<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773</atom:id><lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 14:48:43 +0000</lastBuildDate><category>Oportunidades de tecnologia</category><category>Notícias</category><category>cursos gratuitos</category><category>Tecnologia</category><category>Fitness</category><category>Educação financeira</category><category>Empreendedorismo</category><category>esportes</category><title>Tecnologia dev-ink</title><description></description><link>https://www.dev-inksites.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2282</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-4602096181880520292</guid><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:48:43 +0000</pubDate><atom:updated>2026-06-30T07:48:43.649-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Instituições deixam de ganhar quando tratam o cadastro apenas como obrigação regulatória</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;* Por Lígia Lopes&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando se fala em onboarding financeiro, a conversa costuma girar em torno de compliance, autenticação e prevenção a fraudes. Mas existe uma discussão menos explorada e potencialmente mais estratégica: o que as instituições deixam de ganhar quando tratam o cadastro apenas como uma obrigação regulatória?&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A maior parte dos processos de abertura de conta foi desenhada para resolver um objetivo específico: confirmar a identidade de quem está entrando no sistema financeiro. Durante anos, isso foi suficiente. Hoje, porém, essa lógica parece limitada diante da quantidade de dados e tecnologias disponíveis.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O onboarding é um dos raros momentos em que o cliente está totalmente engajado com a instituição. Ele dedica atenção ao processo, fornece informações, concede consentimentos e demonstra interesse ativo em iniciar um relacionamento. Ainda assim, muitas empresas utilizam essa oportunidade apenas para validar documentos e coletar dados mínimos obrigatórios. O resultado é um desperdício de potencial.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao final de inúmeros processos, a instituição sabe pouco mais do que nome, CPF e informações básicas de contato. Em um mercado cada vez mais competitivo, isso significa abrir mão de uma fonte valiosa de inteligência que poderia orientar decisões de negócio muito além da prevenção à fraude.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A maturidade alcançada pelo ecossistema de Open Finance no Brasil cria uma oportunidade inédita para mudar essa lógica. Com autorização do cliente, é possível acessar informações que ajudam a compreender comportamentos financeiros reais, padrões de consumo, relacionamento bancário e histórico de movimentações.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa camada de contexto permite que o onboarding deixe de ser apenas um mecanismo de entrada e passe a funcionar como o primeiro passo de uma estratégia contínua de conhecimento do cliente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os benefícios vão muito além da segurança. Uma instituição que compreende melhor seus usuários desde o início consegue construir ofertas mais aderentes, melhorar modelos de crédito, reduzir custos de aquisição e identificar oportunidades de relacionamento com maior precisão.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Outro aspecto relevante é a capacidade de estabelecer uma linha de base comportamental. Tecnologias de biometria comportamental permitem observar como cada usuário interage com canais digitais, criando referências que ajudam a detectar desvios futuros e aumentar a segurança das operações sem comprometer a experiência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa abordagem representa uma mudança de paradigma. Em vez de enxergar o onboarding como uma etapa isolada, as instituições passam a tratá-lo como o início de um ciclo permanente de geração de inteligência. O movimento também acompanha a evolução regulatória. As novas exigências do Banco Central indicam um caminho em que o cruzamento de informações e a avaliação contextual ganham protagonismo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A tendência é que os processos se tornem progressivamente mais orientados por dados e menos dependentes de verificações pontuais. No fim das contas, a questão não é apenas evitar fraudes. É transformar uma etapa tradicionalmente operacional em uma fonte de vantagem competitiva.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Empresas que continuarem encarando o onboarding apenas como burocracia provavelmente conseguirão cumprir suas obrigações regulatórias. Mas aquelas que o enxergarem como uma ferramenta estratégica terão condições de conhecer melhor seus clientes, tomar decisões mais inteligentes e construir relacionamentos mais rentáveis ao longo do tempo. A diferença entre os dois modelos não está apenas na tecnologia utilizada. Está na forma como cada instituição escolhe gerar valor a partir do primeiro contato com o cliente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;*Lígia Lopes é CEO da Teros e mestre em Economia pela USP, com experiência em consultoria econômica e banco de investimento&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/instituicoes-deixam-de-ganhar-quando-tratam-o-cadastro-apenas-como-obrigacao-regulatoria/&quot;&gt;Instituições deixam de ganhar quando tratam o cadastro apenas como obrigação regulatória&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Assunto mais que batido e onipresente em qualquer roda de conversa sobre inovação e empreendedorismo no mundo, a inteligência artificial consolidou-se como o principal vetor de transformação económica e tecnológica da presente década global. E quando falamos no cenário corporativo e industrial brasileiro, o debate institucional migra (ou pelo menos deveria migrar) rapidamente da viabilidade teórica dos modelos generativos para a sua aplicação prática em larga escala.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No entanto, uma análise rápida para este viés aponta para uma encruzilhada crítica: o ritmo de evolução dos algoritmos e softwares de IA avança em progressão exponencial, enquanto a infraestrutura física indispensável para suportar tais tecnologias — composta por redes de telecomunicações de altíssima velocidade, centros de processamento de dados e fornecimento estável de energia — expande-se em ritmo linear e geograficamente concentrado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Embora este seja o foco desta análise, vale voltar um pouco na história para revisitar a primeira grande onda da transformação digital, que fundamentou-se na descentralização da informação e na conectividade pura, operando primordialmente sobre o modelo de &lt;em&gt;software &lt;/em&gt;como serviço (SaaS), onde o tráfego de dados e os requisitos computacionais eram previsíveis e acomodáveis pelas redes legadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Já a atual revolução, a da inteligência artificial, contudo, altera drasticamente essa dinâmica. Ela não demanda apenas conectividade, mas sim o processamento centralizado e descentralizado de volumes massivos de dados em tempo real, exigindo o que fundos globais de &lt;em&gt;Venture Capital&lt;/em&gt; definem como a “convergência definitiva entre bits e átomos&amp;#8221;, ou seja, a aplicação prática da capacidade analítica digital sobre os ativos e processos do mundo físico.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o ecossistema de inovação brasileiro, especialmente para fundadores de startups e investidores de risco, o entendimento detalhado desses gargalos estruturais tornou-se um pré-requisito para o desenvolvimento de soluções sustentáveis de longo prazo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nosso ponto-chave, então, é que uma análise fria e imparcial dos indicadores de conectividade industrial, capacidade de armazenamento de dados e segurança energética revela que as maiores barreiras ao crescimento tecnológico nacional constituem também as frentes onde há maior demanda por disrupção, novos modelos de negócios e alocação eficiente de capital privado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O vínculo indissolúvel entre IA e infraestrutura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Buscando entender o contexto desta análise, cabe reforçar que o desenvolvimento e a sustentação de sistemas de inteligência artificial de alta performance dividem-se em duas etapas operacionais distintas e igualmente onerosas: o treinamento de modelos fundacionais e a inferência em tempo real.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ambas dependem de componentes físicos de alta complexidade tecnológica que hoje operam sob forte estresse estrutural não somente no Brasil. Em questão estão a escassez de poder de processamento localizado, a falta de redundância em redes de transmissão de dados e a vulnerabilidade da segurança da informação, pontos que figuram atualmente como os principais entraves para a adoção da IA no setor de manufatura e na agroindústria.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No caso do Brasil, há também o fato de que a dependência quase absoluta de infraestruturas de nuvem estrangeiras expõe seu mercado corporativo a riscos severos de latência e flutuação cambial, além de suscitar debates complexos acerca da soberania digital e da governança de dados sensíveis.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Assim, empresas que buscam automatizar linhas de montagem complexas ou monitorar colheitas agrícolas por meio de visão computacional deparam-se com a impossibilidade prática de enviar terabytes de dados brutos para servidores localizados na América do Norte ou na Europa para que a decisão automatizada retorne segundos depois. Segundo especialistas, no modelo ideal o processamento precisa ocorrer de forma local ou regionalizada, o que demandaria investimentos severos em &lt;em&gt;Edge Computing &lt;/em&gt;(computação de borda) e micro-&lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Olhando este contexto, fica evidente as razões pela qual o mercado passa a exigir soluções integradas que evitem o desperdício de banda e garantam a integridade dos dados face a ataques cibernéticos em expansão. E nosso setor industrial tradicional, caracterizado por longos ciclos de investimento e aversão ao risco, parece demonstrar uma certa incapacidade estrutural para desenvolver internamente essas camadas tecnológicas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Isso tudo nos leva a um vácuo operacional onde, idealmente, startups e empresas especializadas em infraestrutura de TI e segurança de dados deveriam atuar como parceiras estratégicas, customizando as fundações físicas necessárias para que os algoritmos de IA possam operar com máxima eficiência e em conformidade com regulações como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O gráfico a seguir ilustra a lacuna entre a prontidão atual da infraestrutura brasileira em áreas chave para a IA e o nível ideal necessário para uma adoção avançada e competitiva da tecnologia. Como se pode ver, fica evidente que há um caminho significativo a ser percorrido em todas as frentes.&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-image size-full&quot;&gt;&lt;img fetchpriority=&quot;high&quot; decoding=&quot;async&quot; width=&quot;740&quot; height=&quot;428&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3.png&quot; alt=&quot;O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica?&quot; class=&quot;wp-image-259367&quot; title=&quot;O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica?&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3.png 740w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-300x174.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-150x87.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-450x260.png 450w&quot; sizes=&quot;(max-width: 740px) 100vw, 740px&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;A tríade da nova revolução industrial: energia, inteligência e ação coordenada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Avançando em nossa análise, vale registrar que a reconfiguração das cadeias de suprimentos e o advento da IA industrial exigem uma abordagem sistêmica baseada em pelo menos três pilares interdependentes: a disponibilidade energética, a capacidade analítica e a coordenação de políticas públicas e privadas. Sem a coexistência equilibrada desses três fatores, o avanço tecnológico tende a restringir-se a bolsões isolados de alta produtividade, aprofundando as assimetrias regionais já existentes no território brasileiro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O primeiro pilar, a energia, representa o insumo básico e limitador da era da computação avançada. &lt;em&gt;Data centers&lt;/em&gt; de última geração operam ininterruptamente e demandam uma quantidade de eletricidade sem precedentes históricos. O segundo pilar, a inteligência, refere-se à capacidade humana e algorítmica de extrair valor de dados brutos, transformando linhas de código em eficiência produtiva, redução de custos e novos produtos. Por fim, o terceiro pilar compreende as ações coordenadas — a articulação governamental, institucional e empresarial para estabelecer padrões regulatórios claros, incentivos fiscais coerentes e segurança jurídica para investimentos de capital intensivo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Brasil, como sabemos, encontra-se em uma posição peculiar nessa tríade. Embora o país possua uma das matrizes elétricas mais limpas e renováveis do planeta, ancorada na energia hidroelétrica, solar e eólica, a infraestrutura de transmissão e a distribuição regional dessa energia não foram dimensionadas para a alta densidade exigida pelos &lt;em&gt;clusters &lt;/em&gt;de supercomputação.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E a falta de coordenação histórica entre o planejamento de telecomunicações e o planejamento do setor elétrico cria situações paradoxais, onde regiões com abundância de geração energética renovável carecem de conectividade de fibra ótica de alta capacidade, inviabilizando a instalação de grandes centros de processamento de dados nesses locais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O gargalo do 5G e as barreiras na conectividade industrial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Um tema ainda em discussão no Brasil é sobre a tecnologia de quinta geração de redes móveis (5G), que foi projetada não apenas para o consumo de mídia em dispositivos móveis civis, mas principalmente para a comunicação ultraconfiável de baixa latência entre máquinas em ambientes produtivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E em ambientes industriais complexos, o 5G funciona como o sistema nervoso que permite a algoritmos de IA coordenar frotas de veículos autônomos, braços robóticos e sensores de IoT (&lt;em&gt;Internet of Things&lt;/em&gt;) com precisão milimétrica. Contudo, a implementação prática desta tecnologia na malha industrial brasileira enfrenta severos obstáculos macroeconômicos e operacionais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Dados de levantamentos setoriais realizados junto a indústrias nacionais apontam um cenário de profunda disparidade tecnológica. Apenas uma fração mínima do setor produtivo conta com redes de conectividade de última geração operando de forma plena dentro de suas instalações. Assim, a imensa maioria das indústrias permanece dependente de redes Wi-Fi industriais tradicionais ou de conexões 4G legadas, que não oferecem a largura de banda e a latência necessárias para os processos de tomada de decisão automatizada em microssegundos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Alguns indicadores da (falta de) conectividade 5G na indústria brasileira estão a seguir:&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Rede 5G efetivamente instalada (6%):&lt;/strong&gt; Apenas este grupo seleto de indústrias consegue rodar aplicações de IA física, robótica colaborativa e gêmeos digitais em tempo real sem interrupções de sinal.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Inércia de discussão corporativa (54%):&lt;/strong&gt; Mais da metade das empresas industriais brasileiras ainda não iniciou debates internos sobre o impacto do 5G ou cronogramas de transição para redes de alta velocidade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ausência de infraestrutura regional (64%):&lt;/strong&gt; A maior barreira apontada por executivos situados fora dos grandes eixos urbanos; a falta de antenas e backbone de fibra impossibilita a contratação de serviços de operadoras.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando questionados sobre as principais razões para a lentidão na adoção do 5G, os tomadores de decisão apontam três fatores determinantes de forma recorrente: o elevado custo de implementação do hardware de rede privado, a ausência de cobertura de infraestrutura de telecomunicações por parte das operadoras em regiões periféricas ou polos industriais distantes dos centros metropolitanos, e a falta de clareza absoluta quanto ao Retorno sobre o Investimento (ROI) de curto prazo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Assim, as indústrias tradicionais relutam em imobilizar volumes significativos de capital em infraestrutura de conectividade sem a garantia de que as aplicações de IA gerarão ganhos de produtividade imediatos capazes de amortizar o investimento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Esse impasse abre uma janela de oportunidade substancial para o mercado de startups&lt;/strong&gt;. Alguns casos globais em mercados semelhantes já iniciaram serviços de empresas de tecnologia ágeis que usam o modelo de &amp;#8220;5G como Serviço&amp;#8221; (&lt;em&gt;5G-as-a-Service&lt;/em&gt;), implementando redes celulares privadas simplificadas em regime de locação de hardware e gerenciamento via software. Ao reduzir a barreira de entrada financeira e fornecer ferramentas analíticas que traduzem a redução de latência em eficiência financeira e segurança operacional, essas empresas começam a desbloquear o mercado estagnado das médias indústrias, acelerando a base física indispensável para a IA.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O desafio dos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; e a necessidade de descentralização&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Usando uma analogia clara, os &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt; constituem as fábricas da economia digital; neles estão alojados os servidores de alta densidade dotados de Unidades de Processamento Gráfico (GPUs) e chips customizados de silício que realizam os cálculos matemáticos complexos por trás de qualquer sistema de inteligência artificial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Brasil, o mercado de &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt; vive um período de expansão acelerada, porém marcada por uma severa distorção geográfica, uma vez que a esmagadora maioria da capacidade instalada e dos projetos em desenvolvimento está concentrada na região Sudeste, mais especificamente na região metropolitana de São Paulo e em áreas limítrofes do estado do Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa hiperconcentração geográfica começa a exibir sinais claros de saturação estrutural. Isso porque &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt; demandam duas variáveis físicas cruciais: grandes extensões de terreno plano para construção de galpões seguros e, fundamentalmente, subestações de energia elétrica de altíssima potência com conexões redundantes à rede nacional de transmissão.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em São Paulo, a disputa por terrenos estrategicamente localizados e a limitação de capacidade de escoamento de energia por parte das concessionárias locais têm inflacionado os custos de implantação e expandido os prazos de entrega de novos projetos para horizontes que superam as necessidades do mercado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ademais, a operação contínua de milhares de servidores gera calor volumoso, exigindo sistemas de refrigeração industrial sofisticados. O indicador que mede essa eficiência é o PUE (&lt;em&gt;Power Usage Effectiveness&lt;/em&gt;), que calcula a razão entre a energia total consumida pela instalação e a energia direcionada estritamente aos equipamentos de computação. Quanto mais próximo de 1.0 for o PUE, mais eficiente é o &lt;em&gt;data center&lt;/em&gt;. E em climas tropicais como o brasileiro, manter um PUE baixo exige inovações em engenharia térmica, tais como sistemas de resfriamento líquido direto no chip (&lt;em&gt;liquid cooling&lt;/em&gt;) e arquiteturas de fluxo de ar otimizadas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A descentralização geográfica dos &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt; em direção às regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste, portanto, apresenta-se como uma necessidade técnica imperativa para mitigar os riscos de colapso de infraestrutura no Sudeste e aproximar o poder de processamento das indústrias locais e do agronegócio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No entanto, essa interiorização esbarra na infraestrutura de conectividade terrestre. Um &lt;em&gt;data center&lt;/em&gt; isolado no interior do país, sem conexão através de múltiplos anéis de fibra ótica redundantes conectados aos cabos submarinos internacionais, torna-se uma ilha computacional ineficiente. Portanto, o desenvolvimento do setor exige investimentos casados e de longo prazo entre empresas de energia, construtoras de infraestrutura digital e provedores de trânsito IP.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;A fronteira da IA física: onde bits encontram átomos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O conceito de IA física representa o estágio mais avançado da automação tecnológica contemporânea. Trata-se da superação do modelo clássico de inteligência artificial restrito às telas de computadores e interfaces de conversação baseadas em texto, avançando para a integração direta de algoritmos inteligentes com sistemas robóticos, maquinário pesado, veículos autônomos e redes de sensores ópticos distribuídos no ambiente de produção. Na IA Física, o software não apenas analisa dados históricos para gerar relatórios, mas toma decisões operacionais autônomas que alteram o estado físico de uma máquina ou de uma linha de produção inteira em tempo real.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para que esse ecossistema opere sem falhas catastróficas, a infraestrutura física de suporte precisa apresentar níveis de resiliência e redundância próximos de 100%. Em uma linha de montagem automotiva ou em uma colheita agrícola automatizada por visão computacional, uma oscilação de milissegundos na conectividade ou uma microinterrupção no fornecimento elétrico pode resultar em prejuízos financeiros milionários. A tolerância a falhas, que no ambiente de softwares SaaS tradicionais é gerenciável por mecanismos simples de recarregamento de página, assume, assim, contornos críticos na IA física.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Outro ponto crítico é que a engenharia nacional tem se deparado com o desafio de customizar essas soluções para as realidades operacionais do Brasil, frequentemente caracterizadas por ambientes hostis, com altos índices de poeira suspensa em indústrias de base, variações extremas de temperatura no agronegócio e redes elétricas instáveis em regiões isoladas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;As startups que buscam liderar o desenvolvimento de robótica e visão computacional no país, por isso, necessariamente devem focar seus esforços de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;amp;D) na criação de arquiteturas de hardware robustecidas e no refinamento de modelos de IA capazes de funcionar em modo &amp;#8220;offline parcial&amp;#8221; ou híbrido, processando dados críticos localmente através de unidades de processamento de borda de baixo consumo energético e sincronizando dados analíticos secundários com a nuvem centralizada apenas quando houver redes estáveis disponíveis.&lt;/p&gt;


