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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>Frida Orupabo: Cloud of Confusion, curadoria de Marta Mestre</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/frida-orupabo-cloud-of-confusion-curadoria-de-marta-mestre</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;03.06 — 01.11.26 Piso -1&amp;nbsp;MAC/CCB&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/frida.jpg" alt="" width="590" height="260" /&gt;&lt;br /&gt;Na sua primeira exposição individual em Portugal, Frida Orupabo revisita o vasto arquivo de imagens que reuniu na sua conta de Instagram, composto por tensões entre intimidade e violência, imagens de uso privado e &lt;em&gt;mass media&lt;/em&gt;, para instaurar um espaço crítico. &lt;em&gt;Cloud of Confusion &lt;/em&gt;parte de um gesto que todos reconhecemos — o &lt;em&gt;scroll&lt;/em&gt; de um &lt;em&gt;feed &lt;/em&gt;de Instagram — e, em diálogo com a arquitetura do MAC/CCB, desenha um percurso linear de oito momentos, à semelhança do deslizamento contínuo entre ecrãs que caracteriza a experiência digital. O título evoca não só a nuvem digital onde armazenamos imagens e dados mas também a névoa de informação, memória e esquecimento que aquela implica, à semelhança do fluxo digital que enfatiza o «abismo» das imagens — a sua estranheza e a sua reverberação&amp;nbsp;dispersa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Transpondo a lógica digital para o espaço do museu, a exposição assume-se como uma sequência descontínua de imagens, pontuada por obras tridimensionais, onde o &lt;em&gt;scroll &lt;/em&gt;habitual se transforma em deslocação física. A montagem e a edição, que Frida Orupabo entende como gestos relacionais, só se revelam plenamente a um espectador presente, com corpo e&amp;nbsp;tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;A PALAVRA À&amp;nbsp;CURADORA:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Frida Orupabo nasceu em 1986 em Sarpsborg, na Noruega, e vive e trabalha atualmente em Oslo. O seu trabalho desenvolve-se no campo digital, alimentando-se de imagens encontradas na internet, que reconfigura através da descontextualização e da&amp;nbsp;colagem.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Entre 2013 e 2016, Frida Orupabo manteve a conta de Instagram @nemiepeba, um fluxo de imagens e pequenos vídeos em &lt;em&gt;loop&lt;/em&gt; que Arthur Jafa descreveu como «implacável» e «incandescente». O artista norte-americano referia-se ao olhar de escafandrista de Frida Orupabo, que, tanto na superfície saturada como nas suas camadas mais profundas, esquadrinha e recolhe relações intensas entre&amp;nbsp;imagens.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;O trabalho da artista propõe uma lógica de montagem e colagem que não apenas se desenvolve de forma narrativa como também aprofunda e faz exceder a sua matéria-prima, tal como um poema. As imagens, na sua interrelação, cruzam arquivos coloniais, cinema, televisão, sistemas algorítmicos, violência, maternidade ou estéticas musicais. Na obra de Orupabo, a recombinação e o deslocamento abrem novas leituras sobre o imaginário visual negro, restituindo, em particular, uma forma de soberania aos corpos — e às vidas — que essas imagens historicamente capturaram. Como refere a artista, trata-se de criar trabalhos que «olham de volta» e questionam um olhar branco e a sua perceção do corpo&amp;nbsp;negro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Esta exposição coloca a hipótese de transpor o &lt;em&gt;feed&lt;/em&gt; de Instagram para o espaço do museu, explorando a sua experiência ao longo das salas, cuja configuração linear parece já conter, em si, essa possibilidade. Nesta passagem, a montagem e a edição, às quais a artista atribui uma qualidade relacional, tornam-se legíveis apenas na vivência de um espectador implicado e corporalmente situado no espaço e no tempo. A lógica do gesto contínuo do &lt;em&gt;scroll&lt;/em&gt; organiza-se numa sequência descontínua, pontuada por obras tridimensionais da&amp;nbsp;artista.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;O título &lt;em&gt;Cloud of Confusion&lt;/em&gt; («nuvem de confusão») é retirado de uma das muitas imagens do Instagram da artista, na qual boiam palavras como que numa sopa de letras. Que leitura do mundo, então, se torna possível quando a construção da memória cede a uma lógica digital de «armazenamento» — ou quando dissolvemos a experiência humana na &lt;em&gt;confusão&lt;/em&gt; da &lt;em&gt;cloud&lt;/em&gt;?&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;Marta Mestre&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;Curadora da&amp;nbsp;exposição&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;SOBRE A&amp;nbsp;ARTISTA:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;Frida Orupabo, nascida em 1986 em Sarpsborg, na Noruega, vive e trabalha em Oslo. Estudou Estudos do Desenvolvimento e Sociologia na Universidade de Oslo (2005–2011). Entre as suas exposições individuais destacam-se as que realizou no Fotomuseum Winterthur, Winterthur (2022); Museu Afro Brasil, São Paulo (2021); Kunsthall Trondheim, Trondheim (2021); Huis Marseille, Amesterdão (2020); Portikus, Frankfurt am Main; e Kunstnernes Hus, Oslo (ambas em 2019). Orupabo participou na 34.ª Bienal de São Paulo (2021), bem como na 58.ª Bienal de Veneza (2018). Em 2025, foi distinguida com o prémio SPECTRUM — Internationaler Preis für&amp;nbsp;Fotografie.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;Com formação em sociologia, Orupabo começou a recolher imagens da internet enquanto trabalhava num centro de apoio a vítimas de tráfico humano e profissionais do sexo. Este arquivo encontrou expressão pública, em primeiro lugar, no Instagram e, posteriormente, na colagem física. A manipulação destas imagens inscreve-se numa tradição de fotomontagem em que a artista corta, reorganiza, inverte e sequencializa em &lt;em&gt;loop&lt;/em&gt; imagens fixas e em movimento. Tão poderosas quanto perturbadoras, estas intervenções dão origem a releituras imaginativas e incisivas de motivos visuais que procuram desafiar noções coloniais ainda enraizadas nas estruturas sociais, económicas e políticas, permitindo uma reflexão sensível sobre temas como raça, género, sexualidade e laços&amp;nbsp;familiares.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMAS PÚBLICOS:&lt;br /&gt;02.06.26&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18h30 Conversa &lt;/strong&gt;com a curadora Marta Mestre no Auditório MAC/CCB&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19h00 Inauguração no piso -1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20h00 DJ Arrlomp no Foyer do Grand Hall&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Arrlomp nasceu em Cabo Verde e, como um relâmpago, percorre o mundo partilhando a sua música, criando ligações geográficas entre ritmos e &lt;em&gt;grooves&lt;/em&gt; que se acompanham e misturam, sempre com muito amor e a delicadeza de uma descarga de energia positiva.&lt;br /&gt;03.06.26 &amp;gt; 01.11.26&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sala de Leitura e Escuta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta sala, localizada ao fundo da exposição, acolhe ativações periódicas e oferece um espaço onde o público pode consultar bibliografia e projetos editoriais relacionados com o universo referencial de Frida Orupabo.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Conceção e dinamização: &lt;strong&gt;colectivoFACA (Andreia Coutinho e Maribel Mendes Sobreira) &lt;/strong&gt;e&lt;strong&gt; Ícaro Lira&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;21.06.26 | 27.09.26 11h00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visita guiada à exposição&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Participação gratuita mediante inscrição prévia para &amp;#115;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#118;&amp;#105;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#101;&amp;#100;&amp;#117;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#109;&amp;#117;&amp;#115;&amp;#101;&amp;#117;&amp;#64;&amp;#99;&amp;#99;&amp;#98;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;18.07.26 14h00&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Oficina &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cartonera&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; de Livros Artesanais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oficina de produção artesanal de livros, orientada por &lt;strong&gt;EVA Cartonera&lt;/strong&gt;, com recurso a materiais reciclados cujo conteúdo se relaciona com a obra de Frida Orupabo.&lt;br /&gt;Duração: 4 horas. Máximo: 10 adultos. Participação gratuita mediante inscrição prévia.&lt;br /&gt;19.09.26 15h00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visita guiada à exposição com a curadora Marta Mestre&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Participação gratuita mediante inscrição prévia para servico.educativo.museu @ccb.pt&lt;br /&gt;19.09.26 18h00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conversa&lt;/strong&gt;: &lt;strong&gt;MANAS no CCB&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Práticas artísticas, inclusão e produção de contra-arquivos.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Conversa pública dedicada às relações entre práticas artísticas, inclusão, participação e produção de contra-arquivos no interior das instituições culturais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coletivo MANAS — Grupo de Apoio Mútuo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Duração: 1 hora e 30 minutos&lt;br /&gt;Participação gratuita mediante inscrição&amp;nbsp;prévia.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&lt;strong&gt;MAIS INFORMAÇÕES:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Manuela Costa &amp;#109;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#99;&amp;#99;&amp;#98;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116; + 351 925 313&amp;nbsp;416&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/frida-orupabo">Frida Orupabo</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/marta-mestre">marta mestre</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;03.06 — 01.11.26 Piso -1&amp;nbsp;MAC/CCB&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/06/frida.jpg" alt="" width="590" height="260" /&gt;&lt;br /&gt;Na sua primeira exposição individual em Portugal, Frida Orupabo revisita o vasto arquivo de imagens que reuniu na sua conta de Instagram, composto por tensões entre intimidade e violência, imagens de uso privado e &lt;em&gt;mass media&lt;/em&gt;, para instaurar um espaço crítico. &lt;em&gt;Cloud of Confusion &lt;/em&gt;parte de um gesto que todos reconhecemos — o &lt;em&gt;scroll&lt;/em&gt; de um &lt;em&gt;feed &lt;/em&gt;de Instagram — e, em diálogo com a arquitetura do MAC/CCB, desenha um percurso linear de oito momentos, à semelhança do deslizamento contínuo entre ecrãs que caracteriza a experiência digital. O título evoca não só a nuvem digital onde armazenamos imagens e dados mas também a névoa de informação, memória e esquecimento que aquela implica, à semelhança do fluxo digital que enfatiza o «abismo» das imagens — a sua estranheza e a sua reverberação&amp;nbsp;dispersa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Transpondo a lógica digital para o espaço do museu, a exposição assume-se como uma sequência descontínua de imagens, pontuada por obras tridimensionais, onde o &lt;em&gt;scroll &lt;/em&gt;habitual se transforma em deslocação física. A montagem e a edição, que Frida Orupabo entende como gestos relacionais, só se revelam plenamente a um espectador presente, com corpo e&amp;nbsp;tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;A PALAVRA À&amp;nbsp;CURADORA:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Frida Orupabo nasceu em 1986 em Sarpsborg, na Noruega, e vive e trabalha atualmente em Oslo. O seu trabalho desenvolve-se no campo digital, alimentando-se de imagens encontradas na internet, que reconfigura através da descontextualização e da&amp;nbsp;colagem.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Entre 2013 e 2016, Frida Orupabo manteve a conta de Instagram @nemiepeba, um fluxo de imagens e pequenos vídeos em &lt;em&gt;loop&lt;/em&gt; que Arthur Jafa descreveu como «implacável» e «incandescente». O artista norte-americano referia-se ao olhar de escafandrista de Frida Orupabo, que, tanto na superfície saturada como nas suas camadas mais profundas, esquadrinha e recolhe relações intensas entre&amp;nbsp;imagens.