monitorização.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Proposta B (Uso Condicional):</strong> Permite a utilização de ferramentas de inteligência artificial, mas sob forte controlo. Exige total transparência dos programadores, compatibilidade legal de licenciamento e debates prévios caso sejam propostas alterações massivas ou automatizadas no código.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Proposta C (Rejeição Prática):</strong> Segue uma linha semelhante à primeira proposta, mas incentiva os responsáveis de manutenção a desencorajar o uso de IA até em projetos externos. Numa perspetiva curiosa, sugere que colaboradores que não tenham o inglês como língua nativa enviem as mensagens no seu idioma original — deixando a tradução para os leitores —, em vez de usarem um assistente para redigir os textos.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Proposta D (Regulação e Responsabilidade):</strong> Assume que a IA na programação veio para ficar e que uma proibição é contraproducente por ser impossível de fiscalizar. Assim, autoriza o uso desde que o código cumpra as diretrizes de software livre do Debian (DFSG) e o autor se responsabilize inteiramente pelo trabalho, compreendendo-o e defendendo-o de forma explícita.</p>
</li>
</ul>
<h2>Linus Torvalds afasta o ceticismo</h2>
<p>O rumo que o Debian tomar poderá estabelecer um precedente importante para outras distribuições do ecossistema, incluindo o próprio Ubuntu, que se baseia nesta estrutura.</p>
<p>Apesar do forte movimento de resistência que se faz sentir no projeto, a oposição à IA não é consensual no mundo do código aberto. O criador do kernel, Linus Torvalds, já veio a público defender a tecnologia, confirmando que utiliza ferramentas automatizadas no seu dia a dia e criticando abertamente as correntes mais céticas da comunidade.</p>
<p>Resta agora acompanhar o processo de votação interna para perceber se o Debian optará por erguer uma barreira regulatória ou se irá integrar os assistentes com salvaguardas de segurança.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">Debian logo</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>App do Vaticano expõe dados de 719 mil utilizadores após erro básico de programação</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:14:27 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88100-app-do-vaticano-expoe-dados-de-719-mil-utilizadores-apos-erro-basico-de-programacao</link>
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      <description>A aplicação oficial do Vaticano para dispositivos móveis, conhecida como Click To Pray, deixou exposta a informação pessoal de mais de 700.000 fiéis devido a um erro elementar na sua estrutura. Segundo revelou a especialista de cibersegurança no blogue BobDaHacker, a vulnerabilidade afetou exatamente 719.517 contas registadas na plataforma gerida pela Rede Mundial de Oração do Papa.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img decoding="async" alt="imagem da parte de trás do papa" height="338" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-7565-58667.jpg" width="600"></p>
<p>A aplicação oficial do Vaticano para dispositivos móveis, conhecida como Click To Pray, deixou exposta a informação pessoal de mais de 700.000 fiéis devido a um erro elementar na sua estrutura. Segundo revelou a especialista de cibersegurança no blogue <strong><a href="https://bobdahacker.com/blog/click-to-pray?utm_source=tugatech.com.pt" rel="noopener" target="_blank">BobDaHacker</a></strong>, a vulnerabilidade afetou exatamente 719.517 contas registadas na plataforma gerida pela Rede Mundial de Oração do Papa.</p>
<p>O problema de segurança foi inicialmente descoberto e comunicado a 3 de janeiro de 2026, mas os responsáveis mantiveram o sistema inalterado durante mais de seis meses. A correção apenas avançou no dia 24 de julho, depois de o caso chegar à imprensa especializada, forçando a equipa de desenvolvimento a agir de imediato para estancar a fuga.</p>
<h2>Falha grave nos controlos de acesso</h2>
<p>A raiz desta exposição residia num ponto de acesso da API utilizado para recuperar o perfil dos utilizadores. A plataforma atribuía um identificador numérico sequencial a cada nova inscrição. Como o servidor não verificava se o pedido era feito pelo verdadeiro titular da conta, bastava alterar esse número no endereço web para aceder às informações de qualquer outra pessoa registada.</p>