&lt;div class=&quot;wp-block-image&quot;&gt;
&lt;figure class=&quot;aligncenter size-large&quot;&gt;&lt;img decoding=&quot;async&quot; width=&quot;1024&quot; height=&quot;554&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-4-1024x554.png&quot; alt=&quot;O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica?&quot; class=&quot;wp-image-259368&quot; title=&quot;O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica?&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-4-1024x554.png 1024w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-4-300x162.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-4-768x416.png 768w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-4-150x81.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-4-450x244.png 450w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-4.png 1112w&quot; sizes=&quot;(max-width: 1024px) 100vw, 1024px&quot; /&gt;&lt;figcaption class=&quot;wp-element-caption&quot;&gt;&lt;em&gt;O mindmap acima ilustra os múltiplos desafios que o Brasil enfrenta para destravar o potencial da IA, desde as deficiências infraestruturais até as barreiras econômicas e as soluções propostas&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;


&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O papel estratégico da energia sustentável na ascensão computacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se formos dar um chamado “zoom out” no cenário atual, a sustentabilidade ecológica tornou-se um critério central e não negociável nas decisões de alocação de grandes fundos de investimento institucionais. E à medida que o consumo energético global da computação avançada atinge patamares equivalentes ao consumo total de nações de médio porte, a pegada de carbono associada à infraestrutura digital passou a ser monitorada com rigor analítico. E há um fator incongruente na mesa, pois companhias globais de tecnologia assumiram compromissos públicos de neutralidade de carbono, o que restringe a contratação de fornecedores de infraestrutura de dados que dependam de matrizes elétricas baseadas em combustíveis fósseis, como carvão ou gás natural, que em muitas regiões são as fontes mais estáveis de energia, às vezes até as únicas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No caso dessa ótica ambiental, o Brasil detém uma vantagem competitiva de ordem estratégica no cenário internacional. Mais de 80% da eletricidade gerada no país provém de fontes renováveis, com destaque histórico para as usinas hidrelétricas e uma expansão geométrica das usinas fotovoltaicas e parques eólicos, especialmente na região Nordeste. Essa realidade permite ao Brasil posicionar-se como um polo receptor global para a instalação de data centers sustentáveis, atraindo capital internacional voltado para a computação verde de alta performance.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Apesar do perfil limpo da matriz geradora brasileira, o sistema de transmissão nacional padece de limitações estruturais de escoamento e estabilidade. A energia gerada pelas usinas eólicas no Nordeste precisa percorrer milhares de quilômetros de linhas de transmissão para atingir os centros de consumo do Sudeste. Interrupções causadas por intempéries climáticas, falhas operacionais ou sobrecargas na rede podem comprometer a estabilidade do fornecimento contínuo de energia exigido pelos &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt;, que demandam um fluxo linear sem variações de tensão.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para contornar o risco sistêmico da rede de transmissão nacional, os novos projetos de &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt; de alta densidade no Brasil começam a adotar estratégias de autoprodução de energia ou a celebração de contratos de longo prazo (PPAs &amp;#8211; &lt;em&gt;Power Purchase Agreements&lt;/em&gt;) diretamente vinculados a novos parques de geração solar ou eólica construídos em áreas adjacentes ou com conexões dedicadas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Adicionalmente, tem se verificado uma demanda crescente por startups de engenharia que desenvolvem softwares de gerenciamento inteligente de energia baseados em IA, capazes de antever picos de consumo, otimizar sistemas de baterias industriais de grande escala e alternar dinamicamente o consumo entre a rede elétrica pública e fontes de geração local com base nos preços flutuantes do mercado de energia livre.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA): políticas públicas e metas estruturais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Diante da urgência geopolítica e econômica de estabelecer uma infraestrutura de IA robusta e independente, o Governo Federal brasileiro estruturou o &lt;strong&gt;Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA)&lt;/strong&gt;, que projeta a mobilização de recursos financeiros substanciais da ordem de &lt;strong&gt;R$ 23 bilhões até o horizonte de 2028&lt;/strong&gt;. O plano visa estruturar as fundações tecnológicas e científicas do país, distribuindo o capital público e os incentivos em frentes prioritárias que buscam mitigar a dependência externa e capacitar o ecossistema nacional.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O direcionamento dos aportes financeiros e as metas estratégicas do PBIA estão estruturados para criar um efeito catalisador sobre o investimento privado, atuando precisamente nas lacunas de infraestrutura computacional de alto nível:&lt;/p&gt;



&lt;ol class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Expansão do supercomputador Santos Dumont (R$ 1,8 Bilhão): &lt;/strong&gt;Ampliação da capacidade de processamento do supercomputador localizado no Laboratório Nacional de Computação Científica, o LNCC, localizado em Niterói (RJ), visando posicioná-lo entre os 100 mais potentes do mundo. O foco é fornecer infraestrutura para o treinamento de modelos de linguagem de grande escala (LLMs) nativos em língua portuguesa e pesquisas acadêmico-industriais avançadas.&lt;/li&gt;



&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Desenvolvimento da nuvem governamental soberana (R$ 1,0 Milhão &amp;#8211; fase inicial):&lt;/strong&gt; Estruturação de infraestrutura de computação em nuvem sob controle estatal (Serpro/Dataprev) para hospedar dados públicos críticos e sistemas estratégicos da administração pública federal, garantindo autonomia contra sanções externas ou falhas de provedores internacionais.&lt;/li&gt;



&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Rede de formação e monitoria científica (metas até 2026):&lt;/strong&gt; Implementação de estruturas coordenadas como o Laboratório de Infraestrutura Física para Inteligência Artificial (LIFE-IA) e o Observatório Brasileiro de Inteligência Artificial (OBIA), focados em padronizar métricas de governança e auditoria de sistemas de IA.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A eficácia do PBIA, contudo, tem sido objeto de análise cautelosa por parte de especialistas do setor produtivo e do mercado de capitais. Historicamente, planos nacionais de grande envergadura orçamentária enfrentam desafios de execução burocrática e lentidão nos processos de importação de equipamentos altamente especializados, como chips avançados sujeitos a gargalos de produção globais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para que os R$ 23 bilhões se traduzam em ganhos reais de produtividade na indústria, as regras de acesso aos recursos de fomento precisam contemplar o ecossistema de startups de tecnologia profunda (&lt;em&gt;Deep Techs&lt;/em&gt;), permitindo que participem de chamadas públicas de inovação aberta.&lt;/p&gt;


&lt;div class=&quot;wp-block-image&quot;&gt;
&lt;figure class=&quot;aligncenter size-full&quot;&gt;&lt;img decoding=&quot;async&quot; width=&quot;740&quot; height=&quot;428&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-5.png&quot; alt=&quot;O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica?&quot; class=&quot;wp-image-259369&quot; title=&quot;O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica?&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-5.png 740w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-5-300x174.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-5-150x87.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-5-450x260.png 450w&quot; sizes=&quot;(max-width: 740px) 100vw, 740px&quot; /&gt;&lt;figcaption class=&quot;wp-element-caption&quot;&gt;&lt;em&gt;Este gráfico de radar compara a prioridade estratégica ideal para cada pilar do desenvolvimento da IA com a situação atual percebida no Brasil, destacando onde os maiores esforços e investimentos são necessários para impulsionar o país na revolução da IA&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;