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;O trabalho da artista propõe uma lógica de montagem e colagem que não apenas se desenvolve de forma narrativa como também aprofunda e faz exceder a sua matéria-prima, tal como um poema. As imagens, na sua interrelação, cruzam arquivos coloniais, cinema, televisão, sistemas algorítmicos, violência, maternidade ou estéticas musicais. Na obra de Orupabo, a recombinação e o deslocamento abrem novas leituras sobre o imaginário visual negro, restituindo, em particular, uma forma de soberania aos corpos — e às vidas — que essas imagens historicamente capturaram. Como refere a artista, trata-se de criar trabalhos que «olham de volta» e questionam um olhar branco e a sua perceção do corpo&amp;nbsp;negro.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Esta exposição coloca a hipótese de transpor o &lt;em&gt;feed&lt;/em&gt; de Instagram para o espaço do museu, explorando a sua experiência ao longo das salas, cuja configuração linear parece já conter, em si, essa possibilidade. Nesta passagem, a montagem e a edição, às quais a artista atribui uma qualidade relacional, tornam-se legíveis apenas na vivência de um espectador implicado e corporalmente situado no espaço e no tempo. A lógica do gesto contínuo do &lt;em&gt;scroll&lt;/em&gt; organiza-se numa sequência descontínua, pontuada por obras tridimensionais da&amp;nbsp;artista.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;O título &lt;em&gt;Cloud of Confusion&lt;/em&gt; («nuvem de confusão») é retirado de uma das muitas imagens do Instagram da artista, na qual boiam palavras como que numa sopa de letras. Que leitura do mundo, então, se torna possível quando a construção da memória cede a uma lógica digital de «armazenamento» — ou quando dissolvemos a experiência humana na &lt;em&gt;confusão&lt;/em&gt; da &lt;em&gt;cloud&lt;/em&gt;?&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;Marta Mestre&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;Curadora da&amp;nbsp;exposição&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;strong&gt;SOBRE A&amp;nbsp;ARTISTA:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;Frida Orupabo, nascida em 1986 em Sarpsborg, na Noruega, vive e trabalha em Oslo. Estudou Estudos do Desenvolvimento e Sociologia na Universidade de Oslo (2005–2011). Entre as suas exposições individuais destacam-se as que realizou no Fotomuseum Winterthur, Winterthur (2022); Museu Afro Brasil, São Paulo (2021); Kunsthall Trondheim, Trondheim (2021); Huis Marseille, Amesterdão (2020); Portikus, Frankfurt am Main; e Kunstnernes Hus, Oslo (ambas em 2019). Orupabo participou na 34.ª Bienal de São Paulo (2021), bem como na 58.ª Bienal de Veneza (2018). Em 2025, foi distinguida com o prémio SPECTRUM — Internationaler Preis für&amp;nbsp;Fotografie.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;Com formação em sociologia, Orupabo começou a recolher imagens da internet enquanto trabalhava num centro de apoio a vítimas de tráfico humano e profissionais do sexo. Este arquivo encontrou expressão pública, em primeiro lugar, no Instagram e, posteriormente, na colagem física. A manipulação destas imagens inscreve-se numa tradição de fotomontagem em que a artista corta, reorganiza, inverte e sequencializa em &lt;em&gt;loop&lt;/em&gt; imagens fixas e em movimento. Tão poderosas quanto perturbadoras, estas intervenções dão origem a releituras imaginativas e incisivas de motivos visuais que procuram desafiar noções coloniais ainda enraizadas nas estruturas sociais, económicas e políticas, permitindo uma reflexão sensível sobre temas como raça, género, sexualidade e laços&amp;nbsp;familiares.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMAS PÚBLICOS:&lt;br /&gt;02.06.26&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18h30 Conversa &lt;/strong&gt;com a curadora Marta Mestre no Auditório MAC/CCB&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19h00 Inauguração no piso -1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20h00 DJ Arrlomp no Foyer do Grand Hall&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Arrlomp nasceu em Cabo Verde e, como um relâmpago, percorre o mundo partilhando a sua música, criando ligações geográficas entre ritmos e &lt;em&gt;grooves&lt;/em&gt; que se acompanham e misturam, sempre com muito amor e a delicadeza de uma descarga de energia positiva.&lt;br /&gt;03.06.26 &amp;gt; 01.11.26&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sala de Leitura e Escuta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta sala, localizada ao fundo da exposição, acolhe ativações periódicas e oferece um espaço onde o público pode consultar bibliografia e projetos editoriais relacionados com o universo referencial de Frida Orupabo.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Conceção e dinamização: &lt;strong&gt;colectivoFACA (Andreia Coutinho e Maribel Mendes Sobreira) &lt;/strong&gt;e&lt;strong&gt; Ícaro Lira&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;21.06.26 | 27.09.26 11h00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visita guiada à exposição&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Participação gratuita mediante inscrição prévia para &amp;#115;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#118;&amp;#105;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#101;&amp;#100;&amp;#117;&amp;#99;&amp;#97;&amp;#116;&amp;#105;&amp;#118;&amp;#111;&amp;#46;&amp;#109;&amp;#117;&amp;#115;&amp;#101;&amp;#117;&amp;#64;&amp;#99;&amp;#99;&amp;#98;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;18.07.26 14h00&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Oficina &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cartonera&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; de Livros Artesanais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Oficina de produção artesanal de livros, orientada por &lt;strong&gt;EVA Cartonera&lt;/strong&gt;, com recurso a materiais reciclados cujo conteúdo se relaciona com a obra de Frida Orupabo.&lt;br /&gt;Duração: 4 horas. Máximo: 10 adultos. Participação gratuita mediante inscrição prévia.&lt;br /&gt;19.09.26 15h00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visita guiada à exposição com a curadora Marta Mestre&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Participação gratuita mediante inscrição prévia para servico.educativo.museu @ccb.pt&lt;br /&gt;19.09.26 18h00&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conversa&lt;/strong&gt;: &lt;strong&gt;MANAS no CCB&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Práticas artísticas, inclusão e produção de contra-arquivos.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Conversa pública dedicada às relações entre práticas artísticas, inclusão, participação e produção de contra-arquivos no interior das instituições culturais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coletivo MANAS — Grupo de Apoio Mútuo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Duração: 1 hora e 30 minutos&lt;br /&gt;Participação gratuita mediante inscrição&amp;nbsp;prévia.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;&lt;strong&gt;MAIS INFORMAÇÕES:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Manuela Costa &amp;#109;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#117;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#115;&amp;#116;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#99;&amp;#99;&amp;#98;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116; + 351 925 313&amp;nbsp;416&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:01:50 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10973 at https://www.buala.org</guid>
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 <title>Novela gráfica «Caderno de Memórias Coloniais», de Isabela Figueiredo e ilustrações de Júlia Barata</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/novela-grafica-caderno-de-memorias-coloniais-de-isabela-figueiredo-e-ilustracoes-de-julia-ba</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Dez anos após a sua publicação pela Editorial Caminho, em 2015, «Caderno de Memórias Coloniais» regressa ao centro do debate, com uma nova versão ilustrada, fiel à sua vocação de expor cruamente o colonialismo português em&amp;nbsp;Moçambique.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta novela gráfica, ilustrada por Júlia Barata, Isabela Figueiredo revisita o seu texto, aprofundando a reflexão sobre a sua infância e relação com o pai, enquanto reabre uma ferida da nossa história ainda em processo de&amp;nbsp;cicatrização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num tempo em que factos e vivências individuais são frequentemente questionados ou silenciados ao serviço de determinadas narrativas, esta obra interpela de forma direta a maneira como abordamos temas tão essenciais quanto o colonialismo, o racismo e a memória&amp;nbsp;histórica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ISABELA FIGUEIREDO &lt;/strong&gt;nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, hoje Maputo, em 1963, filha de portugueses oriundos da zona Centro-Oeste de Portugal. Após a independência de Moçambique, em 1975, rumou a Portugal. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Especializou-se em Estudos sobre as Mulheres na Universidade Aberta. Trabalhou como jornalista no Diário de Notícias entre 1988 e 1994, onde foi também coordenadora do suplemento DN Jovem. Foi professora de português no ensino secundário. Escreveu &lt;em&gt;Conto É Como Quem Diz&lt;/em&gt;, novela que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, &lt;em&gt;Caderno de Memórias Coloniais&lt;/em&gt;, cuja edição francesa foi finalista do Prémio Femina Estrangeiro, e &lt;em&gt;A Gorda&lt;/em&gt;, obra que recebeu o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues. Os seus livros estão publicados em França, Itália, Alemanha, Espanha e Brasil e alcançaram grande êxito junto do público e da crítica, especialmente em Portugal e no Brasil, sendo constantemente reimpressas. Em 2022 publicou &lt;em&gt;Um Cão no meio do Caminho&lt;/em&gt;, o seu mais recente romance que é também um sucesso de&amp;nbsp;vendas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;JÚLIA BARATA &lt;/strong&gt;nasceu em Portugal, cresceu em Moçambique até 1988 e vive atualmente em Buenos Aires. É arquiteta e autora de banda desenhada. Publicou novelas gráficas em Portugal, Argentina e&amp;nbsp;Espanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apresentação na Feira do Livro de Lisboa l Praça LeYa l 31 de março l&amp;nbsp;19h00&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/capa_caderno_de_memorias_coloniais_novela_graficap.jpg" alt="" width="590" height="889" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/novela-grafica">novela gráfica</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Dez anos após a sua publicação pela Editorial Caminho, em 2015, «Caderno de Memórias Coloniais» regressa ao centro do debate, com uma nova versão ilustrada, fiel à sua vocação de expor cruamente o colonialismo português em&amp;nbsp;Moçambique.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta novela gráfica, ilustrada por Júlia Barata, Isabela Figueiredo revisita o seu texto, aprofundando a reflexão sobre a sua infância e relação com o pai, enquanto reabre uma ferida da nossa história ainda em processo de&amp;nbsp;cicatrização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num tempo em que factos e vivências individuais são frequentemente questionados ou silenciados ao serviço de determinadas narrativas, esta obra interpela de forma direta a maneira como abordamos temas tão essenciais quanto o colonialismo, o racismo e a memória&amp;nbsp;histórica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ISABELA FIGUEIREDO &lt;/strong&gt;nasceu em Lourenço Marques, Moçambique, hoje Maputo, em 1963, filha de portugueses oriundos da zona Centro-Oeste de Portugal. Após a independência de Moçambique, em 1975, rumou a Portugal. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Especializou-se em Estudos sobre as Mulheres na Universidade Aberta. Trabalhou como jornalista no Diário de Notícias entre 1988 e 1994, onde foi também coordenadora do suplemento DN Jovem. Foi professora de português no ensino secundário. Escreveu &lt;em&gt;Conto É Como Quem Diz&lt;/em&gt;, novela que recebeu o primeiro prémio da Mostra Portuguesa de Artes e Ideias, &lt;em&gt;Caderno de Memórias Coloniais&lt;/em&gt;, cuja edição francesa foi finalista do Prémio Femina Estrangeiro, e &lt;em&gt;A Gorda&lt;/em&gt;, obra que recebeu o Prémio Literário Urbano Tavares Rodrigues. Os seus livros estão publicados em França, Itália, Alemanha, Espanha e Brasil e alcançaram grande êxito junto do público e da crítica, especialmente em Portugal e no Brasil, sendo constantemente reimpressas. Em 2022 publicou &lt;em&gt;Um Cão no meio do Caminho&lt;/em&gt;, o seu mais recente romance que é também um sucesso de&amp;nbsp;vendas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;JÚLIA BARATA &lt;/strong&gt;nasceu em Portugal, cresceu em Moçambique até 1988 e vive atualmente em Buenos Aires. É arquiteta e autora de banda desenhada. Publicou novelas gráficas em Portugal, Argentina e&amp;nbsp;Espanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apresentação na Feira do Livro de Lisboa l Praça LeYa l 31 de março l&amp;nbsp;19h00&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/capa_caderno_de_memorias_coloniais_novela_graficap.jpg" alt="" width="590" height="889" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Fri, 29 May 2026 11:31:35 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title>A cultura nos Açores tem agora o seu próprio radar</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/a-cultura-nos-acores-tem-agora-o-seu-proprio-radar</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Radar&amp;nbsp;Cultural&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Angra do Heroísmo, 27 de maio de 2026&lt;/strong&gt; — É lançado nos Açores o Radar Cultural, uma plataforma dedicada à mediação e capacitação do setor cultural e criativo. Criada pela gestora cultural Daniela Silveira, a plataforma nasce para dar resposta a uma realidade que persiste no arquipélago: menos de 1% das entidades culturais acede a financiamento&amp;nbsp;externo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O Radar Cultural surge num contexto em que o setor cultural e criativo açoriano nunca dispôs de um serviço de apoio estruturado ao acesso a financiamento externo. Apesar das reivindicações históricas do setor, e do papel que diversas entidades regionais poderiam ter assumido nesta matéria, essa resposta nunca chegou a concretizar-se. O Radar Cultural nasce, assim, como uma iniciativa privada que preenche um vazio há muito sentido e também há muito&amp;nbsp;esperado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O Radar Cultural recolhe, trabalha e comunica ao setor as oportunidades de apoio, concursos e financiamentos disponíveis — nacionais e internacionais — tornando a informação mais acessível, organizada e estratégica para quem trabalha na cultura e nos setores&amp;nbsp;criativos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;A plataforma opera através de três linhas de atuação. A primeira é a informação, assegurada por uma newsletter mensal e uma página de instagram e linkedin com curadoria de oportunidades relevantes para o setor. A segunda é a formação, com sessões regulares, em formato presencial e digital, que capacitam artistas, associações e estruturas culturais para aceder a apoios e financiamentos, garantindo que a distância geográfica não é impedimento para nenhum agente cultural do arquipélago, e fora dele. A terceira é o acompanhamento, através de um serviço de consultoria e apoio direto a projetos em fase de&amp;nbsp;candidatura.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&amp;#8220;Nos Açores, o problema nunca foi a falta de talento ou de projetos. Foi sempre a falta de acesso à informação e às ferramentas certas para chegar ao financiamento disponível&amp;#8221;, afirma Daniela Silveira, fundadora do Radar Cultural. &amp;#8220;Esta plataforma existe para mudar&amp;nbsp;isso.&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Um percurso que começou antes do&amp;nbsp;Radar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O lançamento do Radar Cultural não surge do zero. Desde outubro de 2025 que Daniela Silveira dinamiza formações direcionadas ao setor cultural e criativo dos Açores. O percurso iniciou-se com um ciclo de três sessões sobre financiamento europeu, realizadas numa altura estratégica — a anteceder a abertura do Europa Criativa, o maior programa europeu de apoio ao setor cultural e criativo. Uma aposta deliberada em preparar o terreno antes de a janela de oportunidade se&amp;nbsp;abrir.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;As próximas&amp;nbsp;formações&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Em junho, o Radar Cultural inicia o seu programa de formações com um ciclo dedicado aos programas de apoio da Direção-Geral das Artes — nomeadamente o Programa de Apoio às Bandas de Música e Filarmónicas e o Programa de Apoio Sustentado. As sessões decorrerão em horário&amp;nbsp;pós-laboral.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;As datas já confirmadas&amp;nbsp;são:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;5 de junho &lt;/strong&gt;Startup Angra — Ilha&amp;nbsp;Terceira&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;13 de junho &lt;/strong&gt;Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada — Ilha de São&amp;nbsp;Miguel&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Estão previstas mais formações ao longo do ano, abrangendo temas como gestão cultural, elaboração de projetos artísticos e construção de dossiers de candidatura, entre outros. As sessões serão disponibilizadas também em formato digital, por forma a chegar a agentes culturais de todas as ilhas do&amp;nbsp;arquipélago.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/logotipo.png" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre Daniela Silveira&lt;/strong&gt; Daniela Silveira é gestora e produtora cultural com cerca de 15 anos de experiência no setor criativo açoriano. Ligada a diversos projetos e casas de cultural é uma das mais dinâmicas agentes culturais da&amp;nbsp;região.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o Radar Cultural&lt;/strong&gt; O Radar Cultural é uma plataforma de mediação e capacitação do setor cultural e criativo, sediada nos Açores. Atua através de newsletter mensal, formações presenciais e digitais, e serviços de consultoria e acompanhamento de candidaturas a&amp;nbsp;financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mais informações em &lt;a href="https://www.instagram.com/radarcultural.pt/"&gt;@radarcultural.pt&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Contacto de imprensa&lt;/strong&gt; Daniela Silveira — Radar&amp;nbsp;Cultural&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;&lt;a href="&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#58;&amp;#68;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#105;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#115;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#118;&amp;#101;&amp;#105;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;"&gt;&amp;#68;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#105;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#115;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#118;&amp;#101;&amp;#105;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;+351&amp;nbsp;911084772&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1065_1.jpg" alt="" width="290" height="401" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/radar">Radar</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Radar&amp;nbsp;Cultural&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Angra do Heroísmo, 27 de maio de 2026&lt;/strong&gt; — É lançado nos Açores o Radar Cultural, uma plataforma dedicada à mediação e capacitação do setor cultural e criativo. Criada pela gestora cultural Daniela Silveira, a plataforma nasce para dar resposta a uma realidade que persiste no arquipélago: menos de 1% das entidades culturais acede a financiamento&amp;nbsp;externo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O Radar Cultural surge num contexto em que o setor cultural e criativo açoriano nunca dispôs de um serviço de apoio estruturado ao acesso a financiamento externo. Apesar das reivindicações históricas do setor, e do papel que diversas entidades regionais poderiam ter assumido nesta matéria, essa resposta nunca chegou a concretizar-se. O Radar Cultural nasce, assim, como uma iniciativa privada que preenche um vazio há muito sentido e também há muito&amp;nbsp;esperado.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O Radar Cultural recolhe, trabalha e comunica ao setor as oportunidades de apoio, concursos e financiamentos disponíveis — nacionais e internacionais — tornando a informação mais acessível, organizada e estratégica para quem trabalha na cultura e nos setores&amp;nbsp;criativos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;A plataforma opera através de três linhas de atuação. A primeira é a informação, assegurada por uma newsletter mensal e uma página de instagram e linkedin com curadoria de oportunidades relevantes para o setor. A segunda é a formação, com sessões regulares, em formato presencial e digital, que capacitam artistas, associações e estruturas culturais para aceder a apoios e financiamentos, garantindo que a distância geográfica não é impedimento para nenhum agente cultural do arquipélago, e fora dele. A terceira é o acompanhamento, através de um serviço de consultoria e apoio direto a projetos em fase de&amp;nbsp;candidatura.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&amp;#8220;Nos Açores, o problema nunca foi a falta de talento ou de projetos. Foi sempre a falta de acesso à informação e às ferramentas certas para chegar ao financiamento disponível&amp;#8221;, afirma Daniela Silveira, fundadora do Radar Cultural. &amp;#8220;Esta plataforma existe para mudar&amp;nbsp;isso.&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Um percurso que começou antes do&amp;nbsp;Radar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;O lançamento do Radar Cultural não surge do zero. Desde outubro de 2025 que Daniela Silveira dinamiza formações direcionadas ao setor cultural e criativo dos Açores. O percurso iniciou-se com um ciclo de três sessões sobre financiamento europeu, realizadas numa altura estratégica — a anteceder a abertura do Europa Criativa, o maior programa europeu de apoio ao setor cultural e criativo. Uma aposta deliberada em preparar o terreno antes de a janela de oportunidade se&amp;nbsp;abrir.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;As próximas&amp;nbsp;formações&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Em junho, o Radar Cultural inicia o seu programa de formações com um ciclo dedicado aos programas de apoio da Direção-Geral das Artes — nomeadamente o Programa de Apoio às Bandas de Música e Filarmónicas e o Programa de Apoio Sustentado. As sessões decorrerão em horário&amp;nbsp;pós-laboral.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;As datas já confirmadas&amp;nbsp;são:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;5 de junho &lt;/strong&gt;Startup Angra — Ilha&amp;nbsp;Terceira&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;13 de junho &lt;/strong&gt;Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada — Ilha de São&amp;nbsp;Miguel&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Estão previstas mais formações ao longo do ano, abrangendo temas como gestão cultural, elaboração de projetos artísticos e construção de dossiers de candidatura, entre outros. As sessões serão disponibilizadas também em formato digital, por forma a chegar a agentes culturais de todas as ilhas do&amp;nbsp;arquipélago.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/logotipo.png" alt="" width="590" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;strong&gt;Sobre Daniela Silveira&lt;/strong&gt; Daniela Silveira é gestora e produtora cultural com cerca de 15 anos de experiência no setor criativo açoriano. Ligada a diversos projetos e casas de cultural é uma das mais dinâmicas agentes culturais da&amp;nbsp;região.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o Radar Cultural&lt;/strong&gt; O Radar Cultural é uma plataforma de mediação e capacitação do setor cultural e criativo, sediada nos Açores. Atua através de newsletter mensal, formações presenciais e digitais, e serviços de consultoria e acompanhamento de candidaturas a&amp;nbsp;financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mais informações em &lt;a href="https://www.instagram.com/radarcultural.pt/"&gt;@radarcultural.pt&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Contacto de imprensa&lt;/strong&gt; Daniela Silveira — Radar&amp;nbsp;Cultural&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;&lt;a href="&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#111;&amp;#58;&amp;#68;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#105;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#115;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#118;&amp;#101;&amp;#105;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;"&gt;&amp;#68;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#105;&amp;#101;&amp;#108;&amp;#97;&amp;#115;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#118;&amp;#101;&amp;#105;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#117;&amp;#108;&amp;#116;&amp;#117;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#64;&amp;#103;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#105;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#109;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class="p2"&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1065_1.jpg" alt="" width="290" height="401" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Wed, 27 May 2026 20:48:31 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Ecologias de Cura e do Bem Viver: Plantas, Imagem e Processos Participativos de Pesquisa em Saúde</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/ecologias-de-cura-e-do-bem-viver-plantas-imagem-e-processos-participativos-de-pesquisa-em-sa</link>
