<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773</atom:id><lastBuildDate>Sat, 19 Sep 2026 12:48:34 +0000</lastBuildDate><category>Oportunidades de tecnologia</category><category>Notícias</category><category>cursos gratuitos</category><category>Tecnologia</category><category>Fitness</category><category>Educação financeira</category><category>Empreendedorismo</category><category>esportes</category><title>Tecnologia dev-ink</title><description></description><link>https://www.dev-inksites.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2385</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4917263255255783258</guid><pubDate>Sat, 19 Sep 2026 12:48:34 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-19T05:48:34.848-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Eu moro na China desde 2010 e o que mudou não foi o preço</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/china.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/eu-moro-na-china-desde-2010-e-o-que-mudou-nao-foi-o-preco/&quot;&gt;Eu moro na China desde 2010 e o que mudou não foi o preço&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando eu cheguei aqui, em 2010, “Made in China” era um selo que constrangia quem carregava. Era sinônimo de cópia barata, e a discussão com qualquer empresário brasileiro terminava sempre no mesmo lugar: quanto custa, e dá pra confiar?&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quinze anos depois, eu recebo esse mesmo empresário no aeroporto de Guangzhou e a primeira pergunta dele já é outra. Ele não vem mais só comprar. Ele vem entender por que aqui as coisas ficam prontas antes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E o melhor exemplo disso não é o carro elétrico. Essa discussão já envelheceu enquanto o Ocidente ainda estava tendo ela.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O número que ninguém no Brasil comenta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em julho, o ministério que regula a indústria chinesa soltou um dado que passou batido lá fora: sete em cada dez carros de passeio novos vendidos na China este ano já saem de fábrica com assistência de condução, e&amp;nbsp;&lt;strong&gt;um em cada três já sai com piloto de navegação&lt;/strong&gt;, aquele que conduz sozinho em trecho de rodovia enquanto o motorista supervisiona.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um em cada três. Não num carro de luxo. Na média do mercado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Eu faço questão de ser preciso aqui, porque esse número costuma ser usado errado: isso não é carro autônomo. É assistência. Quem responde ainda é o motorista, e o próprio ministério separa as duas estatísticas justamente pra ninguém confundir. Mas é exatamente aí que mora a lição.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto o mundo debate se o carro autônomo é seguro, a China já embutiu o degrau anterior no carro que o cara comum compra pra ir trabalhar. Ela não esperou a tecnologia ficar pronta. Ela industrializou o que tinha e foi corrigindo no caminho.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O robotáxi existe, e não dá lucro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A parte mais visível dessa corrida são os robotáxis. Eles existem, rodam, cobram, e já não são piloto de laboratório: o serviço da Baidu passou de vinte milhões de corridas com o público e chegou a ter semanas com mais de trezentas mil viagens. Um concorrente listado em Nova York quase dobrou a frota em seis meses.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Só que eu preciso falar a parte que quase ninguém publica, porque é ela que dá a dimensão real:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;esse negócio ainda não dá lucro&lt;/strong&gt;. Essa mesma empresa que multiplicou a receita de corrida por sete no último trimestre fechou o período com dezenas de milhões de dólares de prejuízo. E em algumas cidades a corrida sai por menos de um quinto do preço do táxi comum.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ou seja, a dianteira chinesa em robotáxi hoje é financiada por investidor, não por resultado. Isso não é demérito, é fase. Mas quem me pergunta se deve importar robotáxi precisa ouvir isso antes de ouvir qualquer outra coisa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que realmente explica a velocidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Aqui está o ponto que eu levo quinze anos tentando explicar pra quem chega, e que finalmente ganhou um exemplo perfeito este ano.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Numa noite de março, cerca de cem robotáxis pararam ao mesmo tempo em vias e viadutos de Wuhan por falha de sistema. Deu congestionamento, batida na traseira, passageiro preso dentro do carro por duas horas. Ninguém se feriu, mas foi um vexame público.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Duas semanas depois, três ministérios do governo central mandaram a indústria inteira se autoinspecionar e as licenças novas foram suspensas na prática.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E aqui vem o detalhe que muda tudo:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;durante a suspensão, as frotas continuaram crescendo.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Em julho o licenciamento voltou.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É esse o mecanismo. A China libera rápido, cidade por cidade, com o produto ainda imperfeito. Quando dá problema, freia, corrige e volta a liberar. O Ocidente faz o contrário: exige a prova antes da escala. Só que a prova, nesse tipo de tecnologia, só aparece com escala.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Não é segredo de fábrica. Não é um chip mágico. É uma escolha de método, com um custo social embutido que eu não vou fingir que não existe: nesse modelo, o mercado é o laboratório.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E não saiu de graça. Um centro de estudos americano estima que a indústria de veículos de nova energia aqui recebeu algo em torno de duzentos e trinta bilhões de dólares em apoio estatal ao longo de catorze anos. É estimativa, e o próprio autor reconhece que o número diverge bastante da estatística oficial chinesa. Mesmo pela metade, explica por que essa corrida começou antes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que eu digo pro empresário brasileiro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Não é pra comprar carro autônomo. É outra coisa, e é mais útil.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O fornecedor chinês com quem você negocia amanhã opera dentro de um sistema que normaliza colocar no mercado o que ainda não está pronto, corrigir em público e seguir. Isso muda duas coisas no seu negócio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A primeira é que&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a referência do que é item de série se desloca mais rápido do que o seu catálogo&lt;/strong&gt;. Quando um terço dos carros novos de um país inteiro sai com piloto de navegação, a expectativa do consumidor muda. E ela atravessa a fronteira junto com o produto.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A segunda é mais concreta ainda:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;o fornecedor que te apresenta um produto este ano provavelmente não o tinha no ano passado, e vai revisá-lo no ano que vem.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Comprar na China deixou de ser negociar preço e virou acompanhar versão. Quem descobre isso tarde paga caro, porque recebe no contêiner um produto que já saiu de linha.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É por isso que o fluxo mudou. Faz uns dois anos que eu vejo brasileiro atravessando o mundo não pra fechar pedido, mas pra entender por que aqui o intervalo entre a ideia e a prateleira é tão curto.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A resposta não está numa fábrica específica. Está no fato de que um país inteiro decidiu que errar em público, rápido e barato, sai menos caro do que acertar sozinho, devagar e tarde.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Eu não estou dizendo que é o modelo certo. Estou dizendo que é o modelo que está ganhando, e que fingir que ele não existe é a forma mais cara de perder.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/eu-moro-na-china-desde-2010-e-o-que-mudou-nao-foi-o-preco/&quot;&gt;Eu moro na China desde 2010 e o que mudou não foi o preço&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/eu-moro-na-china-desde-2010-e-o-que-mudou-nao-foi-o-preco/&quot;&gt;Eu moro na China desde 2010 e o que mudou não foi o preço&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/S31PqDc&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/eu-moro-na-china-desde-2010-e-o-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-7145501699628117828</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:48:19 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-17T03:48:19.388-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>O efeito borboleta da saúde</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-tela-2026-09-17-065948.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-efeito-borboleta-da-saude/&quot;&gt;O efeito borboleta da saúde&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em&amp;nbsp;&lt;em&gt;Freakonomics&lt;/em&gt;, Steven Levitt e Stephen Dubner popularizaram uma ideia incômoda: os efeitos mais dramáticos costumam ter causas distantes, quase invisíveis, e a história interessante nunca é a de primeira ordem. O exemplo que os tornou famosos foi a hipótese de que a legalização do aborto nos Estados Unidos, nos anos 1970, teria ajudado a derrubar a criminalidade duas décadas depois. Não é preciso concordar com a tese para captar o método: siga os incentivos, ignore o efeito óbvio e vá atrás do terceiro elo da cadeia. É lá que mora o valor, e o risco.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Aplique esse método às canetas emagrecedoras e o efeito de primeira ordem é entediante: as pessoas perdem peso. A parte fascinante, a que reorganiza mercados, é o que acontece três elos adiante.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um infográfico que circula pelo setor tenta resumir o &amp;#8220;efeito Mounjaro&amp;#8221; no Brasil com números de arrepiar: queda de 70% em&amp;nbsp;&lt;em&gt;snack&lt;/em&gt;s e doces, 50% em bebidas açucaradas, 55% de redução em pedidos de&amp;nbsp;&lt;em&gt;delivery&lt;/em&gt;. Trate os percentuais locais com ceticismo, porque a metodologia por trás deles raramente é transparente. Mas a direção é inequívoca e vem confirmada por dados sólidos. Um estudo da Cornell com a Numerator, publicado no&amp;nbsp;&lt;em&gt;Journal of Marketing Research&lt;/em&gt;, mostrou que lares americanos que adotam GLP-1 cortam o gasto de supermercado em 5,3% em seis meses, chegando a mais de 8% nas famílias de renda alta. Os&amp;nbsp;&lt;em&gt;snacks&lt;/em&gt;&amp;nbsp;salgados caem cerca de 10%. O gasto em&amp;nbsp;&lt;em&gt;fast-food&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e cafeterias recua 8%. No Reino Unido, um levantamento da Worldpanel apontou 418 libras a menos por lar ao ano, quase 780 milhões de libras somados no país inteiro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Aqui a borboleta começa a bater as asas em lugares que ninguém previu. A caneta não corta apenas calorias, ela corta receita de indústrias inteiras. O Morgan Stanley estima que refrigerantes, álcool e salgadinhos possam encolher até 4% até 2035, e que 24 milhões de americanos, cerca de 7% da população, estarão medicados até lá. A indústria de bebidas alcoólicas pode perder bilhões, não porque o usuário decida parar de beber, mas porque o cérebro deixa de pedir. Enquanto isso, categorias inteiras nascem do vácuo: a Poppi, refrigerante prebiótico fundado em 2015, foi comprada pela PepsiCo por quase 2 bilhões de dólares. O apetite mudou de dono, e o capital foi atrás.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O segundo anel do efeito é ainda menos óbvio, porque acontece fora da comida. A perda rápida de gordura facial criou o chamado &amp;#8220;Ozempic face&amp;#8221;, e com ele um boom na estética. A Galderma, dona de preenchedores como o Sculptra, já credita à onda de GLP-1 parte do crescimento forte de seu portfólio estético. Uma pesquisa da McKinsey com clínicas apontou que 63% dos pacientes de GLP-1 que procuram tratamento facial nunca haviam feito um procedimento estético antes. A caneta não gerou só magreza, gerou um consumidor de estética inédito. E vai além do rosto: joalherias relatam alta de 150% nos pedidos de ajuste de anéis, porque dedos afinam. Goma de mascar, enxaguante bucal e até tintura de cabelo sobem nas cestas de compra, arrastados por efeitos colaterais e pela vaidade renovada de quem se olha diferente no espelho. Uma molécula de endocrinologia mexendo no mercado de joias e de higiene bucal é exatamente o tipo de elo distante que&amp;nbsp;&lt;em&gt;Freakonomics&lt;/em&gt;&amp;nbsp;ensinou a caçar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nada disso é a primeira vez que a saúde dispara uma borboleta. As estatinas fizeram algo parecido nos anos 1990: transformaram colesterol em número a ser vigiado, medicalizaram a prevenção e criaram o modelo de &amp;#8220;pílula para o resto da vida&amp;#8221; que os GLP-1 agora herdam. E há uma ironia mais antiga e mais desconfortável. A cruzada contra a gordura das décadas de 1980 e 1990, com a bênção de guias alimentares oficiais, empurrou a indústria a substituir gordura por açúcar em escala industrial. Muitos pesquisadores argumentam que essa política bem-intencionada ajudou a construir a epidemia de obesidade que a caneta agora desmonta. Ou seja: um consenso nutricional fabricou o problema, e uma molécula está lucrando para resolvê-lo, disparando seus próprios efeitos de segunda e terceira ordem. O ciclo é o próprio enredo do livro: toda solução vira a causa distante do capítulo seguinte.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para quem investe ou opera em saúde e&amp;nbsp;&lt;em&gt;wellness&lt;/em&gt;&amp;nbsp;no Brasil, a lição é estratégica, não anedótica. O Morgan Stanley cita explicitamente Brasil e China como os mercados de expansão mais rápida da próxima década, à medida que genéricos derrubam o preço. Significa que o mesmo efeito borboleta que já reprecificou balanços nos Estados Unidos está a caminho daqui. O erro clássico é apostar apenas na molécula. O capital inteligente mapeia os anéis: quem fornece proteína e alimento fresco ganha, quem vive de ultraprocessado e&amp;nbsp;&lt;em&gt;delivery&lt;/em&gt;&amp;nbsp;calórico precisa se reinventar, estética e nutricosmética abrem uma frente nova, e a suplementação para preservar massa magra, ponto fraco conhecido desses tratamentos, vira categoria óbvia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O ponto profundo é este: em saúde, nenhuma intervenção fica contida no corpo em que foi aplicada. Ela vaza para a prateleira, para o balanço, para a cultura e para indústrias que nunca ouviram falar do paciente. A caneta nasceu no consultório, mas o consultório é só o primeiro bater de asas. O verdadeiro jogo, para quem sabe ler o efeito borboleta, é antecipar onde o furacão vai tocar o chão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-efeito-borboleta-da-saude/&quot;&gt;O efeito borboleta da saúde&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/o-efeito-borboleta-da-saude/&quot;&gt;O efeito borboleta da saúde&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/2wXzOx0&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/o-efeito-borboleta-da-saude.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-3528692517944829576</guid><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 08:48:23 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-17T01:48:23.484-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Uma startup de “droides” de software vale agora US$ 5 bilhões</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-tela-2026-09-15-223025.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/uma-startup-de-droides-de-software-vale-agora-us-5-bilhoes/&quot;&gt;Uma startup de &amp;#8220;droides&amp;#8221; de software vale agora US$ 5 bilhões&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto muitas empresas ainda se questionam sobre a utilização de assistentes de código por desenvolvedores, uma parcela crescente do capital de risco mundial já tomou uma posição clara e estabeleceu um valor para isso. A Factory, uma startup que atua com agentes autônomos de engenharia de software, acabou de triplicar sua avaliação, que agora é de US$ 5 bilhões, após levantar US$ 200 milhões em uma nova rodada de investimentos. O aumento, em menos de um ano desde a última avaliação, indica que o mercado não considera mais a automação do desenvolvimento como um teste e a está valorizando como uma infraestrutura essencial. A questão para CTOs e fundadores evoluiu de &amp;#8220;vale a pena testar?&amp;#8221; para &amp;#8220;quanto custa chegar atrasado?&amp;#8221;.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Do copiloto ao &amp;#8220;droide&amp;#8221;: a aposta que o mercado comprou&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Factory, que teve sua origem em San Francisco, desenvolveu sua proposta com base em uma ideia que vai além dos assistentes de código convencionais: os chamados &amp;#8220;droides&amp;#8221;, agentes de software capazes de executar de forma autônoma tarefas completas do ciclo de engenharia — da escrita e revisão de código à investigação de incidentes, migrações e testes —, sob supervisão humana. A distinção é sutil na explicação, mas drástica na implementação: ao invés de otimizar o trabalho de um desenvolvedor, a ideia é transferir tarefas inteiras para sistemas que funcionam de forma completa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa rodada de US$ 200 milhões, que aumentou o valuation da empresa para US$ 5 bilhões, é uma valorização de três vezes em relação à anterior — um ritmo que ilustra o apetite dos investidores por empresas que estão na camada de execução da inteligência artificial, não apenas nos modelos de linguagem. É a mesma lógica que tem por base avaliações arrojadas em toda a gama de agentes de codificação, que hoje se configura como um dos campos mais disputados do capital de risco mundial.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Por que os agentes de código se tornaram um ativo estratégico&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O valuation não se baseia apenas em uma empolgação com a IA. As empresas de tecnologia estão lidando com uma equação cada vez mais complicada: a demanda por software está aumentando, mas a oferta de engenheiros seniores é escassa, e a pressão para tornar o capital mais eficiente é constante. Agentes autônomos atacam as três frentes ao mesmo tempo, prometendo acelerar o tempo de entrega e liberar times sêniores para se dedicarem a atividades que geram mais valor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Não é à toa que grandes nomes como OpenAI, Anthropic e Google estão competindo no mesmo setor com suas próprias ferramentas de codificação agêntica, enquanto startups especializadas estão levantando rodadas de investimento recordes. A tese central é que a maior parte do valor que a IA generativa pode trazer para as empresas será realizada em áreas onde os fluxos de trabalho são claramente mensuráveis — e poucos exemplos são tão evidentes quanto o número de linhas de código entregues, bugs solucionados e sistemas migrados.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Qual é o impacto disso no mercado brasileiro&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o cenário nacional, a iniciativa pode ser vista sob dois ângulos que se complementam. A primeira é a ameaça competitiva: o Brasil sempre foi visto como fornecedor de mão de obra técnica qualificada e mais barata em projetos de software globais — modelo que agentes autônomos tendem a compactar. As empresas de outsourcing e as fábricas de software brasileiras que não adotarem essas ferramentas em seus próprios processos podem acabar competindo em termos de custo com máquinas que não precisam descansar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A segunda leitura é de oportunidade. Com a adoção de engenharia assistida por agentes, startups e corporações brasileiras poderão aliviar um de seus principais gargalos históricos: a falta e o alto custo de desenvolvedores experientes, cuja escassez é intensificada pela concorrência internacional que paga em dólar. Para o empresário da região, torna-se mais fácil desenvolver produtos digitais avançados — o que, por sua vez, pode acelerar o surgimento de novas empresas e colocar pressão sobre os players digitais estabelecidos que estão confortáveis em suas posições.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em um contexto onde o capital internacional recompensa com US$ 5 bilhões a automação da produção de software, a escolha crucial para os líderes brasileiros não é saber se a tecnologia será implementada em suas operações. É a pessoa na empresa que vai se certificar de que ela chegue primeiro como benefício — e não como choque.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/uma-startup-de-droides-de-software-vale-agora-us-5-bilhoes/&quot;&gt;Uma startup de &amp;#8220;droides&amp;#8221; de software vale agora US$ 5 bilhões&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/uma-startup-de-droides-de-software-vale-agora-us-5-bilhoes/&quot;&gt;Uma startup de &amp;#8220;droides&amp;#8221; de software vale agora US$ 5 bilhões&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/Q9qeMuS&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/uma-startup-de-droides-de-software-vale.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-1550507522473064043</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 08:48:43 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-16T01:48:43.703-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>O trem da IA já saiu da estação. E quem tratou venture capital como “indústria artesanal” ficou para trás</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/AZ16.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-trem-da-ia-ja-saiu-da-estacao-e-quem-tratou-venture-capital-como-industria-artesanal-ficou-para-tras/&quot;&gt;O trem da IA já saiu da estação. E quem tratou venture capital como &amp;#8220;indústria artesanal&amp;#8221; ficou para trás&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Visualize a seguinte situação: um comitê de investimentos avalia seu portfólio, verifica as metas de alocação e chega à conclusão, contente, de que a exposição a venture capital está &amp;#8220;dentro dos 5% a 10% recomendados&amp;#8221;. Exemplar cautela — menos por um detalhe. Enquanto isso, entre US$ 3,8 trilhões e US$ 5 trilhões em valor de capital acionário foram cultivados nos mercados privados, e estão em poucas empresas de inteligência artificial, e esse investidor não tem um centavo investido lá. Esse é o diagnóstico de&lt;strong&gt; Jen Kha, sócia e responsável por Parcerias Globais da Andreessen Horowitz&lt;/strong&gt;, em texto publicado no blog da a16z. A questão principal é desconfortável: o maior erro do venture capital não é fazer um investimento mal sucedido — é ficar de fora do jogo.