&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O cenário de investimentos e a tese de &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;venture capital&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; para a infraestrutura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O mercado de &lt;em&gt;Venture Capital&lt;/em&gt; no Brasil passa por um processo profundo de amadurecimento e recalibragem de teses após os ciclos de excesso de liquidez registrados em anos anteriores. Gestores de fundos nacionais e internacionais abandonaram métricas puras de crescimento de base de usuários em favor de indicadores de eficiência de capital, retenção líquida de receita e margens operacionais sustentáveis. No segmento de inteligência artificial, esse movimento de seletividade reflete-se na busca por empresas que resolvam problemas estruturais profundos da economia real.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A nível global e local, as teses de investimento começam a se alinhar em torno da premissa econômica clássica da &amp;#8220;corrida do ouro&amp;#8221;: durante um boom tecnológico, os lucros mais consistentes e estáveis não são auferidos unicamente pelos garimpeiros individuais em busca do metal precioso (as empresas que criam interfaces superficiais ou &lt;em&gt;wrappers&lt;/em&gt; de IA), mas sim pelas empresas que fornecem as ferramentas básicas, a conectividade e os insumos logísticos essenciais para a operação de todos os agentes do ecossistema.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Brasil, o investimento em startups de &lt;em&gt;Deep Tech&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;InfraTech&lt;/em&gt; começa a ganhar tração institucional, embora o volume de capital alocado nessas frentes ainda seja menor quando comparado ao setor de FinTechs ou SaaS tradicionais. O desenvolvimento de soluções que envolvem hardware e longos ciclos de validação industrial exige dos gestores de fundos um perfil de capital mais paciente, com horizontes de desinvestimento estendidos. E as startups brasileiras que demonstram capacidade de captar recursos de fomento público não reembolsáveis e combiná-los de forma coordenada com rodadas de investimento privadas devem apresentar as melhores métricas de sustentabilidade e geração de valor de longo prazo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Conclusão Startupi: o posicionamento estratégico do Brasil na “Era da Automação Cognitiva”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Considerando as informações acima, o Brasil, de fato, encontra-se diante de uma janela de oportunidade histórica de dimensões macroeconômicas. A reconfiguração global das cadeias de suprimentos industriais e a necessidade de descentralização das capacidades computacionais mundiais conferem ao país ativos de valor inestimável: uma matriz energética predominantemente limpa, um mercado consumidor interno de grandes proporções e um parque industrial que necessita de modernização tecnológica para manter sua competitividade internacional.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Contudo, a concretização desse potencial econômico exige o enfrentamento rigoroso dos gargalos estruturais documentados. A expansão da conectividade 5G industrial, a superação das barreiras físicas e térmicas para a descentralização geográfica dos &lt;em&gt;data centers&lt;/em&gt;, e a execução ágil e transparente das metas orçamentárias estabelecidas pelo Plano Brasileiro de Inteligência Artificial constituem a base material sobre a qual a economia do conhecimento do país será edificada (ou limitada).&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para os empreendedores, investidores e tomadores de decisão do ecossistema de inovação brasileiro, a mensagem derivada da realidade factual da infraestrutura nacional é de clareza analítica. O período de fascínio puramente abstrato com as capacidades de software encerrou-se. O foco estratégico e o valor econômico sustentável das próximas décadas pertencerão àqueles que dedicarem seus esforços a resolver os complexos e urgentes problemas de infraestrutura física, conectando com maestria a inteligência algorítmica aos átomos do setor produtivo brasileiro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A sorte está lançada!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-gargalo-oculto-da-ia-o-brasil-tera-estrutura-fisica-para-sustentar-a-proxima-corrida-tecnologica/&quot;&gt;O gargalo oculto da IA: o Brasil terá estrutura física para sustentar a próxima corrida tecnológica?&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Jota, assistente financeiro e pessoal que funciona dentro do WhatsApp e em aplicativo próprio, captou R$ 150 milhões (US$ 30 milhões) em uma rodada Série A liderada pela Haun Ventures. A operação reúne ainda a HOF Capital e Alter Global, que acompanham a empresa desde a rodada seed, além da Greyhound Capital, e de um grupo de investidores globais que enxergam na inteligência artificial a próxima virada na forma como as pessoas trabalham, tomam decisões e cuidam do próprio dinheiro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O aporte coincide com o lançamento do Jota 2.0, a maior virada do produto desde a estreia: a passagem de um assistente que responde quando perguntado para um agente que se antecipa. Em vez de esperar o comando do cliente, o Jota 2.0 categoriza os gastos automaticamente, controla despesas, organiza as contas e produz insights proativamente. Nos primeiros testes, o engajamento foi de até cinco vezes o da versão anterior.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É o segundo aporte que a empresa recebe em pouco mais de um ano. No início de 2025, o Jota havia captado R$ 60 milhões em uma rodada seed liderada pela MAYA Capital, com participação da HOF Capital, Big Bets, Alter Global e North Ventures. Desde então, partindo do zero, chegou a cerca de 300 mil clientes e R$ 3,5 bilhões em volume transacionado anualizado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A tese do Jota é que a principal interface financeira será uma conversa. Boa parte dos empreendedores brasileiros nunca chegou a uma planilha de Excel: administra o negócio de cabeça e no caderninho, anotando à mão o que entra, o que sai e quem ficou devendo. Em vez de exigir que essas pessoas aprendam a operar mais um sistema, o Jota faz o caminho inverso: entende o que o cliente precisa, por texto, áudio ou foto, e executa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“A gente quer aposentar o caderninho”, diz Davi Holanda, fundador e CEO do Jota. “Quem empreende precisa vender, atender e fazer o negócio crescer, não passar a noite somando conta no papel. O Jota é o principal parceiro de quem toca tudo sozinho.”&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com o Jota, o empreendedor controla o dinheiro sem abrir planilha, apps de banco ou caderninho. Ele cobra clientes, vende no cartão em até 12x sem precisar de maquininha, registra quem ficou devendo e realiza pagamentos, pelo Whatsapp ou em seu app conversacional. A partir disso, o Jota lembra proativamente quem deve, quais boletos vencem, o que entrou, o que saiu, deixa o saldo rendendo enquanto o negócio roda, além de ter insights para tomar melhores decisões financeiras.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Nosso objetivo nunca foi criar mais um aplicativo financeiro”, afirma Holanda. “Estamos construindo um assistente que ajuda milhões de brasileiros a ganhar tempo, gastar menos e decidir melhor todos os dias. Acreditamos que, daqui a alguns anos, a principal forma de cuidar do dinheiro vai ser conversando”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com os recursos da Série A, o Jota pretende acelerar o desenvolvimento de sua infraestrutura de inteligência artificial e expandir as funcionalidades do assistente, antecipando entregas que já faziam parte da visão de longo prazo da empresa. Entre as frentes em estudo está a oferta de crédito em contexto, no momento exato em que o cliente precisa de liquidez.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Os melhores produtos financeiros são aqueles que se integram naturalmente à forma como as pessoas já vivem e trabalham”, afirma Diogo Monica, General Partner da Haun Ventures. “O Jota fez exatamente isso ao construir um assistente que encontra o empreendedor brasileiro onde ele já está, no WhatsApp, falando a sua língua e do seu jeito. O Jota é um dos produtos mais promissores que vimos surgir no segmento de finanças conversacionais, e temos orgulho de liderar esta rodada Série A”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/jota-levanta-r150-milhoes/&quot;&gt;Jota levanta R$150 milhões para construir o agente financeiro do empreendedor, baseado em IA&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O mercado global de colecionáveis esportivos transita por uma transformação estrutural profunda, onde o apelo nostálgico e o engajamento de massas ganham contornos de ativos financeiros de alta liquidez. No centro desse fenômeno estão os álbuns e figurinhas da Copa do Mundo FIFA, que deixaram de ser um mero passatempo infantojuvenil para se consolidarem como um negócio bilionário de escala internacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;À medida que o torneio se aproxima, a circulação desses produtos atinge cifras impressionantes nas cadeias de distribuição oficiais, impulsionada por uma demanda que frequentemente supera as projeções de estoque tradicionais do varejo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Contudo, a dinâmica desse ecossistema revela gargalos matemáticos inerentes ao formato de pacotes aleatórios, em que o volume exponencial de cromos repetidos inviabiliza o preenchimento do álbum por vias convencionais. Sob essa ótica, o desdobramento direto disso é a sofisticação de um robusto mercado paralelo, que opera à margem das bancas tradicionais em plataformas de e-commerce e pontos físicos informais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nessas redes alternativas de troca e comércio, as transações deixam de seguir as tabelas oficiais e passam a ser regidas estritamente pela lei da oferta e da procura, onde cromos raros e edições especiais chegam a valorizações atípicas, convertendo o hobby em um ambiente de especulação financeira informal de alta atividade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para compreender os mecanismos econômicos por trás dessa engrenagem, o impacto logístico do setor e como as plataformas digitais estão redefinindo a relação entre marcas e consumidores, o podcast &lt;a href=&quot;http://papo.com&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Papo.com&lt;/a&gt; analisou esse cenário com quem acompanha as nuances desse ecossistema.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No programa, disponível no link abaixo, o jornalista &lt;strong&gt;Gustavo Girotto&lt;/strong&gt; conversou com &lt;strong&gt;Victor Lourenço&lt;/strong&gt;, um aficcionado e especialista em figurinhas, para explorar os bastidores econômicos que transformam pedaços de papel em moedas de troca altamente valiosas na economia da nostalgia. Confira:&lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=7-JGyqZPeJs&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
&lt;iframe title=&quot;Por Que Algumas Figurinhas Valem Milhares de Reais?&quot; width=&quot;788&quot; height=&quot;443&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/7-JGyqZPeJs?feature=oembed&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share&quot; referrerpolicy=&quot;strict-origin-when-cross-origin&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/album-da-copa-vai-de-passatempo-a-bolsa-de-valores-de-papel/&quot;&gt;Álbum da Copa vai de passatempo à “bolsa de valores” de papel&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Marcelle Paiva&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nos últimos tempos, tenho dedicado um espaço prioritário na minha agenda para me aproximar dos empreendedores que estão construindo a próxima geração de soluções baseadas em Inteligência Artificial na América Latina.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre dores, desafios e expectativas, uma percepção tem se tornado cada vez mais evidente: a região reúne talentos excepcionais, capacidade técnica de alto nível e empresas prontas para liderar uma nova onda de inovação. Os founders têm demonstrado uma habilidade notável para identificar problemas reais do mercado e transformar essas dores em soluções ágeis, criativas e com potencial de impacto significativo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O desafio, no entanto, não está apenas em inovar. Para muitas startups, a etapa mais difícil começa justamente quando a solução está pronta e chega o momento de conquistar grandes clientes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É nesse momento que a conversa muda. O que antes era uma discussão sobre tecnologia passa a incluir temas como governança, segurança, compliance, integração e capacidade de operar em ambientes complexos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Grandes organizações não buscam apenas inovação. Elas precisam de confiança, previsibilidade e soluções capazes de se conectar aos seus dados, processos e ambientes tecnológicos existentes. À medida que a IA se torna parte fundamental das operações das empresas, cresce também a demanda por soluções que combinem inovação com governança, flexibilidade para trabalhar com diferentes modelos, soberania dos dados e capacidade de operar em ambientes cada vez mais distribuídos e multicloud.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Além disso, surge uma preocupação cada vez mais presente: como escalar IA de forma sustentável. Isso envolve escolher os modelos mais adequados para cada necessidade, equilibrar performance e custos e construir arquiteturas capazes de evoluir à medida que o negócio cresce. Em muitos casos, a vantagem competitiva não está em utilizar um único modelo, mas em ter a flexibilidade para combinar diferentes tecnologias de forma eficiente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Talvez esse seja um dos principais aprendizados desta nova fase da Inteligência Artificial: o diferencial já não está apenas em ter acesso aos modelos mais avançados ou construir novos agentes. O verdadeiro valor está na capacidade de orquestrar essas tecnologias, conectá-las aos dados corporativos, integrá-las aos sistemas existentes e transformá-las em resultados concretos para o negócio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É justamente nessa combinação entre inovação, dados, integração, governança e confiança que as empresas mais bem posicionadas estão construindo sua vantagem competitiva. Escalar IA exige demonstrar impacto real, explicar como a solução se integra a ambientes corporativos complexos e mostrar claramente os ganhos que ela pode gerar para o negócio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É por isso que o fortalecimento do ecossistema se torna tão importante. Startups precisam de oportunidades para validar e escalar suas soluções. Grandes empresas precisam acessar novas fontes de inovação. Investidores buscam negócios capazes de crescer de forma sustentável.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando esses atores trabalham juntos, reduzimos barreiras, aceleramos a adoção de novas tecnologias e criamos caminhos mais curtos entre boas ideias e grandes mercados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A América Latina já provou sua capacidade de inovar. O próximo passo é encurtar a distância entre inovação e mercado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Marcelle Paiva é vice-presidente de Vendas, Go-to-Market, Ecossistema para Aquisição de Novos Logos, em AI Natives e High Tech da Oracle América Latina&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/da-inovacao-a-escala-o-desafio-das-startups-de-ia-na-america-latina/&quot;&gt;Da inovação à escala: o desafio das startups de IA na América Latina&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A ABStartups (Associação Brasileira de Startups) acaba de dar um importante passo na articulação nacional para desenvolvimento do ecossistema com a criação do Conselho Nacional de Associações de Startups (CNAS). A iniciativa reúne entidades de diferentes regiões do país para fortalecer a representatividade do setor e promover uma atuação conjunta em pautas estratégicas para o desenvolvimento da inovação e do empreendedorismo no Brasil.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Conselho nasce da união de entidades que atuam diretamente no fortalecimento do empreendedorismo inovador em seus territórios e compartilham um objetivo comum: construir uma agenda nacional capaz de refletir a diversidade e as necessidades dos ecossistemas locais. A proposta é criar um espaço permanente de diálogo, cooperação e representação institucional, aproximando lideranças regionais e fortalecendo a participação das startups nas discussões sobre desenvolvimento econômico, inovação e políticas públicas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para Cláudia Schulz, CEO da ABStartups, a criação do Conselho representa um novo estágio para o ecossistema brasileiro de inovação. &amp;#8220;O Brasil possui ecossistemas de startups cada vez mais fortes, diversos e conectados às vocações de seus territórios. A criação do Conselho Nacional de Associações de Startups representa um passo importante para fortalecer essa rede de lideranças regionais, promovendo colaboração, troca de conhecimento e construção conjunta de agendas estratégicas para o setor. Mais do que conectar associações, estamos criando um espaço permanente de articulação capaz de ampliar a voz das startups brasileiras e contribuir para o desenvolvimento da inovação em todas as regiões do país”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A criação do CNAS acontece em um momento de amadurecimento do ecossistema brasileiro de inovação. Com comunidades empreendedoras cada vez mais estruturadas em diferentes estados, cresce também a necessidade de coordenação entre as entidades que atuam na base desse desenvolvimento, promovendo a troca de experiências, a disseminação de boas práticas e a construção de posicionamentos conjuntos para temas que impactam o setor em âmbito nacional. Nesse contexto, o Conselho surge como uma iniciativa para conectar lideranças regionais e fortalecer a atuação conjunta das associações de startups. Para Guigo Carvalho, presidente da Associação Carioca de Startups (ACS), a articulação nacional é um passo natural diante da evolução dos ecossistemas locais de inovação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“O desenvolvimento não acontece sozinho. Ele nasce da colaboração, da conexão entre pessoas e da força dos ecossistemas locais. Quando fortalecemos as associações de startups, fortalecemos quem está no território, apoiando empreendedores, conectando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento regional. E é com essa visão que nasce o Conselho Nacional das Associações de Startups: para unir lideranças, ampliar a representatividade do setor e construir, de forma colaborativa, um ambiente mais forte, inclusivo e inovador para quem empreende no Brasil”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre os objetivos do Conselho estão fortalecer a representatividade das startups brasileiras, ampliar o diálogo com governos e instituições de fomento, estimular a colaboração entre ecossistemas regionais, compartilhar inteligência sobre o setor e apoiar iniciativas que contribuam para o crescimento sustentável da inovação no país.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A estrutura inicial do CNAS está sendo conduzida por um Comitê Organizador formado pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Associação Carioca de Startups (ACS) e Associação Gaúcha de Startups (AGS), responsáveis por coordenar o processo de adesão das entidades participantes e a implementação da governança do Conselho.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para Danielle Cosme, vice-presidente da Associação Gaúcha de Startups (AGS), o Conselho surge como uma oportunidade de ampliar a colaboração entre as diferentes regiões do país. &amp;#8220;Acredito que a inovação no Brasil não pode acontecer de forma isolada. Fortalecer as associações estaduais de startups é fortalecer quem está no território, conectando talentos, negócios e oportunidades. O Conselho Nacional nasce para ampliar voz, representatividade e colaboração entre os ecossistemas, criando um ambiente mais forte para quem empreende inovação no país.&amp;#8221;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Após o lançamento oficial, o Conselho dará início às próximas etapas de sua implementação, incluindo a formalização de sua estrutura de governança, a adesão de novas entidades, a criação de grupos de trabalho temáticos e a definição de uma agenda nacional voltada ao fortalecimento do empreendedorismo inovador.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mais do que uma nova entidade de representação, o CNAS surge como uma plataforma de cooperação entre lideranças regionais, reforçando o compromisso das associações participantes com a construção de um ecossistema de inovação mais integrado, colaborativo e capaz de impulsionar o desenvolvimento das startups brasileiras.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/abstartups-lanca-conselho-nacional-de-associacoes-de-startups/&quot;&gt;Abstartups lança Conselho Nacional de Associações de Startups&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Muita gente ainda acha que falar de tokenização e cripto é papo de trader ou de fundo cripto. Erro crasso.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto os fundões e os bancões discutem a próxima taxa de juros, uma revolução silenciosa está redesenhando como o capital se move, se multiplica e se conecta com ativos reais. E, spoiler: ela não espera a burocracia despertar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A ANBIMA já está rodando piloto de tokenização. O mercado testa, valida e avança. A infraestrutura está aí, com promessas reais de processos mais rápidos, menos custosos e com camadas extras de segurança. O problema? A grande maioria das startups brasileiras segue de fora, perdendo uma oportunidade de virar o jogo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por que o founder médio ainda não embarcou nessa?&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;1.&amp;nbsp; Falta de clareza (e sobra de preconceito): Muita gente ainda confunde tokenização de ativos com a volatilidade especulativa do dia a dia das criptos. Uma coisa é liquidez e eficiência operacional. Outra é &lt;em&gt;day trade&lt;/em&gt; de meme coin. O primeiro movimenta empresas; o segundo, emocionados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;2. A inércia da tecnologia antiga: Desmontar sistemas legados — e cabeças também — dá trabalho. Mas vamos combinar: manter planilha, papelada e intermediários financeiros que sugam margem e tempo é o maior freio de mão que um negócio escalável pode ter.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;3.&amp;nbsp; Medo do &amp;#8220;novo&amp;#8221; (camuflado de espera regulatória): É compreensível que founders queiram segurança jurídica. Mas esperar o &amp;#8220;marco regulatório mastigado&amp;#8221; enquanto concorrentes mais ágeis se movimentam, testam e aprendem é, no mínimo, um erro de timing estratégico.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O recado para quem está construindo o futuro: Ignorar a tokenização hoje é o mesmo que ter uma startup na era do streaming e ainda gravar seu produto em fita cassete. É romântico, mas é suicídio comercial.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A descentralização financeira não vai pedir licença para chegar. Ela vai chegar — e quem estiver do lado certo da curva vai capturar valor, atrair investidores mais sofisticados e rodar mais rápido que a concorrência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O dinheiro virou código. E sua startup não pode ficar só no PowerPoint.