<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773</atom:id><lastBuildDate>Tue, 09 Jun 2026 12:48:39 +0000</lastBuildDate><category>Oportunidades de tecnologia</category><category>Notícias</category><category>cursos gratuitos</category><category>Tecnologia</category><category>Fitness</category><category>Educação financeira</category><category>Empreendedorismo</category><category>esportes</category><title>Tecnologia dev-ink</title><description></description><link>https://www.dev-inksites.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2255</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-6738315133821588169</guid><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 12:48:39 +0000</pubDate><atom:updated>2026-06-09T05:48:39.901-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>R$ 4 bilhões em ativos: FIDC amplia crédito privado em Goiás e MG</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O avanço do mercado de capitais sobre o financiamento empresarial ganhou novo capítulo com a expansão do Grupo IOX no segmento de crédito privado para pequenas e médias empresas. Após adquirir a carteira de recebíveis da Via Capital, a companhia passou a reforçar sua atuação em praças onde ainda tinha menor presença, como Goiás e Minas Gerais, em um movimento que acompanha a maior procura de PMEs por alternativas ao crédito bancário tradicional.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A operação ocorre em um momento de transformação no financiamento corporativo brasileiro. Pela primeira vez, o estoque de instrumentos do mercado de capitais, como debêntures, CRIs e FIDCs, chegou a R$ 2,7 trilhões, valor equivalente a cerca de 23% do PIB, superando o crédito bancário destinado às empresas. Nesse ambiente, estruturas mais flexíveis e customizadas passaram a ganhar espaço, especialmente entre companhias de médio porte que enfrentam maior seletividade dos bancos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo Vicente Guimarães, diretor de Relações com Investidores do Grupo IOX, a aquisição da carteira da Via Capital tem peso estratégico não apenas pelo volume, mas pela pulverização. A carteira representa cerca de 15% do portfólio total do grupo, mas reúne forte presença no universo PME, com atuação relevante em Goiás e Belo Horizonte.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Via Capital tinha 1.400 cedentes para uma carteira de R$ 400 milhões, enquanto o Grupo IOX contava com 700 cedentes em um FIDC de R$ 3,2 bilhões em patrimônio líquido. A estratégia, afirma o executivo, é ampliar a diversificação da carteira e reduzir a concentração de risco.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Depois de crescer atendendo empresas maiores, o grupo decidiu voltar a expandir sua base no middle market, segmento formado por empresas com faturamento anual de até R$ 500 milhões. A expectativa é que o Grupo IOX alcance R$ 4 bilhões em patrimônio líquido ainda no primeiro semestre de 2026.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O movimento também reflete o avanço dos FIDCs como ferramenta de financiamento para empresas. Antes vistos como estruturas de nicho, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios ganharam escala nos últimos anos, impulsionados pela busca de investidores por retorno ajustado ao risco e pela necessidade de companhias por capital de giro mais ágil.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O setor de fundos estruturados já ultrapassou R$ 800 bilhões em patrimônio líquido, com expectativa de superar R$ 1 trilhão até o fim de 2026. Para Guimarães, a expansão do crédito privado está diretamente ligada à lacuna deixada pelos bancos. Com juros elevados, maior cautela na concessão de crédito e seletividade crescente, as instituições tradicionais passaram a restringir o acesso de muitas empresas ao capital. Nesse espaço, os FIDCs oferecem análise mais granular de risco, estruturas sob medida e maior velocidade na liberação de recursos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/r-4-bilhoes-em-ativos-fidc-amplia-credito-privado-em-goias-e-mg/&quot;&gt;R$ 4 bilhões em ativos: FIDC amplia crédito privado em Goiás e MG&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O mercado imobiliário brasileiro sempre foi desafiador. Mas 2026 elevou a régua. Com a Selic neste momento em 14,75% ao ano e uma crise estrutural de mão de obra, incorporadoras tradicionais, e todas as &lt;em&gt;proptechs&lt;/em&gt;, precisam repensar tudo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em conversa para o programa GZM Talks, &lt;strong&gt;Antonio Setin&lt;/strong&gt;, fundador da &lt;strong&gt;Setin Incorporadora&lt;/strong&gt; — que completa 47 anos em 2026 e mira R$ 1,7 bilhão em VGV —, entregou um verdadeiro manual de resiliência. E o recado para as startups do setor é claro: diversificação não é luxo, é sobrevivência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Duas frentes, um mesmo DNA: o que as proptechs podem aprender&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto muitas startups ainda buscam o &lt;em&gt;product-market fit&lt;/em&gt;, a Setin já opera um portfólio duplo que equilibra risco e oportunidade:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; A Setin Incorporadora (de alto padrão): Terceiro lançamento da linha Alma Brasileira, no bairro do Paraíso (SP), com R$ 600 milhões em VGV — 50% acima do lançamento anterior.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Mundo Apto (econômico): Focado no Minha Casa, Minha Vida, deve ultrapassar R$ 1 bilhão em VGV anual, atendendo à demanda reprimida por moradia acessível.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Mais do que crescer, nosso foco sempre foi construir valor de forma consistente. Aprendemos a equilibrar portfólio, risco e oportunidade atuando de maneira complementar em segmentos distintos”, diz Setin.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que isso pode significar para as proptechs?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para startups de habitação, &lt;em&gt;fintechs &lt;/em&gt;imobiliárias e &lt;em&gt;marketplaces &lt;/em&gt;do setor, a mensagem é direta:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;1. Não aposte tudo em um único segmento — ciclos de luxo e econômico raramente andam juntos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;2. Tecnologia sozinha não resolve crise de mão de obra — mas pode otimizar custos e pré-fabricação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;3. Selic alta exige criatividade financeira — consórcio, crypto, tokenização ou crédito privado? As proptechs que resolverem esse gargalos terão vantagem.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em um país onde sobreviver já é mérito, Setin mostra como construiu sua estratégia de longo prazo é o que separa os &lt;em&gt;players&lt;/em&gt; que ficam dos que somem.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O episódio do GZM Talks com Antonio Setin já está disponível no Spotify, YouTube e no link abaixo. Confira:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
&lt;iframe title=&quot;Os desafios do mercado imobiliário brasileiro em 2026, com Antonio Setin, CEO da Setin Incorporadora&quot; width=&quot;788&quot; height=&quot;443&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/N3c9JKAIZoU?feature=oembed&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share&quot; referrerpolicy=&quot;strict-origin-when-cross-origin&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/figure&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Programa Mulheres na Tecnologia iniciou sua jornada de capacitações com foco no fortalecimento do protagonismo feminino em projetos de ciência, tecnologia e inovação voltados ao universo das deep techs. A iniciativa é conduzida pelo Parque Tecnológico CTI-Tec, no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer), em Campinas (SP), com apoio do CTI Renato Archer e da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag). O programa reúne parceiros estratégicos, como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Coalizão pelo Impacto Campinas, o IAPRENDI e a Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), para oferecer formação técnica, visão de mercado e conexão com o ecossistema de inovação às participantes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Desde o início de maio, o programa recebeu 76 inscrições de mulheres e equipes de diferentes regiões do país. Até o final de junho, as participantes passam por uma série de capacitações voltadas à estruturação de projetos e preparação para a fase de desenvolvimento. Após essa etapa, dez projetos serão selecionados para serem acelerados nos laboratórios do CTI Renato Archer entre os meses de julho e setembro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para a coordenadora de Ambientes de Inovação do Parque Tecnológico CTI-Tec, no CTI Renato Archer, pela Fundepag, Lívia Bernardes, o programa foi estruturado para proporcionar uma experiência prática e alinhada às demandas do mercado de inovação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Além do conteúdo técnico, as participantes têm acesso a um ambiente colaborativo, com troca de experiências, mentorias e aproximação com especialistas e instituições do ecossistema, criando conexões fundamentais para transformar pesquisas e ideias em soluções com potencial de impacto”, afirma.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A fundadora e CEO da Centr.au &amp;#8211; Central de Automações, Luciana Cavalhero, uma das participantes do programa, destaca que o Mulheres na Tecnologia reforçou uma convicção pessoal: a tecnologia vai além das máquinas e está diretamente relacionada à geração de oportunidades para as pessoas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“O programa cria pontes para que mais mulheres ocupem espaços estratégicos, empreendam, inovem e liderem a transformação digital. Iniciativas como essa não apenas formam profissionais, mas também contribuem para a construção do futuro da nossa sociedade”, ressalta. Ecossistema colaborativo apoia transformação de ideias em negócios&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Programa Mulheres na Tecnologia reúne instituições que atuam no fortalecimento da inovação, do empreendedorismo e da participação feminina na tecnologia. Além do Parque Tecnológico CTI-Tec, do CTI Renato Archer e da Fundepag, o programa conta com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Sistema Paulista de Ambientes de Inovação (SPAI), da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação da Prefeitura de Campinas e do Movimento Elas Conectam.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com uma trilha de capacitações voltada ao amadurecimento das ideias, a iniciativa combina embasamento científico, desenvolvimento tecnológico e estratégias de negócios para apoiar pesquisadoras e empreendedoras na evolução de seus projetos. O Sebrae contribui com sua experiência em desenvolvimento de negócios, oferecendo capacitações em comportamento empreendedor, modelagem de negócios, finanças e formalização. Já a Coalizão pelo Impacto Campinas amplia a discussão sobre inovação com propósito, abordando modelos de negócios de impacto socioambiental e geração de valor para a sociedade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O IAPRENDI atua na preparação das participantes para o mercado e para investidores, promovendo palestras, workshops e mentorias focadas na transformação de pesquisas em negócios estruturados e investíveis. A ACIC fortalece a conexão com o setor empresarial, aproximando as participantes do mercado e contribuindo para o desenvolvimento de estratégias comerciais e técnicas de vendas. O CTI Renato Archer, por sua vez, desempenha papel central no suporte técnico e científico dos projetos, oferecendo apoio metodológico, capacitação em pesquisa aplicada e acesso à infraestrutura laboratorial para a fase de desenvolvimento das soluções.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/programa-mulheres-na-tecnologia/&quot;&gt;Programa Mulheres na Tecnologia impulsiona projetos femininos em deep techs&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Ramon Ribeiro&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quase metade do código produzido por assistentes de inteligência artificial contém vulnerabilidades de segurança, mesmo quando parece funcional e pronto para produção. Não se trata de especulação: o relatório GenAI Code Security 2025 da Veracode, que testou mais de cem modelos de linguagem em 80 tarefas de codificação, encontrou que 45% das amostras falharam em testes de segurança, com falhas em categorias clássicas do OWASP Top 10.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em Java, a linguagem mais utilizada em ambientes corporativos, a taxa de falha chegou a 72%. Em paralelo, pesquisa da Stanford University publicada nos anais da ACM CCS demonstrou que desenvolvedores que usam assistentes de IA não apenas produzem código menos seguro, mas também declararam acreditar na segurança do que geraram.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Gartner projeta que 75% dos engenheiros de software em grandes empresas utilizarão assistentes de IA para codificação até 2028. No Brasil, pesquisa da GitHub com 500 respondentes em empresas de grande porte publicada em 2024 indicou que mais de 97% dos desenvolvedores já utilizam essas ferramentas no trabalho, percentual equivalente ao de economias como Estados Unidos, Alemanha e Índia.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Limitações dos modelos de linguagem&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A raiz do problema está na natureza desses sistemas. Modelos de linguagem não “entendem” segurança no sentido técnico. Eles operam por probabilidade, reproduzindo padrões presentes nos dados de treinamento. Como esses dados incluem tanto boas práticas quanto implementações vulneráveis, o resultado tende a refletir essa ambiguidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Esse tipo de falha é particularmente perigoso porque não se apresenta como erro evidente. Uma vulnerabilidade de segurança pode permanecer invisível por meses. O sistema continua operando normalmente, enquanto expõe dados, permite acessos indevidos ou cria caminhos para exploração futura.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na prática, o que se observa é a ampliação de falhas já conhecidas, mas agora em escala maior. Entre as mais recorrentes estão problemas de injeção, uso inadequado de queries, validação insuficiente de entrada e construção insegura de chamadas a APIs. Em muitos casos, o modelo sugere soluções que parecem padrão, mas ignoram nuances de contexto, como origem dos dados, limites de confiança ou regras específicas de negócio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Falhas de autenticação e autorização também aparecem com frequência. Fluxos gerados por IA tendem a simplificar processos, omitindo validações intermediárias ou adotando permissões mais amplas do que o necessário. Em um ambiente corporativo, esse tipo de simplificação pode abrir acesso indevido a dados sensíveis ou funções administrativas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Outro vetor relevante é o uso de dependências. Modelos frequentemente sugerem bibliotecas externas para resolver problemas específicos, mas nem sempre consideram a segurança ou a maturidade desses componentes. Em alguns casos, indicam pacotes desatualizados ou até inexistentes, o que cria espaço para ataques de cadeia de suprimentos, como o registro malicioso de bibliotecas com nomes sugeridos pelo próprio modelo.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Como incorporar a IA com segurança&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A questão central não é mais decidir se a organização vai usar IA no desenvolvimento. A questão é construir controles proporcionais à velocidade com que esse código entra em produção. Tratar todo output de modelos de linguagem como código de terceiro não confiável, integrando análise estática e dinâmica calibrada para os padrões de vulnerabilidade específicos da IA diretamente no pipeline de CI/CD, é o ponto de partida.