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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>Apresentação do livro "Temptations in Ruin: Sovereign Accumulation and the Making of Post-Genocide Turkey"</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/apresentacao-do-livro-temptations-in-ruin-sovereign-accumulation-and-the-making-of-post-geno</link>
 <description>&lt;p&gt;Seminários e WorkshopsTer . 23 Jun . 16h00 Sala 2 - ICS-ULisboa Alice von Bieberstein (Humboldt Universität, Berlin)Organização:&amp;nbsp;Irene Peano&amp;nbsp;(ICS-ULisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;No próximo dia 23 de Junho, pelas 16h00, terá lugar no ICS-ULisboa (sala 2) a apresentação do livro &lt;em&gt;Temptations in Ruin: Sovereign Accumulation and the Making of Post-Genocide Turkey&lt;/em&gt; (University of Pennsylvania Press, 2025) na presença da autora, Alice von Bieberstein (Professora Auxiliar de Antropologia Social, Humboldt Universität,&amp;nbsp;Berlim).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;O livro explora o modo como o genocídio e a espoliação dos arménios, que começaram em 1915, moldaram regimes de propriedade, cidadania e lógicas económicas que continuam a ter repercussões até hoje. O evento é organizado por Irene Peano (ICS-ULisboa) em colaboração com o Grupo de Investigação Impérios e o Urban Transitions&amp;nbsp;Hub.&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/alice.jpg" alt="" width="590" height="834" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/post-genocide">Post-Genocide</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Seminários e WorkshopsTer . 23 Jun . 16h00 Sala 2 - ICS-ULisboa Alice von Bieberstein (Humboldt Universität, Berlin)Organização:&amp;nbsp;Irene Peano&amp;nbsp;(ICS-ULisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;No próximo dia 23 de Junho, pelas 16h00, terá lugar no ICS-ULisboa (sala 2) a apresentação do livro &lt;em&gt;Temptations in Ruin: Sovereign Accumulation and the Making of Post-Genocide Turkey&lt;/em&gt; (University of Pennsylvania Press, 2025) na presença da autora, Alice von Bieberstein (Professora Auxiliar de Antropologia Social, Humboldt Universität,&amp;nbsp;Berlim).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;O livro explora o modo como o genocídio e a espoliação dos arménios, que começaram em 1915, moldaram regimes de propriedade, cidadania e lógicas económicas que continuam a ter repercussões até hoje. O evento é organizado por Irene Peano (ICS-ULisboa) em colaboração com o Grupo de Investigação Impérios e o Urban Transitions&amp;nbsp;Hub.&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/alice.jpg" alt="" width="590" height="834" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="rtejustify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 20:03:53 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11011 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>50 anos depois: revisitar a Mostra Internacional de Cinema de Intervenção (Estoril, 1976)</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/50-anos-depois-revisitar-a-mostra-internacional-de-cinema-de-intervencao-estoril-1976</link>
 <description>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Três dias de cinema, conversas e mesas-redondas em Lisboa, convidam a reflectir sobre os potenciais políticos e emancipatórios das práticas&amp;nbsp;cinematográficas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;De 24 a 26 de junho de 2026, o Doc’s Kingdom organiza um programa de encontros e sessões de cinema na Casa do Comum (Bairro Alto) e n’A Voz do Operário (Graça), com o apoio do IFILNOVA, e em colaboração com um grupo internacional de&amp;nbsp;investigadores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Em maio de 1976, no Centro de Congressos do Estoril, realizou-se a Mostra Internacional de Cinema de Intervenção: um festival de nove dias inteiramente dedicado ao cinema militante e ativista. Reunindo mais de 150 filmes politicamente comprometidos provenientes do Sul e do Norte globais, o evento articulou, através do ecrã, lutas anticoloniais, anti-imperialistas, antifascistas e anticapitalistas. Organizado pelo Centro de Intervenção Cultural, no rescaldo imediato da Revolução dos Cravos, contou com a presença de realizadores e coletivos cinematográficos internacionais. Foi o primeiro evento do género desta envergadura a ser realizado na Europa, após iniciativas semelhantes em Montréal ou Argel, por exemplo. Apesar da sua importância histórica, o evento permanece praticamente ausente da historiografia cinematográfica, tanto a nível nacional como&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Cinquenta anos depois, o Doc’s Kingdom – Seminário Internacional de Cinema Documental (organizado pela Apordoc – Associação pelo Documentário) apresenta um programa de filmes e de conversas que revisitam a Mostra, confrontando-a ao presente. O programa não pretende celebrar uma data, mas reabrir questões que a Mostra colocou: o que pode o cinema militante hoje? Que formas são capazes de produzir pensamento e movimento, em vez de confirmação e paralisia? Como se constroem solidariedades cinematográficas entre geografias diferentes, num tempo em que a linguagem da crítica política está sob&amp;nbsp;pressão?&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/mostra.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema-de-intervencao">cinema de intervenção</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/doc-s-kingdom">Doc’s Kingdom</category>
 <content:encoded>&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;Três dias de cinema, conversas e mesas-redondas em Lisboa, convidam a reflectir sobre os potenciais políticos e emancipatórios das práticas&amp;nbsp;cinematográficas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;De 24 a 26 de junho de 2026, o Doc’s Kingdom organiza um programa de encontros e sessões de cinema na Casa do Comum (Bairro Alto) e n’A Voz do Operário (Graça), com o apoio do IFILNOVA, e em colaboração com um grupo internacional de&amp;nbsp;investigadores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Em maio de 1976, no Centro de Congressos do Estoril, realizou-se a Mostra Internacional de Cinema de Intervenção: um festival de nove dias inteiramente dedicado ao cinema militante e ativista. Reunindo mais de 150 filmes politicamente comprometidos provenientes do Sul e do Norte globais, o evento articulou, através do ecrã, lutas anticoloniais, anti-imperialistas, antifascistas e anticapitalistas. Organizado pelo Centro de Intervenção Cultural, no rescaldo imediato da Revolução dos Cravos, contou com a presença de realizadores e coletivos cinematográficos internacionais. Foi o primeiro evento do género desta envergadura a ser realizado na Europa, após iniciativas semelhantes em Montréal ou Argel, por exemplo. Apesar da sua importância histórica, o evento permanece praticamente ausente da historiografia cinematográfica, tanto a nível nacional como&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Cinquenta anos depois, o Doc’s Kingdom – Seminário Internacional de Cinema Documental (organizado pela Apordoc – Associação pelo Documentário) apresenta um programa de filmes e de conversas que revisitam a Mostra, confrontando-a ao presente. O programa não pretende celebrar uma data, mas reabrir questões que a Mostra colocou: o que pode o cinema militante hoje? Que formas são capazes de produzir pensamento e movimento, em vez de confirmação e paralisia? Como se constroem solidariedades cinematográficas entre geografias diferentes, num tempo em que a linguagem da crítica política está sob&amp;nbsp;pressão?&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/mostra.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:20:38 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Warped Tapes, Brassalano Graça</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/warped-tapes-brassalano-graca</link>
