<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="no"?><rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0" xml:base="https://www.buala.org">
<channel>
 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
<item>
 <title>MICARzinha </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/micarzinha</link>
 <description>&lt;p&gt;A MICARzinha é uma secção da MICAR - Mostra Internacional de Cinema Anti Racista, dedicada a crianças (+6 anos) e jovens (+12 anos), de entrada gratuita e de carácter não competitivo, que decorre na cidade do Porto,&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encorajamos a submissão de filmes de todos os géneros (ficção, documentários, híbridos, animação e imagem real), que focam a temática do racismo, da imigração e das minorias étnicas. A Mostra é orientada para público escolar, dividindo-se em dois programas: +6 anos, para 1º e 2º ciclos, e +12 anos, para 3º ciclo e&amp;nbsp;secundário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procuramos histórias que questionem estereótipos e que promovam valores de justiça social, contribuindo para a formação de um olhar crítico e consciente desde as idades mais&amp;nbsp;jovens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A MICARzinha acontece no Batalha Centro de Cinema, Porto, durante os dias da MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti Racista, a única mostra de cinema do género em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento, com treze edições, é promovido pelo SOS Racismo com apoio da Câmara Municipal do Porto e o Batalha Centro de Cinema e o suporte de diversos parceiros&amp;nbsp;institucionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Porto tem tradição de festivais de cinema de qualidade. Orgulhamo-nos de participar neste movimento e juntar o melhor dos diversos públicos, para debater a questão do racismo na sociedade e promover o acesso dos cidadãos e cidadãs aos espaços culturais da&amp;nbsp;cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os filmes e eventos têm entrada&amp;nbsp;gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/captura_de_ecra_2026-04-09_as_12.07.03.png" alt="" width="590" height="398" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;//////&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MICARzinha is a section of MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista (International Anti-Racist Film Festival), dedicated to children (+6 years) and young people (+12 years), free of charge and non-competitive, taking place in the city of Porto,&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We welcome submissions of films of all genres (fiction, documentaries, hybrid, animation and live action), focusing on the themes of racism, immigration and ethnic minorities. The Festival is aimed at school audiences and is divided into two programmes: +6 years, for primary school (Years 1–6), and +12 years, for lower and upper secondary&amp;nbsp;school.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We are looking for stories that challenge stereotypes and promote values of social justice, helping to develop a critical and informed perspective from the earliest&amp;nbsp;ages.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MICARzinha takes place at Batalha Centro de Cinema, Porto, during the days of MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista, the only festival of its kind in&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Now in its thirteenth edition, the event is promoted by SOS Racismo with the support of Porto City Council, Batalha Centro de Cinema, and various institutional&amp;nbsp;partners.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porto has a strong tradition of quality film festivals. We are proud to be part of this movement, bringing together the widest possible audiences to discuss racism in society and promote access to the city&amp;#8217;s cultural spaces for&amp;nbsp;all.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;All films and events are free of&amp;nbsp;charge.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema">cinema</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/micar">MICAR</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A MICARzinha é uma secção da MICAR - Mostra Internacional de Cinema Anti Racista, dedicada a crianças (+6 anos) e jovens (+12 anos), de entrada gratuita e de carácter não competitivo, que decorre na cidade do Porto,&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encorajamos a submissão de filmes de todos os géneros (ficção, documentários, híbridos, animação e imagem real), que focam a temática do racismo, da imigração e das minorias étnicas. A Mostra é orientada para público escolar, dividindo-se em dois programas: +6 anos, para 1º e 2º ciclos, e +12 anos, para 3º ciclo e&amp;nbsp;secundário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procuramos histórias que questionem estereótipos e que promovam valores de justiça social, contribuindo para a formação de um olhar crítico e consciente desde as idades mais&amp;nbsp;jovens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A MICARzinha acontece no Batalha Centro de Cinema, Porto, durante os dias da MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti Racista, a única mostra de cinema do género em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento, com treze edições, é promovido pelo SOS Racismo com apoio da Câmara Municipal do Porto e o Batalha Centro de Cinema e o suporte de diversos parceiros&amp;nbsp;institucionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Porto tem tradição de festivais de cinema de qualidade. Orgulhamo-nos de participar neste movimento e juntar o melhor dos diversos públicos, para debater a questão do racismo na sociedade e promover o acesso dos cidadãos e cidadãs aos espaços culturais da&amp;nbsp;cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os filmes e eventos têm entrada&amp;nbsp;gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/captura_de_ecra_2026-04-09_as_12.07.03.png" alt="" width="590" height="398" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;//////&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MICARzinha is a section of MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista (International Anti-Racist Film Festival), dedicated to children (+6 years) and young people (+12 years), free of charge and non-competitive, taking place in the city of Porto,&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We welcome submissions of films of all genres (fiction, documentaries, hybrid, animation and live action), focusing on the themes of racism, immigration and ethnic minorities. The Festival is aimed at school audiences and is divided into two programmes: +6 years, for primary school (Years 1–6), and +12 years, for lower and upper secondary&amp;nbsp;school.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;We are looking for stories that challenge stereotypes and promote values of social justice, helping to develop a critical and informed perspective from the earliest&amp;nbsp;ages.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;MICARzinha takes place at Batalha Centro de Cinema, Porto, during the days of MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista, the only festival of its kind in&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Now in its thirteenth edition, the event is promoted by SOS Racismo with the support of Porto City Council, Batalha Centro de Cinema, and various institutional&amp;nbsp;partners.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porto has a strong tradition of quality film festivals. We are proud to be part of this movement, bringing together the widest possible audiences to discuss racism in society and promote access to the city&amp;#8217;s cultural spaces for&amp;nbsp;all.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;All films and events are free of&amp;nbsp;charge.&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:09:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10844 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Perve: três exposições e estreia ibérica de Mohamed Ahmed Ibrahim  </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/perve-tres-exposicoes-e-estreia-iberica-de-mohamed-ahmed-ibrahim-0</link>
 <description>&lt;h4 class="m_-4518302310321026525default-heading4"&gt;&lt;span&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, em Alfama, assinala 26 anos de atividade com um programa expositivo especial distribuído por três espaços contíguos. As exposições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“2MM”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;ocupam, respetivamente, o n.º 19 da Perve Galeria, o n.º 17 — espaço original da galeria, onde há 26 anos funcionou o Art Café, primeiro núcleo do projeto — e a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta&amp;nbsp;13).&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O principal destaque deste ciclo é a inauguração, no dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de abril&lt;/strong&gt;, entre as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17h00 e as 21h00&lt;/strong&gt;, da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria (Porta 19)&lt;/strong&gt;, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;primeira exposição individual do prioneiro artista emiradense, Mohamed Ahmed Ibrahim, em Portugal e na Península Ibérica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma carreira amplamente reconhecida no contexto internacional, o artista representou por duas vezes os Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza, nas edições de 2009 e 2022, afirmando-se como uma das figuras centrais da criação artística contemporânea do seu país. O artista estará presente na inauguração, bem como o curador&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;, num momento de especial relevância para o panorama artístico contemporâneo em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;constitui a primeira parte do tríptico&amp;nbsp;&lt;strong&gt;And Thus He Crossed Over&lt;/strong&gt;, um projeto artístico desenvolvido colaborativamente por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;. Inspirada na palavra árabe para “miragem”, a mostra propõe uma reflexão em torno da procura de um destino desejado, simultaneamente geográfico e metafórico, explorando as relações entre memória, perceção e ambiente. As obras apresentadas foram criadas entre 2023 e 2025, durante viagens por vários continentes, reunindo escultura, pintura e&amp;nbsp;desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/amira_design_02.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto deste novo ciclo, a mostra&lt;strong&gt;&amp;nbsp;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;, dedicada aos 26 anos de atividade do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Coletivo Multimédia Perve&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em Alfama, apresenta uma nova configuração, passando a instalar-se exclusivamente no espaço histórico do Art Café (Porta 17). Esta reorganização permite que cada exposição ocupe um espaço próprio neste conjunto arquitetónico singular do centro histórico de Lisboa. Reunindo obras de artistas fundamentais no percurso curatorial da galeria, “Ars Mater” propõe uma leitura das relações entre memória, tradição e contemporaneidade que têm marcado o seu programa ao longo de mais de duas&amp;nbsp;décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa este programa a exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“2MM – Reinata Sadimba e Ernesto Shikhani”&lt;/strong&gt;, patente na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta 19)&lt;/strong&gt;. Integrada nas celebrações dos 26 anos do Colectivo Multimédia Perve em Alfama, a mostra assinala também os 20 anos da primeira exposição que reuniu, na Perve Galeria, as obras destes dois mestres da arte moçambicana&amp;nbsp;contemporânea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito desta celebração, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;assinala também a sua presença na plataforma internacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Artsy&lt;/strong&gt;, passando a disponibilizar online as exposições atualmente patentes, oferecendo uma alternativa de visita para públicos que não possam deslocar-se presencialmente aos espaços em Lisboa. Entre os destaques desta nova presença digital encontra-se a mais recente exhibition Room&amp;nbsp;dedicada a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;, criada no contexto da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, permitindo acompanhar a obra do artista e o enquadramento curatorial do projeto em ambiente&amp;nbsp;digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este programa, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;celebra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 anos de atividade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;através de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;três exposições&lt;/strong&gt;, reafirmando a continuidade da sua missão de promover, em Portugal, práticas artísticas contemporâneas de forte relevância internacional e de fomentar o diálogo cultural entre diferentes geografias e contextos&amp;nbsp;artísticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="https://gzb9u.