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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
<item>
 <title>Jerónimo Pizarro apresenta Minha Querida Mamã: A Mãe de Fernando Pessoa, de João Pedro George</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/jeronimo-pizarro-apresenta-minha-querida-mama-a-mae-de-fernando-pessoa-de-joao-pedro-george</link>
 <description>&lt;p&gt;29 de junho, 17h30, na Biblioteca Nacional de&amp;nbsp;Portugal&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/joaoaao.png" alt="" width="590" height="299" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;«&lt;/em&gt;[&amp;#8230;] &lt;em&gt;a senhora possuía um conjunto de manuscritos muito antigos, o que não era nada de extraordinário, não fosse tratar-se de uma série de poemas escritos na África do Sul &lt;/em&gt;[…]&lt;em&gt; e por serem da autoria de Maria Madalena &lt;/em&gt;[&amp;#8230;]&lt;em&gt;, mãe do poeta português mais famoso em todo o mundo: Fernando Pessoa.»&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Em &lt;a href="https://guerraepaz.us17.list-manage.com/track/click?u=8b098ec6e7b3355816ef4093d&amp;amp;id=121b793c1f&amp;amp;e=07e7ea3e45" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Minha Querida Mamã, A Mãe de Fernando Pessoa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://guerraepaz.us17.list-manage.com/track/click?u=8b098ec6e7b3355816ef4093d&amp;amp;id=c55741d63b&amp;amp;e=07e7ea3e45" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;João Pedro George&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; toca um ponto sensível: o papel de Maria Madalena na vida do filho Fernando Pessoa nem sempre tem sido tido em devida conta pelos especialistas na obra do poeta.&lt;br /&gt;Graças à descoberta de um conjunto de poemas da mãe de Pessoa, que sobreviveram inéditos durante perto de 100 anos, este livro (que inclui outros poemas e excertos de cartas nunca publicados) vem resgatá-la dos porões do esquecimento, lançando uma luz poderosa, impregnada de um tom sépia, sobre a mulher mais importante da vida do artista que se desdobrou em Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis ou Bernardo Soares.&lt;br /&gt;Organizada e apresentada pelo autor de &lt;em&gt;O Super-Camões. Biografia de Fernando Pessoa&lt;/em&gt;, esta obra abre uma janela sobre o passado mais longínquo do genial poeta português, permitindo ao leitor ver a família de Pessoa através dos olhos da mãe.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Já nas&amp;nbsp;livrarias.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/capa_minha-querida-mae_300dpi-scaled.jpg" alt="" width="590" height="894" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fernando-pessoa">fernando pessoa</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/jeronimo-pizarro">Jerónimo Pizarro</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/joao-pedro-george">João Pedro George</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;29 de junho, 17h30, na Biblioteca Nacional de&amp;nbsp;Portugal&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/joaoaao.png" alt="" width="590" height="299" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;«&lt;/em&gt;[&amp;#8230;] &lt;em&gt;a senhora possuía um conjunto de manuscritos muito antigos, o que não era nada de extraordinário, não fosse tratar-se de uma série de poemas escritos na África do Sul &lt;/em&gt;[…]&lt;em&gt; e por serem da autoria de Maria Madalena &lt;/em&gt;[&amp;#8230;]&lt;em&gt;, mãe do poeta português mais famoso em todo o mundo: Fernando Pessoa.»&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Em &lt;a href="https://guerraepaz.us17.list-manage.com/track/click?u=8b098ec6e7b3355816ef4093d&amp;amp;id=121b793c1f&amp;amp;e=07e7ea3e45" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Minha Querida Mamã, A Mãe de Fernando Pessoa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://guerraepaz.us17.list-manage.com/track/click?u=8b098ec6e7b3355816ef4093d&amp;amp;id=c55741d63b&amp;amp;e=07e7ea3e45" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;João Pedro George&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; toca um ponto sensível: o papel de Maria Madalena na vida do filho Fernando Pessoa nem sempre tem sido tido em devida conta pelos especialistas na obra do poeta.&lt;br /&gt;Graças à descoberta de um conjunto de poemas da mãe de Pessoa, que sobreviveram inéditos durante perto de 100 anos, este livro (que inclui outros poemas e excertos de cartas nunca publicados) vem resgatá-la dos porões do esquecimento, lançando uma luz poderosa, impregnada de um tom sépia, sobre a mulher mais importante da vida do artista que se desdobrou em Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis ou Bernardo Soares.&lt;br /&gt;Organizada e apresentada pelo autor de &lt;em&gt;O Super-Camões. Biografia de Fernando Pessoa&lt;/em&gt;, esta obra abre uma janela sobre o passado mais longínquo do genial poeta português, permitindo ao leitor ver a família de Pessoa através dos olhos da mãe.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Já nas&amp;nbsp;livrarias.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/capa_minha-querida-mae_300dpi-scaled.jpg" alt="" width="590" height="894" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:26:18 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Artista cabo-verdiana Zubikilla Spencer confirmada nos Jardins de Verão</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/artista-cabo-verdiana-zubikilla-spencer-confirmada-nos-jardins-de-verao</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Zubikilla Spencer" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/foto_zubikilla.jpeg" alt="Zubikilla Spencer" width="590" height="426" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Zubikilla&amp;nbsp;Spencer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;A atuação está marcada para o próximo dia 28 de junho n&lt;/span&gt;&lt;span&gt;um dos mais prestigiados festivais culturais de Portugal, promovido pela&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. R&lt;/span&gt;&lt;span&gt;epresenta mais um&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;importante passo no percurso artístico de uma jovem criadora que tem vindo a afirmar-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;se, de forma consistente, nos palcos nacionais e internacionais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Nesta apresentação, Zubikilla será acompanhada por uma talentosa formação musical&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;composta por Khaly (piano e direção musical), Jery Bidan (guitarra), Heber Pires (baixo),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Ariel Rosa (bateria) e Jörg Demel (saxofone). Juntos dão corpo ao universo sonoro da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;artista, contribuindo para uma experiência musical rica, contemporânea e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;profundamente enraizada na diversidade de influências que caracterizam a nova música&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cabo-verdiana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A cantora Sílvia Medina é a convidada especial da Zubikilla Spencer, reforçando o&amp;nbsp;&lt;span&gt;caráter singular deste show de celebração da música e da diversidade cultural.