<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773</atom:id><lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 23:03:07 +0000</lastBuildDate><category>Oportunidades de tecnologia</category><category>Notícias</category><category>cursos gratuitos</category><category>Tecnologia</category><category>Fitness</category><category>Educação financeira</category><category>Empreendedorismo</category><category>esportes</category><title>Tecnologia dev-ink</title><description></description><link>https://www.dev-inksites.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2205</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-2906514897196611424</guid><pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:48:30 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-27T08:48:30.952-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Economia prateada avança no digital e expõe lacunas na experiência de usuários 60+</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Rascunho-imagens-3-1.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/economia-prateada-avanca-no-digital/&quot;&gt;Economia prateada avança no digital e expõe lacunas na experiência de usuários 60+&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O avanço da chamada economia prateada no Brasil tem acelerado mudanças no desenvolvimento de produtos e serviços digitais. Com mais de 33 milhões de pessoas com 60 anos ou mais e movimentando cerca de R$ 2 trilhões na economia, esse público amplia sua presença como consumidor e empreendedor, influenciando setores como serviços financeiros, saúde e comércio eletrônico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dados recentes indicam que a digitalização dessa faixa etária cresce em ritmo acelerado. Segundo o IBGE, a proporção de pessoas com 60+ conectadas à internet passou de 44,8% em 2019 para 69,8% em 2024. O movimento, no entanto, não elimina desafios estruturais nas jornadas digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Hoje, os setores que mais capturam esse valor são aqueles ligados à vida prática, como serviços financeiros, saúde, e-commerce e plataformas de gestão para pequenos negócios”, afirma Fernando Garre, desenvolvedor da &lt;a href=&quot;https://gateware.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;Gateware&lt;/a&gt;. Ele destaca que, embora o público esteja mais conectado, ainda existem barreiras relevantes na experiência digital, especialmente em etapas críticas como autenticação, pagamento e navegação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Economia prateada no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A expansão da economia prateada também é impulsionada pelo empreendedorismo. O Brasil reúne cerca de 4,5 milhões de negócios liderados por pessoas com mais de 60 anos, um crescimento de 58,6% na última década. Esse grupo demanda soluções digitais com foco em funcionalidade e previsibilidade. “O empreendedor sênior não quer uma tecnologia menor. Ele quer uma tecnologia mais respeitosa: clara, segura, eficiente e orientada ao resultado”, diz Garre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do aumento da conectividade, indicadores mostram um descompasso entre acesso e experiência. Taxas de abandono em cadastros, desistência em checkouts e aumento no volume de atendimentos são sinais recorrentes. “Muitas pessoas conseguem acessar a internet, mas ainda enfrentam dificuldade em etapas críticas. O problema não é o público não entender tecnologia, mas a tecnologia não ter sido desenhada para ser compreendida”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No comércio eletrônico, por exemplo, fatores como clareza, segurança e reputação da marca tendem a ter mais peso do que preço. Já em fintechs, há espaço para expansão, mas a percepção de risco ainda limita a adesão a soluções mais complexas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A questão da segurança digital é outro ponto sensível. Pesquisas indicam maior exposição desse público a fraudes financeiras, o que impacta diretamente o desenho de produtos. “Segurança precisa estar no desenho da jornada desde o começo. É preciso proteger sem intimidar e orientar sem infantilizar”, diz Garre.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Tecnologia a favor do público 60+&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No campo tecnológico, empresas têm explorado recursos como biometria, inteligência artificial e reconhecimento facial para simplificar acessos e aumentar a proteção. Ainda assim, especialistas apontam que a principal transformação não está apenas na adoção de novas tecnologias, mas na mudança de abordagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Benchmarks internacionais reforçam que usuários mais velhos utilizam múltiplos serviços digitais quando percebem valor e segurança, mas enfrentam dificuldades em interfaces complexas. Estudos de usabilidade indicam que simplificação de etapas, linguagem direta e suporte acessível são fatores determinantes para melhorar conversão e retenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para empresas, o cenário indica uma mudança estrutural. A economia prateada não se limita à inclusão de um novo público, mas exige o redesenho de produtos e serviços para uma população que envelhece de forma mais ativa, conectada e exigente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A economia prateada não está entrando no digital. Ela já entrou. A pergunta agora é quais empresas estão preparadas para recebê-la com inteligência, segurança e respeito”, conclui Garre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/economia-prateada-avanca-no-digital/&quot;&gt;Economia prateada avança no digital e expõe lacunas na experiência de usuários 60+&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/GKI7wdl&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/economia-prateada-avanca-no-digital-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-2786160917172090945</guid><pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:48:24 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-27T07:48:24.176-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Como tecnologia, verticalização e M&amp;A estão redesenhando o jogo competitivo</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2025/07/MA.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/ma-estao-redesenhando-o-jogo-competitivo/&quot;&gt;Como tecnologia, verticalização e M&amp;amp;A estão redesenhando o jogo competitivo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Por Alex Anton&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Crescer no mercado de tecnologia significou, ao longo dos últimos anos, escalar um único produto, ampliar a carteira de clientes e ganhar eficiência operacional. Esse modelo, no entanto, deixou de ser suficiente. Em um ambiente cada vez mais competitivo, com consumidores exigentes e ciclos de inovação curtos, crescer passou a exigir mais do que volume, demanda profundidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, a verticalização ganha força como uma das teses mais saudáveis e consistentes de crescimento para empresas do setor. Ao alterar a lógica tradicional de expansão, as companhias deixam de depender exclusivamente de um único mercado ou indústria e passam a operar em negócios plurais, conectados por tecnologia, dados e inteligência. Esse movimento amplia oportunidades tanto dentro de um mesmo ecossistema quanto entre verticais complementares, criando um ciclo virtuoso de eficiência, relacionamento e geração de valor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criar verticais, no entanto, não significa diversificar por diversificar ou simplesmente empilhar produtos e serviços. É sobre construir um ecossistema de soluções que antecipem necessidades do cliente e construam uma jornada integrada e eficiente. Com isso, ao aprofundar conhecimento, especialização e capacidade de resolver problemas reais de setores específicos, as empresas conquistam mais relevância, aumentam a retenção e ampliam de forma consistente o valor percebido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, esse aprofundamento em uma vertical tende a se traduzir em crescimento consistente, o CVCRM, por exemplo, ampliou sua base de clientes em mais de 590% desde 2020 e mais do que dobrou o volume de vendas no período, evidenciando como especialização e integração a um ecossistema geram tração sustentável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ancorado em uma estratégia clara de longo prazo, o sucesso desse movimento exige escolhas bem definidas e uma análise rigorosa de sinergia entre as verticais. Cada nova frente deve ampliar a capacidade da empresa de sanar problemas estruturais de um segmento específico, interligando soluções ao longo de toda a cadeia de valor, sem perder coerência estratégica no percurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acredito que o ponto de partida esteja na aquisição de uma empresa beachhead, que domina profundamente um segmento, reúne uma base relevante de clientes, possui um produto validado e clareza sobre a dor central que resolve. Funcionando como âncora da nova vertical, ela viabiliza aquisições complementares que agregam capacidades, automação, dados e inteligência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse modelo reduz o tempo de entrada no mercado, ao passo que a companhia já nasce com tração e especialização. Ao conectar soluções especialistas, com uso intensivo de dados e inteligência artificial, o ganho é concreto: mais produtividade, mais eficiência operacional e valor real entregue ao cliente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas acredito que aqui há um ponto de atenção importante: embora exista uma ansiedade natural por resultados rápidos, quando falamos em verticalização a escalabilidade precisa ser analisada sob a ótica do valor sustentável. Há, sim, ganhos no curto e no médio prazo, especialmente a partir de sinergias comerciais e operacionais. Porém, a construção de uma vertical forte é, por natureza, um projeto contínuo, uma aposta que exige disciplina, visão e consistência.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O que separa bons deals de boas decisões?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em muitos casos, os fatores que realmente determinam o sucesso de uma aquisição estão fora do valuation. Aderência cultural, qualidade da liderança, robustez tecnológica, alinhamento estratégico do produto e capacidade de gerar dados e inteligência precisam estar no centro da decisão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando esses elementos são negligenciados, o risco de perda de foco no cliente e de frustração de expectativas crescem significativamente. Não por acaso, os principais desafios surgem na fase de integração. Diante desse cenário, governança, planejamento e acompanhamento contínuo são tão importantes quanto a negociação inicial.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;M&amp;amp;A como motor de transformação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a pesquisa “O futuro estratégico das fusões e aquisições no Brasil: M&amp;amp;A como impulso à transformação”, realizada pela Deloitte em 2024, 33% das 122 empresas que atuam no país realizaram operações de M&amp;amp;A nos últimos cinco anos, enquanto 46% pretendem fazê-lo nos próximos. Os dados reforçam o apetite do mercado por essa estratégia de crescimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com um mercado mais racional e estratégico, compradores mais seletivos, foco em sinergia real e empresas bem estruturadas tendem a se destacar neste ano. De fato, não será um mercado de volume, mas de qualidade, favorável tanto para quem compra quanto para quem está preparado para vender.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, o M&amp;amp;A se consolidou como um dos principais instrumentos de crescimento e construção de vantagem competitiva quando orientado por uma tese clara de verticalização. Empresas que fazem essa escolha trocam a escala genérica pela profundidade estratégica: tornam-se menos dependentes de um único setor, ganham fôlego de longo prazo e constroem posições mais resilientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pergunta que conselhos, CEOs e investidores precisam se fazer não é “como crescer mais rápido?”, mas “em que cadeia de valor queremos ser realmente insubstituíveis?”. Crescer, daqui para frente, não é fazer mais. É escolher onde aprofundar essa escolha com estratégia, execução e propósito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Alex Anton é CSO da Starian, empresa especialista em ecossistemas verticais&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/ma-estao-redesenhando-o-jogo-competitivo/&quot;&gt;Como tecnologia, verticalização e M&amp;amp;A estão redesenhando o jogo competitivo&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/b5GhBNH&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/como-tecnologia-verticalizacao-e-m.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4474550660983428571</guid><pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:48:04 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-24T10:48:04.431-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Fusão entre Olenox e CS Digital aposta em data centers off-grid para mineração e IA</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2025/11/bitcoin.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/fusao-entre-olenox-e-cs-digital/&quot;&gt;Fusão entre Olenox e CS Digital aposta em data centers off-grid para mineração e IA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fusão proposta entre Olenox Industries Inc. e CS Digital Ventures apresenta um modelo baseado em data centers construídos próximos à geração de energia e fora da rede elétrica convencional. A estratégia busca reduzir custos operacionais e aumentar a previsibilidade da mineração de Bitcoin.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CS Digital contribui com cerca de 2,1 exahashes de capacidade instalada e experiência na implantação de mais de 20 data centers em diferentes regiões. A proposta é integrar essa operação à infraestrutura energética da Olenox, criando uma plataforma que pode ser utilizada tanto para mineração quanto para cargas computacionais relacionadas à inteligência artificial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Bernardo Schucman, cofundador e CEO da CS Digital, “2026 pode marcar o início de uma nova fase, com data centers fora da rede sendo construídos perto da geração de energia”. A abordagem indica uma tendência de descentralização da infraestrutura digital, reduzindo dependência de grids tradicionais.&lt;br /&gt;
Além do impacto em custos, o modelo também pode alterar a forma como projetos de mineração são estruturados, aproximando-os de hubs energéticos e ampliando a flexibilidade para expansão. A convergência entre mineração e infraestrutura de IA também reforça o papel dos data centers como ativos estratégicos em diferentes verticais tecnológicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa ocorre em um momento em que eficiência energética e escalabilidade se tornam fatores centrais para a sustentabilidade do setor, especialmente diante do aumento da dificuldade de mineração e da necessidade de otimizar operações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ler mais sobre a movimentação, acesse a &lt;a href=&quot;https://www.gazetamercantil.digital/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;Gazeta Mercantil&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/fusao-entre-olenox-e-cs-digital/&quot;&gt;Fusão entre Olenox e CS Digital aposta em data centers off-grid para mineração e IA&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/gAT1fGm&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/fusao-entre-olenox-e-cs-digital-aposta.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-1299874495724255450</guid><pubDate>Fri, 24 Apr 2026 14:48:36 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-24T07:48:36.816-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>“Segunda Onda” da Inteligência Artificial será decisiva para as empresas</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2025/07/inteligencia-artificial.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/segunda-onda-da-inteligencia-artificial/&quot;&gt;“Segunda Onda” da Inteligência Artificial será decisiva para as empresas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inteligência artificial passa por uma transição no uso corporativo, com foco na integração aos processos centrais das empresas. A avaliação é de Rodny A. Coronel, regional manager da ELO Digital Office Espanha, que aponta 2026 como o início de uma etapa em que a tecnologia deixa de ser aplicada em projetos isolados e passa a operar como parte da infraestrutura empresarial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dados do mercado europeu mostram avanço na adoção. Na Espanha, o uso de IA por pequenas e médias empresas passou de 7,4% em 2022 para 23,3% em 2025. Entre grandes empresas, 21,1% utilizam IA em processos produtivos. “Não é ficção científica: é infraestrutura em funcionamento”, afirma Coronel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O uso corporativo se concentra em análise de linguagem escrita (44,7%) e automação de fluxos de trabalho (39%). Tecnologias como machine learning, automação e IA generativa já estão inseridas nas operações.