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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>FilmLab Moçambique</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/filmlab-mocambique-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJECTOS&amp;nbsp;CINEMATOGRÁFICOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;24 AGOSTO a 5 SETEMBRO I MAPUTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A primeira edição do FilmLab Moçambique arranca no próximo dia 24 de Agosto, em Maputo, para dar força ao desenvolvimento de novos projectos cinematográficos de jovens realizadores dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste (PALOP-TL), com formação intensiva em plano de financiamento, pitch e distribuição.A iniciativa é promovida pela REDE de Cinema e Audiovisual PALOP+TL, em colaboração com o KUGOMA 2026. As actividades terão lugar no Campus da Universidade Pedagógica de Maputo, e no Centro Cultural&amp;nbsp;Franco-Moçambicano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os seleccionados estão os moçambicanos Assane Ramadane João, Mateus Francisco Nhamuche, Melissa Babil Samate Lemos, Américo Júnior e Janado Nazaré Lubrino Cher, e a santomense Jéssica Adelaide Lombá Da Silva e Lima.Segundo Samira Vera-Cruz, Coordenadora de Formação da REDE,, os dois programas terão um plano curricular semelhante, embora adaptado às especificidades de cada contexto cinematográfico. “Há muita coisa em comum” entre os dois países, explica, destacando também a participação de formadores que estarão envolvidos nas duas iniciativas e a presença de participantes de diferentes países dos PALOP e Timor-Leste.&amp;nbsp;A coordenadora destaca ainda que a ligação entre os dois Labs permitirá reforçar a interacção entre profissionais e projectos da região, que teve candidaturas abertas a participantes dos seis países.&amp;nbsp;Em Maputo, a formação será orientada por cinco formadores principais, com experiência no desenvolvimento de projectos cinematográficos nos PALOP. São eles os moçambicanos João Ribeiro e Fábio Ribeiro, as cabo-verdianas Samira Vera-Cruz e Emília Wojciechowska, e Katya Aragão, de São Tomé e Príncipe.Aos orientadores caberá acompanhar os projectos em sessões de grupo e individuais, presenciais, em Maputo, e posteriormente através de sessões individuais à distância, de acordo com as necessidades concretas de cada&amp;nbsp;projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O FilmLab contará igualmente com a participação de convidados, profissionais do cinema de diferentes origens e experiências, que participarão presencialmente e/ou online, abordando temáticas concretas e transversais e, quando necessário, acompanhando projectos específicos após a capacitação.Entre os convidados estão Welket Bungué, da Guiné-Bissau; Natasha Craveiro, de Cabo Verde; Ery Claver, de Angola; P.J. Marcelino, luso-cabo-verdiano-canadiano; Lorna Zitha, de Moçambique; MUTIM – Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento, de Portugal; Mohamed S. Ouma, director executivo da DocA – Documentary Africa; Miki Redelinghuys e Pragna Parsotam-Kok, da África do Sul; Ana Marques, de Portugal; Rodrigo Diaz Diaz, do Brasil; Nina Tedesco, do Brasil e Erin Ranney, dos Estados Unidos.O plano de formação está estruturado em dois eixos principais: Plano de Financiamento e Plano de Distribuição, com dois momentos públicos de interação entre os participantes e o sector - o Pitch e a Hackathon – Campanha de Impacto.O Pitch Training compreende sessões de preparação, formação e partilha de experiências sobre o desenvolvimento de pitches, culminando numa sessão pública de apresentação dos projectos.O Hackathon – Campanha de Impacto prevê uma sessão pública de desenvolvimento de campanhas de impacto, adaptadas às temáticas e características de cada projecto ou filme. A actividade terá igualmente uma edição em Cabo Verde, sob coordenação de Samira&amp;nbsp;Vera-Cruz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_8.jpg" alt="" width="590" height="459" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_day3-9364.jpg" alt="" width="590" height="393" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integram ainda o programa, três sessões temáticas abertas, nas quais todos os interessados podem participar presencialmente (CCFM) ou online (Zoom). Os temas destas sessões, cruzam o cinema com áreas transversais temáticas que orientam, a REDE no seu trabalho: Conservação e Ambiente (31.08), Género e Representação (01.09) e Cinema de Impacto (02.09). As sessões terão lugar no auditório do CCFM entre as 15h00 e as 18h00 (horário de Moçambique)Em Moçambique, o FilmLab integra a programação da REDE de Cinema e Audiovisual PALOP+TL, contribuindo para o desenvolvimento de competências, a circulação de projectos e a criação de novas ligações entre jovens profissionais do espaço PALOP+TL e a indústria cinematográfica internacional.A REDE de Cinema e Audiovisual PALOP + TL é uma iniciativa coordenada pela Associação dos Amigos do Museu do Cinema em Moçambique (AAMCM), associação cultural moçambicana sem fins lucrativos, implementada com parceiros em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, e com apoio financeiro do Camões, I.P., através do Programa PROCERIS – Programa Cultura e Empreendedorismo com Responsabilidade e Inclusão Social.O FilmLab Moçambique é dirigido a jovens realizadores e profissionais do audiovisual dos PALOP e Timor-Leste, com especial enfoque em Moçambique, que estejam a desenvolver uma curta-metragem e pretendam fortalecer a sua visão autoral, preparar os seus projectos para mercados internacionais e consolidar competências nas áreas de escrita, produção, pitch e distribuição.A iniciativa pretende desenvolver talentos emergentes do espaço PALOP+TL, reforçar a qualidade artística e a viabilidade dos projectos, criar pontes entre criadores e a indústria internacional e promover uma prática cinematográfica ética, inclusiva e sustentável, valorizando vozes diversas, com especial atenção a mulheres e pessoas não-binárias.O projecto arrancou com uma chamada de propostas, tendo sido seleccionados seis projectos cinematográficos. Os projectos abordam, preferencialmente, temáticas relacionadas com direitos fundamentais, sustentabilidade ambiental e questões sociais relevantes.&lt;br /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_25.jpg" alt="" width="474" height="339" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_53.jpg" alt="" width="590" height="413" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/filme">filme</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mocambique">Moçambique</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;LABORATÓRIO DE DESENVOLVIMENTO DE PROJECTOS&amp;nbsp;CINEMATOGRÁFICOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;24 AGOSTO a 5 SETEMBRO I MAPUTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A primeira edição do FilmLab Moçambique arranca no próximo dia 24 de Agosto, em Maputo, para dar força ao desenvolvimento de novos projectos cinematográficos de jovens realizadores dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste (PALOP-TL), com formação intensiva em plano de financiamento, pitch e distribuição.A iniciativa é promovida pela REDE de Cinema e Audiovisual PALOP+TL, em colaboração com o KUGOMA 2026. As actividades terão lugar no Campus da Universidade Pedagógica de Maputo, e no Centro Cultural&amp;nbsp;Franco-Moçambicano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os seleccionados estão os moçambicanos Assane Ramadane João, Mateus Francisco Nhamuche, Melissa Babil Samate Lemos, Américo Júnior e Janado Nazaré Lubrino Cher, e a santomense Jéssica Adelaide Lombá Da Silva e Lima.Segundo Samira Vera-Cruz, Coordenadora de Formação da REDE,, os dois programas terão um plano curricular semelhante, embora adaptado às especificidades de cada contexto cinematográfico. “Há muita coisa em comum” entre os dois países, explica, destacando também a participação de formadores que estarão envolvidos nas duas iniciativas e a presença de participantes de diferentes países dos PALOP e Timor-Leste.&amp;nbsp;A coordenadora destaca ainda que a ligação entre os dois Labs permitirá reforçar a interacção entre profissionais e projectos da região, que teve candidaturas abertas a participantes dos seis países.