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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
<item>
 <title>Pocas Pascoal conquista prémio da Francofonia no Festival de Locarno</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/pocas-pascoal-conquista-premio-da-francofonia-no-festival-de-locarno</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Realizadora angolana recebe o The Open Doors – OIF-Francophonie Award para o desenvolvimento de filme sobre a pioneira do cinema africano Sarah Maldoror&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A realizadora angolana Pocas Pascoal foi distinguida com o The Open Doors – OIF-Francophonie Award, atribuído na noite de 9 de agosto, durante o Festival de Locarno, na Suíça. O prémio, concedido pela Organização Internacional da Francofonia (OIF), destina-se ao desenvolvimento do projeto da longa-metragem Sarah, inspirado na trajetória da cineasta franco-angolana Sarah Maldoror, considerada uma das pioneiras do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O reconhecimento integra a iniciativa Open Doors, um dos programas mais relevantes do Festival de Locarno, dedicado a apoiar cineastas de regiões onde o cinema independente enfrenta maiores desafios e a promover novas vozes da cinematografia mundial. Atualmente, o programa centra-se em realizadores de 42 países africanos, promovendo formação, encontros com a indústria e oportunidades de coprodução&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Durante o festival, Pocas Pascoal também apresentou a curta-metragem Time to Change no Open Doors Short Films Screening, em sessões destinadas a um público formado por cerca de uma centena de diplomatas de diferentes países. A obra propõe uma reflexão sobre os impactos da colonização na relação entre o ser humano e a natureza, estabelecendo uma ligação entre exploração colonial, racismo, destruição ambiental e memória&amp;nbsp;histórica.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Para Pocas Pascoal, o prémio representa muito mais do que um reconhecimento profissional: é um impulso para levar adiante um projeto que pretende recuperar uma das figuras mais importantes e menos conhecidas da história do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Receber o The Open Doors – OIF-Francophonie Award é uma enorme alegria e uma grande honra. Locarno é um festival de enorme prestígio e estar aqui já era um privilégio. Este apoio dá ainda mais força ao projeto Sarah e à possibilidade de contar uma história que merece ser conhecida por novas gerações&amp;#8221;, afirmou a&amp;nbsp;realizadora.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O filme pretende colocar em evidência o legado de Sarah Maldoror, que revolucionou o olhar sobre as lutas de libertação africanas ao dar protagonismo às mulheres que participaram desses&amp;nbsp;movimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Pretendo pôr em evidência Sarah Maldoror, que, no seu cinema, olhou para quem quase nunca era visto, e também essas mulheres de que a História não falou ou que a História colocou na sombra&amp;#8221;, explica Pocas&amp;nbsp;Pascoal.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Fundado em 1946, o Festival de Locarno é considerado um dos mais importantes eventos cinematográficos do mundo, ao lado de Cannes, Veneza e Berlim. Reconhecido por revelar novos talentos e valorizar o cinema de autor, o festival reúne anualmente realizadores, produtores, distribuidores e programadores de dezenas de países, funcionando como uma plataforma estratégica para o desenvolvimento de projetos e para a circulação internacional de obras&amp;nbsp;cinematográficas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A conquista reforça a projeção internacional de Pocas Pascoal, cuja filmografia é marcada por narrativas que questionam as heranças do colonialismo e recuperam memórias silenciadas. Com o apoio conquistado em Locarno, a realizadora dá um passo importante para concretizar Sarah, um filme que resgata não apenas a trajetória de uma pioneira do cinema africano, mas também a história de mulheres que permaneceram invisíveis nas narrativas&amp;nbsp;oficiais.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/whatsapp_image_2026-08-10_at_12.49.22_1.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/whatsapp_image_2026-08-10_at_12.49.22.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange2_1.jpg" alt="" width="590" height="425" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/pocas-pascoal">Pocas Pascoal</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/sarah-maldoror">Sarah Maldoror</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Realizadora angolana recebe o The Open Doors – OIF-Francophonie Award para o desenvolvimento de filme sobre a pioneira do cinema africano Sarah Maldoror&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A realizadora angolana Pocas Pascoal foi distinguida com o The Open Doors – OIF-Francophonie Award, atribuído na noite de 9 de agosto, durante o Festival de Locarno, na Suíça. O prémio, concedido pela Organização Internacional da Francofonia (OIF), destina-se ao desenvolvimento do projeto da longa-metragem Sarah, inspirado na trajetória da cineasta franco-angolana Sarah Maldoror, considerada uma das pioneiras do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O reconhecimento integra a iniciativa Open Doors, um dos programas mais relevantes do Festival de Locarno, dedicado a apoiar cineastas de regiões onde o cinema independente enfrenta maiores desafios e a promover novas vozes da cinematografia mundial. Atualmente, o programa centra-se em realizadores de 42 países africanos, promovendo formação, encontros com a indústria e oportunidades de coprodução&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Durante o festival, Pocas Pascoal também apresentou a curta-metragem Time to Change no Open Doors Short Films Screening, em sessões destinadas a um público formado por cerca de uma centena de diplomatas de diferentes países. A obra propõe uma reflexão sobre os impactos da colonização na relação entre o ser humano e a natureza, estabelecendo uma ligação entre exploração colonial, racismo, destruição ambiental e memória&amp;nbsp;histórica.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Para Pocas Pascoal, o prémio representa muito mais do que um reconhecimento profissional: é um impulso para levar adiante um projeto que pretende recuperar uma das figuras mais importantes e menos conhecidas da história do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Receber o The Open Doors – OIF-Francophonie Award é uma enorme alegria e uma grande honra. Locarno é um festival de enorme prestígio e estar aqui já era um privilégio. Este apoio dá ainda mais força ao projeto Sarah e à possibilidade de contar uma história que merece ser conhecida por novas gerações&amp;#8221;, afirmou a&amp;nbsp;realizadora.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O filme pretende colocar em evidência o legado de Sarah Maldoror, que revolucionou o olhar sobre as lutas de libertação africanas ao dar protagonismo às mulheres que participaram desses&amp;nbsp;movimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;#8220;Pretendo pôr em evidência Sarah Maldoror, que, no seu cinema, olhou para quem quase nunca era visto, e também essas mulheres de que a História não falou ou que a História colocou na sombra&amp;#8221;, explica Pocas&amp;nbsp;Pascoal.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Fundado em 1946, o Festival de Locarno é considerado um dos mais importantes eventos cinematográficos do mundo, ao lado de Cannes, Veneza e Berlim. Reconhecido por revelar novos talentos e valorizar o cinema de autor, o festival reúne anualmente realizadores, produtores, distribuidores e programadores de dezenas de países, funcionando como uma plataforma estratégica para o desenvolvimento de projetos e para a circulação internacional de obras&amp;nbsp;cinematográficas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A conquista reforça a projeção internacional de Pocas Pascoal, cuja filmografia é marcada por narrativas que questionam as heranças do colonialismo e recuperam memórias silenciadas. Com o apoio conquistado em Locarno, a realizadora dá um passo importante para concretizar Sarah, um filme que resgata não apenas a trajetória de uma pioneira do cinema africano, mas também a história de mulheres que permaneceram invisíveis nas narrativas&amp;nbsp;oficiais.