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Segunda onda da IA no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O cenário brasileiro reforça o impacto econômico da adoção. Segundo o porta-voz, 95% das empresas que utilizam IA registram aumento de receita, com média de 31%. Além disso, 85% projetam redução de custos e 89% esperam crescimento no curto prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para tomadores de decisão, o dado central não está apenas na adoção, mas na forma de implementação. A primeira fase foi marcada por ferramentas desconectadas do núcleo operacional. A nova etapa prioriza integração com sistemas como ERP e CRM e redesenho de processos completos. “O erro da primeira fase foi utilizar ferramentas isoladas, desconectadas do core empresarial”, diz Coronel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do avanço, a adoção ainda apresenta diferenças entre países. Dinamarca, Finlândia e Suécia lideram, enquanto Espanha e Portugal aparecem em níveis mais baixos. O principal obstáculo apontado é a falta de conhecimento interno, citada por 74,4% das empresas que ainda não adotaram IA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto relevante para empresas é o retorno sobre investimento. Embora 88% das organizações utilizem IA em alguma função, apenas cerca de 6% alcançam impacto relevante. Essas empresas se destacam pela integração da tecnologia aos processos e pela revisão da estrutura operacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A próxima etapa está associada à automação cognitiva, com sistemas capazes de interpretar dados e executar decisões. A expectativa é que esse mercado ultrapasse 50 bilhões de euros até 2032.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No campo estratégico, o movimento indica que a vantagem competitiva não está na adoção isolada da tecnologia, mas na capacidade de incorporá-la à operação. A tendência é de consolidação de plataformas integradas e modelos que atendam a requisitos regulatórios, especialmente na Europa, onde parte dos investimentos em IA está ligada à conformidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“2025 foi o ano dos testes. 2026 é o da implementação real”, afirma Coronel.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/segunda-onda-da-inteligencia-artificial/&quot;&gt;“Segunda Onda” da Inteligência Artificial será decisiva para as empresas&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/mHuWpKf&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/segunda-onda-da-inteligencia-artificial.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-8464193700752202278</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:48:54 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-23T11:48:54.890-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Startups brasileiras avançam em maturidade, mas ainda enfrentam gargalos de capital e concentração regional</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Startup-summit-2025-startups-brasileiras-scaled.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startups-brasileiras-avancam-em-maturidade/&quot;&gt;Startups brasileiras avançam em maturidade, mas ainda enfrentam gargalos de capital e concentração regional&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ecossistema de startups no Brasil entra em uma nova fase de consolidação, marcada por maior maturidade operacional, previsibilidade de receita e foco em modelos escaláveis. Ao mesmo tempo, segue convivendo com entraves históricos, como a concentração geográfica e o acesso desigual ao capital de risco. É o que mostra um levantamento do Sebrae Startups, baseado nas mil empresas selecionadas para a edição de 2025 do Prêmio Sebrae Startups.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O retrato reforça uma tendência já observada nos últimos anos: o ecossistema brasileiro está menos experimental e mais orientado a negócios sustentáveis. Mais de 90% das startups analisadas já superaram fases iniciais e operam em estágios de validação, tração ou crescimento. Além disso, dois terços têm mais de três anos de existência, o que indica maior resiliência em um ambiente ainda marcado por volatilidade macroeconômica e ciclos mais cautelosos de investimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse movimento acompanha uma mudança global no venture capital, que desde 2022 passou a priorizar eficiência operacional e geração de receita em detrimento do crescimento acelerado a qualquer custo. No Brasil, esse ajuste se traduz em modelos mais previsíveis, com 60,2% das startups adotando estratégias baseadas em SaaS ou assinaturas, e ampla adoção de receita recorrente mensal (MRR).&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Concentração ainda define o mapa, mas novos polos ganham força&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apesar do avanço estrutural, o estudo confirma que a geografia da inovação brasileira continua concentrada. O Sudeste responde por 40,2% das startups analisadas, com destaque para São Paulo, que sozinho representa um quarto do total.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse dado evidencia que, mesmo com a digitalização ampliando o alcance de negócios, fatores como acesso a capital, redes de relacionamento e infraestrutura ainda pesam na formação de polos tecnológicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, o crescimento de regiões fora do eixo tradicional indica uma descentralização gradual. Santa Catarina aparece como o segundo principal hub do país, enquanto estados como Pernambuco, Distrito Federal e Pará se consolidam como âncoras regionais. Esse movimento sugere que políticas de fomento e iniciativas locais começam a gerar efeitos mais consistentes, ainda que em ritmo desigual.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;B2B e software dominam e refletem busca por eficiência&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O perfil das startups brasileiras também revela uma orientação clara para o mercado corporativo. O modelo B2B representa 67,3% das empresas analisadas, enquanto o software responde por 55% das soluções desenvolvidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa combinação não é casual. Em um cenário de crédito mais restrito e investidores mais seletivos, negócios com maior previsibilidade de receita, margens mais altas e escalabilidade tendem a ser priorizados. O B2B oferece tickets médios maiores e contratos mais estruturados, enquanto o software reduz custos marginais e facilita a expansão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, isso indica que o ecossistema brasileiro está alinhado a uma lógica mais pragmática, focada em resolver dores específicas de empresas e gerar retorno financeiro mais rápido — um contraste com ciclos anteriores mais voltados à experimentação em B2C.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;IA avança, mas desigualdade tecnológica persiste&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A adoção de inteligência artificial aparece como um dos principais vetores de transformação, mas de forma heterogênea. Parte relevante das startups utiliza APIs e serviços prontos, o que permite acelerar o desenvolvimento com menor custo. Outra parcela investe em tecnologia proprietária, especialmente em setores mais intensivos em pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, cerca de 13% das empresas não utilizam IA ou tecnologias avançadas de dados. Esse dado revela uma dualidade: enquanto algumas startups operam na fronteira tecnológica, outras ainda enfrentam barreiras de acesso a conhecimento técnico e recursos — especialmente fora dos grandes centros.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Capital continua sendo o principal gargalo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O maior descompasso identificado no estudo está na relação entre demanda e acesso a investimento. Embora 81,3% das startups estejam em busca de capital, mais da metade ainda não captou recursos de venture capital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse cenário expõe um dos principais desafios estruturais do ecossistema brasileiro: a dificuldade de conectar startups, especialmente fora do eixo Rio-São Paulo, a investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O fato de mais de 80% das startups estarem em busca de investimento, mas mais da metade ainda não ter captado, evidencia a necessidade de fortalecer as conexões com o mercado de capital, especialmente fora dos grandes centros. O Sebrae atua para reduzir essa distância e preparar as startups para esse acesso”, afirma Bruno Quick.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, o alto número de empresas operando com recursos próprios ou editais públicos indica um ecossistema resiliente, mas também sugere um potencial represado para fundos de investimento que ainda não conseguem alcançar essas startups.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O levantamento também aponta avanços graduais em diversidade, com mulheres presentes em 44% dos quadros societários e pessoas negras em 28%. Apesar da evolução, os números ainda estão abaixo da representatividade populacional, indicando barreiras persistentes de acesso a capital, redes e formação.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Um ecossistema mais maduro e mais exigente&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O panorama geral indica que o Brasil deixou para trás uma fase de crescimento desordenado e caminha para um ecossistema mais sólido, orientado a fundamentos de negócio. No entanto, esse amadurecimento vem acompanhado de novas exigências: maior eficiência, acesso qualificado a capital e redução das desigualdades regionais e estruturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para 2026, o desafio não é apenas criar novas startups, mas garantir que elas consigam escalar de forma sustentável e que esse crescimento seja distribuído de maneira mais equilibrada pelo país.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startups-brasileiras-avancam-em-maturidade/&quot;&gt;Startups brasileiras avançam em maturidade, mas ainda enfrentam gargalos de capital e concentração regional&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/wMJP1gv&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/startups-brasileiras-avancam-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-8110389803788931748</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:48:34 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-23T07:48:34.136-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Reforma Tributária e valuation: o novo impacto invisível nas PMEs e startups</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Design-sem-nome-2023-01-12T102017.468.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/reforma-tributaria-e-valuation/&quot;&gt;Reforma Tributária e valuation: o novo impacto invisível nas PMEs e startups&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Por Rafael Caribé&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando se fala em Reforma Tributária, a maioria das pessoas pensam em simplificação de impostos. Menos guias, menos confusão, menos burocracia. Mas existe um efeito pouco discutido que pode impactar diretamente pequenas e médias empresas e startups: o valor que essas empresas passam a ter no mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O valuation nada mais é do que o valor de uma empresa aos olhos dos investidores, e isso não depende só de faturamento, pois está diretamente ligado à margem de lucro, à geração de caixa e à previsibilidade financeira. No Brasil, esses três fatores sempre tiveram forte influência do regime tributário escolhido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante anos, muitas empresas conseguiram manter margens mais altas por estarem enquadradas em regimes como o Simples Nacional ou o Lucro Presumido. Em alguns casos, a diferença de tributação entre um modelo e outro representa vários pontos percentuais no resultado final. Isso significa que parte da rentabilidade vinha do modelo tributário, não necessariamente da eficiência da operação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a Reforma Tributária e a mudança na forma como os impostos sobre consumo serão cobrados, essa diferença tende a diminuir ao longo do tempo. O sistema ficará mais padronizado. Na prática, isso pode reduzir distorções entre empresas do mesmo setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que isso significa? Que algumas empresas podem ver suas margens encolherem. E margem menor normalmente leva a valuation menor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto importante é que o novo modelo tributário amplia a lógica de compensação de créditos ao longo da cadeia. Traduzindo: empresas que organizarem melhor seus fornecedores e sua estrutura de custos podem pagar menos imposto de forma estratégica. Isso faz com que a gestão tributária deixe de ser apenas uma obrigação burocrática e passe a ser uma alavanca de geração de caixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o caixa é um dos principais fatores que investidores analisam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para startups, o impacto pode ser ainda mais sensível. Muitas operam no início com lucro baixo ou até prejuízo, apostando no crescimento acelerado. Se o novo sistema alterar custos, precificação ou despesas operacionais, isso pode mexer nas projeções financeiras apresentadas a investidores. Pode reduzir o tempo que a empresa consegue operar com o dinheiro em caixa antes de precisar de um novo aporte. Pode mudar a dinâmica de crescimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E investidores compram expectativa de futuro. Se o cenário muda, o valor muda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe ainda um detalhe importante: muitas PMEs hoje têm como diferencial uma eficiência tributária que não aparece claramente nos relatórios estratégicos. É uma vantagem “invisível”. Com a Reforma, parte dessa vantagem pode desaparecer, deixando mais evidente quem é eficiente de fato e quem dependia do modelo tributário para sustentar o resultado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, tratar a Reforma Tributária como um tema apenas contábil é um erro. Ela impacta preço, margem, estrutura de custos, planejamento financeiro e até decisões societárias. Impacta, diretamente, o valor da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos próximos anos, investidores devem olhar com mais atenção para a capacidade das empresas de se adaptarem ao novo cenário. Negócios que demonstram organização, clareza financeira e boa gestão tributária tendem a ser vistos como menos arriscados. E quanto menor o risco percebido, maior costuma ser o valor atribuído.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Reforma pode simplificar o sistema brasileiro. Mas, para PMEs e startups, ela também traz uma mudança silenciosa na forma como o mercado enxerga valor. O impacto pode não aparecer de imediato no caixa, mas pode aparecer na hora de negociar investimento, vender participação ou buscar crédito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem entender isso antes terá mais poder de negociação. Quem ignorar pode descobrir tarde demais que o imposto mudou, e o valuation também.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Rafael Caribé é cofundador e CEO da Agilize, primeira contabilidade online do Brasil. Com formação em Ciências da Computação pela Universidade Federal da Bahia, o empreendedor possui forte atuação em tecnologia e inovação, experiência na criação de soluções digitais voltadas à formalização de negócios, redução da burocracia e aumento da eficiência na relação entre empreendedores e o sistema tributário&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/reforma-tributaria-e-valuation/&quot;&gt;Reforma Tributária e valuation: o novo impacto invisível nas PMEs e startups&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/yOSNbJH&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/reforma-tributaria-e-valuation-o-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-97591466694030235</guid><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:48:43 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-22T07:48:43.119-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2022/07/fintechs-2.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-que-esta-em-jogo-na-disputa-entre-fintechs-e-bancos/&quot;&gt;Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos últimos anos, o setor financeiro passou por uma grande transformação com o surgimento das fintechs e dos bancos digitais. As fintechs são empresas que utilizam tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais rápida, acessível e com menos burocracia. Muitas delas evoluíram para bancos digitais completos, competindo diretamente com instituições financeiras tradicionais. No Brasil e no mundo, esse modelo ganhou milhões de usuários devido à praticidade e aos custos reduzidos. Entretanto, apesar das vantagens, também existem riscos envolvidos, tanto nos bancos digitais quanto nos bancos tradicionais, como demonstram alguns casos recentes no mercado financeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os bancos tradicionais dominaram o sistema financeiro por décadas. Instituições físicas possuem agências, grande estrutura operacional e regulamentações rígidas. Em geral, esses bancos oferecem uma grande variedade de serviços, como contas correntes, investimentos, empréstimos, seguros e financiamentos. Apesar da segurança e da credibilidade construída ao longo do tempo, muitos clientes sempre reclamaram de taxas elevadas, burocracia e dificuldade de acesso a determinados serviços.