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 <title>DÁ FALA</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/taxonomy/term/33/0</link>
 <description>Blogue de cultura contemporânea africana</description>
 <language>pt-pt</language>
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 <title>Como falar com(o) a terra? IV CONFERÊNCIA INTERNACIONAL  COUNTER-IMAGE</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/como-falar-como-a-terra-iv-conferencia-internacional-counter-image</link>
 <description>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;18, 19 e 20 de novembro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Universidade do Algarve&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(Faro,&amp;nbsp;Portugal)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do&amp;nbsp;umbral&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;“Eu não podia tagarelar como costumava fazer, tomando tudo por garantido. As minhas palavras agora devem ser tão&amp;nbsp;&lt;span&gt;lentas, novas e hesitantes quanto os passos que dei descendo o caminho para longe de&amp;nbsp;casa…”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Ursula K. Le Guin, Ela Tira-lhes os Nomes, 1985/2025 [trad. Liliana&amp;nbsp;Coutinho]&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-12_as_08.02.01.png" alt="" width="590" height="833" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência&amp;nbsp;&lt;span&gt;política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo – estão a ser&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho &amp;amp; Ponce de Léon 2025; Krieger&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da&amp;nbsp;terra).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(Krenak&amp;nbsp;2022).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi&amp;nbsp;&lt;span&gt;constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre”&amp;nbsp;sinaliza&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e&amp;nbsp;&lt;span&gt;representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ela é também resistência, cosmopercepção e&amp;nbsp;ritual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme.&amp;nbsp;&lt;span&gt;Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para&amp;nbsp;desnomear&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a&amp;nbsp;&lt;span&gt;planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;-2-Submissões até 25 de Maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de sínteses&amp;nbsp;impossíveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-&lt;span&gt;Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dialoguem com os seguintes eixos&amp;nbsp;temáticos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;1. Conhecimentos&amp;nbsp;Situados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em&amp;nbsp;&lt;span&gt;composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;pesquisa e experiência&amp;nbsp;vivida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Ecologias exílicas” (Marder 2023)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder&amp;nbsp;2020)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;2. Métodos para&amp;nbsp;Desnomear&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe&amp;nbsp;&lt;span&gt;trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;erodam o olhar extrativista e&amp;nbsp;especista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Desnomear como método&amp;nbsp;filosófico-estético&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Poéticas do silêncio e escuta&amp;nbsp;profunda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e&amp;nbsp;animais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Geo-estéticas (Coelho &amp;amp; Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019),&amp;nbsp;incluindo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;vulcânicas e das ervas ditas&amp;nbsp;daninhas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes &amp;amp; Garcia-Antón&amp;nbsp;2026)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Narrativas de relacionalidade e métodos&amp;nbsp;multiespécie&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Contracolonizar (Nêgo Bispo&amp;nbsp;2015)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Arte como laboratório de pensamento (e não como&amp;nbsp;representação)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e&amp;nbsp;anti-especistas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;3. Visões do&amp;nbsp;Umbral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas&amp;nbsp;&lt;span&gt;que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e&amp;nbsp;alianças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Epistemologias do&amp;nbsp;umbral&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades&amp;nbsp;submersas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Ecologia&amp;nbsp;popular&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Agência não-humana e a redistribuição do&amp;nbsp;sensível&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da&amp;nbsp;beira-mar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa&amp;nbsp;2010)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Visões “ch’ixi” (Cusicanqui&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Alianças afetivas” (Krenak&amp;nbsp;2022)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez&amp;nbsp;2024)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;+DATAS&amp;nbsp;IMPORTANTES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;25 de maio | envio de&amp;nbsp;propostas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;30 de junho | notificação de&amp;nbsp;aceitação&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;18-20 de novembro |&amp;nbsp;conferência&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Formatos de&amp;nbsp;submissão:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;1. Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300&amp;nbsp;palavras&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;2. Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300&amp;nbsp;&lt;span&gt;palavras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;3. Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória&amp;nbsp;&lt;span&gt;descritiva até 300&amp;nbsp;palavras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma&amp;nbsp;&lt;span&gt;biografia breve (até 100 palavras) para:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#117;&amp;#110;&amp;#116;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#105;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#103;&amp;#101;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#101;&amp;#110;&amp;#99;&amp;#101;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#99;&amp;#115;&amp;#104;&amp;#46;&amp;#117;&amp;#110;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Oradores principais:&amp;nbsp;&lt;span&gt;Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina) e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia,&amp;nbsp;Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Inês Beleza Barreiros (ICNOVA, NOVA FCSH / CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Liliana Coutinho (IHC, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Salomé Lopes Coelho (ICON, Utrecht University / ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sílvia Leiria Viegas (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Teresa Castro (IRCAV, Sorbonne Nouvelle / ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Teresa Mendes Flores (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;-4-Submissões até 25 de&amp;nbsp;Maio&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comité&amp;nbsp;Científico:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa&amp;nbsp;Catarina)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Cristiana Bastos (Instituto de Ciências&amp;nbsp;Sociais)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Filippo Di Tomasi (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa&amp;nbsp;Catarina)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Isabel Stein (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Leila Lehnen (Brown&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Luís Trindade (IHC, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Margarida Brito Alves (IHA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Margarida Mendes (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;María Gloria Robalino (Washington University St.&amp;nbsp;Louis)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maria Teresa Cruz (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Marita Sturken (New York&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mirian Nogueira Tavares (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Patrícia Martins Marcos (University of&amp;nbsp;Oklahoma)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Patrícia Martinho Ferreira (Brown&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Paulo Nuno Vicente (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Romy Castro (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Rui Gomes Coelho (Durham&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Susanne Knittel (ICON, Utrecht&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Organização&amp;nbsp;institucional:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ICNOVA, FCSH, Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Coordenação do&amp;nbsp;CIAC:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Bruno Mendes da&amp;nbsp;Silva&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mirian&amp;nbsp;Tavares&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comissão de Comunicação e Logística do&amp;nbsp;CIAC:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;João Paulo dos Reis e Cunha&amp;nbsp;(Gestão)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Juan Manuel Escribano&amp;nbsp;Loza&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Cobertura Fotográfica e&amp;nbsp;Audiovisual:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;João Paulo dos Reis e&amp;nbsp;Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Desenho&amp;nbsp;gráfico:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maura&amp;nbsp;Grimaldi&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Apoio&amp;nbsp;institucional:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;IHC, FCSH, Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ICON-Institute for Cultural Inquiry, Utrecht&amp;nbsp;University&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/conferencia">conferência</category>
 <content:encoded>&lt;p class="p1"&gt;&lt;span&gt;18, 19 e 20 de novembro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Universidade do Algarve&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(Faro,&amp;nbsp;Portugal)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Conhecimentos situados, métodos para desnomear e visões do&amp;nbsp;umbral&lt;/p&gt;
&lt;p class="p3"&gt;“Eu não podia tagarelar como costumava fazer, tomando tudo por garantido. As minhas palavras agora devem ser tão&amp;nbsp;&lt;span&gt;lentas, novas e hesitantes quanto os passos que dei descendo o caminho para longe de&amp;nbsp;casa…”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;Ursula K. Le Guin, Ela Tira-lhes os Nomes, 1985/2025 [trad. Liliana&amp;nbsp;Coutinho]&lt;/p&gt;
&lt;p class="p4"&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-12_as_08.02.01.png" alt="" width="590" height="833" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A pergunta “Como falar com(o) a terra?” não é uma metáfora, mas uma urgência&amp;nbsp;&lt;span&gt;política, ontológica e epistémica diante do colapso ecológico, do esgotamento das&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;gramáticas antropocêntricas e dos modelos de representação do regime colonial-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;capitalista e o seu paradigma de expansão e ocupação da terra – a plantação, cuja&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;lógica de extração, objetificação e extinção perdura (Le Petitcorps et al. 2023; Bastos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2020; Thomas 2019; Haraway 2015; Tsing 2015, McKittrick 2013; Mirzoeff 2011; Stoler&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2008, 2016; Hartman 2007). Os Pós com que insistimos em nomear um mundo (ainda)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;não superado – pós-colonialismo, pós-modernismo, pós-humanismo – estão a ser&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;substituídos pelo prefixo Geo (Pratt 2025, 2022; Coelho &amp;amp; Ponce de Léon 2025; Krieger&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;2022; Ray 2019, 2026; Latour 2018; Povinelli 2016). O “advento do Geo”, esclarece Mary&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Louise Pratt (2025), marca uma mudança de escala (do global para o planetário),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de imaginário (do político para o ecológico) e de tempo (do histórico para o “tempo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;profundo” geológico). Esta condição requer o questionamento do que tomamos por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;garantido e formas outras de pensar e produzir conhecimento que Gabriela Milone&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;e Franca Maccioni, em “The Land of Language, the Language of the Earth” (2025),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;iluminaram como “geo-logia” (a linguagem da terra) e “geo-grafia” (a escrita da&amp;nbsp;terra).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;Tal implica “falar com a terra” em vez de “sobre a terra” e em termos de “semelhança”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;em vez de “diferença” – um “trabalho de imaginação” e “experimentação”. De&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;subjetivação em vez de objetificação (Kopenawa 2010). De fusão em vez de ocupação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;(Krenak&amp;nbsp;2022).