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/whatsapp_image_2026-08-10_at_12.49.22_1.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/whatsapp_image_2026-08-10_at_12.49.22.jpeg" alt="" width="590" height="443" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange2_1.jpg" alt="" width="590" height="425" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 16:25:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>A 4ª edição do PARAÍSO regressa para discutir o passado e o futuro na afrodescendência</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/a-4-edicao-do-paraiso-regressa-para-discutir-o-passado-e-o-futuro-na-afrodescendencia</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;Cesária Évora Orchestra com Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e Teófilo Chantre, União Negra das Artes, Kitty Furtado, conversas, dança, cinema, e almoço comunitário são algumas das apostas para este&amp;nbsp;ano&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Nos dias 11 e 12 de setembro, a cidade de Braga volta a receber o PARAÍSO, um programa artístico com enfoque na celebração e discussão das expressões artísticas afrodescendentes e lusófonas. Sob o tema central &lt;em&gt;Passado e Futuro na Afrodescendência&lt;/em&gt;, a edição deste ano propõe uma reflexão coletiva sobre as formas de existir entre a herança recebida e as realidades em construção. Através dos eixos da Performance, do Pensamento e da Mediação, a programação cruza áreas como o cinema, a música, a dança, o debate crítico e a&amp;nbsp;gastronomia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Em setembro, o PARAÍSO volta a habitar os palcos do Theatro Circo e do gnration, estendendo-se novamente à Livraria Centésima Página procurando ampliar a rede de partilha entre criadores, investigadores e o público local. As curadorias especializadas contam com a colaboração da BANTUMEN, de Rosa Cabecinhas pelo projeto CONCILIARE do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, além do olhar de Kitty Furtado no cinema, e com coordenação curatorial de Nuno&amp;nbsp;Abreu.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sexta-feira, dia 11 de setembro, às 18h00, na Livraria Centésima Página, a conversa com a assinatura da BANTUMEN&lt;em&gt; Que formas de existir entre o que herdamos e o que construímos?&lt;/em&gt;, junta David Ferreira (Secção de Estudantes Africanos da Universidade do Minho), Isabel Macedo (CONCILIARE) e Saidatina Khady Dias (Conquista Vontades – Associação dos Imigrantes Senegaleses em Portugal), com moderação de Marisa Rodrigues, para conhecer o trabalho de campo que organizações e pessoas têm feito nesta área na cidade de Braga. Mais tarde, às 21h30, o gnration acolhe a exibição gratuita do filme &lt;em&gt;Si Destinu&lt;/em&gt; (2015), da realizadora Vanessa Fernandes, seguida de uma conversa sobre as variantes do &lt;em&gt;Black Gaze&lt;/em&gt; entre a realizadora e a investigadora Kitty&amp;nbsp;Furtado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;No sábado, dia 12 de setembro, as atividades começam às 11h00 no gnration com a apresentação pública do processo de criação do &lt;em&gt;Manual Antirracista para as Artes e Educação&lt;/em&gt;, dinamizada por Dori Nigro, Melissa Rodrigues e Raquel Lima em representação da União Negra das Artes. Segue-se, às 13h00, um momento de celebração com o almoço comunitário preparado pela Chef cabo-verdiana Ana Teresa Correia, com cachupa rica e cachupa vegetariana e com ambiente musical assegurado pelo DJ angolano&amp;nbsp;Chipula.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;À tarde, a partir das 15h00, o debate regressa ao gnration com a sessão curada pelo CONCILIARE &lt;em&gt;Arte, participação e práticas de contestação da colonialidade: o papel da criação coletiva na construção de futuros alternativos&lt;/em&gt; que reúne os jovens António Zaqueu, Luege D’ Olim e Sarina Azevedo sob a moderação de Luiza Lins, numa partilha das suas vivências pessoais para refletir sobre participação, memória, identidade e pertença no espaço&amp;nbsp;público.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Às 16h30, Eddie Folige orienta um workshop de dança focado nas raízes da kizomba, novamente acompanhado por DJ&amp;nbsp;Chipula.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O encerramento do PARAÍSO acontece às 21h30, no Theatro Circo, com o concerto da Cesária Évora Orchestra, uma sentida homenagem à “Diva dos Pés Descalços” que junta em palco as vozes de Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e o compositor Teófilo&amp;nbsp;Chantre.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Todas as iniciativas são de acesso gratuito (com exceção do concerto de Cesária Évora Orchestra), requerendo o almoço inscrição prévia pelo e-mail&amp;nbsp;&amp;#112;&amp;#97;&amp;#114;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#99;&amp;#105;&amp;#112;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#97;&amp;#122;&amp;#99;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Bilhetes disponíveis no Theatro Circo, locais habituais, e online em &lt;a href="https://www.bol.pt  " title="https://www.bol.pt  "&gt;https://www.bol.pt  &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/02._cartaz_oficial_paraiso_2026.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Programa&amp;nbsp;PARAÍSO&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Passado e Futuro na&amp;nbsp;Afrodescendência&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;11 e 12&amp;nbsp;set&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sexta 11&amp;nbsp;setembro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;18h -&amp;gt; Conversas do&amp;nbsp;Paraíso&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Que formas de existir entre o que herdamos e o que construímos?&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com David Ferreira, Isabel Macedo e Saidatina Khady&amp;nbsp;Dias&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com moderação de Marisa Rodrigues&amp;nbsp;(BANTUMEN)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Livraria Centésima Página&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;21h30 -&amp;gt; Cinema +&amp;nbsp;Conversa&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Si Destinu&lt;/em&gt; (2015) de Vanessa&amp;nbsp;Fernandes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Conversa com Kitty Furtado e Vanessa&amp;nbsp;Fernandes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sábado 12&amp;nbsp;setembro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;11h -&amp;gt;&amp;nbsp;Mediação&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Manual antirracista para as artes e educação: Apresentação do processo&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com Dori Nigro, Melissa Rodrigues e Raquel Lima (União Negra das&amp;nbsp;Artes)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;13h -&amp;gt;&amp;nbsp;Gastronomia&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Almoço Cachupa - Chef Ana Teresa Correia + DJ&amp;nbsp;Chipula&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration (gratuito mediante&amp;nbsp;inscrição)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;15h -&amp;gt; Conversas do Paraíso&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arte, participação e práticas de contestação da colonialidade: o papel da criação coletiva na construção de futuros alternativos &lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;António Zaqueu, Luege D’ Olim, Sarina Azevedo com moderação de Luiza Lins&amp;nbsp;(CONCILIARE)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;16h30 -&amp;gt; Workshop e&amp;nbsp;Música&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Workshop Dança c/ Eddie Folige e DJ Chipula&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;21h30 -&amp;gt;&amp;nbsp;Música&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Cesária Évora&amp;nbsp;Orchestra&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e Teófilo&amp;nbsp;Chantre&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Theatro&amp;nbsp;Circo&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/braga">Braga</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/paraiso">Paraíso</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;Cesária Évora Orchestra com Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e