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o avanço da tecnologia e da internet, surgiram as fintechs, que trouxeram uma nova forma de lidar com o dinheiro. Diferente dos bancos tradicionais, muitas fintechs operam exclusivamente de forma digital, sem agências físicas. Isso reduz significativamente os custos operacionais, permitindo que ofereçam serviços com taxas menores ou até gratuitas. Além disso, a abertura de contas costuma ser muito mais simples e rápida, podendo ser feita diretamente pelo celular em poucos minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as principais vantagens dos bancos digitais está a praticidade. Os clientes podem realizar praticamente todas as operações pelo aplicativo, como transferências, pagamentos, investimentos e controle de gastos. Outra vantagem importante é a transparência nas tarifas e a facilidade de acesso para pessoas que antes tinham dificuldade em abrir contas em bancos tradicionais. Esse processo ajudou a aumentar a inclusão financeira em diversos países, especialmente no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;figure class=&quot;wp-block-image size-full&quot;&gt;&lt;img fetchpriority=&quot;high&quot; decoding=&quot;async&quot; width=&quot;635&quot; height=&quot;423&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.jpeg&quot; alt=&quot;Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos&quot; class=&quot;wp-image-258574&quot; title=&quot;Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.jpeg 635w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-300x200.jpeg 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-391x260.jpeg 391w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-150x100.jpeg 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-450x300.jpeg 450w&quot; sizes=&quot;(max-width: 635px) 100vw, 635px&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, os bancos tradicionais ainda possuem algumas vantagens relevantes. Por terem uma estrutura maior e mais consolidada, geralmente contam com maior experiência no mercado financeiro e com equipes robustas de gestão de risco. Além disso, a presença de agências físicas pode ser importante para determinados clientes, principalmente em situações mais complexas, como financiamentos grandes ou negociações empresariais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto importante é a regulamentação. Tanto bancos digitais quanto tradicionais precisam seguir regras estabelecidas pelos órgãos reguladores, como o banco central de cada país. Essas regras existem para proteger os clientes e garantir a estabilidade do sistema financeiro. No Brasil, por exemplo, depósitos em contas bancárias costumam ter proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até determinado valor por CPF e instituição, o que aumenta a segurança para os clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar dessas proteções, o sistema financeiro nunca está totalmente livre de riscos. Problemas de gestão, crises econômicas ou decisões financeiras arriscadas podem afetar instituições financeiras de qualquer tipo. Um exemplo que chamou atenção foi o caso do Banco Master, uma instituição física que enfrentou questionamentos no mercado financeiro. Situações como essa mostram que o risco não está apenas em fintechs ou bancos digitais; mesmo instituições tradicionais podem enfrentar dificuldades dependendo da forma como administram seus recursos e investimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse tipo de situação também revela um ponto importante: a confiança é um dos pilares do sistema bancário. Bancos trabalham com o dinheiro de milhares ou milhões de clientes, e qualquer sinal de instabilidade pode gerar preocupação no mercado. Quando surgem notícias negativas sobre uma instituição, investidores e clientes podem reagir rapidamente, retirando recursos ou evitando novos investimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos bancos digitais, alguns riscos adicionais estão relacionados principalmente à tecnologia. Como todas as operações ocorrem online, problemas de segurança digital, ataques cibernéticos ou falhas nos sistemas podem afetar o funcionamento dos serviços. Por isso, essas empresas precisam investir constantemente em segurança da informação, criptografia e proteção de dados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro risco importante envolve o crescimento acelerado de algumas fintechs. Muitas startups financeiras crescem muito rápido e precisam equilibrar inovação com responsabilidade financeira. Caso não exista uma gestão eficiente de crédito, investimentos ou capital, a instituição pode enfrentar dificuldades no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;figure class=&quot;wp-block-image size-full&quot;&gt;&lt;img decoding=&quot;async&quot; width=&quot;614&quot; height=&quot;410&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.jpeg&quot; alt=&quot;Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos&quot; class=&quot;wp-image-258575&quot; title=&quot;Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.jpeg 614w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-300x200.jpeg 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-391x260.jpeg 391w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-150x100.jpeg 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-450x300.jpeg 450w&quot; sizes=&quot;(max-width: 614px) 100vw, 614px&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Além disso, existe também o risco relacionado ao comportamento dos próprios clientes. Com a facilidade de acesso ao crédito em aplicativos, algumas pessoas podem acabar assumindo dívidas maiores do que conseguem pagar. Isso pode gerar problemas tanto para os consumidores quanto para as instituições financeiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar desses riscos, é importante destacar que o avanço das fintechs trouxe benefícios significativos para o sistema financeiro. A concorrência entre bancos tradicionais e digitais fez com que muitas instituições melhorassem seus serviços, reduzissem tarifas e investissem mais em tecnologia. Hoje, até bancos tradicionais oferecem aplicativos avançados e serviços digitais semelhantes aos das fintechs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O futuro do sistema financeiro provavelmente será marcado por uma integração cada vez maior entre tecnologia e serviços bancários. Bancos tradicionais tendem a se tornar mais digitais, enquanto fintechs precisam amadurecer sua gestão financeira e estrutura regulatória. Esse equilíbrio pode trazer um sistema mais eficiente, competitivo e acessível para os consumidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fintechs e bancos digitais representam uma grande inovação no setor financeiro, oferecendo praticidade, menor custo e maior inclusão financeira. No entanto, assim como os bancos tradicionais, essas instituições também enfrentam desafios e riscos relacionados à gestão, segurança e estabilidade econômica. Casos como o do Banco Master mostram que nenhum modelo bancário está totalmente livre de problemas. Por isso, é fundamental que existam regulamentações fortes, boa gestão das instituições e também educação financeira para que os clientes possam utilizar os serviços bancários de forma segura e consciente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível dizer que o sistema financeiro atual lembra muito algumas histórias da cultura pop. Em muitos filmes e séries, existe sempre um momento em que o mundo antigo começa a dar espaço para algo novo e mais tecnológico. Um exemplo é o universo de Star Wars, onde diferentes tecnologias e sistemas convivem e evoluem ao longo do tempo. Da mesma forma, no setor financeiro, bancos tradicionais e fintechs representam duas “gerações” de um mesmo sistema que está em constante transformação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os bancos físicos seriam como as estruturas clássicas que sustentaram tudo por muito tempo, enquanto os bancos digitais funcionam como as novas tecnologias que tornam tudo mais rápido e acessível. Porém, assim como nas histórias de ficção, a tecnologia por si só não resolve todos os problemas: ainda é preciso responsabilidade, estratégia e confiança para manter o equilíbrio. No fim das contas, o mais provável é que o futuro dos bancos não seja uma batalha entre o antigo e o novo, mas sim uma combinação dos dois, algo como quando diferentes forças se unem para manter o equilíbrio da galáxia.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-que-esta-em-jogo-na-disputa-entre-fintechs-e-bancos/&quot;&gt;Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/lilian-primo/&quot;&gt;Lilian Primo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/Ie3L6zm&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/entre-disrupcao-e-estabilidade-o-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-3299446624462095083</guid><pubDate>Tue, 21 Apr 2026 14:48:39 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-21T07:48:39.723-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Finlândia amplia iniciativas para atrair brasileiros e reforça conexão com ecossistema de inovação do Brasil</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/finlandia.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/finlandia-amplia-iniciativas-para-atrair-brasileiros/&quot;&gt;Finlândia amplia iniciativas para atrair brasileiros e reforça conexão com ecossistema de inovação do Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Business Finland lançou uma iniciativa para atrair profissionais brasileiros qualificados, com foco em tecnologia e inovação. O projeto “&lt;a href=&quot;https://www.workinfinland.com/en/open-jobs/discover-finland/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;Discover Finland&lt;/a&gt;”, conduzido pela unidade Work in Finland, oferece cursos gratuitos e sessões de mentoria para preparar candidatos para o mercado de trabalho finlandês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa ocorre em um contexto de aumento da mobilidade internacional de talentos e da necessidade de países europeus em preencher lacunas de mão de obra qualificada. Dados da Statistics Finland mostram que a imigração se tornou o principal motor do crescimento populacional no país, embora a migração baseada em trabalho ainda represente uma parcela menor desse total.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o Ministério das Relações Exteriores, cerca de 4,9 milhões de brasileiros vivem no exterior, indicando uma tendência de internacionalização da força de trabalho nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O ecossistema de inovação finlandês está em constante crescimento. O objetivo do projeto é tornar as informações sobre trabalhar na Finlândia mais acessíveis, oferecendo orientações confiáveis e precisas para profissionais brasileiros. Além de informações relacionadas à carreira, o projeto também oferece uma perspectiva prática sobre a mudança com a família e a vida na Finlândia”, afirma Sezin Ata Diler, especialista de projetos do Work in Finland.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A plataforma reúne conteúdos sobre busca de emprego, cultura de trabalho e adaptação ao país, além de sessões de coaching com especialistas. A proposta é preparar profissionais para áreas como tecnologia, digitalização, manufatura, energia e healthtech.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Conexão entre Brasil e Finlândia no ecossistema de inovação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A aproximação entre Brasil e Finlândia reflete um movimento mais amplo de cooperação entre ecossistemas de inovação. O Brasil concentra um dos maiores mercados de startups da América Latina. Segundo a Associação Brasileira de Startups, o país reúne mais de 14 mil startups ativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a Finlândia possui um ecossistema consolidado, com forte atuação em tecnologia profunda, educação e sustentabilidade. O país abriga iniciativas como o Slush, um dos principais encontros globais de startups e investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, países europeus têm ampliado programas de atração de talentos internacionais. Relatórios da OCDE indicam que a escassez de profissionais em tecnologia é um dos principais desafios para economias desenvolvidas, o que impulsiona políticas de imigração qualificada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sinergia entre os dois mercados ocorre por complementaridade: enquanto o Brasil oferece escala de mercado e diversidade de soluções, a Finlândia apresenta infraestrutura tecnológica, investimento em pesquisa e políticas públicas voltadas à inovação.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/finlandia-amplia-iniciativas-para-atrair-brasileiros/&quot;&gt;Finlândia amplia iniciativas para atrair brasileiros e reforça conexão com ecossistema de inovação do Brasil&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/EhynPZI&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/finlandia-amplia-iniciativas-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4727926029745513533</guid><pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:48:52 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-20T05:48:52.967-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Luizalabs abre 90 vagas gratuitas para formação em computação em nuvem</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2025/04/arte-padrao-17.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/luizalabs-abre-90-vagas-gratuitas/&quot;&gt;Luizalabs abre 90 vagas gratuitas para formação em computação em nuvem&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Luizalabs, área de tecnologia e inovação do Magalu, acaba de lançar o Movetech, programa de desenvolvimento para talentos diversos, com 90 vagas gratuitas para formação em computação em nuvem.&amp;nbsp;As oportunidades são destinadas a&amp;nbsp;pessoas com deficiência, profissionais com 40 anos ou mais e mulheres cis ou trans.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os interessados devem ter conhecimento básico de programação e computação em nuvem, além de disponibilidade para participar das aulas ao vivo, no período noturno, durante as 16 semanas de curso. As inscrições não têm custo e devem ser feitas, até &lt;a href=&quot;https://conteudo.carreiras.magazineluiza.com.br/move-tech-2026-inscricoes&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;1º de maio, pelo site&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Muito mais do que oferecer um curso gratuito, buscamos contribuir e gerar impacto no mercado com a capacitação de novos profissionais”, afirma Patricia Pugas, diretora executiva de gestão de pessoas do Magalu. “Historicamente, as áreas de tecnologia apresentam baixa diversidade entre os profissionais. O objetivo do Movetech é mitigar essa desigualdade, oferecendo capacitação gratuita de alta qualidade para esses talentos desenvolverem as competências necessárias e possam potencializar suas carreiras e trajetórias.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Movetech é a combinação dos programas anteriores do Magalu voltados para mulheres (Luiza&amp;lt;Code&amp;gt;), profissionais com mais de 40 anos (Desenvolve 40+) e pessoas com deficiência (&amp;lt;Div&amp;gt;). Ao todo, essas iniciativas já ofereceram 700 bolsas, com formação estruturada, mentoria com especialistas e experiências práticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os selecionados para participar do Movetech terão sessões de mentoria com o time da Magalu Cloud, treinamentos para processos seletivos e emissão de certificado ao final do curso. O conteúdo programático, com 100 horas, inclui fundamentos de sistemas e infraestrutura, desenvolvimento e operação de aplicações (DevOps), gestão de dados e persistência, observabilidade e resiliência de sistemas e arquitetura de soluções em nuvem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As aulas acontecerão de segunda a quinta-feira, de forma online e ao vivo, com duração de três horas cada. Todos os alunos que finalizarem a programação com sucesso passam a compor o banco de talentos do Magalu e terão a oportunidade de participar das seleções abertas.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/luizalabs-abre-90-vagas-gratuitas/&quot;&gt;Luizalabs abre 90 vagas gratuitas para formação em computação em nuvem&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/2DFw3ON&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/luizalabs-abre-90-vagas-gratuitas-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-1631131498856472763</guid><pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:48:45 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-17T08:48:45.716-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>O que mudou nas conversas entre startups e investidores em 2026</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Guilherme-Skaf-Amorim_Rosey-Ventures-investidores-e1776439418111.