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;“Como falar com(o) a terra” é então inseparável da questão de como a terra foi&amp;nbsp;&lt;span&gt;constituída como objeto, recurso e imagem e disso nos fala o conto de Ursula K. Le&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Guin, Ela tira-lhes os nomes (1985). Sobre o impulso colonial de nomear e identificar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;sem cuidado, criando fronteiras artificiais, ao mesmo tempo que nos exorta a encontrar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;formas de falar com outras criaturas. Falar “com” ou “como” em vez de “sobre”&amp;nbsp;sinaliza&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;um deslocamento epistemológico e exige-nos repensar a sua nomeação, mediação e&amp;nbsp;&lt;span&gt;representação. E se a terra não fosse o referente do discurso, mas a sua condição? E se&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;a possibilidade de falar com(o) ela abrisse um espaço entre o individual e o múltiplo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;entre o território situado e a totalidade planetária? Esta dialética é metodológica:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;uma prática de “desnomeação” – de erosão da semântica objetificante, extrativista e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;extintora. Se a terra foi mapeada, renomeada e cercada (e a propriedade privada criada),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ela é também resistência, cosmopercepção e&amp;nbsp;ritual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;A IV Counter-Image propõe explorar a terra não como tema, mas como onto-episteme.&amp;nbsp;&lt;span&gt;Não a linguagem universal e logocêntrica (que teima em separar o sujeito do objeto),&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;mas antes conhecimentos situados, enraizados nos territórios, corpos e relações&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;que habitam as frestas da colónia e do capital. Não a semântica antropocêntrica da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;ciência positivista e da sua fictícia objetividade, mas antes métodos para&amp;nbsp;desnomear&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;que suspendam as taxonomias coloniais e permitam que o solo, o fóssil, o animal, a&amp;nbsp;&lt;span&gt;planta, a pedra, a árvore, o rio, a montanha, o líquen, o fungo se apresentem na sua&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;singularidade irredutível e também em proximidade. Não a pseudo “visão de lugar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;-2-Submissões até 25 de Maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nenhum”, mas antes as visões do umbral, aquelas fabricadas a partir do pial das casas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;das nossas avós ou nas horas crepusculares, em imagens dialéticas e incandescentes&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de sínteses&amp;nbsp;impossíveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Com vista à profusão de questionamentos, mais do que à sua resolução, a IV Counter-&lt;span&gt;Image pergunta: o que significa pensar com(o) a terra em vez de sobre ela? É&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;possível traduzir a linguagem da terra, dos animais, das plantas, dos minerais? É a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“desnomeação” um método filosófico-estético? Como é que as visões do umbral&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;suspendem os regimes extrativos de representação? Que práticas artísticas resistem,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;reconfiguram ou perturbam os regimes coloniais sobre a terra? Como dar vida a formas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;de pertença, cuidado e reparação com vista a um mundo pós-extrativista? Ancorada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;no território do Algarve, mas expandindo ligações a outros territórios, convidamos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;investigadores, artistas, ativistas e ensaístas a submeterem propostas que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;dialoguem com os seguintes eixos&amp;nbsp;temáticos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;1. Conhecimentos&amp;nbsp;Situados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Como e o que é que a terra lembra? Este eixo acolhe trabalhos ancorados em&amp;nbsp;&lt;span&gt;composições relacionais e geo-subjectividades que desafiam a “visão de lugar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;nenhum”, bem como a incerteza, a falha e a contradição, encorajando a conexão entre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;pesquisa e experiência&amp;nbsp;vivida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Terricidio” (Millán 2024) e buen vivir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Epistemologias artesanais (Farago et al 2025) e epistemologias do Sul&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ecologias decoloniais, anti-extrativistas, ecofeministas, queer e trans&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Ecologias exílicas” (Marder 2023)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cosmopolíticas indígenas e afro-diaspóricas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O baldio e o quilombo/quilombismo (B. Nascimento 1977, A. Nascimento 1980)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“Arquivos Insurgentes” (Biehl 2022) e contra-cartografias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Lutas ambientais, os seus lutos e justiça multiespécie&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Crítica às taxonomias Lineanas e biopolíticas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Histórias ambientais, políticas da paisagem e “piropolítica” (Marder&amp;nbsp;2020)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;2. Métodos para&amp;nbsp;Desnomear&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Se nomear é colonizar, como podemos desnomear para aproximar? Este eixo acolhe&amp;nbsp;&lt;span&gt;trabalhos sobre geo-semânticas e experimentações metodológicas e pedagógicas que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;erodam o olhar extrativista e&amp;nbsp;especista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Desnomear como método&amp;nbsp;filosófico-estético&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Poéticas do silêncio e escuta&amp;nbsp;profunda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Caminhar como método e “ver com o corpo todo” (Cusicanqui&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Ontologias fósseis (Castro 2023), minerais e&amp;nbsp;animais&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Geo-estéticas (Coelho &amp;amp; Ponce de Léon 2025; Krieger 2022; Ray 2019),&amp;nbsp;incluindo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;vulcânicas e das ervas ditas&amp;nbsp;daninhas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Estéticas e “alianças líquidas” (Mendes &amp;amp; Garcia-Antón&amp;nbsp;2026)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Narrativas de relacionalidade e métodos&amp;nbsp;multiespécie&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Contracolonizar (Nêgo Bispo&amp;nbsp;2015)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Arte como laboratório de pensamento (e não como&amp;nbsp;representação)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;span&gt;•&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Cinema animista e montagens visuais anti-extrativistas e&amp;nbsp;anti-especistas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;3. Visões