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mapear e controlar o shadow AI antes que ele exponha os ativos da organização é o segundo passo, e nenhum inventário de ferramentas aprovadas substitui controles técnicos efetivos de prevenção de vazamento de dados para provedores externos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O que se consolida, portanto, é uma mudança no próprio conceito de desenvolvimento. A IA não substitui o engenheiro de software, mas altera o papel desse profissional. O foco deixa de ser apenas escrever código e passa a ser validar, interpretar e garantir que aquilo que foi gerado atende aos requisitos de segurança, qualidade e conformidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Gartner estimou em seu relatório Predicts 2026 que abordagens baseadas em geração de código por IA aumentarão os defeitos de software em 2.500% até 2028 se os processos de revisão não forem redesenhados. Não é uma previsão catastrófica, é uma projeção de escala com base nas taxas atuais de adoção e nas taxas documentadas de vulnerabilidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No fim, o risco não está na tecnologia em si, mas na forma como ela é incorporada ao processo. Organizações que tratam a IA como um acelerador sem ajustar seus controles tendem a acumular vulnerabilidades em ritmo superior à sua capacidade de resposta. Já aquelas que estruturam governança, observabilidade e disciplina de engenharia conseguem capturar ganhos de produtividade sem abrir mão da segurança.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Ramon Ribeiro é diretor comercial da Solo Network e CTO da Solo Iron&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/qual-e-o-risco-do-desenvolvimento-de-software-com-ia/&quot;&gt;Qual é o risco do desenvolvimento de software com IA?&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/06/qual-e-o-risco-do-desenvolvimento-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-5958986971186034790</guid><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 08:48:38 +0000</pubDate><atom:updated>2026-06-08T01:48:38.908-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Os desafios e oportunidades da operação startups durante a Copa do Mundo FIFA 2026</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/os-desafios-e-oportunidades-da-operacao-startups-durante-a-copa-do-mundo-fifa-2026/&quot;&gt;Os desafios e oportunidades da operação startups durante a Copa do Mundo FIFA 2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O empreendedor não tem o luxo de assistir ao jogo da cabine corporativa. Na base da economia, a Copa do Mundo de 2026 representa uma janela hipercompetitiva onde o custo de aquisição de clientes (CAC) nas plataformas digitais dispara devido aos leilões inflacionados pelos grandes anunciantes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O problema prático central é a volatilidade extrema do fluxo de caixa: o consumo acelera em picos explosivos de poucas horas, seguidos por vales de total apatia comercial durante as partidas principais. Se o negócio falhar em sincronizar a operação logística com esses momentos específicos, a empresa corre o risco real de ficar com estoque encalhado e o caixa estrangulado assim que o torneio terminar.&lt;/p&gt;



&lt;h3 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mitos vs. realidade operacional&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-table&quot;&gt;&lt;table class=&quot;has-fixed-layout&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Mito do mercado&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Realidade &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;hands-on&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; da operação&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&amp;#8220;A Copa aumenta as vendas de todos os setores de forma orgânica e homogênea.&amp;#8221;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;O consumo é altamente fragmentado, concentrando-se em conveniência, alimentação e bens de resposta rápida.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&amp;#8220;É preciso contratar muita equipe para aguentar o pico de demanda física e digital.&amp;#8221;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;O excesso de &lt;em&gt;headcount&lt;/em&gt; sem tração recorrente pós-evento gera demissões em massa e alto custo de &lt;em&gt;turnover&lt;/em&gt;.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&amp;#8220;O marketing digital massivo e amplo é a melhor estratégia para escalar tração.&amp;#8221;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Campanhas amplas são engolidas por grandes marcas. A vitória do ecossistema ágil está nos nichos hiper-locais.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Pelo exposto, nota-se que vencer na Copa exige transformar picos efêmeros de demanda em retenção sustentável de clientes através de execução ágil e controle rigoroso do caixa.&lt;/p&gt;



&lt;h3 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Reflexões sobre execução tática e escala operacional&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8211; Como validar o &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;product-market fit&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; de uma campanha relâmpago antes de comprometer o caixa?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A validação deve ocorrer por meio de testes A/B de baixa fidelidade lançados semanas antes do torneio começar. Utilize landing pages simples e ofertas de pré-venda para medir o interesse real do público pelo produto tematizado. Se a taxa de conversão inicial não cobrir o custo marginal de produção, aborte a linha imediatamente antes de imobilizar seu capital de giro em estoque físico de giro lento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8211; O que fazer para evitar o aumento do burn rate gerado pelo CAC inflacionado nas redes sociais?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Fuja da briga direta de lances por palavras-chave genéricas e audiências amplas nas plataformas de tráfego pago. A estratégia mais inteligente para empresas em crescimento é ativar canais proprietários de comunicação, como listas de transmissão e parcerias com micro-influenciadores regionais. Criar ações de indicação baseadas no comportamento das torcidas converte comunidades orgânicas em canais de tração com custo quase zero.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8211; Como gerenciar o estresse operacional para evitar o &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;turnover &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;da equipe sob pressão extrema?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Picos de consumo geram caos no atendimento e na expedição logística, o que eleva a taxa de &lt;em&gt;turnover&lt;/em&gt; se o time se sentir sobrecarregado e sem suporte. Estabeleça um sistema claro de premiações em dinheiro vinculadas ao cumprimento de metas de satisfação do cliente (NPS) e eficiência de entrega durante as semanas do evento. Garantir que o bônus financeiro chegue na ponta operacional mantém a equipe motivada a absorver a demanda com excelência técnica.&lt;/p&gt;



&lt;h3 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Reflexões sobre um &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;checklist&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; prático de ações concretas&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Auditoria de liquidez semanal:&lt;/strong&gt; revise a projeção de fluxo de caixa todas as sextas-feiras para garantir que o estoque extra comprado possua liquidez imediata de conversão em menos de 15 dias.&lt;/li&gt;



&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Parcerias logísticas de redundância:&lt;/strong&gt; contrate ao menos dois serviços de entrega terceirizados para garantir o envio de produtos em dias de restrição de tráfego urbano nas cidades com maior movimento.&lt;/li&gt;



&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Roteiro de resposta a crises digitais:&lt;/strong&gt; Mantenha um documento pronto com respostas rápidas para possíveis falhas de sistema causadas por picos de acessos em seu e-commerce.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Partindo pro ataque, como startups podem vencer gigantes no marketing de momento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Copa do Mundo FIFA 2026 promete ser a maior edição da história — 48 seleções, 104 jogos e três países-sede (EUA, Canadá e México). Para as gigantes globais, é sinônimo de contratos bilionários de patrocínio. Para startups e pequenas marcas, no entanto, a pergunta que não quer calar é: &lt;strong&gt;como competir por atenção digital sem orçamento de milionário?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A resposta, segundo especialistas em &lt;em&gt;growth&lt;/em&gt; &lt;em&gt;marketing &lt;/em&gt;ouvidos pelo Startupi, está na velocidade de reação e na relevância cultural imediata — justamente os pontos cegos das corporações tradicionais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E enquanto grandes corporações às vezes levam semanas para aprovar uma peça de marketing com suas agências tradicionais, o empreendedor focado no &lt;em&gt;growth&lt;/em&gt; consegue criar conteúdos em vídeo aproveitando os memes, resultados e acontecimentos dos jogos em questão de minutos. O marketing de momento focado em relevância cultural supera orçamentos multimilionários em engajamento real.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O jogo virou: de patrocínio a participação cultural&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nos últimos mundiais, &lt;em&gt;cases&lt;/em&gt; como o de pequenas marcas de moda que estampavam camisetas com frases virais 30 minutos após um gol polêmico ou de restaurantes que criavam combos “chororô” após eliminações precoces mostraram que orçamento não é necessariamente o principal ativo. E um novo capital que surge é o tempo de resposta.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um exemplo prático para 2026: uma startup de bebidas pode lançar uma edição limitada “Gol Contra” em tempo real se um jogador famoso falhar. Uma loja de acessórios tech pode criar stories com filtros personalizados baseados na reação do técnico no banco de reservas. Tudo isso sem gastar um centavo em mídia paga — apenas com criatividade e postagem imediata.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;4 modos de exploração de oportunidades de marketing para a Copa 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com base nas tendências de consumo e comportamento digital, o Startupi reuniu quatro estratégias viáveis para startups e PMEs aproveitarem o torneio:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;1. Marketing de momento (&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;real-time marketing&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;) bem executado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Não se trata apenas de postar “torcemos junto”. É sobre associar a emoção do evento ao produto em minutos. Ferramentas de IA generativa (como edição de vídeo automatizada) e equipes enxutas de criação permitem que uma startup publique um meme ou um vídeo curto antes mesmo do intervalo do jogo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Como exemplo, marcas podem oferecer desconto relâmpago “gol aos 40 do segundo tempo” válido por 15 minutos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;2. UGC (Conteúdo Gerado pelo Usuário) com desafios virais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Criar um desafio simples no TikTok ou Instagram Reels relacionado a um momento da Copa — como a comemoração de um jogador — pode gerar milhões de visualizações orgânicas. Startups, por exemplo, podem lançar o “Desafio da escalação”, onde usuários montam seu time ideal com &lt;em&gt;templates&lt;/em&gt; da marca.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;3. Ativações locais de baixo custo e alto impacto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com jogos espalhados por 16 cidades da América do Norte, há espaço para microeventos em bares, telões ou parcerias com pequenos comércios. Uma startup pode patrocinar um “ponto de recarga do torcedor” em uma praça por menos de R$ 5 mil — muito abaixo do que custaria um anúncio em horário nobre.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;4. Produtos ou serviços “edição Copa” com escassez artificial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Lançar uma versão temática de curta duração (ex.: “Kit Torcedor App”) e comunicar que será descontinuada após a final gera senso de urgência. Startups que dominam &lt;em&gt;dropshipping&lt;/em&gt;, por exemplo, conseguem testar essas edições em 48 horas sem estoque prévio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que as startups precisam evitar na Copa 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mas, nem tudo é gol durante a Copa. E o marketing oportunista mal executado pode gerar &lt;em&gt;backlash&lt;/em&gt;. Listamos a seguir três armadilhas comuns:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;1. Forçar associação sem conexão real com a marca – publicar apenas por publicar, sem vínculo com o produto ou valores da empresa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;2. Desrespeitar direitos de imagem – usar símbolos oficiais ou imagens de jogadores sem autorização pode render processos. O caminho é o humor, a paródia e a referência indireta.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;3. Esquecer do público que não gosta de futebol – saturar os canais com conteúdo apenas sobre a Copa pode alienar parte da base. O ideal é mesclar ou criar canais temporários.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Cases de sucesso (e lições) de Copas anteriores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Brasil, durante a Copa de 2022, uma pequena cafeteria de São Paulo criou o “Latte da Argentina” (amargo e com gosto de choro) após a eliminação da rival. O vídeo teve 2 milhões de visualizações no TikTok sem impulsionamento. Por outro lado, uma startup de camisetas estampou “Acredito” em 15 minutos após um gol de empate nos acréscimos – vendeu 3.000 unidades em 24 horas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Esses exemplos mostram que, no ambiente digital, relevância no momento certo vale mais do que verba de mídia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O futuro pós-Copa: o que fica para as startups?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O principal legado para uma startup que acerta a mão no marketing de Copa não é apenas o faturamento imediato, mas sim a aceleração de aprendizado em cultura de &lt;em&gt;real-time marketing&lt;/em&gt;, a base de seguidores engajados conquistada e a capacidade de testar criativos em alta velocidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Copa, assim, pode ser um imenso laboratório de agilidade de marketing do mundo. Se sua startup consegue se virar bem nela, consegue sobreviver a qualquer &lt;em&gt;Black Friday&lt;/em&gt; ou lançamento de produto, certamente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Prepare o time antes do apito inicial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com a Copa 2026 se aproximando, o conselho do Startupi para fundadores e CMOs é claro: monte uma equipe de guerra enxuta, libere a criatividade das amarras burocráticas e programe gatilhos mentais para cada fase do torneio (grupos, oitavas, eventual eliminação, final). O mercado recompensará quem chegar primeiro à emoção do torcedor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/os-desafios-e-oportunidades-da-operacao-startups-durante-a-copa-do-mundo-fifa-2026/&quot;&gt;Os desafios e oportunidades da operação startups durante a Copa do Mundo FIFA 2026&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Estela Brunhara&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Existe uma distância entre o que é possível verbalizar sobre si mesmo e o que de fato organiza suas escolhas, Essa distância tem nome: o campo chama de &amp;#8220;say-do gap&amp;#8221;, o abismo entre intenção declarada e comportamento real. E tem custo. E os dados deixam claro esse gap: em uma pesquisa da Harvard Business Review foi identificado, por exemplo, que 65% dos consumidores dizem querer comprar de marcas com propósito, mas apenas 26% realmente o fazem. O consumidor não está mentindo, mas existe sempre um descolamento entre a intenção e a ação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando alguém descreve por que escolheu uma marca, está fazendo uma reconstituição. Em tempo real, constrói uma narrativa coerente para um processo que raramente foi consciente. Essa narrativa merece atenção, mas ela não é o comportamento: é uma versão retrospectiva dele, filtrada pelo que a pessoa acredita ser uma resposta razoável, compatível com a imagem que tem de si mesma. O problema não é a pesquisa. É o que se faz com ela.