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/conversas-entre-startups-e-investidores-em-2026/&quot;&gt;O que mudou nas conversas entre startups e investidores em 2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O volume global de investimentos em venture capital voltou a ganhar tração em 2025, alcançando cerca de US$425 bilhões aportados em mais de 24 mil startups, um crescimento de 30% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Crunchbase.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, o mercado passou por uma reconfiguração significativa, com menos rodadas, maior concentração de capital e uma forte dominância de setores como inteligência artificial, de acordo com o relatório. Esse novo cenário ajuda a explicar por que, em 2026, as conversas entre startups e investidores se tornaram mais sofisticadas, criteriosas e, sobretudo, menos tolerantes a narrativas pouco fundamentadas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Novas formas de comunicação entre startups e investidores&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na avaliação de Guilherme Skaf Amorim, Diretor de Corporate Venture Capital do Grupo Marista, o principal deslocamento está na mudança de foco das histórias para a consistência do negócio. “Durante muitos anos, o pitch era quase um exercício de storytelling.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, ele precisa ser uma demonstração clara de execução, eficiência e capacidade de gerar valor real. A conversa ficou mais técnica e menos aspiracional. O investidor não compra mais apenas visão, ele demanda evidência e sustentabilidade dos números”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse movimento está diretamente ligado ao amadurecimento do mercado e ao fim de um ciclo de liquidez sem ressalvas, segundo o especialista. Na prática, isso se traduz em conversas mais profundas sobre unit economics, governança e caminhos de monetização, temas que antes apareciam como secundários nas rodadas iniciais.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O novo filtro dos investidores&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto que ganhou centralidade nas negociações é o papel da tecnologia como ferramenta competitiva real, e não mais como elemento acessório. Em um contexto em que a inteligência artificial se tornou quase mandatória, esse movimento também se reflete no fluxo de capital. Só em 2025, startups de IA captaram cerca de US$202 bilhões, concentrando quase 50% de todo o funding global de venture capital, segundo estimativa da Crunchbase.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante disso, investidores passaram a questionar não apenas o uso da tecnologia, mas sua aplicabilidade concreta e sua defensabilidade no longo prazo. “Dizer que usa IA deixou de ser diferencial. O que importa agora é como essa tecnologia sustenta uma vantagem competitiva difícil de replicar”, destaca Amorim.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, há uma mudança importante na dinâmica de poder entre fundadores e investidores. Se antes havia maior apetite por risco e uma disputa por oportunidades, hoje o capital está mais seletivo e paciente. Isso faz com que os processos de captação sejam mais longos, com maior diligência e exigência de transparência. “O empreendedor precisa estar preparado para um escrutínio muito mais técnico. Métricas infladas ou projeções pouco realistas são rapidamente descartadas”, pontua o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse novo ambiente também tem impulsionado uma reconfiguração nos próprios modelos de financiamento. Estruturas híbridas, como venture debt e rodadas mistas, ganham espaço como alternativas para equilibrar risco e retorno, especialmente em mercados mais voláteis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, cresce a relevância de estratégias que priorizam eficiência de capital, em detrimento de crescimento acelerado a qualquer custo, uma mudança de mentalidade que redefine o que significa sucesso no ecossistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Amorim, o que já se observa em 2026 não é apenas uma transformação conjuntural, mas um ajuste estrutural na forma como a inovação é financiada. “Estamos entrando em uma fase mais racional do venture capital, em que disciplina e clareza estratégica valem tanto quanto ambição. As startups que entenderem isso terão mais chances de captar e de construir negócios mais resilientes no longo prazo”, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/conversas-entre-startups-e-investidores-em-2026/&quot;&gt;O que mudou nas conversas entre startups e investidores em 2026&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/G53cWMJ&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/o-que-mudou-nas-conversas-entre.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-7539824316001381286</guid><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:48:28 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-15T11:48:28.361-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Startup apoiada pelo Centelha cria aplicativo para crianças autistas usado em 179 países</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/centelha-aplicativo.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-apoiada-pelo-centelha/&quot;&gt;Startup apoiada pelo Centelha cria aplicativo para crianças autistas usado em 179 países&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma startup brasileira apoiada pelo Programa Centelha desenvolveu um aplicativo voltado ao desenvolvimento cognitivo de crianças com autismo e outras neurodiversidades. A empresa, Jade Autism, registra mais de 185 mil downloads e presença em 179 países, com operação em quatro idiomas: português, espanhol, inglês e árabe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil, a solução é utilizada por mais de 5 mil estudantes e cerca de 1.500 educadores em instituições públicas e privadas. O aplicativo reúne jogos que geram dados utilizados para apoiar decisões pedagógicas e o acompanhamento do desenvolvimento das crianças por profissionais e familiares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A criação da startup teve origem após o diagnóstico de autismo do filho do fundador e CEO, Ronaldo Lima Cohin Ribeiro. Segundo ele, a proposta surgiu da necessidade de estruturar melhor o acompanhamento do desenvolvimento infantil. “Percebi que muitas decisões eram baseadas apenas em observações subjetivas, o que tornava o processo mais difícil e demorado. O objetivo era criar uma tecnologia que ajudasse a compreender melhor o desenvolvimento das crianças e apoiar intervenções mais assertivas”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o executivo, os dados coletados durante o uso do aplicativo são convertidos em relatórios que orientam ajustes nas estratégias pedagógicas. “Os dados gerados durante os jogos são transformados em relatórios que ajudam educadores e profissionais a ajustarem estratégias pedagógicas de forma mais individualizada. Isso traz mais segurança no acompanhamento do desenvolvimento das crianças”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A startup participou da primeira edição do Programa Centelha, em 2021. A iniciativa é voltada ao estímulo à criação de empreendimentos por meio de capacitação, recursos financeiros e suporte técnico. Segundo Ribeiro, o programa contribuiu para a evolução do projeto. “Até então, a Jade era principalmente uma ideia, um protótipo conceitual. O programa trouxe estrutura, metodologia e recursos para que pudéssemos transformar essa visão em algo concreto”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o apoio recebido, a empresa desenvolveu versões iniciais do produto e estabeleceu parcerias com escolas e redes municipais de ensino. O processo permitiu a validação da solução e a ampliação da atuação em outros mercados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa também participou de programas de aceleração, recebeu investimento internacional e integrou listas e competições do ecossistema de inovação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o coordenador-geral do Centelha no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Públio Ribeiro, o caso demonstra o papel do programa no apoio a novos negócios. “Casos como o da Jade Autism mostram como o incentivo certo pode contribuir muito para gerar impacto real na sociedade. O sucesso do projeto da startup reforça a importância do programa em investir em ideias com potencial de alcance global e transformação social”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Programa Centelha está em sua terceira edição, com previsão de investimento de R$ 155 milhões e expectativa de apoiar mais de 1.100 projetos em todo o país. Em edições anteriores, a iniciativa apoiou a criação de 1.640 startups e envolveu mais de 65 mil empreendedores.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-apoiada-pelo-centelha/&quot;&gt;Startup apoiada pelo Centelha cria aplicativo para crianças autistas usado em 179 países&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/QmUXNGk&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/startup-apoiada-pelo-centelha-cria.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-3300711519207110242</guid><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:48:40 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-15T09:48:40.607-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Prêmio Sebrae Startups abre inscrições e vai distribuir R$ 950 mil</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Premio-Sebrae-Startups.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/premio-sebrae-startups-abre-inscricoes/&quot;&gt;Prêmio Sebrae Startups abre inscrições e vai distribuir R$ 950 mil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Prêmio Sebrae Startups funciona como uma plataforma de acesso a mercado, capital e visibilidade: ao longo da jornada, as startups selecionadas se conectam a investidores, grandes empresas e atores estratégicos do ecossistema de inovação. Durante o Startup Summit, um dos principais eventos de inovação da América Latina que será realizado em agosto em Florianópolis, essas conexões ocorrem de forma estruturada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A premiação envolve seis fases com definição das Top 1000, Top 100, Top 30, Top 10, Top 3 e a campeã nacional. Somadas as premiações, a startup campeã receberá R$ 300 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Esta é a terceira edição do Prêmio Sebrae Startups, que já se consolidou como uma plataforma concreta de visibilidade e conexão com investidores e grandes empresas. Além disso, os R$ 950 mil em premiações equity-free podem ser decisivos para destravar o crescimento de startups em estágio inicial”, destaca Guilherme Arradi, gerente da Unidade de Economia Criativa e Startups do Sebrae-SP.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Destaques do prêmio Sebrae&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O estado de São Paulo se destacou em todas as edições da premiação. No primeiro ano, em 2024, a Dio Inteligência Odontológica foi a grande vencedora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na mesma edição, a Twiggy ficou no Top 10, como startup campeã da categoria comércio e serviços. O fundador da Twiggy, Ian Oliveira, conta que estar no Top 10 foi um reconhecimento que chegou em um momento muito significativo para a startup. “Estávamos iniciando nosso processo de internacionalização e, nesse contexto, o prêmio funcionou como uma validação externa importante não só do produto, mas da direção que estávamos tomando. O Sebrae tem um papel fundamental no ecossistema de startups brasileiro, e ser reconhecido por uma instituição com essa relevância reforçou nossa confiança para continuar apostando em inovação e crescimento. É uma conquista que carregamos com orgulho e que nos motivou a seguir evoluindo”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ano passado, a DEEP entrou como Top 10 ao ser o grande destaque da categoria Meio Ambiente, Energia e Tecnologia Verdes. “Receber o reconhecimento como Top 10 Startup pelo Sebrae é motivo de muito orgulho para a DEEP. Esse prêmio, que celebra a força do empreendedorismo brasileiro, é um reconhecimento da confiança dos nossos clientes, a dedicação do nosso time e o apoio dos nossos investidores”, afirmou Arthur Covatti, CEO e cofundador da DEEP.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Categorias da premiação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Voltado a startups de todo o país, o prêmio contempla dez categorias: Agro e Negócios do Campo; Serviços Digitais; Educação e Aprendizagem Digital; Impacto Social e GovTechs; Inovação Financeira; Meio Ambiente, Energia e Tecnologias Verdes; Marketing e Consumo Digital; Logística e Mobilidade; Neoindustrialização e Produtividade Industrial; e Saúde e Biomedicina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na primeira fase, as Top 1000 receberão credencial gratuita para os três dias do Startup Summit 2026, acesso a trilhas de capacitação exclusivas e condições especiais para exposição em estande.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já as 100 selecionadas receberão o Selo Top 100 na vitrine Sebrae Startups e serviços de conexão com mercados nacionais e internacionais. A premiação em dinheiro começa no Top 30 com R$ 10 mil por startup. No Top 10, cada campeã de categoria receberá R$ 40 mil, integração ao grupo de campeãs nacionais e conexões com mercado e investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Top 3 os prêmios são: apresentação do pitch no palco principal, vaga em uma das formações ANPEI Architect para desenvolver competências-chave dos fundadores e 12h de office hours no período de 1 ano para aconselhamento de alto nível, conexões executivas ou com potenciais clientes ou investidores. A grande campeã nacional recebe mais R$ 250 mil, totalizando R$ 300 mil com as premiações de Top 30 e Top 10.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/premio-sebrae-startups-abre-inscricoes/&quot;&gt;Prêmio Sebrae Startups abre inscrições e vai distribuir R$ 950 mil&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/OYbwSxB&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/premio-sebrae-startups-abre-inscricoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4684922131010397192</guid><pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:48:41 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-14T05:48:41.520-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>SailGP usa tecnologia da Oracle para estruturar operação, desempenho e estratégia na vela</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/sailGP-Oracle.jpeg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/sailgp-usa-tecnologia-da-oracle/&quot;&gt;SailGP usa tecnologia da Oracle para estruturar operação, desempenho e estratégia na vela&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A etapa brasileira do SailGP, realizada no Rio de Janeiro neste fim de semana, evidenciou como a infraestrutura de dados e computação em nuvem tem sido incorporada à operação esportiva da vela. A liga utiliza tecnologia da Oracle para suportar desde decisões em tempo real durante as regatas até a análise de desempenho e o engajamento do público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criada como uma competição global com equipes nacionais, a SailGP opera com catamarãs F50 padronizados, capazes de ultrapassar 100 km/h. Nesse ambiente, a variação de vento, posicionamento e tempo de resposta exige leitura constante de dados. A tecnologia passa a cumprir um papel central na condução das embarcações, reduzindo a dependência exclusiva da percepção dos atletas e ampliando a previsibilidade das decisões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Russell Coutts, cofundador e CEO da liga, a realização da etapa no Brasil marca a expansão do campeonato para novos mercados. “Este é um evento histórico, a primeira vez que trouxemos este evento para o Brasil e para a América do Sul. Estamos todos muito animados”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Dados em tempo real passam a orientar decisões na água&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada embarcação funciona como uma plataforma de coleta de dados. Sensores instalados ao longo dos F50 capturam informações sobre velocidade, direção, pressão, configuração do barco e comportamento estrutural durante a navegação. Esses dados são enviados continuamente para a nuvem por meio da Oracle Cloud Infrastructure.