Teófilo Chantre, União Negra das Artes, Kitty Furtado, conversas, dança, cinema, e almoço comunitário são algumas das apostas para este&amp;nbsp;ano&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Nos dias 11 e 12 de setembro, a cidade de Braga volta a receber o PARAÍSO, um programa artístico com enfoque na celebração e discussão das expressões artísticas afrodescendentes e lusófonas. Sob o tema central &lt;em&gt;Passado e Futuro na Afrodescendência&lt;/em&gt;, a edição deste ano propõe uma reflexão coletiva sobre as formas de existir entre a herança recebida e as realidades em construção. Através dos eixos da Performance, do Pensamento e da Mediação, a programação cruza áreas como o cinema, a música, a dança, o debate crítico e a&amp;nbsp;gastronomia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Em setembro, o PARAÍSO volta a habitar os palcos do Theatro Circo e do gnration, estendendo-se novamente à Livraria Centésima Página procurando ampliar a rede de partilha entre criadores, investigadores e o público local. As curadorias especializadas contam com a colaboração da BANTUMEN, de Rosa Cabecinhas pelo projeto CONCILIARE do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, além do olhar de Kitty Furtado no cinema, e com coordenação curatorial de Nuno&amp;nbsp;Abreu.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sexta-feira, dia 11 de setembro, às 18h00, na Livraria Centésima Página, a conversa com a assinatura da BANTUMEN&lt;em&gt; Que formas de existir entre o que herdamos e o que construímos?&lt;/em&gt;, junta David Ferreira (Secção de Estudantes Africanos da Universidade do Minho), Isabel Macedo (CONCILIARE) e Saidatina Khady Dias (Conquista Vontades – Associação dos Imigrantes Senegaleses em Portugal), com moderação de Marisa Rodrigues, para conhecer o trabalho de campo que organizações e pessoas têm feito nesta área na cidade de Braga. Mais tarde, às 21h30, o gnration acolhe a exibição gratuita do filme &lt;em&gt;Si Destinu&lt;/em&gt; (2015), da realizadora Vanessa Fernandes, seguida de uma conversa sobre as variantes do &lt;em&gt;Black Gaze&lt;/em&gt; entre a realizadora e a investigadora Kitty&amp;nbsp;Furtado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;No sábado, dia 12 de setembro, as atividades começam às 11h00 no gnration com a apresentação pública do processo de criação do &lt;em&gt;Manual Antirracista para as Artes e Educação&lt;/em&gt;, dinamizada por Dori Nigro, Melissa Rodrigues e Raquel Lima em representação da União Negra das Artes. Segue-se, às 13h00, um momento de celebração com o almoço comunitário preparado pela Chef cabo-verdiana Ana Teresa Correia, com cachupa rica e cachupa vegetariana e com ambiente musical assegurado pelo DJ angolano&amp;nbsp;Chipula.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;À tarde, a partir das 15h00, o debate regressa ao gnration com a sessão curada pelo CONCILIARE &lt;em&gt;Arte, participação e práticas de contestação da colonialidade: o papel da criação coletiva na construção de futuros alternativos&lt;/em&gt; que reúne os jovens António Zaqueu, Luege D’ Olim e Sarina Azevedo sob a moderação de Luiza Lins, numa partilha das suas vivências pessoais para refletir sobre participação, memória, identidade e pertença no espaço&amp;nbsp;público.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Às 16h30, Eddie Folige orienta um workshop de dança focado nas raízes da kizomba, novamente acompanhado por DJ&amp;nbsp;Chipula.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O encerramento do PARAÍSO acontece às 21h30, no Theatro Circo, com o concerto da Cesária Évora Orchestra, uma sentida homenagem à “Diva dos Pés Descalços” que junta em palco as vozes de Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e o compositor Teófilo&amp;nbsp;Chantre.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Todas as iniciativas são de acesso gratuito (com exceção do concerto de Cesária Évora Orchestra), requerendo o almoço inscrição prévia pelo e-mail&amp;nbsp;&amp;#112;&amp;#97;&amp;#114;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#99;&amp;#105;&amp;#112;&amp;#97;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#97;&amp;#122;&amp;#99;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Bilhetes disponíveis no Theatro Circo, locais habituais, e online em &lt;a href="https://www.bol.pt  " title="https://www.bol.pt  "&gt;https://www.bol.pt  &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/02._cartaz_oficial_paraiso_2026.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Programa&amp;nbsp;PARAÍSO&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Passado e Futuro na&amp;nbsp;Afrodescendência&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;11 e 12&amp;nbsp;set&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sexta 11&amp;nbsp;setembro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;18h -&amp;gt; Conversas do&amp;nbsp;Paraíso&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Que formas de existir entre o que herdamos e o que construímos?&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com David Ferreira, Isabel Macedo e Saidatina Khady&amp;nbsp;Dias&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com moderação de Marisa Rodrigues&amp;nbsp;(BANTUMEN)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Livraria Centésima Página&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;21h30 -&amp;gt; Cinema +&amp;nbsp;Conversa&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Si Destinu&lt;/em&gt; (2015) de Vanessa&amp;nbsp;Fernandes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Conversa com Kitty Furtado e Vanessa&amp;nbsp;Fernandes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sábado 12&amp;nbsp;setembro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;11h -&amp;gt;&amp;nbsp;Mediação&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;em&gt;Manual antirracista para as artes e educação: Apresentação do processo&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com Dori Nigro, Melissa Rodrigues e Raquel Lima (União Negra das&amp;nbsp;Artes)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;13h -&amp;gt;&amp;nbsp;Gastronomia&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Almoço Cachupa - Chef Ana Teresa Correia + DJ&amp;nbsp;Chipula&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration (gratuito mediante&amp;nbsp;inscrição)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;15h -&amp;gt; Conversas do Paraíso&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Arte, participação e práticas de contestação da colonialidade: o papel da criação coletiva na construção de futuros alternativos &lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;António Zaqueu, Luege D’ Olim, Sarina Azevedo com moderação de Luiza Lins&amp;nbsp;(CONCILIARE)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;16h30 -&amp;gt; Workshop e&amp;nbsp;Música&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Workshop Dança c/ Eddie Folige e DJ Chipula&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;gnration&amp;nbsp;(gratuito)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;21h30 -&amp;gt;&amp;nbsp;Música&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Cesária Évora&amp;nbsp;Orchestra&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;com Ceuzany, Elida Almeida, Lucibela e Teófilo&amp;nbsp;Chantre&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Theatro&amp;nbsp;Circo&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 09:10:51 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Cineasta angolana Pocas Pascoal apresenta "Time to Change" durante o Festival de Locarno</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/cineasta-angolana-pocas-pascoal-apresenta-time-to-change-durante-o-festival-de-locarno</link>