<p>Este tipo de falha técnica, classificada no meio informático como Insecure Direct Object Reference (IDOR), é uma das fragilidades mais primárias no desenvolvimento de software. Através de um simples script automático, um atacante conseguiria recolher o nome, data de nascimento, país e endereço de <a href="https://tugatech.com.pt/t87726-fraude-com-codigos-qr-atinge-o-setimo-lugar-nas-ameacas-por-email-em-portugal" rel="noopener" target="_blank">email</a> de toda a base de inscritos. Para agravar a situação, o próprio sistema de registo da Click To Pray devolvia o código de validação da conta de forma visível, o que permitia aprovar novos perfis sem acesso real à caixa de correio eletrónico associada.</p>
<h2>Silêncio institucional e riscos de burla</h2>
<p>Embora a falha não tenha comprometido senhas ou informações bancárias, o volume de detalhes pessoais libertados apresenta um risco elevado de fraude direcionada. O cruzamento de nomes reais com datas de nascimento e países de origem cria o cenário ideal para campanhas de phishing altamente personalizadas. Considerando que grande parte do público-alvo da aplicação é composto por pessoas de idade mais avançada e com menor literacia digital, um pedido fraudulento de donativo em nome do Vaticano teria fortes probabilidades de enganar as vítimas.</p>
<p>A investigadora responsável pela descoberta tentou alertar nove contactos distintos ao longo de meses, incluindo a própria agência de design La Machi, encarregue de desenvolver a aplicação. Face à total ausência de respostas, os <a href="https://tugatech.com.pt/t88036-ontrac-sofre-ciberataque-e-avisa-clientes-sobre-potencial-roubo-de-dados" rel="noopener" target="_blank">dados</a> da investigação foram partilhados com a publicação Dark Reading, o que acabou por gerar a pressão necessária para a resolução do problema.</p>
<p>Neste momento, a consulta de identificadores de terceiros na plataforma apenas devolve informação considerada pública, como o nome, protegendo os elementos mais sensíveis. Contudo, a organização eclesiástica não emitiu qualquer justificação pública nem agradeceu o trabalho de deteção da falha à especialista que evitou um desastre de privacidade de maiores dimensões.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">imagem da parte de trás do papa</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Mozilla Firefox 154 entra em fase beta com novidades na segurança e IA</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:09:00 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88099-mozilla-firefox-154-entra-em-fase-beta-com-novidades-na-seguranca-e-ia</link>
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      <description>A Mozilla colocou a sua mais recente versão do navegador, o Firefox 154, no canal beta para testes públicos. A disponibilização surge logo após o lançamento global do Firefox 153 ESR, trazendo melhorias estruturais focadas na privacidade, no manuseamento de documentos e em ferramentas destinadas a programadores. Conforme revelou o portal 9to5Linux, a nova versão expande as defesas digitais dos utilizadores e otimiza a integração de inteligência artificial.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Firefox" height="338" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-8458-58666.jpg" width="600"></p>
<p>A Mozilla colocou a sua mais recente versão do navegador, o Firefox 154, no canal beta para testes públicos. A disponibilização surge logo após o lançamento global do <strong><a href="https://www.google.com/search?q=https://tugatech.com.pt/t87830-firefox-153-estreia-suporte-a-video-hdr-no-windows-e-fusao-avancada-de-pdfs" rel="noopener" target="_blank">Firefox 153</a></strong> ESR, trazendo melhorias estruturais focadas na privacidade, no manuseamento de documentos e em ferramentas destinadas a programadores. Conforme revelou o portal <strong><a href="https://9to5linux.com/mozilla-firefox-154-enters-public-beta-testing-heres-what-to-expect?utm_source=tugatech.com.pt" rel="noopener" target="_blank">9to5Linux</a></strong>, a nova versão expande as defesas digitais dos utilizadores e otimiza a integração de inteligência artificial.</p>
<h2>Mais segurança nas redes locais e foco em IA</h2>
<p>As proteções de Acesso à Rede Local foram alargadas para cobrir também as ligações de comunicação WebSocket. O browser passa a contar com um mecanismo otimizado que limpa e atualiza automaticamente os favicons armazenados em cache sempre que o utilizador realiza uma recarga forçada de qualquer página.</p>
