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 <title>BUALA | Cultura Contemporânea Africana</title>
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 <title>Uma questão de... lixo</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marinho de Pina&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lixo moderno veio com os tugas, e não saem nem por nada. Teimosos como tudo. Não desaparece se não for tratado... estou a falar do lixo, os tugas não me chateiam. A Câmara de Bissau (CMB) também anda a aprender com os europeus, então leva o lixo para bem longe da vista, limpa-se Bissau e os resíduos vão de camião para Safim, para aproveitar a autoestrada de oito quilómetros, e é atirado, contaminando canais de água que passam por bolanhas. É só uma questão de logística: Bissau, cidade limpa. Safim que se lixe. Antes era em Antula, quando este era &amp;quot;o fim do mundo&amp;quot;, agora que Antula é Bissau, o lixo é que tem de se pôr a andar. Gentrificação lixuosa. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/06/lixo.png" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="104" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/vou-la-visitar">Vou lá visitar</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/guine-bissau-0">Guiné Bissau</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/lixo">lixo</category>
 <pubDate>Sat, 06 Jun 2026 08:51:36 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 23</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Norte&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Marta

Sabemos realmente o que é o velho mundo para que nos libertemos dele com um prefixo? O que vem não continua a ser velho? A construção do novo, não teria de partir das possibilidades deixadas em aberto pelo velho? A guerra está por todo o lado. Não nos toca, as imagens, a miséria, a destruição, não nos tocam, emocionam-nos, irritam-nos, tiram-nos o sono, e depois? Sabemos o que se passa? De que forma nos inscrevemos simbolicamente no mundo? Se fosse real, o saber, levar-nos-ia à ação ou à loucura. O real é insuportável, junto dele ou temos um surto, ou alucinamos, ou... Ganhamos ou perdemos a vida quando enfrentamos o real.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/06/whatsapp_image_2026-06-04_at_17.53.30.jpeg" alt="" title="Félix Teynard - Assouan, Cimetière Arabe - Inscription Funéraires, 1853"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="155" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-cartas">Baralho de Cartas</category>
 <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 09:26:05 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Vozes e sons afro diaspóricos: práticas estéticas e identidades no espaço urbano</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rui Cidra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que parece interessante do ponto de vista histórico, sociológico, antropológico, é que estas movimentações culturais e artísticas dão conta da emergência de práticas culturais híbridas em território português. Trata-se de uma hibridez que traduz uma encruzilhada diaspórica concreta, um ambiente de circulação face ao qual estes sujeitos se posicionam— dado o tipo de seleções que fazem e o trabalho de reorganização e recombinação que desenvolvem—, num processo que envolve a história de relação entre Portugal e as diversas nações africanas que no passado foram seus territórios políticos, nomeadamente as práticas culturais que emergiram dessa história. Isto deverá comunicar com o tipo de narrativas diaspóricas em que estas práticas se engajam. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-02_as_14.43.38.png" alt="" title="fonte Arquivo Nacional de Cabo Verde"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="136" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/vozes-da-afrodiaspora-em-lisboa">Vozes da afrodiáspora em Lisboa</category>
 <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:44:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>“Trocar as teclas do piano pelas pinças” conversa com Cláudia Alves a propósito do filme "Damas" </title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tiago Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O repórter do filme existiu mesmo. Acompanhou-as até Ambleteuse e depois regressou. Numa das crónicas ele escreve que, em Paris, os homens se encontravam nos cafés e sentiam alguma liberdade, que havia leveza no ar e que viviam ao máximo durante os cinco ou seis dias de folga, antes de voltarem para as trincheiras. Em Madrid, diz ele, sempre na terceira pessoa, as senhoras são muito cumprimentadas na rua. Isto ajudou-me imenso porque finalmente tinha alguém a escrever sobre estas mulheres. Depois comecei a pensar como é que elas escreveriam, ou, como é que uma delas teria escrito se não tivesse sido ele a fazê-lo. Comecei pela descrição dos dias de viagem, do ambiente do comboio, da passagem por Madrid, por San Sebastián, o descarrilamento de um comboio que provocou muitas horas de atraso… Em Hendaia foram ao câmbio trocar dinheiro, visitaram um casino que estava a ser convertido em hospital de guerra, e que ainda hoje existe junto à praia… e eu filmei essas referências.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/06/whatsapp_image_2026-06-02_at_14.23.41.jpeg" alt="" title="crédito Arquivo Militar"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="143" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/afroscreen">Afroscreen</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/claudia-alves">Cláudia alves</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/damas">Damas</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/primeira-guerra-mundial">Primeira Guerra Mundial</category>
 <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:09:42 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Olhar os primatas</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/mukanda/olhar-os-primatas</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rita Brás&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como resgatar a poesia urbana deste mundo opaco, onde as pessoas nos frustram? Se eu não acreditasse no Céu, sei lá em que morte do meu passado eu estaria. As gaivotas voando no céu do fado de Amália, embalando a minha fantasia. Oiço canções para lá da campainha do VLT, anunciando o sono da tartaruga. Sou filha de Xangô e Iansã, e por isso sei que um dia em algum momento, raios e trovões irão varrer os telhados do Império para restabelecer a paz. Perante esta tristeza inclemente, chuvas irão trazer descanso às flores, e devolver a esperança aos trabalhadores da cidade. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/05/biblioteca.jpeg" alt="" title="biblioteca"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="150" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/amor">amor</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/macacos">macacos</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/rio-de-janeiro">Rio de Janeiro</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/saguis">saguis</category>