&amp;nbsp;Em Maputo, a formação será orientada por cinco formadores principais, com experiência no desenvolvimento de projectos cinematográficos nos PALOP. São eles os moçambicanos João Ribeiro e Fábio Ribeiro, as cabo-verdianas Samira Vera-Cruz e Emília Wojciechowska, e Katya Aragão, de São Tomé e Príncipe.Aos orientadores caberá acompanhar os projectos em sessões de grupo e individuais, presenciais, em Maputo, e posteriormente através de sessões individuais à distância, de acordo com as necessidades concretas de cada&amp;nbsp;projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O FilmLab contará igualmente com a participação de convidados, profissionais do cinema de diferentes origens e experiências, que participarão presencialmente e/ou online, abordando temáticas concretas e transversais e, quando necessário, acompanhando projectos específicos após a capacitação.Entre os convidados estão Welket Bungué, da Guiné-Bissau; Natasha Craveiro, de Cabo Verde; Ery Claver, de Angola; P.J. Marcelino, luso-cabo-verdiano-canadiano; Lorna Zitha, de Moçambique; MUTIM – Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento, de Portugal; Mohamed S. Ouma, director executivo da DocA – Documentary Africa; Miki Redelinghuys e Pragna Parsotam-Kok, da África do Sul; Ana Marques, de Portugal; Rodrigo Diaz Diaz, do Brasil; Nina Tedesco, do Brasil e Erin Ranney, dos Estados Unidos.O plano de formação está estruturado em dois eixos principais: Plano de Financiamento e Plano de Distribuição, com dois momentos públicos de interação entre os participantes e o sector - o Pitch e a Hackathon – Campanha de Impacto.O Pitch Training compreende sessões de preparação, formação e partilha de experiências sobre o desenvolvimento de pitches, culminando numa sessão pública de apresentação dos projectos.O Hackathon – Campanha de Impacto prevê uma sessão pública de desenvolvimento de campanhas de impacto, adaptadas às temáticas e características de cada projecto ou filme. A actividade terá igualmente uma edição em Cabo Verde, sob coordenação de Samira&amp;nbsp;Vera-Cruz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_8.jpg" alt="" width="590" height="459" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_day3-9364.jpg" alt="" width="590" height="393" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integram ainda o programa, três sessões temáticas abertas, nas quais todos os interessados podem participar presencialmente (CCFM) ou online (Zoom). Os temas destas sessões, cruzam o cinema com áreas transversais temáticas que orientam, a REDE no seu trabalho: Conservação e Ambiente (31.08), Género e Representação (01.09) e Cinema de Impacto (02.09). As sessões terão lugar no auditório do CCFM entre as 15h00 e as 18h00 (horário de Moçambique)Em Moçambique, o FilmLab integra a programação da REDE de Cinema e Audiovisual PALOP+TL, contribuindo para o desenvolvimento de competências, a circulação de projectos e a criação de novas ligações entre jovens profissionais do espaço PALOP+TL e a indústria cinematográfica internacional.A REDE de Cinema e Audiovisual PALOP + TL é uma iniciativa coordenada pela Associação dos Amigos do Museu do Cinema em Moçambique (AAMCM), associação cultural moçambicana sem fins lucrativos, implementada com parceiros em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, e com apoio financeiro do Camões, I.P., através do Programa PROCERIS – Programa Cultura e Empreendedorismo com Responsabilidade e Inclusão Social.O FilmLab Moçambique é dirigido a jovens realizadores e profissionais do audiovisual dos PALOP e Timor-Leste, com especial enfoque em Moçambique, que estejam a desenvolver uma curta-metragem e pretendam fortalecer a sua visão autoral, preparar os seus projectos para mercados internacionais e consolidar competências nas áreas de escrita, produção, pitch e distribuição.A iniciativa pretende desenvolver talentos emergentes do espaço PALOP+TL, reforçar a qualidade artística e a viabilidade dos projectos, criar pontes entre criadores e a indústria internacional e promover uma prática cinematográfica ética, inclusiva e sustentável, valorizando vozes diversas, com especial atenção a mulheres e pessoas não-binárias.O projecto arrancou com uma chamada de propostas, tendo sido seleccionados seis projectos cinematográficos. Os projectos abordam, preferencialmente, temáticas relacionadas com direitos fundamentais, sustentabilidade ambiental e questões sociais relevantes.&lt;br /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_25.jpg" alt="" width="474" height="339" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/filmlab_53.jpg" alt="" width="590" height="413" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 21:05:34 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Intérprete - Please, love me! </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/interprete-please-love-me-0</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;Procuramos um intérprete que se identifique com o género masculino, entre os 20 e os 45 anos, para integrar a nova criação de &lt;a href="https://new.teatrodobairroalto.pt/en/event/please-love-me"&gt;Cléo Diára: PLEASE, LOVE&amp;nbsp;ME!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CONDIÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Contrato de trabalho a termo&amp;nbsp;certo;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Salário bruto total: aprox. &lt;strong&gt;3.400 €&lt;/strong&gt;;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Subsídio de&amp;nbsp;alimentação;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Ajudas de custo nos períodos de trabalho fora da cidade de&amp;nbsp;Lisboa;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;A produção assegura o alojamento, alimentação e deslocações durante os períodos de trabalho fora de&amp;nbsp;Lisboa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CALENDÁRIO PREVISTO&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;1 a 9 de outubro&lt;/strong&gt; — Espaço Alkantara, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 a 22 de outubro&lt;/strong&gt; — AJIDANHA, Idanha-a-Nova&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;2 a 13 de novembro&lt;/strong&gt; — Sala de Ensaios TBA, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;12 a 22 de novembro&lt;/strong&gt; — Teatro Constantino Nery, Matosinhos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Estreia absoluta: 21 de novembro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;24 a 29 de novembro&lt;/strong&gt; — TBA, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Apresentações: 27, 28 e 29 de novembro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;6 a 10 de janeiro de 2027&lt;/strong&gt; — Centro Cultural de Lagos &lt;em&gt;(datas a confirmar)&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CANDIDATURAS&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;As pessoas interessadas deverão enviar o seu CV e/ou portefólio, acompanhado de fotografias recentes e/ou links para trabalhos anteriores (showreel, espetáculos, curtas-metragens ou outros registos relevantes). Através do link: &lt;a href="https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8"&gt;https://forms.gle/EW&amp;nbsp;ct53Db7BbhT5LN8&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Após análise das candidaturas, será realizada uma pré-seleção. Apenas as pessoas selecionadas serão contatadas para a fase seguinte do processo de&amp;nbsp;casting.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Prazo para apresentação de candidaturas:&lt;/strong&gt; 30 de&amp;nbsp;agosto;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Datas Audição:&lt;/strong&gt; 3 a 6 setembro, local a&amp;nbsp;anunciar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicação dos resultados:&lt;/strong&gt; 18&amp;nbsp;setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="foto de Carolina Maia" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/ccarolina_maia_2_1.jpg" alt="foto de Carolina Maia" width="590" height="332" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;foto de Carolina&amp;nbsp;Maia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Candidaturas, condições de contratação, calendário completo e restantes informações no formulário: &lt;a href="https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8"&gt;&lt;strong&gt;https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/audicao">audição</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cleo-diara">cleo diára</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;Procuramos um intérprete que se identifique com o género masculino, entre os 20 e os 45 anos, para integrar a nova criação de &lt;a href="https://new.teatrodobairroalto.pt/en/event/please-love-me"&gt;Cléo Diára: PLEASE, LOVE&amp;nbsp;ME!