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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>“Era uma vez, numa meia-noite sombria…”: O cinema clandestino de Pere Portabella no final do Franquismo</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/era-uma-vez-numa-meia-noite-sombria-o-cinema-clandestino-de-pere-portabella-no-final-do-fran</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;O ciclo The Ongoing Seminar, organizado pelo Doc’s Kingdom em Lisboa ao longo do ano, recebe Pablo La Parra Pérez (Filmoteca de Catalunya) por ocasião do centenário do cineasta catalão Pere Portabella, nos dias 3 e 4 de Setembro, na Faculdade de Belas Artes de&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do franquismo &lt;strong&gt;Pere&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Portabella&lt;/strong&gt; alternou entre o cinema underground e a participação ativa na oposição antifranquista e deixou para trás um conjunto de filmes que desafiam a categorização: nos quais a crítica feroz ao regime coexiste com uma requintada experimentação formal em torno das possibilidades expressivas e políticas do cinema.&lt;br /&gt;O diretor da Filmoteca da Catalunha,&lt;strong&gt; Pablo La Parra Pérez,&lt;/strong&gt; irá falar da obra clandestina de Portabella, apresentando dois filmes (&lt;em&gt;El sopar&lt;/em&gt; [versão de 1974] (1974, 60’) e &lt;em&gt;Umbracle&lt;/em&gt; (1972, 85’)) e vários materiais de arquivo do espólio do realizador recentemente depositados na Filmoteca da Catalunha.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Este programa insere-se no programa internacional do centenário de Pere Portabella, &lt;a href="https://www.accionportabella.es/en/" target="_blank"&gt;Acció Portabella.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Mais informações sobre os dois dias de sessões em anexo e &lt;a href="https://docskingdom.org/noticias/the-ongoing-seminar-04/" target="_blank"&gt;no website&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dk26_pere_portabella_final_fbaul.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema">cinema</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;O ciclo The Ongoing Seminar, organizado pelo Doc’s Kingdom em Lisboa ao longo do ano, recebe Pablo La Parra Pérez (Filmoteca de Catalunya) por ocasião do centenário do cineasta catalão Pere Portabella, nos dias 3 e 4 de Setembro, na Faculdade de Belas Artes de&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do franquismo &lt;strong&gt;Pere&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Portabella&lt;/strong&gt; alternou entre o cinema underground e a participação ativa na oposição antifranquista e deixou para trás um conjunto de filmes que desafiam a categorização: nos quais a crítica feroz ao regime coexiste com uma requintada experimentação formal em torno das possibilidades expressivas e políticas do cinema.&lt;br /&gt;O diretor da Filmoteca da Catalunha,&lt;strong&gt; Pablo La Parra Pérez,&lt;/strong&gt; irá falar da obra clandestina de Portabella, apresentando dois filmes (&lt;em&gt;El sopar&lt;/em&gt; [versão de 1974] (1974, 60’) e &lt;em&gt;Umbracle&lt;/em&gt; (1972, 85’)) e vários materiais de arquivo do espólio do realizador recentemente depositados na Filmoteca da Catalunha.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Este programa insere-se no programa internacional do centenário de Pere Portabella, &lt;a href="https://www.accionportabella.es/en/" target="_blank"&gt;Acció Portabella.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Mais informações sobre os dois dias de sessões em anexo e &lt;a href="https://docskingdom.org/noticias/the-ongoing-seminar-04/" target="_blank"&gt;no website&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dk26_pere_portabella_final_fbaul.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:58:10 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11067 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Fred Moten na Dentu Zona, </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/fred-moten-na-dentu-zona</link>
 <description>&lt;p&gt;É com enorme alegria que, no dia 2 de agosto, às 13h, recebemos Fred Moten na Dentu Zona, na Cova da Moura, para uma conversa com p.feijó em torno da sua obra e, em particular, d’OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, livro recentemente publicado pela Maio Maio e pelas Edições da Snob. &lt;br /&gt;O trabalho de Fred Moten circula entre a poesia, o estudo da Tradição Radical Negra, a história da música e a Teoria Crítica. Escreveu uma vasta obra de poesia e Teoria Crítica e, com Stefano Harney, OS SUBCOMUNS e TUDO INCOMPLETO.&lt;br /&gt;p.feijó é a editora convidada d’OS SUBCOMUNS, tendo contribuído com um texto introdutório e participado em todo o processo de edição deste livro. É também escritora, investigadora e&amp;nbsp;militante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/749629579_1338966058363366_2858899722898993265_n.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fred-moten">Fred Moten</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/subcomuns">subcomuns</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;É com enorme alegria que, no dia 2 de agosto, às 13h, recebemos Fred Moten na Dentu Zona, na Cova da Moura, para uma conversa com p.feijó em torno da sua obra e, em particular, d’OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, livro recentemente publicado pela Maio Maio e pelas Edições da Snob. &lt;br /&gt;O trabalho de Fred Moten circula entre a poesia, o estudo da Tradição Radical Negra, a história da música e a Teoria Crítica. Escreveu uma vasta obra de poesia e Teoria Crítica e, com Stefano Harney, OS SUBCOMUNS e TUDO INCOMPLETO.&lt;br /&gt;p.feijó é a editora convidada d’OS SUBCOMUNS, tendo contribuído com um texto introdutório e participado em todo o processo de edição deste livro. É também escritora, investigadora e&amp;nbsp;militante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/749629579_1338966058363366_2858899722898993265_n.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:52:44 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Cortejo, a primeira exposição individual de Anthony Mazza </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/cortejo-a-primeira-exposicao-individual-de-anthony-mazza</link>
