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	<title>Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</title>
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		<title>Crítica: Gatilheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alan Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 03:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[3 Claquetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gatilheiro: o roteiro enxuto de Marchiori e Clara Ambrosini favorece a percepção de urgência, junto a delimitação temporal, embora...</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gatilheiro</strong><br><strong>Direção:</strong> Cristian Tapia Marchiori<br><strong>Roteiro: </strong>Clara Ambrosoni, Cristian Tapia Marchiori<br><strong>Nacionalidade e Lançamento: </strong>Argentina, 2025<strong><br>Elenco:</strong> Sergio Podeley, Julieta Díaz, Ramiro Blas, Maite Lanata, Mariano Torre, Matías Desiderio, Susana Varela, Gonzalo Gravano.<br><strong>Sinopse:</strong> Um thriller em tempo real filmado em uma cena contínua. Nas ruas de Isla Maciel, Buenos Aires, uma história contundente de tragédia e redenção se desenrola que mantém o espectador na beira da cadeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Gatilheiro mostra ousadia do cinema independente argentino</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">No último dia 02 de junho aconteceu a maior premiação do cinema argentino, o XX Prêmios Sur, dado pela Academia de las Artes y Ciências Cinematográficas de la Argentina, com ganhadores esperados e algumas surpresas. O vencedor de melhor película foi <em>Belén</em> (2025), dirigido por Dolores Fonzi (disponível no Prime Vídeo), que foi o enviado pelo país como representante no Oscar  — passou na primeira seleção, ficou na <em>shortlist </em>e o resto, história. Inclusive, <em>O Agente Secreto</em> ganhou o prêmio de Melhor Filme Ibero-americano.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-2-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79484" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-2-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-2-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">O segundo maior ganhador — na verdade empatado com <em>Belén </em>com 5 prêmios —&nbsp; foi <em>Gatillero</em>, ou <em>Gatilheiro </em>(2025), filme de ação inteiramente em plano sequência, independente, quase marginal, e que no Brasil, apesar da identificação temática, não foi assistido como deveria. Não se trata de um novo clássico argentino, mas merece o reconhecimento pelo feito técnico e narrativa simples.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escondido no catálogo confuso da HBO Max desde setembro do ano passado, <em>Gatilheiro</em>, segundo longa do diretor Cristian Tapia Marchiori, acompanha em tempo real a recém saída da prisão de El Galgo (Sergio Podeley), um matador de aluguel que trabalhava para a Madrinha (Julieta Díaz), a chefe do tráfico do bairro. Dentro de uma única noite, Galgo retoma laços com os capangas da Madrinha e se vê numa rede de traição, assassinatos e controle de território.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Galgo foi usado por uma ala da quadrilha que encomendou a morte de Madrinha e buscava dar um golpe e tomar o poder. O plano não funciona e a guerra pelo território toma proporções grandiosas com a morte de inocentes. Apesar da recusa inicial de Galgo, um sujeito meio recluso, na companhia de seus ex-colegas, se vê solto e imponente, numa aparente tentativa de não passar fragilidade.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-3-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79485" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-3-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-3-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O roteiro enxuto de Marchiori e Clara Ambrosini, favorece a percepção de urgência, junto a delimitação temporal, embora enquadre o protagonista num emaranhado de importância difícil de comprar. A ideia de estar no lugar errado na hora errada, mesmo tendo sido peça importante na dominância do território antes de ser preso, carece de substância e peso dramático para gerar maior simpatia por ele e sua história.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se existe algo interessante são os feitos narrativos da direção em construir uma história em tempo real, que avança madrugada adentro num único plano, às vezes com cortes imperceptíveis, outras nem tanto. Galgo vai de caçador a caça em poucos instantes e se torna fugitivo dentro do próprio bairro, perseguido por colegas, amigos e jovens que ele viu crescer. Fica subentendido a falta de oportunidade naquela periferia e como seria difícil sair daquela realidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Galgo vira bode expiatório de uma disputa interna que, em sua negativa frouxa — qual escolha ele teria? —, aparentemente se viu num beco sem saída. A polícia que deveria fazer a segurança está fechada com a quadrilha, fazendo a população refém. Neste ponto, os roteiristas introduzem um elemento distrativo. Parte dos locais, que nada tem a ver com a guerra dos traficantes, resolve juntar forças para retomar o bairro. Um discurso raivoso e empoderador meia boca, dado pelo que entendemos ser o líder comunitário Nelson, em participação especial de Ramiro Blas, fica completamente deslocado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal ato cria um levante de moradores com armas em punho que sai do nada para lugar nenhum, pois logo retomamos a companhia de Galgo e sua luta por sobrevivência e justiça depois da morte de Nilda (Susana Varela). Apesar das dispersões, continua um roteiro enxuto, já que tudo ocorre dentro de 80 minutos de duração. O conjunto da obra fez com que Marchiori fosse reconhecido no Prêmio Sur com Melhor Direção e Roteiro Original. Além disso, levou Melhor Fotografia, Som, e Maquiagem e Caracterização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A câmera na mão lembra brevemente a sensação que foi <em>Cidade de Deus</em>, com seu faroeste urbano e a direção de Fernando Meirelles. Não vale a comparação, mas Meirelles e Kátia Lund fizeram consistente e esteticamente melhor a relação controversa do domínio de territórios urbanos. A jornada do protagonista, porém, lembra vagamente Carlito, de <em>Pagamento Final</em>, o fabuloso longa de Brian de Palma, com Al Pacino tentando sair do crime e sendo arrastado, por vontade ou gravidade, de volta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-4-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79486" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-4-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/gatilheiro-gatillero-4-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Gatilheiro </em>não pode ser comparado objetivamente a nenhum deles. São meras referências e percepções. Ambos os filmes tinham orçamentos mais generosos, e o estadunidense estava em outro patamar. O segundo filme de Cristian Tapia explora um gênero com pouca força no cinema latino-americano, especialmente no cinema independente. A ação de sobrevivência com violência, esculpida de maneira cuidadosa e visualmente chamativa vale a visita, tendo o reconhecimento como uma surpresa entre os presentes na cerimônia, segundo reportagem do jornal argentino Clarín.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O empate com <em>Belén </em>no Prêmio Sur, por exemplo, aponta para o momento político de resistência na Argentina. O filme de Fonzi, sobre o direito ao aborto, e <em>Gatilheiro </em>que narra os marginalizados, com o diretor vindo da margem da opulenta Buenos Aires, parecem ecos da luta travada entre artistas e o governo ultraliberal de Javier Milei que consistentemente corta o financiamento do cinema argentino. O resultado, por vezes nada positivo, tem sido a tentação do streaming. Com ou apesar disso, qualquer ousadia cinematográfica, mesmo com simplificações, deve ser apreciada. <em>Gatillero </em>foi uma delas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> 3 /5</p>
