<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773</atom:id><lastBuildDate>Tue, 07 Apr 2026 23:18:02 +0000</lastBuildDate><category>Oportunidades de tecnologia</category><category>Notícias</category><category>cursos gratuitos</category><category>Tecnologia</category><category>Fitness</category><category>Educação financeira</category><category>Empreendedorismo</category><category>esportes</category><title>Tecnologia dev-ink</title><description></description><link>https://www.dev-inksites.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Fabiana lima)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2188</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7823123175662652773.post-5513034651222530012</guid><pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2026-04-07T08:49:00.721-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Oportunidades de tecnologia</category><title>Protagonismo e empreendedorismo: é preciso assumir o comando</title><description>&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;Em algum momento da vida, todos nós nos deparamos com uma escolha decisiva: assumir o protagonismo da própria trajetória ou apenas reagir às circunstâncias. Essa decisão, muitas vezes imperceptível no dia a dia, é o que separa aqueles que constroem suas histórias daqueles que apenas as assistem acontecer. Ser protagonista da própria vida não é um privilégio de poucos: é uma responsabilidade que todos podem e devem assumir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ninguém nasceu para ser coadjuvante. Cada pessoa carrega dentro de si potencial, talentos e a capacidade de realizar algo significativo. No entanto, o que diferencia quem avança de quem permanece no mesmo lugar não é apenas o talento, mas a postura diante da vida. O protagonismo começa quando deixamos de esperar que as oportunidades apareçam e passamos a criá-las.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser protagonista exige coragem. Coragem para tomar decisões, para sair da zona de conforto, para enfrentar o medo do erro e da rejeição. Exige também atitude, a disposição de agir mesmo quando as condições não são ideais. E, acima de tudo, requer proatividade, a capacidade de antecipar movimentos, buscar soluções e assumir responsabilidades sem precisar ser constantemente direcionado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas pessoas acreditam que protagonismo é algo inato, reservado àqueles que já nasceram com perfil de liderança, autoconfiança ou iniciativa. Essa ideia, embora comum, não corresponde à realidade. É verdade que alguns indivíduos demonstram essas características com mais naturalidade, mas o protagonismo é, sobretudo, uma habilidade que pode ser desenvolvida ao longo da vida. Ele é construído por meio de escolhas diárias, de pequenas atitudes que, somadas, transformam comportamento em identidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro passo para se tornar protagonista é simples, mas fundamental: saber aonde se quer chegar. Sem direção, qualquer caminho parece suficiente — e, muitas vezes, não leva a lugar nenhum. Ter clareza de objetivos permite tomar decisões mais assertivas, priorizar o que realmente importa e manter o foco mesmo diante das dificuldades. Quem não define o próprio destino acaba vivendo o roteiro de outras pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Onde o protagonismo é essencial&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No campo profissional, o protagonismo se torna ainda mais relevante. Em um mercado competitivo e em constante transformação, destacar-se exige mais do que cumprir tarefas. Profissionais protagonistas não esperam ordens para agir. Eles identificam problemas, propõem soluções, assumem responsabilidades e contribuem ativamente para o crescimento da organização. São pessoas que fazem acontecer. Esse comportamento não apenas impulsiona carreiras, mas também abre portas para novas oportunidades. Empresas valorizam quem demonstra iniciativa, compromisso e visão. O profissional protagonista se torna referência dentro da equipe, ganha confiança da liderança e constrói um caminho sólido de crescimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No empreendedorismo, o protagonismo é indispensável. Construir um negócio exige visão, tomada de decisão constante e capacidade de enfrentar desafios com resiliência. Não há espaço para passividade quando se está à frente de uma empresa. O empreendedor protagonista assume riscos calculados, aprende com os erros e mantém o foco no longo prazo. É essa postura que permite transformar ideias em projetos e projetos em empresas fortes e sustentáveis. Mas ser protagonista não significa fazer tudo sozinho. Pelo contrário, envolve saber trabalhar em equipe, ouvir diferentes perspectivas e construir junto. A diferença está na postura: o protagonista não se esconde, não transfere responsabilidades e não se acomoda. Ele participa, contribui e se posiciona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também é importante compreender que o protagonismo não elimina dificuldades. A jornada de quem assume o controle da própria vida é desafiadora. Haverá momentos de dúvida, fracasso e incerteza. No entanto, a grande diferença está na forma como esses momentos são encarados. Enquanto o espectador se paralisa diante dos obstáculos, o protagonista aprende, se adapta e segue em frente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim das contas, ser protagonista é uma decisão diária. Não depende de condições perfeitas, mas de uma escolha consciente de agir, crescer e evoluir. É entender que a vida não é um roteiro pronto, mas uma construção contínua, moldada pelas atitudes que tomamos. Por isso, vale a reflexão: você tem sido o autor da sua própria história ou apenas um personagem secundário? Está tomando decisões que te aproximam dos seus objetivos ou apenas reagindo ao que acontece ao seu redor?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assumir o protagonismo é assumir a responsabilidade pela própria vida. É sair da plateia e subir ao palco. É parar de esperar e começar a agir. Porque, no final, o papel principal sempre esteve disponível, basta ter coragem para ocupá-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seja obstinado que dá!&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;A CashGO, fintech que atua no mercado de crédito imobiliário, estruturou um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) de R$ 120 milhões com a participação de Banco XP, Augme Capital, Arx Investimentos e RBR.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada por João Victor Palhares, Luidi Andrade e Carolina Valdes, a empresa oferece soluções de liquidez para proprietários por meio de imobiliárias parceiras. O modelo permite a antecipação de até 24 meses de aluguel, com liberação do crédito em até 24 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a empresa, o novo FIDC tem como objetivo ampliar a capacidade de financiamento diante do aumento da demanda. A CashGO atua com mais de mil imobiliárias parceiras em todo o país.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Uso do investimento da CashGO&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;“Esse investimento marca um novo ciclo de crescimento, com maior capacidade de funding para ampliar o acesso ao nosso produto e fortalecer o ecossistema de imobiliárias parceiras. Trazer investidores institucionais tão relevantes para o nosso FIDC comprova a solidez do nosso modelo de crédito, que além de estar dobrando carteira ano contra ano, segue com inadimplência controlada e portanto com custo de funding caindo pela metade nos últimos 2 anos”, afirma João Palhares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde a fundação, no fim de 2021, a fintech afirma ter antecipado mais de R$ 200 milhões em aluguéis para uma base de mais de 250 mil proprietários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com dados citados pela empresa, o mercado brasileiro movimenta cerca de R$ 350 bilhões por ano em aluguéis. Informações do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) indicam a existência de aproximadamente 650 mil corretores e 74 mil empresas imobiliárias no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Considerando todos esses elementos, temos convicção de que podemos crescer 10 vezes nos próximos três anos, não só com essa frente, mas com outras soluções”, diz João Victor Palhares.