 <description>&lt;p&gt;A Kolibri Gallery tem o prazer de apresentar &lt;em&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/cortejo/" target="_blank"&gt;Cortejo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a primeira exposição individual de &lt;a href="https://kolibri.gallery/artist/anthony-mazza/" target="_blank"&gt;Anthony Mazza&lt;/a&gt; na Europa. Com abertura na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, às 18h00, a exposição reúne dez pinturas de pequeno formato, realizadas em óleo sobre linho e em óleo e cera de abelha sobre tela. &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; ficará patente na Kolibri Gallery, em Lisboa, até 28 de agosto de&amp;nbsp;2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt;, Mazza trata a pintura como um campo temporal em camadas. As obras não pretendem apresentar a paisagem como descrição direta ou cenário fixo. Em vez disso, constroem imagens nas quais o lugar surge através de vestígios, intervalos e recordações parciais. Horizontes, água, campos escuros, fragmentos arquitetónicos e formas suspensas são mantidos em composições reduzidas, permitindo que cada pintura permaneça entre o aparecimento e a&amp;nbsp;dissolução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; refere-se a uma procissão silenciosa. Ao longo da exposição, as pinturas parecem mover-se em relação umas às outras, transportando ecos entre imagem, superfície e memória. A sua pequena escala concentra esse movimento. As obras pedem uma atenção próxima a subtis variações de tom, densidade material e suspensão espacial, em vez de se expandirem em vistas&amp;nbsp;panorâmicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso de óleo, linho, tela e cera de abelha por Mazza reforça esta condição de instabilidade. Em várias obras, a cera confere à superfície uma profundidade tátil e contida, enquanto a trama visível do linho mantém a imagem materialmente aberta. A paisagem torna-se menos um tema do que um lugar de passagem: um espaço onde luz, matéria e recordação permanecem por&amp;nbsp;resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentada em Lisboa, &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; marca um momento importante na trajetória do artista como a sua primeira exposição individual na Europa. A exposição posiciona a prática pictórica recente de Mazza através de um corpo compacto de obras íntimas na escala, mas conceptualmente precisas, reunindo questões de lugar, memória, superfície e suspensão&amp;nbsp;temporal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evento de Abertura&lt;br /&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/opening-reception-cortejo/" target="_blank"&gt;Receção de abertura&lt;/a&gt;: quarta-feira, 5 de agosto de 2026, 18h00&lt;br /&gt;Kolibri Gallery: Rua Passos Manuel 64A, 1150-260 Lisboa,&amp;nbsp;Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Datas da Exposição&lt;br /&gt;5-28 de agosto de&amp;nbsp;2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obras&lt;br /&gt;Dez pinturas de pequeno formato&lt;br /&gt;Óleo sobre linho; óleo e cera de abelha sobre&amp;nbsp;tela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/lume-ii-mazza.jpg" alt="" width="590" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/anthony-mazza">Anthony Mazza</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A Kolibri Gallery tem o prazer de apresentar &lt;em&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/cortejo/" target="_blank"&gt;Cortejo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a primeira exposição individual de &lt;a href="https://kolibri.gallery/artist/anthony-mazza/" target="_blank"&gt;Anthony Mazza&lt;/a&gt; na Europa. Com abertura na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, às 18h00, a exposição reúne dez pinturas de pequeno formato, realizadas em óleo sobre linho e em óleo e cera de abelha sobre tela. &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; ficará patente na Kolibri Gallery, em Lisboa, até 28 de agosto de&amp;nbsp;2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt;, Mazza trata a pintura como um campo temporal em camadas. As obras não pretendem apresentar a paisagem como descrição direta ou cenário fixo. Em vez disso, constroem imagens nas quais o lugar surge através de vestígios, intervalos e recordações parciais. Horizontes, água, campos escuros, fragmentos arquitetónicos e formas suspensas são mantidos em composições reduzidas, permitindo que cada pintura permaneça entre o aparecimento e a&amp;nbsp;dissolução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; refere-se a uma procissão silenciosa. Ao longo da exposição, as pinturas parecem mover-se em relação umas às outras, transportando ecos entre imagem, superfície e memória. A sua pequena escala concentra esse movimento. As obras pedem uma atenção próxima a subtis variações de tom, densidade material e suspensão espacial, em vez de se expandirem em vistas&amp;nbsp;panorâmicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso de óleo, linho, tela e cera de abelha por Mazza reforça esta condição de instabilidade. Em várias obras, a cera confere à superfície uma profundidade tátil e contida, enquanto a trama visível do linho mantém a imagem materialmente aberta. A paisagem torna-se menos um tema do que um lugar de passagem: um espaço onde luz, matéria e recordação permanecem por&amp;nbsp;resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentada em Lisboa, &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; marca um momento importante na trajetória do artista como a sua primeira exposição individual na Europa. A exposição posiciona a prática pictórica recente de Mazza através de um corpo compacto de obras íntimas na escala, mas conceptualmente precisas, reunindo questões de lugar, memória, superfície e suspensão&amp;nbsp;temporal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evento de Abertura&lt;br /&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/opening-reception-cortejo/" target="_blank"&gt;Receção de abertura&lt;/a&gt;: quarta-feira, 5 de agosto de 2026, 18h00&lt;br /&gt;Kolibri Gallery: Rua Passos Manuel 64A, 1150-260 Lisboa,&amp;nbsp;Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Datas da Exposição&lt;br /&gt;5-28 de agosto de&amp;nbsp;2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obras&lt;br /&gt;Dez pinturas de pequeno formato&lt;br /&gt;Óleo sobre linho; óleo e cera de abelha sobre&amp;nbsp;tela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/lume-ii-mazza.jpg" alt="" width="590" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:53:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11063 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>vítimas na Europa do tráfico transatlântico</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/vitimas-na-europa-do-trafico-transatlantico</link>