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O término da &amp;#8220;indústria artesanal&amp;#8221;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Como Jen escreveu no blog da a16z, as alocações em venture capital foram, historicamente, dimensionadas para refletir o caráter de &amp;#8220;cottage industry&amp;#8221; do negócio: um subconjunto pequeno dentro da fatia de alternativos privados. Para fundos de endowment, que historicamente são considerados alocadores mais arrojados, a exposição varia de 25% a 40% — frequentemente mais em função da valorização do valor contábil (NAV) do que de um novo capital efetivamente investido.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O que ocorre é que a régua se partiu. De acordo com informações do blog da a16z, a SpaceX realizou um IPO com uma avaliação de cerca de US$ 2,1 trilhões — o maior IPO de uma empresa de capital de risco na história, por um fator de 10. Por trás estão a Anthropic, que foi avaliada em US$ 965 bilhões e cujos rumores de uma listagem a US$ 2 trilhões estão circulando, e a OpenAI, que foi avaliada em US$ 852 bilhões mais recentemente. Juntas, elas geram entre US$ 3,8 trilhões e US$ 5 trilhões em valor criado, em sua maioria, nos mercados privados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;Se você investe em uma empresa que, por infelicidade, vai à falência, ao menos, em certo ponto, você para de ouvir falar dela.&amp;#8221; Isso é a única coisa que você pode fazer, e é o que muitos chamam de &amp;#8220;investimento passivo&amp;#8221;. Se você avança em uma empresa e ela é bem-sucedida, você nunca para de ouvir falar disso&amp;#8221;, escreve Kha, citando o sócio-fundador &lt;strong&gt;Marc Andreessen&lt;/strong&gt;. A própria a16z fornece uma ilustração matemática: as perdas da gestora representam apenas 15 centavos para cada dólar investido em seus fundos, enquanto uma única posição — a Databricks — pesa 20% de seus ativos sob gestão.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;A lei da potência se transformou na essência da economia&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O ponto se estende além da indústria da tecnologia. De acordo com uma análise do blog da a16z, oito das dez empresas mais valiosas do S&amp;amp;P 500 são de tecnologia, e cerca de um terço das empresas de tecnologia avaliadas em mais de US$ 150 bilhões ainda estão fechadas para o capital aberto. Em 2026, no primeiro trimestre, o intervalo mediano entre captações de unicórnios ativos caiu para apenas um ano, em comparação aos 1,5 anos de 2024 — ao mesmo tempo que 51,2% das empresas que um dia foram unicórnios não captam há mais de dois anos, de acordo com dados da PitchBook citados pela a16z.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A comparação que se faz com o passado é bastante clara. O Google se tornou uma empresa de capital aberto em 2004, com uma oferta que arrecadou US$ 1,67 bilhão, e no final do primeiro dia de negociações, sua avaliação era de US$ 27 bilhões — valores que, ajustados pela inflação, correspondem a cerca de US$ 3 bilhões e US$ 48 bilhões. Hoje, de acordo com a PitchBook, conforme o levantamento mencionado no blog da a16z, essa oferta não estaria nem entre as 20 maiores captações de venture capital fechadas desde janeiro de 2025, e o valuation de estreia ficaria a um terço do valor mediano pós-money dessas transações.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O desempenho em relação ao private equity é ainda mais claro. Segundo os dados da a16z, o montante de saídas de empresas financiadas por capital de risco triplicou o recorde histórico do capital de crescimento (PE). O IPO da Medline, avaliado em US$ 54 bilhões, foi o maior de uma empresa controlada por private equity — em comparação com os impressionantes US$ 2,1 trilhões da SpaceX, uma diferença que a torna aproximadamente 39 vezes maior. O maior exit de private equity foi da Aligned Data Centers, avaliada em US$ 40 bilhões, comparado aos US$ 60 bilhões da venda da Cursor para a SpaceX.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;A mensagem destinada aos investidores institucionais — incluindo os brasileiros&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Como exemplo prático, podemos citar o CalPERS, que é o maior fundo de pensão público dos Estados Unidos. De acordo com o blog da a16z, quando o fundo reestruturou sua carteira de private equity no final de 2022, ele reduziu os compromissos com buyouts de 91% para 58% e aumentou os investimentos em growth equity e venture de 9% para 43%. Resultado: em apenas três anos, o programa passou da 30ª para a 1ª posição entre os 30 maiores programas de Private Equity de fundos de pensão dos Estados Unidos, com o segmento de venture capital se destacando como o de melhor desempenho.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o mercado brasileiro, a interpretação é clara. Aqui, pension funds, family offices, and wealth management firms still consider venture capital to be a marginal — often negligible — allocation within their portfolios, typically relying on vintage local funds from previous years or gaining indirect exposure through fund-of-funds arrangements. Se o valor estiver sendo criado em empresas globais de IA e demorar mais para chegar aos mercados privados, o investidor institucional brasileiro que se limita à B3 ou a alocações tradicionais em multimercados e renda fixa está estruturalmente arriscando perder a maior transferência de valor da história recente — exatamente o &amp;#8220;erro de comissão&amp;#8221; que Kha identifica nos LPs americanos.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Acesso não é sinônimo de exposição: o aviso final&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O texto coloca a questão mais sensível no final: estar &amp;#8220;em venture&amp;#8221; não significa estar nas empresas certas. Segundo informações da Accolade Partners, divulgadas em um podcast e mencionadas pela a16z, das aproximadamente 3.000 gestoras de venture capital nos Estados Unidos, apenas 20 conseguiram gerar retornos líquidos de 3x ou mais ao longo das últimas duas décadas. Um levantamento da PitchBook de setembro de 2026, que abrange 2.143 fundos globais cujos vintages vão de 2000 a 2018, enfatiza a concentração: apenas 17% conseguiram devolver ao menos o dobro do capital investido; 6,7% alcançaram três vezes; e somente 2,4% atingiram cinco vezes. Ou seja, 83% dos fundos não pagaram 2x.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A mensagem para os alocadores — seja para o family office de São Paulo ou para o fundo de pensão em Brasília — é que a diversidade de gestores é tão crucial quanto a própria escolha de alocação. Como resume Kha ao citar Marc Andreessen: &amp;#8220;a tecnologia é o cachorro que finalmente alcançou o ônibus&amp;#8221;. A questão que se coloca para os comitês de investimento é se a alocação atual foi projetada para a economia que está presente ou para a que já não existe mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-trem-da-ia-ja-saiu-da-estacao-e-quem-tratou-venture-capital-como-industria-artesanal-ficou-para-tras/&quot;&gt;O trem da IA já saiu da estação. E quem tratou venture capital como &amp;#8220;indústria artesanal&amp;#8221; ficou para trás&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/almir-jucca/&quot;&gt;Almir Jucca&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/o-trem-da-ia-ja-saiu-da-estacao-e-quem-tratou-venture-capital-como-industria-artesanal-ficou-para-tras/&quot;&gt;O trem da IA já saiu da estação. E quem tratou venture capital como &amp;#8220;indústria artesanal&amp;#8221; ficou para trás&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/OYrQ5ki&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/o-trem-da-ia-ja-saiu-da-estacao-e-quem.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4693315160110614504</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 07:48:25 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-16T00:48:25.889-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Hidrogênio verde: oportunidade real ou aposta de longo prazo?  </title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-tela-2026-09-15-190414.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/hidrogenio-verde-oportunidade-real-ou-aposta-de-longo-prazo/&quot;&gt;Hidrogênio verde: oportunidade real ou aposta de longo prazo?  &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em meio à expansão dos investimentos globais em sustentabilidade, o hidrogênio verde desponta como uma das tecnologias mais promissoras e também mais desafiadoras da transição energética. A expectativa é que ele ajude a reduzir as emissões de setores nos quais a eletrificação direta é mais difícil, como siderurgia, indústria química, fertilizantes e transporte marítimo. Ao mesmo tempo, os altos custos de produção, a infraestrutura ainda limitada e a falta de compradores em escala colocam uma questão central para empresas e investidores: estamos diante de uma oportunidade concreta ou de uma aposta que ainda levará anos para amadurecer?&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os números mostram que existe um mercado real. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), a demanda mundial por hidrogênio ultrapassou 100 milhões de toneladas em 2025. Entretanto, praticamente toda essa demanda ainda é atendida por fontes fósseis. A produção de hidrogênio de baixa emissão cresceu cerca de 20% no mesmo ano, chegando perto de 1 milhão de toneladas, mas ainda representa pouco mais de 1% do mercado global. A dimensão dessa diferença revela, ao mesmo tempo, o tamanho do desafio e o potencial de crescimento do setor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O capital também começa a acompanhar essa expectativa. A IEA estima que os investimentos em projetos de hidrogênio de baixa emissão chegaram a quase US$7 bilhões em 2025, praticamente o dobro do registrado em 2024. A previsão é de que esse volume se aproxime de US$10 bilhões em 2026, com cerca de 70% direcionados à eletrólise, tecnologia utilizada para produzir hidrogênio a partir da água e de eletricidade renovável.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Apesar do avanço, há uma diferença importante entre o volume de projetos anunciados e aqueles efetivamente executados. A estimativa da IEA para o potencial de produção de hidrogênio de baixa emissão anunciado para 2030 caiu de 49 milhões para 37 milhões de toneladas por ano. Cancelamentos e adiamentos atingiram principalmente projetos de eletrólise, enquanto mais da metade da capacidade anunciada dessa tecnologia apresenta previsão de atraso. O principal obstáculo está na demanda: em 2025, novos acordos de compra somaram aproximadamente 1,7 milhão de toneladas por ano, mas apenas cerca de 20% eram compromissos firmes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Esse cenário mostra por que o hidrogênio verde deve ser analisado como um investimento de longo prazo. Produzir a molécula é apenas uma parte da equação. É necessário garantir energia renovável competitiva, equipamentos, armazenamento, transporte e, sobretudo, consumidores dispostos a pagar pelo produto de menor intensidade de carbono. Sem contratos de compra de longo prazo, muitos projetos não conseguem chegar à decisão final de investimento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A queda no custo das energias renováveis, entretanto, fortalece a perspectiva de longo prazo. Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), mais de 90% dos projetos de geração renovável em escala de usina que entraram em operação em 2025 produziram eletricidade a um custo inferior ao da alternativa fóssil mais barata para nova geração nos respectivos mercados. O custo médio global da energia solar fotovoltaica ficou em US$44 por megawatt-hora, enquanto a eólica terrestre chegou a US$33 por megawatt-hora. A eletricidade é justamente um dos principais componentes do custo do hidrogênio verde.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Brasil, essa equação ganha ainda mais relevância. A combinação de uma matriz elétrica predominantemente renovável, grande potencial solar e eólico, disponibilidade territorial e infraestrutura portuária coloca o país entre os mercados com melhores condições para desenvolver uma cadeia de hidrogênio de baixa emissão. Segundo o Ministério de Minas e Energia, existem mais de US$ 290 bilhões em projetos anunciados no país, distribuídos por 18 estados. O número, porém, representa projetos anunciados e não necessariamente investimentos já realizados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Ceará é um dos principais exemplos dessa movimentação. O Complexo Industrial e Portuário do Pecém tornou-se um dos polos mais avançados do país, com projetos de produção de hidrogênio e derivados voltados tanto ao mercado nacional quanto à exportação. O governo estadual estima mais de R$131 bilhões em investimentos associados ao hub e cerca de 80 mil empregos diretos e indiretos. Entre os empreendimentos está um projeto da Fortescue, estimado em R$18 bilhões, além de uma iniciativa da Casa dos Ventos com a TotalEnergies, com investimentos superiores a R$12 bilhões para produção de amônia verde.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O potencial brasileiro, porém, não está apenas na exportação de hidrogênio ou amônia. A oportunidade pode estar na utilização dessa energia para produzir bens industriais de menor intensidade de carbono, como aço, fertilizantes, combustíveis sustentáveis e produtos químicos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O marco regulatório brasileiro também avançou. A Lei nº 14.948, de 2024, estabeleceu o marco legal do hidrogênio de baixa emissão de carbono, enquanto a Lei nº 14.990 criou um programa específico para estimular o desenvolvimento do setor. O governo prevê R$18,3 bilhões em benefícios fiscais ao longo de cinco anos. Paralelamente, o BNDES e outros agentes públicos vêm ampliando o financiamento de iniciativas relacionadas à transição energética e à economia de baixo carbono.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ainda assim, os riscos não podem ser ignorados. O hidrogênio verde continua mais caro do que alternativas convencionais em muitos mercados, depende de infraestrutura que ainda está sendo construída e está sujeito a mudanças regulatórias e tecnológicas. Ademais, a própria IEA aponta que o financiamento de empresas de hidrogênio por venture capital caiu cerca de um terço em 2024, sinal de que o entusiasmo inicial do mercado financeiro passou a conviver com uma avaliação mais rigorosa sobre riscos e retornos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A conclusão, portanto, não está em classificar o hidrogênio verde simplesmente como oportunidade ou aposta. Ele já representa uma oportunidade real, mas sua maior dimensão econômica provavelmente será construída ao longo da próxima década. Para investidores, mais importante do que observar o volume de anúncios é identificar quais projetos possuem energia competitiva, compradores definidos, infraestrutura adequada, financiamento estruturado e segurança regulatória.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/hidrogenio-verde-oportunidade-real-ou-aposta-de-longo-prazo/&quot;&gt;Hidrogênio verde: oportunidade real ou aposta de longo prazo?  &lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/hidrogenio-verde-oportunidade-real-ou-aposta-de-longo-prazo/&quot;&gt;Hidrogênio verde: oportunidade real ou aposta de longo prazo?  &lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/0fHbRh1&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/hidrogenio-verde-oportunidade-real-ou.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-1469470127631066473</guid><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 07:48:46 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-15T00:48:46.003-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Depois de passagens por edtechs e inteligência artificial na educação, Caio Paiola assume conselho de ONG voltada à dislexia</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-tela-2026-09-14-190005.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/depois-de-passagens-por-edtechs-e-inteligencia-artificial-na-educacao-caio-paiola-assume-conselho-de-ong-voltada-a-dislexia/&quot;&gt;Depois de passagens por edtechs e inteligência artificial na educação, Caio Paiola assume conselho de ONG voltada à dislexia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O executivo e empreendedor &lt;strong&gt;Caio Paiola&lt;/strong&gt; assumiu uma posição no conselho administrativo da &lt;strong&gt;Domlexia&lt;/strong&gt;, organização brasileira voltada ao apoio de crianças com dislexia e outras neurodivergências. O anúncio marca uma nova fase profissional do profissional de 34 anos, que atuará na aplicação de soluções de inteligência artificial voltadas a apoiar escolas e professores na identificação precoce de sinais de dificuldades de aprendizagem nos primeiros anos escolares. A movimentação ocorre após o encerramento das atividades do Pinball Space, empreendimento fundado por Paiola em Florianópolis em 2023.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A mudança de ciclo sucede o encerramento do empreendimento catarinense em julho de 2026. O espaço de entretenimento, que recebeu investimento inicial de aproximadamente R$ 1,5 milhão, obteve o selo Travelers&amp;#8217; Choice 2026 no TripAdvisor e alcançou a liderança da categoria “Tours &amp;amp; Activities” na cidade, além de registrar avaliação 4,9 no Google. Segundo o executivo, o encerramento da operação não foi motivado por questões financeiras ou operacionais, mas sim por uma decisão pessoal de concluir o ciclo e direcionar foco a novos projetos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A trajetória de Paiola no setor de tecnologia teve início aos 18 anos. Em 2010, ingressou na Burti/Casa Vaticano, onde atuou no desenvolvimento do sistema JamWorks, plataforma de gestão de processos que atingiu cerca de 7 mil usuários. Posteriormente, em 2014, assumiu como CTO da startup HomeRefill. Na empresa, participou da implementação de algoritmos de inteligência artificial entre 2015 e 2017 para análise de padrões de consumo e previsão de estoque, período em que a plataforma alcançou 170 mil usuários cadastrados e integrou a seleção &amp;#8220;Best of 2016&amp;#8221; da App Store no Brasil.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em 2017, o executivo tornou-se sócio e CTO da Studos Software, &lt;em&gt;edtech&lt;/em&gt; de aprendizado adaptativo que implementou recursos de IA e reconhecimento de imagens para correção de avaliações. Conforme dados da empresa, a plataforma atingiu mais de 130 mil alunos em 500 escolas antes de ser adquirida em 2020 pela Arco Educação, grupo listado na Nasdaq. Após a aquisição, Paiola assumiu a liderança da divisão ArcoTech, gerenciando infraestrutura de sistemas para mais de 1,2 milhão de estudantes, e posteriormente participou do desenvolvimento da plataforma de pagamentos ArcoPay.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com a entrada no conselho da Domlexia, o executivo passa a focar no desenvolvimento de ferramentas tecnológicas voltadas ao diagnóstico e suporte pedagógico. “Eu acho que o que mais aprendi ali foi que não dá para fazer tudo sozinho. Posso fazer tudo, mas, sem pessoas boas o suficiente ao meu lado, não vou a lugar nenhum”, declarou Paiola sobre a evolução de sua gestão. Sobre a filosofia aplicada aos seus empreendimentos e projetos, o executivo acrescenta que “o dinheiro deve ser consequência do valor que você gera para as pessoas. Quando há paixão no que você faz e um impacto real na vida delas, o retorno financeiro surge naturalmente”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para saber mais sobre os projetos, a GZM e o Startupi se uniram para entrevistar o executivo, confira abaixo:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;GZM/Startupi: Explique como surgiu a ideia de utilizar sua bagagem em edtechs e inteligência artificial na prática para ajudar professores a identificar sinais de dislexia e neurodivergências nos primeiros anos escolares?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Caio Paiola:&lt;/strong&gt; A escola já produz um volume enorme de informação, padrões de erro, evolução entre avaliações, tempo de resposta e quase nada disso recebe a devida atenção. Vi isso de perto na Studos, onde a plataforma acompanhava mais de 130 mil alunos: o sinal está lá, o que falta é alguém lendo. Nos primeiros anos escolares esse sinal é especialmente valioso, porque é quando uma intervenção pode mudar o resultado de uma vida inteira. A ideia é usar a inteligência artificial nesse momento para coletar e compilar tudo isso de forma simples, entregando ao professor o que ele precisa para agir. Isso pode ser um grande salto na vida de muitas crianças.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;GZM/Startupi:: De que forma o conselho da Domlexia pretende estruturar a governança para garantir que o uso de algoritmos de IA no diagnóstico precoce mantenha a ética, a precisão e a sensibilidade humana no ambiente pedagógico?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Caio Paiola:&lt;/strong&gt; Vale destacar que o sistema não faz o diagnóstico. Diagnóstico é um ato clínico, multidisciplinar, e vai continuar sendo. O que queremos é trazer a tecnologia para a triagem: ajudar o professor a identificar comportamentos que antes passavam despercebidos e sinalizar os casos que merecem um olhar especial. Essa celeridade faz diferença justamente nos primeiros anos do ensino, e é esse o impacto que queremos gerar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A IA é uma ferramenta para apoiar os profissionais, não para substituí-los. Ela traz clareza para o professor dar encaminhamento a casos que antes não eram percebidos, ativando ao longo do caminho os responsáveis e os especialistas, psicopedagogos e neuropsicólogos que conduzem a avaliação de fato.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;GZM/Startupi:: O Pinball Space encerrou as atividades no topo das avaliações e sem problemas financeiros. Como foi o processo de tomada de decisão pessoal para fechar um negócio de sucesso em prol de novos ciclos?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Caio Paiola:&lt;/strong&gt; O Pinball Space fechou saudável, no topo das avaliações, e isso foi uma escolha, não uma consequência. Foi um dos processos mais difíceis que já vivi, porque fechar um negócio que dá certo contraria todo instinto.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O que pesou foi a natureza do negócio. Operação física de entretenimento é um negócio de presença. O acervo era de máquinas raras, a manutenção era especializada, a experiência do cliente dependia de curadoria diária. Não era um negócio que sobrevivia à ausência do dono, e eu não queria entregar ao mercado uma versão pior daquilo que a gente tinha construído. Preferi encerrar no ponto mais alto.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Depois do nascimento da minha primeira filha, as prioridades mudaram, o futuro abriu novas opções e essa decisão se tornou necessária onde tive que organizar todo meu tempo disponível e priorizar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;GZM/Startupi:: Quais foram os principais aprendizados estratégicos no comando de uma operação física de entretenimento que você pretende carregar para o ecossistema de tecnologia e impacto social?