<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss version="2.0"><channel><title>AVAC Magazine: Revista Técnica da Refrigeração e do Ar Condicionado</title><link>https://www.avacmagazine.pt</link><description>A melhor fonte de informação de engenharia: Aquecimento, Ventilação, Ar Condicionado, Refrigeração, etc</description><ttl>100</ttl><item><title>Desmitificando a desumidificação através de materiais dessecantes</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/desmitificando-a-desumidificacao-atraves-de-materiais-dessecante/</link><guid isPermaLink='false'>3623</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/desumidificacao.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R</span></p>

<p><strong>Algumas pessoas acreditam que a desumidifica&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de materiais dessecantes &eacute; demasiado complexa e confusa de se compreender, que &eacute; ineficiente, ou excessivamente dispendiosa e s&oacute; deve ser aplicada em casos extremos, onde n&atilde;o h&aacute; outra alternativa. Com este artigo espera-se poder esclarecer esses equ&iacute;vocos.</strong></p>

<p>Na verdade, a desumidifica&ccedil;&atilde;o com meios dessecantes &eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o eficiente em termos energ&eacute;ticos, sustent&aacute;vel e econ&oacute;mica para qualquer ambiente que o ar necessite de remo&ccedil;&atilde;o de humidade. Quando aplicada corretamente, este processo pode ser uma op&ccedil;&atilde;o termodinamicamente vantajosa.</p>

<p></p>

<h2>Definindo Desumidifica&ccedil;&atilde;o</h2>

<p>A ASHRAE definiu desumidifica&ccedil;&atilde;o como a remo&ccedil;&atilde;o do vapor de &aacute;gua do ar, de gases ou de outros fluidos.1 Neste artigo, iremos explorar a desumidifica&ccedil;&atilde;o do ar ambien­te. Este processo aplica-se tanto ao ar proveniente de ambientes interiores (ar recirculado), do exterior, ou “ar novo”, (associado ao processo de ventila&ccedil;&atilde;o) como de qualquer combina&ccedil;&atilde;o de ambos.</p>

<p>O objetivo &eacute; manter os ambientes interiores em n&iacute;veis particulares de humida­de relativa, ou de temperatura de ponto de orvalho. Indo um passo mais al&eacute;m, a desumidifica&ccedil;&atilde;o trata da remo­&ccedil;&atilde;o e subsequente transfer&ecirc;ncia de humidade de onde &eacute; considerada indesej&aacute;vel (geralmente em ambientes in­teriores) para onde ela n&atilde;o &eacute; (geralmente em ambientes exteriores).</p>

<p></p>

<h2>M&eacute;todo tradicional de desumidifica&ccedil;&atilde;o</h2>

<p>A refrigera&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica, utilizando fluidos frigorig&eacute;neos, tem sido utilizada para climatizar edif&iacute;cios comerciais desde que foi apresentada ao p&uacute;blico americano na Exposi&ccedil;&atilde;o Mundial de 1904, em St. Louis, Missouri, nos Estados Unidos.2 Desde ent&atilde;o, tornou-se a solu&ccedil;&atilde;o tra­dicional para o arrefecimento de edif&iacute;cios de todos os tipos.</p>

<p>Embora os sistemas comerciais e residenciais tenham evolu&iacute;do desde os seus prim&oacute;rdios (quando utilizavam gases t&oacute;xicos ou inflam&aacute;veis, como o amon&iacute;aco, o di&oacute;­xido de enxofre, o cloreto de metilo ou o propano, que poderiam causar acidentes fatais em caso de fuga), o princ&iacute;pio de utilizar um fluido a baixa temperatura para arrefecer uma superf&iacute;cie, que depois desumidifica o ar, n&atilde;o se desviou desta abordagem original.</p>

<p>Os modernos sistemas de ar condicionado (AC) ainda utilizam um flui­do frigorig&eacute;neo que, quando circulando atrav&eacute;s de um permutador de calor, pode remover o calor sens&iacute;vel e latente indesejado dos edif&iacute;cios e transport&aacute;-lo para o exterior. O pr&oacute;prio fluido frigorig&eacute;neo pode arrefecer di­retamente o permutador de calor (sistema de expans&atilde;o direta) ou ser utilizado em equipamentos que arrefecem um fluido interm&eacute;dio, como &eacute; o caso da &aacute;gua (sistema de &aacute;gua refrigerada, ou arrefecida).</p>

<p>O permutador de calor utilizado &eacute; tipicamente uma bateria de tubos localizada numa unidade de tratamento de ar. O fluido de arrefeci­mento, l&iacute;quido ou vapor, circula no interior dos tubos de cobre da bateria, arrefecendo a sua superf&iacute;cie bem como a das alhetas de alum&iacute;nio adjacentes, de que esses equi­pamentos disp&otilde;em. &Agrave; medida que o “ar quente” passa pela serpentina, a sua temperatura &eacute; reduzida, enquanto o calor &eacute; removido. Dependendo da temperatura de sa&iacute;da do ar, o calor latente tamb&eacute;m pode ser removido num processo de mudan&ccedil;a de fase, formando-se um conden­sado l&iacute;quido, o que permite reduzir a humidade espec&iacute;fica do ar. &Eacute; assim o processo de desumidifica&ccedil;&atilde;o. O ar, desta forma dito condicionado, &eacute; ent&atilde;o distribu&iacute;do para o am­biente interior com o objetivo de manter a temperatura e a humidade relativa em valores compat&iacute;veis com o con­forto, ou com a produ&ccedil;&atilde;o, segundo o processo que a ele recorre. &Eacute; importante compreender que, geralmente, os sistemas tradicionais com baterias de arrefecimento s&atilde;o concebidos principalmente para arrefecer o ar de forma sens&iacute;vel (...)</p>

<p></p>

<h6>Autor <strong>David Schurk</strong>, Membro Vital&iacute;cio da ASHRAE<br />
Diretor de Mercados de Sa&uacute;de e Engenharia Aplicada da Innovative Air Technologies<br />
em Covington, Ge&oacute;rgia, nos Estados Unidos</h6>

<p></p>

<h5>Leia o artigo na integra na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 21 Sep 2026 16:02:16 GMT</pubDate></item><item><title>Carrier alarga utilização de refrigerante A2L ao Vector HE 17</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/carrier-alarga-utilizacao-refrigerante-A2L-ao-vector-HE17/</link><guid isPermaLink='false'>3622</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/carrier-interior.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<h6></h6>

<h6>Margarida Caferra</h6>

<p></p>

<p><strong>A Carrier Transicold vai introduzir no Vector HE 17 um sistema de seguran&ccedil;a em duas etapas desenvolvido para a utiliza&ccedil;&atilde;o de refrigerantes A2L. A unidade foi concebida para operar com R454A, com um potencial de aquecimento global, </strong><strong>GWP, de 239, valor at&eacute; 89% inferior ao do R452A, utilizado como refer&ecirc;ncia no setor segundo a empresa. </strong></p>

<p>A solu&ccedil;&atilde;o est&aacute; a ser apresentada na IAA Transportation, que decorre entre 15 e 20 de setembro, em Hannover, na Alemanha. A tecnologia j&aacute; tinha sido aplicada pela Carrier Transicold no Vector HE 19 e passa agora a integrar o Vector HE 17, alargando a utiliza&ccedil;&atilde;o de refrigerantes com menor potencial de aquecimento global na gama destinada ao transporte refrigerado.</p>

<p>O R454A pertence &agrave; classe de seguran&ccedil;a A2L. Estes refrigerantes apresentam caracter&iacute;sticas de inflamabilidade ligeira, o que exige a ado&ccedil;&atilde;o de medidas t&eacute;cnicas espec&iacute;ficas para controlar os riscos associados &agrave; sua utiliza&ccedil;&atilde;o. A abordagem desenvolvida pela Carrier Transicold combina medidas de prote&ccedil;&atilde;o integradas no equipamento, controlo durante o fabrico, dete&ccedil;&atilde;o de fugas e um sistema de resposta em duas etapas.</p>

<h2>Sistema atua em duas etapas em caso de fuga</h2>

<p></p>

<p>O Vector HE 17 foi concebido para manter o refrigerante no circuito e limitar uma eventual liberta&ccedil;&atilde;o, preservando simultaneamente a fiabilidade e a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica do equipamento.</p>

<p>Ao primeiro sinal de fuga, o sistema ativa um alarme e a circula&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada de ar. Se necess&aacute;rio, pode depois isolar automaticamente o refrigerante e desloc&aacute;-lo para uma zona afastada da &aacute;rea de carga, ajudando a proteger pessoas, carga e ambiente.</p>

<p>“A transi&ccedil;&atilde;o para refrigerantes com menor GWP representa uma oportunidade importante para reduzir o impacto ambiental do transporte refrigerado”, afirma Victor Calvo, vice-presidente e diretor-geral da Carrier Transicold International Truck Trailer. O respons&aacute;vel acrescenta que a extens&atilde;o desta abordagem ao Vector HE 17 combina a utiliza&ccedil;&atilde;o de um refrigerante com menor GWP com medidas t&eacute;cnicas destinadas a apoiar a seguran&ccedil;a, a fiabilidade e a conformidade regulamentar, sem comprometer o desempenho exigido pelos clientes.</p>

<h2>R454A apresenta GWP de 239</h2>

<p></p>

<p>O R454A utilizado no Vector HE 17 apresenta um GWP de 239, enquanto o R452A, utilizado como refer&ecirc;ncia no setor segundo a Carrier Transicold, apresenta um GWP de 2140. A diferen&ccedil;a corresponde a uma redu&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 89 % neste indicador.</p>

<p>A Carrier Transicold publicou ainda um documento t&eacute;cnico sobre a ado&ccedil;&atilde;o de refrigerantes A2L com baixo GWP no transporte refrigerado, que aborda as medidas destinadas &agrave; prote&ccedil;&atilde;o da carga, &agrave; conformidade regulamentar e &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do impacto ambiental destes sistemas.</p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 14:50:23 GMT</pubDate></item><item><title>Concursos públicos: os mais recentes</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/concursos-publicos-os-mais-recentes/</link><guid isPermaLink='false'>2035</guid><description><![CDATA[<p><strong>Consulte, no quadro-resumo, os concursos p&uacute;blicos mais recentes, no setor do AVAC e refrigera&ccedil;&atilde;o.</strong></p>

<p>As informa&ccedil;&otilde;es apresentadas no quadro-resumo t&ecirc;m por base os an&uacute;ncios publicados no Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica. Por esse motivo, lembramos que de acordo com o nº 4 do artigo 40º do CCP “As indica&ccedil;&otilde;es constantes do programa do procedimento, do caderno de encargos e da mem&oacute;ria descritiva prevalecem sobre as indica&ccedil;&otilde;es do an&uacute;ncio em caso de diverg&ecirc;ncia”.</p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 18 de setembro</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>EM-26/00141 - Empreitada de Instala&ccedil;&atilde;o de Equipamentos de Avac em Edif&iacute;cios Escolares</td>
			<td>145 460,00€</td>
			<td>12-out</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Sintra</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/182/419973103.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 15 de setembro</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Fornecimento de Filtros de AVAC para as unidades de Portim&atilde;o e Terras do Infante</td>
			<td>60 000,00€</td>
			<td>28-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de do Algarve, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/177/419972563.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>fornecimento de equipamentos de climatiza&ccedil;&atilde;o para as salas do pr&eacute;-escolar do Centro Escolar Prof.ª Filomena Mesquita</td>
			<td>1 580,00€</td>
			<td>15-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Cabeceiras de Basto</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/175/419972460.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 09 de setembro</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Servi&ccedil;os de m&atilde;o de obra nas &aacute;reas da constru&ccedil;&atilde;o civil e AVAC</td>
			<td>467 309,76€</td>
			<td>07-out</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Universidade do Porto</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/175/419972219.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Filtros para Sistema AVAC Plurianual: 2026-2027-2028</td>
			<td>248 648,50€</td>
			<td>06-out</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de do Oeste, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/174/419972148.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o de equipamentos AVAC para o edif&iacute;cio 21A - NPD n.º 5493009487 .</td>
			<td>141 225,00€</td>
			<td>01-out</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>INFARMED - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Sa&uacute;de, IP</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/173/419972188.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Fornecimento e montagem de equipamentos de AVAC e de climatiza&ccedil;&atilde;o em instala&ccedil;&otilde;es municipais</td>
			<td>134 850,00€</td>
			<td>16-set</td>
			<td>Qualidade/Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Loures</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/173/419972137.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 04 de setembro</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Empreitada para substitui&ccedil;&atilde;o de caixilharias, IE, telecomunica&ccedil;&otilde;es e AVAC, reboco dos pilares na entrada principal no Pal&aacute;cio da Justi&ccedil;a de Ponta do Sol</td>
			<td>185 000,00€</td>
			<td>06-out</td>
			<td>Qualidade/Pre&ccedil;o</td>
			<td>Instituto de Gest&atilde;o Financeira e Equipamentos da Justi&ccedil;a, IP</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/172/419971775.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Remodela&ccedil;&atilde;o dos sistemas de AVAC e sistema de hidr&aacute;ulica AQS das oficinas gerais do Carvalhido</td>
			<td>164 727,75€</td>
			<td>23-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio do Porto</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/170/419971904.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de manuten&ccedil;&atilde;o preventiva e corretiva de equipamentos m&eacute;dicos, estomatologia e AVAC da ULS do M&eacute;dio Tejo</td>
			<td>137 700,00€</td>
			<td>15-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de do M&eacute;dio Tejo, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/171/419971754.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 01 de setembro</h2>

<p></p>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Remodela&ccedil;&atilde;o do Sistema de AVAC dos Anfiteatros B001, B002 e B003 da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto</td>
			<td>233 010,00€</td>
			<td>16-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Universidade do Porto</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/169/419971859.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>FORNECIMENTO E MONTAGEM DE EQUIPAMENTO DE AR CONDICIONADO PARA O EDIF&Iacute;CIO DO RSB DA GRA&Ccedil;A - PROCESSO Nº 100/CP/DGES/ND/2026</td>
			<td>16 976,00€</td>
			<td>15-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Lisboa</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/09/169/419971814.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de manuten&ccedil;&atilde;o preventiva e corretiva de AVAC’s, incluindo a aquisi&ccedil;&atilde;o de novos equipamentos</td>
			<td>157 321,65€</td>
			<td>07-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Tratolixo - Tratamento de Residuos S&oacute;lidos, EIM - Empresa Intermunicipal, SA</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/167/419971547.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 27 de agosto</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o e Instala&ccedil;&atilde;o de Equipamentos de Climatiza&ccedil;&atilde;o para o Gin&aacute;sio Complexo de Lazer de Vila Verde</td>
			<td>89 978,00€</td>
			<td>10-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Vila Verde</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/165/419971297.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 24 de agosto</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Altera&ccedil;&atilde;o da Central T&eacute;rmica do Hospital do Fund&atilde;o</td>
			<td>89 107,00€</td>
			<td>14-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de da Cova da Beira, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/163/419971011.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de manuten&ccedil;&atilde;o dos Sistemas de Aquecimento, Ventila&ccedil;&atilde;o e Ar Condicionado (AVAC), Produ&ccedil;&atilde;o de &Aacute;guas Quentes Sanit&aacute;rias (AQS) e G&aacute;s</td>
			<td>207 000,00€</td>
			<td>07-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Guimar&atilde;es</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/161/419970758.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>PAQ 266/2026 - Aluguer de Chiller para o sistema AVAC do Pavilh&atilde;o Multiusos - EDOC/2026/78031</td>
			<td>50 000,00€</td>
			<td>30-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Viseu</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/162/419971010.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 20 de agosto</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>26A00036 - Empreitada de instala&ccedil;&atilde;o de AVAC nos pisos -1 e 6 do edif&iacute;cio do Departamento de Matem&aacute;tica da Faculdade de Ci&ecirc;ncias e Tecnologia da Universidade de Coimbra</td>
			<td>399 999,99€</td>
			<td>01-out</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Universidade de Coimbra</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/158/419970427.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Fornecimento e instala&ccedil;&atilde;o de sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o e de produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas quentes sanit&aacute;rias para as Resid&ecirc;ncias de Santiago da Universidade de Aveiro</td>
			<td>92 000,00€</td>
			<td>02-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Universidade de Aveiro</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/159/419970584.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>CP 2805/26 – Climatiza&ccedil;&atilde;o Servi&ccedil;o de Rouparia</td>
			<td>41 215,00€</td>
			<td>01-set</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Instituto Portugu&ecirc;s de Oncologia do Porto Francisco Gentil, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/158/419970361.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<h2></h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size: 11px;">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Empreitada de substitui&ccedil;&atilde;o de cobertura e AVAC da EB Salgueiro Maia</td>
			<td>412 232,90€</td>
			<td>02-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Palmela</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/128/419965996.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>
 ]]></description><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 10:42:22 GMT</pubDate></item><item><title>Terá a China influenciado a adoção do ar condicionado nos EUA?</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/tera-a-china-influenciado-adocao-ar-condicionado-nos-eua/</link><guid isPermaLink='false'>3621</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/china-eua.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Segundo um professor da Universidade da Calif&oacute;rnia em Berkeley, o pa&iacute;s asi&aacute;tico poder&aacute; ter contribu&iacute;do para a descida dos pre&ccedil;os dos equipamentos de climatiza&ccedil;&atilde;o no in&iacute;cio dos anos 2000.</strong></p>

<p>Com a entrada da China na Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC) em 2001, aumentaram tamb&eacute;m as exporta&ccedil;&otilde;es chinesas de equipamentos de ar condicionado. <a href="https://energyathaas.wordpress.com/2026/08/31/did-the-china-shock-increase-air-conditioning-adoption/" target="_blank">Num artigo publicado no Energy Institute Blog,</a> Lucas Davis, professor do Energy Institute at Haas da Universidade da Calif&oacute;rnia em Berkeley, analisa a poss&iacute;vel rela&ccedil;&atilde;o entre o aumento da concorr&ecirc;ncia das importa&ccedil;&otilde;es chinesas e a evolu&ccedil;&atilde;o do mercado norte-americano de ar condicionado residencial. Segundo Davis, o pa&iacute;s poder&aacute; ter contribu&iacute;do para baixar os pre&ccedil;os dos equipamentos e acelerar a sua ado&ccedil;&atilde;o nos EUA.</p>

<p>Os dados analisados apontam para uma redu&ccedil;&atilde;o particularmente acentuada dos pre&ccedil;os dos aparelhos de ar condicionado de ambiente entre 2000 e 2009. Com base em dados da Consumer Reports, o autor estima que o pre&ccedil;o m&eacute;dio tenha ca&iacute;do cerca de 50 % durante esse per&iacute;odo, enquanto a partir de 2010, os pre&ccedil;os permaneceram essencialmente est&aacute;veis.</p>

<p>Esta evolu&ccedil;&atilde;o coincide, segundo Davis, com o per&iacute;odo habitualmente identificado como o auge do <em>China shock</em>. Em 2011, a maioria dos equipamentos de ar condicionado vendidos nos EUA j&aacute; era fabricada na China. Atualmente, o pa&iacute;s representa cerca de 70 % da produ&ccedil;&atilde;o mundial deste tipo de equipamento, <a href="https://www.iea.org/reports/the-future-of-cooling-in-china" target="_blank">segundo dados da Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia (IEA).</a></p>

<h2>A decis&atilde;o de compra depende de v&aacute;rios fatores</h2>

<p>Mas ter&aacute; a descida dos pre&ccedil;os aumentado efetivamente a penetra&ccedil;&atilde;o do ar condicionado? De acordo com dados do Residential Energy Consumption Survey (RECS), a percentagem de lares norte-americanos com algum tipo de ar condicionado passou de 77 % em 2001 para 87 % em 2009. Depois, manteve-se praticamente inalterada.</p>

<p>Davis reconhece, contudo, que esta evolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o permite estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o causal, tendo em conta que a ado&ccedil;&atilde;o j&aacute; tinha aumentado de 68 % para 77 % entre 1993 e 2001, antes da entrada da China na OMC. Al&eacute;m disso, o autor sublinha que fatores como o rendimento, o clima e outras caracter&iacute;sticas das habita&ccedil;&otilde;es influenciam as decis&otilde;es de aquisi&ccedil;&atilde;o, para al&eacute;m do pre&ccedil;o do equipamento.</p>

<p>Ainda assim, a an&aacute;lise levanta uma quest&atilde;o relevante para o setor AVAC: quando o com&eacute;rcio internacional reduz o custo dos equipamentos, at&eacute; que ponto essa redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o estimula a sua utiliza&ccedil;&atilde;o? Para Davis, a quest&atilde;o ultrapassa o ar condicionado residencial e pode servir para uma an&aacute;lise mais aprofundada do seu impacto no consumo de eletricidade, na utiliza&ccedil;&atilde;o de refrigerantes e nas emiss&otilde;es de carbono.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 14:22:44 GMT</pubDate></item><item><title>Mitsubishi Electric triplica desempenho térmico de permutador</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/mitsubishi-electric-triplica-desempenho-termico-de-permutador/</link><guid isPermaLink='false'>3620</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/permutador-mitsubishi.JPG" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<h6></h6>

<h6>Margarida Caferra</h6>

<p></p>

<p><strong>A Mitsubishi Electric desenvolveu um novo permutador de calor de placas para equipamentos de climatiza&ccedil;&atilde;o com bomba de calor que apresenta um desempenho de transfer&ecirc;ncia t&eacute;rmica cerca de tr&ecirc;s vezes superior ao dos modelos convencionais da empresa. A nova estrutura permite reduzir a carga de refrigerante necess&aacute;ria para aproximadamente um ter&ccedil;o.</strong></p>

<p>O desenvolvimento responde &agrave; necessidade de reduzir a quantidade de refrigerante utilizada nos equipamentos com bomba de calor, num contexto de maior restri&ccedil;&atilde;o aos fluidos com elevado potencial de aquecimento global. A empresa destaca que refrigerantes de nova gera&ccedil;&atilde;o, como o R32, apresentam um GWP inferior, mas muitos s&atilde;o inflam&aacute;veis, tornando relevante a redu&ccedil;&atilde;o da carga para diminuir o perigo associado a eventuais fugas acidentais.</p>

<p>Nos permutadores convencionais de placas ranhuradas, o aumento da transfer&ecirc;ncia de calor encontra limita&ccedil;&otilde;es de desempenho. Para ultrapass&aacute;-las, a Mitsubishi Electric desenvolveu uma nova estrutura com microalhetas desfasadas de elevada densidade entre placas planas, destinada a aumentar a transfer&ecirc;ncia t&eacute;rmica.</p>

<h2>Canais distribuem refrigerante pelas placas</h2>

<p></p>

<p>A utiliza&ccedil;&atilde;o das microalhetas colocou, contudo, um desafio relacionado com a distribui&ccedil;&atilde;o irregular do escoamento bif&aacute;sico de g&aacute;s e l&iacute;quido. Para o resolver, o novo permutador incorpora canais de distribui&ccedil;&atilde;o junto &agrave;s entradas e sa&iacute;das do fluido, assegurando uma distribui&ccedil;&atilde;o mais uniforme do refrigerante pelas placas.</p>

<p>A posi&ccedil;&atilde;o destes canais foi definida atrav&eacute;s de uma tecnologia de an&aacute;lise desenvolvida pela Mitsubishi Electric, utilizada para simular o comportamento do escoamento bif&aacute;sico entre as microalhetas. Os resultados permitiram otimizar a localiza&ccedil;&atilde;o dos canais e distribuir de forma uniforme o refrigerante bif&aacute;sico por toda a superf&iacute;cie das placas.</p>

<p>Segundo a empresa, a combina&ccedil;&atilde;o das duas solu&ccedil;&otilde;es permite alcan&ccedil;ar um desempenho de transfer&ecirc;ncia de calor aproximadamente tr&ecirc;s vezes superior ao dos permutadores convencionais utilizados como refer&ecirc;ncia.</p>

<h2>Carga de refrigerante reduzida em dois ter&ccedil;os</h2>

<p></p>

<p>O aumento da transfer&ecirc;ncia t&eacute;rmica permite diminuir o n&uacute;mero de camadas de placas necess&aacute;rias no <a href="https://europe.mitsubishielectric.com/en/pr/global/2026/0914_rd/" target="_blank">permutador</a>. Como resultado, a carga de refrigerante pode ser reduzida em dois ter&ccedil;os, ficando em cerca de um ter&ccedil;o do n&iacute;vel necess&aacute;rio na solu&ccedil;&atilde;o convencional. A Mitsubishi Electric associa esta redu&ccedil;&atilde;o &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do impacto ambiental e ao aumento da seguran&ccedil;a na utiliza&ccedil;&atilde;o de refrigerantes inflam&aacute;veis.</p>