 <description>&lt;p&gt;Resultados recentes da investigação sobre as primeiras vítimas conhecidas na Europa do tráfico transatlântico de escravizados (Valle da Gafaria)&lt;br /&gt;Sábado, 25 de julho, às 17h (MUNHAC)&lt;br /&gt;No Valle da Gafaria, em Lagos, Portugal, os arqueólogos descobriram os restos mortais de 158 africanos escravizados. Este continua a ser o mais antigo e o maior sítio de enterramento associado ao tráfico atlântico de escravos na Europa.&lt;br /&gt;Ao sintetizar as evidências resultantes de múltiplas análises isotópicas, esta apresentação explora a origem destas pessoas, reconstrói as suas histórias de vida e revela novos conhecimentos sobre mobilidade, deslocação e experiências humanas durante as primeiras fases do tráfico transatlântico de escravos.&lt;br /&gt;Com: Dra. Vicky M. Oelze (Professora Associada no Departamento de Antropologia da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, EUA)&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Sessão em Inglês. PowerPoint em português.&lt;br /&gt;Participação livre, limitada à lotação da sala.&lt;br /&gt;Museu Nacional de História Natural e da Ciência&amp;nbsp;(MUHNAC).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-23_at_11.34.48.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/escravatura">escravatura</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Resultados recentes da investigação sobre as primeiras vítimas conhecidas na Europa do tráfico transatlântico de escravizados (Valle da Gafaria)&lt;br /&gt;Sábado, 25 de julho, às 17h (MUNHAC)&lt;br /&gt;No Valle da Gafaria, em Lagos, Portugal, os arqueólogos descobriram os restos mortais de 158 africanos escravizados. Este continua a ser o mais antigo e o maior sítio de enterramento associado ao tráfico atlântico de escravos na Europa.&lt;br /&gt;Ao sintetizar as evidências resultantes de múltiplas análises isotópicas, esta apresentação explora a origem destas pessoas, reconstrói as suas histórias de vida e revela novos conhecimentos sobre mobilidade, deslocação e experiências humanas durante as primeiras fases do tráfico transatlântico de escravos.&lt;br /&gt;Com: Dra. Vicky M. Oelze (Professora Associada no Departamento de Antropologia da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, EUA)&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Sessão em Inglês. PowerPoint em português.&lt;br /&gt;Participação livre, limitada à lotação da sala.&lt;br /&gt;Museu Nacional de História Natural e da Ciência&amp;nbsp;(MUHNAC).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-23_at_11.34.48.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:09:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11059 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>"Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global", de Paulo Ramalho</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/bijagos-uma-viagem-ao-sul-global-de-paulo-ramalho</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;18 de julho de 2026 | 17h00 | Bar Flor do Tejo | Cais de Vila Franca de&amp;nbsp;Xira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global, de &lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;, pertence à rara categoria das obras que recusam o conforto da literatura de viagem para se transformarem numa interrogação sobre o mundo e sobre nós&amp;nbsp;próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Antropólogo de formação, escritor por necessidade e viajante por inquietação, Paulo Ramalho conhece profundamente a Guiné-Bissau e o arquipélago dos Bijagós, um dos últimos territórios africanos onde a memória ancestral, os rituais, a natureza e a resistência cultural permanecem vivos perante a crescente uniformização do planeta. O seu olhar não é o do turista nem o do repórter ocasional. É o de quem sabe que um povo nunca se descreve apenas pela paisagem, mas pela forma como enfrenta o tempo, a morte, a comunidade e o&amp;nbsp;sagrado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Neste livro, os Bijagós deixam de ser apenas um arquipélago perdido no Atlântico para se tornarem uma metáfora do nosso tempo. A viagem conduz o leitor para lá da geografia, confrontando-o com as grandes questões do século XXI: o esgotamento do modelo ocidental, a crise ecológica, a desigualdade entre Norte e Sul, o legado do colonialismo e a procura de outras formas de habitar o&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A literatura da Guiné-Bissau ensinou-nos, através de vozes como Abdulai Sila, Tony Tcheka ou Filinto de Barros, que a identidade nasce do diálogo permanente entre memória e futuro. É nesse território de fronteira que Paulo Ramalho inscreve a sua escrita. Sem exotismos nem paternalismos, aproxima-se dos Bijagós com o respeito de quem escuta antes de interpretar, oferecendo ao leitor uma narrativa onde a antropologia e a literatura se cruzam para revelar uma realidade simultaneamente bela, complexa e profundamente&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global não oferece respostas fáceis. Pelo contrário, devolve-nos perguntas que preferimos adiar. Que significa viajar quando o mundo parece caminhar para o colapso? O que procuramos no outro que não sejamos capazes de reconhecer em nós? Será o Sul Global apenas uma geografia ou poderá ser também um lugar de resistência, de aprendizagem e de&amp;nbsp;esperança?&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Mais do que apresentar um livro, esta sessão propõe um encontro entre leitores, viajantes e todos aqueles que acreditam que a literatura continua a ser um dos poucos lugares onde ainda é possível compreender a complexidade do&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;No dia &lt;strong&gt;18 de julho, às 17 horas&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;Vila Franca de Xira&lt;/strong&gt;, junto à marina, será palco desta conversa. Um espaço de proximidade para ouvir o autor, descobrir as histórias que deram origem ao livro e participar num diálogo sobre a viagem, a cultura, a Guiné-Bissau e os desafios do nosso&amp;nbsp;tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Porque há viagens que terminam quando regressamos a&amp;nbsp;casa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;E há livros que só começam verdadeiramente quando fechamos a última&amp;nbsp;página.