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Reconhecida pela sua identidade musical singular, que cruza Nu Soul, Hip Hop, ritmos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;urbanos e influências da tradição musical cabo-verdiana, Zubikilla Spencer&amp;nbsp;tem&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;conquistado públicos diversos através de uma proposta artística autêntica, inovadora e&amp;nbsp;&lt;span&gt;profundamente ligada às suas raízes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Zubikilla Spencer participou no mês passado, no XXI Seia Jazz &amp;amp; Blues Festival, em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Portugal, um dos eventos culturais de referência da região da Serra da Estrela e tem ao&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;longo dos últimos anos, participado em importantes eventos culturais, entre os quais o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Atlantic Music Expo (AME), o Kriol Jazz Festival, o Festival Músicas del Mundo, em Palma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de Maiorca, o Mindel Summer Jazz e o Festival Sete Sóis Sete Luas, consolidando uma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;carreira marcada pela criatividade, sensibilidade artística e capacidade de diálogo entre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;diferentes universos&amp;nbsp;culturais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A presença de Zubikilla Spencer no Jardim de Verão assume um significado especial para&amp;nbsp;&lt;span&gt;a artista, e para Cabo Verde. Trata-se do reconhecimento do talento de uma nova&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;geração de criadores cabo-verdianos que continua a levar a cultura nacional para além&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das fronteiras do arquipélago, contribuindo para a projeção internacional do país e para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;o fortalecimento dos laços culturais no espaço lusófono.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A edição de 2026 do Jardim de Verão destaca particularmente as expressões culturais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dos países africanos de língua portuguesa, do Brasil e de Portugal. A programação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;musical foi concebida sob a curadoria do músico e produtor luso-cabo-verdiano Dino&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;D&amp;#8217;Santiago, uma das vozes mais influentes da atualidade na promoção da diversidade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cultural e do diálogo entre os povos que partilham a língua portuguesa. A seleção de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Zubikilla Spencer para integrar este cartaz constitui, por isso, um reconhecimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;particularmente significativo do seu talento e potencial artístico.Ao lado de outros nomes de referência da música lusófona, a presença de&amp;nbsp;Zubikilla&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Spencer neste importante festival confirma o crescente reconhecimento da sua obra e&amp;nbsp;&lt;span&gt;reforça o papel da música cabo-verdiana como veículo de afirmação cultural, inovação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e aproximação entre&amp;nbsp;povos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Para Cabo Verde, esta participação representa mais um motivo de orgulho e demonstra&amp;nbsp;&lt;span&gt;a capacidade dos seus artistas de conquistarem espaços de grande relevância no&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;panorama cultural internacional, levando consigo a criatividade, a identidade e a riqueza&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cultural do&amp;nbsp;arquipélago.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Mais informações:&lt;span&gt;&amp;nbsp;Instagram de Zubikilla Spence,&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;Casa Municipal da Cultura de&amp;nbsp;Seia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;Para contactos: Whatsup: +238 920 49&amp;nbsp;40&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Zubikilla Spencer" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/foto_zubikilla2.jpeg" alt="Zubikilla Spencer" width="590" height="394" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Zubikilla Spencer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/zubikilla-spencer">Zubikilla Spencer</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Zubikilla Spencer" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/foto_zubikilla.jpeg" alt="Zubikilla Spencer" width="590" height="426" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Zubikilla&amp;nbsp;Spencer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;A atuação está marcada para o próximo dia 28 de junho n&lt;/span&gt;&lt;span&gt;um dos mais prestigiados festivais culturais de Portugal, promovido pela&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. R&lt;/span&gt;&lt;span&gt;epresenta mais um&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;importante passo no percurso artístico de uma jovem criadora que tem vindo a afirmar-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;se, de forma consistente, nos palcos nacionais e internacionais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Nesta apresentação, Zubikilla será acompanhada por uma talentosa formação musical&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;composta por Khaly (piano e direção musical), Jery Bidan (guitarra), Heber Pires (baixo),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Ariel Rosa (bateria) e Jörg Demel (saxofone). Juntos dão corpo ao universo sonoro da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;artista, contribuindo para uma experiência musical rica, contemporânea e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;profundamente enraizada na diversidade de influências que caracterizam a nova música&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cabo-verdiana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A cantora Sílvia Medina é a convidada especial da Zubikilla Spencer, reforçando o&amp;nbsp;&lt;span&gt;caráter singular deste show de celebração da música e da diversidade cultural.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Reconhecida pela sua identidade musical singular, que cruza Nu Soul, Hip Hop, ritmos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;urbanos e influências da tradição musical cabo-verdiana, Zubikilla Spencer&amp;nbsp;tem&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;conquistado públicos diversos através de uma proposta artística autêntica, inovadora e&amp;nbsp;&lt;span&gt;profundamente ligada às suas raízes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Zubikilla Spencer participou no mês passado, no XXI Seia Jazz &amp;amp; Blues Festival, em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Portugal, um dos eventos culturais de referência da região da Serra da Estrela e tem ao&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;longo dos últimos anos, participado em importantes eventos culturais, entre os quais o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Atlantic Music Expo (AME), o Kriol Jazz Festival, o Festival Músicas del Mundo, em Palma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de Maiorca, o Mindel Summer Jazz e o Festival Sete Sóis Sete Luas, consolidando uma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;carreira marcada pela criatividade, sensibilidade artística e capacidade de diálogo entre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;diferentes universos&amp;nbsp;culturais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A presença de Zubikilla Spencer no Jardim de Verão assume um significado especial para&amp;nbsp;&lt;span&gt;a artista, e para Cabo Verde. Trata-se do reconhecimento do talento de uma nova&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;geração de criadores cabo-verdianos que continua a levar a cultura nacional para além&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das fronteiras do arquipélago, contribuindo para a projeção internacional do país e para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;o fortalecimento dos laços culturais no espaço lusófono.