 <description>&lt;p&gt;No fundo, é uma questão de perceber o&amp;nbsp;Movimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perpétuo das palavras. Da Máquina extrema da&amp;nbsp;Linguagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um movimento contra a inércia das&amp;nbsp;Certezas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento da boca sobre a concentração do&amp;nbsp;rosto&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;no sismo de um&amp;nbsp;sorriso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um sorriso nunca é só um&amp;nbsp;sorriso,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é também uma Oscilação circunstancial de qualquer&amp;nbsp;dor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento tectónico das mãos sobre o corpo que&amp;nbsp;ama,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e que desliza para a fronteira do&amp;nbsp;Pecado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há um Deus que abocanhe esse movimento da&amp;nbsp;dor,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;não há felicidade que suplante o vigor da ferida que arde no&amp;nbsp;peito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faz-se o Movimento do fumo rumo ao sítio de concentração da&amp;nbsp;Beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa saturação da nossa fragilidade, da nossa&amp;nbsp;impotência&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perante o limite dos&amp;nbsp;sentidos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perante o tremor da&amp;nbsp;Imaginação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Solo negro,&amp;nbsp;pois,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;onde tudo se esvai entre os dedos&amp;nbsp;trémulos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de uma força acabada de&amp;nbsp;nascer,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;nascitura das Trevas de um&amp;nbsp;sonho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Poesia vem das trevas, tal como a Fotografia&amp;nbsp;–&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;vêm, saem, das Trevas de uma&amp;nbsp;Visão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Arte é isso, uma Visão, uma usurpação da&amp;nbsp;Realidade&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pelos Olhos alagados pelo&amp;nbsp;coração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É essa a Terminologia da Humanidade&amp;nbsp;dilacerada&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pela&amp;nbsp;lucidez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta Trilogia - Poesia, Fotografia, Música - é o término das&amp;nbsp;pedras,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o início dos&amp;nbsp;ventos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meio do&amp;nbsp;Sol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A claridade do&amp;nbsp;Desejo,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;sujo como todas as raízes arrancadas da&amp;nbsp;terra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui inventou-se o terror do&amp;nbsp;Amor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brassalano&amp;nbsp;Graça&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/warped_tapes.png" alt="" width="590" height="885" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/brassalano-graca">Brassalano Graça</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;No fundo, é uma questão de perceber o&amp;nbsp;Movimento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perpétuo das palavras. Da Máquina extrema da&amp;nbsp;Linguagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um movimento contra a inércia das&amp;nbsp;Certezas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento da boca sobre a concentração do&amp;nbsp;rosto&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;no sismo de um&amp;nbsp;sorriso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um sorriso nunca é só um&amp;nbsp;sorriso,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é também uma Oscilação circunstancial de qualquer&amp;nbsp;dor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O movimento tectónico das mãos sobre o corpo que&amp;nbsp;ama,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;e que desliza para a fronteira do&amp;nbsp;Pecado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há um Deus que abocanhe esse movimento da&amp;nbsp;dor,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;não há felicidade que suplante o vigor da ferida que arde no&amp;nbsp;peito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Faz-se o Movimento do fumo rumo ao sítio de concentração da&amp;nbsp;Beleza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa saturação da nossa fragilidade, da nossa&amp;nbsp;impotência&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perante o limite dos&amp;nbsp;sentidos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;perante o tremor da&amp;nbsp;Imaginação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Solo negro,&amp;nbsp;pois,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;onde tudo se esvai entre os dedos&amp;nbsp;trémulos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;de uma força acabada de&amp;nbsp;nascer,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;nascitura das Trevas de um&amp;nbsp;sonho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Poesia vem das trevas, tal como a Fotografia&amp;nbsp;–&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;vêm, saem, das Trevas de uma&amp;nbsp;Visão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Arte é isso, uma Visão, uma usurpação da&amp;nbsp;Realidade&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pelos Olhos alagados pelo&amp;nbsp;coração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É essa a Terminologia da Humanidade&amp;nbsp;dilacerada&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pela&amp;nbsp;lucidez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta Trilogia - Poesia, Fotografia, Música - é o término das&amp;nbsp;pedras,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;o início dos&amp;nbsp;ventos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meio do&amp;nbsp;Sol.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A claridade do&amp;nbsp;Desejo,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;sujo como todas as raízes arrancadas da&amp;nbsp;terra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aqui inventou-se o terror do&amp;nbsp;Amor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brassalano&amp;nbsp;Graça&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/warped_tapes.png" alt="" width="590" height="885" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:04:18 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Lisboa à venda: alienação de património público e crise habitacional</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lisboa-a-venda-alienacao-de-patrimonio-publico-e-crise-habitacional</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sexta-feira, 19 de Junho, às&amp;nbsp;18h&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversa com&lt;strong&gt; Luís Mendes e Ana Jara&lt;/strong&gt;, com moderação por Eugénia&amp;nbsp;Pires.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Livraria Tigre de&amp;nbsp;Papel&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;A crise da habitação é hoje um fator decisivo das desigualdades que afetam o país. Em Lisboa, o caso da alienação de ativos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa prolonga uma estratégia que abdica de reforçar o stock habitacional público e a custos controlados — sem sequer favorecer a sustentabilidade da histórica missão de proteção social da instituição. Nesta sessão, conversamos com o geógrafo Luís Mendes e a arquiteta Ana Jara sobre o artigo que ambos assinam no número de Maio da edição portuguesa do Le Monde diplomatique ‘Lisboa à venda: alienação de património público e crise habitacional’. A moderação ficará a cargo de Eugénia Pires, do Conselho Editorial do Le Monde diplomatique – edição&amp;nbsp;portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/whatsapp_image_2026-06-19_at_11.58.26.jpeg" alt="" width="590" height="310" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rua de Arroios, n.º 25&amp;nbsp;(Lisboa)&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/habitacao">habitação</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/le-monde-diplomatique">Le Monde diplomatique</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/lisboa">lisboa</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sexta-feira, 19 de Junho, às&amp;nbsp;18h&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conversa com&lt;strong&gt; Luís Mendes e Ana Jara&lt;/strong&gt;, com moderação por Eugénia&amp;nbsp;Pires.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Livraria Tigre de&amp;nbsp;Papel&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;A crise da habitação é hoje um fator decisivo das desigualdades que afetam o país. Em Lisboa, o caso da alienação de ativos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa prolonga uma estratégia que abdica de reforçar o stock habitacional público e a custos controlados — sem sequer favorecer a sustentabilidade da histórica missão de proteção social da instituição. Nesta sessão, conversamos com o geógrafo Luís Mendes e a arquiteta Ana Jara sobre o artigo que ambos assinam no número de Maio da edição portuguesa do Le Monde diplomatique ‘Lisboa à venda: alienação de património público e crise habitacional’. A moderação ficará a cargo de Eugénia Pires, do Conselho Editorial do Le Monde diplomatique – edição&amp;nbsp;portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/whatsapp_image_2026-06-19_at_11.58.26.jpeg" alt="" width="590" height="310" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rua de Arroios, n.