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CONDIÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Contrato de trabalho a termo&amp;nbsp;certo;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Salário bruto total: aprox. &lt;strong&gt;3.400 €&lt;/strong&gt;;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Subsídio de&amp;nbsp;alimentação;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Ajudas de custo nos períodos de trabalho fora da cidade de&amp;nbsp;Lisboa;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;A produção assegura o alojamento, alimentação e deslocações durante os períodos de trabalho fora de&amp;nbsp;Lisboa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CALENDÁRIO PREVISTO&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;1 a 9 de outubro&lt;/strong&gt; — Espaço Alkantara, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 a 22 de outubro&lt;/strong&gt; — AJIDANHA, Idanha-a-Nova&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;2 a 13 de novembro&lt;/strong&gt; — Sala de Ensaios TBA, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;12 a 22 de novembro&lt;/strong&gt; — Teatro Constantino Nery, Matosinhos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Estreia absoluta: 21 de novembro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;24 a 29 de novembro&lt;/strong&gt; — TBA, Lisboa&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;Apresentações: 27, 28 e 29 de novembro&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;6 a 10 de janeiro de 2027&lt;/strong&gt; — Centro Cultural de Lagos &lt;em&gt;(datas a confirmar)&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CANDIDATURAS&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;As pessoas interessadas deverão enviar o seu CV e/ou portefólio, acompanhado de fotografias recentes e/ou links para trabalhos anteriores (showreel, espetáculos, curtas-metragens ou outros registos relevantes). Através do link: &lt;a href="https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8"&gt;https://forms.gle/EW&amp;nbsp;ct53Db7BbhT5LN8&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Após análise das candidaturas, será realizada uma pré-seleção. Apenas as pessoas selecionadas serão contatadas para a fase seguinte do processo de&amp;nbsp;casting.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Prazo para apresentação de candidaturas:&lt;/strong&gt; 30 de&amp;nbsp;agosto;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Datas Audição:&lt;/strong&gt; 3 a 6 setembro, local a&amp;nbsp;anunciar.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicação dos resultados:&lt;/strong&gt; 18&amp;nbsp;setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="foto de Carolina Maia" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/ccarolina_maia_2_1.jpg" alt="foto de Carolina Maia" width="590" height="332" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;foto de Carolina&amp;nbsp;Maia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Candidaturas, condições de contratação, calendário completo e restantes informações no formulário: &lt;a href="https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8"&gt;&lt;strong&gt;https://forms.gle/EWct53Db7BbhT5LN8&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 19:11:25 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>A Banalidade da Luz</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/a-banalidade-da-luz</link>
 <description>&lt;p&gt;A&lt;em&gt;&amp;nbsp;Fotografia&lt;/em&gt; faz com que o &lt;em&gt;Objecto&lt;/em&gt; se desprenda do ordenamento da matériae se transforme na aura do real. Há uma sublimação incutida pela fotografia ao objecto que o impregna de uma profundeza onírica, própria da luz negra de uma visão subtractiva que reduz o mundo a uma mancha imaculada na superfície imponderável do olhar. Como se fosse uma epiderme fronteiriça transfigurada, ou até apocalíptica. É essa a magnitude da &lt;em&gt;banalidade&lt;/em&gt; da Fotografia. O seu magnetismo&amp;nbsp;inexplicável, e irresistível. O objecto é corroído por uma espécie de irrepetibilidade mesmo sendo repetível, e por uma espécie de impossibilidade mesmo sendo comprovável. Atrai para uma cratera de gravidade em que o voo do testemunhobate asas de fogo atiçado pelo líquido combustível de uma memória abrupta, inventada pelo poder evocativo de um sonho que decerto sucedera algures alguma vez. Essa urgência do real, do reconhecimento imediato do impossível, é o principal traço da &lt;em&gt;Banalidade da Luz&lt;/em&gt;&amp;nbsp;fotográfica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brassalano&amp;nbsp;Graça&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/chinelos.jpg" alt="" width="290" height="438" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dscn1036busyelou.png" alt="" width="291" height="289" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/expo_5.jpg" alt="" width="290" height="387" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/folha_risca_amarela_1.jpg" alt="" width="290" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fotografia">fotografia</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A&lt;em&gt;&amp;nbsp;Fotografia&lt;/em&gt; faz com que o &lt;em&gt;Objecto&lt;/em&gt; se desprenda do ordenamento da matériae se transforme na aura do real. Há uma sublimação incutida pela fotografia ao objecto que o impregna de uma profundeza onírica, própria da luz negra de uma visão subtractiva que reduz o mundo a uma mancha imaculada na superfície imponderável do olhar. Como se fosse uma epiderme fronteiriça transfigurada, ou até apocalíptica. É essa a magnitude da &lt;em&gt;banalidade&lt;/em&gt; da Fotografia. O seu magnetismo&amp;nbsp;inexplicável, e irresistível. O objecto é corroído por uma espécie de irrepetibilidade mesmo sendo repetível, e por uma espécie de impossibilidade mesmo sendo comprovável. Atrai para uma cratera de gravidade em que o voo do testemunhobate asas de fogo atiçado pelo líquido combustível de uma memória abrupta, inventada pelo poder evocativo de um sonho que decerto sucedera algures alguma vez. Essa urgência do real, do reconhecimento imediato do impossível, é o principal traço da &lt;em&gt;Banalidade da Luz&lt;/em&gt;&amp;nbsp;fotográfica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brassalano&amp;nbsp;Graça&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/chinelos.jpg" alt="" width="290" height="438" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dscn1036busyelou.png" alt="" width="291" height="289" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/expo_5.jpg" alt="" width="290" height="387" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/folha_risca_amarela_1.jpg" alt="" width="290" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 00:05:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Pocas Pascoal conquista prémio da Francofonia no Festival de Locarno</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/pocas-pascoal-conquista-premio-da-francofonia-no-festival-de-locarno</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Realizadora angolana recebe o The Open Doors – OIF-Francophonie Award para o desenvolvimento de filme sobre a pioneira do cinema africano Sarah Maldoror&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A realizadora angolana Pocas Pascoal foi distinguida com o The Open Doors – OIF-Francophonie Award, atribuído na noite de 9 de agosto, durante o Festival de Locarno, na Suíça. O prémio, concedido pela Organização Internacional da Francofonia (OIF), destina-se ao desenvolvimento do projeto da longa-metragem Sarah, inspirado na trajetória da cineasta franco-angolana Sarah Maldoror, considerada uma das pioneiras do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O reconhecimento integra a iniciativa Open Doors, um dos programas mais relevantes do Festival de Locarno, dedicado a apoiar cineastas de regiões onde o cinema independente enfrenta maiores desafios e a promover novas vozes da cinematografia mundial. Atualmente, o programa centra-se em realizadores de 42 países africanos, promovendo formação, encontros com a indústria e oportunidades de coprodução&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Durante o festival, Pocas Pascoal também apresentou a curta-metragem Time to Change no Open Doors Short Films Screening, em sessões destinadas a um público formado por cerca de uma centena de diplomatas de diferentes países. A obra propõe uma reflexão sobre os impactos da colonização na relação entre o ser humano e a natureza, estabelecendo uma ligação entre exploração colonial, racismo, destruição ambiental e memória&amp;nbsp;histórica.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Para Pocas Pascoal, o prémio representa muito mais do que um reconhecimento profissional: é um impulso para levar adiante um projeto que pretende recuperar uma das figuras mais importantes e menos conhecidas da história do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Receber o The Open Doors – OIF-Francophonie Award é uma enorme alegria e uma grande honra. Locarno é um festival de enorme prestígio e estar aqui já era um privilégio. Este apoio dá ainda mais força ao projeto Sarah e à possibilidade de contar uma história que merece ser conhecida por novas gerações&amp;#8221;, afirmou a&amp;nbsp;realizadora.