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A edição de 2026 do Jardim de Verão destaca particularmente as expressões culturais&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dos países africanos de língua portuguesa, do Brasil e de Portugal. A programação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;musical foi concebida sob a curadoria do músico e produtor luso-cabo-verdiano Dino&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;D&amp;#8217;Santiago, uma das vozes mais influentes da atualidade na promoção da diversidade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cultural e do diálogo entre os povos que partilham a língua portuguesa. A seleção de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Zubikilla Spencer para integrar este cartaz constitui, por isso, um reconhecimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;particularmente significativo do seu talento e potencial artístico.Ao lado de outros nomes de referência da música lusófona, a presença de&amp;nbsp;Zubikilla&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Spencer neste importante festival confirma o crescente reconhecimento da sua obra e&amp;nbsp;&lt;span&gt;reforça o papel da música cabo-verdiana como veículo de afirmação cultural, inovação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e aproximação entre&amp;nbsp;povos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Para Cabo Verde, esta participação representa mais um motivo de orgulho e demonstra&amp;nbsp;&lt;span&gt;a capacidade dos seus artistas de conquistarem espaços de grande relevância no&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;panorama cultural internacional, levando consigo a criatividade, a identidade e a riqueza&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cultural do&amp;nbsp;arquipélago.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Mais informações:&lt;span&gt;&amp;nbsp;Instagram de Zubikilla Spence,&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;Casa Municipal da Cultura de&amp;nbsp;Seia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;Para contactos: Whatsup: +238 920 49&amp;nbsp;40&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Zubikilla Spencer" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/foto_zubikilla2.jpeg" alt="Zubikilla Spencer" width="590" height="394" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Zubikilla Spencer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:23:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title>Novos nacionalismos e a negação da história</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/novos-nacionalismos-e-a-negacao-da-historia-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/historias-dificeis-header.jpg" alt="" width="590" height="332" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;10 jul 2026&amp;nbsp;&lt;span&gt;sexta, 18:00&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Auditório 3&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Fundação Calouste&amp;nbsp;Gulbenkian&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 class="assist"&gt;&lt;span&gt;Nesta conferência, Orlando Serrano e Marta Lança vão debater acerca da crescente emergência de movimentos nacionalistas e do seu papel na negação de episódios da história que põem em causa visões celebratórias e panegíricas do&amp;nbsp;passado.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Nos últimos anos, temos assistido a uma crescente polarização e radicalização do debate político e público sobre a história, o que inviabiliza a criação de um entendimento comum sobre o passado, relativizando a violência verbal e física e legitimando o uso da força contra posições diferentes daquela que se pretende&amp;nbsp;normativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes extremismos são frequentemente acompanhados por visões nacionalistas que defendem narrativas históricas celebratórias que apagam ou negam determinados episódios do passado. É o caso das negações do Holocausto, das relativizações da história do tráfico transatlântico de escravizados ou da celebração da “missão civilizadora” dos impérios coloniais&amp;nbsp;europeus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora estas visões distorcidas do passado não sejam novidade no espaço público, a sua disseminação tem vindo a acelerar com o impacto das redes sociais. Como resultado, são cada vez mais mobilizadas para legitimar determinados discursos políticos, propostas legislativas e, em casos extremos, iniciativas violentas que colocam em causa as instituições democráticas e a própria&amp;nbsp;democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fundação Calouste Gulbenkian e o Slave Wrecks Project convidam Orlando Serrano (Museu Smithsonian de História Norte-Americana) e Marta Lança (Buala) para uma conversa que cruza as realidades norte-americana e portuguesa, e na qual se vai refletir sobre a&amp;nbsp; emergência de novos nacionalismos que põem em causa direitos que há muito se julgavam cimentados nas sociedades democráticas&amp;nbsp;ocidentais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://gulbenkian.pt/agenda/novos-nacionalismos-e-a-negacao-da-historia/" target="_blank"&gt;Mais&amp;nbsp;infos.&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/nacionalismos">nacionalismos</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/negacao-historia">negação história</category>
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&lt;p&gt;10 jul 2026&amp;nbsp;&lt;span&gt;sexta, 18:00&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Auditório 3&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Fundação Calouste&amp;nbsp;Gulbenkian&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 class="assist"&gt;&lt;span&gt;Nesta conferência, Orlando Serrano e Marta Lança vão debater acerca da crescente emergência de movimentos nacionalistas e do seu papel na negação de episódios da história que põem em causa visões celebratórias e panegíricas do&amp;nbsp;passado.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Nos últimos anos, temos assistido a uma crescente polarização e radicalização do debate político e público sobre a história, o que inviabiliza a criação de um entendimento comum sobre o passado, relativizando a violência verbal e física e legitimando o uso da força contra posições diferentes daquela que se pretende&amp;nbsp;normativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes extremismos são frequentemente acompanhados por visões nacionalistas que defendem narrativas históricas celebratórias que apagam ou negam determinados episódios do passado. É o caso das negações do Holocausto, das relativizações da história do tráfico transatlântico de escravizados ou da celebração da “missão civilizadora” dos impérios coloniais&amp;nbsp;europeus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora estas visões distorcidas do passado não sejam novidade no espaço público, a sua disseminação tem vindo a acelerar com o impacto das redes sociais. Como resultado, são cada vez mais mobilizadas para legitimar determinados discursos políticos, propostas legislativas e, em casos extremos, iniciativas violentas que colocam em causa as instituições democráticas e a própria&amp;nbsp;democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fundação Calouste Gulbenkian e o Slave Wrecks Project convidam Orlando Serrano (Museu Smithsonian de História Norte-Americana) e Marta Lança (Buala) para uma conversa que cruza as realidades norte-americana e portuguesa, e na qual se vai refletir sobre a&amp;nbsp; emergência de novos nacionalismos que põem em causa direitos que há muito se julgavam cimentados nas sociedades democráticas&amp;nbsp;ocidentais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://gulbenkian.pt/agenda/novos-nacionalismos-e-a-negacao-da-historia/" target="_blank"&gt;Mais&amp;nbsp;infos.