º 25&amp;nbsp;(Lisboa)&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 11:26:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11003 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Sob a força das coisas. Olhares cruzados sobre dinâmicas de subalternidade social: Portugal, França e Bélgica</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/sob-a-forca-das-coisas-olhares-cruzados-sobre-dinamicas-de-subalternidade-social-portugal-fr</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href="https://tigrepapel.pt/autor-a/virgilio-borges-pereira-e-yasmine-siblot-orgs/"&gt;Virgílio Borges Pereira e Yasmine Siblot (orgs.)&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;Este livro “procura abrir espaço para o aprofundamento do questionamento sociológico e para um universo de investigação (…) que merece a atenção de quem se interessa por compreender as recomposições sociais vividas nas sociedades estudadas, tendo presente, globalmente, os universos sociais estruturados em torno dos mundos operários industriais e dos empregos de execução, posicionamentos sociais agregadores das regiões do espaço social privilegiadas na análise que, como se saberá, experimentam, nas últimas décadas, reconfigurações sociais muito&amp;nbsp;significativas.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/capalivro_af_page-0001.jpg" alt="" width="590" height="907" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/franca-e-belgica">França e Bélgica</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/portugal">Portugal</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/subalternidade">subalternidade</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;a href="https://tigrepapel.pt/autor-a/virgilio-borges-pereira-e-yasmine-siblot-orgs/"&gt;Virgílio Borges Pereira e Yasmine Siblot (orgs.)&lt;/a&gt;
&lt;p&gt;Este livro “procura abrir espaço para o aprofundamento do questionamento sociológico e para um universo de investigação (…) que merece a atenção de quem se interessa por compreender as recomposições sociais vividas nas sociedades estudadas, tendo presente, globalmente, os universos sociais estruturados em torno dos mundos operários industriais e dos empregos de execução, posicionamentos sociais agregadores das regiões do espaço social privilegiadas na análise que, como se saberá, experimentam, nas últimas décadas, reconfigurações sociais muito&amp;nbsp;significativas.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/capalivro_af_page-0001.jpg" alt="" width="590" height="907" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:55:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11002 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Germinar encerra com evento dedicado à Feira Semanal de Monte Abraão</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/germinar-encerra-com-evento-dedicado-a-feira-semanal-de-monte-abraao</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-18_as_16.32.35.png" alt="" width="590" height="222" /&gt;Exposição, conversa, oficina e dj set para celebrar a diversidade e o papel comunitário da feira de Monte Abrãao
&lt;p&gt;Depois de dois momentos de programação que deram visibilidade às histórias, práticas e expressões culturais do território de Massamá e Monte Abraão, o ciclo de programação cultural Germinar encerra no próximo dia&amp;nbsp; 27 de junho, com o evento &lt;em&gt;Entre bancas e fronteiras. &lt;/em&gt;A partir das 15:00, o espaço Mbongi 67, em Monte Abraão recebe uma programação gratuita que prolonga a experiência da feira para além do seu horário habitual, transformando-se num ponto de encontro entre arte, reflexão, gastronomia e música.&lt;br /&gt;O programa conta com a inauguração de uma &lt;strong&gt;exposição de fotografia&lt;/strong&gt; com obras de Sarita Furtado e Uncle C., resultado de um trabalho de curadoria da Kubata que convidou artistas a refletirem sobre as múltiplas vidas que atravessaram a feira entre migrantes, comerciantes, trabalhadores e visitantes que contribuem diariamente para a construção e vivência deste espaço.&lt;br /&gt;Durante a tarde decorre a &lt;strong&gt;conversa&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Entre bancas e fronteiras: feira, periferia e imaginação comunitária&lt;/em&gt;, com a moderação da curadora, jornalista e investigadora Amina Bawa e participação de Ruth Amélia dos Santos Falcão, Milene Pereira e Tarine Carvalho. Uma reflexão sobre a feira enquanto território de encontro, cuidado comunitário, atividade económica e de construção de imaginários periféricos.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Neste dia decorre ainda a &lt;strong&gt;oficina&lt;/strong&gt; de Dusa Dolls &amp;#8220;Bonecas Africanas - Ancestralidade, Arte e Comunidade&amp;#8221;, uma atividade inspirada na partilha de saberes de identidade e ancestralidade africana através da criação artesanal de bonecas.&lt;br /&gt;O evento encerra com um &lt;strong&gt;dj set&lt;/strong&gt; de PatiSol, produtora cultural e cofundadora dos projetos Malagheto, Baile Doce e Revoada. Reconhecida pelo cruzamento de ritmos da diáspora africana, sonoridades brasileiras e influências latinas, propõe uma celebração musical que reflete a diversidade cultural presente na feira todos os sábados.&lt;br /&gt;Esta iniciativa pretende afirmar a Feira Semanal de Monte Abraão como um espaço agregador da diversidade do território, promovendo a partilha de experiências e saberes entre os seus intervenientes, ao mesmo tempo que convida à reflexão sobre as desigualdades e barreiras institucionais que continuam a marcar quem pode (ou não) participar plenamente nestes espaços de sociabilidade e sustento.&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/p/DZagCDtjS92/?igsh=NHBkNHI2Nm56bTVn" target="_blank"&gt;Entre bancas e fronteiras&lt;/a&gt; marca o encerramento de um ciclo de três eventos integrado no projeto Germinar: &lt;a href="https://www.instagram.com/reel/DYnTHfmxCrL/?igsh=bmQ4bDljdjlmbjI4" target="_blank"&gt;Vamos à horta?&lt;/a&gt; (11 abril) e &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DYuo3gTNSkk/?igsh=eXh5cjJnd3pkamZ0" target="_blank"&gt;Educação - Intervenção - Intergeracionalidade&lt;/a&gt; (6&amp;nbsp;Junho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;15:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Inauguração da exposição de fotografia e artes visuais&lt;br /&gt;Obras de Sarita Furtado e Uncle&amp;nbsp;C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conversa &amp;#8220;Entre bancas e fronteiras: feira, periferia e imaginação&amp;nbsp;comunitária&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;17:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oficina &amp;#8220;Bonecas Africanas – Ancestralidade, Arte e Comunidade&amp;#8221;&lt;br /&gt;Dusa&amp;nbsp;Dolls&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;18:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;DJ Set&amp;nbsp;PatiSol&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre a&amp;nbsp;Claraboia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://claraboiasintra.pt/" target="_blank"&gt;A Claraboia&lt;/a&gt; é uma associação cultural juvenil que desenvolve projetos de criação e mediação artística com forte ligação ao território da Linha de Sintra. Através de metodologias participativas e processos de co-criação, a associação tem vindo a afirmar-se pelo desenvolvimento de práticas culturais enraizadas nas comunidades locais, promovendo o encontro entre artistas, residentes e diferentes&amp;nbsp;públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho d&amp;#8217;A Claraboia cruza dimensões artísticas, sociais e educativas, apostando na inclusão, na experimentação e na valorização de contextos frequentemente periféricos no panorama cultural. Com o projeto Germinar, a Claraboia consolida uma abordagem sustentada e continuada, focada na participação ativa, na construção coletiva e no impacto social da&amp;nbsp;cultura.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/conversa">conversa</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/exposicao">exposição</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/monte-abraao">Monte Abrãao</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-18_as_16.32.35.png" alt="" width="590" height="222" /&gt;Exposição, conversa, oficina e dj set para celebrar a diversidade e o papel comunitário da feira de Monte Abrãao