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;A Kaizen Mentoria, edtech fundada no Rio Grande do Norte, recebeu um aporte de até R$ 5 milhões da Mercurial Atlantic Investments para financiar sua expansão no Brasil e investir no desenvolvimento de tecnologia própria. A empresa está avaliada em R$ 50 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Incubada no Instituto Metrópole Digital, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), a startup atua com acompanhamento individualizado de estudantes e ferramentas digitais voltadas ao desempenho acadêmico. O modelo atende alunos do ensino fundamental II, ensino médio e recém-egressos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os recursos serão direcionados ao desenvolvimento da plataforma proprietária, ampliação da equipe e fortalecimento das estratégias de aquisição de alunos. Atualmente, a empresa atende mais de 700 estudantes em diferentes estados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O que vemos é uma mudança no comportamento das famílias. A escola segue essencial, mas há uma busca crescente por métodos estruturados que ajudem o aluno a estudar melhor, sem aumentar a sobrecarga”, afirma Victor Cornetta, CEO da Kaizen Mentoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta da empresa combina planejamento de estudos, análise de desempenho e desenvolvimento de competências como organização e autonomia. O modelo utiliza dados para adaptar o acompanhamento às necessidades de cada aluno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Mercurial Atlantic Investments, o investimento está alinhado à estratégia de apoiar iniciativas voltadas à transformação da educação com uso de tecnologia. “A Kaizen reúne atributos essenciais para liderar essa mudança, com método estruturado, uso intensivo de dados e uma visão clara de crescimento”, afirma o fundador da gestora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa projeta ampliar sua base de alunos e consolidar presença nacional até 2026, além de avançar no desenvolvimento tecnológico. No médio prazo, a Kaizen planeja iniciar sua expansão internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O crescimento de negócios como o nosso mostra que a localização deixou de ser uma barreira. Com tecnologia e modelo consistente, é possível competir em escala global a partir de qualquer região”, diz Cornetta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada em 2020, a Kaizen Mentoria atua com mentorias personalizadas e já atendeu estudantes em diversas regiões do país. A empresa integra orientação acadêmica, personalização de estudos e tecnologia em sua operação.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;O avanço da inteligência artificial tem alterado a forma como usuários acessam informação, impactando diretamente estratégias de marketing digital e presença online de empresas. Nesse contexto, a Oria anuncia o investimento de R$ 20 milhões no desenvolvimento de uma plataforma voltada à análise de visibilidade de marcas em ambientes de IA generativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta da empresa está baseada no conceito de Generative Engine Optimization (GEO), que busca entender como sistemas de inteligência artificial — como assistentes virtuais e ferramentas de busca generativa — selecionam e utilizam fontes para construir respostas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento ocorre em um momento de expansão do mercado global de IA. Dados citados no release, com base em levantamentos da Statista compilados pela Cargoson, indicam que o setor deve crescer de US$ 244 bilhões em 2025 para US$ 827 bilhões até 2030, o equivalente a mais de R$ 4 trilhões, com taxa média anual de 27,7%. Projeções mais amplas apontam que o mercado pode ultrapassar US$ 1 trilhão ainda nesta década, impulsionado pela adoção de soluções baseadas em IA generativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diferentemente de ferramentas tradicionais de otimização para mecanismos de busca (SEO), a Oria se posiciona como uma camada de inteligência. A plataforma analisa quais fontes estão sendo utilizadas por sistemas de IA para gerar respostas relacionadas a marcas e seus concorrentes, sem executar diretamente ações de posicionamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Investimento da Oria em momento de mudança global&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Segundo Michel Alexander, fundador da Oria, a proposta acompanha uma mudança no comportamento digital. “A busca deixou de ser um caminho para links e passou a ser um motor de respostas. As marcas não competem mais apenas por posição no Google, mas por presença nas fontes que alimentam as inteligências artificiais”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A plataforma opera em português, inglês e espanhol, permitindo análises em diferentes mercados. De acordo com o executivo, a atuação global responde à dinâmica das próprias ferramentas de IA. “A IA não tem fronteira. Uma marca pode ser referenciada por fontes de qualquer lugar do mundo, o que exige uma visão mais ampla sobre presença digital”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as funcionalidades, a Oria oferece mapeamento de padrões de citação, identificação de oportunidades de ganho de relevância e monitoramento da influência de conteúdos nas respostas geradas por IA. A proposta é permitir que empresas entendam quais canais e fontes impactam sua visibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento também ocorre em um cenário de mudança na dinâmica de tráfego digital. Com a popularização de interfaces conversacionais e respostas diretas, parte das interações deixa de gerar cliques, alterando métricas tradicionais de desempenho. Nesse contexto, a presença em respostas geradas por IA passa a ser um novo indicador de relevância.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Alexander, a mudança representa uma transformação estrutural na lógica da internet. “Antes, quem aparecia primeiro ganhava. Agora, quem entende quais fontes estão sendo usadas pelas IAs e como elas constroem suas respostas é quem realmente terá vantagem competitiva”, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expectativa da empresa é atingir faturamento equivalente a cinco vezes o valor investido até 2030, acompanhando a expansão do mercado e a demanda por soluções voltadas à visibilidade em ambientes de inteligência artificial.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&amp;nbsp;A adoção de inteligência artificial em recursos humanos tem avançado e alterado a forma como empresas tomam decisões sobre pessoas. O movimento combina automação de processos com o uso de dados comportamentais para orientar contratações, desenvolvimento e retenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo levantamento da Staffing Industry Analysts, cerca de 72% dos profissionais de RH utilizaram IA em 2025, ante 58% em 2024. O dado indica expansão do uso da tecnologia em atividades operacionais e analíticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse avanço ocorre em paralelo a uma mudança no próprio objeto de análise do RH. Dados do Pandapé mostram que 57% dos recrutadores já deixaram de contratar candidatos tecnicamente qualificados por falta de alinhamento comportamental, enquanto apenas 39% das empresas possuem mapeamento estruturado dessas competências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Heidi Brooks, professora de Comportamento Organizacional na Yale School of Management, uma das disciplinas mais procuradas da instituição, a forma como organizações lidam com tecnologia ainda reflete uma tendência de simplificação da experiência humana. “As pessoas em negócios são, fundamentalmente, solucionadoras de problemas, mas nós tomamos o risco de tratarmos os humanos como um problema para resolver. E quando fazemos isso, nós perdemos muito do que os humanos podem agregar ao grupo. Isso tende a fazer tudo mais difícil para quem gerencia o negócio, independente das tecnologias utilizadas como ferramentas.