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 <title>BUALA | Cultura Contemporânea Africana</title>
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 <language>pt-pt</language>
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 <title>Desde o mirante das casas </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/mukanda/desde-o-mirante-das-casas</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nunca morei sozinha: sempre partilhei casa, com família ou amigos. Por razões práticas, claro, para dividir despesas e responsabilidades, mas também porque partilhar casa é uma escola intensa em atualização permanente. Dá-nos novas perspetivas sobre aquilo que julgávamos saber; dicas e soluções para pequenos e grandes problemas. Obriga-nos a ceder, a negociar e a constatar que o normal para mim pode ser insuportável para o outro: nomeadamente no que toca a critérios de barulho, limpeza ou acumulação. Uma pequena comunidade doméstica acrescenta-se, ampara-se e, quando alguém perde a chave, há menos hipótese de ficar do lado de fora.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/whatsapp_image_2026-07-10_at_14.02.09.jpeg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="113" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/essas-pessoas-na-sala-de-jantar">Essas Pessoas na Sala de Jantar</category>
 <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:38:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 29 </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/baralho-de-cartas-29</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Norte&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cidade recusa-se à compreensão, por vezes espectral como um pântano enevoado, outras de uma solidez que fere e me deixa do outro lado dos muros. Tenho a impressão de nunca ter abandonado esta povoação, de me ter misturado com as suas vielas, com as construções aberrantes dos anos oitenta. Na verdade, as viagens que fiz ganharam feições imaginárias, ao ponto de não saber se as realizei. Nunca saí desta cidade, apenas me afastei momentaneamente. Faço parte dos homens sem mundo. Viver sempre no mesmo lugar enfraquece esta percepção, o hábito matiza-me com as cores que estão à minha volta. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/moundoa.jpeg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="152" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-cartas">Baralho de Cartas</category>
 <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:10:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Cidade ética e constituição da cidadania</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/cidade/cidade-etica-e-constituicao-da-cidadania</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Stefano Rota &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que torna uma cidade verdadeiramente ética? Mais do que uma questão de boa governação ou de inovação tecnológica, este ensaio propõe pensar a cidade como um espaço de constituição da cidadania e de produção do comum. Partindo de autores como Étienne Balibar, Jacques Rancière, Richard Sennett, David Harvey e Saskia Sassen, o texto percorre as transformações da cidade contemporânea — da globalização à smart city, do capitalismo algorítmico ao novo municipalismo — para defender que a eticidade de uma cidade se mede pela sua capacidade de acolher o conflito democrático, ampliar a participação política e tornar visíveis novas formas de cidadania. Entre a reflexão teórica e exemplos como Lisboa, Génova, Barcelona ou Nápoles, o ensaio propõe uma leitura da cidade como um projeto político em permanente construção.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/repesin_ama.jpg" alt="" title="FB da Associação AMA &amp;#039;Repessin&amp;#039;, mercadinho de oferta livre na rua de La Maddalena, Génova."  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/cidade">Cidade</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/cidadania">cidadania</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/cidade-etica">Cidade ética</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/democracia">democracia</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/direito-a-cidade">Direito à cidade</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/municipalismo">Municipalismo</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/politica">política</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/urbanismo">urbanismo</category>
 <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:40:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Passados novos e faíscas</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/afroscreen/passados-novos-e-faiscas</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Carla Mühlhaus&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mary Shelley, aos 19 anos, disse não. Não é não, criatura. Em pleno século XIX, negou-se a construir no seu romance a ideia de uma mulher sob medida, mulher-encomenda, mulher-troféu. Não satisfeito em criar sua própria história de origem, afinal, com toda a mitologia antropocêntrica, o homem também decidiu criar para si uma mulher, o segundo sexo. Do seu jeito. Que faça o que ele quer, que o faça feliz, sendo isso lá o que ele quiser que seja. Shelley disse não, não, não senhores. Não enquanto o projeto iluminista continuasse articulando a busca do conhecimento da fisiologia humana com o desejo de controle, especialmente no plano reprodutivo.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/artigo_filme_a_noiva_1.jpeg" alt="" title="The Bride, 2026."  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="116" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/afroscreen">Afroscreen</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/frankenstein">Frankenstein</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/helene-cixous">Hèléne Cixous</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/mary-shelley">Mary Shelley</category>
 <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 10:19:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Património Imortal</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/patrimonio-imortal</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ana Temudo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As imagens a preto e branco descreviam o processo de conceção, montagem e abertura pública deste museu etnográfico no período pós-independência. As suas primeiras atividades. Albano conhecia as pessoas nas imagens, sabia ainda descrever a funcionalidade de objetos, muitos dos quais hoje desaparecidos, e localizar, no tempo e no espaço, registos de exposições itinerantes. As memórias de Albano davam cor e movimento às imagens, trazendo-as à vida. Demoramos dias, mas, a partir da sua memória, localizamos e descrevemos pessoas, lugares, momentos e objetos etnográficos encontrados naquelas fotografias que, mais tarde, nos permitiram montar uma exposição que reabriu o museu à cidade, em 2017, e ao país, e publicar um livro que, como catálogo, viajou e divulgou o património da Guiné-Bissau além-fronteiras, em 2018. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/fb_img_1783685252812.jpg" alt="" title="Albano Mendes e Ana Temudo na Secretaria de Estado da Cultura na Guiné-Bissau, janeiro de 2023."  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="112" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/albano-mendes">Albano Mendes</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/museu-da-guine-bissau">Museu da Guiné-Bissau</category>