&lt;p&gt;Depois de dois momentos de programação que deram visibilidade às histórias, práticas e expressões culturais do território de Massamá e Monte Abraão, o ciclo de programação cultural Germinar encerra no próximo dia&amp;nbsp; 27 de junho, com o evento &lt;em&gt;Entre bancas e fronteiras. &lt;/em&gt;A partir das 15:00, o espaço Mbongi 67, em Monte Abraão recebe uma programação gratuita que prolonga a experiência da feira para além do seu horário habitual, transformando-se num ponto de encontro entre arte, reflexão, gastronomia e música.&lt;br /&gt;O programa conta com a inauguração de uma &lt;strong&gt;exposição de fotografia&lt;/strong&gt; com obras de Sarita Furtado e Uncle C., resultado de um trabalho de curadoria da Kubata que convidou artistas a refletirem sobre as múltiplas vidas que atravessaram a feira entre migrantes, comerciantes, trabalhadores e visitantes que contribuem diariamente para a construção e vivência deste espaço.&lt;br /&gt;Durante a tarde decorre a &lt;strong&gt;conversa&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Entre bancas e fronteiras: feira, periferia e imaginação comunitária&lt;/em&gt;, com a moderação da curadora, jornalista e investigadora Amina Bawa e participação de Ruth Amélia dos Santos Falcão, Milene Pereira e Tarine Carvalho. Uma reflexão sobre a feira enquanto território de encontro, cuidado comunitário, atividade económica e de construção de imaginários periféricos.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Neste dia decorre ainda a &lt;strong&gt;oficina&lt;/strong&gt; de Dusa Dolls &amp;#8220;Bonecas Africanas - Ancestralidade, Arte e Comunidade&amp;#8221;, uma atividade inspirada na partilha de saberes de identidade e ancestralidade africana através da criação artesanal de bonecas.&lt;br /&gt;O evento encerra com um &lt;strong&gt;dj set&lt;/strong&gt; de PatiSol, produtora cultural e cofundadora dos projetos Malagheto, Baile Doce e Revoada. Reconhecida pelo cruzamento de ritmos da diáspora africana, sonoridades brasileiras e influências latinas, propõe uma celebração musical que reflete a diversidade cultural presente na feira todos os sábados.&lt;br /&gt;Esta iniciativa pretende afirmar a Feira Semanal de Monte Abraão como um espaço agregador da diversidade do território, promovendo a partilha de experiências e saberes entre os seus intervenientes, ao mesmo tempo que convida à reflexão sobre as desigualdades e barreiras institucionais que continuam a marcar quem pode (ou não) participar plenamente nestes espaços de sociabilidade e sustento.&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/p/DZagCDtjS92/?igsh=NHBkNHI2Nm56bTVn" target="_blank"&gt;Entre bancas e fronteiras&lt;/a&gt; marca o encerramento de um ciclo de três eventos integrado no projeto Germinar: &lt;a href="https://www.instagram.com/reel/DYnTHfmxCrL/?igsh=bmQ4bDljdjlmbjI4" target="_blank"&gt;Vamos à horta?&lt;/a&gt; (11 abril) e &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DYuo3gTNSkk/?igsh=eXh5cjJnd3pkamZ0" target="_blank"&gt;Educação - Intervenção - Intergeracionalidade&lt;/a&gt; (6&amp;nbsp;Junho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;15:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Inauguração da exposição de fotografia e artes visuais&lt;br /&gt;Obras de Sarita Furtado e Uncle&amp;nbsp;C.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Conversa &amp;#8220;Entre bancas e fronteiras: feira, periferia e imaginação&amp;nbsp;comunitária&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;17:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oficina &amp;#8220;Bonecas Africanas – Ancestralidade, Arte e Comunidade&amp;#8221;&lt;br /&gt;Dusa&amp;nbsp;Dolls&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;18:00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;DJ Set&amp;nbsp;PatiSol&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre a&amp;nbsp;Claraboia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://claraboiasintra.pt/" target="_blank"&gt;A Claraboia&lt;/a&gt; é uma associação cultural juvenil que desenvolve projetos de criação e mediação artística com forte ligação ao território da Linha de Sintra. Através de metodologias participativas e processos de co-criação, a associação tem vindo a afirmar-se pelo desenvolvimento de práticas culturais enraizadas nas comunidades locais, promovendo o encontro entre artistas, residentes e diferentes&amp;nbsp;públicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O trabalho d&amp;#8217;A Claraboia cruza dimensões artísticas, sociais e educativas, apostando na inclusão, na experimentação e na valorização de contextos frequentemente periféricos no panorama cultural. Com o projeto Germinar, a Claraboia consolida uma abordagem sustentada e continuada, focada na participação ativa, na construção coletiva e no impacto social da&amp;nbsp;cultura.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:33:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Arquivo Vivo – artistas em diálogo com o arquivo pessoal de Mário Pinto de Andrade</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/arquivo-vivo-artistas-em-dialogo-com-o-arquivo-pessoal-de-mario-pinto-de-andrade-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Ensaísta, sociólogo, crítico literário, poeta, tradutor e filólogo, Mário Pinto de Andrade foi um intelectual angolano que desempenhou um papel fundamental na divulgação da cultura africana no século XX. Profundamente cosmopolita, o seu percurso foi marcado por trânsitos entre culturas, espaços e geografias diversas, assim como por diversas línguas. Ao mesmo tempo, a sua trajetória intelectual é indissociável do seu empenho político. Promotor de várias organizações anticoloniais de caráter transnacional e um dos fundadores do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), do qual foi também o primeiro presidente, colocou a sua vida ao serviço da luta contra o colonialismo e o neocolonialismo em&amp;nbsp;África.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A excepcionalidade do seu percurso político, intelectual e humano reflete-se na riqueza do seu arquivo pessoal, um fundo que reúne uma quantidade e uma variedade notável de materiais: correspondência, fotografias, esboços de ensaios, documentos relativos às atividades dos movimentos de libertação, recortes de imprensa, bem como cadernos repletos de anotações de natureza&amp;nbsp;variada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta exposição nasce do projeto de investigação de Elisa Scaraggi, dedicado à valorização e revitalização deste acervo. Para além da investigação académica e da produção de conhecimento histórico, o projeto procurou explorar o arquivo como um espaço de memória, criação e imaginação, aberto a novas leituras e&amp;nbsp;interpretações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste contexto, três artistas foram convidados a desenvolver trabalhos inéditos a partir do contacto com documentos do arquivo de Mário Pinto de Andrade. O desafio para cada um consistiu em estabelecer um diálogo pessoal com esses materiais, fazendo com que deixassem de ser apenas testemunhos do passado para se tornarem matéria de criação artística no&amp;nbsp;presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado é Arquivo Vivo, uma exposição que reúne formatos e linguagens distintas através das obras de Lino Damião, Raquel Lima e João Ana. As suas propostas revelam novas formas de reimaginar e reapropriar o passado e convidam o público a pensar o arquivo como um espaço vivo e em&amp;nbsp;transformação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição está patente na Casa do Comum, um espaço que se quer ponto de encontro da cidade com a cultura, atento às grandes questões do mundo e sensível às preocupações de artistas — um lugar de reflexão, partilha e ação, frequentado por uma audiência transversal em termos de geração, nacionalidade, profissão e proveniência&amp;nbsp;social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/captura_de_ecra_2026-06-16_as_10.36.11.png" alt="" width="590" height="783" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;17 de junho, 18h — &lt;a href="https://www.casadocomum.org/inauguracao-de-arquivo-vivo-artistas-em-dialogo-com-o-arquivo-pessoal-de-mario-pinto-de-andrade/" target="_blank"&gt;Inauguração na Casa do&amp;nbsp;Comum&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Às 19h, &lt;a href="https://www.casadocomum.org/projecao-do-filme-monangambeee-1969-de-sarah-maldoror-apresentacao-de-henda-ducados-filha-da-realizadora/" target="_blank"&gt;projeção da curta-metragem Monangambééé&lt;/a&gt; (1969), de Sarah&amp;nbsp;Maldoror.