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bate-papo com a especialista aconteceu nesta quarta-feira, 1º de abril, durante a segunda edição da Humanship Conference, evento que reuniu centenas de líderes de Gestão e Recursos Humanos em São Paulo para discutir o futuro deste mercado.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Automação e mudança de foco no RH&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A automação de tarefas é um dos principais vetores de adoção da IA. Empresas relatam reduções de até 30% no custo por contratação e 25% no tempo de recrutamento, segundo compilações de mercado sobre IA aplicada ao recrutamento. Além disso, análises indicam que até dois terços das tarefas de contratação podem ser automatizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse ganho de eficiência desloca o foco do RH para atividades relacionadas à interpretação de comportamento e contexto organizacional. Nesse sentido, Heidi aponta que esse deslocamento exige revisão da lógica de gestão. “Esse pensamento comum de produzir ‘mais, melhor, mais rápido’ tende a fazer tudo mais difícil para a gestão de pessoas. Nós precisamos usar ‘mais rápido’ onde é adequado, e ‘mais conectado’ quando se trata de dinâmicas humanas.”&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Dados, fricção e qualidade da decisão&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Com o avanço de People Analytics, decisões passam a ser cada vez mais orientadas por dados. No entanto, a especialista destaca que a qualidade dessas decisões depende de elementos que não são eliminados pela tecnologia. “Conflitos e desacordos humanos, perspectivas diferentes… tudo isso aumenta a qualidade e a eficiência da nossa decisão. É aí que nós, como pessoas, florescemos. Nós nos vemos e nos conectamos através desse tipo de fricção e conflito. A fricção e a recuperação dela são uma capacidade humana única nesse ponto. Eliminar a complexidade humana pode reduzir a qualidade das decisões, mesmo em ambientes orientados por dados”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A incorporação da IA também impacta o papel da liderança. O acesso a dados amplia a capacidade de análise, mas não substitui a gestão das relações. “A liderança é uma função social. Se você está liderando e não envolve outras pessoas, você está fazendo tudo errado. O que define a liderança não é o que está dentro de nós, é o espaço entre nós”. Esse “espaço entre”, que é definido pela qualidade das interações, passa a ser um dos principais objetos da gestão de pessoas, especialmente em um cenário de maior uso de tecnologia. Nesse contexto, a gestão de pessoas passa a incorporar tanto dados quanto a construção de ambientes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O avanço da tecnologia também se reflete em projeções de mercado. Segundo a Technavio, o mercado de IA aplicada a recursos humanos deve registrar crescimento adicional de cerca de US$ 16,55 bilhões até 2029. Ao mesmo tempo, relatórios indicam que a adoção ainda não é homogênea. Parte das organizações não explora plenamente aplicações mais avançadas, como IA generativa em RH.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Brooks, essa diferença está relacionada à capacidade de adaptação humana. “Podemos assumir que podemos programar e escalar mais rápido do que os humanos podem mover. Por isso, temos que prestar atenção na experiência que estamos proporcionando, não apenas na escala. E, francamente, as pessoas não são boas em pensar negócios a partir da experiência humana.”&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Entre eficiência e complexidade&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A incorporação da inteligência artificial amplia a capacidade analítica das organizações, mas não elimina os desafios estruturais da gestão de pessoas. Heidi aponta que a busca por eficiência total pode ignorar a natureza do trabalho humano. “A ideia de um lugar sem fricção é a ideia de um lugar não habitável para pessoas. A questão não é como criarmos uma organização perfeita, sem complexidades, a questão é: como podemos nos tornar melhores como seres humanos dentro dentro das organizações?”. Nesse cenário, a inteligência artificial amplia a capacidade de análise e execução, enquanto a tomada de decisão permanece dependente de interpretação, contexto e interação social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expansão da inteligência artificial no RH indica que a gestão de pessoas tende a se tornar cada vez mais orientada por dados, com maior capacidade de prever comportamentos, mapear competências e automatizar decisões operacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, os elementos centrais da dinâmica organizacional, como conflito, interação, confiança e engajamento, permanecem dependentes da experiência humana e não são integralmente traduzidos por modelos analíticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, Heidi entende que o papel do RH e das lideranças passa por uma reconfiguração. A tecnologia assume funções de processamento, enquanto cresce a demanda por competências relacionadas à interpretação, mediação e construção de contextos organizacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O futuro da gestão de pessoas, afirma a especialista, tende a ser definido menos pela substituição do humano pela tecnologia e mais pela forma como organizações equilibram análise de dados com a capacidade de sustentar relações, interpretar contextos e tomar decisões em ambientes complexos.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;A Hero Seguros anunciou a captação de R$ 35 milhões em sua primeira rodada de investimentos, liderada pela Headline XP e com participação do fundo Actyus. Os recursos serão destinados à expansão da operação na América Latina, com foco no segmento de seguro viagem, além do fortalecimento de novas verticais no Brasil, como proteção financeira e garantia estendida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada em 2022, a companhia afirma combinar crescimento com rentabilidade desde o início das operações. Parte da rodada foi estruturada como secondary, com a entrada dos investidores por meio da aquisição de participações dos sócios-fundadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Atuamos para transformar a experiência do seguro, tanto para quem distribui quanto para quem contrata. Em poucos anos, construímos uma operação relevante, com escala, rentabilidade e tecnologia proprietária. Esse investimento nos permite avançar ainda mais rápido na consolidação dessa proposta, ampliando nossa presença e diversificando o portfólio”, afirma Raphael Swierczynski, cofundador da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Receita da Hero Seguros&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Atualmente, cerca de 75% da receita da insurtech vem do seguro viagem. A empresa já ultrapassou 4 milhões de segurados, sendo 1,8 milhão apenas em 2025, e gerou aproximadamente R$ 300 milhões em prêmios no último ano. O modelo de atuação é B2B2C, com parcerias nos setores financeiro e de turismo, além de uma rede de mais de 5 mil agências e corretores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Guilherme Wroclawski, cofundador da companhia, a escolha da Headline XP vai além do capital. “Temos uma relação de longa data com a Headline XP e, especialmente, com o Romero Rodrigues. Ao abrir a rodada, buscamos não apenas capital, mas também inteligência estratégica para sustentar nosso próximo ciclo de crescimento”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estratégia da empresa está baseada na verticalização da jornada do seguro, com tecnologia própria que integra desenvolvimento de produtos, distribuição e atendimento. Entre as iniciativas está a Hero Assist, unidade responsável pela gestão de sinistros e assistência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Headline XP, o investimento acompanha o desempenho operacional da companhia. “Estamos diante de uma empresa que cresce com consistência, mantendo rentabilidade e foco em execução. A combinação de um time experiente, tecnologia proprietária e um modelo de negócios escalável coloca a Hero em uma posição diferenciada para capturar oportunidades relevantes no mercado de seguros”, afirma Romero Rodrigues, sócio da gestora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da expansão geográfica, a Hero pretende ampliar investimentos em tecnologia e dados para aprimorar a experiência de clientes e parceiros. “Nosso objetivo é consolidar a Hero como uma plataforma de seguros cada vez mais completa, combinando eficiência operacional, inteligência de dados e foco absoluto na experiência. Estamos construindo uma nova forma de fazer seguro, mais simples, integrada e centrada no cliente”, completa Swierczynski.