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG13DkCdM5L8uIOxJ1lx/UDblIIwDRQOl" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;www.pervegaleria.eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <content:encoded>&lt;h4 class="m_-4518302310321026525default-heading4"&gt;&lt;span&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, em Alfama, assinala 26 anos de atividade com um programa expositivo especial distribuído por três espaços contíguos. As exposições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“2MM”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;ocupam, respetivamente, o n.º 19 da Perve Galeria, o n.º 17 — espaço original da galeria, onde há 26 anos funcionou o Art Café, primeiro núcleo do projeto — e a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta&amp;nbsp;13).&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O principal destaque deste ciclo é a inauguração, no dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de abril&lt;/strong&gt;, entre as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17h00 e as 21h00&lt;/strong&gt;, da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria (Porta 19)&lt;/strong&gt;, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;primeira exposição individual do prioneiro artista emiradense, Mohamed Ahmed Ibrahim, em Portugal e na Península Ibérica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma carreira amplamente reconhecida no contexto internacional, o artista representou por duas vezes os Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza, nas edições de 2009 e 2022, afirmando-se como uma das figuras centrais da criação artística contemporânea do seu país. O artista estará presente na inauguração, bem como o curador&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;, num momento de especial relevância para o panorama artístico contemporâneo em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;constitui a primeira parte do tríptico&amp;nbsp;&lt;strong&gt;And Thus He Crossed Over&lt;/strong&gt;, um projeto artístico desenvolvido colaborativamente por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;. Inspirada na palavra árabe para “miragem”, a mostra propõe uma reflexão em torno da procura de um destino desejado, simultaneamente geográfico e metafórico, explorando as relações entre memória, perceção e ambiente. As obras apresentadas foram criadas entre 2023 e 2025, durante viagens por vários continentes, reunindo escultura, pintura e&amp;nbsp;desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/amira_design_02.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto deste novo ciclo, a mostra&lt;strong&gt;&amp;nbsp;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;, dedicada aos 26 anos de atividade do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Coletivo Multimédia Perve&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em Alfama, apresenta uma nova configuração, passando a instalar-se exclusivamente no espaço histórico do Art Café (Porta 17). Esta reorganização permite que cada exposição ocupe um espaço próprio neste conjunto arquitetónico singular do centro histórico de Lisboa. Reunindo obras de artistas fundamentais no percurso curatorial da galeria, “Ars Mater” propõe uma leitura das relações entre memória, tradição e contemporaneidade que têm marcado o seu programa ao longo de mais de duas&amp;nbsp;décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa este programa a exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“2MM – Reinata Sadimba e Ernesto Shikhani”&lt;/strong&gt;, patente na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta 19)&lt;/strong&gt;. Integrada nas celebrações dos 26 anos do Colectivo Multimédia Perve em Alfama, a mostra assinala também os 20 anos da primeira exposição que reuniu, na Perve Galeria, as obras destes dois mestres da arte moçambicana&amp;nbsp;contemporânea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito desta celebração, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;assinala também a sua presença na plataforma internacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Artsy&lt;/strong&gt;, passando a disponibilizar online as exposições atualmente patentes, oferecendo uma alternativa de visita para públicos que não possam deslocar-se presencialmente aos espaços em Lisboa. Entre os destaques desta nova presença digital encontra-se a mais recente exhibition Room&amp;nbsp;dedicada a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;, criada no contexto da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, permitindo acompanhar a obra do artista e o enquadramento curatorial do projeto em ambiente&amp;nbsp;digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este programa, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;celebra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 anos de atividade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;através de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;três exposições&lt;/strong&gt;, reafirmando a continuidade da sua missão de promover, em Portugal, práticas artísticas contemporâneas de forte relevância internacional e de fomentar o diálogo cultural entre diferentes geografias e contextos&amp;nbsp;artísticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="https://gzb9u.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG13DkCdM5L8uIOxJ1lx/UDblIIwDRQOl" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;www.pervegaleria.eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:17:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10843 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Perve: três exposições e estreia ibérica de Mohamed Ahmed Ibrahim  </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/perve-tres-exposicoes-e-estreia-iberica-de-mohamed-ahmed-ibrahim</link>
 <description>&lt;h4 class="m_-4518302310321026525default-heading4"&gt;&lt;span&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, em Alfama, assinala 26 anos de atividade com um programa expositivo especial distribuído por três espaços contíguos. As exposições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“2MM”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;ocupam, respetivamente, o n.º 19 da Perve Galeria, o n.º 17 — espaço original da galeria, onde há 26 anos funcionou o Art Café, primeiro núcleo do projeto — e a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta&amp;nbsp;13).&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O principal destaque deste ciclo é a inauguração, no dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de abril&lt;/strong&gt;, entre as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17h00 e as 21h00&lt;/strong&gt;, da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria (Porta 19)&lt;/strong&gt;, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;primeira exposição individual do prioneiro artista emiradense, Mohamed Ahmed Ibrahim, em Portugal e na Península Ibérica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma carreira amplamente reconhecida no contexto internacional, o artista representou por duas vezes os Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza, nas edições de 2009 e 2022, afirmando-se como uma das figuras centrais da criação artística contemporânea do seu país. O artista estará presente na inauguração, bem como o curador&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;, num momento de especial relevância para o panorama artístico contemporâneo em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;constitui a primeira parte do tríptico&amp;nbsp;&lt;strong&gt;And Thus He Crossed Over&lt;/strong&gt;, um projeto artístico desenvolvido colaborativamente por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;. Inspirada na palavra árabe para “miragem”, a mostra propõe uma reflexão em torno da procura de um destino desejado, simultaneamente geográfico e metafórico, explorando as relações entre memória, perceção e ambiente. As obras apresentadas foram criadas entre 2023 e 2025, durante viagens por vários continentes, reunindo escultura, pintura e&amp;nbsp;desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/amira_design_02.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto deste novo ciclo, a mostra&lt;strong&gt;&amp;nbsp;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;, dedicada aos 26 anos de atividade do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Coletivo Multimédia Perve&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em Alfama, apresenta uma nova configuração, passando a instalar-se exclusivamente no espaço histórico do Art Café (Porta 17). Esta reorganização permite que cada exposição ocupe um espaço próprio neste conjunto arquitetónico singular do centro histórico de Lisboa. Reunindo obras de artistas fundamentais no percurso curatorial da galeria, “Ars Mater” propõe uma leitura das relações entre memória, tradição e contemporaneidade que têm marcado o seu programa ao longo de mais de duas&amp;nbsp;décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa este programa a exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“2MM – Reinata Sadimba e Ernesto Shikhani”&lt;/strong&gt;, patente na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta 19)&lt;/strong&gt;. Integrada nas celebrações dos 26 anos do Colectivo Multimédia Perve em Alfama, a mostra assinala também os 20 anos da primeira exposição que reuniu, na Perve Galeria, as obras destes dois mestres da arte moçambicana&amp;nbsp;contemporânea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito desta celebração, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;assinala também a sua presença na plataforma internacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Artsy&lt;/strong&gt;, passando a disponibilizar online as exposições atualmente patentes, oferecendo uma alternativa de visita para públicos que não possam deslocar-se presencialmente aos espaços em Lisboa. Entre os destaques desta nova presença digital encontra-se a mais recente exhibition Room&amp;nbsp;dedicada a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;, criada no contexto da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, permitindo acompanhar a obra do artista e o enquadramento curatorial do projeto em ambiente&amp;nbsp;digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este programa, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;celebra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 anos de atividade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;através de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;três exposições&lt;/strong&gt;, reafirmando a continuidade da sua missão de promover, em Portugal, práticas artísticas contemporâneas de forte relevância internacional e de fomentar o diálogo cultural entre diferentes geografias e contextos&amp;nbsp;artísticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="https://gzb9u.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG13DkCdM5L8uIOxJ1lx/UDblIIwDRQOl" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;www.pervegaleria.eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <content:encoded>&lt;h4 class="m_-4518302310321026525default-heading4"&gt;&lt;span&gt;A&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, em Alfama, assinala 26 anos de atividade com um programa expositivo especial distribuído por três espaços contíguos. As exposições&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;“2MM”&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;ocupam, respetivamente, o n.º 19 da Perve Galeria, o n.º 17 — espaço original da galeria, onde há 26 anos funcionou o Art Café, primeiro núcleo do projeto — e a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta&amp;nbsp;13).