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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>Essas pessoas na sala de jantar</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/essas-pessoas-na-sala-de-jantar</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/cartaz_lancamento-copia1.png" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&amp;#8220;Cada um se arranca do silêncio para virar narrativa&amp;#8221;, escreve Eliane Brum em &amp;#8216;Os meus desacontecimentos&amp;#8217;. Então, encontrei no fio condutor das mudanças de casa, a matéria a partir da qual virar narrativa. É que experimentei demasiadas vezes a sensação de entrar num espaço vazio e projetar algo novo naquelas duas ou três assoalhadas, subir malas e caixotes ou aninhar-me no território de outras pessoas. Mudar de casa implicou reduções de contrato e separações. Foi preciso refazer caminhos, desprender-me de objetos, desapegos afetivos, para dar lugar ao que viria: novos parceiros de refeições, outros cartazes na sala e lavatórios para esfregar, renovados entusiasmos e dores. Nódoas negras ao embater nos móveis, como quem reaprende a andar. Dessa sucessão de mudanças, nasceu a vontade de encapsular temporadas em certos lugares e circunstâncias&amp;#8230;.   Textos ambientados em vários bairros de Lisboa, e no Faial, Paris, Mindelo, Luanda, Rio de Janeiro, São Paulo, Maputo, Ourique, e em várias almofadas&amp;#8230; Publicado pela editora Tigre de Papel.  Lançamento na Feira do Livro de Lisboa com a Golgona&amp;nbsp;Anghel.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cronicas">crónicas</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/livro">livro</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/cartaz_lancamento-copia1.png" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&amp;#8220;Cada um se arranca do silêncio para virar narrativa&amp;#8221;, escreve Eliane Brum em &amp;#8216;Os meus desacontecimentos&amp;#8217;. Então, encontrei no fio condutor das mudanças de casa, a matéria a partir da qual virar narrativa. É que experimentei demasiadas vezes a sensação de entrar num espaço vazio e projetar algo novo naquelas duas ou três assoalhadas, subir malas e caixotes ou aninhar-me no território de outras pessoas. Mudar de casa implicou reduções de contrato e separações. Foi preciso refazer caminhos, desprender-me de objetos, desapegos afetivos, para dar lugar ao que viria: novos parceiros de refeições, outros cartazes na sala e lavatórios para esfregar, renovados entusiasmos e dores. Nódoas negras ao embater nos móveis, como quem reaprende a andar. Dessa sucessão de mudanças, nasceu a vontade de encapsular temporadas em certos lugares e circunstâncias&amp;#8230;.   Textos ambientados em vários bairros de Lisboa, e no Faial, Paris, Mindelo, Luanda, Rio de Janeiro, São Paulo, Maputo, Ourique, e em várias almofadas&amp;#8230; Publicado pela editora Tigre de Papel.  Lançamento na Feira do Livro de Lisboa com a Golgona&amp;nbsp;Anghel.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 14 May 2026 13:19:27 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Restaurar o Futuro, conferência de David Scott</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/restaurar-o-futuro-conferencia-de-david-scott</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Moderação: &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Liliana Coutinho&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;Como as práticas de restituição de objetos, memórias e histórias se podem tornar gestos de reconfiguração de futuros? Scott propõe uma crítica pós-colonial que vai para além da reparação. Ao articular ética, crítica e imaginação, Scott convida-nos a pensar na restituição não como um mero retorno, mas como um movimento criativo, um fundamento para futuros plurais, ou seja, não como a restauração de um passado perdido, mas como novas formas de coexistência e de responsabilidade&amp;nbsp;partilhada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;David Scott leciona no departamento de Antropologia da Universidade de Columbia. É autor de vários livros, entre os quais &lt;em&gt;Refashioning Futures: Criticism after Postcoloniality&lt;/em&gt; (1999), &lt;em&gt;Stuart Hall’s Voice: Intimations of an Ethics of Receptive Generosity&lt;/em&gt; (2017) e &lt;em&gt;The Paradox of Freedom: A Biographical Dialogue&lt;/em&gt; (2023). Foi também curador da Bienal de Kingston de 2022, com o tema &amp;#8220;Pressure&amp;#8221;, bem como das exposições &lt;em&gt;Caribbean Queer Visualities&lt;/em&gt; (Belfast 2016, Glasgow 2017) e &lt;em&gt;The Visual Life of Social Affliction&lt;/em&gt; (Nassau e Miami, 2019 e Roterdão,&amp;nbsp;2020).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;19 MAI 2026&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;TER 19:00 -&amp;nbsp;Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/restaurar_o_futuro_david_scott.png" alt="" width="540" height="675" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/david-scott">David Scott</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Moderação: &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Liliana Coutinho&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;Como as práticas de restituição de objetos, memórias e histórias se podem tornar gestos de reconfiguração de futuros? Scott propõe uma crítica pós-colonial que vai para além da reparação. Ao articular ética, crítica e imaginação, Scott convida-nos a pensar na restituição não como um mero retorno, mas como um movimento criativo, um fundamento para futuros plurais, ou seja, não como a restauração de um passado perdido, mas como novas formas de coexistência e de responsabilidade&amp;nbsp;partilhada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;David Scott leciona no departamento de Antropologia da Universidade de Columbia. É autor de vários livros, entre os quais &lt;em&gt;Refashioning Futures: Criticism after Postcoloniality&lt;/em&gt; (1999), &lt;em&gt;Stuart Hall’s Voice: Intimations of an Ethics of Receptive Generosity&lt;/em&gt; (2017) e &lt;em&gt;The Paradox of Freedom: A Biographical Dialogue&lt;/em&gt; (2023). Foi também curador da Bienal de Kingston de 2022, com o tema &amp;#8220;Pressure&amp;#8221;, bem como das exposições &lt;em&gt;Caribbean Queer Visualities&lt;/em&gt; (Belfast 2016, Glasgow 2017) e &lt;em&gt;The Visual Life of Social Affliction&lt;/em&gt; (Nassau e Miami, 2019 e Roterdão,&amp;nbsp;2020).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;19 MAI 2026&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;TER 19:00 -&amp;nbsp;Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/restaurar_o_futuro_david_scott.png" alt="" width="540" height="675" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 14 May 2026 09:52:17 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Festival Panos</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/festival-panos</link>
 <description>&lt;table class="table_tickets"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr class="show"&gt;
