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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>"Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global", de Paulo Ramalho</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/bijagos-uma-viagem-ao-sul-global-de-paulo-ramalho</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;18 de julho de 2026 | 17h00 | Bar Flor do Tejo | Cais de Vila Franca de&amp;nbsp;Xira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global, de &lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;, pertence à rara categoria das obras que recusam o conforto da literatura de viagem para se transformarem numa interrogação sobre o mundo e sobre nós&amp;nbsp;próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Antropólogo de formação, escritor por necessidade e viajante por inquietação, Paulo Ramalho conhece profundamente a Guiné-Bissau e o arquipélago dos Bijagós, um dos últimos territórios africanos onde a memória ancestral, os rituais, a natureza e a resistência cultural permanecem vivos perante a crescente uniformização do planeta. O seu olhar não é o do turista nem o do repórter ocasional. É o de quem sabe que um povo nunca se descreve apenas pela paisagem, mas pela forma como enfrenta o tempo, a morte, a comunidade e o&amp;nbsp;sagrado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Neste livro, os Bijagós deixam de ser apenas um arquipélago perdido no Atlântico para se tornarem uma metáfora do nosso tempo. A viagem conduz o leitor para lá da geografia, confrontando-o com as grandes questões do século XXI: o esgotamento do modelo ocidental, a crise ecológica, a desigualdade entre Norte e Sul, o legado do colonialismo e a procura de outras formas de habitar o&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A literatura da Guiné-Bissau ensinou-nos, através de vozes como Abdulai Sila, Tony Tcheka ou Filinto de Barros, que a identidade nasce do diálogo permanente entre memória e futuro. É nesse território de fronteira que Paulo Ramalho inscreve a sua escrita. Sem exotismos nem paternalismos, aproxima-se dos Bijagós com o respeito de quem escuta antes de interpretar, oferecendo ao leitor uma narrativa onde a antropologia e a literatura se cruzam para revelar uma realidade simultaneamente bela, complexa e profundamente&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global não oferece respostas fáceis. Pelo contrário, devolve-nos perguntas que preferimos adiar. Que significa viajar quando o mundo parece caminhar para o colapso? O que procuramos no outro que não sejamos capazes de reconhecer em nós? Será o Sul Global apenas uma geografia ou poderá ser também um lugar de resistência, de aprendizagem e de&amp;nbsp;esperança?&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Mais do que apresentar um livro, esta sessão propõe um encontro entre leitores, viajantes e todos aqueles que acreditam que a literatura continua a ser um dos poucos lugares onde ainda é possível compreender a complexidade do&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;No dia &lt;strong&gt;18 de julho, às 17 horas&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;Vila Franca de Xira&lt;/strong&gt;, junto à marina, será palco desta conversa. Um espaço de proximidade para ouvir o autor, descobrir as histórias que deram origem ao livro e participar num diálogo sobre a viagem, a cultura, a Guiné-Bissau e os desafios do nosso&amp;nbsp;tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Porque há viagens que terminam quando regressamos a&amp;nbsp;casa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;E há livros que só começam verdadeiramente quando fechamos a última&amp;nbsp;página.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Lançamento de Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de julho de 2026 | 17h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo –&amp;nbsp; Cais de Vila Franca de Xira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/bijagos_lancamento_autor_e_livro.png" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/bijagos">Bijagós</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;18 de julho de 2026 | 17h00 | Bar Flor do Tejo | Cais de Vila Franca de&amp;nbsp;Xira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global, de &lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;, pertence à rara categoria das obras que recusam o conforto da literatura de viagem para se transformarem numa interrogação sobre o mundo e sobre nós&amp;nbsp;próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Antropólogo de formação, escritor por necessidade e viajante por inquietação, Paulo Ramalho conhece profundamente a Guiné-Bissau e o arquipélago dos Bijagós, um dos últimos territórios africanos onde a memória ancestral, os rituais, a natureza e a resistência cultural permanecem vivos perante a crescente uniformização do planeta. O seu olhar não é o do turista nem o do repórter ocasional. É o de quem sabe que um povo nunca se descreve apenas pela paisagem, mas pela forma como enfrenta o tempo, a morte, a comunidade e o&amp;nbsp;sagrado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Neste livro, os Bijagós deixam de ser apenas um arquipélago perdido no Atlântico para se tornarem uma metáfora do nosso tempo. A viagem conduz o leitor para lá da geografia, confrontando-o com as grandes questões do século XXI: o esgotamento do modelo ocidental, a crise ecológica, a desigualdade entre Norte e Sul, o legado do colonialismo e a procura de outras formas de habitar o&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A literatura da Guiné-Bissau ensinou-nos, através de vozes como Abdulai Sila, Tony Tcheka ou Filinto de Barros, que a identidade nasce do diálogo permanente entre memória e futuro. É nesse território de fronteira que Paulo Ramalho inscreve a sua escrita. Sem exotismos nem paternalismos, aproxima-se dos Bijagós com o respeito de quem escuta antes de interpretar, oferecendo ao leitor uma narrativa onde a antropologia e a literatura se cruzam para revelar uma realidade simultaneamente bela, complexa e profundamente&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global não oferece respostas fáceis. Pelo contrário, devolve-nos perguntas que preferimos adiar. Que significa viajar quando o mundo parece caminhar para o colapso? O que procuramos no outro que não sejamos capazes de reconhecer em nós? Será o Sul Global apenas uma geografia ou poderá ser também um lugar de resistência, de aprendizagem e de&amp;nbsp;esperança?&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Mais do que apresentar um livro, esta sessão propõe um encontro entre leitores, viajantes e todos aqueles que acreditam que a literatura continua a ser um dos poucos lugares onde ainda é possível compreender a complexidade do&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;No dia &lt;strong&gt;18 de julho, às 17 horas&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;Vila Franca de Xira&lt;/strong&gt;, junto à marina, será palco desta conversa. Um espaço de proximidade para ouvir o autor, descobrir as histórias que deram origem ao livro e participar num diálogo sobre a viagem, a cultura, a Guiné-Bissau e os desafios do nosso&amp;nbsp;tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Porque há viagens que terminam quando regressamos a&amp;nbsp;casa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;E há livros que só começam verdadeiramente quando fechamos a última&amp;nbsp;página.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Lançamento de Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de julho de 2026 | 17h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo –&amp;nbsp; Cais de Vila Franca de Xira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/bijagos_lancamento_autor_e_livro.png" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:48:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11052 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>“Mulheres que carregam”: concurso do Festival do Minuto reflete sobre a força feminina cotidiana</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/mulheres-que-carregam-concurso-do-festival-do-minuto-reflete-sobre-a-forca-feminina-cotidian</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Festival do Minuto convida realizadores a enviarem vídeos de até 60 segundos sobre o&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;tema “Mulheres que carregam”&lt;/em&gt;&lt;em&gt;. As inscrições para este e outros concursos temáticos vão&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;até 31 de julho, e os melhores vídeos concorrem ao Troféu Minuto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Clique&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;para assistir à vinheta do concurso.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;O que uma mulher aguenta carregar? Uma criança, uma família, um país? O mundo inteiro?