<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss version="2.0"><channel><title>AVAC Magazine: Revista Técnica da Refrigeração e do Ar Condicionado</title><link>https://www.avacmagazine.pt</link><description>A melhor fonte de informação de engenharia: Aquecimento, Ventilação, Ar Condicionado, Refrigeração, etc</description><ttl>100</ttl><item><title>Os chillers em destaque da SGT Midea</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/os-chillers-em-destaque-da-sgt-midea/</link><guid isPermaLink='false'>3591</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="chillers em destaque da SGT Midea" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/os-chillers-em-destaque-da-sgt-midea.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">DR</span></p>

<p></p>

<p><strong>As gamas Aqua Thermal e Magboost Apex Pro adaptam-se a instala&ccedil;&otilde;es comerciais e industriais de diferentes dimens&otilde;es.</strong></p>

<p>Nos sistemas de AVAC, os <em>chillers</em> desempenham um papel determinante na produ&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente e fria utilizada na climatiza&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios de m&eacute;dia e grande dimens&atilde;o. Estes equipamentos alimentam circuitos hidr&aacute;ulicos que distribuem &aacute;gua para unidades terminais, como ventiloconvetores ou unidades de tratamento de ar (UTA).</p>

<p>Neste contexto, a SGT Midea disponibiliza diferentes solu&ccedil;&otilde;es de <em>chillers</em> concebidas para responder &agrave;s exig&ecirc;ncias atuais do setor AVAC, destacando-se as gamas Aqua Thermal e Magboost Apex Pro, direcionadas para aplica&ccedil;&otilde;es comerciais e industriais.</p>

<h2>Adaptar a capacidade do equipamento &agrave;s necessidades reais</h2>

<p>O Aqua Thermal integra a gama de <em>chillers</em> arrefecidos a ar desenvolvidos para sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o centralizada. Este equipamento funciona como uma bomba de calor revers&iacute;vel, sendo capaz de fornecer arrefecimento, aquecimento e &aacute;gua quente sanit&aacute;ria. Entre as suas principais caracter&iacute;sticas destaca-se a tecnologia DC Inverter, que permite ajustar a capacidade do equipamento &agrave;s necessidades reais da instala&ccedil;&atilde;o, aumentando a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e reduzindo o consumo el&eacute;trico durante o funcionamento.</p>

<p>O equipamento &eacute; adequado para edif&iacute;cios de servi&ccedil;os, hot&eacute;is, hospitais ou instala&ccedil;&otilde;es industriais. A tecnologia aplicada permite igualmente operar em diferentes regimes de carga, contribuindo para um funcionamento est&aacute;vel ao longo da vida &uacute;til do equipamento. A gama disponibiliza capacidades entre 50 e 390 kW, permitindo a sua aplica&ccedil;&atilde;o em sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o de diferentes dimens&otilde;es.</p>

<h2>Os rolamentos magn&eacute;ticos sem contacto refor&ccedil;am a durabilidade</h2>

<p>Por sua vez, o Magboost representa uma solu&ccedil;&atilde;o orientada para instala&ccedil;&otilde;es de maior capacidade e elevado desempenho energ&eacute;tico. Este <em>chiller</em> centr&iacute;fugo com rolamentos magn&eacute;ticos integra tecnologias avan&ccedil;adas de compress&atilde;o e controlo, proporcionando elevados n&iacute;veis de fiabilidade em aplica&ccedil;&otilde;es de grande escala.</p>

<p>Ao contr&aacute;rio dos rolamentos mec&acirc;nicos tradicionais que exigem lubrifica&ccedil;&atilde;o regular, inspe&ccedil;&otilde;es de desgaste e substitui&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas, o MagBoost Apex utiliza rolamentos magn&eacute;ticos sem contacto. Isso elimina a necessidade de lubrifica&ccedil;&atilde;o com &oacute;leo e reduz o desgaste dos componentes mec&acirc;nicos, diminuindo a frequ&ecirc;ncia das interven&ccedil;&otilde;es de manuten&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Os modelos da gama Magboost Apex Pro foram concebidos para capacidades frigor&iacute;ficas superiores a 350 kW, sendo particularmente indicados para grandes edif&iacute;cios comerciais, hospitais, centros de dados e complexos industriais.</p>

<p>A combina&ccedil;&atilde;o de tecnologias de compress&atilde;o de elevada efici&ecirc;ncia com rolamentos magn&eacute;ticos permite reduzir os consumos energ&eacute;ticos e melhorar o desempenho global do sistema, sobretudo em condi&ccedil;&otilde;es de carga parcial, que representam grande parte do funcionamento real dos sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o. Esta caracter&iacute;stica traduz-se em menores custos de explora&ccedil;&atilde;o e numa maior sustentabilidade energ&eacute;tica ao longo da vida &uacute;til do equipamento.</p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:44:36 GMT</pubDate></item><item><title>Concursos públicos: os mais recentes</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/concursos-publicos-os-mais-recentes/</link><guid isPermaLink='false'>2035</guid><description><![CDATA[<p><strong>Consulte, no quadro-resumo, os concursos p&uacute;blicos mais recentes, no setor do AVAC e refrigera&ccedil;&atilde;o.</strong></p>

<p>As informa&ccedil;&otilde;es apresentadas no quadro-resumo t&ecirc;m por base os an&uacute;ncios publicados no Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica. Por esse motivo, lembramos que de acordo com o nº 4 do artigo 40º do CCP “As indica&ccedil;&otilde;es constantes do programa do procedimento, do caderno de encargos e da mem&oacute;ria descritiva prevalecem sobre as indica&ccedil;&otilde;es do an&uacute;ncio em caso de diverg&ecirc;ncia”.</p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 06 de agosto</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o de Filtros AVAC</td>
			<td>51 600,00€</td>
			<td>14-ago</td>
			<td>Qualidade/Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de de Santo Ant&oacute;nio, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/149/419969268.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 03 de agosto</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de manuten&ccedil;&atilde;o preventiva e corretiva para equipamentos de Aquecimento, Ventila&ccedil;&atilde;o e Ar-Condicionado (AVAC) para 36 meses</td>
			<td>695 545,29€</td>
			<td>28-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Autoridade Tribut&aacute;ria e Aduaneira</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/147/419968804.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Empreitada n. º 1/DMMC/DIEM/DEMIEM/26 - REMODELA&Ccedil;&Atilde;O DO EQUIPAMENTO AVAC DO PISO 2, DA ALA NASCENTE, DO COMPLEXO DA BOAVISTA - Processo n.º 0067/CP/DGES/ND/2026</td>
			<td>49 905,00€</td>
			<td>18-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Lisboa</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/08/148/419969195.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 30 de julho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Fornecimento e instala&ccedil;&atilde;o de diversos equipamentos de Aquecimento, Ventila&ccedil;&atilde;o e Ar Condicionado (AVAC)</td>
			<td>79 750,00€</td>
			<td>05-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Leiria</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/142/419968215.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o de Unidades de Climatiza&ccedil;&atilde;o para Data Center</td>
			<td>67 590,00€</td>
			<td>03-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Estado-Maior-General das For&ccedil;as Armadas (EMGFA)</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/142/419968330.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 23 de julho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>VENTILA&Ccedil;&Atilde;O E MONITORIZA&Ccedil;&Atilde;O BLOCO OPERAT&Oacute;RIO</td>
			<td>528 300,00€</td>
			<td>24-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de de Loures-Odivelas, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/141/419968026.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 17 de julho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>EM-26/00106 - Empreitada de Instala&ccedil;&atilde;o de Equipamento de AVAC em Edif&iacute;cio Municipais</td>
			<td>32 820,00€</td>
			<td>06-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Sintra</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/136/419967385.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 15 de julho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Reabilita&ccedil;&atilde;o do Sistema AVAC no Centro Escolar de Valpa&ccedil;os</td>
			<td>36 072,00€</td>
			<td>29-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Valpa&ccedil;os</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/134/419967231.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 13 de julho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Empreitada "Bairro da Associa&ccedil;&atilde;o- Lote Nº37</td>
			<td>945 000,00€</td>
			<td>31-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Funda&ccedil;&atilde;o ADFP - Assist&ecirc;ncia Desenvolvimento e Forma&ccedil;&atilde;o Profissional</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/132/419966983.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 07 de julho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Empreitada de substitui&ccedil;&atilde;o de cobertura e AVAC da EB Salgueiro Maia</td>
			<td>412 232,90€</td>
			<td>02-ago</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Palmela</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/128/419965996.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Fornecimento e montagem de aparelhos de Ar Condicionado nos diversos Servi&ccedil;os da Unidade Local de Sa&uacute;de De Lisboa Ocidental, E.P.E</td>
			<td>165 042,59€</td>
			<td>17-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de de Lisboa Ocidental, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/128/419966334.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 02 de julho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Trabalhos de repara&ccedil;&otilde;es diversas de sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o em edif&iacute;cios propriedade do Munic&iacute;pio</td>
			<td>11 044,26€</td>
			<td>16-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Castelo Branco</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/126/419965943.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Substitui&ccedil;&atilde;o, fornecimento e instala&ccedil;&atilde;o de sistemas t&eacute;rmicos (AVAC e produ&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica) (Kristin)</td>
			<td>138 825,50€</td>
			<td>13-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de do Baixo Mondego, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/126/419966104.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Reabilita&ccedil;&atilde;o de Edif&iacute;cio para Habita&ccedil;&atilde;o Social – 1.º Direito de Ribeira de Pena - AVAC</td>
			<td>124 905,92€</td>
			<td>08-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Ribeira de Pena</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/07/126/419966031.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o e instala&ccedil;&atilde;o de central de ar comprimido e v&aacute;cuo para o Hospital Santa Luzia de Elvas</td>
			<td>166 150,00€</td>
			<td>09-jul</td>
			<td>Qualidade/Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de do Alto Alentejo, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/124/419965802.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 29 de junho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Servi&ccedil;os de limpeza e desinfe&ccedil;&atilde;o dos equipamentos e rede condutas de sistemas de ar condicionado</td>
			<td>30 000,00€</td>
			<td>08-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Instituto Portugu&ecirc;s de Oncologia do Porto Francisco Gentil, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/119/419964973.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 22 de junho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Empreitada de Obras P&uacute;blicas para a climatiza&ccedil;&atilde;o do edif&iacute;cio novo do Comando Distrital de Viseu da Policia de Seguran&ccedil;a Publica</td>
			<td>210 000,00€</td>
			<td>05-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Pol&iacute;cia de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/116/419964559.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 18 de junho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Contrata&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os de Manuten&ccedil;&atilde;o Preventiva e Curativa nas Unidade de Sa&uacute;de dos Sistemas de AVAC</td>
			<td>175 000,00€</td>
			<td>25-jun</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Vila Franca de Xira</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/114/419964389.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 15 de junho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Substitui&ccedil;&atilde;o da Unidade de Tratamento de Ar (UTA) ao Servi&ccedil;o de Oftalmologia do Hospital de S&atilde;o Jos&eacute;</td>
			<td>63 110,00€</td>
			<td>14-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de de S&atilde;o Jos&eacute;, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/113/419963934.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Aquisi&ccedil;&atilde;o de Analisadores de Poluentes Atmosf&eacute;ricos para a Rede de Monitoriza&ccedil;&atilde;o da Qualidade do Ar da CCDR LVT, I.P</td>
			<td>175 058,68€</td>
			<td>12-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Comiss&atilde;o de Coordena&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, IP</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/113/419964077.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 09 de junho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Remodela&ccedil;&atilde;o do sistema de AVAC da Biblioteca Municipal de Portalegre (1ªFase) sala Polivalente</td>
			<td>40 500,00€</td>
			<td>23-jun</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Munic&iacute;pio de Portalegre</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/109/419963587.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>

<h2>Concursos lan&ccedil;ados at&eacute; 05 de junho</h2>

<table class="table table-bordered table-hover table-sm" style="font-size:11px">
	<thead class="text-center" style="background-color:rgb(0, 0, 0);color:white">
		<tr>
			<th>Objeto do contrato</th>
			<th>Valor base</th>
			<th>Prazo apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas</th>
			<th>Crit&eacute;rio de Adjudica&ccedil;&atilde;o</th>
			<th>Entidade adjudicante</th>
			<th>An&uacute;ncio de procedimento</th>
		</tr>
	</thead>
	<tbody>
		<tr>
			<td>Presta&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os de Manuten&ccedil;&atilde;o Preventiva, Corretiva e Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica aos Equipamentos de Aquecimento, Ventila&ccedil;&atilde;o e Ar Condicionado (AVAC) das v&aacute;rias instala&ccedil;&otilde;es</td>
			<td>791 000,00€</td>
			<td>03-jul</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Santa Casa da Miseric&oacute;rdia de Lisboa</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/108/419963443.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
		<tr>
			<td>CP 1922/2026 Aquisi&ccedil;&atilde;o de filtros para ar condicionados, para a ULSTMAD, EPE</td>
			<td>5 959,97€</td>
			<td>15-jun</td>
			<td>Pre&ccedil;o</td>
			<td>Unidade Local de Sa&uacute;de de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, EPE</td>
			<td><a href="https://files.diariodarepublica.pt/cp_hora/2026/06/108/419963555.pdf" target="_blank">Ver o an&uacute;ncio</a></td>
		</tr>
	</tbody>
	<tbody>
	</tbody>
</table>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:42:22 GMT</pubDate></item><item><title>Caleffi apresenta gama de componentes para bombas de calor</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/caleffi-apresenta-gama-de-componentes-para-bombas-de-calor/</link><guid isPermaLink='false'>3590</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="Caleffi apresenta gama de componentes para bombas de calor" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/caleffi-apresenta-gama-de-componentes-para-bombas-de-calor.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">DR</span></p>

<p><strong>O filtro magn&eacute;tico de sujidade CALEFFI XF e a v&aacute;lvula antigelo iStop® integram a gama de solu&ccedil;&otilde;es da marca para estes equipamentos.</strong></p>

<p>A Caleffi Hydronic Solutions tem vindo a desenvolver diferentes solu&ccedil;&otilde;es para bombas de calor. Entre estes produtos, destaca-se o separador hidr&aacute;ulico da s&eacute;rie 5485 com in&eacute;rcia de aplica&ccedil;&atilde;o mural. Fabricado em a&ccedil;o inoxid&aacute;vel e dotado de isolamento t&eacute;rmico, garante um volume de in&eacute;rcia adequado para assegurar o correto funcionamento destes equipamentos.</p>

<p>Segundo a empresa, o separador de microbolhas de ar Caleffi HED<sup>®</sup> remove at&eacute; 99 % do ar presente na &aacute;gua da instala&ccedil;&atilde;o, desde a primeira passagem. Foi concebido para reduzir os custos de manuten&ccedil;&atilde;o, ao diminuir problemas como o ru&iacute;do nas tubagens e nos terminais, a corros&atilde;o dos componentes, os bloqueios da circula&ccedil;&atilde;o e a insufici&ecirc;ncia das trocas t&eacute;rmicas.</p>

<p>Por outro lado, o filtro magn&eacute;tico de sujidade CALEFFI XF distingue-se pelo seu duplo efeito filtrante, permitindo capturar part&iacute;culas de pequena dimens&atilde;o. Gra&ccedil;as &agrave; sua ampla superf&iacute;cie de filtragem, diminui as obstru&ccedil;&otilde;es e elimina as impurezas. J&aacute; a v&aacute;lvula desviadora motorizada da s&eacute;rie 6445 permite gerir o fluxo entre a instala&ccedil;&atilde;o de climatiza&ccedil;&atilde;o (aquecimento e arrefecimento) e o sistema de prepara&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua quente sanit&aacute;ria.</p>

<p>A Caleffi apresenta tamb&eacute;m a v&aacute;lvula antigelo iStop<sup>®</sup>, um sistema de prote&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nico para bombas de calor. O dispositivo permite a descarga autom&aacute;tica do fluido do circuito quando a sua temperatura atinge um valor m&eacute;dio de 3 ºC, impedindo a forma&ccedil;&atilde;o de gelo no circuito. Pode funcionar com temperaturas da &aacute;gua na instala&ccedil;&atilde;o at&eacute; 90 °C, uma carater&iacute;stica comum &agrave; maioria das novas bombas de calor que utilizam o fluido frigorig&eacute;neo R290 (propano).</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 12:55:55 GMT</pubDate></item><item><title>Campos magnéticos para melhorar a refrigeração de alimentos</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/campos-magneticos-para-melhorar-a-refrigeracao-de-alimentos/</link><guid isPermaLink='false'>3589</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/annekroiss.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO ANNEKROISS/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>No &acirc;mbito da 9ª Confer&ecirc;ncia Internacional sobre Sustentabilidade e Cadeia de Frio, um grupo de investigadores franceses apresentou uma nova tecnologia de refrigera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o t&eacute;rmica que poder&aacute; permitir um maior controlo do crescimento dos cristais de gelo.</strong></p>

<p><a href="https://iifiir.org/en/news/iccc2026-magnetic-field-for-food-refrigeration-a-promising-but-still-emerging-alternative-to-conventional-freezing-methods-2f5d2d34-5920-4d46-83d1-05bcb3817992" target="_blank">A aplica&ccedil;&atilde;o de campos magn&eacute;ticos aos processos de refrigera&ccedil;&atilde;o e congela&ccedil;&atilde;o de alimentos</a> poder&aacute; tornar-se uma alternativa promissora aos m&eacute;todos convencionais. Essa &eacute; a conclus&atilde;o de um artigo cient&iacute;fico redigido pelo presidente da Comiss&atilde;o C2 do Instituto Internacional de Refrigera&ccedil;&atilde;o (IIR), Alain Le Bail, em conjunto com Olivier Rouaud e Nasser Hamdami do instituto Oniris em Nantes, Fran&ccedil;a, apresentado na 9ª Confer&ecirc;ncia Internacional sobre Sustentabilidade e Cadeia de Frio (ICCC2026), realizada entre os dias 12 e 14 de abril de 2026.</p>

<p>Segundo os investigadores, a congela&ccedil;&atilde;o convencional conduz frequentemente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de cristais de gelo de grandes dimens&otilde;es e de distribui&ccedil;&atilde;o irregular, provocando ruturas celulares, perdas de l&iacute;quidos durante a descongela&ccedil;&atilde;o, altera&ccedil;&otilde;es de textura e degrada&ccedil;&atilde;o de nutrientes. Neste contexto, t&ecirc;m vindo a ser estudadas tecnologias n&atilde;o t&eacute;rmicas que permitem um maior controlo da nuclea&ccedil;&atilde;o e do crescimento dos cristais de gelo, embora esta abordagem ainda se encontre numa fase inicial de desenvolvimento tecnol&oacute;gico.</p>

<p>De acordo com os estudos analisados, a utiliza&ccedil;&atilde;o de campos magn&eacute;ticos pode reduzir o crescimento dos cristais de gelo, contribuindo para uma melhor preserva&ccedil;&atilde;o da textura e para menores perdas de l&iacute;quido. Por se tratar de um processo sem contacto direto com o alimento e sem recurso ao aquecimento, esta tecnologia apresenta tamb&eacute;m potencial para reduzir o tempo de congela&ccedil;&atilde;o e, em determinadas condi&ccedil;&otilde;es, o consumo de energia. Os benef&iacute;cios s&atilde;o particularmente relevantes para produtos como pescado, carne, frutas e produtos hort&iacute;colas.</p>

<p>Apesar deste potencial, os investigadores sublinham que subsistem limita&ccedil;&otilde;es importantes. O desempenho varia consoante o produto, os mecanismos f&iacute;sicos envolvidos ainda n&atilde;o est&atilde;o totalmente esclarecidos e a reprodutibilidade dos resultados continua a ser reduzida. Acrescem a elevada complexidade dos equipamentos e os desafios associados &agrave; escalabilidade industrial, fatores que condicionam a ado&ccedil;&atilde;o desta tecnologia.</p>

<p>Os autores defendem que a investiga&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento deste m&eacute;todo dever&atilde;o centrar-se no esclarecimento dos mecanismos f&iacute;sicos, na cria&ccedil;&atilde;o de protocolos experimentais normalizados, na quantifica&ccedil;&atilde;o dos campos el&eacute;tricos induzidos e na avalia&ccedil;&atilde;o da viabilidade da sua aplica&ccedil;&atilde;o &agrave; escala industrial.</p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 15:06:08 GMT</pubDate></item><item><title>Digitalização da gestão técnica de edifícios interligados</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/digitalizacao-da-gestao-tecnica-de-edificios-interligados/</link><guid isPermaLink='false'>2587</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/digitalizacao-gestao-tecnica.jpg" /></p>

<p></p>

<p><strong>No contexto atual do setor da edifica&ccedil;&atilde;o, a gest&atilde;o t&eacute;cnica dos edif&iacute;cios assume um papel central nos debates relacionados com a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, a sustentabilidade e a resili&ecirc;ncia do ambiente constru&iacute;do. </strong></p>

<p>O aumento sustentado dos custos da energia, a press&atilde;o regulamentar associada &agrave;s metas de descarboniza&ccedil;&atilde;o e a necessidade de intervir num parque edificado maioritariamente envelhecido transformaram profundamente o papel dos sistemas t&eacute;cnicos nos edif&iacute;cios.</p>

<p>Se, durante d&eacute;cadas, estes sistemas foram encarados es­sencialmente como infraestruturas de suporte – destina­das a assegurar conforto t&eacute;rmico, ventila&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a –, hoje s&atilde;o reconhecidos como ativos estrat&eacute;gicos, com impacto direto no consumo energ&eacute;tico, nas emiss&otilde;es de carbono, nos custos operacionais e no valor global dos edif&iacute;cios. Esta evolu&ccedil;&atilde;o obriga a repensar os modelos tra­dicionais de explora&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o, promovendo abor­dagens mais din&acirc;micas, baseadas em dados e com um n&iacute;vel crescente de intelig&ecirc;ncia e automa&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A esta realidade junta se a complexidade crescente dos edif&iacute;cios contempor&acirc;neos, caracterizados pela coexis­t&ecirc;ncia de m&uacute;ltiplos sistemas t&eacute;cnicos, padr&otilde;es de ocu­pa&ccedil;&atilde;o vari&aacute;veis, diferentes utiliza&ccedil;&otilde;es dos espa&ccedil;os e uma integra&ccedil;&atilde;o cada vez maior em portf&oacute;lios imobili&aacute;rios, campus empresariais ou redes urbanas. Este cen&aacute;rio evidenciou as limita&ccedil;&otilde;es dos modelos convencionais de gest&atilde;o, assentes em automa&ccedil;&atilde;o local, regras fixas e forte depend&ecirc;ncia da interven&ccedil;&atilde;o humana.</p>

<p>Neste enquadramento, a digitaliza&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o t&eacute;cni­ca afirma se como um fator determinante para melhorar o desempenho energ&eacute;tico, operacional e ambiental dos edif&iacute;cios. A plataforma Honeywell Forge insere se neste processo de transforma&ccedil;&atilde;o digital, propondo uma abor­dagem integrada &agrave; gest&atilde;o t&eacute;cnica de edif&iacute;cios interligados, baseada em conectividade segura, an&aacute;lise avan&ccedil;ada de dados e intelig&ecirc;ncia artificial, com aplica&ccedil;&atilde;o direta nos do­m&iacute;nios da energia, sustentabilidade e manuten&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica.</p>

<p></p>

<h2>Da automa&ccedil;&atilde;o local &agrave; gest&atilde;o digital interligada</h2>

