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 <title>BUALA | Cultura Contemporânea Africana</title>
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 <language>pt-pt</language>
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 <title>Baralho de Cartas 32</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na noite mais popular de Lisboa, estive no arraial do RDA, nos Anjos. Lá dançámos, marionetas animadas por dedos tremidos de DJs e copos de cerveja. Fragmentos de vida antiga reativados num olhar de esguelha, uma certa suspeição. Enfim, somos pouco piedosos uns com os outros, mas, no fundo, no fundo, há carinho. Na verdade, gosto quando figuras que admiro voltam a ser de carne, com cabelo, rabos e purpurinas. E comem sardinhas. A altas horas iniciei o regresso a casa, subindo a encosta até à Graça, para logo descair em direção ao rio, onde moro. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/08/mehretu_02_body.jpg" alt="" title="Julie Mehretu, Seven Acts of Mercy (detail), 2004"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="90" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-cartas">Baralho de Cartas</category>
 <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:37:00 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Isto não é sobre Ceuta!</title>
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 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apolo de Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mundo está em chamas e é inconcebível que África permaneça à margem dos grandes debates que decidirão o futuro do planeta ou que, quando está presente, a sua voz continue a ser marginal. Fala-se frequentemente do &amp;quot;futuro de África&amp;quot;, associando-o ao crescimento demográfico do continente. Mas esse discurso é profundamente utilitarista. Interessa-se menos pelos africanos do que pelo enorme mercado consumidor que África poderá representar. É uma visão profundamente capitalista que, à semelhança do diktat de Berlim, continua a excluir os próprios africanos da definição desse futuro.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/08/759824040_1354369096239117_8780212771492653338_n.jpeg" alt="" title="Ceuta, 31 de julho 2026"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/jogos-sem-fronteiras">Jogos Sem Fronteiras</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/africa">África</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/ceuta">Ceuta</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/espanha">Espanha</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/europa">Europa</category>
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 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/imigracao">imigração</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/marrocos">Marrocos</category>
 <pubDate>Sun, 02 Aug 2026 09:57:47 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 31</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/baralho-de-cartas-31</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Norte&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nasci e cresci numa sociedade dissolvida e pacificada, sem a força dos que passaram por conflitos colectivos, o meu corpo não tem o saber dos que os viveram. Tenho, no entanto, de encontrar a escala que me leve às questões de conjunto, que me arranque aos problemas individuais. É essa leitura — demorada, atenta, radical — que se impõe como tarefa. O mundo em que vivemos não nos pertence; é uma ficção que nos foi imposta, uma construção que nos castra, empobrece e diminui. Romper com essa ficção exige não apenas o desejo de outro mundo, mas a aposta concreta na sua criação. Trata-se de inventar tempo, um tempo que não se deixe medir ou controlar — um tempo que fuja aos mecanismos de captura da norma e do capital. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/whatsapp_image_2026-07-28_at_21.58.46.jpeg" alt="" title="To Draw Fire 1970, Barry Flanagan"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="199" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-carta">Baralho de Carta</category>
 <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 21:09:44 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>A Nova Lisboa de sempre</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/cidade/a-nova-lisboa-de-sempre</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Paulo Akam&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está então a referir-se a uma Nova Lisboa que é tão multicultural como igualitária? Terá alcançado Lisboa em particular, e Portugal em geral, aquela harmonia racial utópica em que justamente o racial, a raça, perde o seu significado original, isto é, o de “categoria discursiva em torno da qual se organiza um sistema de poder socio-econômico, de exploração e exclusão (o racismo)”, e do qual os racializados, neste caso, os afrodescendentes, são as vítimas? A ênfase no utópico, e como resposta esmagadora à pergunta, é dada por uma noticia de imprensa apenas noventa dias antes do lançamento do single de D&amp;#039;Santiago: “Queixas de racismo e xenofobia batem recordes em Portugal” Dois anos antes, aparecera uma reportagem na imprensa com o título “A nova Lisboa africana: jovem, talentosa e negra”.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/271957120_3003376099885709_2108104366939018909_n.jpg-copia.jpg" alt="" title="Homenagem a Bruno Candé, julho 2021. Assassinado a 25 de julho de 2020, num ato racista em plena luz do dia em Moscavide"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/cidade">Cidade</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/dino-d-santiago">Dino d’Santiago</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/gentrifcacao">gentrifcação</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/lisboa">Lisboa</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/vistos-gold">vistos gold</category>
 <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:10:46 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 30</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/baralho-de-cartas-30</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não posso fugir das cidades asfixiantes, nem das florestas mercantilizadas, tampouco mudar de vida neste estado vigilante sob os vários fogos cruzados. Agarro-me aos afetos numa absoluta carência, tentando desatá-los das lógicas mercantis. Hei-de furar o balão ácido do tempo com a mais digna raiva que conseguir. Libertar o “coração demissionário” do “tempo demasiado embotado” - expressões do teu Cioran -para tornar obsoletas todas as metáforas e o exercício de pôr um pé à frente do outro. Desordenar o sujeito-verbo e predicado.  Seria mesmo importante que conseguíssemos imaginar fora da inevitabilidade do percurso histórico: primitivo - agricultura - cidade - Estado - desigualdade. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/0884.001_nkanga_tiedtotheotherside-1536x897.jpg" alt="" title="Otobong Nkanga. Tied to the Other Side, 2021"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="117" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-cartas">Baralho de Cartas</category>