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa afirma que seguirá priorizando crescimento com eficiência operacional, enquanto busca ampliar sua presença regional e diversificar o portfólio no setor de seguros.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Durante muito tempo, estar conectado o tempo todo foi sinal de produtividade. Responder rápido, postar com frequência e manter presença constante parecia quase uma obrigação na vida das pessoas. Quem não fazia parte desse ritmo, estava defasado. Só que, em algum momento, as coisas começaram a mudar. E o curioso é que essa adaptação é impulsionada pela geração que já nasceu conectada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a pesquisa da Pluxee, compartilhada em uma matéria do Estadão, 67% dos jovens diminuíram o tempo que passam nas redes sociais, desativaram ou até excluíram os seus perfis. Não se trata de rejeitar a tecnologia, mas de uma tentativa clara de reorganizar a relação que temos com ela. Em um mundo hiperconectado, desligar os smartphones passou a ser uma escolha consciente e, para muitas pessoas, um novo símbolo de status.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Geração Z cresceu cercada por telas, notificações e estímulos constantes. Diferente das gerações anteriores, que precisaram aprender a usar a tecnologia, ela precisou aprender a conviver com o excesso dela. E isso ajuda a explicar o desejo por silêncio, foco e presença, mesmo em um ambiente digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a NielsenIQ, cerca de 80% dos jovens usam as redes sociais para se inspirar, mas também para buscar validação nas opiniões de outras pessoas. Transparência e sentimento de pertencimento são indispensáveis. Não por acaso, marcas que se comportam como comunidades tendem a criar conexões mais genuínas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, esse mesmo ambiente que acolhe também pressiona, compara e exige exposição constante. O resultado é um cansaço coletivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pesquisas recentes indicam que aproximadamente 1/3 dos usuários de redes sociais postam menos hoje do que há um ano, tendência ainda mais forte entre adultos da Geração Z. Em vez de compartilhar tudo, muitos preferem observar, consumir conteúdo de forma seletiva ou simplesmente ficar offline por parte do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse movimento foi bem descrito pelo escritor Kyle Chayka em um artigo para a revista The New Yorker, ao sugerir que a sociedade pode estar se aproximando do que ele chama de “postagens zero”. Ou seja, um ponto em que as pessoas percebem que não vale a pena compartilhar suas vidas online o tempo todo. Não por falta de interesse, mas por uma avaliação mais racional do custo emocional dessa exposição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, esse comportamento provoca empresas e marcas. Plataformas e estratégias foram desenhadas para maximizar tempo de permanência, engajamento e volume de conteúdo. No entanto, o consumidor está mudando. Menos tempo online significa uma busca por experiências mais relevantes, respeitosas e alinhadas com valores pessoais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ler um livro sem interrupções, montar um quebra-cabeça, caminhar sem o celular na mão ou simplesmente ficar em silêncio voltaram a ser práticas valorizadas. Não por nostalgia, mas por necessidade. Em um cenário de muitos estímulos, atividades fora das telas funcionam como contraponto e ajudam a manter saúde mental, foco e produtividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais tecnologia temos à disposição, mais valioso se torna o tempo longe dela. E esse paradoxo não parece ser um movimento passageiro, mas uma adaptação natural a um ambiente que precisa cada vez mais de equilíbrio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para empresas, líderes e profissionais, a reflexão é necessária. Se o comportamento muda, a forma de se comunicar também precisa mudar. Respeitar o tempo do outro, entender seus limites e criar conexões mais conscientes pode ser tão estratégico quanto qualquer tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim das contas, talvez o verdadeiro avanço não esteja em estar sempre online, mas em saber quando se desconectar. Em um mundo que nunca para, escolher pausar pode ser um dos sinais mais claros de maturidade, seja ela pessoal ou profissional.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Por Caroline Steinhorst&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2026, a pergunta que mais escuto de grandes decisores da indústria — de marcas a grupos culturais — não é mais “qual trend vamos surfar?”. É outra, muito mais estrutural: como ganhar relevância de verdade? Como uma marca se torna um ícone cultural? E, principalmente, como essa relevância deixa de ser discurso e passa a aparecer na última linha do balanço? A maioria já investe em festivais, creators, exposições, collabs. O calendário está cheio. Os patrocínios também. Ainda assim, os resultados raramente acompanham o volume de ativações. Talvez o problema não seja a verba, e sim a lógica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante deste cenário, existe um conceito que começa a ganhar força fora do Brasil e que defendo como a próxima fronteira estratégica por aqui chamado Culture-Led Growth. Ele não funciona como uma tática que será aplicada em uma simples ação pontual, mas sim como mentalidade de negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vivemos um momento de ceticismo crônico, no qual o consumidor reconhece fórmulas prontas com facilidade, desconfia de discursos ensaiados e demonstra um cansaço evidente diante de marcas que performam causas como quem segue um roteiro previamente aprovado. A inovação isolada já não sustenta diferenciação, assim como a performance distante do significado não constrói lealdade duradoura. É justamente nesse ponto que a cultura deixa de ser acessório e passa a ocupar o centro da estratégia, porque, quando bem construída e utilizada estrategicamente ela é capaz de gerar identificação profunda, estabelecer vínculos reais e transformar relevância simbólica em valor econômico consistente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para que isso aconteça, é preciso compreender a cultura além da lógica do patrocínio. Ela não se resume a palco ou logomarca, mas envolve pertencimento, códigos compartilhados e narrativas que moldam identidade. Não basta estar em um evento, é preciso participar da construção de significado dentro de uma comunidade. Quando alguém chora na grade de um show ou se sente profundamente impactado por uma campanha, aquilo ultrapassa o consumo e se torna vínculo. É esse nível de conexão que as marcas buscam ao investir milhões e não alcançam quando tratam cultura como vitrine, e não como estratégia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conceito de Culture-Led Growth parte de uma inversão estratégica: em vez de usar a cultura como canal, a marca se posiciona como agente cultural. Isso significa olhar para seus ativos reais — história, valores, visão de mundo e até seu público — e transformá-los em contribuição concreta para as comunidades com as quais se relaciona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando a cultura lidera o crescimento, quatro movimentos acontecem: A marca educa o mercado e reduz custo de aquisição. Em seguida, sua comunidade se torna defensora espontânea. Na terceira etapa, a relevância deixa de depender de picos de mídia e por fim, a empresa se blinda melhor das oscilações de mercado&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não estamos mais na era das “boas ideias”. Estamos na era da confiança. E confiança se constrói no longo prazo, com coerência. Percebo muitas marcas com inveja da legitimidade dos artistas, mas esse elemento não se terceiriza, se constrói e exige humildade para aprender com a cultura antes de tentar utilizá-la.