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;É nesse vasto campo de possibilidades que o Festival do Minuto lança o concurso temático&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam”&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. A proposta é aberta a interpretações diversas, estimulando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;olhares autorais sobre o tema em vídeos de até um&amp;nbsp;minuto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições até 31 de julho&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam” é um dos &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;9 concursos temáticos lançados no 1º semestre de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; pelo Festival Permanente do Minuto, todos com &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;inscrições abertas até 31 de&amp;nbsp;julho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Além dos concursos temáticos, o Festival também mantém inscrições abertas para as&amp;nbsp;&lt;span&gt;categorias permanentes mensais: Tema Livre, Animação, Nano Minuto e Minuto Vertical. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;As&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: &lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br. " title="www.festivaldominuto.com.br. "&gt;www.festivaldominuto.com.br. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;35 anos de Festival do&amp;nbsp;Minuto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Criado em 1991, o&lt;strong&gt; Festival Permanente do Minuto&lt;/strong&gt; é pioneiro no formato de curtíssima&amp;nbsp;&lt;span&gt;duração, incentivando a criação de vídeos de até 60 segundos antes mesmo do surgimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das redes sociais. Gratuito, online e permanente, passou a alcançar todo o planeta. No&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Brasil, atinge cidades pequenas, médias e grandes, alcançando o interior, o litoral e as&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;periferias urbanas. Com produções de diferentes sotaques, vivências e contextos, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iniciativa amplia a diversidade no audiovisual e incentiva realizadores amadores e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;independentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Completando 35 anos em 2026, o Festival Permanente do Minuto reafirma seu papel como&amp;nbsp;&lt;span&gt;espaço de experimentação e visibilidade para obras que apostam na síntese e na força&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;expressiva do formato Minuto. Ao longo de sua trajetória, o festival já inspirou iniciativas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;semelhantes em mais de 50 países.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSOS - FESTIVAL PERMANENTE DO MINUTO&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ONDE: &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;QUANDO:&lt;/strong&gt; Inscrições até 31 de julho de 2026&amp;nbsp;&lt;strong&gt;CONTATO:&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &amp;#116;&amp;#104;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#109;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114; | 43&amp;nbsp;9874-9580&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/mobile_pt_1.jpg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/feminina">feminina</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mulheres">mulheres</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Festival do Minuto convida realizadores a enviarem vídeos de até 60 segundos sobre o&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;tema “Mulheres que carregam”&lt;/em&gt;&lt;em&gt;. As inscrições para este e outros concursos temáticos vão&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;até 31 de julho, e os melhores vídeos concorrem ao Troféu Minuto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Clique&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;para assistir à vinheta do concurso.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;O que uma mulher aguenta carregar? Uma criança, uma família, um país? O mundo inteiro?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;É nesse vasto campo de possibilidades que o Festival do Minuto lança o concurso temático&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam”&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. A proposta é aberta a interpretações diversas, estimulando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;olhares autorais sobre o tema em vídeos de até um&amp;nbsp;minuto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições até 31 de julho&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam” é um dos &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;9 concursos temáticos lançados no 1º semestre de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; pelo Festival Permanente do Minuto, todos com &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;inscrições abertas até 31 de&amp;nbsp;julho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Além dos concursos temáticos, o Festival também mantém inscrições abertas para as&amp;nbsp;&lt;span&gt;categorias permanentes mensais: Tema Livre, Animação, Nano Minuto e Minuto Vertical. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;As&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: &lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br. " title="www.festivaldominuto.com.br. "&gt;www.festivaldominuto.com.br. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;35 anos de Festival do&amp;nbsp;Minuto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Criado em 1991, o&lt;strong&gt; Festival Permanente do Minuto&lt;/strong&gt; é pioneiro no formato de curtíssima&amp;nbsp;&lt;span&gt;duração, incentivando a criação de vídeos de até 60 segundos antes mesmo do surgimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das redes sociais. Gratuito, online e permanente, passou a alcançar todo o planeta. No&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Brasil, atinge cidades pequenas, médias e grandes, alcançando o interior, o litoral e as&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;periferias urbanas. Com produções de diferentes sotaques, vivências e contextos, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iniciativa amplia a diversidade no audiovisual e incentiva realizadores amadores e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;independentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Completando 35 anos em 2026, o Festival Permanente do Minuto reafirma seu papel como&amp;nbsp;&lt;span&gt;espaço de experimentação e visibilidade para obras que apostam na síntese e na força&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;expressiva do formato Minuto. Ao longo de sua trajetória, o festival já inspirou iniciativas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;semelhantes em mais de 50 países.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSOS - FESTIVAL PERMANENTE DO MINUTO&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ONDE: &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;QUANDO:&lt;/strong&gt; Inscrições até 31 de julho de 2026&amp;nbsp;&lt;strong&gt;CONTATO:&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &amp;#116;&amp;#104;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#109;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114; | 43&amp;nbsp;9874-9580&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/mobile_pt_1.jpg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:48:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Lançamento do primeiro livro de Orálio Mendes Katchunkuró</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lancamento-do-primeiro-livro-de-oralio-mendes-katchunkuro</link>
 <description>&lt;p&gt;A Casa da Cultura da Guiné-Bissau, a LON Edições e o autor @Orálio Mendes Katchunkuró convidam o público para o lançamento de «eu, os Fragmentos e Alentos», a primeira obra publicada pelo autor, um livro de poesia.&lt;br /&gt;A sessão terá lugar no dia 25 de julho de 2026, às 16h30, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Alameda da Universidade, Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa).&lt;br /&gt;A apresentação estará a cargo de Bia Djassi, Michel Té e Tcherno Baldé.&lt;br /&gt;A entrada é livre. Venham celebrar connosco esta estreia&amp;nbsp;literária!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/1000723792.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/oralio-mendes-katchunkuro">Orálio Mendes Katchunkuró</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A Casa da Cultura da Guiné-Bissau, a LON Edições e o autor @Orálio Mendes Katchunkuró convidam o público para o lançamento de «eu, os Fragmentos e Alentos», a primeira obra publicada pelo autor, um livro de poesia.&lt;br /&gt;A sessão terá lugar no dia 25 de julho de 2026, às 16h30, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Alameda da Universidade, Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa).&lt;br /&gt;A apresentação estará a cargo de Bia Djassi, Michel Té e Tcherno Baldé.&lt;br /&gt;A entrada é livre. Venham celebrar connosco esta estreia&amp;nbsp;literária!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/1000723792.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:58:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11044 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Olime, em Lisboa e Sintra</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/olime-em-lisboa-e-sintra</link>