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-dinheiro-virou-codigo-e-seu-pitch-deck-ainda-tem-planilha/&quot;&gt;O dinheiro virou código (e seu pitch deck ainda tem planilha)&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;* Por Vinícius Tavares Araújo&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por muito tempo, nos acostumamos a tratar inovação como sinônimo de novos produtos. Em diversos setores industriais, essa lógica ainda prevalece, sustentada por disputas centradas em desempenho técnico, eficiência e preço. Mas esse modelo começa, aos poucos, a perder força diante de um ambiente de negócios cada vez mais orientado por dados, serviços e experiência do cliente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O que tenho observado é que a transformação digital, somada à pressão por práticas mais sustentáveis, vem forçando empresas a revisitar não apenas o que entregam ao mercado, mas principalmente como geram valor ao longo de toda a jornada do cliente. A inovação deixa de ser incremental e passa a assumir um caráter muito mais estrutural. Não se trata mais de melhorar o que já existe, mas de desenvolver novos modelos de negócio, criar serviços recorrentes e estruturar ecossistemas capazes de sustentar relações mais duradouras.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Uma das mudanças mais relevantes nesse processo é a transição de modelos baseados exclusivamente em produto para estratégias que combinam produto, serviço e inteligência de dados. Na prática, isso significa sair de uma competição por atributos técnicos e avançar para soluções que impactam diretamente o desempenho dos clientes, seja reduzindo custos, seja aumentando produtividade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;E essa transformação não acontece apenas em empresas nativamente digitais. Pelo contrário, tenho visto setores historicamente consolidados avançarem nessa direção de forma bastante consistente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A indústria de lubrificantes é um exemplo interessante. Tradicionalmente baseada na venda de produtos físicos e em relações comerciais já estabelecidas, começa a incorporar novas frentes de inovação que vão além da formulação química combinando tecnologias avançadas com práticas sustentáveis. O uso de sensores para monitoramento de equipamentos, soluções voltadas à eficiência energética, o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis e a oferta de serviços digitais que acompanham o desempenho operacional são sinais claros dessa mudança.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mais do que iniciativas isoladas, o que está em curso é uma reconfiguração do papel dessas empresas. Elas passam a oferecer soluções integradas de gestão de desempenho industrial, combinando tecnologia, dados e serviços.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na minha visão, esse movimento revela uma mudança mais profunda: o produto deixa de ser o centro da proposta de valor e passa a ser apenas parte de uma solução mais ampla.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao substituir relações transacionais por vínculos contínuos, as empresas passam a oferecer monitoramento, manutenção preditiva, suporte técnico e análise de dados como serviços permanentes. Isso não apenas cria novas fontes de receita, como também fortalece a fidelização e aumenta as barreiras competitivas, já que o valor percebido deixa de estar no produto isolado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No fim do dia, a transformação em curso não é apenas tecnológica. Ela exige uma revisão real de mentalidade. Inovar, hoje, é questionar modelos estabelecidos e enxergar oportunidades onde antes só existiam transações.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;As empresas que conseguirem fazer essa transição tendem a assumir um novo papel: deixam de ser fornecedoras e passam a atuar como parceiras estratégicas. E, em um ambiente cada vez mais competitivo e orientado por dados, essa talvez seja a diferença entre acompanhar o mercado ou liderá-lo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;*Vinícius Tavares Araújo é Consultor Sênior na TGT IS&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-produto-morreu-como-centro-da-proposta-de-valor-a-nova-logica-da-inovacao-industrial/&quot;&gt;O produto morreu como centro da proposta de valor: a nova lógica da inovação industrial&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto o &lt;em&gt;zeitgeist&lt;/em&gt; atual celebra o avanço da inteligência artificial, uma revolução silenciosa ocorre na biotecnologia: a capacidade de &amp;#8220;imprimir&amp;#8221; órgãos humanos sob medida. A startup brasileira &lt;strong&gt;TissueLabs&lt;/strong&gt; é o exemplo perfeito desse potencial, utilizando células do próprio paciente para criar estruturas biológicas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por que precisamos impulsionar esse setor?&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Eficiência econômica:&lt;/strong&gt; O custo para desenvolver medicamentos gira na casa dos bilhões, com taxas de falha altíssimas. Plataformas de bioimpressão reduzem o risco e a necessidade de testes em animais ou humanos precoces.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Soberania tecnológica:&lt;/strong&gt; A inovação científica nacional sofre com gargalos logísticos e burocráticos. Quando talentos brasileiros precisam se mudar para a Europa para viabilizar pesquisas, o país perde valor intelectual e econômico.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Impacto social real:&lt;/strong&gt; A bioimpressão promete extinguir as filas de transplantes. O &amp;#8220;cimento biológico&amp;#8221; desenvolvido por aqui pode transformar um problema de saúde pública crônico em uma solução de engenharia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O caso da TissueLabs ilustra um paradoxo brasileiro: produzimos ciência de ponta, mas falhamos em oferecer o &lt;strong&gt;ecossistema de suporte&lt;/strong&gt; necessário para que essa inovação escale aqui.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se a tecnologia já delineou o caminho para a cura, o que nos impede de ser os protagonistas dessa indústria multibilionária? A resposta não é falta de inteligência, mas de &lt;strong&gt;visão estratégica&lt;/strong&gt; para financiar o futuro antes que ele aconteça longe de nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/tecidos-humanos-de-verdade-feitos-de-inovacao-e-brasilidade/&quot;&gt;Tecidos humanos (de verdade) feitos de inovação e brasilidade&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Victor Papi&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Instantâneo, acessível e amplamente adotado, o Pix já faz parte do cotidiano de milhões de brasileiros e responde por uma parcela significativa das transações financeiras no país. No entanto, essa mesma popularidade trouxe desafios importantes, especialmente no combate a fraudes e golpes, que evoluíram em sofisticação na mesma velocidade em que o meio de pagamento se consolidou.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os números ajudam a dimensionar esse cenário. Segundo levantamento do Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, cerca de 24 milhões de brasileiros já foram vítimas de golpes envolvendo Pix ou boletos falsos, com prejuízos que se aproximam de R$ 29 bilhões. O estudo também mostra um recorte relevante: enquanto idosos tendem a ser mais vulneráveis a fraudes bancárias, os mais jovens são frequentemente impactados por golpes relacionados a compras que nunca são entregues. Esse contexto reforça a urgência de mecanismos mais robustos de resposta a fraudes no sistema financeiro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É nesse ambiente que ganha protagonismo o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado pelo Banco Central como uma ferramenta para permitir a recuperação de valores em casos de transações indevidas, não autorizadas ou fraudulentas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O mecanismo funciona a partir da solicitação do usuário à sua instituição financeira, que passa a conduzir um processo estruturado de análise. Uma vez aberto o MED, o valor envolvido na transação é automaticamente bloqueado na conta de destino e permanece indisponível até a conclusão do processo. Trata-se de um instrumento regulatório, com regras claras e prazos definidos, que reforça a segurança e a confiabilidade do sistema de pagamentos instantâneos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ainda assim, a versão inicial do MED apresentava limitações relevantes diante da dinâmica das fraudes modernas. Em muitos casos, os valores transferidos eram rapidamente movimentados entre diferentes contas, dificultando o rastreamento e reduzindo significativamente as chances de recuperação. No modelo inicial, a análise ficava restrita à primeira instituição recebedora após a transação original.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na prática, isso significava que, se um valor percorresse um caminho como de A para B, depois para C e então para D, o MED era direcionado apenas à instituição B, que precisava iniciar um novo processo para acionar C, que por sua vez deveria acionar D, tornando o fluxo mais lento e menos eficiente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A evolução para o MED 2.0 surge justamente como resposta a esse cenário. Tornado obrigatório em 2026, o novo modelo amplia de forma significativa a capacidade de rastreamento das transações ao permitir a visualização do caminho completo percorrido pelos recursos. A partir da transação original, o sistema passa a identificar todas as movimentações subsequentes, acionando múltiplas instituições financeiras envolvidas ao longo do percurso.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa mudança aumenta de forma relevante as possibilidades de devolução dos valores, ao mesmo tempo em que traz mais inteligência e integração ao processo. O Banco Central estima diminuir em até 40% os golpes bem sucedidos a partir das mudanças, de acordo com a Agência Brasil.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Além do ganho em rastreabilidade, o MED 2.0 também reforça a eficiência operacional e a transparência. Os prazos foram estruturados para garantir maior agilidade, com possibilidade de abertura de solicitações em até 80 dias após a transação e análise em até sete dias corridos, enquanto a expectativa regulatória é de respostas cada vez mais rápidas nas etapas iniciais. Esse avanço contribui para reduzir o impacto das fraudes e melhorar a experiência das vítimas, sem comprometer o rigor necessário na validação dos casos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É fundamental destacar, no entanto, que o MED não é um mecanismo de prevenção nem uma garantia de devolução dos valores. Ele atua após a ocorrência de uma fraude e depende da análise de evidências para determinar se a solicitação é procedente. Da mesma forma, não se trata de um canal para resolução de disputas comerciais ou arrependimentos de compra, sendo restrito a situações como golpes, coerção ou falhas operacionais. Essa delimitação é essencial para preservar a credibilidade do sistema e evitar seu uso indevido.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para as empresas, especialmente aquelas que operam com alto volume de transações via Pix, o MED 2.0 impõe uma nova camada de atenção e responsabilidade. A possibilidade de bloqueios, tanto os automáticos decorrentes da abertura do MED, quanto os cautelares, aplicados preventivamente pelas instituições diante de suspeitas, exige organização, controle e capacidade de resposta rápida, além de uma gestão eficiente de evidências em casos de contestação. Ao mesmo tempo, o avanço do mecanismo contribui para um ambiente mais seguro e confiável, fortalecendo o próprio uso do Pix como meio de pagamento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Diante de um cenário em que milhões de brasileiros já foram impactados por fraudes financeiras e os prejuízos somam bilhões de reais, a evolução do MED representa um passo necessário para o amadurecimento do ecossistema. Ao ampliar a capacidade de rastreamento e aumentar as chances de recuperação de valores, o MED 2.0 não apenas responde a um problema existente, mas também reforça a confiança no sistema como um todo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mais do que uma atualização técnica, trata-se de um avanço estrutural na forma como o sistema financeiro brasileiro enfrenta os desafios de um ambiente cada vez mais digital, dinâmico e interconectado. O Pix transformou a experiência de pagamentos no país, e o MED 2.0 consolida essa transformação ao garantir que inovação e segurança caminhem lado a lado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Victor Papi é General Manager da Transfeera, empresa da PayRetailers e Instituição de Pagamento (IP) especializada em soluções de pagamentos para empresas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o fundador de uma startup, cada dia parece uma prorrogação. O placar pode mudar a qualquer momento, a torcida (leia-se: investidores e clientes) cobra resultados e o adversário (concorrente) está sempre pronto para roubar a bola. Em meio à Copa do Mundo de 2026, uma pergunta ecoa no ecossistema de inovação: o que Messi, Mbappé e Haaland podem ensinar sobre sobrevivência e crescimento de negócios?&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A resposta, segundo a psicologia do esporte de alto rendimento, é surpreendentemente aplicável ao dia a dia de quem está construindo uma empresa do zero. Em um artigo especial publicado recentemente, &lt;strong&gt;Eric Zillmer&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Professor de Neuropsicologia e diretor do Global Sport Leadership Solutions Lab da Universidade Drexel, &lt;/strong&gt;analisa os mecanismos mentais que transformam talento em performance consistente sob pressão extrema. Para o empreendedor que vive de metas, pivôs e rodadas de investimento, são lições valiosas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;1. Perturbação: a arte de desorganizar o mercado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No futebol moderno, a equipe vencedora não se limita a jogar bem – ela impede o adversário de jogar. Faltas táticas agressivas, contra-ataques relâmpago e pressão alta são ferramentas para criar um &amp;#8220;caos organizado&amp;#8221; que desestabiliza estruturas estabelecidas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em um mercado dominado por incumbentes, a startup não pode vencer jogando o mesmo jogo. A &amp;#8220;perturbação&amp;#8221; é a alma da inovação disruptiva. Lançar um modelo de negócios que o grande player não consegue copiar rapidamente, atender um nicho negligenciado ou repensar a precificação de forma agressiva são formas de desorganizar a estrutura do concorrente. A pergunta é: sua startup está apenas reagindo às regras do jogo ou está criando um novo campo de batalha?&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;2. Atenção cirúrgica: o &amp;#8220;sangue frio&amp;#8221; para executar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A capacidade de manter o foco sob pressão extrema é o que define os artilheiros. Segundo o autor, &amp;#8220;uma das primeiras habilidades a falhar sob pressão é a capacidade de concentração&amp;#8221;. Craques como Mbappé e Haaland são celebrados por sua inteligência psicológica: sabem se posicionar e executar no momento exato, sem &amp;#8220;congelar&amp;#8221; diante da oportunidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O ruído no universo das startups é ensurdecedor – crises de caixa, feedbacks conflitantes de mentores, pressão por métricas de curto prazo e a ansiedade da próxima rodada. A &amp;#8220;aptidão de atenção&amp;#8221; empreendedora é a habilidade de ignorar distrações estratégicas, focar energia no que realmente gera tração e manter &amp;#8220;nervos de aço&amp;#8221; para não sabotar uma decisão crucial – como recusar um cliente inadequado ou atrasar um lançamento para acertar o produto – por conta da ansiedade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;3. Divagação controlada: o olhar de Messi para além da bola&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Talvez a lição mais contraintuitiva venha de Messi. Pesquisas mostram que seus olhos frequentemente se desviam da bola, permitindo que seu cérebro processe informações de forma diferente e absorva uma perspectiva mais ampla do jogo. &amp;#8220;O cérebro de Messi parece ser capaz de fazer coisas que muitos de seus adversários não conseguem&amp;#8221;, observa o artigo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Na cultura das startups, a obsessão pelo dia a dia operacional muitas vezes sufoca a visão estratégica. A &amp;#8220;divagação mental controlada&amp;#8221; é o que chamamos de &amp;#8220;pensar fora da caixa&amp;#8221; – dar-se permissão para se desconectar do operacional e olhar para o negócio de cima. É nesses momentos de &amp;#8220;distração produtiva&amp;#8221; que surgem os pivôs mais inteligentes e as percepções de mercado que nenhum dashboard captura. Às vezes, o gol mais importante não está onde a bola está, mas onde ela vai estar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;4. Resiliência: o árbitro dentro de cada fundador&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O artigo destaca a pressão sobre os árbitros, que precisam tomar decisões controversas em frações de segundo, sob o olhar crítico de todos. &amp;#8220;Os árbitros fazem parte da dinâmica da partida, quer queiram, quer não&amp;#8221;, afirma o autor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se o CEO de uma grande empresa é o &amp;#8220;técnico&amp;#8221;, o fundador de startup é, muitas vezes, o &amp;#8220;árbitro&amp;#8221; e o &amp;#8220;jogador&amp;#8221; ao mesmo tempo. A resiliência não é apenas suportar a rejeição de investidores ou o churn de clientes. É a capacidade de tomar decisões difíceis com informações incompletas – como demitir um funcionário querido, mudar o core do produto ou encerrar um projeto – e lidar com o escrutínio de todos ao redor. A resiliência do fundador é a habilidade de sustentar o julgamento, revisá-lo com dados e não se abalar com o ruído.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;5. Criatividade tática: o futebol-arte dos negócios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O futebol moderno se afastou de sistemas engessados para um estilo fluido, orientado por dados, mas que exige criatividade. &amp;#8220;A criatividade tática está relacionada a encontrar soluções em campo para situações complexas&amp;#8221;, afirma o estudo. Como disse o técnico da seleção dos EUA, Mauricio Pochettino, é preciso &amp;#8220;jogar como crianças&amp;#8221; – com liberdade para experimentar, mas com disciplina para executar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O manual de uma startup não pode ser rígido. A metodologia ágil, o design thinking e o lean startup são ferramentas, não religiões. A criatividade tática no mundo dos negócios é a capacidade de encontrar saídas originais para problemas que parecem insolúveis – especialmente em momentos de baixa liquidez ou crise setorial. A startup que se apega a um único plano, mesmo quando os dados mostram outro caminho, está fadada ao empate. É preciso equilibrar inspiração e transpiração, visão de longo prazo e ajustes de curto prazo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se a Copa do Mundo é um laboratório de comportamento humano sob pressão, o universo das startups é sua versão em tempo real, sem intervalo para o intervalo. Ao observar os craques, o empreendedor descobre que a vantagem competitiva sustentável não está apenas no produto ou no pitch deck, mas no treinamento da mente para lidar com o caos. Como em campo, no mercado, quem gerencia melhor a própria cabeça e a capacidade de adaptação, gerencia melhor o jogo – e, quem sabe, levanta a taça.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O artigo na íntegra está &lt;a href=&quot;https://theconversation.com/how-messi-mbappe-and-haaland-use-their-brains-as-well-as-feet-to-gain-a-psychological-edge-at-the-world-cup-283672&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;neste link&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;(em inglês)&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Lucas Infante&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Brasil, cerca de 46 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas por ano, o equivalente a R$ 61,3 bilhões ou aproximadamente 3% do PIB, segundo o IBGE. Parte significativa dessas perdas ocorre dentro da própria cadeia, antes mesmo da chegada ao consumidor final, devido a falhas na previsão de demanda, ruptura de estoque, validade e giro abaixo do esperado. Transformar excedentes em valor não apenas reduz custos, mas melhora indicadores operacionais críticos, como giro de estoque, quebra e aproveitamento de produtos próximos ao vencimento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Cada vez mais, a redução de desperdício deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a integrar a estratégia operacional de varejistas e indústrias de alimentos. Só pra se ter uma ideia, de acordo com dados do Relatório de Impacto de 2026 da Food To Save, a comercialização estruturada de excedentes de produção gerou R$ 31 milhões em receita incremental para centenas de empresas que atuam no varejo alimentar, de padarias, até franquias e grandes grupos de supermercados. Além disso, evitou o descarte de mais de 3 mil toneladas de alimentos, fortalecendo a margem e a eficiência das operações.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O resultado evidencia que as perdas não são inevitáveis, mas reflexo direto de decisões de gestão, previsão de demanda e logística. Empresas que integram a gestão de excedentes à rotina diária conseguem tomar decisões mais precisas sobre estoque, reposição e logística, transformando perdas em oportunidade de receita.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando o excedente é tratado como indicador estratégico e não como algo inevitável, cada decisão de compra, reposição e ajuste de estoque passa a gerar impacto direto na margem e na sustentabilidade da operação. É nesse alinhamento entre eficiência e ESG que o varejo encontra vantagem competitiva. Desperdício é perda direta de margem. Quando a empresa passa a tratar o excedente como um indicador operacional, e não apenas como consequência do negócio, ela consegue capturar valor e aumentar eficiência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;De olho num futuro mais sustentável, o modelo de comercialização de excedentes, que ganha escala todos os dias e reforça uma tendência mais ampla: tratar a redução de perdas como parte integrante da gestão operacional e financeira. É preciso ampliar o debate sobre o tema para que a agenda avance ainda mais, consolidando a redução de desperdício como ferramenta prática de eficiência e proteção de margem no varejo e na indústria de alimentos, integrando sustentabilidade e performance de forma concreta.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Lucas Infante é CEO e cofundador da Food to Save&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A inteligência artificial (IA) deixou de ser uma tecnologia restrita a laboratórios e passou a ocupar espaço nas estratégias de empresas, governos e usuários finais. Durante o ESX 2026, Alaor Neto, gerente de negócios da Nvidia, e Willians Martins, especialista em soluções de inteligência artificial da Dell, debateram como IA, dados e infraestrutura estão moldando a próxima fase da inovação tecnológica.