&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:43:08 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Movimento #Fartudibos</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/movimento-fartudibos</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;Sobre o Lançamento de &lt;em&gt;Álbum de Intervenção&amp;nbsp;Política&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;#Fartudibos é um movimento musical de intervenção política que reúne rappers,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;activistas e poetas guineenses maioritariamente residentes fora da Guiné-Bissau. Foi&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;criado em Julho de 2023 com o objectivo de participar, através da produção da música&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de intervenção, no combate à ditadura encabeçada por Umaro Sissoco Embaló.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Ao longo de três anos, o Movimento produziu 17 canções cujos conteúdos&amp;nbsp;denunciam&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;raptos, espancamentos, perseguições políticas, prisões arbitrárias, instrumentalização&amp;nbsp;&lt;span&gt;étnico-religiosa, violação da Constituição da República e outras leis do país, assassinatos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e outros crimes praticados pelo sissoquismo, hoje camuflado de Comando Militar. Estas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;músicas são feitas de mensagens que se pretendem afirmar no espaço público como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;contra-narrativas face ao populismo veiculado pelo autoritarismo no poder na Guiné-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Bissau, que também usa a desinformação como instrumento de mobilização política,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;muitas vezes através da música produzida pelos seus agentes no meio&amp;nbsp;artístico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Assim, serve esta nota para informar a todas as pessoas que se comprometem com os&amp;nbsp;&lt;span&gt;valores da democracia e liberdade, sejam guineenses ou não, que, depois de três anos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de um trabalho realizado com compromisso patriótico e em defesa da dignidade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;humana, as músicas do álbum intitulado Sissoco na Kai (“Sissoco vai cair”, traduzido da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;língua guineense) já se encontra disponível em todas as plataformas digitais desde 20 de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Junho corrente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Contacto e-mail: &amp;#102;&amp;#97;&amp;#114;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#100;&amp;#105;&amp;#98;&amp;#111;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Kilis ku sta fartu di&amp;nbsp;bos!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;iframe src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLcp-0zXmNItxrDtlHmfQztBaqMTILbg4B&amp;amp;rel=0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;wmode=opaque" width="590" height="357" class="video-filter video-youtube_playlist vf-plcp0zxmnitxrdtlhmfqztbaqmtilbg4b" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fartudibos">#Fartudibos</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;Sobre o Lançamento de &lt;em&gt;Álbum de Intervenção&amp;nbsp;Política&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;#Fartudibos é um movimento musical de intervenção política que reúne rappers,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;activistas e poetas guineenses maioritariamente residentes fora da Guiné-Bissau. Foi&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;criado em Julho de 2023 com o objectivo de participar, através da produção da música&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de intervenção, no combate à ditadura encabeçada por Umaro Sissoco Embaló.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Ao longo de três anos, o Movimento produziu 17 canções cujos conteúdos&amp;nbsp;denunciam&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;raptos, espancamentos, perseguições políticas, prisões arbitrárias, instrumentalização&amp;nbsp;&lt;span&gt;étnico-religiosa, violação da Constituição da República e outras leis do país, assassinatos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e outros crimes praticados pelo sissoquismo, hoje camuflado de Comando Militar. Estas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;músicas são feitas de mensagens que se pretendem afirmar no espaço público como&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;contra-narrativas face ao populismo veiculado pelo autoritarismo no poder na Guiné-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Bissau, que também usa a desinformação como instrumento de mobilização política,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;muitas vezes através da música produzida pelos seus agentes no meio&amp;nbsp;artístico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Assim, serve esta nota para informar a todas as pessoas que se comprometem com os&amp;nbsp;&lt;span&gt;valores da democracia e liberdade, sejam guineenses ou não, que, depois de três anos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de um trabalho realizado com compromisso patriótico e em defesa da dignidade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;humana, as músicas do álbum intitulado Sissoco na Kai (“Sissoco vai cair”, traduzido da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;língua guineense) já se encontra disponível em todas as plataformas digitais desde 20 de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Junho corrente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Contacto e-mail: &amp;#102;&amp;#97;&amp;#114;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#100;&amp;#105;&amp;#98;&amp;#111;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Kilis ku sta fartu di&amp;nbsp;bos!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:32:05 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title>Apresentação do livro "Temptations in Ruin: Sovereign Accumulation and the Making of Post-Genocide Turkey"</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/apresentacao-do-livro-temptations-in-ruin-sovereign-accumulation-and-the-making-of-post-geno</link>