 <description>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/731350695_1028384812893706_7337092308071138391_n.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/captura_de_ecra_2026-07-03_as_12.54.47.png" alt="" width="590" height="579" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Interpretação | Eliana Rosa - Mynda Guevara - João&amp;nbsp;Branco&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Texto Marta Lança | Marinho&amp;nbsp;Pina&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Encenação, espaço cénico | João&amp;nbsp;Branco&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Figurinos | Simone&amp;nbsp;Rodrigues&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Desenho de Luz | Pedro&amp;nbsp;Fonseca&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Sonoplastia | Basil da&amp;nbsp;Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Fotografia | Machine Pedro Dinis - Queila Fernandes&lt;br /&gt;Agradecimento especial Henrique Silva.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Apoio à Criação: República Portuguesa - Ministério da Cultura, Juventude e Desporto / Direção Geral das ArtesResidência Artística: Teatro ViriatoParcerias: BUALA · Associação Caboverdiana de Lisboa · Associação de Intervenção Comunitária, Desenvolvimento Social e de Saúde · Associação de Solidariedade Social do Alto Cova da Moura · Centro Desportivo da Reboleira · RDP&amp;nbsp;África&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/180743-olime_tm_acolhimento-teatro_meridional/?utm_id=97757_v0_s00_e0_tv2_a1demoo4mu981o&amp;amp;fbclid=IwY2xjawS0i1JleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeIVn-WwJcj3Jeew1kgUc7UaGlHAslY6jQ8Gk41cu5JzQ3Xh0YwpLGymrXjeI_aem_mcw7ceZd6ApnBfE8w3_RZQ" target="_blank"&gt;COMPRA BILHETE&amp;nbsp;AQUI&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Folha de sala - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Processo número&amp;nbsp;0027/2025&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Convocada a uma Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, uma mãe vê-se confrontada com um procedimento “de rotina” que rapidamente se transforma num exame minucioso à sua vida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Ao longo de sucessivas entrevistas, expõe-se o atrito entre linguagem institucional e a experiência da vida concreta. O técnico responsável pelo processo obedece ao protocolo, interroga, regista e avalia riscos. Do outro lado, Maria Isabel responde, hesita, defende-se, acusa (o Estado, os outros?). Um conjunto de critérios - casa pequena, rendas impossíveis, salário mínimo, trabalho noturno, falência de rede de apoio - associam precariedade a perigo e fazem desta mãe, pobre, negra e do bairro, que ainda por cima ousa ser artista, suspeita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;OLIME constrói um dispositivo cénico depurado, onde a repetição burocrática ganha peso dramático. A frieza do registo oficial contrasta com momentos de exposição íntima e ruptura poética. O espetáculo alterna entre o realismo das entrevistas e interlúdios que abrem o discurso para dimensões mais amplas: identidade, memória colonial, violência policial, documentação e cidadania, pertença a um Cabo Verde imaginado, a família e as redes de apoio que na sociedade neoliberal se deslaçam. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Em palco, Eliana Rosa interpreta Maria Isabel, uma mulher irónica, orgulhosa, contraditória, artistística, e cansada de tanto esforço. João Branco, que também encena, é o funcionário Anselmo, que oscila entre as boas intenções e produto de um sistema que mede, categoriza e decide. A rapper e performer Mynda Guevara assume a função de coro contemporâneo. Através da palavra dita e cantada, introduz dados, memórias e comentários críticos que ampliam o caso individual para uma reflexão coletiva. Integra a estrutura dramatúrgica e tensiona a narrativa com composições que atravessam temas como abuso policial, racismo estrutural, o crioulo e a identidade nacional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O funcionário é incapaz de desligar a máquina absurda da burocracia e vigilância, e a mãe, por sua vez, move-se num contexto onde qualquer falha pode ser lida como prova de incapacidade. Entre protocolo e sobrevivência, instala-se uma pergunta central: é possível medir o amor? E que instrumentos utiliza o Estado para distinguir risco social de desigualdade estrutural?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A peça é uma produção do coletivo Saaraci, que mantém viva, em Portugal, uma ligação artística e cultural a Cabo Verde. Essa presença manifesta-se na sonoridade, na língua, na memória e no modo como a peça convoca a história partilhada entre Portugal e a colonialidade. A colonialidade infiltra-se nas instituições, nos discursos, nas expectativas e nas formas de classificação social. Ao colocar frente a frente uma mãe precarizada e um técnico do Estado, o espetáculo evita simplificações, despertando a reflexão sobre justiça social, responsabilidade institucional e a criminalização da pobreza. Questiona a fronteira entre cuidado e controlo, entre proteção e punição. Recorda que, em contextos de vulnerabilidade económica e racialização, a parentalidade, sobretudo as mães pobres e radicalizadas, é frequentemente sujeita a um escrutínio acrescido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Mais do que retratar um caso específico, o espetáculo convoca o público a reconhecer as estruturas invisíveis que moldam decisões e narrativas. Entre a morna e o relatório, entre o palco e o gabinete, OLIME afirma o teatro como espaço de escuta, confronto e pensamento crítico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Uma criação que cruza teatro, música e intervenção cívica, afirmando o direito à dignidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;17 e 18 em Lisboa, 25 em&amp;nbsp;Sintra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Marta Lança&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(codramaturga da peça com Marinho de&amp;nbsp;Pina)&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/olime">Olime</category>
 <content:encoded>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/731350695_1028384812893706_7337092308071138391_n.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/captura_de_ecra_2026-07-03_as_12.54.47.png" alt="" width="590" height="579" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Interpretação | Eliana Rosa - Mynda Guevara - João&amp;nbsp;Branco&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Texto Marta Lança | Marinho&amp;nbsp;Pina&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Encenação, espaço cénico | João&amp;nbsp;Branco&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Figurinos | Simone&amp;nbsp;Rodrigues&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Desenho de Luz | Pedro&amp;nbsp;Fonseca&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Sonoplastia | Basil da&amp;nbsp;Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Fotografia | Machine Pedro Dinis - Queila Fernandes&lt;br /&gt;Agradecimento especial Henrique Silva.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Apoio à Criação: República Portuguesa - Ministério da Cultura, Juventude e Desporto / Direção Geral das ArtesResidência Artística: Teatro ViriatoParcerias: BUALA · Associação Caboverdiana de Lisboa · Associação de Intervenção Comunitária, Desenvolvimento Social e de Saúde · Associação de Solidariedade Social do Alto Cova da Moura · Centro Desportivo da Reboleira · RDP&amp;nbsp;África&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/180743-olime_tm_acolhimento-teatro_meridional/?utm_id=97757_v0_s00_e0_tv2_a1demoo4mu981o&amp;amp;fbclid=IwY2xjawS0i1JleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeIVn-WwJcj3Jeew1kgUc7UaGlHAslY6jQ8Gk41cu5JzQ3Xh0YwpLGymrXjeI_aem_mcw7ceZd6ApnBfE8w3_RZQ" target="_blank"&gt;COMPRA BILHETE&amp;nbsp;AQUI&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Folha de sala - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Processo número&amp;nbsp;0027/2025&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Convocada a uma Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, uma mãe vê-se confrontada com um procedimento “de rotina” que rapidamente se transforma num exame minucioso à sua vida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Ao longo de sucessivas entrevistas, expõe-se o atrito entre linguagem institucional e a experiência da vida concreta. O técnico responsável pelo processo obedece ao protocolo, interroga, regista e avalia riscos. Do outro lado, Maria Isabel responde, hesita, defende-se, acusa (o Estado, os outros?). Um conjunto de critérios - casa pequena, rendas impossíveis, salário mínimo, trabalho noturno, falência de rede de apoio - associam precariedade a perigo e fazem desta mãe, pobre, negra e do bairro, que ainda por cima ousa ser artista, suspeita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;OLIME constrói um dispositivo cénico depurado, onde a repetição burocrática ganha peso dramático. A frieza do registo oficial contrasta com momentos de exposição íntima e ruptura poética. O espetáculo alterna entre o realismo das entrevistas e interlúdios que abrem o discurso para dimensões mais amplas: identidade, memória colonial, violência policial, documentação e cidadania, pertença a um Cabo Verde imaginado, a família e as redes de apoio que na sociedade neoliberal se deslaçam. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Em palco, Eliana Rosa interpreta Maria Isabel, uma mulher irónica, orgulhosa, contraditória, artistística, e cansada de tanto esforço. João Branco, que também encena, é o funcionário Anselmo, que oscila entre as boas intenções e produto de um sistema que mede, categoriza e decide. A rapper e performer Mynda Guevara assume a função de coro contemporâneo. Através da palavra dita e cantada, introduz dados, memórias e comentários críticos que ampliam o caso individual para uma reflexão coletiva. Integra a estrutura dramatúrgica e tensiona a narrativa com composições que atravessam temas como abuso policial, racismo estrutural, o crioulo e a identidade nacional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;O funcionário é incapaz de desligar a máquina absurda da burocracia e vigilância, e a mãe, por sua vez, move-se num contexto onde qualquer falha pode ser lida como prova de incapacidade. Entre protocolo e sobrevivência, instala-se uma pergunta central: é possível medir o amor? E que instrumentos utiliza o Estado para distinguir risco social de desigualdade estrutural?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A peça é uma produção do coletivo Saaraci, que mantém viva, em Portugal, uma ligação artística e cultural a Cabo Verde. Essa presença manifesta-se na sonoridade, na língua, na memória e no modo como a peça convoca a história partilhada entre Portugal e a colonialidade. A colonialidade infiltra-se nas instituições, nos discursos, nas expectativas e nas formas de classificação social. Ao colocar frente a frente uma mãe precarizada e um técnico do Estado, o espetáculo evita simplificações, despertando a reflexão sobre justiça social, responsabilidade institucional e a criminalização da pobreza. Questiona a fronteira entre cuidado e controlo, entre proteção e punição. Recorda que, em contextos de vulnerabilidade económica e racialização, a parentalidade, sobretudo as mães pobres e radicalizadas, é frequentemente sujeita a um escrutínio acrescido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Mais do que retratar um caso específico, o espetáculo convoca o público a reconhecer as estruturas invisíveis que moldam decisões e narrativas. Entre a morna e o relatório, entre o palco e o gabinete, OLIME afirma o teatro como espaço de escuta, confronto e pensamento crítico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Uma criação que cruza teatro, música e intervenção cívica, afirmando o direito à dignidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;17 e 18 em Lisboa, 25 em&amp;nbsp;Sintra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Marta Lança&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(codramaturga da peça com Marinho de&amp;nbsp;Pina)&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:56:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11042 at https://www.buala.org</guid>
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<item>
 <title>"Essas Pessoas na Sala de Jantar", apresentação com Vasco Santos e Margarida Ferra</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/essas-pessoas-na-sala-de-jantar-apresentacao-com-vasco-santos-e-margarida-ferra</link>
 <description>&lt;p&gt;Apresentação do meu&amp;nbsp; livro de crónicas, gostava muito que aparecessem no Bota dia 9 às 18h para comprarem (ou trocarem) o livro e ouvir o Vasco Santos e a Margarida&amp;nbsp;Ferra.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Nunca morei sozinha: sempre partilhei casa, com família ou&amp;nbsp;&lt;span&gt;amigos. Por razões práticas, claro, para dividir despesas e res&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ponsabilidades, mas também porque partilhar casa é uma es&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cola intensa em atualização permanente. Dá-nos novas pers&lt;/span&gt;&lt;span&gt;petivas sobre aquilo que julgávamos saber; dicas e soluções&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;para pequenos e grandes problemas. Obriga-nos a ceder, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;negociar e a constatar que o normal para mim pode ser insu&lt;/span&gt;&lt;span&gt;portável para o outro: nomeadamente no que toca a critérios&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de barulho, limpeza ou acumulação. Uma pequena comuni&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dade doméstica acrescenta-se, ampara-se e, quando alguém&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;perde a chave, há menos hipótese de ficar do lado de&amp;nbsp;fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/pessoas.jpeg" alt="" width="590" height="885" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cronicas">crónicas</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/livro">livro</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Apresentação do meu&amp;nbsp; livro de crónicas, gostava muito que aparecessem no Bota dia 9 às 18h para comprarem (ou trocarem) o livro e ouvir o Vasco Santos e a Margarida&amp;nbsp;Ferra.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Nunca morei sozinha: sempre partilhei casa, com família ou&amp;nbsp;&lt;span&gt;amigos. Por razões práticas, claro, para dividir despesas e res&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ponsabilidades, mas também porque partilhar casa é uma es&lt;/span&gt;&lt;span&gt;cola intensa em atualização permanente. Dá-nos novas pers&lt;/span&gt;&lt;span&gt;petivas sobre aquilo que julgávamos saber; dicas e soluções&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;para pequenos e grandes problemas. Obriga-nos a ceder, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;negociar e a constatar que o normal para mim pode ser insu&lt;/span&gt;&lt;span&gt;portável para o outro: nomeadamente no que toca a critérios&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de barulho, limpeza ou acumulação. Uma pequena comuni&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dade doméstica acrescenta-se, ampara-se e, quando alguém&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;perde a chave, há menos hipótese de ficar do lado de&amp;nbsp;fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/pessoas.jpeg" alt="" width="590" height="885" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 11:51:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>"Oficina de Escrita Criativa - Curativa" </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/oficina-de-escrita-criativa-curativa</link>
 <description>&lt;p&gt;Em alusão ao mês da mulher africana.&amp;nbsp; Abre-se a &amp;#8220;Oficina de Escrita Criativa - Curativa&amp;#8221;&amp;nbsp;como um lugar seguro para mulheres transformarem suas emoções e sentimentos em arte.&lt;br /&gt;A partir do sábado - dia 11 de Julho.Em quatro sessões serão partilhadas técnicas de escrita com&amp;nbsp; intuito de criação de textos, usaremos a escrita como terapia.&lt;br /&gt;Aos sábados de Julho e Agosto pelas 10 horas&amp;nbsp;As vagas são limitadas&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Inscreva - se :WhatsApp 934 442 034&lt;br /&gt;Luz &amp;amp;&amp;nbsp;Leveza&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-03_at_09.24.49.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/escrita">escrita</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mulher-africana">mulher africana</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Em alusão ao mês da mulher africana.&amp;nbsp; Abre-se a &amp;#8220;Oficina de Escrita Criativa - Curativa&amp;#8221;&amp;nbsp;como um lugar seguro para mulheres transformarem suas emoções e sentimentos em arte.&lt;br /&gt;A partir do sábado - dia 11 de Julho.Em quatro sessões serão partilhadas técnicas de escrita com&amp;nbsp; intuito de criação de textos, usaremos a escrita como terapia.&lt;br /&gt;Aos sábados de Julho e Agosto pelas 10 horas&amp;nbsp;As vagas são limitadas&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Inscreva - se :WhatsApp 934 442 034&lt;br /&gt;Luz &amp;amp;&amp;nbsp;Leveza&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-03_at_09.24.49.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 09:34:02 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
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 <title> «Feminismo na Periferia» de Mikki Kendall</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/feminismo-na-periferia-de-mikki-kendall</link>