do&amp;nbsp;Umbral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Como habitar o umbral e mover-se entre mundos? Neste eixo acolhemos as formas&amp;nbsp;&lt;span&gt;que excedem os preceitos dualistas do Plantationoceno/Capitaloceno – as geo-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;coreografias que nos conduzem ao alargamento de afinidades e&amp;nbsp;alianças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Epistemologias do&amp;nbsp;umbral&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Dark ecology” (Morton 2016), deep time e temporalidades&amp;nbsp;submersas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Ecologia&amp;nbsp;popular&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Agência não-humana e a redistribuição do&amp;nbsp;sensível&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Ruínas do Plantationoceno/Capitaloceno” (Tsing&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Zonas intersticiais” (Gomez-Barris 2017), conhecimentos ribeirinhos e da&amp;nbsp;beira-mar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Imagens dialéticas (Benjamin 1940) e “peles de imagens” (Kopenawa&amp;nbsp;2010)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;Visões “ch’ixi” (Cusicanqui&amp;nbsp;2015)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Alianças afetivas” (Krenak&amp;nbsp;2022)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;•&amp;nbsp;&lt;span&gt;“Florestania” (Krenak 2022) e “lutas com a floresta” (Milanez&amp;nbsp;2024)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;+DATAS&amp;nbsp;IMPORTANTES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;25 de maio | envio de&amp;nbsp;propostas&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;30 de junho | notificação de&amp;nbsp;aceitação&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;18-20 de novembro |&amp;nbsp;conferência&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Formatos de&amp;nbsp;submissão:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;1. Comunicações (pesquisas teóricas ou empíricas): sumário até 300&amp;nbsp;palavras&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;2. Intervenções artísticas (performances, leituras poéticas): memória descritiva até 300&amp;nbsp;&lt;span&gt;palavras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;3. Rodas de conversa, oficinas, caminhadas de escuta, cartografias afetivas: memória&amp;nbsp;&lt;span&gt;descritiva até 300&amp;nbsp;palavras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;O sumário (em português, espanhol ou inglês) deve fazer-se acompanhar de uma&amp;nbsp;&lt;span&gt;biografia breve (até 100 palavras) para:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#117;&amp;#110;&amp;#116;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#105;&amp;#109;&amp;#97;&amp;#103;&amp;#101;&amp;#99;&amp;#111;&amp;#110;&amp;#102;&amp;#101;&amp;#114;&amp;#101;&amp;#110;&amp;#99;&amp;#101;&amp;#64;&amp;#102;&amp;#99;&amp;#115;&amp;#104;&amp;#46;&amp;#117;&amp;#110;&amp;#108;&amp;#46;&amp;#112;&amp;#116;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Oradores principais:&amp;nbsp;&lt;span&gt;Gabriela Milone e Franca Maccioni (Universidade Nacional de Córdoba, Argentina) e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Felipe Milanez (Universidade Federal da Bahia,&amp;nbsp;Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Inês Beleza Barreiros (ICNOVA, NOVA FCSH / CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Liliana Coutinho (IHC, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maria do Carmo Piçarra (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Salomé Lopes Coelho (ICON, Utrecht University / ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Sílvia Leiria Viegas (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Teresa Castro (IRCAV, Sorbonne Nouvelle / ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Teresa Mendes Flores (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p5"&gt;-4-Submissões até 25 de&amp;nbsp;Maio&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comité&amp;nbsp;Científico:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Ana Lúcia Marsillac (Universidade Federal de Santa&amp;nbsp;Catarina)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Bruno Mendes da Silva (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Cristiana Bastos (Instituto de Ciências&amp;nbsp;Sociais)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Filippo Di Tomasi (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Iacã Macerata (Universidade Federal de Santa&amp;nbsp;Catarina)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Isabel Stein (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Leila Lehnen (Brown&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Luís Trindade (IHC, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Margarida Brito Alves (IHA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Margarida Mendes (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;María Gloria Robalino (Washington University St.&amp;nbsp;Louis)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maria Teresa Cruz (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Marita Sturken (New York&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maura Castanheira Grimaldi (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mirian Nogueira Tavares (CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Patrícia Martins Marcos (University of&amp;nbsp;Oklahoma)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Patrícia Martinho Ferreira (Brown&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Paulo Nuno Vicente (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Romy Castro (ICNOVA, NOVA&amp;nbsp;FCSH)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Rui Gomes Coelho (Durham&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Susanne Knittel (ICON, Utrecht&amp;nbsp;University)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Organização&amp;nbsp;institucional:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ICNOVA, FCSH, Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;CIAC, Universidade do&amp;nbsp;Algarve&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Coordenação do&amp;nbsp;CIAC:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Bruno Mendes da&amp;nbsp;Silva&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Mirian&amp;nbsp;Tavares&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Comissão de Comunicação e Logística do&amp;nbsp;CIAC:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;João Paulo dos Reis e Cunha&amp;nbsp;(Gestão)&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Juan Manuel Escribano&amp;nbsp;Loza&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Cobertura Fotográfica e&amp;nbsp;Audiovisual:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;João Paulo dos Reis e&amp;nbsp;Cunha&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Desenho&amp;nbsp;gráfico:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Maura&amp;nbsp;Grimaldi&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;Apoio&amp;nbsp;institucional:&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;IHC, FCSH, Universidade Nova de&amp;nbsp;Lisboa&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;ICON-Institute for Cultural Inquiry, Utrecht&amp;nbsp;University&lt;/p&gt;