&lt;td&gt;22 - 24 MAICentro Cultural de Paredes&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;O PANOS — palcos novos palavras novas é um projeto onde se lê, faz e apresenta teatro de e para jovens, dos 12 aos 19 anos.&lt;br /&gt;Ao longo de quase um ano, num processo composto por várias fases, o PANOS promove e valoriza o teatro juvenil em Portugal e as novas dramaturgias, a partir da criação artística em conjunto com dezenas de grupos de norte a sul do país. Grupos de jovens, de escolas, associações, teatros e grupos municipais escolhem e encenam um de três textos, ensaiam e apresentam o espetáculo nas suas cidades, vilas ou aldeias e os palcos descentralizam-se. Seis criações são depois selecionadas por um júri para apresentação no Festival PANOS, uma celebração coletiva e intensa da experiência teatral, que decorre durante três dias, em Paredes.&lt;br /&gt;Conheça os grupos participantes na edição 2026 do PANOS – palcos novos palavras novas, &lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/grupos-participantes-na-edicao-2026-do-panos-palcos-novos-palavras-novas/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Festival PANOS – Centro Cultural de Paredes&lt;br /&gt;22&amp;nbsp;MAIO&amp;nbsp;ESPETÁCULOS&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/o-meu-pai-carlitos/"&gt;O Meu Pai Carlitos&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de Joaquim Arena&amp;nbsp;pelo grupo Outros Trevos&amp;nbsp;(Portalegre)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pequeno Auditório &amp;gt;&amp;nbsp;18h&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Carlitos, 40 anos, pai de Pedro, Joana e Luís (falecido aos 15 anos), desaparece. A família desespera: a mulher Maria Teresa e a mãe; bem como a D. Bia Zé, os vizinhos e amigos. O tempo passa e as autoridades não têm sucesso nas buscas que vão fazendo na região. Em O Meu Pai Carlitos, de Joaquim Arena, percorremos em revista, durante a investigação, o passado de Carlitos. Porque afinal Carlitos desapareceu? Por causa da morte do filho Luís? Porque a vida lhe é insuportável? Que homem é afinal Carlitos?&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-14_as_10.47.24.png" alt="" width="590" height="493" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/insegura-uma-tragedia-de-enganos-2-2-2/"&gt;I&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/insegura-uma-tragedia-de-enganos-2-2-2/"&gt;nsegura – Uma Tragédia de Enganos&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;de Ana Markl pelo grupo de teatro infanto juvenil RecreArte (Marinha Grande) Grande Auditório &amp;gt;&amp;nbsp;21h&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;23 MAIO&amp;nbsp;LANÇAMENTO DO LIVRO&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/livros-e-pensamento/panos-palcos-novos-palavras-novas-2/"&gt;PANOS 2025&lt;/a&gt;&lt;span&gt;coordenação Sandro William Junqueira edição TNDMII Foyer &amp;gt;&amp;nbsp;16h&amp;nbsp;ESPETÁCULOS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/insegura-uma-tragedia-de-enganos-2-2/"&gt;Insegura – Uma Tragédia de Enganos&amp;nbsp;&lt;/a&gt;de Ana Markl pelo grupo Sol d&amp;#8217;Alma – Associação de Teatro (Ovar) Pequeno Auditório &amp;gt; 18h&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/olivia/"&gt;Olívia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de Mariana Jones pelo grupo Art´J - Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra (Branca) Grande Auditório &amp;gt;&amp;nbsp;21h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Festa PANOS&lt;br /&gt;Arena &amp;gt; 22h30&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;24 MAIO&amp;nbsp;ESPETÁCULOS&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/olivia-2-2/"&gt;Olívia&lt;/a&gt;de Mariana Jonespelo grupo Ateatra (Vila Nova de Santo André)Pequeno Auditório &amp;gt; 18h&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/insegura-uma-tragedia-de-enganos/"&gt;Insegura – Uma Tragédia de Enganos&lt;/a&gt;de Ana Marklpelo grupo Escola Secundária Dr. Ginestal Machado (Santarém)Grande Auditório &amp;gt;&amp;nbsp;21h&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/joaquim-arena">Joaquim Arena</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/panos">panos</category>
 <content:encoded>&lt;table class="table_tickets"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr class="show"&gt;
&lt;td&gt;22 - 24 MAICentro Cultural de Paredes&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;O PANOS — palcos novos palavras novas é um projeto onde se lê, faz e apresenta teatro de e para jovens, dos 12 aos 19 anos.&lt;br /&gt;Ao longo de quase um ano, num processo composto por várias fases, o PANOS promove e valoriza o teatro juvenil em Portugal e as novas dramaturgias, a partir da criação artística em conjunto com dezenas de grupos de norte a sul do país. Grupos de jovens, de escolas, associações, teatros e grupos municipais escolhem e encenam um de três textos, ensaiam e apresentam o espetáculo nas suas cidades, vilas ou aldeias e os palcos descentralizam-se. Seis criações são depois selecionadas por um júri para apresentação no Festival PANOS, uma celebração coletiva e intensa da experiência teatral, que decorre durante três dias, em Paredes.&lt;br /&gt;Conheça os grupos participantes na edição 2026 do PANOS – palcos novos palavras novas, &lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/grupos-participantes-na-edicao-2026-do-panos-palcos-novos-palavras-novas/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Festival PANOS – Centro Cultural de Paredes&lt;br /&gt;22&amp;nbsp;MAIO&amp;nbsp;ESPETÁCULOS&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/o-meu-pai-carlitos/"&gt;O Meu Pai Carlitos&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de Joaquim Arena&amp;nbsp;pelo grupo Outros Trevos&amp;nbsp;(Portalegre)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pequeno Auditório &amp;gt;&amp;nbsp;18h&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Carlitos, 40 anos, pai de Pedro, Joana e Luís (falecido aos 15 anos), desaparece. A família desespera: a mulher Maria Teresa e a mãe; bem como a D. Bia Zé, os vizinhos e amigos. O tempo passa e as autoridades não têm sucesso nas buscas que vão fazendo na região. Em O Meu Pai Carlitos, de Joaquim Arena, percorremos em revista, durante a investigação, o passado de Carlitos. Porque afinal Carlitos desapareceu? Por causa da morte do filho Luís? Porque a vida lhe é insuportável? Que homem é afinal Carlitos?&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-14_as_10.47.24.png" alt="" width="590" height="493" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/insegura-uma-tragedia-de-enganos-2-2-2/"&gt;I&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/insegura-uma-tragedia-de-enganos-2-2-2/"&gt;nsegura – Uma Tragédia de Enganos&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;de Ana Markl pelo grupo de teatro infanto juvenil RecreArte (Marinha Grande) Grande Auditório &amp;gt;&amp;nbsp;21h&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;23 MAIO&amp;nbsp;LANÇAMENTO DO LIVRO&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/livros-e-pensamento/panos-palcos-novos-palavras-novas-2/"&gt;PANOS 2025&lt;/a&gt;&lt;span&gt;coordenação Sandro William Junqueira edição TNDMII Foyer &amp;gt;&amp;nbsp;16h&amp;nbsp;ESPETÁCULOS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/insegura-uma-tragedia-de-enganos-2-2/"&gt;Insegura – Uma Tragédia de Enganos&amp;nbsp;&lt;/a&gt;de Ana Markl pelo grupo Sol d&amp;#8217;Alma – Associação de Teatro (Ovar) Pequeno Auditório &amp;gt; 18h&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/olivia/"&gt;Olívia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de Mariana Jones pelo grupo Art´J - Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra (Branca) Grande Auditório &amp;gt;&amp;nbsp;21h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Festa PANOS&lt;br /&gt;Arena &amp;gt; 22h30&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;24 MAIO&amp;nbsp;ESPETÁCULOS&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/olivia-2-2/"&gt;Olívia&lt;/a&gt;de Mariana Jonespelo grupo Ateatra (Vila Nova de Santo André)Pequeno Auditório &amp;gt; 18h&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/insegura-uma-tragedia-de-enganos/"&gt;Insegura – Uma Tragédia de Enganos&lt;/a&gt;de Ana Marklpelo grupo Escola Secundária Dr. Ginestal Machado (Santarém)Grande Auditório &amp;gt;&amp;nbsp;21h&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 14 May 2026 09:49:51 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title>Ceci n’est Pas Francisco  MARTA PINTO MACHADO</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/ceci-n-est-pas-francisco-marta-pinto-machado</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;Centro Cultural Cabo Verde,&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;22 de maio de 2026, patente até 27 de&amp;nbsp;junho&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;18h00&lt;span class="s1"&gt; &lt;/span&gt;- Conversa