 <description>&lt;p&gt;Apresentação do «Feminismo na Periferia» de &lt;strong&gt;Mikki Kendall&lt;/strong&gt;, editora &lt;strong&gt;Kiala &lt;/strong&gt;com a presença de &lt;strong&gt;Nuna&lt;/strong&gt;, que escreveu o prefácio da edição portuguesa, e de &lt;strong&gt;Gisela Casimiro&lt;/strong&gt;, dia 9 de julho, às 19h na&lt;strong&gt; Casa do Comum&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/captura_de_ecra_2026-07-02_as_22.40.11.png" alt="" width="590" height="745" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8216;O movimento feminista tem um ponto cego e, ironicamente, esse ponto cego são as mulheres. As correntes feministas convencionais raramente encaram a satisfação das necessidades básicas como uma questão feminista e, demasiadas vezes, concentram-se não na sobrevivência das muitas, mas no aumento dos privilégios de poucas. Essa miopia, alimentada por divisões internas e pelo privilégio étnico-racial e de classe, fragiliza a solidariedade entre mulheres e deixa, sobretudo, as mulheres negras e periféricas à margem.&lt;br /&gt;«Como podemos falar de união», questiona Mikki Kendall, «se algumas continuam a oprimir outras?»&lt;br /&gt;Em &lt;em&gt;Feminismo na Periferia&lt;/em&gt;, Kendall confronta as falhas do feminismo contemporâneo, partindo da sua própria experiência — marcada pela violência, pela pobreza e pela hipersexualização —, e analisa com lucidez temas como direitos reprodutivos, experiências de abuso, cultura popular e saúde mental.&lt;br /&gt;Feroz, incisivo e profundamente necessário, este livro é tanto uma denúncia de um movimento em transformação como um apelo a todas as mulheres que se reivindicam feministas para que vivam, em pensamento e em ação, segundo o verdadeiro propósito da&amp;nbsp;causa.&amp;#8217;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/feminismos-na-periferia">feminismos na periferia</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/kiala-editora">Kiala editora</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Apresentação do «Feminismo na Periferia» de &lt;strong&gt;Mikki Kendall&lt;/strong&gt;, editora &lt;strong&gt;Kiala &lt;/strong&gt;com a presença de &lt;strong&gt;Nuna&lt;/strong&gt;, que escreveu o prefácio da edição portuguesa, e de &lt;strong&gt;Gisela Casimiro&lt;/strong&gt;, dia 9 de julho, às 19h na&lt;strong&gt; Casa do Comum&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/captura_de_ecra_2026-07-02_as_22.40.11.png" alt="" width="590" height="745" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8216;O movimento feminista tem um ponto cego e, ironicamente, esse ponto cego são as mulheres. As correntes feministas convencionais raramente encaram a satisfação das necessidades básicas como uma questão feminista e, demasiadas vezes, concentram-se não na sobrevivência das muitas, mas no aumento dos privilégios de poucas. Essa miopia, alimentada por divisões internas e pelo privilégio étnico-racial e de classe, fragiliza a solidariedade entre mulheres e deixa, sobretudo, as mulheres negras e periféricas à margem.&lt;br /&gt;«Como podemos falar de união», questiona Mikki Kendall, «se algumas continuam a oprimir outras?»&lt;br /&gt;Em &lt;em&gt;Feminismo na Periferia&lt;/em&gt;, Kendall confronta as falhas do feminismo contemporâneo, partindo da sua própria experiência — marcada pela violência, pela pobreza e pela hipersexualização —, e analisa com lucidez temas como direitos reprodutivos, experiências de abuso, cultura popular e saúde mental.&lt;br /&gt;Feroz, incisivo e profundamente necessário, este livro é tanto uma denúncia de um movimento em transformação como um apelo a todas as mulheres que se reivindicam feministas para que vivam, em pensamento e em ação, segundo o verdadeiro propósito da&amp;nbsp;causa.&amp;#8217;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:53:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11038 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>'Também os Brancos Sabem Dançar', de Kalaf Epalanga, vai ser adaptado ao cinema</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/tambem-os-brancos-sabem-dancar-de-kalaf-epalanga-vai-ser-adaptado-ao-cinema</link>
 <description>&lt;p dir="ltr"&gt;A Wonder Maria Filmes adquiriu os direitos do romance, publicado em 2017, que cruza migração, identidade, música e a transformação cultural de Lisboa, acompanhando também o nascimento dos Buraka Som Sistema. A produção está prevista para 2028. A adaptação cinematográfica está a ser escrita pelo próprio Kalaf Epalanga e por Fernanda Polacow, guionista, realizadora e cofundadora da Wonder Maria Filmes. O projeto conta já com o apoio ao desenvolvimento do Instituto do Cinema e do Audiovisual&amp;nbsp;(ICA).&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Cruzando autoficção e história cultural da comunidade PALOP em Lisboa, &lt;em&gt;Também os Brancos Sabem Dançar &lt;/em&gt;parte da detenção de um músico angolano durante uma viagem entre Gotemburgo, na Suécia, e Oslo, na Noruega, onde deveria atuar num festival. Sem um passaporte válido, o protagonista é levado para uma esquadra e confrontado com a necessidade de explicar quem é, de onde vem e o que o levou até&amp;nbsp;ali.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A partir desse episódio, o romance percorre temas como a imigração, o exílio, a pertença e a experiência de viver entre diferentes países e culturas. Pelo caminho, atravessa a história do kuduro e da kizomba, as memórias pessoais do autor e a Lisboa dos anos 2000, cidade onde diferentes diásporas africanas estavam a transformar profundamente a música, a noite e a cultura urbana. É nesse contexto que surge também a história dos Buraka Som Sistema, grupo cofundado por Kalaf Epalanga e que viria a projetar internacionalmente uma nova linguagem musical nascida do encontro entre Lisboa, Luanda e outras geografias da&amp;nbsp;diáspora.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Mais do que contar a história de uma banda, queremos retratar uma geração e uma cidade em transformação, marcadas pela presença negra e por uma intensa diversidade cultural. A partir da experiência de Kalaf enquanto membro dos Buraka Som Sistema, o filme atravessa questões que continuam a moldar as sociedades contemporâneas, mostrando como a música e as artes podem funcionar como espaços de resistência e como antídoto à crescente truculência política&amp;#8221;, explica Fernanda&amp;nbsp;Polacow.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span class="imagecache-half" style="width: 290px"&gt;&lt;img  title="Kalaf Epalanga" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/07/kalaf_epalangacfilipe_ferreira.jpg" alt="Kalaf Epalanga" width="290" height="435" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Kalaf Epalanga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="imagecache-half" style="width: 290px"&gt;&lt;img  title="Fernanda Polacow" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/07/_fernanda_polacow_creditos_reservados.jpg" alt="Fernanda Polacow" width="290" height="387" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Fernanda&amp;nbsp;Polacow&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;A adaptação do livro será apresentada na Casa&amp;nbsp;Buraka&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;No próximo sábado, 4 de julho, a Casa Capitão transforma-se na Casa Buraka, no âmbito das celebrações dos 20 anos dos Buraka Som Sistema e da editora Enchufada. Antes do regresso da banda aos palcos, o encontro reunirá amigos, artistas, colaboradores e o público que acompanhou o seu percurso ao longo destas duas décadas. Às 16h30, Kalaf Epalanga e Fernanda Polacow apresentarão os primeiros detalhes da adaptação cinematográfica de &lt;em&gt;Também os Brancos Sabem Dançar.&lt;/em&gt; A conversa contará ainda com a participação de João Pedro Moreira, realizador de Off the Beaten Track, documentário sobre os Buraka Som Sistema, e será moderada pela jornalista Margarida&amp;nbsp;Valença.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/tambem_os_brancos_sabem_dancar.jpeg" alt="" width="480" height="480" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/buraka-som-sistema">Buraka Som Sistema</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/kalaf-epalanga">Kalaf Epalanga</category>
 <content:encoded>&lt;p dir="ltr"&gt;A Wonder Maria Filmes adquiriu os direitos do romance, publicado em 2017, que cruza migração, identidade, música e a transformação cultural de Lisboa, acompanhando também o nascimento dos Buraka Som Sistema. A produção está prevista para 2028. A adaptação cinematográfica está a ser escrita pelo próprio Kalaf Epalanga e por Fernanda Polacow, guionista, realizadora e cofundadora da Wonder Maria Filmes. O projeto conta já com o apoio ao desenvolvimento do Instituto do Cinema e do Audiovisual&amp;nbsp;(ICA).&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Cruzando autoficção e história cultural da comunidade PALOP em Lisboa, &lt;em&gt;Também os Brancos Sabem Dançar &lt;/em&gt;parte da detenção de um músico angolano durante uma viagem entre Gotemburgo, na Suécia, e Oslo, na Noruega, onde deveria atuar num festival. Sem um passaporte válido, o protagonista é levado para uma esquadra e confrontado com a necessidade de explicar quem é, de onde vem e o que o levou até&amp;nbsp;ali.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A partir desse episódio, o romance percorre temas como a imigração, o exílio, a pertença e a experiência de viver entre diferentes países e culturas. Pelo caminho, atravessa a história do kuduro e da kizomba, as memórias pessoais do autor e a Lisboa dos anos 2000, cidade onde diferentes diásporas africanas estavam a transformar profundamente a música, a noite e a cultura urbana. É nesse contexto que surge também a história dos Buraka Som Sistema, grupo cofundado por Kalaf Epalanga e que viria a projetar internacionalmente uma nova linguagem musical nascida do encontro entre Lisboa, Luanda e outras geografias da&amp;nbsp;diáspora.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Mais do que contar a história de uma banda, queremos retratar uma geração e uma cidade em transformação, marcadas pela presença negra e por uma intensa diversidade cultural. A partir da experiência de Kalaf enquanto membro dos Buraka Som Sistema, o filme atravessa questões que continuam a moldar as sociedades contemporâneas, mostrando como a música e as artes podem funcionar como espaços de resistência e como antídoto à crescente truculência política&amp;#8221;, explica Fernanda&amp;nbsp;Polacow.