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir disso também mudamos o papel da liderança de marketing, pois não basta gerir campanhas, mas sim atuar como curador cultural. Entender tensões sociais, comportamentos emergentes e códigos simbólicos é ter a sensibilidade para identificar onde a marca pode contribuir de forma genuína — e onde deve apenas ouvir. O crescimento dos negócios guiado por cultura não é sobre viralizar. É sobre significar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um mercado saturado por hacks e fórmulas de performance, o verdadeiro diferencial competitivo passa a ser identidade. Marcas que abrem mão do próprio DNA para parecerem “mais consumíveis” até podem vender hoje, mas dificilmente constroem comunidade amanhã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conceito de Culture-Led Growth é uma escolha estratégica: decidir que sua empresa não quer apenas vender algo, mas representar algo, seja para quem trabalha nela, consome ou acredita naquele propósito. Isso exige uma mudança estrutural de mentalidade: projetos culturais não podem ocupar um lugar coadjuvante no planejamento, sendo considerados apenas como ativação ou verniz institucional. Quando bem estruturados, tornam-se a base de crescimento de qualquer empresa, artista ou negócio, porque constroem pertencimento antes de conversão e relevância antes de alcance.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final das contas a cultura sempre foi a força que move comportamentos e em 2026, ela passa a mover também o crescimento. Para virar esse jogo, as marcas que entenderem isso primeiro não serão apenas lembradas, mas sim amadas e, consequentemente, consumidas pelos motivos certos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Caroline Steinhorst é sócia e diretora executiva da b+ca, um ecossistema criativo focado em Culture-Led Growth, que integra a agência de marketing, produtora audiovisual e plataforma de educação&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;O ecossistema tecnológico de Santa Catarina inicia 2026 em um novo patamar de maturidade financeira, impulsionado por um maior volume de investimentos e aquisições registrados no último ano. De acordo com levantamento realizado pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) junto a empresas do setor, foram registradas 28 fusões e aquisições (M&amp;amp;As) em 2025, 47% a mais do que em 2024, que registrou 19 operações, refletindo uma mudança no mercado, que passou de uma fase de cautela para um ciclo de expansão estratégica e internacionalização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desempenho de 2025 foi marcado pela retomada de rodadas significativas de growth equity e por operações de grande porte, com destaque para a aquisição da Conta Azul, de Joinville, pela norueguesa Visma, em um negócio que movimentou R$ 1,7 bilhão. O ano registrou, ainda, aumento no interesse estrangeiro pelas empresas locais, com oito M&amp;amp;As internacionais no último ano ante quatro que haviam sido firmados em 2024. Em seis deles, companhias catarinenses foram adquiridas por marcas do Canadá, Reino Unido, Austrália e Israel, além da Noruega, e em outras duas operações empresas de Santa Catarina protagonizaram a aquisição de negócios do Chile e da Índia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Bruno Rodrigues, diretor do ACATE Invest, a alta nos M&amp;amp;As internacionais é atribuída ao amadurecimento institucional do ecossistema catarinense. Segundo ele, o fortalecimento de cases de grande porte tem sido determinante para ampliar a visibilidade do estado fora do eixo Rio-São Paulo, alcançando também outros países. “Empresas como Starian/Softplan, Asaas, Conta Azul e Paytrack demonstram que é possível criar negócios relevantes longe dos grandes centros. Esses casos elevam o acesso do ecossistema como um todo ao capital internacional”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;M&amp;amp;As: novo perfil de compradores&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O aumento no volume de transações de um ano para outro está associado principalmente à busca por ativos mais maduros e com menor nível de risco, avalia Rodrigues. “O crescimento das operações é justificado pela aquisição de empresas mais maduras, com risco reduzido. Não vemos, porém, uma melhoria generalizada de múltiplos. O mercado continua precificando abaixo”, afirma o executivo. Na prática, isso significa que os investidores seguem seletivos e disciplinados, privilegiando previsibilidade de receita, governança e capacidade de escala.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o diretor do ACATE Invest, a próxima onda de compradores deve ter perfil estratégico. “Vejo os consolidadores de SaaS como ativos e bons candidatos a compradores em 2026. Também prevemos que empresas tradicionalmente compradoras de software retomem volume de deals”, destaca Rodrigues.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra frente apontada por ele envolve aquisições de empresas menores, com produtos e times especializados em inteligência artificial. A lógica é acelerar a maturidade tecnológica de grandes companhias por meio da incorporação de competências já desenvolvidas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Soluções integradas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A análise da ACATE também indica uma evolução no perfil das empresas que mais atraem capital, com migração de soluções pontuais para plataformas tecnológicas integradas. O modelo, que centraliza serviços e dados em ecossistemas completos, ganha força em verticais onde o estado detém liderança técnica, como fintechs, healthtechs, energia, indústria e softwares de gestão (ERP). O mercado de capitais acompanha a tendência com aportes mais seletivos, priorizando teses validadas e capacidade de escala nacional, como demonstrou a captação de R$ 6,5 milhões pela Futuriza, em Joinville, e a mais recente aquisição da norueguesa Visma, a MaisMei, que não teve o valor de negociação divulgada, ambas no início de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os próximos meses, a perspectiva é de crescimento menos dependente de oscilações macroeconômicas de curto prazo, sustentado por melhores níveis de governança e estratégias de longo prazo. Em vez de expansão baseada apenas em liquidez abundante, o novo ciclo parece guiado por consolidação estratégica, eficiência operacional e ganhos de escala.