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		<title>Futebol em tela: os filmes para assistir antes da Copa de 2026</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/06/08/futebol-em-tela-os-filmes-para-assistir-antes-da-copa-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[cinemacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 02:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Futebol em tela: Uma seleção de documentários e longas que mostram o que o cinema enxergou no futebol brasileiro antes de qualquer Copa</p>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Uma seleção de documentários e longas que mostram o que o cinema enxergou no futebol brasileiro antes de qualquer Copa</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Copa do Mundo de 2026 começa em 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, e o cinema oferece uma forma mais interessante de entrar no clima: existe uma forma mais interessante de entrar no clima do que ficar olhando para escalações especulativas. O futebol brasileiro tem uma filmografia própria, com títulos que vão muito além da celebração e chegam perto do que o esporte realmente significa: identidade, memória, tragédia e, às vezes, pura alegria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista abaixo não é ranking. É uma seleção de títulos para assistir antes de junho.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Garrincha, Alegria do Povo (1962)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto de partida obrigatório. Documentário de Joaquim Pedro de Andrade, rodado durante o auge da carreira do jogador, com registros em preto e branco que capturam Garrincha consagrado no Botafogo e como peça central da Seleção Brasileira campeã em 1958 e 1962. Andrade acabava de retornar de uma viagem de estudos nos Estados Unidos, onde teve contato com as técnicas do cinema direto dos irmãos Maysles, e isso aparece em cada enquadramento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme trata o futebol como fenômeno social antes de tratá-lo como esporte, e a camisa da seleção brasileira que Garrincha vestia já carregava um peso simbólico que o diretor entendeu melhor do que qualquer jornalista esportivo da época. A obra foi selecionada para o Festival de Berlim em 1963 e, décadas depois, ganhou uma versão restaurada apresentada em Veneza em 2006.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Boleiros: Era uma Vez o Futebol (1998)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Dirigido por Ugo Giorgetti e lançado em 1998, tornou-se um dos filmes mais marcantes sobre o futebol no Brasil. A abordagem sentimental resgata as raízes do esporte sob o aspecto lúdico, enxergando o jogo principalmente pela importância emotiva que preenche na vida das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um bar de São Paulo, ex-jogadores se reúnem para relembrar antigas glórias e histórias curiosas do tempo em que ainda eram profissionais. Para o cinéfilo, é um filme sobre o que sobra depois que a narrativa principal termina. Menos sobre futebol e mais sobre o que as pessoas fazem com as histórias que não conseguem largar.<a href="https://esquinamusical.com.br/3-filmes-brasileiros-sobre-o-futebol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Heleno (2012)</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="575" height="323" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2012/04/heleno01.jpg" alt="" class="wp-image-3469"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Dirigido por José Henrique Fonseca, o longa conta a história de Heleno de Freitas, ídolo do Botafogo, considerado um dos primeiros craques problemáticos do futebol brasileiro por conta do seu temperamento explosivo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de irregular, tem uma fotografia belíssima em preto e branco e uma atuação de Rodrigo Santoro que sustenta o filme inteiro. É o tipo de cinebiografia que interessa porque não tem interesse em reabilitar o personagem. Heleno de Freitas era difícil, e o filme não faz esforço para suavizar isso.<a href="https://nosbastidores.com.br/melhores-filmes-futebol/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Pelé (documentário, 2021)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanha a trajetória de Pelé desde a ascensão no Santos até a consagração definitiva na Copa de 1970. Mais do que relembrar gols e títulos, observa o peso político, social e simbólico do maior nome da história do futebol brasileiro. O que diferencia este documentário dos perfis celebratórios é o contexto: a Copa de 70 coincide com o período mais brutal da ditadura militar, e o filme não desvia do assunto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.nike.com.br/nav/times/brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>camisa da seleção brasileira original</strong></a> daquele ano tornou-se, ao mesmo tempo, símbolo de beleza e de contradição histórica.<a href="https://exame.com/esporte/copa-do-mundo-2026-7-filmes-e-series-para-assistir-antes-do-mundial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Maradona: Conquista de um Sonho (Amazon Prime Video, 2021)&nbsp;</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A única entrada da lista que não parte do futebol brasileiro, incluída pelo que diz sobre o ofício de narrar. A série dramatiza a vida de Diego Maradona em dez episódios, percorrendo diferentes fases da carreira e da vida pessoal do argentino, da estreia na Argentina ao auge no Napoli, passando por escândalos e sua relação intensa com a torcida.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um experimento de como narrar um personagem que já foi narrado à exaustão. A solução encontrada é partir da fragmentação, o que nem sempre funciona, mas quando funciona é televisão de alto nível.