 <description>&lt;p&gt;Seminários e WorkshopsTer . 23 Jun . 16h00 Sala 2 - ICS-ULisboa Alice von Bieberstein (Humboldt Universität, Berlin)Organização:&amp;nbsp;Irene Peano&amp;nbsp;(ICS-ULisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;No próximo dia 23 de Junho, pelas 16h00, terá lugar no ICS-ULisboa (sala 2) a apresentação do livro &lt;em&gt;Temptations in Ruin: Sovereign Accumulation and the Making of Post-Genocide Turkey&lt;/em&gt; (University of Pennsylvania Press, 2025) na presença da autora, Alice von Bieberstein (Professora Auxiliar de Antropologia Social, Humboldt Universität,&amp;nbsp;Berlim).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;O livro explora o modo como o genocídio e a espoliação dos arménios, que começaram em 1915, moldaram regimes de propriedade, cidadania e lógicas económicas que continuam a ter repercussões até hoje. O evento é organizado por Irene Peano (ICS-ULisboa) em colaboração com o Grupo de Investigação Impérios e o Urban Transitions&amp;nbsp;Hub.&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/alice.jpg" alt="" width="590" height="834" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/post-genocide">Post-Genocide</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Seminários e WorkshopsTer . 23 Jun . 16h00 Sala 2 - ICS-ULisboa Alice von Bieberstein (Humboldt Universität, Berlin)Organização:&amp;nbsp;Irene Peano&amp;nbsp;(ICS-ULisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;No próximo dia 23 de Junho, pelas 16h00, terá lugar no ICS-ULisboa (sala 2) a apresentação do livro &lt;em&gt;Temptations in Ruin: Sovereign Accumulation and the Making of Post-Genocide Turkey&lt;/em&gt; (University of Pennsylvania Press, 2025) na presença da autora, Alice von Bieberstein (Professora Auxiliar de Antropologia Social, Humboldt Universität,&amp;nbsp;Berlim).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;O livro explora o modo como o genocídio e a espoliação dos arménios, que começaram em 1915, moldaram regimes de propriedade, cidadania e lógicas económicas que continuam a ter repercussões até hoje. O evento é organizado por Irene Peano (ICS-ULisboa) em colaboração com o Grupo de Investigação Impérios e o Urban Transitions&amp;nbsp;Hub.&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/alice.jpg" alt="" width="590" height="834" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:03:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>50 anos depois: revisitar a Mostra Internacional de Cinema de Intervenção (Estoril, 1976)</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/50-anos-depois-revisitar-a-mostra-internacional-de-cinema-de-intervencao-estoril-1976</link>
 <description>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Três dias de cinema, conversas e mesas-redondas em Lisboa, convidam a reflectir sobre os potenciais políticos e emancipatórios das práticas&amp;nbsp;cinematográficas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;De 24 a 26 de junho de 2026, o Doc’s Kingdom organiza um programa de encontros e sessões de cinema na Casa do Comum (Bairro Alto) e n’A Voz do Operário (Graça), com o apoio do IFILNOVA, e em colaboração com um grupo internacional de&amp;nbsp;investigadores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Em maio de 1976, no Centro de Congressos do Estoril, realizou-se a Mostra Internacional de Cinema de Intervenção: um festival de nove dias inteiramente dedicado ao cinema militante e ativista. Reunindo mais de 150 filmes politicamente comprometidos provenientes do Sul e do Norte globais, o evento articulou, através do ecrã, lutas anticoloniais, anti-imperialistas, antifascistas e anticapitalistas. Organizado pelo Centro de Intervenção Cultural, no rescaldo imediato da Revolução dos Cravos, contou com a presença de realizadores e coletivos cinematográficos internacionais. Foi o primeiro evento do género desta envergadura a ser realizado na Europa, após iniciativas semelhantes em Montréal ou Argel, por exemplo. Apesar da sua importância histórica, o evento permanece praticamente ausente da historiografia cinematográfica, tanto a nível nacional como&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Cinquenta anos depois, o Doc’s Kingdom – Seminário Internacional de Cinema Documental (organizado pela Apordoc – Associação pelo Documentário) apresenta um programa de filmes e de conversas que revisitam a Mostra, confrontando-a ao presente. O programa não pretende celebrar uma data, mas reabrir questões que a Mostra colocou: o que pode o cinema militante hoje? Que formas são capazes de produzir pensamento e movimento, em vez de confirmação e paralisia? Como se constroem solidariedades cinematográficas entre geografias diferentes, num tempo em que a linguagem da crítica política está sob&amp;nbsp;pressão?&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/mostra.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema-de-intervencao">cinema de intervenção</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/doc-s-kingdom">Doc’s Kingdom</category>
 <content:encoded>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Três dias de cinema, conversas e mesas-redondas em Lisboa, convidam a reflectir sobre os potenciais políticos e emancipatórios das práticas&amp;nbsp;cinematográficas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;De 24 a 26 de junho de 2026, o Doc’s Kingdom organiza um programa de encontros e sessões de cinema na Casa do Comum (Bairro Alto) e n’A Voz do Operário (Graça), com o apoio do IFILNOVA, e em colaboração com um grupo internacional de&amp;nbsp;investigadores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Em maio de 1976, no Centro de Congressos do Estoril, realizou-se a Mostra Internacional de Cinema de Intervenção: um festival de nove dias inteiramente dedicado ao cinema militante e ativista. Reunindo mais de 150 filmes politicamente comprometidos provenientes do Sul e do Norte globais, o evento articulou, através do ecrã, lutas anticoloniais, anti-imperialistas, antifascistas e anticapitalistas. Organizado pelo Centro de Intervenção Cultural, no rescaldo imediato da Revolução dos Cravos, contou com a presença de realizadores e coletivos cinematográficos internacionais. Foi o primeiro evento do género desta envergadura a ser realizado na Europa, após iniciativas semelhantes em Montréal ou Argel, por exemplo. Apesar da sua importância histórica, o evento permanece praticamente ausente da historiografia cinematográfica, tanto a nível nacional como&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Cinquenta anos depois, o Doc’s Kingdom – Seminário Internacional de Cinema Documental (organizado pela Apordoc – Associação pelo Documentário) apresenta um programa de filmes e de conversas que revisitam a Mostra, confrontando-a ao presente. O programa não pretende celebrar uma data, mas reabrir questões que a Mostra colocou: o que pode o cinema militante hoje? Que formas são capazes de produzir pensamento e movimento, em vez de confirmação e paralisia? Como se constroem solidariedades cinematográficas entre geografias diferentes, num tempo em que a linguagem da crítica política está sob&amp;nbsp;pressão?&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/mostra.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:20:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11007 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Warped Tapes, Brassalano Graça</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/warped-tapes-brassalano-graca</link>