<p>A tecnologia pode ser aplicada a diferentes tipos de equipamentos, incluindo sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o a &aacute;gua, equipamentos de ar condicionado arrefecidos a ar e sistemas de bomba de calor para ve&iacute;culos el&eacute;tricos. A Mitsubishi Electric prev&ecirc; alargar a sua utiliza&ccedil;&atilde;o a equipamentos de climatiza&ccedil;&atilde;o comerciais e residenciais, bem como a sistemas de bomba de calor para ve&iacute;culos el&eacute;tricos que utilizem &aacute;gua ou fluido de arrefecimento.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:07:14 GMT</pubDate></item><item><title>CENTERM promove certificação para técnicos que trabalham com amoníaco</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/certificacao-para-tecnicos-que-trabalham-com-amoniaco/</link><guid isPermaLink='false'>3619</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/certificacao-aminiaco.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Para se prepararem para o exame, os profissionais podem frequentar uma forma&ccedil;&atilde;o de apoio &agrave; obten&ccedil;&atilde;o da Certifica&ccedil;&atilde;o C, organizada pela APIEF.</strong></p>

<p>O <a href="https://www.centerm.pt/index.html#intro" target="_blank">CENTERM</a> iniciou em agosto os <a href="https://www.centerm.pt/cer_nh3.html" target="_blank">exames para obten&ccedil;&atilde;o da Certifica&ccedil;&atilde;o C</a>, obrigat&oacute;ria para os t&eacute;cnicos que desenvolvam atividades de instala&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de equipamentos que utilizem amon&iacute;aco (NH3) como fluido frigorig&eacute;neo. A nova certifica&ccedil;&atilde;o decorre do Regulamento de Execu&ccedil;&atilde;o (UE) 2024/2215, que estabelece os requisitos m&iacute;nimos de qualifica&ccedil;&atilde;o das pessoas que interv&ecirc;m em equipamentos de refrigera&ccedil;&atilde;o, ar condicionado e bombas de calor.</p>

<p><a href="https://apirac.pt/centerm-inicia-certificacao-obrigatoria-para-tecnicos-que-trabalham-com-amoniaco-nh%e2%82%83-2/" target="_blank">As inscri&ccedil;&otilde;es para os exames j&aacute; est&atilde;o abertas</a> e destinam-se a t&eacute;cnicos que j&aacute; possuam Certifica&ccedil;&atilde;o de Fluorados – Categoria 1 ou Certifica&ccedil;&atilde;o A1 em F-GASES + Hidrocarbonetos. Para os profissionais que necessitem de prepara&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, a APIEF (Centro de Forma&ccedil;&atilde;o Profissional para a Ind&uacute;stria T&eacute;rmica, Energia e Ambiente) disponibiliza forma&ccedil;&atilde;o profissional certificada de apoio &agrave; obten&ccedil;&atilde;o da Certifica&ccedil;&atilde;o C.</p>

<p>O processo de avalia&ccedil;&atilde;o inclui uma componente te&oacute;rica e uma componente pr&aacute;tica, cada uma com um peso de 50 % na classifica&ccedil;&atilde;o final. Para obter aprova&ccedil;&atilde;o, o candidato tem de alcan&ccedil;ar no m&iacute;nimo 70 % em ambas as partes. No entanto, o CENTERM prev&ecirc; a possibilidade de repetir as componentes em caso de reprova&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A certifica&ccedil;&atilde;o &eacute; v&aacute;lida por sete anos. Durante este per&iacute;odo, o t&eacute;cnico certificado fica sujeito a um acompanhamento anual por parte do organismo. No quarto ano &eacute; realizada uma verifica&ccedil;&atilde;o interm&eacute;dia de compet&ecirc;ncias, destinada a avaliar a atualiza&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos, tendo em conta a evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica do setor e a regulamenta&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel.</p>

<p>O processo de certifica&ccedil;&atilde;o &eacute; assegurado pelo CENTERM – Centro Tecnol&oacute;gico para a Ind&uacute;stria T&eacute;rmica, Energia e Ambiente, uma associa&ccedil;&atilde;o sem fins lucrativos constitu&iacute;da em 2010 por iniciativa da APIRAC e de outras associa&ccedil;&otilde;es setoriais. Certificado pela CERTI, o organismo desenvolve atividades de certifica&ccedil;&atilde;o de pessoas, inspe&ccedil;&atilde;o setorial, ensaio e verifica&ccedil;&atilde;o de equipamentos, consultoria, auditoria e servi&ccedil;os t&eacute;cnicos nas &aacute;reas da energia e qualidade do ar interior.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 09:21:16 GMT</pubDate></item><item><title>Tarde Técnica da EFRIARC destaca novas soluções AVAC</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/tarde-tecnica-da-efriarc-destaca-novas-solucoes-avac/</link><guid isPermaLink='false'>3618</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/tarde-tecnica-porto.jpg" /></p>

<h6 style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></h6>

<h6>Margarida Caferra</h6>

<p></p>

<p><strong>Solu&ccedil;&otilde;es para reduzir o consumo energ&eacute;tico, integrar diferentes sistemas AVAC e recorrer a refrigerantes como o R290 e o R32 estiveram em destaque na Tarde T&eacute;cnica: Produtos Tecnologicamente Avan&ccedil;ados, promovida pela EFRIARC a 10 de setembro, no Porto. O encontro reuniu sete empresas do setor para a apresenta&ccedil;&atilde;o de tecnologias aplicadas &agrave; climatiza&ccedil;&atilde;o, tratamento de ar e produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente sanit&aacute;ria. </strong></p>

<p>A sess&atilde;o decorreu no Hotel AC Porto e contou com apresenta&ccedil;&otilde;es da ARFIT, BAXI, Panasonic, Samsung, CEST, REDGE e SGT Midea. Ao longo da tarde foram abordadas solu&ccedil;&otilde;es de moderniza&ccedil;&atilde;o de unidades de tratamento de ar, controlo de sistemas h&iacute;bridos e em cascata, recupera&ccedil;&atilde;o de calor, produ&ccedil;&atilde;o integrada de climatiza&ccedil;&atilde;o e &aacute;gua quente sanit&aacute;ria e evolu&ccedil;&atilde;o dos equipamentos de refrigera&ccedil;&atilde;o.</p>

<h2>Efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica na moderniza&ccedil;&atilde;o de equipamentos</h2>

<p></p>

<p>Na primeira apresenta&ccedil;&atilde;o, a ARFIT apresentou o WALLFIT, uma solu&ccedil;&atilde;o destinada &agrave; moderniza&ccedil;&atilde;o de unidades de tratamento de ar existentes atrav&eacute;s da substitui&ccedil;&atilde;o da sec&ccedil;&atilde;o de ventila&ccedil;&atilde;o por tecnologia EC FanWall, sem necessidade de substituir integralmente a unidade. O sistema permite controlo autom&aacute;tico de caudal e press&atilde;o, comunica&ccedil;&atilde;o Modbus e integra&ccedil;&atilde;o em sistemas BMS.</p>

<p>Nos dados apresentados pela empresa, para uma unidade at&eacute; 30 000 metros c&uacute;bicos por hora, a 800 Pa e em funcionamento durante 24 horas, a solu&ccedil;&atilde;o pode representar uma redu&ccedil;&atilde;o anual do consumo energ&eacute;tico pr&oacute;xima dos 40 %, correspondente a cerca de 17 000 kWh por ano. A estimativa apresentada aponta para uma poupan&ccedil;a de 3600 euros por ano e um per&iacute;odo m&aacute;ximo de retorno do investimento de tr&ecirc;s anos, considerando um custo de energia de 0,21 euros por kWh.</p>

<h2>Controlo e integra&ccedil;&atilde;o de diferentes sistemas</h2>

<p></p>

<p>A BAXI centrou a interven&ccedil;&atilde;o no Hybrid System Controller, desenvolvido para o controlo central e monitoriza&ccedil;&atilde;o de sistemas com diferentes geradores. O equipamento permite gerir at&eacute; oito geradores em cascata e em modo h&iacute;brido e disp&otilde;e de liga&ccedil;&atilde;o a sistemas BMS atrav&eacute;s de Modbus TCP e sinal de 0 a 10 V.</p>

<p>A integra&ccedil;&atilde;o abrange bombas de calor com R32 e R290, recorrendo a comunica&ccedil;&atilde;o Modbus-RTU entre os equipamentos e o sistema de controlo. A Panasonic apresentou, por sua vez, uma nova gera&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de controlo orientada para tr&ecirc;s n&iacute;veis de gest&atilde;o, atrav&eacute;s de controladores centralizados, controlo em cascata e integra&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplos sistemas.</p>

<h2>Sistemas h&iacute;bridos e recupera&ccedil;&atilde;o de calor</h2>

<p></p>

<p>Na segunda parte da sess&atilde;o, a Samsung apresentou o EHS Quint, uma solu&ccedil;&atilde;o h&iacute;brida que permite combinar climatiza&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente e operar em simult&acirc;neo com recupera&ccedil;&atilde;o de calor. Entre as caracter&iacute;sticas apresentadas est&atilde;o temperaturas de avan&ccedil;o da &aacute;gua at&eacute; 65 °C e classe de efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica A+++ em determinadas condi&ccedil;&otilde;es de funcionamento.</p>

<p>A solu&ccedil;&atilde;o utiliza R32 e incorpora medidas de seguran&ccedil;a espec&iacute;ficas para este refrigerante. Em caso de dete&ccedil;&atilde;o de fuga, o sistema pode proceder &agrave; recolha do fluido, fechar as v&aacute;lvulas de corte, ativar circula&ccedil;&atilde;o for&ccedil;ada de ar e emitir um alarme.</p>

<h2>Compressores<em> inverter</em> e menor carga de refrigerante</h2>

<p></p>

<p>A CEST apresentou o AERMEC NSMJ, um <em>chiller </em>equipado com compressor de parafuso <em>inverter</em>, baterias de microcanais, ventiladores EC e evaporador do tipo<em> shell-and-tube</em>.</p>

<p>De acordo com os dados apresentados, a utiliza&ccedil;&atilde;o de condensadores de microcanais permite reduzir entre 30 % e 50 % a carga de refrigerante e alcan&ccedil;ar uma efici&ecirc;ncia de transfer&ecirc;ncia t&eacute;rmica at&eacute; 40 % a 50 % superior. A configura&ccedil;&atilde;o recorre a componentes em ligas de alum&iacute;nio e procura tamb&eacute;m reduzir o peso e as dimens&otilde;es do equipamento.</p>

<h2>R290 ganha espa&ccedil;o nas solu&ccedil;&otilde;es apresentadas</h2>

<p></p>

<p>A REDGE apresentou a gama EVIO de unidades <em>rooftop</em>, dispon&iacute;vel com R32 e R290. Na configura&ccedil;&atilde;o com propano, o equipamento integra medidas espec&iacute;ficas para gest&atilde;o do risco associado &agrave; inflamabilidade do refrigerante, incluindo dete&ccedil;&atilde;o &oacute;tica de fugas e entrada autom&aacute;tica em modo de seguran&ccedil;a.</p>

<p>O compartimento dos componentes termodin&acirc;micos disp&otilde;e ainda de ventila&ccedil;&atilde;o de extra&ccedil;&atilde;o ATEX em funcionamento permanente. Segundo a apresenta&ccedil;&atilde;o, esta configura&ccedil;&atilde;o procura impedir que, em caso de fuga, seja atingido o limite inferior de inflamabilidade do propano no compartimento.</p>

<p>A sess&atilde;o terminou com a apresenta&ccedil;&atilde;o da H-Pack pela SGT Midea, uma solu&ccedil;&atilde;o que integra arrefecimento, aquecimento e produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente sanit&aacute;ria. O equipamento utiliza 570 gramas de R290 e permite atingir uma temperatura de sa&iacute;da de &aacute;gua de 75 °C apenas com a bomba de calor, enquanto para produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente sanit&aacute;ria a temperatura indicada &eacute; de 70 °C.</p>

<p>O evento foi encerrado ap&oacute;s esta apresenta&ccedil;&atilde;o, concluindo um programa dedicado &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de novas solu&ccedil;&otilde;es de controlo, efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e integra&ccedil;&atilde;o de sistemas no setor AVAC.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 08:26:26 GMT</pubDate></item><item><title>GIA Group marcou presença na IFA Berlim 2026</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/gia-group-marcou-presenca-na-ifa-berlim-2026/</link><guid isPermaLink='false'>3617</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="GIA Group marcou presença na IFA Berlim 2026" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/gia-group-marcou-presenca-na-ifa-berlim-2026.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p></p>

<h6>Christina Genet</h6>

<p></p>

<p><strong>No &acirc;mbito da feira de tecnologias, eletrodom&eacute;sticos e inova&ccedil;&atilde;o para o lar, a empresa espanhola realizou uma apresenta&ccedil;&atilde;o sobre a sua estrat&eacute;gia para a digitaliza&ccedil;&atilde;o dos equipamentos. </strong></p>

<p>Realizada de 4 a 8 de setembro na Messe Berlin, a <a href="https://www.ifa-berlin.com/" target="_blank">IFA Berlim 2026</a> &eacute; uma feira internacional dedicada &agrave;s tecnologias de consumo, eletrodom&eacute;sticos e inova&ccedil;&atilde;o para o lar. A edi&ccedil;&atilde;o deste ano reuniu 2000 expositores e apresentou solu&ccedil;&otilde;es em &aacute;reas como intelig&ecirc;ncia artificial, rob&oacute;tica, casas inteligentes e tecnologias para o quotidiano.</p>

<p>No &acirc;mbito do Tuya Global Developer Summit Europe integrado na programa&ccedil;&atilde;o da feira, a empresa espanhola <a href="https://groupgia.com/en/" target="_blank">GIA Group</a> apresentou a sua estrat&eacute;gia para a digitaliza&ccedil;&atilde;o dos equipamentos dom&eacute;sticos numa palestra intitulada “From Smart appliances to a smarter, more sustainable home”, moderada por Thomas Chen, diretor de produto do GIA Group.</p>

<p>Segundo informa&ccedil;&otilde;es divulgadas pela marca em comunicado, a interven&ccedil;&atilde;o centrou-se na rela&ccedil;&atilde;o entre conectividade, utiliza&ccedil;&atilde;o dos equipamentos e efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica. Chen defendeu que os sistemas devem utilizar os dados e as fun&ccedil;&otilde;es de controlo para adaptar o funcionamento dos equipamentos &agrave;s necessidades reais dos utilizadores.</p>

<p>O grupo, que opera nas &aacute;reas da climatiza&ccedil;&atilde;o, &aacute;gua quente sanit&aacute;ria e pequenos eletrodom&eacute;sticos com as marcas HTW e Giatsu, apresentou, neste contexto a GIA App. A aplica&ccedil;&atilde;o permite o controlo remoto, a altera&ccedil;&atilde;o dos modos de funcionamento, a cria&ccedil;&atilde;o de programa&ccedil;&otilde;es e o acompanhamento da utiliza&ccedil;&atilde;o dos equipamentos. Entre os exemplos destacados estiveram o funcionamento do aquecedor de &aacute;gua apenas durante os per&iacute;odos necess&aacute;rios, o ajuste remoto da climatiza&ccedil;&atilde;o antes do regresso a casa e a adapta&ccedil;&atilde;o do funcionamento de uma bomba de calor &agrave; procura efetiva.</p>

<p>Chen relacionou esta abordagem com a evolu&ccedil;&atilde;o da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica dos equipamentos, escreve a marca. A ideia defendida &eacute; que mesmo um equipamento eficiente pode continuar a consumir energia desnecessariamente se funcionar fora dos per&iacute;odos de utiliza&ccedil;&atilde;o. A programa&ccedil;&atilde;o inteligente e o controlo remoto podem assim tornar-se ferramentas para reduzir estes consumos evit&aacute;veis. “A energia mais ecol&oacute;gica &eacute;, normalmente, aquela que n&atilde;o precisamos de consumir”, declarou Chen.</p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 11:20:35 GMT</pubDate></item><item><title>UE autoriza derrogação para gases fluorados em secadores de ar</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/ue-autoriza-derrogacao-para-gases-fluorados-em-secadores-de-ar/</link><guid isPermaLink='false'>3616</guid><description><![CDATA[<h6 style="text-align: center;"><img alt="UE autoriza derrogação para gases fluorados em secadores de ar " src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/ue-autoriza-derrogacao-para-gases-fluorados-em-secadores-de-ar .jpg" /></h6>

<h6 style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO RODRIGO KAMBARA / UNSPLASH</span></h6>

<p></p>

<h6>Margarida Caferra</h6>

<p></p>

<p><strong>A Comiss&atilde;o Europeia autorizou uma isen&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria &agrave;s restri&ccedil;&otilde;es aplic&aacute;veis a gases fluorados com efeito de estufa em determinados equipamentos utilizados para secar ar comprimido. A medida ser&aacute; aplic&aacute;vel entre 1 de janeiro de 2027 e 31 de dezembro de 2030. </strong></p>

<p>O <a href="https://eur-lex.europa.eu/eli/reg_impl/2026/1975" target="_blank">Regulamento de Execu&ccedil;&atilde;o (UE) 2026/1975</a>, publicado a 9 de setembro no Jornal Oficial da Uni&atilde;o Europeia, estabelece uma derroga&ccedil;&atilde;o &agrave;s proibi&ccedil;&otilde;es previstas no <a href="https://eur-lex.europa.eu/eli/reg/2024/573/oj?locale=pt" target="_blank">Regulamento (UE) 2024/573</a> relativo aos gases fluorados com efeito de estufa.</p>

<p>As restri&ccedil;&otilde;es que entram em vigor a 1 de janeiro de 2027 abrangem, entre outros equipamentos, refrigeradores fixos com pot&ecirc;ncia nominal igual ou inferior a 12 kW e determinados equipamentos de ar condicionado aut&oacute;nomos que contenham, ou cujo funcionamento dependa de, gases fluorados com um potencial de aquecimento global igual ou superior a 150.</p>

<p>A isen&ccedil;&atilde;o agora concedida incide especificamente sobre equipamentos utilizados para secar ar comprimido por refrigera&ccedil;&atilde;o. Segundo o regulamento, estes sistemas s&atilde;o componentes essenciais das instala&ccedil;&otilde;es de ar comprimido utilizadas em v&aacute;rios setores industriais, assegurando a remo&ccedil;&atilde;o da humidade necess&aacute;ria ao funcionamento dos processos e equipamentos de produ&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A decis&atilde;o surge na sequ&ecirc;ncia de um pedido apresentado pelas autoridades alem&atilde;s &agrave; Comiss&atilde;o Europeia (CE), em fevereiro de 2026. O pedido abrangia refrigeradores fixos com capacidade de arrefecimento igual ou inferior a 12 kW e equipamentos de ar condicionado aut&oacute;nomos fixos utilizados na secagem de ar comprimido. </p>

<p>De acordo com o pedido de isen&ccedil;&atilde;o, ainda n&atilde;o est&atilde;o comercialmente dispon&iacute;veis, para toda a gama de aplica&ccedil;&otilde;es industriais, secadores refrigerados de ar comprimido que cumpram os requisitos estabelecidos pelo regulamento europeu. Apesar dos trabalhos de investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento em curso, as alternativas que recorrem a refrigerantes com um potencial de aquecimento global inferior a 150 ainda n&atilde;o atingem os n&iacute;veis de desempenho, seguran&ccedil;a e fiabilidade necess&aacute;rios para todas as aplica&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>O pedido indica ainda que a transi&ccedil;&atilde;o para tecnologias alternativas requer o desenvolvimento e a valida&ccedil;&atilde;o de novos conceitos de seguran&ccedil;a, bem como adapta&ccedil;&otilde;es na conce&ccedil;&atilde;o dos equipamentos destinadas a reduzir a carga de fluido refrigerante. Segundo o regulamento, estas altera&ccedil;&otilde;es n&atilde;o poder&atilde;o estar conclu&iacute;das antes da entrada em vigor das proibi&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>A CE concluiu que ainda n&atilde;o existem alternativas tecnicamente vi&aacute;veis para todas as aplica&ccedil;&otilde;es e que a aus&ecirc;ncia de uma derroga&ccedil;&atilde;o poderia originar custos desproporcionados. Por esse motivo, estabeleceu um per&iacute;odo de quatro anos para permitir a continuidade das opera&ccedil;&otilde;es industriais e, simultaneamente, o desenvolvimento e a introdu&ccedil;&atilde;o de alternativas conformes. </p>

<p>A autoriza&ccedil;&atilde;o abrange refrigeradores fixos com pot&ecirc;ncia nominal igual ou inferior a 12 kW e equipamentos de ar condicionado aut&oacute;nomos fixos com capacidade nominal igual ou inferior a 12 kW utilizados na secagem de ar comprimido. Inclui ainda equipamentos aut&oacute;nomos fixos com capacidade superior a 12 kW e at&eacute; 50 kW. Em todos os casos abrangidos, podem conter ou depender de gases fluorados com um potencial de aquecimento global igual ou superior a 150 e ficam sujeitos aos requisitos de rotulagem previstos no Regulamento (UE) 2024/573.</p>

<p>O novo regulamento entra em vigor no vig&eacute;simo dia seguinte ao da publica&ccedil;&atilde;o e ser&aacute; diretamente aplic&aacute;vel em todos os Estados-Membros. A derroga&ccedil;&atilde;o produz efeitos entre 1 de janeiro de 2027 e 31 de dezembro de 2030.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:11:11 GMT</pubDate></item><item><title>RoomVent 2026 debate a evolução dos sistemas AVAC</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/roomvent-2026-debate-a-evolucao-dos-sistemas-avac/</link><guid isPermaLink='false'>3615</guid><description><![CDATA[<h6 style="text-align: center;"><img alt="RoomVent 2026 debate a evolução dos sistemas AVAC" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/roomvent-2026-debate-a-evolucao-dos-sistemas-avac.jpg" /></h6>

<h6 style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO FACULTY OF CIVIL ENGINEERING CTU IN PRAGUE</span></h6>

<p style="text-align: right;"></p>

<h6>Christina Genet</h6>

<p></p>

<p><strong>O programa do evento est&aacute; orientado para novas abordagens t&eacute;cnicas e desenvolvimentos nos setores AVAC e da constru&ccedil;&atilde;o.</strong></p>

<p>A <a href="https://www.roomvent2026.com/en" target="_blank">18.ª edi&ccedil;&atilde;o da confer&ecirc;ncia RoomVent</a> realiza-se de 15 a 18 de setembro de 2026 em Praga, na Rep&uacute;blica Checa. A iniciativa, cuja primeira edi&ccedil;&atilde;o teve lugar em 1987, prev&ecirc; a participa&ccedil;&atilde;o de mais de 300 pessoas e a apresenta&ccedil;&atilde;o de mais de 200 trabalhos. Entre os participantes esperados encontram-se decisores pol&iacute;ticos, projetistas, investigadores, engenheiros e outros profissionais do setor.</p>

<p>O programa da confer&ecirc;ncia abrange um conjunto de temas relacionados com a qualidade do ambiente interior, a ventila&ccedil;&atilde;o e o desempenho energ&eacute;tico, a modela&ccedil;&atilde;o e a simula&ccedil;&atilde;o, bem como a aplica&ccedil;&atilde;o da intelig&ecirc;ncia artificial e de tecnologias inteligentes ao projeto e ao controlo das condi&ccedil;&otilde;es interiores. O<a href="https://www.roomvent2026.com/en/program" target="_blank"> programa detalhado </a>encontra-se dispon&iacute;vel no site oficial do evento.</p>

<p>Um dos temas em destaque na RoomVent 2026 ser&aacute; a circularidade dos sistemas AVAC no &acirc;mbito do workshop<a href="https://www.rehva.eu/news/article/rehva-co-organizes-circular-hvac-workshop-at-roomvent-2026" target="_blank"> “Integrating circularity into design, installation and operation of HVAC systems” </a>(C-HVAC). Organizada em conjunto com a REHVA, a sess&atilde;o com uma dura&ccedil;&atilde;o de 90 minutos procurar&aacute; abordar a circularidade numa perspetiva transversal, envolvendo representantes das &aacute;reas da pol&iacute;tica, da investiga&ccedil;&atilde;o, da consultoria e da ind&uacute;stria.</p>

<p>O <em>workshop</em> abordar&aacute; ainda o impacto dos sistemas AVAC no contexto da legisla&ccedil;&atilde;o europeia, incluindo o Critical Raw Materials Act, o Ecodesign for Sustainable Products Regulation e o Construction Products Regulation.</p>

<p>A sess&atilde;o ser&aacute; moderada por Atze Boerstra, professor de Building Services Innovation na TU Delft, e Mikael B&ouml;rjesson, diretor de Future Solutions & Public Affairs da Swegon. A atividade inclui interven&ccedil;&otilde;es de Jacopo Famiglietti, sobre o enquadramento regulamentar europeu; Atze Boerstra, sobre desafios de investiga&ccedil;&atilde;o e lacunas metodol&oacute;gicas; Charlotte Nyholm, em formato <em>online</em>, sobre a aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica da circularidade em projetos; e Mikael B&ouml;rjesson, sobre as implica&ccedil;&otilde;es para os fabricantes, incluindo conce&ccedil;&atilde;o de produtos, materiais, log&iacute;stica e novos modelos de neg&oacute;cio.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 14:25:13 GMT</pubDate></item><item><title>KIMM desenvolve bomba de calor que transforma calor residual em frio</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/kimm-desenvolve-bomba-calor-transforma-calor-residual-em-frio/</link><guid isPermaLink='false'>3614</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/bomba-calor-residual-frio.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O novo sistema de adsor&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica permite baixar a temperatura de funcionamento necess&aacute;ria de mais de 70 ºC para cerca de 40 ºC. </strong></p>