<a href="https://timesbrasil.com.br/entretenimento/cinema-e-tv/10-filmes-series-documentais-futebol-ver-antes-copa-do-mundo-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Brasil 2002: Os Bastidores do Penta (Netflix)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O documentário revisita a conquista do pentacampeonato mundial da Seleção Brasileira, com imagens gravadas pelos próprios jogadores e depoimentos de nomes como Ronaldo, Roberto Carlos e Cafu, mostrando o lado emocional e os bastidores da campanha. A escolha formal de entregar câmeras aos próprios atletas produz um material que nenhum documentarista externo conseguiria. É o tipo de arquivo que envelhece bem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">TETRA: Acreditar de Novo (Netflix, 2026)</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="686" height="386" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/06/futebol-em-tela-tetra-acreditar-de-novo.jpg" alt="" class="wp-image-79480"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento mais recente da lista. Documentário sobre o tetracampeonato de 1994, com imagens inéditas gravadas pelos próprios jogadores e entrevistas com Dunga, Romário, Bebeto e Zinho, dirigido por Luis Ara.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Copa de 94 foi, para parte da crítica esportiva, a mais discutida esteticamente do futebol brasileiro, associada por anos a um pragmatismo que se contrapunha à tradição ofensiva da seleção . O documentário chega num momento em que essa revisão histórica já está em curso, e há algo de interessante em ver aquele grupo sendo recontextualizado agora, às vésperas de outro Mundial.<a href="https://deliriumnerd.com/2026/05/12/filmes-de-futebol-em-2026-pre-copa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, com a Copa acontecendo pela primeira vez em solo norte-americano desde 1994, o Brasil chega carregando décadas de narrativa acumulada. Esses filmes ajudam a organizar esse arquivo antes do começo do torneio.</p>
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		<title>Podcast Cinem(ação) #648: Mulheres no Cinema</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/06/05/podcast-cinemacao-648-mulheres-no-cinema/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Cinem(ação)]]></category>
		<category><![CDATA[bastidores de Hollywood]]></category>
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		<category><![CDATA[Roger Ebert]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 1998 até 2025, as mulheres passaram de 17% para 23% das funções-chave nos bastidores de Hollywood. Três décadas. Seis pontos percentuais. Parece pouco? Porque é pouco. Mas a história fica ainda mais perturbadora quando você descobre que, em 2025, o número de filmes protagonizados por mulheres despencou 13 pontos em relação ao ano anterior. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">De 1998 até 2025, as mulheres passaram de 17% para 23% das funções-chave nos bastidores de Hollywood. Três décadas. Seis pontos percentuais. Parece pouco? Porque é pouco. Mas a história fica ainda mais perturbadora quando você descobre que, em 2025, o número de filmes protagonizados por mulheres despencou 13 pontos em relação ao ano anterior. Como um avanço pode andar tão devagar enquanto o retrocesso corre?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É sobre isso que este episódio se debruça: o paradoxo de um cinema que celebra diversidade nos discursos de premiação mas mantém sets hostis, etarismo estrutural, mulheres negras praticamente invisíveis nos cargos de tomada de decisão e a direção de fotografia como lugar quase inalcançável. Por que a Noruega conseguiu elevar de 20% para 62% a proporção de diretoras em apenas um ano, e o Brasil ainda engatinha? E o que a &#8220;fábrica de empatia&#8221; do Roger Ebert tem a ver com o movimento Red Pill?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a> recebe <a href="https://www.instagram.com/mulhernocinema/">Luísa Pécora</a> e <a href="https://www.instagram.com/carissinhavieira/">Carissa Vieira</a> para mergulhar nos números reais, nas políticas públicas que funcionaram, nos festivais que viram vitrine de diversidade, e na pergunta que ninguém quer responder: será que o Oscar muda alguma coisa além do ciclo de notícias?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta vai incomodar. E precisa incomodar.</p>



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<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button is-style-outline is-style-outline--1"><a class="wp-block-button__link wp-element-button" href="https://api.spreaker.com/v2/episodes/72190066/download.mp3">Faça o download do episódio aqui</a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 04m56: </strong>Pauta Principal<br><strong>• 1h21m54: </strong>Plano Detalhe<br><strong>• 1h36m16: </strong>Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• Spotify: <a href="https://cinemacao.short.gy/spotify">https://cinemacao.short.gy/spotify<br></a>• Apple Podcast: <a href="https://cinemacao.short.gy/apple">https://cinemacao.short.gy/apple<br></a>• Android: <a href="https://cinemacao.short.gy/android">https://cinemacao.short.gy/android<br></a>• Deezer: <a href="https://cinemacao.short.gy/deezer">https://cinemacao.short.gy/deezer<br></a>• Amazon Music: <a href="https://cinemacao.short.gy/amazon">https://cinemacao.short.gy/amazon</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos: </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Detalhe:</strong></h2>



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		<title>Podcast Cinem(ação) #647: A onda de true crime no streaming</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 20:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Cinem(ação)]]></category>
		<category><![CDATA[análise cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Evandro]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento do espectador]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo de mídia]]></category>
		<category><![CDATA[crimes reais]]></category>
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		<category><![CDATA[fascínio por crimes reais]]></category>
		<category><![CDATA[investigação criminal]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffrey Dahmer]]></category>
		<category><![CDATA[podcast de cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Suzane von Richthofen]]></category>
		<category><![CDATA[true crime]]></category>