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Caio Paiola:&lt;/strong&gt; Levo três aprendizados principais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O primeiro é o feedback imediato. Em software você lê métrica; no bar você vê a cara da pessoa. Não tem dashboard que substitua ver alguém desistindo de uma máquina porque a fila está grande ou a moeda travou. Isso reeducou meu senso de urgência sobre fricção de produto e sobre os problemas do dia a dia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O segundo é que o produto é a experiência inteira, não a funcionalidade. Ninguém ia ao Pinball Space pelas máquinas. Eles iam pela música, pelo cardápio, pelo atendimento, pela sensação de entrar em outra década. Nenhum desses elementos, sozinho, explicava a nota 5.0. Em tecnologia a gente tende a otimizar a feature e esquecer o contexto em volta dela. A feature não é o centro; é uma parte da experiência completa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O terceiro é disciplina de unidade econômica. Bar não tem rodada de investimento: ou o caixa fecha no fim do mês ou não existe mês seguinte. Isso me tornou muito mais rigoroso com custo por usuário, margem e sustentabilidade real de um modelo e é justamente o que mais falta em projetos de impacto social, que muitas vezes têm a tese certa e o modelo econômico errado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;GZM/Startupi:: Na Studos, você viveu a jornada completa de tração até a aquisição pela Arco Educação. Quais foram os maiores desafios técnicos e de produto para escalar a plataforma até 130 mil alunos e concretizar o M&amp;amp;A?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Caio Paiola:&lt;/strong&gt; O maior desafio técnico não era volume médio, era os picos. Educação é sazonal de forma brutal: em dia de simulado, milhares de alunos entram na mesma janela de minutos. É como ter uma Black Friday de carga a cada simulado. A arquitetura precisava aguentar o pior dia do ano, não a média.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O segundo foi a realidade da tecnologia disponível nos ambientes escolares. Tínhamos que lidar com escolas remotas, sem boa conexão de internet, e, na correção de provas, com fotos de celular com sombra, papel amassado e folha torta. Fazer a tecnologia funcionar nessas condições, e não só no laboratório, foi um dos desafios mais árduos dessas implantações.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Do lado do M&amp;amp;A, o aprendizado foi que due diligence técnica é uma auditoria da sua disciplina dos anos anteriores. Não dá para arrumar a casa em três meses. O que fez a diferença foi a tecnologia contar uma história coerente e auditável e, depois da aquisição, continuar operando durante a integração, sem parar de entregar para os alunos que já dependiam da plataforma.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;GZM/Startupi:: Na HomeRefill, você já aplicava IA para predição de consumo há quase uma década. O que mudou na complexidade de criar modelos de IA daquela época para os dias de hoje?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Caio Paiola:&lt;/strong&gt; Em 2015, na HomeRefill, não existia modelo pronto para pegar na prateleira. A gente construía do zero: engenharia de atributos na mão, série temporal, modelagem estatística clássica, infraestrutura própria para treinar. Cada ganho de acurácia custava semanas. E o dado era escasso para prever quando alguém ia acabar o sabão em pó, você precisava de um histórico que ainda não tinha.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Hoje a barreira de entrada caiu de forma radical. Qualquer pessoa acessa modelos de fundação por API em uma tarde. Só que o problema difícil mudou de lugar. Antes o desafio era fazer o modelo funcionar. Hoje o desafio é tudo em volta dele: ter dado proprietário que ninguém mais tem, saber avaliar se a saída está certa, controlar custo por inferência, garantir comportamento previsível e transformar aquilo em produto que alguém use de verdade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em outras palavras: em 2015 a IA era a parte difícil. Hoje a IA é a parte fácil, e a diferenciação está no problema que você escolhe resolver e nos dados a que você tem acesso.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;GZM/Startupi:: Você pontuou que &amp;#8220;não dá para fazer tudo sozinho&amp;#8221; e que &amp;#8220;o dinheiro deve ser consequência do valor gerado&amp;#8221;. Como essa filosofia de gestão molda a sua escolha por projetos e a formação das suas equipes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Caio Paiola:&lt;/strong&gt; &amp;#8220;Não dá para fazer tudo sozinho&amp;#8221; é uma lição que aprendi na marra, sendo o desenvolvedor que achava que resolvia tudo escrevendo mais código. Não resolve. A partir de certo ponto, o limite deixa de ser técnico e passa a ser as horas do dia. Meu dia tem 24 horas, e nem todas cabem no trabalho. A escalabilidade horizontal é o segredo, e a delegação é o desafio. Poder contar com mais pessoas para compartilhar os desafios e os problemas é, sim, a melhor forma de alcançar os objetivos: pessoas diversas para desafios diversos, um ecossistema rico de pensamentos que propõe soluções mais claras.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;O dinheiro deve ser consequência do valor gerado&amp;#8221; é o filtro que uso para escolher meus projetos. Se eu não consigo explicar em uma frase para quem aquilo melhora a vida, e como, provavelmente não é o projeto para mim. Não devemos correr atrás do dinheiro; ele sempre será consequência de um bom trabalho. Prefiro focar em resolver problemas reais das pessoas a pensar em quanto posso ganhar com determinado negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/depois-de-passagens-por-edtechs-e-inteligencia-artificial-na-educacao-caio-paiola-assume-conselho-de-ong-voltada-a-dislexia/&quot;&gt;Depois de passagens por edtechs e inteligência artificial na educação, Caio Paiola assume conselho de ONG voltada à dislexia&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/depois-de-passagens-por-edtechs-e-inteligencia-artificial-na-educacao-caio-paiola-assume-conselho-de-ong-voltada-a-dislexia/&quot;&gt;Depois de passagens por edtechs e inteligência artificial na educação, Caio Paiola assume conselho de ONG voltada à dislexia&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/Ntr3Kfj&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/depois-de-passagens-por-edtechs-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-5962702354755896158</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 07:48:50 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-14T00:48:50.717-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Eu coleciono Macallan. Não Ostentação</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2024/10/kepler-1.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/eu-coleciono-macallan-nao-ostentacao/&quot;&gt;Eu coleciono Macallan. Não Ostentação&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando alguém descobre que tenho uma coleção com quase 50 rótulos diferentes de &lt;strong&gt;The Macallan&lt;/strong&gt;, normalmente associa isso imediatamente a dinheiro, luxo ou ostentação. Talvez porque algumas garrafas da marca tenham alcançado valores milionários em leilões e apareçam com frequência cercadas por esse imaginário de riqueza.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A marca Macallan se tornou mais conhecida do grande público por sua presença no cinema e na televisão. Se antes aparecia de maneira mais discreta, como uma escolha reconhecida principalmente por conhecedores de whisky, com o tempo passou a ser usada nas telas como símbolo de poder, sofisticação e sucesso. A associação mais emblemática aconteceu com&amp;nbsp;&lt;em&gt;James Bond&lt;/em&gt;, especialmente em&amp;nbsp;&lt;em&gt;Skyfall&lt;/em&gt;, de 2012, quando uma Macallan 1962 Fine &amp;amp; Rare foi escolhida. A marca também apareceu em produções como&amp;nbsp;&lt;em&gt;Spectre&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e ganhou visibilidade em séries como&amp;nbsp;&lt;em&gt;Suits&lt;/em&gt;, associada ao universo do advogado&amp;nbsp;&lt;em&gt;Harvey Specter&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e às celebrações de grandes conquistas. Essa presença ajudou a consolidar no imaginário popular a ideia de que Macallan é o “Whisky dos poderosos”, uma percepção que explica parte da associação imediata entre a marca, riqueza e ostentação, mas que está longe de contar toda a sua história.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mas NÃO foi isso que me fez começar a minha coleção de Macallans.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Recentemente, meu filho&amp;nbsp;&lt;em&gt;Theo&lt;/em&gt;&amp;nbsp;recebeu alguns&amp;nbsp;&lt;em&gt;YouTubers&lt;/em&gt;&amp;nbsp;conhecidos em casa e, durante a visita, minha coleção particular e muito reservada acabou sendo mostrada publicamente. Alguns comentários imediatamente relacionaram as garrafas à ideia de “bilionário”. Somaram-se a isso notícias e conversas recentes envolvendo figuras públicas, festas reservadas e riqueza.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ou seja, aquilo que sempre mantive de forma reservada e familiar, se tornou público. Por isso, resolvi escrever este texto: para desmistificar o assunto e explicar que minha coleção não nasceu para exibir qualquer tipo de riqueza,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;mas do meu interesse pela história, pela raridade e pela diversidade dos rótulos da Macallan.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Eu sou apreciador de whisky e também colecionador. E existe uma diferença entre essas duas coisas. Tenho as garrafas que compro para abrir, servir, experimentar e compartilhar com amigos. E tenho aquelas que fazem parte da coleção. Elas ficam separadas em prateleiras porque representam uma edição, uma série, um momento da destilaria ou simplesmente um rótulo que eu ainda não havia encontrado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;O que procuro não é necessariamente o rótulo mais caro. Procuro o rótulo diferente.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Não vou falar aqui sobre preços ou sobre quanto custa cada garrafa, porque esse não é o propósito da minha coleção e nem deste texto. Uma garrafa pode custar mil reais, mil dólares, 10 mil dólares ou muito mais. O valor financeiro nunca foi o meu principal critério. O que me interessa é a raridade, a história daquela edição e o lugar que ela ocupa dentro da coleção. Às vezes, uma garrafa menos valiosa comercialmente pode ser muito mais interessante para mim porque foi lançada em determinado país, pertence a uma série especial, tem uma embalagem diferente ou é difícil de encontrar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;É mais ou menos como acontece com quem coleciona selos, moedas, relógios, livros antigos, obras de arte ou camisas de futebol&lt;/strong&gt;. O interesse não está apenas no preço da peça, mas na história que ela carrega e na dificuldade de encontrá-la. Quem olha de fora vê uma garrafa. Quem coleciona vê origem, contexto, tempo, edição, sequência e memória.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;The Macallan&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;tem mais de 200 anos de história e construiu uma identidade muito particular no universo do single malt escocês. A destilaria ficou conhecida, entre outras coisas, pelo cuidado com a madeira e pelo uso de barris de carvalho temperados com vinho de Jerez. Os barris não funcionam apenas como recipientes para armazenar o uísque. Eles participam diretamente da construção de sua cor, de seus aromas e de seu sabor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A marca possui linhas mais conhecidas, como Sherry Oak e Double Cask, além de expressões que passaram por diferentes combinações de barris. Há também coleções destinadas ao mercado de viagem, vendidas principalmente em aeroportos e duty-free, como a Colour Collection, com diferentes idades e características.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mas é quando entramos nas edições limitadas e comemorativas que o universo da Macallan se torna ainda mais interessante para um colecionador.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao longo de sua história, a destilaria lançou centenas de expressões diferentes. Existem séries numeradas, edições anuais, garrafas inspiradas em antigas campanhas publicitárias, parcerias com artistas, chefs, restaurantes e marcas de cristal, além de coleções que celebram temas específicos. A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Edition Series&lt;/strong&gt;, por exemplo, reuniu seis lançamentos, numerados de 1 a 6, cada um com identidade, composição e proposta próprias. A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Harmony Collection&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;explora conceitos, ingredientes de inspiração, colaborações e embalagens diferentes. A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Archival Series&lt;/strong&gt;, conhecida pelos Folios, recupera peças históricas da comunicação da marca. Há ainda a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Fine &amp;amp; Rare Collection&lt;/strong&gt;, formada por safras que atravessam décadas da história da destilaria.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Isso sem falar nas colaborações com a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Lalique&lt;/strong&gt;, nas coleções relacionadas a&amp;nbsp;&lt;em&gt;James Bond&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e nos lançamentos desenvolvidos para mercados, viagens ou ocasiões específicas. Como novas edições continuam surgindo, a coleção nunca parece realmente concluída.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;E essa é uma das partes mais interessantes de colecionar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Não existe um número oficial e definitivo de rótulos da Macallan, porque essa contagem depende do critério adotado. Podemos considerar apenas os lançamentos oficiais da destilaria ou incluir safras, anos de engarrafamento, graduações alcoólicas, volumes, embalagens, mercados de destino, importadores,&amp;nbsp;&lt;em&gt;private bottlings&lt;/em&gt;,&amp;nbsp;&lt;em&gt;single casks&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e engarrafamentos independentes. Mesmo considerando somente as edições históricas, limitadas e comemorativas lançadas oficialmente pela marca, estamos falando de centenas de expressões distintas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando a nova destilaria foi inaugurada, em 2018, uma instalação interativa passou a apresentar 840 garrafas do acervo histórico da Macallan, cobrindo um período que vai da era vitoriana aos lançamentos contemporâneos daquela época. Cada exemplar possui um arquivo digital próprio, com imagens em 360 graus, especificações e conteúdos em vídeo. Esse número, entretanto, corresponde a uma seleção feita pela própria destilaria e não representa todo o universo de rótulos e versões já lançados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/eu-coleciono-macallan-nao-ostentacao/&quot;&gt;Eu coleciono Macallan. Não Ostentação&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/joao-kepler/&quot;&gt;João Kepler&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/eu-coleciono-macallan-nao-ostentacao/&quot;&gt;Eu coleciono Macallan. Não Ostentação&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/ASYdh5N&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/eu-coleciono-macallan-nao-ostentacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-2704324152655455651</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 07:48:46 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-14T00:48:46.648-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Além do código veloz: como transformar o code review em um sistema de aprendizado contínuo com IA</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/alem-do-codigo-veloz-como-transformar-o-code-review-em-um-sistema-de-aprendizado-continuo-com-ia/&quot;&gt;Além do código veloz: como transformar o code review em um sistema de aprendizado contínuo com IA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ferramentas de inteligência artificial aceleraram a capacidade das equipes de gerar código. Mas esse ganho traz uma consequência: se mais código é produzido em menos tempo, também cresce o volume que precisa ser revisado antes de chegar ao produto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na engenharia de software, escrever código é apenas uma parte do trabalho. O code review continua essencial porque é nessa etapa que decisões de arquitetura, qualidade e contexto são avaliadas. Na Qive, isso nos levou a uma nova pergunta: &lt;strong&gt;como usar a própria IA para ampliar a capacidade de revisão sem retirar do humano as decisões que exigem experiência e julgamento?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para otimizar essa dinâmica, o primeiro passo é desmistificar o papel do revisor, compreendendo que nem todo apontamento exige o mesmo tipo de esforço cognitivo. Na prática, as demandas de validação em uma esteira de engenharia podem ser segmentadas em três grandes frentes: &lt;strong&gt;regras objetivas e repetitivas que podem ser automatizadas&lt;/strong&gt; (Ex.: padrões de formatação, nomenclaturas); &lt;strong&gt;conhecimentos e padrões recorrentes que podem ser documentados e incorporados às ferramentas utilizadas pela equipe&lt;/strong&gt;; e &lt;strong&gt;decisões que exigem contexto e julgamento continuam sendo responsabilidade das pessoas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com isso, o objetivo não é excluir o olhar humano da esteira, mas garantir que ele se concentre onde realmente gera valor. Sob essa perspectiva, o passo inicial é usar a IA para analisar o nosso próprio histórico de revisões e mapear quais padrões aparecem com maior frequência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O diagnóstico real: o que dizem 319 merge requests&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Como desenvolvedora &lt;em&gt;frontend&lt;/em&gt;, notei que o desenvolvimento assistido por IA estava acelerando nossa capacidade de entregar código. Para entender como melhorar também a etapa de revisão, utilizei um agente interno para analisar comentários de 33 merge requests &amp;#8211; processo pelo qual alterações de código são revisadas antes de serem incorporadas ao sistema &amp;#8211; e identificar padrões recorrentes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O primeiro insight foi revelador: a solução para boa parte dos apontamentos recorrentes já existia em nossas bibliotecas e ferramentas internas. O gargalo não era a falta de uma resposta técnica, mas sim de adoção por parte do time. A partir dessa descoberta, passamos a incentivar o uso desse conhecimento na origem do processo e a converter problemas previsíveis em validações automatizadas antes mesmo de o código chegar à etapa de revisão humana.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para validar se esse comportamento se repetia em uma escala corporativa, ampliamos a nossa base de amostragem. Entre 8 de julho de 2026 e 7 de agosto de 2026, &lt;strong&gt;analisamos 319&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;merge requests&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;, distribuídos em 9 repositórios&lt;/strong&gt;. Desses, 140 MRs receberam comentários humanos. Identificamos, então, 10 padrões que já estavam documentados; 5 padrões que ainda não possuíam documentação; e, 3 que passaram por documentação durante o próprio período analisado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esses dados reforçam uma percepção de que o code review não precisa ser apenas uma etapa de validação. Ele também pode ser uma fonte de conhecimento para a evolução do nosso processo de desenvolvimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um comentário recorrente pode indicar diferentes oportunidades de melhoria. Em alguns casos, é preciso documentar um conhecimento; em outros, incorporá-lo às ferramentas da equipe ou transformar uma validação recorrente em automação. E há decisões que devem continuar sob responsabilidade do revisor porque dependem de contexto e julgamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Um modelo de IA, sozinho, não resolve o problema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para que a inteligência artificial seja realmente útil em uma esteira de engenharia, não basta ter acesso a um modelo de linguagem de última geração. Ela precisa compreender o ecossistema único da empresa: seus padrões arquiteturais, as diretrizes de negócio e o histórico de lições aprendidas pelo time. É aqui que entra o conceito de &lt;em&gt;harness&lt;/em&gt;. Essa camada funciona como uma infraestrutura inteligente de conexão, envolvendo o modelo fundacional e abastecendo-o com o contexto local, regras de validação e os recursos operacionais necessários para que ele atue de forma consistente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na prática, otimizar o uso de IA deixa de ser uma busca incessante por modelos mais avançados e passa a ser um desafio de refinamento de processos. O verdadeiro diferencial está em observar a dinâmica de trabalho das equipes, extrair os padrões de erros mais comuns e transformar esses aprendizados em novas automações, regras dinâmicas e documentações que retroalimentam a esteira.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com essa engrenagem rodando, o code review passa por uma mudança profunda de paradigma: ele deixa de ser um &amp;#8220;pedágio&amp;#8221; reativo para validar entregas e se consolida como um sistema de aprendizado contínuo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao usar a IA para absorver a carga de validações mecânicas (como formatação e sintaxe) e mapear a recorrência de discussões técnicas, as equipes criam um fluxo que se autoajusta. Cada comentário na revisão deixa de ser um evento isolado e passa a ser um dado que calibra o harness, evitando que falhas semelhantes cheguem às fases finais dos próximos ciclos. O objetivo final deixa de ser apenas limpar o código do presente, mas sim garantir que o próximo ciclo de desenvolvimento comece de um patamar técnico muito mais elevado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/alem-do-codigo-veloz-como-transformar-o-code-review-em-um-sistema-de-aprendizado-continuo-com-ia/&quot;&gt;Além do código veloz: como transformar o code review em um sistema de aprendizado contínuo com IA&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/alem-do-codigo-veloz-como-transformar-o-code-review-em-um-sistema-de-aprendizado-continuo-com-ia/&quot;&gt;Além do código veloz: como transformar o code review em um sistema de aprendizado contínuo com IA&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/XSVn14K&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/alem-do-codigo-veloz-como-transformar-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-3164187683171589625</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 00:48:44 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-13T17:48:44.576-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Hotmart FIRE 2026 transforma Belo Horizonte em laboratório da economia dos creators</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/economia-hotmart-1789069473.