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Minha formação como socióloga moldou uma leitura específica desse problema. Mais do que categorias teóricas, o que ela me deu foi uma pergunta permanente: quais forças coletivas estão operando por trás de uma decisão que parece individual? Quando a decisão de compra é descrita como puramente racional ou emocional, algo já foi perdido. Quais códigos, pressões sociais e repertórios culturais estão organizando esse comportamento sem aparecer como explicação? Essas são as perguntas que mudam o que a pesquisa consegue entregar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Parte do que norteia uma escolha não aparece no discurso, não porque as pessoas escondam, mas porque opera em outro registro: no hábito, no repertório cultural, na leitura automática de contexto. São coisas que fazem sentido na prática antes de fazerem sentido em palavras. Num estudo com compradores online nos Estados Unidos realizado pela Statista, 38% dos participantes relataram comportamentos que não correspondiam ao que haviam declarado anteriormente. Não foi má-fé: foi a distância entre o que as pessoas acham que farão e o que de fato fazem quando o momento chega.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Observar não basta: é preciso interpretar. O mesmo comportamento de compra pode ter sentidos completamente diferentes dependendo do contexto em que acontece, e o consumo, como sistema cultural, exige esse olhar. Quem trabalha com pesquisa sabe disso. O problema é quando a estrutura do projeto não deixa espaço para isso acontecer.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando a pesquisa opera principalmente como validação, confirmando hipóteses com falas selecionadas e preenchendo lacunas de uma estratégia já desenhada, o consumidor aparece fragmentado e presente em cada evidência. A marca segue com a sensação de segurança que um bom deck consegue dar, mas está navegando por inferência. E inferência bem embalada ainda é inferência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Análise real é um trabalho de construção de sentido: olhar para sinais que nem sempre são coerentes entre si, identificar padrões onde não havia expectativa de encontrá-los, lidar com contradição sem achatar o que ela revela. É isso que diferencia pesquisa como vantagem competitiva de pesquisa como protocolo de aprovação. Existe uma gramática que orienta as escolhas antes de qualquer deliberação consciente, definindo o que parece natural, desejável, possível.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quem trabalha com estratégia de marca está lidando com essa gramática o tempo todo. A questão é se está lendo o texto inteiro ou apenas as legendas Colocar o consumidor no centro é método, não frase de apresentação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Significa criar condições para que o implícito apareça, mesmo que não venha em forma de frase, e reconhecer que a lógica do outro não é uma variação da nossa. Isso exige tempo, estrutura e disposição para não chegar com a resposta pronta. Essa diferença, quando levada a sério, é onde está a informação mais útil para qualquer decisão que pretenda ser mais do que uma aposta bem embalada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O comportamento é sempre maior do que a narrativa que se constrói sobre ele. Entender isso não torna a pesquisa mais subjetiva. Torna as decisões mais precisas. E, no fim, é isso que a gente está aqui para fazer.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Estela Brunhara é Sócia e Diretora de Consumer Behavior &amp;amp; Estratégia da FutureBrand São Paulo, agência de branding, design, cultura organizacional e consumer behaviour&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/lo-que-o-consumidor-diz-e-o-faz-sao-coisas-diferentes/&quot;&gt;Lendo o texto ou apenas as legendas? O que o consumidor diz e o faz são coisas diferentes&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/pix-e-a-principal-forma-de-pagamento/&quot;&gt;Pix é a principal forma de pagamento adotada pelos pequenos negócios&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os Estados Unidos citaram o Pix &amp;#8211; principal forma de recebimentos dos pequenos negócios brasileiros &amp;#8211; em uma investigação comercial sobre “práticas desleais”. De acordo com o documento, o sistema de pagamentos representaria uma forma de concorrência estatal aos cartões de crédito privados. A partir disso, o país norte-americano está analisando uma taxação dos produtos brasileiros em 25%, decisão que pode sair até 15 de julho. De acordo com o Sebrae, a ferramenta facilita os pagamentos e reduz custos para os empreendedores.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo a pesquisa &amp;#8220;Hábitos Financeiros dos Pequenos Negócios&amp;#8221;, realizada pelo Sebrae e Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), quase seis em cada 10 donos de pequenos negócios têm o Pix como principal meio de recebimento das vendas. Outros 53% preferem esse instrumento para pagar seus parceiros comerciais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No caso em particular dos microempreendedores individuais (MEI) a adesão ao Pix foi ainda maior. A pesquisa do Sebrae, revelou que 97% deles usam a plataforma como alternativa de pagamento. Para 28% desses empreendimentos, a modalidade responde por mais de 75% de todo o faturamento e para outros 20%, a forma de pagamento é responsável por cerca de 51% dos recebimentos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“É uma avaliação injusta e infundada por parte do governo dos Estados Unidos porque o sistema de pagamento não interfere no comércio e nas relações das empresas do setor de cartões de crédito. Mais do que isso, é uma forma de pagamento que não tem mais volta e se tornou a queridinha dos pequenos negócios pelo rápido recebimento e para a manutenção do fluxo de caixa dessas empresas. No fundo, é uma das formas que o setor utiliza para criar mais oportunidades de crescimento e aumentar a geração de empregos”, defendeu o presidente do Sebrae, Rodrigo Soares.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;De acordo com dados do Banco Central, o PIX tem cerca de 170 milhões de usuários Pessoas Físicas (80% da população) e mais de 24 milhões de usuários Pessoas Jurídicas. Anualmente, movimenta mais de R$30 trilhões, o que equivale a quase 3 vezes o PIB brasileiro e quase 20% do PIB norte-americano.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;Este é o tamanho do mercado que seria disputado pelas Big Techs (Apple Pay, Google Pay, Amazon Pay, Meta Pay e Microsoft), se o Banco Central não oferecesse esse serviço de forma gratuita e referência de eficiência mundial&amp;#8221; afirma Rodrigo Soares, que ainda arremata &amp;#8220;Não se trata de prática desleal de comércio, alegado por Trump para impor aumento de tarifas sobre nossas exportações. Mas sim, disputa de mercado&amp;#8221;.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Consolidado&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Lançado em 2020, o Pix alcançou um estágio de universalização em menos de quatro anos. De acordo com dados do Banco Central, ele já é o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros. Em 2025, o Pix bateu seu recorde histórico anual ao movimentar um total de R$ 35,4 trilhões, registrando quase 80 bilhões de transações. O que representa um crescimento de 33,6% no volume de valores transferidos na comparação com o ano anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/pix-e-a-principal-forma-de-pagamento/&quot;&gt;Pix é a principal forma de pagamento adotada pelos pequenos negócios&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O comércio eletrônico brasileiro deve registrar um desempenho expressivo no Dia dos Namorados de 2026, uma das datas mais relevantes para o varejo nacional. A expectativa é de que o setor movimente R$ 10,26 bilhões, segundo projeções da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce. O valor representa avanço em relação aos R$ 9,26 bilhões faturados em 2025.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O crescimento estimado é de 10,82%, mantendo a trajetória positiva do setor, ainda que em um ritmo mais moderado em comparação aos 15,45% registrados no ano passado. Mesmo assim, o desempenho segue acima dos índices observados em 2023 e 2024, quando a expansão ficou em torno de 9%. O incremento nominal nas vendas também deve aumentar, passando de R$ 760 milhões em 2025 para R$ 890 milhões em 2026.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O ticket médio deve permanecer praticamente estável, passando de R$ 552,44 para R$ 555,11. Já o número de pedidos tem previsão de alcançar 18,49 milhões, frente aos 16,76 milhões no ano passado, evidenciando o aumento no volume de compras e o fortalecimento do hábito de presentear pela internet.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo a ABIACOM, a estabilidade do ticket médio reflete um cenário econômico que exige mais cautela por parte dos consumidores e das empresas. Com a taxa básica de juros em patamar elevado, o crédito fica mais caro e o parcelamento sem juros tende a ser reduzido, especialmente em compras de maior valor agregado. Como consequência, muitos consumidores optam por produtos mais acessíveis, marcas alternativas e itens com melhor relação custo-benefício.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Além disso, 2026 reúne fatores que dividem a atenção e influenciam o comportamento de consumo, como o calendário eleitoral e a realização da FIFA World Cup 2026, que acontece no mesmo período e pode redirecionar parte do orçamento das famílias para outras despesas, como viagens, eletrônicos e entretenimento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Projetamos um crescimento próximo de 11%, o que é um resultado bastante positivo para o e-commerce brasileiro. No entanto, alguns fatores ajudam a explicar por que esse avanço poderia ser ainda maior. Estamos em um ano eleitoral, que naturalmente traz mais cautela para consumidores e empresários, e também teremos a Copa do Mundo, um evento que costuma mobilizar recursos das famílias para outros tipos de consumo”, afirma Fernando Mansano.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O principal impacto, porém, vem dos juros elevados, ainda segundo Fernando Mansano. “Com a Selic em um patamar alto, o crédito fica mais caro e o parcelamento sem juros se torna mais restrito. Isso reduz o poder de compra do consumidor, especialmente em produtos de maior valor. Por isso, observamos um aumento no número de pedidos, mas com ticket médio praticamente estável, já que muitas pessoas continuam comprando, porém buscando opções mais econômicas e marcas alternativas.”&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre as categorias com maior potencial de vendas para a data estão Chocolate, moda, perfumaria, eletrônicos, acessórios e produtos personalizados, itens tradicionalmente associados à celebração e que costumam apresentar forte demanda no período.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Case de um dos e-commerces mais buscados na data&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Giuliana Flores projeta crescimento de 12% nas vendas para o Dia dos Namorados de 2026, impulsionada pela busca por presentes afetivos e personalizados. A expectativa é registrar 15 mil pedidos durante a semana da data (entre os dias 8 e 12 de junho), com destaque para categorias como rosas encantadas, buquês com chocolates e arranjos florais. Para atender à demanda do período, a empresa também irá reforçar a operação logística e de atendimento com a abertura de vagas temporárias.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A aceleração global da inteligência artificial colocou o Brasil diante de uma encruzilhada regulatória decisiva, cujo desfecho se aproxima em ritmo acelerado no Congresso Nacional, segundo o presidente da casa, o Deputado Hugo Mota. &lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A busca por estabelecer regras de convivência harmônica entre plataformas digitais, autoridades e sociedade civil reflete a urgência em delimitar o uso dessa tecnologia disruptiva, transformando o debate legislativo no epicentro das atenções de líderes e investidores que dependem da previsibilidade jurídica para moldar suas estratégias de longo prazo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Contudo, o desenho dessa legislação impõe um desafio complexo: como resguardar a responsabilidade e a segurança sem asfixiar a inovação econômica e a competitividade das empresas nacionais. O mercado demonstra legítima preocupação de que um excesso de rigidez burocrática ou uma classificação de riscos demasiadamente punitiva atue como um freio de mão para setores que enxergam na automação a chave para a produtividade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Sob essa ótica, a governança digital precisa se distanciar de visões polarizadas que contrapõem liberdade econômica e responsabilidade social, buscando um modelo capaz de mitigar riscos sistêmicos sem afugentar o capital estrangeiro ou inibir o desenvolvimento tecnológico local.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O desdobramento direto disso é a necessidade de o parlamento caminhar por uma linha extremamente tênue, onde a segurança jurídica deve coexistir com a flexibilidade demandada por um mercado dinâmico. O avanço de pautas paralelas, como a regulação concorrencial de mercados digitais no âmbito do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), evidencia que a inteligência artificial não opera no vácuo, mas sim como a espinha dorsal de uma nova arquitetura econômica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Sem diretrizes claras e equilibradas de conformidade, as empresas brasileiras correm o risco de enfrentar um cenário de insegurança operacional crônica, comprometendo investimentos estratégicos justamente no momento em que o país busca consolidar sua relevância na economia digital global.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Vale ficarmos todos atentos às nuances desse cenário iminente para compreender os impactos práticos que a legislação exercerá sobre o ambiente de negócios e a dinâmica corporativa.&amp;nbsp;A seguir, confira o que disse uma das parlamentares mais influentes no tema da inovação, a deputada federal &lt;strong&gt;Adriana Ventura&lt;/strong&gt;, do &lt;strong&gt;NOVO-SP&lt;/strong&gt;. Ela é reconhecida por sua atuação voltada à eficiência regulatória e à inovação no Congresso.&lt;/p&gt;