 <description>&lt;h5 class="mt-10"&gt;DATE&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;15/06/2026 -&amp;nbsp;17/06/2026&lt;/p&gt;
&lt;h5 class="mt-10"&gt;LOCALIZATION&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;Iscte, Ed.4 sala&amp;nbsp;202&lt;/p&gt;
&lt;h5 class="mt-10"&gt;WITH&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;Emiliano Dantas (FMUSP/CRIA&amp;nbsp;Iscte)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;paula roush&amp;nbsp;(msdm)&lt;/p&gt;
&lt;h5 class="mt-10"&gt;ORGANIZATION&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;Paulo Raposo (CRIA Iscte) | Laboratório de Audiovisual - LAV |&amp;nbsp;CRIA&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h5 class="mt-10"&gt;INGRESS&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;Atividade sujeita a&amp;nbsp;inscrição&lt;/p&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/eologia_do_bem_curso.png" alt="" width="590" height="332" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span&gt;Esta oficina/curso nasce de um encontro entre práticas artísticas, saberes populares, pedagogias de saúde coletiva e reflexão académica. Em vez de introduzir conhecimento de forma vertical, a proposta ativa aquilo que já existe — memórias, práticas domésticas, relações com plantas que atravessam geografias, culturas e histórias de cuidado. O encontro entre imagem e planta é aqui entendido como um espaço de mediação: não se trata de ilustrar o mundo vegetal, mas de tornar visível uma&amp;nbsp;relação.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Inscrição: &lt;a href="http://www.cria.org.pt/pt/cursos-cria"&gt;www.cria.org.pt/pt/cursos-cria&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;15 de&amp;nbsp;junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;09h30 – 12h30 Abertura e apresentações — paula roush “Imagem, publicação e herbário expandido” — Emiliano Dantas Círculo cultural e pedagogia da&amp;nbsp;prevenção&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;14h00 – 18h00 Oficina Herbário Metabólico Facilitação: paula&amp;nbsp;roush&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16 de&amp;nbsp;junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;09h30 – 12h30 Oficina Herbário Metabólico Facilitação: paula&amp;nbsp;roush&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;14h00 – 17h00 Oficina Herbário Metabólico + Círculo Cultural Facilitação: paula roush e Emiliano&amp;nbsp;Dantas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;17 de&amp;nbsp;junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;09h30 – 12h30 Oficina Círculo Cultural Facilitação: Emiliano&amp;nbsp;Dantas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;14h00 – 17h00 Oficina Círculo Cultural Facilitação: Emiliano&amp;nbsp;Dantas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;17h00 – 18h00 Debate final e sistematização&amp;nbsp;Encerramento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;18h30 Projeção de Céu&amp;nbsp;Vermelho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;19h30 Conversa com equipe de diretoras Marina Thomé e Marcia&amp;nbsp;Mansur&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/cria">CRIA</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/plantas">plantas</category>
 <content:encoded>&lt;h5 class="mt-10"&gt;DATE&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;15/06/2026 -&amp;nbsp;17/06/2026&lt;/p&gt;
&lt;h5 class="mt-10"&gt;LOCALIZATION&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;Iscte, Ed.4 sala&amp;nbsp;202&lt;/p&gt;
&lt;h5 class="mt-10"&gt;WITH&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;Emiliano Dantas (FMUSP/CRIA&amp;nbsp;Iscte)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;paula roush&amp;nbsp;(msdm)&lt;/p&gt;
&lt;h5 class="mt-10"&gt;ORGANIZATION&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;Paulo Raposo (CRIA Iscte) | Laboratório de Audiovisual - LAV |&amp;nbsp;CRIA&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h5 class="mt-10"&gt;INGRESS&lt;/h5&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;Atividade sujeita a&amp;nbsp;inscrição&lt;/p&gt;
&lt;p class="smaller"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/eologia_do_bem_curso.png" alt="" width="590" height="332" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span&gt;Esta oficina/curso nasce de um encontro entre práticas artísticas, saberes populares, pedagogias de saúde coletiva e reflexão académica. Em vez de introduzir conhecimento de forma vertical, a proposta ativa aquilo que já existe — memórias, práticas domésticas, relações com plantas que atravessam geografias, culturas e histórias de cuidado. O encontro entre imagem e planta é aqui entendido como um espaço de mediação: não se trata de ilustrar o mundo vegetal, mas de tornar visível uma&amp;nbsp;relação.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Inscrição: &lt;a href="http://www.cria.org.pt/pt/cursos-cria"&gt;www.cria.org.pt/pt/cursos-cria&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;15 de&amp;nbsp;junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;09h30 – 12h30 Abertura e apresentações — paula roush “Imagem, publicação e herbário expandido” — Emiliano Dantas Círculo cultural e pedagogia da&amp;nbsp;prevenção&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;14h00 – 18h00 Oficina Herbário Metabólico Facilitação: paula&amp;nbsp;roush&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;16 de&amp;nbsp;junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;09h30 – 12h30 Oficina Herbário Metabólico Facilitação: paula&amp;nbsp;roush&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;14h00 – 17h00 Oficina Herbário Metabólico + Círculo Cultural Facilitação: paula roush e Emiliano&amp;nbsp;Dantas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;17 de&amp;nbsp;junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;09h30 – 12h30 Oficina Círculo Cultural Facilitação: Emiliano&amp;nbsp;Dantas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;14h00 – 17h00 Oficina Círculo Cultural Facilitação: Emiliano&amp;nbsp;Dantas&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;18h30 Projeção de Céu&amp;nbsp;Vermelho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;19h30 Conversa com equipe de diretoras Marina Thomé e Marcia&amp;nbsp;Mansur&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Wed, 27 May 2026 09:52:51 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>MEXTO e WAAU reforçam presença na ARCOlisboa 2026 com programação dedicada à arte africana contemporânea   </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/mexto-e-waau-reforcam-presenca-na-arcolisboa-2026-com-programacao-dedicada-a-arte-africana-c</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;Entre os dias 28 e 31 de maio, a MEXTO e a WAAU (World African Artists United) integram a programação da ARCOlisboa 2026, reforçando a ligação que ambas têm vindo a construir com a Feira Internacional de Arte&amp;nbsp;Contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Fundadas pelo curador e filantropo Elson Angélico, a MEXTO e a WAAU assumem papéis distintos no contexto da feira. A MEXTO participa pelo quinto ano consecutivo como patrocinadora oficial da ARCOlisboa, enquanto a WAAU, associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da arte africana contemporânea, volta a integrar a programação cultural da edição deste&amp;nbsp;ano.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;A exposição apresentada pela WAAU propõe uma reflexão sobre perspetivas afro-atlânticas através de práticas artísticas contemporâneas marcadas pela memória, transformação e intercâmbio cultural. Desenvolvida em colaboração com a ABLAKASSA e a THIS IS NOT A WHITE CUBE, a apresentação reúne obras de Aristide Kouamé, Gonçalo Mabunda, Nelo Teixeira, Ricardo Piedade aka Blac Dwelle e Yvanovitch&amp;nbsp;Mbaya.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Com recurso a diferentes linguagens visuais e abordagens materiais, os artistas exploram temas como identidade, pertença, resiliência e memória coletiva, propondo novas leituras sobre as narrativas culturais africanas e afrodescendentes&amp;nbsp;contemporâneas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title=" Fragmentos da Chicala, 2021" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/nelo_teixeira.png" alt=" Fragmentos da Chicala, 2021" width="590" height="417" /&gt;&lt;span class="caption"&gt; Fragmentos da Chicala,&amp;nbsp;2021&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Além da exposição, a WAAU integra também a programação paralela da ARCOlisboa com a mesa-redonda “Memória Decolonial e Educação Artística”, que terá lugar no dia 29 de maio. Moderada por Ana Balona de Oliveira, a conversa contará com a participação da artista Ângela Ferreira, de Amanda de la Garza, vice-diretora do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, da curadora Cindy Sissokho e do curador Kwasi Ohene-Ayeh. A sessão propõe uma reflexão sobre os legados coloniais na educação artística e sobre a construção de narrativas mais plurais, inclusivas e representativas na arte&amp;nbsp;contemporânea.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Através da sua ligação à ARCOlisboa e do apoio a projetos culturais e artísticos, como a WAAU, a MEXTO reforça o seu envolvimento com iniciativas que promovem o diálogo entre arte, arquitetura, cidade e&amp;nbsp;comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;“Continuamos a investir em iniciativas que aproximam arte, comunidade e cidade, promovendo experiências criativas com impacto cultural no espaço urbano. A participação na ARCOlisboa reforça a nossa missão de criar pontes entre artistas africanos, instituições culturais e públicos internacionais, promovendo uma maior visibilidade para práticas artísticas ainda sub-representadas nos circuitos tradicionais da arte contemporânea”, afirma Elson Angélico, fundador da MEXTO e da WAAU e membro do Comité de Honra da&amp;nbsp;ARCOlisboa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Num momento em que arte, arquitetura e lifestyle se cruzam de forma cada vez mais natural, a criação artística assume um papel cada vez mais relevante na forma como experienciamos os espaços, contribuindo para a valorização cultural e identitária de projetos urbanos e&amp;nbsp;imobiliários.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Organizada pela IFEMA MADRID e pela Câmara Municipal de Lisboa, a ARCOlisboa, que decorre na Cordoaria Nacional, volta a transformar Lisboa num dos principais pontos de encontro da arte contemporânea europeia, reunindo galerias, artistas, colecionadores e profissionais do setor de diferentes partes do&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;A &lt;strong&gt;MEXTO &lt;/strong&gt;é uma promotora imobiliária focada no desenvolvimento de projetos que combinam inovação, identidade e impacto urbano. Com uma abordagem orientada para a criação de espaços contemporâneos e sustentáveis, a MEXTO tem vindo a afirmar-se através de projetos que valorizam a ligação entre arquitetura, cidade e experiência&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;Paralelamente à sua atividade principal no setor imobiliário, a MEXTO desenvolve iniciativas ligadas à cultura, criatividade e lifestyle, entendendo a arte e a cultura como elementos fundamentais na valorização dos espaços e na construção de comunidades mais dinâmicas e inspiradoras.