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/hotmart-fire-2026-belo-horizonte-inteligencia-artificial-creators/&quot;&gt;Hotmart FIRE 2026 transforma Belo Horizonte em laboratório da economia dos creators&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre os dias 10 e 12 de setembro, Belo Horizonte foi o palco das conversas que vão moldar a próxima etapa da economia digital. A 11ª edição do Hotmart FIRE, que ocorreu no Expominas, atraiu aproximadamente 10 mil pessoas, com mais de 140 palestrantes e cinco palcos, oferecendo mais de 100 horas de programação focadas em inteligência artificial, tecnologia, inovação, empreendedorismo e novos modelos de negócios digitais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Estamos em um momento maduro do evento onde a Creator Economy não se refere mais apenas à produção de conteúdo, mas também à inclusão de empresas, comunidades, plataformas tecnológicas, estratégias de distribuição e várias formas de monetização. A Hotmart informou que o festival atraiu participantes de mais de 30 nações, com 71% deles ocupando cargos de decisão. Ao todo, mais de 70 marcas estiveram envolvidas na programação, incluindo Coca-Cola, Meta, Ray-Ban, Heineken, O Boticário e Itambé.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;A inteligência artificial no coração das empresas&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Destaque na programação, foi revelado o Hotmart Launchpad, uma plataforma que integra inteligência artificial, criação de produtos digitais e infraestrutura de pagamentos. A ideia é que o usuário consiga criar, por meio de comandos de voz ou texto, aplicativos, softwares, áreas de membros, simuladores, quizzes, calculadoras, agendas, sites e páginas de venda, sem precisar ter conhecimentos técnicos avançados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A solução também oferece ao sistema de pagamentos da Hotmart, o HotPay, a integração com hospedagem e checkout. Conforme foi revelado durante o lançamento, a estrutura processa mais de 40 métodos de pagamento, opera com 28 moedas locais e está disponível em 188 países.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“O Launchpad não é só um gerador de código, ele é um gerador de produto. É um produto que sai praticamente pronto para você botar no mercado e começar a vender”, disse &lt;strong&gt;João Pedro Resende&lt;/strong&gt;, CEO e cofundador da Hotmart.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em outra explicação durante o evento, o executivo afirmou que a plataforma conecta duas fases que normalmente são tratadas de forma distinta: a construção de uma aplicação e a sua venda. “Você cria e já pode vender, no mesmo lugar, sem montar uma estrutura fragmentada entre diferentes plataformas”, ele afirmou.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O lançamento indica que o setor está mudando sua abordagem. Embora a barreira para lançar um produto digital esteja diminuindo, a competição para se destacar em termos de diferenciação, público, confiança e capacidade de execução está aumentando. Ou seja, a IA pode acelerar a criação de uma solução, mas não dispensa a identificação de um problema real e a busca por clientes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A própria Hotmart revelou estatísticas que mostram o crescimento desse mercado. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o mercado de produtos digitais de inteligência artificial gerou um volume bruto de vendas superior a R$ 200 milhões, um aumento de 354% em comparação com os dois anos anteriores. Durante esse período, mais de 5.500 vendedores ofereceram produtos relacionados ao tema para 550 mil compradores distintos.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Conteúdo, branding e inovação&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A programação misturou assuntos técnicos e de estratégia com experiências profissionais e construção de marca pessoal. O painel, mediado por Igor 3K, do Flow Podcast, teve a presença do ator, comediante e empresário Terry Crews e se concentrou na reinvenção profissional e na carreira empresarial do convidado. Ryan Deiss, um autor norte-americano, também fez parte da programação, abordando temas do marketing digital.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A atriz e empresária &lt;strong&gt;Giovanna Antonelli&lt;/strong&gt; falou sobre empreendedorismo, posicionamento e branding. O seu ingresso destacou a transição de uma carreira, antes centrada na TV, para um modelo de negócio baseado em influência, produtos e interação direta com o público.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No primeiro dia, &lt;strong&gt;Rafa Brito&lt;/strong&gt; compartilhou a tática que o fez conquistar 100 mil seguidores em apenas 84 dias. Paulo Aguiar falou sobre a criatividade em um cenário automatizado, e &lt;strong&gt;Ícaro de Carvalho&lt;/strong&gt; provocou o público ao perguntar se temos tanto medo de que a IA substitua completamente o trabalho humano. Érico Rocha, por sua parte, discutiu os bastidores de um lançamento digital que arrecadou sete dígitos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Foram abordados também temas como tráfego, vendas, conteúdo, atendimento ao cliente, desenvolvimento de produtos, comunidades e expansão de audiência. A estrutura foi aumentada para incluir uma Ala VIP de 3.500 metros quadrados, áreas de conexão, HotSeats e uma funcionalidade de matchmaking no app, que visa conectar os participantes que compartilham interesses comerciais ou profissionais.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;A dimensão humana&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Embora a inteligência artificial tenha permeado praticamente todas as vertentes do festival, as atividades do dia final apresentaram um contraponto à euforia tecnológica. &lt;strong&gt;Micha Menezes&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Andréa Vermont&lt;/strong&gt;, em suas palestras, enfatizaram a importância da autenticidade, identidade e do reconhecimento da própria trajetória, especialmente em um contexto que valoriza cada vez mais as métricas, a escala e o desempenho.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A questão é pertinente, pois a automação provavelmente simplificará a criação de textos, imagens, vídeos, páginas e aplicativos. Assim, o que se torna escasso é outra coisa: repertório, credibilidade, conexão com o público e a capacidade de apresentar uma visão única.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Além disso, a mensagem se conecta a um desafio específico que os criadores enfrentam. Ter mais facilidade para criar conteúdo não quer dizer, necessariamente, mais atenção ou mais conversão. Num mercado com mais concorrentes e ferramentas ao alcance, a vantagem pode passar de velocidade de lançamento para consistência na proposta, qualidade da experiência e confiança estabelecida ao longo do tempo.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O impacto em Belo Horizonte&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O FIRE também se firmou como um evento que gera impacto econômico para a capital mineira. De acordo com &lt;strong&gt;Carlos Grieco&lt;/strong&gt;, que é o diretor de operações da Hotmart, cada edição gera em torno de R$ 60 milhões em Belo Horizonte, levando em conta os visitantes, a hotelaria e toda a cadeia turística.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;De acordo com a Hotmart, ao longo de sua história, o festival já recebeu mais de 42 mil pessoas e 770 palestrantes ao vivo. A magnitude obtida, por sua vez, explica a crescente entrada de grandes marcas e a evolução do FIRE para uma plataforma de networking empresarial, em vez de apenas uma conferência de palestras.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fernanda Pincherle&lt;/strong&gt;, que é a diretora global de marketing da Hotmart, explicou que o evento se desenvolveu em paralelo à profissionalização do setor. “Hoje, não se trata apenas de criar conteúdo ou vender um produto digital, mas de construir empresas, comunidades e relações de longo prazo”, afirmou.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ela também falou sobre as conexões que o festival possibilitou. “As conversas que começam nos palcos ou nos corredores muitas vezes se transformam em parcerias, projetos e novos negócios”, ele declarou.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Da audiência ao produto&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Hotmart FIRE 2026 revelou que a economia dos criadores de conteúdo passou de um estágio de testes para uma abordagem mais corporativa. A audiência ainda é um ativo central, mas não é mais o bastante: o mercado pede produtos, distribuição, suporte, informações, pagamentos, comunidades e retenção.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O lançamento do Launchpad simboliza essa transformação. Com a junção de inteligência artificial e pagamentos, a Hotmart busca um papel mais abrangente na jornada digital — da concepção à venda para o exterior. O movimento pode diminuir custos e prazos de desenvolvimento, mas também aumenta a responsabilidade por qualidade, segurança, direitos autorais, privacidade e transparência nas interações com os consumidores.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em resumo, a principal mensagem do festival é que a IA não vai substituir os creators. Ela tende a transferir o valor econômico para as fases em que a automação não consegue resolver tudo por conta própria: fazer as perguntas certas, entender o público, construir confiança e converter uma solução tecnológica em um negócio viável.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao encerrar a programação com um apelo em favor da autenticidade e da identidade, o FIRE enviou uma mensagem estratégica para o setor: quanto mais simples for a produção, mais crucial será ter algo significativo a comunicar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/hotmart-fire-2026-belo-horizonte-inteligencia-artificial-creators/&quot;&gt;Hotmart FIRE 2026 transforma Belo Horizonte em laboratório da economia dos creators&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/hotmart-fire-2026-belo-horizonte-inteligencia-artificial-creators/&quot;&gt;Hotmart FIRE 2026 transforma Belo Horizonte em laboratório da economia dos creators&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/hCB8amK&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/hotmart-fire-2026-transforma-belo.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-5638722394787351912</guid><pubDate>Sun, 13 Sep 2026 19:48:42 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-13T12:48:42.645-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Cibersegurança em 2026: como o Brasil se posiciona no mapa global e quais startups estão liderando a nova onda de inovação</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/idwall.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/ciberseguranca-em-2026-brasil-mundo-startups/&quot;&gt;Cibersegurança em 2026: como o Brasil se posiciona no mapa global e quais startups estão liderando a nova onda de inovação&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A cibersegurança deixou de ser um “custo de TI” para virar tese de investimento e vantagem competitiva. Alguém duvida disso? Para confirmar essa tese, basta olhar para 2026, um ano que tem consolidado esse movimento no Brasil e no mundo em números, com um mercado global que deve movimentar cerca de US$ 240 bilhões em gastos com segurança cibernética. O Brasil entra nessa conta com US$ 4,05 bilhões, com projeção de chegar a US$ 6,56 bilhões em 2031, segundo a consultoria &lt;em&gt;Peers Consulting + Technology&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;_______&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;Para saber mais sobre os desafios e cenários do mercado de cibersegurança global e também no Brasil em 2026, vale uma leitura na matéria especial “Segurança digital enta em novo nível de risco na Era das IAs”, publicada pela Gazeta Mercantil Digital (GZM) e que pode ser acessada &lt;a href=&quot;https://gazetamercantil.com.br/seguranca-digital-novo-nivel-risco-era-ias/&quot; target=&quot;_blank&quot; data-type=&quot;link&quot; data-id=&quot;https://gazetamercantil.com.br/seguranca-digital-novo-nivel-risco-era-ias/&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;neste link&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;. &lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;_______&lt;/p&gt;





&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto a matéria da GZM aborda o mercado das médias e grandes empresas, aqui vale nosso recorte para a nova geração de startups que tratam a segurança como um problema muito além de somente tecnologia, em termos mais genéricos, afinal, os novos tempos inserem na pauta as novas ferramentas disponíveis, como inteligência artificial e automação. Neste campo, algumas startups globais vem se destacando, como a &lt;strong&gt;7AI&lt;/strong&gt;, uma plataforma de “agentic AI” que automatiza investigação, caça a ameaças e orquestração de resposta, funcionando como um sistema operacional para times de segurança.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A &lt;strong&gt;Armadin&lt;/strong&gt;, por sua vez, usa um “enxame” de agentes ofensivos autônomos para simular ataques reais e provar, na prática, o que pode ser explorado nas defesas, campo em que a &lt;strong&gt;Dropzone AI&lt;/strong&gt; atua como um “analista de SOC” 100% em IA, triando alertas e investigando incidentes sem depender exclusivamente de analistas humanos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Outras duas especialistas são a &lt;strong&gt;Noma Security&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Oasis Security&lt;/strong&gt;, que focam em segurança de IA e de “identidades não humanas” (bots, agentes, serviços), criando inventário, governança e proteção em tempo de execução, segundo informações das próprias empresas. Assim como a &lt;strong&gt;Tenex.AI&lt;/strong&gt;, que oferece MDR (detecção e resposta gerenciadas) com IA para triagem, investigação, caça a ameaças e resposta, combinando automação nativa com supervisão humana.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Esses casos ilustram uma tendência clara: a segurança está migrando de ferramentas pontuais para plataformas orientadas a agentes, com menos ruído, mais automação e foco em provas executáveis de risco.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Brasil: mercado em expansão e startups que unem IA, conformidade e proteção de dados&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Brasil, o cenário da cibersegurança tem combinado pressão regulatória, maturidade crescente das empresas e, assim como o movimento global, uma leva de startups que usam IA para reduzir atrito em segurança e conformidade. O mercado nacional deve crescer a uma taxa composta de 10,13% entre 2026 e 2031, saindo de US$ 4,05 bilhões neste ano para US$ 6,57 bilhões em 2031, de acordo com a consultoria &lt;strong&gt;Mordor Intelligence&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Veja abaixo uma tabela com startups brasileiras que aparecem em programas recentes de aceleração e em mapas de inovação em segurança digital.&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-image size-full&quot;&gt;&lt;img fetchpriority=&quot;high&quot; decoding=&quot;async&quot; width=&quot;740&quot; height=&quot;404&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Gemini_Generated_Image_id21obid21obid21.jpg&quot; alt=&quot;Cibersegurança em 2026: como o Brasil se posiciona no mapa global e quais startups estão liderando a nova onda de inovação&quot; class=&quot;wp-image-260581&quot; title=&quot;Cibersegurança em 2026: como o Brasil se posiciona no mapa global e quais startups estão liderando a nova onda de inovação&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Gemini_Generated_Image_id21obid21obid21.jpg 740w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Gemini_Generated_Image_id21obid21obid21-300x164.jpg 300w&quot; sizes=&quot;(max-width: 740px) 100vw, 740px&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Investimentos e orçamento: setor resiliente em meio a incertezas&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto o financiamento global de startups, depois de se estabilizar, voltou a crescer em 2025–2026, a cibersegurança se mantém como tese resiliente, beneficiada por gastos corporativos que não recuam mesmo em ciclos de cautela. Estimativas da IDC, empresa global de inteligência em dados tecnológicos, apontam que o mercado de cibersegurança pode chegar a cerca de US$ 377 bilhões até 2028, ante US$ 300 bilhões projetados para 2026.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No plano corporativo, mais da metade dos tomadores de decisão em segurança prevê crescimento significativo de orçamento em 2026; 15% planejam alta de mais de 10%, e 40% esperam aumento entre 5% e 10%. Além disso, organizações devem alocar 40% de seus orçamentos de segurança cibernética para software em 2026, superando gastos com hardware e terceirização combinados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Brasil, o setor financeiro ilustra essa dinâmica: os bancos devem investir R$ 50,4 bilhões em TI em 2026, ante R$ 46,8 bilhões em 2025, segundo a Febraban, e parte expressiva desse montante está atrelada a segurança e proteção de dados.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tendências que vão moldar os próximos anos&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre os vetores que se destacam para quem acompanha o setor, três estão em destaque: a &lt;strong&gt;segurança orientada a agentes de IA&lt;/strong&gt;, com Centros de Operação em Segurança, ou “SOC”, cada vez mais automatizados, com investigação e resposta conduzidas por “agentes” que aprendem com o ambiente. Além disso, a &lt;strong&gt;proteção de identidades não humanas&lt;/strong&gt;, pois com a explosão de &lt;em&gt;bots&lt;/em&gt;, serviços e agentes de IA, surgem demanda por inventário, governança e controle desses ativos. Complementando, está a &lt;strong&gt;conformidade como produto&lt;/strong&gt;, englobando startups que transformam ISO 27001, SOC 2 e outras normas em jornadas digitais mais rápidas e baratas, especialmente para PMEs e scale-ups.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o Brasil, a combinação de mercado em crescimento, pressão regulatória e talento técnico coloca o país em posição estratégica para exportar soluções de segurança digital — especialmente aquelas que conseguem unir IA, conformidade e proteção de dados em plataformas simples de consumir.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para saber mais sobre o tema, assista uma entrevista especial feita pelo&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Canal Managment&lt;/strong&gt;. No programa Escolha do Editor,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Ricardo Azevedo&lt;/strong&gt;, que também responde como Publisher na GZM, entrevistou&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Max Mayorga&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;VP Latam da Ivanti&lt;/strong&gt;, sobre o tema: Cibersegurança no Setor Público: Por Que a Gestão de Risco Mudou Tudo? Confira:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
&lt;iframe title=&quot;Cibersegurança no Setor Público: Por Que a Gestão de Risco Mudou Tudo?&quot; width=&quot;800&quot; height=&quot;450&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/xDvxFdfLJZM?feature=oembed&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share&quot; referrerpolicy=&quot;strict-origin-when-cross-origin&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/ciberseguranca-em-2026-brasil-mundo-startups/&quot;&gt;Cibersegurança em 2026: como o Brasil se posiciona no mapa global e quais startups estão liderando a nova onda de inovação&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/almir-jucca/&quot;&gt;Almir Jucca&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/ciberseguranca-em-2026-brasil-mundo-startups/&quot;&gt;Cibersegurança em 2026: como o Brasil se posiciona no mapa global e quais startups estão liderando a nova onda de inovação&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/c5UQJ4z&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/ciberseguranca-em-2026-como-o-brasil-se.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/xDvxFdfLJZM/default.jpg" height="72" width="72"/></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-5752032741738389618</guid><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 09:48:36 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-11T02:48:36.317-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Como startups de saúde estão competindo diretamente com planos tradicionais no Brasil</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Vitor-e-Guilherme-Sami-corte.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/healthtechs-competem-planos-saude-brasil/&quot;&gt;Como startups de saúde estão competindo diretamente com planos tradicionais no Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com aumentos anuais superiores a 10% e a inteligência artificial quebrando barreiras de custos fixos, as operadoras de planos de saúde tradicionais começam a enfrentar um novo tipo de concorrência: as &lt;em&gt;healthtechs&lt;/em&gt; que replicam o modelo dos &amp;#8220;Planos Alternativos de Saúde&amp;#8221; (AHPs) americanos. Em um cenário onde os planos coletivos empresariais cobrem aproximadamente 50 milhões de pessoas no Brasil e o aumento dos custos com saúde é de 2 a 3 vezes superior à inflação, startups de atenção primária estão reformulando a forma de oferecer cobertura corporativa, trocando a lógica de financiamento e gestão de sinistros por prevenção e monitoramento constante.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;________________&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;O tema das AHPs é o foco da matéria especial “A revolução silenciosa dos planos de saúde: por que o mercado corporativo está prestes a trocar os gigantes de sempre“, publicada na Gazeta Mercantil Digital (GZM) e que você pode acessar&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;https://gazetamercantil.com.br/a-revolucao-silenciosa-dos-planos-de-saude-por-que-o-mercado-corporativo-esta-prestes-a-trocar-os-gigantes-de-sempre/&quot; target=&quot;_blank&quot; data-type=&quot;link&quot; data-id=&quot;https://gazetamercantil.com.br/a-revolucao-silenciosa-dos-planos-de-saude-por-que-o-mercado-corporativo-esta-prestes-a-trocar-os-gigantes-de-sempre/&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;clicando aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;_________________&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mas, o que nos distingue não é apenas a tecnologia, é também a estrutura. E ao invés de contar com um grande grupo de segurados para cobrir os custos elevados de alguns, os planos de saúde tradicionais funcionam usam um modelo em que todos pagam para que alguns não precisem. Já as &lt;em&gt;healthtechs&lt;/em&gt;, por outro lado, se concentram em manter seus membros saudáveis desde o começo, em um modelo que busca diminuir os custos operacionais, personalizando o atendimento e, principalmente, proporcionando ao beneficiário uma experiência totalmente distinta daquela oferecida pelos planos tradicionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A questão que atualmente impulsiona o mercado é: quanto tempo essas empresas desafiadoras levarão para conquistar uma parte considerável do mercado corporativo?