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 <title>BUALA | Cultura Contemporânea Africana</title>
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 <language>pt-pt</language>
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 <title>Passados novos e faíscas</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Carla Mühlhaus&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mary Shelley, aos 19 anos, disse não. Não é não, criatura. Em pleno século XIX, negou-se a construir no seu romance a ideia de uma mulher sob medida, mulher-encomenda, mulher-troféu. Não satisfeito em criar sua própria história de origem, afinal, com toda a mitologia antropocêntrica, o homem também decidiu criar para si uma mulher, o segundo sexo. Do seu jeito. Que faça o que ele quer, que o faça feliz, sendo isso lá o que ele quiser que seja. Shelley disse não, não, não senhores. Não enquanto o projeto iluminista continuasse articulando a busca do conhecimento da fisiologia humana com o desejo de controle, especialmente no plano reprodutivo.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/artigo_filme_a_noiva_1.jpeg" alt="" title="The Bride, 2026."  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="116" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/afroscreen">Afroscreen</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/frankenstein">Frankenstein</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/helene-cixous">Hèléne Cixous</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/mary-shelley">Mary Shelley</category>
 <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 10:19:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Património Imortal</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ana Temudo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As imagens a preto e branco descreviam o processo de conceção, montagem e abertura pública deste museu etnográfico no período pós-independência. As suas primeiras atividades. Albano conhecia as pessoas nas imagens, sabia ainda descrever a funcionalidade de objetos, muitos dos quais hoje desaparecidos, e localizar, no tempo e no espaço, registos de exposições itinerantes. As memórias de Albano davam cor e movimento às imagens, trazendo-as à vida. Demoramos dias, mas, a partir da sua memória, localizamos e descrevemos pessoas, lugares, momentos e objetos etnográficos encontrados naquelas fotografias que, mais tarde, nos permitiram montar uma exposição que reabriu o museu à cidade, em 2017, e ao país, e publicar um livro que, como catálogo, viajou e divulgou o património da Guiné-Bissau além-fronteiras, em 2018. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/fb_img_1783685252812.jpg" alt="" title="Albano Mendes e Ana Temudo na Secretaria de Estado da Cultura na Guiné-Bissau, janeiro de 2023."  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="112" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/albano-mendes">Albano Mendes</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/museu-da-guine-bissau">Museu da Guiné-Bissau</category>
 <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:48:32 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>MARÇO</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;José Luís Hopffer Almada &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em contraposição a esse posicionamento, considerado oportunista e desviacionista de direita, tanto Rosa Luxemburgo como Leon Trotsky defendiam que, desde que estivessem reunidas objectivas e subjectivas as condições para o efeito, se devia realizar de imediato e por via de uma insurreição armada do proletariado das grandes cidades a revolução socialista na Rússia, a qual se encarregaria de nela absorver as tarefas não concretizadas ou adiadas de natureza democrático-burguesa como a liquidação dos grandes latifúndios, todavia conectando-as com tarefas típicas de uma revolução socialista como a nacionalização e a socialização dos meios de produção nas cidades e nos campos. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/e2e05ea4-e8ab-49cc-a19b-8d3ec2b81599.png" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/china">China</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/loucura">loucura</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/memoria">memória</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/praia">Praia</category>
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 <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:51:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 28</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/baralho-de-cartas-28</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Creio que estou a ter um início de burnout. Coincidiu com o aviso da Google: devia libertar espaço ou comprar armazenamento, sob pena de deixar de receber emails a partir de 26 de junho. Projetei, com toda a verdade, o meu cérebro a crashar juntamente com a memória externa - nem saberia distinguir memória externa de interna. A minha cloud precisava de fazer upgrade para continuar. Ok, resigno-me à dependência dos donos do capital para funcionarmos.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/558159507_1406310631062248_2610641097204598803_n.jpg" alt="" title="Las hojas muertas, Remedios Varo (1956)"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="164" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-carta">Baralho de Carta</category>
 <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:12:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Notas de reconciliação Algumas reflexões sobre o hino, a bandeira e a língua kabuverdianu</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/notas-de-reconciliacao-algumas-reflexoes-sobre-o-hino-a-bandeira-e-a-lingua-kabuverdianu</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apolo de Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a participação de Kabuverdi, vi-me depressa envolvido num mar azul de emoções que em vão tentei suprimir. Subestimei a capacidade que este tipo de eventos tem para nos mobilizar e encantar. O entusiasmo, porém, não era propriamente pelo futebol em si, mas pela mensagem contagiante de união e convicção transmitida por aqueles jogadores que, na sua maioria, nasceram na diáspora e que, sob a liderança de Bubista, tão bem nos representaram. Mas também, e sobretudo, pela capacidade da nossa gente em fazer povo e formar um só corpo em torno de um objetivo comum: vencer coletivamente.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/caboverde_tubaroes.jpeg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/cabo-verde">Cabo Verde</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/tubaroes-azuis">tubarões azuis</category>