<p>Uma equipa de investigadores do <a href="https://www.kimm.re.kr/eng/sub011001/view/id/1577" target="_blank">Korea Institute of Machinery and Materials (KIMM)</a> desenvolveu uma bomba de calor de nova gera&ccedil;&atilde;o capaz de produzir frio a partir de calor residual de baixa temperatura. A tecnologia, elaborada em colabora&ccedil;&atilde;o com a Chung-Ang University, com o apoio do programa Alchemist e financiado pelo KETEP, pretende aproveitar fluxos t&eacute;rmicos atualmente rejeitados por f&aacute;bricas.</p>

<p>O sistema combina uma bomba de calor de adsor&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica com um compressor eletroqu&iacute;mico, permitindo reduzir a temperatura necess&aacute;ria para acionar o ciclo. Segundo o KIMM, as solu&ccedil;&otilde;es convencionais de arrefecimento por adsor&ccedil;&atilde;o requerem fontes t&eacute;rmicas superiores a 70 °C, enquanto a nova tecnologia demonstrou capacidade de funcionamento com calor residual a apenas 40 °C.</p>

<p>A tecnologia utiliza amon&iacute;aco como refrigerante natural e est&aacute; tamb&eacute;m a ser desenvolvido um compressor de amon&iacute;aco de grande &aacute;rea. Um prot&oacute;tipo de 10 kW foi fabricado pela Samjung Tech e encontra-se atualmente em ensaios de demonstra&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A equipa de investiga&ccedil;&atilde;o redesenhou igualmente o leito de adsor&ccedil;&atilde;o, alcan&ccedil;ando uma pot&ecirc;ncia frigor&iacute;fica espec&iacute;fica de 346,5 W/kg. De acordo com o instituto sul-coreano, este valor corresponde a mais do dobro do desempenho de tecnologias compar&aacute;veis.</p>

<p>Outro elemento diferenciador &eacute; o compressor eletroqu&iacute;mico, que n&atilde;o possui componentes mec&acirc;nicos m&oacute;veis. Esta configura&ccedil;&atilde;o permite reduzir o consumo de eletricidade associado &agrave; compress&atilde;o e praticamente eliminar o ru&iacute;do e as vibra&ccedil;&otilde;es. O KIMM aponta, por isso, para aplica&ccedil;&otilde;es em ambientes sens&iacute;veis ao ru&iacute;do, como hospitais, escolas e &aacute;reas residenciais. Al&eacute;m disso, o instituto identifica os edif&iacute;cios comerciais e os centros de dados como potenciais campos de aplica&ccedil;&atilde;o da tecnologia.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:21:54 GMT</pubDate></item><item><title>Eficiência energética na refrigeração industrial: estratégias para a descarbonização e resiliência operacional</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/eficiencia-energetica-na-refrigeracao-industrial/</link><guid isPermaLink='false'>3613</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/refrigeracao-industrial.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p><strong>A refrigera&ccedil;&atilde;o &eacute; um componente essencial, embora por vezes subvalorizado, do consumo energ&eacute;tico industrial. Nos setores alimentar e das bebidas, qu&iacute;mico e farmac&ecirc;utico, os sistemas de refrigera&ccedil;&atilde;o garantem a qualidade dos produtos, permitem opera&ccedil;&otilde;es seguras e asseguram condi&ccedil;&otilde;es controladas de armazenamento e distribui&ccedil;&atilde;o. Estas fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o cr&iacute;ticas no Reino Unido e igualmente relevantes em Portugal, onde os setores agroalimentar, vitivin&iacute;cola, das pescas, da log&iacute;stica da cadeia de frio, farmac&ecirc;utico e qu&iacute;mico dependem de sistemas fi&aacute;veis de refrigera&ccedil;&atilde;o e controlo t&eacute;rmico de processos.</strong></p>

<p></p>

<h2>Introdu&ccedil;&atilde;o</h2>

<p>O contexto portugu&ecirc;s torna este tema particularmente importante. Portugal j&aacute; enfrenta temperaturas elevadas no ver&atilde;o, ondas de calor e uma crescente variabilidade clim&aacute;tica. Nos sistemas de refrigera&ccedil;&atilde;o, temperaturas ambiente mais elevadas aumentam o diferencial t&eacute;rmico entre evapora&ccedil;&atilde;o e rejei&ccedil;&atilde;o de calor, reduzindo o <em>Coe­fficient of Performance </em>(COP) e aumentando o consumo de energia el&eacute;trica dos compressores. Durante per&iacute;odos de calor extremo, a mesma instala&ccedil;&atilde;o frigor&iacute;fica pode enfrentar simultaneamente duas press&otilde;es: maior neces­sidade de arrefecimento e menor efici&ecirc;ncia operacional. Para instala&ccedil;&otilde;es industriais em funcionamento cont&iacute;nuo, isto tem implica&ccedil;&otilde;es nos custos energ&eacute;ticos, nos picos de consumo de eletricidade, na resili&ecirc;ncia operacional e nas emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa.</p>

<p>Na Europa, a descarboniza&ccedil;&atilde;o industrial tem-se centra­do frequentemente nos processos de transfer&ecirc;ncia de calor e na substitui&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis f&oacute;sseis. Embora estas medidas continuem a ser essenciais, a refrigera&ccedil;&atilde;o merece uma aten&ccedil;&atilde;o equivalente. Em muitas instala&ccedil;&otilde;es industriais, a refrigera&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos maiores consumido­res de eletricidade e pode operar 24 horas por dia. Estu­dos realizados em instala&ccedil;&otilde;es industriais no Reino Unido demonstram que &eacute; poss&iacute;vel alcan&ccedil;ar redu&ccedil;&otilde;es signifi­cativas no consumo energ&eacute;tico e nas emiss&otilde;es atrav&eacute;s da melhoria da opera&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o, de sistemas de controlo mais eficientes, de moderniza&ccedil;&otilde;es direciona­das e de melhor <em>design </em>das novas instala&ccedil;&otilde;es. Embora os dados tenham origem em instala&ccedil;&otilde;es brit&acirc;nicas, as conclus&otilde;es de engenharia s&atilde;o diretamente aplic&aacute;veis ao contexto portugu&ecirc;s e ao sul da Europa em geral.</p>

<p>Este artigo resume estrat&eacute;gias pr&aacute;ticas para melhorar a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica dos sistemas de refrigera&ccedil;&atilde;o in­dustrial e explora a forma como estas podem contribuir para a descarboniza&ccedil;&atilde;o e para a resili&ecirc;ncia operacional em climas “mais quentes”. As conclus&otilde;es apresentadas fazem parte do projeto <em>Transport, Industrial and Com­mercial Refrigeration (TICR)</em>, um projeto colaborativo li­derado pela autora e financiado pelo Departmento para a Energia e Seguran&ccedil;a Energ&eacute;tica do Reino Unido. Iniciado em 2022, o projeto apoia a estrat&eacute;gia brit&acirc;nica de neu­tralidade nas emiss&otilde;es de carbono atrav&eacute;s da an&aacute;lise do consumo energ&eacute;tico e das emiss&otilde;es associadas &agrave; refri­gera&ccedil;&atilde;o nos setores de transporte, industrial e comercial, particularmente em aplica&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis de descarbonizar.</p>

<h2>Processos industriais e refrigera&ccedil;&atilde;o</h2>

<p>A refrigera&ccedil;&atilde;o industrial abrange uma vasta gama de temperaturas e aplica&ccedil;&otilde;es. Na ind&uacute;stria alimentar e de bebidas, os processos mais comuns incluem refrigera­&ccedil;&atilde;o, congela&ccedil;&atilde;o, arrefecimento r&aacute;pido (<em>blast chilling</em>) e congela&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida (<em>blast freezing</em>). As aplica&ccedil;&otilde;es t&iacute;picas de refrigera&ccedil;&atilde;o (com temperaturas entre 0 °C e 5 °C) in­cluem carne, fruta, vegetais, latic&iacute;neos, cerveja, produtos de panifica&ccedil;&atilde;o e refei&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-preparadas. A congela&ccedil;&atilde;o ocorre geralmente abaixo de 0 °C e pode atingir cerca de -18 °C para muitos produtos alimentares, enquanto a congela&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida pode exigir temperaturas do ar entre -30 °C e -40 °C, ou inferiores, para congelar rapidamente os produtos e preservar a sua qualidade.</p>

<p>Na ind&uacute;stria qu&iacute;mica e farmac&ecirc;utica, os requisitos de refrigera&ccedil;&atilde;o podem ser ainda mais diversificados. (…)</p>

<p></p>

<h6><strong>Catarina Marques, </strong>Investigadora especializada em refrigera&ccedil;&atilde;o<br />
London South Bank University</h6>

<p></p>

<p></p>

<h5>Leia o artigo na integra na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 10:18:49 GMT</pubDate></item><item><title>26.as Jornadas de Climatização discutem descarbonização, CO2 e centros de dados</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/26as-jornadas-de-climatizacao/</link><guid isPermaLink='false'>3612</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/lnec-auditorio.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO SITE LNEC</span></p>

<p>Margarida Caferra</p>

<p><strong>As 26.as Jornadas de Climatiza&ccedil;&atilde;o e Refrigera&ccedil;&atilde;o realizam-se a 15 de outubro, no Laborat&oacute;rio Nacional de Engenharia Civil, em Lisboa, com um programa dedicado &agrave; transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica, qualidade ambiental interior e sustentabilidade.</strong></p>

<p>Promovido pela Comiss&atilde;o de Especializa&ccedil;&atilde;o em Climatiza&ccedil;&atilde;o e Refrigera&ccedil;&atilde;o da Ordem dos Engenheiros, em colabora&ccedil;&atilde;o com a sec&ccedil;&atilde;o nacional da REHVA e o cap&iacute;tulo portugu&ecirc;s da ASHRAE, o encontro reunir&aacute; especialistas, investigadores, projetistas, fabricantes, instaladores, gestores de edif&iacute;cios e representantes da ind&uacute;stria.</p>

<p>A transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica estar&aacute; no centro das Jornadas, com particular aten&ccedil;&atilde;o &agrave; efici&ecirc;ncia dos sistemas, qualidade do ar interior, descarboniza&ccedil;&atilde;o dos edif&iacute;cios e das ind&uacute;strias, cadeia de frio e refrigerantes naturais. O programa abordar&aacute; ainda a pobreza energ&eacute;tica, bem como o papel das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e do financiamento na concretiza&ccedil;&atilde;o desta transforma&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Os trabalhos come&ccedil;am com uma sess&atilde;o institucional internacional, seguindo-se um primeiro painel dedicado &agrave; qualidade do ar interior e &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios e sistemas AVAC para a descarboniza&ccedil;&atilde;o. Entre as interven&ccedil;&otilde;es previstas encontram-se uma apresenta&ccedil;&atilde;o de Chandra Sekhar, professor no Department of the Built Environment da National University of Singapore, sobre auditoria da qualidade do ar interior em edif&iacute;cios, e uma sess&atilde;o de Eduardo Maldonado, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e diretor regional para a Regi&atilde;o XIV da ASHRAE, sobre a reabilita&ccedil;&atilde;o dos edif&iacute;cios e dos sistemas AVAC existentes.</p>

<p>A componente energ&eacute;tica dos centros de dados integra o segundo painel, que inclui interven&ccedil;&otilde;es sobre o papel destas infraestruturas na economia digital e sobre a sua modela&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica. O terceiro painel ser&aacute; dedicado &agrave; refrigera&ccedil;&atilde;o, com apresenta&ccedil;&otilde;es sobre sistemas frigor&iacute;ficos transcr&iacute;ticos com subarrefecimento mec&acirc;nico inteligente e instala&ccedil;&otilde;es de refrigera&ccedil;&atilde;o com CO2.</p>

<p>O <a href="https://www.ordemdosengenheiros.pt/pt/eventos/26-as-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/" target="_blank">programa</a> da tarde inclui ainda temas relacionados com o controlo do ambiente interior, solu&ccedil;&otilde;es integradas de climatiza&ccedil;&atilde;o para a transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica e o impacto dos sistemas BMS na transi&ccedil;&atilde;o digital. As Jornadas terminam com uma homenagem ao engenheiro Serafim Gra&ntilde;a e a sess&atilde;o de encerramento.</p>

<p>Durante as Jornadas ser&aacute; tamb&eacute;m distribu&iacute;do aos participantes um livro t&eacute;cnico em l&iacute;ngua portuguesa, destinado &agrave; consulta e atualiza&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica. As inscri&ccedil;&otilde;es j&aacute; se encontram abertas e podem ser efetuadas atrav&eacute;s do site da <a href="https://www.ordemdosengenheiros.pt/pt/eventos/26-as-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/" target="_blank">Ordem dos Engenheiros</a>.</p>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 09:54:44 GMT</pubDate></item><item><title>Data Centre World regressa a Londres em março de 2027</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/data-centre-world-regressa-a-londres-em-marco/</link><guid isPermaLink='false'>3611</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/datacenter-world.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Em 2026, a feira dedicado aos atuais desafios da ind&uacute;stria dos centros de dados destacou temas como a gest&atilde;o t&eacute;rmica e o arrefecimento das infraestruturas.</strong></p>

<p>A pr&oacute;xima edi&ccedil;&atilde;o do <a href="https://www.techshowlondon.co.uk/data-centre-world" target="_blank">Data Centre World</a> realiza-se nos dias 10 e 11 de mar&ccedil;o de 2027 no Excel London. Integrado no Tech Show London, o evento ter&aacute; um programa centrado em temas como a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, o arrefecimento, a sustentabilidade e a adapta&ccedil;&atilde;o das infraestruturas &agrave;s exig&ecirc;ncias da intelig&ecirc;ncia artificial.</p>

<p>Em 2026, a feira incluiu sess&otilde;es especificamente dedicadas ao arrefecimento e &agrave; gest&atilde;o t&eacute;rmica, abordando desafios relacionados com torres de arrefecimento, <em>free cooling</em>, recupera&ccedil;&atilde;o de calor e prepara&ccedil;&atilde;o dos centros de dados para cargas de elevada densidade. O programa abordou tamb&eacute;m a evolu&ccedil;&atilde;o da infraestrutura el&eacute;trica, a qualidade da energia e diferentes estrat&eacute;gias para garantir resili&ecirc;ncia perante o aumento da procura.</p>

<p>Na edi&ccedil;&atilde;o 2027, decorrer&aacute; tamb&eacute;m a cerim&oacute;nia de entrega dos pr&eacute;mios Data Centre World Awards. O evento disponibiliza uma ferramenta de planeamento de reuni&otilde;es e contactos, e a organiza&ccedil;&atilde;o permite j&aacute; o <a href="https://www.techshowlondon.co.uk/register-interest-2027" target="_blank">registo de interesse para receber informa&ccedil;&atilde;o sobre a abertura das inscri&ccedil;&otilde;es.</a></p>

<p>Segundo informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis no site do evento, o Tech Show London 2026 registou mais de 31 200 visitantes e contou com mais de 450 oradores, distribu&iacute;dos por 15 espa&ccedil;os de confer&ecirc;ncia.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 14:08:01 GMT</pubDate></item><item><title>UNDP mobiliza 22,3 milhões de USD para a transição energética do setor do frio em África</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/undp-transicao-energetica-do-setor-do-frio-em-africa/</link><guid isPermaLink='false'>3610</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/energia-africa.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Este financiamento dever&aacute; apoiar a melhoria da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica do setor AVAC&R em &Aacute;frica e a implementa&ccedil;&atilde;o da Emenda de Kigali.</strong></p>

<p>O Fundo Multilateral para a implementa&ccedil;&atilde;o do Protocolo de Montreal aprovou um <a href="https://www.undp.org/africa/press-releases/undp-mobilizes-over-us22-million-africa-multilateral-fund-approves-landmark-cooling-and-ozone-protection-projects" target="_blank">pacote de 12 projetos em oito pa&iacute;ses africanos para a moderniza&ccedil;&atilde;o do setor do frio e da climatiza&ccedil;&atilde;o.</a> Neste contexto, foram mobilizados 22,3 milh&otilde;es de d&oacute;lares (cerca de 19 milh&otilde;es de euros) para apoiar estas iniciativas, promovidas pelo Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento (UNDP).</p>

<p>O financiamento pretende contribuir para a redu&ccedil;&atilde;o da utiliza&ccedil;&atilde;o de hidrofluorocarbonetos (HFC), para a melhoria da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, para a implementa&ccedil;&atilde;o da Emenda de Kigali e para a ado&ccedil;&atilde;o de tecnologias de arrefecimento com menor impacto clim&aacute;tico. O investimento surge num contexto de crescimento da procura de solu&ccedil;&otilde;es de arrefecimento em &Aacute;frica, impulsionado pela urbaniza&ccedil;&atilde;o, pelo desenvolvimento econ&oacute;mico, pelas necessidades de conserva&ccedil;&atilde;o de alimentos e pelo aumento das temperaturas.</p>

<p>A maior fatia, de cerca de 18 milh&otilde;es de d&oacute;lares, ser&aacute; destinada &agrave; Nig&eacute;ria, com o objetivo de eliminar totalmente os HCFC no pa&iacute;s at&eacute; 2030. Al&eacute;m disso, ser&atilde;o refor&ccedil;ados os sistemas de regulamenta&ccedil;&atilde;o e fiscaliza&ccedil;&atilde;o, bem como as compet&ecirc;ncias dos profissionais dos setores da instala&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de equipamentos de ar condicionado. O programa dever&aacute; tamb&eacute;m acelerar a ado&ccedil;&atilde;o de refrigerantes e tecnologias com menor potencial de aquecimento global.</p>

<p>No Gana, a aprova&ccedil;&atilde;o de um fundo rotativo de 4 milh&otilde;es de d&oacute;lares introduz uma abordagem diferente: facilitar o financiamento da substitui&ccedil;&atilde;o de equipamentos de refrigera&ccedil;&atilde;o e climatiza&ccedil;&atilde;o obsoletos por solu&ccedil;&otilde;es mais eficientes. O mecanismo ser&aacute; implementado em parceria com dois bancos comerciais e destina-se, entre outros, a hot&eacute;is, supermercados e instala&ccedil;&otilde;es de armazenamento frigor&iacute;fico.</p>

<p>Por outro lado, a Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica do Congo e o Sud&atilde;o do Sul receber&atilde;o apoio para a elimina&ccedil;&atilde;o progressiva dos HCFC, enquanto o Qu&eacute;nia, Angola, a Eti&oacute;pia, a Guin&eacute;-Bissau e o Senegal beneficiar&atilde;o de financiamento para preparar projetos-piloto de efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica aplicados &agrave; cadeia de frio.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:48:07 GMT</pubDate></item><item><title>Fórum Sanitop 2026 decorre a 25 de setembro</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/forum-sanitop2026-decorre-a-25setembro/</link><guid isPermaLink='false'>3609</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/sanitop-evento.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A Exposal&atilde;o da Batalha acolhe a edi&ccedil;&atilde;o deste ano do evento dirigido aos profissionais do setor das instala&ccedil;&otilde;es.</strong></p>

<p>Promovido pela Sanitop desde 2006, o <a href="https://www.sanitop.pt/Empresa/Forum-Sanitop" target="_blank">F&oacute;rum Sanitop 2026</a> realiza-se a 25 de setembro na Exposal&atilde;o da Batalha, e re&uacute;ne cerca de tr&ecirc;s mil profissionais ligados ao setor das instala&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>O evento ocupar&aacute; os tr&ecirc;s pavilh&otilde;es da Exposal&atilde;o, com a participa&ccedil;&atilde;o confirmada de cerca de 100 marcas. A edi&ccedil;&atilde;o de 2026 ter&aacute; como mote “Em parceria com os profissionais – Assumir todos os desafios com os instaladores” e pretende constituir um espa&ccedil;o de contacto e partilha entre os diferentes intervenientes na cadeia de valor das instala&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>Entre os temas em destaque est&atilde;o a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e h&iacute;drica, as energias renov&aacute;veis, o conforto e os padr&otilde;es sanit&aacute;rios associados &agrave; qualidade de vida. Estas quest&otilde;es ser&atilde;o abordadas em quatro espa&ccedil;os de apresenta&ccedil;&otilde;es e palestras, com sess&otilde;es a decorrer ao longo do dia.</p>

<p>Segundo Johan Stevens, diretor executivo do grupo Sanitop, um dos objetivos do F&oacute;rum passa por refor&ccedil;ar a articula&ccedil;&atilde;o entre fabricantes e profissionais, nomeadamente atrav&eacute;s da partilha de conhecimento t&eacute;cnico e da apresenta&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es complementares.</p>

<p>Al&eacute;m da componente t&eacute;cnica, a edi&ccedil;&atilde;o deste ano incluir&aacute; atividades de conv&iacute;vio e um momento musical com o cantor Toy.</p>

<p>Fundada em 1993, a Sanitop atua na distribui&ccedil;&atilde;o de materiais para instala&ccedil;&otilde;es sanit&aacute;rias e climatiza&ccedil;&atilde;o, abrangendo &aacute;reas como a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, as energias renov&aacute;veis, o conforto e a reabilita&ccedil;&atilde;o. Nos &uacute;ltimos anos, a empresa alargou tamb&eacute;m a sua atividade aos materiais el&eacute;tricos.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 10:39:54 GMT</pubDate></item><item><title>EHPA promove webinar sobre gémeos digitais aplicados a bombas de calor industriais</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/webinar-gemeos-digitais-aplicados-a-bombas-de-calor-industriais/</link><guid isPermaLink='false'>3608</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/gemeos-digitais-am.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO DC STUDIO/ MAGNIFIC.COM.BR</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O encontro online decorre no &acirc;mbito do projeto europeu SPIRIT e da s&eacute;rie de webinars HEAT BIG da associa&ccedil;&atilde;o.</strong></p>

<p>No dia 18 de setembro, a European Heat Pump Association (EHPA) organiza o <em>webinar</em> intitulado <a href="https://ehpa.org/all-events/from-simulation-to-reality-digital-twins-for-industrial-heat-pumps/" target="_blank">“From Simulation to Reality: Digital Twins for Industrial Heat Pumps”</a>, dedicado &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de g&eacute;meos digitais na integra&ccedil;&atilde;o, monitoriza&ccedil;&atilde;o e opera&ccedil;&atilde;o de bombas de calor industriais. A sess&atilde;o realiza-se no &acirc;mbito do projeto europeu SPIRIT e da s&eacute;rie de <em>webinars</em> HEAT BIG da EHPA, entre as 9h00 e as 10h45 (hora de Portugal). A participa&ccedil;&atilde;o requer <a href="https://events.teams.microsoft.com/event/d81010a8-13a1-4a07-84b3-e16f94b21386@be738df7-00e9-427f-9d85-0585d4a07de4" target="_blank">inscri&ccedil;&atilde;o</a> pr&eacute;via atrav&eacute;s da p&aacute;gina do evento no site da EHPA.</p>

<p>O programa aborda a modela&ccedil;&atilde;o num&eacute;rica e a forma como os modelos digitais de sistemas f&iacute;sicos podem ser utilizados para apoiar o projeto e a otimiza&ccedil;&atilde;o de instala&ccedil;&otilde;es. Est&atilde;o previstas apresenta&ccedil;&otilde;es dos g&eacute;meos digitais desenvolvidos para tr&ecirc;s unidades de demonstra&ccedil;&atilde;o do projeto SPIRIT, incluindo resultados de valida&ccedil;&atilde;o obtidos nas respetivas instala&ccedil;&otilde;es-piloto. A compara&ccedil;&atilde;o entre o desempenho modelado e os dados reais de opera&ccedil;&atilde;o ser&aacute; um dos temas em an&aacute;lise, a par da otimiza&ccedil;&atilde;o dos <em>set-points</em> dos sistemas de controlo e do estudo do comportamento das instala&ccedil;&otilde;es em condi&ccedil;&otilde;es de funcionamento estacion&aacute;rias e din&acirc;micas.</p>