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;O Sebrae-SP está com 100 vagas abertas para o programa Ginga Ideias, iniciativa gratuita que tem como foco auxiliar as pessoas negras a tirarem suas ideias do papel e a criarem seus negócios em um modelo estruturado. As inscrições estão abertas até o dia 2 de abril e podem ser feitas pelo &lt;a href=&quot;https://www.darwinstartups.com/ginga&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;site da iniciativa&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Ginga Ideias integra o Ginga Afrotech Hub, que tem a proposta de conectar inovação, tecnologia e diversidade para fortalecer o ecossistema de startups lideradas por pessoas empreendedoras negras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o consultor de negócios do Sebrae-SP, Burno Brigida, o programa é essencial para corrigir desigualdades históricas que ainda impactam o acesso a oportunidades no empreendedorismo para pessoas negras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Existem muitas pessoas talentosas, com ideias inovadoras e muita vontade, mas que ainda enfrentam barreiras maiores na hora de estruturar um negócio. Oferecer um programa voltado exclusivamente para pessoas negras não é um privilégio, mas sim estratégia de equidade. O Ginga Ideias fortalece competências, acelera o crescimento e amplia a representatividade das pessoas negras que possuem ideias inovadoras e exercem liderança no mercado”, comenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além do Ginga Ideias, o programa oferece ainda o Ginga Prototipa, para startups que possuem um Produto Mínimo Viável (MVP) em desenvolvimento e/ou validação, e o Ginga Imerso, com mentorias e acompanhamento voltado à estruturação de processos de gestão, vendas e captação de investimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizado pelo Sebrae for Startups – iniciativa do Sebrae-SP de apoio a startups e ambientes de inovação – o Ginga é executado pela Darwin Startups, uma das aceleradoras mais reconhecidas da América Latina.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;A Bliss, plataforma que utiliza inteligência artificial para apoiar corretores na venda de planos de saúde para PMEs, anunciou a captação de R$ 57 milhões (US$ 11 milhões) em uma rodada Série A. O investimento foi coliderado pelos fundos Kfund e Grupo Bradesco, com participação de Actyus e Clocktower Ventures.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa já havia captado US$ 4 milhões em rodadas anteriores com Canary e Speedinvest, que também participaram da nova rodada. Segundo a Bliss, os recursos serão direcionados à expansão para outras capitais brasileiras, como Rio de Janeiro e Brasília, além do reforço das equipes de produto e tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada com foco na distribuição de seguros de saúde para o segmento corporativo de PMEs, a startup utiliza inteligência artificial para automatizar tarefas operacionais e reduzir fraudes. A proposta é permitir que corretores concentrem sua atuação no relacionamento com clientes enquanto a tecnologia executa processos de back office.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Fernando Gonçalves, cofundador e CEO da Bliss, o avanço da inteligência artificial e as mudanças no setor criaram condições para novas soluções. “Hoje, a dependência de processos manuais é um dos maiores gargalos da distribuição de seguros de saúde. A Bliss é inevitável, pelo avanço da IA e pela pressão sobre os custos do setor. Nossa tecnologia materializa o futuro do trabalho, uma vez que removemos tarefas operacionais repetitivas para que os humanos possam focar no relacionamento, na confiança e na construção de valor com os clientes”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;IA da Bliss&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No centro da operação está a agente de IA chamada Fátima, responsável por automatizar atividades como geração de cotações, comparação de produtos entre operadoras e emissão de apólices. A ferramenta também navega por sistemas utilizados no setor, reduzindo trabalho manual e aumentando a precisão na alocação de planos para empresas. Segundo a empresa, o modelo permite que corretores aumentem entre quatro e cinco vezes o volume de vendas no segundo ano de uso da plataforma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Henrique Leme Pinto Lima, diretor do Bradesco Private Equity &amp;amp; Venture Capital, afirmou que o investimento está alinhado à estratégia da instituição. “O nosso investimento na Saúde Bliss está alinhado à estratégia do Bradesco de fomentar a inovação e a modernização de seu ecossistema, com foco em escala, eficiência operacional e qualidade na originação de negócios. A iniciativa reflete a busca por soluções que aumentem a eficiência e a eficácia na distribuição de produtos de saúde para pequenas e médias empresas, em um segmento relevante e ainda pouco digitalizado”, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já Gustavo Ribas, head de LatAm da Kfund, destacou o cenário do setor de seguros no Brasil. “Na Kfund, buscamos empresas que levem infraestrutura moderna a grandes mercados que ainda operam com processos manuais. A distribuição de seguros no Brasil é um desses mercados: essencial, complexo e amplamente carente de eficiência”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Bliss atua em um mercado que movimenta cerca de R$ 300 bilhões por ano no Brasil. Apesar do volume, a cobertura de planos de saúde atinge aproximadamente 25% da população, o que indica espaço para expansão, especialmente no segmento de PMEs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A empresa alcançou breakeven no final do último ano e planeja consolidar sua plataforma de automação enquanto amplia sua presença no mercado de saúde corporativa. Antes de fundar a Bliss, Fernando Gonçalves atuou na Bain &amp;amp; Company, no Nubank e na Loft, onde participou da criação da LoftCred.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;A 8D Hubify e a Dialetto anunciaram hoje uma fusão para formar um grupo empresarial voltado à integração entre marketing, vendas, atendimento e relações públicas. A nova estrutura reunirá mais de 130 profissionais e projeta faturamento de R$ 23 milhões até o final de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo as empresas, a operação busca alinhar diferentes disciplinas dentro de uma estratégia orientada à geração de receita. O movimento ocorre em um contexto em que organizações passam a adotar o conceito de Revenue Operations (RevOps), que conecta marketing, vendas, atendimento e tecnologia para aumentar previsibilidade e eficiência nos resultados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fusão combina a atuação da 8D Hubify em integração entre marketing, vendas e tecnologia com a experiência da Dialetto em relações públicas, posicionamento e construção de reputação institucional e executiva.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Dialetto e 8D Hubify: comunicação como estratégia de negócio&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para Fabio Duran, CEO da 8D Hubify, a operação reflete uma mudança na forma como empresas estruturam suas estratégias de crescimento. “Empresas não crescem de forma eficiente e sustentável com marketing, vendas, atendimento e tecnologia operando em silos. O que estamos construindo é uma estrutura orientada a Revenue Operations, em que cada disciplina trabalha conectada a uma estratégia real de geração de receita. A entrada da Dialetto amplia esse modelo ao integrar reputação e construção de autoridade como parte essencial da estratégia de crescimento dos clientes”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rodrigo Lóssio, CEO e cofundador da Dialetto, afirma que a fusão amplia o papel da comunicação dentro das estratégias de negócio. “Reputação e autoridade amplificam qualquer estratégia de crescimento. Quando uma empresa constrói confiança no mercado e tem posicionamento claro, marketing, vendas e relacionamento com clientes funcionam melhor. Ao conectar relações públicas a uma estrutura de RevOps, ainda mais em empresas de tecnologia, conseguimos tangibilizar ainda mais o impacto da comunicação nos resultados de negócio”, diz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As empresas se conheceram no ecossistema de parceiros da RD Station. A Dialetto integrou o programa por dez anos, enquanto a 8D Hubify atua como parceira desde 2018. A aproximação entre os executivos levou ao avanço das conversas que resultaram na fusão, anunciada durante o CMO Summit 2026, em São Paulo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A 8D Hubify foi formada em 2023 a partir da união entre a 8D Pro e a Hubify. A empresa atua com estratégias baseadas em dados, automação e tecnologia, atendendo mais de 45 clientes e mantendo parcerias com plataformas como RD