 <pubDate>Sun, 19 Jul 2026 23:10:56 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Marta e as investigações práticas sobre a alegria</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/marta-e-as-investigacoes-praticas-sobre-a-alegria</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Margarida Ferra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há uma mesa de cabeceira – que não nos contas como é – que te vai acompanhando nas mudanças de casa, o fio condutor deste livro. Porém, as tuas casas parecem casas sem quartos. Não porque as pessoas que as habitam não se recolham à intimidade, mas porque esse lado fica atrás da porta, embora descrevas um ou outro. As casas separam as ruas dos lugares de intimidade (lembrando Ruy Belo), separando dentro e fora. O interior e exterior das tuas casas não é o que esperamos: a porta da rua é a porta do quarto, e dela pouco se passa.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/captura_de_ecra_2026-07-18_as_15.53.32.png" alt="" title="Margarida Ferra, Vasco Santos e Fernando Ramalho na apresentação do livro no Bota 9 de julho 2026"  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="121" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/essas-pessoas-na-sala-de-jantar">Essas Pessoas na Sala de Jantar</category>
 <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 14:48:46 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Desde o mirante das casas </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/mukanda/desde-o-mirante-das-casas</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marta Lança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nunca morei sozinha: sempre partilhei casa, com família ou amigos. Por razões práticas, claro, para dividir despesas e responsabilidades, mas também porque partilhar casa é uma escola intensa em atualização permanente. Dá-nos novas perspetivas sobre aquilo que julgávamos saber; dicas e soluções para pequenos e grandes problemas. Obriga-nos a ceder, a negociar e a constatar que o normal para mim pode ser insuportável para o outro: nomeadamente no que toca a critérios de barulho, limpeza ou acumulação. Uma pequena comunidade doméstica acrescenta-se, ampara-se e, quando alguém perde a chave, há menos hipótese de ficar do lado de fora.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/whatsapp_image_2026-07-10_at_14.02.09.jpeg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="113" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/mukanda">Mukanda</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/essas-pessoas-na-sala-de-jantar">Essas Pessoas na Sala de Jantar</category>
 <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:38:40 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Baralho de Cartas 29 </title>
 <link>https://www.buala.org/pt/a-ler/baralho-de-cartas-29</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Norte&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cidade recusa-se à compreensão, por vezes espectral como um pântano enevoado, outras de uma solidez que fere e me deixa do outro lado dos muros. Tenho a impressão de nunca ter abandonado esta povoação, de me ter misturado com as suas vielas, com as construções aberrantes dos anos oitenta. Na verdade, as viagens que fiz ganharam feições imaginárias, ao ponto de não saber se as realizei. Nunca saí desta cidade, apenas me afastei momentaneamente. Faço parte dos homens sem mundo. Viver sempre no mesmo lugar enfraquece esta percepção, o hábito matiza-me com as cores que estão à minha volta. &lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/moundoa.jpeg" alt="" title=""  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="152" height="200" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/a-ler">A ler</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/baralho-de-cartas">Baralho de Cartas</category>
 <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:10:22 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Cidade ética e constituição da cidadania</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/cidade/cidade-etica-e-constituicao-da-cidadania</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Stefano Rota &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que torna uma cidade verdadeiramente ética? Mais do que uma questão de boa governação ou de inovação tecnológica, este ensaio propõe pensar a cidade como um espaço de constituição da cidadania e de produção do comum. Partindo de autores como Étienne Balibar, Jacques Rancière, Richard Sennett, David Harvey e Saskia Sassen, o texto percorre as transformações da cidade contemporânea — da globalização à smart city, do capitalismo algorítmico ao novo municipalismo — para defender que a eticidade de uma cidade se mede pela sua capacidade de acolher o conflito democrático, ampliar a participação política e tornar visíveis novas formas de cidadania. Entre a reflexão teórica e exemplos como Lisboa, Génova, Barcelona ou Nápoles, o ensaio propõe uma leitura da cidade como um projeto político em permanente construção.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/repesin_ama.jpg" alt="" title="FB da Associação AMA &amp;#039;Repessin&amp;#039;, mercadinho de oferta livre na rua de La Maddalena, Génova."  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="133" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/cidade">Cidade</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/cidadania">cidadania</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/cidade-etica">Cidade ética</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/democracia">democracia</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/direito-a-cidade">Direito à cidade</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/municipalismo">Municipalismo</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/politica">política</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/urbanismo">urbanismo</category>
 <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 15:40:06 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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 <title>Passados novos e faíscas</title>
 <link>https://www.buala.org/pt/afroscreen/passados-novos-e-faiscas</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Carla Mühlhaus&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mary Shelley, aos 19 anos, disse não. Não é não, criatura. Em pleno século XIX, negou-se a construir no seu romance a ideia de uma mulher sob medida, mulher-encomenda, mulher-troféu. Não satisfeito em criar sua própria história de origem, afinal, com toda a mitologia antropocêntrica, o homem também decidiu criar para si uma mulher, o segundo sexo. Do seu jeito. Que faça o que ele quer, que o faça feliz, sendo isso lá o que ele quiser que seja. Shelley disse não, não, não senhores. Não enquanto o projeto iluminista continuasse articulando a busca do conhecimento da fisiologia humana com o desejo de controle, especialmente no plano reprodutivo.&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://www.buala.org/sites/default/files/imagecache/thumb/2026/07/artigo_filme_a_noiva_1.jpeg" alt="" title="The Bride, 2026."  class="imagecache imagecache-thumb imagecache-default imagecache-thumb_default" width="200" height="116" /&gt;</description>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/afroscreen">Afroscreen</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/frankenstein">Frankenstein</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/helene-cixous">Hèléne Cixous</category>
 <category domain="https://www.buala.org/pt/etiquetas/mary-shelley">Mary Shelley</category>
 <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 10:19:49 +0000</pubDate>
 <dc:creator>martalanca</dc:creator>
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