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;A &lt;strong&gt;WAAU &lt;/strong&gt;é uma associação sem fins lucrativos fundada por Elson Angélico, dedicada à promoção da arte contemporânea africana e das suas diásporas. Através de exposições, conversas e projetos culturais, a associação cria plataformas de encontro entre artistas, curadores, instituições e públicos&amp;nbsp;internacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;Com uma abordagem centrada na representatividade e no pensamento contemporâneo, a WAAU desenvolve iniciativas que cruzam arte, educação e comunidade, contribuindo para uma maior visibilidade de narrativas africanas e afrodescendentes no panorama cultural&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&lt;strong&gt;PARA MAIS INFORMAÇÕES,&amp;nbsp;CONTACTE:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;LLYC Portugal | 21 923 97&amp;nbsp;00&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;Cristina Girão |&amp;nbsp;&amp;#99;&amp;#103;&amp;#105;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#108;&amp;#108;&amp;#121;&amp;#99;&amp;#46;&amp;#103;&amp;#108;&amp;#111;&amp;#98;&amp;#97;&amp;#108;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;Francisca Rodrigues |&amp;nbsp;&amp;#102;&amp;#114;&amp;#111;&amp;#100;&amp;#114;&amp;#105;&amp;#103;&amp;#117;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#108;&amp;#108;&amp;#121;&amp;#99;&amp;#46;&amp;#103;&amp;#108;&amp;#111;&amp;#98;&amp;#97;&amp;#108;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;Beatriz Freitas-Branco |&amp;nbsp;&amp;#98;&amp;#101;&amp;#97;&amp;#116;&amp;#114;&amp;#105;&amp;#122;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#108;&amp;#108;&amp;#121;&amp;#99;&amp;#46;&amp;#103;&amp;#108;&amp;#111;&amp;#98;&amp;#97;&amp;#108;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/waau">WAAU</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;Entre os dias 28 e 31 de maio, a MEXTO e a WAAU (World African Artists United) integram a programação da ARCOlisboa 2026, reforçando a ligação que ambas têm vindo a construir com a Feira Internacional de Arte&amp;nbsp;Contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Fundadas pelo curador e filantropo Elson Angélico, a MEXTO e a WAAU assumem papéis distintos no contexto da feira. A MEXTO participa pelo quinto ano consecutivo como patrocinadora oficial da ARCOlisboa, enquanto a WAAU, associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da arte africana contemporânea, volta a integrar a programação cultural da edição deste&amp;nbsp;ano.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;A exposição apresentada pela WAAU propõe uma reflexão sobre perspetivas afro-atlânticas através de práticas artísticas contemporâneas marcadas pela memória, transformação e intercâmbio cultural. Desenvolvida em colaboração com a ABLAKASSA e a THIS IS NOT A WHITE CUBE, a apresentação reúne obras de Aristide Kouamé, Gonçalo Mabunda, Nelo Teixeira, Ricardo Piedade aka Blac Dwelle e Yvanovitch&amp;nbsp;Mbaya.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Com recurso a diferentes linguagens visuais e abordagens materiais, os artistas exploram temas como identidade, pertença, resiliência e memória coletiva, propondo novas leituras sobre as narrativas culturais africanas e afrodescendentes&amp;nbsp;contemporâneas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;&lt;span class="imagecache-full" style="width: 590px"&gt;&lt;img  title=" Fragmentos da Chicala, 2021" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/nelo_teixeira.png" alt=" Fragmentos da Chicala, 2021" width="590" height="417" /&gt;&lt;span class="caption"&gt; Fragmentos da Chicala,&amp;nbsp;2021&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Além da exposição, a WAAU integra também a programação paralela da ARCOlisboa com a mesa-redonda “Memória Decolonial e Educação Artística”, que terá lugar no dia 29 de maio. Moderada por Ana Balona de Oliveira, a conversa contará com a participação da artista Ângela Ferreira, de Amanda de la Garza, vice-diretora do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, da curadora Cindy Sissokho e do curador Kwasi Ohene-Ayeh. A sessão propõe uma reflexão sobre os legados coloniais na educação artística e sobre a construção de narrativas mais plurais, inclusivas e representativas na arte&amp;nbsp;contemporânea.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Através da sua ligação à ARCOlisboa e do apoio a projetos culturais e artísticos, como a WAAU, a MEXTO reforça o seu envolvimento com iniciativas que promovem o diálogo entre arte, arquitetura, cidade e&amp;nbsp;comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;“Continuamos a investir em iniciativas que aproximam arte, comunidade e cidade, promovendo experiências criativas com impacto cultural no espaço urbano. A participação na ARCOlisboa reforça a nossa missão de criar pontes entre artistas africanos, instituições culturais e públicos internacionais, promovendo uma maior visibilidade para práticas artísticas ainda sub-representadas nos circuitos tradicionais da arte contemporânea”, afirma Elson Angélico, fundador da MEXTO e da WAAU e membro do Comité de Honra da&amp;nbsp;ARCOlisboa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Num momento em que arte, arquitetura e lifestyle se cruzam de forma cada vez mais natural, a criação artística assume um papel cada vez mais relevante na forma como experienciamos os espaços, contribuindo para a valorização cultural e identitária de projetos urbanos e&amp;nbsp;imobiliários.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Organizada pela IFEMA MADRID e pela Câmara Municipal de Lisboa, a ARCOlisboa, que decorre na Cordoaria Nacional, volta a transformar Lisboa num dos principais pontos de encontro da arte contemporânea europeia, reunindo galerias, artistas, colecionadores e profissionais do setor de diferentes partes do&amp;nbsp;mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;A &lt;strong&gt;MEXTO &lt;/strong&gt;é uma promotora imobiliária focada no desenvolvimento de projetos que combinam inovação, identidade e impacto urbano. Com uma abordagem orientada para a criação de espaços contemporâneos e sustentáveis, a MEXTO tem vindo a afirmar-se através de projetos que valorizam a ligação entre arquitetura, cidade e experiência&amp;nbsp;humana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;Paralelamente à sua atividade principal no setor imobiliário, a MEXTO desenvolve iniciativas ligadas à cultura, criatividade e lifestyle, entendendo a arte e a cultura como elementos fundamentais na valorização dos espaços e na construção de comunidades mais dinâmicas e inspiradoras.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;A &lt;strong&gt;WAAU &lt;/strong&gt;é uma associação sem fins lucrativos fundada por Elson Angélico, dedicada à promoção da arte contemporânea africana e das suas diásporas. Através de exposições, conversas e projetos culturais, a associação cria plataformas de encontro entre artistas, curadores, instituições e públicos&amp;nbsp;internacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;Com uma abordagem centrada na representatividade e no pensamento contemporâneo, a WAAU desenvolve iniciativas que cruzam arte, educação e comunidade, contribuindo para uma maior visibilidade de narrativas africanas e afrodescendentes no panorama cultural&amp;nbsp;internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;&lt;strong&gt;PARA MAIS INFORMAÇÕES,&amp;nbsp;CONTACTE:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;LLYC Portugal | 21 923 97&amp;nbsp;00&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;Cristina Girão |&amp;nbsp;&amp;#99;&amp;#103;&amp;#105;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#108;&amp;#108;&amp;#121;&amp;#99;&amp;#46;&amp;#103;&amp;#108;&amp;#111;&amp;#98;&amp;#97;&amp;#108;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;Francisca Rodrigues |&amp;nbsp;&amp;#102;&amp;#114;&amp;#111;&amp;#100;&amp;#114;&amp;#105;&amp;#103;&amp;#117;&amp;#101;&amp;#115;&amp;#64;&amp;#108;&amp;#108;&amp;#121;&amp;#99;&amp;#46;&amp;#103;&amp;#108;&amp;#111;&amp;#98;&amp;#97;&amp;#108;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p7"&gt;Beatriz Freitas-Branco |&amp;nbsp;&amp;#98;&amp;#101;&amp;#97;&amp;#116;&amp;#114;&amp;#105;&amp;#122;&amp;#46;&amp;#98;&amp;#114;&amp;#97;&amp;#110;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#64;&amp;#108;&amp;#108;&amp;#121;&amp;#99;&amp;#46;&amp;#103;&amp;#108;&amp;#111;&amp;#98;&amp;#97;&amp;#108;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 26 May 2026 19:46:41 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>A Festa do Pensamento — FesThink </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/a-festa-do-pensamento-festhink</link>
 <description>&lt;p&gt;A Festa do Pensamento — FesThink é uma iniciativa da Kees Eijrond Foundation Portugal que reúne mais de 20 vozes, entre filósofos, artistas, investigadores e arquitetos, para pensarmos juntos novas formas de habitar a cidade.&lt;br /&gt;O evento integra o New European Bauhaus Festival, NEB Festival, e chega à sua terceira edição com o apoio do Centro Português de Fundações.&lt;br /&gt;Venha pensar connosco. Nesta festa, só é proibido não questionar e, sobretudo, não nos questionarmos a nós próprios. Uma ideia contrária à nossa pode provocar um azedume figadal, mas também pode ser divertida.&lt;br /&gt;Dia 13 de junho, em Lisboa.&lt;br /&gt;Consulte a programação completa &lt;a href="https://festhink2026.com/" target="_blank"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/whatsapp_image_2026-05-26_at_12.50.24.jpeg" alt="" width="590" height="737" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/festhink">FesThink</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;A Festa do Pensamento — FesThink é uma iniciativa da Kees Eijrond Foundation Portugal que reúne mais de 20 vozes, entre filósofos, artistas, investigadores e arquitetos, para pensarmos juntos novas formas de habitar a cidade.&lt;br /&gt;O evento integra o New European Bauhaus Festival, NEB Festival, e chega à sua terceira edição com o apoio do Centro Português de Fundações.&lt;br /&gt;Venha pensar connosco. Nesta festa, só é proibido não questionar e, sobretudo, não nos questionarmos a nós próprios. Uma ideia contrária à nossa pode provocar um azedume figadal, mas também pode ser divertida.&lt;br /&gt;Dia 13 de junho, em Lisboa.&lt;br /&gt;Consulte a programação completa &lt;a href="https://festhink2026.com/" target="_blank"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/whatsapp_image_2026-05-26_at_12.50.24.jpeg" alt="" width="590" height="737" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 26 May 2026 13:47:13 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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</item>
<item>
 <title>Lançamento do livro de Álvaro Vasconcelos, volume 3</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lancamento-do-livro-de-alvaro-vasconcelos-volume-3</link>
 <description>&lt;p&gt;Uma conversa importante sobre a banalidade do mal colonial, a hospitalidade, o brutalismo que ameaça a democracia e como prevenir o apocalipse climático, da guerra e da&amp;nbsp;IA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/706527182_27318855531113704_5353807189523078170_n.jpg" alt="" width="590" height="332" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/memorias-de-amnesia">memórias de amnésia</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;Uma conversa importante sobre a banalidade do mal colonial, a hospitalidade, o brutalismo que ameaça a democracia e como prevenir o apocalipse climático, da guerra e da&amp;nbsp;IA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/706527182_27318855531113704_5353807189523078170_n.jpg" alt="" width="590" height="332" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Mon, 25 May 2026 15:19:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10957 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Legado Cultural e Político de Mário Pinto de Andrade - Colóquio</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/legado-cultural-e-politico-de-mario-pinto-de-andrade-coloquio</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;EXPOSIÇÃO ARQUIVÍSTICA, CONFERÊNCIAS, PAINÉIS TEMÁTICOS E MESAS-REDONDAS, SESSÃO CULTURAL, BANCAS DE&amp;nbsp;LIVROS&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Datas&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: 25, 28, 29 e 30 de Maio de&amp;nbsp;2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Locais&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;&lt;span&gt;Centro de Intervenção para Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC) – Rua Tomás Ribeiro, nº 3 a 9, Lisboa (Picoas);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), Auditório 1 – Cidade Universitária e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Espaço Cultural Mbongi 67 – Praceta António Sérgio 4A, Monte&amp;nbsp;Abraão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Organização&lt;/strong&gt;: Casa da Cultura da Guiné-Bissau (CCGB), Associação de Amigos de Sarah Maldoror e Mário de Andrade, Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC), Fundação Bienal MoAC Biss, Centro de Estudos Internacionais-ISCTE e Núcleo de Estudantes Africanos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (NEA-FDL).&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Apoios&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), Falas Afrikanas, Mbongi 67, TuduTicket,&amp;nbsp;LDA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/colomariooooo_1.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;** Bancas de livros: &lt;/strong&gt;Durante os dias das conferências e mesas-redondas na FDUL e da Sessão Cultural no Mbongi 67, a editora Falas Afrikanas organiza bancas de livros de autores e temáticas africanos, incluindo obras de Mário Pinto de&amp;nbsp;Andrade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;25-29 de Maio – Exposição arquivística: &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade, Memória no papel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Esta exposição permitirá aos/às visitantes mergulhar nos bastidores da luta anticolonial, a partir do acervo do CIDAC, com livros, publicações periódicas, comunicações em conferências, artigos de e sobre Mário Pinto de Andrade, ilustrando a sua trajetória política, cultural e&amp;nbsp;literária.