Station, HubSpot, Blip, MoEngage, além de Google e Meta. Ao longo de sua trajetória, mais de 2 mil empresas foram atendidas pelas operações que deram origem ao negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a Dialetto atua há quase duas décadas com relações públicas e construção de reputação, atendendo empresas de tecnologia e inovação, além de organizações do ecossistema empreendedor. A empresa conta com cerca de 30 colaboradores, 50 clientes ativos e mais de 500 empresas atendidas desde sua fundação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a fusão, o grupo passa a atender empresas que buscam integrar geração de demanda, posicionamento de marca e reputação em uma mesma estratégia. Entre os setores atendidos estão financeiro, varejo, indústria, bens de consumo, logística e tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A integração entre as operações será realizada de forma progressiva ao longo dos próximos dois anos. Nesse período, as empresas devem conectar estratégias comerciais, desenvolver projetos conjuntos e compartilhar metodologias. A criação de uma holding para controlar o grupo está prevista para 2027, após a consolidação das sinergias entre os negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as iniciativas previstas estão participações conjuntas em eventos como CMO Summit, Fórum E-commerce Brasil, Startup Summit e RevOps Summit. A operação contou com assessoria de M&amp;amp;A da WP Capital e Norder Capital, representando a 8D Hubify, e da Silva Schutz Advogados, Softcon e Black T-shirt Consulting, do lado da Dialetto.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;O ecossistema de startups de São Paulo atingiu um novo estágio de maturidade, consolidando-se como o principal polo de inovação da América Latina. No entanto, esse avanço estrutural ocorre em paralelo a um sinal de alerta: a cidade vem perdendo posições nos rankings globais de ecossistemas, indicando perda relativa de competitividade frente a outros hubs internacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados são do estudo “Avaliação do Ecossistema de Startups de São Paulo”, conduzido pelo Sebrae em parceria com a Startup Genome. O levantamento mostra que São Paulo ocupa atualmente a 37ª posição global e segue como líder na América Latina, mas enfrenta dificuldades para sustentar sua evolução no cenário internacional .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queda gradual no ranking não está associada à falta de atividade. Pelo contrário: a cidade reúne entre 2.000 e 2.300 startups, com um valor estimado de US$ 51 bilhões e investimentos que somaram entre US$ 16 bilhões e US$ 17 bilhões entre 2021 e 2024 . O problema está na capacidade de transformar esse volume em escala global consistente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o estudo, São Paulo já superou a fase de ativação e se encontra em um estágio avançado de globalização. Nesse momento do ciclo, o desafio deixa de ser criar startups e passa a ser escalar negócios, gerar grandes exits e ampliar presença internacional.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Ecossistema de São Paulo tem alta densidad, mas baixa coordenação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Um dos principais ativos do ecossistema paulistano é a forte rede de relacionamentos entre fundadores. A cidade apresenta alto nível de colaboração entre empreendedores, com troca frequente de conhecimento e apoio entre pares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar disso, o estudo aponta que essa densidade relacional não se converte plenamente em resultados estruturados. O ecossistema ainda opera de forma fragmentada, com baixa institucionalização de mecanismos como mentoria estruturada, governança e acesso recorrente a capital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na prática, São Paulo funciona bem como ambiente de conexão inicial, mas enfrenta dificuldades na coordenação de iniciativas e na construção de trajetórias mais previsíveis de crescimento. Essa falta de alinhamento sistêmico reduz a eficiência coletiva e limita a geração de scale-ups.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Internacionalização ainda é limitada&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A perda de posições no ranking global está também relacionada à baixa internacionalização das startups. Apenas 5% dos clientes das empresas estão fora do Brasil e 3% fora do continente, números muito inferiores aos de ecossistemas pares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, somente 11% das startups nascem com foco global. A maioria prioriza o mercado doméstico, impulsionada pela própria robustez da economia brasileira e pela proximidade com clientes e investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora essa estratégia permita crescimento inicial consistente, ela limita o potencial de escala e reduz a exposição a mercados internacionais. O estudo destaca que a internacionalização ocorre de forma tardia e oportunista, e não como uma diretriz estratégica desde o início.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse padrão contribui para a perda relativa de competitividade global, à medida que outros ecossistemas avançam com startups já estruturadas para atuar internacionalmente desde a origem.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Gargalo no financiamento e na escala&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Outro fator crítico é o desempenho do ecossistema no funil de crescimento. São Paulo apresenta forte atividade em estágios iniciais, mas enfrenta dificuldades na transição para rodadas Série A e além.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A baixa conversão entre Seed e Série A evidencia um gargalo estrutural. Entre as causas estão cheques iniciais menores, menor disponibilidade de capital no momento crítico de expansão e falta de integração entre programas de apoio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como resultado, muitas startups conseguem validar seus modelos, mas não têm recursos suficientes para escalar de forma acelerada. Isso impacta diretamente a geração de grandes exits e limita a evolução do ecossistema no ranking global.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Cultura de equity ainda é incipiente em São Paulo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A baixa adoção de stock options também contribui para esse cenário. Apenas 2% das startups oferecem esse tipo de incentivo de forma ampla, percentual muito inferior ao observado em ecossistemas mais maduros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fatores como insegurança jurídica, complexidade regulatória e preferência por remuneração imediata dificultam a disseminação do modelo. Além disso, a menor frequência de grandes exits reduz a confiança no potencial de retorno dessas estruturas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem incentivos de longo prazo baseados em equity, startups enfrentam mais dificuldade para atrair talentos e construir equipes alinhadas ao crescimento acelerado — elemento central para a formação de scale-ups.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar dos desafios, o estudo reforça que São Paulo possui uma base sólida. O ecossistema conta com talentos qualificados, forte presença de fundadores experientes e alta adoção de tecnologias como inteligência artificial, utilizada por mais de metade das startups.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Setores como agronegócio, saúde, varejo e bens de consumo apresentam potencial relevante de inovação e escala global. A cidade também se beneficia de sua centralidade econômica, concentrando grandes empresas e centros decisórios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O principal entrave, segundo o relatório, não está na falta de ativos, mas na ausência de coordenação estratégica para ativá-los de forma integrada.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O desafio da próxima fase&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O estudo conclui que São Paulo vive um momento decisivo. O ecossistema já demonstrou capacidade de criar startups em escala competitiva, mas precisa evoluir na conversão desse potencial em crescimento global.