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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>"Here be Dragons", de Beatriz Neto</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/here-be-dragons-de-beatriz-neto</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a class="viral-linked" href="https://www.viralagenda.com/pt/p/CCCV.PT"&gt;CCCV - Centro Cultural Cabo Verde&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;Rua de São Bento, nº&amp;nbsp;640&amp;nbsp;-&amp;nbsp;Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;inaugura sexta-feira, 17 de abril | 18&amp;nbsp;horas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrada&amp;nbsp;livre!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Partindo da expressão cartográfica que assinalava territórios desconhecidos nos mapas antigos, Here Be Dragons propõe uma reflexão sobre aquilo que permanece fora de nomeação, entre o visível e o indeterminado. O trabalho de Beatriz Neto desenvolve-se a partir de uma permanência em São Tomé, nomeadamente na baía de São João dos Angolares, onde a artista recolhe imagens, sons e narrativas que cruzam arquivo, experiência e&amp;nbsp;projeção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição organiza-se como uma instalação composta por sete momentos, estruturados através de vídeo e som. Não há uma narrativa linear, mas um sistema de aproximações, onde cada elemento funciona como um ponto de passagem. O conjunto constrói-se por repetição e variação, convocando um espaço de leitura instável, em constante&amp;nbsp;deslocação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No centro do trabalho está a ideia de falha enquanto linguagem. Interrupções, cortes e apagões integram o próprio funcionamento da imagem, afastando-a de uma lógica representativa. O verde, simultaneamente associado ao ambiente natural e ao universo digital, surge como um campo intermédio, onde a imagem não fixa um sentido, mas permanece em&amp;nbsp;suspensão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também o som assume um papel estruturante, articulando registos técnicos, projetores, geradores e dispositivos eletrónicos, com referências ao território envolvente. Neste cruzamento, dilui-se a separação entre o orgânico e o maquinal, propondo um mesmo plano de&amp;nbsp;experiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O “dragão” surge não como figura narrativa nem símbolo fechado, mas como sinal do que escapa à escala e à leitura imediata. Um marcador do desconhecido, que não se resolve, mas que&amp;nbsp;insiste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Here Be Dragons não organiza um discurso fechado. Propõe antes uma experiência de aproximação, onde a obra se constrói no intervalo, na suspensão e na relação entre presença e&amp;nbsp;ausência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/captura_de_ecra_2026-04-17_as_10.26.44.png" alt="" width="590" height="441" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Beatriz Neto&lt;/strong&gt; (Lisboa, 1999) é artista visual e vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho aborda questões de identidade, narrativas históricas, territorialidade, mitos e&amp;nbsp;crenças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Licenciada em Arte Multimédia pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e mestre em Artes Visuais pela Malmö Art Academy, Lund University, foi distinguida com o Prémio Arte Jovem Millennium bcp e o Prémio Geração Terra, ambos em 2024. Recebeu também uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para formação no estrangeiro em 2022 e uma Bolsa de Mérito da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa em&amp;nbsp;2020.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O seu trabalho foi apresentado em diversas exposições individuais e coletivas, incluindo Zaratan, Rua das Gaivotas 6, Galeria KHM e Banco das Artes Galeria, entre outros. Integra coleções como a Fundação PLMJ, a Coleção Maria e Armando Cabral, Rialto6, e a Coleção João Luís&amp;nbsp;Traça. &lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/beatriz-neto">Beatriz Neto</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;a class="viral-linked" href="https://www.viralagenda.com/pt/p/CCCV.PT"&gt;CCCV - Centro Cultural Cabo Verde&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;Rua de São Bento, nº&amp;nbsp;640&amp;nbsp;-&amp;nbsp;Lisboa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;inaugura sexta-feira, 17 de abril | 18&amp;nbsp;horas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrada&amp;nbsp;livre!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Partindo da expressão cartográfica que assinalava territórios desconhecidos nos mapas antigos, Here Be Dragons propõe uma reflexão sobre aquilo que permanece fora de nomeação, entre o visível e o indeterminado. O trabalho de Beatriz Neto desenvolve-se a partir de uma permanência em São Tomé, nomeadamente na baía de São João dos Angolares, onde a artista recolhe imagens, sons e narrativas que cruzam arquivo, experiência e&amp;nbsp;projeção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição organiza-se como uma instalação composta por sete momentos, estruturados através de vídeo e som. Não há uma narrativa linear, mas um sistema de aproximações, onde cada elemento funciona como um ponto de passagem. O conjunto constrói-se por repetição e variação, convocando um espaço de leitura instável, em constante&amp;nbsp;deslocação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No centro do trabalho está a ideia de falha enquanto linguagem. Interrupções, cortes e apagões integram o próprio funcionamento da imagem, afastando-a de uma lógica representativa. O verde, simultaneamente associado ao ambiente natural e ao universo digital, surge como um campo intermédio, onde a imagem não fixa um sentido, mas permanece em&amp;nbsp;suspensão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também o som assume um papel estruturante, articulando registos técnicos, projetores, geradores e dispositivos eletrónicos, com referências ao território envolvente. Neste cruzamento, dilui-se a separação entre o orgânico e o maquinal, propondo um mesmo plano de&amp;nbsp;experiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O “dragão” surge não como figura narrativa nem símbolo fechado, mas como sinal do que escapa à escala e à leitura imediata. Um marcador do desconhecido, que não se resolve, mas que&amp;nbsp;insiste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Here Be Dragons não organiza um discurso fechado. Propõe antes uma experiência de aproximação, onde a obra se constrói no intervalo, na suspensão e na relação entre presença e&amp;nbsp;ausência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/captura_de_ecra_2026-04-17_as_10.26.44.png" alt="" width="590" height="441" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Beatriz Neto&lt;/strong&gt; (Lisboa, 1999) é artista visual e vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho aborda questões de identidade, narrativas históricas, territorialidade, mitos e&amp;nbsp;crenças.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Licenciada em Arte Multimédia pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e mestre em Artes Visuais pela Malmö Art Academy, Lund University, foi distinguida com o Prémio Arte Jovem Millennium bcp e o Prémio Geração Terra, ambos em 2024. Recebeu também uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para formação no estrangeiro em 2022 e uma Bolsa de Mérito da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa em&amp;nbsp;2020.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O seu trabalho foi apresentado em diversas exposições individuais e coletivas, incluindo Zaratan, Rua das Gaivotas 6, Galeria KHM e Banco das Artes Galeria, entre outros. Integra coleções como a Fundação PLMJ, a Coleção Maria e Armando Cabral, Rialto6, e a Coleção João Luís&amp;nbsp;Traça. &lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 09:27:41 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>5ª edição do Ateliê Mutamba</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/5-edicao-do-atelie-mutamba</link>
 <description>&lt;p&gt;A apresentação final da quinta edição do Ateliê Mutamba acontece dia 16/04 (quinta-feira), Hotel Globo.&lt;br /&gt;Os filmes produzidos durante a residência, serão apresentados para o público. Uma noite de partilha, cinema e encontro com a comunidade. Local: Hotel Globo&amp;nbsp; Data:&amp;nbsp; 16 de Abril (Quinta-feira )&lt;br /&gt;Este projecto é uma realização KinoYetu, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e apoio Geração&amp;nbsp;80.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/whatsapp_image_2026-04-16_at_14.51.42.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/whatsapp_image_2026-04-16_at_20.55.08_1.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/whatsapp_image_2026-04-16_at_20.55.08.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/atelie-mutamba">ateliê mutamba</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A apresentação final da quinta edição do Ateliê Mutamba acontece dia 16/04 (quinta-feira), Hotel Globo.&lt;br /&gt;Os filmes produzidos durante a residência, serão apresentados para o público. Uma noite de partilha, cinema e encontro com a comunidade. Local: Hotel Globo&amp;nbsp; Data:&amp;nbsp; 16 de Abril (Quinta-feira )&lt;br /&gt;Este projecto é uma realização KinoYetu, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e apoio Geração&amp;nbsp;80.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/whatsapp_image_2026-04-16_at_14.51.42.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/whatsapp_image_2026-04-16_at_20.55.08_1.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/whatsapp_image_2026-04-16_at_20.55.08.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 20:04:08 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Memórias de paz e guerras</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/memorias-de-paz-e-guerras</link>