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span class="imagecache-half" style="width: 290px"&gt;&lt;img  title="Kalaf Epalanga" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/07/kalaf_epalangacfilipe_ferreira.jpg" alt="Kalaf Epalanga" width="290" height="435" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Kalaf Epalanga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="imagecache-half" style="width: 290px"&gt;&lt;img  title="Fernanda Polacow" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/07/_fernanda_polacow_creditos_reservados.jpg" alt="Fernanda Polacow" width="290" height="387" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Fernanda&amp;nbsp;Polacow&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;A adaptação do livro será apresentada na Casa&amp;nbsp;Buraka&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;No próximo sábado, 4 de julho, a Casa Capitão transforma-se na Casa Buraka, no âmbito das celebrações dos 20 anos dos Buraka Som Sistema e da editora Enchufada. Antes do regresso da banda aos palcos, o encontro reunirá amigos, artistas, colaboradores e o público que acompanhou o seu percurso ao longo destas duas décadas. Às 16h30, Kalaf Epalanga e Fernanda Polacow apresentarão os primeiros detalhes da adaptação cinematográfica de &lt;em&gt;Também os Brancos Sabem Dançar.&lt;/em&gt; A conversa contará ainda com a participação de João Pedro Moreira, realizador de Off the Beaten Track, documentário sobre os Buraka Som Sistema, e será moderada pela jornalista Margarida&amp;nbsp;Valença.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/tambem_os_brancos_sabem_dancar.jpeg" alt="" width="480" height="480" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 19:40:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11036 at https://www.buala.org</guid>
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 <title>Estudo Elife: homens dominam na comunicação digital e as mulheres continuam presas a papéis tradicionais</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/estudo-elife-homens-dominam-na-comunicacao-digital-e-as-mulheres-continuam-presas-a-papeis-t</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Análise às publicações do Instagram dos 20 maiores anunciantes em Portugal revela que ainda há um caminho a percorrer na inclusão: idosos, pessoas com deficiência e “plus size” e comunidade LGBTQIAPN+ surgem de forma residual nas campanhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Como é que as portuguesas e os portugueses são representados pelos principais anunciantes nas redes sociais? Para responder a esta questão, a Elife uniu-se à Buzzmonitor, a sua plataforma de social listening, para realizar o seu primeiro estudo sobre “Diversidade na comunicação de marcas nas redes sociais em Portugal”.&amp;nbsp;&lt;span&gt;A análise incidiu sobre a presença no Instagram dos 20 principais anunciantes do país, que se traduzem em mais de 90 marcas, cruzando os dados obtidos com a realidade demográfica&amp;nbsp;nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Para este diagnóstico, a Buzzmonitor utilizou as suas ferramentas de Inteligência Artificial para analisar 4.393 publicações abertas no Instagram e sem investimento em media, recolhidas entre 1 de janeiro e 8 de maio de 2026. A metodologia envolveu a classificação automática de imagens para identificar grupos presentes e os contextos de representação, cruzando estes dados com estatísticas oficiais do INE e outros organismos para aferir a fidelidade da comunicação à realidade&amp;nbsp;social.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-25_as_20.17.07.png" alt="" width="590" height="391" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A investigação focou-se na representação de nove grupos distintos: Brancos, Mulheres, Homens, Negros, Idosos (+65 anos), Asiáticos, Pessoas com Deficiência (PcDs), comunidade LGBTQIAPN+ e pessoas “Plus Size”. Estes perfis foram analisados transversalmente em 16 categorias de mercado, onde se incluem, entre outros, o setor Financeiro, Retalho, Higiene e Beleza, Energia, Bebidas Alcoólicas, Telecomunicações, Turismo ou&amp;nbsp;Automóveis.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Homens, pessoas negras e asiáticas aparecem&amp;nbsp;sobrerrepresentadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O estudo indica que os homens têm uma presença marcante na comunicação digital, aparecendo em 55,4% das publicações analisadas, um valor que supera a sua representação real de 47,8% na população portuguesa. Os homens surgem associados a figuras de ação, de autoridade e de performance. A representação dominante é uma masculinidade pública e ativa, deixando as representações de vulnerabilidade e afeto para segundo&amp;nbsp;plano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Também as pessoas negras e asiáticas são representadas nesta análise da Elife em proporções superiores à sua presença estatística na sociedade (4,6% e 2,2% nas publicações, respetivamente). No que toca às pessoas negras, são retratadas de forma positiva, em contextos ligados ao desporto, à música e à moda, bem como a funções operacionais e de atendimento. No entanto, essa visibilidade é frequentemente mais estética do que narrativa, com pouca presença em papéis de liderança. O mesmo se passa relativamente aos asiáticos. A sua presença está muitas vezes ligada a uma estética cuidada e a ambientes modernos, associados a tecnologia e moda, mas nem sempre com protagonismo real. Em vários casos, funcionam mais como elemento visual ou simbólico do que como personagens&amp;nbsp;centrais.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Top empresas participação masculina: Sonae, Grupo Nabeiro, Vodafone e&amp;nbsp;MEO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Top empresas participação de negros: Jerónimo Martins, Vodafone, Sonae, MEO e&amp;nbsp;Nestlé&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Top empresas participação de asiáticos: EDP, Mercadona, SONAE, Jerónimo Martins e&amp;nbsp;IKEA&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Mulheres ainda representam papéis&amp;nbsp;tradicionais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;As mulheres surgem em 37,9 % das publicações analisadas, um valor abaixo da percentagem da sua representação na sociedade portuguesa (52,2%) . As figuras femininas surgem frequentemente associadas a contextos tradicionais como cuidados do lar, maternidade e beleza. A presença em contextos mais diversos existe, mas ainda é minoritária. De realçar ainda a diferença, dentro desta categoria, da presença de mulheres brancas na comunicação das marcas (72,8%) relativamente a mulheres negras (23,6%), idosas (5,1%), asiáticas (3,6%), mulheres com deficiência (0,5%) e Plus Size (0,1%) e LGBTQIAPN+&amp;nbsp;(0,1%).&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Top empresas participação feminina: Sonae, EDP, Mercadona e Grupo&amp;nbsp;Nabeiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Presença residual de idosos, pessoas com deficiência e “Plus size” e comunidade&amp;nbsp;LGBTQIAPN+&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A análise destaca um fosso significativo no que toca à terceira idade: apesar de representarem 24,3% da população, os idosos surgem apenas em 15,5% dos posts. As pessoas mais velhas são apresentadas como figuras de autoridade, símbolos de memória e vulnerabilidade. Os homens dominam o espaço público e as mulheres estão associadas a tarefas domésticas e de cuidado. A representação recorrente é formal, “branca” e marcada pela fragilidade, com exceções&amp;nbsp;ativas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Mais crítica é a situação das Pessoas com Deficiência, que constituem 10,9% da população, mas aparecem em apenas 0,8% da comunicação das marcas. Quando surgem, estão frequentemente associadas a narrativas de superação ou acessibilidade. O estudo revela ainda que a representação de pessoas “Plus Size” e da comunidade LGBTQIAPN+ é residual, com apenas 0,1% de presença cada, destinando-se a momentos específicos ou campanhas&amp;nbsp;pontuais.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Top empresas participação de idosos: Sonae e&amp;nbsp;Nestlé&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Top empresas participação de Pessoas com Deficiência: Nestlé e&amp;nbsp;IKEA&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li dir="ltr"&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Marca que inclui pessoas LGBTQIAPN+: Jornal&amp;nbsp;Público&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