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Lançamento de Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de julho de 2026 | 17h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo –&amp;nbsp; Cais de Vila Franca de Xira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/bijagos_lancamento_autor_e_livro.png" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/bijagos">Bijagós</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;18 de julho de 2026 | 17h00 | Bar Flor do Tejo | Cais de Vila Franca de&amp;nbsp;Xira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global, de &lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;, pertence à rara categoria das obras que recusam o conforto da literatura de viagem para se transformarem numa interrogação sobre o mundo e sobre nós&amp;nbsp;próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Antropólogo de formação, escritor por necessidade e viajante por inquietação, Paulo Ramalho conhece profundamente a Guiné-Bissau e o arquipélago dos Bijagós, um dos últimos territórios africanos onde a memória ancestral, os rituais, a natureza e a resistência cultural permanecem vivos perante a crescente uniformização do planeta. O seu olhar não é o do turista nem o do repórter ocasional. É o de quem sabe que um povo nunca se descreve apenas pela paisagem, mas pela forma como enfrenta o tempo, a morte, a comunidade e o&amp;nbsp;sagrado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Neste livro, os Bijagós deixam de ser apenas um arquipélago perdido no Atlântico para se tornarem uma metáfora do nosso tempo. A viagem conduz o leitor para lá da geografia, confrontando-o com as grandes questões do século XXI: o esgotamento do modelo ocidental, a crise ecológica, a desigualdade entre Norte e Sul, o legado do colonialismo e a procura de outras formas de habitar o&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A literatura da Guiné-Bissau ensinou-nos, através de vozes como Abdulai Sila, Tony Tcheka ou Filinto de Barros, que a identidade nasce do diálogo permanente entre memória e futuro. É nesse território de fronteira que Paulo Ramalho inscreve a sua escrita. Sem exotismos nem paternalismos, aproxima-se dos Bijagós com o respeito de quem escuta antes de interpretar, oferecendo ao leitor uma narrativa onde a antropologia e a literatura se cruzam para revelar uma realidade simultaneamente bela, complexa e profundamente&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global não oferece respostas fáceis. Pelo contrário, devolve-nos perguntas que preferimos adiar. Que significa viajar quando o mundo parece caminhar para o colapso? O que procuramos no outro que não sejamos capazes de reconhecer em nós? Será o Sul Global apenas uma geografia ou poderá ser também um lugar de resistência, de aprendizagem e de&amp;nbsp;esperança?&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Mais do que apresentar um livro, esta sessão propõe um encontro entre leitores, viajantes e todos aqueles que acreditam que a literatura continua a ser um dos poucos lugares onde ainda é possível compreender a complexidade do&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;No dia &lt;strong&gt;18 de julho, às 17 horas&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;Vila Franca de Xira&lt;/strong&gt;, junto à marina, será palco desta conversa. Um espaço de proximidade para ouvir o autor, descobrir as histórias que deram origem ao livro e participar num diálogo sobre a viagem, a cultura, a Guiné-Bissau e os desafios do nosso&amp;nbsp;tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Porque há viagens que terminam quando regressamos a&amp;nbsp;casa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;E há livros que só começam verdadeiramente quando fechamos a última&amp;nbsp;página.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Lançamento de Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de julho de 2026 | 17h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo –&amp;nbsp; Cais de Vila Franca de Xira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/bijagos_lancamento_autor_e_livro.png" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:48:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>“Mulheres que carregam”: concurso do Festival do Minuto reflete sobre a força feminina cotidiana</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/mulheres-que-carregam-concurso-do-festival-do-minuto-reflete-sobre-a-forca-feminina-cotidian</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Festival do Minuto convida realizadores a enviarem vídeos de até 60 segundos sobre o&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;tema “Mulheres que carregam”&lt;/em&gt;&lt;em&gt;. As inscrições para este e outros concursos temáticos vão&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;até 31 de julho, e os melhores vídeos concorrem ao Troféu Minuto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Clique&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;para assistir à vinheta do concurso.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;O que uma mulher aguenta carregar? Uma criança, uma família, um país? O mundo inteiro?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;É nesse vasto campo de possibilidades que o Festival do Minuto lança o concurso temático&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam”&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. A proposta é aberta a interpretações diversas, estimulando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;olhares autorais sobre o tema em vídeos de até um&amp;nbsp;minuto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições até 31 de julho&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam” é um dos &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;9 concursos temáticos lançados no 1º semestre de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; pelo Festival Permanente do Minuto, todos com &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;inscrições abertas até 31 de&amp;nbsp;julho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Além dos concursos temáticos, o Festival também mantém inscrições abertas para as&amp;nbsp;&lt;span&gt;categorias permanentes mensais: Tema Livre, Animação, Nano Minuto e Minuto Vertical. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;As&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: &lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br. " title="www.festivaldominuto.com.br. "&gt;www.festivaldominuto.com.br. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;35 anos de Festival do&amp;nbsp;Minuto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Criado em 1991, o&lt;strong&gt; Festival Permanente do Minuto&lt;/strong&gt; é pioneiro no formato de curtíssima&amp;nbsp;&lt;span&gt;duração, incentivando a criação de vídeos de até 60 segundos antes mesmo do surgimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das redes sociais. Gratuito, online e permanente, passou a alcançar todo o planeta. No&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Brasil, atinge cidades pequenas, médias e grandes, alcançando o interior, o litoral e as&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;periferias urbanas. Com produções de diferentes sotaques, vivências e contextos, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iniciativa amplia a diversidade no audiovisual e incentiva realizadores amadores e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;independentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Completando 35 anos em 2026, o Festival Permanente do Minuto reafirma seu papel como&amp;nbsp;&lt;span&gt;espaço de experimentação e visibilidade para obras que apostam na síntese e na força&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;expressiva do formato Minuto. Ao longo de sua trajetória, o festival já inspirou iniciativas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;semelhantes em mais de 50 países.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSOS - FESTIVAL PERMANENTE DO MINUTO&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ONDE: &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;QUANDO:&lt;/strong&gt; Inscrições até 31 de julho de 2026&amp;nbsp;&lt;strong&gt;CONTATO:&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &amp;#116;&amp;#104;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#109;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114; | 43&amp;nbsp;9874-9580&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/mobile_pt_1.jpg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/feminina">feminina</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mulheres">mulheres</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Festival do Minuto convida realizadores a enviarem vídeos de até 60 segundos sobre o&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;tema “Mulheres que carregam”&lt;/em&gt;&lt;em&gt;. As inscrições para este e outros concursos temáticos vão&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;até 31 de julho, e os melhores vídeos concorrem ao Troféu Minuto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Clique&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;para assistir à vinheta do concurso.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;O que uma mulher aguenta carregar? Uma criança, uma família, um país? O mundo inteiro?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;É nesse vasto campo de possibilidades que o Festival do Minuto lança o concurso temático&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam”&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. A proposta é aberta a interpretações diversas, estimulando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;olhares autorais sobre o tema em vídeos de até um&amp;nbsp;minuto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições até 31 de julho&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam” é um dos &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;9 concursos temáticos lançados no 1º semestre de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; pelo Festival Permanente do Minuto, todos com &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;inscrições abertas até 31 de&amp;nbsp;julho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Além dos concursos temáticos, o Festival também mantém inscrições abertas para as&amp;nbsp;&lt;span&gt;categorias permanentes mensais: Tema Livre, Animação, Nano Minuto e Minuto Vertical. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;As&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: &lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br. " title="www.festivaldominuto.com.br. "&gt;www.festivaldominuto.com.br. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;35 anos de Festival do&amp;nbsp;Minuto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Criado em 1991, o&lt;strong&gt; Festival Permanente do Minuto&lt;/strong&gt; é pioneiro no formato de curtíssima&amp;nbsp;&lt;span&gt;duração, incentivando a criação de vídeos de até 60 segundos antes mesmo do surgimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das redes sociais. Gratuito, online e permanente, passou a alcançar todo o planeta. No&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Brasil, atinge cidades pequenas, médias e grandes, alcançando o interior, o litoral e as&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;periferias urbanas. Com produções de diferentes sotaques, vivências e contextos, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iniciativa amplia a diversidade no audiovisual e incentiva realizadores amadores e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;independentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Completando 35 anos em 2026, o Festival Permanente do Minuto reafirma seu papel como&amp;nbsp;&lt;span&gt;espaço de experimentação e visibilidade para obras que apostam na síntese e na força&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;expressiva do formato Minuto. Ao longo de sua trajetória, o festival já inspirou iniciativas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;semelhantes em mais de 50 países.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSOS - FESTIVAL PERMANENTE DO MINUTO&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ONDE: &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;QUANDO:&lt;/strong&gt; Inscrições até 31 de julho de 2026&amp;nbsp;&lt;strong&gt;CONTATO:&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &amp;#116;&amp;#104;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#109;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114; | 43&amp;nbsp;9874-9580&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/mobile_pt_1.jpg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:48:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11051 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Lançamento do primeiro livro de Orálio Mendes Katchunkuró</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lancamento-do-primeiro-livro-de-oralio-mendes-katchunkuro</link>