com Inês Vieira Gomes,&lt;span class="s1"&gt; &lt;em&gt;investigadora&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;, e Marta Pinto Machado,&lt;span class="s1"&gt; &lt;em&gt;artista&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;19h00&lt;span class="s1"&gt; &lt;/span&gt;- Abertura da&amp;nbsp;exposição&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;3ª a 5 ª feira, das 12h00 às 19h00 | 6ª e Sab, das 13h00 às&amp;nbsp;20:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;Na continuidade da exposição apresentada no MNAC – Museu Nacional de Arte&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Contemporânea, Ceci n’est Pas Francisco expande-se no CCCV – Centro Cultural Cabo Verde&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;como um novo momento do projecto de Marta Pinto Machado em torno de Francisco&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Mendonça, das ausências do arquivo e das histórias que ficaram por contar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Entre 1961 e 1962, não existe um registo claro sobre Francisco. Esse intervalo coincide com o p&lt;/span&gt;&lt;span&gt;eríodo da sua tentativa falhada de fuga, no contexto das lutas anticoloniais e da Casa dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Estudantes do Império. É a partir desse vazio que a artista desenvolve uma investigação feita&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de imagens, documentos, vídeo e&amp;nbsp;instalação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;No CCCV, a exposição ganha outra presença no espaço. O filme apresentado no MNAC é agora&amp;nbsp;&lt;span&gt;acompanhado por novos elementos, propondo uma leitura mais fragmentada desta história.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Francisco surge entre vestígios, perguntas e imagens possíveis, não como uma figura totalmente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;recuperada, mas como uma presença marcada por uma ausência que continua&amp;nbsp;activa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-13_as_16.53.33.png" alt="" width="590" height="340" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;A exposição aproxima-se do arquivo como lugar incompleto, onde a memória se constrói&amp;nbsp;&lt;span&gt;também a partir de falhas, silêncios e restos. Ao trazer este trabalho para o CCCV – Centro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Cultural Cabo Verde, reforça-se a relação com histórias comuns, atravessadas tambem por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cabo-verdianos atravessadas pela circulação, pela resistência e pela dificuldade de inscrição&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nos relatos&amp;nbsp;oficiais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Ceci n’est Pas Francisco permanece nesse ponto instável entre documento, imagem e&amp;nbsp;&lt;span&gt;memória, procurando dar forma a uma história&amp;nbsp;interrompida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Curadoria: Filipa Oliveira e Ricardo Barbosa&amp;nbsp;Vicente&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Sobre a&amp;nbsp;artista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Marta Pinto Machado é portuguesa-caboverdiana. É doutoranda em História pela Universi&lt;span&gt;dade NOVA de Lisboa, mestre em Fotografia pela Universidade Católica do Porto. O seu&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;trabalho fotográfico analisa as ambiguidades da História e a sua relação com as narrativas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ditas oficiais do mundo ocidental, centrando-se nas temáticas do colonialismo, identidade e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;território e está em coleções privadas e na coleção do Estado Português (Museu da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Presidência). Expõe frequentemente. Durante os últimos cinco anos expôs em Dublin, Utre&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cht, Budapeste, Novi Sad, Braga, Lamego, Lisboa e Guimarães.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;No campo académico, publicou artigos nas revistas “Interact: Revista Online de Arte, Cultura&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e Tecnologia”, “Aniki: Revista Portuguesa da Imagem em Movimento” e &amp;#8220;JSTA - Journal of&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Science and Technology of the Arts”. Durante o ano 2026, o seu trabalho figurará na revista&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Zum do Instituto Moreira e Salles de São Paulo, Brazil. O projeto “Nos Txôn”, foi&amp;nbsp;publicado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;em livro pela editora Pierrot Le Fou. É membro da UNA - União Negra das Artes. O seu&amp;nbsp;&lt;span&gt;trabalho tem sido referenciado em diversos jornais de referência por autores como Filipa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Lowndes Vicente e Djaimilia Pereira de&amp;nbsp;Almeida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/casa-dos-estudantes-do-imperio">Casa dos Estudantes do Império</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;Centro Cultural Cabo Verde,&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;22 de maio de 2026, patente até 27 de&amp;nbsp;junho&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;18h00&lt;span class="s1"&gt; &lt;/span&gt;- Conversa com Inês Vieira Gomes,&lt;span class="s1"&gt; &lt;em&gt;investigadora&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;, e Marta Pinto Machado,&lt;span class="s1"&gt; &lt;em&gt;artista&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;19h00&lt;span class="s1"&gt; &lt;/span&gt;- Abertura da&amp;nbsp;exposição&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;3ª a 5 ª feira, das 12h00 às 19h00 | 6ª e Sab, das 13h00 às&amp;nbsp;20:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;Na continuidade da exposição apresentada no MNAC – Museu Nacional de Arte&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Contemporânea, Ceci n’est Pas Francisco expande-se no CCCV – Centro Cultural Cabo Verde&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;como um novo momento do projecto de Marta Pinto Machado em torno de Francisco&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Mendonça, das ausências do arquivo e das histórias que ficaram por contar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Entre 1961 e 1962, não existe um registo claro sobre Francisco. Esse intervalo coincide com o p&lt;/span&gt;&lt;span&gt;eríodo da sua tentativa falhada de fuga, no contexto das lutas anticoloniais e da Casa dos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Estudantes do Império. É a partir desse vazio que a artista desenvolve uma investigação feita&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de imagens, documentos, vídeo e&amp;nbsp;instalação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;No CCCV, a exposição ganha outra presença no espaço. O filme apresentado no MNAC é agora&amp;nbsp;&lt;span&gt;acompanhado por novos elementos, propondo uma leitura mais fragmentada desta história.