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Andrew Thompson, diretor executivo da SailGP, a base tecnológica do campeonato está diretamente apoiada na Oracle. “O SailGP é fundamentalmente construído na Oracle. A plataforma em que fazemos tudo, em todo nosso negócio, a fundação é a Oracle”, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ele, o volume de dados processado por corrida é elevado e ocorre em tempo real. “Há mais de 200 sensores no barco que enviam dados para a nuvem instantaneamente. Todos os times conseguem ver os dados dos outros times”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse modelo de dados abertos diferencia a SailGP de outras competições e altera a dinâmica competitiva. As equipes têm acesso não apenas às próprias informações, mas também ao desempenho dos adversários, o que permite ajustes contínuos de estratégia ao longo das regatas e entre as provas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a análise desses dados é parcialmente automatizada por sistemas de inteligência artificial, que identificam padrões de desempenho, sugerem ajustes e priorizam informações relevantes para as equipes técnicas. O uso de IA reduz o tempo de interpretação dos dados e amplia a capacidade de resposta durante as corridas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Estratégia, treinamento e operação passam a ser orientados por dados&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso de dados não se limita à competição em si. As equipes utilizam as informações coletadas para reconfigurar embarcações entre as regatas, ajustando elementos como posicionamento de componentes e configuração estrutural com base no desempenho observado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Se você olhar para a navegação convencional, é muito sobre sentimento e leitura do vento. Mas agora, se os times não analisarem os dados que vêm da água, não serão competitivos”, disse Thompson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse processo também se estende ao treinamento. A SailGP utiliza simuladores alimentados por dados reais das regatas, armazenados na nuvem, para preparar atletas sem a necessidade de operação física dos barcos. Isso permite reduzir custos e ampliar o acesso ao treinamento, incluindo o desenvolvimento de novos competidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto destacado pela liga é a mudança na atuação das equipes técnicas. Com acesso a dados e imagens em tempo real, treinadores podem acompanhar as corridas remotamente e fornecer orientações durante as provas, com base em análises comparativas entre equipes.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Infraestrutura em nuvem da Oracle sustenta transmissão e experiência do público&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A mesma base tecnológica também suporta a operação de transmissão e o acompanhamento das regatas pelo público. Dados coletados dos barcos são integrados a sistemas gráficos que permitem visualizar velocidade, trajetórias e limites de prova em tempo real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conectividade de baixa latência é um elemento central para essa operação, garantindo que informações sejam processadas e exibidas sem atraso relevante. Isso viabiliza tanto a transmissão ao vivo quanto o uso de aplicações digitais voltadas ao acompanhamento das corridas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a SailGP utiliza soluções da Oracle para gestão de dados de audiência e relacionamento com fãs, estruturando estratégias de engajamento com base em comportamento e interação do público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A incorporação de dados, inteligência artificial e computação em nuvem altera a forma como o esporte é praticado e gerido. A vela, historicamente baseada na leitura de condições naturais e na experiência dos atletas, passa a integrar uma camada tecnológica que influencia diretamente o desempenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse modelo, a competitividade das equipes está associada não apenas à habilidade dos navegadores, mas também à capacidade de interpretar dados, ajustar estratégias e operar sistemas tecnológicos em tempo real.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/sailgp-usa-tecnologia-da-oracle/&quot;&gt;SailGP usa tecnologia da Oracle para estruturar operação, desempenho e estratégia na vela&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/wboXeh9&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/sailgp-usa-tecnologia-da-oracle-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-622008972691626784</guid><pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:48:29 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-08T12:48:29.208-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Nuvini anuncia aquisição de controle acionário de subsidiária da Beyondsoft por US$ 80,7 milhões</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pierre-nuvini.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/nuvini-anuncia-aquisicao/&quot;&gt;Nuvini anuncia aquisição de controle acionário de subsidiária da Beyondsoft por US$ 80,7 milhões&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Nuvini Group Limited anunciou a aquisição de uma participação controladora na subsidiária americana da Beyondsoft Corporation, empresa global de consultoria de TI e serviços de tecnologia e inteligência artificial. O valor total da transação é estimado em aproximadamente US$ 80,7 milhões, sujeito a ajustes no fechamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O valuation da operação é de cerca de US$ 158 milhões, equivalente a aproximadamente 1,4 vez a receita projetada de 2025 da subsidiária, estimada em US$ 112 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a aquisição, a Nuvini passa a formar uma plataforma tecnológica com receita combinada de cerca de US$ 148 milhões, considerando o ano fiscal de 2025, além de presença em 15 países e uma base de mais de 22,4 mil clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A companhia também informa que a nova estrutura contará com mais de 1.500 colaboradores e contratos de longo prazo com mais de 30 grandes clientes.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Operação da Nuvini com nova aquisição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Segundo Pierre Schurmann, fundador e CEO da Nuvini, a operação combina portfólios e amplia o alcance internacional da empresa. “A combinação do acesso a clientes globais e os serviços de TI de alta performance da Beyondsoft com o portfólio escalável de SaaS da Nuvini e nossa plataforma de inovação em IA resulta na criação de uma empresa de tecnologia única e globalmente diversificada”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gustavo Usero, COO da Nuvini, destacou a integração operacional entre as empresas. “Nosso foco será alinhar e expandir de forma contínua nossas capacidades operacionais para impulsionar a eficiência, escalar nossos serviços compartilhados e acelerar a implantação de soluções inovadoras em nossa recém-expandida presença global”, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A operação prevê a integração das soluções SaaS da Nuvini à base de clientes da Beyondsoft, enquanto os serviços de TI da Beyondsoft serão ofertados aos clientes da Nuvini. Há também planos de expansão das operações de vendas da Beyondsoft para clientes brasileiros no mercado americano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No campo de inteligência artificial, as empresas devem unificar a prática de consultoria de IA da Beyondsoft com o laboratório interno da Nuvini, liderado pela Chief AI Officer Phoebe Wang. De acordo com Schurmann, as empresas do portfólio da Nuvini continuarão a operar como ambientes de teste para soluções antes da escala para clientes corporativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A conclusão da transação é esperada para o início de julho, sujeita às condições habituais de fechamento e aprovações regulatórias. A expectativa é que o negócio seja incorporado imediatamente aos resultados financeiros da Nuvini.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O banco BTIG atua como consultor financeiro exclusivo da operação, enquanto o escritório Sichenzia Ross Ference Carmel LLP assessora a Nuvini na parte jurídica.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/tags/destaques/&quot;&gt;Destaques&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/nuvini-anuncia-aquisicao/&quot;&gt;Nuvini anuncia aquisição de controle acionário de subsidiária da Beyondsoft por US$ 80,7 milhões&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/eaLfACJ&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/nuvini-anuncia-aquisicao-de-controle.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-6576076267690242572</guid><pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:48:43 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-08T09:48:43.766-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>IA não escala sem dados, integração e governança — e os CEOs já entenderam isso</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Design-sem-nome-2023-06-02T151938.160.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/ia-nao-escala-sem-dados/&quot;&gt;IA não escala sem dados, integração e governança — e os CEOs já entenderam isso&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inteligência artificial vive hoje o seu paradoxo de Ícaro: nunca foi tão fácil voar alto com um projeto-piloto, mas nunca foi tão arriscado ignorar a gravidade da infraestrutura. O que começou como uma curiosidade tornou-se uma urgência operacional. No entanto, enquanto o mercado celebra assistentes inteligentes e automações isoladas, o verdadeiro abismo corporativo não é mais a falta de algoritmos, mas a ausência de uma base que impeça a IA de se tornar apenas mais uma camada de caos sistêmico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa urgência em “fazer a IA acontecer” está nos empurrando para uma armadilha conhecida: a recriação dos velhos silos de dados, mas agora com uma capacidade destrutiva muito maior. Se antes o prejuízo de um sistema isolado estava principalmente na fragmentação da visão estratégica, hoje lidamos com agentes que consomem recursos de forma autônoma e tomam decisões em milissegundos. O erro não está mais parado em uma planilha; ele agora escala em milissegundos. Por isso, a maturidade de um líder não está em treinar equipes para usar prompts, mas na coragem executiva de trocar o brilho imediato de um projeto isolado pela construção de uma arquitetura que suporte o peso da escala&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;À medida que a IA começa a sair dos laboratórios e dos projetos-piloto para se inserir de forma mais profunda na operação das empresas, porém, uma constatação começa a se impor com mais clareza: adotar inteligência artificial é relativamente simples; fazê-la funcionar em escala dentro de uma organização complexa é algo muito diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas empresas já conseguiram testar modelos, implementar assistentes internos ou automatizar tarefas específicas com o apoio de algoritmos. Essas iniciativas demonstram o potencial da tecnologia, mas raramente capturam sua capacidade transformadora. O verdadeiro desafio surge quando essas soluções precisam atravessar fronteiras organizacionais, conectar sistemas distintos, acessar dados distribuídos e operar de forma contínua dentro da estrutura real do negócio. Nesse ponto, o debate inevitavelmente deixa de ser sobre modelos e passa a ser sobre arquitetura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inteligência artificial depende de três fundamentos que, durante muito tempo, foram tratados como questões essencialmente técnicas dentro das empresas: qualidade de dados, capacidade de integração entre sistemas e mecanismos consistentes de governança. Sem essas bases, algoritmos podem até funcionar em ambientes controlados, mas dificilmente conseguem sustentar operações críticas ou gerar impacto sistêmico.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Escala, dados e governança&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Esse diagnóstico aparece com frequência crescente em estudos recentes sobre adoção corporativa de IA. O relatório The State of Enterprise AI 2025, publicado pela OpenAI, indica que o uso corporativo da tecnologia está se intensificando rapidamente. Em apenas um ano, o volume de interações em ambientes empresariais cresceu oito vezes, enquanto o consumo de capacidade de raciocínio computacional por organização aumentou mais de trezentas vezes. O dado sugere que a IA está deixando de ocupar espaços periféricos e começa a se consolidar como parte da infraestrutura operacional das empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse avanço na adoção, no entanto, convive com desafios estruturais relevantes. Um levantamento global divulgado em 2025 pela Cloudera mostra que 96% das empresas já integram inteligência artificial a algum processo de negócio. Ainda assim, a pesquisa aponta que a integração de dados entre sistemas continua sendo o principal obstáculo técnico para escalar essas iniciativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse cenário reflete, em grande medida, a forma como a infraestrutura tecnológica das empresas foi construída ao longo das últimas décadas. Sistemas surgiram para resolver problemas específicos, integrações foram criadas para atender demandas imediatas e bases de dados cresceram acompanhando a expansão dos negócios. O resultado, em muitos casos, é um ambiente funcional, porém fragmentado, no qual informações circulam por múltiplas plataformas sem necessariamente obedecer a uma arquitetura comum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O perigo é que estamos prestes a repetir esse erro histórico, desta vez com esteroides. Na pressa de implementar IA para resolver a “probleminha”, estamos criando uma geração de silos: agentes que funcionam isolados, sem governança de custos ou acesso, e sem uma orquestração clara de fluxos. Se não pensarmos na arquitetura agora, em como esses agentes se multiplicam e escalam, o resultado não será apenas um ambiente fragmentado, mas um ambiente ingovernável e financeiramente insustentável. Estamos, de fato, repetindo o erro dos silos de dados, mas com uma tecnologia que consome recursos (tokens) e toma decisões (agentes) de forma muito mais autônoma e rápida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante muito tempo, essa fragmentação foi absorvida pela própria dinâmica das organizações. Profissionais funcionavam como ponto de convergência entre sistemas distintos, interpretando informações, conciliando inconsistências e tomando decisões a partir de diferentes fontes de dados. A inteligência artificial altera profundamente esse arranjo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando algoritmos passam a interpretar grandes volumes de informação, sugerir ações ou automatizar etapas inteiras de um processo, inconsistências estruturais que antes eram toleráveis tornam-se rapidamente gargalos operacionais. Dados incompletos comprometem modelos, integrações frágeis interrompem fluxos automatizados e regras pouco claras dificultam o controle sobre decisões tomadas por sistemas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;IA é ferramenta de otimização&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, a inteligência artificial passa a funcionar como um amplificador da arquitetura corporativa existente. Ambientes bem estruturados tendem a extrair valor rapidamente da tecnologia. Ambientes fragmentados descobrem, muitas vezes de forma abrupta, que escalar IA exige primeiro resolver problemas estruturais acumulados ao longo de anos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse é um ponto que começa a aparecer com frequência crescente nas discussões entre executivos de tecnologia e líderes de negócio. Depois de um período marcado por entusiasmo em torno das capacidades da IA generativa, a conversa começa a assumir um tom mais pragmático. A questão já não é apenas onde aplicar inteligência artificial, mas se a organização possui as condições necessárias para sustentá-la em escala.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse deslocamento no debate revela uma mudança importante na própria natureza da transformação digital. Durante muitos anos, a tecnologia foi tratada principalmente como um vetor de inovação. Hoje, cada vez mais, ela passa a ser um tema de engenharia organizacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escalar inteligência artificial exige olhar para elementos que raramente aparecem nos discursos mais entusiasmados sobre o futuro da tecnologia: qualidade de dados, padronização de integrações, contratos claros entre sistemas, políticas consistentes de governança e mecanismos capazes de garantir rastreabilidade das decisões automatizadas. Esses fatores podem parecer operacionais, mas são justamente eles que determinam se uma iniciativa de IA permanece limitada a experimentos isolados ou se se transforma em infraestrutura estratégica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A democratização do acesso à tecnologia reforça ainda mais essa lógica. Modelos avançados estão disponíveis por meio de plataformas de nuvem e interfaces padronizadas, tornando ferramentas sofisticadas acessíveis a empresas de diferentes portes. Em outras palavras, o acesso à inteligência artificial deixou de ser uma barreira relevante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que continua raro é a capacidade de integrá-la de forma consistente à operação das organizações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa diferença tende a definir uma nova linha de separação entre empresas nos próximos anos. Algumas conseguirão transformar inteligência artificial em uma camada estrutural de suas operações, conectando dados, processos e decisões de forma integrada. Outras continuarão presas a ciclos de experimentação, acumulando projetos que funcionam bem em pequena escala, mas que nunca chegam a alterar de maneira significativa o funcionamento do negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, o debate sobre IA começa a assumir contornos mais maduros dentro das empresas. Executivos percebem que a verdadeira complexidade não está apenas na tecnologia em si, mas na capacidade organizacional de sustentá-la.