 <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 13:48:32 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>MARÇO</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/marco</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;José Luís Hopffer Almada &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em contraposição a esse posicionamento, considerado oportunista e desviacionista de direita, tanto Rosa Luxemburgo como Leon Trotsky defendiam que, desde que estivessem reunidas objectivas e subjectivas as condições para o efeito, se devia realizar de imediato e por via de uma insurreição armada do proletariado das grandes cidades a revolução socialista na Rússia, a qual se encarregaria de nela absorver as tarefas não concretizadas ou adiadas de natureza democrático-burguesa como a liquidação dos grandes latifúndios, todavia conectando-as com tarefas típicas de uma revolução socialista como a nacionalização e a socialização dos meios de produção nas cidades e nos campos. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/e2e05ea4-e8ab-49cc-a19b-8d3ec2b81599.png" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/china">China</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/loucura">loucura</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/marxismo">marxismo</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/memoria">memória</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/poesia">poesia</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/praia">Praia</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/utopia">utopia</category>
 <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 12:51:57 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 28</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/baralho-de-cartas-28</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Creio que estou a ter um início de burnout. Coincidiu com o aviso da Google: devia libertar espaço ou comprar armazenamento, sob pena de deixar de receber emails a partir de 26 de junho. Projetei, com toda a verdade, o meu cérebro a crashar juntamente com a memória externa - nem saberia distinguir memória externa de interna. A minha cloud precisava de fazer upgrade para continuar. Ok, resigno-me à dependência dos donos do capital para funcionarmos.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/558159507_1406310631062248_2610641097204598803_n.jpg" alt="" title="Las hojas muertas, Remedios Varo (1956)"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="164" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-carta">Baralho de Carta</category>
 <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:12:16 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Notas de reconciliação Algumas reflexões sobre o hino, a bandeira e a língua kabuverdianu</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/notas-de-reconciliacao-algumas-reflexoes-sobre-o-hino-a-bandeira-e-a-lingua-kabuverdianu</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apolo de Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a participação de Kabuverdi, vi-me depressa envolvido num mar azul de emoções que em vão tentei suprimir. Subestimei a capacidade que este tipo de eventos tem para nos mobilizar e encantar. O entusiasmo, porém, não era propriamente pelo futebol em si, mas pela mensagem contagiante de união e convicção transmitida por aqueles jogadores que, na sua maioria, nasceram na diáspora e que, sob a liderança de Bubista, tão bem nos representaram. Mas também, e sobretudo, pela capacidade da nossa gente em fazer povo e formar um só corpo em torno de um objetivo comum: vencer coletivamente.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/caboverde_tubaroes.jpeg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/bandeira">bandeira</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/cabo-verde">Cabo Verde</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/hino">hino</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/identidade">identidade</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/tubaroes-azuis">tubarões azuis</category>
 <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 00:42:59 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>A aliança do sul global</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/a-alianca-do-sul-global</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gabriella Florenzano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E foi assim que o Brasil viralizou a garota congolesa que rebateu uma postagem infeliz de uma miúda que considerava uma vergonha a seleção de Portugal empatar com a da República Democrática do Congo, traduzindo (mesmo que involuntariamente) para o futebol a soberba da extrema-direita portuguesa que incorpora o discurso fascista para se autovalidar. Se os livros de história nos ensinaram que descendemos dos portugueses, agora a troca de informação global faz nosso sangue banto falar mais alto – o mesmo que nomeou o nosso futebol mu&amp;#039;leke e nos ensinou a, em comemoração, sambar. O preconceito e o ódio uniram o que a colonização separou.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/ta_impossivel_nao_acreditar.jpg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/brasil">Brasil</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/futebol">futebol</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/mundial">Mundial</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/sul-global">Sul Global</category>
 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:22:52 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Estamos em guerra mas não basta sobreviver </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/estamos-em-guerra-mas-nao-basta-sobreviver-0</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#039;Quebrar em Caso de Emergência Climática&amp;#039; não é mais um ensaio sobre alterações climáticas, filia-se no manifesto político interligando ecologia, capitalismo, colonialismo e democracia. Afirma abertamente que o colapso ambiental (e social) não é um acidente, mas resultado de escolhas económicas e relações de poder. O Climáximo é um das movimentos recentes mais interessantes em Portugal, pela  sua capacidade de transformar conhecimento científico em imaginação política e convocação para a ação coletiva.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/climaximo.png" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="136" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/clima">clima</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/climaximo">Climáximo</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/crise">crise</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/livro">livro</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/movimento">movimento</category>
 <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 02:41:35 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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