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao apresentar a trajetória da Nvidia, Alaor relembrou que a empresa iniciou suas atividades voltada ao mercado de computação gráfica e jogos, mas mudou seu direcionamento ao investir, em 2006, na plataforma CUDA, criada para computação acelerada. “O futuro é inteligência artificial, eu preciso investir nisso”, afirmou Alaor ao relembrar a visão de Jensen Huang, fundador da Nvidia, sobre o potencial da tecnologia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo ele, a aposta levou anos para apresentar resultados, mas posicionou a empresa no centro da expansão da IA. Hoje, a Nvidia mantém centenas de bibliotecas, kits de desenvolvimento e modelos disponíveis para o ecossistema de desenvolvedores. Alaor também destacou que a inteligência artificial deve ser encarada como uma ferramenta de transformação dos negócios e não apenas de automação. “A gente não está falando de automação, a gente está falando de transformação. É repensar todo o seu fluxo de trabalho”, disse.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;IA generativa ampliou o acesso à tecnologia&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Willians Martins afirmou que o diferencial da IA generativa foi tornar a interação com sistemas de inteligência artificial acessível ao público por meio de interfaces conversacionais. “Quando veio a IA que você consegue conversar como você conversa com a sua mãe, como você conversa com o seu filho, aí fez total diferença. Aí ficou fácil de usar”, afirmou.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para ele, a tecnologia se junta a outras transformações que impactaram a sociedade em larga escala, como a eletricidade, o computador e a internet. “Eu acredito que é algo que veio para ficar mesmo. A questão é como ela evolui, e ela vai continuar evoluindo”, disse.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Durante o painel, Alaor apresentou uma estrutura composta por cinco camadas que sustentam a inteligência artificial: energia, chips, infraestrutura, modelos de linguagem e aplicações. Segundo ele, a disponibilidade de energia se tornou um dos principais desafios para a expansão dos chamados centros de processamento de IA. “Sem energia, não tem como você trabalhar as outras quatro camadas”, afirmou.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O executivo explicou que os data centers voltados à IA operam com demandas energéticas superiores às estruturas tradicionais e exigem sistemas avançados de refrigeração. “Hoje você pega um rack tradicional que consome 20 quilowatts. Agora estou falando de um rack nas mesmas dimensões consumindo 120 quilowatts”, disse.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Alaor acrescentou que a Nvidia vê a inteligência artificial como uma cadeia que envolve desde a geração de energia até o desenvolvimento de aplicações. “A Nvidia hoje se considera uma empresa de software reconhecida pelo hardware. Oitenta por cento do time respira software”, afirmou.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;IA local ganha espaço em notebooks e computadores pessoais&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Willians destacou que parte do processamento de inteligência artificial está migrando para os dispositivos dos usuários por meio das NPUs (Neural Processing Units), unidades dedicadas à execução de tarefas de IA em notebooks e computadores. Segundo ele, essas tecnologias permitem executar modelos menores localmente, reduzindo latência e consumo de energia. “A ideia é aumentar a produtividade do usuário. Para cargas maiores, nós temos servidores e workstations com placas da Nvidia”, explicou.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O executivo também apresentou iniciativas da Microsoft voltadas ao desenvolvimento de aplicações de IA, como o AI Foundry, que disponibiliza ferramentas e códigos para desenvolvedores criarem soluções próprias. “Estamos investindo para criar uma base funcional para que as empresas criem suas próprias aplicações”, afirmou.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Brasil enfrenta desafios de infraestrutura e formação&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os participantes também discutiram a posição do Brasil na corrida global pela inteligência artificial. Entre os desafios apontados estão a disponibilidade de infraestrutura computacional, o acesso a equipamentos e a formação de profissionais. Alaor observou que apenas um grupo restrito de organizações possui capacidade para realizar o pré-treinamento de grandes modelos de linguagem. “Para fazer o pré-treinamento de um modelo desse, são pouquíssimas empresas que têm capacidade computacional de fazer isso. No Brasil não tem”, disse.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Apesar disso, ele avalia que a etapa de inferência, quando modelos já treinados são utilizados por empresas e usuários, está se tornando mais acessível. “Cada vez mais você vai ver a democratização da inteligência artificial”, afirmou. Para Willians, a expansão da IA também depende da formação de profissionais capazes de aplicar a tecnologia em diferentes setores. “A ideia é aumentar o número de profissionais voltados à inteligência artificial porque o mercado está pedindo isso”, disse.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao final do painel, os executivos concordaram que a inteligência artificial continuará avançando em diferentes áreas da economia e que a combinação entre infraestrutura, hardware, software e capacitação profissional será determinante para ampliar seu uso nos próximos anos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/para-nvidia-e-dell-ia-dados-e-infraestrutura/&quot;&gt;Para Nvidia e Dell, IA, dados e infraestrutura exigem nova base tecnológica para empresas e países&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O principal game show de empreendedorismo da televisão brasileira está de volta. O Batalha das Startups estreia sua quarta temporada no dia 5 de setembro de 2026, às 21h15, na Record News, apresentando ao público um novo conceito, novos desafios e uma proposta ainda mais conectada à realidade dos empreendedores brasileiros.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com o tema “O Código dos Obstinados”, a temporada parte de uma premissa simples: antes de toda grande empresa existe alguém que se recusou a desistir.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Capitaneado pelo empreendedor empresarial, investidor e educador Janguiê Diniz, o programa amplia sua missão de fomentar a cultura empreendedora no país ao colocar no centro da narrativa não apenas startups promissoras, mas principalmente os homens e mulheres que enfrentam diariamente os desafios de construir negócios, gerar empregos, criar soluções e transformar mercados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao longo da competição, 32 startups de diferentes regiões do Brasil disputarão o título de Startup Mais Promissora do Brasil. Mais do que apresentar modelos de negócio, os participantes serão submetidos a uma série de provas, desafios e avaliações que testarão competências essenciais para o sucesso empresarial, como liderança, gestão, inovação, comunicação, vendas, negociação, estratégia e capacidade de execução.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Inspiração em esportes de combate&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A grande novidade da quarta edição está em sua construção narrativa e visual. Inspirado no universo dos esportes de combate, o programa transforma a jornada empreendedora em uma verdadeira preparação para a arena. Os participantes passam por treinamentos, mentorias, resistência mental, desafios estratégicos e confrontos eliminatórios que simbolizam as batalhas enfrentadas por quem decide empreender.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A competição acontece em um ambiente que remete a uma grande academia de preparação, onde cada fase representa um novo nível de evolução até a chegada à Grande Arena, espaço reservado aos competidores que demonstrarem possuir o verdadeiro Código dos Obstinados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“O empreendedor é alguém que aprende a conviver com a incerteza. Alguém que cai, levanta, corrige a rota e continua avançando. A obstinação é uma das características mais presentes nos grandes realizadores e é exatamente isso que queremos mostrar ao Brasil nesta temporada”, afirma Janguiê Diniz.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Squad técnico reúne referências nacionais&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para avaliar, orientar e desafiar os participantes, o programa contará com um Squad Técnico formado por empresários, investidores, especialistas e influenciadores reconhecidos nacionalmente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre os nomes já confirmados estão Gilberto Augusto, um dos maiores especialistas brasileiros em marketing e posicionamento de mercado; Pastor Cláudio Duarte, referência nacional em liderança, desenvolvimento humano e valores; o ex-lutador e empresário Rodrigo Minotauro, um dos maiores ícones do esporte brasileiro; Willian Bardi, especialista em crescimento empresarial; Gilmar Theobald, empresário e mentor; Carollyne Mota, executiva e estrategista de negócios; Adriana Duarte, conselheira e advogada empresarial; Cândida Catalde, referência em gestão e desenvolvimento empresarial; Mariana Scribel, especialista em posicionamento e inovação; Raony Falceta, empreendedor e investidor; Raul Canal, jurista e empresário; Janaína Guerra, especialista em liderança e gestão; Jenny Garzon, executiva internacional; Rosane Oliveira, empresária e mentora; e Ricardo Rodrigues, referência em desenvolvimento empresarial.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O grupo representa diferentes setores da economia e contribuirá para enriquecer a experiência dos participantes com avaliações práticas, mentorias e provocações estratégicas ao longo da competição.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Convidados especiais&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Além do Squad Técnico, a quarta temporada contará com a participação de convidados especiais que atuarão como sparrings, mentores, avaliadores e provocadores estratégicos ao longo da competição.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Entre os nomes convidados estão: Jânyo Diniz, Joaldo Diniz, Eduardo Cavalcante, Guto Galamba, Samuel Pereira, Kaká Diniz, Thiago Reis, Roberto Shiniashiki, Tathiana Deandhela, Victor Damázio, Popó Freitas e Reinaldo Zanon.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A temporada também contará com a participação de jurados convidados e especialistas reconhecidos em suas áreas de atuação, entre eles Sandra Cristina Janguiê, Alisson Zirgulick, Cristiane Costa, Danilo Vasconcelos, Graziela Cabral, Thomaz Otonari, Leandro Moura, Omar Faria, Paulo Mendes e Hugo Fernandes Damasceno.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;As participações especiais ampliam a diversidade de experiências presentes no programa e proporcionam aos competidores contato direto com empresários, investidores, mentores e profissionais que são referência em seus segmentos, enriquecendo ainda mais a jornada de desenvolvimento dos participantes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Desde sua criação, o Batalha das Startups consolidou-se como uma das principais vitrines do empreendedorismo nacional, conectando startups, investidores, empresários e especialistas em uma plataforma de conteúdo, inspiração e desenvolvimento de negócios.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ao longo das temporadas, o programa já apresentou dezenas de empresas inovadoras, histórias de superação e soluções capazes de impactar positivamente diferentes segmentos da economia brasileira. Mais do que descobrir empresas promissoras, o objetivo é revelar líderes, pessoas capazes de inspirar, inovar, superar desafios e construir o futuro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/batalha-das-startups-estreia-4a-temporada-com-tema-o-codigo-dos-obstinados/&quot;&gt;Batalha das Startups estreia 4ª temporada com tema &amp;#8220;O Código dos Obstinados&amp;#8221;&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/omni-innovation-cidades-nao-precisam-ser-mais-inteligentes/&quot;&gt;Omni Innovation: cidades não precisam ser mais inteligentes &amp;#8211; precisam ser mais integradas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;o Brasil já tem startups, universidades, deeptechs, capital intelectual e hubs relevantes. O próximo salto não é criar mais iniciativas isoladas, mas integrar esses ativos em uma arquitetura territorial de inovação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Durante muitos anos, a ideia de cidade inteligente foi vendida como uma promessa quase mágica: sensores, dados, aplicativos, câmeras, conectividade, inteligência artificial, plataformas digitais e dashboards capazes de transformar a gestão urbana. A narrativa era sedutora. Bastaria colocar tecnologia sobre os problemas urbanos e, como em um passe de mágica corporativo, a cidade se tornaria mais eficiente, sustentável e inovadora.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mas a realidade, como sempre, não leu o pitch deck.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Cidades não falham apenas por falta de tecnologia. Falham por falta de integração. Falham quando governo, universidades, empresas, startups, comunidades, investidores, setor cultural e sociedade civil operam como ilhas. Falham quando inovação vira evento, edital, hackathon, laboratório bonito ou relatório de impacto que ninguém usa depois. Falham quando o território é tratado como cenário, e não como sistema vivo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Eis a mudança de chave: talvez as cidades não precisem ser apenas mais inteligentes. Talvez precisem ser mais integradas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Essa é a base do que venho desenvolvendo como Omni Innovation: uma abordagem de inovação sistêmica, territorial e integrada, capaz de conectar tecnologia, cultura, economia, sustentabilidade, governança, dados, capital, educação e impacto social em uma mesma arquitetura estratégica.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O limite da cidade inteligente&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O conceito de smart city trouxe avanços importantes. Ajudou governos e empresas a olharem para dados, infraestrutura digital, mobilidade, energia, segurança, serviços públicos e eficiência urbana. O problema começa quando a cidade inteligente passa a ser reduzida à compra de tecnologia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Uma cidade pode ter aplicativos, sensores, câmeras e painéis de monitoramento e, ainda assim, continuar socialmente desigual, economicamente desconectada, ambientalmente vulnerável e institucionalmente fragmentada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Tecnologia sem governança vira vitrine. Dado sem estratégia vira planilha. Inovação sem território vira palestra. E ecossistema sem integração vira networking gourmet.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Brasil não precisa apenas de cidades mais tecnológicas. Precisa de territórios capazes de coordenar seus ativos. E esses ativos já existem.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O Brasil já tem volume. Agora precisa de arquitetura.&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo a AICEP, com base no Global Startup Ecosystem Index 2025, o Brasil aparece como o 27o ecossistema de inovação e empreendedorismo mais desenvolvido do mundo e lidera a América Latina. A mesma análise aponta que cinco dos dez ecossistemas mais robustos da região estão no país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre [1].&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os dados também mostram capilaridade. Com base no Sebrae Startups Report Brasil 2024, a AICEP estima 18.056 startups ativas no país, distribuídas entre Sudeste (36,1%), Nordeste (23,53%), Sul (21,06%), Norte (10,01%) e Centro-Oeste (9,26%) [1]. Em outras palavras: a inovação brasileira não mora apenas na Faria Lima, em Pinheiros ou nos auditórios refrigerados de São Paulo. Ela também está em Recife, Salvador, Fortaleza, Maceió, Vitória, Belém, Manaus, Goiânia, Florianópolis, Curitiba e em dezenas de cidades médias que constroem suas próprias dinâmicas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Sebrae Startups Report Brasil 2025 reforça a evolução do pipeline: houve crescimento de 26,7% no número de startups mapeadas pelo Sebrae em relação ao ano anterior; 39,1% utilizam modelo de receita SaaS; 50,5% atuam no modelo B2B; 36% estão localizadas no Sudeste; e o Sebrae realizou 93.288 atendimentos a startups em 2025 [2].&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O problema, portanto, não é ausência de iniciativas. É baixa conversão sistêmica dessas iniciativas em desenvolvimento territorial, produtividade, capital, inovação aplicada e solução de problemas reais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Volume sem coordenação vira dispersão. Potência sem governança vira ruído. Ecossistema sem arquitetura vira agenda cheia e impacto baixo.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Capital mais seletivo, território mais exigido&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O ciclo de capital também mudou. O relatório Startup Landscape: Ecossistema 2025, da Liga Ventures, aponta que o Brasil recebeu R$ 13 bilhões em investimentos em startups em 2025, queda de 16% em relação a 2024, mesmo com crescimento de 2% no número de deals. Ao mesmo tempo, as operações de fusões e aquisições cresceram 29% em relação a um ano que já havia sido recorde [3].&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A leitura é clara: o ecossistema entrou em uma fase mais seletiva, menos encantada por narrativa e mais orientada a fundamentos. Menos “me chama no palco” e mais “me mostra margem, recorrência, governança e escala”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O mesmo relatório aponta que 39% do capital investido foi direcionado a startups que aplicam inteligência artificial [3]. Mas IA não pode ser tratada apenas como etiqueta de captação. A inteligência artificial está se tornando infraestrutura competitiva. Quem souber conectá-la a cadeias produtivas, serviços públicos, saúde, educação, indústria, agro, energia e cidades terá vantagem. Quem só colocar “AI-powered” no pitch deck vai descobrir que o investidor aprendeu a ler além do slide 3.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Deeptechs: potência científica, gargalo de integração&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O caso das deeptechs é uma das melhores provas de que o Brasil tem ativos de inovação, mas ainda precisa de integração. Segundo a Pesquisa para Inovação/FAPESP, com base no Deep Tech Radar Latam 2025, o Brasil concentra 952 deeptechs, o equivalente a 72,3% das 1.316 startups de base científica e tecnológica mapeadas na América Latina [4].&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É uma liderança expressiva. Mas vem acompanhada de um alerta: apenas 7% das deeptechs brasileiras receberam capital privado, 36% contam somente com recursos públicos e 47% não receberam nenhum tipo de investimento [4].&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O dado é quase um diagnóstico de país: o Brasil produz conhecimento, mas ainda tropeça na ponte entre ciência, capital e mercado. Temos ciência, tecnologia, biodiversidade, universidades, talentos e problemas complexos para resolver. Falta transformar esse estoque de conhecimento em negócios escaláveis, cadeias produtivas, propriedade intelectual, investimento privado e impacto territorial.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Nordeste: potência instalada, articulação pendente&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Nordeste é um dos melhores laboratórios vivos para pensar Omni Innovation. Não por carência, mas por complexidade e potência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O estudo “Ciência, Tecnologia e Inovação para alguns dos principais desafios do Nordeste”, do Consórcio Nordeste, mostra que a região reúne cerca de 600 instituições de ensino superior, mais de 30% das universidades públicas federais, 9 institutos federais com dezenas de campi e mais de 1.200 programas de pós-graduação, envolvendo quase 1.700 cursos de mestrado e doutorado [5].&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O mesmo documento evidencia uma tentativa concreta de governança intersetorial: o Consórcio Nordeste opera 20 câmaras temáticas em áreas como agricultura familiar, educação, meio ambiente, energias, turismo, saúde, cultura, infraestrutura, ciência, tecnologia, inovação, investimentos, recursos hídricos e políticas para mulheres [6].&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Isso é mais do que gestão pública tradicional. É uma tentativa de integração sistêmica. E esse é o ponto: inovação territorial de verdade não escolhe entre tecnologia e impacto. Ela integra os dois.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O território como plataforma de inovação&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Quando falamos em inovação territorial, falamos da capacidade de um lugar transformar seus problemas em agendas de desenvolvimento. A crise climática, por exemplo, não pode ser tratada apenas como tema ambiental. Ela exige inovação urbana, soluções baseadas na natureza, infraestrutura resiliente, novos modelos de financiamento, educação cidadã, dados territoriais, planejamento público e participação comunitária.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Nordeste, a pauta dos recursos hídricos deixa isso evidente. O Consórcio Nordeste recomenda gestão integrada dos recursos naturais, usos múltiplos e compartilhados das águas, saneamento básico, desenvolvimento rural sustentável, articulação entre ICTs e políticas públicas, manejo da biodiversidade da caatinga e zoneamento ecológico-econômico regional [7]. Água, nesse contexto, não é apenas tema ambiental. É tema de inovação, governança, produção, saúde, tecnologia e justiça social.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A economia criativa também não pode ser vista apenas como entretenimento. Ela é ativo econômico, simbólico e tecnológico. Cultura gera identidade, pertencimento, turismo, negócios, conteúdo, propriedade intelectual, narrativas e diferenciação territorial.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É por isso que Omni Innovation propõe uma visão integrada. A inovação do futuro não será apenas digital. Ela será social, climática, criativa, institucional, econômica e territorial.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;A cidade integrada sabe para onde quer ir&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A cidade verdadeiramente inovadora não é a que apenas coleta mais dados. É a que aprende mais rápido. Não é a que instala mais sensores. É a que coordena melhor seus atores. Não é a que faz mais eventos. É a que transforma encontros em projetos, projetos em políticas, políticas em resultados e resultados em desenvolvimento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Brasil lidera a América Latina em diversos indicadores de ecossistema. Tem milhares de startups, hubs relevantes, deeptechs, programas públicos, capital intelectual, universidades, investidores, aceleradoras, comunidades e talentos espalhados pelo território.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mas a próxima fronteira não será apenas crescer em volume. Será crescer em integração.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No fim das contas, uma cidade inteligente pode até saber onde está o trânsito. Mas uma cidade integrada sabe para onde quer ir.&lt;/p&gt;