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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Gustavo Bassan&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A tecnologia deixou de ocupar um papel de suporte e passou a ser um dos principais motores de decisão dentro das empresas. Esse movimento não começou agora, mas foi acelerado de forma significativa com a adoção de inteligência artificial. Segundo o relatório The State of AI, da McKinsey &amp;amp; Company, o uso de IA saltou de cerca de 50% em 2022 para 88% em 2025 em pelo menos uma função de negócio. Mais do que um dado de adoção, esse avanço revela uma mudança estrutural: as empresas passaram a operar em um ambiente de aprendizado contínuo, revisão constante de prioridades e decisões cada vez mais dinâmicas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A partir de 2026, essa transformação deixa de ser discurso e passa a ser cobrada em forma de resultado. Para lideranças de Engenharia e Produto, isso significa reconhecer que o modelo operacional mudou. A inteligência artificial acelera decisões, encurta ciclos e amplia a capacidade de execução. No entanto, quando aplicada sobre estruturas desenhadas para uma lógica linear, com backlog fechado e baixa adaptabilidade, os ganhos tendem a ser limitados. O problema, nesse contexto, não está na tecnologia em si, mas no modelo que tenta absorvê-la.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Seguir operando com base em uma lógica anterior é, na prática, tentar extrair eficiência de um sistema que não foi concebido para aprendizado contínuo. Esse desalinhamento fica ainda mais evidente na forma como muitas empresas estão adotando inteligência artificial: incorporam ferramentas, treinam equipes e esperam que os resultados apareçam de forma automática. No entanto, a mudança mais profunda não é tecnológica, mas de mentalidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Durante décadas, o código foi a principal linguagem de comunicação com as máquinas. Hoje, com o avanço da IA, essa lógica se inverte. A tecnologia passa a escrever o código, enquanto as pessoas definem intenção, contexto e estratégica. Essa mudança impacta diretamente processos, papéis dentro das equipes e até a forma como decisões são documentadas. Quando essa transformação não é compreendida, a tendência é usar inteligência artificial apenas para fazer as mesmas coisas com mais velocidade — sem capturar o ganho estrutural que ela pode oferecer.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Esse novo cenário não afeta apenas o funcionamento interno das áreas de Produto e Engenharia. Ele também redefine o papel das consultorias e dos parceiros externos. O modelo tradicional de consultoria de tecnologia foi historicamente estruturado para entrega de escopo: contratos fechados, cobrança por hora, squads isolados e foco no cumprimento de backlog. Esse formato fazia sentido em um contexto de maior previsibilidade, em que o problema era relativamente estável e o valor estava na execução eficiente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Hoje, esse modelo começa a gerar fricção. As empresas precisam revisar hipóteses ao longo do caminho, ajustar prioridades com frequência e integrar tecnologia à estratégia de negócio de forma contínua. Nesse ambiente, a rigidez contratual e a separação entre decisão estratégica e execução técnica deixam de ser vantagens e passam a ser limitações. Quando o parceiro atua apenas como executor, qualquer mudança se transforma em desvio de escopo — justamente em um momento em que mudar faz parte do processo de construção da solução.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Isso também transforma a lógica da terceirização. Não se trata mais apenas de reduzir custos ou ampliar capacidade técnica, mas de estruturar um modelo que permita capturar valor de forma contínua. Parceiros precisam atuar de forma integrada ao negócio, participando das decisões, contribuindo para a construção das soluções e acompanhando sua evolução ao longo do tempo. Sem essa corresponsabilidade, a entrega pode até acontecer, mas o impacto tende a ficar aquém do potencial.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É nesse contexto que novos formatos de consultoria ganham relevância. Estruturas mais flexíveis, times multidisciplinares sob demanda, foco em resultados de negócio e atuação que conecta estratégia e execução de forma contínua passam a ser diferenciais competitivos. O papel da consultoria deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégico.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mais do que entregar tecnologia, o desafio passa a ser estruturar operações capazes de gerar resultado de forma consistente em um ambiente de constante mudança. Em um cenário em que o ritmo de transformação é cada vez mais acelerado, o modelo de trabalho deixa de ser um detalhe operacional e passa a ser um dos principais fatores de competitividade. É justamente por isso que os formatos tradicionais começam, gradualmente, a perder efetividade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Gustavo Bassan lidera a frente de engenharia da BossaBox e acumula mais de 17 anos de experiência em tecnologia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/modelos-tradicionais-de-consultoria-de-tecnologia/&quot;&gt;Por que os modelos tradicionais de consultoria de tecnologia não funcionam mais na nova economia?&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O The SmAll Market, startup fundada pelos brasileiros Lucas Ceschin e Rodolpho Damasco, anunciou a captação de mais de R$ 10 milhões para acelerar sua expansão nos Estados Unidos. A empresa iniciou as operações em Miami, na Flórida, com um modelo de minimercados autônomos instalados em condomínios residenciais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A rodada pré-seed foi de US$ 2 milhões e contou com a participação de investidores ligados aos setores de varejo e tecnologia, entre eles Trevor Hayes, ex-CEO do Subway; Leandro Balbinot, CTO do Whole Foods e vice-presidente de Operações da Amazon; e Jardel Cardoso, fundador da Billor e ex-CEO da CrediPago.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo Lucas Ceschin, cofundador do The SmAll Market, a proposta da empresa é levar aos Estados Unidos um modelo já adotado em outros mercados. “A proposta é clara: transformar espaços residenciais em pontos de conveniência acessíveis 24 horas por dia, sem necessidade de operação humana e com experiência totalmente digital”, afirma.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O primeiro minimercado da empresa começou a operar em março deste ano dentro de um condomínio residencial em Miami. O modelo é direcionado a empreendimentos com mais de 150 apartamentos e oferece produtos de consumo cotidiano, além de itens selecionados de acordo com o perfil dos moradores.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A operação utiliza tecnologia própria para pagamentos automatizados e ferramentas de inteligência artificial aplicadas à seleção de produtos e à definição de preços.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;De acordo com Ceschin, a empresa identificou espaço para crescimento em um segmento ainda pouco explorado nos Estados Unidos. “Identificamos uma oportunidade em um mercado onde esse modelo ainda é pouco explorado. Estamos trazendo uma solução testada, validada e adaptada para um consumidor exigente”, diz. “Nosso objetivo é construir uma companhia que se destaque pela consistência da operação e pela experiência entregue”, acrescenta.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A trajetória dos fundadores reúne experiências nos setores de varejo, tecnologia e mercado financeiro. Antes do The SmAll Market, Ceschin foi cofundador e CEO do James Delivery, plataforma adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar em 2018. Já Damasco atuou na criação de empresas e fundos voltados a investimentos, crédito privado e operações estruturadas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo Damasco, a entrada no mercado norte-americano exigiu adequações ao ambiente regulatório e imobiliário local. “Entre os principais pontos estão a complexidade regulatória, que varia de cidade para cidade, e a dinâmica do mercado imobiliário americano. A adaptação a esse ambiente exigiu ajustes estratégicos e a construção de relacionamento local”, afirma.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para os próximos meses, a startup prevê a abertura de mais 10 unidades em Miami. Paralelamente, a companhia trabalha na estruturação de um modelo de expansão baseado em operadores locais, com suporte operacional e possibilidade de financiamento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“A estratégia é avançar de forma estruturada, com foco na experiência do consumidor e na eficiência operacional”, conclui Damasco.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-capta-10-milhoes-para-minimercados/&quot;&gt;Startup criada por brasileiros capta mais de R$ 10 milhões para expandir modelo de minimercados autônomos nos Estados Unidos&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se para um diretor da multinacional a mudança da escala de trabalho representa uma planilha de riscos e readequação de compliance, para o empreendedor que está na trincheira ela é uma questão de sobrevivência diária. Operar um negócio em fase de tração com capital limitado significa que cada hora de trabalho conta diretamente para a entrega do produto ou o atendimento do cliente. O grande receio de quem comanda startups, assim como PMEs, é que a redução de dias trabalhados aumente o &lt;em&gt;burn rate&lt;/em&gt; (velocidade de queima de caixa) devido à necessidade teórica de inflar o time para manter as portas abertas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No entanto, temos que ser sinceros: o atual arranjo da escala de trabalho no Brasil está saturado. O cansaço crônico do time gera um ciclo destrutivo de &lt;em&gt;turnover&lt;/em&gt; (rotatividade de pessoal), erros operacionais que comprometem a experiência do cliente e gargalos de produtividade. O consenso pela mudança, inclusive, já existe no ecossistema de negócios. O foco dos fundadores, portanto, deve ser entender a mecânica operacional da transição para transformá-la em uma vantagem competitiva real perante o mercado.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Desmistificando o impacto operacional&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Devemos ficar atentos aos ruídos ou mesmo ideias “rasas”, uma vez que muitos dos receios espalhados no ecossistema empreendedor baseiam-se em suposições que os dados internacionais e o histórico das reformas trabalhistas no Brasil já desmentiram, como apresentado a seguir:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-table&quot;&gt;&lt;table class=&quot;has-fixed-layout&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Mito do ecossistema&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Realidade prática e evidência empírica&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&amp;#8220;Reduzir as horas de trabalho semanais vai desacelerar o ritmo de &lt;em&gt;growth&lt;/em&gt; da empresa e atrasar o &lt;em&gt;product-market fit&lt;/em&gt;.&amp;#8221;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Estudo da &lt;strong&gt;DIGIT Research (2024)&lt;/strong&gt; no Reino Unido mostra que melhorias nas leis de trabalho flexível e a adequação do tempo de trabalho levaram a um &lt;strong&gt;aumento consistente&lt;/strong&gt; nos níveis de emprego e engajamento da força de trabalho.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&amp;#8220;A flexibilização e a desregulamentação total são os únicos caminhos para manter as startups competitivas.&amp;#8221;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Análises do &lt;strong&gt;National Bureau of Economic Research (NBER)&lt;/strong&gt;, instituto de pesquisa com sede em Cambridge, Massachusetts (EUA),&lt;strong&gt;&amp;nbsp; &lt;/strong&gt;mostram que a desregulamentação agressiva não gerou benefícios significativos de emprego na Europa, derrubando a tese de que a falta de direitos estimula o crescimento empresarial.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&amp;#8220;As mudanças propostas inviabilizam o formato de operação enxuto das startups de tecnologia.&amp;#8221;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;A história da legislação trabalhista brasileira prova o contrário. Da criação do 13º salário (1962) e do FGTS (1966) até a massiva &lt;strong&gt;Reforma Trabalhista de 2017&lt;/strong&gt;, o mercado nacional adaptou-se com sucesso a novos patamares de direitos, legalizando formatos essenciais como o &lt;em&gt;home office&lt;/em&gt;, banco de horas individual e trabalho intermitente.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tese central:&lt;/strong&gt; A otimização do tempo e o foco na cultura organizacional ágil transformam a redução da jornada em uma barreira de retenção contra a perda de talentos para grandes competidores.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Perguntas e respostas sobre execução e tática&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Como gerenciar o burn rate se houver necessidade de novas contratações para cobrir as escalas?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Você não deve tentar cobrir a lacuna de horas simplesmente contratando mais pessoas de forma linear. O segredo está no redesenho dos processos internos através da eliminação de desperdícios operacionais. Reuniões desnecessárias, falta de documentação clara e fluxos assíncronos ineficientes roubam até 30% do tempo produtivo de uma startup. Ao automatizar tarefas burocráticas e focar na execução pura, o time atual entrega os mesmos resultados em menos tempo, mantendo o caixa protegido.&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Como manter o product-market fit se a operação tiver menos horas semanais disponíveis?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O &lt;em&gt;product-market fit&lt;/em&gt; depende da velocidade de aprendizado e da qualidade da entrega, não do sacrifício físico da equipe. Profissionais exaustos produzem códigos com mais bugs, cometem falhas no atendimento ao cliente e perdem o poder criativo de inovação. Um time que opera em uma escala mais equilibrada trabalha com maior foco e energia de execução (&lt;em&gt;momentum&lt;/em&gt;), o que acelera o ciclo de melhoria contínua do produto.&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;O que a evolução das leis trabalhistas brasileiras ensina sobre a sobrevivência do negócio?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A história nos mostra que as janelas de maior modernização das empresas coincidiram com a consolidação de direitos. A Reforma Trabalhista de 2017 introduziu flexibilidades valiosas: permitiu o banco de horas por acordo individual escrito, o fracionamento de férias em até três períodos e a terceirização de atividades-fim. O empreendedor inteligente utiliza essa malha legal existente para construir escalas dinâmicas, adaptando a força de trabalho aos picos de demanda da sua operação.&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Como mitigar o risco de turnover em momentos de transição de escala laboral?&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A nova escala é o maior ativo de atração e retenção de talentos que uma PME pode possuir. Startups raramente conseguem competir com os salários e pacotes de benefícios das multinacionais e empresas de grande porte. Oferecer uma jornada de trabalho mais humana e eficiente atua como um forte diferencial magnético, reduzindo o &lt;em&gt;turnover&lt;/em&gt; a quase zero e poupando o caixa que seria gasto com demissões, contratações e rampagem de novos colaboradores.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Checklist prático para a transição&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Mapeamento de desperdícios:&lt;/strong&gt; Realize uma auditoria das rotinas semanais para eliminar reuniões repetitivas e implementar fluxos de comunicação 100% assíncronos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Adoção de ferramentas &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;no-code&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;/&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;AI&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt; Substitua o trabalho manual de preenchimento de planilhas e relatórios por integrações automatizadas para liberar o braço operacional do time.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Revisão de acordos individuais:&lt;/strong&gt; Utilize as prerrogativas da Reforma Trabalhista de 2017 para estruturar bancos de horas individuais e oficializar contratos de &lt;em&gt;home office&lt;/em&gt; eficientes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Implementação de projetos-piloto:&lt;/strong&gt; Teste o novo modelo de escala em apenas um esquadrão (&lt;em&gt;squad&lt;/em&gt;) ou departamento isolado durante 30 dias para calibrar as métricas de entrega antes do anúncio geral.