 <description>&lt;p&gt;Quarta-feira, 22 de abril17h30 |&amp;nbsp;Exposição&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta exposição propõe um olhar sobre o passado e o presente de Angola e Portugal, atravessando sessenta anos que marcaram profundamente os países envolvidos: as guerras que precederam as independências de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique; o 25 de Abril de 1974, que marcou o fim; o conflito armado angolano, que terminou a 4 de abril de 2002; e as duas décadas de paz vividas desde então. Memórias de Paz e Guerras apresenta dois olhares&amp;nbsp;complementares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Curadoria: Maria José Lobo Antunes, Inês Ponte e Kiaku Zambo Artista convidado: Lino&amp;nbsp;Damião&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrada&amp;nbsp;livre&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/whatsapp_image_2026-04-16_at_17.19.29.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/guerra-colonial">guerra colonial</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Quarta-feira, 22 de abril17h30 |&amp;nbsp;Exposição&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta exposição propõe um olhar sobre o passado e o presente de Angola e Portugal, atravessando sessenta anos que marcaram profundamente os países envolvidos: as guerras que precederam as independências de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique; o 25 de Abril de 1974, que marcou o fim; o conflito armado angolano, que terminou a 4 de abril de 2002; e as duas décadas de paz vividas desde então. Memórias de Paz e Guerras apresenta dois olhares&amp;nbsp;complementares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Curadoria: Maria José Lobo Antunes, Inês Ponte e Kiaku Zambo Artista convidado: Lino&amp;nbsp;Damião&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entrada&amp;nbsp;livre&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/whatsapp_image_2026-04-16_at_17.19.29.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 19:56:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10856 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Dialogos Africanos sobre restituição</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/dialogos-africanos-sobre-restituicao</link>
 <description>&lt;p&gt;Horário :&amp;nbsp;15-17&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Formato:&amp;nbsp;híbrido&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lugar :&amp;nbsp;ED4_A202_Conf2J&amp;nbsp; | ISCTE edifício&amp;nbsp;4 Avenida das Forças Armadas&amp;nbsp;41&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Língua:&amp;nbsp;portuguesa&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O próximo passo da restituição: reflexões/notas a partir de&amp;nbsp;Moçambique.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;nº 9 da revista&amp;nbsp;&lt;em&gt;Troubles dans les&amp;nbsp;collections&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto a África lusófona permanece, em grande medida,&amp;nbsp;fora do centro dos debates globais sobre restituição, este número reúne algumas das intervenções mais consistentes em torno do tema, a partir de Moçambique e da sua diáspora. Entre Maputo, Durban e a comunidade&amp;nbsp;&lt;em&gt;Amakhuwa&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Zanzibari, os textos acompanham formulações, silêncios e reivindicações que extravasam tanto o marco colonial como o nacional, mantendo em suspenso aquilo que a restituição pode vir a significar e o que pode pôr em movimento nestes&amp;nbsp;contextos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coordenado por Catarina Simão - inclui textos de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Maimuna Adams, Jessemusse Cacinda, Titos Pelembe, Eduardo Quive e Catarina&amp;nbsp;Simão.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Link:&amp;nbsp;&lt;a href="https://troublesdanslescollections.fr/" target="_blank"&gt;https://troublesdanslescollections.fr&lt;/a&gt;&amp;nbsp; |&amp;nbsp;Em breve estará disponível também em português e em&amp;nbsp;francês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta sessão assinala a apresentação da versão portuguesa do nº9 da revista&amp;nbsp;&lt;em&gt;Troubles dans les collections&lt;/em&gt;, com a presença dos&amp;nbsp;autores.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DIA 23 de&amp;nbsp;Abril&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Horário&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portugal: 4–6&amp;nbsp;PM&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nigeria: 5–7&amp;nbsp;PM&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;South Africa: 6–8&amp;nbsp;PM&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Formato:&amp;nbsp;híbrido&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lugar :&amp;nbsp;ED4_A110_Conf2J&amp;nbsp; | ISCTE edifício&amp;nbsp;4 Avenida das Forças Armadas&amp;nbsp;41&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Língua :&amp;nbsp;inglês&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Launch of the Dossier Between Restitution and Re-appropriation – Agora,&amp;nbsp;Etnográfica&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;This dossier brings together case studies from Africa and Brazil, including cultural initiatives, artistic practices, and diplomatic processes surrounding the return of heritage objects. Through these perspectives, it highlights restitution not merely as the return of artifacts, but as a transformative practice&amp;nbsp;focused on re-humanizing narratives de-humanized by colonial violence. The repatriation process is viewed as a catalyst for change, promoting an active practice that reinterprets the past dynamically, creating a relationship between past, present, and future.&amp;nbsp;The roundtable will present the contribution by&amp;nbsp;the curator Molemo Moiloa as part of the Open Restitution Africa (ORA) project, along with a contribution from professor Ikenna Emmanuel Onwuegbuna on the Musical Returns and Revivals&amp;nbsp;project.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Link:&amp;nbsp;&lt;a href="https://etnografica.cria.org.pt/pt/article_type/restitution-and-reparation" target="_blank"&gt;https://etnografica.cria.org.pt/pt/article_type/restitution-and-reparation&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Online speakers: &amp;nbsp;&lt;strong&gt;Molemo Moiloa&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;South African lecturer, artist, researcher, and co-founder of Open Restitution Africa and&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Ikenna Emmanuel ONWUEGBUNA&lt;/strong&gt;, Lecturer at the Department of Music, University of Nigeria,&amp;nbsp;Nsukka&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/dialogos_africanos_sobre_restituicao__african_dialogues_on_restitution_22_abril_1.png" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/dialogos_africanos_sobre_restituicao__african_dialogues_on_restitution_23_april_2.png" alt="" width="590" height="835" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/restituicao">restituição</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Horário :&amp;nbsp;15-17&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Formato:&amp;nbsp;híbrido&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lugar :&amp;nbsp;ED4_A202_Conf2J&amp;nbsp; | ISCTE edifício&amp;nbsp;4 Avenida das Forças Armadas&amp;nbsp;41&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Língua:&amp;nbsp;portuguesa&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O próximo passo da restituição: reflexões/notas a partir de&amp;nbsp;Moçambique.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;nº 9 da revista&amp;nbsp;&lt;em&gt;Troubles dans les&amp;nbsp;collections&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto a África lusófona permanece, em grande medida,&amp;nbsp;fora do centro dos debates globais sobre restituição, este número reúne algumas das intervenções mais consistentes em torno do tema, a partir de Moçambique e da sua diáspora. Entre Maputo, Durban e a comunidade&amp;nbsp;&lt;em&gt;Amakhuwa&lt;/em&gt;&amp;nbsp;Zanzibari, os textos acompanham formulações, silêncios e reivindicações que extravasam tanto o marco colonial como o nacional, mantendo em suspenso aquilo que a restituição pode vir a significar e o que pode pôr em movimento nestes&amp;nbsp;contextos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coordenado por Catarina Simão - inclui textos de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Maimuna Adams, Jessemusse Cacinda, Titos Pelembe, Eduardo Quive e Catarina&amp;nbsp;Simão.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Link:&amp;nbsp;&lt;a href="https://troublesdanslescollections.fr/" target="_blank"&gt;https://troublesdanslescollections.fr&lt;/a&gt;&amp;nbsp; |&amp;nbsp;Em breve estará disponível também em português e em&amp;nbsp;francês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta sessão assinala a apresentação da versão portuguesa do nº9 da revista&amp;nbsp;&lt;em&gt;Troubles dans les collections&lt;/em&gt;, com a presença dos&amp;nbsp;autores.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DIA 23 de&amp;nbsp;Abril&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Horário&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portugal: 4–6&amp;nbsp;PM&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nigeria: 5–7&amp;nbsp;PM&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;South Africa: 6–8&amp;nbsp;PM&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Formato:&amp;nbsp;híbrido&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lugar :&amp;nbsp;ED4_A110_Conf2J&amp;nbsp; | ISCTE edifício&amp;nbsp;4 Avenida das Forças Armadas&amp;nbsp;41&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Língua :&amp;nbsp;inglês&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Launch of the Dossier Between Restitution and Re-appropriation – Agora,&amp;nbsp;Etnográfica&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;This dossier brings together case studies from Africa and Brazil, including cultural initiatives, artistic practices, and diplomatic processes surrounding the return of heritage objects. Through these perspectives, it highlights restitution not merely as the return of artifacts, but as a transformative practice&amp;nbsp;focused on re-humanizing narratives de-humanized by colonial violence. The repatriation process is viewed as a catalyst for change, promoting an active practice that reinterprets the past dynamically, creating a relationship between past, present, and future.&amp;nbsp;The roundtable will present the contribution by&amp;nbsp;the curator Molemo Moiloa as part of the Open Restitution Africa (ORA) project, along with a contribution from professor Ikenna Emmanuel Onwuegbuna on the Musical Returns and Revivals&amp;nbsp;project.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Link:&amp;nbsp;&lt;a href="https://etnografica.cria.org.pt/pt/article_type/restitution-and-reparation" target="_blank"&gt;https://etnografica.cria.org.pt/pt/article_type/restitution-and-reparation&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Online speakers: &amp;nbsp;&lt;strong&gt;Molemo Moiloa&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;South African lecturer, artist, researcher, and co-founder of Open Restitution Africa and&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Ikenna Emmanuel ONWUEGBUNA&lt;/strong&gt;, Lecturer at the Department of Music, University of Nigeria,&amp;nbsp;Nsukka&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/dialogos_africanos_sobre_restituicao__african_dialogues_on_restitution_22_abril_1.png" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/dialogos_africanos_sobre_restituicao__african_dialogues_on_restitution_23_april_2.png" alt="" width="590" height="835" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:58:45 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title> "Uma teoria feminista da violência, por uma política antirracista da proteção", de Françoise Vergès</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/uma-teoria-feminista-da-violencia-por-uma-politica-antirracista-da-protecao-de-francoise-ver</link>