 <pubDate>Tue, 26 May 2026 20:27:39 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Cinema Negro em Portugal: uma contra-esfera pública transnacional</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/afroscreen/cinema-negro-em-portugal-uma-contra-esfera-publica-transnacional</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ana Cristina Pereira (AKA Kitty Furtado)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não pretendendo cartografar o cinema produzido por esta contra-esfera pública transnacional, nem sequer traçar-lhe uma panorâmica, proponho antes pensar o Cinema Negro produzido em Portugal (apenas). No entanto, não posso deixar de enquadrar esta produção numa rota transatlântica alargada, que determina a produção nacional, como espero tornar claro nas próximas páginas. Penso os temas predominantes nesses filmes e as vozes evidenciadas nestas obras cinematográficas ensaio compreendê-las num esforço de construção de um arquivo e de combate ao apagamento.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/05/nhamila-copia.jpg" alt="" title="Nha Mila (2020), de Denise Fernandes"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="112" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/afroscreen">Afroscreen</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/cinema-negro">cinema negro</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/vozes-da-afrodiaspora-em-lisboa">Vozes da afrodiáspora em Lisboa</category>
 <pubDate>Tue, 26 May 2026 19:56:20 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 22</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/mukanda/baralho-de-cartas-22</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a correspondência, há pouco recebi uma carta manuscrita, com selo lambido e tudo, de um grande amigo. A alegria adormecida de receber uma carta é idêntica à alegria de voltar a dançar após um longo período acamada num hospital. Pela sua perenidade e singularidade, por grafarem algo no espaço, as cartas são a mais bela e íntima prova de estima e dedicação. Uma carta doa-se, envia-se sem prova, não é uma carta registada: &amp;quot;Entrego ao destinatário a prova física das minhas palavras com toda a confiança&amp;quot;. Um gesto que segue de um a outro ponto sem deixar rasto. Lembras-te quando não se podia fazer search com lupa digital e era mesmo necessário usar os dedos por completo para abrir envelopes envelhecidos, mantendo frescas as palavras? Ando a ler cartas e telegramas de um desconhecido. Todo um espólio epistolar em caixa de fruta, comprado na Feira da Ladra por 20 paus. As parcelas de vida de um estranho Luís são-me desveladas através dos reparos, solicitações e análises de carácter dos seus remetentes. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/05/captura_de_ecra_2026-05-25_as_11.26.07.png" alt="" title="stills dos fime &amp;#039;News from Home&amp;#039;, Chantal Akerman, 1976"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="113" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-cartas">Baralho de Cartas</category>
 <pubDate>Tue, 26 May 2026 19:30:28 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title> Na boca da unidade </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/na-boca-da-unidade</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apolo de Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fazer uma história da unidade africana a partir da língua, do músculo, deste órgão que sente e experimenta, é reconhecer o potencial do corpo na sua totalidade: da planta dos pés aos intestinos, passando pelo pulmão até à boca, onde se mastigam matérias orgânicas e gramaticais. Pensar a comida, os alimentos e a gastronomia no processo de unificação do continente é permitir também a nossa humanização, a fertilização da nossa capacidade criativa e inventiva e uma fraternidade mais genuína, porquanto a comida é uma escola de sinceridade.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/05/whatsapp_image_2026-05-26_at_19.10.46.jpeg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="150" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/africa">África</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/alimentos">alimentos</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/astronomia">astronomia</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/comida">comida</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/unidade">unidade</category>
 <pubDate>Tue, 26 May 2026 18:48:42 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>A Poesia de autoria afrodescendente e imigrante em Portugal nos circuitos independentes </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/a-poesia-de-autoria-afrodescendente-e-imigrante-em-portugal-nos-circuitos-independentes</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Noemi Alfieri &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa dimensão de inevitável, de necessidade e de processo que acontece, enraíza-se a poesia. Ela traz as memórias de lugares, formas de falar, de mover-se no espaço, formas de afetos e de resistências talvez originariamente não “de aqui”, mas que passam a sê-lo no momento em que esses corpos inscrevem-se no espaço, no território. No Portugal contemporâneo, será a poesia mais um espaço não só para pensarmos critica e politicamente, mas também para sermos e estarmos, para além das fraturas segregantes que as sociedades contemporâneas, de forma cada vez mais violenta, nós querem impor?&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/05/thisisnotawhitecube-francisco-vidal-homem-com-antenas-2020-copia.jpg" alt="" title="Homem com antenas, Francisco Vidal"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/vozes-da-afrodiaspora-em-lisboa">Vozes da afrodiáspora em Lisboa</category>
 <pubDate>Mon, 25 May 2026 14:57:03 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Improvisando</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/mukanda/improvisando</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Telma Tvon&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;fui improvisando, falando de vidas que podiam sonhar mais,
que podiam alcançar mais não fosse o degrau gigantesco,
vulgo racismo estrutural 
fadar-lhes que estão sempre a mais.
Tal e qual qualquer uma da Linha de Sintra
fui seguindo o estilo pseudo-livre dos nossos momentos, 
das esfuziantes alegrias e dos audíveis tormentos, 
não vá alguém daqui a 500 anos soletrar online 
que nem nunca existimos
então eu escrevi, eu escrevi porque nós resistimos&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/05/2018_languageoftheforgotten.jpg" alt="" title="Titus Kaphar, Language of the Forgotten (2018)"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="161" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/racismo">racismo</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/rap">rap</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/telmatvon">TelmaTvon</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/vozes-da-afrodiaspora-em-lisboa">Vozes da afrodiáspora em Lisboa</category>
 <pubDate>Mon, 25 May 2026 13:56:07 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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