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;A escala ágil como vantagem competitiva&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A tese central está lançada — e parece contrariar o senso comum do empreendedorismo de sacrifício: reduzir a jornada de trabalho, quando acompanhada de otimização real do tempo e fortalecimento da cultura ágil, não afoga sua startup. Na verdade, ela pode até se transformar em uma barreira de retenção contra os gigantes do mercado. Afinal, batalhar contra gigantes no vale-refeição pode ser impossível, mas vencerá quem “jogar outro jogo”, oferecendo o que esses gigantes raramente entregam: qualidade de vida com propósito produtivo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mas, gerenciar o *burn rate* diante desse desafio exige uma virada de chave. A resposta não deve ser contratar linearmente para cobrir horas — o que seria o caminho mais curto para queimar caixa sem resolver o problema raiz. O verdadeiro ganho, então, está no redesenho de processos: eliminar reuniões fantasmas, adotar fluxos assíncronos e automatizar tarefas burocráticas com ferramentas *no-code* ou de IA. Startups que fazem isso recuperam até 30% do tempo produtivo sem um centavo extra em folha.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E quanto ao *product-market fit*? Ele não nasce da exaustão. Profissionais esgotados entregam código cheio de defeitos, atendimento falho e inovação rasteira. Um time com escala equilibrada opera com *momentum* — mais foco, mais energia de execução e ciclos de melhoria contínua mais curtos. É essa qualidade de entrega, não o volume de horas, que mantém seu produto relevante. A legislação brasileira, contrariando o imaginário do empreendedor, já oferece ferramentas práticas. A Reforma Trabalhista de 2017, por exemplo, parecia uma ameaça — mas se tornou um manual de flexibilidade inteligente. Banco de horas individual, férias fracionadas e terceirização de atividades-fim são recursos à disposição de quem deseja construir escalas dinâmicas, adaptadas aos picos reais da operação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por fim, o maior risco numa transição de escala — o *turnover* — se transforma no maior ativo. Startups raramente competem por salário com grandes empresas. Mas podem competir por propósito e por jornada. Uma escala mais humana reduz o *turnover* a quase zero, poupando o caixa que seria queimado com demissões, novas contratações e a eterna curva de rampagem de talentos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O recado final parece ser direto: não espere a legislação se tornar obrigatória para repensar a eficiência do seu negócio. A startup que redesenha sua escala hoje não está apenas poupando recursos — está construindo uma vantagem competitiva estrutural. O mercado de trabalho, afinal, já está mudando. E a questão não é quem vai adaptar sua jornada, mas quem fará isso agora, no seu ritmo, ou amanhã, na reação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para saber mais sobre o tema do capital humano, confira a entrevista especial feita pelo canal parceiro &lt;strong&gt;GZM Talks&lt;/strong&gt; com &lt;strong&gt;Diego Rondon&lt;/strong&gt;,  especialista em RH, empreendedor e &lt;strong&gt;CEO da e-volve-one&lt;/strong&gt;. Confira:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
&lt;iframe title=&quot;O fim do mercado de trabalho como conhecemos hoje&quot; width=&quot;788&quot; height=&quot;443&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/-3FdCRi437g?feature=oembed&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share&quot; referrerpolicy=&quot;strict-origin-when-cross-origin&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Link da entrevista&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/menos-dias-mesma-tracao-como-proteger-seu-caixa-e-evitar-o-turnover-na-nova-escala-de-trabalho/&quot;&gt;Menos dias, mesma tração: como proteger seu caixa e evitar o turnover na nova escala de trabalho&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Lindomar Góes Ferreira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O ecossistema brasileiro de startups braisleiro entrou no ano de 2026 com um novo estágio de maturidade, marcado por modelos de negócio mais sustentáveis, uso estratégico de inteligência artificial e maior integração com o mercado corporativo. Sem dúvidas os primeiros meses do ano exigiram também uma mudança de mentalidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O empreendedor está mais preparado para lidar com complexidade, ciclos longos e decisões estratégicas. Isso fortalece o ecossistema como um todo e posiciona o Brasil de forma mais competitiva no cenário global. Diante desse cenário, o próximo semestre promete ser menos sobre crescimento acelerado a qualquer custo e mais sobre eficiência, impacto real e geração de valor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mas não chegamos até aqui por acaso. Chegamos porque aprendemos a crescer enfrentando ciclos difíceis, capital seletivo e realidades econômicas que exigem mais engenhosidade do que euforia. E é justamente essa combinação que vem moldando a nova onda de inovação no país.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O perfil do fundador também evolui: cresce o número de empreendedores em sua segunda ou terceira jornada, além de maior diversidade de gênero, idade e formação, de acordo com mapeamento da ABStartups. Esse fator contribui para decisões mais estratégicas e negócios mais resilientes. Cada vez mais é preciso acompanhar a maturidade de um ecossistema que cresceu, se sofisticou e hoje demanda articulação qualificada para esse empreendedor que alcançou um novo patamar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Aos poucos, mais do que experimentação, a IA passou a ser integrada aos processos centrais das startups — do atendimento ao cliente à tomada de decisão estratégica. O diferencial estará na capacidade de aplicar a tecnologia de forma ética, escalável e alinhada ao negócio. Após anos de foco em tração e escala rápida, as startups passam a priorizar modelos financeiramente sustentáveis.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Métricas como margem, LTV e geração de caixa ganham protagonismo, especialmente em um cenário de capital mais seletivo. Nesta fase de amadurecimento, temas como ESG, compliance e impacto social deixam de ser acessórios e passam a influenciar diretamente a atratividade para investidores, parceiros e clientes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Claramente, startups que entenderem esse novo momento do mercado, se dedicarem profundamente a seus clientes, investirem em governança desde cedo e usarem tecnologia como meio — não como fim, devem se destacar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Lindomar Góes Ferreira é presidente da &lt;a href=&quot;https://abstartups.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;Associação Brasileira de Startups&lt;/a&gt; (ABStartups) desde janeiro de 2025, cofundador da Proesc e referência na articulação do ecossistema de inovação na Amazônia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/em-um-mercado-mais-maduro-empreendedor/&quot;&gt;Em um mercado mais maduro, empreendedor brasileiro alcançou um novo patamar&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-27-at-11.22.22.jpeg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-fetiche-do-vale-do-silicio-no-asfalto-paulistano/&quot;&gt;O fetiche do Vale do Silício no asfalto paulistano&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Sabemos que os tempos na comunicação estão difíceis, com muito cinismo digital, o que transformou a celebração de anúncios corporativos num exercício de resistência quase ingênuo. Mas não é isso que acontece na notícia de que o &lt;strong&gt;Google &lt;/strong&gt;acaba de consolidar seu Centro de Engenharia para 400 profissionais dentro do campus do &lt;strong&gt;IPT&lt;/strong&gt;, em São Paulo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O movimento, parte do programa &lt;strong&gt;IPT Open&lt;/strong&gt;, traz para o mesmo teto inteligência artificial, startups e a infraestrutura de um instituto octogenário. E se o ecossistema de inovação no Brasil segue respirando por aparelhos — pelo menos está ainda respira.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Claro que nenhum prédio novo vai salvar o PIB ou reverter nossa desindustrialização histórica. Esperar que uma multinacional resolva o &lt;em&gt;gap&lt;/em&gt; tecnológico do país é confundir o palco com o espetáculo. &lt;strong&gt;Leis de incentivo&lt;/strong&gt; que vêm e vão tampouco, pois o que move o ponteiro é a densidade de talentos interagindo no mesmo espaço.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A relevância desse passo, então, não está na promessa de uma revolução, mas na teimosia da direção. O ecossistema brasileiro de tecnologia avança em solavancos: um centro de IA aqui, um hub de acessibilidade ali. É pouco para quem sonha grande, mas é o suficiente para não caminharmos para trás.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No fundo, iniciativas assim nos forçam a encarar o espelho: continuaremos exportando cérebros ou aprenderemos, finalmente, a domesticar a tecnologia global para resolver nossas próprias mazelas?&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Longa vida ao IPT Open e muito sucesso ao novo Centro de Engenharia do Google no Brasil!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-fetiche-do-vale-do-silicio-no-asfalto-paulistano/&quot;&gt;O fetiche do Vale do Silício no asfalto paulistano&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O &lt;strong&gt;espírito do tempo&lt;/strong&gt; exige pragmatismo: ideias brilhantes na academia não sobrevivem sem uma ponte financeira sólida até o mercado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Dito isso, vale o registro de que o Tesouro Nacional lançou o 5º leilão do Eco Invest, desenhado para movimentar até R$ 50 bilhões destinados a startups inovadoras. O foco está em setores estratégicos da transição ecológica, de combustíveis verdes a inteligência artificial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Historicamente, o Brasil produz excelente pesquisa científica, mas falha gravemente em transformá-la em negócios escaláveis de base tecnológica devido à escassez de capital de risco.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para solucionar esse gargalo, o governo estruturou uma engrenagem inteligente. Os bancos receberão capital subsidiado a 1% ao ano e, em contrapartida, deverão alavancar recursos privados por meio de fundos de inovação e crédito corporativo. Criou-se um modelo híbrido de dívida conversível: o investidor tem um colchão de proteção garantido pelo Tesouro e, se o negócio prosperar, torna-se sócio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Esse mecanismo ataca diretamente os três maiores desafios do empreendedorismo inovador:&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Validação:&lt;/strong&gt; Tirar o projeto do papel e comprovar a tese.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Industrialização:&lt;/strong&gt; Construir a linha de produção inicial.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ganho de escala:&lt;/strong&gt; Viabilizar a comercialização em massa.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Blindar investidores contra riscos extremos pode parecer paternalismo, mas entendo que pode ser, de fato, a única forma de arrastar o capital privado em direção à inovação profunda. Afinal, sem um ecossistema de proteção ao risco, o capital continuará acomodado na segurança dos juros altos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Resta saber: essa sofisticada engenharia financeira será suficiente para consolidar uma indústria tecnológica nacional ou o investidor brasileiro continuará preferindo o ganho fácil do rentismo à ousadia da inovação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/a-engenharia-contra-o-vale-da-morte/&quot;&gt;A engenharia contra o “vale da morte”&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Google acaba de inaugurar seu novo Centro de Engenharia em São Paulo, instalado no Prédio 1 do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), na Cidade Universitária. O espaço faz parte do programa IPT Open e terá capacidade para até 400 funcionários.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Além do novo escritório, o complexo reunirá o Google Campus, voltado a startups de inteligência artificial, e os primeiros Accessibility Discovery Center (ADC) e Google Safety Engineering Center (GSEC) da América Latina. A previsão é que os primeiros funcionários passem a ocupar o espaço em julho de 2026.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, a inauguração marca uma nova etapa da atuação da companhia no país. “A abertura do nosso Centro de Engenharia em São Paulo é uma verdadeira celebração do impacto positivo que geramos no Brasil ao longo dos últimos 20 anos”, afirma Fábio Coelho, presidente do Google Brasil. “O time de engenharia presente na sede de Belo Horizonte, nosso primeiro escritório de engenharia no país, é uma referência global para o Google e inovações criadas aqui hoje impactam bilhões de usuários todos os dias. Estou entusiasmado com a expansão da nossa engenharia para São Paulo e com o próximo capítulo da história do Google neste novo espaço.”&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O centro atuará em conjunto com o escritório de engenharia de Belo Horizonte, inaugurado há duas décadas. As equipes instaladas em São Paulo trabalharão principalmente no desenvolvimento de tecnologias voltadas à privacidade, segurança e proteção de usuários, incluindo recursos de inteligência artificial.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Bruno Pôssas, vice-presidente global de engenharia para a Busca do Google, afirmou que o novo espaço deve ampliar a atuação da companhia em engenharia no Brasil. “O novo Centro de Engenharia vai trabalhar em conjunto com o nosso escritório de engenharia de Belo Horizonte, onde a história do Google começou no Brasil há 20 anos”, conta Bruno Pôssas, vice-presidente global de engenharia para a Busca do Google e um dos primeiros funcionários da empresa no país. “Minha expectativa é que esse novo espaço em São Paulo, que é um celeiro de talentos em engenharia, possa contribuir para acelerar o nosso crescimento ainda mais.”&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Alexandre Freire, diretor sênior de engenharia para privacidade, segurança e proteção aos usuários do Google e líder da engenharia em São Paulo, destacou que o trabalho das equipes será voltado à criação de funcionalidades para diferentes produtos da companhia. “Nossos times trabalharão em novas funcionalidades de privacidade e segurança em vários produtos do Google, um trabalho essencial para proteger as pessoas no ambiente on-line”, diz Alexandre Freire. “Ao mesmo tempo, vamos buscar parcerias com o ecossistema em torno do novo centro de engenharia para que possamos contribuir ainda mais com o desenvolvimento do Brasil.”&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A instalação do centro foi viabilizada após acordo de cooperação técnica firmado entre Google, IPT e Governo do Estado de São Paulo em fevereiro de 2024. O projeto inclui contrapartidas como a renovação de espaços destinados a biblioteca, espaço maker e área de acervos do instituto.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para Anderson Correia, presidente do IPT, a parceria fortalece iniciativas ligadas à inovação e à formação de profissionais. “A parceria entre o Google e o IPT representa a força da colaboração entre ciência, tecnologia e setor produtivo para acelerar a inovação, impulsionar o desenvolvimento e fortalecer a formação de talentos no Brasil”, acrescenta Anderson Correia, presidente do IPT.