<p>Durante muitos anos, a gest&atilde;o t&eacute;cnica dos edif&iacute;cios foi realizada de forma predominantemente isolada. Cada edif&iacute;cio dispunha do seu pr&oacute;prio sistema de gest&atilde;o t&eacute;c­nica centralizada (BMS), respons&aacute;vel pelo controlo e mo­nitoriza&ccedil;&atilde;o local dos sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o (AVAC), ventila&ccedil;&atilde;o, ilumina&ccedil;&atilde;o e restantes equipamentos eletro­mec&acirc;nicos.</p>

<p>Este modelo revelou-se adequado enquanto os edif&iacute;cios eram considerados unidades independentes. Contudo, o desenvolvimento de portf&oacute;lios imobili&aacute;rios mais com­plexos, a presen&ccedil;a de edif&iacute;cios de diferentes &eacute;pocas e a utiliza&ccedil;&atilde;o de sistemas de m&uacute;ltiplos fabricantes tornaram evidentes as limita&ccedil;&otilde;es desta abordagem. A fragmenta­&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica dificulta a obten&ccedil;&atilde;o de uma vis&atilde;o global do desempenho energ&eacute;tico, compromete o <em>benchmarking </em>entre ativos semelhantes e limita a capa­cidade de otimiza&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel do conjunto edificado.</p>

<p>A inexist&ecirc;ncia de dados normalizados e facilmente acess&iacute;­veis impede an&aacute;lises comparativas consistentes, dificulta a identifica&ccedil;&atilde;o de boas pr&aacute;ticas e limita a tomada de de­cis&otilde;es estrat&eacute;gicas suportadas por dados objetivos. Al&eacute;m disso, a gest&atilde;o reativa de avarias e anomalias, t&iacute;pica de sistemas isolados, conduz frequentemente a inefici&ecirc;ncias energ&eacute;ticas e operacionais.</p>

<p>A digitaliza&ccedil;&atilde;o baseada em plataformas na nuvem per­mite ultrapassar estas limita&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da cria&ccedil;&atilde;o de uma camada transversal de gest&atilde;o, capaz de recolher, normalizar e analisar dados provenientes de m&uacute;ltiplos edif&iacute;cios e sistemas heterog&eacute;neos. Esta abordagem n&atilde;o implica a substitui&ccedil;&atilde;o integral dos equipamentos exis­tentes, permitindo antes uma integra&ccedil;&atilde;o progressiva e uma transi&ccedil;&atilde;o faseada para modelos de gest&atilde;o mais avan&ccedil;ados.</p>

<p>A Honeywell Forge apresenta se como uma plataforma di­gital orientada para a gest&atilde;o t&eacute;cnica e energ&eacute;tica de edi­f&iacute;cios isolados ou agrupamentos de edif&iacute;cios. Ao contr&aacute;rio de um BMS tradicional, n&atilde;o tem como objetivo substituir os sistemas locais, mas integr&aacute;-los numa arquitetura de dados comum, proporcionando uma vis&atilde;o global, coeren­te e cont&iacute;nua do desempenho t&eacute;cnico do edif&iacute;cio ou do portf&oacute;lio.</p>

<p>A plataforma assenta em quatro pilares fundamentais:</p>

<ul>
	<li>Conectividade segura entre os sistemas locais e a nu­vem, garantindo a integridade, disponibilidade e confi­dencialidade da informa&ccedil;&atilde;o operacional;</li>
	<li>Normaliza&ccedil;&atilde;o e contextualiza&ccedil;&atilde;o dos dados t&eacute;cnicos, facilitando a sua interpreta&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise comparativa;</li>
	<li>An&aacute;lise avan&ccedil;ada atrav&eacute;s de modelos anal&iacute;ticos e al­goritmos de aprendizagem autom&aacute;tica, capazes de identificar padr&otilde;es de funcionamento, anomalias e oportunidades de melhoria;</li>
	<li>Aplica&ccedil;&otilde;es especializadas orientadas para a tomada de decis&atilde;o t&eacute;cnica, energ&eacute;tica e de sustentabilidade.</li>
</ul>

<p>Esta arquitetura assume particular relev&acirc;ncia no dom&iacute;nio da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, uma vez que permite relacionar o comportamento operativo dos sistemas AVAC com indi­cadores energ&eacute;ticos e ambientais, integrando informa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e estrat&eacute;gica num &uacute;nico ambiente digital. A pla­taforma foi concebida tendo em conta a governan&ccedil;a de dados e a privacidade desde o in&iacute;cio, com o objetivo de cumprir a legisla&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o de dados em vigor. <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">(…)</a></p>

<p></p>

<h6>Autor <strong>Sergio Torre</strong><br />
Partner Channel Sales Leader – Ib&eacute;ria, Honeywell</h6>

<p></p>

<h5>Leia o artigo completo na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>

<p></p>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 15:08:39 GMT</pubDate></item><item><title>Tóquio lidera utilização diária de ar condicionado, segundo estudo da Daikin</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/toquio-lidera-utilizacao-diaria-de-ar-condicionado/</link><guid isPermaLink='false'>2589</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/Toquio.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO LOBOSTUDIOHAMBURG/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>No &acirc;mbito da segunda edi&ccedil;&atilde;o do Daikin World Air Survey, T&oacute;quio destacou-se tamb&eacute;m por ser uma das cidades onde as temperaturas de ver&atilde;o mais aumentaram e por revelar uma maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica.</strong></p>

<p>A capital japonesa &eacute; a cidade onde o ar condicionado &eacute; utilizado durante mais tempo por dia entre as 12 grandes &aacute;reas metropolitanas analisadas pela Daikin Industries. Esta &eacute; uma das principais conclus&otilde;es da segunda edi&ccedil;&atilde;o do <a href="https://www.daikin.co.jp/-/media/Project/Daikin/daikin_co_jp/air/life/survey/global_vol2/PDF/press_20260721-pdf.pdf?rev=31dbf023f29d4e5b9aed4ebe2b67211d&amp;hash=6B12C828030F4F0E3972D685E7C57548&amp;ID=air_life_survey" target="_blank"><em>Daikin World Air Survey</em>,</a> um estudo internacional que analisa os h&aacute;bitos de utiliza&ccedil;&atilde;o de sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Realizado junto de 1200 utilizadores, o estudo revela que, durante o per&iacute;odo mais quente do ano, os residentes de T&oacute;quio utilizam o ar condicionado, em m&eacute;dia durante 14 horas e 12 minutos por dia quando permanecem em casa. Cerca de 30 % das pessoas afirmam mesmo manter o equipamento em funcionamento durante 24 horas por dia.</p>

<p>Os resultados do inqu&eacute;rito parecem ser corroborados pelos dados meteorol&oacute;gicos oficiais. De acordo com a Ag&ecirc;ncia Meteorol&oacute;gica do Jap&atilde;o, a temperatura m&aacute;xima m&eacute;dia di&aacute;ria em T&oacute;quio entre junho e agosto aumentou de 29,7 °C no per&iacute;odo 2018-2020 para 32,0 °C em 2023-2025. Isso representa uma subida de 2,3 °C, a mais elevada entre as 12 cidades analisadas. No mesmo per&iacute;odo, o n&uacute;mero m&eacute;dio anual de dias com temperaturas m&aacute;ximas iguais ou superiores a 35 °C praticamente duplicou, passando de 12,0 para 23,7 dias.</p>

<p>Apesar de liderar o tempo di&aacute;rio de utiliza&ccedil;&atilde;o, T&oacute;quio distingue-se tamb&eacute;m pela maior preocupa&ccedil;&atilde;o com a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica. Segundo o relat&oacute;rio da Daikin, 65 % dos inquiridos na capital japonesa afirmam que, para reduzir o consumo de energia, optam por definir temperaturas de funcionamento mais elevadas. Na edi&ccedil;&atilde;o anterior do estudo, realizada em 2024, T&oacute;quio j&aacute; registava a temperatura m&eacute;dia de regula&ccedil;&atilde;o mais elevada entre as cidades analisadas, com 26,2 °C, acima da m&eacute;dia global de 23,6 °C.</p>

<p>Depois de T&oacute;quio, as cidades com maior utiliza&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria de ar condicionado s&atilde;o Houston (14 horas e 2 minutos), Dubai (12 horas e 56 minutos), Xangai (11 horas e 56 minutos) e Nova Iorque (11 horas e 36 minutos). No que respeita ao funcionamento cont&iacute;nuo durante a noite, Dubai, Houston e T&oacute;quio ocupam os primeiros lugares.</p>

<p>Outro dado relevante &eacute; que 64,4 % dos inquiridos afirmam n&atilde;o conseguir utilizar o ar condicionado sempre que necess&aacute;rio devido a diferentes limita&ccedil;&otilde;es, como os custos da energia, restri&ccedil;&otilde;es de utiliza&ccedil;&atilde;o ou outros fatores.</p>

<p>O inqu&eacute;rito foi realizado entre maio e junho de 2026 junto de utilizadores de T&oacute;quio, Xangai, Banguecoque, Deli, Dubai, Istambul, Paris, Madrid, Lagos, S&atilde;o Paulo, Nova Iorque e Houston.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 09:30:23 GMT</pubDate></item><item><title>Aeroporto Roland Garros aposta na ventilação natural</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/aeroporto-roland-garros-aposta-na-ventilacao-natural/</link><guid isPermaLink='false'>2588</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/roland-garos.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A infraestrutura localizada na ilha da Reuni&atilde;o baseia-se na arquitetura bioclim&aacute;tica e consegue reduzir o consumo energ&eacute;tico em cerca de 60 %, sem necessidade de recorrer a sistemas de ar condicionado. </strong></p>

<p>O novo <a href="https://www.dh-partner.com/int/en/reference/datasheet/109195" target="_blank">terminal de chegadas do Aeroporto Roland Garros</a> na ilha francesa da Reuni&atilde;o deixa de depender de sistemas convencionais de climatiza&ccedil;&atilde;o. Considerado o primeiro terminal aeroportu&aacute;rio bioclim&aacute;tico do mundo, o projeto tira partido das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas locais para garantir o conforto t&eacute;rmico atrav&eacute;s da ventila&ccedil;&atilde;o natural, recorrendo ao ar condicionado apenas nas &aacute;reas onde este &eacute; indispens&aacute;vel.</p>

<p>Concebido pelo atelier franc&ecirc;s AIA Life Designers, o edif&iacute;cio utiliza os ventos al&iacute;sios como principal mecanismo de arrefecimento. Comp&otilde;e-se de uma fachada perme&aacute;vel equipada com l&acirc;minas motorizadas, de uma cobertura concebida para potenciar a circula&ccedil;&atilde;o do ar e de um <em>canyon</em> bioclim&aacute;tico central que cria uma zona de baixa press&atilde;o, favorecendo a passagem do ar atrav&eacute;s do terminal. Desta forma, apenas cerca de 7 % da &aacute;rea &uacute;til necessita de climatiza&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica.</p>

<p>Segundo os respons&aacute;veis pelo projeto, esta abordagem permite reduzir o consumo energ&eacute;tico em cerca de 60 % face ao terminal anterior. Al&eacute;m disso, a velocidade do ar, na ordem de 1 m/s junto aos ocupantes, reduz a temperatura percecionada em aproximadamente 4 °C.</p>

<p>A solu&ccedil;&atilde;o de ventila&ccedil;&atilde;o natural foi desenvolvida pela D+H France, que concebeu um sistema capaz de responder simultaneamente &agrave;s necessidades de ventila&ccedil;&atilde;o, desenfumagem e controlo t&eacute;rmico. O edif&iacute;cio integra 860 grelhas de ventila&ccedil;&atilde;o de l&acirc;minas (<em>louvre windows</em>), cuja abertura &eacute; regulada automaticamente em fun&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es atmosf&eacute;ricas.</p>

<p>O sistema &eacute; gerido por cerca de 30 centrais de controlo CPSM. Aproximadamente dois ter&ccedil;os destas unidades asseguram a ventila&ccedil;&atilde;o natural controlada do terminal, enquanto as restantes garantem a desenfumagem em caso de inc&ecirc;ndio. A comunica&ccedil;&atilde;o entre todos os equipamentos &eacute; efetuada atrav&eacute;s da tecnologia <em>Advanced Communication Bus</em> (ACB), permitindo uma gest&atilde;o integrada e em tempo real.</p>

<p>A estrat&eacute;gia bioclim&aacute;tica &eacute; complementada por solu&ccedil;&otilde;es de sombreamento arquitet&oacute;nico, amplos beirais, vegeta&ccedil;&atilde;o integrada e uma instala&ccedil;&atilde;o fotovoltaica que contribui para a descarboniza&ccedil;&atilde;o do aeroporto.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:08:20 GMT</pubDate></item><item><title>Saint-Gobain alerta para perdas nas condutas AVAC em estudo</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/saint-gobain-alerta-para-perdas-nas-condutas-avac/</link><guid isPermaLink='false'>2586</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/am-alcantara.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A empresa aproveita os resultados da an&aacute;lise para promover o sistema CLIMAVER®, desenvolvido pela marca, composto por condutas pr&eacute;-isoladas em l&atilde; mineral, concebidas para minimizar as fugas de ar.</strong></p>

<p>Um estudo t&eacute;cnico da Saint-Gobain alerta para o impacto das perdas energ&eacute;ticas associadas aos sistemas de distribui&ccedil;&atilde;o de ar em edif&iacute;cios. De acordo com a an&aacute;lise, realizada com base num edif&iacute;cio de servi&ccedil;os com 200 m², os sistemas de condutas met&aacute;licas com classe de estanquidade B podem registar perdas energ&eacute;ticas na ordem dos 7030 kWh por ano. Considerando um custo da energia de 0,15 €/kWh, este desperd&iacute;cio representa cerca de 1055 euros por ano, al&eacute;m de contribuir para um aumento significativo da pegada carb&oacute;nica.</p>

<p>O estudo comparou diferentes classes de estanquidade em sistemas de condutas, tendo como refer&ecirc;ncia uma press&atilde;o est&aacute;tica de 300 Pa, um caudal de ar de 5400 m³/h e um edif&iacute;cio de servi&ccedil;os com uma &aacute;rea de 200 m².</p>

<p>A marca indica que solu&ccedil;&otilde;es com maior estanquidade, como o sistema CLIMAVER®, desenvolvido pela Saint-Gobain, reduzem as perdas para aproximadamente 330 kWh/ano, o equivalente a cerca de 50 euros anuais em custos de energia. Segundo a empresa, esta diferen&ccedil;a resulta da utiliza&ccedil;&atilde;o de condutas pr&eacute;-isoladas em l&atilde; mineral, concebidas para minimizar as fugas de ar e reduzir pontes t&eacute;rmicas.</p>

<p>Al&eacute;m da componente econ&oacute;mica, a Saint-Gobain destaca igualmente os benef&iacute;cios ambientais. O estudo estima que a utiliza&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de maior desempenho pode reduzir o carbono incorporado em edif&iacute;cios de escrit&oacute;rios em cerca de 22,6 kg CO2eq/m², um indicador relevante tendo em conta as exig&ecirc;ncias regulamentares e as metas de descarboniza&ccedil;&atilde;o do setor da constru&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A empresa sublinha ainda que o sistema CLIMAVER® contribui para a qualidade do ar interior e para o conforto ac&uacute;stico, por n&atilde;o favorecer o desenvolvimento de bolor, cumprir os requisitos relativos &agrave;s baixas emiss&otilde;es de compostos org&acirc;nicos vol&aacute;teis (COV) e atenuar a propaga&ccedil;&atilde;o do ru&iacute;do. Entre as caracter&iacute;sticas destacadas est&aacute; tamb&eacute;m o comportamento ao fogo: trata-se de uma solu&ccedil;&atilde;o incombust&iacute;vel que n&atilde;o contribui para a propaga&ccedil;&atilde;o das chamas nem para a emiss&atilde;o de fumos t&oacute;xicos.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 10:11:39 GMT</pubDate></item><item><title>Investigadores desenvolvem elementos de arrefecimento elastocalóricos impressos em 3D</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/elementos-de-arrefecimento-elastocaloricos-em-3D/</link><guid isPermaLink='false'>2585</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/elementos-arrefecimento-3D.jpg" style="width: 700px; height: 340px;" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christna Genet</p>

<p><strong>A abordagem visa promover alternativas mais sustent&aacute;veis &agrave;s tecnologias de arrefecimento que recorrem a fluidos frigorig&eacute;neos. </strong></p>

<p>Uma equipa da Universidade do Sarre na Alemanha est&aacute; a desenvolver <a href="https://www.uni-saarland.de/en/news/elastocaloric-at-hannover-messe-2026-45454.html" target="_blank">uma nova gera&ccedil;&atilde;o de elementos de arrefecimento elastocal&oacute;ricos produzidos por fabrico aditivo,</a> uma abordagem que poder&aacute; contribuir para sistemas AVAC mais eficientes. O projeto re&uacute;ne especialistas em materiais inteligentes liderados por Paul Motzki, e investigadores da &aacute;rea do fabrico aditivo coordenados por Dirk B&auml;hre, com o objetivo de otimizar a geometria dos permutadores de calor.</p>

<p>A tecnologia elastocal&oacute;rica distingue-se das solu&ccedil;&otilde;es convencionais por dispensar a utiliza&ccedil;&atilde;o de fluidos frigorig&eacute;neos. Em vez disso, recorre a componentes em liga de n&iacute;quel-tit&acirc;nio com mem&oacute;ria de forma, capazes de libertar calor quando sujeitos a tra&ccedil;&atilde;o ou compress&atilde;o e de o absorver quando a carga mec&acirc;nica &eacute; removida. Este efeito permite transferir calor de uma zona para outra recorrendo apenas a energia el&eacute;trica, eliminando a necessidade de refrigerantes com impacto ambiental.</p>

<p>At&eacute; agora, a investiga&ccedil;&atilde;o incidia sobretudo em feixes de fios ultrafinos e em l&acirc;minas de n&iacute;quel-tit&acirc;nio. A principal inova&ccedil;&atilde;o consiste na produ&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s de impress&atilde;o 3D, de estruturas tridimensionais com geometrias complexas que aumentam significativamente a &aacute;rea dispon&iacute;vel para a troca de calor. Estas configura&ccedil;&otilde;es destinam-se a melhorar a efici&ecirc;ncia da transfer&ecirc;ncia de calor e a facilitar a circula&ccedil;&atilde;o de ar ou de &aacute;gua no interior dos elementos de arrefecimento.</p>

<p>A investiga&ccedil;&atilde;o sobre elastocaloria na Universidade do Sarre e no Centro de Mecatr&oacute;nica e Tecnologia de Automa&ccedil;&atilde;o de Saarbr&uuml;cken (ZeMA) decorre h&aacute; mais de 15 anos e tem como objetivo desenvolver solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o para edif&iacute;cios, ve&iacute;culos e instala&ccedil;&otilde;es industriais com maior efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e menor impacto ambiental.</p>

<p>A Comiss&atilde;o Europeia identificou a refrigera&ccedil;&atilde;o elastocal&oacute;rica como uma das alternativas mais promissoras &agrave;s tecnologias convencionais de compress&atilde;o de vapor, enquanto o F&oacute;rum Econ&oacute;mico Mundial a incluiu entre as dez tecnologias emergentes com maior potencial. Atualmente, os investigadores participam em v&aacute;rios projetos financiados a n&iacute;vel nacional e europeu para acelerar a transfer&ecirc;ncia desta tecnologia para aplica&ccedil;&otilde;es industriais e comerciais.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 28 Jul 2026 11:36:27 GMT</pubDate></item><item><title>ISO promove workshop sobre o futuro das normas de desempenho energético dos edifícios</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/iso-promove-workshop-sobre-desempenho-energetico-dos-edificios/</link><guid isPermaLink='false'>2584</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/Berlim.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO WAL_172619/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>De participa&ccedil;&atilde;o gratuita, o evento decorrer&aacute; presencialmente em Berlim e ser&aacute; tamb&eacute;m disponibilizado em formato online.  </strong></p>

<p>No pr&oacute;ximo dia 14 de setembro de 2026, Berlim acolhe um <a href="https://www.rehva.eu/fileadmin/user_upload/2026/ISO-EPB_Sept.14_2026_Workshop_Programme_v.1_1.pdf" target="_blank">workshop</a> promovido pelos comit&eacute;s ISO/TC 163 e ISO/TC 205, dedicado &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o das normas internacionais de desempenho energ&eacute;tico dos edif&iacute;cios. A iniciativa ter&aacute; lugar nas instala&ccedil;&otilde;es do Instituto Alem&atilde;o de Normaliza&ccedil;&atilde;o (DIN), e ser&aacute; tamb&eacute;m disponibilizada em formato online, com participa&ccedil;&atilde;o gratuita e sem necessidade de inscri&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>O workshop reunir&aacute; especialistas envolvidos na normaliza&ccedil;&atilde;o internacional para debater a pr&oacute;xima gera&ccedil;&atilde;o de metodologias EPB, que servem de base ao c&aacute;lculo e &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o comparativa do desempenho energ&eacute;tico dos edif&iacute;cios a n&iacute;vel mundial. A sess&atilde;o contar&aacute; com representantes da ISO, CEN, ASHRAE e do EPB Center.</p>

<p>A abertura ser&aacute; dedicada ao conceito de um conjunto integrado de normas EPB, seguida de uma apresenta&ccedil;&atilde;o sobre a abordagem sist&eacute;mica ao desempenho dos edif&iacute;cios. Seguidamente, ser&aacute; debatida a evolu&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos de c&aacute;lculo hor&aacute;rios e sub-hor&aacute;rios, para representar com maior rigor o comportamento energ&eacute;tico dos edif&iacute;cios e dos seus respetivos sistemas t&eacute;cnicos. O &uacute;ltimo bloco ser&aacute; dedicado &agrave; digitaliza&ccedil;&atilde;o das ferramentas de c&aacute;lculo, incluindo software open source e novos formatos de dados destinados a apoiar a interoperabilidade e a automatiza&ccedil;&atilde;o dos processos. Em todas as apresenta&ccedil;&otilde;es, a integra&ccedil;&atilde;o de bombas de calor ser&aacute; utilizada como exemplo transversal para ilustrar a aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica das metodologias.</p>

<p>Entre os oradores confirmados encontram-se Jaap Hogeling, presidente do CEN/TC 371 e representante do EPB Center, Arnkell J. Petersen, presidente do ISO/TC 163/SC 2, Richard Lord, da ASHRAE, que apresentar&aacute; a norma ASHRAE/ANSI 205-2023 para dados de equipamentos, Dick van Dijk, que abordar&aacute; ferramentas open source para c&aacute;lculo EPB; e Johann Zirngibl, vice-presidente da REHVA, que far&aacute; uma apresenta&ccedil;&atilde;o sobre a estrat&eacute;gia europeia para o aquecimento e o arrefecimento.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 08:44:45 GMT</pubDate></item><item><title>NVIDIA propõe sistemas de arrefecimento líquido até 45 ºC para centros de dados</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/nvidia-sistemas-arrefecimento-liquido-para-centros-de-dados/</link><guid isPermaLink='false'>2583</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/centros-de-dados.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Chirstina Genet</p>

<p><strong>A empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de unidades de processamento gr&aacute;fico (GPU) e de chips para computa&ccedil;&atilde;o afirma ser poss&iacute;vel reduzir o consumo energ&eacute;tico dos centros de dados aumentando a temperatura de funcionamento.</strong></p>