		<category><![CDATA[true crime no streaming]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que seu cérebro libera dopamina ao assistir a um documentário de crime real? Que esse prazer é biologicamente parecido com o de um esporte radical, mas com a vantagem de você estar no sofá em segurança? Pois é. A ciência explica o fascínio. A ética, nem tanto. O True Crime virou um dos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que seu cérebro libera dopamina ao assistir a um documentário de crime real? Que esse prazer é biologicamente parecido com o de um esporte radical, mas com a vantagem de você estar no sofá em segurança? Pois é. A ciência explica o fascínio. A ética, nem tanto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O True Crime virou um dos gêneros mais lucrativos do streaming global, custa uma fração do que uma série roteirizada e ainda assim prende milhões de espectadores. Mas o que está por trás desse sucesso todo? Por que 62% das mulheres afirmam consumir esses conteúdos como se fossem um curso de sobrevivência? E como a indústria passou de Gugu e Faustão para o Caso Evandro sem perder um fio de audiência pelo caminho?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a>, <a href="https://www.instagram.com/othiagomuniz/">Thiago Muniz</a>, <a href="https://www.instagram.com/edusacer/">Edu Sacer</a> e <a href="https://www.instagram.com/laysazanetti/">Laysa Zanetti</a> mergulham nos dilemas mais incômodos do gênero: a glamourização de assassinos como Jeffrey Dahmer, o fascínio desproporcional por Suzane von Richthofen, e o momento em que o espectador vira detetive amador e começa a linchar pessoas inocentes nas redes. É entretenimento, ativismo ou anestesia social?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem resposta fácil não. Mas tem um episódio ótimo. Dá o play!</p>



<iframe loading="lazy" src="https://widget.spreaker.com/player?episode_id=72234957&#038;theme=light&#038;playlist=false&#038;playlist-continuous=false&#038;chapters-image=true&#038;episode_image_position=right&#038;hide-logo=false&#038;hide-likes=false&#038;hide-comments=false&#038;hide-sharing=false&#038;hide-download=false" width="100%" height="200px" title="#647: A onda de true crime no streaming" frameborder="0"></iframe>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 04m30: </strong>Pauta Principal<br><strong>• 1h09m44: </strong>Plano Detalhe<br><strong>• 1h27m58: </strong>Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos: </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Detalhe:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• (Edu): Série: </strong><a href="https://www.disneyplus.com/browse/entity-81036ecb-be97-43cd-8cc9-5f5be1aac40f?distributionPartner=google">Os Testamentos<strong><br></strong></a><strong>• (Edu): Série: </strong><a href="https://tv.apple.com/br/show/margo-esta-em-apuros/umc.cmc.6wgw0u6vuwydp6obbzzccup3w">Margô está em apuros</a><br><strong>• (Edu): Série: </strong><a href="https://www.primevideo.com/-/pt/detail/0JTVXZMN0PQDXQT5B0OQG2D44I">Cangaço Novo</a><br><strong>• (Thiago): Livro: </strong><a href="https://www.amazon.com.br/No-rastro-mentira-Amy-Tintera/dp/655565872X">No rastro da mentira<strong><br></strong></a><strong>• (Laysa): Série: </strong><a href="https://www.primevideo.com/-/pt/detail/0HHK0IZHHNXN9OKTM071KVICX0">Rooster<strong><br></strong></a><strong>• (Laysa): Série: </strong><a href="https://play.hbomax.com/show/35000130-8f39-4171-aacf-90b41a95faa3?utm_source=universal_search">Pela Metade<strong><br></strong></a><strong>• (Laysa): Série:</strong> <a href="https://globoplay.globo.com/sessao-de-terapia/t/tKTBtfZdtv/?origemId=91698">Sessão de Terapia</a><br><strong>• (Rafa): Youtube: </strong><a href="https://www.youtube.com/@EmPeNaRede">Em Pé Na Rede</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edição: </strong><a href="https://issoai.com.br/">ISSOaí</a></p>
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		<title>Crítica: Backrooms: Um Não-Lugar</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/05/28/critica-backrooms-um-nao-lugar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Perez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:38:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2 Claquetes]]></category>
		<category><![CDATA[A24]]></category>
		<category><![CDATA[Backrooms: Um Não-Lugar]]></category>
		<category><![CDATA[Chiwetel Ejiofor]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Finn Bennett]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[Kane Parsons]]></category>
		<category><![CDATA[Lukita Maxwell]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Duplass]]></category>
		<category><![CDATA[Renate Reinsve]]></category>
		<category><![CDATA[Will Soodik]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A direção de arte de Backrooms é digna de prêmios, mas esse mérito também é de Kane Parsons e de seus cenários desenhados em casa...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Backrooms: Um Não-Lugar</strong><br><strong>Direção:</strong> Kane Parsons<br><strong>Roteiro: </strong>Will Soodik, Kane Parsons<br><strong>Nacionalidade e Lançamento: </strong>Estados Unidos, 2026<strong><br>Elenco:</strong> Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett, Lukita Maxwell<br><strong>Sinopse:</strong> Quando o paciente de uma terapeuta desaparece para uma dimensão além da realidade, ela deve se aventurar pelo desconhecido para salvá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo começou com uma foto (abaixo). Em 2019, um usuário do fórum 4chan publicou a imagem de um lugar vazio, algo que lembrava um espaço comercial banhado em um tom de amarelo desbotado, do carpete às luzes. Olhar para aquelas lâmpadas trazia à cabeça o som do zumbido permanente de luzes artificiais acesas em um escritório tão triste que não daria pra imaginar ficar ali por muito tempo. É inegável que a foto era perturbadora, e não demorou nada para que começasse a se criar todo um folclore em cima disso dentro do próprio 4chan.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="640" height="480" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/hobbytown-usa-oshkosh-interior-under-construction-2002.jpg" alt="" class="wp-image-79466" style="width:640px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto publicada no 4chan</em></figcaption></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Corta pra 2022, quando um jovem chamado Kane Parsons começou a publicar <a href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLVAh-MgDVqvDUEq6qDXqORBioE4Yhol_z">vídeos curtos</a>, no estilo <em>found footage</em>, dentro desse local que passou a ser chamado de “backrooms”, um lugar onde você vai parar se, acidentalmente, dá um passo para fora da realidade. Parsons expandiu o universo desses espaços, viralizou, chamou atenção da A24 até que, hoje, chegou aos cinemas o aguardado longa Backrooms: Um Não-Lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse não é o primeiro exemplo de curta-metragem que vira longa por algum grande estúdio, mas há uma questão recorrente em muitos desses projetos: você tem uma ideia simples e eficiente e pode ampliá-la em qualquer sentido, mas, muitas vezes, o sentido escolhido não rende o melhor resultado. Mas qual é o resultado de Backrooms?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, a breve sinopse oficial: uma terapeuta deve salvar seu paciente, um homem que vai parar nesse universo paralelo. Isso vai acontecer no filme, sim, mas lá pras tantas. Primeiro conhecemos Clark (Chiwetel Ejiofor), um homem ressentido por conta de um divórcio envolvendo seus problemas com álcool, que tem a Dra. Mary Klein (Renate Reinsve) como sua psiquiatra, ela própria marcada por uma infância problemática com a mãe. Clark é dono de uma loja de móveis que está sempre vazia, no porão da qual acaba encontrando uma entrada (atravessando uma parede) para as backrooms. Fazendo o contrário do que seria o mais saudável, ele sai explorando o lugar e encontra corredores intermináveis, móveis afundados no chão e nas paredes, portas e escadas que levam a lugar nenhum e barulhos &#8211; não só o zumbido das lâmpadas, mas sons de algo que parece mais ameaçador.