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;21 de junho — &lt;a href="https://www.casadocomum.org/alvorada-de-olhares-intimos-de-raquel-lima/" target="_blank"&gt;Performance Alvorada de Olhares Íntimos&lt;/a&gt;, de Raquel&amp;nbsp;Lima&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Construída a partir do cruzamento de correspondência selecionada de Mário Pinto de Andrade e da própria vivência da&amp;nbsp;artista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3 de julho, 18h — Conversa: arquivos pessoais, história e prática&amp;nbsp;artística&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontro com investigadoras, arquivistas e artistas que trabalham com arquivos relacionados com o passado colonial português e com as lutas de libertação das antigas colónias africanas. (Mais informações em&amp;nbsp;breve.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5 de julho — &lt;a href="https://www.casadocomum.org/os-papeis-do-leste-de-mario-pinto-de-andrade/" target="_blank"&gt;Lançamento do livro Os Papéis do&amp;nbsp;Leste&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organizado por Elisa Scaraggi e Nelson Pestana, o livro reúne documentos produzidos por Mário Pinto de Andrade durante ou em consequência da sua experiência junto dos guerrilheiros da Frente Leste (1971–72). Publicado pela &lt;strong&gt;Tigre de Pape&lt;/strong&gt;l, na coleção &lt;strong&gt;Buala.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mario-pinto-de-andrade">Mário Pinto de Andrade</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Ensaísta, sociólogo, crítico literário, poeta, tradutor e filólogo, Mário Pinto de Andrade foi um intelectual angolano que desempenhou um papel fundamental na divulgação da cultura africana no século XX. Profundamente cosmopolita, o seu percurso foi marcado por trânsitos entre culturas, espaços e geografias diversas, assim como por diversas línguas. Ao mesmo tempo, a sua trajetória intelectual é indissociável do seu empenho político. Promotor de várias organizações anticoloniais de caráter transnacional e um dos fundadores do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), do qual foi também o primeiro presidente, colocou a sua vida ao serviço da luta contra o colonialismo e o neocolonialismo em&amp;nbsp;África.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A excepcionalidade do seu percurso político, intelectual e humano reflete-se na riqueza do seu arquivo pessoal, um fundo que reúne uma quantidade e uma variedade notável de materiais: correspondência, fotografias, esboços de ensaios, documentos relativos às atividades dos movimentos de libertação, recortes de imprensa, bem como cadernos repletos de anotações de natureza&amp;nbsp;variada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta exposição nasce do projeto de investigação de Elisa Scaraggi, dedicado à valorização e revitalização deste acervo. Para além da investigação académica e da produção de conhecimento histórico, o projeto procurou explorar o arquivo como um espaço de memória, criação e imaginação, aberto a novas leituras e&amp;nbsp;interpretações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste contexto, três artistas foram convidados a desenvolver trabalhos inéditos a partir do contacto com documentos do arquivo de Mário Pinto de Andrade. O desafio para cada um consistiu em estabelecer um diálogo pessoal com esses materiais, fazendo com que deixassem de ser apenas testemunhos do passado para se tornarem matéria de criação artística no&amp;nbsp;presente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado é Arquivo Vivo, uma exposição que reúne formatos e linguagens distintas através das obras de Lino Damião, Raquel Lima e João Ana. As suas propostas revelam novas formas de reimaginar e reapropriar o passado e convidam o público a pensar o arquivo como um espaço vivo e em&amp;nbsp;transformação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A exposição está patente na Casa do Comum, um espaço que se quer ponto de encontro da cidade com a cultura, atento às grandes questões do mundo e sensível às preocupações de artistas — um lugar de reflexão, partilha e ação, frequentado por uma audiência transversal em termos de geração, nacionalidade, profissão e proveniência&amp;nbsp;social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/captura_de_ecra_2026-06-16_as_10.36.11.png" alt="" width="590" height="783" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;17 de junho, 18h — &lt;a href="https://www.casadocomum.org/inauguracao-de-arquivo-vivo-artistas-em-dialogo-com-o-arquivo-pessoal-de-mario-pinto-de-andrade/" target="_blank"&gt;Inauguração na Casa do&amp;nbsp;Comum&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Às 19h, &lt;a href="https://www.casadocomum.org/projecao-do-filme-monangambeee-1969-de-sarah-maldoror-apresentacao-de-henda-ducados-filha-da-realizadora/" target="_blank"&gt;projeção da curta-metragem Monangambééé&lt;/a&gt; (1969), de Sarah&amp;nbsp;Maldoror.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;21 de junho — &lt;a href="https://www.casadocomum.org/alvorada-de-olhares-intimos-de-raquel-lima/" target="_blank"&gt;Performance Alvorada de Olhares Íntimos&lt;/a&gt;, de Raquel&amp;nbsp;Lima&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Construída a partir do cruzamento de correspondência selecionada de Mário Pinto de Andrade e da própria vivência da&amp;nbsp;artista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3 de julho, 18h — Conversa: arquivos pessoais, história e prática&amp;nbsp;artística&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontro com investigadoras, arquivistas e artistas que trabalham com arquivos relacionados com o passado colonial português e com as lutas de libertação das antigas colónias africanas. (Mais informações em&amp;nbsp;breve.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5 de julho — &lt;a href="https://www.casadocomum.org/os-papeis-do-leste-de-mario-pinto-de-andrade/" target="_blank"&gt;Lançamento do livro Os Papéis do&amp;nbsp;Leste&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organizado por Elisa Scaraggi e Nelson Pestana, o livro reúne documentos produzidos por Mário Pinto de Andrade durante ou em consequência da sua experiência junto dos guerrilheiros da Frente Leste (1971–72). Publicado pela &lt;strong&gt;Tigre de Pape&lt;/strong&gt;l, na coleção &lt;strong&gt;Buala.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 09:38:17 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>MORADA ABERTA – Onde o Gesto Cura de Tânia Dinis</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/morada-aberta-onde-o-gesto-cura-de-tania-dinis</link>
 <description>&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"&gt;
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&lt;p&gt;19 + 20.06.2026 21H30, &lt;strong&gt;Rampa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Entrada gratuita sujeita à lotação do&amp;nbsp;espaço&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Morada Aberta – Onde o Gesto Cura&lt;/strong&gt; desenvolve-se em diferentes linguagens e espaços, cruzando projeções de vídeo digital e analógico com técnicas de cinema expandido e composição de imagens em tempo real. A obra organiza-se em três momentos interligados, atravessando diferentes tempos, atmosferas e modos de presença.&lt;br /&gt;O projeto parte de histórias e memórias — pessoais e coletivas — e da observação sensível do quotidiano, assumindo um olhar imagético e poético sobre os territórios, os corpos e os gestos. A pesquisa nasce das memórias da artista e das histórias do lugar onde cresceu, expandindo-se aos territórios do Norte de Portugal, do Alto e Baixo Minho, da Galiza e do litoral atlântico.&lt;br /&gt;Acompanhando o dia a dia de mulheres trabalhadoras, guardiãs de saberes ancestrais ligados à terra, ao mar, aos ciclos naturais e às formas de cuidado transmitidas entre gerações, a obra aproxima-se de gestos invisíveis que sustentam comunidades e mantêm vivas formas de conhecimento não oficializadas.&lt;br /&gt;Entre o documentário e o ficcional, o trabalho interroga a doença e a cura no imaginário popular, entendendo a cura não apenas como rito ou palavra, mas também como gesto, trabalho, classe, cultivo e relação íntima com a natureza e com o outro. Observa práticas e movimentos que atravessam gerações, preservando a energia do sagrado, da resistência, da ausência, do mistério, e propondo um espaço de escuta, memória e partilha.&lt;br /&gt;Depois da recolha e apresentação em Braga, este novo formato distribui-se por três eixos de apresentação - Porto, Corunha, Vila do&amp;nbsp;Conde.