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O filme pretende colocar em evidência o legado de Sarah Maldoror, que revolucionou o olhar sobre as lutas de libertação africanas ao dar protagonismo às mulheres que participaram desses&amp;nbsp;movimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Pretendo pôr em evidência Sarah Maldoror, que, no seu cinema, olhou para quem quase nunca era visto, e também essas mulheres de que a História não falou ou que a História colocou na sombra&amp;#8221;, explica Pocas&amp;nbsp;Pascoal.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Fundado em 1946, o Festival de Locarno é considerado um dos mais importantes eventos cinematográficos do mundo, ao lado de Cannes, Veneza e Berlim. Reconhecido por revelar novos talentos e valorizar o cinema de autor, o festival reúne anualmente realizadores, produtores, distribuidores e programadores de dezenas de países, funcionando como uma plataforma estratégica para o desenvolvimento de projetos e para a circulação internacional de obras&amp;nbsp;cinematográficas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A conquista reforça a projeção internacional de Pocas Pascoal, cuja filmografia é marcada por narrativas que questionam as heranças do colonialismo e recuperam memórias silenciadas. Com o apoio conquistado em Locarno, a realizadora dá um passo importante para concretizar Sarah, um filme que resgata não apenas a trajetória de uma pioneira do cinema africano, mas também a história de mulheres que permaneceram invisíveis nas narrativas&amp;nbsp;oficiais.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/whatsapp_image_2026-08-10_at_12.49.22_1.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/whatsapp_image_2026-08-10_at_12.49.22.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange2_1.jpg" alt="" width="590" height="425" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/pocas-pascoal">Pocas Pascoal</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/sarah-maldoror">Sarah Maldoror</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Realizadora angolana recebe o The Open Doors – OIF-Francophonie Award para o desenvolvimento de filme sobre a pioneira do cinema africano Sarah Maldoror&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A realizadora angolana Pocas Pascoal foi distinguida com o The Open Doors – OIF-Francophonie Award, atribuído na noite de 9 de agosto, durante o Festival de Locarno, na Suíça. O prémio, concedido pela Organização Internacional da Francofonia (OIF), destina-se ao desenvolvimento do projeto da longa-metragem Sarah, inspirado na trajetória da cineasta franco-angolana Sarah Maldoror, considerada uma das pioneiras do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O reconhecimento integra a iniciativa Open Doors, um dos programas mais relevantes do Festival de Locarno, dedicado a apoiar cineastas de regiões onde o cinema independente enfrenta maiores desafios e a promover novas vozes da cinematografia mundial. Atualmente, o programa centra-se em realizadores de 42 países africanos, promovendo formação, encontros com a indústria e oportunidades de coprodução&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Durante o festival, Pocas Pascoal também apresentou a curta-metragem Time to Change no Open Doors Short Films Screening, em sessões destinadas a um público formado por cerca de uma centena de diplomatas de diferentes países. A obra propõe uma reflexão sobre os impactos da colonização na relação entre o ser humano e a natureza, estabelecendo uma ligação entre exploração colonial, racismo, destruição ambiental e memória&amp;nbsp;histórica.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Para Pocas Pascoal, o prémio representa muito mais do que um reconhecimento profissional: é um impulso para levar adiante um projeto que pretende recuperar uma das figuras mais importantes e menos conhecidas da história do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Receber o The Open Doors – OIF-Francophonie Award é uma enorme alegria e uma grande honra. Locarno é um festival de enorme prestígio e estar aqui já era um privilégio. Este apoio dá ainda mais força ao projeto Sarah e à possibilidade de contar uma história que merece ser conhecida por novas gerações&amp;#8221;, afirmou a&amp;nbsp;realizadora.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O filme pretende colocar em evidência o legado de Sarah Maldoror, que revolucionou o olhar sobre as lutas de libertação africanas ao dar protagonismo às mulheres que participaram desses&amp;nbsp;movimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Pretendo pôr em evidência Sarah Maldoror, que, no seu cinema, olhou para quem quase nunca era visto, e também essas mulheres de que a História não falou ou que a História colocou na sombra&amp;#8221;, explica Pocas&amp;nbsp;Pascoal.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Fundado em 1946, o Festival de Locarno é considerado um dos mais importantes eventos cinematográficos do mundo, ao lado de Cannes, Veneza e Berlim. Reconhecido por revelar novos talentos e valorizar o cinema de autor, o festival reúne anualmente realizadores, produtores, distribuidores e programadores de dezenas de países, funcionando como uma plataforma estratégica para o desenvolvimento de projetos e para a circulação internacional de obras&amp;nbsp;cinematográficas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A conquista reforça a projeção internacional de Pocas Pascoal, cuja filmografia é marcada por narrativas que questionam as heranças do colonialismo e recuperam memórias silenciadas. Com o apoio conquistado em Locarno, a realizadora dá um passo importante para concretizar Sarah, um filme que resgata não apenas a trajetória de uma pioneira do cinema africano, mas também a história de mulheres que permaneceram invisíveis nas narrativas&amp;nbsp;oficiais.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/whatsapp_image_2026-08-10_at_12.49.22_1.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/whatsapp_image_2026-08-10_at_12.49.22.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange2_1.jpg" alt="" width="590" height="425" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:25:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>A 4ª edição do PARAÍSO regressa para discutir o passado e o futuro na afrodescendência</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/a-4-edicao-do-paraiso-regressa-para-discutir-o-passado-e-o-futuro-na-afrodescendencia</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;Cesária Évora Orchestra com Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e Teófilo Chantre, União Negra das Artes, Kitty Furtado, conversas, dança, cinema, e almoço comunitário são algumas das apostas para este&amp;nbsp;ano&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Nos dias 11 e 12 de setembro, a cidade de Braga volta a receber o PARAÍSO, um programa artístico com enfoque na celebração e discussão das expressões artísticas afrodescendentes e lusófonas. Sob o tema central &lt;em&gt;Passado e Futuro na Afrodescendência&lt;/em&gt;, a edição deste ano propõe uma reflexão coletiva sobre as formas de existir entre a herança recebida e as realidades em construção. Através dos eixos da Performance, do Pensamento e da Mediação, a programação cruza áreas como o cinema, a música, a dança, o debate crítico e a&amp;nbsp;gastronomia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Em setembro, o PARAÍSO volta a habitar os palcos do Theatro Circo e do gnration, estendendo-se novamente à Livraria Centésima Página procurando ampliar a rede de partilha entre criadores, investigadores e o público local. As curadorias especializadas contam com a colaboração da BANTUMEN, de Rosa Cabecinhas pelo projeto CONCILIARE do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, além do olhar de Kitty Furtado no cinema, e com coordenação curatorial de Nuno&amp;nbsp;Abreu.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sexta-feira, dia 11 de setembro, às 18h00, na Livraria Centésima Página, a conversa com a assinatura da BANTUMEN&lt;em&gt; Que formas de existir entre o que herdamos e o que construímos?&lt;/em&gt;, junta David Ferreira (Secção de Estudantes Africanos da Universidade do Minho), Isabel Macedo (CONCILIARE) e Saidatina Khady Dias (Conquista Vontades – Associação dos Imigrantes Senegaleses em Portugal), com moderação de Marisa Rodrigues, para conhecer o trabalho de campo que organizações e pessoas têm feito nesta área na cidade de Braga. Mais tarde, às 21h30, o gnration acolhe a exibição gratuita do filme &lt;em&gt;Si Destinu&lt;/em&gt; (2015), da realizadora Vanessa Fernandes, seguida de uma conversa sobre as variantes do &lt;em&gt;Black Gaze&lt;/em&gt; entre a realizadora e a investigadora Kitty&amp;nbsp;Furtado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;No sábado, dia 12 de setembro, as atividades começam às 11h00 no gnration com a apresentação pública do processo de criação do &lt;em&gt;Manual Antirracista para as Artes e Educação&lt;/em&gt;, dinamizada por Dori Nigro, Melissa Rodrigues e Raquel Lima em representação da União Negra das Artes. Segue-se, às 13h00, um momento de celebração com o almoço comunitário preparado pela Chef cabo-verdiana Ana Teresa Correia, com cachupa rica e cachupa vegetariana e com ambiente musical assegurado pelo DJ angolano&amp;nbsp;Chipula.