&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O principal destaque deste ciclo é a inauguração, no dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de abril&lt;/strong&gt;, entre as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17h00 e as 21h00&lt;/strong&gt;, da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria (Porta 19)&lt;/strong&gt;, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;primeira exposição individual do prioneiro artista emiradense, Mohamed Ahmed Ibrahim, em Portugal e na Península Ibérica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma carreira amplamente reconhecida no contexto internacional, o artista representou por duas vezes os Emirados Árabes Unidos na Bienal de Veneza, nas edições de 2009 e 2022, afirmando-se como uma das figuras centrais da criação artística contemporânea do seu país. O artista estará presente na inauguração, bem como o curador&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;, num momento de especial relevância para o panorama artístico contemporâneo em&amp;nbsp;Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;constitui a primeira parte do tríptico&amp;nbsp;&lt;strong&gt;And Thus He Crossed Over&lt;/strong&gt;, um projeto artístico desenvolvido colaborativamente por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mo Reda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;. Inspirada na palavra árabe para “miragem”, a mostra propõe uma reflexão em torno da procura de um destino desejado, simultaneamente geográfico e metafórico, explorando as relações entre memória, perceção e ambiente. As obras apresentadas foram criadas entre 2023 e 2025, durante viagens por vários continentes, reunindo escultura, pintura e&amp;nbsp;desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/amira_design_02.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No contexto deste novo ciclo, a mostra&lt;strong&gt;&amp;nbsp;“Ars Mater”&lt;/strong&gt;, dedicada aos 26 anos de atividade do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Coletivo Multimédia Perve&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em Alfama, apresenta uma nova configuração, passando a instalar-se exclusivamente no espaço histórico do Art Café (Porta 17). Esta reorganização permite que cada exposição ocupe um espaço próprio neste conjunto arquitetónico singular do centro histórico de Lisboa. Reunindo obras de artistas fundamentais no percurso curatorial da galeria, “Ars Mater” propõe uma leitura das relações entre memória, tradição e contemporaneidade que têm marcado o seu programa ao longo de mais de duas&amp;nbsp;décadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa este programa a exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“2MM – Reinata Sadimba e Ernesto Shikhani”&lt;/strong&gt;, patente na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Casa da Liberdade – Mário Cesariny (Porta 19)&lt;/strong&gt;. Integrada nas celebrações dos 26 anos do Colectivo Multimédia Perve em Alfama, a mostra assinala também os 20 anos da primeira exposição que reuniu, na Perve Galeria, as obras destes dois mestres da arte moçambicana&amp;nbsp;contemporânea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito desta celebração, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;assinala também a sua presença na plataforma internacional&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Artsy&lt;/strong&gt;, passando a disponibilizar online as exposições atualmente patentes, oferecendo uma alternativa de visita para públicos que não possam deslocar-se presencialmente aos espaços em Lisboa. Entre os destaques desta nova presença digital encontra-se a mais recente exhibition Room&amp;nbsp;dedicada a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Mohamed Ahmed Ibrahim&lt;/strong&gt;, criada no contexto da exposição&amp;nbsp;&lt;strong&gt;“Sarab”&lt;/strong&gt;, permitindo acompanhar a obra do artista e o enquadramento curatorial do projeto em ambiente&amp;nbsp;digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com este programa, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Perve Galeria&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;celebra&amp;nbsp;&lt;strong&gt;26 anos de atividade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;através de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;três exposições&lt;/strong&gt;, reafirmando a continuidade da sua missão de promover, em Portugal, práticas artísticas contemporâneas de forte relevância internacional e de fomentar o diálogo cultural entre diferentes geografias e contextos&amp;nbsp;artísticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações:&amp;nbsp;&lt;a href="https://gzb9u.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/SMK1E8tHeG13DkCdM5L8uIOxJ1lx/UDblIIwDRQOl" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;www.pervegaleria.eu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:17:37 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10842 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Contos baralhados: doze micro-histórias para miúdos e graúdos</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/contos-baralhados-doze-micro-historias-para-miudos-e-graudos</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/contos_baralhados1.jpg" alt="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;©Gonçalo Pina / Produções Real&amp;nbsp;Pelágio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;No dia 18 de abril, às 15h, na Casa Fernando Pessoa,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span&gt;estreia em Lisboa &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Contos Baralhados.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;Trata-se do novo conto musicado das Histórias Magnéticas, com texto&amp;nbsp;&lt;span&gt;e música originais de Sérgio Pelágio, para a narração da atriz Isabel Gaivão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A sessão contempla também um ateliê e o lançamento do&amp;nbsp;audiolivro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;Serão ainda apresentados online doze filmes de vários artistas,&amp;nbsp;&lt;span&gt;criados a partir dos contos.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Histórias Magnéticas&lt;/strong&gt; é um projeto dirigido à infância, criado em 2009 por Sérgio Pelágio e que consiste na composição de bandas-sonoras para histórias infantis. O resultado é uma história-contada-concerto para guitarra elétrica (Sérgio Pelágio) e voz (Isabel Gaivão), à qual se segue um ateliê para o público&amp;nbsp;participante.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Até à data, o repertório das Histórias Magnéticas inclui oito contos de diferentes autores, tais como Umberto Eco, Isabel Minhós Martins, Miguel de Cervantes, Babette Cole, Alice Vieira e Clarice Lispector. E, desde 2019, também textos originais de Sérgio Pelágio, como é o caso deste &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que agora vai ter estreia em Lisboa, na Casa Fernando&amp;nbsp;Pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; assenta numa estrutura diferente das Histórias Magnéticas anteriores, uma vez que esta é composta por doze micro-histórias sem aparente ligação entre si. São histórias muito pequeninas e muito rápidas de contar, com cerca de um minuto e meio cada. Sérgio Pelágio refere que “são uma espécie de apanhados. Situações em que às vezes somos apanhados no nosso dia a dia, mas que são muito divertidas e divertidas de contar também.” Baseadas em acontecimentos inverosímeis do quotidiano vividos pelo autor, estes momentos atravessam sonhos, pensamentos e situações que normalmente desvalorizamos, mas que se neles atentarmos, descobrimos um mundo paralelo muito divertido e surpreendente. Para habitar esse mundo são convocados nadadores-voadores, ciclo-poetas, otorrinolaringologistas e&amp;nbsp;extraterrestres.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;A sessão é também um jogo com 12 cartas ilustradas e baralhadas que cada espectador(a) é desafiado(a) a ordenar enquanto escuta a narração. A sequência obtida será o ponto de partida para uma conversa-ateliê que termina com a montagem de um&amp;nbsp;livro-harmónio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Histórias Magnéticas&lt;/strong&gt; é um projeto que se destaca pela sua forte componente pedagógica e pela eficácia junto de diversos públicos. Para além de Portugal, já teve apresentações em países como Espanha, França, Cabo Verde, Japão, Macau e Timor. Afirma Sérgio Pelágio: “Acredito que as crianças, mesmo não compreendendo o significado de todas as palavras que estão a escutar, podem lá chegar por outra via, nomeadamente a música. A presença da música pode ajudar as crianças a compreender o significado de um determinado texto. Pode ajudá-las a perceber, por exemplo, se se trata de um momento mais trágico, ou de um momento mais&amp;nbsp;cómico.”&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é um espetáculo, com Sérgio Pelágio e Isabel Gaivão, que convida as crianças a uma experiência imersiva e que culmina num ateliê participativo, promovendo a imaginação, a expressão e o pensamento crítico. A apresentação de dia 18 de abril, na Casa Fernando Pessoa, integra o lançamento do audiolivro “Contos baralhados”, uma edição das Produções Real Pelágio, com design e ilustrações de Carlos Bártolo, e ainda a divulgação online de doze filmes da autoria de vários realizadores, videastas, artistas plásticos e animadores, que partiram destes contos para a imagem: Paulo Abreu, Sandra Rosa Dias, Diogo Salgado, Mariana Ramos, Patrícia Rego, Sofia Afonso, Gonçalo Pina e João Pedro Gomes. Toda a sessão terá interpretação em&amp;nbsp;LGP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p16"&gt;O álbum digital foi lançado em dezembro passado e encontra-se disponível na Bandcamp, neste link: &lt;a href="https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados"&gt;https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; seguirá para Évora, em maio, no âmbito da programação regular da Companhia de Dança Contemporânea de Évora, onde será apresentado em duas sessões para&amp;nbsp;escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/contos_baralhados_02.jpg" alt="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;©Gonçalo Pina / Produções Real&amp;nbsp;Pelágio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Pelágio&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; é um guitarrista conceituado, com um percurso entre o jazz e a música&amp;nbsp;improvisada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Iniciou os seus estudos musicais em guitarra clássica aos 12 anos. Mais tarde, descobriu o Jazz e a música improvisada e tocou, entre outros, com David Liebman, Andy Sheppard, Norma Winston, John Abercrombie, Sylvia Cuenca, Bernardo Sassetti e Mário Laginha, com quem gravou o CD “Hoje” (1994). Em 1992, criou o grupo Idefix e editou o CD &amp;#8220;Idefix live&amp;#8221;. Compôs para os coreógrafos Paulo Ribeiro, Paula Massano, João Galante, Teresa Prima, entre outros. Em 1997, fundou com Sílvia Real as Produções Real Pelágio, e a dupla criou a trilogia &lt;em&gt;Casio Tone&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Subtone&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Tritone&lt;/em&gt;. Apresentou-se em vários países na Europa, Brasil e EUA. Em 2002, editou “Bandas Sonoras para peças de Francisco Camacho e Vera Mantero 1993-97” (2002). Toca regularmente com o contrabaixista Mário Franco, com quem gravou o CD Our Door, Mário Franco Trio (2014) e “Rush”, Mário Franco Quinteto (2017). Editou, pela RP, o CD RIFF OUT (2022), e o CD &amp;#8220;Para Gust 9723&amp;#8221; (2023). Criou em 2009 o projeto para a infância Histórias Magnéticas, para o qual criou 9 contos musicados (apresentações em Portugal, Macau, Timor, Espanha, Cabo Verde, França e Japão), editou o CD “Histórias Magnéticas” (2018), e o livro e audiolivro “Não se deixem enganar! Um conto panfletário de 2019” (2023). Em dezembro de 2025, estreou “Contos baralhados”, a segunda história magnética com texto de sua autoria, no Palácio do Sobralinho, Vila Franca de&amp;nbsp;Xira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p18"&gt;//&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;O casamento&amp;#8221; de Patrícia&amp;nbsp;Rego&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1161138879?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1161138879?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Sorte de uns&amp;#8221; de João Pedro&amp;nbsp;Gomes&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1156968782?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1156968782?