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organizar dados, revisar integrações e estabelecer mecanismos sólidos de governança pode parecer um esforço técnico pouco visível. Na prática, trata-se de uma decisão estratégica. Porque, no fim das contas, a inteligência artificial não transforma empresas por conta própria. Ela apenas amplifica a qualidade, ou a fragilidade, da arquitetura sobre a qual opera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É nesse ponto que muitos líderes começam a reconhecer uma realidade menos discutida da inteligência artificial: sem dados confiáveis, integrações consistentes e governança clara, a tecnologia dificilmente se transforma em vantagem competitiva real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escalar IA, portanto, não é apenas um desafio de software. É uma prova de maturidade arquitetural. A verdadeira vantagem competitiva não virá de quem tem o modelo mais inteligente, mas de quem construiu a infraestrutura mais robusta para orquestrá-lo. No fim do dia, a IA apenas amplifica o que encontra: ela dará velocidade a uma arquitetura sólida ou pressa ao colapso de uma infraestrutura frágil. A maturidade organizacional se manifesta através da escolha de uma arquitetura sólida. A maturidade não é um conceito abstrato ou apenas de treinamento de pessoas, mas a decisão executiva de priorizar a fundação técnica sobre o brilho do curto prazo.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/ia-nao-escala-sem-dados/&quot;&gt;IA não escala sem dados, integração e governança — e os CEOs já entenderam isso&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/filippo-di-cesare/&quot;&gt;Filippo Di Cesare&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/7R3cyTs&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/ia-nao-escala-sem-dados-integracao-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-307641237548164712</guid><pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:48:51 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-08T07:48:51.214-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Kulipa capta US$ 6,2 milhões em rodada seed liderada por Flourish Ventures e 1kx</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Kulipa-Founders-scaled.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/kulipa-capta-us-62-milhoes/&quot;&gt;Kulipa capta US$ 6,2 milhões em rodada seed liderada por Flourish Ventures e 1kx&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Kulipa anunciou a captação de US$ 6,2 milhões em rodada seed coliderada por Flourish Ventures e 1kx, com participação de White Star Capital e Fabric Ventures. A empresa desenvolve infraestrutura para emissão de cartões financiados por saldos em stablecoins e conectados a redes de pagamento globais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta da plataforma é permitir que empresas de folha de pagamento, pagamentos internacionais, bancos digitais e gestão de despesas emitam cartões aceitos em estabelecimentos que operam com redes tradicionais, utilizando liquidação onchain.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“As stablecoins já provaram seu valor como camada de liquidação, mas utilizá-las em produtos financeiros do cotidiano ainda é incipiente”, disse Axel Cateland, fundador e CEO da Kulipa. “A emissão de cartões é a ponte entre os saldos onchain e os pagamentos do mundo real.”&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Próximos passos da Kulipa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Segundo a empresa, o modelo reduz a necessidade de estruturas pré-financiadas e permite integração direta com carteiras digitais. A Kulipa também assume a responsabilidade por fraudes nos programas emitidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa opera com cobertura regulatória na União Europeia, Argentina e Nigéria, e planeja expansão para os Estados Unidos por meio de patrocínio BIN.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde o lançamento da infraestrutura, em fevereiro de 2025, a Kulipa informou ter emitido mais de 120 mil cartões e firmado contratos com 20 clientes, incluindo Flutterwave, Solflare, nSave e Ready.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Na Flutterwave, nosso foco é construir infraestrutura de pagamentos que funcione em múltiplos mercados e em grande escala. À medida que as stablecoins se tornam uma opção de liquidação cada vez mais prática, é fundamental que as empresas possam transformar esses saldos em gastos reais”, disse Olugbenga Agboola, fundador e CEO da Flutterwave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Itamar Lesuisse, CEO da Ready, afirmou: “Com a infraestrutura deles, podemos emitir cartões aceitos globalmente diretamente a partir de saldos em stablecoins, oferecendo aos nossos usuários acesso a gastos do dia a dia.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Kulipa foi fundada em 2023 por profissionais com experiência em pagamentos e conformidade regulatória. A rodada eleva o total captado pela empresa para US$ 9,2 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Estamos vendo as stablecoins ultrapassarem a liquidação cross-border e se tornarem parte da infraestrutura financeira real”, disse Ameya Upadhyay, general partner da Flourish Ventures.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“As stablecoins estão remodelando a forma como o dinheiro circula no mundo, mas para a adoção mainstream, as pessoas precisam gastá-las com a mesma facilidade com que gastam moeda fiduciária”, afirmou Christopher Heymann, sócio fundador da 1kx.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/kulipa-capta-us-62-milhoes/&quot;&gt;Kulipa capta US$ 6,2 milhões em rodada seed liderada por Flourish Ventures e 1kx&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/5FEpjDJ&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/kulipa-capta-us-62-milhoes-em-rodada.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4824623084930066147</guid><pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:48:50 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-08T07:48:50.365-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Inner AI levanta R$ 30 milhões, alcança valuation de R$ 500 milhões e lança Squad.com</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Pedro-Salles-Inner-AI.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/inner-ai-levanta-r-30-milhoes/&quot;&gt;Inner AI levanta R$ 30 milhões, alcança valuation de R$ 500 milhões e lança Squad.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Inner AI anunciou a captação de R$ 30 milhões em uma rodada seed que elevou seu valuation para R$ 500 milhões. O investimento foi co-liderado por Canary e ONE VC, com participação de Norte, Crivo e da britânica Phenomen VC. Com a nova rodada, a empresa soma R$ 42 milhões em captação total, considerando os R$ 12 milhões obtidos anteriormente em pré-seed.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a empresa, os recursos serão direcionados para dois eixos: o fortalecimento da plataforma atual e o lançamento de um novo produto voltado a agentes de inteligência artificial, o Squad.com.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Pedro Salles, CEO da Inner AI, a captação está relacionada ao posicionamento da empresa no mercado de inteligência artificial. “O Brasil é um dos maiores mercados de IA do mundo e temos talentos de altíssimo nível. Não faz sentido apenas importarmos essa tecnologia. Essa rodada representa a ambição do venture capital brasileiro em apostar em algo inédito”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Plataforma da Inner AI&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A plataforma da Inner AI reúne mais de 50 modelos de IA em um único ambiente, incluindo ferramentas como ChatGPT, Claude e Gemini. O novo produto, Squad.com, será uma marca independente e terá como proposta a atuação de agentes de IA capazes de executar tarefas de forma autônoma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a empresa, o Squad.com funcionará com um conjunto de agentes integrados que atuam em diferentes áreas do negócio. No lançamento, serão três agentes: Waz, voltado para atendimento e vendas via WhatsApp; Fin, responsável por operações financeiras; e Maky, focado em marketing digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O Squad.com nasce com uma ambição maior: democratizar o acesso a algo que, até hoje, sempre foi privilégio de poucos, ter um time ao seu redor”, diz Salles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta do produto é inverter a lógica de uso das ferramentas de IA. Em vez de depender de comandos constantes do usuário, os agentes atuam de forma contínua e acionam o empreendedor apenas quando necessário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O empreendedor brasileiro não precisa mais se ‘virar tanto nos 30’. Eu comecei a empreender aos 16 anos e levei dois anos para conseguir fazer a primeira contratação. O Squad.com é a ferramenta que eu queria ter quando comecei”, afirma o CEO.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento do produto será acompanhado por uma estratégia que inclui uma loja pop-up no Conjunto Nacional, em São Paulo, onde o público poderá testar a solução. O acesso ao Squad.com será disponibilizado inicialmente por meio de lista de espera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada em 2023, a Inner AI afirma ter mais de 1 milhão de usuários e atende empresas como Embraer, Vivo, Sabesp e Bayer. Com o novo produto, a empresa passa a operar com duas frentes: a plataforma de produtividade baseada em IA e o sistema de agentes autônomos voltado à operação de negócios.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/inner-ai-levanta-r-30-milhoes/&quot;&gt;Inner AI levanta R$ 30 milhões, alcança valuation de R$ 500 milhões e lança Squad.com&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/GAZaHur&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/inner-ai-levanta-r-30-milhoes-alcanca.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-5513034651222530012</guid><pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-07T08:49:00.721-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Protagonismo e empreendedorismo: é preciso assumir o comando</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2022/07/intraempreendedorismo-2.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/protagonismo-e-empreendedorismo/&quot;&gt;Protagonismo e empreendedorismo: é preciso assumir o comando&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em algum momento da vida, todos nós nos deparamos com uma escolha decisiva: assumir o protagonismo da própria trajetória ou apenas reagir às circunstâncias. Essa decisão, muitas vezes imperceptível no dia a dia, é o que separa aqueles que constroem suas histórias daqueles que apenas as assistem acontecer. Ser protagonista da própria vida não é um privilégio de poucos: é uma responsabilidade que todos podem e devem assumir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ninguém nasceu para ser coadjuvante. Cada pessoa carrega dentro de si potencial, talentos e a capacidade de realizar algo significativo. No entanto, o que diferencia quem avança de quem permanece no mesmo lugar não é apenas o talento, mas a postura diante da vida. O protagonismo começa quando deixamos de esperar que as oportunidades apareçam e passamos a criá-las.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser protagonista exige coragem. Coragem para tomar decisões, para sair da zona de conforto, para enfrentar o medo do erro e da rejeição. Exige também atitude, a disposição de agir mesmo quando as condições não são ideais. E, acima de tudo, requer proatividade, a capacidade de antecipar movimentos, buscar soluções e assumir responsabilidades sem precisar ser constantemente direcionado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas pessoas acreditam que protagonismo é algo inato, reservado àqueles que já nasceram com perfil de liderança, autoconfiança ou iniciativa. Essa ideia, embora comum, não corresponde à realidade. É verdade que alguns indivíduos demonstram essas características com mais naturalidade, mas o protagonismo é, sobretudo, uma habilidade que pode ser desenvolvida ao longo da vida. Ele é construído por meio de escolhas diárias, de pequenas atitudes que, somadas, transformam comportamento em identidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo para se tornar protagonista é simples, mas fundamental: saber aonde se quer chegar. Sem direção, qualquer caminho parece suficiente — e, muitas vezes, não leva a lugar nenhum. Ter clareza de objetivos permite tomar decisões mais assertivas, priorizar o que realmente importa e manter o foco mesmo diante das dificuldades. Quem não define o próprio destino acaba vivendo o roteiro de outras pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Onde o protagonismo é essencial&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No campo profissional, o protagonismo se torna ainda mais relevante. Em um mercado competitivo e em constante transformação, destacar-se exige mais do que cumprir tarefas. Profissionais protagonistas não esperam ordens para agir. Eles identificam problemas, propõem soluções, assumem responsabilidades e contribuem ativamente para o crescimento da organização. São pessoas que fazem acontecer. Esse comportamento não apenas impulsiona carreiras, mas também abre portas para novas oportunidades. Empresas valorizam quem demonstra iniciativa, compromisso e visão. O profissional protagonista se torna referência dentro da equipe, ganha confiança da liderança e constrói um caminho sólido de crescimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No empreendedorismo, o protagonismo é indispensável. Construir um negócio exige visão, tomada de decisão constante e capacidade de enfrentar desafios com resiliência. Não há espaço para passividade quando se está à frente de uma empresa. O empreendedor protagonista assume riscos calculados, aprende com os erros e mantém o foco no longo prazo. É essa postura que permite transformar ideias em projetos e projetos em empresas fortes e sustentáveis. Mas ser protagonista não significa fazer tudo sozinho. Pelo contrário, envolve saber trabalhar em equipe, ouvir diferentes perspectivas e construir junto. A diferença está na postura: o protagonista não se esconde, não transfere responsabilidades e não se acomoda. Ele participa, contribui e se posiciona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também é importante compreender que o protagonismo não elimina dificuldades. A jornada de quem assume o controle da própria vida é desafiadora. Haverá momentos de dúvida, fracasso e incerteza. No entanto, a grande diferença está na forma como esses momentos são encarados. Enquanto o espectador se paralisa diante dos obstáculos, o protagonista aprende, se adapta e segue em frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim das contas, ser protagonista é uma decisão diária. Não depende de condições perfeitas, mas de uma escolha consciente de agir, crescer e evoluir. É entender que a vida não é um roteiro pronto, mas uma construção contínua, moldada pelas atitudes que tomamos. Por isso, vale a reflexão: você tem sido o autor da sua própria história ou apenas um personagem secundário? Está tomando decisões que te aproximam dos seus objetivos ou apenas reagindo ao que acontece ao seu redor?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assumir o protagonismo é assumir a responsabilidade pela própria vida. É sair da plateia e subir ao palco. É parar de esperar e começar a agir. Porque, no final, o papel principal sempre esteve disponível, basta ter coragem para ocupá-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seja obstinado que dá!&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/protagonismo-e-empreendedorismo/&quot;&gt;Protagonismo e empreendedorismo: é preciso assumir o comando&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/janguie-diniz/&quot;&gt;Janguiê Diniz&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/CFKeJTy&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/protagonismo-e-empreendedorismo-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-5439633176331948947</guid><pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:48:54 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-07T07:48:54.002-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>CashGO estrutura FIDC de R$ 120 milhões para ampliar crédito a imobiliárias</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/fidc-cashgo.jpeg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/cashgo-estrutura-fidc-de-r-120-milhoes/&quot;&gt;CashGO estrutura FIDC de R$ 120 milhões para ampliar crédito a imobiliárias&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CashGO, fintech que atua no mercado de crédito imobiliário, estruturou um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) de R$ 120 milhões com a participação de Banco XP, Augme Capital, Arx Investimentos e RBR.