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Francisco surge entre vestígios, perguntas e imagens possíveis, não como uma figura totalmente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;recuperada, mas como uma presença marcada por uma ausência que continua&amp;nbsp;activa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-13_as_16.53.33.png" alt="" width="590" height="340" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;A exposição aproxima-se do arquivo como lugar incompleto, onde a memória se constrói&amp;nbsp;&lt;span&gt;também a partir de falhas, silêncios e restos. Ao trazer este trabalho para o CCCV – Centro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Cultural Cabo Verde, reforça-se a relação com histórias comuns, atravessadas tambem por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cabo-verdianos atravessadas pela circulação, pela resistência e pela dificuldade de inscrição&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nos relatos&amp;nbsp;oficiais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Ceci n’est Pas Francisco permanece nesse ponto instável entre documento, imagem e&amp;nbsp;&lt;span&gt;memória, procurando dar forma a uma história&amp;nbsp;interrompida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Curadoria: Filipa Oliveira e Ricardo Barbosa&amp;nbsp;Vicente&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Sobre a&amp;nbsp;artista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Marta Pinto Machado é portuguesa-caboverdiana. É doutoranda em História pela Universi&lt;span&gt;dade NOVA de Lisboa, mestre em Fotografia pela Universidade Católica do Porto. O seu&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;trabalho fotográfico analisa as ambiguidades da História e a sua relação com as narrativas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ditas oficiais do mundo ocidental, centrando-se nas temáticas do colonialismo, identidade e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;território e está em coleções privadas e na coleção do Estado Português (Museu da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Presidência). Expõe frequentemente. Durante os últimos cinco anos expôs em Dublin, Utre&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cht, Budapeste, Novi Sad, Braga, Lamego, Lisboa e Guimarães.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;No campo académico, publicou artigos nas revistas “Interact: Revista Online de Arte, Cultura&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e Tecnologia”, “Aniki: Revista Portuguesa da Imagem em Movimento” e &amp;#8220;JSTA - Journal of&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Science and Technology of the Arts”. Durante o ano 2026, o seu trabalho figurará na revista&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Zum do Instituto Moreira e Salles de São Paulo, Brazil. O projeto “Nos Txôn”, foi&amp;nbsp;publicado&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;em livro pela editora Pierrot Le Fou. É membro da UNA - União Negra das Artes. O seu&amp;nbsp;&lt;span&gt;trabalho tem sido referenciado em diversos jornais de referência por autores como Filipa&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Lowndes Vicente e Djaimilia Pereira de&amp;nbsp;Almeida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 13 May 2026 15:55:19 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Como falar com(o) a terra? IV CONFERÊNCIA INTERNACIONAL  COUNTER-IMAGE</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/como-falar-como-a-terra-iv-conferencia-internacional-counter-image</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;18, 19 e 20 de novembro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Universidade do Algarve&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(Faro,&amp;nbsp;Portugal)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do&amp;nbsp;umbral&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;“Eu não podia tagarelar como costumava fazer, tomando tudo por garantido. As minhas palavras agora devem ser tão&amp;nbsp;&lt;span&gt;lentas, novas e hesitantes quanto os passos que dei descendo o caminho para longe de&amp;nbsp;casa…”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Ursula K. Le Guin, Ela Tira-lhes os Nomes, 1985/2025 [trad. Liliana&amp;nbsp;Coutinho]&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-12_as_08.02.01.png" alt="" width="590" height="833" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência&amp;nbsp;&lt;span&gt;política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo – estão a ser&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho &amp;amp; Ponce de Léon 2025; Krieger&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da&amp;nbsp;terra).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(Krenak&amp;nbsp;2022).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi&amp;nbsp;&lt;span&gt;constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre”&amp;nbsp;sinaliza&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e&amp;nbsp;&lt;span&gt;representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ela é também resistência, cosmopercepção e&amp;nbsp;ritual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme.&amp;nbsp;&lt;span&gt;Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para&amp;nbsp;desnomear&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a&amp;nbsp;&lt;span&gt;planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;-2-Submissões até 25 de Maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de sínteses&amp;nbsp;impossíveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-&lt;span&gt;Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dialoguem com os seguintes eixos&amp;nbsp;temáticos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;1. Conhecimentos&amp;nbsp;Situados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em&amp;nbsp;&lt;span&gt;composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;pesquisa e experiência&amp;nbsp;vivida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Ecologias exílicas” (Marder 2023)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder&amp;nbsp;2020)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;2. Métodos para&amp;nbsp;Desnomear&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe&amp;nbsp;&lt;span&gt;trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;erodam o olhar extrativista e&amp;nbsp;especista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Desnomear como método&amp;nbsp;filosófico-estético&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Poéticas do silêncio e escuta&amp;nbsp;profunda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e&amp;nbsp;animais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Geo-estéticas (Coelho &amp;amp; Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019),&amp;nbsp;incluindo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;vulcânicas e das ervas ditas&amp;nbsp;daninhas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes &amp;amp; Garcia-Antón&amp;nbsp;2026)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Narrativas de relacionalidade e métodos&amp;nbsp;multiespécie&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Contracolonizar (Nêgo Bispo&amp;nbsp;2015)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Arte como laboratório de pensamento (e não como&amp;nbsp;representação)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e&amp;nbsp;anti-especistas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;3. Visões do&amp;nbsp;Umbral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas&amp;nbsp;&lt;span&gt;que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e&amp;nbsp;alianças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Epistemologias do&amp;nbsp;umbral&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades&amp;nbsp;submersas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Ecologia&amp;nbsp;popular&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Agência não-humana e a redistribuição do&amp;nbsp;sensível&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da&amp;nbsp;beira-mar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa&amp;nbsp;2010)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Visões “ch’ixi” (Cusicanqui&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Alianças afetivas” (Krenak&amp;nbsp;2022)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez&amp;nbsp;2024)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;+DATAS&amp;nbsp;IMPORTANTES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;25 de maio | envio de&amp;nbsp;propostas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;30 de junho | notificação de&amp;nbsp;aceitação&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;18-20 de novembro |&amp;nbsp;conferência&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Formatos de&amp;nbsp;submissão:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;1. Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300&amp;nbsp;palavras&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;2. Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300&amp;nbsp;&lt;span&gt;palavras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;3. Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória&amp;nbsp;&lt;span&gt;descritiva até 300&amp;nbsp;palavras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma&amp;nbsp;&lt;span&gt;biografia breve (até 100 palavras) para:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#117;&amp;#110;&amp;#116;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#105;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#103;&amp;#101;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#101;&amp;#110;&amp;#99;&amp;#101;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#99;&amp;#115;&amp;#104;&amp;#46;&amp;#117;&amp;#110;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Oradores principais:&amp;nbsp;&lt;span&gt;Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina) e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia,&amp;nbsp;Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Inês Beleza Barreiros (ICNOVA, NOVA FCSH / CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Liliana Coutinho (IHC, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Salomé Lopes Coelho (ICON, Utrecht University / ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sílvia Leiria Viegas (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Teresa Castro (IRCAV, Sorbonne Nouvelle / ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Teresa Mendes Flores (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;-4-Submissões até 25 de&amp;nbsp;Maio&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comité&amp;nbsp;Científico:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa&amp;nbsp;Catarina)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Cristiana Bastos (Instituto de Ciências&amp;nbsp;Sociais)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Filippo Di Tomasi (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa&amp;nbsp;Catarina)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Isabel Stein (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Leila Lehnen (Brown&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Luís Trindade (IHC, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Margarida Brito Alves (IHA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Margarida Mendes (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;María Gloria Robalino (Washington University St.&amp;nbsp;Louis)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maria Teresa Cruz (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Marita Sturken (New York&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mirian Nogueira Tavares (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Patrícia Martins Marcos (University of&amp;nbsp;Oklahoma)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Patrícia Martinho Ferreira (Brown&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Paulo Nuno Vicente (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Romy Castro (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Rui Gomes Coelho (Durham&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Susanne Knittel (ICON, Utrecht&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Organização&amp;nbsp;institucional:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ICNOVA, FCSH, Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Coordenação do&amp;nbsp;CIAC:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Bruno Mendes da&amp;nbsp;Silva&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mirian&amp;nbsp;Tavares&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comissão de Comunicação e Logística do&amp;nbsp;CIAC:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;João Paulo dos Reis e Cunha&amp;nbsp;(Gestão)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Juan Manuel Escribano&amp;nbsp;Loza&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Cobertura Fotográfica e&amp;nbsp;Audiovisual:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;João Paulo dos Reis e&amp;nbsp;Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Desenho&amp;nbsp;gráfico:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maura&amp;nbsp;Grimaldi&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Apoio&amp;nbsp;institucional:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;IHC, FCSH, Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ICON-Institute for Cultural Inquiry, Utrecht&amp;nbsp;University&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/conferencia">conferência</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;18, 19 e 20 de novembro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Universidade do Algarve&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(Faro,&amp;nbsp;Portugal)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do&amp;nbsp;umbral&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;“Eu não podia tagarelar como costumava fazer, tomando tudo por garantido. As minhas palavras agora devem ser tão&amp;nbsp;&lt;span&gt;lentas, novas e hesitantes quanto os passos que dei descendo o caminho para longe de&amp;nbsp;casa…”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Ursula K. Le Guin, Ela Tira-lhes os Nomes, 1985/2025 [trad. Liliana&amp;nbsp;Coutinho]&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-12_as_08.02.01.png" alt="" width="590" height="833" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência&amp;nbsp;&lt;span&gt;política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo – estão a ser&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho &amp;amp; Ponce de Léon 2025; Krieger&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da&amp;nbsp;terra).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(Krenak&amp;nbsp;2022).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi&amp;nbsp;&lt;span&gt;constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre”&amp;nbsp;sinaliza&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e&amp;nbsp;&lt;span&gt;representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ela é também resistência, cosmopercepção e&amp;nbsp;ritual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme.&amp;nbsp;&lt;span&gt;Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para&amp;nbsp;desnomear&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a&amp;nbsp;&lt;span&gt;planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;-2-Submissões até 25 de Maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de sínteses&amp;nbsp;impossíveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-&lt;span&gt;Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dialoguem com os seguintes eixos&amp;nbsp;temáticos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;1. Conhecimentos&amp;nbsp;Situados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em&amp;nbsp;&lt;span&gt;composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;pesquisa e experiência&amp;nbsp;vivida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Ecologias exílicas” (Marder 2023)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder&amp;nbsp;2020)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;2. Métodos para&amp;nbsp;Desnomear&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe&amp;nbsp;&lt;span&gt;trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;erodam o olhar extrativista e&amp;nbsp;especista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Desnomear como método&amp;nbsp;filosófico-estético&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Poéticas do silêncio e escuta&amp;nbsp;profunda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e&amp;nbsp;animais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Geo-estéticas (Coelho &amp;amp; Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019),&amp;nbsp;incluindo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;vulcânicas e das ervas ditas&amp;nbsp;daninhas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes &amp;amp; Garcia-Antón&amp;nbsp;2026)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Narrativas de relacionalidade e métodos&amp;nbsp;multiespécie&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Contracolonizar (Nêgo Bispo&amp;nbsp;2015)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Arte como laboratório de pensamento (e não como&amp;nbsp;representação)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e&amp;nbsp;anti-especistas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;3. Visões do&amp;nbsp;Umbral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas&amp;nbsp;&lt;span&gt;que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e&amp;nbsp;alianças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Epistemologias do&amp;nbsp;umbral&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades&amp;nbsp;submersas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Ecologia&amp;nbsp;popular&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Agência não-humana e a redistribuição do&amp;nbsp;sensível&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da&amp;nbsp;beira-mar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa&amp;nbsp;2010)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Visões “ch’ixi” (Cusicanqui&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Alianças afetivas” (Krenak&amp;nbsp;2022)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez&amp;nbsp;2024)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;+DATAS&amp;nbsp;IMPORTANTES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;25 de maio | envio de&amp;nbsp;propostas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;30 de junho | notificação de&amp;nbsp;aceitação&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;18-20 de novembro |&amp;nbsp;conferência&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Formatos de&amp;nbsp;submissão:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;1. Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300&amp;nbsp;palavras&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;2. Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300&amp;nbsp;&lt;span&gt;palavras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;3. Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória&amp;nbsp;&lt;span&gt;descritiva até 300&amp;nbsp;palavras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma&amp;nbsp;&lt;span&gt;biografia breve (até 100 palavras) para:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#117;&amp;#110;&amp;#116;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#105;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#103;&amp;#101;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#101;&amp;#110;&amp;#99;&amp;#101;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#99;&amp;#115;&amp;#104;&amp;#46;&amp;#117;&amp;#110;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Oradores principais:&amp;nbsp;&lt;span&gt;Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina) e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia,&amp;nbsp;Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Inês Beleza Barreiros (ICNOVA, NOVA FCSH / CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Liliana Coutinho (IHC, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Salomé Lopes Coelho (ICON, Utrecht University / ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sílvia Leiria Viegas (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Teresa Castro (IRCAV, Sorbonne Nouvelle / ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Teresa Mendes Flores (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;-4-Submissões até 25 de&amp;nbsp;Maio&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comité&amp;nbsp;Científico:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa&amp;nbsp;Catarina)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Cristiana Bastos (Instituto de Ciências&amp;nbsp;Sociais)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Filippo Di Tomasi (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa&amp;nbsp;Catarina)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Isabel Stein (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Leila Lehnen (Brown&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Luís Trindade (IHC, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Margarida Brito Alves (IHA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Margarida Mendes (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;María Gloria Robalino (Washington University St.&amp;nbsp;Louis)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maria Teresa Cruz (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Marita Sturken (New York&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mirian Nogueira Tavares (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Patrícia Martins Marcos (University of&amp;nbsp;Oklahoma)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Patrícia Martinho Ferreira (Brown&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Paulo Nuno Vicente (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Romy Castro (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Rui Gomes Coelho (Durham&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Susanne Knittel (ICON, Utrecht&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Organização&amp;nbsp;institucional:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ICNOVA, FCSH, Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Coordenação do&amp;nbsp;CIAC:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Bruno Mendes da&amp;nbsp;Silva&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mirian&amp;nbsp;Tavares&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comissão de Comunicação e Logística do&amp;nbsp;CIAC:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;João Paulo dos Reis e Cunha&amp;nbsp;(Gestão)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Juan Manuel Escribano&amp;nbsp;Loza&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Cobertura Fotográfica e&amp;nbsp;Audiovisual:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;João Paulo dos Reis e&amp;nbsp;Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Desenho&amp;nbsp;gráfico:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maura&amp;nbsp;Grimaldi&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Apoio&amp;nbsp;institucional:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;IHC, FCSH, Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ICON-Institute for Cultural Inquiry, Utrecht&amp;nbsp;University&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 12 May 2026 07:07:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Lançamento Crânio Impromptu, Brassalano Graça</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lancamento-cranio-impromptu-brassalano-graca</link>