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;O pica-pau&amp;#8221; de Paulo&amp;nbsp;Abreu&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1143033987?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1143033987?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p19"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CONTOS&amp;nbsp;BARALHADOS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de abril, das 15h às&amp;nbsp;16h30&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Casa Fernando Pessoa,&amp;nbsp;Lisboa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;M/6&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sessão com interpretação em&amp;nbsp;LGP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Bilhetes:&amp;nbsp;5€&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p22"&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;técnica&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Pelágio&lt;/strong&gt; :: texto original, composição, direção e guitarra&amp;nbsp;elétrica&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Isabel Gaivão&lt;/strong&gt; ::&amp;nbsp;narração&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Bártolo&lt;/strong&gt; :: design&amp;nbsp;gráfico&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Mariana Dias&lt;/strong&gt; :: produção&amp;nbsp;executiva&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Susana Martins&lt;/strong&gt; ::&amp;nbsp;comunicação&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Levina Valentim &lt;/strong&gt;:: assessoria de&amp;nbsp;imprensa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;Apoios:: Antena 2, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Castelo Branco, SIB A Voz do&amp;nbsp;Operário&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;PRODUÇÕES REAL PELÁGIO é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das&amp;nbsp;Artes&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;MAIS&amp;nbsp;INFORMAÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p24"&gt;&lt;strong&gt;Website&lt;/strong&gt;: &lt;a href="https://www.realpelagio.org/hist%25C3%25B3rias-magn%25C3%25A9ticas"&gt;https://www.realpelagio.org/hist%C3%B3rias-magn%C3%A9ticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p24"&gt;&lt;strong&gt;Facebook&lt;/strong&gt;: &lt;a href="https://www.facebook.com/ashistoriasmagneticas"&gt;https://www.facebook.com/ashistoriasmagneticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Instagram&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;@real.pelagio&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/contos">contos</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/infancia">infância</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/contos_baralhados1.jpg" alt="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;©Gonçalo Pina / Produções Real&amp;nbsp;Pelágio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;No dia 18 de abril, às 15h, na Casa Fernando Pessoa,&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span&gt;estreia em Lisboa &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Contos Baralhados.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;Trata-se do novo conto musicado das Histórias Magnéticas, com texto&amp;nbsp;&lt;span&gt;e música originais de Sérgio Pelágio, para a narração da atriz Isabel Gaivão.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;A sessão contempla também um ateliê e o lançamento do&amp;nbsp;audiolivro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p10"&gt;Serão ainda apresentados online doze filmes de vários artistas,&amp;nbsp;&lt;span&gt;criados a partir dos contos.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Histórias Magnéticas&lt;/strong&gt; é um projeto dirigido à infância, criado em 2009 por Sérgio Pelágio e que consiste na composição de bandas-sonoras para histórias infantis. O resultado é uma história-contada-concerto para guitarra elétrica (Sérgio Pelágio) e voz (Isabel Gaivão), à qual se segue um ateliê para o público&amp;nbsp;participante.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Até à data, o repertório das Histórias Magnéticas inclui oito contos de diferentes autores, tais como Umberto Eco, Isabel Minhós Martins, Miguel de Cervantes, Babette Cole, Alice Vieira e Clarice Lispector. E, desde 2019, também textos originais de Sérgio Pelágio, como é o caso deste &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que agora vai ter estreia em Lisboa, na Casa Fernando&amp;nbsp;Pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; assenta numa estrutura diferente das Histórias Magnéticas anteriores, uma vez que esta é composta por doze micro-histórias sem aparente ligação entre si. São histórias muito pequeninas e muito rápidas de contar, com cerca de um minuto e meio cada. Sérgio Pelágio refere que “são uma espécie de apanhados. Situações em que às vezes somos apanhados no nosso dia a dia, mas que são muito divertidas e divertidas de contar também.” Baseadas em acontecimentos inverosímeis do quotidiano vividos pelo autor, estes momentos atravessam sonhos, pensamentos e situações que normalmente desvalorizamos, mas que se neles atentarmos, descobrimos um mundo paralelo muito divertido e surpreendente. Para habitar esse mundo são convocados nadadores-voadores, ciclo-poetas, otorrinolaringologistas e&amp;nbsp;extraterrestres.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;A sessão é também um jogo com 12 cartas ilustradas e baralhadas que cada espectador(a) é desafiado(a) a ordenar enquanto escuta a narração. A sequência obtida será o ponto de partida para uma conversa-ateliê que termina com a montagem de um&amp;nbsp;livro-harmónio.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Histórias Magnéticas&lt;/strong&gt; é um projeto que se destaca pela sua forte componente pedagógica e pela eficácia junto de diversos públicos. Para além de Portugal, já teve apresentações em países como Espanha, França, Cabo Verde, Japão, Macau e Timor. Afirma Sérgio Pelágio: “Acredito que as crianças, mesmo não compreendendo o significado de todas as palavras que estão a escutar, podem lá chegar por outra via, nomeadamente a música. A presença da música pode ajudar as crianças a compreender o significado de um determinado texto. Pode ajudá-las a perceber, por exemplo, se se trata de um momento mais trágico, ou de um momento mais&amp;nbsp;cómico.”&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é um espetáculo, com Sérgio Pelágio e Isabel Gaivão, que convida as crianças a uma experiência imersiva e que culmina num ateliê participativo, promovendo a imaginação, a expressão e o pensamento crítico. A apresentação de dia 18 de abril, na Casa Fernando Pessoa, integra o lançamento do audiolivro “Contos baralhados”, uma edição das Produções Real Pelágio, com design e ilustrações de Carlos Bártolo, e ainda a divulgação online de doze filmes da autoria de vários realizadores, videastas, artistas plásticos e animadores, que partiram destes contos para a imagem: Paulo Abreu, Sandra Rosa Dias, Diogo Salgado, Mariana Ramos, Patrícia Rego, Sofia Afonso, Gonçalo Pina e João Pedro Gomes. Toda a sessão terá interpretação em&amp;nbsp;LGP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p16"&gt;O álbum digital foi lançado em dezembro passado e encontra-se disponível na Bandcamp, neste link: &lt;a href="https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados"&gt;https://spelagio.bandcamp.com/album/contos-baralhados&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contos baralhados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; seguirá para Évora, em maio, no âmbito da programação regular da Companhia de Dança Contemporânea de Évora, onde será apresentado em duas sessões para&amp;nbsp;escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/contos_baralhados_02.jpg" alt="©Gonçalo Pina / Produções Real Pelágio" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;©Gonçalo Pina / Produções Real&amp;nbsp;Pelágio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Pelágio&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; é um guitarrista conceituado, com um percurso entre o jazz e a música&amp;nbsp;improvisada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Iniciou os seus estudos musicais em guitarra clássica aos 12 anos. Mais tarde, descobriu o Jazz e a música improvisada e tocou, entre outros, com David Liebman, Andy Sheppard, Norma Winston, John Abercrombie, Sylvia Cuenca, Bernardo Sassetti e Mário Laginha, com quem gravou o CD “Hoje” (1994). Em 1992, criou o grupo Idefix e editou o CD &amp;#8220;Idefix live&amp;#8221;. Compôs para os coreógrafos Paulo Ribeiro, Paula Massano, João Galante, Teresa Prima, entre outros. Em 1997, fundou com Sílvia Real as Produções Real Pelágio, e a dupla criou a trilogia &lt;em&gt;Casio Tone&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Subtone&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Tritone&lt;/em&gt;. Apresentou-se em vários países na Europa, Brasil e EUA. Em 2002, editou “Bandas Sonoras para peças de Francisco Camacho e Vera Mantero 1993-97” (2002). Toca regularmente com o contrabaixista Mário Franco, com quem gravou o CD Our Door, Mário Franco Trio (2014) e “Rush”, Mário Franco Quinteto (2017). Editou, pela RP, o CD RIFF OUT (2022), e o CD &amp;#8220;Para Gust 9723&amp;#8221; (2023). Criou em 2009 o projeto para a infância Histórias Magnéticas, para o qual criou 9 contos musicados (apresentações em Portugal, Macau, Timor, Espanha, Cabo Verde, França e Japão), editou o CD “Histórias Magnéticas” (2018), e o livro e audiolivro “Não se deixem enganar! Um conto panfletário de 2019” (2023). Em dezembro de 2025, estreou “Contos baralhados”, a segunda história magnética com texto de sua autoria, no Palácio do Sobralinho, Vila Franca de&amp;nbsp;Xira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p18"&gt;//&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;O casamento&amp;#8221; de Patrícia&amp;nbsp;Rego&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1161138879?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1161138879?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Sorte de uns&amp;#8221; de João Pedro&amp;nbsp;Gomes&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1156968782?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1156968782?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;O pica-pau&amp;#8221; de Paulo&amp;nbsp;Abreu&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;a href="https://vimeo.com/1143033987?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci" target="_blank"&gt;https://vimeo.com/1143033987?share=copy&amp;amp;fl=sv&amp;amp;fe=ci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p19"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;CONTOS&amp;nbsp;BARALHADOS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de abril, das 15h às&amp;nbsp;16h30&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Casa Fernando Pessoa,&amp;nbsp;Lisboa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;M/6&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sessão com interpretação em&amp;nbsp;LGP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Bilhetes:&amp;nbsp;5€&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p22"&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;técnica&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Pelágio&lt;/strong&gt; :: texto original, composição, direção e guitarra&amp;nbsp;elétrica&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Isabel Gaivão&lt;/strong&gt; ::&amp;nbsp;narração&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Bártolo&lt;/strong&gt; :: design&amp;nbsp;gráfico&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Mariana Dias&lt;/strong&gt; :: produção&amp;nbsp;executiva&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Susana Martins&lt;/strong&gt; ::&amp;nbsp;comunicação&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Levina Valentim &lt;/strong&gt;:: assessoria de&amp;nbsp;imprensa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;Apoios:: Antena 2, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Castelo Branco, SIB A Voz do&amp;nbsp;Operário&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;PRODUÇÕES REAL PELÁGIO é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das&amp;nbsp;Artes&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;MAIS&amp;nbsp;INFORMAÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p24"&gt;&lt;strong&gt;Website&lt;/strong&gt;: &lt;a