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;À tarde, a partir das 15h00, o debate regressa ao gnration com a sessão curada pelo CONCILIARE &lt;em&gt;Arte, participação e práticas de contestação da colonialidade: o papel da criação coletiva na construção de futuros alternativos&lt;/em&gt; que reúne os jovens António Zaqueu, Luege D’ Olim e Sarina Azevedo sob a moderação de Luiza Lins, numa partilha das suas vivências pessoais para refletir sobre participação, memória, identidade e pertença no espaço&amp;nbsp;público.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Às 16h30, Eddie Folige orienta um workshop de dança focado nas raízes da kizomba, novamente acompanhado por DJ&amp;nbsp;Chipula.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O encerramento do PARAÍSO acontece às 21h30, no Theatro Circo, com o concerto da Cesária Évora Orchestra, uma sentida homenagem à “Diva dos Pés Descalços” que junta em palco as vozes de Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e o compositor Teófilo&amp;nbsp;Chantre.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Todas as iniciativas são de acesso gratuito (com exceção do concerto de Cesária Évora Orchestra), requerendo o almoço inscrição prévia pelo e-mail&amp;nbsp;&amp;#112;&amp;#97;&amp;#114;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#99;&amp;#105;&amp;#112;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#97;&amp;#122;&amp;#99;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Bilhetes disponíveis no Theatro Circo, locais habituais, e online em &lt;a href="https://www.bol.pt  " title="https://www.bol.pt  "&gt;https://www.bol.pt  &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/02._cartaz_oficial_paraiso_2026.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Programa&amp;nbsp;PARAÍSO&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Passado e Futuro na&amp;nbsp;Afrodescendência&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;11 e 12&amp;nbsp;set&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sexta 11&amp;nbsp;setembro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;18h -&amp;gt; Conversas do&amp;nbsp;Paraíso&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Que formas de existir entre o que herdamos e o que construímos?&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com David Ferreira, Isabel Macedo e Saidatina Khady&amp;nbsp;Dias&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com moderação de Marisa Rodrigues&amp;nbsp;(BANTUMEN)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Livraria Centésima Página&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;21h30 -&amp;gt; Cinema +&amp;nbsp;Conversa&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Si Destinu&lt;/em&gt; (2015) de Vanessa&amp;nbsp;Fernandes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Conversa com Kitty Furtado e Vanessa&amp;nbsp;Fernandes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sábado 12&amp;nbsp;setembro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;11h -&amp;gt;&amp;nbsp;Mediação&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Manual antirracista para as artes e educação: Apresentação do processo&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com Dori Nigro, Melissa Rodrigues e Raquel Lima (União Negra das&amp;nbsp;Artes)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;13h -&amp;gt;&amp;nbsp;Gastronomia&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Almoço Cachupa - Chef Ana Teresa Correia + DJ&amp;nbsp;Chipula&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration (gratuito mediante&amp;nbsp;inscrição)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;15h -&amp;gt; Conversas do Paraíso&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arte, participação e práticas de contestação da colonialidade: o papel da criação coletiva na construção de futuros alternativos &lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;António Zaqueu, Luege D’ Olim, Sarina Azevedo com moderação de Luiza Lins&amp;nbsp;(CONCILIARE)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;16h30 -&amp;gt; Workshop e&amp;nbsp;Música&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Workshop Dança c/ Eddie Folige e DJ Chipula&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;21h30 -&amp;gt;&amp;nbsp;Música&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Cesária Évora&amp;nbsp;Orchestra&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e Teófilo&amp;nbsp;Chantre&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Theatro&amp;nbsp;Circo&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/braga">Braga</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/paraiso">Paraíso</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;Cesária Évora Orchestra com Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e Teófilo Chantre, União Negra das Artes, Kitty Furtado, conversas, dança, cinema, e almoço comunitário são algumas das apostas para este&amp;nbsp;ano&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Nos dias 11 e 12 de setembro, a cidade de Braga volta a receber o PARAÍSO, um programa artístico com enfoque na celebração e discussão das expressões artísticas afrodescendentes e lusófonas. Sob o tema central &lt;em&gt;Passado e Futuro na Afrodescendência&lt;/em&gt;, a edição deste ano propõe uma reflexão coletiva sobre as formas de existir entre a herança recebida e as realidades em construção. Através dos eixos da Performance, do Pensamento e da Mediação, a programação cruza áreas como o cinema, a música, a dança, o debate crítico e a&amp;nbsp;gastronomia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Em setembro, o PARAÍSO volta a habitar os palcos do Theatro Circo e do gnration, estendendo-se novamente à Livraria Centésima Página procurando ampliar a rede de partilha entre criadores, investigadores e o público local. As curadorias especializadas contam com a colaboração da BANTUMEN, de Rosa Cabecinhas pelo projeto CONCILIARE do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, além do olhar de Kitty Furtado no cinema, e com coordenação curatorial de Nuno&amp;nbsp;Abreu.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sexta-feira, dia 11 de setembro, às 18h00, na Livraria Centésima Página, a conversa com a assinatura da BANTUMEN&lt;em&gt; Que formas de existir entre o que herdamos e o que construímos?&lt;/em&gt;, junta David Ferreira (Secção de Estudantes Africanos da Universidade do Minho), Isabel Macedo (CONCILIARE) e Saidatina Khady Dias (Conquista Vontades – Associação dos Imigrantes Senegaleses em Portugal), com moderação de Marisa Rodrigues, para conhecer o trabalho de campo que organizações e pessoas têm feito nesta área na cidade de Braga. Mais tarde, às 21h30, o gnration acolhe a exibição gratuita do filme &lt;em&gt;Si Destinu&lt;/em&gt; (2015), da realizadora Vanessa Fernandes, seguida de uma conversa sobre as variantes do &lt;em&gt;Black Gaze&lt;/em&gt; entre a realizadora e a investigadora Kitty&amp;nbsp;Furtado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;No sábado, dia 12 de setembro, as atividades começam às 11h00 no gnration com a apresentação pública do processo de criação do &lt;em&gt;Manual Antirracista para as Artes e Educação&lt;/em&gt;, dinamizada por Dori Nigro, Melissa Rodrigues e Raquel Lima em representação da União Negra das Artes. Segue-se, às 13h00, um momento de celebração com o almoço comunitário preparado pela Chef cabo-verdiana Ana Teresa Correia, com cachupa rica e cachupa vegetariana e com ambiente musical assegurado pelo DJ angolano&amp;nbsp;Chipula.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;À tarde, a partir das 15h00, o debate regressa ao gnration com a sessão curada pelo CONCILIARE &lt;em&gt;Arte, participação e práticas de contestação da colonialidade: o papel da criação coletiva na construção de futuros alternativos&lt;/em&gt; que reúne os jovens António Zaqueu, Luege D’ Olim e Sarina Azevedo sob a moderação de Luiza Lins, numa partilha das suas vivências pessoais para refletir sobre participação, memória, identidade e pertença no espaço&amp;nbsp;público.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Às 16h30, Eddie Folige orienta um workshop de dança focado nas raízes da kizomba, novamente acompanhado por DJ&amp;nbsp;Chipula.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O encerramento do PARAÍSO acontece às 21h30, no Theatro Circo, com o concerto da Cesária Évora Orchestra, uma sentida homenagem à “Diva dos Pés Descalços” que junta em palco as vozes de Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e o compositor Teófilo&amp;nbsp;Chantre.