<p>Na interface, a barra de endereços do software ganha a ação rápida “Manage AI”. O atalho foi desenhado para encaminhar os utilizadores de forma direta para o painel de definições de inteligência artificial do programa.</p>
<p>O leitor de PDF integrado foi renovado, permitindo agora destacar excertos de texto selecionados, replicando a experiência fluida que já existia na navegação de páginas web normais. No campo da privacidade, o gestor de dados passou a admitir exceções personalizadas para portais específicos que limpam as informações ao fechar o sistema, sem prejudicar o bloqueio ativo de rastreamento.</p>
<h2>Otimizações para Android, macOS e sistemas de ficheiros</h2>
<p>Para os utilizadores do sistema operativo <strong><a href="https://tugatech.com.pt/t88069-mudanca-de-android-para-iphone-impoe-limites-nas-notificacoes-e-carregamentos-lentos" rel="noopener" target="_blank">Android</a></strong>, a caixa de pesquisa de favoritos viu o seu limite expandido para exibir até 75 resultados por cada consulta. As traduções em tempo real também foram aprimoradas para quem mantém perfis com múltiplos idiomas configurados no telemóvel.</p>
<p>No ecossistema macOS, o browser acelera o processamento de vídeo, agilizando a busca e o avanço rápido de partes das filmagens. Adicionalmente, passa a ser possível recorrer aos perfis de cópias de segurança locais do sistema da Apple para fazer a migração e a restauração de dados entre computadores com Windows, macOS e <strong><a href="https://tugatech.com.pt/t87924-falha-refluxfs-no-linux-expoe-164-milhoes-de-sistemas-e-garante-acesso-root-invisivel" rel="noopener" target="_blank">Linux</a></strong>.</p>
<p>A nível mais técnico, o visualizador de ficheiros JSON exibe agora o caminho de localização absoluto do elemento selecionado na zona inferior do ecrã. O motor interno do navegador passa ainda a suportar o cabeçalho de resposta HTTP No-Vary-Search no armazenamento em disco, introduzindo propriedades avançadas de CSS (como text-box-trim e text-box-edge) e métodos atualizados de Javascript Iterator.</p>
<p>O instalador de testes já se encontra disponível no site oficial da organização, embora a fundação recomende o uso apenas para ambientes de avaliação. O lançamento oficial do Firefox 154 está agendado para o dia 18 de agosto de 2026.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">Firefox</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>LibreOffice 26.2.5 estreia com correção para 21 falhas e pede instalação imediata</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:08:04 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88098-libreoffice-26-2-5-estreia-com-correcao-para-21-falhas-e-pede-instalacao-imediata</link>
      <guid isPermaLink="false">https://portal.tugatech.com.pt/?p=429633</guid>
      <description>A suite de produtividade de código aberto recebeu uma nova atualização de manutenção para garantir o máximo desempenho e corrigir problemas identificados. Segundo o anúncio publicado pela The Document Foundation na última sexta-feira (24), o LibreOffice 26.2.5 já se encontra disponível de forma geral e a recomendação para quem utiliza versões anteriores é proceder à instalação imediata.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img loading="lazy" decoding="async" alt="LibreOffice logo" height="338" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-6835-58665.jpg" width="600"></p>
<p>A suite de produtividade de código aberto recebeu uma nova atualização de manutenção para garantir o máximo desempenho e corrigir problemas identificados. Segundo o anúncio publicado pela <strong><a href="https://blog.documentfoundation.org/blog/2026/07/24/libreoffice-26-2-5/?utm_source=tugatech.com.pt" rel="noopener" target="_blank">The Document Foundation</a></strong> na última sexta-feira (24), o LibreOffice 26.2.5 já se encontra disponível de forma geral e a recomendação para quem utiliza versões anteriores é proceder à instalação imediata.</p>
<p>Esta é a quinta atualização pontual da família 26.2, com um foco técnico na estabilidade geral do programa. O desenvolvimento contou com a colaboração ativa da comunidade de programadores, engenheiros de controlo de qualidade e diversas empresas associadas ao ecossistema da fundação.</p>
<h2>O que muda no pacote de produtividade</h2>
<p>Lançado exatamente sete semanas após a versão 26.2.4, este update ataca problemas específicos e resolve um total de 21 falhas de software. Os pormenores exatos do que foi alterado sob o &#8220;capô&#8221; encontram-se documentados de forma extensiva nos registos das versões candidatas RC1 e RC2.</p>