&lt;p class="p6"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Tue, 12 May 2026 07:07:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10923 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Lançamento Crânio Impromptu, Brassalano Graça</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/lancamento-cranio-impromptu-brassalano-graca</link>
 <description>&lt;p&gt;19/6/2026 na&amp;nbsp;ZDB&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/cartaz_brassalano.png" alt="" width="524" height="786" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/brassalano-graca">Brassalano Graça</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;19/6/2026 na&amp;nbsp;ZDB&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/cartaz_brassalano.png" alt="" width="524" height="786" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Mon, 11 May 2026 11:23:41 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10922 at https://www.buala.org</guid>
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<item>
 <title>MEG STUART - SULPHUR EDGES</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/meg-stuart-sulphur-edges-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;13 MAY 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;WED 19:00 Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Moderation: Liliana Coutinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/sulphur_edges_1_1.jpeg__1920x580_q85_crop_subsampling-2_upscale.jpg" alt="" width="590" height="178" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sulphur Edges&lt;/em&gt; is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/meg-stuart">MEG STUART</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;13 MAY 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;WED 19:00 Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Moderation: Liliana Coutinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/sulphur_edges_1_1.jpeg__1920x580_q85_crop_subsampling-2_upscale.jpg" alt="" width="590" height="178" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sulphur Edges&lt;/em&gt; is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Sun, 10 May 2026 10:01:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>MEG STUART - SULPHUR EDGES</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/meg-stuart-sulphur-edges</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;13 MAY 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;WED 19:00 Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Moderation: Liliana Coutinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/sulphur_edges_1_1.jpeg__1920x580_q85_crop_subsampling-2_upscale.jpg" alt="" width="590" height="178" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sulphur Edges&lt;/em&gt; is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/meg-stuart">MEG STUART</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;13 MAY 2026&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;WED 19:00 Culturgest&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Moderation: Liliana Coutinho&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/sulphur_edges_1_1.jpeg__1920x580_q85_crop_subsampling-2_upscale.jpg" alt="" width="590" height="178" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Sulphur Edges&lt;/em&gt; is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the&amp;nbsp;work.&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Sun, 10 May 2026 10:00:58 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10920 at https://www.buala.org</guid>
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 <title>1001 Noites – Irmã Santomense </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/1001-noites-irma-santomense</link>
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;estreia a 8 de maio, em&amp;nbsp;Palmela&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1001 &amp;nbsp;NOITES – IRMÃ SANTOMENSE&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;estreia em Palmela no próximo dia 8 de maio. Com dramaturgia e encenação de Miguel &amp;nbsp;Jesus e cenografia de João Brites, será o último espetáculo da tetralogia que &amp;nbsp;o Teatro O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;tem vindo a traçar desde 2023, a partir d’ As Mil e Uma &amp;nbsp;Noites. No elenco, Rita Brito (Xerazade), Fabian Bravo (Xariar), Adozia Cristo &amp;nbsp;(Dinarzade) – atriz consagrada em São Tomé e Príncipe pela sua histórica personagem Saco de Boxe –, Nicolas Brites (Bacbaca), Diogo Rocha (Silencioso), &amp;nbsp;aos quais se junta a percussão de Mick Trovoada (Zantune) e as batidas de DJ &amp;nbsp;Marfox. Um espetáculo ao ar livre, de 8 a 31 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em Palmela. Nos dias 5 e 6 de junho na Quinta do Anjo -&amp;nbsp;Sociedade de Instrução Musical e 12 e 13 de junho no Pinhal Novo - Edifício Santa&amp;nbsp;Rosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/satu.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Um Demónio que quer conhecer a voz dos Anjos, um Barbeiro que fala mais do que corta cabelo, um Jovem apaixonado que diz ter aversão pelas mulheres, um Pobre cheio de fome que come comida invisível, um Alfaiate que trabalha por amor até à exaustão e à humilhação, enfim, muitas são as personagens que Xerazade evoca para tentar apaziguar o coração de Xariar. Mas será que ele vai conseguir controlar os seus impulsos destrutivos? Poderá ainda ser levado a sonhar, a rir, a aceitar as falhas dos outros e as suas? E se o fizer, poderemos ainda assim perdoá-lo, ou teremos de nos vingar? Qual a responsabilidade de cada um de nós face àqueles que nos&amp;nbsp;oprimem?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Venham, venham. Venham ver e ouvir como é tão boa esta história. Soia se sa fina. 8 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em&amp;nbsp;Palmela.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;Artística&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1001 NOITES – IRMÃ&amp;nbsp;SANTOMENSE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;texto a partir de As Mil e Uma Noites (tradução de Hugo&amp;nbsp;Maia)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dramaturgia e encenação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Miguel&amp;nbsp;Jesus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;elenco&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita&amp;nbsp;Brito&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;cenografia&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;João&amp;nbsp;Brites&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;música&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Mick Trovoada e DJ&amp;nbsp;Marfox&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;figurinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Clara&amp;nbsp;Bento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pintura cenográfica&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Emerson&amp;nbsp;Quinda&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à dramaturgia&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Susana&amp;nbsp;Mateus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à