 <description>&lt;p&gt;A Casa da Cultura da Guiné-Bissau, a LON Edições e o autor @Orálio Mendes Katchunkuró convidam o público para o lançamento de «eu, os Fragmentos e Alentos», a primeira obra publicada pelo autor, um livro de poesia.&lt;br /&gt;A sessão terá lugar no dia 25 de julho de 2026, às 16h30, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Alameda da Universidade, Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa).&lt;br /&gt;A apresentação estará a cargo de Bia Djassi, Michel Té e Tcherno Baldé.&lt;br /&gt;A entrada é livre. Venham celebrar connosco esta estreia&amp;nbsp;literária!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/1000723792.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/oralio-mendes-katchunkuro">Orálio Mendes Katchunkuró</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A Casa da Cultura da Guiné-Bissau, a LON Edições e o autor @Orálio Mendes Katchunkuró convidam o público para o lançamento de «eu, os Fragmentos e Alentos», a primeira obra publicada pelo autor, um livro de poesia.&lt;br /&gt;A sessão terá lugar no dia 25 de julho de 2026, às 16h30, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Alameda da Universidade, Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa).&lt;br /&gt;A apresentação estará a cargo de Bia Djassi, Michel Té e Tcherno Baldé.&lt;br /&gt;A entrada é livre. Venham celebrar connosco esta estreia&amp;nbsp;literária!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/1000723792.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:58:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11044 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Olime, em Lisboa e Sintra</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/olime-em-lisboa-e-sintra</link>
 <description>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/731350695_1028384812893706_7337092308071138391_n.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/captura_de_ecra_2026-07-03_as_12.54.47.png" alt="" width="590" height="579" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Interpretação | Eliana Rosa - Mynda Guevara - João&amp;nbsp;Branco&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Texto Marta Lança | Marinho&amp;nbsp;Pina&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Encenação, espaço cénico | João&amp;nbsp;Branco&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Figurinos | Simone&amp;nbsp;Rodrigues&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Desenho de Luz | Pedro&amp;nbsp;Fonseca&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Sonoplastia | Basil da&amp;nbsp;Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Fotografia | Machine Pedro Dinis - Queila Fernandes&lt;br /&gt;Agradecimento especial Henrique Silva.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Apoio à Criação: República Portuguesa - Ministério da Cultura, Juventude e Desporto / Direção Geral das ArtesResidência Artística: Teatro ViriatoParcerias: BUALA · Associação Caboverdiana de Lisboa · Associação de Intervenção Comunitária, Desenvolvimento Social e de Saúde · Associação de Solidariedade Social do Alto Cova da Moura · Centro Desportivo da Reboleira · RDP&amp;nbsp;África&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/180743-olime_tm_acolhimento-teatro_meridional/?utm_id=97757_v0_s00_e0_tv2_a1demoo4mu981o&amp;amp;fbclid=IwY2xjawS0i1JleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeIVn-WwJcj3Jeew1kgUc7UaGlHAslY6jQ8Gk41cu5JzQ3Xh0YwpLGymrXjeI_aem_mcw7ceZd6ApnBfE8w3_RZQ" target="_blank"&gt;COMPRA BILHETE&amp;nbsp;AQUI&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Folha de sala - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Processo número&amp;nbsp;0027/2025&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Convocada a uma Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, uma mãe vê-se confrontada com um procedimento “de rotina” que rapidamente se transforma num exame minucioso à sua vida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Ao longo de sucessivas entrevistas, expõe-se o atrito entre linguagem institucional e a experiência da vida concreta. O técnico responsável pelo processo obedece ao protocolo, interroga, regista e avalia riscos. Do outro lado, Maria Isabel responde, hesita, defende-se, acusa (o Estado, os outros?). Um conjunto de critérios - casa pequena, rendas impossíveis, salário mínimo, trabalho noturno, falência de rede de apoio - associam precariedade a perigo e fazem desta mãe, pobre, negra e do bairro, que ainda por cima ousa ser artista, suspeita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;OLIME constrói um dispositivo cénico depurado, onde a repetição burocrática ganha peso dramático. A frieza do registo oficial contrasta com momentos de exposição íntima e ruptura poética. O espetáculo alterna entre o realismo das entrevistas e interlúdios que abrem o discurso para dimensões mais amplas: identidade, memória colonial, violência policial, documentação e cidadania, pertença a um Cabo Verde imaginado, a família e as redes de apoio que na sociedade neoliberal se deslaçam. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Em palco, Eliana Rosa interpreta Maria Isabel, uma mulher irónica, orgulhosa, contraditória, artistística, e cansada de tanto esforço. João Branco, que também encena, é o funcionário Anselmo, que oscila entre as boas intenções e produto de um sistema que mede, categoriza e decide. A rapper e performer Mynda Guevara assume a função de coro contemporâneo. Através da palavra dita e cantada, introduz dados, memórias e comentários críticos que ampliam o caso individual para uma reflexão coletiva. Integra a estrutura dramatúrgica e tensiona a narrativa com composições que atravessam temas como abuso policial, racismo estrutural, o crioulo e a identidade nacional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O funcionário é incapaz de desligar a máquina absurda da burocracia e vigilância, e a mãe, por sua vez, move-se num contexto onde qualquer falha pode ser lida como prova de incapacidade. Entre protocolo e sobrevivência, instala-se uma pergunta central: é possível medir o amor? E que instrumentos utiliza o Estado para distinguir risco social de desigualdade estrutural?