<p>Importa recordar que a base desta série, o LibreOffice 26.2, fez a sua estreia a 4 de fevereiro de 2026 com ferramentas relevantes para o fluxo de trabalho diário. A versão introduziu pormenores como as opções de abas horizontais nas caixas de diálogo, a possibilidade de inserir hiperligações logo a partir do menu de contexto no texto selecionado, e um atalho ágil para copiar capturas de ecrã das caixas de diálogo diretamente para a área de transferência.</p>
<h2>Ciclo de vida e próximos passos</h2>
<p>O calendário oficial para a geração 26.2 prevê um total de sete atualizações de manutenção até ao dia 30 de novembro de 2026. A próxima correção intermédia deverá ser lançada no final de agosto de 2026. Ao mesmo tempo, a equipa de engenharia avança com os preparativos para o próximo grande salto, o LibreOffice 26.8, com previsão de chegada para o mesmo período do ano.</p>
<p>Quem quiser garantir desde já a versão mais recente e segura pode descarregar os ficheiros binários no site oficial do projeto, disponíveis com pacotes DEB e RPM para plataformas GNU/<a href="https://www.google.com/search?q=https://tugatech.com.pt/t87683-linus-torvalds-lanca-linux-7-2-rc4-com-correcoes-para-consolas-portateis-e-redes-wi-fi" rel="noopener" target="_blank">Linux</a>. O código-fonte continua aberto a todos os integradores de sistemas. Caso dependas dos repositórios de software da tua distribuição, a via mais segura passa por aguardar que os pacotes sejam atualizados e enviados de forma automática para o gestor de atualizações nos próximos dias.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">LibreOffice logo</media:description>
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    <item>
      <title>Emulador de PS5 SharpEmu já carrega o menu principal de GTA V no PC</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:06:21 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88094-emulador-de-ps5-sharpemu-ja-carrega-o-menu-principal-de-gta-v-no-pc</link>
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      <description>O cenário da emulação da PlayStation 5 no computador registou um avanço histórico. O emulador de código aberto SharpEmu, que recentemente expandiu a sua comunidade para um total de 37 colaboradores, conseguiu ultrapassar a barreira do ecrã preto e alcançar o menu principal e a sequência inicial do prólogo de Grand Theft Auto V (GTA V) Enhanced Edition. Conforme detalhado no repositório oficial do projeto no GitHub, o progresso surpreendeu os entusiastas pelo ritmo acelerado de desenvolvimento.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Emulador da PS3 em PC" height="319" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-2929-58660.jpg" width="600"></p>
<p>O cenário da emulação da PlayStation 5 no computador registou um avanço histórico. O emulador de código aberto SharpEmu, que recentemente expandiu a sua comunidade para um total de 37 colaboradores, conseguiu ultrapassar a barreira do ecrã preto e alcançar o menu principal e a sequência inicial do prólogo de Grand Theft Auto V (GTA V) Enhanced Edition. Conforme detalhado no <strong><a href="https://github.com/sharpemu/sharpemu/pull/609" rel="noopener" target="_blank">repositório oficial do projeto no GitHub</a></strong>, o progresso surpreendeu os entusiastas pelo ritmo acelerado de desenvolvimento.</p>
<p>Este feito coloca o SharpEmu na linha da frente do desenvolvimento de software de emulação, contrariando o ceticismo de que um projeto deste género seria impossível nesta fase do ciclo de vida da consola. Embora o jogo acabe por ficar congelado durante a cinemática inicial em North Yankton, a reprodução correta do logótipo da Rockstar Games, dos tempos de carregamento, do áudio e do menu representa um marco crucial para o futuro da <strong><a href="https://tugatech.com.pt/t88044-emulacao-do-ps5-no-pc-falha-nos-primeiros-testes-reais-com-jogos-comerciais" rel="noopener" target="_blank">emulação do PS5 no PC</a></strong>.</p>
<h2>Progresso acelerado e testes com Demon&#8217;s Souls</h2>
<p>O avanço repentino deve-se à transição do SharpEmu para um modelo de código aberto (<em>open source</em>), que atraiu programadores de várias frentes. Há poucos dias, o jogo da Rockstar nem sequer iniciava.</p>