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;no CIDAC – Rua Tomás Ribeiro, nº 3 a 9, Lisboa (Picoas),&amp;nbsp;&lt;span&gt;das 10:30 às 18:00 (de 25 a 29 de&amp;nbsp;Maio)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;25 de Maio | 17:00 – Abertura da&amp;nbsp;exposição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Roda de conversa: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Da memória no papel ao papel da memória – os arquivos e o anti-colonialismo em discussão&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderadora: &lt;/strong&gt;Cristina Cruz&amp;nbsp;(CIDAC)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Oradoras: &lt;/strong&gt;Ângela Coutinho, Livia Apa e Luísa Teotónio&amp;nbsp;Pereira&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CONFERÊNCIAS E&amp;nbsp;MESAS-REDONDAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mestre do evento: &lt;/strong&gt;Edson Incopté&amp;nbsp;(CCGB)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;28 de&amp;nbsp;Maio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa – Auditório&amp;nbsp;1&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Manhã&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;09:00-12:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mesa de abertura&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;09:30-10:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mote:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Evocar o legado e praticar os&amp;nbsp;ensinamentos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Intervenções:&lt;/strong&gt; Prof. Dr. Eduardo Vera-Cruz Pinto (Diretor da FDUL), Henda Ducados (Associação de Amigos de Sarah Maldoror e Mário de Andrade), Ana Lúcia Sá (CEI-ISCTE), Stéphane Laurent (CIDAC) e Sumaila Jaló&amp;nbsp;(CCGB)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Pausa-café:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;10:00-10:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Conferência de abertura: &lt;/strong&gt;10:30-12:00&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderadora: &lt;/strong&gt;Ana Lúcia Sá&amp;nbsp;(CEI-ISCTE)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário de Andrade e o lugar do intelectual na luta armada anticolonial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Jean-Michel Mabeko Tali (Universidade de&amp;nbsp;Howard)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Esta intervenção propõese oferecer uma abordagem de carácter geral sobre a questão do lugar do intelectual no contexto da luta armada anticolonial, tomando o caso de Mário Pinto de Andrade como ponto de observação privilegiado para compreender os dilemas, responsabilidades e vulnerabilidades que atravessaram esse papel&amp;nbsp;histórico&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Almoço:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;12:30-15:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Tarde: &lt;/strong&gt;15:00-18:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mesa-redonda I: &lt;/strong&gt;15:00-16:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário – o Homem, o governante e um dinamizador cultural em&amp;nbsp;exílio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Nesta mesa-redonda, duas pessoas que conviveram com Mário Pinto de Andrade em contextos familiar, de governação e de dinamização cultural partilham connosco os seus testemunhos, como convite para olharmos para outras faces do Homem. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderador: &lt;/strong&gt;Amadu Dafé&amp;nbsp;(CCGB)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Palestrantes:&lt;/strong&gt; Henda Ducados (ISCTE-IUL) e Tony Tcheka (escritor e&amp;nbsp;jornalista)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Painel I&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;16:30-18:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mário Pinto de Andrade: intelectual militante, pensamento crítico e ação anticolonial&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderador: &lt;/strong&gt;Luca Fazzini&amp;nbsp;(CEComp/FLUL)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Este painel acolhe comunicações que analisam o percurso intelectual e político de Mário Pinto de Andrade enquanto figura central do pensamento anticolonial africano, destacando a articulação entre reflexão teórica, militância revolucionária e intervenção histórica nos processos de libertação das colónias portuguesas em&amp;nbsp;África.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicações:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade: Um intelectual engajado ao serviço das lutas de libertação nacional&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – Julião Soares Sousa (Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade Coimbra –&amp;nbsp;CEIS20)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade e Amílcar Cabral: uma amizade intelectual e política&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Ângela Coutinho (IPRI – Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mário Pinto de Andrade na Frente Leste: Etnógrafo do seu próprio país&lt;/strong&gt; – Elisa Scaraggi (Instituto de História Contemporânea – Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;29 de&amp;nbsp;Maio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa – Auditório&amp;nbsp;1&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Manhã: &lt;/strong&gt;09:00-12:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Painel II: &lt;/strong&gt;09:00-10:30&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;O tecelão de redes transnacionais de luta e&amp;nbsp;cultura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderador: &lt;/strong&gt;Miguel de Barros&amp;nbsp;(CESAC)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Esta mesa integra comunicações sobre a inserção de Mário Pinto de Andrade nos movimentos pan-africanos e de negritude, bem como sobre as redes intelectuais, culturais e políticas transcontinentais que atravessaram África, Europa e as diásporas negras, com particular atenção à &lt;em&gt;Présence Africaine&lt;/em&gt; e aos congressos internacionais de escritores e artistas&amp;nbsp;negros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicações:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade: entre Portugal e França (1954-1955)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;–&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Miguel Cardina (Centro de Estudos Sociais da Universidade de&amp;nbsp;Coimbra)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade: Exílio e solidariedade anticolonial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Lívia Apa (Investigadora&amp;nbsp;independente)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contributo Teórico e Político de Mário Pinto de Andrade para as Redes Transnacionais de Solidariedade Anticolonial e Anti-imperialista&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Víctor Barros (Instituto de História Contemporânea — NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade e o seu “interlúdio africano”. Redes políticas e intelectuais a partir de Conakry (1960-1961)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Helena Wakim Moreno&amp;nbsp;(FCHS-UNESP/IHC-FCSH-UnL)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Pausa-café:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;10:30-11:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mesa-redonda II&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;11:00-12:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“As Origens” – Mário Pinto de Andrade e os estudos sobre o movimento negro-africano de Lisboa do início do século XX &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;– Cristina Roldão (Iscte-IUL e ESSE/IPS), José Augusto Pereira&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(Gabinete de Estudos Olissiponenses) e Pedro Varela&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;é (Cies-Iscte – Instituto Universitário de&amp;nbsp;Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Esta mesa-redonda propõe revisitar os itinerários de pesquisa e reflexão que Mário Pinto de Andrade nos legou, a partir do seu contributo pioneiro para a compreensão da luta pela emancipação dos povos negros ao longo do século&amp;nbsp;XX.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Almoço:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;12:30-14:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Tarde:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;14:30-18:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Painel III: &lt;/strong&gt;15:00-16:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Cultura, literatura e política nas lutas de libertação&amp;nbsp;africanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderadora: &lt;/strong&gt;Marissa Moorman (Universidade de&amp;nbsp;Wisconsin-Madison)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;As comunicações neste painel propõem-se a refletir sobre o papel da cultura e da literatura como instrumentos de resistência, mobilização e emancipação, analisando a obra crítica e editorial de Mário Pinto de Andrade – nomeadamente as antologias poéticas – e a sua conceção da palavra como força histórica e&amp;nbsp;política.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicações:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade: um impulsionador das literaturas africanas escritas em português&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Salvador B. D. Tito (Faculdade de Letras da Universidade de&amp;nbsp;Coimbra)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade e a internacionalização da luta anticolonial, entre ensaio e trabalho editorial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Noemi Alfieri (CHAM – Centro de Humanidade,&amp;nbsp;NOVA-FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cultura e política no trabalho editorial de Mário Pinto de Andrade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Jessica Falconi (CEsA-ISEG, Universidade de&amp;nbsp;Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Conferência de encerramento:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;16:30-18:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderadora:&lt;/strong&gt; Marta Lança&amp;nbsp;(BUALA)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mário Pinto de Andrade e a Cultura enquanto Campo de Libertação&lt;/strong&gt; – Inocência Mata&amp;nbsp;(FLUL/CEComp)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Esta intervenção propõe uma leitura da obra de Mário Pinto de Andrade a partir da centralidade da Cultura enquanto espaço estratégico da libertação. Mais do que celebrar uma figura histórica, trata-se de reinscrever no presente uma tradição intelectual africana que pensou a liberdade como tarefa crítica&amp;nbsp;permanente.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;30 de&amp;nbsp;Maio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Manhã:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;09:00-12:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Itinerários de Mário Pinto de Andrade em Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Neste evento coorganizado com a Associação Batoto Yetu e orientado por historiadora Ângela Coutinho, realiza-se um passeio por lugares que marcaram a vivência e militância de Mário Pinto de Andrade em Lisboa, enquanto estudante do Ensino Superior. Para mais informações sobre como participar nesta actividade, visite os sites da Batoto Yetu e da CCGB.