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Todas as iniciativas são de acesso gratuito (com exceção do concerto de Cesária Évora Orchestra), requerendo o almoço inscrição prévia pelo e-mail&amp;nbsp;&amp;#112;&amp;#97;&amp;#114;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#99;&amp;#105;&amp;#112;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#97;&amp;#122;&amp;#99;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Bilhetes disponíveis no Theatro Circo, locais habituais, e online em &lt;a href="https://www.bol.pt  " title="https://www.bol.pt  "&gt;https://www.bol.pt  &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/02._cartaz_oficial_paraiso_2026.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Programa&amp;nbsp;PARAÍSO&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Passado e Futuro na&amp;nbsp;Afrodescendência&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;11 e 12&amp;nbsp;set&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sexta 11&amp;nbsp;setembro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;18h -&amp;gt; Conversas do&amp;nbsp;Paraíso&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Que formas de existir entre o que herdamos e o que construímos?&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com David Ferreira, Isabel Macedo e Saidatina Khady&amp;nbsp;Dias&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com moderação de Marisa Rodrigues&amp;nbsp;(BANTUMEN)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Livraria Centésima Página&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;21h30 -&amp;gt; Cinema +&amp;nbsp;Conversa&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Si Destinu&lt;/em&gt; (2015) de Vanessa&amp;nbsp;Fernandes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Conversa com Kitty Furtado e Vanessa&amp;nbsp;Fernandes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sábado 12&amp;nbsp;setembro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;11h -&amp;gt;&amp;nbsp;Mediação&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Manual antirracista para as artes e educação: Apresentação do processo&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com Dori Nigro, Melissa Rodrigues e Raquel Lima (União Negra das&amp;nbsp;Artes)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;13h -&amp;gt;&amp;nbsp;Gastronomia&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Almoço Cachupa - Chef Ana Teresa Correia + DJ&amp;nbsp;Chipula&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration (gratuito mediante&amp;nbsp;inscrição)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;15h -&amp;gt; Conversas do Paraíso&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arte, participação e práticas de contestação da colonialidade: o papel da criação coletiva na construção de futuros alternativos &lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;António Zaqueu, Luege D’ Olim, Sarina Azevedo com moderação de Luiza Lins&amp;nbsp;(CONCILIARE)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;16h30 -&amp;gt; Workshop e&amp;nbsp;Música&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Workshop Dança c/ Eddie Folige e DJ Chipula&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;21h30 -&amp;gt;&amp;nbsp;Música&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Cesária Évora&amp;nbsp;Orchestra&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e Teófilo&amp;nbsp;Chantre&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Theatro&amp;nbsp;Circo&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 09:10:51 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Cineasta angolana Pocas Pascoal apresenta "Time to Change" durante o Festival de Locarno</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/cineasta-angolana-pocas-pascoal-apresenta-time-to-change-durante-o-festival-de-locarno</link>
 <description>&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;span&gt;Curta integra a programação &amp;#8220;Open Doors Short Films Screening&amp;#8221;, reafirmando o diálogo entre cinema, diplomacia e justiça&amp;nbsp;climática&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O cinema africano ganha protagonismo num dos mais prestigiados festivais de cinema do mundo. A realizadora angolana Pocas Pascoal apresenta o curta-metragem “Time to Change” durante o “Open Doors Short Films Screening”, dia 7 de agosto, no Festival de Locarno, durante sessão que contará com cerca de 100 diplomatas de diferentes países. A exibição integra uma programação dedicada a obras que promovem reflexão sobre desafios globais contemporâneos, reforçando o papel do cinema como ferramenta de diálogo intercultural e transformação&amp;nbsp;social.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Em sua estreia na Suíça, “Time to Change” propõe uma poderosa reflexão sobre os impactos da colonização na relação entre seres humanos e natureza. A partir de uma linguagem visual poética e contundente, o filme retrata como a exploração da terra e do homem remontam a tempos coloniais, alertando que é urgente mudar o rumo da pegada humana no planeta. A produção mostra como a colonização conduz à devastação, à desolação e à subjugação da fauna, da flora e das populações. A obra amplia o debate sobre memória, exploração dos territórios e justiça ambiental, temas que atravessam fronteiras e dialogam diretamente com a agenda&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O convite para integrar a sessão “Open Doors” marca mais um capítulo da relação de Pocas Pascoal com o Festival de Locarno. Em 2014, o seu primeiro longa-metragem de ficção, Alda e Maria, participou do programa e conquistou sete prémios internacionais, consolidando a realizadora como uma das vozes mais relevantes do cinema lusófono contemporâneo. Agora, a angolana regressa ao Festival com uma obra que reafirma o seu compromisso artístico com narrativas de forte dimensão política, histórica e&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A presença de “Time to Change” no Festival de Locarno reforça o reconhecimento internacional da obra de Pocas Pascoal e evidencia a crescente visibilidade do cinema africano em espaços de influência cultural e diplomática. Ao reunir representantes de dezenas de países em torno da exibição da curta, a sessão demonstra como a linguagem cinematográfica pode estimular conversas urgentes sobre colonialismo, sustentabilidade, memória e futuro&amp;nbsp;comum.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange.jpg" alt="" width="590" height="428" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange2.jpg" alt="" width="590" height="425" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="imagecache-half" style="width: 290px"&gt;&lt;img  title="Pocas Pascoal " src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/pocas-pascoal-980x1372.jpg" alt="Pocas Pascoal " width="290" height="406" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Pocas Pascoal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Nascida em Luanda, Pocas Pascoal tornou-se a primeira mulher operadora de câmara de Angola antes de se mudar para França, onde se formou em montagem e trabalhou durante quinze anos como editora. A sua filmografia reúne documentários, ficções e instalações audiovisuais apresentadas em importantes bienais e festivais internacionais. Em 2021, o documentário “Blow” recebeu o Prémio Árvore da Vida para Melhor Filme no IndieLisboa. Em 2024, integrou o projeto GREENHOUSE, que representou Portugal na 60.ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza. Paralelamente à circulação internacional de “Time to Change”, a realizadora desenvolve atualmente o longa-metragem “Sarah Maldoror”, dedicado à cineasta franco-angolana considerada uma das pioneiras do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/pocas-pascoal">Pocas Pascoal</category>