<p>Um progresso semelhante foi documentado com o <em>remake</em> de Demon&#8217;s Souls para a consola da Sony. De um dia para o outro, o emulador passou de um ecrã totalmente negro para a exibição da secção de seleção de classes de personagens, embora a velocidade ainda se encontre fortemente limitada a apenas 1 FPS.</p>
<h2>Modder cria versão nativa de GTA V para a Nintendo Switch</h2>
<p>Paralelamente aos avanços no computador, o universo da modificação de consolas recebeu outra novidade de relevo. O desenvolvedor conhecido como M0jso conseguiu criar uma conversão nativa de GTA V projetada para correr diretamente no hardware modificado da <strong><a href="https://www.google.com/search?q=https://tugatech.com.pt/t87554-projeto-switchdeck-transforma-a-nintendo-switch-num-steam-deck-e-atinge-60-fps" rel="noopener" target="_blank">Nintendo Switch</a></strong> original, uma plataforma para a qual o jogo nunca foi lançado de forma oficial.</p>
<p>Nos testes demonstrados em vídeo, esta adaptação caseira apresenta um desempenho que oscila entre os 11 FPS e os 22 FPS. Apesar de a fluidez atual ainda comprometer a experiência de jogo regular, os trabalhos de otimização de código continuam a avançar, com a meta de alcançar os 30 FPS estáveis na consola portátil.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">Emulador da PS3 em PC</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>GitHub e PyPI introduzem limites temporais para travar ataques na cadeia de abastecimento</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:05:48 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88097-github-e-pypi-introduzem-limites-temporais-para-travar-ataques-na-cadeia-de-abastecimento</link>
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      <description>O GitHub e o PyPI (Python Package Index) implementaram novos mecanismos baseados em limites de tempo para reforçar a segurança do ecossistema de desenvolvimento de software. Esta medida coordenada visa proteger os utilizadores contra ataques na cadeia de abastecimento, limitando consideravelmente o impacto da disseminação de pacotes maliciosos em repositórios públicos.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Github logo" height="338" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-8262-58664.jpg" width="600"></p>
<p>O <strong><a href="http://github.blog/security/supply-chain-security/the-case-for-a-cooldown-why-dependabot-now-waits-before-issuing-version-updates/?utm_source=tugatech.com.pt" rel="noopener" target="_blank">GitHub</a></strong> e o PyPI (Python Package Index) implementaram novos mecanismos baseados em limites de tempo para reforçar a segurança do ecossistema de desenvolvimento de software. Esta medida coordenada visa proteger os utilizadores contra ataques na cadeia de abastecimento, limitando consideravelmente o impacto da disseminação de pacotes maliciosos em repositórios públicos.</p>
<h2>O período de carência do Dependabot</h2>
<p>No caso do <a href="https://tugatech.com.pt/t87963-github-reestrutura-programa-de-recompensas-para-filtrar-relatorios-de-ia" rel="noopener" target="_blank">GitHub</a>, a ferramenta de gestão de dependências Dependabot passa a contar com um período de carência predefinido de 72 horas. Isto significa que o serviço irá atrasar de forma automática a abertura de <em>pull requests</em> de atualização durante três dias após a publicação de uma nova versão de um determinado pacote.</p>
<p>Este intervalo foi escolhido estrategicamente de forma a equilibrar a segurança e a necessidade de manter as aplicações atualizadas. Como a grande maioria dos pacotes maliciosos em plataformas como o npm é detetada e denunciada pelas ferramentas de segurança poucos minutos após o lançamento, esta pausa de 72 horas mitiga a probabilidade de os repositórios adotarem código comprometido. Os programadores continuam a ter a flexibilidade de encurtar ou prolongar este atraso através das definições de configuração da ferramenta.</p>
<h2>PyPI bloqueia alterações em versões antigas</h2>
<p>Por sua vez, o PyPI adotou uma postura estritamente preventiva ao impedir que os mantenedores adicionem novos ficheiros a uma versão de um pacote se já tiverem decorrido mais de 14 dias desde a sua publicação original. A plataforma analisou o comportamento dos repositórios e concluiu que apenas uma percentagem ínfima de projetos legítimos faz o upload de ficheiros após duas semanas do lançamento inicial de uma versão.</p>