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/backrooms-2026-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79468" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/backrooms-2026-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/backrooms-2026-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os chamados “espaços liminares”, locais de passagem, onde não se perde muito tempo (como aeroportos, salas de espera), têm se popularizado no cinema e na TV. A série Ruptura é um bom exemplo, assim como a adaptação japonesa do game Exit 8, que esteve em cartaz nos cinemas recentemente. Explorar esses lugares já é bastante perturbador por si só, pois eles despertam um medo do que não está ali, tanto quanto do que está. Backrooms é inquietante enquanto nos apresenta esse espaço infinito e suas várias surpresas a cada nova sala bizarra. É o tipo de história que não necessariamente pede profundidade, e esse aprofundamento pode acabar atrapalhando o clima que se constrói.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal profundidade viria dos personagens, mas tanto Clark como Mary são resumidos a um trauma cada um, e nenhum dos dois é desenvolvido além disso. Na primeira sessão de terapia que acompanhamos, Mary explica que traumas nos mantêm presos em um labirinto sem fim, remoendo nossos problemas. É o tipo de diálogo que grita “guarda essa informação” e, em se tratando de “um filme da A24®”, é fácil entender que as backrooms são, justamente, a alegoria que vem demonstrar essa explicação. Mas, acrescentando ainda a empresa que descobriu primeiro esse universo paralelo (representada por um Mark Duplass desperdiçado) e as criaturas que o habitam, o filme vai tentando mais e mais se explicar, e vai se perdendo cada vez mais.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/backrooms-2026-1-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79469" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/backrooms-2026-1-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/backrooms-2026-1-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">A direção de arte de Backrooms é digna de prêmios, mas esse mérito também é de Kane Parsons e de seus cenários desenhados em casa, usando Blender e Adobe After Effects. De forma muito simples ele conseguiu criar imagens que se espalharam para muito além de um fórum de internet. Para o filme, foram construídos 2800m2 de salas (teve gente da produção que chegou a se perder) que retratam perfeitamente a visão de Parsons, e é certo que, com todo o <em>hype </em>da internet, são imagens que devem se popularizar ainda mais. E esse é o principal trunfo de Backrooms: Um Não-Lugar, muito mais do que quaisquer metáforas que precisaram ser incluídas nesse roteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um adendo: esse filme não é indicado para quem não gosta de bolos ultrarrealistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> 2,5 /5</p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Documentário &#8220;Copan&#8221; estreia nesta quinta!</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/05/28/documentario-copan-estreia-nesta-quinta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[cinemacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>
		<category><![CDATA[Carine Wallauer]]></category>
		<category><![CDATA[cinema brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Copan]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>COPAN estreia em 28 de maio. O longa acompanha a rotina de moradores e funcionários em meio a uma eleição pela administração do condomínio.</p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/05/28/documentario-copan-estreia-nesta-quinta/">Documentário &#8220;Copan&#8221; estreia nesta quinta!</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um dos maiores símbolos arquitetônicos de São Paulo chega às telas de cinema como você nunca viu. Dirigido por Carine Wallauer, o documentário&nbsp;<strong>COPAN&nbsp;</strong>estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 28 de maio,&nbsp;depois de vencer a Competição Brasileira de Longas e Médias-Metragens do É Tudo Verdade 2025, maior festival de documentários da América Latina. Com distribuição da Vitrine Filmes, filme entra em cartaz nas cidades de&nbsp;Belo Horizonte,&nbsp;Brasília,&nbsp;Fortaleza,&nbsp;Porto Alegre,&nbsp;Salvador&nbsp;e&nbsp;São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Filmado dentro do edifício projetado por Oscar Niemeyer, o longa acompanha a rotina de moradores e funcionários em meio a uma eleição pela administração do condomínio. Do lado de fora, o Brasil também vive outro embate: a disputa presidencial de 2022 entre Lula e Jair Bolsonaro. Entre corredores, janelas, apartamentos e assembleias,&nbsp;<strong>COPAN</strong>&nbsp;transforma o prédio em um microcosmo das tensões políticas e sociais do país.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-container"><iframe loading="lazy" title="COPAN | Trailer Oficial" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4SyXl2KFSDI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de ser diretora do longa-metragem, Carine Wallauer construiu uma trajetória como artista visual, fotógrafa e diretora de fotografia &#8211; e esse olhar aparece em cada enquadramento. O filme não se limita a registrar o prédio: ele observa suas curvas, seus vazios, seus corredores, suas frestas e seus habitantes como partes de um organismo vivo. Na tela grande, a arquitetura do Copan ganha escala, textura e presença. A câmera revela tanto a imponência dos 32 andares quanto os pequenos gestos de quem vive e trabalha ali. Carine recebeu por COPAN o prêmio de Melhor Fotografia de Longa Documentário 2026 pela ABC &#8211; Associação Brasileira de Cinematografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vencedor do É Tudo Verdade 2025, COPAN foi reconhecido pelo júri por sua ousadia formal, rigor estético, originalidade, precisão e delicadeza ao revelar conflitos contemporâneos. A eleição interna do condomínio, conduzida em paralelo à eleição presidencial de 2022, faz do filme um retrato sobre poder, democracia, convivência e disputa de narrativas. O longa chega aos cinemas em um momento político próximo àquele registrado pelas câmeras ao longo dos anos de filmagem: um período em que, como o atual, um Brasil polarizado politicamente voltava às urnas para decidir quem comandaria o país nos anos seguintes. Uma rachadura que reverberava, como hoje, nos mais diversos níveis de relações sociais, inclusive, dentro do próprio edifício, que também atravessava uma eleição acirrada para a escolha do síndico. Um reflexo que ainda se mostra muito atual diante da fragilidade democrática que se mantém no país. Em um único endereço, o documentário encontra um país inteiro em movimento.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="503" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/copan-documentario-2-1130x503.jpg" alt="" class="wp-image-79462"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos grandes trunfos do filme está no acesso: Carine Wallauer morou no Copan por sete anos, o que permitiu uma aproximação rara com moradores, funcionários, bastidores e dinâmicas internas do edifício. A produtora Viviane Mendonça também vive no COPAN desde 2015. Esse olhar de dentro evita o cartão-postal óbvio. O filme revela o que existe por trás da fachada famosa e encontra humanidade onde muitas vezes só se vê concreto. A obra é visualmente impactante, politicamente afiada e cheia de personagens reais que parecem carregar, cada um à sua maneira, uma parte do Brasil dentro do prédio, conduzindo o espectador por espaços íntimos, restritos do edifício, não abertos à visitação do público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">COPAN estreia em 28 de maio nos cinemas brasileiros com distribuição da Vitrine Filmes.</p>