 <description>&lt;p&gt;O convite do Centro de Filosofia e Género foi o pretexto para ler melhor um dos mais interessantes livros de Vergès e pensar nas &amp;#8220;Desigualdades de protecção e violência&amp;#8221; no nosso mundo. &amp;#8220;Uma teoria feminista da violência, por uma política antirracista da proteção&amp;#8221;, de Françoise Vergès, analisa a violência para além do ato individual, entendendo-a como estrutural e ligada ao racismo, colonialismo e capitalismo. A autora critica o feminismo punitivo e securitário, que reforça o Estado penal em vez de proteger verdadeiramente as mulheres mais vulneráveis. Propõe uma política de proteção baseada na justiça social, na redistribuição e na desmilitarização. Defendemos um feminismo antirracista que enfrente as raízes sistémicas da violência.&lt;br /&gt;3ª-feira, dia 21 de Abril, 18.30h, sessão aberta a todas as pessoas interessadas e decorrerá online neste link:&lt;br /&gt;&lt;a href="https://bigbluebutton.uevora.pt/rooms/pqz-v6k-6yq-dhm/join" title="https://bigbluebutton.uevora.pt/rooms/pqz-v6k-6yq-dhm/join"&gt;https://bigbluebutton.uevora.pt/rooms/pqz-v6k-6yq-dhm/join&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/673486792_1904475820494044_3793502676969070176_n.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/francoise-verges">Françoise Vergès</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/protecao">proteção</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/violencia">violência</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;O convite do Centro de Filosofia e Género foi o pretexto para ler melhor um dos mais interessantes livros de Vergès e pensar nas &amp;#8220;Desigualdades de protecção e violência&amp;#8221; no nosso mundo. &amp;#8220;Uma teoria feminista da violência, por uma política antirracista da proteção&amp;#8221;, de Françoise Vergès, analisa a violência para além do ato individual, entendendo-a como estrutural e ligada ao racismo, colonialismo e capitalismo. A autora critica o feminismo punitivo e securitário, que reforça o Estado penal em vez de proteger verdadeiramente as mulheres mais vulneráveis. Propõe uma política de proteção baseada na justiça social, na redistribuição e na desmilitarização. Defendemos um feminismo antirracista que enfrente as raízes sistémicas da violência.&lt;br /&gt;3ª-feira, dia 21 de Abril, 18.30h, sessão aberta a todas as pessoas interessadas e decorrerá online neste link:&lt;br /&gt;&lt;a href="https://bigbluebutton.uevora.pt/rooms/pqz-v6k-6yq-dhm/join" title="https://bigbluebutton.uevora.pt/rooms/pqz-v6k-6yq-dhm/join"&gt;https://bigbluebutton.uevora.pt/rooms/pqz-v6k-6yq-dhm/join&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/673486792_1904475820494044_3793502676969070176_n.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 10:19:05 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>LAVORES | LABOURS  Curadoria de | Curated by: Amarante Abramovici e Beatriz Diniz</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lavores-labours-curadoria-de-curated-by-amarante-abramovici-e-beatriz-diniz</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_story_mostralavores.png" alt="" width="480" height="853" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sessão Escolas @ ESAP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;21/04 - Trabalho de Sombra |&amp;nbsp;Shadow&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Música para si&amp;nbsp; Solveig Nordlund !&amp;nbsp;Portugal | 55&amp;#8217;/&amp;nbsp;1978&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;22 - 25 April&amp;nbsp;19h15 | 7:15 p.m.&amp;nbsp;@ Batalha-Centro de&amp;nbsp;Cinema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;22/04&amp;nbsp; - Trabalho de Casa |&amp;nbsp;Home&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Scènes de Ménage | Claire Simon | França | 50’ |&amp;nbsp;1991&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mi aporte | Sara Gómez | Cuba | 33’ |&amp;nbsp;1969&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;23 - Trabalho de Luta |&amp;nbsp;Struggle&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Classe de Lutte | Groupe Medvedkine de Besançon | França | 40’ |&amp;nbsp;1969&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Revolución Puta | María Galindo | Bolívia | 52’ |&amp;nbsp;2023&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;24 - Trabalho de Parto |&amp;nbsp;Childbirth&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Año Uno | Sara Gómez | Cuba | 10’ |&amp;nbsp;1972&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estados da Matéria | Susana Nobre | Portugal | 15’ |&amp;nbsp;2005&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tempo Comum | Susana Nobre | Portugal | 64’ |&amp;nbsp;2018&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;25 - Trabalho de Mãos |&amp;nbsp;Hands&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Blanket Statement #1: Home is Where the Heart Is | Jodie Mack | Estados Unidos | 3’ |&amp;nbsp;2012&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Blanket Statement #2: All or Nothing | Jodie Mack | Estados Unidos | 4’ |&amp;nbsp;2013&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Moiras | Regina Guimarães &amp;amp; Saguenail | Portugal | 30’ |&amp;nbsp;2008&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantum Creole | Filipa César | Guiné-Bissau / Alemanha / Portugal / França| 40’ |&amp;nbsp;2020&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentação&amp;nbsp;curta:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que é trabalho? E o trabalho das mulheres? Os lavores… todos os trabalhos que não cabem no trabalho, das ervilhas ao sexo, do parto à roupa suja, a história da nossa domesticação e das nossas revoltas.&lt;br /&gt;O trabalho das mulheres situa-se aquém do trabalho - e, em larga medida, o cinema das mulheres ainda se cria aquém do cinema. Não importa. Ocupamos as entrelinhas, as frinchas, as fronteiras entre os géneros que o género dominante estabeleceu, espreitamos nas brechas entre teatro e cinema, propaganda e censura, coletivo e sujeito político, as classes e as margens, o social e o pessoal, o documentário e a ficção, a memória e o arquivo, a máquina e a&amp;nbsp;mão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_2.png" alt="" width="580" height="725" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_5.png" alt="" width="580" height="725" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_3.png" alt="" width="580" height="725" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_4.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_6.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_8.png" alt="" width="480" height="600" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema">cinema</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_story_mostralavores.png" alt="" width="480" height="853" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;sessão Escolas @ ESAP&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;21/04 - Trabalho de Sombra |&amp;nbsp;Shadow&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Música para si&amp;nbsp; Solveig Nordlund !&amp;nbsp;Portugal | 55&amp;#8217;/&amp;nbsp;1978&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;22 - 25 April&amp;nbsp;19h15 | 7:15 p.m.&amp;nbsp;@ Batalha-Centro de&amp;nbsp;Cinema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;22/04&amp;nbsp; - Trabalho de Casa |&amp;nbsp;Home&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Scènes de Ménage | Claire Simon | França | 50’ |&amp;nbsp;1991&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mi aporte | Sara Gómez | Cuba | 33’ |&amp;nbsp;1969&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;23 - Trabalho de Luta |&amp;nbsp;Struggle&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Classe de Lutte | Groupe Medvedkine de Besançon | França | 40’ |&amp;nbsp;1969&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Revolución Puta | María Galindo | Bolívia | 52’ |&amp;nbsp;2023&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;24 - Trabalho de Parto |&amp;nbsp;Childbirth&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Año Uno | Sara Gómez | Cuba | 10’ |&amp;nbsp;1972&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estados da Matéria | Susana Nobre | Portugal | 15’ |&amp;nbsp;2005&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tempo Comum | Susana Nobre | Portugal | 64’ |&amp;nbsp;2018&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;25 - Trabalho de Mãos |&amp;nbsp;Hands&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cenoura em Partes | Íris Silva | Portugal | 2’ |&amp;nbsp;2025&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Blanket Statement #1: Home is Where the Heart Is | Jodie Mack | Estados Unidos | 3’ |&amp;nbsp;2012&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Blanket Statement #2: All or Nothing | Jodie Mack | Estados Unidos | 4’ |&amp;nbsp;2013&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Moiras | Regina Guimarães &amp;amp; Saguenail | Portugal | 30’ |&amp;nbsp;2008&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantum Creole | Filipa César | Guiné-Bissau / Alemanha / Portugal / França| 40’ |&amp;nbsp;2020&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentação&amp;nbsp;curta:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que é trabalho? E o trabalho das mulheres? Os lavores… todos os trabalhos que não cabem no trabalho, das ervilhas ao sexo, do parto à roupa suja, a história da nossa domesticação e das nossas revoltas.