<p>Com esta restrição de 14 dias, o PyPI neutraliza o risco de atacantes que consigam comprometer tokens de publicação ou fluxos de trabalho injetarem código nocivo em versões antigas e amplamente partilhadas, que já gozam da total confiança da comunidade. Embora a plataforma confirme que nenhum ataque conhecido no passado utilizou esta técnica específica de envenenamento de lançamentos antigos, o bloqueio foi ativado como uma salvaguarda proativa.</p>
<h2>Resposta a uma vaga de ciberataques</h2>
<p>Estas medidas de proteção avançada surgem na sequência de um ano problemático, marcado por várias campanhas criminosas de alto perfil contra ecossistemas de programação aberta. Operações maliciosas como os ataques &#8220;chalk&#8221; e &#8220;debug&#8221;, a operação &#8220;s1ngularity&#8221;, a campanha &#8220;Shai-Hulud&#8221; e o ataque &#8220;GhostAction&#8221; demonstraram a urgência de blindar as infraestruturas de desenvolvimento.</p>
<p>Para os programadores e empresas que operam no mercado português e europeu, estas alterações traduzem-se numa camada adicional de tranquilidade na integração diária de pacotes de terceiros. O GitHub salienta ainda que estes prazos de segurança têm limitações contra ameaças persistentes a longo prazo, recomendando o uso complementar de ficheiros de bloqueio (<em>lockfiles</em>), tokens com permissões restritas e a desativação de scripts de instalação desnecessários em ambientes de integração contínua (CI).</p>
</div>
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        <media:description type="plain">Github logo</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Samsung disponibiliza atualização de segurança de julho de 2027 para os Galaxy A57 e A27</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:04:21 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88093-samsung-disponibiliza-atualizacao-de-seguranca-de-julho-de-2027-para-os-galaxy-a57-e-a27</link>
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      <description>A Samsung começou a expandir a distribuição do seu patch de segurança mais recente a dispositivos de gama média. Depois de ter priorizado os modelos de topo e os dispositivos dobráveis de gerações anteriores, a marca sul-coreana disponibilizou o pacote de julho de 2027 para os smartphones Galaxy A57 e Galaxy A27.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Samsung Galaxy A57" height="324" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-6266-58659.jpg" width="600"></p>
<p>A <strong><a href="https://tugatech.com.pt/t88031-novos-dobraveis-da-samsung-carregam-mais-rapido-mas-perdem-40-de-longevidade-na-bateria" rel="noopener" target="_blank">Samsung</a></strong> começou a expandir a distribuição do seu patch de segurança mais recente a dispositivos de gama média. Depois de ter priorizado os modelos de topo e os dispositivos dobráveis de gerações anteriores, a marca sul-coreana disponibilizou o pacote de julho de 2027 para os smartphones Galaxy A57 e Galaxy A27.</p>
<p>De acordo com as informações partilhadas por utilizadores na rede social <strong><a href="https://x.com/Kailash0729/status/2080333796105449883?utm_source=tugatech.com.pt" rel="noopener" target="_blank">X</a></strong>, a disponibilização do novo firmware está a ser feita de forma faseada. No caso do Galaxy A57, a atualização foi intercetada na variante comercializada na Índia, enquanto o Galaxy A27 começou a receber o mesmo software no mercado da Coreia do Sul.</p>
<h2>Detalhes das compilações e correções</h2>
<p>A nova versão de software para o Galaxy A57 surge sob o identificador A576BXXS4AZG7, traduzindo-se num descarregamento que exige cerca de 383,75 MB de espaço no armazenamento do telemóvel. Por sua vez, o Galaxy A27 recebe a compilação A276KKSS2AZG1, embora o tamanho específico deste pacote não tenha sido detalhado nas fontes.</p>
<p>O pacote de segurança de julho foca-se inteiramente na estabilidade e proteção dos dispositivos. No total, a fabricante incluiu resoluções para 57 vulnerabilidades de segurança que tinham sido identificadas em edições anteriores do sistema da marca. Esta instalação destina-se apenas a mitigar falhas, pelo que não são introduzidos novos recursos ou alterações visuais em nenhum dos dois smartphones.</p>
<h2>Como verificar a atualização em Portugal</h2>
<p>Como é habitual neste tipo de atualizações da fabricante, a libertação está a ser feita gradualmente via OTA (<em>Over-The-Air</em>), o que significa que os utilizadores deverão receber uma notificação automática assim que o software estiver disponível para o respetivo modelo local.</p>