<p>Operar sistemas de <em>liquid cooling</em> com temperaturas de impuls&atilde;o at&eacute; 45 ºC. &Eacute; esta a proposta da <a href="https://blogs.nvidia.com/blog/liquid-cooling-ai-factories/" target="_blank">NVIDIA</a> para arrefecer centros de dados dedicados &agrave; intelig&ecirc;ncia artificial (IA) de forma mais sustent&aacute;vel. Segundo a empresa norte-americana, o aumento da temperatura do fluido permite reduzir o consumo de energia e diminuir a utiliza&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua nas instala&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>O princ&iacute;pio baseia-se em sistemas de arrefecimento l&iacute;quido direto ao processador (<em>direct-to-chip</em>), em circuito fechado, que captam o calor junto dos componentes eletr&oacute;nicos e o transferem para unidades exteriores de rejei&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica (<em>dry coolers</em>). Ao contr&aacute;rio das solu&ccedil;&otilde;es convencionais, esta arquitetura poder&aacute; dispensar, em muitos casos, a utiliza&ccedil;&atilde;o de <em>chillers</em> e de torres de arrefecimento evaporativas, sobretudo em regi&otilde;es onde a temperatura ambiente permanece abaixo dos 45 ºC durante grande parte do ano.</p>

<p>De acordo com a NVIDIA, a possibilidade de operar com temperaturas da &aacute;gua mais elevadas resulta da maior efici&ecirc;ncia da transfer&ecirc;ncia de calor proporcionada pelo arrefecimento l&iacute;quido. A empresa refere ainda que o funcionamento a temperaturas superiores reduz a energia necess&aacute;ria para os ventiladores e para os equipamentos de produ&ccedil;&atilde;o de frio.</p>

<p>Outro dos aspetos destacados &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o do consumo de &aacute;gua. A empresa estima que um sistema totalmente fechado, recorrendo a uma mistura de &aacute;gua e propilenoglicol em recircula&ccedil;&atilde;o, poder&aacute; praticamente eliminar a necessidade de reposi&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua para arrefecimento, ao contr&aacute;rio das solu&ccedil;&otilde;es que dependem de torres de arrefecimento evaporativas.</p>

<p>A evolu&ccedil;&atilde;o surge num contexto em que a crescente densidade de pot&ecirc;ncia dos servidores para IA est&aacute; a acelerar a ado&ccedil;&atilde;o de tecnologias de arrefecimento l&iacute;quido. &Agrave; medida que aumentam as cargas t&eacute;rmicas por rack, as solu&ccedil;&otilde;es convencionais baseadas no ar tornam-se menos eficazes, levando os operadores de centros de dados a considerar arquiteturas de arrefecimento alternativas.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 09:06:51 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto IMPACT-F quer medir o impacto do arrefecimento no clima</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/projeto-impact-f-quer-medir-arrefecimento-no-clima/</link><guid isPermaLink='false'>2582</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/arrefecimento1.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO MAKABERA/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A iniciativa europeia re&uacute;ne 14 parceiros internacionais para desenvolver uma ferramenta de avalia&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es associadas ao arrefecimento.</strong></p>

<p>Lan&ccedil;ado no passado dia 1 de junho, <a href="https://iifiir.org/en/news/new-eu-funded-project-launched-to-help-gauge-the-impact-of-cooling-in-a-warming-world" target="_blank">o projeto europeu IMPACT-F</a> pretende desenvolver uma nova plataforma de modela&ccedil;&atilde;o capaz de quantificar com maior rigor o impacto da refrigera&ccedil;&atilde;o nas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, divulga o Instituto Internacional da Refrigera&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, o projeto financiado pela Uni&atilde;o Europeia visa apoiar a defini&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a descarboniza&ccedil;&atilde;o do setor.</p>

<p>O cons&oacute;rcio do IMPACT-F re&uacute;ne 14 parceiros internacionais provenientes do meio acad&eacute;mico, de organiza&ccedil;&otilde;es de investiga&ccedil;&atilde;o e tecnologia (RTO), de organiza&ccedil;&otilde;es intergovernamentais, de associa&ccedil;&otilde;es industriais, de entidades de forma&ccedil;&atilde;o e de empresas de consultoria. Representando a &Aacute;sia, a &Aacute;frica, a Europa e a Am&eacute;rica do Sul, estas organiza&ccedil;&otilde;es contribuir&atilde;o para o desenvolvimento de uma plataforma destinada a diferentes grupos de utilizadores.</p>

<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o prevista de 36 meses, entre junho de 2026 e maio de 2029, o projeto surge numa altura em que a procura mundial de solu&ccedil;&otilde;es de arrefecimento continua a crescer devido ao aumento das temperaturas. Neste contexto, a nova plataforma dever&aacute; produzir uma avalia&ccedil;&atilde;o mais precisa das emiss&otilde;es associadas ao arrefecimento &agrave; escala global e fornecer uma base cient&iacute;fica s&oacute;lida.</p>

<p>O IMPACT-F recorrer&aacute; a ferramentas de modela&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;adas para analisar a evolu&ccedil;&atilde;o da procura de arrefecimento, o consumo de energia, as emiss&otilde;es diretas e indiretas e o potencial de diferentes medidas de mitiga&ccedil;&atilde;o. O objetivo &eacute; disponibilizar cen&aacute;rios que permitam avaliar o impacto de pol&iacute;ticas e tecnologias destinadas a acelerar a transi&ccedil;&atilde;o para solu&ccedil;&otilde;es de arrefecimento mais sustent&aacute;veis.</p>

<p>Em comunicado, os promotores do projeto afirmam que a iniciativa est&aacute; alinhada com os objetivos do Acordo de Paris e com o Global Cooling Pledge, um compromisso internacional atualmente subscrito por 72 pa&iacute;ses, que estabelece a meta de reduzir em 68 % as emiss&otilde;es associadas ao arrefecimento at&eacute; 2050. Salientam ainda que a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de dados fi&aacute;veis e de modelos robustos &eacute; essencial para responder ao crescimento da procura de refrigera&ccedil;&atilde;o sem comprometer os objetivos clim&aacute;ticos.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:47:00 GMT</pubDate></item><item><title>Eurovent atualiza critérios de qualidade para ventiladores</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/eurovent-atualiza-criterios-de-qualidade-para-ventiladores/</link><guid isPermaLink='false'>2581</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/ventiladores.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO JACKMAC34/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A associa&ccedil;&atilde;o europeia publica a recomenda&ccedil;&atilde;o numa altura em que o setor AVAC se prepara para aplicar crit&eacute;rios de Ecodesign mais exigentes.</strong></p>

<p>No &acirc;mbito da nova recomenda&ccedil;&atilde;o <a href="https://www.eurovent.eu/publications/eurovent-1-15-2026-quality-criteria-for-fans-and-fan-units/" target="_blank">Eurovent 1/15 – 2026 – Quality Criteria for Fans and Fan Units,</a> a Eurovent reviu os crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade dos ventiladores e das unidades de ventila&ccedil;&atilde;o, de forma a responder &agrave;s novas exig&ecirc;ncias regulamentares que afetam o mercado AVAC.</p>

<p>Desenvolvida em parceria com a AMCA International, a publica&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne orienta&ccedil;&otilde;es destinadas a fabricantes, projetistas, consultores e outros profissionais do setor, defendendo que a qualidade de um ventilador n&atilde;o pode ser avaliada apenas pela sua efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica.</p>

<p>Segundo a recomenda&ccedil;&atilde;o, a sele&ccedil;&atilde;o de um ventilador deve ter igualmente em conta aspetos como o desempenho ac&uacute;stico, os n&iacute;veis de vibra&ccedil;&atilde;o, a resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica e a prote&ccedil;&atilde;o contra a corros&atilde;o. A fiabilidade dos ensaios e o comportamento do equipamento em condi&ccedil;&otilde;es reais de funcionamento tamb&eacute;m devem ser considerados. O documento alerta, ali&aacute;s, para o facto de os valores obtidos em laborat&oacute;rio nem sempre refletirem o desempenho efetivo de um ventilador depois de integrado num sistema de ventila&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o dedica ainda uma aten&ccedil;&atilde;o significativa aos m&eacute;todos de ensaio, sublinhando a import&acirc;ncia de recorrer a normas reconhecidas internacionalmente e a procedimentos de medi&ccedil;&atilde;o rigorosos para garantir resultados compar&aacute;veis e fi&aacute;veis. S&atilde;o igualmente abordados temas como a classifica&ccedil;&atilde;o dos diferentes tipos de ventiladores, o equil&iacute;brio dos rotores, os requisitos de conce&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica e a influ&ecirc;ncia da instala&ccedil;&atilde;o no desempenho aerodin&acirc;mico e ac&uacute;stico.</p>

<p>A atualiza&ccedil;&atilde;o surge numa altura em que o setor se prepara para a aplica&ccedil;&atilde;o dos novos requisitos e para a introdu&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios de <em>Ecodesign</em> mais exigentes para ventiladores, a partir de 24 de julho de 2026. Neste contexto, a Eurovent destaca que a avalia&ccedil;&atilde;o destes equipamentos deve evoluir de uma an&aacute;lise centrada no ponto de m&aacute;xima efici&ecirc;ncia para uma aprecia&ccedil;&atilde;o mais abrangente do seu desempenho em condi&ccedil;&otilde;es reais de funcionamento.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:54:17 GMT</pubDate></item><item><title>Ventilação mecânica reduz exposição ao fumo de incêndios florestais nas escolas</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/ventilacao-mecanica-reduz-exposicao-fumo-nas-escolas/</link><guid isPermaLink='false'>2580</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/ventilacao-mecanica-escolas.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO SITE ARFIT</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Um estudo da Oregon State University analisou o impacto dos sistemas AVAC na infiltra&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas provenientes do exterior no ar interior durante epis&oacute;dios de fumo de inc&ecirc;ndios florestais.</strong></p>

<p>As escolas equipadas com sistemas de ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica conseguem reduzir significativamente a concentra&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas finas (PM2,5) no interior dos edif&iacute;cios durante epis&oacute;dios de fumo provocado por inc&ecirc;ndios florestais. Esta &eacute; a principal conclus&atilde;o de um estudo da Oregon State University, cujos resultados preliminares foram apresentados por Victoria McCray na Confer&ecirc;ncia Anual da ASHRAE, realizada em Austin nos Estados Unidos, no passado dia 30 de junho.</p>

<p>A doutoranda e investigadora do Sustainable, Healthy and Resilient Buildings Lab analisou o desempenho de diferentes solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o em tr&ecirc;s salas de aula entre abril de 2023 e julho de 2024. O objetivo foi avaliar de que forma os sistemas AVAC influenciam a infiltra&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas provenientes do exterior durante epis&oacute;dios de inc&ecirc;ndios florestais.</p>

<p>O estudo comparou uma sala equipada com um sistema de ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica, outra servida com uma unidade de ar condicionado de janela complementada por um purificador de ar port&aacute;til e uma terceira climatizada por um sistema <em>mini-split</em>, tamb&eacute;m complementado por um purificador de ar. Durante dois grandes inc&ecirc;ndios ocorridos em agosto de 2023, todas as salas registaram aumentos acentuados das concentra&ccedil;&otilde;es de PM2,5, ultrapassando os valores de refer&ecirc;ncia da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de para ambientes interiores saud&aacute;veis.</p>

<p>Ainda assim, as diferen&ccedil;as entre os sistemas foram evidentes. A sala com ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica apresentou r&aacute;cios de concentra&ccedil;&atilde;o interior/exterior de PM2,5 inferiores aos das restantes salas, reduzindo a concentra&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas para cerca de metade dos n&iacute;veis medidos no exterior. J&aacute; os espa&ccedil;os sem ventila&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica registaram uma maior infiltra&ccedil;&atilde;o de fumo e n&atilde;o conseguiram manter as concentra&ccedil;&otilde;es medianas abaixo dos 10 &mu;g/m³ durante o m&ecirc;s de agosto.</p>

<p>O trabalho integra um <a href="https://engineering.oregonstate.edu/all-stories/making-indoor-air-safer-everyone" target="_blank">programa de investiga&ccedil;&atilde;o da Oregon State University</a> dedicado ao desenvolvimento de edif&iacute;cios mais saud&aacute;veis. Inclui a monitoriza&ccedil;&atilde;o da qualidade do ar em escolas e creches e o desenvolvimento de orienta&ccedil;&otilde;es para otimizar o funcionamento dos sistemas AVAC durante epis&oacute;dios de fumo de inc&ecirc;ndios florestais.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:54:19 GMT</pubDate></item><item><title>A transição energética e o setor elétrico nacional</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/a-transicao-energetica-e-o-setor-eletrico-nacional/</link><guid isPermaLink='false'>2579</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/transicao-energetica2.jpg" /></p>

<p></p>

<p><strong>A transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica na eletricidade depende da oferta de fonte renov&aacute;vel e da capacidade de gerir um sistema el&eacute;trico fi&aacute;vel, resiliente e competitivo. Para entender a dimens&atilde;o dos desafios estruturais do setor el&eacute;trico, com as metas de incorpora&ccedil;&atilde;o de energia de fonte renov&aacute;vel (FER) &eacute; essencial entender onde estamos e para onde vamos. Esse &eacute; o objetivo deste trabalho.</strong></p>

<p>O sistema el&eacute;trico europeu &eacute; um dos mais complexos e vastos em tempo real. Assegura de forma s&iacute;ncrona e em mercado a oferta &agrave; escala da Europa. O refor&ccedil;o da promo&ccedil;&atilde;o do mercado e das renov&aacute;veis ao n&iacute;vel euro­peu, conta com o recente Regulamento (UE) 2024/1747, de 26 de junho de 2024, que tem o objetivo de melhorar o desenho do mercado el&eacute;trico da UE, reduzir volatilida­de de pre&ccedil;os, incentivar contratos de longo prazo (PPAs1 e CfDs2) e refor&ccedil;ar a prote&ccedil;&atilde;o dos consumidores, a par da Diretiva (UE) 2024/1711, parte integrante da reforma do mercado el&eacute;trico que integra medidas para, criar o “direito de partilha de energia” pelos consumidores, re­for&ccedil;ar a transpar&ecirc;ncia, integrar renov&aacute;veis e promover a flexibilidade do Sistema. As medidas s&atilde;o relevantes, mas demonstram que ainda estamos aqu&eacute;m de um merca­do totalmente funcional e integrado e, na UE, os Esta­dos Membros ainda mant&ecirc;m medidas que distorcem a aditividade e transpar&ecirc;ncia dos custos finais da energia fornecida.</p>

<h2>As metas de 2030 e o sitema el&eacute;trico nacional (SEN)</h2>

<p>No caso vertente do SEN as metas definidas para pot&ecirc;n­cia instalada e fra&ccedil;&atilde;o de origem renov&aacute;vel est&atilde;o fixadas no PNEC (Plano Nacional de Energia e Clima)3 cuja atua­liza&ccedil;&atilde;o foi aprovada em 20 de dezembro de 2024 e que resulta de m&uacute;ltiplas avalia&ccedil;&otilde;es das perspetivas de evolu­&ccedil;&atilde;o das tecnologias mais adequadas.</p>

<p>Os objetivos de descarboniza&ccedil;&atilde;o do SEN fixam agora 93 % de FER em 2030, tendo-se registado 70 % em 2024 e 68 % em 2025. Mas na UE a fra&ccedil;&atilde;o FER ainda &eacute; inferior &agrave; me­tade do consumo.</p>

<p>Estas metas t&ecirc;m implica&ccedil;&otilde;es designadamente quanto &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o do parque electroprodutor para 2030 que se identificam na Figura 1.</p>

<p>Relevam-se entre 2025 e 2030 os aumentos no solar fo­tovoltaico, de 8,4 GW para 20,8 GW, que corresponde a um aumento de 12,4 GW em cinco anos, e o da e&oacute;lica <em>onshore </em>de 6,3 GW para 10,4 GW, um aumento de 4,1 GW em cinco anos. Esta evolu&ccedil;&atilde;o est&aacute; a registar atraso; 2025 n&atilde;o cumpriu os valores fixados nestas duas tecnologias (ver Tabela 1 - Pot&ecirc;ncia instalada de gera&ccedil;&atilde;o por tecnolo­gia em 2025) pelo que a percentagem de renov&aacute;vel fixada &eacute; muito desafiante.</p>

<p>Para o SEN, &eacute; desej&aacute;vel que se procure manter o equil&iacute;­brio na rela&ccedil;&atilde;o de pot&ecirc;ncia instalada solar e e&oacute;lica como previsto no PNEC. A e&oacute;lica tem maior produtibilidade no inverno e o solar fotovoltaico no ver&atilde;o, al&eacute;m de que a e&oacute;lica est&aacute; presente nas 24 horas do dia, tendo um maior contributo de energia por unidade de pot&ecirc;ncia instalada e &eacute; op&ccedil;&atilde;o para a oferta noturna.</p>

<p>Interessa ainda promover a utiliza&ccedil;&atilde;o para produ&ccedil;&atilde;o de eletricidade de recursos que permitam gerar eletricida­de em fun&ccedil;&atilde;o das necessidades (despach&aacute;vel/flex&iacute;vel), como a biomassa e o biometano <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">(...)</a></p>

<p></p>

<h6>Autor <strong>Pedro Furtado</strong>, Engenheiro Mec&acirc;nico, Diretor de Estudos e Regula&ccedil;&atilde;o na REN</h6>

<p></p>

<h5>Leia o artigo completo na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>

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 ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:08:29 GMT</pubDate></item><item><title>Sarah E. Maston assume a presidência da ASHRAE</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/sarah-e-maston-assume-presidencia-da-ASHRAE/</link><guid isPermaLink='false'>2578</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/sarahM.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers (ASHRAE) &eacute; uma das principais organiza&ccedil;&otilde;es internacionais dedicadas &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da investiga&ccedil;&atilde;o e da forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica no setor AVAC.</strong></p>

<p>A engenheira norte-americana <strong>Sarah E. Maston </strong>&eacute; a nova presidente da ASHRAE para o ano associativo de 2026-2027. Sucede, assim, a Bill McQuade na lideran&ccedil;a de uma das mais influentes organiza&ccedil;&otilde;es mundiais do setor AVAC. Ao longo do seu percurso na associa&ccedil;&atilde;o, desempenhou diversos cargos de dire&ccedil;&atilde;o, entre os quais tesoureira, vice-presidente e diretora, tendo igualmente integrado v&aacute;rios conselhos estrat&eacute;gicos da organiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Atualmente diretora na Colliers Project Leaders, Sarah E. Maston &eacute; engenheira mec&acirc;nica de forma&ccedil;&atilde;o e conta com mais de 25 anos de experi&ecirc;ncia nas &aacute;reas da engenharia, da gest&atilde;o de projetos e do comissionamento de edif&iacute;cios. &Eacute; tamb&eacute;m docente na Universidade do Wisconsin, onde leciona o curso “Commissioning Process for Delivering Quality Constructed Projects”. O seu envolvimento na atividade da ASHRAE faz dela uma figura bem conhecida entre os profissionais do setor nos Estados Unidos.</p>

<p>Na sua tomada de posse, a nova presidente apresentou como tema do seu mandato <strong>"Changing the Game: Retrofitting for Resilience"</strong>, defendendo uma abordagem centrada na reabilita&ccedil;&atilde;o do parque edificado existente. Sublinhou a necessidade de aumentar a efici&ecirc;ncia, o desempenho e a resili&ecirc;ncia dos edif&iacute;cios perante os desafios colocados pelas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e pelo envelhecimento das infraestruturas.</p>

<p>Fundada em 1894, a ASHRAE &eacute; uma associa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica norte-americana dedicada &agrave;s &aacute;reas do aquecimento, da ventila&ccedil;&atilde;o, do ar condicionado e da refrigera&ccedil;&atilde;o. Re&uacute;ne mais de 50 mil profissionais e tem desempenhado um papel de relevo na produ&ccedil;&atilde;o de investiga&ccedil;&atilde;o, na forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e no desenvolvimento de normas e referenciais amplamente utilizados pela ind&uacute;stria da constru&ccedil;&atilde;o e pelos engenheiros de AVAC em todo o mundo.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 12:28:17 GMT</pubDate></item><item><title>Congresso Internacional de Refrigeração 2027 decorrerá em Seul</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/congresso-internacional-refrigeracao-em-seul/</link><guid isPermaLink='false'>2577</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/seul.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO CSKKKK/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O evento ter&aacute; lugar entre os dias 21 e 27 de agosto e marcar&aacute; o lan&ccedil;amento da primeira edi&ccedil;&atilde;o do Global Refrigeration Outlook.</strong></p>

<p>Promovido pelo Instituto Internacional de Refrigera&ccedil;&atilde;o (IIR), o <a href="https://icr2027.org/" target="_blank">27.º Congresso Internacional de Refrigera&ccedil;&atilde;o (ICR 2027)</a> decorrer&aacute; entre os dias 21 e 27 de agosto de 2027,no COEX Convention Center em Seul, na Coreia do Sul. Reconhecido como um dos principais encontros mundiais do setor, o congresso reunir&aacute; investigadores, profissionais da ind&uacute;stria, decisores pol&iacute;ticos e acad&eacute;micos para debater os mais recentes avan&ccedil;os nas &aacute;reas da refrigera&ccedil;&atilde;o, do ar condicionado, das bombas de calor e da criogenia.</p>

<p>O programa incluir&aacute; sess&otilde;es t&eacute;cnicas, confer&ecirc;ncias plen&aacute;rias, <em>workshops</em> e pain&eacute;is de discuss&atilde;o dedicados a temas como efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, os fluidos frigorig&eacute;neos, a energia em edif&iacute;cios, a termodin&acirc;mica, a transfer&ecirc;ncia de calor, a gest&atilde;o t&eacute;rmica, a conserva&ccedil;&atilde;o alimentar e a mitiga&ccedil;&atilde;o das altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas. A organiza&ccedil;&atilde;o j&aacute; definiu o calend&aacute;rio para a submiss&atilde;o de trabalhos, prevendo a entrega de resumos at&eacute; 1 de setembro de 2026 e de artigos completos at&eacute; 1 de mar&ccedil;o de 2027.</p>

<p>Um dos momentos de maior destaque do congresso ser&aacute; o lan&ccedil;amento da primeira edi&ccedil;&atilde;o do <a href="https://iifiir.org/en/news/iir-to-launch-the-global-refrigeration-outlook-at-icr-2027-in-seoul" target="_blank">Global Refrigeration Outlook (GRO),</a> uma nova publica&ccedil;&atilde;o do IIR concebida para avaliar o estado atual, a evolu&ccedil;&atilde;o e o impacto das tecnologias de refrigera&ccedil;&atilde;o &agrave; escala global.</p>

<p>O relat&oacute;rio procura oferecer uma perspetiva transversal sobre o setor da refrigera&ccedil;&atilde;o, cobrindo &aacute;reas que v&atilde;o da criogenia &agrave;s bombas de calor de alta temperatura, refere o IIR em comunicado. O GRO abrange diferentes dom&iacute;nios de aplica&ccedil;&atilde;o, incluindo a cadeia de frio alimentar, os cuidados de sa&uacute;de, os processos industriais, os sistemas AVAC, a refrigera&ccedil;&atilde;o nos transportes e as tecnologias de recupera&ccedil;&atilde;o de calor, enquadrando o papel da refrigera&ccedil;&atilde;o face aos desafios energ&eacute;ticos, ambientais e socioecon&oacute;micos.</p>

<p>O relat&oacute;rio ser&aacute; coordenado por Xianting Li da Universidade de Tsinghua e ter&aacute; como co-coordenador Jocelyn Bonjour do INSA Lyon. Destina-se a apoiar a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e a tomada de decis&otilde;es por parte da ind&uacute;stria, da comunidade cient&iacute;fica e de organiza&ccedil;&otilde;es internacionais.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:08:29 GMT</pubDate></item><item><title>Arrefecimento passivo ganha destaque como alternativa sustentável ao uso intensivo do ar condicionado</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/arrefecimento-passivo-ganha-destaque-como-alternativa-sustentave/</link><guid isPermaLink='false'>2576</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/arrefecimento-passivo.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO ANTRANIAS/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Um estudo cient&iacute;fico publicado na Nature Reviews Clean Technology destaca o potencial das solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o passiva para aumentar o conforto t&eacute;rmico nos edif&iacute;cios.</strong></p>