&lt;br /&gt;O trabalho das mulheres situa-se aquém do trabalho - e, em larga medida, o cinema das mulheres ainda se cria aquém do cinema. Não importa. Ocupamos as entrelinhas, as frinchas, as fronteiras entre os géneros que o género dominante estabeleceu, espreitamos nas brechas entre teatro e cinema, propaganda e censura, coletivo e sujeito político, as classes e as margens, o social e o pessoal, o documentário e a ficção, a memória e o arquivo, a máquina e a&amp;nbsp;mão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_2.png" alt="" width="580" height="725" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_5.png" alt="" width="580" height="725" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_3.png" alt="" width="580" height="725" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_4.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_6.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/pfiff_post_mostralavores_8.png" alt="" width="480" height="600" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 19:53:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10845 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>MICARzinha </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/micarzinha</link>
 <description>&lt;p&gt;A MICARzinha é uma secção da MICAR - Mostra Internacional de Cinema Anti Racista, dedicada a crianças (+6 anos) e jovens (+12 anos), de entrada gratuita e de carácter não competitivo, que decorre na cidade do Porto,&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encorajamos a submissão de filmes de todos os géneros (ficção, documentários, híbridos, animação e imagem real), que focam a temática do racismo, da imigração e das minorias étnicas. A Mostra é orientada para público escolar, dividindo-se em dois programas: +6 anos, para 1º e 2º ciclos, e +12 anos, para 3º ciclo e&amp;nbsp;secundário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procuramos histórias que questionem estereótipos e que promovam valores de justiça social, contribuindo para a formação de um olhar crítico e consciente desde as idades mais&amp;nbsp;jovens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A MICARzinha acontece no Batalha Centro de Cinema, Porto, durante os dias da MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti Racista, a única mostra de cinema do género em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento, com treze edições, é promovido pelo SOS Racismo com apoio da Câmara Municipal do Porto e o Batalha Centro de Cinema e o suporte de diversos parceiros&amp;nbsp;institucionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Porto tem tradição de festivais de cinema de qualidade. Orgulhamo-nos de participar neste movimento e juntar o melhor dos diversos públicos, para debater a questão do racismo na sociedade e promover o acesso dos cidadãos e cidadãs aos espaços culturais da&amp;nbsp;cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os filmes e eventos têm entrada&amp;nbsp;gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/captura_de_ecra_2026-04-09_as_12.07.03.png" alt="" width="590" height="398" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;//////&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MICARzinha is a section of MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista (International Anti-Racist Film Festival), dedicated to children (+6 years) and young people (+12 years), free of charge and non-competitive, taking place in the city of Porto,&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We welcome submissions of films of all genres (fiction, documentaries, hybrid, animation and live action), focusing on the themes of racism, immigration and ethnic minorities. The Festival is aimed at school audiences and is divided into two programmes: +6 years, for primary school (Years 1–6), and +12 years, for lower and upper secondary&amp;nbsp;school.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We are looking for stories that challenge stereotypes and promote values of social justice, helping to develop a critical and informed perspective from the earliest&amp;nbsp;ages.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MICARzinha takes place at Batalha Centro de Cinema, Porto, during the days of MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista, the only festival of its kind in&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Now in its thirteenth edition, the event is promoted by SOS Racismo with the support of Porto City Council, Batalha Centro de Cinema, and various institutional&amp;nbsp;partners.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porto has a strong tradition of quality film festivals. We are proud to be part of this movement, bringing together the widest possible audiences to discuss racism in society and promote access to the city&amp;#8217;s cultural spaces for&amp;nbsp;all.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;All films and events are free of&amp;nbsp;charge.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema">cinema</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/micar">MICAR</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A MICARzinha é uma secção da MICAR - Mostra Internacional de Cinema Anti Racista, dedicada a crianças (+6 anos) e jovens (+12 anos), de entrada gratuita e de carácter não competitivo, que decorre na cidade do Porto,&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encorajamos a submissão de filmes de todos os géneros (ficção, documentários, híbridos, animação e imagem real), que focam a temática do racismo, da imigração e das minorias étnicas. A Mostra é orientada para público escolar, dividindo-se em dois programas: +6 anos, para 1º e 2º ciclos, e +12 anos, para 3º ciclo e&amp;nbsp;secundário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procuramos histórias que questionem estereótipos e que promovam valores de justiça social, contribuindo para a formação de um olhar crítico e consciente desde as idades mais&amp;nbsp;jovens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A MICARzinha acontece no Batalha Centro de Cinema, Porto, durante os dias da MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti Racista, a única mostra de cinema do género em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento, com treze edições, é promovido pelo SOS Racismo com apoio da Câmara Municipal do Porto e o Batalha Centro de Cinema e o suporte de diversos parceiros&amp;nbsp;institucionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Porto tem tradição de festivais de cinema de qualidade. Orgulhamo-nos de participar neste movimento e juntar o melhor dos diversos públicos, para debater a questão do racismo na sociedade e promover o acesso dos cidadãos e cidadãs aos espaços culturais da&amp;nbsp;cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os filmes e eventos têm entrada&amp;nbsp;gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/captura_de_ecra_2026-04-09_as_12.07.03.png" alt="" width="590" height="398" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;//////&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MICARzinha is a section of MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista (International Anti-Racist Film Festival), dedicated to children (+6 years) and young people (+12 years), free of charge and non-competitive, taking place in the city of Porto,&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We welcome submissions of films of all genres (fiction, documentaries, hybrid, animation and live action), focusing on the themes of racism, immigration and ethnic minorities. The Festival is aimed at school audiences and is divided into two programmes: +6 years, for primary school (Years 1–6), and +12 years, for lower and upper secondary&amp;nbsp;school.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We are looking for stories that challenge stereotypes and promote values of social justice, helping to develop a critical and informed perspective from the earliest&amp;nbsp;ages.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MICARzinha takes place at Batalha Centro de Cinema, Porto, during the days of MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista, the only festival of its kind in&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Now in its thirteenth edition, the event is promoted by SOS Racismo with the support of Porto City Council, Batalha Centro de Cinema, and various institutional&amp;nbsp;partners.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porto has a strong tradition of quality film festivals. We are proud to be part of this movement, bringing together the widest possible audiences to discuss racism in society and promote access to the city&amp;#8217;s cultural spaces for&amp;nbsp;all.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;All films and events are free of&amp;nbsp;charge.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:09:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Perve: três exposições e estreia ibérica de Mohamed Ahmed Ibrahim  </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/perve-tres-exposicoes-e-estreia-iberica-de-mohamed-ahmed-ibrahim-0</link>