 <description>&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;span&gt;Curta integra a programação &amp;#8220;Open Doors Short Films Screening&amp;#8221;, reafirmando o diálogo entre cinema, diplomacia e justiça&amp;nbsp;climática&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O cinema africano ganha protagonismo num dos mais prestigiados festivais de cinema do mundo. A realizadora angolana Pocas Pascoal apresenta o curta-metragem “Time to Change” durante o “Open Doors Short Films Screening”, dia 7 de agosto, no Festival de Locarno, durante sessão que contará com cerca de 100 diplomatas de diferentes países. A exibição integra uma programação dedicada a obras que promovem reflexão sobre desafios globais contemporâneos, reforçando o papel do cinema como ferramenta de diálogo intercultural e transformação&amp;nbsp;social.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Em sua estreia na Suíça, “Time to Change” propõe uma poderosa reflexão sobre os impactos da colonização na relação entre seres humanos e natureza. A partir de uma linguagem visual poética e contundente, o filme retrata como a exploração da terra e do homem remontam a tempos coloniais, alertando que é urgente mudar o rumo da pegada humana no planeta. A produção mostra como a colonização conduz à devastação, à desolação e à subjugação da fauna, da flora e das populações. A obra amplia o debate sobre memória, exploração dos territórios e justiça ambiental, temas que atravessam fronteiras e dialogam diretamente com a agenda&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O convite para integrar a sessão “Open Doors” marca mais um capítulo da relação de Pocas Pascoal com o Festival de Locarno. Em 2014, o seu primeiro longa-metragem de ficção, Alda e Maria, participou do programa e conquistou sete prémios internacionais, consolidando a realizadora como uma das vozes mais relevantes do cinema lusófono contemporâneo. Agora, a angolana regressa ao Festival com uma obra que reafirma o seu compromisso artístico com narrativas de forte dimensão política, histórica e&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A presença de “Time to Change” no Festival de Locarno reforça o reconhecimento internacional da obra de Pocas Pascoal e evidencia a crescente visibilidade do cinema africano em espaços de influência cultural e diplomática. Ao reunir representantes de dezenas de países em torno da exibição da curta, a sessão demonstra como a linguagem cinematográfica pode estimular conversas urgentes sobre colonialismo, sustentabilidade, memória e futuro&amp;nbsp;comum.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange.jpg" alt="" width="590" height="428" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange2.jpg" alt="" width="590" height="425" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="imagecache-half" style="width: 290px"&gt;&lt;img  title="Pocas Pascoal " src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/pocas-pascoal-980x1372.jpg" alt="Pocas Pascoal " width="290" height="406" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Pocas Pascoal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Nascida em Luanda, Pocas Pascoal tornou-se a primeira mulher operadora de câmara de Angola antes de se mudar para França, onde se formou em montagem e trabalhou durante quinze anos como editora. A sua filmografia reúne documentários, ficções e instalações audiovisuais apresentadas em importantes bienais e festivais internacionais. Em 2021, o documentário “Blow” recebeu o Prémio Árvore da Vida para Melhor Filme no IndieLisboa. Em 2024, integrou o projeto GREENHOUSE, que representou Portugal na 60.ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza. Paralelamente à circulação internacional de “Time to Change”, a realizadora desenvolve atualmente o longa-metragem “Sarah Maldoror”, dedicado à cineasta franco-angolana considerada uma das pioneiras do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/pocas-pascoal">Pocas Pascoal</category>
 <content:encoded>&lt;p dir="ltr"&gt;&amp;nbsp;&lt;span&gt;Curta integra a programação &amp;#8220;Open Doors Short Films Screening&amp;#8221;, reafirmando o diálogo entre cinema, diplomacia e justiça&amp;nbsp;climática&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O cinema africano ganha protagonismo num dos mais prestigiados festivais de cinema do mundo. A realizadora angolana Pocas Pascoal apresenta o curta-metragem “Time to Change” durante o “Open Doors Short Films Screening”, dia 7 de agosto, no Festival de Locarno, durante sessão que contará com cerca de 100 diplomatas de diferentes países. A exibição integra uma programação dedicada a obras que promovem reflexão sobre desafios globais contemporâneos, reforçando o papel do cinema como ferramenta de diálogo intercultural e transformação&amp;nbsp;social.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;Em sua estreia na Suíça, “Time to Change” propõe uma poderosa reflexão sobre os impactos da colonização na relação entre seres humanos e natureza. A partir de uma linguagem visual poética e contundente, o filme retrata como a exploração da terra e do homem remontam a tempos coloniais, alertando que é urgente mudar o rumo da pegada humana no planeta. A produção mostra como a colonização conduz à devastação, à desolação e à subjugação da fauna, da flora e das populações. A obra amplia o debate sobre memória, exploração dos territórios e justiça ambiental, temas que atravessam fronteiras e dialogam diretamente com a agenda&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;O convite para integrar a sessão “Open Doors” marca mais um capítulo da relação de Pocas Pascoal com o Festival de Locarno. Em 2014, o seu primeiro longa-metragem de ficção, Alda e Maria, participou do programa e conquistou sete prémios internacionais, consolidando a realizadora como uma das vozes mais relevantes do cinema lusófono contemporâneo. Agora, a angolana regressa ao Festival com uma obra que reafirma o seu compromisso artístico com narrativas de forte dimensão política, histórica e&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;A presença de “Time to Change” no Festival de Locarno reforça o reconhecimento internacional da obra de Pocas Pascoal e evidencia a crescente visibilidade do cinema africano em espaços de influência cultural e diplomática. Ao reunir representantes de dezenas de países em torno da exibição da curta, a sessão demonstra como a linguagem cinematográfica pode estimular conversas urgentes sobre colonialismo, sustentabilidade, memória e futuro&amp;nbsp;comum.&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange.jpg" alt="" width="590" height="428" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/timetochange2.jpg" alt="" width="590" height="425" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir="ltr"&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="imagecache-half" style="width: 290px"&gt;&lt;img  title="Pocas Pascoal " src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/08/pocas-pascoal-980x1372.jpg" alt="Pocas Pascoal " width="290" height="406" /&gt;&lt;span class="caption"&gt;Pocas Pascoal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Nascida em Luanda, Pocas Pascoal tornou-se a primeira mulher operadora de câmara de Angola antes de se mudar para França, onde se formou em montagem e trabalhou durante quinze anos como editora. A sua filmografia reúne documentários, ficções e instalações audiovisuais apresentadas em importantes bienais e festivais internacionais. Em 2021, o documentário “Blow” recebeu o Prémio Árvore da Vida para Melhor Filme no IndieLisboa. Em 2024, integrou o projeto GREENHOUSE, que representou Portugal na 60.ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza. Paralelamente à circulação internacional de “Time to Change”, a realizadora desenvolve atualmente o longa-metragem “Sarah Maldoror”, dedicado à cineasta franco-angolana considerada uma das pioneiras do cinema&amp;nbsp;africano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:16:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>“Era uma vez, numa meia-noite sombria…”: O cinema clandestino de Pere Portabella no final do Franquismo</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/era-uma-vez-numa-meia-noite-sombria-o-cinema-clandestino-de-pere-portabella-no-final-do-fran</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;O ciclo The Ongoing Seminar, organizado pelo Doc’s Kingdom em Lisboa ao longo do ano, recebe Pablo La Parra Pérez (Filmoteca de Catalunya) por ocasião do centenário do cineasta catalão Pere Portabella, nos dias 3 e 4 de Setembro, na Faculdade de Belas Artes de&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do franquismo &lt;strong&gt;Pere&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Portabella&lt;/strong&gt; alternou entre o cinema underground e a participação ativa na oposição antifranquista e deixou para trás um conjunto de filmes que desafiam a categorização: nos quais a crítica feroz ao regime coexiste com uma requintada experimentação formal em torno das possibilidades expressivas e políticas do cinema.