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Tarde:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;16:00-20:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Espaço Cultural Mbongi 67 (Praceta António Sérgio, nº 4 A,&amp;nbsp;Queluz)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;SESSÃO&amp;nbsp;CULTURAL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mote: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Cultura como instrumento de libertação dos&amp;nbsp;povos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderação: &lt;/strong&gt;Rita Ié (CCGB)&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;16:00-16:10 | Boas-vindas:&lt;/strong&gt; um representante do Mbongi 67 e outro da comissão&amp;nbsp;organizadora&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;16:10-16:20 | Animação cultural:&lt;/strong&gt; Ibrahima&amp;nbsp;Galissa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;16:20-17:50 | Roda de&amp;nbsp;conversa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pensar o nacionalismo africano e o pan-africanismo desde as “origens”: uma conversa a partir do livro “Origens do Nacionalismo&amp;nbsp;Africano”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Orador:&lt;/strong&gt; Apolo de Carvalho (militante&amp;nbsp;pan-africanista)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;17:50-18:30 | Ler através do Mário (sessão de leitura ao ritmo de &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;korá&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Leitura e comentário de três fábulas de Angola, adaptadas e/ou traduzidas por Mário Pinto de Andrade: &lt;em&gt;O Galo e a Raposa&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;A Perdiz e o Cágado&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;O Homem e o Cágado&lt;/em&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Leitura do poema “Muimbu ua Sabalu” ou “Canção do&amp;nbsp;Sabalu”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;18:30-20:30 |&lt;/strong&gt; “Sambizanga” – exibição do filme realizado por Sarah Maldoror, com a co-argumentação de Mário Pinto de Andrade, seguida de&amp;nbsp;debate&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Oradores:&lt;/strong&gt; Annouchka de Andrade (especialista em audiovisuais, património cultural e produção), Ruth Wilson Gilmore (geógrafa e académica-militante) e Manuel dos Santos (sociólogo, historiador e&amp;nbsp;ativista)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/mario-pinto-de-andrade">Mário Pinto de Andrade</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;EXPOSIÇÃO ARQUIVÍSTICA, CONFERÊNCIAS, PAINÉIS TEMÁTICOS E MESAS-REDONDAS, SESSÃO CULTURAL, BANCAS DE&amp;nbsp;LIVROS&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Datas&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: 25, 28, 29 e 30 de Maio de&amp;nbsp;2026&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Locais&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;&lt;span&gt;Centro de Intervenção para Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC) – Rua Tomás Ribeiro, nº 3 a 9, Lisboa (Picoas);&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), Auditório 1 – Cidade Universitária e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Espaço Cultural Mbongi 67 – Praceta António Sérgio 4A, Monte&amp;nbsp;Abraão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Organização&lt;/strong&gt;: Casa da Cultura da Guiné-Bissau (CCGB), Associação de Amigos de Sarah Maldoror e Mário de Andrade, Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral (CIDAC), Fundação Bienal MoAC Biss, Centro de Estudos Internacionais-ISCTE e Núcleo de Estudantes Africanos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (NEA-FDL).&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Apoios&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;: Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL), Falas Afrikanas, Mbongi 67, TuduTicket,&amp;nbsp;LDA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/colomariooooo_1.jpg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;PROGRAMA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;** Bancas de livros: &lt;/strong&gt;Durante os dias das conferências e mesas-redondas na FDUL e da Sessão Cultural no Mbongi 67, a editora Falas Afrikanas organiza bancas de livros de autores e temáticas africanos, incluindo obras de Mário Pinto de&amp;nbsp;Andrade.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;25-29 de Maio – Exposição arquivística: &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade, Memória no papel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;Esta exposição permitirá aos/às visitantes mergulhar nos bastidores da luta anticolonial, a partir do acervo do CIDAC, com livros, publicações periódicas, comunicações em conferências, artigos de e sobre Mário Pinto de Andrade, ilustrando a sua trajetória política, cultural e&amp;nbsp;literária.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;no CIDAC – Rua Tomás Ribeiro, nº 3 a 9, Lisboa (Picoas),&amp;nbsp;&lt;span&gt;das 10:30 às 18:00 (de 25 a 29 de&amp;nbsp;Maio)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;25 de Maio | 17:00 – Abertura da&amp;nbsp;exposição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Roda de conversa: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Da memória no papel ao papel da memória – os arquivos e o anti-colonialismo em discussão&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderadora: &lt;/strong&gt;Cristina Cruz&amp;nbsp;(CIDAC)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Oradoras: &lt;/strong&gt;Ângela Coutinho, Livia Apa e Luísa Teotónio&amp;nbsp;Pereira&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;CONFERÊNCIAS E&amp;nbsp;MESAS-REDONDAS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mestre do evento: &lt;/strong&gt;Edson Incopté&amp;nbsp;(CCGB)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;28 de&amp;nbsp;Maio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa – Auditório&amp;nbsp;1&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Manhã&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;09:00-12:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mesa de abertura&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;09:30-10:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mote:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Evocar o legado e praticar os&amp;nbsp;ensinamentos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Intervenções:&lt;/strong&gt; Prof. Dr. Eduardo Vera-Cruz Pinto (Diretor da FDUL), Henda Ducados (Associação de Amigos de Sarah Maldoror e Mário de Andrade), Ana Lúcia Sá (CEI-ISCTE), Stéphane Laurent (CIDAC) e Sumaila Jaló&amp;nbsp;(CCGB)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Pausa-café:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;10:00-10:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Conferência de abertura: &lt;/strong&gt;10:30-12:00&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderadora: &lt;/strong&gt;Ana Lúcia Sá&amp;nbsp;(CEI-ISCTE)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário de Andrade e o lugar do intelectual na luta armada anticolonial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Jean-Michel Mabeko Tali (Universidade de&amp;nbsp;Howard)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Esta intervenção propõese oferecer uma abordagem de carácter geral sobre a questão do lugar do intelectual no contexto da luta armada anticolonial, tomando o caso de Mário Pinto de Andrade como ponto de observação privilegiado para compreender os dilemas, responsabilidades e vulnerabilidades que atravessaram esse papel&amp;nbsp;histórico&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Almoço:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;12:30-15:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Tarde: &lt;/strong&gt;15:00-18:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mesa-redonda I: &lt;/strong&gt;15:00-16:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário – o Homem, o governante e um dinamizador cultural em&amp;nbsp;exílio&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Nesta mesa-redonda, duas pessoas que conviveram com Mário Pinto de Andrade em contextos familiar, de governação e de dinamização cultural partilham connosco os seus testemunhos, como convite para olharmos para outras faces do Homem. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderador: &lt;/strong&gt;Amadu Dafé&amp;nbsp;(CCGB)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Palestrantes:&lt;/strong&gt; Henda Ducados (ISCTE-IUL) e Tony Tcheka (escritor e&amp;nbsp;jornalista)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Painel I&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;16:30-18:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mário Pinto de Andrade: intelectual militante, pensamento crítico e ação anticolonial&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderador: &lt;/strong&gt;Luca Fazzini&amp;nbsp;(CEComp/FLUL)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Este painel acolhe comunicações que analisam o percurso intelectual e político de Mário Pinto de Andrade enquanto figura central do pensamento anticolonial africano, destacando a articulação entre reflexão teórica, militância revolucionária e intervenção histórica nos processos de libertação das colónias portuguesas em&amp;nbsp;África.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicações:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade: Um intelectual engajado ao serviço das lutas de libertação nacional&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; – Julião Soares Sousa (Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade Coimbra –&amp;nbsp;CEIS20)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade e Amílcar Cabral: uma amizade intelectual e política&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Ângela Coutinho (IPRI – Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mário Pinto de Andrade na Frente Leste: Etnógrafo do seu próprio país&lt;/strong&gt; – Elisa Scaraggi (Instituto de História Contemporânea – Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;29 de&amp;nbsp;Maio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa – Auditório&amp;nbsp;1&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Manhã: &lt;/strong&gt;09:00-12:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Painel II: &lt;/strong&gt;09:00-10:30&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;O tecelão de redes transnacionais de luta e&amp;nbsp;cultura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderador: &lt;/strong&gt;Miguel de Barros&amp;nbsp;(CESAC)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Esta mesa integra comunicações sobre a inserção de Mário Pinto de Andrade nos movimentos pan-africanos e de negritude, bem como sobre as redes intelectuais, culturais e políticas transcontinentais que atravessaram África, Europa e as diásporas negras, com particular atenção à &lt;em&gt;Présence Africaine&lt;/em&gt; e aos congressos internacionais de escritores e artistas&amp;nbsp;negros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicações:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade: entre Portugal e França (1954-1955)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;–&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Miguel Cardina (Centro de Estudos Sociais da Universidade de&amp;nbsp;Coimbra)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade: Exílio e solidariedade anticolonial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Lívia Apa (Investigadora&amp;nbsp;independente)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Contributo Teórico e Político de Mário Pinto de Andrade para as Redes Transnacionais de Solidariedade Anticolonial e Anti-imperialista&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Víctor Barros (Instituto de História Contemporânea — NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade e o seu “interlúdio africano”. Redes políticas e intelectuais a partir de Conakry (1960-1961)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Helena Wakim Moreno&amp;nbsp;(FCHS-UNESP/IHC-FCSH-UnL)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Pausa-café:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;10:30-11:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mesa-redonda II&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;11:00-12:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“As Origens” – Mário Pinto de Andrade e os estudos sobre o movimento negro-africano de Lisboa do início do século XX &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;– Cristina Roldão (Iscte-IUL e ESSE/IPS), José Augusto Pereira&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;(Gabinete de Estudos Olissiponenses) e Pedro Varela&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;é (Cies-Iscte – Instituto Universitário de&amp;nbsp;Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Esta mesa-redonda propõe revisitar os itinerários de pesquisa e reflexão que Mário Pinto de Andrade nos legou, a partir do seu contributo pioneiro para a compreensão da luta pela emancipação dos povos negros ao longo do século&amp;nbsp;XX.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Almoço:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;12:30-14:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Tarde:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;14:30-18:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Painel III: &lt;/strong&gt;15:00-16:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Cultura, literatura e política nas lutas de libertação&amp;nbsp;africanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderadora: &lt;/strong&gt;Marissa Moorman (Universidade de&amp;nbsp;Wisconsin-Madison)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;As comunicações neste painel propõem-se a refletir sobre o papel da cultura e da literatura como instrumentos de resistência, mobilização e emancipação, analisando a obra crítica e editorial de Mário Pinto de Andrade – nomeadamente as antologias poéticas – e a sua conceção da palavra como força histórica e&amp;nbsp;política.