&lt;h5 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Baixe o livro ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO aqui: https://ift.tt/VfE6HSq&lt;/h5&gt;



&lt;h5 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Referências e base de dados utilizada&lt;/h5&gt;



&lt;p class=&quot;has-small-font-size wp-block-paragraph&quot;&gt;[1] AICEP / Portugal Global. “Ecossistema de Inovação e Empreendedorismo no Brasil”, 28/04/2026. Dados sobre ranking global, hubs brasileiros e distribuição regional de startups. URL: https://ift.tt/chyCe6E&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;has-small-font-size wp-block-paragraph&quot;&gt;[2] Sebrae Startups. “Sebrae Startups Report Brasil 2025”. Highlights: crescimento de 26,7%, SaaS 39,1%, B2B 50,5%, Sudeste 36%, 93.288 atendimentos. URL: https://ift.tt/h73WMgy&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;has-small-font-size wp-block-paragraph&quot;&gt;[3] Liga Ventures. “Startup Landscape: Ecossistema 2025”. Destaques: R$ 13 bilhões investidos, queda de 16%, alta de 2% em deals, M&amp;amp;A +29%, IA com 39% do capital. URL: https://ift.tt/Bz4mCS9&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;has-small-font-size wp-block-paragraph&quot;&gt;[4] Pesquisa para Inovação / FAPESP. “Brasil tem o maior número de deeptechs na América Latina, mas é o terceiro em investimento privado”. Dados: 952 deeptechs, 72,3% do total latino-americano, 7% com capital privado, 36% com recursos públicos, 47% sem investimento. URL: https://ift.tt/5kPKcQ4&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;has-small-font-size wp-block-paragraph&quot;&gt;[5] Consórcio Nordeste. “Ciência, Tecnologia e Inovação para alguns dos principais desafios do Nordeste”, 2024. Dados sobre 600 IES, mais de 30% das universidades públicas federais, 9 IFs, 1.200 PPGs e quase 1.700 cursos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;has-small-font-size wp-block-paragraph&quot;&gt;[6] Consórcio Nordeste. Câmaras temáticas e governança intersetorial regional.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;has-small-font-size wp-block-paragraph&quot;&gt;[7] Consórcio Nordeste. Recomendações sobre recursos hídricos, biodiversidade, caatinga, zoneamento ecológico-econômico e políticas públicas integradas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/omni-innovation-cidades-nao-precisam-ser-mais-inteligentes/&quot;&gt;Omni Innovation: cidades não precisam ser mais inteligentes &amp;#8211; precisam ser mais integradas&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ed-lobo/&quot;&gt;Ed Lobo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No primeiro episódio do &lt;strong&gt;Estúdio Startupi&lt;/strong&gt;, Marystela Barbosa&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;recebeu Vitor Torres, CEO da &lt;strong&gt;Contabilizei,&lt;/strong&gt; para uma análise aprofundada sobre as transformações que estão redefinindo o ambiente empresarial brasileiro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Após uma participação de destaque como painelista no &lt;strong&gt;WebSummit Rio 2026&lt;/strong&gt;, o executivo compartilha os &lt;em&gt;insights&lt;/em&gt; colhidos no evento, discutindo como a tecnologia está deixando de ser um diferencial competitivo para se tornar o motor básico de qualquer operação escalável.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Nesta conversa, exploramos sobre IA e produtividade&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt; como a inteligência artificial está automatizando rotinas e permitindo que o contador assuma um papel de consultor estratégico, mas também sobre o ecossistema WebSummit, com as principais tendências globais debatidas no Rio e o que, de fato, faz sentido aplicar no mercado brasileiro ainda este ano.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O executivo também falou sobre o panorama de negócios&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;no Brasil, explorando o cenário atual para empreendedores, os desafios de conformidade e as oportunidades para quem busca eficiência em um ambiente de alta carga tributária.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se você busca entender como a tecnologia está moldando a sobrevivência e o crescimento dos negócios em 2026, este programa é essencial.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O programa está disponível nas plataformas Spotify e YouTube e também no link a seguir, confira:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
&lt;iframe title=&quot;Por dentro do WebSummit 2026 e da Contabilizei, com Vitor Torres&quot; width=&quot;788&quot; height=&quot;443&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/8XzeQI8wOGg?feature=oembed&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share&quot; referrerpolicy=&quot;strict-origin-when-cross-origin&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-websummit-rio-2026-e-o-mercado-pelas-lentes-de-vitor-torres-ceo-da-contabilizei/&quot;&gt;O WebSummit Rio 2026 e o mercado pelas lentes de Vitor Torres, CEO da Contabilizei&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Por Alcione Pereira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Num primeiro momento, é possível que muitos não percebam bem a relação e se perguntem o que a Inteligência Artificial tem a ver com ESG. Quando pensamos na infinidade de dados gerados por qualquer operação, sabemos que o trabalho de análise desses dados pode perfeitamente ser feito por uma pessoa. Porém, o recurso humano também pode ser perfeitamente mais bem aproveitado para desenhar estratégias a partir das análises feitas pela IA, que, diga-se de passagem, faria isso em muito menos tempo. Portanto, a questão aqui é muito mais de otimização de recursos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Como acontece com tudo na vida, existem prós e contras no uso da IA, claro. E não é de hoje que os grandes empresários, os mais inovadores e, principalmente, os que permanecem por mais tempo num mercado altamente volátil, já se deram conta de que não vale a pena nem resistir às mudanças nem focar no lado negativo, nas ameaças. Conhecê-las é uma questão de sobrevivência, mas colocar atenção em criar oportunidades é ainda mais vital.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Trazendo essa visão para os negócios de impacto, o cenário não é diferente. Para ser sustentável de maneira abrangente, e não apenas para o próprio negócio, uma empresa precisa ter disponíveis as informações mais precisas possíveis sobre cada área que afeta o seu resultado. Em especial, os indicadores que mostram, de maneira objetiva, o seu impacto positivo em cada letra da sigla ESG.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o Meio Ambiente, a IA pode trazer benefícios para o monitoramento ambiental. Isto é, a tecnologia pode ser usada para acompanhar, em tempo real, a qualidade do ar, da água e do solo, permitindo que as empresas identifiquem e solucionem problemas de forma mais rápida e eficiente. Na gestão de recursos, a IA pode otimizar o uso de eletricidade e água, por exemplo, reduzindo o consumo e as emissões de gases de efeito estufa. E também pode ser um importante aliado para desenvolver e aprimorar tecnologias de energia renovável, agricultura sustentável e outros campos relacionados ao meio ambiente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No que diz respeito ao âmbito Social, a IA pode contribuir para a gestão da cadeia de suprimentos, ajudando as empresas a identificar e eliminar violações de direitos humanos e práticas trabalhistas abusivas em suas cadeias de suprimentos. Além disso, pode ser usada para promover a diversidade e a inclusão no local de trabalho, por exemplo, através de ferramentas de recrutamento e seleção imparciais, assim como para identificar e prevenir riscos à saúde e segurança dos trabalhadores.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para a Governança, a tecnologia pode auxiliar as organizações a identificar e gerenciar riscos climáticos, regulatórios e de corrupção. Também pode fornecer insights para auxiliar na tomada de decisões estratégicas relacionadas aos critérios ESG. Por meio da IA, é possível melhorar a comunicação, e promover e aumentar a transparência das empresas em relação ao seu desempenho em todas as áreas, por exemplo, através da geração de relatórios automatizados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Agora pensando na cadeia de alimentos e em como reduzir o desperdício, a Inteligência Artificial pode: ajudar a criar e monitorar uma efetiva estratégia ESG que contemple, entre outros pontos, dar maior visibilidade de onde surgem as perdas e o desperdício, para que seja possível eliminar essas fontes ou, ao menos, reduzi-las; fornecer a informação necessária para a geração de treinamentos específicos para os colaboradores direta e indiretamente envolvidos no fluxo das perdas e do desperdício; e mapear os impactos ambientais dos excedentes antes e depois de serem transformados em alimento bom para ser doado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Tudo isso tem o potencial de gerar cada vez mais inovação de maneira realmente sustentável. Por isso, nunca é demais lembrar que é muito importante que a matriz de materialidade das empresas de toda a cadeia de produção alimentícia, considere seus excedentes como alimentos, e não como resíduos. Afinal, esses artigos que, por qualquer motivo, deixam de poder ser comercializados não têm mais vida econômica, mas ainda têm uma vida social.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;* Alcione Pereira é fundadora da Connecting Food&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/a-inteligencia-artificial-na-implementacao-e-avancos-em-esg/&quot;&gt;A Inteligência Artificial na implementação e avanços em ESG&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-de-artigos/&quot;&gt;Convidado Especial&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2025/06/arte-padrao16-1.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/stf-decidi-hoje-sobre-o-marco-civil-da-internet-prepare-sua-startup-para-os-cenarios-que-vem-ai/&quot;&gt;STF decidi hoje sobre o Marco Civil da internet: prepare sua startup para os cenários que vêm aí&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O julgamento do STF sobre o Marco Civil da Internet pode redefinir as regras do jogo para quem vive de plataforma. A Corte sinaliza que a velha lógica do &amp;#8220;só retiro com ordem judicial&amp;#8221; pode estar com os dias contados — e isso tem implicações diretas no seu negócio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A discussão em pauta é a mitigação do Artigo 19. Se aprovada, a tese criaria um novo entendimento: plataformas que forem notificadas extrajudicialmente sobre conteúdos ilegais e não agirem de forma justificada dentro de um prazo razoável poderiam responder civilmente — e de forma solidária — pelos danos causados por terceiros.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Ou seja: a inércia pode se tornar um passivo financeiro real.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por que essa discussão está na mesa agora?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O cenário é conhecido. Diante da dificuldade do Congresso em avançar com uma regulação clara para as redes, o Judiciário pode assumir o protagonismo institucional. Se a tendência se confirmar, o que antes era uma autorregulação baseada em termos de uso pode se transformar em obrigações legais mais estritas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É uma reação direta à pressão por conter o que muitos classificam como &amp;#8220;caos informacional&amp;#8221; e crimes cometidos em ambientes digitais. O recado latente: a era da autogestão sem freios pode estar perto do fim.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que pode mudar na sua operação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se a tese for aprovada, prepare-se para rever processos, alocar recursos e repensar times:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Prazo de adaptação: a proposta em discussão fala em até 60 dias para adequação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Novo fluxo de moderação: notificações extrajudiciais exigiriam ação imediata ou justificativa robusta documentada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Responsabilidade solidária: sua empresa poderia ser acionada judicialmente por danos gerados por terceiros se não agir.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Custo de compliance: seria necessário investir em ferramentas, pessoas e processos para lidar com o novo patamar de risco.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Efeito colateral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O grande risco, caso a tese avance, é a **moderação hiper-preventiva**. O medo de punições financeiras severas pode levar as plataformas a calibrar algoritmos pelo excesso de cautela. O resultado prático? Conteúdos legítimos — debates, críticas, posicionamentos políticos — podem ser derrubados apenas para evitar dor de cabeça jurídica.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para a sua startup, isso significa:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Potencial perda de engajamento de usuários que se sintam censurados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Incerteza sobre o que seria considerado &amp;#8220;justificável&amp;#8221; remover ou manter.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Aumento de custos operacionais com revisão manual e jurídica.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que sua startup pode fazer agora (antes da decisão)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em vez de esperar a decisão bater na porta, vale a pena se antecipar:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;1. Mapeie seu fluxo atual de moderação — você tem métricas claras de tempo de resposta? Cada decisão é documentada?&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;2. Forme um grupo de trabalho (jurídico + produto + operações) para simular cenários e desenhar políticas adaptáveis.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;3. Revise seus termos de uso e políticas de comunidade para alinhá-los a um possível novo patamar de exigência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;4. Teste ferramentas de moderação automatizada que permitam escalar a análise sem destruir a experiência do usuário.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;E o futuro?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se a tese for confirmada, haverá mais segurança jurídica imediata — as regras do jogo ficarão mais claras. Mas o preço pode ser uma internet mais engessada, onde o risco jurídico passa a ditar o que pode ou não ser dito.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para o empreendedor, o alerta é estratégico: a moderação pode deixar de ser um problema de produto para se tornar um problema de sobrevivência financeira. Estudar os cenários agora é mais barato do que correr atrás do prejuízo depois.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O julgamento está na fase final e o que se espera é que o tabuleiro pode virar, mas quem estiver preparado vai levar vantagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/stf-decidi-hoje-sobre-o-marco-civil-da-internet-prepare-sua-startup-para-os-cenarios-que-vem-ai/&quot;&gt;STF decidi hoje sobre o Marco Civil da internet: prepare sua startup para os cenários que vêm aí&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Se você acha que a pegada de carbono de uma empresa se resume às fábricas e frotas próprias, prepare-se para um choque de realidade. Entre 70% e 95% das emissões totais vêm da cadeia de fornecedores – as chamadas emissões de **Escopo 3**. Invisíveis, complexas e, para muitos negócios, um verdadeiro ponto cego estratégico.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O tema foi um dos destaques do 9º Congresso Ambiental CAMBI, realizado no fim de maio em São Paulo, e já mobiliza grandes corporações – e também startups brasileiras. Uma delas é a &lt;strong&gt;Gedanken&lt;/strong&gt;, de Ribeirão Preto (SP), que saiu do radar de gestão de risco de fornecedores para mirar um território ainda mais estratégico: rastrear o impacto ambiental indireto na cadeia de suprimentos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com clientes como Carrefour, MRV e DHL, e um aporte de R$ 4 milhões da ABSeed e Caravela Capital, a empresa – que já foi listada como uma das “100 Startups to Watch” – aposta que a sustentabilidade na cadeia de valor será o próximo grande campo de inovação B2B no país.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Mas por que isso importa para founders e gestores de startups? Pressionadas por investidores, reguladores (como a diretiva CSRD da União Europeia) e consumidores mais exigentes, empresas de todos os portes terão que rastrear o que acontece fora de seus muros. Quem dominar o Escopo 3 não apenas evita riscos reputacionais e regulatórios – ganha vantagem competitiva real.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para entender esse novo fronte do ESG, o editor da GZM, Ricardo Azevedo, conversou com &lt;strong&gt;Lucas Madureira&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Co-CEO da Gedanken&lt;/strong&gt;. O papo aborda desde os riscos de exclusão de fundos ESG até as oportunidades para startups que ajudam a enxergar o que antes era invisível.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;img src=&quot;https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f3a7.png&quot; alt=&quot;🎧&quot; class=&quot;wp-smiley&quot; style=&quot;height: 1em; max-height: 1em;&quot; /&gt; A entrevista completa está disponível no GZM Talks (Spotify e YouTube) e também no link a seguir:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Layers, edtech criadora do SuperApp da Educação, anunciou a criação de seu programa de aquisições com capital dedicado de R$ 5 milhões, voltado à identificação, investimento e integração de empresas e startups educacionais na América Latina. Como parte da iniciativa, a empresa abriu um pipeline público para que as companhias possam se candidatar online, diretamente pela landing page, passando por um processo estruturado de avaliação.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O foco do programa está no cruzamento de dois eixos estratégicos. O primeiro envolve o tipo de solução: engajamento escolar (como comunicação entre escola e famílias), vendas e marketplace (matrículas, contratos e pagamentos) e integradores (conexão entre sistemas acadêmicos, financeiros e ERPs). O segundo eixo considera os segmentos atendidos: educação infantil, básica e superior, em qualquer país da América Latina. Empresas fora desse recorte também podem se conectar ao ecossistema da Layers por meio de integrações e parcerias.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A iniciativa surge em um momento de transformação no ecossistema de startups da América Latina. Após o período conhecido como “inverno das startups” em 2022 e 2023, marcado por alta de juros, retração de venture capital e queda no volume de fusões e aquisições, o setor passou a apresentar sinais de recuperação em 2024 e 2025, com maior seletividade e foco em eficiência. Segundo a Distrito, a região reúne mais de 30 mil startups ativas, com o Brasil concentrando cerca de 80% do capital investido, que ultrapassa US$ 20 bilhões entre 2017 e 2025.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Com o passar dos anos, o número de M&amp;amp;As relevantes caiu, abrindo espaço para movimentos de consolidação liderados por empresas operacionais com capacidade de execução e integração. Esse é o cenário em que a Layers busca atuar: a partir de uma iniciativa voltada não apenas à aquisição, mas à construção de um ecossistema integrado de soluções educacionais. Mais do que adquirir empresas, queremos fortalecer o ecossistema. Acreditamos que a interoperabilidade entre soluções é o caminho para uma educação mais eficiente, inclusiva e personalizada”, afirma o CEO da Layers, Danilo Yoneshige.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Layers alcançou breakeven em 2023 e mantém EBITDA superior a 40%. Em 2025, concluiu uma rodada pré-Series A de R$ 21 milhões liderada pela Constellation, parte da qual foi destinada à estruturação do programa de aquisições. Atualmente, a edtech atende mais de 9 mil instituições de ensino e 3,5 milhões de alunos, com operação no Brasil, México e Argentina. A expectativa é dobrar de tamanho nos próximos dois anos, impulsionada pela expansão internacional e pela integração de novas soluções ao seu ecossistema.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O cenário empresarial de 2026 é intrinsecamente digital, mas com a digitalização vêm desafios exponenciais. A cibersegurança, outrora um tema relegado ao departamento de TI, emergiu como um pilar central na estratégia de negócios, na gestão de riscos e na construção da confiança.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No Brasil, especialmente, as empresas navegam em um mar de oportunidades e ameaças, com o país frequentemente figurando entre os alvos mais visados por ataques cibernéticos. A intersecção da inovação impulsionada pela Inteligência Artificial (IA) e um arcabouço regulatório cada vez mais rigoroso, como a LGPD, redefine a maneira como as empresas operam e entregam valor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;A ascensão da IA no campo de batalha cibernético&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Inteligência Artificial transformou-se em uma “espada de dois gumes” no universo da cibersegurança. Embora ofereça ferramentas sofisticadas para detectar e combater ameaças, ela também empodera cibercriminosos com capacidades sem precedentes, intensificando a sofisticação e a escala dos ataques.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ransomware evoluído e automatizado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em 2026, o ransomware transcendeu a fase de ataques isolados. Agora, ele é parte de cadeias de ataque complexas, explorando vulnerabilidades em cadeias de suprimentos, plataformas SaaS e infraestruturas distribuídas. O modelo de &amp;#8220;ransomware como serviço&amp;#8221; (RaaS) prospera, com estimativas indicando que ele será responsável por mais de 40% das violações de segurança relatadas neste ano. A IA amplifica a capacidade desses ataques de evadir defesas tradicionais e se infiltrar em sistemas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Deepfakes e engenharia social aprimorada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A IA é um vetor poderoso para a engenharia social. Deepfakes e técnicas de spoofing se tornam cada vez mais convincentes, enganando até os usuários mais cautelosos. Relatos apontam que 85% dos ataques cibernéticos em 2024 já incorporaram algum tipo de recurso de IA, demonstrando a ubiquidade dessa tecnologia nas ofensivas digitais. A exploração de APIs e as vulnerabilidades na cadeia de suprimentos ampliam ainda mais a superfície de ataque.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;IA na defesa: fortalecendo a resiliência cibernética&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Paradoxalmente, a mesma IA que potencializa ataques também oferece soluções robustas para a defesa. Sistemas de segurança baseados em IA podem analisar grandes volumes de dados para identificar padrões anômalos, prever ameaças e automatizar a resposta a incidentes de forma muito mais rápida do que os métodos tradicionais.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Detecção proativa de ameaças&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;Firewalls&lt;/em&gt; avançados e sistemas anti-DDoS, complementados por IA, são cruciais para identificar e mitigar ameaças em tempo real. A segurança em nuvem e a autenticação multifator (MFA) são essenciais, enquanto a segurança quântica, antes uma teoria distante, começa a ser uma realidade, oferecendo novas camadas de proteção contra ataques futuros.&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-image size-full&quot;&gt;&lt;img fetchpriority=&quot;high&quot; decoding=&quot;async&quot; width=&quot;729&quot; height=&quot;500&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image.png&quot; alt=&quot;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&quot; class=&quot;wp-image-259245&quot; title=&quot;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image.png 729w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-300x206.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-474x324.png 474w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-150x103.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-450x309.png 450w&quot; sizes=&quot;(max-width: 729px) 100vw, 729px&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O radar acima ilustra a percepção de impacto das principais ameaças cibernéticas em 2026 versus a eficácia das defesas atuais. Nota-se que ameaças impulsionadas por IA e ransomware têm alto impacto e defesas ainda insuficientes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O cenário regulatório e a luta por confiança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O custo de não conformidade nunca foi tão alto. Leis como a LGPD no Brasil e o RGPD na Europa estabelecem um novo padrão para a proteção de dados pessoais, transformando a cibersegurança de uma questão técnica em um imperativo legal e ético.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;LGPD e RGPD: pilares da privacidade digital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil, fiscalizada pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD) na União Europeia, são marcos regulatórios que ditam as regras para a coleta, uso, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais. O não cumprimento dessas leis acarreta sanções severas, incluindo multas milionárias, e pode causar danos irreparáveis à reputação corporativa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;A ANPD: guardiã da privacidade no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A ANPD desempenha um papel crucial na orientação e fiscalização das práticas de proteção de dados no país. Para as empresas, isso significa uma necessidade contínua de *compliance*, governança de dados e transparência, não apenas para evitar penalidades, mas para construir e manter a confiança dos “stakeholders”.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Estratégias de defesa abrangentes para 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Diante de um cenário de ameaças em constante evolução, as empresas precisam adotar uma abordagem multifacetada e proativa para a cibersegurança. A integração de tecnologia, processos e pessoas é fundamental para construir uma resiliência cibernética duradoura.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Este mapa mental ilustra as interconexões entre os pilares essenciais da cibersegurança em 2026, destacando a complexidade e a necessidade de uma abordagem integrada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Governança e responsabilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A cibersegurança deve ser uma prioridade no conselho e na alta gerência. A adoção de uma postura de &amp;#8220;segurança por design&amp;#8221; em todas as iniciativas, especialmente com IA, é crucial. Isso inclui orçamento dedicado, planos de ação alinhados aos objetivos estratégicos e auditorias regulares.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Resiliência e continuidade de negócios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Desenvolver planos robustos de resposta a incidentes e recuperação de desastres é crucial para minimizar o impacto de violações. A capacidade de resistir a interrupções e restaurar operações rapidamente é um indicador de maturidade cibernética.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Conscientização e treinamento contínuo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O fator humano continua sendo um dos elos mais fracos na cadeia de segurança. Capacitar funcionários para identificar ameaças como phishing, usar senhas fortes e adotar boas práticas digitais é a primeira linha de defesa contra muitos ataques.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Protegendo o sonho digital contra ameaças invisíveis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Empreendedores de startups, focados em inovação e crescimento, podem subestimar as ameaças cibernéticas, acreditando que são &amp;#8220;pequenos demais&amp;#8221; para serem alvos. Essa é uma percepção perigosa. Startups são alvos atraentes devido a recursos limitados, falta de políticas formais e infraestrutura tecnológica em desenvolvimento. A negligência inicial pode custar não apenas dinheiro, mas a própria sobrevivência do negócio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por que startups são alvos atraentes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Recursos limitados: orçamentos menores para segurança de TI.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Falta de políticas formais: ausência de políticas de segurança estabelecidas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Infraestrutura em desenvolvimento: sistemas em fase inicial podem ser mais vulneráveis.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Dados valiosos: mesmo pequenas startups podem possuir dados valiosos de clientes ou propriedade intelectual.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;As ameaças mais comuns&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;Phishing&lt;/em&gt; e engenharia social, ransomware, malware e ataques de negação de serviço (DoS/DDoS) são algumas das ameaças mais frequentes. O uso de senhas fracas e a reutilização de credenciais também representam um risco significativo.&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-image size-full&quot;&gt;&lt;img decoding=&quot;async&quot; width=&quot;740&quot; height=&quot;455&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1.png&quot; alt=&quot;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&quot; class=&quot;wp-image-259246&quot; title=&quot;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1.png 740w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1-300x184.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1-150x92.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-1-450x277.png 450w&quot; sizes=&quot;(max-width: 740px) 100vw, 740px&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;em&gt;O gráfico de barras acima apresenta a probabilidade de ocorrência das ameaças cibernéticas mais comuns enfrentadas por startups, em uma escala de 1 a 10.*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Passos essenciais para blindar sua startup&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Eduque sua equipe: treinamentos regulares sobre phishing, senhas fortes e uso seguro da internet.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Use senhas fortes e autenticação de dois fatores (2FA): Habilite o 2FA em todas as contas e utilize gerenciadores de senhas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Mantenha tudo atualizado: garanta que sistemas operacionais, softwares e aplicativos estejam sempre atualizados para corrigir vulnerabilidades.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Faça backups regularmente: mantenha cópias de segurança dos dados importantes em locais seguros.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Proteja seus dispositivos: Utilize softwares antivírus e antimalware confiáveis.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Crie políticas de segurança simples: documente como lidar com informações sensíveis e responder a e-mails suspeitos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Considere um parceiro de segurança: se o orçamento permitir, trabalhe com empresas especializadas em cibersegurança.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;A cibersegurança como diferencial competitivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A proteção digital não é mais um custo incidental, mas um investimento estratégico que garante a sustentabilidade e o crescimento. Empresas que investem proativamente em cibersegurança constroem confiança com clientes, investidores e reguladores, enquanto as que ignoram o tema enfrentam consequências cada vez mais severas no ambiente digital.&lt;/p&gt;