 <description>&lt;p&gt;No fundo, é uma questão de perceber o&amp;nbsp;Movimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perpétuo das palavras. Da Máquina extrema da&amp;nbsp;Linguagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um movimento contra a inércia das&amp;nbsp;Certezas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento da boca sobre a concentração do&amp;nbsp;rosto&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;no sismo de um&amp;nbsp;sorriso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um sorriso nunca é só um&amp;nbsp;sorriso,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é também uma Oscilação circunstancial de qualquer&amp;nbsp;dor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento tectónico das mãos sobre o corpo que&amp;nbsp;ama,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e que desliza para a fronteira do&amp;nbsp;Pecado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há um Deus que abocanhe esse movimento da&amp;nbsp;dor,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;não há felicidade que suplante o vigor da ferida que arde no&amp;nbsp;peito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faz-se o Movimento do fumo rumo ao sítio de concentração da&amp;nbsp;Beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa saturação da nossa fragilidade, da nossa&amp;nbsp;impotência&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perante o limite dos&amp;nbsp;sentidos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perante o tremor da&amp;nbsp;Imaginação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Solo negro,&amp;nbsp;pois,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;onde tudo se esvai entre os dedos&amp;nbsp;trémulos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de uma força acabada de&amp;nbsp;nascer,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;nascitura das Trevas de um&amp;nbsp;sonho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Poesia vem das trevas, tal como a Fotografia&amp;nbsp;–&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;vêm, saem, das Trevas de uma&amp;nbsp;Visão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Arte é isso, uma Visão, uma usurpação da&amp;nbsp;Realidade&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pelos Olhos alagados pelo&amp;nbsp;coração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É essa a Terminologia da Humanidade&amp;nbsp;dilacerada&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pela&amp;nbsp;lucidez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta Trilogia - Poesia, Fotografia, Música - é o término das&amp;nbsp;pedras,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o início dos&amp;nbsp;ventos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meio do&amp;nbsp;Sol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A claridade do&amp;nbsp;Desejo,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;sujo como todas as raízes arrancadas da&amp;nbsp;terra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui inventou-se o terror do&amp;nbsp;Amor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brassalano&amp;nbsp;Graça&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/warped_tapes.png" alt="" width="590" height="885" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/brassalano-graca">Brassalano Graça</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;No fundo, é uma questão de perceber o&amp;nbsp;Movimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perpétuo das palavras. Da Máquina extrema da&amp;nbsp;Linguagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um movimento contra a inércia das&amp;nbsp;Certezas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento da boca sobre a concentração do&amp;nbsp;rosto&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;no sismo de um&amp;nbsp;sorriso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um sorriso nunca é só um&amp;nbsp;sorriso,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é também uma Oscilação circunstancial de qualquer&amp;nbsp;dor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento tectónico das mãos sobre o corpo que&amp;nbsp;ama,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e que desliza para a fronteira do&amp;nbsp;Pecado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há um Deus que abocanhe esse movimento da&amp;nbsp;dor,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;não há felicidade que suplante o vigor da ferida que arde no&amp;nbsp;peito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faz-se o Movimento do fumo rumo ao sítio de concentração da&amp;nbsp;Beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa saturação da nossa fragilidade, da nossa&amp;nbsp;impotência&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perante o limite dos&amp;nbsp;sentidos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perante o tremor da&amp;nbsp;Imaginação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Solo negro,&amp;nbsp;pois,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;onde tudo se esvai entre os dedos&amp;nbsp;trémulos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de uma força acabada de&amp;nbsp;nascer,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;nascitura das Trevas de um&amp;nbsp;sonho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Poesia vem das trevas, tal como a Fotografia&amp;nbsp;–&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;vêm, saem, das Trevas de uma&amp;nbsp;Visão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Arte é isso, uma Visão, uma usurpação da&amp;nbsp;Realidade&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pelos Olhos alagados pelo&amp;nbsp;coração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É essa a Terminologia da Humanidade&amp;nbsp;dilacerada&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pela&amp;nbsp;lucidez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta Trilogia - Poesia, Fotografia, Música - é o término das&amp;nbsp;pedras,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o início dos&amp;nbsp;ventos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meio do&amp;nbsp;Sol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A claridade do&amp;nbsp;Desejo,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;sujo como todas as raízes arrancadas da&amp;nbsp;terra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui inventou-se o terror do&amp;nbsp;Amor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brassalano&amp;nbsp;Graça&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/warped_tapes.png" alt="" width="590" height="885" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:04:18 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11006 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Lisboa à venda: alienação de património público e crise habitacional</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lisboa-a-venda-alienacao-de-patrimonio-publico-e-crise-habitacional</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sexta-feira, 19 de Junho, às&amp;nbsp;18h&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversa com&lt;strong&gt; Luís Mendes e Ana Jara&lt;/strong&gt;, com moderação por Eugénia&amp;nbsp;Pires.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Livraria Tigre de&amp;nbsp;Papel&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;A crise da habitação é hoje um fator decisivo das desigualdades que afetam o país. Em Lisboa, o caso da alienação de ativos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa prolonga uma estratégia que abdica de reforçar o stock habitacional público e a custos controlados — sem sequer favorecer a sustentabilidade da histórica missão de proteção social da instituição. Nesta sessão, conversamos com o geógrafo Luís Mendes e a arquiteta Ana Jara sobre o artigo que ambos assinam no número de Maio da edição portuguesa do Le Monde diplomatique ‘Lisboa à venda: alienação de património público e crise habitacional’. A moderação ficará a cargo de Eugénia Pires, do Conselho Editorial do Le Monde diplomatique – edição&amp;nbsp;portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/whatsapp_image_2026-06-19_at_11.58.26.jpeg" alt="" width="590" height="310" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rua de Arroios, n.