<p>A sess&atilde;o come&ccedil;a com uma interven&ccedil;&atilde;o de Sonia Bianconi da EHPA sobre o enquadramento das bombas de calor industriais. De seguida, Manuel Graeber da TLK Energy apresenta os modelos digitais para bombas de calor industriais, desde a simula&ccedil;&atilde;o &agrave; otimiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Wouter de Vries da TNO apresenta o primeiro caso de demonstra&ccedil;&atilde;o, dedicado &agrave; integra&ccedil;&atilde;o de uma bomba de calor industrial no processamento de camar&atilde;o. Segue-se a apresenta&ccedil;&atilde;o de Emil Navntoft Pedersen do Danish Technological Institute sobre a aplica&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&uacute;car. Por fim, Jens Oliver Gollasch do DLR apresenta a abordagem de modela&ccedil;&atilde;o utilizada no terceiro caso, relativo &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de papel.</p>

<p>Al&eacute;m da an&aacute;lise t&eacute;cnica dos modelos, o <em>webinar</em> dever&aacute; abordar a utiliza&ccedil;&atilde;o da modela&ccedil;&atilde;o digital para obter, numa fase inicial, estimativas sobre o desempenho, as poupan&ccedil;as de energia e de combust&iacute;vel, os custos e as redu&ccedil;&otilde;es de emiss&otilde;es de CO2 em diferentes processos industriais.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:06:09 GMT</pubDate></item><item><title>Mercado AVAC espanhol cresce 11,4 % em 2025</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/mercado-avac-espanhol-cresce-em-2025/</link><guid isPermaLink='false'>3607</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/mercado-espanhol.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p style="text-align: right;"></p>

<h6>Margarida Caferra</h6>

<p></p>

<p><strong>O mercado espanhol de climatiza&ccedil;&atilde;o registou um crescimento agregado de 11,4 % em 2025, segundo o relat&oacute;rio da AFEC, atualizado em agosto de 2026. A evolu&ccedil;&atilde;o foi acompanhada por altera&ccedil;&otilde;es na composi&ccedil;&atilde;o do mercado e pelo avan&ccedil;o da eletrifica&ccedil;&atilde;o, digitaliza&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o dos sistemas.</strong></p>

<p>O mercado AVAC em Espanha cresceu 11,4 % em 2025, de acordo com os dados<em> sell-in</em> da Asociaci&oacute;n de Fabricantes de Equipos de Climatizaci&oacute;n, AFEC. O resultado acompanha uma recomposi&ccedil;&atilde;o do mercado, que evolui de uma l&oacute;gica centrada nos equipamentos para uma abordagem com maior peso da integra&ccedil;&atilde;o, opera&ccedil;&atilde;o e dados.</p>

<p>Entre os diferentes segmentos analisados, os equipamentos de climatiza&ccedil;&atilde;o, bombas de calor e produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas quentes sanit&aacute;rias cresceram 6,5 % em 2025, depois do ajustamento registado no ano anterior. Segundo a AFEC, a evolu&ccedil;&atilde;o acompanha a crescente ado&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de bombas de calor aerot&eacute;rmicas e geot&eacute;rmicas, com um crescimento semelhante nos segmentos residencial, comercial e industrial.</p>

<p>No tratamento e distribui&ccedil;&atilde;o de ar, o mercado das unidades de tratamento de ar e das unidades de ventila&ccedil;&atilde;o com recupera&ccedil;&atilde;o de calor apresentou uma evolu&ccedil;&atilde;o de 0,9 %. A ventila&ccedil;&atilde;o residencial e industrial e as unidades de recupera&ccedil;&atilde;o de calor registaram, contudo, um crescimento associado, entre outros fatores, &agrave; procura dos centros de dados, &agrave;s exig&ecirc;ncias operacionais da ind&uacute;stria e ao enquadramento regulamentar.</p>

<p>A digitaliza&ccedil;&atilde;o assume tamb&eacute;m maior peso na evolu&ccedil;&atilde;o do setor. A regula&ccedil;&atilde;o e controlo, a interoperabilidade e a verifica&ccedil;&atilde;o do desempenho em funcionamento ganham relev&acirc;ncia num contexto em que a integra&ccedil;&atilde;o dos sistemas procura aproximar a capacidade instalada do desempenho efetivo.</p>

<p>A evolu&ccedil;&atilde;o do mercado &eacute; ainda marcada pela implementa&ccedil;&atilde;o da diretiva relativa ao Desempenho Energ&eacute;tico dos Edif&iacute;cios (EPBD), pelo refor&ccedil;o dos Certificados de Poupan&ccedil;a Energ&eacute;tica em Espanha e pelo impulso europeu &agrave; eletrifica&ccedil;&atilde;o. A revis&atilde;o dos fatores de convers&atilde;o de energia prim&aacute;ria integra tamb&eacute;m este enquadramento.</p>

<p>No mercado europeu das bombas de calor, as vendas cresceram 13 % em 2025, atingindo 2,9 milh&otilde;es de unidades em 21 pa&iacute;ses europeus, num contexto de recupera&ccedil;&atilde;o deste mercado.</p>

<p>Em 2026, a eletrifica&ccedil;&atilde;o, a integra&ccedil;&atilde;o dos sistemas e o desempenho em condi&ccedil;&otilde;es reais de funcionamento mant&ecirc;m-se entre os fatores que marcam a evolu&ccedil;&atilde;o do setor, num contexto condicionado pela regulamenta&ccedil;&atilde;o, pelos sinais econ&oacute;micos, pelo financiamento, pela tecnologia e pela capacidade de execu&ccedil;&atilde;o.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:49:42 GMT</pubDate></item><item><title>GREE lança solução Multi + AQS num único sistema</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/gree-lanca-solucao-multi-aqs-num-unico-sistema/</link><guid isPermaLink='false'>3606</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/Ambiente-MARINA-1200x675.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Chroistina Genet</p>

<p><strong>O equipamento integra a gama Free Match e oferece cinco modos de funcionamento distintos, combinando climatiza&ccedil;&atilde;o e &aacute;gua quente sanit&aacute;ria.</strong></p>

<p>A GREE apresenta a solu&ccedil;&atilde;o de climatiza&ccedil;&atilde;o Multi + AQS, integrada na gama Free Match e concebida para habita&ccedil;&otilde;es, pequenos edif&iacute;cios e espa&ccedil;os comerciais. O sistema diferencia-se pela disponibilidade de cinco modos de funcionamento: apenas frio, apenas aquecimento, apenas AQS, frio + AQS e aquecimento + AQS. Esta versatilidade permite adaptar o modelo &agrave;s diferentes necessidades sazonais e aos v&aacute;rios perfis de utiliza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>No modo de arrefecimento com produ&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea de AQS, a solu&ccedil;&atilde;o destaca-se pela recupera&ccedil;&atilde;o de calor. Parte da energia t&eacute;rmica gerada durante o processo de climatiza&ccedil;&atilde;o, que normalmente seria dissipada pela unidade exterior, &eacute; aproveitada para aquecer a &aacute;gua no dep&oacute;sito termodin&acirc;mico, contribuindo para uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais eficiente da energia dispon&iacute;vel.</p>

<p>A produ&ccedil;&atilde;o de AQS &eacute; assegurada pela unidade MARINA, um dep&oacute;sito com capacidade de 185 litros e um V40 de 225 litros. Entre as suas caracter&iacute;sticas destacam-se a produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua a temperaturas entre +35 °C e +55 °C, a prote&ccedil;&atilde;o IPX4, a utiliza&ccedil;&atilde;o de refrigerante R32, a conectividade Wi-Fi, o controlo de parede, a fun&ccedil;&atilde;o turbo e a esteriliza&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua. A unidade pode ainda ser configurada com unidades exteriores espec&iacute;ficas para a produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente, com capacidades de 36 e 42 kBtu.</p>

<p>Por outro lado, a gama Free Match permite ligar at&eacute; cinco unidades interiores a uma unidade exterior, com combina&ccedil;&otilde;es entre unidades murais, cassetes, condutas, consolas e modelos de ch&atilde;o/teto. Esta modularidade facilita a adapta&ccedil;&atilde;o do sistema a diferentes tipologias de espa&ccedil;os e necessidades de zonamento, detalha a marca em comunicado.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:36:11 GMT</pubDate></item><item><title>EFRIARC reúne soluções avançadas de climatização no Porto</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/efriarc-reune-solucoes-avancadas-de-climatizacao-no-porto/</link><guid isPermaLink='false'>3605</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/ac-porto.jpg" style="width: 700px; height: 340px;" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO HOTEL AC PORTO</span></p>

<p></p>

<h6>Margarida Caferra</h6>

<p></p>

<p><strong>A EFRIARC promove, a 10 de setembro, no Porto, uma tarde t&eacute;cnica dedicada a produtos tecnologicamente avan&ccedil;ados para o setor AVAC. O encontro re&uacute;ne solu&ccedil;&otilde;es de tratamento de ar, controlo, sistemas h&iacute;bridos, recupera&ccedil;&atilde;o de calor, <em>chillers</em> e climatiza&ccedil;&atilde;o integrada. </strong></p>

<p>A Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa dos Engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado (EFRIARC) realiza, a 10 de setembro, no Hotel AC Porto, uma <a href="https://efriarc.pt/product/tarde-tecnica-produtos-tecnologicamente-avancados-4/" target="_blank">tarde t&eacute;cnica</a> subordinada ao tema “Produtos Tecnologicamente Avan&ccedil;ados”. A sess&atilde;o tem in&iacute;cio &agrave;s 14h e re&uacute;ne v&aacute;rias empresas do setor.</p>

<p>Ap&oacute;s as boas-vindas da Dire&ccedil;&atilde;o da EFRIARC, a abertura fica a cargo de Miguel Cavique, coordenador da iniciativa. Nicolau Monteiro, da ARFIT, d&aacute; in&iacute;cio ao programa t&eacute;cnico com o Wallfit, dedicado &agrave; otimiza&ccedil;&atilde;o de sistemas de tratamento de ar, seguindo-se Daniel Malveiro, da BAXI, com o HSC, Hybrid System Controller.</p>

<p>Daniel Valente, da Panasonic, centra a interven&ccedil;&atilde;o nas solu&ccedil;&otilde;es de controlo, desde sistemas em cascata &agrave; integra&ccedil;&atilde;o de m&uacute;ltiplos sistemas. Depois do <em>coffee break</em>, Diogo Joaquim, da Samsung, d&aacute; a conhecer o EHS Quint, com recupera&ccedil;&atilde;o de calor.</p>

<p>O programa prossegue com Ricardo Br&aacute;s, da CEST, a abordar o AERMEC NSMJ, um <em>chiller</em> com compressor de parafuso invertido. Ana Guimar&atilde;es, da REDGE, falar&aacute; sobre o EVIO RoofTop R32/R290. Por fim, Paulo Bessa, da SGT Midea, apresentar&aacute; o H-Pack, destinado &agrave; climatiza&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o integrada de &aacute;guas quentes sanit&aacute;rias.</p>

<p>A participa&ccedil;&atilde;o na tarde t&eacute;cnica &eacute; gratuita, estando o encerramento previsto para as 17h10, a cargo da Dire&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o T&eacute;cnica da EFRIARC.</p>

<p></p>

<p></p>

<p></p>

<p></p>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 11:28:36 GMT</pubDate></item><item><title>Equipa da SDU repensa a tecnologia dos ejetores</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/equipa-sdu-repensa-tecnologia-dos-ejetores/</link><guid isPermaLink='false'>3604</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/equipa_SDU.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A nova abordagem permite controlar ativamente o equil&iacute;brio entre l&iacute;quido e vapor no interior do componente, com potencial de aplica&ccedil;&atilde;o em sistemas t&eacute;rmicos. </strong></p>

<p>Investigadores da University of Southern Denmark (SDU) desenvolveram o <a href="https://www.sdu.dk/en/om-sdu/fakulteterne/teknik/nyt_fra_det_tekniske_fakultet/sdu-forskere-gentaenker-naesten-100-aar-gammel-energiteknologi" target="_blank">Jetjector, uma tecnologia que combina o princ&iacute;pio do ejetor convencional com uma unidade de deflex&atilde;o do jato.</a> Segundo a universidade, esta abordagem poder&aacute; contribuir para otimizar sistemas de energia t&eacute;rmica, incluindo aplica&ccedil;&otilde;es AVAC e de refrigera&ccedil;&atilde;o. Os primeiros resultados laboratoriais apontam para melhorias de efici&ecirc;ncia entre 2,2 % e 12,3 %.</p>

<p>A tecnologia dos ejetores &eacute; utilizada h&aacute; d&eacute;cadas em sistemas de aquecimento, arrefecimento e diversos processos industriais. O seu funcionamento baseia-se na utiliza&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;as de press&atilde;o para movimentar l&iacute;quidos e gases, sem necessidade de uma fonte adicional de energia mec&acirc;nica ou el&eacute;trica. At&eacute; agora, a otimiza&ccedil;&atilde;o destes componentes tem assentado essencialmente em dois par&acirc;metros: a capacidade de aumentar a press&atilde;o e a quantidade de fluido transportado.</p>

<p>O Jetjector introduz um terceiro elemento. Gra&ccedil;as a uma unidade de deflex&atilde;o do jato especificamente concebida para o efeito, torna-se poss&iacute;vel controlar ativamente o equil&iacute;brio entre l&iacute;quido e vapor no interior do componente. Esta capacidade poder&aacute; ser relevante em sistemas t&eacute;rmicos nos quais os fen&oacute;menos de mudan&ccedil;a de fase desempenham um papel importante.</p>

<p>O conceito foi desenvolvido pelo professor assistente Baris Burak Kanbur e pelo assistente de investiga&ccedil;&atilde;o S&oslash;ren Sch&oslash;ler Sundall, do departamento de Engenharia Mec&acirc;nica da SDU. At&eacute; ao momento, o Jetjector foi testado com &aacute;gua e vapor de &aacute;gua, tanto em simula&ccedil;&otilde;es computacionais como em laborat&oacute;rio. A pr&oacute;xima fase passar&aacute; por estudar o seu comportamento com outros fluidos de trabalho, incluindo refrigerantes com baixo potencial de aquecimento global, e aprofundar a compreens&atilde;o dos mecanismos f&iacute;sicos envolvidos, explicam os investigadores em comunicado.</p>

<p>Entre as aplica&ccedil;&otilde;es potenciais apontadas pela equipa, encontram-se o arrefecimento de centros de dados, a refrigera&ccedil;&atilde;o industrial, a dessaliniza&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua do mar e outros sistemas de energia t&eacute;rmica. Para o setor AVAC, a inova&ccedil;&atilde;o destaca-se sobretudo por abrir uma nova via de otimiza&ccedil;&atilde;o dos ejetores: melhorar o desempenho de uma tecnologia existente e acrescentar-lhe uma nova capacidade de controlo.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:54:45 GMT</pubDate></item><item><title>Uma instalação de referência em refrigeração transcrítica a CO2</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/uma-instalacao-de-referencia-em-refrigeracao-transcritica-a-co2/</link><guid isPermaLink='false'>3603</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/Danfoss smart store.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p><strong>Caso de estudo: Dinamarca – arquitetura, opera&ccedil;&atilde;o e efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica</strong></p>

<p>O presente artigo apresenta a an&aacute;lise t&eacute;cnica aprofundada de uma instala&ccedil;&atilde;o de refrigera&ccedil;&atilde;o transcr&iacute;tica a CO2 (R-744) de refer&ecirc;ncia mundial, implementada na sede da Danfoss na Dinamarca e dispon&iacute;vel para visita t&eacute;cnica e forma&ccedil;&atilde;o profissional.</p>

<p>Trata-se de um supermercado real, concebido para integrar grande parte das solu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas atualmente dispon&iacute;veis para sistemas de CO2: circuitos de temperatura interm&eacute;dia (IT), m&eacute;dia temperatura (MT) e baixa temperatura (LT) com varia&ccedil;&atilde;o de velocidade individual por compressor; ejetores do tipo combi e <em>all-in-line </em>para apoio ao ar condicionado; produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente por recupera&ccedil;&atilde;o de calor (HRU); <em>gascooler </em>adiab&aacute;tico; e fonte t&eacute;rmica dedicada para descongela&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>S&atilde;o apresentados e analisados os dados operacionais reais extra&iacute;dos do sistema de monitoriza&ccedil;&atilde;o da instala&ccedil;&atilde;o, incluindo press&otilde;es de opera&ccedil;&atilde;o, temperaturas, sobreaquecimentos, capacidades e diagrama press&atilde;o-entalpia (P-h) do ciclo transcr&iacute;tico. Discutem-se as implica&ccedil;&otilde;es para o projeto de novas instala&ccedil;&otilde;es comerciais em Portugal, com base na experi&ecirc;ncia acumulada.</p>

<p></p>

<h2>Introdu&ccedil;&atilde;o</h2>

<p>A Dinamarca tem-se afirmado como um dos mercados europeus mais avan&ccedil;ados na ado&ccedil;&atilde;o de sistemas de re­frigera&ccedil;&atilde;o com fluidos naturais. A Danfoss A/S, com sede em Nordborg, &eacute; um dos principais fabricantes mundiais de componentes para refrigera&ccedil;&atilde;o e AVAC. Esta instala­&ccedil;&atilde;o &eacute; um laborat&oacute;rio de investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento que reproduz fielmente um supermercado real equipado com grande parte das solu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas dispon&iacute;veis para o CO2 transcr&iacute;tico.</p>

<p>Esta instala&ccedil;&atilde;o constitui um recurso formativo de refer&ecirc;ncia para engenheiros, t&eacute;cnicos e decisores do setor a n&iacute;vel mundial, sendo poss&iacute;vel solicitar visita t&eacute;cnica. A Gesticool, no &acirc;mbito da sua pol&iacute;tica de atualiza&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica permanente e da introdu&ccedil;&atilde;o das mais recentes tecnologias de CO2 no mercado portugu&ecirc;s, tomou esta instala&ccedil;&atilde;o como refer&ecirc;ncia de projeto para novos desen­volvimentos em Portugal.</p>

<p>O presente artigo estrutura-se em torno da an&aacute;lise t&eacute;c­nica detalhada desta instala&ccedil;&atilde;o: a primeira sec&ccedil;&atilde;o des­creve a arquitetura do sistema; a segunda analisa os da­dos operacionais reais do sistema de monitoriza&ccedil;&atilde;o; a terceira detalha os subsistemas de valor acrescentado (ejetores, HRU, <em>gascooler </em>adiab&aacute;tico); e a quarta discute as conclus&otilde;es e as implica&ccedil;&otilde;es para o projeto de insta­la&ccedil;&otilde;es em Portugal.</p>

<p></p>

<h2>Arquitetura dos sitema - vis&atilde;o geral</h2>

<p>A instala&ccedil;&atilde;o &eacute; um sistema <em>booster </em>a CO2 funcionando em regime transcr&iacute;tico que serve em simult&acirc;neo tr&ecirc;s n&iacute;veis de temperatura, integra ar condicionado, produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente e descongela&ccedil;&atilde;o. A Figura 1 reproduz o diagrama funcional da instala&ccedil;&atilde;o tal como visualizado no sistema de monitoriza&ccedil;&atilde;o em condi&ccedil;&otilde;es reais de opera&ccedil;&atilde;o.</p>

<p></p>

<p><strong>Circuitos frigor&iacute;ficos </strong></p>

<p>A instala&ccedil;&atilde;o disp&otilde;e de tr&ecirc;s circuitos frigor&iacute;ficos distintos, correspondentes a tr&ecirc;s n&iacute;veis de temperatura de evapo­ra&ccedil;&atilde;o:</p>

<ul>
	<li>Temperatura Interm&eacute;dia (IT) — circuito de ar condi­cionado, com dois compressores IT1 e IT2, operando &agrave; data de recolha de dados com capacidade 0 %, indi­cando aus&ecirc;ncia de carga de arrefecimento de conforto;</li>
	<li>M&eacute;dia Temperatura (MT) — circuito de refrigerados (bal­c&otilde;es, vitrines, c&acirc;maras MT), servido por dois compres­sores MT1 e MT2. No momento de recolha, MT1 operava a 60 % de capacidade e MT2 estava parado (0 %). Tempe­ratura de descarga MT: 88,2 °C (Sd MT). Temperatura de aspira&ccedil;&atilde;o: –1,6 °C (T0-MT); sobreaquecimento MT: 23,4 K. Press&atilde;o de aspira&ccedil;&atilde;o MT: 32,38 bar (Po MT);</li>
	<li>Baixa Temperatura (LT) — circuito de congelados (ilhas de congelados, arcas), com dois compressores LT1 e LT2. LT1 estava em 0 % e LT2 operava a 57 % de capacidade. Temperatura de aspira&ccedil;&atilde;o LT: –25,6°C; sobreaquecimen­to LT: 30,6 K. Temperatura de descarga LT: 68,4°C (Sd LT). Press&atilde;o de aspira&ccedil;&atilde;o LT: 15,3 bar (Po LT).</li>
</ul>

<p><strong>Varia&ccedil;&atilde;o de velocidade por compressor </strong></p>

<p>Uma das caracter&iacute;sticas de destaque desta instala&ccedil;&atilde;o &eacute; a disponibilidade de variador de velocidade (VSD – <em>Varia­ble Speed Drive</em>) individual para cada compressor, inde­pendentemente do circuito a que pertence ­ <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">(…)</a></p>

<p></p>

<h6>Equipa t&eacute;cnica da Gesticool em colabora&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica com a Danfoss A/S<br />
<strong>Carlos Alves</strong>, Gesticool, Engenheiro & Diretor Comercial<br />
<strong>Paulo Monteiro</strong>, Danfoss, Engenheiro & Delegado Comercial</h6>

<p></p>

<p></p>

<h5>Leia o artigo na integra na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>
 ]]></description><pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:35:27 GMT</pubDate></item><item><title>AIPOR promove conferência sobre instalações técnicas especiais</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/conferencia-instalacoes-tecnicas-especiais/</link><guid isPermaLink='false'>3602</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/instalacoes-tecnicas-especiais.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO JARMOLUK/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O evento realiza-se no dia 23 de setembro por ocasi&atilde;o da ENERH2O, feira dedicada &agrave; inova&ccedil;&atilde;o e &agrave; tecnologia nos setores da energia, da &aacute;gua e da climatiza&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel.</strong></p>

<p>No &acirc;mbito da edi&ccedil;&atilde;o de 2026 da ENERH2O, a AIPOR – Associa&ccedil;&atilde;o dos Instaladores de Portugal organiza, a 23 de setembro, uma confer&ecirc;ncia dedicada &agrave;s Instala&ccedil;&otilde;es T&eacute;cnicas Especiais. A sess&atilde;o decorrer&aacute; entre as 12h00 e as 13h00 na Sala Solar Shop no recinto da Exponor no Porto, e destacar&aacute; a import&acirc;ncia da certifica&ccedil;&atilde;o face os desafios t&eacute;cnicos e clim&aacute;ticos.</p>

<p>A confer&ecirc;ncia ter&aacute; como orador principal Tiago Oliveira, atual Vice-Presidente da Assembleia Geral da AIPOR, que apresentar&aacute; o Organismo de Certifica&ccedil;&atilde;o de Pessoas (OCP) da associa&ccedil;&atilde;o e as certifica&ccedil;&otilde;es disponibilizadas do A1 ao E. Ser&aacute; ainda abordada a rela&ccedil;&atilde;o entre a certifica&ccedil;&atilde;o e as exig&ecirc;ncias regulamentares decorrentes do Regulamento de Execu&ccedil;&atilde;o (UE) 2024/2215.</p>

<p>A iniciativa realiza-se no &acirc;mbito da 4.ª edi&ccedil;&atilde;o da ENERH2O, feira de inova&ccedil;&atilde;o e tecnologia em energia e &aacute;gua, que decorrer&aacute; nos dias 23 e 24 de setembro de 2026 na Exponor no Porto. A edi&ccedil;&atilde;o deste ano inclui temas como a climatiza&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel e de baixo carbono, a digitaliza&ccedil;&atilde;o, a economia circular, as energias renov&aacute;veis, o armazenamento de energia, o hidrog&eacute;nio e a gest&atilde;o e o tratamento da &aacute;gua.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:26:06 GMT</pubDate></item><item><title>Bombas de calor para descarbonizar as redes de energia térmica</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/bombas-de-calor-para-descarbonizar-redes-de-energia-termica/</link><guid isPermaLink='false'>3601</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/bombas-energia-termica.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O potencial destes equipamentos depende tamb&eacute;m da integra&ccedil;&atilde;o com armazenamento t&eacute;rmico, energia renov&aacute;vel e sistemas digitais de gest&atilde;o.</strong></p>

<p>As bombas de calor de grande escala podem apoiar a transforma&ccedil;&atilde;o das redes de aquecimento urbano, segundo um artigo do programa <a href="https://heatpumpingtechnologies.org/heat-pumps-move-to-the-centre-of-district-energy-how-electrified-heat-is-reshaping-the-decarbonisation-agenda/" target="_blank">Heat Pumping Technologies (HPT)</a> baseado no relat&oacute;rio <a href="https://www.iea.org/reports/renewables-in-district-energy" target="_blank">Renewables in District Energy da Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia (IEA).</a> O artigo analisa o potencial da eletrifica&ccedil;&atilde;o do calor para a descarboniza&ccedil;&atilde;o dos sistemas de energia t&eacute;rmica.</p>