href="https://www.realpelagio.org/hist%25C3%25B3rias-magn%25C3%25A9ticas"&gt;https://www.realpelagio.org/hist%C3%B3rias-magn%C3%A9ticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p24"&gt;&lt;strong&gt;Facebook&lt;/strong&gt;: &lt;a href="https://www.facebook.com/ashistoriasmagneticas"&gt;https://www.facebook.com/ashistoriasmagneticas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p20"&gt;&lt;strong&gt;Instagram&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;@real.pelagio&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:16:36 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10840 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>“Crepúsculo Moçambicano”</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/crepusculo-mocambicano</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;Celebração do 90º Aniversário de Malangatana arranca com a mostra “Crepúsculo Moçambicano” no Espaço Mira, no&amp;nbsp;Porto&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;Exposição (pintura, escultura, desenho, gravura, fotografia, cinema e memorabília), lançamento de livro, leitura performativa, debate&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;e colóquio&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;curadoria de&amp;nbsp;Lurdes Macedo e Manuel Santos&amp;nbsp;Maia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;11 Abril a 23 Maio, de Quarta-feira a Sábado, 15h às 19h,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Galerias MIRA (Espaço MIRA e MIRA Fórum) &amp;nbsp; Entrada&amp;nbsp;livre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;11 de Abril, 16h _ &lt;strong&gt;Inauguração da exposição&lt;/strong&gt; “Crepúsculo Moçambicano” no Espaço&amp;nbsp;Mira&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;15 de Abril, 15h _ &lt;strong&gt;Leitura performativa&lt;/strong&gt; de poesia de autores de&amp;nbsp;Moçambique&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;9 de Maio, 16h _&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Lançamento do livro&lt;/strong&gt; “Malangatana: The Eye of the Crocodile”, de Richard Gray, MIRA&amp;nbsp;Fórum&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;6 de Junho, 16h _ &lt;strong&gt;Exibição do&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;documentário&lt;/strong&gt; “No Trilho de Malangatana: Do Legado à Memória” seguido de debate, no MIRA&amp;nbsp;Fórum&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;30 de Junho, 16h _ &lt;strong&gt;Colóquio&lt;/strong&gt; “Malangatana: Prática, Memória e Catarse”, no âmbito da &lt;em&gt;II Escola de Verão de Estudos Africanos em Português&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;ARTISTAS com obras em exposição&lt;/strong&gt;: António Bronze; António Quadros; Alberto Chissano, Estevão Mucavele, Moira Forjaz; Malangatana; Reinata Sandimba, Rúben Zacarias, Shikhani, Titos Pelembe, Ulisses Oviedo,&amp;nbsp;outros&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;AUTORES DE CRIAÇÕES DOCUMENTAIS&lt;/strong&gt;: (Documentários Audiovisuais): José Paiva, Lurdes Macedo, Manuela Matos Monteiro e João Lafuente, Mutxhini Malangatana,&amp;nbsp; Simone&amp;nbsp;Faresin&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Alberto Chissano" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/alberto_chissano.jpeg" alt="Alberto Chissano" width="590" height="374" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Alberto&amp;nbsp;Chissano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA DE OBRAS HISTÓRICAS&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: Carneiro Gonçalves, Eugénio Lisboa, João Pedro Grabato Dias (pseudónimo de António Quadros), José Capela, José Craveirinha, Jorge de Sena, Luís Carlos Patraquim, Maria de Lourdes Cortez, Mia Couto, Mutimati Barnabé João (pseudónimo de António Quadros), Orlando Mendes, Paulina Chiziane, Sebastião Alba,&amp;nbsp;outros&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;MEMORABÍLIA&lt;/strong&gt;: Contributos de espólios e arquivos de Gracieta Valente Ngwenya, José Paiva, Lurdes Macedo, Manuela Matos Monteiro e João Lafuente, Manuela&amp;nbsp;Bronze&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p11"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Malangatana visita uma Escola por Manuela Matos Monteiro " src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/malangatana_visita_uma_escola_por_manuela_matos_monteiro_2.jpeg" alt="Malangatana visita uma Escola por Manuela Matos Monteiro " width="590" height="295" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Malangatana visita uma Escola por Manuela Matos Monteiro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Malangatana por Manuela Matos Monteiro" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/malangatana_por_manuela_matos_monteiro_2.jpeg" alt="Malangatana por Manuela Matos Monteiro" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Malangatana por Manuela Matos Monteiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p11"&gt;&lt;strong&gt;90º Aniversário de Malangatana comemorado com Prática, Memória e&amp;nbsp;Catarse&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;A 6 de junho de 2026, o artista moçambicano Malangatana (Matalana, 1936 –Matosinhos, 2011) completaria 90 anos. A data é assinalada em Moçambique e em Portugal, em simultâneo, com o projeto “Malangatana, 90 anos – Prática, Memória e Catarse”. Promovido em parceria pela Fundação Malangatana Valente Ngwenya e pela Universidade Lusófona, através do seu Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT), o projeto propõe um vasto e diversificado programa de atividades nos dois&amp;nbsp;países.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;Em Portugal, as comemorações do 90º aniversário do mestre contaram com uma pré-estreia no passado 19 de março, com uma sessão realizada no Cineteatro João Verde, em Monção, e arrancarão oficialmente com um conjunto de produções desenvolvidas em parceria com o Mira Galerias, no Porto. A primeira será a mostra “Crepúsculo Moçambicano”, com inauguração marcada para o dia 11 de abril, às 16h., no Espaço Mira. Com curadoria de Lurdes Macedo e Manuel Santos Maia, esta mostra parte da personalidade multifacetada de Malangatana para conduzir os visitantes pelos contextos e sociabilidades que inspiraram ou foram inspirados pelo artista nas diferentes etapas da sua vida. Para concretizar uma memória capaz de englobar a totalidade dinâmica do legado de Malangatana, a mostra terá em exibição obras do artista, de artistas com quem travou amizade, e de jovens artistas moçambicanos; peças de memorabília, de acervos documentais e de arte popular do sul de Moçambique, de onde o artista era natural; obras bibliográficas históricas e raras, que documentam os contextos sociais, culturais e políticos em que o artista participou ativamente; e, por fim, um documentário sobre a vida e a obra de Malangatana, que será apresentado em loop. A inauguração contará com intervenções de familiares, amigos e estudiosos de Malangatana, para além das intervenções dos curadores. Esta mostra estará patente ao público até 23 de maio, de quarta a sábado, entre as 15h. e as&amp;nbsp;19h.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;Quatro dias após a inauguração da mostra, a 15 de abril, pelas 15h., os finalistas da licenciatura em Artes Dramáticas da Universidade Lusófona – Centro Universitário do Porto irão protagonizar uma sessão de leitura dramatizada de poesia de autores moçambicanos, no espaço onde decorrerá a&amp;nbsp;mostra.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;O programa prosseguirá com o Mira Fórum a acolher o lançamento e a apresentação do livro Malangatana: The Eye of the Crocodile, de Richard Gray, a 9 de maio, pelas 16h. A celebração do dia do 90º aniversário do artista, a 6 de junho, terá lugar no mesmo espaço, às 16h., com a exibição do documentário No Trilho de Malangatana: do Legado à Memória, de Lurdes Macedo, seguida de conversa da realizadora com os&amp;nbsp;participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;A programação do primeiro semestre de 2026 ficará completa com a sessão Malangatana – Prática, Memória e Catarse, a realizar também no Mira Fórum, no âmbito da II Escola de Verão de Estudos Africanos em Português do CICANT (Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias) da Universidade Lusófona – Centro Universitário do&amp;nbsp;Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;A programação para o segundo semestre de 2026, em preparação e a anunciar brevemente, passará pela XXIV Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira e por diversos espaços culturais em Lisboa, mantendo atividades no&amp;nbsp;Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;O projeto “Malangatana, 90 anos – Prática, Memória e Catarse”, mais do que uma evocação simbólica, pretende constituir o primeiro marco de um programa estruturante que inclui práticas pedagógicas, investigação científica e artística, e divulgação e consolidação patrimonial, assumindo-se como laboratório de política e diplomacia culturais, com vista à projeção internacional da figura e da obra do artista moçambicano. Inaugurando um ciclo de uma década de trabalho contínuo com vista à preparação do Centenário de Malangatana, em 2036, o projeto organiza-se em seis eixos fundamentais — Audiovisual, Eventos, Expositivo, Investigação, Pedagógico e Performativo — articulados entre si por uma estratégia transversal de produção e difusão de conhecimento, salvaguarda patrimonial, mobilização de entidades da sociedade civil e captação de mecenato&amp;nbsp;cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p13"&gt;&lt;em&gt;Crepúsculo Moçambicano &lt;/em&gt;(do verso de Craveirinha&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&amp;#8220;do nosso efervescente crepúsculo moçambicano&amp;#8221;)&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ENTIDADES ENVOLVIDAS: Fundação Malangatana Valente Ngwenya (Moçambique); CICANT/LabCLIP (Portugal); Galerias Mira (Portugal); Colecção João de&amp;nbsp;Almeida&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;CONTACTOS&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Galerias MIRA (Espaço MIRA e MIRA Fórum), Rua de Miraflor n.º 159, 4300-334, Campanhã, Porto, &amp;nbsp; miragalerias@miragalerias. net (+351) 929 145&amp;nbsp;191&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Contactos em&amp;nbsp;Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Lurdes Macedo, Universidade Lusófona e CICANT: &amp;#108;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#100;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#46;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#101;&amp;#100;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#117;&amp;#115;&amp;#111;&amp;#102;&amp;#111;&amp;#110;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116; /&amp;nbsp;966642899&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Manuel Santos Maia, Espaço Mira: &amp;#109;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#115;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#115;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109; /&amp;nbsp;933288141&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Contacto em&amp;nbsp;Moçambique&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Mutxhini Malangatana&amp;nbsp;Ngwenya:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;&amp;#109;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#120;&amp;#104;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#105;&amp;#46;&amp;#110;&amp;#103;&amp;#119;&amp;#101;&amp;#110;&amp;#121;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#105;&amp;#99;&amp;#108;&amp;#111;&amp;#117;&amp;#100;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109; / +258&amp;nbsp;877885999&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Contacto Geral das comemorações:&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#57;&amp;#48;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#111;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#103;&amp;#97;&amp;#116;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#103;&amp;#119;&amp;#101;&amp;#110;&amp;#121;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#111;&amp;#114;&amp;#103;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/malangatana">Malangatana</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;Celebração do 90º Aniversário de Malangatana arranca com a mostra “Crepúsculo Moçambicano” no Espaço Mira, no&amp;nbsp;Porto&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;Exposição (pintura, escultura, desenho, gravura, fotografia, cinema e memorabília), lançamento de livro, leitura performativa, debate&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;e