º 25&amp;nbsp;(Lisboa)&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/habitacao">habitação</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/le-monde-diplomatique">Le Monde diplomatique</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/lisboa">lisboa</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sexta-feira, 19 de Junho, às&amp;nbsp;18h&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversa com&lt;strong&gt; Luís Mendes e Ana Jara&lt;/strong&gt;, com moderação por Eugénia&amp;nbsp;Pires.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Livraria Tigre de&amp;nbsp;Papel&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;A crise da habitação é hoje um fator decisivo das desigualdades que afetam o país. Em Lisboa, o caso da alienação de ativos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa prolonga uma estratégia que abdica de reforçar o stock habitacional público e a custos controlados — sem sequer favorecer a sustentabilidade da histórica missão de proteção social da instituição. Nesta sessão, conversamos com o geógrafo Luís Mendes e a arquiteta Ana Jara sobre o artigo que ambos assinam no número de Maio da edição portuguesa do Le Monde diplomatique ‘Lisboa à venda: alienação de património público e crise habitacional’. A moderação ficará a cargo de Eugénia Pires, do Conselho Editorial do Le Monde diplomatique – edição&amp;nbsp;portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/whatsapp_image_2026-06-19_at_11.58.26.jpeg" alt="" width="590" height="310" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rua de Arroios, n.º 25&amp;nbsp;(Lisboa)&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 11:26:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
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 <title>Sob a força das coisas. Olhares cruzados sobre dinâmicas de subalternidade social: Portugal, França e Bélgica</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/sob-a-forca-das-coisas-olhares-cruzados-sobre-dinamicas-de-subalternidade-social-portugal-fr</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://tigrepapel.pt/autor-a/virgilio-borges-pereira-e-yasmine-siblot-orgs/"&gt;Virgílio Borges Pereira e Yasmine Siblot (orgs.)&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;Este livro “procura abrir espaço para o aprofundamento do questionamento sociológico e para um universo de investigação (…) que merece a atenção de quem se interessa por compreender as recomposições sociais vividas nas sociedades estudadas, tendo presente, globalmente, os universos sociais estruturados em torno dos mundos operários industriais e dos empregos de execução, posicionamentos sociais agregadores das regiões do espaço social privilegiadas na análise que, como se saberá, experimentam, nas últimas décadas, reconfigurações sociais muito&amp;nbsp;significativas.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/capalivro_af_page-0001.jpg" alt="" width="590" height="907" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/franca-e-belgica">França e Bélgica</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/portugal">Portugal</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/subalternidade">subalternidade</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;a href="https://tigrepapel.pt/autor-a/virgilio-borges-pereira-e-yasmine-siblot-orgs/"&gt;Virgílio Borges Pereira e Yasmine Siblot (orgs.)&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;Este livro “procura abrir espaço para o aprofundamento do questionamento sociológico e para um universo de investigação (…) que merece a atenção de quem se interessa por compreender as recomposições sociais vividas nas sociedades estudadas, tendo presente, globalmente, os universos sociais estruturados em torno dos mundos operários industriais e dos empregos de execução, posicionamentos sociais agregadores das regiões do espaço social privilegiadas na análise que, como se saberá, experimentam, nas últimas décadas, reconfigurações sociais muito&amp;nbsp;significativas.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/capalivro_af_page-0001.jpg" alt="" width="590" height="907" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:55:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title>Germinar encerra com evento dedicado à Feira Semanal de Monte Abraão</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/germinar-encerra-com-evento-dedicado-a-feira-semanal-de-monte-abraao</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-18_as_16.32.35.png" alt="" width="590" height="222" /&gt;Exposição, conversa, oficina e dj set para celebrar a diversidade e o papel comunitário da feira de Monte Abrãao
&lt;p&gt;Depois de dois momentos de programação que deram visibilidade às histórias, práticas e expressões culturais do território de Massamá e Monte Abraão, o ciclo de programação cultural Germinar encerra no próximo dia&amp;nbsp; 27 de junho, com o evento &lt;em&gt;Entre bancas e fronteiras. &lt;/em&gt;A partir das 15:00, o espaço Mbongi 67, em Monte Abraão recebe uma programação gratuita que prolonga a experiência da feira para além do seu horário habitual, transformando-se num ponto de encontro entre arte, reflexão, gastronomia e música.&lt;br /&gt;O programa conta com a inauguração de uma &lt;strong&gt;exposição de fotografia&lt;/strong&gt; com obras de Sarita Furtado e Uncle C., resultado de um trabalho de curadoria da Kubata que convidou artistas a refletirem sobre as múltiplas vidas que atravessaram a feira entre migrantes, comerciantes, trabalhadores e visitantes que contribuem diariamente para a construção e vivência deste espaço.&lt;br /&gt;Durante a tarde decorre a &lt;strong&gt;conversa&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Entre bancas e fronteiras: feira, periferia e imaginação comunitária&lt;/em&gt;, com a moderação da curadora, jornalista e investigadora Amina Bawa e participação de Ruth Amélia dos Santos Falcão, Milene Pereira e Tarine Carvalho. Uma reflexão sobre a feira enquanto território de encontro, cuidado comunitário, atividade económica e de construção de imaginários periféricos.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Neste dia decorre ainda a &lt;strong&gt;oficina&lt;/strong&gt; de Dusa Dolls &amp;#8220;Bonecas Africanas - Ancestralidade, Arte e Comunidade&amp;#8221;, uma atividade inspirada na partilha de saberes de identidade e ancestralidade africana através da criação artesanal de bonecas.&lt;br /&gt;O evento encerra com um &lt;strong&gt;dj set&lt;/strong&gt; de PatiSol, produtora cultural e cofundadora dos projetos Malagheto, Baile Doce e Revoada. Reconhecida pelo cruzamento de ritmos da diáspora africana, sonoridades brasileiras e influências latinas, propõe uma celebração musical que reflete a diversidade cultural presente na feira todos os sábados.&lt;br /&gt;Esta iniciativa pretende afirmar a Feira Semanal de Monte Abraão como um espaço agregador da diversidade do território, promovendo a partilha de experiências e saberes entre os seus intervenientes, ao mesmo tempo que convida à reflexão sobre as desigualdades e barreiras institucionais que continuam a marcar quem pode (ou não) participar plenamente nestes espaços de sociabilidade e sustento.