<p>Apesar do forte crescimento da capacidade solar fotovoltaica e e&oacute;lica, a participa&ccedil;&atilde;o das energias renov&aacute;veis no aquecimento urbano manteve-se praticamente inalterada nos &uacute;ltimos anos. Segundo o relat&oacute;rio, as pol&iacute;ticas atuais apontam para um crescimento de apenas 10 % at&eacute; 2030. Ao mesmo tempo, o n&uacute;mero de consumidores ligados a redes de aquecimento urbano dever&aacute; aumentar cerca de 8 %, para aproximadamente 650 milh&otilde;es de pessoas.</p>

<p>Segundo os autores do artigo, &eacute; neste contexto que as bombas de calor ganham relev&acirc;ncia. Esta tecnologia permite aproveitar o calor residual industrial, as &aacute;guas residuais, a &aacute;gua do mar e a energia geot&eacute;rmica. As unidades de grande escala atualmente dispon&iacute;veis podem fornecer &aacute;gua entre 60 e 90 °C, embora temperaturas de fornecimento mais elevadas possam penalizar a efici&ecirc;ncia. Quanto maior for a temperatura da fonte e menor for a temperatura de distribui&ccedil;&atilde;o, menor ser&aacute; o <em>temperature lift</em> exigido &agrave; bomba de calor e consequentemente maior o seu desempenho, escrevem os autores.</p>

<h2>Armazenamento t&eacute;rmico para maior flexibilidade</h2>

<p>A competitividade, contudo, tamb&eacute;m depende da rela&ccedil;&atilde;o entre o pre&ccedil;o da eletricidade e o dos combust&iacute;veis f&oacute;sseis. Quando a eletricidade custa duas a quatro vezes mais por unidade de calor &uacute;til do que o g&aacute;s natural, as bombas de calor enfrentam dificuldades econ&oacute;micas, sobretudo em redes de alta temperatura. Tarifas hor&aacute;rias ou indexadas ao mercado grossista, encargos de rede mais baixos para cargas flex&iacute;veis e eletricidade renov&aacute;vel a baixo custo podem alterar esta equa&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>As solu&ccedil;&otilde;es de armazenamento t&eacute;rmico podem ajudar a aproveitar per&iacute;odos de eletricidade excedent&aacute;ria ou de pre&ccedil;os baixos, destacam os autores. A digitaliza&ccedil;&atilde;o acrescenta uma camada de otimiza&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s de sensores inteligentes, an&aacute;lise de dados, manuten&ccedil;&atilde;o preditiva e controlo das temperaturas em tempo real. Os centros de dados constituem outra oportunidade emergente. Uma vez que rejeitam praticamente toda a eletricidade consumida sob a forma de calor de baixa temperatura, podem tornar-se fontes para redes pr&oacute;ximas, recorrendo a permutadores de calor e, quando necess&aacute;rio, a bombas de calor.</p>

<p>Segundo o relat&oacute;rio do programa Heat Pumping Technologies, a pr&oacute;xima fase da descarboniza&ccedil;&atilde;o das redes t&eacute;rmicas depender&aacute; menos da evolu&ccedil;&atilde;o isolada daas bombas de calor de grande escala e mais da capacidade de integrar bombas de calor, redes, armazenamento, eletricidade renov&aacute;vel e sistemas digitais num &uacute;nico sistema energ&eacute;tico flex&iacute;vel.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:59:13 GMT</pubDate></item><item><title>Termina a 19 de novembro o prazo para equiparação de TIM II a TRM</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/termina-19-novembro-prazo-equiparacao-TIM-II-a-TRM/</link><guid isPermaLink='false'>3600</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/CARTRM.png" style="width: 800px; height: 318px;" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO SITE APIRAC</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A categoria profissional de T&eacute;cnico Respons&aacute;vel pela Instala&ccedil;&atilde;o e Manuten&ccedil;&atilde;o (TRM) foi introduzida no &acirc;mbito da revis&atilde;o do enquadramento dos t&eacute;cnicos do SCE.</strong></p>

<p>Est&aacute; a chegar ao fim o per&iacute;odo previsto para que os T&eacute;cnicos de Instala&ccedil;&atilde;o e Manuten&ccedil;&atilde;o (TIM) de categoria II possam obter a equipara&ccedil;&atilde;o &agrave; categoria de T&eacute;cnico Respons&aacute;vel pela Instala&ccedil;&atilde;o e Manuten&ccedil;&atilde;o (TRM). Este prazo termina a 19 de novembro de 2026, no &acirc;mbito do regime transit&oacute;rio criado pelo <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/102-2021-174614573" target="_blank">Decreto-Lei n.º 102/2021.</a></p>

<p>A altera&ccedil;&atilde;o resulta da revis&atilde;o do enquadramento dos t&eacute;cnicos do Sistema de Certifica&ccedil;&atilde;o Energ&eacute;tica dos Edif&iacute;cios (SCE), que introduziu a categoria profissional de TRM. Este t&eacute;cnico &eacute; respons&aacute;vel pela manuten&ccedil;&atilde;o operacional dos sistemas t&eacute;cnicos, acompanhando a instala&ccedil;&atilde;o e assegurando a sua substitui&ccedil;&atilde;o e atualiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Para beneficiar desta possibilidade de equipara&ccedil;&atilde;o, os profissionais devem cumprir um dos seguintes requisitos, <a href="https://apirac.pt/aproxima-se-o-fim-do-prazo-de-equiparacao-de-tim-ii-a-trm/" target="_blank">alerta a APIRAC:</a></p>

<p>- “T&iacute;tulo de engenheiro ou engenheiro t&eacute;cnico, com tr&ecirc;s anos de experi&ecirc;ncia profissional como membro efetivo da respetiva associa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica profissional, em atividades de instala&ccedil;&atilde;o, substitui&ccedil;&atilde;o ou atualiza&ccedil;&atilde;o de sistemas t&eacute;cnicos abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 101-D/2020”</p>

<p>- “O 12.º ano de escolaridade ou equivalente, acrescido de aprova&ccedil;&atilde;o em exame realizado pela ADENE sobre a instala&ccedil;&atilde;o, substitui&ccedil;&atilde;o ou atualiza&ccedil;&atilde;o de sistemas t&eacute;cnicos (neste caso, dever&atilde;o aguardar a abertura das inscri&ccedil;&otilde;es para o exame).”</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 19 Aug 2026 12:09:18 GMT</pubDate></item><item><title>IFV promove curso técnico sobre eletrificação de sistemas de climatização</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/curso-eletrificacao-de-sistemas-de-climatizacao/</link><guid isPermaLink='false'>3599</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/eletrificacao-vulcano.jpg" style="width: 700px; height: 340px;" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A forma&ccedil;&atilde;o decorre em Lisboa e em Vila Nova de Gaia no &acirc;mbito de duas edi&ccedil;&otilde;es distintas entre setembro e outubro de 2026.</strong></p>

<p>O Instituto de Forma&ccedil;&atilde;o Vulcano (IFV), espa&ccedil;o de forma&ccedil;&atilde;o e certifica&ccedil;&atilde;o nas &aacute;reas de &aacute;gua quente e climatiza&ccedil;&atilde;o, promove o <a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/landingPageItemDetail/42810" target="_blank">curso t&eacute;cnico “Eletrifica&ccedil;&atilde;o de Sistemas de Climatiza&ccedil;&atilde;o – Pot&ecirc;ncia e Comando”.</a> A forma&ccedil;&atilde;o disponibiliza dez vagas e tem um custo de inscri&ccedil;&atilde;o de 230 euros.</p>

<p>Destinada a t&eacute;cnicos de climatiza&ccedil;&atilde;o com conhecimentos b&aacute;sicos de eletricidade que pretendam aprofundar e ampliar as suas compet&ecirc;ncias, a forma&ccedil;&atilde;o tem uma dura&ccedil;&atilde;o total de 14 horas e combina conhecimentos t&eacute;cnicos essenciais para a interven&ccedil;&atilde;o em sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>O curso ser&aacute; realizado em formato presencial e ter&aacute; duas edi&ccedil;&otilde;es. Em Lisboa, as sess&otilde;es ter&atilde;o lugar nos dias 14 e 15 de setembro nas instala&ccedil;&otilde;es do ISQ – Tagus Park. Em Vila Nova de Gaia, a forma&ccedil;&atilde;o decorrer&aacute; nos dias 26 e 27 de outubro, nas instala&ccedil;&otilde;es do ISQ – Grij&oacute;.</p>

<p>Ao longo da forma&ccedil;&atilde;o, os participantes ir&atilde;o abordar temas relacionados com circuitos de prote&ccedil;&atilde;o, dimensionamento de cablagem, circuitos de comando e pot&ecirc;ncia, bem como com a conce&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o de quadros el&eacute;tricos. O objetivo &eacute; proporcionar uma prepara&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica orientada para situa&ccedil;&otilde;es concretas que surgem na instala&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>No final do curso, os formandos dever&atilde;o estar habilitados a dimensionar um circuito de alimenta&ccedil;&atilde;o e a respetiva prote&ccedil;&atilde;o para um sistema de climatiza&ccedil;&atilde;o, bem como a eletrificar um quadro el&eacute;trico com circuitos de comando e pot&ecirc;ncia. A forma&ccedil;&atilde;o permitir&aacute; ainda desenvolver compet&ecirc;ncias para identificar e corrigir avarias em sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s da an&aacute;lise de circuitos e da realiza&ccedil;&atilde;o de medi&ccedil;&otilde;es.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 18 Aug 2026 08:54:06 GMT</pubDate></item><item><title>Dimensionamento adequado pode reduzir custos das bombas de calor</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/dimensionamento-adequado-pode-reduzir-custos-das-bombas-de-calor/</link><guid isPermaLink='false'>3598</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="Dimensionamento de bombas de calor" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/dimensionamento-adequado-pode-reduzir-custos-das-bombas-de-calor.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO KIEN NGUYEN/ UNSPLASH</span></p>

<h6>Christina Genet</h6>

<p></p>

<p><strong>Na avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho e dos custos ao longo da vida &uacute;til do equipamento, importa ter em conta as intera&ccedil;&otilde;es com os sistemas de controlo, os processos de descongela&ccedil;&atilde;o e a utiliza&ccedil;&atilde;o do apoio el&eacute;trico.</strong></p>

<p>A aproxima&ccedil;&atilde;o entre fabricantes e comunidade cient&iacute;fica poder&aacute; contribuir para melhorar o desempenho real das bombas de calor e reduzir o seu sobredimensionamento. Esta &eacute; uma das principais conclus&otilde;es do artigo <a href="https://www.nature.com/articles/s44406-026-00028-6" target="_blank">Towards optimal heat pump system design: with a little help from the manufacturers,</a> publicado em maio na revista cient&iacute;fica Nature e destacado pelo <a href="https://iifiir.org/en/news/closer-industry-science-ties-could-boost-heat-pump-performance-and-cut-costs" target="_blank">Instituto Internacional do Frio (IIR).</a></p>

<p>A sele&ccedil;&atilde;o de uma bomba de calor n&atilde;o deve basear-se exclusivamente nos indicadores normalizados de desempenho, escrevem os autores. O coeficiente de desempenho sazonal (SCOP) &eacute; importante para avaliar os custos ao longo da vida &uacute;til, mas a forma como &eacute; determinado nem sempre reflete adequadamente as condi&ccedil;&otilde;es reais de opera&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Entre os fatores que ficam insuficientemente representados est&atilde;o as intera&ccedil;&otilde;es com os sistemas de controlo, os processos de descongela&ccedil;&atilde;o e a utiliza&ccedil;&atilde;o do apoio el&eacute;trico. Segundo o estudo, estas limita&ccedil;&otilde;es podem levar a uma sobrestima&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica do SCOP. Em certas condi&ccedil;&otilde;es de ensaio, os autores identificaram sobrestima&ccedil;&otilde;es do COP de 12,7 % e 18,9 %.</p>

<p>O dimensionamento &eacute; outro ponto cr&iacute;tico. Uma bomba de calor sobredimensionada aumenta o investimento inicial e pode aumentar a frequ&ecirc;ncia dos ciclos de funcionamento. Em contrapartida, uma unidade mais pequena pode exigir um recurso mais frequente a um sistema de apoio, criando um compromisso entre os custos de investimento e os custos de explora&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>O ponto de bival&ecirc;ncia ideal depende, contudo, das caracter&iacute;sticas do edif&iacute;cio, da prepara&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas quentes sanit&aacute;rias e dos padr&otilde;es de utiliza&ccedil;&atilde;o. Por isso, os autores defendem que o dimensionamento deve recorrer &agrave; simula&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica, integrando a procura t&eacute;rmica real e as especificidades do sistema de controlo da bomba de calor.</p>

<p>A proposta principal dos autoress passa por uma maior colabora&ccedil;&atilde;o entre fabricantes e investigadores. Os fabricantes poderiam disponibilizar s&eacute;ries temporais din&acirc;micas e dados de desempenho em diferentes condi&ccedil;&otilde;es de temperatura. Esses dados permitiriam desenvolver modelos mais fi&aacute;veis para prever o SCOP e selecionar a capacidade &oacute;tima para cada instala&ccedil;&atilde;o. O desafio seguinte ser&aacute; determinar quais e quantas medi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o realmente necess&aacute;rias para obter previs&otilde;es rigorosas.</p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 17 Aug 2026 09:57:00 GMT</pubDate></item><item><title>ILK Dresden combina energia fotovoltaica e gelo líquido</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/ilk-dresden-combina-energia-fotovoltaica-e-gelo-liquido/</link><guid isPermaLink='false'>3597</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="ILK Dresden" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/ilk-dresden-combina-energia-fotovoltaica-e-gelo-liquido.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO NUNO MARQUES/ UNSPLASH</span></p>

<p></p>

<h6>Christina Genet</h6>

<p></p>

<p><strong>No &acirc;mbito de um projeto do Institut f&uuml;r Luft- und K&auml;ltetechnik (ILK Dresden) na Alemanha, est&aacute; a ser desenvolvido um sistema integrado de armazenamento de frio baseado em energia fotovoltaica, gelo l&iacute;quido e controlo preditivo.</strong></p>

<p>Como aproveitar melhor a energia solar num sistema de refrigera&ccedil;&atilde;o? <a href="https://www.ilkdresden.de/en/research/pv-and-ice-slurry-based-cooling-supply.html" target="_blank">Uma das respostas est&aacute; a ser testada pelo ILK Dresden na Alemanha</a> num projeto destinado a c&acirc;maras frigor&iacute;ficas, armaz&eacute;ns log&iacute;sticos e instala&ccedil;&otilde;es da ind&uacute;stria alimentar. A solu&ccedil;&atilde;o combina uma instala&ccedil;&atilde;o fotovoltaica no telhado com armazenamento de energia sob a forma de energia t&eacute;rmica num reservat&oacute;rio de gelo l&iacute;quido.</p>

<p>Quando a instala&ccedil;&atilde;o fotovoltaica produz energia, esta alimenta os sistemas de refrigera&ccedil;&atilde;o que utilizam os refrigerantes naturais R290 e R744. O excedente pode ser convertido para produzir gelo l&iacute;quido e armazenar energia ou para pr&eacute;-arrefecer os produtos refrigerados, ficando dispon&iacute;vel para responder posteriormente &agrave;s necessidades de frio.</p>

<p>Para avaliar o comportamento da instala&ccedil;&atilde;o na pr&aacute;tica, o ILK Dresden implementou um sistema de monitoriza&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o registados os fluxos de energia t&eacute;rmica e el&eacute;trica atrav&eacute;s de contadores de energia, sensores de caudal e sensores de temperatura. No armaz&eacute;m frigor&iacute;fico, uma rede LoRaWAN permite acompanhar a distribui&ccedil;&atilde;o temporal e espacial da temperatura. Os dados s&atilde;o armazenados numa base de dados de s&eacute;ries temporais e disponibilizados em tempo real atrav&eacute;s de um <em>dashboard</em>, permitindo tamb&eacute;m avaliar indicadores de efici&ecirc;ncia.</p>

<p>Outro desafio &eacute; o pr&oacute;prio gelo l&iacute;quido. O projeto procura tornar a sua utiliza&ccedil;&atilde;o mais segura e eficiente, desenvolvendo m&eacute;todos para determinar a fra&ccedil;&atilde;o de gelo, estabelecer limites de funcionamento e identificar possibilidades de redu&ccedil;&atilde;o de custos, explicam os investigadores em comunicado.</p>

<p>O sistema de monitoriza&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&aacute; operacional e a unidade funciona h&aacute; quatro anos, fornecendo frio a espa&ccedil;os de armazenamento a baixa e m&eacute;dia temperatura, bem como a &aacute;reas destinadas &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o de produtos frescos.</p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 14 Aug 2026 09:08:08 GMT</pubDate></item><item><title>Guia apoia países em desenvolvimento na gestão dos refrigerantes</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/guia-apoia-paises-em-desenvolvimento-na-gestao-dos-refrigerantes/</link><guid isPermaLink='false'>3596</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="Programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP)" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/novo-guia-apoia-paises-em-desenvolvimento-na-gestao-dos-refrigerantes.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO GIORGIO TROVATO/ UNSPLASH</span></p>

<h6>Christina Genet</h6>

<p></p>

<p><strong>O documento elaborado pelo UNEP e pela CCAC visa ajudar os Estados a estabelecer planos nacionais de a&ccedil;&atilde;o centrados na recupera&ccedil;&atilde;o e na reciclagem adequada dos refrigerantes.</strong></p>

<p>O Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Ambiente (UNEP) e a Climate & Clean Air Coalition (CCAC) lan&ccedil;aram o guia <a href="https://www.ccacoalition.org/resources/national-action-plans-lifecycle-refrigerant-management-practical-guide-developing-countries" target="_blank">National Action Plans for Lifecycle Refrigerant Management: A Practical Guide for Developing Countries,</a> uma publica&ccedil;&atilde;o destinada a apoiar os pa&iacute;ses em desenvolvimento na defini&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias nacionais para a gest&atilde;o dos refrigerantes ao longo do seu ciclo de vida. Dirigido aos minist&eacute;rios respons&aacute;veis pelo ambiente e &agrave;s entidades de implementa&ccedil;&atilde;o, o documento tem como objetivo transformar os invent&aacute;rios nacionais de subst&acirc;ncias que empobrecem a camada de ozono e de bancos de hidrofluorocarbonetos em Planos Nacionais de Ac&atilde;o.</p>

<p>Neste contexto, o guia recomenda a recupera&ccedil;&atilde;o, a reciclagem, a regenera&ccedil;&atilde;o e a elimina&ccedil;&atilde;o ambientalmente adequada dos refrigerantes. A publica&ccedil;&atilde;o pretende ainda facilitar a integra&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o do ciclo de vida dos refrigerantes nos instrumentos nacionais j&aacute; existentes, como os Planos de Gest&atilde;o da Elimina&ccedil;&atilde;o dos HCFC e os Planos Nacionais de Ac&atilde;o para o Arrefecimento. Segundo a UNEP e a CCAC, a efic&aacute;cia destes planos depende de v&aacute;rios fatores como a forma&ccedil;&atilde;o dos t&eacute;cnicos, mas tamb&eacute;m a exist&ecirc;ncia de sistemas de dados fi&aacute;veis e mecanismos de financiamento sustent&aacute;veis.</p>

<p>O documento apresenta ainda exemplos de pa&iacute;ses que est&atilde;o a desenvolver diferentes estrat&eacute;gias. No Bar&eacute;m, por exemplo, foram combinadas medidas de recupera&ccedil;&atilde;o e regenera&ccedil;&atilde;o com requisitos regulamentares e sistemas de certifica&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos. No Gana, a estrat&eacute;gia de gest&atilde;o dos bancos de ODS assenta na regulamenta&ccedil;&atilde;o, no financiamento, em infraestruturas de reciclagem e num sistema nacional de recolha. Outros casos apresentados incluem a integra&ccedil;&atilde;o do setor informal nos sistemas de recupera&ccedil;&atilde;o no M&eacute;xico, uma parceria p&uacute;blico-privada para a reciclagem no Togo e sistemas digitais de rastreabilidade no Vietname.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 09:24:35 GMT</pubDate></item><item><title>Semana Global das Mulheres no setor AVAC&amp;R regressa em 2026</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/semana-global-das-mulheres-no-setor-avac-r-regressa-em-2026/</link><guid isPermaLink='false'>3595</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="AVAC&amp;R" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/semana-global-das-mulheres-no-setor-avac-r-regressa-em-2026.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO CHRIS MONTGOMERY/ UNSPLASH</span><span style="font-size:9px;"></span></p>

<p style="text-align: justify;"><strong>A iniciativa decorrer&aacute; de 25 a 31 de outubro e reunir&aacute; profissionais dos setores do aquecimento, da ventila&ccedil;&atilde;o, do ar condicionado e da refrigera&ccedil;&atilde;o.</strong></p>

<p style="text-align: justify;">Entre os dias 25 e 31 de outubro de 2026 ter&aacute; lugar a <a href="https://www.globalhvacrwomenweek.com/" target="_blank">Semana Global das Mulheres no setor AVAC&R.</a> Sob o mote “Vozes locais. Conex&otilde;es globais. Uma comunidade HVACR”, pretende aproximar mulheres que trabalham nesta &aacute;rea &agrave; escala internacional, criando espa&ccedil;os para a partilha de conhecimentos e a troca de ideias.</p>

<p style="text-align: justify;">A iniciativa prev&ecirc; atividades em diferentes formatos como <em>webinars</em>, confer&ecirc;ncias, eventos de <em>networking</em>, reuni&otilde;es t&eacute;cnicas, <em>workshops</em>, a&ccedil;&otilde;es de divulga&ccedil;&atilde;o e encontros locais. A Semana Global das Mulheres em HVACR re&uacute;ne profissionais de diferentes origens e &aacute;reas de atividade dentro do setor, incluindo engenheiras, t&eacute;cnicas, empres&aacute;rias, formadoras, investigadoras e representantes da ind&uacute;stria.</p>

<p style="text-align: justify;">Para al&eacute;m dos eventos existentes, a iniciativa incentiva as comunidades a organizar os seus pr&oacute;prios <em>webinars</em>, que podem decorrer de forma independente ou integrar outros formatos. Os organizadores destacam ainda a possibilidade de partilhar hist&oacute;rias profissionais atrav&eacute;s da iniciativa “Global Voices”.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 12 Aug 2026 10:45:45 GMT</pubDate></item><item><title>REHVA lança plataforma de formação dedicada à engenharia AVAC</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/rehva-lanca-plataforma-de-formacao-dedicada-a-engenharia-avac/</link><guid isPermaLink='false'>3594</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="REHVA" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/rehva-lanca-plataforma-de-formacao-dedicada-a-engenharia-avac1.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO TIMUR SHAKERZIANOV/ UNSPLASH</span></p>

<p><strong>O site disponibiliza desde j&aacute; dois cursos sobre as funcionalidades inteligentes dos edif&iacute;cios e a avalia&ccedil;&atilde;o do Smart Readiness Indicator (SRI).</strong></p>

<p>A REHVA - Federation of European Heating, Ventilation and Air Conditioning Associations acaba de lan&ccedil;ar a REHVA Academy, uma nova plataforma digital de <em>e-learning</em> destinada &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de profissionais de engenharia de sistemas de edif&iacute;cios, com especial enfoque nas &aacute;reas do aquecimento, ventila&ccedil;&atilde;o e ar condicionado (AVAC).</p>

<p>J&aacute; dispon&iacute;vel online, a plataforma pretende refor&ccedil;ar a dissemina&ccedil;&atilde;o internacional de conhecimento cient&iacute;fico e pr&aacute;tico na engenharia de sistemas de edif&iacute;cios, acompanhando a evolu&ccedil;&atilde;o do setor, marcada pela inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e pela transforma&ccedil;&atilde;o do quadro regulamentar. A iniciativa visa tamb&eacute;m apoiar as associa&ccedil;&otilde;es nacionais que integram a REHVA nas suas atividades de forma&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A nova plataforma disponibiliza desde j&aacute; duas forma&ccedil;&otilde;es sobre as funcionalidades inteligentes dos edif&iacute;cios. O curso Smart Functions of Buildings aborda os fundamentos das funcionalidades inteligentes, tal como definidos pelas normas europeias e pelos referenciais t&eacute;cnicos. O segundo, Smart Readiness Indicator Assessment, ensina os formandos a realizar avalia&ccedil;&otilde;es do <em>Smart Readiness Indicator</em> (SRI), recorrendo a uma das ferramentas comerciais dispon&iacute;veis para o efeito.</p>