<p>Numa altura em que Portugal j&aacute; enfrentou as primeiras ondas de calor deste ano, o recurso ao ar condicionado &eacute; cada vez mais comum. Matthaios Santamouris e Konstantina Vasilakopoulou, autores do estudo cient&iacute;fico <a href="https://www.nature.com/articles/s44359-026-00177-y" target="_blank">“Passive cooling for the built environment”</a> publicado na revista Nature Reviews Clean Technology, consideram, no entanto, que depender apenas desta tecnologia n&atilde;o &eacute; uma estrat&eacute;gia sustent&aacute;vel. Os investigadores australianos identificam o arrefecimento passivo como um elemento-chave para reduzir o consumo de energia nos edif&iacute;cios.</p>

<p>O trabalho apresenta as mais recentes solu&ccedil;&otilde;es que permitem reduzir a temperatura dos edif&iacute;cios sem recorrer, ou recorrendo menos, a sistemas mec&acirc;nicos de climatiza&ccedil;&atilde;o. Entre essas solu&ccedil;&otilde;es est&atilde;o a ventila&ccedil;&atilde;o natural, os sistemas de sombreamento, as tecnologias de ventila&ccedil;&atilde;o inteligente, os revestimentos refletores e os materiais de arrefecimento radiativo, capazes de dissipar calor para a atmosfera. Em conjunto, estas tecnologias podem reduzir as necessidades de arrefecimento e aliviar a press&atilde;o sobre a rede el&eacute;trica durante os per&iacute;odos de maior procura.</p>

<p>Embora o recurso ao ar condicionado proteja a popula&ccedil;&atilde;o do calor extremo, tamb&eacute;m aumenta o consumo de eletricidade, as emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa e o calor libertado para o ambiente urbano, agravando assim o fen&oacute;meno das ilhas de calor, alertam os investigadores. Por isso, defendem uma mudan&ccedil;a de paradigma que combine solu&ccedil;&otilde;es passivas com sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o mais eficientes, em vez de encarar estas abordagens como alternativas opostas. Em conjunto, podem reduzir a depend&ecirc;ncia energ&eacute;tica sem comprometer o conforto t&eacute;rmico.</p>

<p>O estudo conclui que n&atilde;o existe uma solu&ccedil;&atilde;o &uacute;nica aplic&aacute;vel a todos os contextos. A efic&aacute;cia das estrat&eacute;gias de arrefecimento passivo depende das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, das caracter&iacute;sticas dos edif&iacute;cios e da combina&ccedil;&atilde;o de diferentes tecnologias. O agravamento das altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas poder&aacute; reduzir o desempenho de algumas destas solu&ccedil;&otilde;es, tornando essencial adaptar a conce&ccedil;&atilde;o dos edif&iacute;cios &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas futuras.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 15 Jul 2026 12:10:56 GMT</pubDate></item><item><title>Paris aposta no district cooling com recurso à água do rio</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/paris-aposta-no-district-cooling-com-recurso-a-agua-do-rio/</link><guid isPermaLink='false'>2575</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/sena-paris.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Na capital francesa, a &aacute;gua do rio Sena desempenha um papel central na climatiza&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios p&uacute;blicos, atrav&eacute;s de uma rede centralizada de arrefecimento urbano.</strong></p>

<p>Aproveitar a frescura da &aacute;gua do rio para arrefecer museus e edif&iacute;cios de escrit&oacute;rios. Com a expans&atilde;o da sua rede de arrefecimento urbano, a capital francesa tornou este princ&iacute;pio uma realidade. O sistema centralizado utiliza a &aacute;gua do rio Sena como fonte de rejei&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica para climatizar edif&iacute;cios p&uacute;blicos de forma mais sustent&aacute;vel. Operada pela entidade p&uacute;blica <a href="https://www.fraicheurdeparis.fr/" target="_blank">Fra&icirc;cheur de Paris,</a> a infraestrutura, composta por 120 quil&oacute;metros de tubagens subterr&acirc;neas, &eacute; atualmente considerada uma das maiores redes de frio urbano da Europa.</p>

<p>A rede assenta num princ&iacute;pio simples: em vez de cada edif&iacute;cio produzir autonomamente &aacute;gua gelada atrav&eacute;s de <em>chillers</em> individuais, a produ&ccedil;&atilde;o &eacute; centralizada em centrais frigor&iacute;ficas distribu&iacute;das pela cidade. Nessas instala&ccedil;&otilde;es, os grupos frigor&iacute;ficos arrefecem a &aacute;gua do circuito de distribui&ccedil;&atilde;o de cerca de 12 °C para temperaturas entre 2 °C e 4 °C.</p>

<p>A &aacute;gua gelada circula na rede atrav&eacute;s de duas tubagens independentes. A tubagem de ida distribui &aacute;gua fria para os edif&iacute;cios ligados ao sistema, enquanto a tubagem de retorno conduz de novo &agrave; central a &aacute;gua aquecida, ap&oacute;s esta ter absorvido a carga t&eacute;rmica dos sistemas AVAC dos edif&iacute;cios.</p>

<p>A transfer&ecirc;ncia de frio para cada edif&iacute;cio &eacute; realizada atrav&eacute;s de permutadores de calor, que permitem separar completamente o circuito da rede urbana do circuito interno de cada instala&ccedil;&atilde;o. Desta forma, n&atilde;o existe qualquer mistura entre os fluidos. A &aacute;gua do Sena nunca entra em contacto com a &aacute;gua do circuito de distribui&ccedil;&atilde;o, funcionando apenas como meio de transfer&ecirc;ncia t&eacute;rmica antes de ser devolvida ao rio com um ligeiro aumento de temperatura.</p>

<p>Atualmente, a rede abastece centenas de edif&iacute;cios, entre os quais hospitais, escolas, museus, escrit&oacute;rios e equipamentos p&uacute;blicos, incluindo o Museu do Louvre e o Grand Palais. O plano de expans&atilde;o prev&ecirc; um aumento significativo da cobertura da infraestrutura ao longo das pr&oacute;ximas duas d&eacute;cadas, apoiado por um investimento estimado em cerca de 2,4 mil milh&otilde;es de euros.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:36:00 GMT</pubDate></item><item><title>Zehnder atualiza gama de grelhas ComfoGrid com cinco novos modelos</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/zehnder-atualiza-gama-de-grelhas/</link><guid isPermaLink='false'>2574</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/zhender.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A nova organiza&ccedil;&atilde;o da s&eacute;rie ComfoGrid em duas linhas, Classic Line e Design Line, introduz melhorias ao n&iacute;vel do desempenho, instala&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o est&eacute;tica.</strong></p>

<p>A Zehnder reorganizou a sua gama de grelhas ComfoGrid, passando a disponibilizar cinco novos modelos distribu&iacute;dos pelas linhas Classic Line e Design Line. A atualiza&ccedil;&atilde;o pretende simplificar a sele&ccedil;&atilde;o dos equipamentos e refor&ccedil;ar o equil&iacute;brio entre desempenho t&eacute;cnico e integra&ccedil;&atilde;o nos espa&ccedil;os interiores, afirma a marca em comunicado.</p>

<p>As novas grelhas foram desenvolvidas para otimizar par&acirc;metros como o caudal de ar, as perdas de press&atilde;o e o n&iacute;vel de ru&iacute;do, mantendo diferentes op&ccedil;&otilde;es de formatos e acabamentos.</p>

<p>A Classic Line integra dois novos modelos: Milano e Bologna. O primeiro apresenta um desenho com curvas suaves e perfura&ccedil;&otilde;es circulares em relevo 3D, seguindo a linguagem est&eacute;tica do modelo Venezia. O modelo Bologna incorpora um padr&atilde;o inspirado na arquitetura cl&aacute;ssica e destaca-se pela elevada &aacute;rea aberta, contribuindo para um funcionamento mais silencioso.</p>

<p>A Design Line passa a incluir tr&ecirc;s modelos: Zaffiro, Topazio e Rubino. Esta linha diferencia-se pelo caixilho com acabamento em vidro e por solu&ccedil;&otilde;es com maior presen&ccedil;a visual. Os modelos destinam-se a aplica&ccedil;&otilde;es em parede ou teto, n&atilde;o estando previstos para instala&ccedil;&atilde;o em pavimento.</p>

<p>A gama ComfoGrid passa a estar dispon&iacute;vel em formatos redondos DN125 e retangulares CLF, CLD e CLD largo, com acabamentos em branco mate e a&ccedil;o inoxid&aacute;vel. A Classic Line mant&eacute;m a possibilidade de instala&ccedil;&atilde;o em parede, teto e ch&atilde;o.</p>

<p>Nos modelos redondos, o sistema de encaixe central foi simplificado para facilitar a montagem, incluindo vers&otilde;es adaptadas a paredes ou tetos irregulares. A Zehnder introduziu ainda filtros de sa&iacute;da de ar de s&eacute;rie em algumas carca&ccedil;as ComfoCase, com identifica&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de c&oacute;digo QR integrado na grelha.</p>

<p>O sistema de regula&ccedil;&atilde;o de caudal ComfoSet mant&eacute;m-se inalterado. As novas grelhas s&atilde;o compat&iacute;veis com instala&ccedil;&otilde;es Zehnder existentes, permitindo a substitui&ccedil;&atilde;o dos modelos anteriores sem altera&ccedil;&otilde;es no restante sistema de ventila&ccedil;&atilde;o.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:16:16 GMT</pubDate></item><item><title>LG reforça rede global de Academias AVAC</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/lg-reforca-rede-global-de-academias-avac/</link><guid isPermaLink='false'>2573</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="LG reforça rede global de Academias AVAC" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/lg-reforca-rede-global-de-academias-avac.jpg" /><br />
<span style="font-size:10px;">DR [Imagem de academia em Singapura]</span></p>

<p><strong>A empresa inaugurou uma nova Academia AVAC na Pol&oacute;nia, disponibilizando forma&ccedil;&atilde;o sobre as mais recentes solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o e aquecimento da LG.</strong></p>

<p>A LG Electronics (LG) est&aacute; a expandir a sua rede de Academias AVAC, anunciou a empresa em comunicado. Com a abertura de novas academias e a relocaliza&ccedil;&atilde;o de outras j&aacute; existentes, a empresa pretende refor&ccedil;ar as capacidades de instala&ccedil;&atilde;o e assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica da sua &aacute;rea de Aquecimento, Ventila&ccedil;&atilde;o e Ar Condicionado. Entre as novidades est&atilde;o a abertura de uma academia em Taichung, Taiwan, e a relocaliza&ccedil;&atilde;o da academia de Singapura. Na Europa, destaca-se a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova Academia AVAC na Pol&oacute;nia, enquanto, na Am&eacute;rica Latina, a LG criou uma academia na Universidade de Santiago do Chile (USACH). Em mar&ccedil;o, a empresa inaugurou ainda um novo centro de forma&ccedil;&atilde;o em Abidjan, na Costa do Marfim. As Academias AVAC europeias disponibilizam forma&ccedil;&atilde;o aos profissionais do setor sobre as mais recentes solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o e aquecimento da LG, incluindo m&oacute;dulos pr&aacute;ticos de instala&ccedil;&atilde;o e conte&uacute;dos sobre as principais tend&ecirc;ncias da ind&uacute;stria, explica a marca. Atualmente, a LG conta com cerca de 70 Academias AVAC distribu&iacute;das por mais de 40 pa&iacute;ses. Segundo James Lee, Presidente da LG ES Company, a expans&atilde;o da rede pretende refor&ccedil;ar as compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas a n&iacute;vel local, apoiar a forma&ccedil;&atilde;o de profissionais qualificados e consolidar a infraestrutura de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica necess&aacute;ria ao crescimento do neg&oacute;cio AVAC da empresa.</p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 10 Jul 2026 08:56:04 GMT</pubDate></item><item><title>Relatório da CE confirma descida dos preços dos F-gases com elevado GWP</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/relatorio-ce-confirma-descida-precos-f-gases-com-elevado-gwp/</link><guid isPermaLink='false'>2572</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="Relatório da CE confirma descida dos preços dos F-gases com elevado GWP" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/relatorio-ce-confirma-descida-precos-f-gases-com-elevado-gwp.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO HOMA APPLIANCES/ UNSPLASH</span></p>

<h6>Christina Genet</h6>

<p></p>

<p><strong>Em contraciclo, o pre&ccedil;o de compra do R404A regenerado na Europa voltou a aumentar no primeiro trimestre de 2026.</strong></p>

<p>O pre&ccedil;o dos fluidos frigorig&eacute;neos com elevado GWP tem vindo a diminuir ao longo da cadeia de abastecimento, <a href="https://climate.ec.europa.eu/document/download/952b01fd-5eae-4ac5-b073-76c7056411c9_en?filename=Price%20monitoring%20Q1%202026.pdf" target="_blank">segundo os dados mais recentes da Comiss&atilde;o Europeia (CE).</a> Em compara&ccedil;&atilde;o com o primeiro trimestre de 2025, os valores dos gases R410A e R134a recuaram 4 %. J&aacute; em compara&ccedil;&atilde;o com o trimestre anterior, a tend&ecirc;ncia foi menos uniforme: o R410A subiu 3 % e o R134a 1 %.</p>

<p>No segmento das alternativas de baixo GWP, as varia&ccedil;&otilde;es foram ligeiras entre o quarto trimestre de 2025 e o primeiro de 2026 (excluindo os pre&ccedil;os ao utilizador final). Os pre&ccedil;os do R448A e do R449A recuaram 1%, o do R513A aumentou 4%, o do R452A subiu 2% e o do R32 desceu 1 %.</p>

<p>Em sentido inverso, o R404A regenerado voltou a encarecer no primeiro trimestre de 2026. Face ao trimestre anterior, o pre&ccedil;o subiu 12 % ao n&iacute;vel das empresas de servi&ccedil;os e 2 % ao n&iacute;vel dos distribuidores.</p>

<p>Se recuarmos a 2014, o relat&oacute;rio de monitoriza&ccedil;&atilde;o mostra uma subida expressiva dos pre&ccedil;os dos gases fluorados. Atualmente, os valores s&atilde;o entre tr&ecirc;s e dez vezes superiores aos registados h&aacute; 12 anos. No caso do R134a, os aumentos variam entre 3,9 vezes para o utilizador final e 9,3 vezes para os distribuidores. J&aacute; o R410A apresenta uma evolu&ccedil;&atilde;o ainda mais acentuada, com subidas entre 3,6 e 10,8 vezes. No mercado global, a produ&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m encareceu, cerca de tr&ecirc;s vezes no caso do R134a e seis vezes no caso do R410A.</p>

<p>A an&aacute;lise da Comiss&atilde;o Europeia relativa ao primeiro trimestre de 2026 baseia-se em dados fornecidos por 60 empresas em 12 Estados-Membros, com destaque para Alemanha, Pol&oacute;nia, Fran&ccedil;a e It&aacute;lia. O inqu&eacute;rito abrange diferentes n&iacute;veis da cadeia de abastecimento, desde a produ&ccedil;&atilde;o at&eacute; &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o, incluindo fabricantes de equipamento original.</p>

<p>O relat&oacute;rio foi elaborado pelos consultores independentes &Ouml;ko-Recherche e pela empresa francesa de monitoriza&ccedil;&atilde;o de gases com efeito de estufa CiTEPA, em coopera&ccedil;&atilde;o com a empresa polaca de gest&atilde;o de refrigerantes PROZON e com a federa&ccedil;&atilde;o espanhola de empresas de instala&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o CONAIF.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:38:28 GMT</pubDate></item><item><title>Prémio Inovação Jovem Engenheiro abre candidaturas com prémios até 10 mil euros</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/premio-inovacao-jovem-engenheiro-candidaturas-premios-10-mil-eur/</link><guid isPermaLink='false'>2571</guid><description><![CDATA[<p align="center"><img alt="PIJE abre candidaturas com prémios até 10 mil euros" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/premio-inovacao-jovem-engenheiro-candidaturas--premios-10-mil-euros.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO NAASSOM AZEVEDO/ UNSPLASH</span></p>

<p></p>

<h6>Jo&atilde;o Guilherme Oliveira</h6>

<p></p>

<p><strong>Os jovens engenheiros portugueses j&aacute; podem submeter os seus projetos &agrave; 36.ª edi&ccedil;&atilde;o do Pr&eacute;mio Inova&ccedil;&atilde;o Jovem Engenheiro (PIJE).</strong></p>

<p>Organizado anualmente pela Ordem dos Engenheiros Regi&atilde;o Sul (OERS) desde 1990, este galard&atilde;o consolidou-se como uma das distin&ccedil;&otilde;es mais prestigiadas do pa&iacute;s no setor t&eacute;cnico-cient&iacute;fico, desafiando os profissionais at&eacute; aos 35 anos a apresentarem solu&ccedil;&otilde;es com aplicabilidade pr&aacute;tica e forte pendor inovador. Com o selo de apoio da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, o PIJE assume este ano um papel ainda mais estrat&eacute;gico. Para al&eacute;m do reconhecimento p&uacute;blico, a iniciativa vai atribuir um total de 17,5 mil euros em dinheiro aos tr&ecirc;s melhores classificados: 10 000 euros para o primeiro lugar, 5000 euros para o segundo e 2500 euros para o terceiro. Existe ainda a possibilidade de serem atribu&iacute;das men&ccedil;&otilde;es honrosas aos trabalhos que se destaquem pela sua relev&acirc;ncia.</p>

<h2>Um trampolim para o mercado real</h2>

<p>Mais do que uma recompensa financeira, o pr&eacute;mio funciona como um acelerador de carreiras e ideias. Os vencedores desta edi&ccedil;&atilde;o ter&atilde;o direito a uma anuidade gratuita no <em>Engineers Hub</em> — o polo de inova&ccedil;&atilde;o resultante de uma parceria entre a OERS e a <em>Unicorn Factory Lisboa</em> —, abrindo portas &agrave; viabiliza&ccedil;&atilde;o comercial e ao desenvolvimento pr&aacute;tico dos projetos submetidos. Para Ant&oacute;nio Carias de Sousa, Presidente da OERS, este apoio &agrave; nova vaga de profissionais surge num momento crucial para o pa&iacute;s. "Apoiar os jovens engenheiros &eacute; um investimento direto na capacidade t&eacute;cnica e no progresso do pa&iacute;s", afirma o respons&aacute;vel, sublinhando que Portugal enfrenta atualmente "desafios decisivos, da transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o digital". Nesse sentido, o PIJE reflete o compromisso da institui&ccedil;&atilde;o em "criar as condi&ccedil;&otilde;es" para que a inova&ccedil;&atilde;o flores&ccedil;a.</p>

<h2>O impacto de vencer o PIJE</h2>

<p>O sucesso da iniciativa &eacute; validado na primeira pessoa por quem j&aacute; conquistou o p&oacute;dio. Madalena Ramos Cil&iacute;nio, engenheira que venceu o primeiro pr&eacute;mio na edi&ccedil;&atilde;o de 2025 com um projeto pioneiro de Intelig&ecirc;ncia Artificial focado na dete&ccedil;&atilde;o inteligente de anomalias em redes m&oacute;veis, destaca o impacto que a distin&ccedil;&atilde;o teve no seu percurso. "Receber o 1.º lugar do PIJE 2025 representou um reconhecimento muito significativo do trabalho que tenho vindo a desenvolver", partilha a engenheira, acrescentando que o galard&atilde;o funcionou como um forte elemento motivador para "continuar a aprofundar trabalho numa &aacute;rea que me desperta um enorme interesse e na qual acredito existir um grande potencial de inova&ccedil;&atilde;o."</p>

<h2>Prazos e Condi&ccedil;&otilde;es</h2>

<p>O concurso est&aacute; aberto a todos os membros efetivos da Ordem dos Engenheiros (independentemente da regi&atilde;o do pa&iacute;s onde estejam inscritos) que tenham at&eacute; 35 anos de idade. S&atilde;o aceites candidaturas individuais ou em coautoria — sendo que, nestes casos, o valor do pr&eacute;mio &eacute; distribu&iacute;do equitativamente pelos autores. Os interessados em participar t&ecirc;m at&eacute; ao dia <strong>31 de dezembro de 2026</strong> para formalizar a sua inten&ccedil;&atilde;o. O regulamento oficial, bem como o formul&aacute;rio de submiss&atilde;o dos trabalhos, podem ser consultados diretamente no portal da Ordem dos Engenheiros Regi&atilde;o Sul, na p&aacute;gina dedicada ao <a href="https://www.ordemdosengenheiros.pt/PIJE/pt/candidaturas/" target="_blank">pr&eacute;mio</a>.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:12:07 GMT</pubDate></item><item><title>Nova lei simplifica autoconsumo e introduz o Contrato de Aproveitamento Energético Renovável</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/nova-lei-simplifica-autoconsumo-introduz-o-contrato-aproveitamen/</link><guid isPermaLink='false'>2570</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="Contrato de Aproveitamento Energético Renovável" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/nova-lei-simplifica-autoconsumo-introduz-o-contrato-aproveitamen.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO SERGIO MARTINS/ UNSPLASH</span></p>

<h6>Jo&atilde;o Guilherme Oliveira</h6>

<p></p>

<p><strong>Foi publicada em Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica a Lei n.º 29/2026, uma legisla&ccedil;&atilde;o que promete revolucionar e acelerar o mercado da microprodu&ccedil;&atilde;o e da partilha da energia verde em Portugal.</strong></p>

<p>A nova legisla&ccedil;&atilde;o foca-se na desburocratiza&ccedil;&atilde;o do setor, criando uma nova figura contratual e implementando o muito aguardado “deferimento t&aacute;cito” para acelerar os licenciamentos dos pain&eacute;is solares e outras fontes renov&aacute;veis. O diploma entrou em vigor no dia 1 de julho.</p>

<h2>Os pilares da nova legisla&ccedil;&atilde;o</h2>

<p>O novo normativo assenta em <strong>tr&ecirc;s grandes eixos</strong> destinados a simplificar a vida dos cidad&atilde;os, condom&iacute;nios e empresas que queiram apostar na transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica.</p>

<p>O primeiro deles &eacute; a <strong>Cria&ccedil;&atilde;o do Contrato de Aproveitamento Energ&eacute;tico Renov&aacute;vel (CAER). </strong>A partir de agora, os propriet&aacute;rios de im&oacute;veis podem ceder os direitos de explora&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica dos seus espa&ccedil;os (como telhados, terra&ccedil;os, solos urbanos n&atilde;o constru&iacute;dos ou terrenos sem aptid&atilde;o agr&iacute;cola) a empresas especializadas.</p>

<p>O &acirc;mbito de aplica&ccedil;&atilde;o &eacute; para Unidades de Produ&ccedil;&atilde;o para Autoconsumo com pot&ecirc;ncia instalada at&eacute; 1MW. Estes contratos t&ecirc;m de ter dura&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima de 15 anos e precisam definir claramente a partilha dos custos de instala&ccedil;&atilde;o, a divis&atilde;o das receitas da venda ao excedente e a propriedade dos equipamentos ao final do v&iacute;nculo.</p>

<p>O segundo pilar &eacute; o <strong>Deferimento T&aacute;cito aos 90 dias</strong>. Esta era uma das medidas mais reivindicadas pelo setor, justamente para dar fim aos atrasos cr&oacute;nicos nos licenciamentos geridos pela Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Energia e Geologia. A nova lei altera o Decreto-Lei n.º 15/2022 e imp&otilde;e prazos rigorosos.</p>