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada por João Victor Palhares, Luidi Andrade e Carolina Valdes, a empresa oferece soluções de liquidez para proprietários por meio de imobiliárias parceiras. O modelo permite a antecipação de até 24 meses de aluguel, com liberação do crédito em até 24 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a empresa, o novo FIDC tem como objetivo ampliar a capacidade de financiamento diante do aumento da demanda. A CashGO atua com mais de mil imobiliárias parceiras em todo o país.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Uso do investimento da CashGO&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;“Esse investimento marca um novo ciclo de crescimento, com maior capacidade de funding para ampliar o acesso ao nosso produto e fortalecer o ecossistema de imobiliárias parceiras. Trazer investidores institucionais tão relevantes para o nosso FIDC comprova a solidez do nosso modelo de crédito, que além de estar dobrando carteira ano contra ano, segue com inadimplência controlada e portanto com custo de funding caindo pela metade nos últimos 2 anos”, afirma João Palhares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde a fundação, no fim de 2021, a fintech afirma ter antecipado mais de R$ 200 milhões em aluguéis para uma base de mais de 250 mil proprietários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com dados citados pela empresa, o mercado brasileiro movimenta cerca de R$ 350 bilhões por ano em aluguéis. Informações do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) indicam a existência de aproximadamente 650 mil corretores e 74 mil empresas imobiliárias no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Considerando todos esses elementos, temos convicção de que podemos crescer 10 vezes nos próximos três anos, não só com essa frente, mas com outras soluções”, diz João Victor Palhares.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/cashgo-estrutura-fidc-de-r-120-milhoes/&quot;&gt;CashGO estrutura FIDC de R$ 120 milhões para ampliar crédito a imobiliárias&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/xpz7ym3&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/cashgo-estrutura-fidc-de-r-120-milhoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-2826514859538099192</guid><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 16:48:50 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-06T09:48:50.578-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Startup potiguar capta até R$ 5 milhões para expansão e desenvolvimento tecnológico</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/kaizen-mentoria-startup-potiguar-scaled.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-potiguar-capta-ate-r-5-milhoes/&quot;&gt;Startup potiguar capta até R$ 5 milhões para expansão e desenvolvimento tecnológico&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Kaizen Mentoria, edtech fundada no Rio Grande do Norte, recebeu um aporte de até R$ 5 milhões da Mercurial Atlantic Investments para financiar sua expansão no Brasil e investir no desenvolvimento de tecnologia própria. A empresa está avaliada em R$ 50 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Incubada no Instituto Metrópole Digital, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a startup atua com acompanhamento individualizado de estudantes e ferramentas digitais voltadas ao desempenho acadêmico. O modelo atende alunos do ensino fundamental II, ensino médio e recém-egressos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os recursos serão direcionados ao desenvolvimento da plataforma proprietária, ampliação da equipe e fortalecimento das estratégias de aquisição de alunos. Atualmente, a empresa atende mais de 700 estudantes em diferentes estados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O que vemos é uma mudança no comportamento das famílias. A escola segue essencial, mas há uma busca crescente por métodos estruturados que ajudem o aluno a estudar melhor, sem aumentar a sobrecarga”, afirma Victor Cornetta, CEO da Kaizen Mentoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta da empresa combina planejamento de estudos, análise de desempenho e desenvolvimento de competências como organização e autonomia. O modelo utiliza dados para adaptar o acompanhamento às necessidades de cada aluno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Mercurial Atlantic Investments, o investimento está alinhado à estratégia de apoiar iniciativas voltadas à transformação da educação com uso de tecnologia. “A Kaizen reúne atributos essenciais para liderar essa mudança, com método estruturado, uso intensivo de dados e uma visão clara de crescimento”, afirma o fundador da gestora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa projeta ampliar sua base de alunos e consolidar presença nacional até 2026, além de avançar no desenvolvimento tecnológico. No médio prazo, a Kaizen planeja iniciar sua expansão internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O crescimento de negócios como o nosso mostra que a localização deixou de ser uma barreira. Com tecnologia e modelo consistente, é possível competir em escala global a partir de qualquer região”, diz Cornetta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada em 2020, a Kaizen Mentoria atua com mentorias personalizadas e já atendeu estudantes em diversas regiões do país. A empresa integra orientação acadêmica, personalização de estudos e tecnologia em sua operação.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-potiguar-capta-ate-r-5-milhoes/&quot;&gt;Startup potiguar capta até R$ 5 milhões para expansão e desenvolvimento tecnológico&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/Y49uyWq&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/startup-potiguar-capta-ate-r-5-milhoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-8835157918207564930</guid><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 15:48:36 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-06T08:48:36.064-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Oria investe R$ 20 milhões e mira mercado global de IA</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2025/11/inteligencia-artificial-1.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/oria-investe-r-20-milhoes-e-mira-mercado-global-de-ia/&quot;&gt;Oria investe R$ 20 milhões e mira mercado global de IA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O avanço da inteligência artificial tem alterado a forma como usuários acessam informação, impactando diretamente estratégias de marketing digital e presença online de empresas. Nesse contexto, a Oria anuncia o investimento de R$ 20 milhões no desenvolvimento de uma plataforma voltada à análise de visibilidade de marcas em ambientes de IA generativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta da empresa está baseada no conceito de Generative Engine Optimization (GEO), que busca entender como sistemas de inteligência artificial — como assistentes virtuais e ferramentas de busca generativa — selecionam e utilizam fontes para construir respostas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento ocorre em um momento de expansão do mercado global de IA. Dados citados no release, com base em levantamentos da Statista compilados pela Cargoson, indicam que o setor deve crescer de US$ 244 bilhões em 2025 para US$ 827 bilhões até 2030, o equivalente a mais de R$ 4 trilhões, com taxa média anual de 27,7%. Projeções mais amplas apontam que o mercado pode ultrapassar US$ 1 trilhão ainda nesta década, impulsionado pela adoção de soluções baseadas em IA generativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diferentemente de ferramentas tradicionais de otimização para mecanismos de busca (SEO), a Oria se posiciona como uma camada de inteligência. A plataforma analisa quais fontes estão sendo utilizadas por sistemas de IA para gerar respostas relacionadas a marcas e seus concorrentes, sem executar diretamente ações de posicionamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Investimento da Oria em momento de mudança global&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Segundo Michel Alexander, fundador da Oria, a proposta acompanha uma mudança no comportamento digital. “A busca deixou de ser um caminho para links e passou a ser um motor de respostas. As marcas não competem mais apenas por posição no Google, mas por presença nas fontes que alimentam as inteligências artificiais”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A plataforma opera em português, inglês e espanhol, permitindo análises em diferentes mercados. De acordo com o executivo, a atuação global responde à dinâmica das próprias ferramentas de IA. “A IA não tem fronteira. Uma marca pode ser referenciada por fontes de qualquer lugar do mundo, o que exige uma visão mais ampla sobre presença digital”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as funcionalidades, a Oria oferece mapeamento de padrões de citação, identificação de oportunidades de ganho de relevância e monitoramento da influência de conteúdos nas respostas geradas por IA. A proposta é permitir que empresas entendam quais canais e fontes impactam sua visibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento também ocorre em um cenário de mudança na dinâmica de tráfego digital. Com a popularização de interfaces conversacionais e respostas diretas, parte das interações deixa de gerar cliques, alterando métricas tradicionais de desempenho. Nesse contexto, a presença em respostas geradas por IA passa a ser um novo indicador de relevância.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Alexander, a mudança representa uma transformação estrutural na lógica da internet. “Antes, quem aparecia primeiro ganhava. Agora, quem entende quais fontes estão sendo usadas pelas IAs e como elas constroem suas respostas é quem realmente terá vantagem competitiva”, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expectativa da empresa é atingir faturamento equivalente a cinco vezes o valor investido até 2030, acompanhando a expansão do mercado e a demanda por soluções voltadas à visibilidade em ambientes de inteligência artificial.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/oria-investe-r-20-milhoes-e-mira-mercado-global-de-ia/&quot;&gt;Oria investe R$ 20 milhões e mira mercado global de IA&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/SVcixj9&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/oria-investe-r-20-milhoes-e-mira.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-7592902913525874391</guid><pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:48:39 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-02T11:48:39.205-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Inteligência artificial reposiciona RH e amplia o papel humano na tomada de decisão</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/heidi-brooks-inteligencia-artificial-RH.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/inteligencia-artificial-reposiciona-o-rh/&quot;&gt;Inteligência artificial reposiciona RH e amplia o papel humano na tomada de decisão&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;A adoção de inteligência artificial em recursos humanos tem avançado e alterado a forma como empresas tomam decisões sobre pessoas. O movimento combina automação de processos com o uso de dados comportamentais para orientar contratações, desenvolvimento e retenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo levantamento da Staffing Industry Analysts, cerca de 72% dos profissionais de RH utilizaram IA em 2025, ante 58% em 2024. O dado indica expansão do uso da tecnologia em atividades operacionais e analíticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse avanço ocorre em paralelo a uma mudança no próprio objeto de análise do RH. Dados do Pandapé mostram que 57% dos recrutadores já deixaram de contratar candidatos tecnicamente qualificados por falta de alinhamento comportamental, enquanto apenas 39% das empresas possuem mapeamento estruturado dessas competências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Heidi Brooks, professora de Comportamento Organizacional na Yale School of Management, uma das disciplinas mais procuradas da instituição, a forma como organizações lidam com tecnologia ainda reflete uma tendência de simplificação da experiência humana. “As pessoas em negócios são, fundamentalmente, solucionadoras de problemas, mas nós tomamos o risco de tratarmos os humanos como um problema para resolver. E quando fazemos isso, nós perdemos muito do que os humanos podem agregar ao grupo. Isso tende a fazer tudo mais difícil para quem gerencia o negócio, independente das tecnologias utilizadas como ferramentas.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bate-papo com a especialista aconteceu nesta quarta-feira, 1º de abril, durante a segunda edição da Humanship Conference, evento que reuniu centenas de líderes de Gestão e Recursos Humanos em São Paulo para discutir o futuro deste mercado.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Automação e mudança de foco no RH&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A automação de tarefas é um dos principais vetores de adoção da IA. Empresas relatam reduções de até 30% no custo por contratação e 25% no tempo de recrutamento, segundo compilações de mercado sobre IA aplicada ao recrutamento. Além disso, análises indicam que até dois terços das tarefas de contratação podem ser automatizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse ganho de eficiência desloca o foco do RH para atividades relacionadas à interpretação de comportamento e contexto organizacional. Nesse sentido, Heidi aponta que esse deslocamento exige revisão da lógica de gestão. “Esse pensamento comum de produzir ‘mais, melhor, mais rápido’ tende a fazer tudo mais difícil para a gestão de pessoas. Nós precisamos usar ‘mais rápido’ onde é adequado, e ‘mais conectado’ quando se trata de dinâmicas humanas.”&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Dados, fricção e qualidade da decisão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Com o avanço de People Analytics, decisões passam a ser cada vez mais orientadas por dados. No entanto, a especialista destaca que a qualidade dessas decisões depende de elementos que não são eliminados pela tecnologia. “Conflitos e desacordos humanos, perspectivas diferentes… tudo isso aumenta a qualidade e a eficiência da nossa decisão. É aí que nós, como pessoas, florescemos. Nós nos vemos e nos conectamos através desse tipo de fricção e conflito. A fricção e a recuperação dela são uma capacidade humana única nesse ponto. Eliminar a complexidade humana pode reduzir a qualidade das decisões, mesmo em ambientes orientados por dados”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A incorporação da IA também impacta o papel da liderança. O acesso a dados amplia a capacidade de análise, mas não substitui a gestão das relações. “A liderança é uma função social. Se você está liderando e não envolve outras pessoas, você está fazendo tudo errado. O que define a liderança não é o que está dentro de nós, é o espaço entre nós”. Esse “espaço entre”, que é definido pela qualidade das interações, passa a ser um dos principais objetos da gestão de pessoas, especialmente em um cenário de maior uso de tecnologia. Nesse contexto, a gestão de pessoas passa a incorporar tanto dados quanto a construção de ambientes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O avanço da tecnologia também se reflete em projeções de mercado. Segundo a Technavio, o mercado de IA aplicada a recursos humanos deve registrar crescimento adicional de cerca de US$ 16,55 bilhões até 2029. Ao mesmo tempo, relatórios indicam que a adoção ainda não é homogênea. Parte das organizações não explora plenamente aplicações mais avançadas, como IA generativa em RH.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Brooks, essa diferença está relacionada à capacidade de adaptação humana. “Podemos assumir que podemos programar e escalar mais rápido do que os humanos podem mover. Por isso, temos que prestar atenção na experiência que estamos proporcionando, não apenas na escala. E, francamente, as pessoas não são boas em pensar negócios a partir da experiência humana.”&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Entre eficiência e complexidade&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A incorporação da inteligência artificial amplia a capacidade analítica das organizações, mas não elimina os desafios estruturais da gestão de pessoas. Heidi aponta que a busca por eficiência total pode ignorar a natureza do trabalho humano. “A ideia de um lugar sem fricção é a ideia de um lugar não habitável para pessoas. A questão não é como criarmos uma organização perfeita, sem complexidades, a questão é: como podemos nos tornar melhores como seres humanos dentro dentro das organizações?”