<p>Os dois cursos foram desenvolvidos tendo em conta o contexto europeu e s&atilde;o lecionados em ingl&ecirc;s, estando previstas poss&iacute;veis vers&otilde;es nas l&iacute;nguas nacionais atrav&eacute;s da rede de associa&ccedil;&otilde;es-membro da REHVA. A participa&ccedil;&atilde;o nas forma&ccedil;&otilde;es tem um custo associado entre 250 e 500 euros, e <a href="https://academy.rehva.eu/catalogue/" target="_blank">as inscri&ccedil;&otilde;es podem ser efetuadas diretamente online.</a></p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:29:05 GMT</pubDate></item><item><title>Entrevista a Luís Malheiro</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/entrevista-a-luis-malheiro/</link><guid isPermaLink='false'>3592</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="Luís Malheiro" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/luis-malheiro.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">DR</span></p>

<h6>Entrevista por Christina Genet</h6>

<p></p>

<p>Lu&iacute;s Malheiro fala dos desafios da gest&atilde;o de uma empresa de engenharia de edif&iacute;cios com mais de 40 anos de atividade, dos sucessos, das dificuldades e da constru&ccedil;&atilde;o de uma imagem que inspira confian&ccedil;a.</p>

<h2>&Eacute; fundador e administrador da LMSI-Engineering, uma grande empresa portuguesa de projetos, gest&atilde;o e fiscaliza&ccedil;&atilde;o de obras e facility management. Como surgiu a cria&ccedil;&atilde;o da empresa?</h2>

<p><br />
Antes de fundar esta empresa, trabalhei durante 11 anos noutra empresa, que se dedicava &agrave; execu&ccedil;&atilde;o de instala&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas especialmente em data centers (chamavam-se centros de inform&aacute;tica). Foi a&iacute; que adquiri muita experi&ecirc;ncia, tanto do mercado como nesta &aacute;rea em particular. Mais tarde, em 1983, decidi fundar esta empresa, para nos dedicarmos apenas &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o de projetos, assumindo que seria uma empresa que n&atilde;o executaria obras. Costumo comparar esta separa&ccedil;&atilde;o entre projetistas e empresas de constru&ccedil;&atilde;o ao Tratado de Tordesilhas quando os espanh&oacute;is e os portugueses dividiram o mundo ao meio e, na minha perspetiva, tamb&eacute;m aqui deve existir uma divis&atilde;o clara: quem faz obras n&atilde;o faz projetos e quem faz projetos n&atilde;o faz obras, embora, hoje em dia, isso nem sempre aconte&ccedil;a assim. A empresa foi fundada precisamente num ano em que Portugal entrou em crise financeira – a primeira de que me lembro – em que o FMI esteve no pa&iacute;s. Os primeiros anos foram dif&iacute;ceis, embora essa fase tenha sido atenuada pelo facto de termos sido selecionados logo em 1984, para desenvolver o projeto e assumir tamb&eacute;m a fiscaliza&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o da obra do Centro Comercial das Amoreiras, o primeiro grande centro comercial em Portugal. Depois, a partir de 1986, a empresa cresceu muito e come&ccedil;&aacute;mos a ter bastante trabalho.</p>

<h2>Em que contexto aconteceu esse crescimento?</h2>

<p><br />
Foi uma consequ&ecirc;ncia direta da ades&atilde;o de Portugal &agrave; Uni&atilde;o Europeia. Houve um grande crescimento do mercado, muitos investimentos e, nessa altura, n&oacute;s j&aacute; t&iacute;nhamos conquistado algum prest&iacute;gio pela qualidade do trabalho que faz&iacute;amos. Estas coisas nunca nascem do zero. Aument&aacute;mos a equipa, tivemos de mudar de escrit&oacute;rio e continu&aacute;mos a crescer. Mais tarde, em 1994, ultrapass&aacute;mos bem outra crise, novamente com o FMI em Portugal. Depois, a partir de 1996, fomos respons&aacute;veis por muitos dos projetos emblem&aacute;ticos e inovadores da Expo 98 e isso representou um novo ciclo de crescimento. Este envolvimento nos projetos da Expo 98 deu-nos muita visibilidade e refor&ccedil;ou bastante o nosso prest&iacute;gio no mercado. Em 2005, tom&aacute;mos uma decis&atilde;o importante ao separar um departamento interno de gest&atilde;o da manuten&ccedil;&atilde;o que, entretanto, tinha sido criado, dando-lhe condi&ccedil;&otilde;es para se desenvolver de forma aut&oacute;noma, o que veio a acontecer com um sucesso relevante, passando a complementar a oferta de servi&ccedil;os profissionais que prest&aacute;vamos, completando a nossa responsabilidade de engenharia ao longo do ciclo de vida dos edif&iacute;cios. At&eacute; ent&atilde;o, a empresa fazia projetos de instala&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas – ar condicionado, eletricidade, seguran&ccedil;a, entre outras &aacute;reas. Mas gradualmente, come&ccedil;&aacute;mos tamb&eacute;m a assumir a gest&atilde;o da manuten&ccedil;&atilde;o dos edif&iacute;cios depois de conclu&iacute;dos. Por exemplo, elabor&aacute;vamos projetos de um edif&iacute;cio – como a Torre 2 das Amoreiras, o Pavilh&atilde;o Atl&acirc;ntico ou o Centro Colombo, e muitos outros – e, na continua&ccedil;&atilde;o, os clientes pediam-nos apoio para a gest&atilde;o da manuten&ccedil;&atilde;o e opera&ccedil;&atilde;o desses edif&iacute;cios que, hoje se denomina Facility Management. Foi assim que se desenvolveu esta nova atividade dentro da empresa. A grande vantagem estrat&eacute;gica era precisamente essa: em vez de terminarmos a nossa interven&ccedil;&atilde;o no fim da obra, os clientes queriam que continu&aacute;ssemos envolvidos. Isso permitiu-nos manter rela&ccedil;&otilde;es mais duradouras com os clientes. Ao mesmo tempo, o facto de continuarmos pr&oacute;ximos deles dava-nos acesso mais cedo &agrave; informa&ccedil;&atilde;o sobre novos investimentos. Fomos criando uma carteira de clientes recorrentes, o que acabou por dar maior consist&ecirc;ncia &agrave; nossa capacidade comercial e &agrave; empresa. E isso &eacute; muito importante, porque, como diz o ditado, “longe da vista, longe do cora&ccedil;&atilde;o”. Assim, fomos mantendo clientes que apreciavam o nosso trabalho e com quem continu&aacute;mos a colaborar ao longo dos ano .Ainda hoje temos clientes que trabalham connosco h&aacute; 35 ou 40 anos. Depois, em 2007, inici&aacute;mos uma atividade de inova&ccedil;&atilde;o e tecnologia, com o desenvolvimento interno de uma plataforma tecnol&oacute;gica para monitoriza&ccedil;&atilde;o de consumos de energia e &aacute;gua em edif&iacute;cios – WiseMetering. Estas atividades est&atilde;o hoje firmemente implantadas no mercado e continuam em crescimento <a href="http://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">(...)</a></p>

<h5>Leia a entrevista na integra na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 10 Aug 2026 10:41:20 GMT</pubDate></item><item><title>Os chillers em destaque da SGT Midea</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/os-chillers-em-destaque-da-sgt-midea/</link><guid isPermaLink='false'>3591</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="chillers em destaque da SGT Midea" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/os-chillers-em-destaque-da-sgt-midea.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">DR</span></p>

<p></p>

<p><strong>As gamas Aqua Thermal e Magboost Apex Pro adaptam-se a instala&ccedil;&otilde;es comerciais e industriais de diferentes dimens&otilde;es.</strong></p>

<p>Nos sistemas de AVAC, os <em>chillers</em> desempenham um papel determinante na produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente e fria utilizada na climatiza&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios de m&eacute;dia e grande dimens&atilde;o. Estes equipamentos alimentam circuitos hidr&aacute;ulicos que distribuem &aacute;gua para unidades terminais, como ventiloconvetores ou unidades de tratamento de ar (UTA).</p>

<p>Neste contexto, a SGT Midea disponibiliza diferentes solu&ccedil;&otilde;es de <em>chillers</em> concebidas para responder &agrave;s exig&ecirc;ncias atuais do setor AVAC, destacando-se as gamas Aqua Thermal e Magboost Apex Pro, direcionadas para aplica&ccedil;&otilde;es comerciais e industriais.</p>

<h2>Adaptar a capacidade do equipamento &agrave;s necessidades reais</h2>

<p>O Aqua Thermal integra a gama de <em>chillers</em> arrefecidos a ar desenvolvidos para sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o centralizada. Este equipamento funciona como uma bomba de calor revers&iacute;vel, sendo capaz de fornecer arrefecimento, aquecimento e &aacute;gua quente sanit&aacute;ria. Entre as suas principais caracter&iacute;sticas destaca-se a tecnologia DC Inverter, que permite ajustar a capacidade do equipamento &agrave;s necessidades reais da instala&ccedil;&atilde;o, aumentando a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e reduzindo o consumo el&eacute;trico durante o funcionamento.</p>

<p>O equipamento &eacute; adequado para edif&iacute;cios de servi&ccedil;os, hot&eacute;is, hospitais ou instala&ccedil;&otilde;es industriais. A tecnologia aplicada permite igualmente operar em diferentes regimes de carga, contribuindo para um funcionamento est&aacute;vel ao longo da vida &uacute;til do equipamento. A gama disponibiliza capacidades entre 50 e 390 kW, permitindo a sua aplica&ccedil;&atilde;o em sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o de diferentes dimens&otilde;es.</p>

<h2>Os rolamentos magn&eacute;ticos sem contacto refor&ccedil;am a durabilidade</h2>

<p>Por sua vez, o Magboost representa uma solu&ccedil;&atilde;o orientada para instala&ccedil;&otilde;es de maior capacidade e elevado desempenho energ&eacute;tico. Este <em>chiller</em> centr&iacute;fugo com rolamentos magn&eacute;ticos integra tecnologias avan&ccedil;adas de compress&atilde;o e controlo, proporcionando elevados n&iacute;veis de fiabilidade em aplica&ccedil;&otilde;es de grande escala.</p>

<p>Ao contr&aacute;rio dos rolamentos mec&acirc;nicos tradicionais que exigem lubrifica&ccedil;&atilde;o regular, inspe&ccedil;&otilde;es de desgaste e substitui&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas, o MagBoost Apex utiliza rolamentos magn&eacute;ticos sem contacto. Isso elimina a necessidade de lubrifica&ccedil;&atilde;o com &oacute;leo e reduz o desgaste dos componentes mec&acirc;nicos, diminuindo a frequ&ecirc;ncia das interven&ccedil;&otilde;es de manuten&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Os modelos da gama Magboost Apex Pro foram concebidos para capacidades frigor&iacute;ficas superiores a 350 kW, sendo particularmente indicados para grandes edif&iacute;cios comerciais, hospitais, centros de dados e complexos industriais.</p>

<p>A combina&ccedil;&atilde;o de tecnologias de compress&atilde;o de elevada efici&ecirc;ncia com rolamentos magn&eacute;ticos permite reduzir os consumos energ&eacute;ticos e melhorar o desempenho global do sistema, sobretudo em condi&ccedil;&otilde;es de carga parcial, que representam grande parte do funcionamento real dos sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o. Esta caracter&iacute;stica traduz-se em menores custos de explora&ccedil;&atilde;o e numa maior sustentabilidade energ&eacute;tica ao longo da vida &uacute;til do equipamento.</p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:44:36 GMT</pubDate></item><item><title>Caleffi apresenta gama de componentes para bombas de calor</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/caleffi-apresenta-gama-de-componentes-para-bombas-de-calor/</link><guid isPermaLink='false'>3590</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="Caleffi apresenta gama de componentes para bombas de calor" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/caleffi-apresenta-gama-de-componentes-para-bombas-de-calor.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">DR</span></p>

<p><strong>O filtro magn&eacute;tico de sujidade CALEFFI XF e a v&aacute;lvula antigelo iStop® integram a gama de solu&ccedil;&otilde;es da marca para estes equipamentos.</strong></p>

<p>A Caleffi Hydronic Solutions tem vindo a desenvolver diferentes solu&ccedil;&otilde;es para bombas de calor. Entre estes produtos, destaca-se o separador hidr&aacute;ulico da s&eacute;rie 5485 com in&eacute;rcia de aplica&ccedil;&atilde;o mural. Fabricado em a&ccedil;o inoxid&aacute;vel e dotado de isolamento t&eacute;rmico, garante um volume de in&eacute;rcia adequado para assegurar o correto funcionamento destes equipamentos.</p>

<p>Segundo a empresa, o separador de microbolhas de ar Caleffi HED<sup>®</sup> remove at&eacute; 99 % do ar presente na &aacute;gua da instala&ccedil;&atilde;o, desde a primeira passagem. Foi concebido para reduzir os custos de manuten&ccedil;&atilde;o, ao diminuir problemas como o ru&iacute;do nas tubagens e nos terminais, a corros&atilde;o dos componentes, os bloqueios da circula&ccedil;&atilde;o e a insufici&ecirc;ncia das trocas t&eacute;rmicas.</p>

<p>Por outro lado, o filtro magn&eacute;tico de sujidade CALEFFI XF distingue-se pelo seu duplo efeito filtrante, permitindo capturar part&iacute;culas de pequena dimens&atilde;o. Gra&ccedil;as &agrave; sua ampla superf&iacute;cie de filtragem, diminui as obstru&ccedil;&otilde;es e elimina as impurezas. J&aacute; a v&aacute;lvula desviadora motorizada da s&eacute;rie 6445 permite gerir o fluxo entre a instala&ccedil;&atilde;o de climatiza&ccedil;&atilde;o (aquecimento e arrefecimento) e o sistema de prepara&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente sanit&aacute;ria.</p>

<p>A Caleffi apresenta tamb&eacute;m a v&aacute;lvula antigelo iStop<sup>®</sup>, um sistema de prote&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nico para bombas de calor. O dispositivo permite a descarga autom&aacute;tica do fluido do circuito quando a sua temperatura atinge um valor m&eacute;dio de 3 ºC, impedindo a forma&ccedil;&atilde;o de gelo no circuito. Pode funcionar com temperaturas da &aacute;gua na instala&ccedil;&atilde;o at&eacute; 90 °C, uma carater&iacute;stica comum &agrave; maioria das novas bombas de calor que utilizam o fluido frigorig&eacute;neo R290 (propano).</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:55:55 GMT</pubDate></item><item><title>Campos magnéticos para melhorar a refrigeração de alimentos</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/campos-magneticos-para-melhorar-a-refrigeracao-de-alimentos/</link><guid isPermaLink='false'>3589</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/annekroiss.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO ANNEKROISS/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>No &acirc;mbito da 9ª Confer&ecirc;ncia Internacional sobre Sustentabilidade e Cadeia de Frio, um grupo de investigadores franceses apresentou uma nova tecnologia de refrigera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o t&eacute;rmica que poder&aacute; permitir um maior controlo do crescimento dos cristais de gelo.</strong></p>

<p><a href="https://iifiir.org/en/news/iccc2026-magnetic-field-for-food-refrigeration-a-promising-but-still-emerging-alternative-to-conventional-freezing-methods-2f5d2d34-5920-4d46-83d1-05bcb3817992" target="_blank">A aplica&ccedil;&atilde;o de campos magn&eacute;ticos aos processos de refrigera&ccedil;&atilde;o e congela&ccedil;&atilde;o de alimentos</a> poder&aacute; tornar-se uma alternativa promissora aos m&eacute;todos convencionais. Essa &eacute; a conclus&atilde;o de um artigo cient&iacute;fico redigido pelo presidente da Comiss&atilde;o C2 do Instituto Internacional de Refrigera&ccedil;&atilde;o (IIR), Alain Le Bail, em conjunto com Olivier Rouaud e Nasser Hamdami do instituto Oniris em Nantes, Fran&ccedil;a, apresentado na 9ª Confer&ecirc;ncia Internacional sobre Sustentabilidade e Cadeia de Frio (ICCC2026), realizada entre os dias 12 e 14 de abril de 2026.</p>

<p>Segundo os investigadores, a congela&ccedil;&atilde;o convencional conduz frequentemente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de cristais de gelo de grandes dimens&otilde;es e de distribui&ccedil;&atilde;o irregular, provocando ruturas celulares, perdas de l&iacute;quidos durante a descongela&ccedil;&atilde;o, altera&ccedil;&otilde;es de textura e degrada&ccedil;&atilde;o de nutrientes. Neste contexto, t&ecirc;m vindo a ser estudadas tecnologias n&atilde;o t&eacute;rmicas que permitem um maior controlo da nuclea&ccedil;&atilde;o e do crescimento dos cristais de gelo, embora esta abordagem ainda se encontre numa fase inicial de desenvolvimento tecnol&oacute;gico.</p>

<p>De acordo com os estudos analisados, a utiliza&ccedil;&atilde;o de campos magn&eacute;ticos pode reduzir o crescimento dos cristais de gelo, contribuindo para uma melhor preserva&ccedil;&atilde;o da textura e para menores perdas de l&iacute;quido. Por se tratar de um processo sem contacto direto com o alimento e sem recurso ao aquecimento, esta tecnologia apresenta tamb&eacute;m potencial para reduzir o tempo de congela&ccedil;&atilde;o e, em determinadas condi&ccedil;&otilde;es, o consumo de energia. Os benef&iacute;cios s&atilde;o particularmente relevantes para produtos como pescado, carne, frutas e produtos hort&iacute;colas.</p>

<p>Apesar deste potencial, os investigadores sublinham que subsistem limita&ccedil;&otilde;es importantes. O desempenho varia consoante o produto, os mecanismos f&iacute;sicos envolvidos ainda n&atilde;o est&atilde;o totalmente esclarecidos e a reprodutibilidade dos resultados continua a ser reduzida. Acrescem a elevada complexidade dos equipamentos e os desafios associados &agrave; escalabilidade industrial, fatores que condicionam a ado&ccedil;&atilde;o desta tecnologia.</p>

<p>Os autores defendem que a investiga&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento deste m&eacute;todo dever&atilde;o centrar-se no esclarecimento dos mecanismos f&iacute;sicos, na cria&ccedil;&atilde;o de protocolos experimentais normalizados, na quantifica&ccedil;&atilde;o dos campos el&eacute;tricos induzidos e na avalia&ccedil;&atilde;o da viabilidade da sua aplica&ccedil;&atilde;o &agrave; escala industrial.</p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:06:08 GMT</pubDate></item><item><title>Digitalização da gestão técnica de edifícios interligados</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/digitalizacao-da-gestao-tecnica-de-edificios-interligados/</link><guid isPermaLink='false'>2587</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/digitalizacao-gestao-tecnica.jpg" /></p>

<p></p>

<p><strong>No contexto atual do setor da edifica&ccedil;&atilde;o, a gest&atilde;o t&eacute;cnica dos edif&iacute;cios assume um papel central nos debates relacionados com a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, a sustentabilidade e a resili&ecirc;ncia do ambiente constru&iacute;do. </strong></p>

<p>O aumento sustentado dos custos da energia, a press&atilde;o regulamentar associada &agrave;s metas de descarboniza&ccedil;&atilde;o e a necessidade de intervir num parque edificado maioritariamente envelhecido transformaram profundamente o papel dos sistemas t&eacute;cnicos nos edif&iacute;cios.</p>

<p>Se, durante d&eacute;cadas, estes sistemas foram encarados es­sencialmente como infraestruturas de suporte – destina­das a assegurar conforto t&eacute;rmico, ventila&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a –, hoje s&atilde;o reconhecidos como ativos estrat&eacute;gicos, com impacto direto no consumo energ&eacute;tico, nas emiss&otilde;es de carbono, nos custos operacionais e no valor global dos edif&iacute;cios. Esta evolu&ccedil;&atilde;o obriga a repensar os modelos tra­dicionais de explora&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o, promovendo abor­dagens mais din&acirc;micas, baseadas em dados e com um n&iacute;vel crescente de intelig&ecirc;ncia e automa&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A esta realidade junta se a complexidade crescente dos edif&iacute;cios contempor&acirc;neos, caracterizados pela coexis­t&ecirc;ncia de m&uacute;ltiplos sistemas t&eacute;cnicos, padr&otilde;es de ocu­pa&ccedil;&atilde;o vari&aacute;veis, diferentes utiliza&ccedil;&otilde;es dos espa&ccedil;os e uma integra&ccedil;&atilde;o cada vez maior em portf&oacute;lios imobili&aacute;rios, campus empresariais ou redes urbanas. Este cen&aacute;rio evidenciou as limita&ccedil;&otilde;es dos modelos convencionais de gest&atilde;o, assentes em automa&ccedil;&atilde;o local, regras fixas e forte depend&ecirc;ncia da interven&ccedil;&atilde;o humana.</p>

<p>Neste enquadramento, a digitaliza&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o t&eacute;cni­ca afirma se como um fator determinante para melhorar o desempenho energ&eacute;tico, operacional e ambiental dos edif&iacute;cios. A plataforma Honeywell Forge insere se neste processo de transforma&ccedil;&atilde;o digital, propondo uma abor­dagem integrada &agrave; gest&atilde;o t&eacute;cnica de edif&iacute;cios interligados, baseada em conectividade segura, an&aacute;lise avan&ccedil;ada de dados e intelig&ecirc;ncia artificial, com aplica&ccedil;&atilde;o direta nos do­m&iacute;nios da energia, sustentabilidade e manuten&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica.</p>

<p></p>

<h2>Da automa&ccedil;&atilde;o local &agrave; gest&atilde;o digital interligada</h2>

<p>Durante muitos anos, a gest&atilde;o t&eacute;cnica dos edif&iacute;cios foi realizada de forma predominantemente isolada. Cada edif&iacute;cio dispunha do seu pr&oacute;prio sistema de gest&atilde;o t&eacute;c­nica centralizada (BMS), respons&aacute;vel pelo controlo e mo­nitoriza&ccedil;&atilde;o local dos sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o (AVAC), ventila&ccedil;&atilde;o, ilumina&ccedil;&atilde;o e restantes equipamentos eletro­mec&acirc;nicos.</p>

<p>Este modelo revelou-se adequado enquanto os edif&iacute;cios eram considerados unidades independentes. Contudo, o desenvolvimento de portf&oacute;lios imobili&aacute;rios mais com­plexos, a presen&ccedil;a de edif&iacute;cios de diferentes &eacute;pocas e a utiliza&ccedil;&atilde;o de sistemas de m&uacute;ltiplos fabricantes tornaram evidentes as limita&ccedil;&otilde;es desta abordagem. A fragmenta­&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica dificulta a obten&ccedil;&atilde;o de uma vis&atilde;o global do desempenho energ&eacute;tico, compromete o <em>benchmarking </em>entre ativos semelhantes e limita a capa­cidade de otimiza&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel do conjunto edificado.</p>

<p>A inexist&ecirc;ncia de dados normalizados e facilmente acess&iacute;­veis impede an&aacute;lises comparativas consistentes, dificulta a identifica&ccedil;&atilde;o de boas pr&aacute;ticas e limita a tomada de de­cis&otilde;es estrat&eacute;gicas suportadas por dados objetivos. Al&eacute;m disso, a gest&atilde;o reativa de avarias e anomalias, t&iacute;pica de sistemas isolados, conduz frequentemente a inefici&ecirc;ncias energ&eacute;ticas e operacionais.</p>

<p>A digitaliza&ccedil;&atilde;o baseada em plataformas na nuvem per­mite ultrapassar estas limita&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da cria&ccedil;&atilde;o de uma camada transversal de gest&atilde;o, capaz de recolher, normalizar e analisar dados provenientes de m&uacute;ltiplos edif&iacute;cios e sistemas heterog&eacute;neos. Esta abordagem n&atilde;o implica a substitui&ccedil;&atilde;o integral dos equipamentos exis­tentes, permitindo antes uma integra&ccedil;&atilde;o progressiva e uma transi&ccedil;&atilde;o faseada para modelos de gest&atilde;o mais avan&ccedil;ados.</p>

<p>A Honeywell Forge apresenta se como uma plataforma di­gital orientada para a gest&atilde;o t&eacute;cnica e energ&eacute;tica de edi­f&iacute;cios isolados ou agrupamentos de edif&iacute;cios. Ao contr&aacute;rio de um BMS tradicional, n&atilde;o tem como objetivo substituir os sistemas locais, mas integr&aacute;-los numa arquitetura de dados comum, proporcionando uma vis&atilde;o global, coeren­te e cont&iacute;nua do desempenho t&eacute;cnico do edif&iacute;cio ou do portf&oacute;lio.</p>

<p>A plataforma assenta em quatro pilares fundamentais:</p>

<ul>
	<li>Conectividade segura entre os sistemas locais e a nu­vem, garantindo a integridade, disponibilidade e confi­dencialidade da informa&ccedil;&atilde;o operacional;</li>
	<li>Normaliza&ccedil;&atilde;o e contextualiza&ccedil;&atilde;o dos dados t&eacute;cnicos, facilitando a sua interpreta&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise comparativa;</li>
	<li>An&aacute;lise avan&ccedil;ada atrav&eacute;s de modelos anal&iacute;ticos e al­goritmos de aprendizagem autom&aacute;tica, capazes de identificar padr&otilde;es de funcionamento, anomalias e oportunidades de melhoria;</li>
	<li>Aplica&ccedil;&otilde;es especializadas orientadas para a tomada de decis&atilde;o t&eacute;cnica, energ&eacute;tica e de sustentabilidade.</li>
</ul>