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Estrutura inclui centros inéditos na América Latina&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O complexo abrigará o primeiro Accessibility Discovery Center (ADC) da América Latina, espaço dedicado ao desenvolvimento e divulgação de tecnologias assistivas, além de colaboração com a comunidade de pessoas com deficiência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O local também contará com o primeiro Google Safety Engineering Center (GSEC) da região, voltado à disseminação de práticas de segurança digital e combate a ameaças on-line.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Já o Google Campus retomará as operações em uma nova área do complexo com foco em startups AI-First. Segundo o Google, o espaço terá capacidade para receber até 120 pessoas por semana e pretende conectar empreendedores, universidades e grandes empresas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/google-inaugura-centro-de-engenharia-em-sao-paulo/&quot;&gt;Google inaugura Centro de Engenharia em São Paulo com foco em privacidade, segurança e IA&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A transação tributária vem deixando de ser tratada apenas como uma alternativa jurídica para parcelar débitos fiscais e passou a ocupar um lugar mais estratégico dentro das empresas. Em um cenário de juros ainda elevados, crédito caro e pressão sobre margens, renegociar passivos tributários pode significar mais do que reduzir multas ou alongar prazos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para muitas companhias, a decisão interfere diretamente no fluxo de caixa, na previsibilidade financeira, na capacidade de investimento e até na leitura de risco feita por bancos, investidores e fornecedores. A Procuradoria da Fazenda Nacional e a Receita Federal definem a transação como um acordo que permite ao contribuinte pagar dívidas com descontos e condições especiais negociadas, encerrando discussões administrativas e transformando o litígio em um plano de pagamento estruturado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O tema ganhou relevância porque o contencioso tributário brasileiro segue como um dos principais fatores de insegurança para empresas. Processos fiscais longos, provisões elevadas e execuções em aberto consomem tempo, capital e capacidade de planejamento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nesse ambiente, a transação permite que a empresa reorganize passivos, reduza disputas e substitua incertezas jurídicas por compromissos financeiros mensuráveis. Segundo a Receita Federal, programas de transação e autorregularização já haviam recuperado mais de R$ 1 trilhão de reais  em dívidas tributárias até  2025, resultado que reforça a consolidação de uma política pública voltada ao consenso e à conformidade tributária.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para &lt;a href=&quot;https://www.queirozadv.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;Mary Elbe Queiroz&lt;/a&gt;, advogada tributarista e presidente da Cenapret, a transação precisa ser analisada como uma decisão de gestão, não como uma adesão automática a um benefício fiscal. “A empresa não pode olhar para a transação apenas pelo percentual de desconto. O ponto central é entender se aquela negociação reorganiza o passivo de forma sustentável, preserva caixa e reduz riscos futuros. Uma adesão mal calculada pode trocar um litígio por uma obrigação financeira incompatível com a realidade da companhia”, afirma. Segundo ela, o jurídico-tributário deve atuar em conjunto com a área financeira, avaliando fluxo de pagamento, garantias, impacto contábil, contingências e efeitos sobre certidões e operações de crédito.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A análise também passa pelo perfil da dívida e pela capacidade real de pagamento do contribuinte. A PGFN informa que a transação tributária permite renegociar dívidas com condições ajustadas à capacidade de pagamento, dentro de uma lógica que considera a recuperabilidade do crédito e busca aumentar a efetividade da cobrança pública.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Isso significa que a transação não deve ser vista como uma medida emergencial isolada, mas como parte de uma estratégia mais ampla de prevenção e solução de conflitos. Empresas que mapeiam seus passivos antes de uma crise, classificam riscos e acompanham oportunidades de negociação tendem a chegar às mesas de transação com mais poder de decisão.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Transação tributária é um instrumento de pacificação, mas também de inteligência financeira. Quando bem conduzida, ela reduz a litigiosidade, melhora a previsibilidade e permite que a empresa volte a olhar para operação, investimento e crescimento. O erro está em tratar o tema apenas como uma oportunidade de pagar menos, quando ele deve ser visto como uma forma de decidir melhor”, completa. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/r-1-trilhao-transacao-tributaria/&quot;&gt;R$ 1 trilhão: Transação tributária dispara, mas erro de cálculo pode quebrar fluxo de caixa&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na era da polarização extrema, o pragmatismo de mercado frequentemente atropela o alinhamento ético. O ex-ministro do STF Luís Roberto Barroso e Luciano Huck integram o conselho da &lt;strong&gt;Enter&lt;/strong&gt;, startup de IA jurídica investida pelo &lt;em&gt;Founders Fund&lt;/em&gt;, de Peter Thiel — bilionário associado à extrema direita global. O movimento acende um debate sobre a postura de figuras públicas em tempos hiperpolíticos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por que aceitar o convite? Primeiro, provavelmente pelo fetiche do &lt;strong&gt;pioneirismo tecnológico&lt;/strong&gt;. Fazer parte do primeiro unicórnio de inteligência artificial jurídica do Brasil confere um selo imediato de modernidade e influência futura.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo, imagina-se que ainda impera a ilusão da &lt;strong&gt;neutralidade técnica&lt;/strong&gt;. Enxerga-se o algoritmo como ferramenta neutra, esquecendo que códigos e o capital que os financia carregam, sim, vieses e visões de mundo de seus criadores.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por fim, pesa o magnetismo das &lt;strong&gt;redes de influência&lt;/strong&gt;. O prestígio opera em via de mão dupla: a empresa ganha validação institucional de peso e os conselheiros garantem conexões diretas com o topo do Vale do Silício.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mas, se a sabedoria popular prega &amp;#8220;diga-me com quem andas&amp;#8221;, os novos negócios sugerem &amp;#8220;diga-me quem te financia&amp;#8221;. Afinal, o capital pode fingir não ter ideologia, mas quem valida suas mesas acaba, certamente, por legitimar sua direção.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao fim, por vezes os Conselheiros dizem muito sobre a empresa. Nesse caso, fica a dúvida se não é a empresa que diz algo sobre seus conselheiros. Esse será o preço para integrá-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-preco-do-conselho-barroso-huck-e-a-ia-de-thiel/&quot;&gt;O preço do Conselho: Barroso, Huck e a IA de Thiel&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para uma startup, cada contratação errada custa caro — e o mercado de 2026 está mais complexo do que nunca. De um lado, 92,6% dos jovens da Geração Z (a base da sua força de trabalho) querem CLT. Do outro, 73% das empresas não encontram profissionais com as habilidades técnicas necessárias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O empreendedor que ignorar essa tensão vai perder talentos para quem entender o que essa geração realmente quer.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O cenário prático da execução em &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;early stage&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Empreendedores em fase de escala não possuem o luxo do erro orçamentário. Em um ecossistema onde o &lt;em&gt;burn rate&lt;/em&gt; precisa ser controlado centavo a centavo para estender o &lt;em&gt;runway&lt;/em&gt;, errar na montagem do time de tecnologia ou de produto pode comprometer o próximo &lt;em&gt;round&lt;/em&gt; de captação ou atrasar o &lt;em&gt;product-market fit&lt;/em&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A realidade operacional de 2026 apresenta uma janela tática agressiva: as grandes corporações decidiram reverter suas políticas de flexibilidade, trazendo os times de volta para o escritório tradicional em tempo integral.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa centralização burocrática cria o ambiente perfeito para que negócios enxutos e ágeis capturem profissionais ambiciosos. Embora o mercado esteja travado por um apagão técnico (73% de escassez), os jovens recém-formados estão sendo despejados em vagas corporativas puramente operacionais — afinal, apenas 2,6% dos jovens contratados no país chegam ao mercado com diploma de ensino superior completo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A startup que souber garimpar o potencial bruto desses jovens digitais nativos e moldar suas habilidades técnicas com velocidade murchará a concorrência antes mesmo de ela conseguir aprovar uma vaga no conselho.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Desmistificando a &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Gen Z&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;: mitos vs. realidade operacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para atrair os melhores perfis sem comprometer o caixa da empresa, o fundador precisa abandonar os clichês de recursos humanos e focar nos dados reais de comportamento desse público.&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-table&quot;&gt;&lt;table class=&quot;has-fixed-layout&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Mito do Ecossistema de Inovação&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Realidade Prática Comprovada&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8220;Jovens talentos preferem contratos PJ para maximizar o ganho líquido de curto prazo.&amp;#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Estabilidade Contratual:&lt;/strong&gt; 92,6% da Geração Z prioriza o regime CLT devido à busca por proteção jurídica e segurança financeira.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8220;Essa geração é infiel por natureza e apresenta alto turnover, pulando de emprego a cada três meses.&amp;#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Fidelidade de Carreira:&lt;/strong&gt; 56,11% desses profissionais declaram intenção de permanecer em suas áreas atuais — o menor índice de abertura a mudanças voluntárias entre as gerações ativas.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8220;Eles não valorizam estruturas tradicionais e desdenham de planos de carreira corporativos.&amp;#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Crescimento Vertical:&lt;/strong&gt; 13,71% dos jovens elegem a existência de oportunidades reais e transparentes de crescimento como fator número um de atratividade na empresa.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8220;A decisão de aceitar uma proposta depende exclusivamente do salário nominal oferecido.&amp;#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Qualidade Ambiental:&lt;/strong&gt; A existência de um ambiente de trabalho saudável (22,31%) possui peso quase equivalente ao de uma remuneração competitiva (28,31%) na decisão do candidato.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A vantagem competitiva das empresas não é queimar caixa para cobrir salários corporativos, mas sim, tentar oferecer o que a burocracia das grandes empresas aniquilou: autonomia, velocidade de aprendizado hands-on e flexibilidade de rotina.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O mercado corporativo está retraído e excessivamente seletivo, com quase metade das grandes empresas congelando contratações. As startups que oferecerem um ambiente ágil, estabilidade jurídica básica através de contratos corretos e flexibilidade geográfica genuína conseguirão atrair profissionais excepcionais que preferem construir relevância prática a virarem engrenagens invisíveis em escritórios tradicionais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Execução tática: o que os estudos dizem sobre o tema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;1. Devo contratar CLT ou PJ para manter a estrutura da minha startup enxuta?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O dado de que 92,6% da Geração Z exige CLT deve ditar sua arquitetura de contratação. Propor arranjos em formato PJ para cargos juniores de entrada gera fricção no recrutamento, aumenta o risco de passivos trabalhistas severos na justiça e afasta os melhores talentos universitários. Utilize o modelo CLT para construir a base do seu time core, garantindo alinhamento cultural completo e segurança jurídica desde o primeiro dia de operação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;2. Como posso competir pelos melhores perfis se o meu orçamento salarial é limitado?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;As grandes empresas estão operando sob rígida contenção de custos, e apenas uma em cada cinco planeja reajustes salariais reais acima da inflação. Esse cenário nivela a disputa. Em vez de disputar puramente no salário fixo nominal, atraia o talento jovem oferecendo pacotes agressivos de partnership (Stock Options), metas de curto prazo atreladas a bônus de performance e a oportunidade de aprender diretamente com os fundadores — um ativo intangível que acelera a empregabilidade deles.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;3. Como fechar o gap técnico de novos funcionários se apenas 2,6% possuem diploma de ensino superior?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Pare de recrutar avaliando apenas diplomas tradicionais e mude o foco para a capacidade comprovada de execução em portfólios, hackathons e projetos práticos. Uma vez selecionado o jovem com alto potencial de aprendizado, institua uma cultura forte de mentoria interna. O mercado tradicional falha terrivelmente nisso: embora a maioria das empresas afirme capacitar funcionários, apenas 28% dos trabalhadores sentem o benefício real. Preencha esse vácuo e use o treinamento interno como ferramenta de retenção.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;4. O regime de trabalho remoto ou híbrido ainda se sustenta como diferencial de atração?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com 42% das médias e grandes empresas brasileiras exigindo retorno 100% presencial aos escritórios, manter o trabalho remoto ou um modelo híbrido verdadeiramente flexível tornou-se o maior ímã de atração de talentos de tecnologia do país. Startups que operam de forma descentralizada eliminam barreiras geográficas, conseguem contratar profissionais de alta performance fora do eixo das grandes capitais a custos mais eficientes e oferecem o benefício de estilo de vida mais desejado pela nova geração.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Checklist prático de contratação para 2026, segundo os estudos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sourcing&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; descentralizado:&lt;/strong&gt; Abandone a dependência exclusiva de agências de emprego tradicionais. Vá buscar seus talentos juniores de engenharia e dados diretamente dentro de servidores de tecnologia do Discord, fóruns especializados do GitHub e bootcamps de programação prática.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Contrato seguro:&lt;/strong&gt; Desenhe uma esteira de admissão focada em contratos CLT padrão, combinando os benefícios básicos obrigatórios com opções de vale-benefício flexível. Essa maleabilidade de escolha atende aos desejos de 42% dos profissionais entrevistados pelo mercado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Esteira de &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;upskilling&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt; Monte um cronograma estruturado de integração técnica (&lt;em&gt;onboarding&lt;/em&gt;) focado nas primeiras quatro semanas do novo contratado. Garanta que o jovem tenha acesso real a ferramentas de IA e documentação clara para acelerar sua curva de entrega e garantir autonomia operacional rápida.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Transparência nas faixas:&lt;/strong&gt; Reduza o tempo gasto no funil de recrutamento eliminando processos seletivos longos e misteriosos. Publique as vagas contendo as faixas salariais explícitas e os critérios exatos necessários para a promoção, gerando confiança imediata nos candidatos da Geração Z.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o empreendedor, o mercado de 2026 é uma “faca de dois gumes”. A escassez de talentos qualificados é real e afeta todos — grandes e pequenos. Mas a Geração Z, que domina as contratações de entrada, não está pedindo apenas dinheiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ela quer também estabilidade, quer aprender (capacitação real) e quer trabalhar onde se sinta valorizada (ambiente saudável). Empresas que oferecerem esses três pilares, mesmo com orçamentos apertados, podem se dar bem. E até, quem sabe, roubar talentos das gigantes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para saber como estes mesmos dados operam e impactam no mercado das médias e grandes empresas, acesse o conteúdo especializado publicado na GZM Gazeta Mercantil, o link está a seguir:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;Se preferir escutar nossos conteúdos especiais em áudio, acesso o canal GZM Think Tank na plataforma Spotify. O episódio sobre esta matéria está neste link abaixo e também pode ser acessado diretamente na plataforma.&lt;/em&gt; &lt;em&gt;O conteúdo do podcast foi inteiramente baseado no texto acima e consolidado com o conteúdo complementar publicado pelo portal GZM&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