<p>Tanto a licen&ccedil;a de produ&ccedil;&atilde;o como a licen&ccedil;a de explora&ccedil;&atilde;o de eletricidade renov&aacute;vel para autoconsumo passam a ter um prazo m&aacute;ximo de emiss&atilde;o de 90 dias, sendo que, caso a entidade reguladora n&atilde;o se pronuncie dentro deste per&iacute;odo, opera-se o deferimento t&aacute;cito, o que significa que o projeto se considera automaticamente aprovado, permitindo ao promotor avan&ccedil;ar de imediato com a instala&ccedil;&atilde;o e respetiva explora&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Por fim, o terceiro pilar &eacute; a <strong>luz verde nos condom&iacute;nios por maioria simples</strong>. Instalar pain&eacute;is solares num pr&eacute;dio de propriedade horizontal passa a ser um processo substancialmente mais &aacute;gil. Com a altera&ccedil;&atilde;o ao C&oacute;digo Civil (Artigo 1425.º), a instala&ccedil;&atilde;o e explora&ccedil;&atilde;o de UPAC em edif&iacute;cios com pelo menos duas fra&ccedil;&otilde;es aut&oacute;nomas passa a depender apenas da aprova&ccedil;&atilde;o por maioria simples nos condom&iacute;nios, reduzindo os habituais bloqueios em assembleias de propriet&aacute;rios.</p>

<h2>Mais prote&ccedil;&atilde;o ao consumidor e compara&ccedil;&atilde;o de tarifas</h2>

<p>O diploma salvaguarda ainda os direitos dos consumidores, obrigando as empresas que promovem os CAER a fornecer informa&ccedil;&atilde;o detalhada, em l&iacute;ngua portuguesa e num suporte duradouro antes da assinatura do contrato. Devem ser clarificadas as estimativas de produ&ccedil;&atilde;o, tarifas imputadas e pol&iacute;ticas de indeniza&ccedil;&atilde;o em caso de danos no im&oacute;vel.</p>

<p>A Entidade Reguladora dos Servi&ccedil;os Energ&eacute;ticos passar&aacute; a disponibilizar uma <strong>ferramenta gratuita e alargada de compara&ccedil;&atilde;o de ofertas. </strong>Esta plataforma passar&aacute; a incluir n&atilde;o s&oacute; os comercializadores tradicionais, mas tamb&eacute;m os agregadores de mercado e a oferta do agregador de &uacute;ltimo recurso, servindo clientes dom&eacute;sticos e microempresas.</p>

<p>O Governo disp&otilde;e agora de um prazo de seis meses para regulamentar os contratos CAER por via de portaria, onde tamb&eacute;m ser&aacute; disponibilizado um modelo de contrato para o mercado.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:04:08 GMT</pubDate></item><item><title>Formação: um desafio estratégico para a engenharia do setor do AVAC</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/formacao-um-desafio-estrategico-para-a-engenharia-avac/</link><guid isPermaLink='false'>2569</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/am16_editorial.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO PAANNAYAN / SHUTTERSTOCK</span></p>

<p><strong>A transforma&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, econ&oacute;mica e social que atualmente atravessa os setores da constru&ccedil;&atilde;o, energia e climatiza&ccedil;&atilde;o est&aacute; a alterar profundamente o papel dos profissionais de engenharia. As metas associadas &agrave; descarboniza&ccedil;&atilde;o dos edif&iacute;cios at&eacute; 2030, a digitaliza&ccedil;&atilde;o dos sistemas t&eacute;cnicos e a crescente integra&ccedil;&atilde;o de energias renov&aacute;veis, decorrentes do refor&ccedil;o das exig&ecirc;ncias regulamentares, est&atilde;o a criar novos desafios, mas tamb&eacute;m novas oportunidades para o setor AVAC.</strong></p>

<p>Neste contexto, a forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica dos profissionais assume uma import&acirc;ncia cada vez mais estrat&eacute;gica, tanto nas empresas do setor privado, como nas institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e no setor empresarial do Estado. O conhecimento adquirido na forma&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica continua a ser essencial para os profissionais de engenharia no setor AVAC, mas j&aacute; n&atilde;o &eacute; suficiente para responder &agrave; velocidade da evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e regulamentar que atualmente caracteriza o mercado.</p>

<p>A Diretiva Europeia relativa ao Desempenho Energ&eacute;tico dos Edif&iacute;cios (EPBD), o Plano Nacional de Renova&ccedil;&atilde;o de Edif&iacute;cios (PNRE) e as metas de neutralidade carb&oacute;nica exigem profissionais preparados para lidar com solu&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas cada vez mais complexas, integradas e multidisciplinares. Os sistemas de ventila&ccedil;&atilde;o e climatiza&ccedil;&atilde;o evolu&iacute;ram significativamente nos &uacute;ltimos anos, incorporando tecnologias de automa&ccedil;&atilde;o, monitoriza&ccedil;&atilde;o inteligente, recupera&ccedil;&atilde;o de energia, bombas de calor de elevada efici&ecirc;ncia e solu&ccedil;&otilde;es h&iacute;bridas cada vez mais sofisticadas.</p>

<p>Paralelamente, os edif&iacute;cios deixaram de ser analisados apenas numa perspetiva de consumo energ&eacute;tico. Hoje, assume crescente relev&acirc;ncia a qualidade do ambiente interior, o conforto t&eacute;rmico, a efici&ecirc;ncia operacional e a sustentabilidade global das solu&ccedil;&otilde;es implementadas.</p>

<p>Perante esta realidade, a atualiza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua de compet&ecirc;ncias tornou-se indispens&aacute;vel. A forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua deve ser encarada n&atilde;o apenas como um requisito de valoriza&ccedil;&atilde;o profissional, mas tamb&eacute;m como uma ferramenta essencial para garantir qualidade t&eacute;cnica, capacidade de inova&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s novas exig&ecirc;ncias do setor.</p>

<p>Importa igualmente reconhecer que os desafios da forma&ccedil;&atilde;o j&aacute; n&atilde;o se limitam &agrave;s compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas tradicionais. Os profissionais necessitam de desenvolver capacidades transversais, incluindo gest&atilde;o de projeto, an&aacute;lise de dados, ferramentas digitais, comunica&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e relacionamento interpessoal, num setor cada vez mais multidisciplinar e tecnologicamente exigente.</p>

<p>Paralelamente, o setor AVAC enfrenta um desafio adicional relacionado com a renova&ccedil;&atilde;o geracional e a escassez de profissionais qualificados. A atra&ccedil;&atilde;o de novos t&eacute;cnicos e engenheiros para as &aacute;reas da energia e climatiza&ccedil;&atilde;o ser&aacute; determinante para assegurar a capacidade de resposta futura do mercado. Neste enquadramento, as associa&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas, como a EFRIARC, assumem um papel particularmente relevante na promo&ccedil;&atilde;o da qualifica&ccedil;&atilde;o profissional e na dissemina&ccedil;&atilde;o de conhecimento. Importa igualmente refor&ccedil;ar a componente pr&aacute;tica da forma&ccedil;&atilde;o, valorizando a aplica&ccedil;&atilde;o do conhecimento em contexto real e, sobretudo, o “saber fazer”.</p>

<p>A realiza&ccedil;&atilde;o das tardes t&eacute;cnicas, semin&aacute;rios, confer&ecirc;ncias e iniciativas de forma&ccedil;&atilde;o especializada continuar&aacute; a ser fundamental para aproximar os profissionais das principais tend&ecirc;ncias e desafios do setor. Simultaneamente, ser&aacute; necess&aacute;rio complementar os atuais modelos de divulga&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o com ferramentas digitais, plataformas online e solu&ccedil;&otilde;es de streaming, capazes de chegar de forma mais eficaz aos diferentes profissionais do setor.</p>

<p>Neste sentido, a EFRIARC ter&aacute; igualmente o desafio de avaliar, com o contributo dos seus associados, qual o caminho a seguir na produ&ccedil;&atilde;o e disponibiliza&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos e manuais t&eacute;cnicos, em v&aacute;rios formatos, que possam servir de refer&ecirc;ncia aos profissionais do setor. Para tal, ser&aacute; importante investir na capacidade organizativa e t&eacute;cnica da associa&ccedil;&atilde;o, sendo necess&aacute;rio, uma estrutura interna mais profissionalizada, capaz de cumprir com o desafio preconizado, com o objetivo de responder &agrave;s expectativas dos seus associados e &agrave;s exig&ecirc;ncias futuras do mercado.</p>

<p></p>

<h5>Editorial da <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/" target="_blank">Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</a></h5>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:58:24 GMT</pubDate></item><item><title>Avac Magazine nº 16, abril/ junho 2026</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n16-abril-junho-2026/</link><guid isPermaLink='false'>2568</guid><description><![CDATA[<p></p>

<div class="template-edicao">
<div class="col1"><a href="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/avac-magazine-16.jpg" target="_blank"><img src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/avac-magazine-16.jpg" /></a></div>

<div class="col2">
<h2>&Iacute;ndice</h2>

<ul>
	<li>2</li>
	<li class="seccao"><strong>Editorial</strong></li>
	<li>4 <strong>Entrevista</strong></li>
	<li>Lu&iacute;s Malheiro, Engenheiro eletrot&eacute;cnico, fundador e diretor da LMSI</li>
	<li>12 <strong>Gest&atilde;o de energia e sustentabilidade</strong><br />
	A transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica e o setor el&eacute;trico nacional – Pedro Furtado</li>
	<li>20 <b>Desempenho e consumo de energia de dispositivos e sistemas de refrigera&ccedil;&atilde;o</b><br />
	Efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica na refrigera&ccedil;&atilde;o industrial: estrat&eacute;gias para a descarboniza&ccedil;&atilde;o e resili&ecirc;ncia operacional – Catarina Marques</li>
	<li>26 <strong>Ventila&ccedil;&atilde;o e qualidade do ar interior</strong><br />
	Desmitificando a desumidifica&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de materiais dessecantes – David Schurk</li>
	<li>32 <strong>Automa&ccedil;&atilde;o e controlo</strong><br />
	Digitaliza&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o t&eacute;cnica de edif&iacute;cios interligados.<br />
	Uma abordagem &agrave; efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e &agrave; sustentabilidade assente na Honeywell Forge – S&eacute;rgio Torre</li>
	<li>38 <strong>Fluidos frigorig&eacute;neos de baixo GWP</strong><br />
	Uma instala&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia em refrigera&ccedil;&atilde;o transcr&iacute;tica a CO2, Caso de estudo: Dinamarca – arquitetura, opera&ccedil;&atilde;o e efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica – Carlos Alves e Paulo Monteiro</li>
	<li>44 <strong>Atualidade</strong></li>
	<li><strong>48 Mercado</strong></li>
	<li>52 <strong>Consult&oacute;rio T&eacute;cnico</strong></li>
	<li>Potencial de ganho num ciclo frigor&iacute;fico ao substituir a v&aacute;lvula de expans&atilde;o por uma turbina de expans&atilde;o</li>
	<li>54 <strong>Not&iacute;cias EFRIARC</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
 ]]></description><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:22:38 GMT</pubDate></item><item><title>Heat Pump Day regressa a 21 de outubro para a 3ª edição</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/heat-pump-day-regressa-21-outubro/</link><guid isPermaLink='false'>2567</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/heat-pum-day.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A European Heat Pump Association (EHPA) promove a iniciativa com atividades organizadas pelos seus membros e parceiros em toda a Europa.</strong></p>

<p>O dia 21 de outubro de 2026 assinala a terceira edi&ccedil;&atilde;o do <a href="https://heat-pump-day.org/" target="_blank">Dia das Bombas de Calor,</a> este ano sob o lema “Competitividade na Uni&atilde;o Europeia e Empregos”. A iniciativa coordenada pela <a href="https://ehpa.org/news-and-resources/events/join-us-for-heat-pump-day-2026/" target="_blank">European Heat Pump Association (EHPA)</a> pretende reunir profissionais do setor e pessoas interessados pelo setor para sensibilizar para os benef&iacute;cios das bombas de calor e para o seu papel na ind&uacute;stria e na economia europeia.</p>

<p>Para assinalar a data, as empresas e os membros da associa&ccedil;&atilde;o podem organizar diversas atividades, como visitas a f&aacute;bricas, sess&otilde;es de informa&ccedil;&atilde;o e dias de portas abertas, refere a EHPA em comunicado. Poder&atilde;o tamb&eacute;m ser apresentados casos de sucesso que envolvam bombas de calor industriais ou de grande escala, bem como testemunhos de especialistas.</p>

<p>Atrav&eacute;s da campanha de sensibiliza&ccedil;&atilde;o <em>online</em> associada &agrave; iniciativa, a EHPA pretende igualmente chegar a novos p&uacute;blicos, incluindo decisores pol&iacute;ticos e outros respons&aacute;veis pela tomada de decis&atilde;o na Uni&atilde;o Europeia que n&atilde;o sejam especialistas na &aacute;rea. O objetivo mant&eacute;m-se: “alargar o conhecimento sobre as bombas de calor e o seu contributo para os objetivos europeus nos dom&iacute;nios da energia, da ind&uacute;stria e da competitividade”, explica a associa&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>No site dedicado ao evento, a EHPA re&uacute;ne as diferentes iniciativas promovidas no &acirc;mbito do Heat Pump Day em toda a Uni&atilde;o Europeia. As atividades, tanto presenciais como <em>online</em>, podem ser consultadas atrav&eacute;s de um <a href="https://heat-pump-day.org/take-action/" target="_blank">mapa interativo</a> disponibilizado na plataforma.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:31:14 GMT</pubDate></item><item><title>Bombas de calor de alta temperatura, um passo para a descarbonização industrial</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/bombas-de-calor-de-alta-temperatura-descarbonizacao-industrial/</link><guid isPermaLink='false'>2566</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/bombas-Sedical.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO SITE SEDICAL.COM</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Os grandes diferenciais de temperatura s&atilde;o um dos principais obst&aacute;culos &agrave; eletrifica&ccedil;&atilde;o do calor industrial. Novas solu&ccedil;&otilde;es de alta temperatura, capazes de ultrapassar os 200ºC, prometem alargar o leque de aplica&ccedil;&otilde;es na ind&uacute;stria.</strong></p>

<p>A descarboniza&ccedil;&atilde;o do calor de processo continua a ser um dos maiores desafios da ind&uacute;stria europeia, sobretudo em aplica&ccedil;&otilde;es que exigem temperaturas elevadas. Embora as bombas de calor industriais sejam j&aacute; reconhecidas como uma solu&ccedil;&atilde;o eficiente para valorizar calor residual, os grandes diferenciais de temperatura, frequentemente superiores a 80 Kelvin, limitam a utiliza&ccedil;&atilde;o das tecnologias convencionais.</p>

<p>Segundo Christoph Rau, da SPH Sustainable Process Heat GmbH, a resposta passa pelo desenvolvimento de bombas de calor de alta temperatura capazes de ultrapassar estas limita&ccedil;&otilde;es e de fornecer calor a temperaturas superiores a 200 °C. <a href="https://heatpumpingtechnologies.org/articles/heat-pumping-technologies-magazine-vol-43-no-3-2025/large-temperature-lifts-a-major-challenge-the-future-of-industrial-process-heat/" target="_blank">Num artigo publicado no &acirc;mbito do Technology Collaboration Programme,</a> o especialista explica que estas solu&ccedil;&otilde;es permitem recuperar calor residual de baixa temperatura e reutiliz&aacute;-lo em processos industriais, reduzindo simultaneamente o consumo energ&eacute;tico e as emiss&otilde;es de CO2.</p>

<p>Uma das principais inova&ccedil;&otilde;es consiste na utiliza&ccedil;&atilde;o de ciclos em cascata, que distribuem a eleva&ccedil;&atilde;o da temperatura por dois circuitos frigor&iacute;ficos independentes. Esta configura&ccedil;&atilde;o permite atingir diferenciais superiores a 100 Kelvin sem comprometer significativamente a efici&ecirc;ncia do sistema.</p>

<p>Outra tecnologia destacada no artigo &eacute; a integra&ccedil;&atilde;o de compressores de vapor, que possibilita produzir vapor diretamente a partir do calor recuperado. Esta abordagem aumenta a flexibilidade das bombas de calor e responde &agrave;s necessidades das ind&uacute;strias em que o vapor constitui o principal vetor energ&eacute;tico, explica Christoph Rau.</p>

<p>O potencial de aplica&ccedil;&atilde;o &eacute; significativo em setores como as ind&uacute;strias alimentar, qu&iacute;mica, do papel ou t&ecirc;xtil, onde existe simultaneamente disponibilidade de calor residual e uma elevada procura de calor de processo. O autor sublinha que muitos destes investimentos apresentam per&iacute;odos de retorno reduzidos, sobretudo quando s&atilde;o combinados com estrat&eacute;gias de recupera&ccedil;&atilde;o de energia.</p>

<p>&Agrave; escala europeia, cerca de um quarto da procura de calor de processo situa-se entre os 100 °C e os 200 °C, um intervalo de temperaturas em que as bombas de calor de alta temperatura poder&atilde;o desempenhar um papel determinante na eletrifica&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:43:39 GMT</pubDate></item><item><title>China inaugura data center subaquático alimentado por energia eólica</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/china-inaugura-datacenter-subaquatico-alimentado-por-energia-eol/</link><guid isPermaLink='false'>2565</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/datacenter-subaquatico.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A infraestrutura tem uma capacidade total de 24 megawatts e foi financiado com investimentos p&uacute;blicos e privados.</strong></p>

<p>Um novo <em>data center</em> subaqu&aacute;tico acaba de ser inaugurado na China, ao largo da costa de Xangai. A sua particularidade: &eacute; alimentado por energia e&oacute;lica, tornando-se assim o primeiro centro de dados do mundo a funcionar desta forma. De acordo com informa&ccedil;&otilde;es divulgadas pelo governo chin&ecirc;s, a iniciativa contou com um investimento de cerca de 226 milh&otilde;es de USD por parte da empresa privada HiCloud Technology e da entidade p&uacute;blica China Communications Construction, tendo uma capacidade total de 24 megawatts.</p>

<p>As instala&ccedil;&otilde;es est&atilde;o submersas a uma profundidade de 10 metros na Zona Especial de Lingang, integrada na Zona Piloto de Com&eacute;rcio Livre da China em Xangai. Esta localiza&ccedil;&atilde;o permite utilizar a &aacute;gua do mar como sistema de arrefecimento natural, reduzindo a propor&ccedil;&atilde;o de energia necess&aacute;ria para arrefecer a infraestrutura para menos de 10 %, <a href="https://www.wired.com/story/china-opens-worlds-first-wind-powered-underwater-data-center/" target="_blank">refere a jornalista Fernanda Gonz&aacute;lez num artigo na Wired.</a> Um progresso significativo, tendo em conta que o arrefecimento representa habitualmente cerca de metade do consumo de eletricidade de um <em>data center</em>.</p>

<p>Com um PUE (Power Usage Effectiveness) de 1,15, o centro de dados subaqu&aacute;tico apresenta um desempenho energ&eacute;tico muito positivo, segundo o mesmo artigo. Por ocasi&atilde;o da conclus&atilde;o da constru&ccedil;&atilde;o do <em>data center</em> em outubro de 2025, <a href="https://english.www.gov.cn/news/202510/21/content_WS68f72c76c6d00ca5f9a06f20.html" target="_blank">o governo chin&ecirc;s afirmou</a> que “em compara&ccedil;&atilde;o com os centros de dados terrestres tradicionais, o projeto foi concebido para utilizar mais de 95 % de eletricidade proveniente de fontes renov&aacute;veis, reduzindo o consumo de energia em 22,8 % e o consumo de &aacute;gua e a ocupa&ccedil;&atilde;o de solo em 100 % e mais de 90 %, respetivamente”.</p>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 09:25:48 GMT</pubDate></item><item><title>Inscrições na Academia de Verão 2026 da ADENE abertas até 3 de julho</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/inscricoes-academia-de-verao-adene-abertas/</link><guid isPermaLink='false'>2564</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/academia-adene.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O curso tem a dura&ccedil;&atilde;o de uma semana e destina-se a estudantes do ensino superior interessados em descobrir o setor da energia. </strong></p>

<p>A <a href="https://academiaverao.adene.pt/" target="_blank">Academia de Ver&atilde;o</a> da ADENE – Ag&ecirc;ncia para a Energia est&aacute; de regresso para a sua quarta edi&ccedil;&atilde;o. Dirigida a estudantes que frequentaram o ensino superior no ano letivo anterior, a iniciativa pretende promover a literacia energ&eacute;tica dos mais jovens e dar a conhecer o papel da ADENE.</p>

<p>Os participantes ter&atilde;o a oportunidade de conhecer profissionais do setor com diferentes percursos, participar em sess&otilde;es te&oacute;ricas e pr&aacute;ticas, incluindo visitas de estudo, e explorar as diversas oportunidades existentes na &aacute;rea da energia.</p>

<p>O curso decorrer&aacute; em duas turmas, ambas com a dura&ccedil;&atilde;o de uma semana. A primeira realiza-se entre 24 e 28 de agosto e a segunda entre 31 de agosto e 4 de setembro. As sess&otilde;es ter&atilde;o lugar nas instala&ccedil;&otilde;es da Ag&ecirc;ncia para a Energia, em Lisboa.</p>

<p>A participa&ccedil;&atilde;o &eacute; gratuita, sendo todos os custos das desloca&ccedil;&otilde;es para as visitas de estudo e das refei&ccedil;&otilde;es assegurados pela ADENE, mas a inscri&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via &eacute; obrigat&oacute;ria, pois existem apenas 20 vagas por turma. As <a href="https://academiaverao.adene.pt/" target="_blank">inscri&ccedil;&otilde;es</a> decorrem at&eacute; 3 de julho e podem ser efetuadas atrav&eacute;s do site da Academia de Ver&atilde;o.</p>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:53:10 GMT</pubDate></item><item><title>Sondagem revela que maioria dos europeus vê na independência energética uma garantia de segurança</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/sondagem-maioria-dos-europeus-ve-na-independencia-energetica-gar/</link><guid isPermaLink='false'>2563</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/energias-limpas.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO EDWHITEIMAGES/ PIXABAY</span></p>

<p>Jo&atilde;o Guilherme Oliveira</p>

<p><strong>Uma sondagem da <em>YouGov</em>, encomendada pelas organiza&ccedil;&otilde;es <em>E3G</em>,<em>Transport & Environment</em> e <em>Electrification Alliance</em>, revela que os cidad&atilde;os europeus encaram a transi&ccedil;&atilde;o para energias limpas n&atilde;o apenas como uma meta clim&aacute;tica, mas sobretudo com uma quest&atilde;o de seguran&ccedil;a nacional. Numa m&eacute;dia dos cinco pa&iacute;ses analisados, 64% dos inquiridos acreditam que reduzir a depend&ecirc;ncia da importa&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e g&aacute;s torna a Europa mais segura.</strong></p>

<p>O estudo, realizado em maio de 2026 junto de mais de 5 mil adultos em Espanha, Alemanha, It&aacute;lia, Fran&ccedil;a e Pol&oacute;nia, surge num contexto geopol&iacute;tico marcado por mais de 100 dias de crise no Estreito de Ormuz.</p>

<h2>Seguran&ccedil;a e coopera&ccedil;&atilde;o acima das divis&otilde;es pol&iacute;ticas</h2>

<p>Um dos dados mais destacados do relat&oacute;rio &eacute; o facto de o apoio &agrave; eletrifica&ccedil;&atilde;o e ao investimento em energias limpas ultrapassar as tradicionais divis&otilde;es entre a esquerda e a direita pol&iacute;tica. Eleitores de partidos de centro-direita e de direita demonstraram valores de apoio alinhados ou at&eacute; mesmo superiores &agrave;s m&eacute;dias nacionais em diversos pontos:</p>