&lt;br /&gt;O diretor da Filmoteca da Catalunha,&lt;strong&gt; Pablo La Parra Pérez,&lt;/strong&gt; irá falar da obra clandestina de Portabella, apresentando dois filmes (&lt;em&gt;El sopar&lt;/em&gt; [versão de 1974] (1974, 60’) e &lt;em&gt;Umbracle&lt;/em&gt; (1972, 85’)) e vários materiais de arquivo do espólio do realizador recentemente depositados na Filmoteca da Catalunha.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Este programa insere-se no programa internacional do centenário de Pere Portabella, &lt;a href="https://www.accionportabella.es/en/" target="_blank"&gt;Acció Portabella.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Mais informações sobre os dois dias de sessões em anexo e &lt;a href="https://docskingdom.org/noticias/the-ongoing-seminar-04/" target="_blank"&gt;no website&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dk26_pere_portabella_final_fbaul.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cinema">cinema</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;O ciclo The Ongoing Seminar, organizado pelo Doc’s Kingdom em Lisboa ao longo do ano, recebe Pablo La Parra Pérez (Filmoteca de Catalunya) por ocasião do centenário do cineasta catalão Pere Portabella, nos dias 3 e 4 de Setembro, na Faculdade de Belas Artes de&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do franquismo &lt;strong&gt;Pere&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Portabella&lt;/strong&gt; alternou entre o cinema underground e a participação ativa na oposição antifranquista e deixou para trás um conjunto de filmes que desafiam a categorização: nos quais a crítica feroz ao regime coexiste com uma requintada experimentação formal em torno das possibilidades expressivas e políticas do cinema.&lt;br /&gt;O diretor da Filmoteca da Catalunha,&lt;strong&gt; Pablo La Parra Pérez,&lt;/strong&gt; irá falar da obra clandestina de Portabella, apresentando dois filmes (&lt;em&gt;El sopar&lt;/em&gt; [versão de 1974] (1974, 60’) e &lt;em&gt;Umbracle&lt;/em&gt; (1972, 85’)) e vários materiais de arquivo do espólio do realizador recentemente depositados na Filmoteca da Catalunha.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Este programa insere-se no programa internacional do centenário de Pere Portabella, &lt;a href="https://www.accionportabella.es/en/" target="_blank"&gt;Acció Portabella.&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Mais informações sobre os dois dias de sessões em anexo e &lt;a href="https://docskingdom.org/noticias/the-ongoing-seminar-04/" target="_blank"&gt;no website&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/08/dk26_pere_portabella_final_fbaul.png" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:58:10 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Fred Moten na Dentu Zona, </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/fred-moten-na-dentu-zona</link>
 <description>&lt;p&gt;É com enorme alegria que, no dia 2 de agosto, às 13h, recebemos Fred Moten na Dentu Zona, na Cova da Moura, para uma conversa com p.feijó em torno da sua obra e, em particular, d’OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, livro recentemente publicado pela Maio Maio e pelas Edições da Snob. &lt;br /&gt;O trabalho de Fred Moten circula entre a poesia, o estudo da Tradição Radical Negra, a história da música e a Teoria Crítica. Escreveu uma vasta obra de poesia e Teoria Crítica e, com Stefano Harney, OS SUBCOMUNS e TUDO INCOMPLETO.&lt;br /&gt;p.feijó é a editora convidada d’OS SUBCOMUNS, tendo contribuído com um texto introdutório e participado em todo o processo de edição deste livro. É também escritora, investigadora e&amp;nbsp;militante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/749629579_1338966058363366_2858899722898993265_n.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fred-moten">Fred Moten</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/subcomuns">subcomuns</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;É com enorme alegria que, no dia 2 de agosto, às 13h, recebemos Fred Moten na Dentu Zona, na Cova da Moura, para uma conversa com p.feijó em torno da sua obra e, em particular, d’OS SUBCOMUNS: PLANEAMENTO FUGITIVO E ESTUDO NEGRO, livro recentemente publicado pela Maio Maio e pelas Edições da Snob. &lt;br /&gt;O trabalho de Fred Moten circula entre a poesia, o estudo da Tradição Radical Negra, a história da música e a Teoria Crítica. Escreveu uma vasta obra de poesia e Teoria Crítica e, com Stefano Harney, OS SUBCOMUNS e TUDO INCOMPLETO.&lt;br /&gt;p.feijó é a editora convidada d’OS SUBCOMUNS, tendo contribuído com um texto introdutório e participado em todo o processo de edição deste livro. É também escritora, investigadora e&amp;nbsp;militante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/749629579_1338966058363366_2858899722898993265_n.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 09:52:44 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">11064 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Cortejo, a primeira exposição individual de Anthony Mazza </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/cortejo-a-primeira-exposicao-individual-de-anthony-mazza</link>
 <description>&lt;p&gt;A Kolibri Gallery tem o prazer de apresentar &lt;em&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/cortejo/" target="_blank"&gt;Cortejo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a primeira exposição individual de &lt;a href="https://kolibri.gallery/artist/anthony-mazza/" target="_blank"&gt;Anthony Mazza&lt;/a&gt; na Europa. Com abertura na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, às 18h00, a exposição reúne dez pinturas de pequeno formato, realizadas em óleo sobre linho e em óleo e cera de abelha sobre tela. &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; ficará patente na Kolibri Gallery, em Lisboa, até 28 de agosto de&amp;nbsp;2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt;, Mazza trata a pintura como um campo temporal em camadas. As obras não pretendem apresentar a paisagem como descrição direta ou cenário fixo. Em vez disso, constroem imagens nas quais o lugar surge através de vestígios, intervalos e recordações parciais. Horizontes, água, campos escuros, fragmentos arquitetónicos e formas suspensas são mantidos em composições reduzidas, permitindo que cada pintura permaneça entre o aparecimento e a&amp;nbsp;dissolução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; refere-se a uma procissão silenciosa. Ao longo da exposição, as pinturas parecem mover-se em relação umas às outras, transportando ecos entre imagem, superfície e memória. A sua pequena escala concentra esse movimento. As obras pedem uma atenção próxima a subtis variações de tom, densidade material e suspensão espacial, em vez de se expandirem em vistas&amp;nbsp;panorâmicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso de óleo, linho, tela e cera de abelha por Mazza reforça esta condição de instabilidade. Em várias obras, a cera confere à superfície uma profundidade tátil e contida, enquanto a trama visível do linho mantém a imagem materialmente aberta. A paisagem torna-se menos um tema do que um lugar de passagem: um espaço onde luz, matéria e recordação permanecem por&amp;nbsp;resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentada em Lisboa, &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; marca um momento importante na trajetória do artista como a sua primeira exposição individual na Europa. A exposição posiciona a prática pictórica recente de Mazza através de um corpo compacto de obras íntimas na escala, mas conceptualmente precisas, reunindo questões de lugar, memória, superfície e suspensão&amp;nbsp;temporal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evento de Abertura&lt;br /&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/opening-reception-cortejo/" target="_blank"&gt;Receção de abertura&lt;/a&gt;: quarta-feira, 5 de agosto de 2026, 18h00&lt;br /&gt;Kolibri Gallery: Rua Passos Manuel 64A, 1150-260 Lisboa,&amp;nbsp;Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Datas da Exposição&lt;br /&gt;5-28 de agosto de&amp;nbsp;2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obras&lt;br /&gt;Dez pinturas de pequeno formato&lt;br /&gt;Óleo sobre linho; óleo e cera de abelha