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A peça é uma produção do coletivo Saaraci, que mantém viva, em Portugal, uma ligação artística e cultural a Cabo Verde. Essa presença manifesta-se na sonoridade, na língua, na memória e no modo como a peça convoca a história partilhada entre Portugal e a colonialidade. A colonialidade infiltra-se nas instituições, nos discursos, nas expectativas e nas formas de classificação social. Ao colocar frente a frente uma mãe precarizada e um técnico do Estado, o espetáculo evita simplificações, despertando a reflexão sobre justiça social, responsabilidade institucional e a criminalização da pobreza. Questiona a fronteira entre cuidado e controlo, entre proteção e punição. Recorda que, em contextos de vulnerabilidade económica e racialização, a parentalidade, sobretudo as mães pobres e radicalizadas, é frequentemente sujeita a um escrutínio acrescido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Mais do que retratar um caso específico, o espetáculo convoca o público a reconhecer as estruturas invisíveis que moldam decisões e narrativas. Entre a morna e o relatório, entre o palco e o gabinete, OLIME afirma o teatro como espaço de escuta, confronto e pensamento crítico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Uma criação que cruza teatro, música e intervenção cívica, afirmando o direito à dignidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;17 e 18 em Lisboa, 25 em&amp;nbsp;Sintra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Marta Lança&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(codramaturga da peça com Marinho de&amp;nbsp;Pina)&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/olime">Olime</category>
 <content:encoded>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/731350695_1028384812893706_7337092308071138391_n.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/captura_de_ecra_2026-07-03_as_12.54.47.png" alt="" width="590" height="579" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Interpretação | Eliana Rosa - Mynda Guevara - João&amp;nbsp;Branco&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Texto Marta Lança | Marinho&amp;nbsp;Pina&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Encenação, espaço cénico | João&amp;nbsp;Branco&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Figurinos | Simone&amp;nbsp;Rodrigues&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Desenho de Luz | Pedro&amp;nbsp;Fonseca&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Sonoplastia | Basil da&amp;nbsp;Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Fotografia | Machine Pedro Dinis - Queila Fernandes&lt;br /&gt;Agradecimento especial Henrique Silva.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Apoio à Criação: República Portuguesa - Ministério da Cultura, Juventude e Desporto / Direção Geral das ArtesResidência Artística: Teatro ViriatoParcerias: BUALA · Associação Caboverdiana de Lisboa · Associação de Intervenção Comunitária, Desenvolvimento Social e de Saúde · Associação de Solidariedade Social do Alto Cova da Moura · Centro Desportivo da Reboleira · RDP&amp;nbsp;África&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/180743-olime_tm_acolhimento-teatro_meridional/?utm_id=97757_v0_s00_e0_tv2_a1demoo4mu981o&amp;amp;fbclid=IwY2xjawS0i1JleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeIVn-WwJcj3Jeew1kgUc7UaGlHAslY6jQ8Gk41cu5JzQ3Xh0YwpLGymrXjeI_aem_mcw7ceZd6ApnBfE8w3_RZQ" target="_blank"&gt;COMPRA BILHETE&amp;nbsp;AQUI&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Folha de sala - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Processo número&amp;nbsp;0027/2025&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Convocada a uma Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, uma mãe vê-se confrontada com um procedimento “de rotina” que rapidamente se transforma num exame minucioso à sua vida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Ao longo de sucessivas entrevistas, expõe-se o atrito entre linguagem institucional e a experiência da vida concreta. O técnico responsável pelo processo obedece ao protocolo, interroga, regista e avalia riscos. Do outro lado, Maria Isabel responde, hesita, defende-se, acusa (o Estado, os outros?). Um conjunto de critérios - casa pequena, rendas impossíveis, salário mínimo, trabalho noturno, falência de rede de apoio - associam precariedade a perigo e fazem desta mãe, pobre, negra e do bairro, que ainda por cima ousa ser artista, suspeita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;OLIME constrói um dispositivo cénico depurado, onde a repetição burocrática ganha peso dramático. A frieza do registo oficial contrasta com momentos de exposição íntima e ruptura poética. O espetáculo alterna entre o realismo das entrevistas e interlúdios que abrem o discurso para dimensões mais amplas: identidade, memória colonial, violência policial, documentação e cidadania, pertença a um Cabo Verde imaginado, a família e as redes de apoio que na sociedade neoliberal se deslaçam. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Em palco, Eliana Rosa interpreta Maria Isabel, uma mulher irónica, orgulhosa, contraditória, artistística, e cansada de tanto esforço. João Branco, que também encena, é o funcionário Anselmo, que oscila entre as boas intenções e produto de um sistema que mede, categoriza e decide. A rapper e performer Mynda Guevara assume a função de coro contemporâneo. Através da palavra dita e cantada, introduz dados, memórias e comentários críticos que ampliam o caso individual para uma reflexão coletiva. Integra a estrutura dramatúrgica e tensiona a narrativa com composições que atravessam temas como abuso policial, racismo estrutural, o crioulo e a identidade nacional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O funcionário é incapaz de desligar a máquina absurda da burocracia e vigilância, e a mãe, por sua vez, move-se num contexto onde qualquer falha pode ser lida como prova de incapacidade. Entre protocolo e sobrevivência, instala-se uma pergunta central: é possível medir o amor? E que instrumentos utiliza o Estado para distinguir risco social de desigualdade estrutural?