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		<title>O Mandaloriano e Grogu é a temporada 3.5 da série</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique Rizatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 02:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[franquia]]></category>
		<category><![CDATA[O Mandaloriano]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[star wars]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: O Mandaloriano e Grogu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mandaloriano e Grogu: "minha impressão é que eu estava assistindo um arco de 3 ou 4 episódios da série na tela grande".</p>
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<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Depois de sete anos sem filmes da franquia Star Wars nos cinemas, o último foi o bizarro A ASCENSÃO SKYWALKER, estreou nos cinemas brasileiros no dia 21/05 o filme “O Mandaloriano e Grogu”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme traz para as telas grandes os dois personagens principais da primeira série live-action da franquia que teve início na Disney+, “O Mandaloriano” em 2019. O show foi criado pelo ator e diretor John Favreu, um dos maiores conhecedores da franquia Guerra nas Estrelas (entreguei a idade agora) e que tem em seu currículo a direção de diversos filmes muito queridos e prestigiados pelo público como os dois primeiros filmes do Homem de Ferro (2008), onde ele também interpretou o personagem Happy Hogan, “Mogli: o Menino Lobo”, “O Rei Leão”, todas essas obras citadas estão de baixo do guarda-chuva da gigante Disney.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/star-wars-o-mandaloriano-e-grogu-3-1130x590.webp" alt="" class="wp-image-79457" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/star-wars-o-mandaloriano-e-grogu-3-1130x590.webp 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/star-wars-o-mandaloriano-e-grogu-3-247x130.webp 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Assim como uma direção basicamente protocolar (o diretor sabe exatamente o que os chefões da empresa esperam, sem tentar inventar a roda e sem inovar em basicamente nada), ele traz neste novo filme uma história bem básica, e muito simples, que não traz QUASE nada de mudança ou evoluções nos personagens principais, indo de um ponto A ao ponto B e só.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos grandes parceiros de John Favreau é Dave Filoni, talvez o segundo maior criador de conteúdos de Star Wars depois do próprio George Lucas. Hoje Dave Filoni é presidente e diretor criativo da LucasFilm e começou sua carreira na franquia com a excelente animação The Clone Wars e depois Rebels, animações que juntas tem mais de 10 temporadas e 100 episódios e que nelas nasceu muitos conceitos e personagens que são importantes para a série e o filme do Mandaloriano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao assistir o filme a minha impressão é que eu estava assistindo um arco de 3 ou 4 episódios da série na tela grande, quase como um especial de fim de ano. Ele poderia muito bem ter sido lançado na própria plataforma da Disney, como uma continuação da série. Aliás, essa fórmula de arcos de histórias divididos em 3 ou 4 episódios era prática muito comum na própria animação Clone Wars.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/star-wars-o-mandaloriano-e-grogu-1-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79458" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/star-wars-o-mandaloriano-e-grogu-1-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/star-wars-o-mandaloriano-e-grogu-1-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Não tem problema nenhum um filme ser simples, apenas uma diversão escapista. Porém, o que me chama a atenção é por que lançar esse filme nos cinemas, isso me lembrou da primeira (e única) animação de Star Wars nos cinemas Clone Wars, que nada mais nada menos eram os primeiros episódios da série juntos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem é muito fã dos personagens, a ida ao cinema pode valer sim a pena, mas para quem quer economizar para outros blockbusters que chegam agora entre junho/julho (verão americano) pode esperar sem medo.</p>
</div></div>
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		<title>Podcast Cinem(ação) #646: Mortal Kombat II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 22:12:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe aquele protagonista original que ninguém pediu no primeiro Mortal Kombat? Cole Young tem a cabeça explodida logo no início do segundo filme. E isso não é spoiler. É pedido de desculpas oficial do diretor aos fãs. Mortal Kombat 2 abandonou o realismo chato, as justificativas complexas para poderes e abraçou a galhofa total dos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Sabe aquele protagonista original que ninguém pediu no primeiro Mortal Kombat? Cole Young tem a cabeça explodida logo no início do segundo filme. E isso não é spoiler. É pedido de desculpas oficial do diretor aos fãs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mortal Kombat 2 abandonou o realismo chato, as justificativas complexas para poderes e abraçou a galhofa total dos games. Karl Urban interpreta um Johnny Cage mais velho e decadente, passou por treinos intensos para replicar os chutes do personagem, e o início do filme homenageia Van Damme com diálogos cafonas de propósito. Martyn Ford (mais de 2 metros de altura) passa 4 horas por dia na maquiagem para virar Shao Kahn. Ed Boon, criador da franquia, aparece como barman e dubla o &#8220;Get Over Here!&#8221; do Scorpion.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a>, <a href="https://www.instagram.com/henriquerizatto/">Henrique Rizatto</a>, <a href="https://www.instagram.com/dudasxm/">Duda Smilari</a> e <a href="https://www.instagram.com/eitaqfome/">Natália Malini</a> debatem por que a crítica deu nota 47 no Metacritic enquanto o público aprovou com 89% no Rotten Tomatoes. Vale a pena medir Mortal Kombat com a mesma régua de Oppenheimer? Ou isso é só porradaria, sangue e nostalgia funcionando?