 <description>&lt;h4 class="m_-4518302310321026525default-heading4"&gt;&lt;span&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, em Alfama, assinala 26 anos de atividade com um programa expositivo especial distribuído por três espaços contíguos. As exposições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“2MM”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;ocupam, respetivamente, o n.º 19 da Perve Galeria, o n.º 17 — espaço original da galeria, onde há 26 anos funcionou o Art Café, primeiro núcleo do projeto — e a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta&amp;nbsp;13).&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O principal destaque deste ciclo é a inauguração, no dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de abril&lt;/strong&gt;, entre as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17h00 e as 21h00&lt;/strong&gt;, da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria (Porta 19)&lt;/strong&gt;, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;primeira exposição individual do prioneiro artista emiradense, Mohamed Ahmed Ibrahim, em Portugal e na Península Ibérica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma carreira amplamente reconhecida no contexto internacional, o artista representou por duas vezes os Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza, nas edições de 2009 e 2022, afirmando-se como uma das figuras centrais da criação artística contemporânea do seu país. O artista estará presente na inauguração, bem como o curador&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;, num momento de especial relevância para o panorama artístico contemporâneo em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;constitui a primeira parte do tríptico&amp;nbsp;&lt;strong&gt;And Thus He Crossed Over&lt;/strong&gt;, um projeto artístico desenvolvido colaborativamente por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;. Inspirada na palavra árabe para “miragem”, a mostra propõe uma reflexão em torno da procura de um destino desejado, simultaneamente geográfico e metafórico, explorando as relações entre memória, perceção e ambiente. As obras apresentadas foram criadas entre 2023 e 2025, durante viagens por vários continentes, reunindo escultura, pintura e&amp;nbsp;desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/amira_design_02.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto deste novo ciclo, a mostra&lt;strong&gt;&amp;nbsp;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;, dedicada aos 26 anos de atividade do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Coletivo Multimédia Perve&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em Alfama, apresenta uma nova configuração, passando a instalar-se exclusivamente no espaço histórico do Art Café (Porta 17). Esta reorganização permite que cada exposição ocupe um espaço próprio neste conjunto arquitetónico singular do centro histórico de Lisboa. Reunindo obras de artistas fundamentais no percurso curatorial da galeria, “Ars Mater” propõe uma leitura das relações entre memória, tradição e contemporaneidade que têm marcado o seu programa ao longo de mais de duas&amp;nbsp;décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa este programa a exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“2MM – Reinata Sadimba e Ernesto Shikhani”&lt;/strong&gt;, patente na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta 19)&lt;/strong&gt;. Integrada nas celebrações dos 26 anos do Colectivo Multimédia Perve em Alfama, a mostra assinala também os 20 anos da primeira exposição que reuniu, na Perve Galeria, as obras destes dois mestres da arte moçambicana&amp;nbsp;contemporânea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito desta celebração, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;assinala também a sua presença na plataforma internacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Artsy&lt;/strong&gt;, passando a disponibilizar online as exposições atualmente patentes, oferecendo uma alternativa de visita para públicos que não possam deslocar-se presencialmente aos espaços em Lisboa. Entre os destaques desta nova presença digital encontra-se a mais recente exhibition Room&amp;nbsp;dedicada a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;, criada no contexto da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, permitindo acompanhar a obra do artista e o enquadramento curatorial do projeto em ambiente&amp;nbsp;digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este programa, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;celebra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 anos de atividade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;através de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;três exposições&lt;/strong&gt;, reafirmando a continuidade da sua missão de promover, em Portugal, práticas artísticas contemporâneas de forte relevância internacional e de fomentar o diálogo cultural entre diferentes geografias e contextos&amp;nbsp;artísticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="https://gzb9u.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG13DkCdM5L8uIOxJ1lx/UDblIIwDRQOl" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;www.pervegaleria.eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <content:encoded>&lt;h4 class="m_-4518302310321026525default-heading4"&gt;&lt;span&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, em Alfama, assinala 26 anos de atividade com um programa expositivo especial distribuído por três espaços contíguos. As exposições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“2MM”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;ocupam, respetivamente, o n.º 19 da Perve Galeria, o n.º 17 — espaço original da galeria, onde há 26 anos funcionou o Art Café, primeiro núcleo do projeto — e a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta&amp;nbsp;13).&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O principal destaque deste ciclo é a inauguração, no dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de abril&lt;/strong&gt;, entre as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17h00 e as 21h00&lt;/strong&gt;, da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria (Porta 19)&lt;/strong&gt;, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;primeira exposição individual do prioneiro artista emiradense, Mohamed Ahmed Ibrahim, em Portugal e na Península Ibérica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma carreira amplamente reconhecida no contexto internacional, o artista representou por duas vezes os Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza, nas edições de 2009 e 2022, afirmando-se como uma das figuras centrais da criação artística contemporânea do seu país. O artista estará presente na inauguração, bem como o curador&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;, num momento de especial relevância para o panorama artístico contemporâneo em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;constitui a primeira parte do tríptico&amp;nbsp;&lt;strong&gt;And Thus He Crossed Over&lt;/strong&gt;, um projeto artístico desenvolvido colaborativamente por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;. Inspirada na palavra árabe para “miragem”, a mostra propõe uma reflexão em torno da procura de um destino desejado, simultaneamente geográfico e metafórico, explorando as relações entre memória, perceção e ambiente. As obras apresentadas foram criadas entre 2023 e 2025, durante viagens por vários continentes, reunindo escultura, pintura e&amp;nbsp;desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/amira_design_02.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto deste novo ciclo, a mostra&lt;strong&gt;&amp;nbsp;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;, dedicada aos 26 anos de atividade do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Coletivo Multimédia Perve&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em Alfama, apresenta uma nova configuração, passando a instalar-se exclusivamente no espaço histórico do Art Café (Porta 17). Esta reorganização permite que cada exposição ocupe um espaço próprio neste conjunto arquitetónico singular do centro histórico de Lisboa. Reunindo obras de artistas fundamentais no percurso curatorial da galeria, “Ars Mater” propõe uma leitura das relações entre memória, tradição e contemporaneidade que têm marcado o seu programa ao longo de mais de duas&amp;nbsp;décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa este programa a exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“2MM – Reinata Sadimba e Ernesto Shikhani”&lt;/strong&gt;, patente na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta 19)&lt;/strong&gt;. Integrada nas celebrações dos 26 anos do Colectivo Multimédia Perve em Alfama, a mostra assinala também os 20 anos da primeira exposição que reuniu, na Perve Galeria, as obras destes dois mestres da arte moçambicana&amp;nbsp;contemporânea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito desta celebração, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;assinala também a sua presença na plataforma internacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Artsy&lt;/strong&gt;, passando a disponibilizar online as exposições atualmente patentes, oferecendo uma alternativa de visita para públicos que não possam deslocar-se presencialmente aos espaços em Lisboa. Entre os destaques desta nova presença digital encontra-se a mais recente exhibition Room&amp;nbsp;dedicada a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;, criada no contexto da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, permitindo acompanhar a obra do artista e o enquadramento curatorial do projeto em ambiente&amp;nbsp;digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este programa, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;celebra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 anos de atividade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;através de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;três exposições&lt;/strong&gt;, reafirmando a continuidade da sua missão de promover, em Portugal, práticas artísticas contemporâneas de forte relevância internacional e de fomentar o diálogo cultural entre diferentes geografias e contextos&amp;nbsp;artísticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="https://gzb9u.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG13DkCdM5L8uIOxJ1lx/UDblIIwDRQOl" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;www.pervegaleria.eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:17:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Perve: três exposições e estreia ibérica de Mohamed Ahmed Ibrahim  </title>