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="foto de amorafoto e s8cinema" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/tania.jpg" alt="foto de amorafoto e s8cinema" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;foto de amorafoto e&amp;nbsp;s8cinema&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tânia Dinis&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(Vila Nova de Famalicão, 1983) é realizadora e artista de artes performativas, desenvolvendo um percurso interdisciplinar entre cinema experimental, documental e práticas artísticas contemporâneas. A sua investigação centra-se na utilização de imagens de arquivo, memória familiar e metodologias performativas para a construção de narrativas alternativas, com especial atenção às histórias de mulheres e a contextos de trabalho historicamente invisibilizados.&lt;br /&gt;Doutoranda em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, concluiu o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas (2015) na mesma instituição. É licenciada em Estudos Teatrais pela ESMAE e realizou formação na Escuela Internacional de Cine y TV (Cuba), especializada em criação cinematográfica a partir da memória familiar.&lt;br /&gt;A sua obra tem sido apresentada e distinguida em festivais nacionais e internacionais. Destaca-se o filme Tão pequeninas, tinham o ar de serem já crescidas, premiado no IndieLisboa e no MDOC em 2024, bem como em festivais internacionais em 2025. Trabalhos anteriores, como Laura e Não são favas, são feijocas, confirmam a consistência do seu percurso autoral.&lt;br /&gt;Paralelamente, desenvolve projetos de investigação-criação como Operariada, Corpografia, Álbuns de Guerra, Linha de Tempo e Morada Aberta, frequentemente em colaboração com instituições culturais e artísticas. O seu trabalho explora práticas colaborativas, ativação de arquivos e construção de memória coletiva em contextos comunitários.&lt;br /&gt;É docente nas áreas do cinema e do teatro, tendo lecionado na Universidade do Minho e na ESAP. Integra regularmente júris de festivais de cinema e o seu trabalho faz parte da Coleção de Arte Contemporânea do Município do&amp;nbsp;Porto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;td class="m_6608914152042151234mcnTextContent" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Direção artística, pesquisa, edição, imagem e intérprete: &lt;/strong&gt;Tânia Dinis&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Patrícia Gonçalves&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apoio à produção (Galiza)&lt;/strong&gt; - A p a l l e i r A&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assistência imagem:&lt;/strong&gt; Tales Frey&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espaço Cénico:&lt;/strong&gt; Tânia Dinis, Tales Frey&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espaço sonoro: &lt;/strong&gt;Marina Leite Soares&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Telas projecção: &lt;/strong&gt;Sofia Pereira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Figurino: &lt;/strong&gt;Svenja Tiger&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Infusão de flor de sabugueiro:&lt;/strong&gt; José Luís Araújo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Construção e desenho escultura looper 16mm:&lt;/strong&gt; Filipe Ferreira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Construção e desenho escultura looper super 8mm:&lt;/strong&gt; Joaquim Dinis e Tânia Dinis&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vídeo mapping &lt;/strong&gt;- Inês Costa&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Operação imagem analógica &lt;/strong&gt;- Tânia Dinis&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acompanhamento científico:&lt;/strong&gt; Prof.ª Rosa Pinho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coreografia: &lt;/strong&gt;Ángela Diaz Quintela&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comunicação:&lt;/strong&gt; Bruno Moreira&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Design Gráfico:&lt;/strong&gt; Dayana Lucas&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Registo imagem em movimento&lt;/strong&gt; - Rodrigo de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fotografia de Cena&lt;/strong&gt; - José Caldeira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com:&lt;/strong&gt; Lola Diaz, Amélia Dinis, Olívia Pereira, Isabel Carneiro, Luísa Gomez, Emília Pinto, Ermelinda Dinis, Lurdes Carneiro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gestão de projecto e produção: &lt;/strong&gt;Associação Cultural - Tenda de Saias&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Residências Artísticas:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;2023 - Programa de Residências Artísticas CRL – Central Elétrica - 1ª mostra de Processo; 2026 - CRL - Central Eléctrica; A p a l l e i r A&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acolhimento: &lt;/strong&gt;RAMPA&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Co-Produção: &lt;/strong&gt;Braga25 - Desejar&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apoio: &amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A, Fundação GDA, Curtas de Vila do Conde, TEP -Teatro Experimental do Porto, Casa do Xisto - Residência de Cinema e Artes Visuais&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agradecimentos:&lt;/strong&gt; Armindo Carvalho Alves, Bando à Parte, Elvira Lobo, ESAP, José Marques Moreira, Rui Brito, Teatro da Didascália, Juliana Julieta, TUP&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/performance">performance</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/rampa">Rampa</category>
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&lt;p&gt;19 + 20.06.2026 21H30, &lt;strong&gt;Rampa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Entrada gratuita sujeita à lotação do&amp;nbsp;espaço&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Morada Aberta – Onde o Gesto Cura&lt;/strong&gt; desenvolve-se em diferentes linguagens e espaços, cruzando projeções de vídeo digital e analógico com técnicas de cinema expandido e composição de imagens em tempo real. A obra organiza-se em três momentos interligados, atravessando diferentes tempos, atmosferas e modos de presença.&lt;br /&gt;O projeto parte de histórias e memórias — pessoais e coletivas — e da observação sensível do quotidiano, assumindo um olhar imagético e poético sobre os territórios, os corpos e os gestos. A pesquisa nasce das memórias da artista e das histórias do lugar onde cresceu, expandindo-se aos territórios do Norte de Portugal, do Alto e Baixo Minho, da Galiza e do litoral atlântico.&lt;br /&gt;Acompanhando o dia a dia de mulheres trabalhadoras, guardiãs de saberes ancestrais ligados à terra, ao mar, aos ciclos naturais e às formas de cuidado transmitidas entre gerações, a obra aproxima-se de gestos invisíveis que sustentam comunidades e mantêm vivas formas de conhecimento não oficializadas.&lt;br /&gt;Entre o documentário e o ficcional, o trabalho interroga a doença e a cura no imaginário popular, entendendo a cura não apenas como rito ou palavra, mas também como gesto, trabalho, classe, cultivo e relação íntima com a natureza e com o outro. Observa práticas e movimentos que atravessam gerações, preservando a energia do sagrado, da resistência, da ausência, do mistério, e propondo um espaço de escuta, memória e partilha.&lt;br /&gt;Depois da recolha e apresentação em Braga, este novo formato distribui-se por três eixos de apresentação - Porto, Corunha, Vila do&amp;nbsp;Conde.&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title="foto de amorafoto e s8cinema" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/tania.jpg" alt="foto de amorafoto e s8cinema" width="590" height="393" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;foto de amorafoto e&amp;nbsp;s8cinema&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tânia Dinis&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(Vila Nova de Famalicão, 1983) é realizadora e artista de artes performativas, desenvolvendo um percurso interdisciplinar entre cinema experimental, documental e práticas artísticas contemporâneas. A sua investigação centra-se na utilização de imagens de arquivo, memória familiar e metodologias performativas para a construção de narrativas alternativas, com especial atenção às histórias de mulheres e a contextos de trabalho historicamente invisibilizados.&lt;br /&gt;Doutoranda em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, concluiu o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas (2015) na mesma instituição. É licenciada em Estudos Teatrais pela ESMAE e realizou formação na Escuela Internacional de Cine y TV (Cuba), especializada em criação cinematográfica a partir da memória familiar.&lt;br /&gt;A sua obra tem sido apresentada e distinguida em festivais nacionais e internacionais. Destaca-se o filme Tão pequeninas, tinham o ar de serem já crescidas, premiado no IndieLisboa e no MDOC em 2024, bem como em festivais internacionais em 2025. Trabalhos anteriores, como Laura e Não são favas, são feijocas, confirmam a consistência do seu percurso autoral.