 <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 00:42:59 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>A aliança do sul global</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/a-alianca-do-sul-global</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gabriella Florenzano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E foi assim que o Brasil viralizou a garota congolesa que rebateu uma postagem infeliz de uma miúda que considerava uma vergonha a seleção de Portugal empatar com a da República Democrática do Congo, traduzindo (mesmo que involuntariamente) para o futebol a soberba da extrema-direita portuguesa que incorpora o discurso fascista para se autovalidar. Se os livros de história nos ensinaram que descendemos dos portugueses, agora a troca de informação global faz nosso sangue banto falar mais alto – o mesmo que nomeou o nosso futebol mu&amp;#039;leke e nos ensinou a, em comemoração, sambar. O preconceito e o ódio uniram o que a colonização separou.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/ta_impossivel_nao_acreditar.jpg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/mundial">Mundial</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/sul-global">Sul Global</category>
 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:22:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Estamos em guerra mas não basta sobreviver </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/estamos-em-guerra-mas-nao-basta-sobreviver-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#039;Quebrar em Caso de Emergência Climática&amp;#039; não é mais um ensaio sobre alterações climáticas, filia-se no manifesto político interligando ecologia, capitalismo, colonialismo e democracia. Afirma abertamente que o colapso ambiental (e social) não é um acidente, mas resultado de escolhas económicas e relações de poder. O Climáximo é um das movimentos recentes mais interessantes em Portugal, pela  sua capacidade de transformar conhecimento científico em imaginação política e convocação para a ação coletiva.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/climaximo.png" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="136" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/livro">livro</category>
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 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 02:41:35 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Mário Pinto de Andrade: uma visão cultural da Frente Leste - Prefácio</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/mukanda/mario-pinto-de-andrade-uma-visao-cultural-da-frente-leste-prefacio</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Elisa Scaraggi&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir das entrevistas, dos dados recolhidos para o inquérito e da observação das dinâmicas interpessoais que se impunham nas bases guerrilheiras, Andrade começou a escrever um ensaio intitulado «Sociologia da guerra e ideologia», que em algumas das versões reunídas neste volume numa edição crítica, também leva o subtítulo de «Contribuição ao debate sobre a crise actual do MPLA». Embora inacabado, o ensaio, especialmente na sua primeira parte – a mais desenvolvida –, constitui uma reflexão lúcida sobre os problemas que alimentaram a crise do movimento, numa tentativa de fundamentar a práxis do MPLA numa compreensão profunda da realidade social subjacente.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/captura_de_ecra_2026-07-02_as_22.03.06.png" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="144" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/frente-leste">Frente Leste</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/mario-pinto-de-andrade">Mário Pinto de Andrade</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/mpla">mpla</category>
 <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 20:50:14 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 27</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/mukanda/baralho-de-cartas-27</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Norte&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A luz emagrece nos buracos das persianas enquanto espero que o vento volte as paredes do avesso. Lembro-me do Cesariny, do homem intensamente livre na praia mais pequena, nas dunas mais pequenas, no poço mais pequeno... Esse homem que sem saber arrasta uma época sem calendários. O Mário andava com ele, sem saber se era o caminho ou ele quem havia de cessar, e por isso andavam. Não ficavam a ver os delgados raios que mosqueam o quarto, encurralado no tempo a conta-gotas, na vida esfarelada dos acamados, para quem tudo está diluído, triturado, não vá um grumo entupir-lhe as veias. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/whatsapp_image_2026-07-01_at_10.15.08.jpeg" alt="" title="Marie-Louise Von Motesiczky, Photograph of George Lewis painting a window frame, 1982"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="138" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-cartas">Baralho de Cartas</category>
 <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:50:19 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title> "há o mal, logo, a dignidade existe", entrevista a João Vário</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/cara-a-cara/ha-o-mal-logo-a-dignidade-existe-entrevista-a-joao-vario</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chamo a isso o &amp;quot;princípio da mais-valia inversa&amp;quot;, os nossos compatriotas são capazes de gastar muito dinheiro numa jantarada mas incapazes de gastar mil escudos para comprar um livro, são manhentos.

O Tchalé e o Vasco escreveram uns textos sarcásticos que serão acompanhados pelo novo género musical: a merdrada (vamos lançar não pedradas mas rolos de merda neste charco). O altifalante vai destilar passagens do nosso manifesto que diz o seguinte: &amp;quot;nós sonhamos com uma república moderna de Cabo Verde em que deixará de haver bláblólogos e bláfilólogos&amp;quot; (entenda-se gente que passa o tempo a dizer blá-blá e uma vez que o estado da nação é um bluff...), &amp;quot;em que o cidadão não será mais tratado como pedacinho de merda&amp;quot; (um indivíduo vai a um hospital ou a qualquer repartição pública e é assim que é tratado), &amp;quot;onde o dirigente será um verdadeiro cavalheiro&amp;quot; (que assume a palavra dada, pois a palavra de um cabo-verdiano vale menos do que um...micrograma de merda). Isto está muito mau aqui, ninguém se preocupa com a palavra dada, é uma coisa horrível.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/06/captura_de_ecra_2026-06-30_as_12.19.38.png" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="123" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/cara-a-cara">Cara a cara</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/cabo-verde">Cabo Verde</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/da-fala">Dá Fala</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/joao-varela">João Varela</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/joao-vario">João Vário</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/mindelo">Mindelo</category>
 <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 11:25:27 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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