colóquio&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;curadoria de&amp;nbsp;Lurdes Macedo e Manuel Santos&amp;nbsp;Maia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;11 Abril a 23 Maio, de Quarta-feira a Sábado, 15h às 19h,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Galerias MIRA (Espaço MIRA e MIRA Fórum) &amp;nbsp; Entrada&amp;nbsp;livre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;11 de Abril, 16h _ &lt;strong&gt;Inauguração da exposição&lt;/strong&gt; “Crepúsculo Moçambicano” no Espaço&amp;nbsp;Mira&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;15 de Abril, 15h _ &lt;strong&gt;Leitura performativa&lt;/strong&gt; de poesia de autores de&amp;nbsp;Moçambique&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;9 de Maio, 16h _&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Lançamento do livro&lt;/strong&gt; “Malangatana: The Eye of the Crocodile”, de Richard Gray, MIRA&amp;nbsp;Fórum&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;6 de Junho, 16h _ &lt;strong&gt;Exibição do&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;documentário&lt;/strong&gt; “No Trilho de Malangatana: Do Legado à Memória” seguido de debate, no MIRA&amp;nbsp;Fórum&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;30 de Junho, 16h _ &lt;strong&gt;Colóquio&lt;/strong&gt; “Malangatana: Prática, Memória e Catarse”, no âmbito da &lt;em&gt;II Escola de Verão de Estudos Africanos em Português&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;ARTISTAS com obras em exposição&lt;/strong&gt;: António Bronze; António Quadros; Alberto Chissano, Estevão Mucavele, Moira Forjaz; Malangatana; Reinata Sandimba, Rúben Zacarias, Shikhani, Titos Pelembe, Ulisses Oviedo,&amp;nbsp;outros&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;AUTORES DE CRIAÇÕES DOCUMENTAIS&lt;/strong&gt;: (Documentários Audiovisuais): José Paiva, Lurdes Macedo, Manuela Matos Monteiro e João Lafuente, Mutxhini Malangatana,&amp;nbsp; Simone&amp;nbsp;Faresin&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Alberto Chissano" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/alberto_chissano.jpeg" alt="Alberto Chissano" width="590" height="374" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Alberto&amp;nbsp;Chissano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA DE OBRAS HISTÓRICAS&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: Carneiro Gonçalves, Eugénio Lisboa, João Pedro Grabato Dias (pseudónimo de António Quadros), José Capela, José Craveirinha, Jorge de Sena, Luís Carlos Patraquim, Maria de Lourdes Cortez, Mia Couto, Mutimati Barnabé João (pseudónimo de António Quadros), Orlando Mendes, Paulina Chiziane, Sebastião Alba,&amp;nbsp;outros&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;MEMORABÍLIA&lt;/strong&gt;: Contributos de espólios e arquivos de Gracieta Valente Ngwenya, José Paiva, Lurdes Macedo, Manuela Matos Monteiro e João Lafuente, Manuela&amp;nbsp;Bronze&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p11"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Malangatana visita uma Escola por Manuela Matos Monteiro " src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/malangatana_visita_uma_escola_por_manuela_matos_monteiro_2.jpeg" alt="Malangatana visita uma Escola por Manuela Matos Monteiro " width="590" height="295" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Malangatana visita uma Escola por Manuela Matos Monteiro &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="Malangatana por Manuela Matos Monteiro" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/malangatana_por_manuela_matos_monteiro_2.jpeg" alt="Malangatana por Manuela Matos Monteiro" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Malangatana por Manuela Matos Monteiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p11"&gt;&lt;strong&gt;90º Aniversário de Malangatana comemorado com Prática, Memória e&amp;nbsp;Catarse&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;A 6 de junho de 2026, o artista moçambicano Malangatana (Matalana, 1936 –Matosinhos, 2011) completaria 90 anos. A data é assinalada em Moçambique e em Portugal, em simultâneo, com o projeto “Malangatana, 90 anos – Prática, Memória e Catarse”. Promovido em parceria pela Fundação Malangatana Valente Ngwenya e pela Universidade Lusófona, através do seu Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT), o projeto propõe um vasto e diversificado programa de atividades nos dois&amp;nbsp;países.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;Em Portugal, as comemorações do 90º aniversário do mestre contaram com uma pré-estreia no passado 19 de março, com uma sessão realizada no Cineteatro João Verde, em Monção, e arrancarão oficialmente com um conjunto de produções desenvolvidas em parceria com o Mira Galerias, no Porto. A primeira será a mostra “Crepúsculo Moçambicano”, com inauguração marcada para o dia 11 de abril, às 16h., no Espaço Mira. Com curadoria de Lurdes Macedo e Manuel Santos Maia, esta mostra parte da personalidade multifacetada de Malangatana para conduzir os visitantes pelos contextos e sociabilidades que inspiraram ou foram inspirados pelo artista nas diferentes etapas da sua vida. Para concretizar uma memória capaz de englobar a totalidade dinâmica do legado de Malangatana, a mostra terá em exibição obras do artista, de artistas com quem travou amizade, e de jovens artistas moçambicanos; peças de memorabília, de acervos documentais e de arte popular do sul de Moçambique, de onde o artista era natural; obras bibliográficas históricas e raras, que documentam os contextos sociais, culturais e políticos em que o artista participou ativamente; e, por fim, um documentário sobre a vida e a obra de Malangatana, que será apresentado em loop. A inauguração contará com intervenções de familiares, amigos e estudiosos de Malangatana, para além das intervenções dos curadores. Esta mostra estará patente ao público até 23 de maio, de quarta a sábado, entre as 15h. e as&amp;nbsp;19h.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;Quatro dias após a inauguração da mostra, a 15 de abril, pelas 15h., os finalistas da licenciatura em Artes Dramáticas da Universidade Lusófona – Centro Universitário do Porto irão protagonizar uma sessão de leitura dramatizada de poesia de autores moçambicanos, no espaço onde decorrerá a&amp;nbsp;mostra.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;O programa prosseguirá com o Mira Fórum a acolher o lançamento e a apresentação do livro Malangatana: The Eye of the Crocodile, de Richard Gray, a 9 de maio, pelas 16h. A celebração do dia do 90º aniversário do artista, a 6 de junho, terá lugar no mesmo espaço, às 16h., com a exibição do documentário No Trilho de Malangatana: do Legado à Memória, de Lurdes Macedo, seguida de conversa da realizadora com os&amp;nbsp;participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;A programação do primeiro semestre de 2026 ficará completa com a sessão Malangatana – Prática, Memória e Catarse, a realizar também no Mira Fórum, no âmbito da II Escola de Verão de Estudos Africanos em Português do CICANT (Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias) da Universidade Lusófona – Centro Universitário do&amp;nbsp;Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;A programação para o segundo semestre de 2026, em preparação e a anunciar brevemente, passará pela XXIV Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira e por diversos espaços culturais em Lisboa, mantendo atividades no&amp;nbsp;Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p12"&gt;O projeto “Malangatana, 90 anos – Prática, Memória e Catarse”, mais do que uma evocação simbólica, pretende constituir o primeiro marco de um programa estruturante que inclui práticas pedagógicas, investigação científica e artística, e divulgação e consolidação patrimonial, assumindo-se como laboratório de política e diplomacia culturais, com vista à projeção internacional da figura e da obra do artista moçambicano. Inaugurando um ciclo de uma década de trabalho contínuo com vista à preparação do Centenário de Malangatana, em 2036, o projeto organiza-se em seis eixos fundamentais — Audiovisual, Eventos, Expositivo, Investigação, Pedagógico e Performativo — articulados entre si por uma estratégia transversal de produção e difusão de conhecimento, salvaguarda patrimonial, mobilização de entidades da sociedade civil e captação de mecenato&amp;nbsp;cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p13"&gt;&lt;em&gt;Crepúsculo Moçambicano &lt;/em&gt;(do verso de Craveirinha&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&amp;#8220;do nosso efervescente crepúsculo moçambicano&amp;#8221;)&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ENTIDADES ENVOLVIDAS: Fundação Malangatana Valente Ngwenya (Moçambique); CICANT/LabCLIP (Portugal); Galerias Mira (Portugal); Colecção João de&amp;nbsp;Almeida&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;CONTACTOS&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Galerias MIRA (Espaço MIRA e MIRA Fórum), Rua de Miraflor n.º 159, 4300-334, Campanhã, Porto, &amp;nbsp; miragalerias@miragalerias. net (+351) 929 145&amp;nbsp;191&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Contactos em&amp;nbsp;Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Lurdes Macedo, Universidade Lusófona e CICANT: &amp;#108;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#100;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#46;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#101;&amp;#100;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#117;&amp;#115;&amp;#111;&amp;#102;&amp;#111;&amp;#110;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116; /&amp;nbsp;966642899&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Manuel Santos Maia, Espaço Mira: &amp;#109;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#115;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#115;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109; /&amp;nbsp;933288141&lt;/p&gt;
&lt;p class="p14"&gt;Contacto em&amp;nbsp;Moçambique&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Mutxhini Malangatana&amp;nbsp;Ngwenya:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;&amp;#109;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#120;&amp;#104;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#105;&amp;#46;&amp;#110;&amp;#103;&amp;#119;&amp;#101;&amp;#110;&amp;#121;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#105;&amp;#99;&amp;#108;&amp;#111;&amp;#117;&amp;#100;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109; / +258&amp;nbsp;877885999&lt;/p&gt;
&lt;p class="p9"&gt;Contacto Geral das comemorações:&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#57;&amp;#48;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#111;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#103;&amp;#97;&amp;#116;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#103;&amp;#119;&amp;#101;&amp;#110;&amp;#121;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#111;&amp;#114;&amp;#103;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:56:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10838 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Arte e Revolução, por Centro de Estudos Operários – Memória Laboral e Galeria de Arte Urbana</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/arte-e-revolucao-por-centro-de-estudos-operarios-memoria-laboral-e-galeria-de-arte-urbana</link>