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Comunicações:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade: um impulsionador das literaturas africanas escritas em português&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Salvador B. D. Tito (Faculdade de Letras da Universidade de&amp;nbsp;Coimbra)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mário Pinto de Andrade e a internacionalização da luta anticolonial, entre ensaio e trabalho editorial&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Noemi Alfieri (CHAM – Centro de Humanidade,&amp;nbsp;NOVA-FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cultura e política no trabalho editorial de Mário Pinto de Andrade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;– Jessica Falconi (CEsA-ISEG, Universidade de&amp;nbsp;Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Conferência de encerramento:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;16:30-18:00&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderadora:&lt;/strong&gt; Marta Lança&amp;nbsp;(BUALA)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mário Pinto de Andrade e a Cultura enquanto Campo de Libertação&lt;/strong&gt; – Inocência Mata&amp;nbsp;(FLUL/CEComp)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Esta intervenção propõe uma leitura da obra de Mário Pinto de Andrade a partir da centralidade da Cultura enquanto espaço estratégico da libertação. Mais do que celebrar uma figura histórica, trata-se de reinscrever no presente uma tradição intelectual africana que pensou a liberdade como tarefa crítica&amp;nbsp;permanente.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;30 de&amp;nbsp;Maio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Manhã:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;09:00-12:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Itinerários de Mário Pinto de Andrade em Lisboa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Neste evento coorganizado com a Associação Batoto Yetu e orientado por historiadora Ângela Coutinho, realiza-se um passeio por lugares que marcaram a vivência e militância de Mário Pinto de Andrade em Lisboa, enquanto estudante do Ensino Superior. Para mais informações sobre como participar nesta actividade, visite os sites da Batoto Yetu e da CCGB.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Tarde:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;16:00-20:30&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Espaço Cultural Mbongi 67 (Praceta António Sérgio, nº 4 A,&amp;nbsp;Queluz)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;SESSÃO&amp;nbsp;CULTURAL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Mote: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Cultura como instrumento de libertação dos&amp;nbsp;povos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Moderação: &lt;/strong&gt;Rita Ié (CCGB)&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;16:00-16:10 | Boas-vindas:&lt;/strong&gt; um representante do Mbongi 67 e outro da comissão&amp;nbsp;organizadora&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;16:10-16:20 | Animação cultural:&lt;/strong&gt; Ibrahima&amp;nbsp;Galissa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;16:20-17:50 | Roda de&amp;nbsp;conversa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pensar o nacionalismo africano e o pan-africanismo desde as “origens”: uma conversa a partir do livro “Origens do Nacionalismo&amp;nbsp;Africano”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Orador:&lt;/strong&gt; Apolo de Carvalho (militante&amp;nbsp;pan-africanista)&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;17:50-18:30 | Ler através do Mário (sessão de leitura ao ritmo de &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;korá&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Leitura e comentário de três fábulas de Angola, adaptadas e/ou traduzidas por Mário Pinto de Andrade: &lt;em&gt;O Galo e a Raposa&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;A Perdiz e o Cágado&lt;/em&gt;; &lt;em&gt;O Homem e o Cágado&lt;/em&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Leitura do poema “Muimbu ua Sabalu” ou “Canção do&amp;nbsp;Sabalu”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;18:30-20:30 |&lt;/strong&gt; “Sambizanga” – exibição do filme realizado por Sarah Maldoror, com a co-argumentação de Mário Pinto de Andrade, seguida de&amp;nbsp;debate&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Oradores:&lt;/strong&gt; Annouchka de Andrade (especialista em audiovisuais, património cultural e produção), Ruth Wilson Gilmore (geógrafa e académica-militante) e Manuel dos Santos (sociólogo, historiador e&amp;nbsp;ativista)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Mon, 25 May 2026 10:39:43 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Novos nacionalismos e a negação da história</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/novos-nacionalismos-e-a-negacao-da-historia</link>
 <description>&lt;p&gt;10 jul 2026&amp;nbsp;&lt;span&gt;sexta, 18:00&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Local&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Auditório 3Fundação Calouste&amp;nbsp;Gulbenkian&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;dl class="fcg-event-ticket-price"&gt;
&lt;dd class="fcg-event-ticket-price__value"&gt;Entrada&amp;nbsp;livre&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/historias-dificeis-header_1.jpg" alt="" width="590" height="332" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta conferência, Orlando Serrano e Marta Lança vão debater acerca da crescente emergência de movimentos nacionalistas e do seu papel na negação de episódios da história que põem em causa visões celebratórias e panegíricas do&amp;nbsp;passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos últimos anos, temos assistido a uma crescente polarização e radicalização do debate político e público sobre a história, o que inviabiliza a criação de um entendimento comum sobre o passado, relativizando a violência verbal e física e legitimando o uso da força contra posições diferentes daquela que se pretende&amp;nbsp;normativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes extremismos são frequentemente acompanhados por visões nacionalistas que defendem narrativas históricas celebratórias que apagam ou negam determinados episódios do passado. É o caso das negações do Holocausto, das relativizações da história do tráfico transatlântico de escravizados ou da celebração da “missão civilizadora” dos impérios coloniais&amp;nbsp;europeus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora estas visões distorcidas do passado não sejam novidade no espaço público, a sua disseminação tem vindo a acelerar com o impacto das redes sociais. Como resultado, são cada vez mais mobilizadas para legitimar determinados discursos políticos, propostas legislativas e, em casos extremos, iniciativas violentas que colocam em causa as instituições democráticas e a própria&amp;nbsp;democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fundação Calouste Gulbenkian e o Slave Wrecks Project convidam Orlando Serrano (Museu Smithsonian de História Norte-Americana) e Marta Lança (Buala) para uma conversa que cruza as realidades norte-americana e portuguesa, e na qual se vai refletir sobre a&amp;nbsp; emergência de novos nacionalismos que põem em causa direitos que há muito se julgavam cimentados nas sociedades democráticas&amp;nbsp;ocidentais.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/historia">história</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/nacionalismos">nacionalismos</category>
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&lt;dl class="fcg-event-ticket-price"&gt;
&lt;dd class="fcg-event-ticket-price__value"&gt;Entrada&amp;nbsp;livre&lt;/dd&gt;
&lt;/dl&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/historias-dificeis-header_1.jpg" alt="" width="590" height="332" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta conferência, Orlando Serrano e Marta Lança vão debater acerca da crescente emergência de movimentos nacionalistas e do seu papel na negação de episódios da história que põem em causa visões celebratórias e panegíricas do&amp;nbsp;passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos últimos anos, temos assistido a uma crescente polarização e radicalização do debate político e público sobre a história, o que inviabiliza a criação de um entendimento comum sobre o passado, relativizando a violência verbal e física e legitimando o uso da força contra posições diferentes daquela que se pretende&amp;nbsp;normativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes extremismos são frequentemente acompanhados por visões nacionalistas que defendem narrativas históricas celebratórias que apagam ou negam determinados episódios do passado. É o caso das negações do Holocausto, das relativizações da história do tráfico transatlântico de escravizados ou da celebração da “missão civilizadora” dos impérios coloniais&amp;nbsp;europeus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora estas visões distorcidas do passado não sejam novidade no espaço público, a sua disseminação tem vindo a acelerar com o impacto das redes sociais. Como resultado, são cada vez mais mobilizadas para legitimar determinados discursos políticos, propostas legislativas e, em casos extremos, iniciativas violentas que colocam em causa as instituições democráticas e a própria&amp;nbsp;democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fundação Calouste Gulbenkian e o Slave Wrecks Project convidam Orlando Serrano (Museu Smithsonian de História Norte-Americana) e Marta Lança (Buala) para uma conversa que cruza as realidades norte-americana e portuguesa, e na qual se vai refletir sobre a&amp;nbsp; emergência de novos nacionalismos que põem em causa direitos que há muito se julgavam cimentados nas sociedades democráticas&amp;nbsp;ocidentais.&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Sat, 23 May 2026 18:30:02 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>"Meridianos do Futuro. A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra (1945-1965)"</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/meridianos-do-futuro-a-casa-dos-estudantes-do-imperio-de-coimbra-1945-1965</link>
 <description>&lt;p&gt;No âmbito da exposição &amp;#8220;Meridianos do Futuro. A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra (1945-1965)&amp;#8221;, acontece o evento homônimo que visa a debater um conjunto de aspectos em torno da associação e sua época. O evento terá lugar na Sala Sofia, no Convento São Francisco (Coimbra), no dia 1 de junho.&lt;br /&gt;A entrada é gratuita, mas solicitamos a inscrição a quem deseja assistir. Link aqui para inscrições: &lt;a href="https://www.ces.uc.pt/pt/agenda-noticias/agenda-de-eventos/2026/meridianos-do-futuro-a-casa-de-estudantes/inscricao" target="_blank"&gt;https://www.ces.uc.pt/pt/agenda-noticias/agenda-de-eventos/2026/meridianos-do-futuro-a-casa-de-estudantes/inscricao&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/meridianos_1.jpg" alt="" width="590" height="834" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/meridianos2_1.jpg" alt="" width="590" height="834" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/casa-dos-estudantes-do-imperio">Casa dos Estudantes do Império</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/coloquio">colóquio</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;No âmbito da exposição &amp;#8220;Meridianos do Futuro. A Casa dos Estudantes do Império de Coimbra (1945-1965)&amp;#8221;, acontece o evento homônimo que visa a debater um conjunto de aspectos em torno da associação e sua época. O evento terá lugar na Sala Sofia, no Convento São Francisco (Coimbra), no dia 1 de junho.&lt;br /&gt;A entrada é gratuita, mas solicitamos a inscrição a quem deseja assistir. Link aqui para inscrições: &lt;a href="https://www.ces.uc.pt/pt/agenda-noticias/agenda-de-eventos/2026/meridianos-do-futuro-a-casa-de-estudantes/inscricao" target="_blank"&gt;https://www.ces.uc.pt/pt/agenda-noticias/agenda-de-eventos/2026/meridianos-do-futuro-a-casa-de-estudantes/inscricao&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/meridianos_1.jpg" alt="" width="590" height="834" /&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/meridianos2_1.jpg" alt="" width="590" height="834" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Fri, 22 May 2026 16:28:30 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10948 at https://www.buala.org</guid>
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</channel>
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