<p><strong>Alemanha</strong> e <strong>Espanha</strong> registam o valor mais elevado no que toca &agrave; perce&ccedil;&atilde;o da seguran&ccedil;a, com 68% dos cidad&atilde;os a concordar que a independ&ecirc;ncia energ&eacute;tica protege o continente. Em Espanha, 63% apoiam o financiamento da Uni&atilde;o Europeia para a produ&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos el&eacute;tricos.</p>

<p>O apoio a incentivos financeiros estatais para a <strong>instala&ccedil;&atilde;o de bombas de calor</strong> &eacute; maiorit&aacute;rio em todos os pa&iacute;ses: It&aacute;lia (71%), Fran&ccedil;a (66%), Alemanha (61%), Espanha (58%) e Pol&oacute;nia (51%). Em Fran&ccedil;a, por exemplo, os eleitores de Emmanuel Macron (69%) e Marine Le Pen (67%) est&atilde;o em quase perfeito acordo nesta medida.</p>

<p>Cerca de 80% dos europeus inquiridos defendem que os pa&iacute;ses do continente devem <strong>trabalhar em conjunto</strong>, com a maioria a sublinhar que a coopera&ccedil;&atilde;o se tornou ainda mais importante face &agrave; atual instabilidade geopol&iacute;tica.</p>

<p>A <strong>Pol&oacute;nia</strong>, por sua vez, mostrou-se a exce&ccedil;&atilde;o mais c&eacute;tica. Embora maioria dos polacos (58%) concorde que a redu&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia de combust&iacute;veis f&oacute;sseis importados aumenta a seguran&ccedil;a, o pa&iacute;s surge como o mais reticente no que toca &agrave; mobilidade el&eacute;trica. A Pol&oacute;nia foi o &uacute;nico territ&oacute;rio onde os opositores aos subs&iacute;dios para a compra de ve&iacute;culos el&eacute;tricos (44%) e instala&ccedil;&atilde;o de postos de carregamentos dom&eacute;sticos (42%) superam os apoiantes.</p>

<h2>Apelo aos decisores pol&iacute;ticos</h2>

<p>Com base nos resultados, o cons&oacute;rcio respons&aacute;vel pelo estudo apela aos governos europeus para que avancem convictamente com tr&ecirc;s medidas estruturais: acelerar a eletrifica&ccedil;&atilde;o, reduzir ativamente os combust&iacute;veis f&oacute;sseis e incrementar a coopera&ccedil;&atilde;o transfronteiri&ccedil;a na gest&atilde;o de redes e infraestruturas energ&eacute;ticas.</p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:02:21 GMT</pubDate></item><item><title>EPEE esclarece a isenção por requisitos de segurança dos gases fluorados</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/epee-esclarece-isencao-requisitos-de-seguranca-gases-fluorados/</link><guid isPermaLink='false'>2562</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/gases-ar-condicionado.jpg" style="width: 700px; height: 340px;" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO YAMU_JAY/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Divulgado em maio, o texto tem como objetivo apoiar os profissionais do setor AVAC e as autoridades competentes nacionais na interpreta&ccedil;&atilde;o do regulamento.</strong></p>

<p>A European Partnership for Energy and the Environment (EPEE) publicou, em maio passado, um novo <a href="https://epeeglobal.org/wp-content/uploads/2026/05/Safety-Exemption-White-Paper-Final-May-2026.pdf" target="_blank">documento de esclarecimento</a> sobre o Regulamento Europeu dos gases fluorados (2024/573), centrado na aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica da isen&ccedil;&atilde;o por requisitos de seguran&ccedil;a. O texto pretende apoiar os profissionais do setor, bem como as autoridades competentes nacionais, na interpreta&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o do regulamento.</p>

<p>A nova legisla&ccedil;&atilde;o europeia introduz limites ao Potencial de Aquecimento Global (GWP) dos refrigerantes utilizados em equipamentos AVAC. Contudo, prev&ecirc; algumas exce&ccedil;&otilde;es, entre as quais a isen&ccedil;&atilde;o por motivos de seguran&ccedil;a, que pode ser aplicada quando os requisitos de seguran&ccedil;a do local de instala&ccedil;&atilde;o impedem a utiliza&ccedil;&atilde;o das solu&ccedil;&otilde;es normalmente permitidas pelo regulamento.</p>

<p>Com a publica&ccedil;&atilde;o deste documento, a EPEE detalha as condi&ccedil;&otilde;es em que a derroga&ccedil;&atilde;o pode ser aplicada, sublinhando que esta n&atilde;o constitui uma exce&ccedil;&atilde;o geral para uma categoria de produtos, mas sim uma avalia&ccedil;&atilde;o individual baseada na combina&ccedil;&atilde;o entre o equipamento, o refrigerante utilizado e o local espec&iacute;fico de instala&ccedil;&atilde;o. A decis&atilde;o deve ser tomada caso a caso, tendo em conta as caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas da aplica&ccedil;&atilde;o e do edif&iacute;cio onde o equipamento ser&aacute; instalado.</p>

<p>A legisla&ccedil;&atilde;o europeia ou nacional, incluindo regulamentos de seguran&ccedil;a de produtos, regras de prote&ccedil;&atilde;o contra inc&ecirc;ndios e legisla&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel aos edif&iacute;cios, pode justificar a aplica&ccedil;&atilde;o desta isen&ccedil;&atilde;o, assim como as normas t&eacute;cnicas, desde que estejam alinhadas com a legisla&ccedil;&atilde;o em vigor. A EPEE esclarece ainda que a utiliza&ccedil;&atilde;o da isen&ccedil;&atilde;o n&atilde;o exige aprova&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via nem notifica&ccedil;&atilde;o &agrave;s autoridades competentes. No entanto, os equipamentos colocados no mercado ao abrigo desta disposi&ccedil;&atilde;o devem cumprir requisitos espec&iacute;ficos de rotulagem.</p>

<p>Por fim, para fabricantes, projetistas e instaladores, o documento sublinha a necessidade de uma an&aacute;lise t&eacute;cnica rigorosa dos locais de instala&ccedil;&atilde;o, sobretudo em edif&iacute;cios sujeitos a requisitos de seguran&ccedil;a espec&iacute;ficos.</p>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 09:24:55 GMT</pubDate></item><item><title>A SGT Midea lança nova campanha nacional e reforça aposta na proximidade ao consumidor em 2026</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/sgt-nova-campanha-e-aposta-na-proximidade-ao-consumidor/</link><guid isPermaLink='false'>2561</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="font-size:11px;">CONTE&Uacute;DO PATROCINADO</span></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/sgt2-conteudo-patrocinado.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A SGT Midea d&aacute; in&iacute;cio, este ver&atilde;o, a uma nova fase da sua comunica&ccedil;&atilde;o em Portugal, atrav&eacute;s de uma campanha nacional que combina uma imagem renovada, maior proximidade emocional e uma forte presen&ccedil;a junto dos consumidores.</strong></p>

<p>Desenvolvida pela SGT Energia e Climatiza&ccedil;&atilde;o, S.A., distribuidora exclusiva de ar condicionado da marca Midea em Portugal, a campanha de 2026 tem como protagonista o Split Tipo Mural Solstice, uma das solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o mais representativas da oferta Midea. Contudo, mais do que promover um equipamento, a nova campanha procura refor&ccedil;ar a identidade da marca e a sua liga&ccedil;&atilde;o ao quotidiano dos portugueses.</p>

<p>A comunica&ccedil;&atilde;o deste ano apresenta uma abordagem visual alinhada com os valores e o posicionamento da marca, refor&ccedil;ando atributos como confian&ccedil;a, desempenho e consist&ecirc;ncia. Inspirada por princ&iacute;pios partilhados com o universo do desporto, esta abordagem evidencia o compromisso cont&iacute;nuo da Midea com a qualidade, a inova&ccedil;&atilde;o e a fiabilidade. O resultado &eacute; uma comunica&ccedil;&atilde;o mais pr&oacute;xima e relevante, que traduz a capacidade da marca para responder aos desafios do dia a dia atrav&eacute;s de solu&ccedil;&otilde;es eficientes e orientadas para o conforto dos consumidores.</p>

<p>A campanha estar&aacute; presente em todo o territ&oacute;rio nacional atrav&eacute;s de uma estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o multicanal que combina meios exteriores, plataformas digitais e redes sociais. Entre 1 de junho e 30 de setembro, a visibilidade da marca Midea ser&aacute; refor&ccedil;ada por uma empena publicit&aacute;ria de grande impacto na Torre de Monsanto, uma das localiza&ccedil;&otilde;es mais emblem&aacute;ticas da Grande Lisboa, reconhecida pela elevada exposi&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria junto dos milhares de automobilistas que circulam na A5 e na CRIL.</p>

<p>A presen&ccedil;a em meios exteriores ser&aacute; assegurada atrav&eacute;s de uma ampla cobertura nacional, com 2.802 mupis distribu&iacute;dos por pontos estrat&eacute;gicos das principais cidades do pa&iacute;s entre os dias 24 e 30 de junho, complementados por 300 suportes S&eacute;nior em circula&ccedil;&atilde;o entre os dias 25 de junho e 8 de julho e por 750 suportes Top City entre os dias 1 e 7 de julho. A campanha contar&aacute; ainda com 312 mupis digitais localizados nas principais superf&iacute;cies comerciais, ampliando o alcance da mensagem em contextos de elevada aflu&ecirc;ncia e refor&ccedil;ando a notoriedade da campanha junto dos consumidores. Esta combina&ccedil;&atilde;o de formatos e per&iacute;odos de presen&ccedil;a permitir&aacute; maximizar a visibilidade da marca e garantir uma cobertura consistente ao longo das diferentes fases da campanha.</p>

<p>Num sector em constante evolu&ccedil;&atilde;o, onde os consumidores valorizam cada vez mais a efici&ecirc;ncia, a tecnologia e o bem-estar, a Midea continua a investir numa comunica&ccedil;&atilde;o que privilegia a proximidade e a relev&acirc;ncia. A nova campanha reflete precisamente essa vis&atilde;o: uma marca global que procura estar cada vez mais pr&oacute;xima das pessoas, das suas casas e das suas necessidades.</p>

<p>Para a SGT Energia e Climatiza&ccedil;&atilde;o, esta iniciativa representa mais um passo na estrat&eacute;gia de crescimento sustentado da Midea em Portugal, refor&ccedil;ando a confian&ccedil;a dos parceiros, instaladores e clientes finais, ao mesmo tempo que projeta uma imagem moderna, din&acirc;mica e alinhada com os desafios do futuro.</p>

<p>Mais do que uma campanha de ver&atilde;o, esta &eacute; uma afirma&ccedil;&atilde;o de posicionamento. Uma demonstra&ccedil;&atilde;o clara da ambi&ccedil;&atilde;o da SGT Midea em continuar a crescer, a inovar e a consolidar o seu lugar entre as principais marcas de climatiza&ccedil;&atilde;o presentes no mercado nacional.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:50:04 GMT</pubDate></item><item><title>Mais de 4000 data centers nos EUA mapeados com ajuda de comunidades locais</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/data-centers-nos-eua-mapeados-com-ajuda-de-comunidades-locais/</link><guid isPermaLink='false'>2560</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/datacenter-interior.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO KEWL/ PIXABAY</span></p>

<p>Cristina Genet</p>

<p><strong>A ativista ambiental Erin Brockovich est&aacute; na origem desta iniciativa participativa, dispon&iacute;vel em acesso aberto no site brockovichdatacenters.com.</strong></p>

<p>Um <a href="https://brockovichdatacenter.com/index.html#map-section" target="_blank">mapa interativo</a> lan&ccedil;ado pela ativista ambiental Erin Brockovich revela mais de 4000 <em>data centers</em> ligados &agrave; IA nos Estados Unidos, em funcionamento, em constru&ccedil;&atilde;o ou em fase de projeto. Alimentada por contributos de comunidades locais, a ferramenta mostra uma forte concentra&ccedil;&atilde;o em estados como o Texas, a Pensilv&acirc;nia, o Ohio e a Ge&oacute;rgia. S&oacute; no Texas foram reportadas mais de 600 instala&ccedil;&otilde;es, refletindo a intensidade da expans&atilde;o.</p>

<p>Esta prolifera&ccedil;&atilde;o tem implica&ccedil;&otilde;es diretas para o setor AVAC, tendo em conta que os centros de dados exigem sistemas de arrefecimento cont&iacute;nuo, devido ao seu elevado consumo energ&eacute;tico e &agrave;s significativas cargas t&eacute;rmicas. A dissipa&ccedil;&atilde;o do calor gerado obriga ao uso de solu&ccedil;&otilde;es como <em>chillers</em> de alta capacidade, e sistemas de arrefecimento l&iacute;quido, que come&ccedil;am a ganhar protagonismo face ao aumento das densidades de pot&ecirc;ncia.</p>

<p>O mapa destaca tamb&eacute;m preocupa&ccedil;&otilde;es crescentes das comunidades locais com os centros de dados. Cerca de 41 % das queixas est&atilde;o relacionadas com o consumo de &aacute;gua, 22 % com a press&atilde;o sobre a rede el&eacute;trica e cerca de 18 % com impactos na sa&uacute;de e qualidade de vida. Outro ponto cr&iacute;tico &eacute; o impacto t&eacute;rmico indireto. Um <a href="https://asmedigitalcollection.asme.org/sustainablebuildings/article/7/2/024501/1233035/Data-Center-Waste-Heat-as-an-Emerging-Urban" target="_blank">estudo</a> recente da Arizona State University aponta para a forma&ccedil;&atilde;o de “ilhas de calor” associadas aos <em>data centers</em>, capazes de aumentar a temperatura urbana at&eacute; 4 °C em algumas regi&otilde;es.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:10:11 GMT</pubDate></item><item><title>IEA apresenta proposta de taxonomia comum para bombas de calor</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/iea-proposta-de-taxonomia-comum-para-bombas-de-calor/</link><guid isPermaLink='false'>2559</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/bombas-de-calor.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O documento estabelece um enquadramento para as diferentes categorias de equipamentos, com base nas suas caracter&iacute;sticas t&eacute;cnicas e no respetivo setor de aplica&ccedil;&atilde;o.</strong></p>

<p>No &acirc;mbito do projeto <a href="https://www.iea.org/reports/heat-pump-taxonomy" target="_blank">Heat Pump Taxonomy</a>, a Ag&ecirc;ncia Internacional da Energia (IEA) desenvolveu um enquadramento para uma classifica&ccedil;&atilde;o comum das bombas de calor. Em colabora&ccedil;&atilde;o com representantes de 50 institui&ccedil;&otilde;es internacionais, a IEA elaborou um relat&oacute;rio t&eacute;cnico, divulgado a 22 de maio, no qual apresenta os princ&iacute;pios desta taxonomia e a metodologia adotada.</p>

<p>A proposta baseia-se em diferentes caracter&iacute;sticas, como o setor de aplica&ccedil;&atilde;o, o tipo de combust&iacute;vel e o tipo de produto, considerando apenas as bombas de calor utilizadas como principal sistema de aquecimento em edif&iacute;cios. O documento inclui igualmente uma proposta de classifica&ccedil;&atilde;o para diferentes categorias de produtos, como as unidades revers&iacute;veis <em>air-to-air.</em></p>

<p>A IEA identificou v&aacute;rias a&ccedil;&otilde;es priorit&aacute;rias para fazer avan&ccedil;ar, ao n&iacute;vel das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, a implementa&ccedil;&atilde;o de uma taxonomia comum, nomeadamente para melhorar a an&aacute;lise da ado&ccedil;&atilde;o de bombas de calor a n&iacute;vel mundial. O documento sublinha a import&acirc;ncia de contabilizar as unidades h&iacute;bridas e sem compress&atilde;o de vapor no total das vendas. Para al&eacute;m do n&uacute;mero de equipamentos vendidos, a IEA recomenda tamb&eacute;m a avalia&ccedil;&atilde;o do seu impacto nos sistemas energ&eacute;ticos, de forma a facilitar a compara&ccedil;&atilde;o entre diferentes mercados.</p>

<p>Outra recomenda&ccedil;&atilde;o dos autores passa pela monitoriza&ccedil;&atilde;o da implementa&ccedil;&atilde;o da taxonomia, permitindo, se necess&aacute;rio, ajustar alguns aspetos da regulamenta&ccedil;&atilde;o e dos processos de recolha de dados antes de uma aplica&ccedil;&atilde;o em maior escala. A longo prazo, o objetivo da IEA e dos seus parceiros passa por alargar este enquadramento a outros setores de atividade para al&eacute;m da constru&ccedil;&atilde;o, bem como adaptar os m&eacute;todos de recolha de dados e os processos de monitoriza&ccedil;&atilde;o das vendas e dos coeficientes de desempenho.</p>

<p>O relat&oacute;rio t&eacute;cnico inclui ainda um esquema que representa de forma visual as diferentes categorias de bombas de calor e as rela&ccedil;&otilde;es entre elas. Al&eacute;m disso, integra uma matriz de correspond&ecirc;ncia para o reporte de dados, relativa aos diferentes tipos de produtos e &agrave;s especificidades regionais. Em paralelo, os autores desenvolveram uma plataforma online interativa – o Heat Pump Taxonomy Technology Explorer –, que permite explorar as diferentes categorias de bombas de calor dispon&iacute;veis no mercado, incluindo as respetivas caracter&iacute;sticas t&eacute;cnicas e &aacute;reas de aplica&ccedil;&atilde;o.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 23 Jun 2026 10:33:22 GMT</pubDate></item><item><title>EFRIARC organiza Tarde Técnica a 25 de junho</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/efirar-organiza-tarde-tecnica-a-25-junho/</link><guid isPermaLink='false'>2558</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/produtos-avancados.jpg" /></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A pr&oacute;xima edi&ccedil;&atilde;o do tradicional encontro da associa&ccedil;&atilde;o ter&aacute; lugar em Lisboa e ser&aacute; dedicada a produtos tecnologicamente avan&ccedil;ados.</strong></p>

<p>A <a href="https://efriarc.pt/product/tarde-tecnica-produtos-tecnologicamente-avancados-3/" target="_blank">pr&oacute;xima Tarde T&eacute;cnica</a> da EFRIARC – Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa dos Engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado j&aacute; est&aacute; a chegar. O evento decorrer&aacute; no dia 25 de junho, no Hotel Olissippo Oriente, em Lisboa, e ser&aacute; dedicado a produtos tecnologicamente avan&ccedil;ados.</p>

<p>A iniciativa dirige-se aos profissionais do setor AVAC, incluindo t&eacute;cnicos, instaladores e projetistas, interessados na transi&ccedil;&atilde;o digital do setor. Ao longo da tarde, seis oradores convidados, em representa&ccedil;&atilde;o de marcas de refer&ecirc;ncia da &aacute;rea, ir&atilde;o partilhar conhecimento sobre diferentes solu&ccedil;&otilde;es inovadoras.</p>

<p>Esta edi&ccedil;&atilde;o ter&aacute; in&iacute;cio com uma apresenta&ccedil;&atilde;o de Renato Cabrita da LG, sobre sistemas VRF, seguindo-se uma interven&ccedil;&atilde;o de Alexandre Casquilho da Panasonic Portugal, dedicada &agrave; nova gera&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de controlo.</p>

<p>Entre os restantes oradores convidados, contam-se Anselmo Vieira e Jos&eacute; Lu&iacute;s Moura, da Carrier, que abordar&atilde;o as bombas de calor de alta temperatura. Por fim, Miguel Cavique, da CEST, apresentar&aacute; <em>chillers</em> de elevada efici&ecirc;ncia.</p>

<p>Aberto a todos os interessados, a participa&ccedil;&atilde;o no evento &eacute; gratuita, mas requer <a href="https://efriarc.pt/product/tarde-tecnica-produtos-tecnologicamente-avancados-3/" target="_blank">inscri&ccedil;&atilde;o</a> pr&eacute;via atrav&eacute;s do site da EFRIARC at&eacute; ao dia 24 de junho.</p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:21:47 GMT</pubDate></item><item><title>IIR publica resumo técnico sobre bombas de calor de alta temperatura</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/resumo-tecnico-sobre-bombas-de-calor-de-alta-temperatura/</link><guid isPermaLink='false'>2557</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/alta-temperatura.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO USA-REISEBLOGER/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Estes equipamentos podem operar a temperaturas cada vez mais elevadas, at&eacute; 300 ºC, o que os torna particularmente adequados para aplica&ccedil;&otilde;es industriais. </strong></p>

<p>O funcionamento de bombas de calor de alta temperatura est&aacute; em destaque no mais recente <a href="https://iifiir.org/en/news/the-iir-publishes-a-technical-brief-on-high-temperature-heat-pumps-a-key-technology-for-industrial-decarbonisation" target="_blank">resumo t&eacute;cnico do Instituto Internacional de Refrigera&ccedil;&atilde;o (IIR).</a> O texto, elaborado por Ruzhu Wang da Universidade Jiao Tong de Xangai na China, aborda a configura&ccedil;&atilde;o do sistema, os fluidos e componentes utilizados nesta tecnologia, bem como as aplica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas deste tipo de solu&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Com modelos comerciais capazes de operar a temperaturas at&eacute; 300 ºC, as bombas de calor de alta temperatura podem ser utilizadas em diversos contextos industriais, nomeadamente no processamento alimentar, na ind&uacute;stria qu&iacute;mica e nos setores t&ecirc;xtil e dos pl&aacute;sticos. Estas ind&uacute;strias continuam, atualmente, fortemente dependentes dos combust&iacute;veis f&oacute;sseis, sublinha o IIR, refor&ccedil;ando a necessidade de eletrifica&ccedil;&atilde;o do setor.</p>

<p>O resumo t&eacute;cnico detalha tr&ecirc;s categorias de equipamentos: bombas de calor de alta temperatura por compress&atilde;o, por absor&ccedil;&atilde;o, e modelos h&iacute;bridos de absor&ccedil;&atilde;o-compress&atilde;o. Estas tecnologias podem ser aplicadas em combina&ccedil;&atilde;o com sistemas capazes de assegurar simultaneamente aquecimento e arrefecimento, ou integradas com unidades de armazenamento de energia.</p>

<p>Em paralelo, a pot&ecirc;ncia destes equipamentos tem vindo a aumentar, atingindo atualmente os 100 MW. Neste contexto, o documento compara o desempenho das bombas de calor de alta temperatura com o das caldeiras convencionais. Segundo o texto, as primeiras apresentam um coeficiente de desempenho superior a 1,5, o que significa que geram mais energia t&eacute;rmica do que a energia el&eacute;trica que consomem. No entanto, a sua competitividade econ&oacute;mica e ambiental depende, na pr&aacute;tica, da rela&ccedil;&atilde;o entre os pre&ccedil;os locais da eletricidade e dos combust&iacute;veis.</p>

<p>Por outro lado, as bombas de calor de alta temperatura t&ecirc;m vindo a ganhar destaque na investiga&ccedil;&atilde;o. Segundo o IIR, o n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es anuais nesta &aacute;rea aumentou de 921 em 2010 para 5480 em 2024.</p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 18 Jun 2026 09:53:54 GMT</pubDate></item><item><title>Loulé promove workshop sobre a sua estratégia de arrefecimento</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/loule-workshop-sobre-estrategia-de-arrefecimento/</link><guid isPermaLink='false'>2556</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/arrefecimento.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO MOHAMED_HASSAN/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A sess&atilde;o insere-se no contexto do projeto europeu Plan4COLD, coordenado pela ADENE, no qual a cidade algarvia participa enquanto cidade-piloto. </strong></p>