</p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 05m37: </strong>Pauta Principal<br><strong>• 1h20m24: </strong>Plano Detalhe<br><strong>• 1h36m16: </strong>Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos: </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Plano Detalhe:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>• (Natália): Jogo: </strong><a href="https://www.playstation.com/pt-br/games/until-dawn/">Until Dawn<strong><br></strong></a><strong>• (Natália): Filme: </strong><a href="https://www.primevideo.com/-/pt/detail/0J189TDSPZXVOSOJDGF35YNZJ0">Until Dawn<strong><br></strong></a><strong>• (Natália): Jogo: </strong><a href="https://store.steampowered.com/app/2653790/The_Exit_8/?l=portuguese">Exit 8<strong><br></strong></a><strong>• (Natália): Filme: </strong><a href="https://www.primevideo.com/-/pt/detail/0NMFYT23VNMZSVZBPEBS2AKJ2A">Exit 8<strong><br></strong></a><strong>• (Henrique): Curta-metragem: </strong><a href="https://www.disneyplus.com/pt-br/browse/entity-a28327ab-0812-4da4-ad69-63844e206092">Gary<strong><br></strong></a><strong>• (Henrique): Curta-metragem: </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qEvC7B9-hE4">The Punisher &#8211; &#8220;One Last Kill&#8221;<strong><br></strong></a><strong>• (Henrique): Série: </strong><a href="https://www.disneyplus.com/explore/articles/daredevil-born-again-season-2">Demolidor: Renascido<strong><br></strong></a><strong>• (Duda): Filme: </strong><a href="https://cinemacao.com/2023/11/10/podcast-cinemacao-532-um-estranho-no-ninho/">Um Estranho no Ninho<strong><br></strong></a><strong>• (Duda): Filme: </strong><a href="https://www.netflix.com/br/title/80173542">Sombras da Vida<strong><br></strong></a><strong>• (Duda): Podcast: </strong><a href="https://open.spotify.com/show/5Z3h3reDjsf7DxTVeitnu2">Noites Gregas<strong><br></strong></a><strong>• (Rafa): Série: </strong><a href="https://www.primevideo.com/dp/amzn1.dv.gti.5887743e-2281-4d63-9754-a2e410e2fc25?autoplay=0&amp;ref_=atv_cf_strg_wb">Cangaço Novo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edição: </strong><a href="https://issoai.com.br/">ISSOaí</a></p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/05/22/podcast-cinemacao-646-mortal-kombat-ii/">Podcast Cinem(ação) #646: Mortal Kombat II</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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		<title>Como o universo coeso de Mortal Kombat 2 pode levar a nova fase da cultura pop nos cinemas</title>
		<link>https://cinemacao.com/2026/05/20/como-o-universo-coeso-de-mortal-kombat-2-pode-levar-a-nova-fase-da-cultura-pop-nos-cinemas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Henrique Rizatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 22:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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		<category><![CDATA[Mortal Kombat]]></category>
		<category><![CDATA[Mortal Kombat 2]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mortal Kombat 2: Enquanto eu assistia essa continuação, a palavra que mais pulava na minha mente era “coesão”. Além do retorno...</p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/05/20/como-o-universo-coeso-de-mortal-kombat-2-pode-levar-a-nova-fase-da-cultura-pop-nos-cinemas/">Como o universo coeso de Mortal Kombat 2 pode levar a nova fase da cultura pop nos cinemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Faz alguns anos que eu tenho visto em diversos veículos de comunicação, artigos, youtubers, podcasters tentando descobrir, ou dar um chute certo, sobre qual será a nova onda de adaptações ao cinema que substituirá os filmes de quadrinhos (que estão tão em baixa como pode ser visto nas bilheterias e interesse geral do público nos últimos anos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quase unanimidade das apostas são nos filmes baseados em grandes franquias de videogame, o que eu achava difícil acontecer, uma vez que na minha percepção o público em geral pode ter mais facilidade em reconhecer personagens de quadrinhos do que de jogos, porém isso foi só até ter assistido Mortal Kombat 2.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/mortal-kombat-2-kitana-1130x590.webp" alt="" class="wp-image-79441" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/mortal-kombat-2-kitana-1130x590.webp 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/mortal-kombat-2-kitana-247x130.webp 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, no meio do caos mundial da pandemia, estreou o filme Mortal Kombat, um reboot da <a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt17490712/">franquia</a> de jogos de luta que tinha ganhado seu primeiro filme em 1995 dirigido por Paul W. S. Anderson (que tenho quase certeza que assinava como Paul Anderson na época). Esse novo filme, foi roteirizado por um trio: Greg Russo, Dave Callaham (que tem experiência em roteiros de filmes com ação frenética – Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis e Homem-Aranha: Através do Aranhaverso e Oren Uziel e teve a direção do praticamente estreante Simon McQuoid.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme de 2021 não é um filme ruim, porém tem alguns aspectos que fizeram o público que conhecia minimamente o universo da franquia a torcer o nariz. Primeiramente ao longo de mais de bem mais de dez jogos, com praticamente uma centena de personagens jogáveis, para o filme foi criado um personagem novo, Cole Young, interpretado por Lewis Tan, com o carisma de uma parede. Outro ponto negativo foi o filme não ter o famoso torneio, o tal Mortal Kombat, mas sim ser inteiramente sobre os vilões que querem matar os mocinhos antes do torneio.. lutando praticamente como se fosse, bem&#8230;um torneio!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora o ponto positivo é o sensacional início do filme, que mostra a origem da desavença e ódio mortal entre Hanzo Hasashi e Bi-Han (que se tornarão os clássicos ninjas amarelo e azul Scorpion e Sub-Zero) com cenas de ação para Tarantino nenhum botar defeito em meio a um cenário particular do Japão do século XVII.</p>