&lt;iframe title=&quot;Spotify Embed: O fim da mão de obra barata: por que 73% das empresas e startups não conseguem contratar talentos qualificados no Brasil em 2026&quot; style=&quot;border-radius: 12px&quot; width=&quot;100%&quot; height=&quot;152&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen allow=&quot;autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture&quot; loading=&quot;lazy&quot; src=&quot;https://open.spotify.com/embed/episode/0FIV7Q4u1XB1uWvCSp2qCH?si=EissVh-0Roq5kCeB-XLUbg&amp;amp;utm_source=oembed&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/figure&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A terceira edição do HR Leaders Summit reuniu mais de 150 CHROs, VPs e diretores de recursos humanos e gestão de pessoas para discutir o tema “O Futuro é Humano” sob a perspectiva das mudanças no mercado de trabalho. O encontro foi realizado pela B2B Match, comunidade voltada a CEOs e executivos C-level.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A programação do primeiro dia começou com Thiago Arruda, da Brotherhood Brasil, que conduziu o momento “Pílulas Flow”, voltado à interação entre os participantes. Na sequência, Rogério Barreira, presidente da divisão Brasil da Arcos Dorados, abriu os debates com o tema “O futuro é humano e se constrói nas relações, na cultura e no desenvolvimento das pessoas”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O painel seguinte reuniu Rafael Arroyo, da Amazon, Renan Nishimoto, da MINEHR, e Suzie Clavery, da TotalPass, sob mediação de Dilma Campos, da Nossa Praia. O grupo discutiu os próximos ciclos da jornada do colaborador e o uso de tecnologia na gestão de pessoas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“A Inteligência Artificial é fantástica, mas tem gerado muito ruído e demandas desnecessárias. É preciso escolher os canais e os dados mais adequados para mapear as expectativas e as necessidades dos colaboradores com mais precisão”, afirmou Rafael Arroyo, Head de People Experience and Technology da Amazon Brasil.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao longo do dia, Rogério Chér, fundador da Winx e da Devello, abordou os desafios de criar ambientes voltados à criatividade e à colaboração entre profissionais com perfis distintos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na programação da tarde, Reynaldo Gama, CEO da Ânima Empresas, discutiu a formação de profissionais para um mercado em transformação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O encerramento do primeiro dia contou com um painel sobre modelos de trabalho híbrido, remoto e presencial, com participação de Carolina Ferreira, da Alelo, Flavia Pontes, do Grupo Petz e Cobasi, e Sergio Athié, da Athié Wohnrath. A mediação foi conduzida por Mariana Ferrão.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“A escolha pelo formato de trabalho ideal, seja home-office, presencial ou híbrido, é situacional. A definição deve levar em conta o momento da empresa e do mercado”, afirmou Flavia Pontes, CHRO do Grupo Petz Cobasi.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/chros-debatem-impactos-da-transformacao-do-trabalho-e-da-ia-na-gestao-de-pessoas/&quot;&gt;CHROs debatem impactos da transformação do trabalho e da IA na gestão de pessoas&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A &lt;strong&gt;Mastercard &lt;/strong&gt;escolheu a &lt;strong&gt;Simetrik&lt;/strong&gt;, plataforma brasileira (com presença na Colômbia e México) de controle de operações financeiras baseada em inteligência artificial, para integrar seu programa global de engajamento com startups, o &lt;strong&gt;Mastercard Start Path&lt;/strong&gt;. A startup passa a compor a trilha de Corporate Solutions, voltada à colaboração com a empresa para levar reconciliação automatizada e controles financeiros a emissores, adquirentes e fintechs que operam em ecossistemas de pagamentos de alto volume e alta complexidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O programa já apoiou empresas de mais de 60 países desde sua criação e agora oferece à Simetrik acesso à rede global da Mastercard, mentoria estratégica e oportunidades de coinovação para impulsionar crescimento comercial e desenvolvimento de produtos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A seleção reconhece a abordagem da startup em fechar a lacuna entre operações de pagamentos e contabilidade, permitindo visibilidade e rastreabilidade completas em todas as transações. Para instituições financeiras, provedores de pagamento e fintechs que já utilizam ou avaliam a Simetrik, a entrada no Start Path traz implicações práticas em quatro frentes: agilidade na implementação com templates prontos para fluxos da Mastercard; validação de terceiros para entidades reguladas; integrações pré-validadas com infraestrutura de pagamentos; e acesso direto ao ecossistema da Mastercard para pilotos conjuntos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao construir a Simetrik, “Os pagamentos digitais escalaram rapidamente. O back office não. Times financeiros dos maiores bancos e processadores de pagamentos do mundo ainda conciliam manualmente, lidam com exceções e constroem controles que nunca deveriam precisar construir. A Simetrik existe para fechar essa lacuna. Nossa visão é ser a plataforma AI-native para operações financeiras globais, oferecendo a todos os participantes da cadeia de pagamentos &amp;#8211; de fintechs e bancos a adquirentes e emissores &amp;#8211; total confiança em cada transação, do início ao fim.” diz &lt;strong&gt;Santiago Gómez&lt;/strong&gt;, cofundador e COO da Simetrik.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O programa Start Path cria um canal direto entre a Simetrik e os clientes e parceiros corporativos da Mastercard, abrindo oportunidades para projetos-piloto conjuntos e cossoluções em operações de emissão, adquirência e pagamentos transfronteiriços, além de reduzir o tempo entre avaliação e entrada em produção. A plataforma da startup permite que equipes de finanças e operações criem e modifiquem fluxos de reconciliação sem suporte de engenharia, com implementação prevista em semanas em vez de meses.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para entidades reguladas, a seleção adiciona validação independente às capacidades de trilha de auditoria e controles financeiros da plataforma, em um momento em que os reguladores elevam as exigências por evidências em nível de transação. Os conectores da Simetrik já atendem aos padrões de conectividade e formatos de dados exigidos por instituições financeiras globais, permitindo integração com infraestruturas existentes sem necessidade de desenvolvimento customizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-back-office-nao-acompanhou-os-pagamentos-digitais-e-a-mastercard-quer-resolver-isso-com-uma-startup/&quot;&gt;O back office não acompanhou os pagamentos digitais. E a Mastercard quer resolver isso com uma startup&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Leonardo.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-brasileira-levanta-us-1-milhao-para-conectar-ia-as-operacoes-das-empresas/&quot;&gt;Startup brasileira levanta US$ 1 milhão para conectar IA às operações das empresas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A inteligência artificial ainda patina dentro das empresas não por falta de ferramentas, mas porque raramente está conectada ao que realmente acontece no dia a dia dos negócios. Essa é a premissa da &lt;strong&gt;Drachma&lt;/strong&gt;, startup fundada pelo engenheiro de software brasileiro &lt;strong&gt;Leonardo Felipe Nerone&lt;/strong&gt;, que acaba de captar US$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões) em uma rodada pré-seed para acelerar o desenvolvimento de agentes de IA sob medida para o ambiente corporativo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Diferentemente de soluções genéricas de automação ou chatbots, a Drachma propõe agentes capazes de interpretar solicitações em linguagem natural, acessar bases de dados distribuídas em diferentes sistemas — incluindo data warehouses, legados e APIs internas — e executar consultas ou ações dentro de regras e contextos específicos de cada organização.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“O problema não é falta de ferramenta de IA. O problema é que ela não está conectada ao contexto real das empresas, dados, sistemas e processos. Sem isso, vira só uma demo interessante”, afirma Leonardo, natural de Guarapuava (PR) e atualmente baseado em Nova York.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O empreendedor construiu sua trajetória desde a adolescência com olimpíadas científicas e programação autodidata, passou por uma fintech no Brasil e conquistou bolsa para estudar nos Estados Unidos, onde aprofundou atuação em sistemas de dados e infraestrutura antes de migrar para o empreendedorismo em IA.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na prática, a solução permite que usuários técnicos e não técnicos interajam com dados complexos sem navegar manualmente por múltiplas interfaces. Entre os casos já desenvolvidos, a startup criou um agente integrado à plataforma Databricks, viabilizando consultas avançadas sobre grandes volumes de informação estruturada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“O valor da IA aparece quando ela deixa de ser uma camada isolada e passa a operar dentro do fluxo real de trabalho da empresa”, diz Leonardo.&lt;/p&gt;



&lt;blockquote class=&quot;wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow&quot;&gt;
&lt;blockquote class=&quot;wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow&quot;&gt;
&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;“O valor da IA aparece quando ela deixa de ser uma camada isolada e passa a operar dentro do fluxo real de trabalho da empresa”, diz Leonardo.&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um dos principais desafios técnicos enfrentados pela Drachma está na construção de sistemas confiáveis. Modelos de linguagem isoladamente não garantem precisão e segurança em contextos empresariais. Por isso, a arquitetura combina modelos de grandes provedores com uma camada própria de integração que inclui regras de negócio, permissões e dados internos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“A engenharia de contexto é o que define se a IA funciona de verdade dentro de uma empresa ou não”, explica o fundador.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O modelo de negócios ainda está em fase inicial de validação, trabalhando com projetos customizados e precificação orientada ao impacto gerado — como ganho de eficiência, redução de custos e aumento de produtividade. “Nosso foco é que a solução se pague com impacto real, não com promessa de tecnologia”, afirma Leonardo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A estratégia tecnológica da startup é pragmática: em vez de desenvolver modelos próprios, ela aposta em arquitetura de integção e engenharia de contexto como diferencial, construindo uma base reutilizável que permita escalar soluções sob medida com alto grau de personalização.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O movimento da Drachma reflete uma tendência global de transição da IA — de ferramentas genéricas para sistemas profundamente integrados às operações empresariais. A expectativa é que, nos próximos anos, a inteligência artificial atue como uma camada central de infraestrutura nas empresas, conectando dados, sistemas e processos desde automações até decisões estratégicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-brasileira-levanta-us-1-milhao-para-conectar-ia-as-operacoes-das-empresas/&quot;&gt;Startup brasileira levanta US$ 1 milhão para conectar IA às operações das empresas&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O ecossistema global de inteligência artificial vive uma dicotomia acentuada entre o deslumbramento teórico das corporações ocidentais e a brutal execução operacional das potências chinesas. Enquanto o Vale do Silício ainda debate a viabilidade de modelos de linguagem e a ética de protótipos experimentais, a ByteDance, proprietária do TikTok, consolidou-se silenciosamente como a maior processadora de inteligência artificial do planeta.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com um fluxo estonteante de 50 trilhões de tokens processados diariamente — um volume que supera, isoladamente, a soma de Google, OpenAI e Anthropic —, a companhia transcende a definição de plataforma social para se tornar um gigante do e-commerce global, aproximando-se perigosamente da escala de movimentação da própria Amazon com um GMV que já atinge US$ 670 bilhões.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Sob essa ótica, a surpresa do mercado ocidental diante desse avanço revela uma falha estrutural de perspectiva que ignoramos ao custo da própria relevância competitiva. O problema, como aponta o especialista Björn Ognibeni, não reside apenas no ritmo da inovação, mas na nossa capacidade crônica de sermos surpreendidos por um modelo de negócio que já opera em escala industrial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto empresas ocidentais permanecem presas em infindáveis ciclos de provas de conceito, o mercado chinês transformou a IA em motor de receita direta, utilizando avatares virtuais que superam o desempenho de vendedores humanos e agentes autônomos que integram toda a cadeia, da pesquisa de mercado à execução de transações complexas em uma única instrução de linguagem natural.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O desdobramento direto disso é o surgimento de plataformas como o ACU e sistemas como o Qwen, que eliminam as fricções entre o desejo de consumo e a entrega, operando traduções em tempo real com garantia de responsabilidade corporativa e conectando fornecedores globais sem que o idioma seja uma barreira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Esta integração sistêmica, onde a tecnologia deixa de ser uma ferramenta de suporte para se tornar a própria infraestrutura da transação, coloca o varejo ocidental diante de um espelho desafiador. Não estamos mais lidando com ferramentas de produtividade, mas com uma nova arquitetura de mercado que exige dos nossos tomadores de decisão não apenas a compreensão técnica, mas uma mudança radical na velocidade de implementação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para decifrar como essa escala chinesa de inteligência aplicada está redesenhando as fronteiras do comércio e o que o mercado brasileiro deve assimilar para não ser atropelado pela próxima onda de automação, confira a palestra de Björn Ognibeni, cofundador da &lt;a href=&quot;http://chinabriefs.io&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;ChinaBriefs.io&lt;/a&gt;, que destrincha os bastidores desse fenômeno e oferece o mapa necessário para navegar nesta nova realidade global. A palestra foi dada no evento &lt;strong&gt;E-commerce Berlin Expo 2026&lt;/strong&gt;. Confira abaixo (em inglês): &lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