&lt;div class=&quot;wp-block-image&quot;&gt;
&lt;figure class=&quot;aligncenter size-full&quot;&gt;&lt;img decoding=&quot;async&quot; width=&quot;740&quot; height=&quot;373&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3.jpg&quot; alt=&quot;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&quot; class=&quot;wp-image-259248&quot; title=&quot;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3.jpg 740w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-300x151.jpg 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-150x76.jpg 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-3-450x227.jpg 450w&quot; sizes=&quot;(max-width: 740px) 100vw, 740px&quot; /&gt;&lt;figcaption class=&quot;wp-element-caption&quot;&gt;&lt;em&gt;Um firewall moderno, essencial para proteger redes corporativas contra acessos não autorizados e ataques cibernéticos, ilustra a importância da tecnologia na linha de frente da defesa digital.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;/div&gt;


&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A tabela abaixo resume as principais diferenças de abordagem para cibersegurança entre C-Levels e empreendedores de startups:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-image size-large&quot;&gt;&lt;img loading=&quot;lazy&quot; decoding=&quot;async&quot; width=&quot;1024&quot; height=&quot;511&quot; src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-1024x511.png&quot; alt=&quot;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&quot; class=&quot;wp-image-259247&quot; title=&quot;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&quot; srcset=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-1024x511.png 1024w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-300x150.png 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-768x383.png 768w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-150x75.png 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2-450x225.png 450w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image-2.png 1056w&quot; sizes=&quot;(max-width: 1024px) 100vw, 1024px&quot; /&gt;&lt;/figure&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;FAQ: Desvendando a cibersegurança em 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Qual é o maior desafio de cibersegurança para as empresas em 2026?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O maior desafio é a crescente sofisticação dos ataques impulsionados pela Inteligência Artificial. A IA permite que cibercriminosos automatizem a exploração de vulnerabilidades, criem deepfakes para engenharia social e desenvolvam ransomware mais complexos e evasivos, tornando as defesas tradicionais insuficientes.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como a LGPD e o RGPD impactam as empresas brasileiras?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A LGPD e o RGPD estabelecem regras rigorosas para o tratamento de dados pessoais, exigindo que as empresas obtenham consentimento claro, garantam a segurança dos dados e sejam transparentes sobre seu uso. O não cumprimento pode resultar em multas severas e danos reputacionais significativos. A ANPD fiscaliza a aplicação da LGPD no Brasil.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Startups são realmente alvos de ciberataques?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Sim, startups são alvos atraentes devido a recursos limitados para segurança, infraestrutura em desenvolvimento e falta de políticas formais. Embora possam ter menos dados em volume, a propriedade intelectual ou dados de clientes podem ser valiosos para cibercriminosos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que significa &amp;#8220;segurança por design&amp;#8221;?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;Segurança por design&amp;#8221; é uma abordagem que integra a cibersegurança desde as fases iniciais de desenvolvimento de produtos, serviços e sistemas. Isso significa que a proteção de dados e a mitigação de riscos são consideradas intrínsecas ao design, e não adicionadas como um item secundário após a conclusão.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quais são as ações mais importantes que uma empresa pode tomar para melhorar sua cibersegurança?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;As ações mais importantes incluem a integração da cibersegurança na governança corporativa, investimento em tecnologias de defesa avançadas (como IA para detecção de ameaças), conscientização e treinamento contínuo dos funcionários, desenvolvimento de planos robustos de resposta a incidentes e monitoramento proativo de ameaças.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em 2026, a cibersegurança não é apenas uma questão técnica, mas uma filosofia empresarial. A intersecção da inovação impulsionada pela IA e de um ambiente regulatório cada vez mais exigente molda um novo cenário onde a resiliência cibernética é sinônimo de sobrevivência e crescimento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Empresas que abraçam uma abordagem proativa, estratégica e holística para a segurança digital estarão mais bem posicionadas para inovar, competir e prosperar em um mundo cada vez mais interconectado e, paradoxalmente, mais perigoso.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O custo da inação supera em muito o investimento necessário para se proteger, transformando a cibersegurança de um mero departamento em um diferencial competitivo vital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/como-a-proxima-linha-de-codigo-pode-quebrar-sua-empresa/&quot;&gt;Como a próxima linha de código pode quebrar sua empresa&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A história de Márcio Spagnolo e da PSA Palestras cresceram juntas ao longo dos últimos anos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Enquanto o empreendedor construía uma trajetória marcada pela busca por independência e desenvolvimento pessoal, a empresa se consolidava como uma das principais operações do mercado de palestras corporativas no Brasil.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Hoje, a PSA Palestras, agência com a &lt;a href=&quot;https://palestrantes.profissionaissa.com.br/palestrantes&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;maior plataforma de palestrantes do Brasil&lt;/a&gt;, movimenta mais de R$100 milhões por ano e mantém uma base de cerca de 20 mil especialistas cadastrados.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Fundada em 2012, a PSA Palestras se consolidou como uma das principais empresas do setor ao apostar em curadoria, tecnologia e desenvolvimento humano em um mercado historicamente marcado pela informalidade.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Hoje, a &lt;a href=&quot;https://profissionaissa.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;agência de palestrantes&lt;/a&gt; atua em todo o país conectando empresas a especialistas de diferentes áreas do conhecimento.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A trajetória de Spagnolo ajuda a explicar parte da cultura construída dentro da empresa. Aos 14 anos, ele deixou a casa dos pais no interior do Rio Grande do Sul e passou a trabalhar em uma copiadora universitária para conquistar a independência financeira. “Eu aprendi muito cedo que precisava construir minhas próprias oportunidades. Talvez por isso eu tenha essa obsessão por crescimento, desenvolvimento e transformação”, afirma.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Embora tenha construído carreira em diferentes áreas ao longo dos anos, foi durante o período em que trabalhava com comercialização de cursos de pós-graduação que surgiu a oportunidade que daria origem ao negócio. “As empresas começaram a perguntar se eu conhecia palestrantes de liderança, marketing e inovação. Quando percebi, aquilo estava voltando para mim o tempo inteiro”, relembra.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;De uma demanda recorrente a um novo negócio&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O que começou como uma demanda recorrente de clientes acabou se transformando em uma operação estruturada. O primeiro site foi criado de forma simples, ainda sem grandes pretensões comerciais, mas rapidamente começaram a surgir novos contratos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em 2015, a PSA Palestras abriu seu primeiro escritório em Porto Alegre. Na época, a equipe contava com apenas seis pessoas. O crescimento veio acompanhado de investimentos em marketing digital, posicionamento de marca e, posteriormente, tecnologia. Em 2017, a empresa iniciou a construção de uma base própria para cadastro de especialistas, permitindo ampliar o acesso de profissionais independentes ao mercado corporativo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo a empresa, mais de 800 palestrantes aderiram rapidamente à plataforma nos primeiros meses. “Ali percebemos o tamanho da demanda que existia. Havia muitas empresas procurando conteúdo e muitos profissionais querendo atuar nesse mercado, mas faltava conexão”, diz Spagnolo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;No mesmo período, a PSA Palestras ganhou projeção nacional ao realizar eventos de grande repercussão. Um dos marcos foi uma apresentação do técnico Tite em Porto Alegre pouco depois de assumir a Seleção Brasileira, reunindo cerca de 1,5 mil pessoas.&lt;/p&gt;