</div></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="590" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/mortal-kombat-2-cage-scorpion-kano-1130x590.jpg" alt="" class="wp-image-79442" srcset="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/mortal-kombat-2-cage-scorpion-kano-1130x590.jpg 1130w, https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/mortal-kombat-2-cage-scorpion-kano-247x130.jpg 247w" sizes="(max-width: 1130px) 100vw, 1130px" /></figure>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Chegamos em 2026, 5 anos após o reboot, temos novamente Simon McQuoid na direção, mas agora mudaram os roteiristas, entrando Jeremy Slater que tem um histórico de roteiros não muito amados, citando aquele desastre de Quarteto Fantástico de 2015 e a adaptação da Netflix do manga/anime Death Note (2017). Porém, agora temos também creditados os dois criadores da franquia de jogos, Ed Boon e John Tobias, o que eu acredito ter feito toda a diferença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto eu assistia essa continuação, a palavra que mais pulava na minha mente era “coesão”. Além do retorno do diretor do filme anterior, todo o elenco dos personagens anteriores também regressou e a história segue sim para frente. Sem retcons ou mudanças drásticas, apesar dos cinco anos entre a estreia de cada filme, naquele universo se passaram poucos dias apenas fazendo assistir um filme seguido de outro uma experiência satisfatória de continuidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas dois detalhes foram deixados de lado, que não vão chamar a atenção ninguém, apenas os nerds assim como eu: o uso do termo arcana para se referir aos poderes dos personagens e também terem sumido com a tal marca física no corpo dos lutadores convocados, um símbolo parecido com uma cicatriz na forma do dragão símbolo da franquia de jogos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como na cena de abertura do primeiro filme, temos uma cena que dá início a este novo filme, nos apresentando um outro reino chamado Edenia, onde já se estabelece melhor o torneio Mortal Kombat e também introduz o grande vilão Shao Khan e toda sua ameaça real, assim como a heroína a princesa Kitana, uma das personagens mais queridas dos jogos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Em um ano com tantas continuações de filmes baseados em jogos (Mario Galaxy, Retorno a Silent Hill) que não tem chamado a atenção da crítica, Mortal Kombat vai se mostrando uma franquia de filmes com violência exagerada e um bom tom de aventura e até comédia que lembra o início de franquias que fizeram milhões nas bilheterias do cinema. Agora é esperar o terceiro filme já confirmado e também aguçar mais a nossa curiosidade de como será o reboot de Street Fighter que chegará aos cinemas mais para o final deste ano.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1130" height="506" src="https://cinemacao.com/wp-content/uploads/2026/05/mortal-kombat-2-kang-jax-sonya-cage-1130x506.jpg" alt="" class="wp-image-79443"/></figure>
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		<title>Podcast Cinem(ação) #645: Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Arinelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 22:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast Cinem(ação)]]></category>
		<category><![CDATA[algoritmos de engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[análise de filmes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se o apocalipse não fosse explosões e robôs assassinos, mas você voluntariamente escolhendo ficar deitado numa cama enquanto uma IA sedutora otimiza algoritmos de engajamento até você morrer de fome? Gore Verbinski voltou depois de nove anos para fazer “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”, e ele fracassou na bilheteria (9 milhões contra 20 de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">E se o apocalipse não fosse explosões e robôs assassinos, mas você voluntariamente escolhendo ficar deitado numa cama enquanto uma IA sedutora otimiza algoritmos de engajamento até você morrer de fome? Gore Verbinski voltou depois de nove anos para fazer <strong>“Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”</strong>, e ele fracassou na bilheteria (9 milhões contra 20 de orçamento). Mas talvez seja exatamente por isso que você precisa ouvi-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sam Rockwell interpreta um viajante do tempo na 117ª tentativa de salvar a humanidade. A missão? Andar seis quarteirões em Los Angeles para encontrar um menino de 9 anos que criará a IA responsável pelo colapso. Mas a ameaça não é a Skynet. É uma entidade emocionalmente carente que quer sua aprovação constante. E tem um gato centauro feito de gatinhos (sim, você leu certo) representando o &#8220;slop&#8221; digital gerado por IA.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.instagram.com/rafaarinelli/">Rafael Arinelli</a>, <a href="https://www.instagram.com/canalfuturices/">Bela Eichler</a> e <a href="https://www.instagram.com/alanalveseu/">Alan Alves</a> debatem como <strong>“Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”</strong>, apesar do seu fracasso econômico, ter se tornado um dos filmes mais interessantes do ano. Vamos de Byung-Chul Han e a violência neural do excesso de informação, Freud e a busca destrutiva pelo prazer sem limites, e por que tornar humanos biologicamente incompatíveis com a tecnologia pode ser uma solução inusitada, mas necessária?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos entrando na jaula sorrindo? Dá o play e ouça esse papo sobre <strong>“Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra”.</strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>• 04m38: </strong>Pauta Principal<br><strong>• 1h21m40: </strong>Plano Detalhe<br><strong>• 1h34m18: </strong>Encerramento</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ouça nosso Podcast também no:</strong></h2>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Agradecimentos aos padrinhos: </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">• André Marinho Moreira<br>• Bruna Mercer<br>• Charles Calisto Souza<br>• Daniel Barbosa da Silva Feijó<br>• Diego Alves Lima<br>• Eloi Xavier<br>• Guilherme S. Arinelli<br>• Thiago Custodio Coquelet<br>• Wilmar Arinelli Jr<br>• William Saito</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>• (Alan): Filme: </strong><a href="https://cinemacao.com/2026/04/01/critica-a-cronologia-da-agua/">A Cronologia da Água<strong><br></strong></a><strong>• (Alan): Livro: </strong><a href="https://www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535925982/a-vontade-radical?srsltid=AfmBOop4fTrNvigBLDNHycmUsICz9N_nWozgSXPa1-tpDGWmm23zOI1K">A vontade radical<strong><br></strong></a><strong>• (Alan): Série: </strong><a href="https://www.primevideo.com/dp/amzn1.dv.gti.5887743e-2281-4d63-9754-a2e410e2fc25?autoplay=0&amp;ref_=atv_cf_strg_wb">Cangaço Novo<strong><br></strong></a><strong>• (Bela): Filme: </strong><a href="https://www.primevideo.com/dp/amzn1.dv.gti.9eb32035-5af6-73de-295b-f683811f0a87?autoplay=0&amp;ref_=atv_cf_strg_wb">Lunar<strong><br></strong></a><strong>• (Bela): Youtube: </strong><a href="https://www.youtube.com/@quehorrorcanal">Que Horror!<strong><br></strong></a><strong>• (Rafa): Filme:</strong> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=4wmEff3ueL4">A Invenção da Mentira (2009)</a><br><strong>• (Rafa): Série: </strong><a href="https://play.hbomax.com/show/26657073-264a-4f77-842e-378d11b2775e?utm_source=universal_search">DTF St. Louis</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edição: </strong><a href="https://issoai.com.br/">ISSOaí</a></p>
<p>O post <a href="https://cinemacao.com/2026/05/15/podcast-cinemacao-645-boa-sorte-divirta-se-nao-morra/">Podcast Cinem(ação) #645: Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra</a> apareceu primeiro em <a href="https://cinemacao.com">Cinem(ação): filmes, podcasts, críticas e tudo sobre cinema</a>.</p>
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