corporalidade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Juliana&amp;nbsp;Pinho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;desenho&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Maria&amp;nbsp;Taborda&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;produção&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Inês&amp;nbsp;Gregório&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à produção&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Isabel&amp;nbsp;Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;execução de figurinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Inês Reis e Rosa&amp;nbsp;Silva&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;montagem&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Vitor&amp;nbsp;Santos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio a ensaios&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Beatriz Oliveira e Viviana&amp;nbsp;Nicolau&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sobre O Teatro&amp;nbsp;o&amp;nbsp;Bando&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;assume-se como um coletivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária.&amp;nbsp;Na génese do&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;encontram-se o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização. O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia coletivista onde uma direção artística alargada procura a diferença, a interferência, a rutura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores&amp;nbsp;envolvidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/bando">BAndo</category>
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;1001 &amp;nbsp;NOITES – IRMÃ SANTOMENSE&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;estreia em Palmela no próximo dia 8 de maio. Com dramaturgia e encenação de Miguel &amp;nbsp;Jesus e cenografia de João Brites, será o último espetáculo da tetralogia que &amp;nbsp;o Teatro O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;tem vindo a traçar desde 2023, a partir d’ As Mil e Uma &amp;nbsp;Noites. No elenco, Rita Brito (Xerazade), Fabian Bravo (Xariar), Adozia Cristo &amp;nbsp;(Dinarzade) – atriz consagrada em São Tomé e Príncipe pela sua histórica personagem Saco de Boxe –, Nicolas Brites (Bacbaca), Diogo Rocha (Silencioso), &amp;nbsp;aos quais se junta a percussão de Mick Trovoada (Zantune) e as batidas de DJ &amp;nbsp;Marfox. Um espetáculo ao ar livre, de 8 a 31 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em Palmela. Nos dias 5 e 6 de junho na Quinta do Anjo -&amp;nbsp;Sociedade de Instrução Musical e 12 e 13 de junho no Pinhal Novo - Edifício Santa&amp;nbsp;Rosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/satu.jpg" alt="" width="590" height="835" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Um Demónio que quer conhecer a voz dos Anjos, um Barbeiro que fala mais do que corta cabelo, um Jovem apaixonado que diz ter aversão pelas mulheres, um Pobre cheio de fome que come comida invisível, um Alfaiate que trabalha por amor até à exaustão e à humilhação, enfim, muitas são as personagens que Xerazade evoca para tentar apaziguar o coração de Xariar. Mas será que ele vai conseguir controlar os seus impulsos destrutivos? Poderá ainda ser levado a sonhar, a rir, a aceitar as falhas dos outros e as suas? E se o fizer, poderemos ainda assim perdoá-lo, ou teremos de nos vingar? Qual a responsabilidade de cada um de nós face àqueles que nos&amp;nbsp;oprimem?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Venham, venham. Venham ver e ouvir como é tão boa esta história. Soia se sa fina. 8 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em&amp;nbsp;Palmela.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;Artística&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1001 NOITES – IRMÃ&amp;nbsp;SANTOMENSE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;texto a partir de As Mil e Uma Noites (tradução de Hugo&amp;nbsp;Maia)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;dramaturgia e encenação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Miguel&amp;nbsp;Jesus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;elenco&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita&amp;nbsp;Brito&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;cenografia&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;João&amp;nbsp;Brites&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;música&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Mick Trovoada e DJ&amp;nbsp;Marfox&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;figurinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Clara&amp;nbsp;Bento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;pintura cenográfica&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Emerson&amp;nbsp;Quinda&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à dramaturgia&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Susana&amp;nbsp;Mateus&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à corporalidade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Juliana&amp;nbsp;Pinho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;desenho&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Maria&amp;nbsp;Taborda&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;produção&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Inês&amp;nbsp;Gregório&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio à produção&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Isabel&amp;nbsp;Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;execução de figurinos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Inês Reis e Rosa&amp;nbsp;Silva&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;montagem&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Vitor&amp;nbsp;Santos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;apoio a ensaios&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Beatriz Oliveira e Viviana&amp;nbsp;Nicolau&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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&lt;/table&gt;
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&lt;/tr&gt;
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sobre O Teatro&amp;nbsp;o&amp;nbsp;Bando&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;assume-se como um coletivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária.&amp;nbsp;Na génese do&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;encontram-se o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização. O&amp;nbsp;Bando&amp;nbsp;continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia coletivista onde uma direção artística alargada procura a diferença, a interferência, a rutura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores&amp;nbsp;envolvidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