 <description>&lt;p&gt;11 abr | sáb |&amp;nbsp;15h00&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para celebrar os 52 anos da Revolução de Abril, convidámos o Centro de Estudos Operários - Memória Laboral e a Galeria de Arte Urbana do Departamento de Património Cultural a realizarem uma exposição sobre o muralismo do Processo Revolucionário em Curso (PREC) nas ruas de Lisboa.&amp;nbsp;Num tempo em que as paredes da cidade deixaram de ser silêncio para serem grito, partidos, sindicatos, comissões de trabalhadores e moradores, cidadãos&amp;nbsp;anónimos ou coletivos, transformaram as ruas numa tela de liberdade, num caderno de encargos&amp;nbsp;revolucionário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mostra reúne material inédito, que documenta o processo de criação: do esboço à parede, destacando o trabalho de preparação e a estrutura teórica que sustentava a intervenção muralista. Apresenta-se ainda um conjunto de cartazes de diversos partidos políticos e associações cívicas, ilustrativo da diversidade e da profícua criação gráfica da&amp;nbsp;época.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contamos com a sua presença neste dia ou até 23 de maio, período em que a exposição estará patente ao público, ou ainda numa das diversas atividades da nossa programação de abril e&amp;nbsp;maio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://duo.cm-lisboa.pt/l/v3.uWza1YJQ1bFWuwZeLRKQRQxuYtA8zSWNISw9XRZYh-oqNRs4sw9Eb9fjg-HLZVr6iDVhPqaRLc9BLVTQxi0DtHvT7Wq4wxLTKB47NhtfJSAQmVMJ1LBFDyJORUDNEVv1SVatQDlvEpNwJf5IfHPMIW5-8Q5w8QaS26uBIIbw0SW5L9lm2cr0wAev3PsFfZcbwffAJneWxuazGRUwV4Bzhrh5PlqvEP0exZKspifHRwxzO2v9iwylS6SW5R-NTgCYh5FWBGSp5k2k-TjS77uIVQ" target="_blank"&gt;Programação integral para os meses de abril e maio&amp;nbsp;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/coru.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/prec">PREC</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;11 abr | sáb |&amp;nbsp;15h00&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para celebrar os 52 anos da Revolução de Abril, convidámos o Centro de Estudos Operários - Memória Laboral e a Galeria de Arte Urbana do Departamento de Património Cultural a realizarem uma exposição sobre o muralismo do Processo Revolucionário em Curso (PREC) nas ruas de Lisboa.&amp;nbsp;Num tempo em que as paredes da cidade deixaram de ser silêncio para serem grito, partidos, sindicatos, comissões de trabalhadores e moradores, cidadãos&amp;nbsp;anónimos ou coletivos, transformaram as ruas numa tela de liberdade, num caderno de encargos&amp;nbsp;revolucionário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mostra reúne material inédito, que documenta o processo de criação: do esboço à parede, destacando o trabalho de preparação e a estrutura teórica que sustentava a intervenção muralista. Apresenta-se ainda um conjunto de cartazes de diversos partidos políticos e associações cívicas, ilustrativo da diversidade e da profícua criação gráfica da&amp;nbsp;época.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contamos com a sua presença neste dia ou até 23 de maio, período em que a exposição estará patente ao público, ou ainda numa das diversas atividades da nossa programação de abril e&amp;nbsp;maio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://duo.cm-lisboa.pt/l/v3.uWza1YJQ1bFWuwZeLRKQRQxuYtA8zSWNISw9XRZYh-oqNRs4sw9Eb9fjg-HLZVr6iDVhPqaRLc9BLVTQxi0DtHvT7Wq4wxLTKB47NhtfJSAQmVMJ1LBFDyJORUDNEVv1SVatQDlvEpNwJf5IfHPMIW5-8Q5w8QaS26uBIIbw0SW5L9lm2cr0wAev3PsFfZcbwffAJneWxuazGRUwV4Bzhrh5PlqvEP0exZKspifHRwxzO2v9iwylS6SW5R-NTgCYh5FWBGSp5k2k-TjS77uIVQ" target="_blank"&gt;Programação integral para os meses de abril e maio&amp;nbsp;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/coru.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 09:42:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10835 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Hermanipulación</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/hermanipulacion</link>
 <description>&lt;p&gt;Argumento e Curadoria: Leonardo Bertolossi&lt;br /&gt;Ninguém solta a mão de ninguém, proclamamos face ao abismo recente no país que ainda agonizamos. Diante da morte, essa exposição quer tratar de irmandade, manejo, manipulação. De bruxaria e xamanismo, mãos-raízes ancestrais, mais de gozar o coletivo. Se trata de defender o direito à manufatura, da arte enquanto criação e partilha, em um mundo Black Friday, masturbatório, ultraprocessado. Contra a guerra digital, o algoritmo, a inteligência artificial e a massa dopamínica, mãos larvas que se entrelaçam trans-específicas e promíscuas por caminhos de fantasia e desejo, trans-humanas contra a captura produtivista e individualista.&lt;br /&gt;Os artistas desta exposição se propõem a pensar o humano-hermano, bicho-cunhado ancestral nas múltiplas falanges demoníacas de nossa grande cebola cósmica, contra manadas e legiões de mãos-maças de guerra, fist-fucking sorrateiras, de luva e pelica, com dedos&amp;nbsp;fálicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/img-20260402-wa0006.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jorge de León e Maria Raeder trazem mãos que destroem, hipnotizam, ludibriam. Mas também se rebelam, incendeiam, apontam direções. Seus trabalhos destacam o fogo como alimento e destruição contra fronteiras, fariseus e fascistas, as ilusões da fé e o Grande Irmão. Rafael Prado e María de los Vientos evocam a potência emaranhada das deidades e dos encantados amazônicos e latinos. Contra a auto-devoração neoliberal, um mundo com muitos mundos, entes geminados, transfigurações de sonhos e novas imaginações em corpos-transe. Sheyla Ayo e Julie Brasil narram um mundo uterino das águas que faz contornos, traz o fio da vida e a beleza yabá da existência, mas também a expropriação violenta do feminino, fantasmas misóginos ofertados como dádiva e dívida, de profanação e produção desenfreada, e vacas loucas. Alexandre Sá Ifákóládé se volta para o Aiê, planta e consagra o território-xirê espectral do genocídio aos pretos e lgbts como um aterro das violências, uma arqueologia e arquivo de memórias que se quer apagar, mas está sempre presente.&lt;br /&gt;Hermanipulación e seus artistas despontam nessa mostra como alquimistas do gozo partilhado, anti-Igreja e antídoto do poder. Uma hermano-acción feminina, her, cis e trans, diferença não-fálica. Hermanipulación como mãos que cozinham, comensais, e não-canibais que devoram o outro. Que reconhecem que a arte de viver o mundo, seus prazeres e tormentos, alegrias e idiossincrasias, está em nossas&amp;nbsp;mãos.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/rio-de-janeiro">Rio de Janeiro</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Argumento e Curadoria: Leonardo Bertolossi&lt;br /&gt;Ninguém solta a mão de ninguém, proclamamos face ao abismo recente no país que ainda agonizamos. Diante da morte, essa exposição quer tratar de irmandade, manejo, manipulação. De bruxaria e xamanismo, mãos-raízes ancestrais, mais de gozar o coletivo. Se trata de defender o direito à manufatura, da arte enquanto criação e partilha, em um mundo Black Friday, masturbatório, ultraprocessado. Contra a guerra digital, o algoritmo, a inteligência artificial e a massa dopamínica, mãos larvas que se entrelaçam trans-específicas e promíscuas por caminhos de fantasia e desejo, trans-humanas contra a captura produtivista e individualista.&lt;br /&gt;Os artistas desta exposição se propõem a pensar o humano-hermano, bicho-cunhado ancestral nas múltiplas falanges demoníacas de nossa grande cebola cósmica, contra manadas e legiões de mãos-maças de guerra, fist-fucking sorrateiras, de luva e pelica, com dedos&amp;nbsp;fálicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/img-20260402-wa0006.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jorge de León e Maria Raeder trazem mãos que destroem, hipnotizam, ludibriam. Mas também se rebelam, incendeiam, apontam direções. Seus trabalhos destacam o fogo como alimento e destruição contra fronteiras, fariseus e fascistas, as ilusões da fé e o Grande Irmão. Rafael Prado e María de los Vientos evocam a potência emaranhada das deidades e dos encantados amazônicos e latinos. Contra a auto-devoração neoliberal, um mundo com muitos mundos, entes geminados, transfigurações de sonhos e novas imaginações em corpos-transe. Sheyla Ayo e Julie Brasil narram um mundo uterino das águas que faz contornos, traz o fio da vida e a beleza yabá da existência, mas também a expropriação violenta do feminino, fantasmas misóginos ofertados como dádiva e dívida, de profanação e produção desenfreada, e vacas loucas. Alexandre Sá Ifákóládé se volta para o Aiê, planta e consagra o território-xirê espectral do genocídio aos pretos e lgbts como um aterro das violências, uma arqueologia e arquivo de memórias que se quer apagar, mas está sempre presente.&lt;br /&gt;Hermanipulación e seus artistas despontam nessa mostra como alquimistas do gozo partilhado, anti-Igreja e antídoto do poder. Uma hermano-acción feminina, her, cis e trans, diferença não-fálica. Hermanipulación como mãos que cozinham, comensais, e não-canibais que devoram o outro. Que reconhecem que a arte de viver o mundo, seus prazeres e tormentos, alegrias e idiossincrasias, está em nossas&amp;nbsp;mãos.&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 08:54:20 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10834 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Apresentação do livro "Afroeuropeans: Identities, Racism, and Resistance"</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/apresentacao-do-livro-afroeuropeans-identities-racism-and-resistance</link>
 <description>&lt;p&gt;Seminário Racismo em Portugal&amp;nbsp;#12&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/afroeuropes.jpg" alt="" width="590" height="737" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta sessão do Seminário &amp;#8220;Racismo em Portugal&amp;#8221; vamos conversar com as editores do livro  Afroeuropeans: Identities, Racism, and Resistances, uma obra que aborda as relações de dominação e os modos de exclusão racial, mas também as intervenções afro-europeias nas esferas política, social, cultural e artística, assim como os seus múltiplos processos de resistências, dando particular atenção ao  sul da Europa, nomeadamente ao contexto português, ampliando a reflexão para além dos contextos dos EUA e do norte da Europa. Oradores: Cristina Roldão, Raquel Lima, Pedro Varela, Otávio Raposo e Ana Raquel Matias, Moderação de&amp;nbsp;Miguel Vale de&amp;nbsp;Almeida&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/afroeuropeans">Afroeuropeans</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Seminário Racismo em Portugal&amp;nbsp;#12&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/afroeuropes.jpg" alt="" width="590" height="737" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta sessão do Seminário &amp;#8220;Racismo em Portugal&amp;#8221; vamos conversar com as editores do livro  Afroeuropeans: Identities, Racism, and Resistances, uma obra que aborda as relações de dominação e os modos de exclusão racial, mas também as intervenções afro-europeias nas esferas política, social, cultural e artística, assim como os seus múltiplos processos de resistências, dando particular atenção ao  sul da Europa, nomeadamente ao contexto português, ampliando a reflexão para além dos contextos dos EUA e do norte da Europa. Oradores: Cristina Roldão, Raquel Lima, Pedro Varela, Otávio Raposo e Ana Raquel Matias, Moderação de&amp;nbsp;Miguel Vale de&amp;nbsp;Almeida&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:42:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10832 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Meridianos do Futuro – A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/meridianos-do-futuro-a-casa-dos-estudantes-do-imperio-de-coimbra</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;A exposição &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Meridianos do Futuro – A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;(1945-1965)&lt;/em&gt;&lt;span&gt; inaugura no próximo dia 28 março, sábado, pelas 16h00, na Galeria Pedro Olayo (filho) do Convento São Francisco. Com curadoria dos historiadores Helena Wakim Moreno e Miguel Cardina, a exposição é uma coorganização do Município de Coimbra, através do Convento São Francisco, e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra&amp;nbsp;(CES).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/03/meridianos_do_futuro_facebook.png" alt="" width="590" height="216" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Meridianos do Futuro&lt;/em&gt; procura dar a conhecer a importância da delegação de Coimbra da Casa dos Estudantes do Império. A exposição reúne um conjunto de documentos, fotografias e recortes de imprensa provenientes de diversos arquivos como o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, a Associação Tchiweka de Documentação (ATD), o Centro de Documentação 25 de Abril e o Museu Académico da Universidade de Coimbra, entre outros. A exposição apresenta ainda recursos audiovisuais, compostos por filmes, depoimentos e registos áudio, que permitem explorar as dimensões política e cultural da atividade da Casa dos Estudantes do Império, com enfoque especial no caso da delegação de Coimbra.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A exposição integra uma programação associada com projetos na área das artes performativas, da música, do cinema e da literatura, a realizar durante o período de apresentação da exposição ao público até 18 de outubro. Destaca-se a realização de um colóquio académico com a participação de estudiosos sobre as temáticas propostas pela exposição, no dia 1 de junho, no Convento São Francisco, bem como como o programa de mediação dirigido a públicos diversos, nomeadamente ao público escolar, com curadoria da artista e investigadora Raquel&amp;nbsp;Lima.