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 <description>&lt;h4 class="m_-4518302310321026525default-heading4"&gt;&lt;span&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, em Alfama, assinala 26 anos de atividade com um programa expositivo especial distribuído por três espaços contíguos. As exposições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“2MM”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;ocupam, respetivamente, o n.º 19 da Perve Galeria, o n.º 17 — espaço original da galeria, onde há 26 anos funcionou o Art Café, primeiro núcleo do projeto — e a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta&amp;nbsp;13).&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O principal destaque deste ciclo é a inauguração, no dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de abril&lt;/strong&gt;, entre as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17h00 e as 21h00&lt;/strong&gt;, da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria (Porta 19)&lt;/strong&gt;, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;primeira exposição individual do prioneiro artista emiradense, Mohamed Ahmed Ibrahim, em Portugal e na Península Ibérica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma carreira amplamente reconhecida no contexto internacional, o artista representou por duas vezes os Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza, nas edições de 2009 e 2022, afirmando-se como uma das figuras centrais da criação artística contemporânea do seu país. O artista estará presente na inauguração, bem como o curador&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;, num momento de especial relevância para o panorama artístico contemporâneo em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;constitui a primeira parte do tríptico&amp;nbsp;&lt;strong&gt;And Thus He Crossed Over&lt;/strong&gt;, um projeto artístico desenvolvido colaborativamente por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;. Inspirada na palavra árabe para “miragem”, a mostra propõe uma reflexão em torno da procura de um destino desejado, simultaneamente geográfico e metafórico, explorando as relações entre memória, perceção e ambiente. As obras apresentadas foram criadas entre 2023 e 2025, durante viagens por vários continentes, reunindo escultura, pintura e&amp;nbsp;desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/amira_design_02.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto deste novo ciclo, a mostra&lt;strong&gt;&amp;nbsp;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;, dedicada aos 26 anos de atividade do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Coletivo Multimédia Perve&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em Alfama, apresenta uma nova configuração, passando a instalar-se exclusivamente no espaço histórico do Art Café (Porta 17). Esta reorganização permite que cada exposição ocupe um espaço próprio neste conjunto arquitetónico singular do centro histórico de Lisboa. Reunindo obras de artistas fundamentais no percurso curatorial da galeria, “Ars Mater” propõe uma leitura das relações entre memória, tradição e contemporaneidade que têm marcado o seu programa ao longo de mais de duas&amp;nbsp;décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa este programa a exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“2MM – Reinata Sadimba e Ernesto Shikhani”&lt;/strong&gt;, patente na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta 19)&lt;/strong&gt;. Integrada nas celebrações dos 26 anos do Colectivo Multimédia Perve em Alfama, a mostra assinala também os 20 anos da primeira exposição que reuniu, na Perve Galeria, as obras destes dois mestres da arte moçambicana&amp;nbsp;contemporânea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito desta celebração, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;assinala também a sua presença na plataforma internacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Artsy&lt;/strong&gt;, passando a disponibilizar online as exposições atualmente patentes, oferecendo uma alternativa de visita para públicos que não possam deslocar-se presencialmente aos espaços em Lisboa. Entre os destaques desta nova presença digital encontra-se a mais recente exhibition Room&amp;nbsp;dedicada a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;, criada no contexto da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, permitindo acompanhar a obra do artista e o enquadramento curatorial do projeto em ambiente&amp;nbsp;digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este programa, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;celebra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 anos de atividade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;através de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;três exposições&lt;/strong&gt;, reafirmando a continuidade da sua missão de promover, em Portugal, práticas artísticas contemporâneas de forte relevância internacional e de fomentar o diálogo cultural entre diferentes geografias e contextos&amp;nbsp;artísticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="https://gzb9u.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG13DkCdM5L8uIOxJ1lx/UDblIIwDRQOl" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;www.pervegaleria.eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <content:encoded>&lt;h4 class="m_-4518302310321026525default-heading4"&gt;&lt;span&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, em Alfama, assinala 26 anos de atividade com um programa expositivo especial distribuído por três espaços contíguos. As exposições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“2MM”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;ocupam, respetivamente, o n.º 19 da Perve Galeria, o n.º 17 — espaço original da galeria, onde há 26 anos funcionou o Art Café, primeiro núcleo do projeto — e a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta&amp;nbsp;13).&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O principal destaque deste ciclo é a inauguração, no dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de abril&lt;/strong&gt;, entre as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17h00 e as 21h00&lt;/strong&gt;, da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria (Porta 19)&lt;/strong&gt;, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;primeira exposição individual do prioneiro artista emiradense, Mohamed Ahmed Ibrahim, em Portugal e na Península Ibérica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma carreira amplamente reconhecida no contexto internacional, o artista representou por duas vezes os Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza, nas edições de 2009 e 2022, afirmando-se como uma das figuras centrais da criação artística contemporânea do seu país. O artista estará presente na inauguração, bem como o curador&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;, num momento de especial relevância para o panorama artístico contemporâneo em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;constitui a primeira parte do tríptico&amp;nbsp;&lt;strong&gt;And Thus He Crossed Over&lt;/strong&gt;, um projeto artístico desenvolvido colaborativamente por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;. Inspirada na palavra árabe para “miragem”, a mostra propõe uma reflexão em torno da procura de um destino desejado, simultaneamente geográfico e metafórico, explorando as relações entre memória, perceção e ambiente. As obras apresentadas foram criadas entre 2023 e 2025, durante viagens por vários continentes, reunindo escultura, pintura e&amp;nbsp;desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/amira_design_02.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto deste novo ciclo, a mostra&lt;strong&gt;&amp;nbsp;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;, dedicada aos 26 anos de atividade do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Coletivo Multimédia Perve&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em Alfama, apresenta uma nova configuração, passando a instalar-se exclusivamente no espaço histórico do Art Café (Porta 17). Esta reorganização permite que cada exposição ocupe um espaço próprio neste conjunto arquitetónico singular do centro histórico de Lisboa. Reunindo obras de artistas fundamentais no percurso curatorial da galeria, “Ars Mater” propõe uma leitura das relações entre memória, tradição e contemporaneidade que têm marcado o seu programa ao longo de mais de duas&amp;nbsp;décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa este programa a exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“2MM – Reinata Sadimba e Ernesto Shikhani”&lt;/strong&gt;, patente na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta 19)&lt;/strong&gt;. Integrada nas celebrações dos 26 anos do Colectivo Multimédia Perve em Alfama, a mostra assinala também os 20 anos da primeira exposição que reuniu, na Perve Galeria, as obras destes dois mestres da arte moçambicana&amp;nbsp;contemporânea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito desta celebração, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;assinala também a sua presença na plataforma internacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Artsy&lt;/strong&gt;, passando a disponibilizar online as exposições atualmente patentes, oferecendo uma alternativa de visita para públicos que não possam deslocar-se presencialmente aos espaços em Lisboa. Entre os destaques desta nova presença digital encontra-se a mais recente exhibition Room&amp;nbsp;dedicada a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;, criada no contexto da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, permitindo acompanhar a obra do artista e o enquadramento curatorial do projeto em ambiente&amp;nbsp;digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este programa, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;celebra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 anos de atividade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;através de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;três exposições&lt;/strong&gt;, reafirmando a continuidade da sua missão de promover, em Portugal, práticas artísticas contemporâneas de forte relevância internacional e de fomentar o diálogo cultural entre diferentes geografias e contextos&amp;nbsp;artísticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="https://gzb9u.