. Nesse cenário, a inteligência artificial amplia a capacidade de análise e execução, enquanto a tomada de decisão permanece dependente de interpretação, contexto e interação social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expansão da inteligência artificial no RH indica que a gestão de pessoas tende a se tornar cada vez mais orientada por dados, com maior capacidade de prever comportamentos, mapear competências e automatizar decisões operacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, os elementos centrais da dinâmica organizacional, como conflito, interação, confiança e engajamento, permanecem dependentes da experiência humana e não são integralmente traduzidos por modelos analíticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, Heidi entende que o papel do RH e das lideranças passa por uma reconfiguração. A tecnologia assume funções de processamento, enquanto cresce a demanda por competências relacionadas à interpretação, mediação e construção de contextos organizacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O futuro da gestão de pessoas, afirma a especialista, tende a ser definido menos pela substituição do humano pela tecnologia e mais pela forma como organizações equilibram análise de dados com a capacidade de sustentar relações, interpretar contextos e tomar decisões em ambientes complexos.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/inteligencia-artificial-reposiciona-o-rh/&quot;&gt;Inteligência artificial reposiciona RH e amplia o papel humano na tomada de decisão&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/Pm2FqYr&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/inteligencia-artificial-reposiciona-rh.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4314189885090110183</guid><pubDate>Thu, 02 Apr 2026 16:48:54 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-02T09:48:54.319-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Hero Seguros capta R$ 35 milhões para expandir seguro viagem na América Latina</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/hero-seguros.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/hero-seguros-capta-r-35-milhoes/&quot;&gt;Hero Seguros capta R$ 35 milhões para expandir seguro viagem na América Latina&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Hero Seguros anunciou a captação de R$ 35 milhões em sua primeira rodada de investimentos, liderada pela Headline XP e com participação do fundo Actyus. Os recursos serão destinados à expansão da operação na América Latina, com foco no segmento de seguro viagem, além do fortalecimento de novas verticais no Brasil, como proteção financeira e garantia estendida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada em 2022, a companhia afirma combinar crescimento com rentabilidade desde o início das operações. Parte da rodada foi estruturada como secondary, com a entrada dos investidores por meio da aquisição de participações dos sócios-fundadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Atuamos para transformar a experiência do seguro, tanto para quem distribui quanto para quem contrata. Em poucos anos, construímos uma operação relevante, com escala, rentabilidade e tecnologia proprietária. Esse investimento nos permite avançar ainda mais rápido na consolidação dessa proposta, ampliando nossa presença e diversificando o portfólio”, afirma Raphael Swierczynski, cofundador da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Receita da Hero Seguros&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, cerca de 75% da receita da insurtech vem do seguro viagem. A empresa já ultrapassou 4 milhões de segurados, sendo 1,8 milhão apenas em 2025, e gerou aproximadamente R$ 300 milhões em prêmios no último ano. O modelo de atuação é B2B2C, com parcerias nos setores financeiro e de turismo, além de uma rede de mais de 5 mil agências e corretores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Guilherme Wroclawski, cofundador da companhia, a escolha da Headline XP vai além do capital. “Temos uma relação de longa data com a Headline XP e, especialmente, com o Romero Rodrigues. Ao abrir a rodada, buscamos não apenas capital, mas também inteligência estratégica para sustentar nosso próximo ciclo de crescimento”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estratégia da empresa está baseada na verticalização da jornada do seguro, com tecnologia própria que integra desenvolvimento de produtos, distribuição e atendimento. Entre as iniciativas está a Hero Assist, unidade responsável pela gestão de sinistros e assistência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Headline XP, o investimento acompanha o desempenho operacional da companhia. “Estamos diante de uma empresa que cresce com consistência, mantendo rentabilidade e foco em execução. A combinação de um time experiente, tecnologia proprietária e um modelo de negócios escalável coloca a Hero em uma posição diferenciada para capturar oportunidades relevantes no mercado de seguros”, afirma Romero Rodrigues, sócio da gestora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da expansão geográfica, a Hero pretende ampliar investimentos em tecnologia e dados para aprimorar a experiência de clientes e parceiros. “Nosso objetivo é consolidar a Hero como uma plataforma de seguros cada vez mais completa, combinando eficiência operacional, inteligência de dados e foco absoluto na experiência. Estamos construindo uma nova forma de fazer seguro, mais simples, integrada e centrada no cliente”, completa Swierczynski.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa afirma que seguirá priorizando crescimento com eficiência operacional, enquanto busca ampliar sua presença regional e diversificar o portfólio no setor de seguros.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/hero-seguros-capta-r-35-milhoes/&quot;&gt;Hero Seguros capta R$ 35 milhões para expandir seguro viagem na América Latina&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/BuCzTIL&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/hero-seguros-capta-r-35-milhoes-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-1791520405715183258</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:48:23 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-01T07:48:23.656-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Na era da hiperconexão, se desligar virou símbolo de status</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2022/07/startups-1-4.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/era-da-hiperconexao/&quot;&gt;Na era da hiperconexão, se desligar virou símbolo de status&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante muito tempo, estar conectado o tempo todo foi sinal de produtividade. Responder rápido, postar com frequência e manter presença constante parecia quase uma obrigação na vida das pessoas. Quem não fazia parte desse ritmo, estava defasado. Só que, em algum momento, as coisas começaram a mudar. E o curioso é que essa adaptação é impulsionada pela geração que já nasceu conectada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a pesquisa da Pluxee, compartilhada em uma matéria do Estadão, 67% dos jovens diminuíram o tempo que passam nas redes sociais, desativaram ou até excluíram os seus perfis. Não se trata de rejeitar a tecnologia, mas de uma tentativa clara de reorganizar a relação que temos com ela. Em um mundo hiperconectado, desligar os smartphones passou a ser uma escolha consciente e, para muitas pessoas, um novo símbolo de status.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Geração Z cresceu cercada por telas, notificações e estímulos constantes. Diferente das gerações anteriores, que precisaram aprender a usar a tecnologia, ela precisou aprender a conviver com o excesso dela. E isso ajuda a explicar o desejo por silêncio, foco e presença, mesmo em um ambiente digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a NielsenIQ, cerca de 80% dos jovens usam as redes sociais para se inspirar, mas também para buscar validação nas opiniões de outras pessoas. Transparência e sentimento de pertencimento são indispensáveis. Não por acaso, marcas que se comportam como comunidades tendem a criar conexões mais genuínas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, esse mesmo ambiente que acolhe também pressiona, compara e exige exposição constante. O resultado é um cansaço coletivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisas recentes indicam que aproximadamente 1/3 dos usuários de redes sociais postam menos hoje do que há um ano, tendência ainda mais forte entre adultos da Geração Z. Em vez de compartilhar tudo, muitos preferem observar, consumir conteúdo de forma seletiva ou simplesmente ficar offline por parte do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse movimento foi bem descrito pelo escritor Kyle Chayka em um artigo para a revista The New Yorker, ao sugerir que a sociedade pode estar se aproximando do que ele chama de “postagens zero”. Ou seja, um ponto em que as pessoas percebem que não vale a pena compartilhar suas vidas online o tempo todo. Não por falta de interesse, mas por uma avaliação mais racional do custo emocional dessa exposição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, esse comportamento provoca empresas e marcas. Plataformas e estratégias foram desenhadas para maximizar tempo de permanência, engajamento e volume de conteúdo. No entanto, o consumidor está mudando. Menos tempo online significa uma busca por experiências mais relevantes, respeitosas e alinhadas com valores pessoais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ler um livro sem interrupções, montar um quebra-cabeça, caminhar sem o celular na mão ou simplesmente ficar em silêncio voltaram a ser práticas valorizadas. Não por nostalgia, mas por necessidade. Em um cenário de muitos estímulos, atividades fora das telas funcionam como contraponto e ajudam a manter saúde mental, foco e produtividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais tecnologia temos à disposição, mais valioso se torna o tempo longe dela. E esse paradoxo não parece ser um movimento passageiro, mas uma adaptação natural a um ambiente que precisa cada vez mais de equilíbrio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para empresas, líderes e profissionais, a reflexão é necessária. Se o comportamento muda, a forma de se comunicar também precisa mudar. Respeitar o tempo do outro, entender seus limites e criar conexões mais conscientes pode ser tão estratégico quanto qualquer tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim das contas, talvez o verdadeiro avanço não esteja em estar sempre online, mas em saber quando se desconectar. Em um mundo que nunca para, escolher pausar pode ser um dos sinais mais claros de maturidade, seja ela pessoal ou profissional.&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/era-da-hiperconexao/&quot;&gt;Na era da hiperconexão, se desligar virou símbolo de status&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/cristovao-wanderley/&quot;&gt;Cristovão Wanderley&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/quUk7y6&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/na-era-da-hiperconexao-se-desligar.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-8960375159762648939</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:48:36 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-01T06:48:36.025-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>A era do Culture-Led Growth já começou — e o Brasil ainda não percebeu</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2025/08/arte-padrao67.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/a-era-do-culture-led-growth/&quot;&gt;A era do Culture-Led Growth já começou — e o Brasil ainda não percebeu&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Por Caroline Steinhorst&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2026, a pergunta que mais escuto de grandes decisores da indústria — de marcas a grupos culturais — não é mais “qual trend vamos surfar?”. É outra, muito mais estrutural: como ganhar relevância de verdade? Como uma marca se torna um ícone cultural? E, principalmente, como essa relevância deixa de ser discurso e passa a aparecer na última linha do balanço? A maioria já investe em festivais, creators, exposições, collabs. O calendário está cheio. Os patrocínios também. Ainda assim, os resultados raramente acompanham o volume de ativações. Talvez o problema não seja a verba, e sim a lógica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante deste cenário, existe um conceito que começa a ganhar força fora do Brasil e que defendo como a próxima fronteira estratégica por aqui chamado Culture-Led Growth. Ele não funciona como uma tática que será aplicada em uma simples ação pontual, mas sim como mentalidade de negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vivemos um momento de ceticismo crônico, no qual o consumidor reconhece fórmulas prontas com facilidade, desconfia de discursos ensaiados e demonstra um cansaço evidente diante de marcas que performam causas como quem segue um roteiro previamente aprovado. A inovação isolada já não sustenta diferenciação, assim como a performance distante do significado não constrói lealdade duradoura. É justamente nesse ponto que a cultura deixa de ser acessório e passa a ocupar o centro da estratégia, porque, quando bem construída e utilizada estrategicamente ela é capaz de gerar identificação profunda, estabelecer vínculos reais e transformar relevância simbólica em valor econômico consistente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para que isso aconteça, é preciso compreender a cultura além da lógica do patrocínio. Ela não se resume a palco ou logomarca, mas envolve pertencimento, códigos compartilhados e narrativas que moldam identidade. Não basta estar em um evento, é preciso participar da construção de significado dentro de uma comunidade. Quando alguém chora na grade de um show ou se sente profundamente impactado por uma campanha, aquilo ultrapassa o consumo e se torna vínculo. É esse nível de conexão que as marcas buscam ao investir milhões e não alcançam quando tratam cultura como vitrine, e não como estratégia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conceito de Culture-Led Growth parte de uma inversão estratégica: em vez de usar a cultura como canal, a marca se posiciona como agente cultural. Isso significa olhar para seus ativos reais — história, valores, visão de mundo e até seu público — e transformá-los em contribuição concreta para as comunidades com as quais se relaciona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando a cultura lidera o crescimento, quatro movimentos acontecem: A marca educa o mercado e reduz custo de aquisição. Em seguida, sua comunidade se torna defensora espontânea. Na terceira etapa, a relevância deixa de depender de picos de mídia e por fim, a empresa se blinda melhor das oscilações de mercado&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não estamos mais na era das “boas ideias”. Estamos na era da confiança. E confiança se constrói no longo prazo, com coerência. Percebo muitas marcas com inveja da legitimidade dos artistas, mas esse elemento não se terceiriza, se constrói e exige humildade para aprender com a cultura antes de tentar utilizá-la.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir disso também mudamos o papel da liderança de marketing, pois não basta gerir campanhas, mas sim atuar como curador cultural. Entender tensões sociais, comportamentos emergentes e códigos simbólicos é ter a sensibilidade para identificar onde a marca pode contribuir de forma genuína — e onde deve apenas ouvir. O crescimento dos negócios guiado por cultura não é sobre viralizar. É sobre significar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um mercado saturado por hacks e fórmulas de performance, o verdadeiro diferencial competitivo passa a ser identidade. Marcas que abrem mão do próprio DNA para parecerem “mais consumíveis” até podem vender hoje, mas dificilmente constroem comunidade amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conceito de Culture-Led Growth é uma escolha estratégica: decidir que sua empresa não quer apenas vender algo, mas representar algo, seja para quem trabalha nela, consome ou acredita naquele propósito. Isso exige uma mudança estrutural de mentalidade: projetos culturais não podem ocupar um lugar coadjuvante no planejamento, sendo considerados apenas como ativação ou verniz institucional. Quando bem estruturados, tornam-se a base de crescimento de qualquer empresa, artista ou negócio, porque constroem pertencimento antes de conversão e relevância antes de alcance.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final das contas a cultura sempre foi a força que move comportamentos e em 2026, ela passa a mover também o crescimento. Para virar esse jogo, as marcas que entenderem isso primeiro não serão apenas lembradas, mas sim amadas e, consequentemente, consumidas pelos motivos certos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Caroline Steinhorst é sócia e diretora executiva da b+ca, um ecossistema criativo focado em Culture-Led Growth, que integra a agência de marketing, produtora audiovisual e plataforma de educação&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/a-era-do-culture-led-growth/&quot;&gt;A era do Culture-Led Growth já começou — e o Brasil ainda não percebeu&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
from Startupi https://ift.tt/Dp4AGNE&lt;br /&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;
</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/04/a-era-do-culture-led-growth-ja-comecou.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item></channel></rss>