<p>Para quem possui um destes equipamentos e pretende verificar a disponibilidade do patch manualmente, o processo pode ser feito através do menu do dispositivo. Para isso, basta aceder a Configurações, selecionar a opção Atualização de software e, por fim, carregar em Procurar atualizações.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">Samsung Galaxy A57</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Marvel revela Ghost Rider com Ryan Gosling e novo trailer de Avengers</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:03:27 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88095-marvel-revela-ghost-rider-com-ryan-gosling-e-novo-trailer-de-avengers</link>
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      <description>A Marvel aproveitou a Comic-Con para apresentar grandes novidades sobre o seu universo cinematográfico, confirmando novos atores e lançamentos de peso. Entre os destaques estão a introdução de uma estrela de Hollywood no papel de Motoqueiro Fantasma e detalhes inéditos sobre as próximas produções da saga heróica.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Ghost Rider ryan" height="337" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-8487-58662.jpg" width="600"></p>
<p>A <strong><a href="https://tugatech.com.pt/t87594-novo-trailer-de-marvel-s-wolverine-para-a-ps5-explora-a-mente-sombria-de-logan" rel="noopener" target="_blank">Marvel</a></strong> aproveitou a Comic-Con para apresentar grandes novidades sobre o seu universo cinematográfico, confirmando novos atores e lançamentos de peso. Entre os destaques estão a introdução de uma estrela de Hollywood no papel de Motoqueiro Fantasma e detalhes inéditos sobre as próximas produções da saga heróica.</p>
<h2>Ryan Gosling assume papel de Ghost Rider no MCU</h2>
<p>A confirmação de que Ryan Gosling vai integrar o elenco do estúdio como Ghost Rider foi um dos momentos mais marcantes do evento. A longa-metragem a solo terá a realização de Shawn Levy, conhecido pelo seu trabalho em Deadpool &amp; Wolverine, e tem a estreia planeada para o ano de 2028.</p>
<p>No mesmo painel, o realizador Ryan Coogler subiu ao palco para oficializar o lançamento de Black Panther III, agendado para 15 de dezembro de 2028. O filme vai introduzir David Jonsson no papel de filho de T’Chala, assumindo a identidade do novo protetor de Wakanda.</p>
<h2>Avengers ganha trailer e surpresa com Deadpool</h2>
<p>As novidades estenderam-se ainda ao próximo capítulo dos Vingadores. O público teve a oportunidade de assistir a um novo trailer de Avengers: Doomsday, que acabou por sugerir um elemento extra no elenco principal.</p>
<p>Durante a apresentação, <a href="https://www.google.com/search?q=https://tugatech.com.pt/t87781-ryan-reynolds-confirma-novo-filme-de-deadpool-a-caminho-dos-cinemas" rel="noopener" target="_blank">Ryan</a> Reynolds surgiu no meio do público caracterizado como Deadpool. O ator questionou os realizadores do filme, Joe e Anthony Russo, sobre a viabilidade de uma participação na história. Embora os irmãos Russo tenham indicado que a produção está praticamente concluída, deixaram em aberto a possibilidade de incluir a personagem. Por fim, o estúdio confirmou o regresso de Hayley Atwell ao papel de Peggy Carter.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">Ghost Rider ryan</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Apple Watch acerta no ritmo cardíaco, mas falha até 93% na contagem de calorias</title>
      <dc:creator>Pedro Fernandes</dc:creator>
      <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 16:02:27 +0000</pubDate>
      <link>https://tugatech.com.pt/t88096-apple-watch-acerta-no-ritmo-cardiaco-mas-falha-ate-93-na-contagem-de-calorias</link>
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      <description>Apesar das melhorias contínuas desde o lançamento da primeira versão em 2015, que culminaram no atual Apple Watch Series 11, os smartwatches mantêm uma grande limitação: não conseguem medir as calorias queimadas com precisão real. Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, focado no comportamento destes equipamentos em 2024, revela que modelos populares de marcas como a Apple, Fitbit, Microsoft e Samsung apresentam margens de erro perigosas na monitorização do gasto energético, mesmo mostrando-se rigorosos a medir o batimento cardíaco dos utilizadores.</description>
      <content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align:center"><img loading="lazy" decoding="async" alt="Apple Watch em uso" height="450" src="https://cdn.tugatech.com.pt/imagens/artigos/2026/07/26/tugatech-9238-58663.jpg" width="600"></p>