<p>Esta arquitetura assume particular relev&acirc;ncia no dom&iacute;nio da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, uma vez que permite relacionar o comportamento operativo dos sistemas AVAC com indi­cadores energ&eacute;ticos e ambientais, integrando informa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e estrat&eacute;gica num &uacute;nico ambiente digital. A pla­taforma foi concebida tendo em conta a governan&ccedil;a de dados e a privacidade desde o in&iacute;cio, com o objetivo de cumprir a legisla&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o de dados em vigor. <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">(…)</a></p>

<p></p>

<h6>Autor <strong>Sergio Torre</strong><br />
Partner Channel Sales Leader – Ib&eacute;ria, Honeywell</h6>

<p></p>

<h5>Leia o artigo completo na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>

<p></p>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 15:08:39 GMT</pubDate></item><item><title>Tóquio lidera utilização diária de ar condicionado, segundo estudo da Daikin</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/toquio-lidera-utilizacao-diaria-de-ar-condicionado/</link><guid isPermaLink='false'>2589</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/Toquio.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO LOBOSTUDIOHAMBURG/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>No &acirc;mbito da segunda edi&ccedil;&atilde;o do Daikin World Air Survey, T&oacute;quio destacou-se tamb&eacute;m por ser uma das cidades onde as temperaturas de ver&atilde;o mais aumentaram e por revelar uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica.</strong></p>

<p>A capital japonesa &eacute; a cidade onde o ar condicionado &eacute; utilizado durante mais tempo por dia entre as 12 grandes &aacute;reas metropolitanas analisadas pela Daikin Industries. Esta &eacute; uma das principais conclus&otilde;es da segunda edi&ccedil;&atilde;o do <a href="https://www.daikin.co.jp/-/media/Project/Daikin/daikin_co_jp/air/life/survey/global_vol2/PDF/press_20260721-pdf.pdf?rev=31dbf023f29d4e5b9aed4ebe2b67211d&amp;hash=6B12C828030F4F0E3972D685E7C57548&amp;ID=air_life_survey" target="_blank"><em>Daikin World Air Survey</em>,</a> um estudo internacional que analisa os h&aacute;bitos de utiliza&ccedil;&atilde;o de sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Realizado junto de 1200 utilizadores, o estudo revela que, durante o per&iacute;odo mais quente do ano, os residentes de T&oacute;quio utilizam o ar condicionado, em m&eacute;dia durante 14 horas e 12 minutos por dia quando permanecem em casa. Cerca de 30 % das pessoas afirmam mesmo manter o equipamento em funcionamento durante 24 horas por dia.</p>

<p>Os resultados do inqu&eacute;rito parecem ser corroborados pelos dados meteorol&oacute;gicos oficiais. De acordo com a Ag&ecirc;ncia Meteorol&oacute;gica do Jap&atilde;o, a temperatura m&aacute;xima m&eacute;dia di&aacute;ria em T&oacute;quio entre junho e agosto aumentou de 29,7 °C no per&iacute;odo 2018-2020 para 32,0 °C em 2023-2025. Isso representa uma subida de 2,3 °C, a mais elevada entre as 12 cidades analisadas. No mesmo per&iacute;odo, o n&uacute;mero m&eacute;dio anual de dias com temperaturas m&aacute;ximas iguais ou superiores a 35 °C praticamente duplicou, passando de 12,0 para 23,7 dias.</p>

<p>Apesar de liderar o tempo di&aacute;rio de utiliza&ccedil;&atilde;o, T&oacute;quio distingue-se tamb&eacute;m pela maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica. Segundo o relat&oacute;rio da Daikin, 65 % dos inquiridos na capital japonesa afirmam que, para reduzir o consumo de energia, optam por definir temperaturas de funcionamento mais elevadas. Na edi&ccedil;&atilde;o anterior do estudo, realizada em 2024, T&oacute;quio j&aacute; registava a temperatura m&eacute;dia de regula&ccedil;&atilde;o mais elevada entre as cidades analisadas, com 26,2 °C, acima da m&eacute;dia global de 23,6 °C.</p>

<p>Depois de T&oacute;quio, as cidades com maior utiliza&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria de ar condicionado s&atilde;o Houston (14 horas e 2 minutos), Dubai (12 horas e 56 minutos), Xangai (11 horas e 56 minutos) e Nova Iorque (11 horas e 36 minutos). No que respeita ao funcionamento cont&iacute;nuo durante a noite, Dubai, Houston e T&oacute;quio ocupam os primeiros lugares.</p>

<p>Outro dado relevante &eacute; que 64,4 % dos inquiridos afirmam n&atilde;o conseguir utilizar o ar condicionado sempre que necess&aacute;rio devido a diferentes limita&ccedil;&otilde;es, como os custos da energia, restri&ccedil;&otilde;es de utiliza&ccedil;&atilde;o ou outros fatores.</p>

<p>O inqu&eacute;rito foi realizado entre maio e junho de 2026 junto de utilizadores de T&oacute;quio, Xangai, Banguecoque, Deli, Dubai, Istambul, Paris, Madrid, Lagos, S&atilde;o Paulo, Nova Iorque e Houston.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 09:30:23 GMT</pubDate></item><item><title>Aeroporto Roland Garros aposta na ventilação natural</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/aeroporto-roland-garros-aposta-na-ventilacao-natural/</link><guid isPermaLink='false'>2588</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/roland-garos.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A infraestrutura localizada na ilha da Reuni&atilde;o baseia-se na arquitetura bioclim&aacute;tica e consegue reduzir o consumo energ&eacute;tico em cerca de 60 %, sem necessidade de recorrer a sistemas de ar condicionado. </strong></p>

<p>O novo <a href="https://www.dh-partner.com/int/en/reference/datasheet/109195" target="_blank">terminal de chegadas do Aeroporto Roland Garros</a> na ilha francesa da Reuni&atilde;o deixa de depender de sistemas convencionais de climatiza&ccedil;&atilde;o. Considerado o primeiro terminal aeroportu&aacute;rio bioclim&aacute;tico do mundo, o projeto tira partido das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas locais para garantir o conforto t&eacute;rmico atrav&eacute;s da ventila&ccedil;&atilde;o natural, recorrendo ao ar condicionado apenas nas &aacute;reas onde este &eacute; indispens&aacute;vel.</p>

<p>Concebido pelo atelier franc&ecirc;s AIA Life Designers, o edif&iacute;cio utiliza os ventos al&iacute;sios como principal mecanismo de arrefecimento. Comp&otilde;e-se de uma fachada perme&aacute;vel equipada com l&acirc;minas motorizadas, de uma cobertura concebida para potenciar a circula&ccedil;&atilde;o do ar e de um <em>canyon</em> bioclim&aacute;tico central que cria uma zona de baixa press&atilde;o, favorecendo a passagem do ar atrav&eacute;s do terminal. Desta forma, apenas cerca de 7 % da &aacute;rea &uacute;til necessita de climatiza&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica.</p>

<p>Segundo os respons&aacute;veis pelo projeto, esta abordagem permite reduzir o consumo energ&eacute;tico em cerca de 60 % face ao terminal anterior. Al&eacute;m disso, a velocidade do ar, na ordem de 1 m/s junto aos ocupantes, reduz a temperatura percecionada em aproximadamente 4 °C.</p>

<p>A solu&ccedil;&atilde;o de ventila&ccedil;&atilde;o natural foi desenvolvida pela D+H France, que concebeu um sistema capaz de responder simultaneamente &agrave;s necessidades de ventila&ccedil;&atilde;o, desenfumagem e controlo t&eacute;rmico. O edif&iacute;cio integra 860 grelhas de ventila&ccedil;&atilde;o de l&acirc;minas (<em>louvre windows</em>), cuja abertura &eacute; regulada automaticamente em fun&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es atmosf&eacute;ricas.</p>

<p>O sistema &eacute; gerido por cerca de 30 centrais de controlo CPSM. Aproximadamente dois ter&ccedil;os destas unidades asseguram a ventila&ccedil;&atilde;o natural controlada do terminal, enquanto as restantes garantem a desenfumagem em caso de inc&ecirc;ndio. A comunica&ccedil;&atilde;o entre todos os equipamentos &eacute; efetuada atrav&eacute;s da tecnologia <em>Advanced Communication Bus</em> (ACB), permitindo uma gest&atilde;o integrada e em tempo real.</p>

<p>A estrat&eacute;gia bioclim&aacute;tica &eacute; complementada por solu&ccedil;&otilde;es de sombreamento arquitet&oacute;nico, amplos beirais, vegeta&ccedil;&atilde;o integrada e uma instala&ccedil;&atilde;o fotovoltaica que contribui para a descarboniza&ccedil;&atilde;o do aeroporto.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:08:20 GMT</pubDate></item><item><title>Saint-Gobain alerta para perdas nas condutas AVAC em estudo</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/saint-gobain-alerta-para-perdas-nas-condutas-avac/</link><guid isPermaLink='false'>2586</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/am-alcantara.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A empresa aproveita os resultados da an&aacute;lise para promover o sistema CLIMAVER®, desenvolvido pela marca, composto por condutas pr&eacute;-isoladas em l&atilde; mineral, concebidas para minimizar as fugas de ar.</strong></p>

<p>Um estudo t&eacute;cnico da Saint-Gobain alerta para o impacto das perdas energ&eacute;ticas associadas aos sistemas de distribui&ccedil;&atilde;o de ar em edif&iacute;cios. De acordo com a an&aacute;lise, realizada com base num edif&iacute;cio de servi&ccedil;os com 200 m², os sistemas de condutas met&aacute;licas com classe de estanquidade B podem registar perdas energ&eacute;ticas na ordem dos 7030 kWh por ano. Considerando um custo da energia de 0,15 €/kWh, este desperd&iacute;cio representa cerca de 1055 euros por ano, al&eacute;m de contribuir para um aumento significativo da pegada carb&oacute;nica.</p>

<p>O estudo comparou diferentes classes de estanquidade em sistemas de condutas, tendo como refer&ecirc;ncia uma press&atilde;o est&aacute;tica de 300 Pa, um caudal de ar de 5400 m³/h e um edif&iacute;cio de servi&ccedil;os com uma &aacute;rea de 200 m².</p>

<p>A marca indica que solu&ccedil;&otilde;es com maior estanquidade, como o sistema CLIMAVER®, desenvolvido pela Saint-Gobain, reduzem as perdas para aproximadamente 330 kWh/ano, o equivalente a cerca de 50 euros anuais em custos de energia. Segundo a empresa, esta diferen&ccedil;a resulta da utiliza&ccedil;&atilde;o de condutas pr&eacute;-isoladas em l&atilde; mineral, concebidas para minimizar as fugas de ar e reduzir pontes t&eacute;rmicas.</p>

<p>Al&eacute;m da componente econ&oacute;mica, a Saint-Gobain destaca igualmente os benef&iacute;cios ambientais. O estudo estima que a utiliza&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de maior desempenho pode reduzir o carbono incorporado em edif&iacute;cios de escrit&oacute;rios em cerca de 22,6 kg CO2eq/m², um indicador relevante tendo em conta as exig&ecirc;ncias regulamentares e as metas de descarboniza&ccedil;&atilde;o do setor da constru&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A empresa sublinha ainda que o sistema CLIMAVER® contribui para a qualidade do ar interior e para o conforto ac&uacute;stico, por n&atilde;o favorecer o desenvolvimento de bolor, cumprir os requisitos relativos &agrave;s baixas emiss&otilde;es de compostos org&acirc;nicos vol&aacute;teis (COV) e atenuar a propaga&ccedil;&atilde;o do ru&iacute;do. Entre as caracter&iacute;sticas destacadas est&aacute; tamb&eacute;m o comportamento ao fogo: trata-se de uma solu&ccedil;&atilde;o incombust&iacute;vel que n&atilde;o contribui para a propaga&ccedil;&atilde;o das chamas nem para a emiss&atilde;o de fumos t&oacute;xicos.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 10:11:39 GMT</pubDate></item><item><title>Investigadores desenvolvem elementos de arrefecimento elastocalóricos impressos em 3D</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/elementos-de-arrefecimento-elastocaloricos-em-3D/</link><guid isPermaLink='false'>2585</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/elementos-arrefecimento-3D.jpg" style="width: 700px; height: 340px;" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christna Genet</p>

<p><strong>A abordagem visa promover alternativas mais sustent&aacute;veis &agrave;s tecnologias de arrefecimento que recorrem a fluidos frigorig&eacute;neos. </strong></p>

<p>Uma equipa da Universidade do Sarre na Alemanha est&aacute; a desenvolver <a href="https://www.uni-saarland.de/en/news/elastocaloric-at-hannover-messe-2026-45454.html" target="_blank">uma nova gera&ccedil;&atilde;o de elementos de arrefecimento elastocal&oacute;ricos produzidos por fabrico aditivo,</a> uma abordagem que poder&aacute; contribuir para sistemas AVAC mais eficientes. O projeto re&uacute;ne especialistas em materiais inteligentes liderados por Paul Motzki, e investigadores da &aacute;rea do fabrico aditivo coordenados por Dirk B&auml;hre, com o objetivo de otimizar a geometria dos permutadores de calor.</p>

<p>A tecnologia elastocal&oacute;rica distingue-se das solu&ccedil;&otilde;es convencionais por dispensar a utiliza&ccedil;&atilde;o de fluidos frigorig&eacute;neos. Em vez disso, recorre a componentes em liga de n&iacute;quel-tit&acirc;nio com mem&oacute;ria de forma, capazes de libertar calor quando sujeitos a tra&ccedil;&atilde;o ou compress&atilde;o e de o absorver quando a carga mec&acirc;nica &eacute; removida. Este efeito permite transferir calor de uma zona para outra recorrendo apenas a energia el&eacute;trica, eliminando a necessidade de refrigerantes com impacto ambiental.</p>

<p>At&eacute; agora, a investiga&ccedil;&atilde;o incidia sobretudo em feixes de fios ultrafinos e em l&acirc;minas de n&iacute;quel-tit&acirc;nio. A principal inova&ccedil;&atilde;o consiste na produ&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s de impress&atilde;o 3D, de estruturas tridimensionais com geometrias complexas que aumentam significativamente a &aacute;rea dispon&iacute;vel para a troca de calor. Estas configura&ccedil;&otilde;es destinam-se a melhorar a efici&ecirc;ncia da transfer&ecirc;ncia de calor e a facilitar a circula&ccedil;&atilde;o de ar ou de &aacute;gua no interior dos elementos de arrefecimento.</p>

<p>A investiga&ccedil;&atilde;o sobre elastocaloria na Universidade do Sarre e no Centro de Mecatr&oacute;nica e Tecnologia de Automa&ccedil;&atilde;o de Saarbr&uuml;cken (ZeMA) decorre h&aacute; mais de 15 anos e tem como objetivo desenvolver solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o para edif&iacute;cios, ve&iacute;culos e instala&ccedil;&otilde;es industriais com maior efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e menor impacto ambiental.</p>

<p>A Comiss&atilde;o Europeia identificou a refrigera&ccedil;&atilde;o elastocal&oacute;rica como uma das alternativas mais promissoras &agrave;s tecnologias convencionais de compress&atilde;o de vapor, enquanto o F&oacute;rum Econ&oacute;mico Mundial a incluiu entre as dez tecnologias emergentes com maior potencial. Atualmente, os investigadores participam em v&aacute;rios projetos financiados a n&iacute;vel nacional e europeu para acelerar a transfer&ecirc;ncia desta tecnologia para aplica&ccedil;&otilde;es industriais e comerciais.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 28 Jul 2026 11:36:27 GMT</pubDate></item><item><title>ISO promove workshop sobre o futuro das normas de desempenho energético dos edifícios</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/iso-promove-workshop-sobre-desempenho-energetico-dos-edificios/</link><guid isPermaLink='false'>2584</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/Berlim.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO WAL_172619/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>De participa&ccedil;&atilde;o gratuita, o evento decorrer&aacute; presencialmente em Berlim e ser&aacute; tamb&eacute;m disponibilizado em formato online.  </strong></p>

<p>No pr&oacute;ximo dia 14 de setembro de 2026, Berlim acolhe um <a href="https://www.rehva.eu/fileadmin/user_upload/2026/ISO-EPB_Sept.14_2026_Workshop_Programme_v.1_1.pdf" target="_blank">workshop</a> promovido pelos comit&eacute;s ISO/TC 163 e ISO/TC 205, dedicado &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o das normas internacionais de desempenho energ&eacute;tico dos edif&iacute;cios. A iniciativa ter&aacute; lugar nas instala&ccedil;&otilde;es do Instituto Alem&atilde;o de Normaliza&ccedil;&atilde;o (DIN), e ser&aacute; tamb&eacute;m disponibilizada em formato online, com participa&ccedil;&atilde;o gratuita e sem necessidade de inscri&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>O workshop reunir&aacute; especialistas envolvidos na normaliza&ccedil;&atilde;o internacional para debater a pr&oacute;xima gera&ccedil;&atilde;o de metodologias EPB, que servem de base ao c&aacute;lculo e &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o comparativa do desempenho energ&eacute;tico dos edif&iacute;cios a n&iacute;vel mundial. A sess&atilde;o contar&aacute; com representantes da ISO, CEN, ASHRAE e do EPB Center.</p>

<p>A abertura ser&aacute; dedicada ao conceito de um conjunto integrado de normas EPB, seguida de uma apresenta&ccedil;&atilde;o sobre a abordagem sist&eacute;mica ao desempenho dos edif&iacute;cios. Seguidamente, ser&aacute; debatida a evolu&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos de c&aacute;lculo hor&aacute;rios e sub-hor&aacute;rios, para representar com maior rigor o comportamento energ&eacute;tico dos edif&iacute;cios e dos seus respetivos sistemas t&eacute;cnicos. O &uacute;ltimo bloco ser&aacute; dedicado &agrave; digitaliza&ccedil;&atilde;o das ferramentas de c&aacute;lculo, incluindo software open source e novos formatos de dados destinados a apoiar a interoperabilidade e a automatiza&ccedil;&atilde;o dos processos. Em todas as apresenta&ccedil;&otilde;es, a integra&ccedil;&atilde;o de bombas de calor ser&aacute; utilizada como exemplo transversal para ilustrar a aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica das metodologias.</p>

<p>Entre os oradores confirmados encontram-se Jaap Hogeling, presidente do CEN/TC 371 e representante do EPB Center, Arnkell J. Petersen, presidente do ISO/TC 163/SC 2, Richard Lord, da ASHRAE, que apresentar&aacute; a norma ASHRAE/ANSI 205-2023 para dados de equipamentos, Dick van Dijk, que abordar&aacute; ferramentas open source para c&aacute;lculo EPB; e Johann Zirngibl, vice-presidente da REHVA, que far&aacute; uma apresenta&ccedil;&atilde;o sobre a estrat&eacute;gia europeia para o aquecimento e o arrefecimento.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 08:44:45 GMT</pubDate></item><item><title>NVIDIA propõe sistemas de arrefecimento líquido até 45 ºC para centros de dados</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/nvidia-sistemas-arrefecimento-liquido-para-centros-de-dados/</link><guid isPermaLink='false'>2583</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/centros-de-dados.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Chirstina Genet</p>

<p><strong>A empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de unidades de processamento gr&aacute;fico (GPU) e de chips para computa&ccedil;&atilde;o afirma ser poss&iacute;vel reduzir o consumo energ&eacute;tico dos centros de dados aumentando a temperatura de funcionamento.</strong></p>

<p>Operar sistemas de <em>liquid cooling</em> com temperaturas de impuls&atilde;o at&eacute; 45 ºC. &Eacute; esta a proposta da <a href="https://blogs.nvidia.com/blog/liquid-cooling-ai-factories/" target="_blank">NVIDIA</a> para arrefecer centros de dados dedicados &agrave; intelig&ecirc;ncia artificial (IA) de forma mais sustent&aacute;vel. Segundo a empresa norte-americana, o aumento da temperatura do fluido permite reduzir o consumo de energia e diminuir a utiliza&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua nas instala&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>O princ&iacute;pio baseia-se em sistemas de arrefecimento l&iacute;quido direto ao processador (<em>direct-to-chip</em>), em circuito fechado, que captam o calor junto dos componentes eletr&oacute;nicos e o transferem para unidades exteriores de rejei&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica (<em>dry coolers</em>). Ao contr&aacute;rio das solu&ccedil;&otilde;es convencionais, esta arquitetura poder&aacute; dispensar, em muitos casos, a utiliza&ccedil;&atilde;o de <em>chillers</em> e de torres de arrefecimento evaporativas, sobretudo em regi&otilde;es onde a temperatura ambiente permanece abaixo dos 45 ºC durante grande parte do ano.</p>

<p>De acordo com a NVIDIA, a possibilidade de operar com temperaturas da &aacute;gua mais elevadas resulta da maior efici&ecirc;ncia da transfer&ecirc;ncia de calor proporcionada pelo arrefecimento l&iacute;quido. A empresa refere ainda que o funcionamento a temperaturas superiores reduz a energia necess&aacute;ria para os ventiladores e para os equipamentos de produ&ccedil;&atilde;o de frio.</p>

<p>Outro dos aspetos destacados &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o do consumo de &aacute;gua. A empresa estima que um sistema totalmente fechado, recorrendo a uma mistura de &aacute;gua e propilenoglicol em recircula&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; praticamente eliminar a necessidade de reposi&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua para arrefecimento, ao contr&aacute;rio das solu&ccedil;&otilde;es que dependem de torres de arrefecimento evaporativas.</p>

<p>A evolu&ccedil;&atilde;o surge num contexto em que a crescente densidade de pot&ecirc;ncia dos servidores para IA est&aacute; a acelerar a ado&ccedil;&atilde;o de tecnologias de arrefecimento l&iacute;quido. &Agrave; medida que aumentam as cargas t&eacute;rmicas por rack, as solu&ccedil;&otilde;es convencionais baseadas no ar tornam-se menos eficazes, levando os operadores de centros de dados a considerar arquiteturas de arrefecimento alternativas.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 09:06:51 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto IMPACT-F quer medir o impacto do arrefecimento no clima</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/projeto-impact-f-quer-medir-arrefecimento-no-clima/</link><guid isPermaLink='false'>2582</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/arrefecimento1.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO MAKABERA/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A iniciativa europeia re&uacute;ne 14 parceiros internacionais para desenvolver uma ferramenta de avalia&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es associadas ao arrefecimento.</strong></p>

<p>Lan&ccedil;ado no passado dia 1 de junho, <a href="https://iifiir.org/en/news/new-eu-funded-project-launched-to-help-gauge-the-impact-of-cooling-in-a-warming-world" target="_blank">o projeto europeu IMPACT-F</a> pretende desenvolver uma nova plataforma de modela&ccedil;&atilde;o capaz de quantificar com maior rigor o impacto da refrigera&ccedil;&atilde;o nas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, divulga o Instituto Internacional da Refrigera&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, o projeto financiado pela Uni&atilde;o Europeia visa apoiar a defini&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a descarboniza&ccedil;&atilde;o do setor.</p>

<p>O cons&oacute;rcio do IMPACT-F re&uacute;ne 14 parceiros internacionais provenientes do meio acad&eacute;mico, de organiza&ccedil;&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o e tecnologia (RTO), de organiza&ccedil;&otilde;es intergovernamentais, de associa&ccedil;&otilde;es industriais, de entidades de forma&ccedil;&atilde;o e de empresas de consultoria. Representando a &Aacute;sia, a &Aacute;frica, a Europa e a Am&eacute;rica do Sul, estas organiza&ccedil;&otilde;es contribuir&atilde;o para o desenvolvimento de uma plataforma destinada a diferentes grupos de utilizadores.</p>

<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o prevista de 36 meses, entre junho de 2026 e maio de 2029, o projeto surge numa altura em que a procura mundial de solu&ccedil;&otilde;es de arrefecimento continua a crescer devido ao aumento das temperaturas. Neste contexto, a nova plataforma dever&aacute; produzir uma avalia&ccedil;&atilde;o mais precisa das emiss&otilde;es associadas ao arrefecimento &agrave; escala global e fornecer uma base cient&iacute;fica s&oacute;lida.</p>

<p>O IMPACT-F recorrer&aacute; a ferramentas de modela&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;adas para analisar a evolu&ccedil;&atilde;o da procura de arrefecimento, o consumo de energia, as emiss&otilde;es diretas e indiretas e o potencial de diferentes medidas de mitiga&ccedil;&atilde;o. O objetivo &eacute; disponibilizar cen&aacute;rios que permitam avaliar o impacto de pol&iacute;ticas e tecnologias destinadas a acelerar a transi&ccedil;&atilde;o para solu&ccedil;&otilde;es de arrefecimento mais sustent&aacute;veis.</p>