 <content:encoded>&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;span&gt;Curta integra a programação &amp;#8220;Open Doors Short Films Screening&amp;#8221;, reafirmando o diálogo entre cinema, diplomacia e justiça&amp;nbsp;climática&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O cinema africano ganha protagonismo num dos mais prestigiados festivais de cinema do mundo. A realizadora angolana Pocas Pascoal apresenta o curta-metragem “Time to Change” durante o “Open Doors Short Films Screening”, dia 7 de agosto, no Festival de Locarno, durante sessão que contará com cerca de 100 diplomatas de diferentes países. A exibição integra uma programação dedicada a obras que promovem reflexão sobre desafios globais contemporâneos, reforçando o papel do cinema como ferramenta de diálogo intercultural e transformação&amp;nbsp;social.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Em sua estreia na Suíça, “Time to Change” propõe uma poderosa reflexão sobre os impactos da colonização na relação entre seres humanos e natureza. A partir de uma linguagem visual poética e contundente, o filme retrata como a exploração da terra e do homem remontam a tempos coloniais, alertando que é urgente mudar o rumo da pegada humana no planeta. A produção mostra como a colonização conduz à devastação, à desolação e à subjugação da fauna, da flora e das populações. A obra amplia o debate sobre memória, exploração dos territórios e justiça ambiental, temas que atravessam fronteiras e dialogam diretamente com a agenda&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O convite para integrar a sessão “Open Doors” marca mais um capítulo da relação de Pocas Pascoal com o Festival de Locarno. Em 2014, o seu primeiro longa-metragem de ficção, Alda e Maria, participou do programa e conquistou sete prémios internacionais, consolidando a realizadora como uma das vozes mais relevantes do cinema lusófono contemporâneo. Agora, a angolana regressa ao Festival com uma obra que reafirma o seu compromisso artístico com narrativas de forte dimensão política, histórica e&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A presença de “Time to Change” no Festival de Locarno reforça o reconhecimento internacional da obra de Pocas Pascoal e evidencia a crescente visibilidade do cinema africano em espaços de influência cultural e diplomática. Ao reunir representantes de dezenas de países em torno da exibição da curta, a sessão demonstra como a linguagem cinematográfica pode estimular conversas urgentes sobre colonialismo, sustentabilidade, memória e futuro&amp;nbsp;comum.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange.jpg" alt="" width="590" height="428" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange2.jpg" alt="" width="590" height="425" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="imagecache-half" style="width: 290px"&gt;&lt;img  title="Pocas Pascoal " src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/pocas-pascoal-980x1372.jpg" alt="Pocas Pascoal " width="290" height="406" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Pocas Pascoal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Nascida em Luanda, Pocas Pascoal tornou-se a primeira mulher operadora de câmara de Angola antes de se mudar para França, onde se formou em montagem e trabalhou durante quinze anos como editora. A sua filmografia reúne documentários, ficções e instalações audiovisuais apresentadas em importantes bienais e festivais internacionais. Em 2021, o documentário “Blow” recebeu o Prémio Árvore da Vida para Melhor Filme no IndieLisboa. Em 2024, integrou o projeto GREENHOUSE, que representou Portugal na 60.ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza. Paralelamente à circulação internacional de “Time to Change”, a realizadora desenvolve atualmente o longa-metragem “Sarah Maldoror”, dedicado à cineasta franco-angolana considerada uma das pioneiras do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:16:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>“Era uma vez, numa meia-noite sombria…”: O cinema clandestino de Pere Portabella no final do Franquismo</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/era-uma-vez-numa-meia-noite-sombria-o-cinema-clandestino-de-pere-portabella-no-final-do-fran</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;O ciclo The Ongoing Seminar, organizado pelo Doc’s Kingdom em Lisboa ao longo do ano, recebe Pablo La Parra Pérez (Filmoteca de Catalunya) por ocasião do centenário do cineasta catalão Pere Portabella, nos dias 3 e 4 de Setembro, na Faculdade de Belas Artes de&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do franquismo &lt;strong&gt;Pere&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Portabella&lt;/strong&gt; alternou entre o cinema underground e a participação ativa na oposição antifranquista e deixou para trás um conjunto de filmes que desafiam a categorização: nos quais a crítica feroz ao regime coexiste com uma requintada experimentação formal em torno das possibilidades expressivas e políticas do cinema.&lt;br /&gt;O diretor da Filmoteca da Catalunha,&lt;strong&gt; Pablo La Parra Pérez,&lt;/strong&gt; irá falar da obra clandestina de Portabella, apresentando dois filmes (&lt;em&gt;El sopar&lt;/em&gt; [versão de 1974] (1974, 60’) e &lt;em&gt;Umbracle&lt;/em&gt; (1972, 85’)) e vários materiais de arquivo do espólio do realizador recentemente depositados na Filmoteca da Catalunha.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Este programa insere-se no programa internacional do centenário de Pere Portabella, &lt;a href="https://www.accionportabella.es/en/" target="_blank"&gt;Acció Portabella.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Mais informações sobre os dois dias de sessões em anexo e &lt;a href="https://docskingdom.org/noticias/the-ongoing-seminar-04/" target="_blank"&gt;no website&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dk26_pere_portabella_final_fbaul.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema">cinema</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;O ciclo The Ongoing Seminar, organizado pelo Doc’s Kingdom em Lisboa ao longo do ano, recebe Pablo La Parra Pérez (Filmoteca de Catalunya) por ocasião do centenário do cineasta catalão Pere Portabella, nos dias 3 e 4 de Setembro, na Faculdade de Belas Artes de&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do franquismo &lt;strong&gt;Pere&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Portabella&lt;/strong&gt; alternou entre o cinema underground e a participação ativa na oposição antifranquista e deixou para trás um conjunto de filmes que desafiam a categorização: nos quais a crítica feroz ao regime coexiste com uma requintada experimentação formal em torno das possibilidades expressivas e políticas do cinema.&lt;br /&gt;O diretor da Filmoteca da Catalunha,&lt;strong&gt; Pablo La Parra Pérez,&lt;/strong&gt; irá falar da obra clandestina de Portabella, apresentando dois filmes (&lt;em&gt;El sopar&lt;/em&gt; [versão de 1974] (1974, 60’) e &lt;em&gt;Umbracle&lt;/em&gt; (1972, 85’)) e vários materiais de arquivo do espólio do realizador recentemente depositados na Filmoteca da Catalunha.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Este programa insere-se no programa internacional do centenário de Pere Portabella, &lt;a href="https://www.accionportabella.es/en/" target="_blank"&gt;Acció Portabella.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Mais informações sobre os dois dias de sessões em anexo e &lt;a href="https://docskingdom.org/noticias/the-ongoing-seminar-04/" target="_blank"&gt;no website&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dk26_pere_portabella_final_fbaul.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:58:10 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Fred Moten na Dentu Zona, </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/fred-moten-na-dentu-zona</link>
 <description>&lt;p&gt;É com enorme alegria que, no dia 2 de agosto, às 13h, recebemos Fred Moten na Dentu Zona, na Cova da Moura, para uma conversa com p.feijó em torno da sua obra e, em particular, d’OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, livro recentemente publicado pela Maio Maio e pelas Edições da Snob. &lt;br /&gt;O trabalho de Fred Moten circula entre a poesia, o estudo da Tradição Radical Negra, a história da música e a Teoria Crítica. Escreveu uma vasta obra de poesia e Teoria Crítica e, com Stefano Harney, OS SUBCOMUNS e TUDO INCOMPLETO.&lt;br /&gt;p.feijó é a editora convidada d’OS SUBCOMUNS, tendo contribuído com um texto introdutório e participado em todo o processo de edição deste livro. É também escritora, investigadora e&amp;nbsp;militante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/749629579_1338966058363366_2858899722898993265_n.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fred-moten">Fred Moten</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/subcomuns">subcomuns</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;É com enorme alegria que, no dia 2 de agosto, às 13h, recebemos Fred Moten na Dentu Zona, na Cova da Moura, para uma conversa com p.feijó em torno da sua obra e, em particular, d’OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, livro recentemente publicado pela Maio Maio e pelas Edições da Snob. &lt;br /&gt;O trabalho de Fred Moten circula entre a poesia, o estudo da Tradição Radical Negra, a história da música e a Teoria Crítica. Escreveu uma vasta obra de poesia e Teoria Crítica e, com Stefano Harney, OS SUBCOMUNS e TUDO INCOMPLETO.&lt;br /&gt;p.feijó é a editora convidada d’OS SUBCOMUNS, tendo contribuído com um texto introdutório e participado em todo o processo de edição deste livro. É também escritora, investigadora e&amp;nbsp;militante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/749629579_1338966058363366_2858899722898993265_n.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:52:44 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11064 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Cortejo, a primeira exposição individual de Anthony Mazza </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/cortejo-a-primeira-exposicao-individual-de-anthony-mazza</link>