&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Um modelo de escala acelerada&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A &lt;strong&gt;Alice Saúde&lt;/strong&gt; é um exemplo dessa transformação. A operadora, que foi criada há pouco mais de dez anos com o objetivo de reinventar a atenção primária, viu seu número de membros aumentar de 674 em dezembro de 2020 para cerca de 10 mil em 2022. O CEO e cofundador, &lt;strong&gt;André Florence&lt;/strong&gt;, organizou o modelo em quatro pilares: ênfase na atenção primária e na coordenação do cuidado, monitoramento detalhado de todas as necessidades de saúde do cliente, uso extensivo de tecnologia e pagamento aos prestadores com base na satisfação do cliente e nos resultados clínicos obtidos. &amp;#8220;Nosso objetivo é tornar a saúde mais humana e eficiente para nossos membros&amp;#8221;, declarou o executivo em reportagem ao portal &lt;em&gt;Estadão&lt;/em&gt;. O resultado: 75% dos atendimentos da Alice são digitais, com custo por vida estimado em 30% a 50% menor que o de planos tradicionais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Já na &lt;strong&gt;Sami Saúde&lt;/strong&gt;, que pode ser considerada outra referência e que teve início em 2018 com uma proposta voltada para uma plataforma digital integrada que já conta com mais de 10 mil beneficiários, a inovação reside no modelo de &amp;#8220;Time de Saúde&amp;#8221; como porta de entrada única, que classifica casos com apoio de inteligência artificial antes de encaminhar para especialistas. Mais de 75% dos clientes que contrataram seus serviços não possuíam plano de saúde antes, segundo dados da empresa, um indicativo de que as &lt;em&gt;healthtechs&lt;/em&gt; estão atraindo exatamente aqueles que deixaram o modelo tradicional devido a custos ou insatisfação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Outro exemplo é a &lt;strong&gt;Cuidas&lt;/strong&gt;, que obteve investimentos da &lt;strong&gt;SoftBank&lt;/strong&gt; e da &lt;strong&gt;GFC Global&lt;/strong&gt; e que foca exclusivamente na atenção primária à saúde no setor corporativo. O investimento por vida é de 5% a 20% do custo de um plano tradicional, garantindo cobertura total sem abrir mão da qualidade. Os fundadores, Deborah Alves, João Henrique Vogel e Matheus Silva, criaram a solução após analisar modelos de países que possuem sistemas de saúde bem equilibrados. E o acompanhamento a longo prazo foi idealizado para compreender o contexto pessoal de cada colaborador e sugerir mudanças de hábitos, minimizando desperdícios no sistema.&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-image aligncenter size-full&quot;&gt;&lt;img fetchpriority=&quot;high&quot; decoding=&quot;async&quot; width=&quot;740&quot; height=&quot;412&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cuidas_fouders_1.webp&quot; alt=&quot;Como startups de saúde estão competindo diretamente com planos tradicionais no Brasil&quot; class=&quot;wp-image-260558&quot; title=&quot;Como startups de saúde estão competindo diretamente com planos tradicionais no Brasil&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cuidas_fouders_1.webp 740w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cuidas_fouders_1-300x167.webp 300w&quot; sizes=&quot;(max-width: 740px) 100vw, 740px&quot; /&gt;&lt;figcaption class=&quot;wp-element-caption&quot;&gt;&lt;em&gt;João Henrique Vogel, Matheus Silva e Deborah Alves, fundadores da startup de saúde Cuidas: “Por meio da atenção primária, conseguimos ensinar&lt;/em&gt; &lt;em&gt;nossos clientes a utilizarem de maneira correta o plano de saúde, evitando os desperdícios tradicionais do mercado”, diz João Henrique Vogel, CEO da empresa.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O ecossistema que se desenvolve nas lacunas do modelo tradicional&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;De acordo um levantamento feito por duas instituições conectadas com o ecossistema, a &lt;strong&gt;Liga Ventures&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Unimed Fesp&lt;/strong&gt;, o cenário atual das startups do setor no Brasil conta com 536 empresas de saúde em operação, categorizadas em 35 tipos diferentes. As subcategorias que se destacam são bem-estar físico e mental (10%), planos e financiamentos (10%), buscadores e agendamentos (8%) e inteligência de dados (8%). A Telemedicina é a tecnologia que mais se aplica (23%), seguido de Data Analytics (22%) e Inteligência Artificial (17%). Esses números indicam a maturidade do ecossistema, mas a presença geográfica ainda é bastante marcante no Sudeste: 38% das &lt;em&gt;healthtechs&lt;/em&gt; ativas estão em São Paulo, com Rio de Janeiro e Belo Horizonte (7% cada) logo em seguida.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E não é apenas uma questão de quantidade. A qualidade dos financiamentos é outro indicativo de que o setor está amadurecendo: em 2023-2024, foram 83 transações que totalizaram cerca de R$ 1 bilhão em investimentos em saúde. Fundos de investimento renomados, como &lt;strong&gt;Goldman Sachs&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;General Atlantic&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Softbank&lt;/strong&gt;, estão participando de rodadas de financiamento da série A e B, o que indica que o mercado acredita na possibilidade de que operações digitais-first substituam completamente setores inteiros do modelo tradicional.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Por que motivo agora?&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O momento não é por acaso. De acordo com a matéria apontada como referência e publicada pela GZM, três fatores estão convergindo: a economia do benefício em um limite insustentável, a crescente exigência de experiência do consumidor e a IA que está derrubando barreiras de custos fixos em subscrição, análise de sinistros e navegação de cuidado. Em terras brasileiras, um quarto fator se intensifica: a judicialização e a rápida adoção de tecnologias caras por parte das operadoras tradicionais aumentam a sinistralidade, permitindo a entrada de novos concorrentes mais eficientes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É o caso da &lt;strong&gt;Pipo Saúde&lt;/strong&gt;, uma corretora digital de nova geração, que apresenta uma perspectiva diferente: ao invés de atuar como uma operadora, ela fornece tecnologia para que empresas e departamentos de recursos humanos possam reformular a escolha de planos de saúde. A inteligência de dados da Pipo possibilita que uma empresa compare não apenas os preços, mas também o custo total de cuidados, saúde mental, prevenção e a satisfação dos beneficiários, métricas que, historicamente, permaneciam ocultas durante as negociações. E isso tem gerado pressão de mercado, mas também regulatória, sobre as operadoras que ainda não são transparentes em sua gestão.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Ainda assim, existem limites estruturais (por enquanto)&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A GZM traz a informação de que a mutualidade é a dúvida que rondava o modelo americano (e agora o brasileiro também). Uma &lt;em&gt;healthtech&lt;/em&gt; que atende 300 beneficiários não possui massa crítica suficiente para lidar com um caso sério: se um membro sofrer um acidente grave e precisa de cuidados intensivos por um longo período, o reajuste será extremamente alto, já que o custo será distribuído entre um número reduzido de pessoas. E é buscando alternativas para este desafio que as &lt;em&gt;healthtechs&lt;/em&gt; brasileiras estão buscando organizar os conjuntos de risco, resseguros ou colaborações com operadoras maiores para endereçar as eventuais distorções.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um dos exemplos é a &lt;strong&gt;Nilo Saúde&lt;/strong&gt;, que levantou R$ 55 milhões em uma rodada série A e que encontrou uma solução parcial para o problema ao disponibilizar um &lt;em&gt;software&lt;/em&gt; que possibilita a qualquer participante do setor de saúde (como clínicas, redes e operadoras tradicionais) estabelecer divisões de atendimento digital contínuo. Em vez de competir como uma operadora pura, a empresa capacita os &lt;em&gt;players&lt;/em&gt; já estabelecidos a se modernizarem. Entre os clientes estão o &lt;strong&gt;Grupo NotreDame Intermédica&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Leve Saúde&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;A perspectiva de 2026 para o diretor de RH&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Apesar de informações e resultados já consistentes, a transformação que estamos presenciando não é gradual, mas sim disruptiva. Nos próximos anos, qualquer executivo de RH que esteja lidando com a negociação de planos de saúde corporativos terá que escolher entre três opções: (1) continuar com uma operadora tradicional e exigir inovações na atenção primária e na gestão de dados; (2) fazer a migração para uma &lt;em&gt;healthtech&lt;/em&gt; pura, aceitando uma menor escala, mas ganhando mais controle sobre o custo total e a experiência; ou (3) adotar um modelo híbrido que combine telemedicina e atenção primária por meio de uma &lt;em&gt;healthtech&lt;/em&gt; com uma rede de especialistas e hospitais operando através de uma operadora.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Cada decisão implica compromissos, mas a vantagem competitiva se inclinará cada vez mais para aqueles que optarem por monitorar, e não apenas financiar, a saúde de seus colaboradores. Nesse cenário, o Brasil parece que se encontra em uma situação favorável: segue a mesma lógica dos Estados Unidos, mas pode tirar lições dos erros dos grandes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E a próxima fase pode ser de consolidação, com fusões entre &lt;em&gt;healthtechs&lt;/em&gt;, investimentos de &lt;em&gt;private equity&lt;/em&gt; e uma regulação mais clara da ANS sobre operadoras digitais, o que irá determinar se essas startups continuarão a ser segmentos especializados ou se realmente se transformarão em uma indústria paralela que impulsiona a transformação das empresas tradicionais do setor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mesmo parecendo um grande desafio, os desafiantes nunca estiveram numa posição tão favorável. E as respostas devem chegar rápidas, pois o próximo &lt;em&gt;round&lt;/em&gt; já começou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/healthtechs-competem-planos-saude-brasil/&quot;&gt;Como startups de saúde estão competindo diretamente com planos tradicionais no Brasil&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/almir-jucca/&quot;&gt;Almir Jucca&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/healthtechs-competem-planos-saude-brasil/&quot;&gt;Como startups de saúde estão competindo diretamente com planos tradicionais no Brasil&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/ktx3c9C&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/como-startups-de-saude-estao-competindo.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-528461440047126488</guid><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 08:48:28 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-11T01:48:28.927-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>O que os dados do PISA dizem sobre o futuro da força de trabalho no Brasil</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/aluno.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/pisa-2025-brasil-resultados-educacao/&quot;&gt;O que os dados do PISA dizem sobre o futuro da força de trabalho no Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Pense no comitê de uma grande corporação analisando um investimento que, há dez anos, oferece os mesmos resultados. Nenhum acionista aceitaria isso, mas assim é a radiografia que o PISA 2025 acaba de revelar sobre a educação no Brasil: os resultados, divulgados esta semana, confirmam uma década de estagnação, com a maioria dos estudantes de 15 anos abaixo do nível básico de proficiência, uma informação que qualquer líder que se preocupe com a produtividade, a inovação e o capital humano do país não pode ignorar.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Dados que mostram um ciclo de paralisia&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No que diz respeito à edição de 2025, os estudantes do Brasil alcançaram 377 pontos em matemática, 408 em leitura e 409 em ciências, o que os coloca em 71º, 52º e 67º lugares, respectivamente, entre as economias que participaram. A única diferença favorável foi em ciências, que avançou de 403 para 409 pontos em comparação a 2022, enquanto matemática e leitura caíram dois pontos cada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em comparação com a média da OCDE, a diferença é evidente: 469 pontos a menos em matemática, 466 em leitura e 486 em ciências. Em outras palavras, enquanto as nações ricas experimentam os piores resultados já registrados na avaliação, o Brasil não consegue nem mesmo tirar proveito da queda dos outros e continua estagnado, com uma diferença que se aproxima dos 90 pontos em algumas áreas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A estagnação é de natureza estrutural. Em matemática, a média de 377 pontos em 2025 é só um ponto a mais que os 376 de 2015, o que mostra que os avanços obtidos no começo dos anos 2000 não se mantiveram na última década.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;50% dos jovens sem competências elementares&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O dado que mais toca as empresas é a distribuição por níveis de proficiência. Apenas 28% dos alunos do Brasil conseguiram atingir o nível 2 ou mais em matemática, que é o mínimo necessário para resolver problemas do dia a dia que envolvem números. Em leitura e ciências, os índices foram de 49% e 48%, o que indica que mais da metade dos jovens de 15 anos não possui habilidades consideradas essenciais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em síntese, a disparidade socioeconômica continua a ser um grande obstáculo: a diferença média nas notas em ciências entre alunos de escolas de nível socioeconômico elevado e baixo é de 96 pontos no Brasil, um dos maiores gaps entre os países avaliados. Para as empresas, isso significa um possível funil de talentos que se estreita cada vez mais homogêneo em suas camadas sociais em um país que já lida com uma falta crônica de mão de obra qualificada em tecnologia, engenharia e disciplinas analíticas.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;A notificação digital e a diminuição de influência na região&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O PISA, pela primeira vez, incorporou o domínio &amp;#8220;Aprendizagem no Mundo Digital&amp;#8221;, que mede a capacidade de resolver problemas com ferramentas computacionais. Com 406 pontos, o Brasil ocupou a 69ª posição, um indicativo de que o déficit de aprendizagem também se reflete nas competências digitais, que são as mais requisitadas pela transformação tecnológica que as empresas brasileiras estão vivendo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No que diz respeito à América Latina, a situação é ainda mais inquietante. No que diz respeito à matemática, o Brasil (71º) está posicionado abaixo do Uruguai (59º), Chile (60º), México (63º), Costa Rica (65º), Peru (66º) e Colômbia (68º). Em termos científicos (67º), também fica atrás do Uruguai (42º), Chile (43º), Costa Rica (57º), Colômbia (63º) e México (64º). Para um país que compete por investimentos e cadeias produtivas com esses vizinhos, a posição relativa é um fator importante para a atratividade a longo prazo.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Um legado de progresso que precisa se transformar em resultados atuais&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No entanto, existe a possibilidade de um ponto de virada. Em duas décadas, o Brasil se destaca como um dos dez países que mais progrediram em proficiência no PISA, ocupando a 7ª posição em leitura e matemática e a 8ª em ciências nessa análise acumulada. Há um capital de melhoria disponível, mas o desafio é transformá-lo em resultados recentes e duradouros.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A mensagem do PISA 2025 é clara para os líderes empresariais e os formuladores de políticas: a educação básica não é mais apenas uma questão social, mas sim um fator estratégico para a competitividade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E sem um aumento no piso de aprendizagem e uma diminuição da disparidade educacional, o país continuará a formar uma força de trabalho que não atende às necessidades de uma economia que se torna cada vez mais digital e baseada no conhecimento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por tudo isso, o resumo desta matéria bem que poderia ser: o Brasil precisa fazer seu dever de casa. Urgentemente!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/pisa-2025-brasil-resultados-educacao/&quot;&gt;O que os dados do PISA dizem sobre o futuro da força de trabalho no Brasil&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/pisa-2025-brasil-resultados-educacao/&quot;&gt;O que os dados do PISA dizem sobre o futuro da força de trabalho no Brasil&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/y1xj0gC&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/o-que-os-dados-do-pisa-dizem-sobre-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-3168540080273477321</guid><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 08:48:27 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-10T01:48:27.533-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Parceria entre Wellon e UEFS valida uso de inteligência artificial para prever absenteísmo em consultas médicas</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/UEFS.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/parceria-entre-wellon-e-uefs-valida-uso-de-inteligencia-artificial-para-prever-absenteismo-em-consultas-medicas/&quot;&gt;Parceria entre Wellon e UEFS valida uso de inteligência artificial para prever absenteísmo em consultas médicas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A &lt;em&gt;healthtech &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Wellon&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Universidade Estadual de Feira de Santana&lt;/strong&gt; (UEFS) firmaram uma parceria de pesquisa para aplicar inteligência artificial na redução do absenteísmo em consultas médicas. A cooperação científica, conduzida neste semestre, utiliza modelos preditivos desenvolvidos pela empresa para mapear o comportamento de pacientes e diminuir em até 50% o volume de faltas não notificadas, além de estimar um incremento potencial de até 25% no faturamento de instituições de saúde. De acordo com os dados apresentados, a ociosidade decorrente de faltas consome entre 20% e 30% da capacidade das agendas médicas no país.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O estudo centra-se na avaliação do sistema Wellon Pulse, tecnologia de aprendizado de máquina (&lt;em&gt;machine learning&lt;/em&gt;) que analisa a jornada dos usuários para antecipar o risco de não comparecimento e sugerir o preenchimento preventivo de horários por especialidade e turno. Conforme o comunicado da empresa, a solução atende mais de 1.000 unidades de saúde, operando em uma base que conecta 2 milhões de pacientes por mês e alcança taxa diária de confirmação de agendamentos superior a 80%. A proposta do modelo é otimizar o fluxo de atendimento sem exigir ampliação de quadro funcional ou da infraestrutura física instalada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo a organização, a validação acadêmica visa testar a eficácia dos algoritmos em cenários operacionais reais. Para o &lt;strong&gt;CEO da Wellon, Eduardo Nunes&lt;/strong&gt;, a integração com o ambiente universitário traz rigor metodológico às soluções oferecidas ao mercado. &amp;#8220;Desenvolver inteligência artificial preditiva em saúde exige formular hipóteses, realizar experimentos e medir resultados. A universidade nos fornece o método científico e pesquisadores de ponta para garantir que a inovação entregue impacto real e mensurável antes de ir ao mercado&amp;#8221;, afirma o executivo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Além do módulo preditivo, a infraestrutura da startup inclui a assistente conversacional Letícia, voltada à interpretação de dados não estruturados, como imagens de pedidos médicos enviadas por pacientes. De acordo com o executivo, a automação do fluxo busca reduzir erros de digitação manual na recepção dos atendimentos. &amp;#8220;A IA precisa compreender o contexto para evitar falhas de transcrição que geram riscos na assistência. Nosso foco é usar a tecnologia para automatizar processos de forma segura, mantendo os controles humanos necessários&amp;#8221;, conclui Nunes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/parceria-entre-wellon-e-uefs-valida-uso-de-inteligencia-artificial-para-prever-absenteismo-em-consultas-medicas/&quot;&gt;Parceria entre Wellon e UEFS valida uso de inteligência artificial para prever absenteísmo em consultas médicas&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/parceria-entre-wellon-e-uefs-valida-uso-de-inteligencia-artificial-para-prever-absenteismo-em-consultas-medicas/&quot;&gt;Parceria entre Wellon e UEFS valida uso de inteligência artificial para prever absenteísmo em consultas médicas&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/sjEfypN&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/parceria-entre-wellon-e-uefs-valida-uso.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-2861683035646045893</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 08:48:24 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-09T01:48:24.637-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Stoque consolida softwares sob a marca Zeev e acelera aposta em IA para setor bancário</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-1.jpeg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/stoque-consolida-softwares-sob-a-marca-zeev-e-acelera-aposta-em-ia-para-setor-bancario/&quot;&gt;Stoque consolida softwares sob a marca Zeev e acelera aposta em IA para setor bancário&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A &lt;strong&gt;Stoque&lt;/strong&gt;, empresa especializada em automação digital de processos, anunciou a unificação de todo o seu portfólio de software sob a marca &lt;strong&gt;Zeev&lt;/strong&gt;. A tecnologia da companhia é utilizada por três dos cinco maiores bancos do país por ativos totais e, em 2025, processou mais de R$ 31 bilhões em operações de análise de crédito imobiliário — volume que representa cerca de 10% do total nacional, segundo cálculos da empresa com base em dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A estratégia de unificação acompanha o fluxo de investimentos no setor financeiro. Dados da Febraban indicam que os aportes das instituições em tecnologia devem atingir R$ 50,4 bilhões em 2026, impulsionados pela busca de eficiência e pela adoção de inteligência artificial. O movimento responde a gargalos operacionais do mercado: levantamento do estudo FinFacts, do Google Cloud Brasil, aponta que 50% dos bancos ainda não realizam abertura de contas em tempo real e 11% levam mais de 72 horas para concluir o processo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com a reorganização, a linha Zeev passa a abrigar três frentes principais:&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Zeev Platform:&lt;/strong&gt; Solução de automação de processos para médias e grandes empresas, que soma mais de 400 mil usuários em 15 setores.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Zeev Works:&lt;/strong&gt; Antiga Rectask, adquirida em março de 2026, focada na automação de esteiras de análise, formalização e recuperação para crédito e consórcios, com capacidade de reduzir em até 80% as tarefas manuais, segundo a empresa.