&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Da crise à expansão&lt;/h2&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A fase de crescimento enfrentou seu maior teste em 2020. Com a paralisação dos eventos presenciais durante a pandemia, dezenas de contratos foram cancelados em poucas semanas. Segundo Spagnolo, aproximadamente 85 palestras deixaram de acontecer logo no início da crise sanitária, impactando cerca de R$4 milhões em receitas previstas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O cenário era especialmente delicado porque a empresa havia acabado de investir cerca de R$1,8 milhão em estrutura física e expansão operacional. “A sensação era de que o chão tinha desaparecido. Tínhamos acabado de ampliar o escritório, contratar pessoas e acelerar o crescimento. De repente, tudo parou”, relembra.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para quem havia deixado a casa da família ainda na adolescência e construído a própria trajetória profissional a partir de diferentes oportunidades, enfrentar períodos de instabilidade não era uma experiência inédita. Embora a pandemia tenha representado o maior desafio da história da empresa, a busca por alternativas em cenários adversos já fazia parte da trajetória do fundador.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A reação à crise acabou redefinindo o posicionamento da companhia. Segundo o fundador, a empresa passou a enxergar sua atuação para além da intermediação de palestrantes. “O que salvou a empresa foi entender que não vendíamos apenas palestras. Vendíamos desenvolvimento humano.”&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Foi justamente naquele contexto que a PSA Palestras passou a revisar o próprio papel dentro do mercado corporativo. Mais do que reagir à interrupção dos eventos presenciais, a empresa começou a questionar quais problemas realmente ajudava a resolver para seus clientes. A partir desse entendimento, ampliou sua atuação com iniciativas voltadas à curadoria de conteúdo, qualificação de especialistas e desenvolvimento de soluções ligadas à educação corporativa.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para Spagnolo, a mesma busca por independência e construção de oportunidades que marcou sua adolescência continua influenciando sua atuação como empresário. “No fim do dia, a PSA Palestras trabalha para gerar impacto dentro das empresas e na vida das pessoas. É isso que continua movendo a gente”, afirma.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/aos-14-anos-ele-fugiu-de-casa-hoje-lidera-agencia-de-palestrantes-que-movimenta-mais-de-r-100-milhoes/&quot;&gt;Aos 14 anos, ele fugiu de casa. Hoje, lidera agência de palestrantes que movimenta mais de R$ 100 milhões&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Em uma era dominada pelo imediatismo digital e pelo culto à genialidade disruptiva, a ficção científica e a finança tradicional finalmente colidiram. A &lt;strong&gt;SpaceX&lt;/strong&gt; fez história ao captar &lt;strong&gt;US$ 75 bilhões&lt;/strong&gt;, atingindo o valor de &lt;strong&gt;US$ 1,8 trilhão&lt;/strong&gt;. Embora a Starlink e foguetes deem sustentação real, a matemática pura não explica essa órbita. O valuation astronômico reflete a força irresistível do &lt;strong&gt;storytelling corporativo&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Primeiro, porque investidores compram o amanhã. Musk não vendeu apenas balanços, mas a promessa de “colonização de Marte”, transformando papéis da bolsa em bilhetes para o futuro.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Segundo, a liderança messiânica funciona como um ímã de liquidez. O perfil agressivo e ultra-comunicativo do fundador gera um senso de inevitabilidade tecnológica que desafia a gravidade dos fundamentos econômicos.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por fim, há a escassez de grandes teses. Em um mercado saturado, a empresa oferece a fantasia definitiva de crescimento infinito, operando sob uma lógica similar à febre da inteligência artificial.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Resta saber se os acionistas financiam uma revolução comercial real ou apenas pagam o ingresso para um show de ficção científica. Boa sorte aos pragmáticos; as boas histórias já venceram a primeira rodada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/comprar-marte-mas-pagando-na-terra-o-triunfo-das-narrativas-no-ipo-da-spacex/&quot;&gt;Comprar Marte, mas pagando na Terra: o triunfo das narrativas no IPO da SpaceX&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/ricardo-azevedo/&quot;&gt;Ricardo Azevedo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/06/capa-engenharia.jpeg.webp&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-gargalo-na-engenharia-que-ameaca-a-proxima-geracao-de-startups-brasileiras/&quot;&gt;O gargalo na engenharia que ameaça a próxima geração de startups brasileiras&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O ecossistema de startups brasileiro tem motivos de sobra para comemorar. O volume de investimentos em venture capital cresce, novos unicórnios surgem e o país se consolida como um dos polos mais dinâmicos de inovação da América Latina. No entanto, por trás dos números animadores, um gargalo silencioso ameaça justamente as startups com maior potencial de impacto transformador: aquelas que nascem da ciência, da engenharia e da tecnologia de base profunda.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O dado é preocupante. O Brasil enfrenta um déficit estimado de 75 mil engenheiros, segundo a &lt;strong&gt;Confederação Nacional da Indústria (CNI)&lt;/strong&gt;. Ao mesmo tempo, o número de ingressantes nos cursos de Engenharia caiu 23% entre 2014 e 2023, de acordo com o Ministério da Educação. Mais grave: dos 302 mil vagas anuais ofertadas, apenas 120 mil estão ocupadas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para as startups, a situação é ainda mais crítica. Pesquisa do Google for Startups em parceria com a Abstartups revelou que 92% das startups brasileiras acreditam que faltam profissionais de tecnologia no país. Quando o recorte se volta para engenheiros seniores e hiperespecializados, o percentual sobe para 84% — ou seja, a maioria das startups simplesmente não encontra no mercado os profissionais mais experientes de que precisa para escalar.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O impacto direto no bolso do empreendedor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para as startups, a escassez de engenheiros se traduz em números concretos e dolorosos. Estudo do &lt;strong&gt;Google for Startups&lt;/strong&gt; aponta que a competição por talentos qualificados com grandes empresas nacionais e multinacionais torna o ambiente ainda mais hostil para negócios em estágio inicial . Startups menores, com menor capacidade de oferecer salários competitivos e benefícios robustos, perdem profissionais para gigantes consolidadas — ou para o mercado internacional, onde 73% dos entrevistados concordam que existem condições mais atrativas .&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;As consequências vão além da folha de pagamento. O principal efeito dessa lacuna de talentos, na percepção das próprias startups, é o atraso no crescimento dos negócios. Em um ecossistema onde velocidade é tudo, a falta de engenheiros significa:&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Produtos que demoram mais para sair do papel;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Ciclos de P&amp;amp;D alongados, especialmente crítico para deep techs que já exigem, em média, cinco anos para começar a gerar receita ;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Dificuldade de cumprir prazos com clientes e investidores;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8211; Sobrecarga dos fundadores, que acumulam funções técnicas e estratégicas.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Engenharia como espinha dorsal da inovação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Por que a falta de engenheiros deveria preocupar especialmente quem investe ou empreende em tecnologia? A resposta está na natureza da inovação que realmente transforma setores inteiros.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Deep techs &lt;/strong&gt;— startups de base científica que atuam em áreas como biotecnologia, novos materiais, energia limpa, automação avançada e sensoriamento — são movidas por engenharia em sua essência . Um levantamento da consultoria Emerge Brasil mapeou 875 deep techs em atividade no país, atuando majoritariamente nas áreas de saúde humana (243 negócios) e agronegócio (202 negócios). São empresas como a &lt;strong&gt;Inspectral&lt;/strong&gt;, que criou tecnologia para análise da qualidade da água via drones e satélites, ou a &lt;strong&gt;Symbiomics&lt;/strong&gt;, que desenvolve bioinsumos a partir de microrganismos para a agricultura .&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&amp;#8220;Deep techs são fortemente baseadas em ciência e, muitas vezes, fundadas por pesquisadores&amp;#8221;, explica &lt;strong&gt;Daniel Pimentel&lt;/strong&gt;, diretor da &lt;strong&gt;Emerge Brasil&lt;/strong&gt;. &amp;#8220;Mas para que essa ciência vire produto, você precisa de engenheiros capazes de transformar descobertas de laboratório em soluções escaláveis, com viabilidade técnica, econômica e industrial&amp;#8221;.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;É nesse ponto que o gargalo se torna crítico. O mesmo estudo aponta que **70% das deep techs mapeadas ainda estão amadurecendo suas tecnologias**, enquanto apenas 30% avançaram para o estágio de ganho de escala e entrada no mercado . A dificuldade de encontrar engenheiros com a formação adequada para tocar esse amadurecimento é apontada como um dos principais entraves.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por que os jovens estão fugindo da engenharia?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para entender o gargalo, é preciso olhar para a formação de talentos. Pesquisa encomendada pelo CIEE ao Instituto Locomotiva com 1.150 estudantes do Ensino Médio revela que apenas 12% dos jovens têm interesse em cursar Engenharia — o equivalente a 2,3 milhões de potenciais estudantes em um país de 200 milhões.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Os motivos são variados, mas um se destaca: 22% dos entrevistados citam dificuldades com Matemática como principal razão para não escolher a área . A insegurança com exatas começa cedo: aos 14 anos, apenas 15% dos estudantes brasileiros têm nível adequado em Matemática para resolver uma equação de 1º grau.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Há também percepções equivocadas sobre a carreira. Oito em cada 10 estudantes acreditam que cursos de Engenharia são caros, como aponta a pesquisa, e 23% citam dificuldades financeiras como possível motivo para desistência . O medo de investir em uma formação longa e tecnicamente exigente, sem a garantia de retorno profissional, afasta jovens que poderiam ser os futuros CTOs e &lt;em&gt;founders&lt;/em&gt; de startups de base tecnológica.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O papel das startups na atração de talentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Apesar do cenário desafiador, há razões para otimismo — e elas passam justamente pelo ecossistema de inovação. A pesquisa do Google for Startups aponta que o mercado brasileiro ainda é altamente homogêneo e pouco diverso, com 43% dos profissionais de tecnologia concentrados apenas no estado de São Paulo . Isso significa que há enorme potencial de inclusão e descentralização — exatamente o tipo de disrupção que as startups sabem fazer bem.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Iniciativas como o Capacita+ e os Certificados Profissionais do Google já treinaram mais de 2,4 milhões de brasileiros em habilidades digitais, com foco em grupos sub-representados como mulheres, pessoas negras e comunidade LGBTQIAPN+ . Startups que investem em programas de capacitação interna, parcerias com escolas de engenharia e modelos de trabalho remoto podem acessar talentos onde as grandes corporações ainda não chegaram.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;strong&gt;O futuro começa (e depende) agora&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para as startups que sobreviverem ao gargalo de talentos, o futuro promete ser movido a engenharia. Tendências como inteligência artificial aplicada ao projeto, gêmeos digitais, Internet das Coisas e engenharia sustentável já estão remodelando a forma como produtos são concebidos, testados e fabricados .&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O engenheiro do futuro, segundo especialistas, não será apenas um técnico especializado, mas um profissional híbrido — que combina conhecimento profundo de ciência e matemática com habilidades de gestão, análise de dados e, cada vez mais, sustentabilidade. É justamente esse perfil multidisciplinar que as startups, com sua estrutura enxuta e cultura de aprendizado constante, estão mais preparadas para formar e reter.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“O empreendedorismo representa um caminho promissor para engenheiros que buscam estar na vanguarda da inovação e liderança tecnológica&amp;#8221;, resume &lt;strong&gt;Isabella Holouka&lt;/strong&gt;, especialista no tema. &amp;#8220;Seja em grandes empresas ou liderando suas próprias startups, esses profissionais têm o potencial de moldar o futuro&amp;#8221;.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A questão que fica para fundadores, investidores e formuladores de políticas públicas é: como acelerar a formação e a retenção desses talentos antes que o gargalo se torne uma barreira intransponível para a próxima geração de startups brasileiras?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A resposta, ironicamente, pode vir da própria engenharia — aplicada agora à solução de um problema que ameaça justamente quem mais precisa de suas inovações.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para decifrar as origens desse distanciamento e discutir estratégias urgentes para reverter a evasão e conectar os currículos acadêmicos às reais demandas do mercado moderno, a GZM TV conversou com dois engenheiros em posição de destaque e com experiência em gestão pública da inovação, &lt;strong&gt;Vahan Agopyan&lt;/strong&gt;, Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, e &lt;strong&gt;Juliana Benício&lt;/strong&gt;: ex-Secretária de Ciência, Inovação e Tecnologia do Município de Niteroi/RJ.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Eles acompanham de perto essa transformação profunda e refletem caminhos para mitigar esse deficit técnico num episódio especial da série especial &lt;strong&gt;GZM TV Engenharia no Brasil&lt;/strong&gt;, que é apresentado pela dupla de engenheiros &lt;strong&gt;Marcelo Massarani &lt;/strong&gt;e&lt;strong&gt; Dario Gramorelli&lt;/strong&gt;.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O programa está disponível nas plataformas Spotify e YouTube e também no link abaixo, confira:&lt;/p&gt;



&lt;figure class=&quot;wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio&quot;&gt;&lt;div class=&quot;wp-block-embed__wrapper&quot;&gt;
&lt;iframe title=&quot;GZM TV apresenta: O maior desafio da engenharia em 2026: atrair e formar engenheiros&quot; width=&quot;788&quot; height=&quot;443&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/soQ-GdebVUM?feature=oembed&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share&quot; referrerpolicy=&quot;strict-origin-when-cross-origin&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/o-gargalo-na-engenharia-que-ameaca-a-proxima-geracao-de-startups-brasileiras/&quot;&gt;O gargalo na engenharia que ameaça a próxima geração de startups brasileiras&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2025/07/empreendedores.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/ia-para-empreendedores/&quot;&gt;Google, Sebrae, Itaú Unibanco e Tera lançam programa gratuito de IA para empreendedores&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O empreendedor brasileiro já convive com a inteligência artificial, mas ainda enfrenta o desafio de transformar a tecnologia em ganho real para o negócio. Para apoiar esse movimento, Google, Sebrae, Itaú Unibanco e Tera anunciaram o lançamento do Negócio em dIA, programa nacional e gratuito de capacitação em IA voltado a pequenos e médios empreendedores no Brasil. A iniciativa foi criada para aproximar a tecnologia da rotina de quem empreende, com aplicações práticas para vender melhor, fortalecer a presença digital, organizar a operação e tomar decisões com mais segurança.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O programa nasce em meio ao diagnóstico inédito do Sebrae sobre os desafios de digitalização e automação nos pequenos negócios. Realizada pelo Sebrae em parceria com a FGV, a sondagem “Perspectivas Digitais nos Negócios” ouviu 4.967 empresas em março de 2026 e revela que, entre os pequenos negócios, marketing e vendas é a principal prioridade para investimento em tecnologia digital, citada por 37,8% dos respondentes. O aumento das vendas também aparece como o resultado mais esperado de uma ferramenta digital “tudo em um”, mencionado por 54,2% desse público.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Já a abordagem qualitativa, conduzida pela Meta – Pesquisa de Opinião para o Sebrae, mostra onde essa dificuldade aparece na prática. A pesquisa ouviu empreendedores de restaurantes, agências de viagem, serviços de beleza e minimercados em grupos de discussão realizados em diferentes regiões do país. Na rotina desses negócios, tarefas como responder clientes no WhatsApp, controlar estoque, acompanhar pedidos, organizar agenda, cuidar do financeiro e produzir divulgação para redes sociais ainda consomem parte relevante do tempo dos empreendedores. Nesse contexto, a automação é vista como uma forma de tirar peso das atividades repetitivas, reduzir interrupções ao longo do dia e liberar tempo para o que mais importa ao negócio: vender, planejar melhor e manter um atendimento próximo ao cliente.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A iniciativa também dialoga com outro levantamento Sebrae/FGV IBRE, com colaboração do Google, segundo o qual 96% das micro e pequenas empresas e 87% dos MEIs afirmam estar familiarizados com ferramentas de inteligência artificial generativa, a exemplo do Gemini. O uso efetivo no negócio, porém, é menor: 46% entre as MPEs e 42% entre os MEIs. Entre os microempreendedores individuais, a principal dificuldade apontada é não saber como aplicar a IA no próprio negócio.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Para apoiar os empreendedores a superarem essas dificuldades, a jornada educacional será dividida em quatro frentes ligadas a desafios centrais dos pequenos negócios. O Google entra com conteúdos de presença digital, marketing e uso de ferramentas como o Gemini e Perfil da Empresa no Google. O Sebrae contribui com com o conteúdo do curso de gestão e liderança aliado à sua capilaridade nacional, à experiência no apoio a micro e pequenos negócios e aos diagnósticos que embasam a iniciativa. O Itaú Unibanco participa da frente de finanças, e a Tera lidera a concepção educacional e a operação da jornada.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Para os pequenos e médios negócios, o tempo é um dos ativos mais escassos e valiosos. As ferramentas de Inteligência Artificial generativa e de presença digital do Google agem como verdadeiros motores de descoberta e eficiência, contribuindo nos processos do empreendimento e conectando as empresas aos seus clientes de forma mais precisa . Com a abordagem prática do Negócio em dIA, queremos oferecer ao microempreendedor as competências técnicas para que ele possa extrair o potencial máximo de plataformas como o Gemini e o Perfil da Empresa no Google, transformando a inovação tecnológica em crescimento sustentável e receita real na ponta”, comentou Newton Neto, diretor-geral de parcerias globais para América Latina e Canadá do Google.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Sebrae assina o diagnóstico que orienta o programa e reforça a necessidade de traduzir a inteligência artificial para problemas concretos da operação. Nas MPEs, a economia de tempo aparece como o principal benefício percebido da IA, citada por 34% dos entrevistados; entre os MEIs, a geração de novas ideias lidera, com 41%. Os dados reforçam que a IA já é vista como uma ferramenta potencial de produtividade e competitividade, mas ainda depende de orientação prática para chegar à rotina do empreendedor.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Para o empreendedor, inteligência artificial faz sentido quando ajuda a identificar oportunidades, ganhar eficiência e resolver problemas reais do dia a dia. Quem empreende precisa conhecer seu cliente, seus hábitos, vender, atender clientes, negociar com fornecedores e tomar melhores decisões, sendo ágil e preciso na gestão de seu negócio, mesmo com pouco tempo e muita pressão. Nessa parceria, vamos mostrar que a IA pode estar mais próxima dessa rotina, muito aplicada a cada segmento e mercado, apoiando o crescimento e a profissionalização dos negócios”, afirma o diretor-técnico do Sebrae, Bruno Quick.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;O Itaú Unibanco colabora com a frente de gestão das finanças — um dos assuntos que mais desafiam a rotina de quem empreende. Por meio da Inteligência Itaú, plataforma de IA generativa multiagentes do banco, o app entrega assessoria 24/7 em uma experiência conversacional que apoia o empresário em temas como fluxo de caixa, precificação, controle de custos e análise de vendas pela adquirência.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Pesquisa “Do caderninho à inovação: os novos caminhos do empreendedor brasileiro”, realizada pela Quaest em parceria com o Itaú Unibanco, aponta que, embora 44% dos empreendedores já usem IA generativa, gestão e finanças seguem como o maior espaço a ser conquistado. No Negócio em dIA, o banco leva sua expertise para apoiar os participantes em temas como fluxo de caixa, precificação e organização financeira.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Acreditamos que tecnologia e conhecimento financeiro, quando colocados nas mãos de quem empreende, têm o poder de transformar negócios e a economia do país. No Negócio em dIA, unimos a nossa experiência em apoiar empresários de todos os portes à inteligência artificial generativa para que cada empreendedor encontre na tecnologia um aliado para tomar decisões com mais segurança, precificar com mais clareza e construir um negócio sustentável”, afirma Marcos Paulo Coelho, diretor do Itaú Unibanco.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Tera, edtech brasileira voltada à formação de builders — profissionais que constroem produtos, agentes e soluções com IA — será responsável por estruturar a experiência digital, acompanhar a evolução dos participantes e transformar os conteúdos dos parceiros em uma jornada acessível para diferentes níveis de familiaridade com tecnologia.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;“Hoje, muitos empreendedores já ouvem falar de inteligência artificial, mas ainda não sabem como usar isso no próprio negócio. E, no pequeno negócio, essa dúvida pesa mais, porque a mesma pessoa muitas vezes cuida de vendas, atendimento, divulgação e operação. O Negócio em dIA nasce para encurtar esse caminho: queremos mostrar que IA não precisa ficar restrita às grandes empresas. Ela pode ajudar o pequeno negócio a automatizar tarefas, criar assistentes para apoiar a rotina, organizar informações e liberar tempo para o empreendedor vender mais, atender melhor e tomar decisões com mais clareza”, afirma Leandro Herrera, fundador e CEO da Tera.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A Blip também participa do projeto como plataforma oficial de mensagens, responsável pela camada conversacional do Negócio em dIA no WhatsApp. A empresa apoiará disparos de conteúdos, lembretes, fluxos de nutrição, atendimento automatizado e grupos de comunidade, além de contribuir com conteúdos sobre vendas por WhatsApp e estratégias conversacionais para pequenos e médios negócios.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;A proposta pedagógica do programa segue o princípio de “menos curso, mais ação”. Em vez de formações longas ou excessivamente acadêmicas, a jornada será estruturada em módulos objetivos, com aulas rápidas, missões práticas e atividades conectadas à rotina do participante. A ideia é reduzir a distância entre aprender um conceito e aplicá-lo no negócio. Além do conteúdo sob demanda, o Negócio em dIA terá masterclasses e imersões ao vivo ao longo do ano, com participação de nomes reconhecidos do mercado.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;Com acesso contínuo e gratuito, o programa foi desenhado para funcionar de maneira always-on, permitindo que os empreendedores avancem conforme sua disponibilidade. O desempenho da iniciativa será acompanhado por indicadores como adesão à plataforma, participação nas atividades, engajamento ao longo da jornada, uso das ferramentas e evolução dos participantes durante o processo.&lt;/p&gt;



&lt;p class=&quot;wp-block-paragraph&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/ia-para-empreendedores/&quot;&gt;Google, Sebrae, Itaú Unibanco e Tera lançam programa gratuito de IA para empreendedores&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/assinatura-materias/&quot;&gt;Marystela Barbosa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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