sobre&amp;nbsp;tela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/lume-ii-mazza.jpg" alt="" width="590" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/anthony-mazza">Anthony Mazza</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A Kolibri Gallery tem o prazer de apresentar &lt;em&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/cortejo/" target="_blank"&gt;Cortejo&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, a primeira exposição individual de &lt;a href="https://kolibri.gallery/artist/anthony-mazza/" target="_blank"&gt;Anthony Mazza&lt;/a&gt; na Europa. Com abertura na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, às 18h00, a exposição reúne dez pinturas de pequeno formato, realizadas em óleo sobre linho e em óleo e cera de abelha sobre tela. &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; ficará patente na Kolibri Gallery, em Lisboa, até 28 de agosto de&amp;nbsp;2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt;, Mazza trata a pintura como um campo temporal em camadas. As obras não pretendem apresentar a paisagem como descrição direta ou cenário fixo. Em vez disso, constroem imagens nas quais o lugar surge através de vestígios, intervalos e recordações parciais. Horizontes, água, campos escuros, fragmentos arquitetónicos e formas suspensas são mantidos em composições reduzidas, permitindo que cada pintura permaneça entre o aparecimento e a&amp;nbsp;dissolução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O título &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; refere-se a uma procissão silenciosa. Ao longo da exposição, as pinturas parecem mover-se em relação umas às outras, transportando ecos entre imagem, superfície e memória. A sua pequena escala concentra esse movimento. As obras pedem uma atenção próxima a subtis variações de tom, densidade material e suspensão espacial, em vez de se expandirem em vistas&amp;nbsp;panorâmicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso de óleo, linho, tela e cera de abelha por Mazza reforça esta condição de instabilidade. Em várias obras, a cera confere à superfície uma profundidade tátil e contida, enquanto a trama visível do linho mantém a imagem materialmente aberta. A paisagem torna-se menos um tema do que um lugar de passagem: um espaço onde luz, matéria e recordação permanecem por&amp;nbsp;resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentada em Lisboa, &lt;em&gt;Cortejo&lt;/em&gt; marca um momento importante na trajetória do artista como a sua primeira exposição individual na Europa. A exposição posiciona a prática pictórica recente de Mazza através de um corpo compacto de obras íntimas na escala, mas conceptualmente precisas, reunindo questões de lugar, memória, superfície e suspensão&amp;nbsp;temporal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evento de Abertura&lt;br /&gt;&lt;a href="https://kolibri.gallery/event/opening-reception-cortejo/" target="_blank"&gt;Receção de abertura&lt;/a&gt;: quarta-feira, 5 de agosto de 2026, 18h00&lt;br /&gt;Kolibri Gallery: Rua Passos Manuel 64A, 1150-260 Lisboa,&amp;nbsp;Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Datas da Exposição&lt;br /&gt;5-28 de agosto de&amp;nbsp;2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obras&lt;br /&gt;Dez pinturas de pequeno formato&lt;br /&gt;Óleo sobre linho; óleo e cera de abelha sobre&amp;nbsp;tela&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/lume-ii-mazza.jpg" alt="" width="590" height="386" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 08:53:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>vítimas na Europa do tráfico transatlântico</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/vitimas-na-europa-do-trafico-transatlantico</link>
 <description>&lt;p&gt;Resultados recentes da investigação sobre as primeiras vítimas conhecidas na Europa do tráfico transatlântico de escravizados (Valle da Gafaria)&lt;br /&gt;Sábado, 25 de julho, às 17h (MUNHAC)&lt;br /&gt;No Valle da Gafaria, em Lagos, Portugal, os arqueólogos descobriram os restos mortais de 158 africanos escravizados. Este continua a ser o mais antigo e o maior sítio de enterramento associado ao tráfico atlântico de escravos na Europa.&lt;br /&gt;Ao sintetizar as evidências resultantes de múltiplas análises isotópicas, esta apresentação explora a origem destas pessoas, reconstrói as suas histórias de vida e revela novos conhecimentos sobre mobilidade, deslocação e experiências humanas durante as primeiras fases do tráfico transatlântico de escravos.&lt;br /&gt;Com: Dra. Vicky M. Oelze (Professora Associada no Departamento de Antropologia da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, EUA)&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Sessão em Inglês. PowerPoint em português.&lt;br /&gt;Participação livre, limitada à lotação da sala.&lt;br /&gt;Museu Nacional de História Natural e da Ciência&amp;nbsp;(MUHNAC).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-23_at_11.34.48.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/escravatura">escravatura</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Resultados recentes da investigação sobre as primeiras vítimas conhecidas na Europa do tráfico transatlântico de escravizados (Valle da Gafaria)&lt;br /&gt;Sábado, 25 de julho, às 17h (MUNHAC)&lt;br /&gt;No Valle da Gafaria, em Lagos, Portugal, os arqueólogos descobriram os restos mortais de 158 africanos escravizados. Este continua a ser o mais antigo e o maior sítio de enterramento associado ao tráfico atlântico de escravos na Europa.&lt;br /&gt;Ao sintetizar as evidências resultantes de múltiplas análises isotópicas, esta apresentação explora a origem destas pessoas, reconstrói as suas histórias de vida e revela novos conhecimentos sobre mobilidade, deslocação e experiências humanas durante as primeiras fases do tráfico transatlântico de escravos.&lt;br /&gt;Com: Dra. Vicky M. Oelze (Professora Associada no Departamento de Antropologia da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, EUA)&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Sessão em Inglês. PowerPoint em português.&lt;br /&gt;Participação livre, limitada à lotação da sala.&lt;br /&gt;Museu Nacional de História Natural e da Ciência&amp;nbsp;(MUHNAC).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/whatsapp_image_2026-07-23_at_11.34.48.jpeg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:09:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title>"Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global", de Paulo Ramalho</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/bijagos-uma-viagem-ao-sul-global-de-paulo-ramalho</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;18 de julho de 2026 | 17h00 | Bar Flor do Tejo | Cais de Vila Franca de&amp;nbsp;Xira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global, de &lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;, pertence à rara categoria das obras que recusam o conforto da literatura de viagem para se transformarem numa interrogação sobre o mundo e sobre nós&amp;nbsp;próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Antropólogo de formação, escritor por necessidade e viajante por inquietação, Paulo Ramalho conhece profundamente a Guiné-Bissau e o arquipélago dos Bijagós, um dos últimos territórios africanos onde a memória ancestral, os rituais, a natureza e a resistência cultural permanecem vivos perante a crescente uniformização do planeta. O seu olhar não é o do turista nem o do repórter ocasional. É o de quem sabe que um povo nunca se descreve apenas pela paisagem, mas pela forma como enfrenta o tempo, a morte, a comunidade e o&amp;nbsp;sagrado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Neste livro, os Bijagós deixam de ser apenas um arquipélago perdido no Atlântico para se tornarem uma metáfora do nosso tempo. A viagem conduz o leitor para lá da geografia, confrontando-o com as grandes questões do século XXI: o esgotamento do modelo ocidental, a crise ecológica, a desigualdade entre Norte e Sul, o legado do colonialismo e a procura de outras formas de habitar o&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A literatura da Guiné-Bissau ensinou-nos, através de vozes como Abdulai Sila, Tony Tcheka ou Filinto de Barros, que a identidade nasce do diálogo permanente entre memória e futuro. É nesse território de fronteira que Paulo Ramalho inscreve a sua escrita. Sem exotismos nem paternalismos, aproxima-se dos Bijagós com o respeito de quem escuta antes de interpretar, oferecendo ao leitor uma narrativa onde a antropologia e a literatura se cruzam para revelar uma realidade simultaneamente bela, complexa e profundamente&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global não oferece respostas fáceis. Pelo contrário, devolve-nos perguntas que preferimos adiar. Que significa viajar quando o mundo parece caminhar para o colapso? O que procuramos no outro que não sejamos capazes de reconhecer em nós? Será o Sul Global apenas uma geografia ou poderá ser também um lugar de resistência, de aprendizagem e de&amp;nbsp;esperança?