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Zeev SeAD:&lt;/strong&gt; Antigo Ábaris SeAD, voltado para a Secretaria Acadêmica Digital no segmento de ensino superior, responsável pela emissão de cerca de 25% dos diplomas digitais no país, conforme os dados divulgados.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;Os produtos compartilham a mesma visão de processos e nasceram para operar em ambientes altamente regulados. Com a incorporação de agentes de IA, estamos evoluindo para uma verdadeira plataforma de orquestração agêntica, em que os agentes de IA assumem a execução de parte das tarefas, sempre dentro de regras claras e auditáveis do nosso motor de processos&amp;#8221;, afirma &lt;strong&gt;Rafael Bortolini, Diretor de IA da Stoque&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Junto à consolidação da marca, a Stoque apresentou duas novas funcionalidades. A primeira é uma ferramenta de gestão de notas fiscais integrada ao Zeev Platform, que utiliza IA desde a captura até a escrituração dos documentos. A segunda é a arquitetura &lt;em&gt;Bring Your Own LLM&lt;/em&gt;, voltada a clientes com requisitos estritos de privacidade, permitindo conectar à plataforma modelos de IA contratados ou desenvolvidos internamente pelas próprias instituições, sem o tráfego de dados por sistemas de terceiros.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A reestruturação reflete a mudança no modelo de negócios da companhia desde 2019, quando recebeu um aporte de R$ 70 milhões do fundo de investimento Kinase Investments e iniciou uma série de aquisições, incluindo a própria Zeev em 2023. &amp;#8220;Ao concentrar o portfólio na linha Zeev, passamos a direcionar todo o nosso investimento em produto e em IA para uma única frente, com escala e governança. Essa aposta já mudou o perfil da companhia, com o software saltando de 8% para 55% da receita, e agora queremos acelerar esse movimento junto às maiores instituições do país&amp;#8221;, declara &lt;strong&gt;Thiago de Assis, CEO da Stoque&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/stoque-consolida-softwares-sob-a-marca-zeev-e-acelera-aposta-em-ia-para-setor-bancario/&quot;&gt;Stoque consolida softwares sob a marca Zeev e acelera aposta em IA para setor bancário&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/stoque-consolida-softwares-sob-a-marca-zeev-e-acelera-aposta-em-ia-para-setor-bancario/&quot;&gt;Stoque consolida softwares sob a marca Zeev e acelera aposta em IA para setor bancário&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/nr63xTM&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/stoque-consolida-softwares-sob-marca.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-1690219987043538148</guid><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 07:48:36 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-08T00:48:36.627-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>O papel dos servidores na consolidação do Brasil como protagonista digital da América Latina</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Silvio-Ferraz-de-Campos-CEO-da-Positivo-Servers-Solutions-1.jpg.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-papel-dos-servidores-na-consolidacao-do-brasil-como-protagonista-digital-da-america-latina/&quot;&gt;O papel dos servidores na consolidação do Brasil como protagonista digital da América Latina&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Brasil reúne condições para se consolidar como protagonista digital da América Latina. Agora, o desafio não está apenas em atrair investimentos para novos data centers. Está em garantir que essa expansão seja sustentada por uma infraestrutura computacional preparada para atender às exigências da inteligência artificial e das aplicações de próxima geração. Nesse cenário, os servidores deixam de ser apenas componentes tecnológicos para assumir um papel central na competitividade do país.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os números demonstram que o potencial existe. O Brasil concentra a maior quantidade de data centers da região e continua atraindo investimentos impulsionados pelo avanço da computação em nuvem, da inteligência artificial e da digitalização dos negócios. Soma-se a isso uma matriz energética predominantemente renovável, uma conectividade internacional em expansão e um mercado que amplia, ano após ano, sua demanda por serviços digitais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Além da matriz energética renovável e da crescente conectividade internacional, o Brasil possui uma vantagem rara na América Latina: a capacidade de fabricar localmente equipamentos críticos para a economia digital com preços altamente competitivos. A produção de servidores na Zona Franca de Manaus reduz significativamente a carga tributária, contribuindo para tornar projetos de data centers, inteligência artificial e computação de alto desempenho mais competitivos. Essa combinação entre capacidade industrial e infraestrutura tecnológica fortalece a soberania digital brasileira e cria condições para que o país assuma um papel de liderança regional.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No entanto, protagonismo não se constrói apenas com suporte operacional. O verdadeiro diferencial competitivo estará na capacidade de transformar esses investimentos em ambientes capazes de suportar aplicações cada vez mais exigentes. Afinal, de pouco adianta ampliar a quantidade de instalações se elas não estiverem equipadas para oferecer o desempenho, a disponibilidade e a escalabilidade que os novos modelos de negócio demandam.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa mudança de perspectiva é consequência direta do avanço da inteligência artificial. Se antes a infraestrutura acompanhava o crescimento das operações, hoje ela determina o ritmo da inovação. É justamente nesse ponto que os servidores assumem um papel central, pois, embora atuem nos bastidores, são eles que sustentam os workloads críticos de empresas e governos, fornecendo a confiabilidade, a escala e a eficiência necessárias para que até os projetos mais inovadores possam prosperar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A eficiência é outro fator decisivo. O crescimento das cargas computacionais exige soluções capazes de combinar alto desempenho com melhor aproveitamento energético. Essa equação deixou de ser apenas uma preocupação operacional e passou a influenciar custos, sustentabilidade e capacidade de expansão. Investir em tecnologias mais modernas representa uma decisão que impacta diretamente a produtividade das organizações e a atratividade do próprio ambiente de negócios.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Costumamos associar inovação às aplicações que chegam ao mercado. Na prática, ela começa muito antes, na infraestrutura que torna possível o desenvolvimento dessas soluções. A consolidação do Brasil como polo tecnológico de referência na América Latina já é uma realidade, mas converter esse movimento em um protagonismo duradouro exige superar a simples contagem de novos data centers e concentrar esforços na construção da base tecnológica que transformará esse potencial em produtividade, competitividade e inovação de longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-papel-dos-servidores-na-consolidacao-do-brasil-como-protagonista-digital-da-america-latina/&quot;&gt;O papel dos servidores na consolidação do Brasil como protagonista digital da América Latina&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/o-papel-dos-servidores-na-consolidacao-do-brasil-como-protagonista-digital-da-america-latina/&quot;&gt;O papel dos servidores na consolidação do Brasil como protagonista digital da América Latina&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/AWZ1J6o&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/o-papel-dos-servidores-na-consolidacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-7423919490005055664</guid><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 01:48:47 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-06T18:48:47.100-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Startup cria bateria de “ferrugem reversível” e capta US$ 750 milhões para alimentar a era da IA</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Iron-anodes-at-a-Form-Energy-factory.-Form-Energy.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-cria-bateria-de-ferrugem-reversivel-e-capta-us-750-milhoes-para-alimentar-a-era-da-ia/&quot;&gt;Startup cria bateria de &amp;#8220;ferrugem reversível&amp;#8221; e capta US$ 750 milhões para alimentar a era da IA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto o planeta discute até onde pode ir a inteligência artificial, uma questão menos interessante — e muito mais prática — começa a separar quem vai ganhar a disputa: de onde virá a energia? Os data centers de IA já utilizam uma quantidade de energia equivalente à de cidades inteiras, e a solução pode ser encontrada em um material surpreendentemente comum: o ferro. A Form Energy, uma startup dos Estados Unidos que cria enormes baterias de ferro-ar que podem funcionar por até 100 horas seguidas, arrecadou US$ 750 milhões em uma nova rodada de financiamento, totalizando mais de US$ 2 bilhões desde sua fundação, conforme reportou o New York Times. O investimento é evidente: na era da inteligência artificial, armazenar energia por dias, em vez de apenas horas, tornou-se um recurso estratégico.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O conceito da &amp;#8220;ferrugem reversível&amp;#8221;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A tecnologia da Form Energy é construída em torno de um princípio que a empresa chama de &amp;#8220;ferrugem reversível&amp;#8221;. As baterias funcionam com ferro, água e ar: elas absorvem oxigênio e transformam ferro em ferrugem; em seguida, invertem o processo, convertendo a ferrugem de volta em ferro e liberando oxigênio — é dessa forma que carregam e descarregam energia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao contrário das baterias tradicionais de íon-lítio, que fornecem energia por algumas horas, as baterias da Form são feitas para durar 100 horas — o tempo necessário para que concessionárias possam enfrentar crises de rede que duram dias, como no caso de uma tempestade de inverno. De acordo com o NYT, a nova rodada de financiamento servirá para expandir a fábrica em Weirton, na Virgínia Ocidental, e para a primeira fase de projetos comerciais, incluindo uma colaboração entre a concessionária Xcel Energy e o Google, da Alphabet.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O &amp;#8220;e-peaker&amp;#8221;: rivalizando com as usinas a gás&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O CEO e cofundador da Form, Mateo Jaramillo, foi quem explicou o posicionamento estratégico da tecnologia. As baterias funcionariam como determinadas usinas termelétricas a gás natural denominadas &amp;#8220;peaker units&amp;#8221;, que são ativadas em um número relativamente pequeno de dias por ano — geralmente durante as horas mais frias ou mais quentes, quando a demanda aumenta e a rede elétrica é pressionada ao limite.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;Nós nos propusemos a comercializar o tipo de armazenamento de energia que é competitivo em todos os atributos com uma usina a gás de ponta&amp;#8221;, afirmou Jaramillo, conforme reportado pelo New York Times. &amp;#8220;Em várias maneiras, o que criamos é um &amp;#8216;e-peaker&amp;#8217;, uma peaker elétrica.&amp;#8221;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A lógica econômica ultrapassa as situações de emergência. De acordo com Vineet Khanna, analista de investimentos e vice-presidente da T. Segundo a T. Rowe Price, conforme reportado pelo NYT, as baterias têm a capacidade de absorver eletricidade gerada por usinas nucleares, que permanecem em operação mesmo quando não são lucrativas durante os períodos em que os preços de atacado caem. &amp;#8220;Quando você adiciona uma bateria de 100 horas, na verdade aumenta o valor de tudo o mais que já foi construído&amp;#8221;, disse Khanna.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Backlog aumentou quatro vezes e a espera nos data centers&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os dados demonstram a tração comercial. O backlog de projetos da Form aumentou de 20 gigawatt-hora para 80 gigawatt-hora neste ano, conforme informações publicadas pelo New York Times. O contrato mais expressivo, que foi firmado com a Xcel Energy, prevê a instalação de 300 megawatts em baterias para reforçar a rede e um centro de dados do Google que está sendo planejado para Pine Island, Minnesota — esse sistema terá a capacidade de armazenar e fornecer 30 gigawatts-hora de energia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre os clientes está a Crusoe, que constrói data centers de IA para empresas como Oracle e Meta, e que espera usar 12 gigawatt-hora das baterias da Form a partir de 2028. A desenvolvedora de energia renovável FuturEnergy Ireland está colaborando com a startup em um sistema de baterias ferro-ar que será implementado até 2029 no noroeste da Irlanda.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os investidores que participaram da rodada são gigantes das finanças globais: T. Rowe Price, Sequoia Capital, Janus Henderson, Franklin Templeton, TPG Rise Climate, Dustin Moskovitz e Cari Tuna, Coatue Management e GE Vernova.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Bateria e geopolítica: independência total da China&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Há um elemento estratégico que vai além da tecnologia. A Form obtém cerca de 80% do que precisa para suas baterias dos Estados Unidos, enquanto o restante vem da Europa e da Ásia. &amp;#8220;Temos zero dependência da China&amp;#8221;, declarou Jaramillo ao NYT — uma afirmação carregada de significado em uma indústria amplamente dominada pela fabricação chinesa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;David Cahn, partner at Sequoia Capital, sees Form as a harbinger of a broader shift in venture capital. &amp;#8220;Houve uma mudança real no cenário de venture nos últimos anos&amp;#8221;, afirmou ele, conforme a reportagem. &amp;#8220;A IA tornou muito fácil construir software.&amp;#8221; O que é fácil de construir não é mais valioso. Então começou a mudança para problemas difíceis.&amp;#8221; Cahn espera que a Form se transforme em uma &amp;#8220;campeã nacional de baterias&amp;#8221; para os Estados Unidos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;As credenciais dos fundadores sustentam a afirmação: Jaramillo participou do desenvolvimento do Powerwall, o sistema de armazenamento da Tesla, e foi responsável pelos primeiros powertrains da montadora; Yet-Ming Chiang, professor do MIT, é cofundador da A123 Systems, empresa pioneira em baterias de lítio.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Aprendizados para o Brasil: a energia como a infraestrutura da IA&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A jornada da Form Energy traz um recado claro ao mercado brasileiro. O Brasil está passando por uma fase única: possui uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta, com uma significativa contribuição de hidrelétricas, energia eólica e solar, mas se depara com o desafio crônico da intermitência das fontes renováveis e da dependência de reservatórios durante os períodos de seca. Long-lasting batteries that can store energy for days are precisely what is needed to turn this advantage into a leadership position in the AI economy.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto os EUA e a Europa competem por data centers que custam bilhões, o Brasil ainda está nos estágios iniciais de atração desses investimentos — em parte devido a incertezas regulatórias e de infraestrutura. Iniciativas como o data center da ByteDance, que será implantado no Ceará e será alimentado por energia eólica, evidenciam o potencial do estado, mas para alcançar essa escala, serão necessárias soluções de armazenamento que, atualmente, praticamente não existem no país.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A questão estratégica é inevitável para os executivos dos setores de energia, mineração — uma vez que o Brasil é um dos maiores produtores de minério de ferro do mundo — e tecnologia: quem vai construir a &amp;#8220;Form Energy brasileira&amp;#8221; antes que a janela se feche?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startup-cria-bateria-de-ferrugem-reversivel-e-capta-us-750-milhoes-para-alimentar-a-era-da-ia/&quot;&gt;Startup cria bateria de &amp;#8220;ferrugem reversível&amp;#8221; e capta US$ 750 milhões para alimentar a era da IA&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/almir-jucca/&quot;&gt;Almir Jucca&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/startup-cria-bateria-de-ferrugem-reversivel-e-capta-us-750-milhoes-para-alimentar-a-era-da-ia/&quot;&gt;Startup cria bateria de &amp;#8220;ferrugem reversível&amp;#8221; e capta US$ 750 milhões para alimentar a era da IA&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/gjQax6C&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/startup-cria-bateria-de-ferrugem.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-2961378341049725991</guid><pubDate>Sun, 06 Sep 2026 11:48:18 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-06T04:48:18.595-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Como startups estão impulsionando a transição energética no Brasil</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Captura-de-tela-2026-09-06-073600.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startups-transicao-energetica-brasil-modelos-receita/&quot;&gt;Como startups estão impulsionando a transição energética no Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O cenário de demanda por eletricidade no Brasil parece estar bem mapeado e apontando um crescimento robusto, 37,7% até 2034, segundo dados oficiais de agências do governo federal, com alguns desafios regulatórios no front operacional. Um desenho completo desse setor está num texto publicado pela Gazeta Mercantil Digital (GZM) e que pode ser acessado ao final desse texto.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E enquanto o mercado avalia seu modelo de transição, algumas startups já estão capturando valor nesse setor de formas inovadoras. E o Startupi mapeou algumas delas para tentar entender como a inovação está promovendo e impulsionando algumas das principais mudanças no cenário energético brasileiro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um desses casos é a &lt;strong&gt;Revolusolar&lt;/strong&gt;, focada em inclusão energética e democratização da energia solar e que combina &amp;#8220;eficiência tecnológica em painéis com modelos de financiamento acessível e parcerias comunitárias&amp;#8221; (Climate Ventures), atingindo populações de baixa renda, um segmento que distribuidoras tradicionais geralmente deixam em segundo plano.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Outro caso é a &lt;strong&gt;Lemon Energia&lt;/strong&gt;. Operando em modelo de geração distribuída compartilhada, alcançou resultados mensuráveis: desde 2019 &amp;#8220;evitou emissão de 10 mil toneladas de CO₂ e gerou R$ 14 milhões em economia para seus clientes, com média de economia de até 20% na conta mensal&amp;#8221;, segundo dados divulgados pela própria empresa. E esses números não são promessas de impacto, são receita validada e, juntos, os dois casos sinalizam um padrão: as startups que lideram a transformação do setor não vendem energia ou tecnologia isoladamente, elas vendem tranquilidade tarifária em forma de assinatura.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Modelo de Receita Recorrente: O Diferencial Competitivo&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um dos denominadores comuns entre &lt;em&gt;energytechs&lt;/em&gt; que estão ganhando tração mapeados pela equipe Startupi, em parceria com a GZM, é a transformação de um problema de volatilidade em motor de receita previsível. Um exemplo é a &lt;strong&gt;Industry Care&lt;/strong&gt;, nascida em 2014 quando &amp;#8220;preços de energia elétrica subiram muito&amp;#8221;, conforme seu fundador, Bruno Ferreira de Sousa, declarou ao jornal Valor Econômico. A empresa busca atacar a eficiência energética em operações eletrointensivas, especialmente mineração. Seu modelo: participação na redução alcançada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um exemplo de atuação é num projeto de bauxita na região Norte, onde a startup reprogramou a arquitetura de dados de 250 medidores cujos dados apresentavam distorções, reduzindo consumo de diesel em 2 meses. Esse contrato de performance colocou a startup do mesmo lado que o cliente, com ambos ganhando na eficiência da entrega. Assim, viabilizou-se investimento de ponta sem CAPEX direto do cliente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E esse movimento parece estar no radar de investidores, que agora passam a buscar esse tipo perfil: &amp;#8220;receita previsível, gestão estruturada e tração comprovada&amp;#8221;, segundo análise do Sebrae sobre o ciclo de inovação 2025-2026. Ou seja, startups que operam sob narrativas futuristas sem receita real, essas estão saindo de cena.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Parcerias com Distribuidoras: Scale Acelerada&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se existe um terreno natural para essa aceleração no setor energético, esse terreno é o da geração distribuída. Por isso, grandes distribuidoras, como Enel e Celesc, já abriram portais de integração para micro e minigeração (até 75 kW e até 5 MW, respectivamente, conforme regulação ANEEL).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Já startups de software e intermediação, que conectam consumidores a esse mercado, aproveitam o marco regulatório do setor, já consolidado no país. A &lt;strong&gt;Lemon&lt;/strong&gt; é uma dessas. A empresa, que tem sede na capital paulista, &amp;#8220;conecta consumidores a usinas solares via modelo 100% digital de geração distribuída compartilhada&amp;#8221;, segundo ela mesma, funcionando como intermediária &lt;em&gt;trusted&lt;/em&gt; entre cliente final e ativo de geração.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Lemon, então, não constrói usina. Nem distribui eletricidade. Ela agrega demanda fragmentada e negocia em lote com geradores. O &lt;em&gt;fee&lt;/em&gt; é tipicamente entre 10 a 15% do total economizado. O modelo escala porque toda unidade consumidora é um ponto de venda potencial, sem limite geográfico rígido, desde que dentro da mesma concessão. Distribuidoras, em troca, ganham receita de conexão, redução de picos de demanda (melhorando tarifas sistêmicas) e dados valiosos sobre o comportamento de consumo. É um jogo de soma positiva: startup fatura, cliente economiza, distribuidora otimiza.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Eficiência Energética Potencializada por IA e IoT&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O próximo degrau combina IA e IoT para automação predial e industrial. Estudos apontam que a automação predial tradicional reduz consumo em 10% a 25%, conforme uma análise feita pela agência alemã de cooperação GIZ (&lt;em&gt;Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit&lt;/em&gt;), para o Brasil. Mas, práticas robustas de gestão de energia com IA e ajustes de &lt;em&gt;setpoint&lt;/em&gt; alcançam 45% de economia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nesse campo, startups como a &lt;strong&gt;Industry Care&lt;/strong&gt; já operam nessa fronteira: em um projeto de alto forno no Paraná, a startup modelou energia do complexo a cada milissegundo com IA, otimizando gás natural e reduzindo 9% de uso. Esses contratos de performance, onde a startup recebe um percentual da economia alcançada, transformam dados brutos em valor. E geram receita recorrente: monitoria contínua e subscrição perpétua.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E para &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt; e operações de IA, esse nicho é estratégico. Isso porque 62% dos &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt; globais já integraram energia renovável, mas, com um obstáculo maior no Brasil, que é o gargalo de transmissão, segundo análise da empresa especializada em integração de tecnologia &lt;strong&gt;Tecnocomp&lt;/strong&gt;. Por isso, startups que ofereçam otimização interna para esses complexos, como a chamada predição de PUE, a &lt;em&gt;Power Usage Effectiveness,&lt;/em&gt; seja baseada em IA, resfriamento líquido ou automação de carga, encontram demanda pronta.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Armazenamento e Hidrogênio Verde: A Próxima Onda&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto geração distribuída e eficiência já geram receita, o o hidrogênio verde e o armazenamento de energia, onde atuam as baterias e sistemas híbridos, abrem novas frentes. E é nesse campo que atua a &lt;strong&gt;NeoSolar&lt;/strong&gt;, uma distribuidora de equipamentos fotovoltaicos que aposta em baterias e sistemas híbridos para a próxima fase do mercado fotovoltaico, indicando que o setor caminha para soluções integradas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No hidrogênio, startups estão mapeando aplicações como a produção de amônia verde para fertilizantes, metanol verde e hidrotratamento de refino. Esses são setores de menor investimento inicial, ideal para pilotos. E o Brasil, com energia renovável de 85% na matriz e custos decrescentes de eletrolisadores, segundo dados da consultoria McKinsey, oferece vantagem de custo, mas faltam startups que capturem valor de conversão, transformando eletricidade em H2 para venda à indústria. Esse, então, é um espaço aberto para &lt;em&gt;founders&lt;/em&gt; que conseguirem viabilizar primeiramente um projeto piloto com receita e margem positiva.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;O Que Essas Startups Têm em Comum&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Observando todos esses casos, um padrão que parece emergir transcende a tecnologia: é sobre &lt;strong&gt;operacionalizar previsibilidade&lt;/strong&gt;. Revolusolar (financiamento); Lemon (intermediação digital); Industry Care (contrato de performance); NeoSolar (integração de soluções), todas transformam um problema estrutural (volatilidade tarifária, fragmentação de demanda, ineficiência invisível) em ativo de receita. Nenhuma delas é puramente &lt;em&gt;tech&lt;/em&gt;, nem puramente financeira. São todas &lt;strong&gt;operadoras de risco tarifário&lt;/strong&gt;, convertendo incerteza em contratos com margens claras. E todas se ancoram em parcerias com empresas incumbentes, as distribuidoras, indústrias e bancos, para viabilizar escala sem CAPEX bloqueado em ativos imóveis. Isso explica por que capturam investimento mesmo em ciclo contraído. E com métricas (ARR, CAC, LTV, churn) sólidas.&lt;/p&gt;