 <description>&lt;p&gt;19/6/2026 na&amp;nbsp;ZDB&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/cartaz_brassalano.png" alt="" width="524" height="786" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/brassalano-graca">Brassalano Graça</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;19/6/2026 na&amp;nbsp;ZDB&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/cartaz_brassalano.png" alt="" width="524" height="786" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 11 May 2026 11:23:41 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>MEG STUART - SULPHUR EDGES</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/meg-stuart-sulphur-edges-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;13 MAY 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;WED 19:00 Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Moderation: Liliana Coutinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/sulphur_edges_1_1.jpeg__1920x580_q85_crop_subsampling-2_upscale.jpg" alt="" width="590" height="178" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sulphur Edges&lt;/em&gt; is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/meg-stuart">MEG STUART</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;13 MAY 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;WED 19:00 Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Moderation: Liliana Coutinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/sulphur_edges_1_1.jpeg__1920x580_q85_crop_subsampling-2_upscale.jpg" alt="" width="590" height="178" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sulphur Edges&lt;/em&gt; is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Sun, 10 May 2026 10:01:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>MEG STUART - SULPHUR EDGES</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/meg-stuart-sulphur-edges</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;13 MAY 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;WED 19:00 Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Moderation: Liliana Coutinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/sulphur_edges_1_1.jpeg__1920x580_q85_crop_subsampling-2_upscale.jpg" alt="" width="590" height="178" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sulphur Edges&lt;/em&gt; is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/meg-stuart">MEG STUART</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;13 MAY 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;WED 19:00 Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Moderation: Liliana Coutinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/sulphur_edges_1_1.jpeg__1920x580_q85_crop_subsampling-2_upscale.jpg" alt="" width="590" height="178" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sulphur Edges&lt;/em&gt; is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Sun, 10 May 2026 10:00:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>1001 Noites – Irmã Santomense </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/1001-noites-irma-santomense</link>
 <description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;estreia a 8 de maio, em&amp;nbsp;Palmela&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;/tr&gt;
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&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1001 &amp;nbsp;NOITES – IRMÃ SANTOMENSE&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;estreia em Palmela no próximo dia 8 de maio. Com dramaturgia e encenação de Miguel &amp;nbsp;Jesus e cenografia de João Brites, será o último espetáculo da tetralogia que &amp;nbsp;o Teatro O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;tem vindo a traçar desde 2023, a partir d’ As Mil e Uma &amp;nbsp;Noites. No elenco, Rita Brito (Xerazade), Fabian Bravo (Xariar), Adozia Cristo &amp;nbsp;(Dinarzade) – atriz consagrada em São Tomé e Príncipe pela sua histórica personagem Saco de Boxe –, Nicolas Brites (Bacbaca), Diogo Rocha (Silencioso), &amp;nbsp;aos quais se junta a percussão de Mick Trovoada (Zantune) e as batidas de DJ &amp;nbsp;Marfox. Um espetáculo ao ar livre, de 8 a 31 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em Palmela. Nos dias 5 e 6 de junho na Quinta do Anjo -&amp;nbsp;Sociedade de Instrução Musical e 12 e 13 de junho no Pinhal Novo - Edifício Santa&amp;nbsp;Rosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/satu.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;Um Demónio que quer conhecer a voz dos Anjos, um Barbeiro que fala mais do que corta cabelo, um Jovem apaixonado que diz ter aversão pelas mulheres, um Pobre cheio de fome que come comida invisível, um Alfaiate que trabalha por amor até à exaustão e à humilhação, enfim, muitas são as personagens que Xerazade evoca para tentar apaziguar o coração de Xariar. Mas será que ele vai conseguir controlar os seus impulsos destrutivos? Poderá ainda ser levado a sonhar, a rir, a aceitar as falhas dos outros e as suas? E se o fizer, poderemos ainda assim perdoá-lo, ou teremos de nos vingar? Qual a responsabilidade de cada um de nós face àqueles que nos&amp;nbsp;oprimem?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Venham, venham. Venham ver e ouvir como é tão boa esta história. Soia se sa fina. 8 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em&amp;nbsp;Palmela.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
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&lt;td&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;Artística&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1001 NOITES – IRMÃ&amp;nbsp;SANTOMENSE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;texto a partir de As Mil e Uma Noites (tradução de Hugo&amp;nbsp;Maia)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dramaturgia e encenação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Miguel&amp;nbsp;Jesus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;elenco&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita&amp;nbsp;Brito&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;cenografia&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;João&amp;nbsp;Brites&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;música&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Mick Trovoada e DJ&amp;nbsp;Marfox&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;figurinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Clara&amp;nbsp;Bento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pintura cenográfica&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Emerson&amp;nbsp;Quinda&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à dramaturgia&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Susana&amp;nbsp;Mateus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à corporalidade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Juliana&amp;nbsp;Pinho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;desenho&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Maria&amp;nbsp;Taborda&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;produção&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Inês&amp;nbsp;Gregório&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à produção&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Isabel&amp;nbsp;Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;execução de figurinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Inês Reis e Rosa&amp;nbsp;Silva&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;montagem&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Vitor&amp;nbsp;Santos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio a ensaios&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Beatriz Oliveira e Viviana&amp;nbsp;Nicolau&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sobre O Teatro&amp;nbsp;o&amp;nbsp;Bando&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;assume-se como um coletivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária.&amp;nbsp;Na génese do&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;encontram-se o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização. O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia coletivista onde uma direção artística alargada procura a diferença, a interferência, a rutura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores&amp;nbsp;envolvidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;/tr&gt;
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&lt;/tr&gt;
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&lt;/table&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
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&lt;/td&gt;
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&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
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&lt;/table&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/bando">BAndo</category>
 <content:encoded>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"&gt;