&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/p/DZagCDtjS92/?igsh=NHBkNHI2Nm56bTVn" target="_blank"&gt;Entre bancas e fronteiras&lt;/a&gt; marca o encerramento de um ciclo de três eventos integrado no projeto Germinar: &lt;a href="https://www.instagram.com/reel/DYnTHfmxCrL/?igsh=bmQ4bDljdjlmbjI4" target="_blank"&gt;Vamos à horta?&lt;/a&gt; (11 abril) e &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DYuo3gTNSkk/?igsh=eXh5cjJnd3pkamZ0" target="_blank"&gt;Educação - Intervenção - Intergeracionalidade&lt;/a&gt; (6&amp;nbsp;Junho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;15:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Inauguração da exposição de fotografia e artes visuais&lt;br /&gt;Obras de Sarita Furtado e Uncle&amp;nbsp;C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conversa &amp;#8220;Entre bancas e fronteiras: feira, periferia e imaginação&amp;nbsp;comunitária&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;17:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oficina &amp;#8220;Bonecas Africanas – Ancestralidade, Arte e Comunidade&amp;#8221;&lt;br /&gt;Dusa&amp;nbsp;Dolls&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;18:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;DJ Set&amp;nbsp;PatiSol&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre a&amp;nbsp;Claraboia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://claraboiasintra.pt/" target="_blank"&gt;A Claraboia&lt;/a&gt; é uma associação cultural juvenil que desenvolve projetos de criação e mediação artística com forte ligação ao território da Linha de Sintra. Através de metodologias participativas e processos de co-criação, a associação tem vindo a afirmar-se pelo desenvolvimento de práticas culturais enraizadas nas comunidades locais, promovendo o encontro entre artistas, residentes e diferentes&amp;nbsp;públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho d&amp;#8217;A Claraboia cruza dimensões artísticas, sociais e educativas, apostando na inclusão, na experimentação e na valorização de contextos frequentemente periféricos no panorama cultural. Com o projeto Germinar, a Claraboia consolida uma abordagem sustentada e continuada, focada na participação ativa, na construção coletiva e no impacto social da&amp;nbsp;cultura.&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/conversa">conversa</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/monte-abraao">Monte Abrãao</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-18_as_16.32.35.png" alt="" width="590" height="222" /&gt;Exposição, conversa, oficina e dj set para celebrar a diversidade e o papel comunitário da feira de Monte Abrãao
&lt;p&gt;Depois de dois momentos de programação que deram visibilidade às histórias, práticas e expressões culturais do território de Massamá e Monte Abraão, o ciclo de programação cultural Germinar encerra no próximo dia&amp;nbsp; 27 de junho, com o evento &lt;em&gt;Entre bancas e fronteiras. &lt;/em&gt;A partir das 15:00, o espaço Mbongi 67, em Monte Abraão recebe uma programação gratuita que prolonga a experiência da feira para além do seu horário habitual, transformando-se num ponto de encontro entre arte, reflexão, gastronomia e música.&lt;br /&gt;O programa conta com a inauguração de uma &lt;strong&gt;exposição de fotografia&lt;/strong&gt; com obras de Sarita Furtado e Uncle C., resultado de um trabalho de curadoria da Kubata que convidou artistas a refletirem sobre as múltiplas vidas que atravessaram a feira entre migrantes, comerciantes, trabalhadores e visitantes que contribuem diariamente para a construção e vivência deste espaço.&lt;br /&gt;Durante a tarde decorre a &lt;strong&gt;conversa&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Entre bancas e fronteiras: feira, periferia e imaginação comunitária&lt;/em&gt;, com a moderação da curadora, jornalista e investigadora Amina Bawa e participação de Ruth Amélia dos Santos Falcão, Milene Pereira e Tarine Carvalho. Uma reflexão sobre a feira enquanto território de encontro, cuidado comunitário, atividade económica e de construção de imaginários periféricos.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Neste dia decorre ainda a &lt;strong&gt;oficina&lt;/strong&gt; de Dusa Dolls &amp;#8220;Bonecas Africanas - Ancestralidade, Arte e Comunidade&amp;#8221;, uma atividade inspirada na partilha de saberes de identidade e ancestralidade africana através da criação artesanal de bonecas.&lt;br /&gt;O evento encerra com um &lt;strong&gt;dj set&lt;/strong&gt; de PatiSol, produtora cultural e cofundadora dos projetos Malagheto, Baile Doce e Revoada. Reconhecida pelo cruzamento de ritmos da diáspora africana, sonoridades brasileiras e influências latinas, propõe uma celebração musical que reflete a diversidade cultural presente na feira todos os sábados.&lt;br /&gt;Esta iniciativa pretende afirmar a Feira Semanal de Monte Abraão como um espaço agregador da diversidade do território, promovendo a partilha de experiências e saberes entre os seus intervenientes, ao mesmo tempo que convida à reflexão sobre as desigualdades e barreiras institucionais que continuam a marcar quem pode (ou não) participar plenamente nestes espaços de sociabilidade e sustento.&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/p/DZagCDtjS92/?igsh=NHBkNHI2Nm56bTVn" target="_blank"&gt;Entre bancas e fronteiras&lt;/a&gt; marca o encerramento de um ciclo de três eventos integrado no projeto Germinar: &lt;a href="https://www.instagram.com/reel/DYnTHfmxCrL/?igsh=bmQ4bDljdjlmbjI4" target="_blank"&gt;Vamos à horta?&lt;/a&gt; (11 abril) e &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DYuo3gTNSkk/?igsh=eXh5cjJnd3pkamZ0" target="_blank"&gt;Educação - Intervenção - Intergeracionalidade&lt;/a&gt; (6&amp;nbsp;Junho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;15:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Inauguração da exposição de fotografia e artes visuais&lt;br /&gt;Obras de Sarita Furtado e Uncle&amp;nbsp;C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conversa &amp;#8220;Entre bancas e fronteiras: feira, periferia e imaginação&amp;nbsp;comunitária&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;17:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oficina &amp;#8220;Bonecas Africanas – Ancestralidade, Arte e Comunidade&amp;#8221;&lt;br /&gt;Dusa&amp;nbsp;Dolls&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;18:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;DJ Set&amp;nbsp;PatiSol&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre a&amp;nbsp;Claraboia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://claraboiasintra.pt/" target="_blank"&gt;A Claraboia&lt;/a&gt; é uma associação cultural juvenil que desenvolve projetos de criação e mediação artística com forte ligação ao território da Linha de Sintra. Através de metodologias participativas e processos de co-criação, a associação tem vindo a afirmar-se pelo desenvolvimento de práticas culturais enraizadas nas comunidades locais, promovendo o encontro entre artistas, residentes e diferentes&amp;nbsp;públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho d&amp;#8217;A Claraboia cruza dimensões artísticas, sociais e educativas, apostando na inclusão, na experimentação e na valorização de contextos frequentemente periféricos no panorama cultural. Com o projeto Germinar, a Claraboia consolida uma abordagem sustentada e continuada, focada na participação ativa, na construção coletiva e no impacto social da&amp;nbsp;cultura.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:33:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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