&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Mais do que apresentar um livro, esta sessão propõe um encontro entre leitores, viajantes e todos aqueles que acreditam que a literatura continua a ser um dos poucos lugares onde ainda é possível compreender a complexidade do&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;No dia &lt;strong&gt;18 de julho, às 17 horas&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;Vila Franca de Xira&lt;/strong&gt;, junto à marina, será palco desta conversa. Um espaço de proximidade para ouvir o autor, descobrir as histórias que deram origem ao livro e participar num diálogo sobre a viagem, a cultura, a Guiné-Bissau e os desafios do nosso&amp;nbsp;tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Porque há viagens que terminam quando regressamos a&amp;nbsp;casa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;E há livros que só começam verdadeiramente quando fechamos a última&amp;nbsp;página.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Lançamento de Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de julho de 2026 | 17h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo –&amp;nbsp; Cais de Vila Franca de Xira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/bijagos_lancamento_autor_e_livro.png" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/bijagos">Bijagós</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;18 de julho de 2026 | 17h00 | Bar Flor do Tejo | Cais de Vila Franca de&amp;nbsp;Xira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global, de &lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;, pertence à rara categoria das obras que recusam o conforto da literatura de viagem para se transformarem numa interrogação sobre o mundo e sobre nós&amp;nbsp;próprios.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Antropólogo de formação, escritor por necessidade e viajante por inquietação, Paulo Ramalho conhece profundamente a Guiné-Bissau e o arquipélago dos Bijagós, um dos últimos territórios africanos onde a memória ancestral, os rituais, a natureza e a resistência cultural permanecem vivos perante a crescente uniformização do planeta. O seu olhar não é o do turista nem o do repórter ocasional. É o de quem sabe que um povo nunca se descreve apenas pela paisagem, mas pela forma como enfrenta o tempo, a morte, a comunidade e o&amp;nbsp;sagrado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Neste livro, os Bijagós deixam de ser apenas um arquipélago perdido no Atlântico para se tornarem uma metáfora do nosso tempo. A viagem conduz o leitor para lá da geografia, confrontando-o com as grandes questões do século XXI: o esgotamento do modelo ocidental, a crise ecológica, a desigualdade entre Norte e Sul, o legado do colonialismo e a procura de outras formas de habitar o&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A literatura da Guiné-Bissau ensinou-nos, através de vozes como Abdulai Sila, Tony Tcheka ou Filinto de Barros, que a identidade nasce do diálogo permanente entre memória e futuro. É nesse território de fronteira que Paulo Ramalho inscreve a sua escrita. Sem exotismos nem paternalismos, aproxima-se dos Bijagós com o respeito de quem escuta antes de interpretar, oferecendo ao leitor uma narrativa onde a antropologia e a literatura se cruzam para revelar uma realidade simultaneamente bela, complexa e profundamente&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global não oferece respostas fáceis. Pelo contrário, devolve-nos perguntas que preferimos adiar. Que significa viajar quando o mundo parece caminhar para o colapso? O que procuramos no outro que não sejamos capazes de reconhecer em nós? Será o Sul Global apenas uma geografia ou poderá ser também um lugar de resistência, de aprendizagem e de&amp;nbsp;esperança?&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Mais do que apresentar um livro, esta sessão propõe um encontro entre leitores, viajantes e todos aqueles que acreditam que a literatura continua a ser um dos poucos lugares onde ainda é possível compreender a complexidade do&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;No dia &lt;strong&gt;18 de julho, às 17 horas&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo&lt;/strong&gt;, em &lt;strong&gt;Vila Franca de Xira&lt;/strong&gt;, junto à marina, será palco desta conversa. Um espaço de proximidade para ouvir o autor, descobrir as histórias que deram origem ao livro e participar num diálogo sobre a viagem, a cultura, a Guiné-Bissau e os desafios do nosso&amp;nbsp;tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Porque há viagens que terminam quando regressamos a&amp;nbsp;casa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;E há livros que só começam verdadeiramente quando fechamos a última&amp;nbsp;página.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Lançamento de Bijagós – Uma Viagem ao Sul Global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paulo Ramalho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sábado, 18 de julho de 2026 | 17h00&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bar Flor do Tejo –&amp;nbsp; Cais de Vila Franca de Xira&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/bijagos_lancamento_autor_e_livro.png" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:48:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>“Mulheres que carregam”: concurso do Festival do Minuto reflete sobre a força feminina cotidiana</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/mulheres-que-carregam-concurso-do-festival-do-minuto-reflete-sobre-a-forca-feminina-cotidian</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Festival do Minuto convida realizadores a enviarem vídeos de até 60 segundos sobre o&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;tema “Mulheres que carregam”&lt;/em&gt;&lt;em&gt;. As inscrições para este e outros concursos temáticos vão&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;até 31 de julho, e os melhores vídeos concorrem ao Troféu Minuto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Clique&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;para assistir à vinheta do concurso.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;O que uma mulher aguenta carregar? Uma criança, uma família, um país? O mundo inteiro?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;É nesse vasto campo de possibilidades que o Festival do Minuto lança o concurso temático&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam”&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. A proposta é aberta a interpretações diversas, estimulando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;olhares autorais sobre o tema em vídeos de até um&amp;nbsp;minuto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições até 31 de julho&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam” é um dos &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;9 concursos temáticos lançados no 1º semestre de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; pelo Festival Permanente do Minuto, todos com &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;inscrições abertas até 31 de&amp;nbsp;julho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Além dos concursos temáticos, o Festival também mantém inscrições abertas para as&amp;nbsp;&lt;span&gt;categorias permanentes mensais: Tema Livre, Animação, Nano Minuto e Minuto Vertical. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;As&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: &lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br. " title="www.festivaldominuto.com.br. "&gt;www.festivaldominuto.com.br. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;35 anos de Festival do&amp;nbsp;Minuto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Criado em 1991, o&lt;strong&gt; Festival Permanente do Minuto&lt;/strong&gt; é pioneiro no formato de curtíssima&amp;nbsp;&lt;span&gt;duração, incentivando a criação de vídeos de até 60 segundos antes mesmo do surgimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das redes sociais. Gratuito, online e permanente, passou a alcançar todo o planeta. No&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Brasil, atinge cidades pequenas, médias e grandes, alcançando o interior, o litoral e as&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;periferias urbanas. Com produções de diferentes sotaques, vivências e contextos, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iniciativa amplia a diversidade no audiovisual e incentiva realizadores amadores e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;independentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Completando 35 anos em 2026, o Festival Permanente do Minuto reafirma seu papel como&amp;nbsp;&lt;span&gt;espaço de experimentação e visibilidade para obras que apostam na síntese e na força&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;expressiva do formato Minuto. Ao longo de sua trajetória, o festival já inspirou iniciativas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;semelhantes em mais de 50 países.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSOS - FESTIVAL PERMANENTE DO MINUTO&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ONDE: &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;QUANDO:&lt;/strong&gt; Inscrições até 31 de julho de 2026&amp;nbsp;&lt;strong&gt;CONTATO:&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &amp;#116;&amp;#104;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#109;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114; | 43&amp;nbsp;9874-9580&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/mobile_pt_1.jpg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/feminina">feminina</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mulheres">mulheres</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;em&gt;Festival do Minuto convida realizadores a enviarem vídeos de até 60 segundos sobre o&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;tema “Mulheres que carregam”&lt;/em&gt;&lt;em&gt;. As inscrições para este e outros concursos temáticos vão&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;até 31 de julho, e os melhores vídeos concorrem ao Troféu Minuto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Clique&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; aqui&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://festivaldominuto.com.br/pt-BR/contents/58103" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;para assistir à vinheta do concurso.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;O que uma mulher aguenta carregar? Uma criança, uma família, um país? O mundo inteiro?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;É nesse vasto campo de possibilidades que o Festival do Minuto lança o concurso temático&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam”&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. A proposta é aberta a interpretações diversas, estimulando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;olhares autorais sobre o tema em vídeos de até um&amp;nbsp;minuto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições até 31 de julho&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;“Mulheres que carregam” é um dos &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;9 concursos temáticos lançados no 1º semestre de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; pelo Festival Permanente do Minuto, todos com &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;inscrições abertas até 31 de&amp;nbsp;julho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Além dos concursos temáticos, o Festival também mantém inscrições abertas para as&amp;nbsp;&lt;span&gt;categorias permanentes mensais: Tema Livre, Animação, Nano Minuto e Minuto Vertical. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;As&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo site&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: &lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br. " title="www.festivaldominuto.com.br. "&gt;www.festivaldominuto.com.br. &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;35 anos de Festival do&amp;nbsp;Minuto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Criado em 1991, o&lt;strong&gt; Festival Permanente do Minuto&lt;/strong&gt; é pioneiro no formato de curtíssima&amp;nbsp;&lt;span&gt;duração, incentivando a criação de vídeos de até 60 segundos antes mesmo do surgimento&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das redes sociais. Gratuito, online e permanente, passou a alcançar todo o planeta. No&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Brasil, atinge cidades pequenas, médias e grandes, alcançando o interior, o litoral e as&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;periferias urbanas. Com produções de diferentes sotaques, vivências e contextos, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iniciativa amplia a diversidade no audiovisual e incentiva realizadores amadores e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;independentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Completando 35 anos em 2026, o Festival Permanente do Minuto reafirma seu papel como&amp;nbsp;&lt;span&gt;espaço de experimentação e visibilidade para obras que apostam na síntese e na força&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;expressiva do formato Minuto. Ao longo de sua trajetória, o festival já inspirou iniciativas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;semelhantes em mais de 50 países.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;CONCURSOS - FESTIVAL PERMANENTE DO MINUTO&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ONDE: &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.festivaldominuto.com.br" title="www.festivaldominuto.com.br"&gt;www.festivaldominuto.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;QUANDO:&lt;/strong&gt; Inscrições até 31 de julho de 2026&amp;nbsp;&lt;strong&gt;CONTATO:&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &amp;#116;&amp;#104;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#97;&amp;#108;&amp;#109;&amp;#105;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114; | 43&amp;nbsp;9874-9580&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/mobile_pt_1.jpg" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:48:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Lançamento do primeiro livro de Orálio Mendes Katchunkuró</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lancamento-do-primeiro-livro-de-oralio-mendes-katchunkuro</link>
 <description>&lt;p&gt;A Casa da Cultura da Guiné-Bissau, a LON Edições e o autor @Orálio Mendes Katchunkuró convidam o público para o lançamento de «eu, os Fragmentos e Alentos», a primeira obra publicada pelo autor, um livro de poesia.&lt;br /&gt;A sessão terá lugar no dia 25 de julho de 2026, às 16h30, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Alameda da Universidade, Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa).&lt;br /&gt;A apresentação estará a cargo de Bia Djassi, Michel Té e Tcherno Baldé.&lt;br /&gt;A entrada é livre. Venham celebrar connosco esta estreia&amp;nbsp;literária!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/1000723792.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/oralio-mendes-katchunkuro">Orálio Mendes Katchunkuró</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A Casa da Cultura da Guiné-Bissau, a LON Edições e o autor @Orálio Mendes Katchunkuró convidam o público para o lançamento de «eu, os Fragmentos e Alentos», a primeira obra publicada pelo autor, um livro de poesia.&lt;br /&gt;A sessão terá lugar no dia 25 de julho de 2026, às 16h30, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (Alameda da Universidade, Cidade Universitária, 1649-014 Lisboa).&lt;br /&gt;A apresentação estará a cargo de Bia Djassi, Michel Té e Tcherno Baldé.&lt;br /&gt;A entrada é livre. Venham celebrar connosco esta estreia&amp;nbsp;literária!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/07/1000723792.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:58:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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