<p>Apesar das melhorias contínuas desde o lançamento da primeira versão em 2015, que culminaram no atual Apple Watch Series 11, os smartwatches mantêm uma grande limitação: não conseguem medir as calorias queimadas com precisão real. Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, focado no comportamento destes equipamentos em 2024, revela que modelos populares de marcas como a <a href="https://tugatech.com.pt/t88042-apple-watch-se-o-que-deve-ter-em-conta-antes-de-comprar" rel="noopener" target="_blank">Apple</a>, Fitbit, Microsoft e <a href="https://tugatech.com.pt/t87923-galaxy-watch-ultra-2-da-samsung-ganha-aplicacao-de-mergulho-com-subscricao" rel="noopener" target="_blank">Samsung</a> apresentam margens de erro perigosas na monitorização do gasto energético, mesmo mostrando-se rigorosos a medir o batimento cardíaco dos utilizadores.</p>
<p>A investigação analisou as métricas de sete dispositivos de pulso com o apoio de 60 voluntários, cobrindo modelos como o Microsoft Band e o Samsung Gear S2. Os resultados, que foram publicados na revista científica Journal of Personalized Medicine, mostraram que o relógio inteligente mais apurado falhou, em média, por 27% quando comparado com a leitura de um eletrocardiograma de nível médico. No extremo oposto, o aparelho menos fiável dos testes registou um erro chocante de 93%.</p>
<p>&#8220;As medições de gasto energético falharam redondamente&#8221;, explicou o Dr. Euan Ashley, autor principal do artigo científico, assumindo surpresa perante a escala do desvio registado por esta tecnologia.</p>
<h2>Por que motivo os algoritmos falham?</h2>
<p>A resposta direta para esta imprecisão de fundo prende-se com as limitações físicas inerentes aos pequenos aparelhos. Como não conseguem ler e analisar diretamente o metabolismo biológico de quem os usa, os sensores limitam-se a compilar dados indiretos e a usar métodos de substituição para gerar um valor aproximado do gasto calórico.</p>
<p>Anna Shcherbina, professora assistente e participante na investigação de Stanford, atribui a culpa aos algoritmos de aprendizagem automática utilizados pelas marcas. A especialista explica que a energia despendida por cada ser humano é altamente variável e está dependente do grau de condição física, da altura e do peso do utilizador. Inserir manualmente os teus dados biométricos no relógio ajuda a refinar a avaliação final, mas o excesso de variáveis em jogo torna a apresentação de um número calórico exato impossível.</p>
<p>Um estudo mais recente publicado pela Nature agrava o cenário. A pesquisa detalha que o simples facto de os relógios combinarem estimativas de vários sensores para gerar a contagem acaba por criar um grande problema interno, visto que os pequenos erros de leitura de cada componente tendem a acumular-se ao longo da atividade. A mesma publicação demonstrou que as percentagens de humidade na pele e até o próprio tom de pele de quem treina bloqueiam e afetam a eficácia dos sensores de leitura, comprometendo toda a matemática da máquina.</p>
<h2>A adivinhação do exercício no pulso</h2>
<p>Para tentarem contornar as suas próprias limitações mecânicas, os dispositivos baseiam a leitura numa conjugação complexa de métricas. Equipamentos avançados captam oscilações através do acelerómetro e do giroscópio, conjugam percursos com o sinal de GPS durante o desporto ao ar livre, e somam a frequência cardíaca para deduzir que tipo de esforço está a ser feito.</p>
<p>Os algoritmos modernos tentam identificar exercícios de forma inteligente pela simples observação dos movimentos padrão. Se a máquina registar passos regulares lentos aliados a um batimento brando, assume tratar-se de uma caminhada tranquila. Quando optas por uma máquina de remo, o sistema tenta reconhecer os ciclos repetitivos puxados pelos braços. No caso do ciclismo, o relógio procura uma deslocação contínua acompanhada de um pulso que se mantém estático no guiador. Independentemente da tecnologia envolvida na identificação do desporto, convém assumires na tua rotina um detalhe prático: a informação de calorias queimadas mostrada no fim do exercício é pouco mais do que um palpite educado do relógio, nunca um facto laboratorial absoluto.</p>
</div>
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        <media:description type="plain">Apple Watch em uso</media:description>
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