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 <pubDate>Wed, 06 May 2026 17:05:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>3ª Edição do Festival Literário L.O.V.E AFRICA </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/3-edicao-do-festival-literario-love-africa-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/e313c872-27f5-4d6e-bf09-c8b9e98c1612.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;LER OUVIR VER E EXPRESSAR!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Data: 15, 16 e 17 de maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Música ao vivo;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artes plásticas;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artesanato;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Capoeira;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Gastronomia típica africana&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#8230; e muito mais!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&amp;#8220;Ler, Ouvir, Ver e Expressar&amp;#8221; — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura&amp;nbsp;#LiteraturaAfricana&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1455.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1456.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1457.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1458.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1459.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/love-africa">L.O.V.E AFRICA</category>
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&lt;p&gt;&lt;span&gt;LER OUVIR VER E EXPRESSAR!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Data: 15, 16 e 17 de maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Música ao vivo;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artes plásticas;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artesanato;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Capoeira;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Gastronomia típica africana&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#8230; e muito mais!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&amp;#8220;Ler, Ouvir, Ver e Expressar&amp;#8221; — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura&amp;nbsp;#LiteraturaAfricana&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1455.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1456.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1457.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1458.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/img_1459.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 05 May 2026 18:50:12 +0000</pubDate>
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 <title>3ª Edição do Festival Literário L.O.V.E AFRICA </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/3-edicao-do-festival-literario-love-africa</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/e313c872-27f5-4d6e-bf09-c8b9e98c1612.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1455.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1456.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1457.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1458.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1459.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/love-africa">L.O.V.E AFRICA</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/e313c872-27f5-4d6e-bf09-c8b9e98c1612.jpeg" alt="" width="590" height="738" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;LER OUVIR VER E EXPRESSAR!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Data: 15, 16 e 17 de maio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Música ao vivo;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artes plásticas;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Artesanato;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Capoeira;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;Gastronomia típica africana&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;#8230; e muito mais!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&amp;#8220;Ler, Ouvir, Ver e Expressar&amp;#8221; — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!&amp;nbsp;&amp;nbsp;Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura&amp;nbsp;#LiteraturaAfricana&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1455.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1456.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1457.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1458.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;img class="imagecache-half" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/half/2026/05/img_1459.png" alt="" width="290" height="515" /&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Tue, 05 May 2026 18:50:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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<item>
 <title>Ghost Kitchen in a City Shell Performance/Debate Sábado 16h-18h30 </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/ghost-kitchen-in-a-city-shell-performancedebate-sabado-16h-18h30</link>
 <description>&lt;p&gt;&amp;#8220;GHOST kitchen IN THE city SHELL&amp;#8221; é uma conversa performativa, em formato de &lt;em&gt;long-table,&lt;/em&gt; cruzando antropologia e arquitetura para pensar a cidade a partir das ghost kitchens enquanto infraestruturas invisíveis. Convocando a noção de hauntologia abordada por Mark Fisher, e a narrativa ciberpunk de Ghost in the Shell, de Masamune Shirow, onde a questão do humano é central, também aqui se interrogam presenças, mediações e invisibilidades na cidade e cozinhas&amp;nbsp;contemporâneas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Propõe-se refletir sobre &amp;#8216;ghost&amp;#8217;, a aura fantasmagórica, invisível e anónima destas cozinhas — em referência às plataformas a partir das quais se opera a entrega de comida (apesar da existência de um espaço físico) — e &amp;#8216;dark&amp;#8217;, adjetivo pouco conseguido, como se estas cozinhas fossem um segredo a manter&amp;nbsp;escondido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À mesa, com comida, propomos interrogar a deslocação da cozinha — espaço afetivo da casa — para um sistema logístico espectral, onde consumidores e trabalhadores permanecem anónimos. Na antítese desta ideia, pretende-se mostrar, explorar e contrapor o filme “FOOD” de Matta-Clark onde a cozinha surge a preto&amp;amp;branco, como espaço simultaneamente doméstico e experimental, coletivo e marginal, que implementa dinâmicas e (re)desenha&amp;nbsp;cidade(s).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Autoria e organização de: Patrícia Azevedo da Silva (antropóloga) e Luísa Sol&amp;nbsp;(arquitecta)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trienal de Lisboa.&lt;a href="https://www.trienaldelisboa.com/ohl/evento/ghost-kitchen-in-a-city-shell/" target="_blank"&gt; +&amp;nbsp;infos&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/ghost-kitchen-3-1024x976.jpeg" alt="" width="590" height="562" /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/conversa-performativa">conversa performativa</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&amp;#8220;GHOST kitchen IN THE city SHELL&amp;#8221; é uma conversa performativa, em formato de &lt;em&gt;long-table,&lt;/em&gt; cruzando antropologia e arquitetura para pensar a cidade a partir das ghost kitchens enquanto infraestruturas invisíveis. Convocando a noção de hauntologia abordada por Mark Fisher, e a narrativa ciberpunk de Ghost in the Shell, de Masamune Shirow, onde a questão do humano é central, também aqui se interrogam presenças, mediações e invisibilidades na cidade e cozinhas&amp;nbsp;contemporâneas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Propõe-se refletir sobre &amp;#8216;ghost&amp;#8217;, a aura fantasmagórica, invisível e anónima destas cozinhas — em referência às plataformas a partir das quais se opera a entrega de comida (apesar da existência de um espaço físico) — e &amp;#8216;dark&amp;#8217;, adjetivo pouco conseguido, como se estas cozinhas fossem um segredo a manter&amp;nbsp;escondido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À mesa, com comida, propomos interrogar a deslocação da cozinha — espaço afetivo da casa — para um sistema logístico espectral, onde consumidores e trabalhadores permanecem anónimos. Na antítese desta ideia, pretende-se mostrar, explorar e contrapor o filme “FOOD” de Matta-Clark onde a cozinha surge a preto&amp;amp;branco, como espaço simultaneamente doméstico e experimental, coletivo e marginal, que implementa dinâmicas e (re)desenha&amp;nbsp;cidade(s).