&lt;iframe title=&quot;AI Agents: Cool Demos vs Real Revenue - What Western E-Commerce Can Learn from China&quot; width=&quot;788&quot; height=&quot;443&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/IIpfT7oZYz0?feature=oembed&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share&quot; referrerpolicy=&quot;strict-origin-when-cross-origin&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/figure&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A história da tecnologia é frequentemente contada através de saltos assimétricos. No início dos anos 2000, sub-regiões da África Subsariana ignoraram a instalação de infraestruturas dispendiosas de telefonia fixa para emergirem diretamente na era móvel. Anos mais tarde, o mercado consumidor chinês contornou a cultura dos cartões de crédito físicos, consolidando um ecossistema de transações nativamente digitais via QR codes e carteiras virtuais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No cenário macroeconômico atual, testemunhamos um fenômeno de peso estrutural idêntico, porém sob uma velocidade globalmente comprimida: o &lt;em&gt;AI Leapfrogging&lt;/em&gt; (o salto tecnológico via IA). Setores tradicionais que resistiram ativamente às ondas do Cloud e do SaaS corporativo nas últimas duas décadas — como o agronegócio de fronteira, a construção civil pesada, a manufatura industrial e o setor jurídico tradicional — estão agora suprimindo a etapa intermediária do software de gestão tradicional para adotar soluções autônomas baseadas em Inteligência Artificial. No entanto, ao contrário das transições tecnológicas do passado, a janela cronológica para a execução dessa mudança é dramaticamente estreita.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O “salto da rã”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;O &amp;#8220;AI Leapfrogging&amp;#8221; altera radicalmente o Retorno sobre o Investimento (ROI) tecnológico ao reduzir o custo de mudança (switching cost) para o usuário final em indústrias cronicamente analógicas. Contudo, essa assimetria competitiva é temporária: a convergência de capital de risco hiperfocado e a veloz reação defensiva das corporações legadas impõem um limite estrito a essa janela de oportunidade, transformando a velocidade tática e o design de incentivos nos verdadeiros divisores entre a captura de valor real e a obsolescência prematura.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Análise Startupi&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;A supressão da interface e a captura dos &amp;#8220;não-transacionadores&amp;#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O fracasso histórico da penetração do modelo SaaS (Software as a Service) clássico em setores industriais e de infraestrutura pesada não ocorreu por falta de demanda por eficiência, mas pela física da fricção operacional. O SaaS tradicional exige um &amp;#8220;fardo de mudança&amp;#8221; (&lt;em&gt;burden of change&lt;/em&gt;) elevado: treinamento de pessoal, alimentação manual de bancos de dados complexos, reestruturação de fluxos de trabalho e telas de interface gráfica poluídas que competem com o tempo de execução do trabalhador de campo. No balanço microeconômico, o valor percebido da mudança raramente superava o custo comportamental de implementá-la.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O salto tecnológico proporcionado pela IA reside na inversão dessa balança de fricção. Ao transicionar de sistemas baseados em inputs manuais para modelos baseados em linguagem natural e automação invisível de processos (onde o agente inteligente executa a tarefa em vez de apenas fornecer um campo para preenchimento), o custo de adoção despenca.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;As startups que lideram o &lt;em&gt;AI Leapfrogging&lt;/em&gt; focam no que a tese da firma de venture capital NFX define como os &amp;#8220;não-transacionadores&amp;#8221; — fatias massivas do Produto Interno Bruto (PIB) que permaneceram à margem da digitalização. Em setores como a mineração, a logística rodoviária e a gestão de canteiros de obras, a IA elimina a necessidade de o operador aprender a utilizar um software de gestão complexo; o sistema compreende a operação real e atua de forma consultiva ou executiva em segundo plano. O ganho de produtividade deixa de ser incremental e passa a ser uma mudança de patamar (&lt;em&gt;step-change&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O paradoxo temporal e a reação do legado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se por um lado o potencial de mercado é trilionário, por outro a temporalidade desta dinâmica é implacável. As grandes ondas tecnológicas anteriores operaram em janelas de décadas. A transição do &lt;em&gt;on-premise&lt;/em&gt; para a computação em nuvem levou quase vinte anos para atingir a maturidade de mercado. A economia dos aplicativos móveis desfrutou de uma janela de crescimento verde por quase dez anos antes da consolidação dos monopólios de atenção. A era da Inteligência Artificial não possui esse luxo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O paradoxo temporal do &lt;em&gt;AI Leapfrogging&lt;/em&gt; estabelece que a janela de oportunidade está se fechando no momento exato em que atinge o seu pico de visibilidade. Isso decorre de dois fatores estruturais:&lt;/p&gt;



&lt;ol class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aceleração da curva de aprendizado dos incumbentes:&lt;/strong&gt; Ao contrário da era da internet ou do mobile, onde as grandes corporações legadas demoraram anos para compreender o impacto da tecnologia em seus balanços, os incumbentes atuais estão altamente alertas. Gigantes globais de software e grandes corporações industriais estão incorporando camadas nativas de inteligência artificial em seus sistemas legados a taxas sem precedentes.&lt;/li&gt;



&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ciclo de &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;feedback&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; dos dados proprietários:&lt;/strong&gt; O mercado de &lt;em&gt;AI Leapfrogging&lt;/em&gt; é regido por uma dinâmica de &amp;#8220;portas de uma via só&amp;#8221; (&lt;em&gt;one-way doors&lt;/em&gt;). Uma vez que uma startup vertical consegue digitalizar e capturar o fluxo de dados de um setor anteriormente analógico, os efeitos de rede baseados em dados blindam esse mercado. O primeiro entrante que constrói o modelo ajustado à realidade daquela vertical específica eleva a barreira de entrada a níveis quase intransponíveis para os seguidores.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Portanto, o espaço para atuar em terrenos tecnológicos totalmente desimpedidos (&lt;em&gt;greenfields&lt;/em&gt;) está encolhendo em velocidade geométrica. Aqueles que não capturarem seus nichos industriais sob esta janela pontual encontrarão um mercado novamente fechado, controlado ou por incumbentes renovados ou por consolidadores de IA de primeira hora.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;A nova arquitetura financeira e as métricas de eficiência&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A transição do SaaS tradicional para o modelo &lt;em&gt;AI-First&lt;/em&gt; reconfigura os fundamentos contábeis e operacionais das companhias de tecnologia. Abaixo, detalha-se como as dinâmicas de valor e esforço se deslocaram neste novo arranjo de mercado:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-table&quot;&gt;&lt;table class=&quot;has-fixed-layout&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Métrica Operacional / Estrutural&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Era do SaaS Tradicional (2010–2022)&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Era do AI &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Leapfrogging&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; (2023–2026+)&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Custo de mudança (&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Switching Cost&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Alto (Exige reeducação do usuário e redesenho de processos).&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Baixo (A IA adapta-se ao fluxo de trabalho e à linguagem existente).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Tempo para geração de valor (&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Time-to-Value&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Semanas a meses (Longos períodos de integração e onboarding).&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Quase instantâneo (Geração autônoma de outputs a partir de dados brutos).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Perfil de margem bruta&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Historicamente alto (80-85%), pressionado apenas por servidores básicos.&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Inicialmente menor (Pressionado por custos de inferência/LLM), escalando com modelos otimizados.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Principal vantagem defensiva (&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Moat&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Custos de mudança sistêmicos e aprisionamento por contratos (&lt;em&gt;lock-in&lt;/em&gt;).&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Efeitos de rede baseados em dados proprietários e fluxos de trabalho nativos.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Alvo principal de vendas&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Diretores de TI e Comitês de Inovação (Ciclos longos de compras).&lt;/td&gt;&lt;td&gt;Líderes de Operações Finais e Unidades de Negócio (Foco em ROI direto).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Takeaways&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para os líderes que navegam nesta inflexão de mercado, as diretrizes de sobrevivência e dominância exigem um distanciamento claro dos antigos manuais de crescimento do ecossistema de software:&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Abandone a procura por clientes &amp;#8220;tech-savvy&amp;#8221;:&lt;/strong&gt; O verdadeiro valor do &lt;em&gt;AI Leapfrogging&lt;/em&gt; está nos setores de baixa adoção tecnológica prévia. Busque indústrias onde o principal concorrente ainda é a planilha física, o papel ou o rádio amador. É nestes ecossistemas que a ausência de sistemas legados em nuvem permite que sua solução se torne o sistema operacional central da companhia de maneira direta.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Projete focado na redução do fardo cognitivo:&lt;/strong&gt; Se o seu produto de IA exige que o usuário final preencha múltiplos formulários ou gerencie dashboards complexos, você está construindo um SaaS tardio, não uma solução de salto tecnológico. O produto deve atuar no nível da validação: o agente propõe a solução pronta (o diagnóstico, a rota logística, o contrato revisado, o plano de manejo), cabendo ao especialista humano apenas auditar e aprovar o trabalho.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Monetize o resultado, não o assento:&lt;/strong&gt; O modelo de precificação por usuário (&lt;em&gt;per-seat pricing&lt;/em&gt;) é economicamente contraproducente na era da IA. Se o seu software reduz a necessidade de contagem de cabeças na execução de uma tarefa, cobrar por licença individual limita sua receita à medida que seu produto melhora. Fundadores devem migrar para modelos baseados em uso, valor gerado ou eficiência transacionada.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Velocidade de distribuição sobre perfeição do modelo:&lt;/strong&gt; Dado o encurtamento da janela competitiva, a vantagem estratégica reside em colocar o produto em operação em ambientes reais para capturar o loop de feedback de dados antes dos concorrentes. Modelos fundacionais estão se tornando &lt;em&gt;commodities&lt;/em&gt;; a camada de aplicação proprietária e o acesso ao canal de distribuição específico são as únicas defesas sustentáveis a longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startups-ja-perceberam-que-a-janela-da-ia-esta-aberta-mas-que-nao-ficara-assim-por-muito-tempo/&quot;&gt;Startups já perceberam que a janela da IA está aberta, mas que não ficará assim por muito tempo&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/05/robbin-recebe-aporte.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/robbin-capta-us-108-milhoes/&quot;&gt;Robbin capta US$ 108 milhões para ampliar crédito B2B com infraestrutura baseada em Pix&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Robbin anunciou uma captação total de US$ 108 milhões para ampliar sua operação de crédito B2B no Brasil. O montante inclui uma rodada seed de US$ 8 milhões e a estruturação de um FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) de US$ 100 milhões em parceria com a gestora Augme, da XP Investimentos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A rodada seed foi co-liderada por Canary, Atlântico e Caravela, com participação da AB Seed, Norte Ventures e dos fundos internacionais Clocktower e Tomorrow Capital. Já o FIDC será destinado exclusivamente à operação de crédito da plataforma.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo a empresa, os recursos serão utilizados para expandir a plataforma de pagamentos e crédito baseada em inteligência artificial e desenvolver agentes voltados à automação de processos financeiros da indústria. “Recentemente lançamos o Robbinson, um assistente de IA para a força de vendas da indústria, aprovando crédito em tempo real no WhatsApp”, afirmou Leonardo Moura, CEO da Robbin.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A operação da Robbin é baseada em um modelo co-branded, no qual indústrias oferecem cartões virtuais para suas redes de varejistas. A solução permite acesso a crédito, prazos de pagamento e programas de benefícios vinculados às compras realizadas junto às indústrias parceiras. Diferentemente dos modelos tradicionais de cartão, a infraestrutura de pagamentos da empresa utiliza Pix para liquidação em tempo real.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;De acordo com a fintech, o objetivo é atender uma demanda ainda pouco digitalizada na relação entre indústria e varejo. “O lojista de ponta passou por uma revolução enorme em pagamentos, com cartões de crédito acoplados a benefícios, BNPL, diversas opções de parcelamento e experiências fluidas. O elo entre indústria e varejo ficou parado no tempo, a má calibragem de limites de crédito, prazos curtos e rígidos e experiência de pagamentos da década de 1980 têm limitado o crescimento do mercado. É esse gap que estamos atacando”, disse Moura.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A empresa foi fundada por Leonardo Moura, Henrique Meyer e Tomás Correa. Moura atuou como sócio da XP e no Itaú BBA, enquanto Meyer passou por instituições como Itaú BBA, Citi e HSBC. Correa é fundador da OpenCo, startup criada a partir da fusão entre Geru e Rebel.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Atualmente, a Robbin opera com empresas como Cantu, Chilli Beans, Baterias Moura, Malwee, Brinox e Juntos Somos Mais. Segundo a empresa, a solução está disponível para uma base potencial de mais de 300 mil pequenas e médias empresas ligadas a esses parceiros.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/robbin-capta-us-108-milhoes/&quot;&gt;Robbin capta US$ 108 milhões para ampliar crédito B2B com infraestrutura baseada em Pix&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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