 <description>&lt;p&gt;A Kolibri Gallery tem o prazer de apresentar &lt;em&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/cortejo/" target="_blank"&gt;Cortejo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a primeira exposição individual de &lt;a href="https://kolibri.gallery/artist/anthony-mazza/" target="_blank"&gt;Anthony Mazza&lt;/a&gt; na Europa. Com abertura na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, às 18h00, a exposição reúne dez pinturas de pequeno formato, realizadas em óleo sobre linho e em óleo e cera de abelha sobre tela. &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; ficará patente na Kolibri Gallery, em Lisboa, até 28 de agosto de&amp;nbsp;2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt;, Mazza trata a pintura como um campo temporal em camadas. As obras não pretendem apresentar a paisagem como descrição direta ou cenário fixo. Em vez disso, constroem imagens nas quais o lugar surge através de vestígios, intervalos e recordações parciais. Horizontes, água, campos escuros, fragmentos arquitetónicos e formas suspensas são mantidos em composições reduzidas, permitindo que cada pintura permaneça entre o aparecimento e a&amp;nbsp;dissolução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; refere-se a uma procissão silenciosa. Ao longo da exposição, as pinturas parecem mover-se em relação umas às outras, transportando ecos entre imagem, superfície e memória. A sua pequena escala concentra esse movimento. As obras pedem uma atenção próxima a subtis variações de tom, densidade material e suspensão espacial, em vez de se expandirem em vistas&amp;nbsp;panorâmicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso de óleo, linho, tela e cera de abelha por Mazza reforça esta condição de instabilidade. Em várias obras, a cera confere à superfície uma profundidade tátil e contida, enquanto a trama visível do linho mantém a imagem materialmente aberta. A paisagem torna-se menos um tema do que um lugar de passagem: um espaço onde luz, matéria e recordação permanecem por&amp;nbsp;resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentada em Lisboa, &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; marca um momento importante na trajetória do artista como a sua primeira exposição individual na Europa. A exposição posiciona a prática pictórica recente de Mazza através de um corpo compacto de obras íntimas na escala, mas conceptualmente precisas, reunindo questões de lugar, memória, superfície e suspensão&amp;nbsp;temporal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evento de Abertura&lt;br /&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/opening-reception-cortejo/" target="_blank"&gt;Receção de abertura&lt;/a&gt;: quarta-feira, 5 de agosto de 2026, 18h00&lt;br /&gt;Kolibri Gallery: Rua Passos Manuel 64A, 1150-260 Lisboa,&amp;nbsp;Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Datas da Exposição&lt;br /&gt;5-28 de agosto de&amp;nbsp;2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obras&lt;br /&gt;Dez pinturas de pequeno formato&lt;br /&gt;Óleo sobre linho; óleo e cera de abelha sobre&amp;nbsp;tela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/lume-ii-mazza.jpg" alt="" width="590" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/anthony-mazza">Anthony Mazza</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A Kolibri Gallery tem o prazer de apresentar &lt;em&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/cortejo/" target="_blank"&gt;Cortejo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a primeira exposição individual de &lt;a href="https://kolibri.gallery/artist/anthony-mazza/" target="_blank"&gt;Anthony Mazza&lt;/a&gt; na Europa. Com abertura na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, às 18h00, a exposição reúne dez pinturas de pequeno formato, realizadas em óleo sobre linho e em óleo e cera de abelha sobre tela. &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; ficará patente na Kolibri Gallery, em Lisboa, até 28 de agosto de&amp;nbsp;2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt;, Mazza trata a pintura como um campo temporal em camadas. As obras não pretendem apresentar a paisagem como descrição direta ou cenário fixo. Em vez disso, constroem imagens nas quais o lugar surge através de vestígios, intervalos e recordações parciais. Horizontes, água, campos escuros, fragmentos arquitetónicos e formas suspensas são mantidos em composições reduzidas, permitindo que cada pintura permaneça entre o aparecimento e a&amp;nbsp;dissolução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; refere-se a uma procissão silenciosa. Ao longo da exposição, as pinturas parecem mover-se em relação umas às outras, transportando ecos entre imagem, superfície e memória. A sua pequena escala concentra esse movimento. As obras pedem uma atenção próxima a subtis variações de tom, densidade material e suspensão espacial, em vez de se expandirem em vistas&amp;nbsp;panorâmicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso de óleo, linho, tela e cera de abelha por Mazza reforça esta condição de instabilidade. Em várias obras, a cera confere à superfície uma profundidade tátil e contida, enquanto a trama visível do linho mantém a imagem materialmente aberta. A paisagem torna-se menos um tema do que um lugar de passagem: um espaço onde luz, matéria e recordação permanecem por&amp;nbsp;resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentada em Lisboa, &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; marca um momento importante na trajetória do artista como a sua primeira exposição individual na Europa. A exposição posiciona a prática pictórica recente de Mazza através de um corpo compacto de obras íntimas na escala, mas conceptualmente precisas, reunindo questões de lugar, memória, superfície e suspensão&amp;nbsp;temporal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evento de Abertura&lt;br /&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/opening-reception-cortejo/" target="_blank"&gt;Receção de abertura&lt;/a&gt;: quarta-feira, 5 de agosto de 2026, 18h00&lt;br /&gt;Kolibri Gallery: Rua Passos Manuel 64A, 1150-260 Lisboa,&amp;nbsp;Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Datas da Exposição&lt;br /&gt;5-28 de agosto de&amp;nbsp;2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obras&lt;br /&gt;Dez pinturas de pequeno formato&lt;br /&gt;Óleo sobre linho; óleo e cera de abelha sobre&amp;nbsp;tela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/lume-ii-mazza.jpg" alt="" width="590" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:53:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>vítimas na Europa do tráfico transatlântico</title>
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 <description>&lt;p&gt;Resultados recentes da investigação sobre as primeiras vítimas conhecidas na Europa do tráfico transatlântico de escravizados (Valle da Gafaria)&lt;br /&gt;Sábado, 25 de julho, às 17h (MUNHAC)&lt;br /&gt;No Valle da Gafaria, em Lagos, Portugal, os arqueólogos descobriram os restos mortais de 158 africanos escravizados. Este continua a ser o mais antigo e o maior sítio de enterramento associado ao tráfico atlântico de escravos na Europa.&lt;br /&gt;Ao sintetizar as evidências resultantes de múltiplas análises isotópicas, esta apresentação explora a origem destas pessoas, reconstrói as suas histórias de vida e revela novos conhecimentos sobre mobilidade, deslocação e experiências humanas durante as primeiras fases do tráfico transatlântico de escravos.&lt;br /&gt;Com: Dra. Vicky M. Oelze (Professora Associada no Departamento de Antropologia da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, EUA)&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Sessão em Inglês. PowerPoint em português.&lt;br /&gt;Participação livre, limitada à lotação da sala.&lt;br /&gt;Museu Nacional de História Natural e da Ciência&amp;nbsp;(MUHNAC).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-23_at_11.34.48.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/escravatura">escravatura</category>
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&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-23_at_11.34.48.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:09:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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