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&lt;tr&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;estreia a 8 de maio, em&amp;nbsp;Palmela&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/tr&gt;
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&lt;/tr&gt;
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&lt;/table&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1001 &amp;nbsp;NOITES – IRMÃ SANTOMENSE&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;estreia em Palmela no próximo dia 8 de maio. Com dramaturgia e encenação de Miguel &amp;nbsp;Jesus e cenografia de João Brites, será o último espetáculo da tetralogia que &amp;nbsp;o Teatro O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;tem vindo a traçar desde 2023, a partir d’ As Mil e Uma &amp;nbsp;Noites. No elenco, Rita Brito (Xerazade), Fabian Bravo (Xariar), Adozia Cristo &amp;nbsp;(Dinarzade) – atriz consagrada em São Tomé e Príncipe pela sua histórica personagem Saco de Boxe –, Nicolas Brites (Bacbaca), Diogo Rocha (Silencioso), &amp;nbsp;aos quais se junta a percussão de Mick Trovoada (Zantune) e as batidas de DJ &amp;nbsp;Marfox. Um espetáculo ao ar livre, de 8 a 31 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em Palmela. Nos dias 5 e 6 de junho na Quinta do Anjo -&amp;nbsp;Sociedade de Instrução Musical e 12 e 13 de junho no Pinhal Novo - Edifício Santa&amp;nbsp;Rosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/satu.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Um Demónio que quer conhecer a voz dos Anjos, um Barbeiro que fala mais do que corta cabelo, um Jovem apaixonado que diz ter aversão pelas mulheres, um Pobre cheio de fome que come comida invisível, um Alfaiate que trabalha por amor até à exaustão e à humilhação, enfim, muitas são as personagens que Xerazade evoca para tentar apaziguar o coração de Xariar. Mas será que ele vai conseguir controlar os seus impulsos destrutivos? Poderá ainda ser levado a sonhar, a rir, a aceitar as falhas dos outros e as suas? E se o fizer, poderemos ainda assim perdoá-lo, ou teremos de nos vingar? Qual a responsabilidade de cada um de nós face àqueles que nos&amp;nbsp;oprimem?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Venham, venham. Venham ver e ouvir como é tão boa esta história. Soia se sa fina. 8 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em&amp;nbsp;Palmela.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;Artística&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1001 NOITES – IRMÃ&amp;nbsp;SANTOMENSE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;texto a partir de As Mil e Uma Noites (tradução de Hugo&amp;nbsp;Maia)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dramaturgia e encenação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Miguel&amp;nbsp;Jesus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;elenco&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita&amp;nbsp;Brito&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;cenografia&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;João&amp;nbsp;Brites&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;música&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Mick Trovoada e DJ&amp;nbsp;Marfox&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;figurinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Clara&amp;nbsp;Bento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pintura cenográfica&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Emerson&amp;nbsp;Quinda&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à dramaturgia&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Susana&amp;nbsp;Mateus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à corporalidade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Juliana&amp;nbsp;Pinho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;desenho&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Maria&amp;nbsp;Taborda&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;produção&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Inês&amp;nbsp;Gregório&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à produção&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Isabel&amp;nbsp;Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;execução de figurinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Inês Reis e Rosa&amp;nbsp;Silva&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;montagem&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Vitor&amp;nbsp;Santos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio a ensaios&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Beatriz Oliveira e Viviana&amp;nbsp;Nicolau&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sobre O Teatro&amp;nbsp;o&amp;nbsp;Bando&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;assume-se como um coletivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária.&amp;nbsp;Na génese do&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;encontram-se o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização. O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia coletivista onde uma direção artística alargada procura a diferença, a interferência, a rutura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores&amp;nbsp;envolvidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 06 May 2026 17:05:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>3ª Edição do Festival Literário L.O.V.E AFRICA </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/3-edicao-do-festival-literario-love-africa-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/e313c872-27f5-4d6e-bf09-c8b9e98c1612.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;LER OUVIR VER E EXPRESSAR!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Data: 15, 16 e 17 de maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Música ao vivo;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artes plásticas;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artesanato;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Capoeira;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Gastronomia típica africana&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#8230; e muito mais!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&amp;#8220;Ler, Ouvir, Ver e Expressar&amp;#8221; — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura&amp;nbsp;#LiteraturaAfricana&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1455.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1456.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1457.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1458.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1459.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/love-africa">L.O.V.E AFRICA</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/e313c872-27f5-4d6e-bf09-c8b9e98c1612.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;LER OUVIR VER E EXPRESSAR!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Data: 15, 16 e 17 de maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Música ao vivo;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artes plásticas;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artesanato;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Capoeira;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Gastronomia típica africana&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#8230; e muito mais!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&amp;#8220;Ler, Ouvir, Ver e Expressar&amp;#8221; — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura&amp;nbsp;#LiteraturaAfricana&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1455.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1456.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1457.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1458.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1459.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 05 May 2026 18:50:12 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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