<p>“Planos Locais de Aquecimento e Arrefecimento, uma oportunidade na transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica” &eacute; o t&iacute;tulo do workshop promovido pela ADENE – Ag&ecirc;ncia para a Energia, no pr&oacute;ximo dia 24 de junho, no Pal&aacute;cio Gama Lobo, em Loul&eacute;. Organizado em parceria com a C&acirc;mara Municipal de Loul&eacute;, o evento realiza-se no &acirc;mbito do <a href="https://www.adene.pt/projeto/plan4cold/?utm_source=mailing&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=Convite%20Workshop%20%22Planos%20Locais%20de%20Aquecimento%20e%20Arrefecimento%2C%20uma%20oportunidade%20na%20transi%C3%A7%C3%A3o%20energ%C3%A9tica%E2%80%9D%20-%20Plan4COLD&amp;utm_campaign=Mailing%20List%20ADENE&amp;eg_sub=fe43baa5a7&amp;eg_cam=8cbb022ed2cd29b6d9da11ebda741a62&amp;eg_list=1#elementor-toc__heading-anchor-9" target="_blank">projeto Plan4COLD, coordenado pela ADENE</a> e financiado pelo Programa LIFE da Comiss&atilde;o Europeia.</p>

<p>A iniciativa europeia pretende apoiar as autoridades locais e regionais do sul da Europa no desenvolvimento de planos locais sustent&aacute;veis de aquecimento e arrefecimento para munic&iacute;pios com mais de 45 000 habitantes. Para esse efeito, foram selecionadas cidades-piloto em It&aacute;lia, Gr&eacute;cia e em Portugal para desenvolver estrat&eacute;gias, tendo em conta as especificidades geogr&aacute;ficas e sociais de cada territ&oacute;rio.</p>

<p>Loul&eacute; &eacute; uma dessas cidades-pilotos. Durante o workshop, o diretor municipal de ambiente e desenvolvimento sustent&aacute;vel da C&acirc;mara Municipal de Loul&eacute;, J&uacute;lio Sousa, apresentar&aacute; a estrat&eacute;gia do munic&iacute;pio para a transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica, desenvolvida no &acirc;mbito do projeto.</p>

<p>A metodologia para a elabora&ccedil;&atilde;o destes planos locais ser&aacute; detalhada por Rita Pestana, t&eacute;cnica especialista da ADENE, enquanto Silvia Rem&eacute;dios, tamb&eacute;m da ADENE, partilhar&aacute; exemplos de outros planos locais de aquecimento e arrefecimento.</p>

<p>O evento contar&aacute; igualmente com uma apresenta&ccedil;&atilde;o de Joana Fernandes, coordenadora de projetos europeus da ADENE, sobre o enquadramento europeu e nacional do Plan4COLD. Sofia Cordeiro, coordenadora de a&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica local da ADENE, abordar&aacute; ainda o Pacto de Autarcas promovido pela iniciativa.</p>

<p>A sess&atilde;o terminar&aacute; com um debate e um momento de esclarecimento. A participa&ccedil;&atilde;o &eacute; gratuita, mas sujeita a <a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=GalqXJSykUCOYTxjAKOmD9Ax1TLmiE9HkaBwYSfP4wdUOTRSREFSSDdNN1NUN0NTVU5ZT1U0WVc5Ri4u&amp;utm_source=mailing&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=Convite+Workshop+%22Planos+Locais+de+Aquecimento+e+Arrefecimento%2c+uma+oportunidade+na+transi%C3%A7%C3%A3o+energ%C3%A9tica%E2%80%9D+-+Plan4COLD&amp;utm_campaign=Mailing+List+ADENE&amp;eg_sub=fe43baa5a7&amp;eg_cam=8cbb022ed2cd29b6d9da11ebda741a62&amp;eg_list=1&amp;route=shorturl">inscri&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via atrav&eacute;s do preenchimento de um formul&aacute;rio online.</a></p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 10:42:46 GMT</pubDate></item><item><title>Berlim anuncia construção de central power-to-heat</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/berlim-anuncia-construcao-de-central-power-to-heat/</link><guid isPermaLink='false'>2555</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/BEW-Berlim.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p><strong>A instala&ccedil;&atilde;o dever&aacute; permitir o aproveitamento do excedente de eletricidade gerada a partir de fontes de energia renov&aacute;vel na rede de aquecimento urbano da cidade alem&atilde;.</strong></p>

<p>A cidade de Berlim vai contar com uma <a href="https://www.berlin.de/en/news/10361011-5559700-district-heating-from-surplus-electricit.en.html" target="_blank">central <em>power-to-heat</em></a> de 120 megawatts. A BEW (Berliner Energie und W&auml;rme), empresa respons&aacute;vel pela opera&ccedil;&atilde;o da rede de aquecimento urbano da capital alem&atilde;, a Stromnetz Berlin, respons&aacute;vel pela gest&atilde;o da rede el&eacute;trica da cidade, e a 50Hertz, operadora da rede de transporte de eletricidade, anunciaram o projeto num comunicado publicado a 4 de maio. A central, cuja constru&ccedil;&atilde;o representar&aacute; um investimento estimado em 75 milh&otilde;es de euros, dever&aacute; entrar em funcionamento no final de 2028.  </p>

<p>O objetivo da instala&ccedil;&atilde;o &eacute; contribuir para reduzir os constrangimentos na rede el&eacute;trica causados pelo excesso de produ&ccedil;&atilde;o de eletricidade proveniente de fontes de energia renov&aacute;vel, quando esta ultrapassa o consumo. Em vez de limitar a produ&ccedil;&atilde;o de energia solar e e&oacute;lica, a nova central dever&aacute; absorver o excedente de eletricidade gerado e utiliz&aacute;-lo para alimentar a rede de aquecimento urbano. As entidades envolvidas esperam, assim, reduzir a necessidade de recorrer a combust&iacute;veis f&oacute;sseis para o aquecimento de edif&iacute;cios e de &aacute;gua.</p>

<p>Segundo informa&ccedil;&otilde;es divulgadas pela BEW, a central dever&aacute; evitar a emiss&atilde;o de cerca de 76 mil toneladas de CO2 por ano, durante os primeiros cinco anos de funcionamento, gra&ccedil;as &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do consumo de g&aacute;s na central de cogera&ccedil;&atilde;o de Berlin Mitte. A longo prazo, cerca de 30 mil agregados familiares dever&atilde;o beneficiar da instala&ccedil;&atilde;o para aquecer as suas habita&ccedil;&otilde;es, enquanto 360 mil agregados familiares ter&atilde;o acesso a &aacute;gua quente atrav&eacute;s da rede de aquecimento urbano.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 10:04:05 GMT</pubDate></item><item><title>EDP Energia Solidária apoia 13 projetos ambientais em Portugal</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/edp-energia-solidaria-apoia-projetos-ambientais/</link><guid isPermaLink='false'>2554</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/edp-solidaria.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>A edi&ccedil;&atilde;o 2025-26 do programa representa um investimento de 1 milh&atilde;o de euros e promove iniciativas em todo o territ&oacute;rio nacional.</strong></p>

<p>A Funda&ccedil;&atilde;o EDP vai apoiar 13 projetos sociais e ambientais em Portugal no &acirc;mbito da edi&ccedil;&atilde;o 2025/26 do programa <a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/edp-solidaria" target="_blank">EDP Energia Solid&aacute;ria</a>. As iniciativas selecionadas desenvolvem-se em territ&oacute;rios vulner&aacute;veis e de baixa densidade populacional e t&ecirc;m como objetivo promover a transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica e a sustentabilidade junto das comunidades locais.</p>

<p>Cerca de 1 milh&atilde;o de euros ser&aacute; investido no apoio aos diferentes projetos, assegurando igualmente o seu acompanhamento no terreno atrav&eacute;s de um modelo de mentoria. As iniciativas enquadram-se nas seguintes &aacute;reas: conhecimento energ&eacute;tico, inclus&atilde;o e efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, energias renov&aacute;veis e mobilidade sustent&aacute;vel, patrim&oacute;nio natural e economia circular, vida selvagem, a&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica e forma&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Os projetos selecionados abrangem comunidades urbanas e rurais, chegando a concelhos geograficamente dispersos como Pampilhosa da Serra, &Eacute;vora, Braga, Tavira, Lisboa, Amadora ou Oleiros. Entre as iniciativas apoiadas destaca-se a DOOBRA 2.0, um laborat&oacute;rio comunit&aacute;rio de a&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica promovido pela <a href="https://rededlbclisboa.pt/" target="_blank">Rede DLBC Lisboa</a>. O projeto pretende combater a pobreza energ&eacute;tica em bairros vulner&aacute;veis da capital atrav&eacute;s de a&ccedil;&otilde;es de literacia, capacita&ccedil;&atilde;o e apoio t&eacute;cnico personalizado, recorrendo a <em>smart meters</em> e a solu&ccedil;&otilde;es de intelig&ecirc;ncia artificial acess&iacute;veis.</p>

<p>Em &Eacute;vora, a <a href="https://malagueira.pt/" target="_blank">Associa&ccedil;&atilde;o de Moradores e Cidad&atilde;os – Malagueira Viva e Vivida</a>, em parceria com a Universidade de &Eacute;vora, ser&aacute; tamb&eacute;m apoiada na cria&ccedil;&atilde;o de uma comunidade de energia renov&aacute;vel no bairro da Malagueira, assente na produ&ccedil;&atilde;o solar fotovoltaica e em mecanismos de partilha de energia destinados a agregados vulner&aacute;veis. J&aacute; na Amadora, a <a href="https://assacm.wixsite.com/assacm/home" target="_blank">Associa&ccedil;&atilde;o de Solidariedade Social Alto Cova da Moura</a> (ASSACM) desenvolve um projeto de capacita&ccedil;&atilde;o em literacia energ&eacute;tica, formando embaixadores locais e criando uma bolsa de formadores comunit&aacute;rios a partir dos pain&eacute;is solares j&aacute; instalados no bairro.</p>

<p>Criado em 2004, o programa EDP Energia Solid&aacute;ria j&aacute; apoiou 430 projetos em todo o pa&iacute;s. Desde 2023, a iniciativa passou tamb&eacute;m a apoiar projetos a n&iacute;vel internacional, nomeadamente em Espanha e no Brasil.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 09:59:30 GMT</pubDate></item><item><title>IFV promove formação sobre fundamentos da climatização</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/ifv-promove-formacao-sobre-fundamentos-da-climatizacao/</link><guid isPermaLink='false'>2553</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="IFV promove formação sobre fundamentos da climatização" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/ifv-promove-formacao-sobre-fundamentos-da-climatizacao.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO DE SAM BALYE/ UNSPLASH</span></p>

<p><strong>O curso decorre nos dias 24 e 25 de junho em hor&aacute;rio p&oacute;s-laboral e abordar&aacute; as normas de conforto t&eacute;rmico, bem como os mecanismos de transfer&ecirc;ncia de calor. </strong></p>

<p>O Instituto de Forma&ccedil;&atilde;o Vulcano (IFV) vai promover um curso dedicado aos <a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/landingPageItemDetail/42832" target="_blank">fundamentos da climatiza&ccedil;&atilde;o,</a> nos pr&oacute;ximos dias 24 e 25 de junho. A forma&ccedil;&atilde;o decorrer&aacute; em formato online e destina-se a instaladores, t&eacute;cnicos-comerciais, rec&eacute;m-licenciados e projetistas que pretendam iniciar-se nesta &aacute;rea ou aprofundar conhecimentos.</p>

<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de seis horas, o curso ter&aacute; lugar em hor&aacute;rio p&oacute;s-laboral, proporcionando aos participantes conhecimentos sobre os princ&iacute;pios da climatiza&ccedil;&atilde;o e os principais mecanismos de transfer&ecirc;ncia de calor. Os par&acirc;metros e as normas de conforto t&eacute;rmico far&atilde;o tamb&eacute;m parte do programa, assim como a qualidade do ar interior e os respetivos requisitos regulamentares. </p>

<p>Na componente pr&aacute;tica, os formandos aprender&atilde;o a determinar a carga t&eacute;rmica dos espa&ccedil;os, a selecionar os equipamentos, bem como a analisar a viabilidade econ&oacute;mica de diferentes solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>No final da forma&ccedil;&atilde;o, os participantes ficar&atilde;o habilitados a identificar os par&acirc;metros b&aacute;sicos associados ao estudo do ar, incluindo as suas propriedades e implica&ccedil;&otilde;es no conforto t&eacute;rmico. Estar&atilde;o tamb&eacute;m aptos a identificar e caracterizar os diferentes tipos de sistemas de climatiza&ccedil;&atilde;o, tendo em conta os respetivos requisitos de funcionamento, instala&ccedil;&atilde;o, efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e qualidade do ar interior.</p>

<p>A sess&atilde;o formativa online tem um custo de 80 euros. Os interessados podem garantir o seu lugar atrav&eacute;s da inscri&ccedil;&atilde;o <a href="https://institutoformacaovulcano.bosch-homecomfort.pt/sui/landingPageItemDetail/42832" target="_blank">no site do IFV.</a></p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:04:33 GMT</pubDate></item><item><title>Governo lança Linha Portugal Resiliência Energética</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/governo-lanca-linha-portugal-resiliencia-energetica/</link><guid isPermaLink='false'>2552</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="Governo lança Linha Portugal Resiliência Energética" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/governo-lanca-linha-portugal-resiliencia-energetica.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO VICTOR/ UNSPLASH</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O programa de apoio prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o de uma linha de cr&eacute;dito destinada a ajudar as empresas a fazer face ao aumento dos pre&ccedil;os da energia e dos combust&iacute;veis. </strong></p>

<p>Enquanto os mercados internacionais da energia continuam a ser afetados pelo conflito no M&eacute;dio Oriente, a subida dos pre&ccedil;os da energia e dos combust&iacute;veis tem comprometido a viabilidade econ&oacute;mica de muitas empresas. Neste contexto, o Governo criou a <a href="https://www.bpfomento.pt/pt/catalogo/linha-portugal-resiliencia-energetica/" target="_blank">Linha Portugal Resili&ecirc;ncia Energ&eacute;tica</a>, uma linha de cr&eacute;dito destinada a apoiar as empresas afetadas pelo aumento dos custos energ&eacute;ticos decorrente da instabilidade geopol&iacute;tica.</p>

<p>Com um montante m&aacute;ximo de financiamento de 600 milh&otilde;es de euros, a iniciativa gerida pelo Banco Portugu&ecirc;s de Fomento pretende apoiar as empresas com atividade em territ&oacute;rio nacional, particularmente afetadas pelo aumento dos custos energ&eacute;ticos. S&atilde;o eleg&iacute;veis:</p>

<ul>
	<li>Empresas que apresentem um peso dos custos energ&eacute;ticos no total dos custos de produ&ccedil;&atilde;o igual ou superior a 20 % em 2025 ou &agrave; data da candidatura;</li>
	<li>Empresas que registem um aumento do custo das mercadorias vendidas e das mat&eacute;rias consumidas igual ou superior a 20 % nos tr&ecirc;s meses anteriores &agrave; candidatura.</li>
</ul>

<p>Para beneficiarem deste programa de apoio, as empresas devem ter a sua situa&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria e contributiva regularizada e cumprir as normas de preven&ccedil;&atilde;o do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo.</p>

<p>As candidaturas podem ser apresentadas junto de uma institui&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito aderente, at&eacute; 31 de dezembro de 2026. As microempresas podem beneficiar de um financiamento at&eacute; 100 000 euros, enquanto as grandes empresas podem obter at&eacute; 2,5 milh&otilde;es de euros. O Conselho de Ministros determinou ainda que os empr&eacute;stimos ter&atilde;o uma maturidade de cinco anos, incluindo um per&iacute;odo de car&ecirc;ncia at&eacute; 12 meses.</p>

<p>A Linha Portugal Resili&ecirc;ncia Energ&eacute;tica foi divulgada atrav&eacute;s da <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/resolucao-conselho-ministros/110-2026-1129514953" target="_blank">resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho de Ministros publicada a 5 de junho</a> e encontra-se em vigor desde 6 de junho.  </p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 09:34:30 GMT</pubDate></item><item><title>Arfit inaugura nova unidade industrial na Maia</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/arfit-inaugura-nova-unidade-industrial-na-maia/</link><guid isPermaLink='false'>2551</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="Arfit nova fáfrica" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/arfit-inaugura-nova-unidade-industrial-na-maia.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:10px;">DR</span></p>

<p><strong>A empreitada inclui a constru&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s novos edif&iacute;cios, com o objetivo de refor&ccedil;ar as &aacute;reas de produ&ccedil;&atilde;o e log&iacute;stica.</strong></p>

<p>A empresa especializada em solu&ccedil;&otilde;es AVAC, Arfit, prepara-se para inaugurar, durante o m&ecirc;s de junho, as suas novas instala&ccedil;&otilde;es na Maia, na &Aacute;rea Metropolitana do Porto. O projeto contempla a constru&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s edif&iacute;cios, concebidos para refor&ccedil;ar a capacidade operacional da empresa nas &aacute;reas da produ&ccedil;&atilde;o e da log&iacute;stica. Al&eacute;m disso, foram constru&iacute;dos novos escrit&oacute;rios, de forma a proporcionar melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho aos colaboradores.</p>

<p>A empreitada insere-se num plano de investimento de cerca de 7 milh&otilde;es de euros. Com uma fatura&ccedil;&atilde;o anual de 14 milh&otilde;es de euros e uma equipa de 120 colaboradores, a Arfit afirma em comunicado que pretende consolidar a sua presen&ccedil;a no mercado e preparar a empresa para uma nova fase de crescimento.</p>

<p>“Estas novas instala&ccedil;&otilde;es representam muito mais do que um investimento em infraestruturas. Representam a confian&ccedil;a da Arfit no futuro, no crescimento da ind&uacute;stria e na capacidade da empresa de continuar a evoluir e a responder aos desafios do mercado com ambi&ccedil;&atilde;o, inova&ccedil;&atilde;o e compet&ecirc;ncia”, refere a administra&ccedil;&atilde;o da empresa em comunicado.</p>
 ]]></description><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 10:33:36 GMT</pubDate></item><item><title>Análise CFD de DCV para instalações laboratoriais</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/analise-cfd-dcv-instalacoes-laboratoriais/</link><guid isPermaLink='false'>2511</guid><description><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/ventilacao-am15.jpg" /></p>

<p dir="ltr" style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p dir="ltr"><strong>O principal objetivo dos sistemas de ventila&ccedil;&atilde;o laboratorial &eacute; proporcionar um ambiente seguro e confort&aacute;vel para os trabalhadores. Geralmente &eacute; especificada uma elevada taxa de Renova&ccedil;&otilde;es de Ar Por Hora (Air Change per Hour – ACH) que chega a ser de 12 para espa&ccedil;os laboratoriais e at&eacute; 20 para biot&eacute;rios, de forma a satisfazer esses objetivos. </strong></p>

<p dir="ltr">No entanto, os sistemas de Ventila&ccedil;&atilde;o Controlada pela Procura (DCV de Demand-Control Ventilation, no original em ingl&ecirc;s) podem ajudar a reduzir as elevadas exig&ecirc;ncias energ&eacute;ticas e os custos operacionais dos sistemas de Aquecimento, Ventila&ccedil;&atilde;o e Ar Condicionado (AVAC) para laborat&oacute;rios, aumentando seletivamente o caudal de renova&ccedil;&atilde;o de ar apenas quando necess&aacute;rio, em eventos cr&iacute;ticos, como o derrame acidental ou a fuga de produtos qu&iacute;micos, em vez de operar os laborat&oacute;rios constantemente com elevadas taxas de renova&ccedil;&atilde;o de ar. Este estudo, com o aux&iacute;lio de simula&ccedil;&otilde;es de din&acirc;mica de fluidos computacional (CFD), avalia o impacto da DCV nas condi&ccedil;&otilde;es ambientais de um laborat&oacute;rio num cen&aacute;rio de derrame acidental.</p>

<p dir="ltr">Os elevados valores de ACH especificados na literatura s&atilde;o, na sua maioria, consensos baseados em abordagens simplistas que envolvem condi&ccedil;&otilde;es ideais de mistura perfeita de contaminantes com o ar insuflado. No entanto, tais condi&ccedil;&otilde;es de mistura instant&acirc;nea perfeita raramente s&atilde;o alcan&ccedil;&aacute;veis, mesmo com os layouts de laborat&oacute;rio mais simples.</p>

<p dir="ltr">Para compensar uma variedade de incertezas, incluindo a mistura imperfeita, t&ecirc;m sido utilizados, tradicionalmente, fatores de seguran&ccedil;a na especifica&ccedil;&atilde;o das taxas de ACH, o que resulta frequentemente na especifica&ccedil;&atilde;o de valores elevados. Uma vez que as instala&ccedil;&otilde;es s&atilde;o concebidas para tais condi&ccedil;&otilde;es, muitas vezes continuam a operar com esses valores elevados de ACH, o que acarreta um elevado consumo de energia, elevadas emiss&otilde;es de carbono e elevados custos operacionais.</p>

<p dir="ltr">De acordo com a norma ANSI/ASSP Z9.5-2002, Laboratory Ventilation, a taxa m&iacute;nima de ventila&ccedil;&atilde;o recomendada deve ser baseada na procura de ventila&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para satisfazer as necessidades dos ocupantes e &eacute; determinada em fun&ccedil;&atilde;o da perigosidade atrav&eacute;s de uma an&aacute;lise de riscos. Esta norma refere ainda que "tanto o valor do caudal de ar de renova&ccedil;&atilde;o como os padr&otilde;es de escoamento resultantes nos espa&ccedil;os devem ser considerados ao avaliar a efic&aacute;cia da dilui&ccedil;&atilde;o e da remo&ccedil;&atilde;o de contaminantes." Embora as elevadas taxas de renova&ccedil;&atilde;o de ar possam reduzir a concentra&ccedil;&atilde;o global de contaminantes, pode n&atilde;o ser necess&aacute;rio operar continuamente os laborat&oacute;rios com um caudal elevado. Estudos de v&aacute;rios laborat&oacute;rios mostraram que o n&uacute;mero de eventos em que a concentra&ccedil;&atilde;o de contaminantes excedeu os valores limite m&iacute;nimos e exigiu mais do que o caudal de ar m&iacute;nimo de dilui&ccedil;&atilde;o foi de cerca de 1 % a 2 %.4 Em situa&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas, como no caso de, um derrame acidental, &eacute; importante controlar a propaga&ccedil;&atilde;o de contaminantes presentes no ambiente laboratorial para reduzir a concentra&ccedil;&atilde;o de poluentes para n&iacute;veis aceit&aacute;veis, especialmente na “zona de respira&ccedil;&atilde;o” dos ocupantes – Breathing Zone (BZ), no original. Nestas condi&ccedil;&otilde;es, torna-se essencial aumentar a taxa ACH para al&eacute;m dos valores normais de funcionamento.</p>

<h2 dir="ltr">O papel de ACH</h2>

<p dir="ltr">O ACH &eacute; definido como o quociente entre o caudal total de ar insuflado no espa&ccedil;o e o volume do pr&oacute;prio espa&ccedil;o. No entanto, no que respeita &agrave; dilui&ccedil;&atilde;o de contaminantes, &eacute; apenas o caudal de ar novo (ou ar limpo efetivamente introduzido no espa&ccedil;o) que determina a efic&aacute;cia dessa dilui&ccedil;&atilde;o. A componente relativa ao volume s&oacute; se torna relevante quando a taxa de purga (remo&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida) &eacute; cr&iacute;tica, como no caso de um derrame acidental. Assim, nas condi&ccedil;&otilde;es normais de opera&ccedil;&atilde;o, em que o objetivo principal &eacute; a dilui&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua dos contaminantes, o caudal de ar novo constitui uma m&eacute;trica mais adequada do que o ACH. O ACH apenas ganha relev&acirc;ncia em cen&aacute;rios de emerg&ecirc;ncia, quando &eacute; necess&aacute;rio remover rapidamente o contaminante acumulado no volume da sala.</p>