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Autoria e organização de: Patrícia Azevedo da Silva (antropóloga) e Luísa Sol&amp;nbsp;(arquitecta)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trienal de Lisboa.&lt;a href="https://www.trienaldelisboa.com/ohl/evento/ghost-kitchen-in-a-city-shell/" target="_blank"&gt; +&amp;nbsp;infos&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/05/ghost-kitchen-3-1024x976.jpeg" alt="" width="590" height="562" /&gt;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Mon, 04 May 2026 14:00:10 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
 <guid isPermaLink="false">10908 at https://www.buala.org</guid>
</item>
<item>
 <title>Fidju Kitxora: sessão de escuta do novo álbum: Ti Manxe</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/fidju-kitxora-sessao-de-escuta-do-novo-album-ti-manxe-0</link>
 <description>&lt;p&gt;O segundo álbum de Fidju Kitxora, Ti Manxe nasce da escuta de situações que atravessam a vida cabo-verdiana. Gravado entre as ilhas de São Nicolau, São Vicente e Santiago, o disco constrói-se a partir de conversas, gravações de campo e fragmentos que revelam camadas menos visíveis do contexto local. Ti Manxe, que pode ser entendido como “até amanhecer” em kriolu, sugere um percurso feito de camadas sobrepostas, entre memória, presença e tensão, onde diferentes experiências coexistem sem se fecharem numa narrativa&amp;nbsp;única.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-04-30_at_14.31.22_1.jpeg" alt="" width="590" height="786" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/fidju-kitxora">Fidju Kitxora</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;O segundo álbum de Fidju Kitxora, Ti Manxe nasce da escuta de situações que atravessam a vida cabo-verdiana. Gravado entre as ilhas de São Nicolau, São Vicente e Santiago, o disco constrói-se a partir de conversas, gravações de campo e fragmentos que revelam camadas menos visíveis do contexto local. Ti Manxe, que pode ser entendido como “até amanhecer” em kriolu, sugere um percurso feito de camadas sobrepostas, entre memória, presença e tensão, onde diferentes experiências coexistem sem se fecharem numa narrativa&amp;nbsp;única.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/whatsapp_image_2026-04-30_at_14.31.22_1.jpeg" alt="" width="590" height="786" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
</content:encoded>
 <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:57:37 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Novas Narrativas de Caça</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/da-fala/novas-narrativas-de-caca-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;“Até que os leões contem as suas próprias histórias, os caçadores serão sempre os heróis das narrativas de&amp;nbsp;caça.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Novas Narrativas de Caça&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;é uma antologia composta por sete histórias independentes ligadas pelo seu tema – a busca de identidade e pertença de personagens negros, portugueses afrodescendentes que lutam para fazer parte de uma sociedade que muitas vezes os ignora e&amp;nbsp;oprime.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/nnc_poster_stories.png" alt="" width="590" height="1049" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;Técnica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizadores – Luís Almeida, Cláudia Semedo, Lara Mesquita, Fábio Silva, Dércio Tomás Ferreira, Diogo&amp;nbsp;Carvalho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Argumentistas – Luís Almeida, Ana Lúcia Carvalho, Gisela Casimiro, Lara Mesquita, Fábio Silva, Dércio Tomás Ferreira, Diogo Carvalho, Cláudia&amp;nbsp;Semedo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Produtoras – Galo Bravo, Many&amp;nbsp;Takes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diretor de Fotografia – Maurício Franco, Marco Bento, Johel&amp;nbsp;Almeida&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diretor de Som – Ruben&amp;nbsp;Santiago&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="https://www.youtube.com/embed/dAu2ABL3vS4?rel=0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;wmode=opaque" width="590" height="357" class="video-filter video-youtube vf-dau2abl3vs4" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala">Dá fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/da-fala/etiquetas/serie">série</category>
 <content:encoded>&lt;p&gt;&lt;span&gt;“Até que os leões contem as suas próprias histórias, os caçadores serão sempre os heróis das narrativas de&amp;nbsp;caça.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Novas Narrativas de Caça&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;é uma antologia composta por sete histórias independentes ligadas pelo seu tema – a busca de identidade e pertença de personagens negros, portugueses afrodescendentes que lutam para fazer parte de uma sociedade que muitas vezes os ignora e&amp;nbsp;oprime.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img class="imagecache-full" src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/full/2026/04/nnc_poster_stories.png" alt="" width="590" height="1049" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ficha&amp;nbsp;Técnica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizadores – Luís Almeida, Cláudia Semedo, Lara Mesquita, Fábio Silva, Dércio Tomás Ferreira, Diogo&amp;nbsp;Carvalho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Argumentistas – Luís Almeida, Ana Lúcia Carvalho, Gisela Casimiro, Lara Mesquita, Fábio Silva, Dércio Tomás Ferreira, Diogo Carvalho, Cláudia&amp;nbsp;Semedo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Produtoras – Galo Bravo, Many&amp;nbsp;Takes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diretor de Fotografia – Maurício Franco, Marco Bento, Johel&amp;nbsp;Almeida&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diretor de Som – Ruben&amp;nbsp;Santiago&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="https://www.youtube.com/embed/dAu2ABL3vS4?rel=0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;wmode=opaque" width="590" height="357" class="video-filter video-youtube vf-dau2abl3vs4" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 09:59:31 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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