&lt;h4 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por Que Isso Importa: O Cenário Que as Movimenta&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se o C-level está preocupado com cenários até 2034, com demanda crescente, volatilidade tarifária, pressão regulatória, as startups estão buscando traduzir isso em protocolos operacionais. E cada contrato de eficiência, cada novo assinante, cada integração com distribuidor, valida que o problema existe e que é rentável resolvê-lo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A mensagem para &lt;em&gt;founders&lt;/em&gt; no ecossistema: a transição energética, muito possivelmente, não será protagonizada por uma megaempresa que constrói tudo. Será fragmentada entre centenas de startups de nicho, operando com receita recorrente, ancoradas em parcerias, com métrica clara de sucesso.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E para entender o cenário macro que alimenta essa transformação de negócios, leia &lt;a href=&quot;https://gazetamercantil.com.br/transicao-energetica-mapa-industrial-executivos/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;#8220;Transição energética: o novo mapa industrial que todo CEO precisa entender&amp;#8221;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, uma matéria especial publicada pela GZM onde são abordados os desafios de demanda, investimentos e regulação que motivam cada uma dessas iniciativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/startups-transicao-energetica-brasil-modelos-receita/&quot;&gt;Como startups estão impulsionando a transição energética no Brasil&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/startups-transicao-energetica-brasil-modelos-receita/&quot;&gt;Como startups estão impulsionando a transição energética no Brasil&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/ZTeXiFW&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/como-startups-estao-impulsionando.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-8759425341239451390</guid><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 07:48:31 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-04T00:48:31.802-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>O mercado imobiliário está vendendo mais. Só não do jeito que parece</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/paulo-motta-nova.jpg.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-mercado-imobiliario-esta-vendendo-mais-so-nao-do-jeito-que-parece/&quot;&gt;O mercado imobiliário está vendendo mais. Só não do jeito que parece&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os números do primeiro semestre de 2026 parecem contar uma história simples: o setor imobiliário resiste ao juro alto. Foram vendidas 226.536 unidades residenciais novas no Brasil entre janeiro e junho, alta de 5,4% sobre o mesmo período de 2025, segundo os Indicadores Imobiliários Nacionais da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). À primeira vista, é um contraste e tanto com a Selic ainda em patamar elevado. Mas quem trabalha com gestão de ativos aprende cedo que um número agregado raramente conta a história inteira. Este caso é um bom exemplo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Olhando para dentro dos dados da CBIC, o crescimento nas vendas não está distribuído de forma uniforme. No segundo trimestre deste ano, o programa Minha Casa, Minha Vida respondeu por 58% de todos os lançamentos residenciais do país, o maior percentual da série histórica iniciada em 2019. No primeiro trimestre, essa participação já era de 50%. O programa não apenas cresceu. Passou a puxar o setor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O restante do quadro reforça essa leitura. Os lançamentos gerais recuaram 1,3% no segundo trimestre e ficaram praticamente estáveis no semestre, com queda de 0,3%. O ticket médio dos imóveis vendidos caiu 10,3% na comparação anual, reflexo direto de uma composição de vendas mais concentrada em unidades de menor valor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Existe diferença entre um mercado que vende mais porque está mais aquecido e um mercado que vende mais porque está vendendo produto mais barato, financiado por crédito com regras próprias. As concessões do SBPE para construção saltaram 107% no semestre, de R$12,8 bi, para R$26,5 bi, enquanto o crédito para aquisição de imóveis pelas famílias avançou 12%. O crédito está circulando, mas não do mesmo jeito em todos os elos da cadeia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Não é a primeira vez que vejo essa dinâmica. Em ciclos de crédito mais apertado, é comum que segmentos com algum tipo de subsídio ou programa de governo sustentem médias que escondem fragilidade no restante da cadeia. O agregado sobe, a distribuição interna muda, e quem olha só para a manchete corre o risco de decidir com base em uma fotografia que não representa o quadro completo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nada disso invalida os números. O setor está, de fato, vendendo mais imóveis do que no ano passado e isso importa. Mas invalida a leitura mais confortável, a de que o juro alto deixou de ser obstáculo relevante. Não deixou. Existe um segmento específico, com financiamento próprio, absorvendo boa parte do impacto que o custo do dinheiro causaria no restante do mercado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Isso ajuda a explicar também o que vejo do lado de fusões e aquisições. Um crescimento de 17% em operações imobiliárias em ambiente de crédito caro costuma indicar duas coisas ao mesmo tempo: interesse genuíno de investidores de longo prazo em ativos bem estruturados, e movimento de consolidação entre empresas que sentem a margem espremida e preferem se associar ou vender a competir sozinhas nesse cenário. As duas coisas não se excluem. Muitas vezes acontecem dentro da mesma operação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É por isso que tenho apostado pessoalmente em um jeito diferente de chegar até o comprador que fica fora dessa engrenagem subsidiada. Na IMVester, gestora que fundei com Daniel Ractt, começamos no mês passado uma operação de vendas por lives no TikTok e no Instagram, inspirada no modelo chinês de live commerce. Investimos R$100 mil em um estúdio próprio e colocamos 27 corretores e especialistas em transmissões diárias, com a meta de impactar 2 milhões de pessoas até dezembro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A lógica é simples. Se parte relevante da demanda está concentrada em crédito com regras próprias, o restante do comprador, o que decide fora do MCMV, precisa de outro tipo de acesso à informação. Não é venda por impulso. É dar a esse comprador a possibilidade de tirar dúvida com um especialista no momento em que ela surge, o que muda a qualidade da decisão.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para quem avalia entrar no setor agora, seja como investidor, incorporador ou parceiro de negócio, a pergunta certa não é se o setor está crescendo. Está. A pergunta é onde exatamente esse crescimento acontece, e se o ativo, a região ou a incorporadora em análise dependem da mesma engrenagem que sustenta a média nacional.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Índice geral mostra crescimento. Balanço setorial mostra concentração. Boa decisão de investimento é aquela que olha para o segundo, não para o primeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-mercado-imobiliario-esta-vendendo-mais-so-nao-do-jeito-que-parece/&quot;&gt;O mercado imobiliário está vendendo mais. Só não do jeito que parece&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/o-mercado-imobiliario-esta-vendendo-mais-so-nao-do-jeito-que-parece/&quot;&gt;O mercado imobiliário está vendendo mais. Só não do jeito que parece&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/KMHynz5&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/o-mercado-imobiliario-esta-vendendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-8870560654310935180</guid><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 09:48:36 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-03T02:48:36.238-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>PRC Empreendimentos lança fundo de R$ 10 milhões para aportar em startups e tecnologias imobiliárias</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/cidade-aruna.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/prc-empreendimentos-lanca-fundo-de-r-10-milhoes-para-aportar-em-startups-e-tecnologias-imobiliarias/&quot;&gt;PRC Empreendimentos lança fundo de R$ 10 milhões para aportar em startups e tecnologias imobiliárias&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;PRC Empreendimentos&lt;/strong&gt;, incorporadora sediada em Maringá (PR), anunciou a criação de um fundo de R$ 10 milhões constituído com recursos próprios para investimentos em startups, serviços e novas tecnologias. De acordo com informações divulgadas pela empresa, o aporte tem como foco mapear e aplicar soluções no Brasil e no exterior voltadas à transformação da experiência do cliente em seus projetos imobiliários corporativos e residenciais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A estruturação do fundo coincide com a chegada de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Jean Vogel&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;para o cargo de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Head de Inovação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;da incorporadora. O executivo, que atuou como diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo de Santa Catarina e foi diretor do Ágora Tech Park, assume a liderança da área e ficará responsável pela prospecção e avaliação das startups que receberão os aportes. Com a mudança, Vogel deixa a função de CEO e passa a atuar como Chairman da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;PropTech Ecosystems Builders&lt;/strong&gt;, empresa parceira da PRC que recebeu o primeiro investimento proveniente do novo fundo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O plano de investimentos visa sustentar a expansão do portfólio e aprimorar a integração de serviços digitais aos projetos físicos da marca. Segundo o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;CEO da PRC, Raphael Ferreira&lt;/strong&gt;, a contratação e a criação do fundo visam apoiar os novos lançamentos imobiliários da empresa, como o projeto Cidade Aruna:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“&lt;em&gt;Nossos projetos, como o conceito Cidade Aruna, já nascem para entregar mais do que metros quadrados; entregamos vivência. Com a chegada do Jean, passamos a ter um executivo dedicado em elevar esta visão, que associado à criação do fundo, irá nos permitir aprimorar a oferta da melhor experiência ao cliente de forma contínua: antes, durante e no longo prazo, pós-obra&lt;/em&gt;“, afirmou Ferreira.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A PropTech Ecosystems Builders atua na concepção e gestão de centros de inovação integrados a empreendimentos e masterplans. Além do projeto HUB Cidades com a PRC em Maringá, a proptech desenvolve iniciativas semelhantes na Grande Curitiba e em Goiânia, mantendo a rede The Builders com operações no Rio de Janeiro e na Região Sul. Jean Vogel destacou que o modelo busca alinhar infraestrutura e serviços aos ecossistemas de tecnologia locais:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“&lt;em&gt;A ampliação da parceria com a PRC valida nossa metodologia, que adiciona à infraestrutura física (Hardware), serviços, ferramentas e metodologias (Software) para conectá-lo ao (Ecossistema) de Ciência, Tecnologia &amp;amp; Inovação. O êxito desta tríade resulta em uma (Comunidade) confiável, colaborativa e de resultados – algo que já está acontecendo em Maringá, com o HUB Cidades, nosso primeiro projeto em conjunto&lt;/em&gt;“, ressalta Vogel.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Conforme a incorporadora, os aportes financeiros do fundo serão direcionados continuamente para soluções focadas em conveniência, segurança e bem-estar dos usuários finais de seus empreendimentos. João Ferreira, diretor de Gente e Gestão da PRC, complementa o posicionamento da empresa em relação às diretrizes dos próximos aportes:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“&lt;em&gt;Nosso objetivo é ampliar a utilização de tecnologias, modelos de negócios e serviços com foco na experiência dos nossos clientes. Estar em um produto PRC, como o Cidade Aruna, significa vivenciar o que há de melhor em termos de infraestrutura, conforto, bem-estar e segurança. O fundo será uma ferramenta para ampliarmos, cada vez mais, esta visão&lt;/em&gt;“, acrescentou&amp;nbsp;&lt;strong&gt;João Ferreira, diretor de Gente e Gestão da PRC&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/prc-empreendimentos-lanca-fundo-de-r-10-milhoes-para-aportar-em-startups-e-tecnologias-imobiliarias/&quot;&gt;PRC Empreendimentos lança fundo de R$ 10 milhões para aportar em startups e tecnologias imobiliárias&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/almir-jucca/&quot;&gt;Almir Jucca&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/IvNg5SV&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/prc-empreendimentos-lanca-fundo-de-r-10.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4701550833032141599</guid><pubDate>Thu, 03 Sep 2026 07:48:41 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-03T00:48:41.819-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>SuaQuadra avança em escritórios, movimenta R$ 341 milhões no 2º trimestre e mira R$ 1 bilhão até 2027</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/BwDvbTNX-Pedro-Donato-CEO-e-cofundador-da-SuaQuadra-1024x596-1.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/suaquadra-avanca-em-escritorios-movimenta-r-341-milhoes-no-2o-trimestre-e-mira-r-1-bilhao-ate-2027/&quot;&gt;SuaQuadra avança em escritórios, movimenta R$ 341 milhões no 2º trimestre e mira R$ 1 bilhão até 2027&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A imobiliária comercial SuaQuadra expandiu oficialmente suas operações para o segmento de salas comerciais e lajes corporativas, impulsionada pelo aumento da demanda por espaços de trabalho presenciais e híbridos. No segundo trimestre de 2026, a plataforma alcançou o montante de R$ 341 milhões em Valor Geral de Locação (VGL) anualizado, marcando um crescimento de 588% no setor de escritórios em relação ao período anterior, conforme comunicado divulgado pela empresa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Fundada com foco inicial em pequenas lojas de rua para o varejo, a companhia ajustou o direcionamento dos negócios após identificar que os clientes buscavam espaços administrativos, consultórios e infraestrutura corporativa além dos pontos comerciais tradicionais. Atualmente, o segmento de escritórios representa 45% do portfólio da plataforma e cerca de 20% do seu volume transacionado. A carteira de clientes inclui marcas como a empresa da influenciadora Boca Rosa e a consultoria global Interbrand.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;Percebemos que muitas empresas buscavam um ponto comercial para operar e, durante a negociação, também perguntavam sobre escritórios. Com a consolidação dos modelos híbrido e presencial, essa demanda passou a crescer rapidamente e entendemos que fazia sentido ampliar nossa atuação para atender todo o ciclo da empresa&amp;#8221;, declarou Pedro Donato, cofundador e CEO da SuaQuadra, em nota divulgada pela empresa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A nova frente de atuação abrange espaços de 200 m² a 1.000 m², além de salas comerciais direcionadas a empresas de serviços, consultórios e operações de e-commerce. Segundo o executivo, o critério de escolha para escritórios diferencia-se do varejo de rua por priorizar aspectos como mobilidade, infraestrutura e acessibilidade para funcionários e clientes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para dar suporte ao modelo, a plataforma conta com cerca de 9 mil imóveis cadastrados e utiliza algoritmos de inteligência artificial para recomendar unidades de acordo com o perfil operacional, localização e dados do entorno das empresas. &amp;#8220;Nosso papel deixou de ser apenas conectar empresas a imóveis. Hoje ajudamos o empreendedor a tomar uma decisão estratégica, reduzindo o tempo de busca e aumentando a chance de encontrar um espaço compatível com a operação&amp;#8221;, afirmou Donato no comunicado. A empresa também oferece gestão pós-locação em parceria com fornecedores para áreas de mobília, serviços e seguros.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;De acordo com os dados apresentados pela companhia, as locações de salas comerciais distribuem-se em 50% para escritórios corporativos, 30% para consultórios de saúde e beleza e 20% para varejo e e-commerce. Os bairros paulistanos de Pinheiros, Vila Olímpia e Brooklin concentram 15% do estoque total de salas e 31% do inventário classificado como alto padrão na plataforma.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com a ampliação do portfólio, a SuaQuadra projeta atingir R$ 1 bilhão em Valor Geral de Locação até 2027. Os planos de expansão incluem a entrada em municípios da Região Metropolitana de São Paulo e o início de operações no mercado de galpões logísticos situados em um raio de até 30 quilômetros da capital paulista. &amp;#8220;Estamos construindo uma plataforma capaz de acompanhar a evolução das empresas. À medida que elas crescem, mudam de operação ou buscam novos mercados, queremos oferecer inteligência para que a escolha do imóvel deixe de ser um obstáculo e se torne uma vantagem competitiva para o negócio&amp;#8221;, concluiu o CEO no comunicado oficial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/suaquadra-avanca-em-escritorios-movimenta-r-341-milhoes-no-2o-trimestre-e-mira-r-1-bilhao-ate-2027/&quot;&gt;SuaQuadra avança em escritórios, movimenta R$ 341 milhões no 2º trimestre e mira R$ 1 bilhão até 2027&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/redacao-startupi-2/&quot;&gt;Redação Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/PbeRhCg&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/suaquadra-avanca-em-escritorios.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-543939725216964808</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2026 08:48:27 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-02T01:48:27.656-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Bradesco Seguros e Segura adotam inteligência artificial para escalar suporte a 1.200 corretores</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Leonardo-Freitas-Diretor-Comercial-da-Bradesco-Auto_RE-e-Luis-Alberto-Nogueira-Bebeto-CEO-e-cofundador-da-Segura.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/bradesco-seguros-e-segura-adotam-inteligencia-artificial-para-escalar-suporte-a-1-200-corretores/&quot;&gt;Bradesco Seguros e Segura adotam inteligência artificial para escalar suporte a 1.200 corretores&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Bradesco Seguros, em parceria com a startup Segura, lançou o Conecta, um modelo de atendimento que combina inteligência artificial e especialistas humanos para prestar suporte operacional e comercial a mais de 1.200 corretores parceiros. A iniciativa, que opera de forma integrada ao WhatsApp, busca mitigar gargalos da rotina de vendas do setor. Conforme levantamento realizado pela própria Segura com mais de 2.700 corretores, mais de 75% dos entrevistados apontaram o suporte comercial e operacional junto às seguradoras como a principal dificuldade do dia a dia, superando fatores como preço e portfólio de produtos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A operação do Conecta utiliza a assistente de inteligência artificial Helena para interpretar demandas e responder a dúvidas sobre produtos, coberturas, vistorias e emissão. Nos casos de maior complexidade, a solicitação é direcionada à equipe de especialistas humanos da Segura. Segundo dados da organização, cerca de 3.400 acionamentos foram registrados no canal no mês de maio, dos quais 98,61% foram resolvidos no fluxo integrado da operação supervisionada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O projeto teve início em formato piloto com 135 profissionais na sucursal da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e expandiu sua área de atuação desde março. De acordo com os comunicados das empresas, nas primeiras praças participantes foi registrado um aumento no número de corretores ativos na comparação anual, com unidades registrando alta de até três vezes na produção dos profissionais atendidos. Durante a fase de ampliação, os índices de satisfação aferidos pelo canal mantiveram-se entre 4,7 e 4,8 em uma escala de cinco pontos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A estratégia reflete a busca por eficiência em processos de distribuição sem anular a figura do intermediador humano no ciclo de vendas de seguros. “Existe uma quantidade enorme de informações e oportunidades dentro das operações das seguradoras, mas nem sempre esse conhecimento chega ao corretor no momento em que ele precisa. A Segura transforma esses dados em orientação prática, ajudando o profissional a acessar informações com mais rapidez, apoiar a tomada de decisão e aprimorar seu atendimento”, afirma Luís Alberto (Bebeto) Nogueira, CEO e cofundador da Segura.