<p dir="ltr">Tradicionalmente, os caudais de ar de insufla&ccedil;&atilde;o para os espa&ccedil;os laboratoriais s&atilde;o sempre especificados em termos de ACH, independentemente da finalidade da ventila&ccedil;&atilde;o, o que resulta em valores mais elevados da renova&ccedil;&atilde;o de ar, face &agrave;s necessidades efetivas.</p>

<p dir="ltr">As condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;rmicas e ambientais internas nos laborat&oacute;rios s&atilde;o din&acirc;micas, o que sugere n&atilde;o operar os sistemas constantemente com elevada taxa ACH. A ventila&ccedil;&atilde;o controlada pela procura (DCV) envolve a varia&ccedil;&atilde;o dessa taxa, monitorizando as condi&ccedil;&otilde;es internas dos laborat&oacute;rios e modulando os caudais de renova&ccedil;&atilde;o de ar em conformidade. Estes sistemas de DCV geralmente monitorizam as concentra&ccedil;&otilde;es nas condutas de extra&ccedil;&atilde;o/retorno com um conjunto de sensores e fornecem feedback ao sistema de controlo do edif&iacute;cio para aumentar ou diminuir a velocidade do ventilador do sistema de ar condicionado para ajustar os caudais de insufla&ccedil;&atilde;o de ar. Por exemplo, num cen&aacute;rio de derrame acidental, a taxa ACH pode ser aumentada relativamente &agrave; de funcionamento normal para melhorar a dilui&ccedil;&atilde;o e permitir a remo&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida de contaminantes. J&aacute; em condi&ccedil;&otilde;es normais de funcionamento, os laborat&oacute;rios podem operar valores de caudal de ar inferiores aos valores especificados para satisfazer as exig&ecirc;ncias t&eacute;rmicas e de dilui&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o. <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n15-janeiro-marco-2026/" target="_blank">(...)</a></p>

<h6 dir="ltr">Autor <strong>Kishor Khankari, </strong>Membro da ASHRAE<br />
 </h6>

<h5 dir="ltr">Leia o artigo completo na <a href="https://www.avacmagazine.pt/noticias/revista-n15-janeiro-marco-2026/" target="_blank">Avac Maganize nº 15, janeiro/ mar&ccedil;o 2026</a></h5>

<p></p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 11:28:54 GMT</pubDate></item><item><title>Estudantes do ISEL vencem a 1ª edição do Accelerate NextGen</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/estudantes-do-isel-vencem-edicao-do-accelerate-nextgen/</link><guid isPermaLink='false'>2550</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/isel-premio.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Mais de 60 alunos participaram na competi&ccedil;&atilde;o anual da Siemens, desenvolvendo solu&ccedil;&otilde;es nas &aacute;reas da ind&uacute;stria e das infraestruturas. </strong></p>

<p>Os vencedores da primeira edi&ccedil;&atilde;o do Accelerate NextGen foram anunciados no passado dia 28 de maio, durante a final do concurso. A competi&ccedil;&atilde;o promovida pela Siemens resultou da fus&atilde;o do Accelerate Challenge e do Pr&eacute;mio Gera&ccedil;&atilde;o Digital, dividindo-se em duas vertentes: infraestruturas e ind&uacute;stria.</p>

<p>Na primeira categoria, foram distinguidos os estudantes do ISEL Carmona Elias e Samuel Kavimbi, que desenvolveram uma solu&ccedil;&atilde;o de infraestrutura de energia el&eacute;trica para um centro de dados. Na vertente da ind&uacute;stria, a vit&oacute;ria coube igualmente a uma equipa do ISEL, constitu&iacute;da pelas alunas Bianca Concei&ccedil;&atilde;o e Laura Luz, que apresentaram uma solu&ccedil;&atilde;o inteligente de gest&atilde;o t&eacute;rmica para <em>data centers</em>.</p>

<p>A avalia&ccedil;&atilde;o das 10 equipas finalistas esteve a cargo de um j&uacute;ri composto por 14 representantes de empresas parceiras de diversos setores de atividade ligados aos mercados em que a Siemens opera. As equipas vencedoras receberam como pr&eacute;mio um est&aacute;gio remunerado na Siemens e uma viagem a um projeto de refer&ecirc;ncia da empresa em Frankfurt, na Alemanha.</p>

<p>Lan&ccedil;ada em janeiro, a primeira edi&ccedil;&atilde;o da competi&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica desafiou jovens estudantes a desenvolver solu&ccedil;&otilde;es inovadoras para a &aacute;rea dos centros de dados. Na categoria de infraestruturas, o desafio consistiu na cria&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es capazes de garantir uma gest&atilde;o energ&eacute;tica eficiente, respondendo a desafios relacionados com o consumo, a distribui&ccedil;&atilde;o e a utiliza&ccedil;&atilde;o racional da energia.</p>

<p>Na vertente da ind&uacute;stria, os participantes desenvolveram solu&ccedil;&otilde;es inovadoras destinadas a impulsionar a digitaliza&ccedil;&atilde;o e a sustentabilidade da ind&uacute;stria nacional, em &aacute;reas como a ciberseguran&ccedil;a, a otimiza&ccedil;&atilde;o de processos, a an&aacute;lise t&eacute;rmica de infraestruturas cr&iacute;ticas e a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica. </p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 05 Jun 2026 11:48:49 GMT</pubDate></item><item><title>Estudo analisa o papel das condutas de ventilação na propagação da Covid-19</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/papel-das-condutas-de-ventilacao-na-propagacao-covid-19/</link><guid isPermaLink='false'>2549</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: right;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/ventilacao-edifiticos.jpg" style="float: left;" /></p>

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<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO PROMOFOCUS/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>No ver&atilde;o de 2020, surgiu um conjunto de casos de infe&ccedil;&atilde;o num edif&iacute;cio multifamiliar em Espanha, sem que existissem contactos diretos entre os infetados. Uma equipa internacional de investigadores procurou compreender de que forma o surto poder&aacute; ter ocorrido.</strong></p>

<p>A transmiss&atilde;o de infe&ccedil;&otilde;es por via a&eacute;rea foi uma das quest&otilde;es de centrais evidenciadas pela pandemia de Covid-19. Mais de seis anos ap&oacute;s os primeiros casos da doen&ccedil;a, um <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0345041" target="_blank">artigo cient&iacute;fico publicado na revista Plos One</a> por uma equipa multidisciplinar de investigadores dos Estados Unidos, do Canad&aacute; e de Espanha analisa a origem de um surto que envolveu 15 pessoas num edif&iacute;cio multifamiliar, na cidade de Santander. Tendo em conta que os casos surgiram num per&iacute;odo em que a transmiss&atilde;o comunit&aacute;ria era praticamente inexistente, os autores apontam para uma cadeia de transmiss&atilde;o no interior do edif&iacute;cio.</p>

<p>Um dos residentes, que foi o primeiro a identificar a forma&ccedil;&atilde;o do <em>cluster</em>, participou na elabora&ccedil;&atilde;o do estudo, fornecendo observa&ccedil;&otilde;es determinantes. O segundo caso de infe&ccedil;&atilde;o surgiu precisamente no apartamento localizado por cima da primeira habita&ccedil;&atilde;o afetada, num edif&iacute;cio que apresentava uma caracter&iacute;stica particular: as habita&ccedil;&otilde;es dispunham de casas de banho sem janelas e ligadas entre si por condutas de ventila&ccedil;&atilde;o verticais.</p>

<p>Para compreender como o surto poder&aacute; ter ocorrido, a equipa de investiga&ccedil;&atilde;o realizou um estudo abrangente. O trabalho incluiu medi&ccedil;&otilde;es dos fluxos de ar no interior de uma habita&ccedil;&atilde;o-tipo, a utiliza&ccedil;&atilde;o de um modelo simplificado de din&acirc;mica de fluidos computacional (CFD) e simula&ccedil;&otilde;es tridimensionais dos fluxos de ar entre diferentes zonas do edif&iacute;cio, com o objetivo de avaliar a desloca&ccedil;&atilde;o de aeross&oacute;is entre habita&ccedil;&otilde;es.</p>

<p>Neste contexto, o estudo identificou as condutas verticais de ventila&ccedil;&atilde;o das casas de banho como a via mais prov&aacute;vel de transmiss&atilde;o da Covid-19 entre as diferentes habita&ccedil;&otilde;es, apesar dos baixos n&iacute;veis de transmiss&atilde;o comunit&aacute;ria registados na cidade. As casas com grelhas de exaust&atilde;o obstru&iacute;das ou equipadas com sistemas de extra&ccedil;&atilde;o individuais n&atilde;o foram afetadas, tal como aquelas que n&atilde;o partilhavam as mesmas condutas de ventila&ccedil;&atilde;o. Em conclus&atilde;o, os resultados refor&ccedil;am a ideia de que o funcionamento dos exaustores de cozinha ou dos ventiladores das casas de banho pode influenciar significativamente o transporte de aeross&oacute;is potencialmente infeciosos, introduzindo variabilidade nos padr&otilde;es de transmiss&atilde;o a&eacute;rea de agentes patog&eacute;nicos.  </p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:11:12 GMT</pubDate></item><item><title>ADENE avalia implementação de medidas de transição energética na indústria</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/adene-valia-medidas-de-transicao-energetica-na-industria/</link><guid isPermaLink='false'>2548</guid><description><![CDATA[<p></p>

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<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/transicao-energetica.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO SUWIT_LUANGPIPATSORN/ PIXABAY</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>O relat&oacute;rio destaca que as empresas est&atilde;o a implementar solu&ccedil;&otilde;es para aumentar a sua efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, apesar de continuarem a enfrentar barreiras financeiras e escassez de m&atilde;o de obra qualificada.</strong></p>

<p>Como se traduz a transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica nas empresas industriais em Portugal? <a href="https://www.adene.pt/wp-content/uploads/2026/05/Inquerito-Nacional-a-Industria.pdf?utm_source=e-goi&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=ADENE%20News%20maio%20-%20Indústria%20verde%20e%20mineração%20responsável&amp;utm_campaign=Mailing%20List%20ADENE&amp;eg_sub=fe43baa5a7&amp;eg_cam=9d7a76163d9b34fc824f0f76fcf6de2f&amp;eg_list=1" target="_blank">O relat&oacute;rio “Roteiro da Ind&uacute;stria – Da teoria &agrave; efici&ecirc;ncia, junto da ind&uacute;stria nacional”, da Ag&ecirc;ncia para a Energia (ADENE)</a>, procurou responder a esta quest&atilde;o, reunindo as respostas de 168 empresas de diferentes setores e dimens&otilde;es, distribu&iacute;das pelo territ&oacute;rio nacional.</p>

<p>Com a maioria das empresas a implementar medidas de efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, renova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica ou produ&ccedil;&atilde;o de energia para autoconsumo, a ind&uacute;stria portuguesa parece j&aacute; ter iniciado o seu percurso da descarboniza&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, cerca de 62 % das empresas disp&otilde;em de certifica&ccedil;&otilde;es de gest&atilde;o ambiental ou energ&eacute;tica, o que demonstra a ado&ccedil;&atilde;o de abordagens estruturadas.</p>

<p>Embora esta realidade ainda n&atilde;o seja observada na maioria das empresas inquiridas, para algumas delas a transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica passa tamb&eacute;m pela substitui&ccedil;&atilde;o progressiva dos sistemas de aquecimento a g&aacute;s por fornos el&eacute;tricos de alta efici&ecirc;ncia, combinados com sistemas de controlo digital, destaca o relat&oacute;rio. A eletrifica&ccedil;&atilde;o destes processos permite reduzir as emiss&otilde;es diretas, refor&ccedil;ar a estabilidade t&eacute;rmica e o controlo dos par&acirc;metros operacionais, aumentar a competitividade das empresas e, no futuro, integrar energia renov&aacute;vel produzida localmente.</p>

<p>A ADENE destaca igualmente o impacto positivo da recupera&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o do calor residual atrav&eacute;s de permutadores. O calor recuperado pode ser utilizado para pr&eacute;-aquecer mat&eacute;rias-primas, alimentar circuitos de &aacute;gua quente, e reduzir a carga t&eacute;rmica de outros equipamentos. Como resultado, &eacute; poss&iacute;vel diminuir o consumo de combust&iacute;veis f&oacute;sseis e os custos energ&eacute;ticos, sem comprometer o processo produtivo.</p>

<p>Outro exemplo destacado no documento &eacute; o de uma empresa que modernizou o seu sistema de arrefecimento atrav&eacute;s da instala&ccedil;&atilde;o de <em>chillers</em> de alta efici&ecirc;ncia, de forma a responder de modo mais sustent&aacute;vel &agrave;s suas elevadas necessidades de refrigera&ccedil;&atilde;o. A solu&ccedil;&atilde;o inclui ainda o controlo inteligente de cargas e temperaturas, a utiliza&ccedil;&atilde;o de torres de ar seco para eliminar o consumo de &aacute;gua e a monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua em tempo real. O resultado foi uma redu&ccedil;&atilde;o significativa do consumo energ&eacute;tico e h&iacute;drico, acompanhada por uma maior fiabilidade operacional.</p>

<p>A ind&uacute;stria nacional continua, no entanto, a enfrentar diversos obst&aacute;culos &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o de medidas de efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica. Entre as principais limita&ccedil;&otilde;es encontram-se a reduzida capacidade de investimento, a escassez de recursos humanos especializados, o desconhecimento t&eacute;cnico e a dificuldade e identificar e avaliar solu&ccedil;&otilde;es e incentivos p&uacute;blicos. Para a ADENE, estas barreiras explicam o ritmo ainda gradual da ado&ccedil;&atilde;o de medidas como a eletrifica&ccedil;&atilde;o de processos t&eacute;rmicos, a integra&ccedil;&atilde;o de energias renov&aacute;veis t&eacute;rmicas e a digitaliza&ccedil;&atilde;o.</p>

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 ]]></description><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:24:20 GMT</pubDate></item><item><title>EHPA analisa as vendas de bombas de calor no 1º trimestre de 2026</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/vendas-bombas-de-calor-1-trimestre/</link><guid isPermaLink='false'>2547</guid><description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/bombas-calor-vendas.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO VIKTOR-LOTAREV/ UNSPLASH</span></p>

<p><strong>Face &agrave; subida dos pre&ccedil;os da energia desde o in&iacute;cio do ano, a EHPA detalha os resultados do mercado europeu das bombas de calor. </strong></p>

<p>Os efeitos da crise geopol&iacute;tica no M&eacute;dio Oriente n&atilde;o tardaram a fazer-se sentir na Europa. Os pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis continuam a subir desde o in&iacute;cio de mar&ccedil;o de 2026, devido ao bloqueio do estreito de Ormuz. A Associa&ccedil;&atilde;o Europeia das Bombas de Calor (EHPA) observa tamb&eacute;m um impacto no mercado europeu destes equipamentos, <a href="https://ehpa.org/news-and-resources/press-releases/energy-crisis-sees-rise-in-heat-pump-sales/" target="_blank">que analisou num dos seus mais recentes comunicados.</a></p>

<p>As vendas de bombas de calor aumentaram em m&eacute;dia 25 % em Fran&ccedil;a, na Alemanha e na Pol&oacute;nia, no primeiro trimestre de 2026. No mesmo per&iacute;odo, a &Aacute;ustria registou, no entanto, uma queda de 30 % na procura, em compara&ccedil;&atilde;o com o primeiro trimestre de 2025. A EHPA explica esta diferen&ccedil;a significativa pela aus&ecirc;ncia de programas de apoio &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o destes equipamentos na &Aacute;ustria.</p>

<p>No total, cerca de 575 000 unidades foram vendidas em onze pa&iacute;ses europeus entre janeiro e mar&ccedil;o de 2026, afirma a associa&ccedil;&atilde;o, o que representa um crescimento de 17 % face ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior.</p>

<p>Os dados recolhidos pela associa&ccedil;&atilde;o destacam, no entanto, sobretudo a forma como diferentes fatores externos influenciam a evolu&ccedil;&atilde;o do mercado das bombas de calor. Os pre&ccedil;os da energia, os subs&iacute;dios dispon&iacute;veis, os sistemas de tributa&ccedil;&atilde;o, as pol&iacute;ticas energ&eacute;ticas adotadas pelos respetivos Estados, a eventual acumula&ccedil;&atilde;o de equipamentos pelos pa&iacute;ses e o receio de inseguran&ccedil;a energ&eacute;tica fazem parte dos elementos que podem impactar as vendas.</p>

<p>Para Paul Kenny, diretor-geral da EHPA, “os consumidores perceberam que as bombas de calor s&atilde;o a solu&ccedil;&atilde;o quando o pre&ccedil;o e o abastecimento de g&aacute;s e petr&oacute;leo s&atilde;o inst&aacute;veis.” Neste contexto, explique em comunicado que a Comiss&atilde;o Europeia definiu “medidas importantes para ajudar os consumidores a adquirir uma bomba de calor no &acirc;mbito do seu plano para a crise energ&eacute;tica”. Este inclui as redu&ccedil;&otilde;es do IVA e de impostos, como tamb&eacute;m o apoio ao leasing social para os agregados familiares com menos recursos.</p>
 ]]></description><pubDate>Fri, 29 May 2026 09:11:11 GMT</pubDate></item><item><title>Conferência em Frankfurt abordou o comércio ilegal de F-Gases</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/conferencia-abordou-o-comercio-ilegal-de-f-gases/</link><guid isPermaLink='false'>2546</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/frankefurt-gases.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">D.R.</span></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Enquanto o tr&aacute;fico de gases fluorados na Europa tem vindo a aumentar, a Alemanha procura combater a venda ilegal dessas subst&acirc;ncias.</strong></p>

<p>No dia 30 de abril de 2026, a Universidade Goethe em Frankfurt na Alemanha acolheu uma <a href="https://www.uni-frankfurt.de/en/newsroom/meldungen/webexklusiv/organisierte-klimakriminalitaet-und-den-illegalen-handel-mit-f-gasen-entschlossen-bekaempfen" target="_blank">confer&ecirc;ncia sobre falhas na prote&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica.</a> O evento, organizado em parceria com o Minist&eacute;rio da Agricultura e do Ambiente alem&atilde;o, abordou entre outros temas a quest&atilde;o do com&eacute;rcio ilegal de gases refrigerantes.</p>

<p>Embora o mercado legal dos chamados F-Gases tenha diminu&iacute;do ao abrigo da regulamenta&ccedil;&atilde;o europeia, estima-se que as importa&ccedil;&otilde;es ilegais representem atualmente entre 40 % e 50 % do volume total do mercado europeu. Segundo os especialistas presentes na confer&ecirc;ncia, as elevadas margens de lucro – compar&aacute;veis, em alguns casos, &agrave;s associadas ao tr&aacute;fico de droga – t&ecirc;m alimentado um mercado negro internacional organizado. As cadeias de abastecimento globais e as sofisticadas estruturas de distribui&ccedil;&atilde;o em toda a Europa apontam para o papel crescente das redes de criminalidade organizada associadas aos crimes ambientais.</p>

<p>Os especialistas e oradores convidados destacaram a import&acirc;ncia da coopera&ccedil;&atilde;o entre as diferentes autoridades envolvidas, com vista &agrave; prote&ccedil;&atilde;o das empresas que podem sofrer danos significativos devido &agrave; interfer&ecirc;ncia de atividades criminais nos mercados. Ingmar Jung, ministro regional do Ambiente, afirmou que a estado de Hessen tem vindo a testar novas medidas de controlo, assentes numa coopera&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;ada entre a pol&iacute;cia, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico e autoridades ambientais, cujos resultados ser&atilde;o debatidos no &acirc;mbito da pr&oacute;xima Confer&ecirc;ncia dos Ministros do Ambiente.</p>

<p></p>
 ]]></description><pubDate>Thu, 28 May 2026 16:06:20 GMT</pubDate></item><item><title>Como os equipamentos de climatização se destacam, segundo a Samsung</title><link>https://www.avacmagazine.pt/noticias/como-os-equipamentos-de-climatizacao-se-destacam/</link><guid isPermaLink='false'>2545</guid><description><![CDATA[<p></p>

<p style="text-align: center;"><img alt="" src="https://www.avacmagazine.pt/userfiles/images/blog/posts/climatizacao-samsung.jpg" /></p>

<p style="text-align: right;"><span style="font-size:9px;">FOTO SITE SAMSUNG</span></p>

<p style="text-align: right;"></p>

<p>Christina Genet</p>

<p><strong>Os profissionais do AVAC devem, hoje em dia, desenvolver solu&ccedil;&otilde;es capazes de garantir o conforto t&eacute;rmico e uma gest&atilde;o adaptada &agrave;s necessidades dos utilizadores.</strong></p>

<p>Muitas vezes associados apenas ao controlo da temperatura, os equipamentos de ar condicionado apresentam hoje muitas outras funcionalidades. Em comunicado, a Samsung Climate Solutions detalha as caracter&iacute;sticas diferenciadoras das atuais solu&ccedil;&otilde;es AVAC, atrav&eacute;s da apresenta&ccedil;&atilde;o do seu portef&oacute;lio.     </p>

<p>Para a marca, o conforto representa um pilar essencial da experi&ecirc;ncia dos utilizadores de produtos de climatiza&ccedil;&atilde;o. Neste contexto, desenvolveu a tecnologia WindFree™, que permite manter a temperatura est&aacute;vel, reduzindo a sensa&ccedil;&atilde;o de correntes de ar diretas.</p>

<p>A maioria dos equipamentos recentes disp&otilde;e tamb&eacute;m de conectividade. Entre as solu&ccedil;&otilde;es da Samsung, esta traduz-se na integra&ccedil;&atilde;o de plataformas como b.IoT e SmartThings Pro, que permitem ligar, monitorizar e gerir sistemas de ar condicionado em tempo real e de forma remoto.</p>

<p>Por outro lado, os sistemas devem adaptar-se aos diferentes espa&ccedil;os de utiliza&ccedil;&atilde;o e &agrave;s necessidades dos utilizadores. Na pr&aacute;tica, seja atrav&eacute;s de unidades individuais, sistemas m&uacute;ltiplos ou solu&ccedil;&otilde;es de maior escala para edif&iacute;cios comerciais, as possibilidades de controlo dos produtos facilitam essa adapta&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Numa altura em que a polui&ccedil;&atilde;o do ar &eacute; cada vez mais abordada no debate p&uacute;blico, a quest&atilde;o da qualidade do ar interior torna-se essencial para equipamentos AVAC. Para tal, a Samsung integrou em v&aacute;rios modelos filtros avan&ccedil;ados, como o Filtro 4 em 1 (PM2.5) ou o Filtro PM1.0, concebidos para ajudar a reter part&iacute;culas como p&oacute;, alerg&eacute;nios e determinadas bact&eacute;rias e v&iacute;rus.</p>

<p>Por fim, as empresas de AVAC podem diferenciar-se pela fiabilidade junto de parceiros profissionais, como empresas instaladoras, projetistas, arquitetos e profissionais da constru&ccedil;&atilde;o, que procurem solu&ccedil;&otilde;es de climatiza&ccedil;&atilde;o adaptadas.</p>
 ]]></description><pubDate>Wed, 27 May 2026 11:24:28 GMT</pubDate></item></channel></rss>