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG13DkCdM5L8uIOxJ1lx/UDblIIwDRQOl" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;www.pervegaleria.eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:17:37 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Contos baralhados: doze micro-histórias para miúdos e graúdos</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/contos-baralhados-doze-micro-historias-para-miudos-e-graudos</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/contos_baralhados1.jpg" alt="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;©Gonçalo Pina / Produções Real&amp;nbsp;Pelágio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;No dia 18 de abril, às 15h, na Casa Fernando Pessoa,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span&gt;estreia em Lisboa &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Contos Baralhados.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;Trata-se do novo conto musicado das Histórias Magnéticas, com texto&amp;nbsp;&lt;span&gt;e música originais de Sérgio Pelágio, para a narração da atriz Isabel Gaivão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A sessão contempla também um ateliê e o lançamento do&amp;nbsp;audiolivro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;Serão ainda apresentados online doze filmes de vários artistas,&amp;nbsp;&lt;span&gt;criados a partir dos contos.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Histórias Magnéticas&lt;/strong&gt; é um projeto dirigido à infância, criado em 2009 por Sérgio Pelágio e que consiste na composição de bandas-sonoras para histórias infantis. O resultado é uma história-contada-concerto para guitarra elétrica (Sérgio Pelágio) e voz (Isabel Gaivão), à qual se segue um ateliê para o público&amp;nbsp;participante.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Até à data, o repertório das Histórias Magnéticas inclui oito contos de diferentes autores, tais como Umberto Eco, Isabel Minhós Martins, Miguel de Cervantes, Babette Cole, Alice Vieira e Clarice Lispector. E, desde 2019, também textos originais de Sérgio Pelágio, como é o caso deste &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que agora vai ter estreia em Lisboa, na Casa Fernando&amp;nbsp;Pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; assenta numa estrutura diferente das Histórias Magnéticas anteriores, uma vez que esta é composta por doze micro-histórias sem aparente ligação entre si. São histórias muito pequeninas e muito rápidas de contar, com cerca de um minuto e meio cada. Sérgio Pelágio refere que “são uma espécie de apanhados. Situações em que às vezes somos apanhados no nosso dia a dia, mas que são muito divertidas e divertidas de contar também.” Baseadas em acontecimentos inverosímeis do quotidiano vividos pelo autor, estes momentos atravessam sonhos, pensamentos e situações que normalmente desvalorizamos, mas que se neles atentarmos, descobrimos um mundo paralelo muito divertido e surpreendente. Para habitar esse mundo são convocados nadadores-voadores, ciclo-poetas, otorrinolaringologistas e&amp;nbsp;extraterrestres.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;A sessão é também um jogo com 12 cartas ilustradas e baralhadas que cada espectador(a) é desafiado(a) a ordenar enquanto escuta a narração. A sequência obtida será o ponto de partida para uma conversa-ateliê que termina com a montagem de um&amp;nbsp;livro-harmónio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Histórias Magnéticas&lt;/strong&gt; é um projeto que se destaca pela sua forte componente pedagógica e pela eficácia junto de diversos públicos. Para além de Portugal, já teve apresentações em países como Espanha, França, Cabo Verde, Japão, Macau e Timor. Afirma Sérgio Pelágio: “Acredito que as crianças, mesmo não compreendendo o significado de todas as palavras que estão a escutar, podem lá chegar por outra via, nomeadamente a música. A presença da música pode ajudar as crianças a compreender o significado de um determinado texto. Pode ajudá-las a perceber, por exemplo, se se trata de um momento mais trágico, ou de um momento mais&amp;nbsp;cómico.”&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é um espetáculo, com Sérgio Pelágio e Isabel Gaivão, que convida as crianças a uma experiência imersiva e que culmina num ateliê participativo, promovendo a imaginação, a expressão e o pensamento crítico. A apresentação de dia 18 de abril, na Casa Fernando Pessoa, integra o lançamento do audiolivro “Contos baralhados”, uma edição das Produções Real Pelágio, com design e ilustrações de Carlos Bártolo, e ainda a divulgação online de doze filmes da autoria de vários realizadores, videastas, artistas plásticos e animadores, que partiram destes contos para a imagem: Paulo Abreu, Sandra Rosa Dias, Diogo Salgado, Mariana Ramos, Patrícia Rego, Sofia Afonso, Gonçalo Pina e João Pedro Gomes. Toda a sessão terá interpretação em&amp;nbsp;LGP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p16"&gt;O álbum digital foi lançado em dezembro passado e encontra-se disponível na Bandcamp, neste link: &lt;a href="https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados"&gt;https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; seguirá para Évora, em maio, no âmbito da programação regular da Companhia de Dança Contemporânea de Évora, onde será apresentado em duas sessões para&amp;nbsp;escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/contos_baralhados_02.jpg" alt="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;©Gonçalo Pina / Produções Real&amp;nbsp;Pelágio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Pelágio&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; é um guitarrista conceituado, com um percurso entre o jazz e a música&amp;nbsp;improvisada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Iniciou os seus estudos musicais em guitarra clássica aos 12 anos. Mais tarde, descobriu o Jazz e a música improvisada e tocou, entre outros, com David Liebman, Andy Sheppard, Norma Winston, John Abercrombie, Sylvia Cuenca, Bernardo Sassetti e Mário Laginha, com quem gravou o CD “Hoje” (1994). Em 1992, criou o grupo Idefix e editou o CD &amp;#8220;Idefix live&amp;#8221;. Compôs para os coreógrafos Paulo Ribeiro, Paula Massano, João Galante, Teresa Prima, entre outros. Em 1997, fundou com Sílvia Real as Produções Real Pelágio, e a dupla criou a trilogia &lt;em&gt;Casio Tone&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Subtone&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Tritone&lt;/em&gt;. Apresentou-se em vários países na Europa, Brasil e EUA. Em 2002, editou “Bandas Sonoras para peças de Francisco Camacho e Vera Mantero 1993-97” (2002). Toca regularmente com o contrabaixista Mário Franco, com quem gravou o CD Our Door, Mário Franco Trio (2014) e “Rush”, Mário Franco Quinteto (2017). Editou, pela RP, o CD RIFF OUT (2022), e o CD &amp;#8220;Para Gust 9723&amp;#8221; (2023). Criou em 2009 o projeto para a infância Histórias Magnéticas, para o qual criou 9 contos musicados (apresentações em Portugal, Macau, Timor, Espanha, Cabo Verde, França e Japão), editou o CD “Histórias Magnéticas” (2018), e o livro e audiolivro “Não se deixem enganar! Um conto panfletário de 2019” (2023). Em dezembro de 2025, estreou “Contos baralhados”, a segunda história magnética com texto de sua autoria, no Palácio do Sobralinho, Vila Franca de&amp;nbsp;Xira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p18"&gt;//&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;O casamento&amp;#8221; de Patrícia&amp;nbsp;Rego&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1161138879?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1161138879?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Sorte de uns&amp;#8221; de João Pedro&amp;nbsp;Gomes&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1156968782?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1156968782?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;O pica-pau&amp;#8221; de Paulo&amp;nbsp;Abreu&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1143033987?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1143033987?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p19"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CONTOS&amp;nbsp;BARALHADOS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de abril, das 15h às&amp;nbsp;16h30&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Casa Fernando Pessoa,&amp;nbsp;Lisboa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;M/6&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sessão com interpretação em&amp;nbsp;LGP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Bilhetes:&amp;nbsp;5€&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p22"&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;técnica&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Pelágio&lt;/strong&gt; :: texto original, composição, direção e guitarra&amp;nbsp;elétrica&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Isabel Gaivão&lt;/strong&gt; ::&amp;nbsp;narração&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Bártolo&lt;/strong&gt; :: design&amp;nbsp;gráfico&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Mariana Dias&lt;/strong&gt; :: produção&amp;nbsp;executiva&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Susana Martins&lt;/strong&gt; ::&amp;nbsp;comunicação&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Levina Valentim &lt;/strong&gt;:: assessoria de&amp;nbsp;imprensa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;Apoios:: Antena 2, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Castelo Branco, SIB A Voz do&amp;nbsp;Operário&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;PRODUÇÕES REAL PELÁGIO é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das&amp;nbsp;Artes&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;MAIS&amp;nbsp;INFORMAÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p24"&gt;&lt;strong&gt;Website&lt;/strong&gt;: &lt;a href="https://www.realpelagio.org/hist%25C3%25B3rias-magn%25C3%25A9ticas"&gt;https://www.realpelagio.org/hist%C3%B3rias-magn%C3%A9ticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p24"&gt;&lt;strong&gt;Facebook&lt;/strong&gt;: &lt;a href="https://www.facebook.com/ashistoriasmagneticas"&gt;https://www.facebook.com/ashistoriasmagneticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Instagram&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;@real.pelagio&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/contos">contos</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/infancia">infância</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/contos_baralhados1.jpg" alt="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;©Gonçalo Pina / Produções Real&amp;nbsp;Pelágio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;No dia 18 de abril, às 15h, na Casa Fernando Pessoa,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span&gt;estreia em Lisboa &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Contos Baralhados.