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O executivo ressalta ainda a dinâmica híbrida adotada no projeto: “A Helena tem um papel importante na operação, mas não atua sozinha. O resultado vem da combinação entre tecnologia, dados e pessoas. Essa estrutura permite ampliar a capacidade de atendimento mantendo a proximidade e a qualidade da experiência”. Para o CEO da startup, o Conecta evidencia “como a inteligência artificial pode gerar ganhos de eficiência em operações reais sem abrir mão da qualidade do atendimento”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Do ponto de vista da seguradora, a automação com suporte humano atende à necessidade de modernização dos canais de distribuição tradicionais. &amp;#8220;A evolução do mercado de seguros exige uma atuação cada vez mais conectada, ágil e inteligente. Na Bradesco Auto/RE, entendemos que tecnologia e atendimento especializado não competem entre si, mas se complementam. Ao integrar inteligência artificial, dados e especialistas em uma única operação, ampliamos a capacidade de apoiar os corretores, aumentamos a eficiência dos processos e reforçamos nosso compromisso com quem é o principal canal de distribuição da companhia: o corretor de seguros&amp;#8221;, afirma Leonardo Freitas, Diretor Comercial da Bradesco Auto/RE.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com a consolidação do modelo nas praças iniciais, as empresas projetam a manutenção da expansão da tecnologia para outras regiões do país, utilizando a base de dados operacionais para mapear oportunidades de renovação, cotações em andamento e oferta de novas coberturas dentro das carteiras dos corretores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/bradesco-seguros-e-segura-adotam-inteligencia-artificial-para-escalar-suporte-a-1-200-corretores/&quot;&gt;Bradesco Seguros e Segura adotam inteligência artificial para escalar suporte a 1.200 corretores&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/l6UgrB8&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/bradesco-seguros-e-segura-adotam.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-6633372472571569648</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 22:48:31 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-01T15:48:31.845-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>O Dia 0 da startup: a importância do MOU</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/09/start-line.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-dia-0-da-startup-a-importancia-do-mou/&quot;&gt;O Dia 0 da startup: a importância do MOU&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quase toda história de startup começa pela ideia, pelo problema a resolver ou pelo MVP. Antes do produto,&amp;nbsp; dos clientes e do crescimento, porém, há uma etapa menos visível e igualmente decisiva, quando os&amp;nbsp; fundadores transformam entusiasmo em compromissos concretos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Esse é o Dia 0 da startup. Ainda antes do CNPJ, convém decidir sobre tempo, dinheiro, propriedade&amp;nbsp; intelectual, governança e participação. Um acordo preliminar ou Memorando de Entendimentos (ou MOU,&amp;nbsp; na sigla em inglês) pode organizar esse estágio. Sua função não é prever tudo o que acontecerá, mas&amp;nbsp; explicitar as premissas da parceria e definir como determinadas decisões serão tomadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A primeira conversa diz respeito ao próprio projeto. O que os fundadores pretendem construir? Qual&amp;nbsp; solução será validada? O que indicará que a tese merece avançar? E se o rumo escolhido for errado? Mudar&amp;nbsp; de direção faz parte da vida de uma startup, mas também pode alterar o motivo pelo qual cada fundador&amp;nbsp; entrou no negócio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A segunda conversa envolve responsabilidades e participação. Quem desenvolverá o produto? Quem&amp;nbsp; venderá? Quem aportará capital? Quem terá dedicação exclusiva? A divisão do capital deve refletir&amp;nbsp; contribuição, risco e compromisso, além de prever o que acontece quando o combinado não é cumprido.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É nesse contexto que mecanismos como &lt;em&gt;vesting&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;cliff&lt;/em&gt; podem fazer sentido. Em linhas gerais, eles permitem&amp;nbsp; que a participação seja adquirida ao longo do tempo ou condicionada ao cumprimento de determinados&amp;nbsp; marcos, em vez de ser entregue integralmente desde o início. A lógica é simples, participação e contribuição&amp;nbsp; devem caminhar juntas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Também é preciso definir como o sucesso será medido e o que acontecerá se a hipótese inicial não se&amp;nbsp; confirmar. Insistir, pivotar ou encerrar o projeto? Se houver validação, quando constituir a empresa e em&amp;nbsp; que condições? Discutir esses cenários com antecedência ajuda a transformar futuras divergências em&amp;nbsp; decisões de negócio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Alguns pontos podem exigir proteção desde o primeiro dia, como confidencialidade, propriedade&amp;nbsp; intelectual, aportes e divisão de despesas. Outros servirão apenas de base para documentos societários&amp;nbsp; posteriores. Mais importante do que o nome do documento é deixar claro o que efetivamente vincula os&amp;nbsp; fundadores e o que ainda dependerá de novas decisões.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa organização também importa para quem está de fora. Em uma futura diligência, investidores vão&amp;nbsp; querer saber quem é dono da tecnologia, como o capital foi distribuído, quais compromissos foram&amp;nbsp; assumidos e se existem conflitos capazes de comprometer a operação. Documentar bem o Dia 0 não&amp;nbsp; garante investimento, mas pode evitar ruídos que consomem tempo, reduzem valor ou até inviabilizam&amp;nbsp; uma negociação.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Há um paradoxo nesse estágio inicial. Quanto maior a confiança entre os fundadores, menor parece ser a&amp;nbsp; urgência de formalizar a relação. Essa percepção costuma adiar conversas importantes, embora seja&amp;nbsp; justamente quando os interesses ainda estão alinhados que elas podem ocorrer com mais serenidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Deixar para estabelecer regras mais tarde, apenas pode transferir essa definição para um momento de&amp;nbsp; maior pressão e divergência.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A relação entre os fundadores é parte da construção da startup. Quanto mais clara essa base, mais&amp;nbsp; preparada estará a empresa para crescer.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;Por Eduardo Felipe Matias, sócio de Elias, Matias Advogados, liderando o time de Inovação e Startups que colabora com ele nesta coluna. É coordenador do livro Marco Legal das Startups e coautor do estudo Sharing Good Practices on Innovation. Autor de A humanidade e o poder digital: impactos da IA sobre nosso futuro e dos livros premiados com o Jabuti A Humanidade e suas Fronteiras e A Humanidade contra as Cordas. Doutor em direito Internacional pela USP, onde também se graduou. Pós-doutorado pela IESE Business School, na Espanha, e mestre em Direito Internacional pela Universidade de Paris, foi visiting scholar na Columbia University, em Nova York, e nas Universidades de Berkeley e Stanford, na Califórnia, e é professor convidado da Fundação Dom Cabral.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-dia-0-da-startup-a-importancia-do-mou/&quot;&gt;O Dia 0 da startup: a importância do MOU&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/eduardo-matias/&quot;&gt;Eduardo Matias&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/uhcGpid&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/o-dia-0-da-startup-importancia-do-mou.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4638570110869572662</guid><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:48:22 +0000</pubDate><atom:updated>2026-09-01T04:48:22.287-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>O que a revolta contra ‘data centers’ nos EUA ensina ao ecossistema de inovação brasileiro</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2024/09/arte-padrao-2024-09-23T164104.750.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-que-a-revolta-contra-data-centers-nos-eua-ensina-ao-ecossistema-de-inovacao-brasileiro/&quot;&gt;O que a revolta contra ‘data centers’ nos EUA ensina ao ecossistema de inovação brasileiro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A crescente rejeição popular à construção de data centers nos Estados Unidos — que já ultrapassa 70% de oposição em todos os setores da sociedade — não se trata de um barulho temporário ou de uma histeria regional. É um termômetro mundial que indica a forma como as sociedades democráticas estão respondendo à imposição vertical de modelos tecnológicos que prometem avanço, mas que, na prática, geram custos concentrados e benefícios dispersos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o empresário brasileiro, isso é um alerta que não pode ser ignorado: a confiança do consumidor não é um ativo permanente, e a ausência de comunicação pode converter até o projeto mais promissor em alvo de oposição estruturada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em um país como o Brasil, onde a infraestrutura digital é ainda rudimentar e a regulação em torno da inteligência artificial começa a se delinear, o movimento “anti-data centers” nos dá a lição de que a transparência e a participação local não são entraves, mas sim essenciais para a sustentabilidade de qualquer empreendimento de grande porte.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Startups que se baseiam em computação em nuvem, IA generativa ou edge computing devem estar cientes de que o &amp;#8220;tesouro&amp;#8221; dos incentivos fiscais e da mão de obra barata pode se transformar em um passivo político se a comunidade não se sentir dona do processo. O exemplo da Louisiana, onde docentes ganharam bônus de US$ 51 mil devido a um data center da Meta, ilustra que é viável criar um impacto positivo. Porém, isso só acontece quando há um entendimento claro e benefícios reais e repartidos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A mensagem é ainda mais clara para os investidores: o risco regulatório e de reputação ligado a data centers e à infraestrutura de IA está crescendo rapidamente, mesmo em países com uma longa tradição liberal, como os Estados Unidos. A moratória no Texas, juntamente com a mudança de posição de governadores que antes eram favoráveis, sugere que o capital político está mudando de lado e que projetos outrora vistos como &amp;#8220;carros-chefe&amp;#8221; do desenvolvimento podem se tornar âncoras eleitorais. E em um Brasil onde a instabilidade institucional é mais acentuada e a participação da sociedade é mais vibrante, subestimar a influência dos movimentos comunitários e ambientais pode tornar inviáveis rodadas de financiamento bilionárias antes mesmo que o primeiro servidor comece a funcionar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Vale dizer que a oposição aos &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt; não parece se configurar como uma luta contra o avanço tecnológico, mas sim como um clamor por um “progresso negociado”. O ecossistema brasileiro pode aproveitar a lição proveniente desse choque nos Estados Unidos para estabelecer, desde o início, uma cultura de cocriação com as cidades, os Estados e a sociedade civil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Isso significa demandar que haja planos claros de mitigação ambiental, repartir de forma justa as receitas tributárias, financiar a educação digital local e, principalmente, encarar a instalação de infraestrutura como um compromisso de longo prazo com a comunidade, não como uma concessão unilateral.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Podemos estar enganados, mas o amanhã da inovação no Brasil dependerá menos da rapidez dos chips. E mais da profundidade das conversas que tivermos hoje. Se formos capaz de tê-las, obviamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-que-a-revolta-contra-data-centers-nos-eua-ensina-ao-ecossistema-de-inovacao-brasileiro/&quot;&gt;O que a revolta contra ‘data centers’ nos EUA ensina ao ecossistema de inovação brasileiro&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/agyw4YU&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/09/o-que-revolta-contra-data-centers-nos.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-5221750984536179632</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:48:05 +0000</pubDate><atom:updated>2026-08-31T06:48:05.574-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Scooto cresce 50% no primeiro semestre e projeta receita de R$ 30 milhões em 2026</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/08/scooto.jpg&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/scooto-cresce-50-no-primeiro-semestre-e-projeta-receita-de-r-30-milhoes-em-2026/&quot;&gt;Scooto cresce 50% no primeiro semestre e projeta receita de R$ 30 milhões em 2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Scooto encerrou o primeiro semestre de 2026 com receita de R$ 12 milhões, crescimento de 50% em relação ao mesmo período de 2025. No período, a empresa também ampliou em 23% sua base de clientes e registrou alta de aproximadamente 15% no volume de operações, considerando novos contratos, ampliações e aditivos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A expansão ocorreu em um momento de avanço da inteligência artificial nas operações de atendimento, enquanto empresas também buscam combinar automação e atendimento realizado por pessoas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;O primeiro semestre confirmou uma percepção que temos observado há algum tempo: enquanto o mercado discute como automatizar tudo, muitas empresas perceberam que os momentos mais importantes da relação com o cliente precisam continuar sendo humanos. O atendimento deixou de ser apenas um centro de custo para se tornar uma estratégia de fidelização e crescimento&amp;#8221;, afirma Marina Vaz, CEO e fundadora da Scooto.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O crescimento da operação também levou à ampliação da rede de prestadoras de serviço da empresa, chamadas de “scooteiras”. Em um ano, a Scooto aumentou em 63% o número de scooteiras. Nos últimos 12 meses, mais de 1.650 mulheres assinaram contrato para atuar nas operações da companhia, que são realizadas de forma 100% remota.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O modelo permite à empresa formar equipes para operações de atendimento, vendas e pré-vendas conforme a demanda dos clientes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;Nosso desafio não é apenas ampliar equipes, mas crescer sem perder a qualidade da relação com o cliente. A nossa estrutura permite acelerar operações, mantendo proximidade, consistência e capacidade de adaptação às necessidades de cada negócio. Ao mesmo tempo, o trabalho remoto amplia oportunidades para mulheres de diferentes regiões do Brasil e oferece às empresas acesso rápido a talentos qualificados. Conseguimos unir impacto social e eficiência operacional em um mesmo modelo&amp;#8221;, destaca Marina.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Expansão para novos setores&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre os setores que passaram a fazer parte da operação da Scooto estão saneamento, energia e telecomunicações. A empresa também aponta crescimento da demanda por atendimento realizado por pessoas em situações de maior interação entre empresas e consumidores.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;São mercados em que, teoricamente, faria sentido automatizar ao máximo para reduzir custos. Mas o que vimos foi justamente o contrário: empresas investindo em atendimento humano de qualidade porque entenderam que é nos momentos de maior atrito que a confiança do cliente é construída. Em mercados cada vez mais competitivos, o relacionamento se torna uma das maiores vantagens competitivas&amp;#8221;, explica a CEO da Scooto.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o segundo semestre, a empresa pretende ampliar sua atuação nos mercados em que já opera e manter o crescimento da operação. A meta é alcançar R$ 30 milhões em receita até o fim de 2026.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;A tecnologia continuará sendo fundamental, mas ela precisa potencializar as pessoas, e não substituí-las indiscriminadamente. Queremos mostrar que é possível crescer com eficiência sem abrir mão da qualidade das relações. Esse é o caminho que pretendemos consolidar junto aos nossos clientes e no mercado de experiência do cliente&amp;#8221;, finaliza Marina.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/scooto-cresce-50-no-primeiro-semestre-e-projeta-receita-de-r-30-milhoes-em-2026/&quot;&gt;Scooto cresce 50% no primeiro semestre e projeta receita de R$ 30 milhões em 2026&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/9qXhALS&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/08/scooto-cresce-50-no-primeiro-semestre-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-6713218613389508999</guid><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:48:04 +0000</pubDate><atom:updated>2026-08-31T06:48:04.327-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Pix: quando uma inovação brasileira passa a chamar a atenção do mercado global</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2024/10/arte-padrao-2024-10-11T161928.615.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/pix-quando-uma-inovacao-brasileira-passa-a-chamar-a-atencao-do-mercado-global/&quot;&gt;Pix: quando uma inovação brasileira passa a chamar a atenção do mercado global&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Victor Papi&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Poucas tecnologias conseguiram transformar tão rapidamente o comportamento financeiro de um país quanto o Pix. Lançado pelo Banco Central em 2020, o sistema de pagamentos instantâneos já movimentou R$ 84,9 trilhões até setembro de 2025, deixando de ser apenas uma alternativa às transferências bancárias para se tornar a principal infraestrutura de pagamentos do Brasil. Hoje, pagar uma conta, fazer compras, transferir dinheiro ou receber um pagamento em segundos faz parte da rotina de milhões de brasileiros — uma mudança que também começa a despertar a atenção do mercado internacional.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os números ajudam a explicar esse fenômeno. De acordo com dados do Banco Central, mais de 80% da população brasileira já utiliza o Pix e, somente em janeiro de 2026, foram registradas aproximadamente 7 bilhões de transações. No comércio eletrônico, sua relevância também cresce de forma acelerada. O Global Payments Report 2026 aponta que o Pix já responde por 42% das transações do e-commerce brasileiro, consolidando-se como um dos principais meios de pagamento do país e uma referência mundial em pagamentos digitais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O impacto dessa transformação foi profundo em todo o mercado financeiro: o Pix deixou de ser apenas um meio de pagamento para se tornar uma plataforma sobre a qual novos serviços financeiros vêm sendo construídos, estimulando a competição e reduzindo barreiras para a digitalização da economia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Não por acaso, o modelo brasileiro passou a ser observado por diversos países que buscam modernizar seus sistemas de pagamentos. Recentemente, o Pix ganhou ainda mais visibilidade internacional ao ser citado como um modelo de referência por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, em discussões sobre comércio e inovação financeira envolvendo o Brasil. O episódio evidencia os impactos de uma solução desenvolvida para atender a demandas de consumo brasileiras e que, rapidamente, se consolidou e alcançou relevância suficiente para integrar o debate econômico global.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O interesse internacional não surge apenas da tecnologia em si, mas da combinação entre infraestrutura pública eficiente, ampla adesão da população e capacidade de gerar inovação em escala. Poucos sistemas de pagamentos no mundo conseguiram atingir, em tão pouco tempo, um nível tão elevado de utilização por consumidores, empresas e pequenos negócios.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O futuro do Pix também aponta para novas oportunidades. A integração com inteligência artificial permitirá experiências de pagamento ainda mais personalizadas, automatizando processos, aprimorando a prevenção a fraudes e oferecendo recomendações financeiras em tempo real.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para as empresas, acompanhar essa evolução deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade estratégica. Organizações que conseguirem integrar novas tecnologias, oferecer experiências fluidas e utilizar os dados gerados pelos pagamentos de forma inteligente estarão mais preparadas para atender às expectativas de consumidores cada vez mais digitais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Pix nasceu como uma inovação brasileira voltada à eficiência do sistema financeiro. Seis anos depois, tornou-se um exemplo de como políticas públicas, tecnologia e colaboração entre regulador e mercado podem criar soluções capazes de transformar uma economia inteira — e, agora, inspirar o restante do mundo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Victor Papi é General Manager da Transfeera&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/pix-quando-uma-inovacao-brasileira-passa-a-chamar-a-atencao-do-mercado-global/&quot;&gt;Pix: quando uma inovação brasileira passa a chamar a atenção do mercado global&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;br&gt;
&lt;br&gt;
from Startupi https://ift.tt/1Iwyzd7&lt;br&gt;
via &lt;a href=&quot;https://ifttt.com/?ref=da&amp;site=blogger&quot;&gt;IFTTT&lt;/a&gt;</description><link>https://www.dev-inksites.com.br/2026/08/pix-quando-uma-inovacao-brasileira.html</link><author>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</author></item></channel></rss>