&lt;br /&gt;Paralelamente, desenvolve projetos de investigação-criação como Operariada, Corpografia, Álbuns de Guerra, Linha de Tempo e Morada Aberta, frequentemente em colaboração com instituições culturais e artísticas. O seu trabalho explora práticas colaborativas, ativação de arquivos e construção de memória coletiva em contextos comunitários.&lt;br /&gt;É docente nas áreas do cinema e do teatro, tendo lecionado na Universidade do Minho e na ESAP. Integra regularmente júris de festivais de cinema e o seu trabalho faz parte da Coleção de Arte Contemporânea do Município do&amp;nbsp;Porto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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&lt;td class="m_6608914152042151234mcnTextContent" valign="top"&gt;&lt;strong&gt;Direção artística, pesquisa, edição, imagem e intérprete: &lt;/strong&gt;Tânia Dinis&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Patrícia Gonçalves&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apoio à produção (Galiza)&lt;/strong&gt; - A p a l l e i r A&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assistência imagem:&lt;/strong&gt; Tales Frey&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espaço Cénico:&lt;/strong&gt; Tânia Dinis, Tales Frey&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espaço sonoro: &lt;/strong&gt;Marina Leite Soares&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Telas projecção: &lt;/strong&gt;Sofia Pereira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Figurino: &lt;/strong&gt;Svenja Tiger&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Infusão de flor de sabugueiro:&lt;/strong&gt; José Luís Araújo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Construção e desenho escultura looper 16mm:&lt;/strong&gt; Filipe Ferreira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Construção e desenho escultura looper super 8mm:&lt;/strong&gt; Joaquim Dinis e Tânia Dinis&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vídeo mapping &lt;/strong&gt;- Inês Costa&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Operação imagem analógica &lt;/strong&gt;- Tânia Dinis&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acompanhamento científico:&lt;/strong&gt; Prof.ª Rosa Pinho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coreografia: &lt;/strong&gt;Ángela Diaz Quintela&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comunicação:&lt;/strong&gt; Bruno Moreira&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Design Gráfico:&lt;/strong&gt; Dayana Lucas&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Registo imagem em movimento&lt;/strong&gt; - Rodrigo de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fotografia de Cena&lt;/strong&gt; - José Caldeira&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Com:&lt;/strong&gt; Lola Diaz, Amélia Dinis, Olívia Pereira, Isabel Carneiro, Luísa Gomez, Emília Pinto, Ermelinda Dinis, Lurdes Carneiro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gestão de projecto e produção: &lt;/strong&gt;Associação Cultural - Tenda de Saias&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Residências Artísticas:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;2023 - Programa de Residências Artísticas CRL – Central Elétrica - 1ª mostra de Processo; 2026 - CRL - Central Eléctrica; A p a l l e i r A&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acolhimento: &lt;/strong&gt;RAMPA&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Co-Produção: &lt;/strong&gt;Braga25 - Desejar&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apoio: &amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A, Fundação GDA, Curtas de Vila do Conde, TEP -Teatro Experimental do Porto, Casa do Xisto - Residência de Cinema e Artes Visuais&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agradecimentos:&lt;/strong&gt; Armindo Carvalho Alves, Bando à Parte, Elvira Lobo, ESAP, José Marques Moreira, Rui Brito, Teatro da Didascália, Juliana Julieta, TUP&lt;/td&gt;
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 <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 08:37:24 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10994 at https://www.buala.org</guid>
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 <title>Uma carta em um minuto: Festival do Minuto lança concurso de vídeo-carta</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/uma-carta-em-um-minuto-festival-do-minuto-lanca-concurso-de-video-carta</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Tem coisa que não cabe no papel: o concurso temático “Vídeo-carta” propõe&amp;nbsp;transformar&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;em&gt;cartas em vídeos de até 60 segundos. As inscrições vão até 31 de julho de 2026, e&amp;nbsp;os&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;em&gt;melhores trabalhos concorrem ao Troféu&amp;nbsp;Minuto.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;em&gt;Clique aqui&lt;/em&gt;&lt;em&gt; para assistir à vinheta do&amp;nbsp;concurso.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sugerido pelo educador Lucas Lespier, da Universidade Anhembi Morumbi, o&amp;nbsp;concurso&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;temático “Vídeo-carta” convida à criação de vídeos de até 1 minuto que explorem o&amp;nbsp;que&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;pode ser dito quando imagem e som assumem o lugar da&amp;nbsp;escrita.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições até 31 de&amp;nbsp;julho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;“Vídeo-carta” é um dos &lt;strong&gt;9 concursos temáticos lançados no 1º semestre de 2026&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;pelo&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Festival Permanente do Minuto, todos com &lt;strong&gt;inscrições abertas até 31 de julho.&lt;/strong&gt; Além&amp;nbsp;dos&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;concursos temáticos, o Festival também mantém inscrições abertas para as&amp;nbsp;categorias&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;permanentes mensais: Tema Livre, Animação, Nano Minuto e Minuto Vertical. &lt;strong&gt;As&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;35 anos de Festival do&amp;nbsp;Minuto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Criado em 1991, o&lt;strong&gt; Festival Permanente do Minuto&lt;/strong&gt; é pioneiro no formato de&amp;nbsp;curtíssima&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;duração, incentivando a criação de vídeos de até 60 segundos antes mesmo do&amp;nbsp;surgimento&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;das redes sociais. Gratuito, online e permanente, passou a alcançar todo o planeta.&amp;nbsp;No&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Brasil, atinge cidades pequenas, médias e grandes, alcançando o interior, o litoral e&amp;nbsp;as&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;periferias urbanas. Com produções de diferentes sotaques, vivências e contextos,&amp;nbsp;a&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;iniciativa amplia a diversidade no audiovisual e incentiva realizadores amadores&amp;nbsp;e&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;independentes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Completando 35 anos em 2026, o Festival Permanente do Minuto reafirma seu papel&amp;nbsp;como&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;espaço de experimentação e visibilidade para obras que apostam na síntese e na&amp;nbsp;força&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;expressiva do formato Minuto. Ao longo de sua trajetória, o festival já inspirou&amp;nbsp;iniciativas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;semelhantes em mais de 50&amp;nbsp;países.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-14_as_00.24.23.png" alt="" width="590" height="206" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSOS - FESTIVAL PERMANENTE DO&amp;nbsp;MINUTO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;ONDE: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;QUANDO:&lt;/strong&gt; Inscrições até 31 de julho de&amp;nbsp;2026&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;CONTATO:&lt;/strong&gt; &amp;#116;&amp;#104;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#109;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114; | 43&amp;nbsp;9874-9580&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/carta-video">carta video</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Tem coisa que não cabe no papel: o concurso temático “Vídeo-carta” propõe&amp;nbsp;transformar&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;em&gt;cartas em vídeos de até 60 segundos. As inscrições vão até 31 de julho de 2026, e&amp;nbsp;os&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;em&gt;melhores trabalhos concorrem ao Troféu&amp;nbsp;Minuto.