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A peça é uma produção do coletivo Saaraci, que mantém viva, em Portugal, uma ligação artística e cultural a Cabo Verde. Essa presença manifesta-se na sonoridade, na língua, na memória e no modo como a peça convoca a história partilhada entre Portugal e a colonialidade. A colonialidade infiltra-se nas instituições, nos discursos, nas expectativas e nas formas de classificação social. Ao colocar frente a frente uma mãe precarizada e um técnico do Estado, o espetáculo evita simplificações, despertando a reflexão sobre justiça social, responsabilidade institucional e a criminalização da pobreza. Questiona a fronteira entre cuidado e controlo, entre proteção e punição. Recorda que, em contextos de vulnerabilidade económica e racialização, a parentalidade, sobretudo as mães pobres e radicalizadas, é frequentemente sujeita a um escrutínio acrescido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Mais do que retratar um caso específico, o espetáculo convoca o público a reconhecer as estruturas invisíveis que moldam decisões e narrativas. Entre a morna e o relatório, entre o palco e o gabinete, OLIME afirma o teatro como espaço de escuta, confronto e pensamento crítico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Uma criação que cruza teatro, música e intervenção cívica, afirmando o direito à dignidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;17 e 18 em Lisboa, 25 em&amp;nbsp;Sintra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Marta Lança&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(codramaturga da peça com Marinho de&amp;nbsp;Pina)&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:56:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>"Essas Pessoas na Sala de Jantar", apresentação com Vasco Santos e Margarida Ferra</title>
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 <description>&lt;p&gt;Apresentação do meu&amp;nbsp; livro de crónicas, gostava muito que aparecessem no Bota dia 9 às 18h para comprarem (ou trocarem) o livro e ouvir o Vasco Santos e a Margarida&amp;nbsp;Ferra.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Nunca morei sozinha: sempre partilhei casa, com família ou&amp;nbsp;&lt;span&gt;amigos. Por razões práticas, claro, para dividir despesas e res&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ponsabilidades, mas também porque partilhar casa é uma es&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cola intensa em atualização permanente. Dá-nos novas pers&lt;/span&gt;&lt;span&gt;petivas sobre aquilo que julgávamos saber; dicas e soluções&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;para pequenos e grandes problemas. Obriga-nos a ceder, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;negociar e a constatar que o normal para mim pode ser insu&lt;/span&gt;&lt;span&gt;portável para o outro: nomeadamente no que toca a critérios&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de barulho, limpeza ou acumulação. Uma pequena comuni&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dade doméstica acrescenta-se, ampara-se e, quando alguém&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;perde a chave, há menos hipótese de ficar do lado de&amp;nbsp;fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/pessoas.jpeg" alt="" width="590" height="885" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cronicas">crónicas</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/livro">livro</category>
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&lt;p class="p1"&gt;Nunca morei sozinha: sempre partilhei casa, com família ou&amp;nbsp;&lt;span&gt;amigos. Por razões práticas, claro, para dividir despesas e res&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ponsabilidades, mas também porque partilhar casa é uma es&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cola intensa em atualização permanente. Dá-nos novas pers&lt;/span&gt;&lt;span&gt;petivas sobre aquilo que julgávamos saber; dicas e soluções&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;para pequenos e grandes problemas. Obriga-nos a ceder, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;negociar e a constatar que o normal para mim pode ser insu&lt;/span&gt;&lt;span&gt;portável para o outro: nomeadamente no que toca a critérios&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de barulho, limpeza ou acumulação. Uma pequena comuni&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dade doméstica acrescenta-se, ampara-se e, quando alguém&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;perde a chave, há menos hipótese de ficar do lado de&amp;nbsp;fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/pessoas.jpeg" alt="" width="590" height="885" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:51:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>"Oficina de Escrita Criativa - Curativa" </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/oficina-de-escrita-criativa-curativa</link>
 <description>&lt;p&gt;Em alusão ao mês da mulher africana.&amp;nbsp; Abre-se a &amp;#8220;Oficina de Escrita Criativa - Curativa&amp;#8221;&amp;nbsp;como um lugar seguro para mulheres transformarem suas emoções e sentimentos em arte.&lt;br /&gt;A partir do sábado - dia 11 de Julho.Em quatro sessões serão partilhadas técnicas de escrita com&amp;nbsp; intuito de criação de textos, usaremos a escrita como terapia.&lt;br /&gt;Aos sábados de Julho e Agosto pelas 10 horas&amp;nbsp;As vagas são limitadas&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Inscreva - se :WhatsApp 934 442 034&lt;br /&gt;Luz &amp;amp;&amp;nbsp;Leveza&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-03_at_09.24.49.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/escrita">escrita</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mulher-africana">mulher africana</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Em alusão ao mês da mulher africana.&amp;nbsp; Abre-se a &amp;#8220;Oficina de Escrita Criativa - Curativa&amp;#8221;&amp;nbsp;como um lugar seguro para mulheres transformarem suas emoções e sentimentos em arte.&lt;br /&gt;A partir do sábado - dia 11 de Julho.Em quatro sessões serão partilhadas técnicas de escrita com&amp;nbsp; intuito de criação de textos, usaremos a escrita como terapia.&lt;br /&gt;Aos sábados de Julho e Agosto pelas 10 horas&amp;nbsp;As vagas são limitadas&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Inscreva - se :WhatsApp 934 442 034&lt;br /&gt;Luz &amp;amp;&amp;nbsp;Leveza&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-03_at_09.24.49.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 09:34:02 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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