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;Trata-se do novo conto musicado das Histórias Magnéticas, com texto&amp;nbsp;&lt;span&gt;e música originais de Sérgio Pelágio, para a narração da atriz Isabel Gaivão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A sessão contempla também um ateliê e o lançamento do&amp;nbsp;audiolivro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;Serão ainda apresentados online doze filmes de vários artistas,&amp;nbsp;&lt;span&gt;criados a partir dos contos.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Histórias Magnéticas&lt;/strong&gt; é um projeto dirigido à infância, criado em 2009 por Sérgio Pelágio e que consiste na composição de bandas-sonoras para histórias infantis. O resultado é uma história-contada-concerto para guitarra elétrica (Sérgio Pelágio) e voz (Isabel Gaivão), à qual se segue um ateliê para o público&amp;nbsp;participante.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Até à data, o repertório das Histórias Magnéticas inclui oito contos de diferentes autores, tais como Umberto Eco, Isabel Minhós Martins, Miguel de Cervantes, Babette Cole, Alice Vieira e Clarice Lispector. E, desde 2019, também textos originais de Sérgio Pelágio, como é o caso deste &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que agora vai ter estreia em Lisboa, na Casa Fernando&amp;nbsp;Pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; assenta numa estrutura diferente das Histórias Magnéticas anteriores, uma vez que esta é composta por doze micro-histórias sem aparente ligação entre si. São histórias muito pequeninas e muito rápidas de contar, com cerca de um minuto e meio cada. Sérgio Pelágio refere que “são uma espécie de apanhados. Situações em que às vezes somos apanhados no nosso dia a dia, mas que são muito divertidas e divertidas de contar também.” Baseadas em acontecimentos inverosímeis do quotidiano vividos pelo autor, estes momentos atravessam sonhos, pensamentos e situações que normalmente desvalorizamos, mas que se neles atentarmos, descobrimos um mundo paralelo muito divertido e surpreendente. Para habitar esse mundo são convocados nadadores-voadores, ciclo-poetas, otorrinolaringologistas e&amp;nbsp;extraterrestres.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;A sessão é também um jogo com 12 cartas ilustradas e baralhadas que cada espectador(a) é desafiado(a) a ordenar enquanto escuta a narração. A sequência obtida será o ponto de partida para uma conversa-ateliê que termina com a montagem de um&amp;nbsp;livro-harmónio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Histórias Magnéticas&lt;/strong&gt; é um projeto que se destaca pela sua forte componente pedagógica e pela eficácia junto de diversos públicos. Para além de Portugal, já teve apresentações em países como Espanha, França, Cabo Verde, Japão, Macau e Timor. Afirma Sérgio Pelágio: “Acredito que as crianças, mesmo não compreendendo o significado de todas as palavras que estão a escutar, podem lá chegar por outra via, nomeadamente a música. A presença da música pode ajudar as crianças a compreender o significado de um determinado texto. Pode ajudá-las a perceber, por exemplo, se se trata de um momento mais trágico, ou de um momento mais&amp;nbsp;cómico.”&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é um espetáculo, com Sérgio Pelágio e Isabel Gaivão, que convida as crianças a uma experiência imersiva e que culmina num ateliê participativo, promovendo a imaginação, a expressão e o pensamento crítico. A apresentação de dia 18 de abril, na Casa Fernando Pessoa, integra o lançamento do audiolivro “Contos baralhados”, uma edição das Produções Real Pelágio, com design e ilustrações de Carlos Bártolo, e ainda a divulgação online de doze filmes da autoria de vários realizadores, videastas, artistas plásticos e animadores, que partiram destes contos para a imagem: Paulo Abreu, Sandra Rosa Dias, Diogo Salgado, Mariana Ramos, Patrícia Rego, Sofia Afonso, Gonçalo Pina e João Pedro Gomes. Toda a sessão terá interpretação em&amp;nbsp;LGP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p16"&gt;O álbum digital foi lançado em dezembro passado e encontra-se disponível na Bandcamp, neste link: &lt;a href="https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados"&gt;https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; seguirá para Évora, em maio, no âmbito da programação regular da Companhia de Dança Contemporânea de Évora, onde será apresentado em duas sessões para&amp;nbsp;escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/contos_baralhados_02.jpg" alt="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;©Gonçalo Pina / Produções Real&amp;nbsp;Pelágio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Pelágio&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; é um guitarrista conceituado, com um percurso entre o jazz e a música&amp;nbsp;improvisada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Iniciou os seus estudos musicais em guitarra clássica aos 12 anos. Mais tarde, descobriu o Jazz e a música improvisada e tocou, entre outros, com David Liebman, Andy Sheppard, Norma Winston, John Abercrombie, Sylvia Cuenca, Bernardo Sassetti e Mário Laginha, com quem gravou o CD “Hoje” (1994). Em 1992, criou o grupo Idefix e editou o CD &amp;#8220;Idefix live&amp;#8221;. Compôs para os coreógrafos Paulo Ribeiro, Paula Massano, João Galante, Teresa Prima, entre outros. Em 1997, fundou com Sílvia Real as Produções Real Pelágio, e a dupla criou a trilogia &lt;em&gt;Casio Tone&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Subtone&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Tritone&lt;/em&gt;. Apresentou-se em vários países na Europa, Brasil e EUA. Em 2002, editou “Bandas Sonoras para peças de Francisco Camacho e Vera Mantero 1993-97” (2002). Toca regularmente com o contrabaixista Mário Franco, com quem gravou o CD Our Door, Mário Franco Trio (2014) e “Rush”, Mário Franco Quinteto (2017). Editou, pela RP, o CD RIFF OUT (2022), e o CD &amp;#8220;Para Gust 9723&amp;#8221; (2023). Criou em 2009 o projeto para a infância Histórias Magnéticas, para o qual criou 9 contos musicados (apresentações em Portugal, Macau, Timor, Espanha, Cabo Verde, França e Japão), editou o CD “Histórias Magnéticas” (2018), e o livro e audiolivro “Não se deixem enganar! Um conto panfletário de 2019” (2023). Em dezembro de 2025, estreou “Contos baralhados”, a segunda história magnética com texto de sua autoria, no Palácio do Sobralinho, Vila Franca de&amp;nbsp;Xira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p18"&gt;//&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;O casamento&amp;#8221; de Patrícia&amp;nbsp;Rego&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1161138879?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1161138879?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Sorte de uns&amp;#8221; de João Pedro&amp;nbsp;Gomes&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1156968782?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1156968782?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;O pica-pau&amp;#8221; de Paulo&amp;nbsp;Abreu&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1143033987?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1143033987?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p19"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CONTOS&amp;nbsp;BARALHADOS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de abril, das 15h às&amp;nbsp;16h30&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Casa Fernando Pessoa,&amp;nbsp;Lisboa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;M/6&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sessão com interpretação em&amp;nbsp;LGP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Bilhetes:&amp;nbsp;5€&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p22"&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;técnica&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Pelágio&lt;/strong&gt; :: texto original, composição, direção e guitarra&amp;nbsp;elétrica&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Isabel Gaivão&lt;/strong&gt; ::&amp;nbsp;narração&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Bártolo&lt;/strong&gt; :: design&amp;nbsp;gráfico&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Mariana Dias&lt;/strong&gt; :: produção&amp;nbsp;executiva&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Susana Martins&lt;/strong&gt; ::&amp;nbsp;comunicação&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Levina Valentim &lt;/strong&gt;:: assessoria de&amp;nbsp;imprensa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;Apoios:: Antena 2, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Castelo Branco, SIB A Voz do&amp;nbsp;Operário&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;PRODUÇÕES REAL PELÁGIO é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das&amp;nbsp;Artes&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;MAIS&amp;nbsp;INFORMAÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p24"&gt;&lt;strong&gt;Website&lt;/strong&gt;: &lt;a href="https://www.realpelagio.org/hist%25C3%25B3rias-magn%25C3%25A9ticas"&gt;https://www.realpelagio.org/hist%C3%B3rias-magn%C3%A9ticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p24"&gt;&lt;strong&gt;Facebook&lt;/strong&gt;: &lt;a href="https://www.facebook.com/ashistoriasmagneticas"&gt;https://www.facebook.com/ashistoriasmagneticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Instagram&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;@real.pelagio&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:16:36 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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