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O programa de inauguração de &lt;em&gt;Meridianos do Futuro – A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra (1945-1965)&lt;/em&gt; inclui uma visita guiada pelos curadores. A exposição é de entrada gratuita e pode ser visitada até ao dia 18 de outubro, de quarta a segunda-feira, das 15h00 às 20h00 (última entrada às&amp;nbsp;19h30).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;A exposição &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Meridianos do Futuro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; busca dar a conhecer a importância da delegação de Coimbra da Casa dos Estudantes do Império, que existiu na cidade entre 1945 e 1965. Dependente financeiramente da sede lisboeta, a Casa de Coimbra tinha especificidades e acolheu um conjunto importante de estudantes oriundos das então colónias, alguns deles com um papel relevante na produção cultural e depois no empenhamento político que conduziu às independências. Procura-se mostrar a atividade cultural e desportiva feita na Casa ou pelos seus associados; a forma como na época se foram definindo identidades africanas; a relação da CEI de Coimbra com outros espaços e estruturas da cidade; a perseguição e a vigilância política a alguns dos seus associados; e a forma singular como a Casa e os seus membros contribuíram para a politização de um meio estudantil em&amp;nbsp;mudança.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/casa-dos-estudantes-do-imperio">Casa dos Estudantes do Império</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;A exposição &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Meridianos do Futuro – A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;(1945-1965)&lt;/em&gt;&lt;span&gt; inaugura no próximo dia 28 março, sábado, pelas 16h00, na Galeria Pedro Olayo (filho) do Convento São Francisco. Com curadoria dos historiadores Helena Wakim Moreno e Miguel Cardina, a exposição é uma coorganização do Município de Coimbra, através do Convento São Francisco, e do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra&amp;nbsp;(CES).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/03/meridianos_do_futuro_facebook.png" alt="" width="590" height="216" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Meridianos do Futuro&lt;/em&gt; procura dar a conhecer a importância da delegação de Coimbra da Casa dos Estudantes do Império. A exposição reúne um conjunto de documentos, fotografias e recortes de imprensa provenientes de diversos arquivos como o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, a Associação Tchiweka de Documentação (ATD), o Centro de Documentação 25 de Abril e o Museu Académico da Universidade de Coimbra, entre outros. A exposição apresenta ainda recursos audiovisuais, compostos por filmes, depoimentos e registos áudio, que permitem explorar as dimensões política e cultural da atividade da Casa dos Estudantes do Império, com enfoque especial no caso da delegação de Coimbra.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A exposição integra uma programação associada com projetos na área das artes performativas, da música, do cinema e da literatura, a realizar durante o período de apresentação da exposição ao público até 18 de outubro. Destaca-se a realização de um colóquio académico com a participação de estudiosos sobre as temáticas propostas pela exposição, no dia 1 de junho, no Convento São Francisco, bem como como o programa de mediação dirigido a públicos diversos, nomeadamente ao público escolar, com curadoria da artista e investigadora Raquel&amp;nbsp;Lima.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O programa de inauguração de &lt;em&gt;Meridianos do Futuro – A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra (1945-1965)&lt;/em&gt; inclui uma visita guiada pelos curadores. A exposição é de entrada gratuita e pode ser visitada até ao dia 18 de outubro, de quarta a segunda-feira, das 15h00 às 20h00 (última entrada às&amp;nbsp;19h30).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;A exposição &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Meridianos do Futuro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; busca dar a conhecer a importância da delegação de Coimbra da Casa dos Estudantes do Império, que existiu na cidade entre 1945 e 1965. Dependente financeiramente da sede lisboeta, a Casa de Coimbra tinha especificidades e acolheu um conjunto importante de estudantes oriundos das então colónias, alguns deles com um papel relevante na produção cultural e depois no empenhamento político que conduziu às independências. Procura-se mostrar a atividade cultural e desportiva feita na Casa ou pelos seus associados; a forma como na época se foram definindo identidades africanas; a relação da CEI de Coimbra com outros espaços e estruturas da cidade; a perseguição e a vigilância política a alguns dos seus associados; e a forma singular como a Casa e os seus membros contribuíram para a politização de um meio estudantil em&amp;nbsp;mudança.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 07:55:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10830 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>COMBATE DE NEGRO E DE CÃES, Teatro Griot</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/combate-de-negro-e-de-caes-teatro-griot</link>
 <description>&lt;p&gt;de Bernard-Marie Koltès I encenação de Zia Soares&lt;br /&gt;produção Teatro GRIOTco-produção Teatro José Lúcio da Silva&lt;br /&gt;Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)&amp;nbsp;&amp;nbsp;27 de março | Dia Mundial do Teatro&lt;br /&gt;Sex às 21h30 Bilhetes&lt;a href="https://www.teatrojlsilva.pt/evento/combate-de-negro-e-de-caes/" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Combate de negro e de cães&lt;/em&gt;&amp;nbsp;é uma tragédia noturna que se instala num território fechado: um enclave de brancos cercado por uma noite que não lhes pertence.&lt;br /&gt;Nas torres de vigia, pressentem-se os guardas negros que vivem uma contradição estrutural: são servos e vigias, proteção e ameaça, interior e exterior ao mesmo tempo. São a fronteira sonora entre os mundos — as chamadas guturais que ecoam na noite mantêm o cerco, mas fazem-no vibrar, abrindo fendas.&lt;br /&gt;A frágil normalidade do enclave é perturbada pela chegada de Alboury, um homem negro que atravessa o cerco para reclamar o corpo do irmão, Nuofia, morto no estaleiro dos brancos em circunstâncias suspeitas. Ele recusa-se a partir sem o corpo.&lt;br /&gt;Entre as buganvílias e o limite da visibilidade, as explicações falham por excesso: palavras que desviam, justificam, omitem. O conflito adensa-se entre estratégias que se acumulam e se anulam.&lt;br /&gt;Não há esperança: o corpo desapareceu e não será devolvido.&lt;br /&gt;Alboury lidera e opera uma revolta que não se anuncia: o trágico é um assédio sonoro, territorial,&amp;nbsp;imparável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/03/cartaz_combate-de-negro_27mar.jpg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;br /&gt;O Teatro GRIOT dá continuidade à sua investigação sobre como o poder se organiza, como a linguagem o sustenta e como a presença do outro o desestabiliza. Com&amp;nbsp;&lt;em&gt;Combate de negro e de cães&lt;/em&gt;, aprofunda a relação com o universo de Bernard-Marie Koltès, iniciada em 2024 com&amp;nbsp;&lt;em&gt;Na solidão dos campos de algodão&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto: Bernard-Marie Koltès&lt;br /&gt;Tradução: Jorge Tomé&lt;br /&gt;Revisão estilística: Thomas Coumans&lt;br /&gt;Encenação: Zia Soares &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Interpretação: António Simão, Matamba Joaquim, São José Correia, Thomas Coumans &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Cenografia e Figurinos: Neusa Trovoada&lt;br /&gt;Música e Design de Som: Xullaji&lt;br /&gt;Design de Luz: Ricardo Campos&lt;br /&gt;Tradução e elocução dos textos em Wolof: Mamadou Ba&lt;br /&gt;Apoio à cenografia: Marco Peixoto&lt;br /&gt;Confeção de figurinos: Fernanda Santos&lt;br /&gt;Assistência: Anca Usurelu, Grazie Pacheco&lt;br /&gt;Produção: Teatro GRIOT&lt;br /&gt;Co-produção: Teatro José Lúcio da Silva&lt;br /&gt;Apoios: Câmara Municipal de Leiria, Centro das Artes do Espectáculo de Sever do Vouga, Batoto Yetu, BANTUMEN, Polo Cultural Gaivotas Boavista, Teatro do Bairro&lt;br /&gt;Projeto financiado por Câmara Municipal de Lisboa, República Portuguesa – Cultura Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes&lt;br /&gt;Agradecimentos: A Barraca Teatro, Associação Passa Sabi, Gi Carvalho, Jorge Gonçalves, Junta de Freguesia da Misericórdia, Luís Gomes, Matheus de Alencar, Rui Pina Coelho&lt;br /&gt;Classificação etária: 16+ | Duração: 120&amp;nbsp;minutos&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/teatro-griot">teatro griot</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;de Bernard-Marie Koltès I encenação de Zia Soares&lt;br /&gt;produção Teatro GRIOTco-produção Teatro José Lúcio da Silva&lt;br /&gt;Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)&amp;nbsp;&amp;nbsp;27 de março | Dia Mundial do Teatro&lt;br /&gt;Sex às 21h30 Bilhetes&lt;a href="https://www.teatrojlsilva.pt/evento/combate-de-negro-e-de-caes/" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Combate de negro e de cães&lt;/em&gt;&amp;nbsp;é uma tragédia noturna que se instala num território fechado: um enclave de brancos cercado por uma noite que não lhes pertence.&lt;br /&gt;Nas torres de vigia, pressentem-se os guardas negros que vivem uma contradição estrutural: são servos e vigias, proteção e ameaça, interior e exterior ao mesmo tempo. São a fronteira sonora entre os mundos — as chamadas guturais que ecoam na noite mantêm o cerco, mas fazem-no vibrar, abrindo fendas.&lt;br /&gt;A frágil normalidade do enclave é perturbada pela chegada de Alboury, um homem negro que atravessa o cerco para reclamar o corpo do irmão, Nuofia, morto no estaleiro dos brancos em circunstâncias suspeitas. Ele recusa-se a partir sem o corpo.&lt;br /&gt;Entre as buganvílias e o limite da visibilidade, as explicações falham por excesso: palavras que desviam, justificam, omitem. O conflito adensa-se entre estratégias que se acumulam e se anulam.&lt;br /&gt;Não há esperança: o corpo desapareceu e não será devolvido.&lt;br /&gt;Alboury lidera e opera uma revolta que não se anuncia: o trágico é um assédio sonoro, territorial,&amp;nbsp;imparável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/03/cartaz_combate-de-negro_27mar.jpg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;br /&gt;O Teatro GRIOT dá continuidade à sua investigação sobre como o poder se organiza, como a linguagem o sustenta e como a presença do outro o desestabiliza. Com&amp;nbsp;&lt;em&gt;Combate de negro e de cães&lt;/em&gt;, aprofunda a relação com o universo de Bernard-Marie Koltès, iniciada em 2024 com&amp;nbsp;&lt;em&gt;Na solidão dos campos de algodão&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto: Bernard-Marie Koltès&lt;br /&gt;Tradução: Jorge Tomé&lt;br /&gt;Revisão estilística: Thomas Coumans&lt;br /&gt;Encenação: Zia Soares &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Interpretação: António Simão, Matamba Joaquim, São José Correia, Thomas Coumans &amp;nbsp;&lt;br /&gt;Cenografia e Figurinos: Neusa Trovoada&lt;br /&gt;Música e Design de Som: Xullaji&lt;br /&gt;Design de Luz: Ricardo Campos&lt;br /&gt;Tradução e elocução dos textos em Wolof: Mamadou Ba&lt;br /&gt;Apoio à cenografia: Marco Peixoto&lt;br /&gt;Confeção de figurinos: Fernanda Santos&lt;br /&gt;Assistência: Anca Usurelu, Grazie Pacheco&lt;br /&gt;Produção: Teatro GRIOT&lt;br /&gt;Co-produção: Teatro José Lúcio da Silva&lt;br /&gt;Apoios: Câmara Municipal de Leiria, Centro das Artes do Espectáculo de Sever do Vouga, Batoto Yetu, BANTUMEN, Polo Cultural Gaivotas Boavista, Teatro do Bairro&lt;br /&gt;Projeto financiado por Câmara Municipal de Lisboa, República Portuguesa – Cultura Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes&lt;br /&gt;Agradecimentos: A Barraca Teatro, Associação Passa Sabi, Gi Carvalho, Jorge Gonçalves, Junta de Freguesia da Misericórdia, Luís Gomes, Matheus de Alencar, Rui Pina Coelho&lt;br /&gt;Classificação etária: 16+ | Duração: 120&amp;nbsp;minutos&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:21:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10829 at https://www.buala.org</guid>
</item>
</channel>
</rss>