<p>Em comunicado, os promotores do projeto afirmam que a iniciativa est&aacute; alinhada com os objetivos do Acordo de Paris e com o Global Cooling Pledge, um compromisso internacional atualmente subscrito por 72 pa&iacute;ses, que estabelece a meta de reduzir em 68 % as emiss&otilde;es associadas ao arrefecimento at&eacute; 2050. Salientam ainda que a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de dados fi&aacute;veis e de modelos robustos &eacute; essencial para responder ao crescimento da procura de refrigera&ccedil;&atilde;o sem comprometer os objetivos clim&aacute;ticos.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:47:00 GMT</pubDate></item><item><title>Eurovent atualiza critérios de qualidade para ventiladores</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/eurovent-atualiza-criterios-de-qualidade-para-ventiladores/</link><guid isPermaLink='false'>2581</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/ventiladores.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO JACKMAC34/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A associa&ccedil;&atilde;o europeia publica a recomenda&ccedil;&atilde;o numa altura em que o setor AVAC se prepara para aplicar crit&eacute;rios de Ecodesign mais exigentes.</strong></p>

<p>No &acirc;mbito da nova recomenda&ccedil;&atilde;o <a href="https://www.eurovent.eu/publications/eurovent-1-15-2026-quality-criteria-for-fans-and-fan-units/" target="_blank">Eurovent 1/15 – 2026 – Quality Criteria for Fans and Fan Units,</a> a Eurovent reviu os crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade dos ventiladores e das unidades de ventila&ccedil;&atilde;o, de forma a responder &agrave;s novas exig&ecirc;ncias regulamentares que afetam o mercado AVAC.</p>

<p>Desenvolvida em parceria com a AMCA International, a publica&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne orienta&ccedil;&otilde;es destinadas a fabricantes, projetistas, consultores e outros profissionais do setor, defendendo que a qualidade de um ventilador n&atilde;o pode ser avaliada apenas pela sua efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica.</p>

<p>Segundo a recomenda&ccedil;&atilde;o, a sele&ccedil;&atilde;o de um ventilador deve ter igualmente em conta aspetos como o desempenho ac&uacute;stico, os n&iacute;veis de vibra&ccedil;&atilde;o, a resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica e a prote&ccedil;&atilde;o contra a corros&atilde;o. A fiabilidade dos ensaios e o comportamento do equipamento em condi&ccedil;&otilde;es reais de funcionamento tamb&eacute;m devem ser considerados. O documento alerta, ali&aacute;s, para o facto de os valores obtidos em laborat&oacute;rio nem sempre refletirem o desempenho efetivo de um ventilador depois de integrado num sistema de ventila&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o dedica ainda uma aten&ccedil;&atilde;o significativa aos m&eacute;todos de ensaio, sublinhando a import&acirc;ncia de recorrer a normas reconhecidas internacionalmente e a procedimentos de medi&ccedil;&atilde;o rigorosos para garantir resultados compar&aacute;veis e fi&aacute;veis. S&atilde;o igualmente abordados temas como a classifica&ccedil;&atilde;o dos diferentes tipos de ventiladores, o equil&iacute;brio dos rotores, os requisitos de conce&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica e a influ&ecirc;ncia da instala&ccedil;&atilde;o no desempenho aerodin&acirc;mico e ac&uacute;stico.</p>

<p>A atualiza&ccedil;&atilde;o surge numa altura em que o setor se prepara para a aplica&ccedil;&atilde;o dos novos requisitos e para a introdu&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios de <em>Ecodesign</em> mais exigentes para ventiladores, a partir de 24 de julho de 2026. Neste contexto, a Eurovent destaca que a avalia&ccedil;&atilde;o destes equipamentos deve evoluir de uma an&aacute;lise centrada no ponto de m&aacute;xima efici&ecirc;ncia para uma aprecia&ccedil;&atilde;o mais abrangente do seu desempenho em condi&ccedil;&otilde;es reais de funcionamento.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:54:17 GMT</pubDate></item><item><title>Ventilação mecânica reduz exposição ao fumo de incêndios florestais nas escolas</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/ventilacao-mecanica-reduz-exposicao-fumo-nas-escolas/</link><guid isPermaLink='false'>2580</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/ventilacao-mecanica-escolas.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO SITE ARFIT</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Um estudo da Oregon State University analisou o impacto dos sistemas AVAC na infiltra&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas provenientes do exterior no ar interior durante epis&oacute;dios de fumo de inc&ecirc;ndios florestais.</strong></p>

<p>As escolas equipadas com sistemas de ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica conseguem reduzir significativamente a concentra&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas finas (PM2,5) no interior dos edif&iacute;cios durante epis&oacute;dios de fumo provocado por inc&ecirc;ndios florestais. Esta &eacute; a principal conclus&atilde;o de um estudo da Oregon State University, cujos resultados preliminares foram apresentados por Victoria McCray na Confer&ecirc;ncia Anual da ASHRAE, realizada em Austin nos Estados Unidos, no passado dia 30 de junho.</p>

<p>A doutoranda e investigadora do Sustainable, Healthy and Resilient Buildings Lab analisou o desempenho de diferentes solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o em tr&ecirc;s salas de aula entre abril de 2023 e julho de 2024. O objetivo foi avaliar de que forma os sistemas AVAC influenciam a infiltra&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas provenientes do exterior durante epis&oacute;dios de inc&ecirc;ndios florestais.</p>

<p>O estudo comparou uma sala equipada com um sistema de ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica, outra servida com uma unidade de ar condicionado de janela complementada por um purificador de ar port&aacute;til e uma terceira climatizada por um sistema <em>mini-split</em>, tamb&eacute;m complementado por um purificador de ar. Durante dois grandes inc&ecirc;ndios ocorridos em agosto de 2023, todas as salas registaram aumentos acentuados das concentra&ccedil;&otilde;es de PM2,5, ultrapassando os valores de refer&ecirc;ncia da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de para ambientes interiores saud&aacute;veis.</p>

<p>Ainda assim, as diferen&ccedil;as entre os sistemas foram evidentes. A sala com ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica apresentou r&aacute;cios de concentra&ccedil;&atilde;o interior/exterior de PM2,5 inferiores aos das restantes salas, reduzindo a concentra&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas para cerca de metade dos n&iacute;veis medidos no exterior. J&aacute; os espa&ccedil;os sem ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica registaram uma maior infiltra&ccedil;&atilde;o de fumo e n&atilde;o conseguiram manter as concentra&ccedil;&otilde;es medianas abaixo dos 10 &mu;g/m³ durante o m&ecirc;s de agosto.</p>

<p>O trabalho integra um <a href="https://engineering.oregonstate.edu/all-stories/making-indoor-air-safer-everyone" target="_blank">programa de investiga&ccedil;&atilde;o da Oregon State University</a> dedicado ao desenvolvimento de edif&iacute;cios mais saud&aacute;veis. Inclui a monitoriza&ccedil;&atilde;o da qualidade do ar em escolas e creches e o desenvolvimento de orienta&ccedil;&otilde;es para otimizar o funcionamento dos sistemas AVAC durante epis&oacute;dios de fumo de inc&ecirc;ndios florestais.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:54:19 GMT</pubDate></item><item><title>A transição energética e o setor elétrico nacional</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/a-transicao-energetica-e-o-setor-eletrico-nacional/</link><guid isPermaLink='false'>2579</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/transicao-energetica2.jpg" /></p>

<p></p>

<p><strong>A transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica na eletricidade depende da oferta de fonte renov&aacute;vel e da capacidade de gerir um sistema el&eacute;trico fi&aacute;vel, resiliente e competitivo. Para entender a dimens&atilde;o dos desafios estruturais do setor el&eacute;trico, com as metas de incorpora&ccedil;&atilde;o de energia de fonte renov&aacute;vel (FER) &eacute; essencial entender onde estamos e para onde vamos. Esse &eacute; o objetivo deste trabalho.</strong></p>

<p>O sistema el&eacute;trico europeu &eacute; um dos mais complexos e vastos em tempo real. Assegura de forma s&iacute;ncrona e em mercado a oferta &agrave; escala da Europa. O refor&ccedil;o da promo&ccedil;&atilde;o do mercado e das renov&aacute;veis ao n&iacute;vel euro­peu, conta com o recente Regulamento (UE) 2024/1747, de 26 de junho de 2024, que tem o objetivo de melhorar o desenho do mercado el&eacute;trico da UE, reduzir volatilida­de de pre&ccedil;os, incentivar contratos de longo prazo (PPAs1 e CfDs2) e refor&ccedil;ar a prote&ccedil;&atilde;o dos consumidores, a par da Diretiva (UE) 2024/1711, parte integrante da reforma do mercado el&eacute;trico que integra medidas para, criar o “direito de partilha de energia” pelos consumidores, re­for&ccedil;ar a transpar&ecirc;ncia, integrar renov&aacute;veis e promover a flexibilidade do Sistema. As medidas s&atilde;o relevantes, mas demonstram que ainda estamos aqu&eacute;m de um merca­do totalmente funcional e integrado e, na UE, os Esta­dos Membros ainda mant&ecirc;m medidas que distorcem a aditividade e transpar&ecirc;ncia dos custos finais da energia fornecida.</p>

<h2>As metas de 2030 e o sitema el&eacute;trico nacional (SEN)</h2>

<p>No caso vertente do SEN as metas definidas para pot&ecirc;n­cia instalada e fra&ccedil;&atilde;o de origem renov&aacute;vel est&atilde;o fixadas no PNEC (Plano Nacional de Energia e Clima)3 cuja atua­liza&ccedil;&atilde;o foi aprovada em 20 de dezembro de 2024 e que resulta de m&uacute;ltiplas avalia&ccedil;&otilde;es das perspetivas de evolu­&ccedil;&atilde;o das tecnologias mais adequadas.</p>

<p>Os objetivos de descarboniza&ccedil;&atilde;o do SEN fixam agora 93 % de FER em 2030, tendo-se registado 70 % em 2024 e 68 % em 2025. Mas na UE a fra&ccedil;&atilde;o FER ainda &eacute; inferior &agrave; me­tade do consumo.</p>

<p>Estas metas t&ecirc;m implica&ccedil;&otilde;es designadamente quanto &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o do parque electroprodutor para 2030 que se identificam na Figura 1.</p>

<p>Relevam-se entre 2025 e 2030 os aumentos no solar fo­tovoltaico, de 8,4 GW para 20,8 GW, que corresponde a um aumento de 12,4 GW em cinco anos, e o da e&oacute;lica <em>onshore </em>de 6,3 GW para 10,4 GW, um aumento de 4,1 GW em cinco anos. Esta evolu&ccedil;&atilde;o est&aacute; a registar atraso; 2025 n&atilde;o cumpriu os valores fixados nestas duas tecnologias (ver Tabela 1 - Pot&ecirc;ncia instalada de gera&ccedil;&atilde;o por tecnolo­gia em 2025) pelo que a percentagem de renov&aacute;vel fixada &eacute; muito desafiante.</p>

<p>Para o SEN, &eacute; desej&aacute;vel que se procure manter o equil&iacute;­brio na rela&ccedil;&atilde;o de pot&ecirc;ncia instalada solar e e&oacute;lica como previsto no PNEC. A e&oacute;lica tem maior produtibilidade no inverno e o solar fotovoltaico no ver&atilde;o, al&eacute;m de que a e&oacute;lica est&aacute; presente nas 24 horas do dia, tendo um maior contributo de energia por unidade de pot&ecirc;ncia instalada e &eacute; op&ccedil;&atilde;o para a oferta noturna.</p>

<p>Interessa ainda promover a utiliza&ccedil;&atilde;o para produ&ccedil;&atilde;o de eletricidade de recursos que permitam gerar eletricida­de em fun&ccedil;&atilde;o das necessidades (despach&aacute;vel/flex&iacute;vel), como a biomassa e o biometano <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">(...)</a></p>

<p></p>

<h6>Autor <strong>Pedro Furtado</strong>, Engenheiro Mec&acirc;nico, Diretor de Estudos e Regula&ccedil;&atilde;o na REN</h6>

<p></p>

<h5>Leia o artigo completo na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:08:29 GMT</pubDate></item><item><title>Sarah E. Maston assume a presidência da ASHRAE</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/sarah-e-maston-assume-presidencia-da-ASHRAE/</link><guid isPermaLink='false'>2578</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/sarahM.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers (ASHRAE) &eacute; uma das principais organiza&ccedil;&otilde;es internacionais dedicadas &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o e da forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica no setor AVAC.</strong></p>

<p>A engenheira norte-americana <strong>Sarah E. Maston </strong>&eacute; a nova presidente da ASHRAE para o ano associativo de 2026-2027. Sucede, assim, a Bill McQuade na lideran&ccedil;a de uma das mais influentes organiza&ccedil;&otilde;es mundiais do setor AVAC. Ao longo do seu percurso na associa&ccedil;&atilde;o, desempenhou diversos cargos de dire&ccedil;&atilde;o, entre os quais tesoureira, vice-presidente e diretora, tendo igualmente integrado v&aacute;rios conselhos estrat&eacute;gicos da organiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Atualmente diretora na Colliers Project Leaders, Sarah E. Maston &eacute; engenheira mec&acirc;nica de forma&ccedil;&atilde;o e conta com mais de 25 anos de experi&ecirc;ncia nas &aacute;reas da engenharia, da gest&atilde;o de projetos e do comissionamento de edif&iacute;cios. &Eacute; tamb&eacute;m docente na Universidade do Wisconsin, onde leciona o curso “Commissioning Process for Delivering Quality Constructed Projects”. O seu envolvimento na atividade da ASHRAE faz dela uma figura bem conhecida entre os profissionais do setor nos Estados Unidos.</p>

<p>Na sua tomada de posse, a nova presidente apresentou como tema do seu mandato <strong>"Changing the Game: Retrofitting for Resilience"</strong>, defendendo uma abordagem centrada na reabilita&ccedil;&atilde;o do parque edificado existente. Sublinhou a necessidade de aumentar a efici&ecirc;ncia, o desempenho e a resili&ecirc;ncia dos edif&iacute;cios perante os desafios colocados pelas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e pelo envelhecimento das infraestruturas.</p>

<p>Fundada em 1894, a ASHRAE &eacute; uma associa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica norte-americana dedicada &agrave;s &aacute;reas do aquecimento, da ventila&ccedil;&atilde;o, do ar condicionado e da refrigera&ccedil;&atilde;o. Re&uacute;ne mais de 50 mil profissionais e tem desempenhado um papel de relevo na produ&ccedil;&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o, na forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e no desenvolvimento de normas e referenciais amplamente utilizados pela ind&uacute;stria da constru&ccedil;&atilde;o e pelos engenheiros de AVAC em todo o mundo.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:28:17 GMT</pubDate></item><item><title>Congresso Internacional de Refrigeração 2027 decorrerá em Seul</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/congresso-internacional-refrigeracao-em-seul/</link><guid isPermaLink='false'>2577</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/seul.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO CSKKKK/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O evento ter&aacute; lugar entre os dias 21 e 27 de agosto e marcar&aacute; o lan&ccedil;amento da primeira edi&ccedil;&atilde;o do Global Refrigeration Outlook.</strong></p>

<p>Promovido pelo Instituto Internacional de Refrigera&ccedil;&atilde;o (IIR), o <a href="https://icr2027.org/" target="_blank">27.º Congresso Internacional de Refrigera&ccedil;&atilde;o (ICR 2027)</a> decorrer&aacute; entre os dias 21 e 27 de agosto de 2027,no COEX Convention Center em Seul, na Coreia do Sul. Reconhecido como um dos principais encontros mundiais do setor, o congresso reunir&aacute; investigadores, profissionais da ind&uacute;stria, decisores pol&iacute;ticos e acad&eacute;micos para debater os mais recentes avan&ccedil;os nas &aacute;reas da refrigera&ccedil;&atilde;o, do ar condicionado, das bombas de calor e da criogenia.</p>

<p>O programa incluir&aacute; sess&otilde;es t&eacute;cnicas, confer&ecirc;ncias plen&aacute;rias, <em>workshops</em> e pain&eacute;is de discuss&atilde;o dedicados a temas como efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, os fluidos frigorig&eacute;neos, a energia em edif&iacute;cios, a termodin&acirc;mica, a transfer&ecirc;ncia de calor, a gest&atilde;o t&eacute;rmica, a conserva&ccedil;&atilde;o alimentar e a mitiga&ccedil;&atilde;o das altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas. A organiza&ccedil;&atilde;o j&aacute; definiu o calend&aacute;rio para a submiss&atilde;o de trabalhos, prevendo a entrega de resumos at&eacute; 1 de setembro de 2026 e de artigos completos at&eacute; 1 de mar&ccedil;o de 2027.</p>

<p>Um dos momentos de maior destaque do congresso ser&aacute; o lan&ccedil;amento da primeira edi&ccedil;&atilde;o do <a href="https://iifiir.org/en/news/iir-to-launch-the-global-refrigeration-outlook-at-icr-2027-in-seoul" target="_blank">Global Refrigeration Outlook (GRO),</a> uma nova publica&ccedil;&atilde;o do IIR concebida para avaliar o estado atual, a evolu&ccedil;&atilde;o e o impacto das tecnologias de refrigera&ccedil;&atilde;o &agrave; escala global.</p>

<p>O relat&oacute;rio procura oferecer uma perspetiva transversal sobre o setor da refrigera&ccedil;&atilde;o, cobrindo &aacute;reas que v&atilde;o da criogenia &agrave;s bombas de calor de alta temperatura, refere o IIR em comunicado. O GRO abrange diferentes dom&iacute;nios de aplica&ccedil;&atilde;o, incluindo a cadeia de frio alimentar, os cuidados de sa&uacute;de, os processos industriais, os sistemas AVAC, a refrigera&ccedil;&atilde;o nos transportes e as tecnologias de recupera&ccedil;&atilde;o de calor, enquadrando o papel da refrigera&ccedil;&atilde;o face aos desafios energ&eacute;ticos, ambientais e socioecon&oacute;micos.</p>

<p>O relat&oacute;rio ser&aacute; coordenado por Xianting Li da Universidade de Tsinghua e ter&aacute; como co-coordenador Jocelyn Bonjour do INSA Lyon. Destina-se a apoiar a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e a tomada de decis&otilde;es por parte da ind&uacute;stria, da comunidade cient&iacute;fica e de organiza&ccedil;&otilde;es internacionais.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:08:29 GMT</pubDate></item><item><title>Arrefecimento passivo ganha destaque como alternativa sustentável ao uso intensivo do ar condicionado</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/arrefecimento-passivo-ganha-destaque-como-alternativa-sustentave/</link><guid isPermaLink='false'>2576</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/arrefecimento-passivo.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO ANTRANIAS/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Um estudo cient&iacute;fico publicado na Nature Reviews Clean Technology destaca o potencial das solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o passiva para aumentar o conforto t&eacute;rmico nos edif&iacute;cios.</strong></p>

<p>Numa altura em que Portugal j&aacute; enfrentou as primeiras ondas de calor deste ano, o recurso ao ar condicionado &eacute; cada vez mais comum. Matthaios Santamouris e Konstantina Vasilakopoulou, autores do estudo cient&iacute;fico <a href="https://www.nature.com/articles/s44359-026-00177-y" target="_blank">“Passive cooling for the built environment”</a> publicado na revista Nature Reviews Clean Technology, consideram, no entanto, que depender apenas desta tecnologia n&atilde;o &eacute; uma estrat&eacute;gia sustent&aacute;vel. Os investigadores australianos identificam o arrefecimento passivo como um elemento-chave para reduzir o consumo de energia nos edif&iacute;cios.</p>

<p>O trabalho apresenta as mais recentes solu&ccedil;&otilde;es que permitem reduzir a temperatura dos edif&iacute;cios sem recorrer, ou recorrendo menos, a sistemas mec&acirc;nicos de climatiza&ccedil;&atilde;o. Entre essas solu&ccedil;&otilde;es est&atilde;o a ventila&ccedil;&atilde;o natural, os sistemas de sombreamento, as tecnologias de ventila&ccedil;&atilde;o inteligente, os revestimentos refletores e os materiais de arrefecimento radiativo, capazes de dissipar calor para a atmosfera. Em conjunto, estas tecnologias podem reduzir as necessidades de arrefecimento e aliviar a press&atilde;o sobre a rede el&eacute;trica durante os per&iacute;odos de maior procura.</p>

<p>Embora o recurso ao ar condicionado proteja a popula&ccedil;&atilde;o do calor extremo, tamb&eacute;m aumenta o consumo de eletricidade, as emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa e o calor libertado para o ambiente urbano, agravando assim o fen&oacute;meno das ilhas de calor, alertam os investigadores. Por isso, defendem uma mudan&ccedil;a de paradigma que combine solu&ccedil;&otilde;es passivas com sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o mais eficientes, em vez de encarar estas abordagens como alternativas opostas. Em conjunto, podem reduzir a depend&ecirc;ncia energ&eacute;tica sem comprometer o conforto t&eacute;rmico.</p>

<p>O estudo conclui que n&atilde;o existe uma solu&ccedil;&atilde;o &uacute;nica aplic&aacute;vel a todos os contextos. A efic&aacute;cia das estrat&eacute;gias de arrefecimento passivo depende das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, das caracter&iacute;sticas dos edif&iacute;cios e da combina&ccedil;&atilde;o de diferentes tecnologias. O agravamento das altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas poder&aacute; reduzir o desempenho de algumas destas solu&ccedil;&otilde;es, tornando essencial adaptar a conce&ccedil;&atilde;o dos edif&iacute;cios &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas futuras.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:10:56 GMT</pubDate></item><item><title>Paris aposta no district cooling com recurso à água do rio</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/paris-aposta-no-district-cooling-com-recurso-a-agua-do-rio/</link><guid isPermaLink='false'>2575</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/sena-paris.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Na capital francesa, a &aacute;gua do rio Sena desempenha um papel central na climatiza&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios p&uacute;blicos, atrav&eacute;s de uma rede centralizada de arrefecimento urbano.</strong></p>

<p>Aproveitar a frescura da &aacute;gua do rio para arrefecer museus e edif&iacute;cios de escrit&oacute;rios. Com a expans&atilde;o da sua rede de arrefecimento urbano, a capital francesa tornou este princ&iacute;pio uma realidade. O sistema centralizado utiliza a &aacute;gua do rio Sena como fonte de rejei&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica para climatizar edif&iacute;cios p&uacute;blicos de forma mais sustent&aacute;vel. Operada pela entidade p&uacute;blica <a href="https://www.fraicheurdeparis.fr/" target="_blank">Fra&icirc;cheur de Paris,</a> a infraestrutura, composta por 120 quil&oacute;metros de tubagens subterr&acirc;neas, &eacute; atualmente considerada uma das maiores redes de frio urbano da Europa.</p>

<p>A rede assenta num princ&iacute;pio simples: em vez de cada edif&iacute;cio produzir autonomamente &aacute;gua gelada atrav&eacute;s de <em>chillers</em> individuais, a produ&ccedil;&atilde;o &eacute; centralizada em centrais frigor&iacute;ficas distribu&iacute;das pela cidade. Nessas instala&ccedil;&otilde;es, os grupos frigor&iacute;ficos arrefecem a &aacute;gua do circuito de distribui&ccedil;&atilde;o de cerca de 12 °C para temperaturas entre 2 °C e 4 °C.</p>

<p>A &aacute;gua gelada circula na rede atrav&eacute;s de duas tubagens independentes. A tubagem de ida distribui &aacute;gua fria para os edif&iacute;cios ligados ao sistema, enquanto a tubagem de retorno conduz de novo &agrave; central a &aacute;gua aquecida, ap&oacute;s esta ter absorvido a carga t&eacute;rmica dos sistemas AVAC dos edif&iacute;cios.</p>

<p>A transfer&ecirc;ncia de frio para cada edif&iacute;cio &eacute; realizada atrav&eacute;s de permutadores de calor, que permitem separar completamente o circuito da rede urbana do circuito interno de cada instala&ccedil;&atilde;o. Desta forma, n&atilde;o existe qualquer mistura entre os fluidos. A &aacute;gua do Sena nunca entra em contacto com a &aacute;gua do circuito de distribui&ccedil;&atilde;o, funcionando apenas como meio de transfer&ecirc;ncia t&eacute;rmica antes de ser devolvida ao rio com um ligeiro aumento de temperatura.</p>

<p>Atualmente, a rede abastece centenas de edif&iacute;cios, entre os quais hospitais, escolas, museus, escrit&oacute;rios e equipamentos p&uacute;blicos, incluindo o Museu do Louvre e o Grand Palais. O plano de expans&atilde;o prev&ecirc; um aumento significativo da cobertura da infraestrutura ao longo das pr&oacute;ximas duas d&eacute;cadas, apoiado por um investimento estimado em cerca de 2,4 mil milh&otilde;es de euros.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:36:00 GMT</pubDate></item></channel></rss>