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&lt;p dir="ltr"&gt;Marcas que incluem pessoas “Plus Size”: Shopping Colombo e Gaia&amp;nbsp;Shopping&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Diversidade ainda precisa de&amp;nbsp;validação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Os dados mostram também que grupos minoritários aparecem frequentemente com grupos dominantes, sobretudo pessoas brancas: pessoas negras surgem acompanhadas por brancos em 78,4% das publicações e pessoas asiáticas aparecem acompanhadas por brancos em 51% das publicações. Este padrão sugere que a diversidade ainda é enquadrada dentro de contextos padronizados, em vez de surgir de forma autónoma e plenamente&amp;nbsp;representativa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/comunicacao-digital">comunicação digital</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/genero">género</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/inclusao">inclusão</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Análise às publicações do Instagram dos 20 maiores anunciantes em Portugal revela que ainda há um caminho a percorrer na inclusão: idosos, pessoas com deficiência e “plus size” e comunidade LGBTQIAPN+ surgem de forma residual nas campanhas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Como é que as portuguesas e os portugueses são representados pelos principais anunciantes nas redes sociais? Para responder a esta questão, a Elife uniu-se à Buzzmonitor, a sua plataforma de social listening, para realizar o seu primeiro estudo sobre “Diversidade na comunicação de marcas nas redes sociais em Portugal”.&amp;nbsp;&lt;span&gt;A análise incidiu sobre a presença no Instagram dos 20 principais anunciantes do país, que se traduzem em mais de 90 marcas, cruzando os dados obtidos com a realidade demográfica&amp;nbsp;nacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Para este diagnóstico, a Buzzmonitor utilizou as suas ferramentas de Inteligência Artificial para analisar 4.393 publicações abertas no Instagram e sem investimento em media, recolhidas entre 1 de janeiro e 8 de maio de 2026. A metodologia envolveu a classificação automática de imagens para identificar grupos presentes e os contextos de representação, cruzando estes dados com estatísticas oficiais do INE e outros organismos para aferir a fidelidade da comunicação à realidade&amp;nbsp;social.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-25_as_20.17.07.png" alt="" width="590" height="391" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A investigação focou-se na representação de nove grupos distintos: Brancos, Mulheres, Homens, Negros, Idosos (+65 anos), Asiáticos, Pessoas com Deficiência (PcDs), comunidade LGBTQIAPN+ e pessoas “Plus Size”. Estes perfis foram analisados transversalmente em 16 categorias de mercado, onde se incluem, entre outros, o setor Financeiro, Retalho, Higiene e Beleza, Energia, Bebidas Alcoólicas, Telecomunicações, Turismo ou&amp;nbsp;Automóveis.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Homens, pessoas negras e asiáticas aparecem&amp;nbsp;sobrerrepresentadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O estudo indica que os homens têm uma presença marcante na comunicação digital, aparecendo em 55,4% das publicações analisadas, um valor que supera a sua representação real de 47,8% na população portuguesa. Os homens surgem associados a figuras de ação, de autoridade e de performance. A representação dominante é uma masculinidade pública e ativa, deixando as representações de vulnerabilidade e afeto para segundo&amp;nbsp;plano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Também as pessoas negras e asiáticas são representadas nesta análise da Elife em proporções superiores à sua presença estatística na sociedade (4,6% e 2,2% nas publicações, respetivamente). No que toca às pessoas negras, são retratadas de forma positiva, em contextos ligados ao desporto, à música e à moda, bem como a funções operacionais e de atendimento. No entanto, essa visibilidade é frequentemente mais estética do que narrativa, com pouca presença em papéis de liderança. O mesmo se passa relativamente aos asiáticos. A sua presença está muitas vezes ligada a uma estética cuidada e a ambientes modernos, associados a tecnologia e moda, mas nem sempre com protagonismo real. Em vários casos, funcionam mais como elemento visual ou simbólico do que como personagens&amp;nbsp;centrais.&lt;/p&gt;
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&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Top empresas participação masculina: Sonae, Grupo Nabeiro, Vodafone e&amp;nbsp;MEO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p dir="ltr"&gt;Top empresas participação de negros: Jerónimo Martins, Vodafone, Sonae, MEO e&amp;nbsp;Nestlé&lt;/p&gt;
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&lt;p dir="ltr"&gt;Top empresas participação de asiáticos: EDP, Mercadona, SONAE, Jerónimo Martins e&amp;nbsp;IKEA&lt;/p&gt;
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&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;strong&gt;Mulheres ainda representam papéis&amp;nbsp;tradicionais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;As mulheres surgem em 37,9 % das publicações analisadas, um valor abaixo da percentagem da sua representação na sociedade portuguesa (52,2%) . As figuras femininas surgem frequentemente associadas a contextos tradicionais como cuidados do lar, maternidade e beleza. A presença em contextos mais diversos existe, mas ainda é minoritária. De realçar ainda a diferença, dentro desta categoria, da presença de mulheres brancas na comunicação das marcas (72,8%) relativamente a mulheres negras (23,6%), idosas (5,1%), asiáticas (3,6%), mulheres com deficiência (0,5%) e Plus Size (0,1%) e LGBTQIAPN+&amp;nbsp;(0,1%).&lt;/p&gt;
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&lt;p dir="ltr"&gt;Presença residual de idosos, pessoas com deficiência e “Plus size” e comunidade&amp;nbsp;LGBTQIAPN+&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A análise destaca um fosso significativo no que toca à terceira idade: apesar de representarem 24,3% da população, os idosos surgem apenas em 15,5% dos posts. As pessoas mais velhas são apresentadas como figuras de autoridade, símbolos de memória e vulnerabilidade. Os homens dominam o espaço público e as mulheres estão associadas a tarefas domésticas e de cuidado. A representação recorrente é formal, “branca” e marcada pela fragilidade, com exceções&amp;nbsp;ativas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Mais crítica é a situação das Pessoas com Deficiência, que constituem 10,9% da população, mas aparecem em apenas 0,8% da comunicação das marcas. Quando surgem, estão frequentemente associadas a narrativas de superação ou acessibilidade. O estudo revela ainda que a representação de pessoas “Plus Size” e da comunidade LGBTQIAPN+ é residual, com apenas 0,1% de presença cada, destinando-se a momentos específicos ou campanhas&amp;nbsp;pontuais.&lt;/p&gt;
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&lt;p dir="ltr"&gt;Os dados mostram também que grupos minoritários aparecem frequentemente com grupos dominantes, sobretudo pessoas brancas: pessoas negras surgem acompanhadas por brancos em 78,4% das publicações e pessoas asiáticas aparecem acompanhadas por brancos em 51% das publicações. Este padrão sugere que a diversidade ainda é enquadrada dentro de contextos padronizados, em vez de surgir de forma autónoma e plenamente&amp;nbsp;representativa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 19:22:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11030 at https://www.buala.org</guid>
</item>
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 <title>Novas Narrativas da Caça - projeção e conversa, Jardins de Verão, Gulbenkian </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/novas-narrativas-da-caca-projecao-e-conversa-jardins-de-verao-gulbenkian</link>
 <description>&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;Estúdio do Centro de Arte Moderna, entrada&amp;nbsp;gratuita&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;27 de junho, 18h&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Moamba&lt;/em&gt;, de Luís Almeida&lt;br /&gt;Conversa com Luís Almeida, Gonçalo Cabral e Joana Gorjão Henriques,&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; moderação Marta&amp;nbsp;Lança&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/06/moamba_header.jpg" alt="" width="290" height="163" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Moamba&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, o episódio piloto da antologia “Novas Narrativas de Caça”&lt;/span&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt;&lt;span&gt; é o ponto de partida para uma conversa entre o realizador Luís Almeida, o ator Gonçalo Cabral e a jornalista Joana Gorjão Henriques sobre o raciscmo enraizado e o legado da&amp;nbsp;colonização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Angola é independente há mais de meio século. Mas terá essa mudança acontecido também dentro de nós? Ou permanecem, silenciosas, certas ideias de império a viver debaixo da nossa&amp;nbsp;pele?