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;em&gt;Clique aqui&lt;/em&gt;&lt;em&gt; para assistir à vinheta do&amp;nbsp;concurso.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sugerido pelo educador Lucas Lespier, da Universidade Anhembi Morumbi, o&amp;nbsp;concurso&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;temático “Vídeo-carta” convida à criação de vídeos de até 1 minuto que explorem o&amp;nbsp;que&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;pode ser dito quando imagem e som assumem o lugar da&amp;nbsp;escrita.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições até 31 de&amp;nbsp;julho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;“Vídeo-carta” é um dos &lt;strong&gt;9 concursos temáticos lançados no 1º semestre de 2026&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;pelo&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Festival Permanente do Minuto, todos com &lt;strong&gt;inscrições abertas até 31 de julho.&lt;/strong&gt; Além&amp;nbsp;dos&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;concursos temáticos, o Festival também mantém inscrições abertas para as&amp;nbsp;categorias&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;permanentes mensais: Tema Livre, Animação, Nano Minuto e Minuto Vertical. &lt;strong&gt;As&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;35 anos de Festival do&amp;nbsp;Minuto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Criado em 1991, o&lt;strong&gt; Festival Permanente do Minuto&lt;/strong&gt; é pioneiro no formato de&amp;nbsp;curtíssima&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;duração, incentivando a criação de vídeos de até 60 segundos antes mesmo do&amp;nbsp;surgimento&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;das redes sociais. Gratuito, online e permanente, passou a alcançar todo o planeta.&amp;nbsp;No&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Brasil, atinge cidades pequenas, médias e grandes, alcançando o interior, o litoral e&amp;nbsp;as&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;periferias urbanas. Com produções de diferentes sotaques, vivências e contextos,&amp;nbsp;a&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;iniciativa amplia a diversidade no audiovisual e incentiva realizadores amadores&amp;nbsp;e&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;independentes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Completando 35 anos em 2026, o Festival Permanente do Minuto reafirma seu papel&amp;nbsp;como&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;espaço de experimentação e visibilidade para obras que apostam na síntese e na&amp;nbsp;força&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;expressiva do formato Minuto. Ao longo de sua trajetória, o festival já inspirou&amp;nbsp;iniciativas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;semelhantes em mais de 50&amp;nbsp;países.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-14_as_00.24.23.png" alt="" width="590" height="206" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSOS - FESTIVAL PERMANENTE DO&amp;nbsp;MINUTO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;ONDE: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;QUANDO:&lt;/strong&gt; Inscrições até 31 de julho de&amp;nbsp;2026&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;CONTATO:&lt;/strong&gt; &amp;#116;&amp;#104;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#109;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114; | 43&amp;nbsp;9874-9580&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Sat, 13 Jun 2026 23:25:03 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>PAINEL RACISMO E IMIGRAÇÃO</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/painel-racismo-e-imigracao</link>
 <description>&lt;p&gt;Uma conversa essencial sobre as formas estruturais do racismo na sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;O racismo será abordado não como um fenómeno individual, mas como um mecanismo de controlo social que define quem pode ocupar quais espaços, quais trabalhos e quais direitos.&lt;br /&gt;As convidadas partilharão as suas experiências diretas nos territórios onde atuam: escolas, ruas, campos agrícolas, centros de detenção e mediação comunitária.&lt;br /&gt;Moderador: &lt;br /&gt;Yuri Ataídes (Renovar a Mouraria)&lt;br /&gt;Participantes:&lt;br /&gt;Luana Gomes: Geógrafa, educadora e mediadora linguística e cultural num Agrupamento de Escolas em Portugal, onde vive há mais de seis anos.&lt;br /&gt;Mariana Carneiro: Socióloga, dirigente do SOS Racismo. Acompanha imigrantes em situação de sem-abrigo, nomeadamente timorenses das tendas do Terreiro do Paço e grupo da Igreja dos Anjos. Atua em campos agrícolas, portos do Sul e centros de detenção do Porto.&lt;br /&gt;Farhana Akter: Natural do Bangladesh, em Portugal desde 2020. Mediadora intercultural na Renovar a Mouraria e cofundadora da Cooperativa Bandim, que capacita mulheres migrantes.&lt;br /&gt;19h00 - Suricata da Mouraria&lt;br /&gt;Esta noite recebemos o Suricata da Mouraria, num set especial para dançar e viajar. Do Brasil ao Japão, pela Colômbia ao Irão, dançamos num tapete voador tecido em samba, semba, salsa e funaná, discotecas de Beirut e tambores de Guadalupe. Num encontro sem fronteiras, temos uma noite de puro contrabando.&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; Banca Benefit | Livraria das Insurgentes&lt;br /&gt;A Livraria das Insurgentes dedica-se à divulgação de obras escritas por mulheres, pessoas trans e não-binárias, com o objetivo de apoiar e amplificar especialmente as vozes frequentemente marginalizadas no mercado editorial e estigmatizadas na sociedade. Têm como objetivo criar um espaço seguro onde se possa abordar temas a partir de uma perspetiva feminista, queer e antirracista, com foco na comunidade e na&amp;nbsp;acessibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-11_as_14.49.53.png" alt="" width="512" height="674" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/imigracao">imigração</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/racismo">racismo</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Uma conversa essencial sobre as formas estruturais do racismo na sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;O racismo será abordado não como um fenómeno individual, mas como um mecanismo de controlo social que define quem pode ocupar quais espaços, quais trabalhos e quais direitos.&lt;br /&gt;As convidadas partilharão as suas experiências diretas nos territórios onde atuam: escolas, ruas, campos agrícolas, centros de detenção e mediação comunitária.&lt;br /&gt;Moderador: &lt;br /&gt;Yuri Ataídes (Renovar a Mouraria)&lt;br /&gt;Participantes:&lt;br /&gt;Luana Gomes: Geógrafa, educadora e mediadora linguística e cultural num Agrupamento de Escolas em Portugal, onde vive há mais de seis anos.&lt;br /&gt;Mariana Carneiro: Socióloga, dirigente do SOS Racismo. Acompanha imigrantes em situação de sem-abrigo, nomeadamente timorenses das tendas do Terreiro do Paço e grupo da Igreja dos Anjos. Atua em campos agrícolas, portos do Sul e centros de detenção do Porto.&lt;br /&gt;Farhana Akter: Natural do Bangladesh, em Portugal desde 2020. Mediadora intercultural na Renovar a Mouraria e cofundadora da Cooperativa Bandim, que capacita mulheres migrantes.&lt;br /&gt;19h00 - Suricata da Mouraria&lt;br /&gt;Esta noite recebemos o Suricata da Mouraria, num set especial para dançar e viajar. Do Brasil ao Japão, pela Colômbia ao Irão, dançamos num tapete voador tecido em samba, semba, salsa e funaná, discotecas de Beirut e tambores de Guadalupe. Num encontro sem fronteiras, temos uma noite de puro contrabando.&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; Banca Benefit | Livraria das Insurgentes&lt;br /&gt;A Livraria das Insurgentes dedica-se à divulgação de obras escritas por mulheres, pessoas trans e não-binárias, com o objetivo de apoiar e amplificar especialmente as vozes frequentemente marginalizadas no mercado editorial e estigmatizadas na sociedade. Têm como objetivo criar um espaço seguro onde se possa abordar temas a partir de uma perspetiva feminista, queer e antirracista, com foco na comunidade e na&amp;nbsp;acessibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-11_as_14.49.53.png" alt="" width="512" height="674" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:52:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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