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Moamba&lt;/em&gt;, quatro personagens encontram-se à mesa para um almoço onde o passado irrompe no presente. Entre silêncios, desconfortos e ironias, revelam-se diferentes níveis de consciência sobre formas de agressão que muitos ainda não conseguem ou preferem não&amp;nbsp;ver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante isto, a pergunta impõe-se: queremos continuar protegidos pela ideia de que “Portugal não é racista”? Ou está na altura de debater verdadeiramente o legado da colonização&amp;nbsp;portuguesa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a conversa que se segue ao episódio juntam-se Luís Almeida, realizador e autor desta comédia inspirada em factos reais; Gonçalo Cabral, ator e bailarino que dá vida a uma das personagens e que traz consigo experiências pessoais de racismo, mais ou menos explícito; e Joana Gorjão Henriques, jornalista que tem dedicado o seu trabalho a investigar as colónias, os retornados e as várias expressões de racismo na sociedade&amp;nbsp;portuguesa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;28 de junho, 18h&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Recursos Humanos&lt;/em&gt;, de Gisela Casimiro&lt;br /&gt;Conversa com Gisela Casimiro, Flávio Almada e Nuna,&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; moderação Marta&amp;nbsp;Lança&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/06/recursoshumanos_header.jpg" alt="" width="290" height="163" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Recursos Humanos&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, episódio da série “Novas Narrativas de Caça”, dá o mote para uma conversa em que a argumentista Gisela Casimiro, a atriz e ativista Nuna e o ativista e MC Flávio Almada, abordam a discriminação em contexto laboral e a falta de oportunidades no mercado de&amp;nbsp;trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Recursos Humanos&lt;/em&gt;, Gisela Casimiro revisita o tempo em que trabalhava numa cadeia de &lt;em&gt;fast food&lt;/em&gt; – um tempo em que “a carne mais barata do mercado é a carne negra”, como ficou imortalizado pela voz de Elza&amp;nbsp;Soares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vinte anos passados, qual o estado das coisas? O mercado de trabalho evoluiu, mudou, ou os velhos padrões continuam a repetir-se, apesar de terem novas&amp;nbsp;roupagens?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta conversa sem tabus, Gisela Casimiro, argumentista deste episódio, Nuna, a atriz que interpreta Taís, e Flávio Almada, o ativista, criador e dinamizador de oficinas de formação para jovens que trará para a conversa mais factos do que perceções, não hão de fugir a perguntas difíceis, abordando todo o tipo de temas, desde as oportunidades e do acesso, à tão proclamada – e tantas vezes ilusória –&amp;nbsp;meritocracia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4 de julho,&amp;nbsp;18h&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Codé&lt;/em&gt;, de Cláudia&amp;nbsp;Semedo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Conversa com o ator Daniel Martinho e o ativista Yussef Gomes, moderação da curadora Alexandra Matos&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;5 de julho,&amp;nbsp;18h&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;Limbo&lt;/em&gt;,&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;de Fábio&amp;nbsp;Silva&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;conversa com Fábio Silva, o ator Pedro Lopes, a escritora Telma Tvon, moderação de Alexandra Matos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;11 de julho, 18h&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Undeu&lt;/em&gt;, de Diogo “Gazella” Carvalho&lt;br /&gt;Conversa com Diogo “Gazella” Carvalho, Mavá José e António Brito&amp;nbsp;Guterres&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;11 de julho, 20h30&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sobrevivente&lt;/em&gt;, de Dércio Tomás Ferreira&lt;br /&gt;Conversa com Dércio Tomás Ferreira e Marco&amp;nbsp;Mendonça&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;12 de julho, 18h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Once You Go Black&lt;/em&gt;, de Lara Mesquita&lt;br /&gt;Conversa com Lara Mesquita, Catarina Amaral e Raquel&amp;nbsp;Lima&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema">cinema</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/novas-narrativas-da-caca">Novas Narrativas da Caça</category>
 <content:encoded>&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;Estúdio do Centro de Arte Moderna, entrada&amp;nbsp;gratuita&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;27 de junho, 18h&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Moamba&lt;/em&gt;, de Luís Almeida&lt;br /&gt;Conversa com Luís Almeida, Gonçalo Cabral e Joana Gorjão Henriques,&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; moderação Marta&amp;nbsp;Lança&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/06/moamba_header.jpg" alt="" width="290" height="163" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Moamba&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, o episódio piloto da antologia “Novas Narrativas de Caça”&lt;/span&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt;&lt;span&gt; é o ponto de partida para uma conversa entre o realizador Luís Almeida, o ator Gonçalo Cabral e a jornalista Joana Gorjão Henriques sobre o raciscmo enraizado e o legado da&amp;nbsp;colonização.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Angola é independente há mais de meio século. Mas terá essa mudança acontecido também dentro de nós? Ou permanecem, silenciosas, certas ideias de império a viver debaixo da nossa&amp;nbsp;pele?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Moamba&lt;/em&gt;, quatro personagens encontram-se à mesa para um almoço onde o passado irrompe no presente. Entre silêncios, desconfortos e ironias, revelam-se diferentes níveis de consciência sobre formas de agressão que muitos ainda não conseguem ou preferem não&amp;nbsp;ver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante isto, a pergunta impõe-se: queremos continuar protegidos pela ideia de que “Portugal não é racista”? Ou está na altura de debater verdadeiramente o legado da colonização&amp;nbsp;portuguesa?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a conversa que se segue ao episódio juntam-se Luís Almeida, realizador e autor desta comédia inspirada em factos reais; Gonçalo Cabral, ator e bailarino que dá vida a uma das personagens e que traz consigo experiências pessoais de racismo, mais ou menos explícito; e Joana Gorjão Henriques, jornalista que tem dedicado o seu trabalho a investigar as colónias, os retornados e as várias expressões de racismo na sociedade&amp;nbsp;portuguesa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;28 de junho, 18h&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Recursos Humanos&lt;/em&gt;, de Gisela Casimiro&lt;br /&gt;Conversa com Gisela Casimiro, Flávio Almada e Nuna,&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; moderação Marta&amp;nbsp;Lança&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/06/recursoshumanos_header.jpg" alt="" width="290" height="163" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Recursos Humanos&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, episódio da série “Novas Narrativas de Caça”, dá o mote para uma conversa em que a argumentista Gisela Casimiro, a atriz e ativista Nuna e o ativista e MC Flávio Almada, abordam a discriminação em contexto laboral e a falta de oportunidades no mercado de&amp;nbsp;trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Recursos Humanos&lt;/em&gt;, Gisela Casimiro revisita o tempo em que trabalhava numa cadeia de &lt;em&gt;fast food&lt;/em&gt; – um tempo em que “a carne mais barata do mercado é a carne negra”, como ficou imortalizado pela voz de Elza&amp;nbsp;Soares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vinte anos passados, qual o estado das coisas? O mercado de trabalho evoluiu, mudou, ou os velhos padrões continuam a repetir-se, apesar de terem novas&amp;nbsp;roupagens?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta conversa sem tabus, Gisela Casimiro, argumentista deste episódio, Nuna, a atriz que interpreta Taís, e Flávio Almada, o ativista, criador e dinamizador de oficinas de formação para jovens que trará para a conversa mais factos do que perceções, não hão de fugir a perguntas difíceis, abordando todo o tipo de temas, desde as oportunidades e do acesso, à tão proclamada – e tantas vezes ilusória –&amp;nbsp;meritocracia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4 de julho,&amp;nbsp;18h&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Codé&lt;/em&gt;, de Cláudia&amp;nbsp;Semedo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Conversa com o ator Daniel Martinho e o ativista Yussef Gomes, moderação da curadora Alexandra Matos&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;5 de julho,&amp;nbsp;18h&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;Limbo&lt;/em&gt;,&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;de Fábio&amp;nbsp;Silva&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;conversa com Fábio Silva, o ator Pedro Lopes, a escritora Telma Tvon, moderação de Alexandra Matos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;11 de julho, 18h&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Undeu&lt;/em&gt;, de Diogo “Gazella” Carvalho&lt;br /&gt;Conversa com Diogo “Gazella” Carvalho, Mavá José e António Brito&amp;nbsp;Guterres&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;11 de julho, 20h30&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sobrevivente&lt;/em&gt;, de Dércio Tomás Ferreira&lt;br /&gt;Conversa com Dércio Tomás Ferreira e Marco&amp;nbsp;Mendonça&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="m_-1452420476970509182xmsonormal"&gt;&lt;strong&gt;12 de julho, 18h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Once You Go Black&lt;/em&gt;, de Lara Mesquita&lt;br /&gt;Conversa com Lara Mesquita, Catarina Amaral e Raquel&amp;nbsp;Lima&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 15:55:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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