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A perda de posições no ranking serve como sinal de alerta: enquanto outros hubs avançam com estratégias coordenadas e foco internacional desde o início, São Paulo ainda opera com forte orientação local e baixa articulação sistêmica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para reverter esse cenário, especialistas afirmam que é necessário fortalecer a conectividade global, ampliar a disponibilidade de capital em estágios críticos e alinhar os diferentes atores do ecossistema em torno de objetivos comuns.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais do que criar novas startups, o desafio agora é fazer as existentes crescerem e competirem em escala global. É essa transição que definirá o papel de São Paulo no mapa global de inovação nos próximos anos.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Depois de originar mais de R$ 750 milhões em crédito produtivo desde 2019, a mineira Blips, fintech de crédito B2C especializada em vender, financiar e alugar equipamentos para micro, pequenos e médios empreendedores, decidiu transformar sua estrutura interna de financiamento em uma fintech independente. A empresa anunciou a criação da Finza, fintech especializada em conectar a indústria e micro e pequenos empreendedores, que nasce com o objetivo de escalar o modelo para outras indústrias e ampliar o acesso a crédito para micro e pequenos empreendedores fora do sistema bancário tradicional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A movimentação marca um novo ciclo de expansão da companhia, que mantém cerca de 9 mil equipamentos financiados em operação no país. Até então, o crédito estava atrelado exclusivamente aos ativos – como máquinas para os setores de impressão, estética e alimentação, comercializados pela própria Blips. Com a Finza, a infraestrutura passa a ser ofertada a parceiros industriais interessados em estruturar financiamento diretamente nos canais de venda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A decisão de separar a operação foi estratégica. Percebemos que o modelo poderia atender outras cadeias produtivas além daquelas em que já estávamos atuando. Ao estruturar a fintech, conseguimos escalar mantendo governança, previsibilidade e controle de risco”, afirma Adolfo Sortica, CEO da Blips.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O modelo combina motor proprietário de análise de crédito, monitoramento por tecnologia embarcada nos equipamentos financiados e uma plataforma estruturada de cobrança. A integração permite o rastreamento e controle remoto dos ativos.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Blips e o apoio ao empreendedorismo nacional&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A tese da empresa se apoia em um cenário de restrição ao crédito produtivo, visto que um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que 80% dos empresários já enfrentam dificuldades para acessar crédito e citam os juros elevados como principal entrave. Já a pesquisa do Simpi, em parceria com o Datafolha, mostrou que 60% das pequenas indústrias que buscam financiamento têm o pedido de crédito negado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A indústria brasileira depende de capital produtivo para crescer, mas o modelo bancário tradicional nem sempre atende esse perfil. Estruturamos uma alternativa que conecta tecnologia, ativo real e financiamento direcionado à geração de receita”, afirma Ricardo Rocha, Board Member e cofundador da Blips.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Finza iniciou atividades no segundo semestre de 2025 e, somente no primeiro bimestre de 2026, já emitiu R$ 4 milhões em Cédulas de Crédito Bancário (CCB), quadruplicando o volume inicial, além de consolidar parceria com as marcas Rhino, Raízen Machine e Mak CNC, que passam a oferecer financiamento da Finza como forma de viabilizar a aquisição dos equipamentos aos seus clientes finais. A projeção é encerrar 2026 com carteira de R$ 40 milhões e expandir gradualmente a atuação para novos segmentos industriais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A Finza nasce para estruturar um novo ciclo de crédito produtivo no país, onde tecnologia, controle e geração de receita caminham juntos. Ao conectar indústrias consolidadas ao microempreendedor, ampliamos o acesso ao investimento produtivo e fortalecemos a economia real”, destaca Rocha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Blips, o avanço representa diversificação estratégica e maior escala potencial. Pois, ao dissociar o crédito da venda direta de equipamentos, a companhia passa a atuar como provedora de estrutura financeira para terceiros, movimento que aproxima o modelo de uma fintech de infraestrutura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O crescimento da Finza ocorrerá de forma estruturada, acompanhando a expansão da base de parceiros industriais. O objetivo é transformar a fintech em uma plataforma de crédito produtivo integrada à rotina comercial das indústrias, operando como infraestrutura financeira”, finaliza Sortica.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Por Daniel Paschino&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando se fala em fraudes e multas fiscais no Brasil, o debate costuma se concentrar em grandes casos de corrupção ou em práticas deliberadamente ilícitas. No entanto, uma parte significativa das perdas financeiras enfrentadas pelas empresas brasileiras ocorre longe dos holofotes. É um custo invisível, formado por erros operacionais, falhas de processo e baixa visibilidade sobre o ciclo de pagamentos: problemas que se acumulam silenciosamente no dia a dia do backoffice.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ambiente tributário brasileiro é reconhecidamente complexo e passa, agora, por uma das maiores transformações de sua história recente com a Reforma Tributária do Consumo. A transição para o novo modelo amplia exigências de controle, integração entre áreas e precisão operacional. Ainda assim, dados do Panorama do Contas a Pagar 2026, estudo feito pela Qive, mostram que apenas 38% das empresas já iniciaram o mapeamento dos impactos da reforma em seus processos. Outras 40% ainda nem sequer começaram a avaliar essas mudanças, apesar da proximidade do início da transição.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse cenário ajuda a explicar por que fraudes internas, inconsistências fiscais e autuações continuam a drenar o caixa das empresas. Na prática, muitas penalidades não nascem de má-fé, mas de operações fragmentadas, processos manuais e dependência de planilhas e controles paralelos. Conferências incompletas, cadastros inconsistentes e pagamentos sem rastreabilidade adequada criam brechas que se transformam em problemas fiscais e financeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A questão se agrava quando observamos que esses erros raramente aparecem de forma isolada. Pequenas inconsistências recorrentes geram prejuízos cumulativos: multas por atraso, retrabalho operacional, questionamentos de auditoria e aumento do risco de fiscalização. O custo invisível vai além: ele inclui desgaste das equipes, perda de eficiência, aumento de custos jurídicos e impacto direto na previsibilidade do fluxo de caixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dados recentes da Serasa Experian mostram que 31,9% das empresas ativas no país enfrentam algum nível de inadimplência, somando 7,3 milhões de CNPJs com contas em atraso. Ao todo, o valor das dívidas empresariais chega a R$ 169,8 bilhões, com uma média de 7,3 contas vencidas por empresa e ticket médio de R$ 3,1 mil por obrigação. Embora nem toda inadimplência tenha origem fiscal, esses números ajudam a dimensionar como falhas de controle, gestão fragmentada e baixa previsibilidade de caixa se acumulam e pressionam o resultado financeiro ao longo do tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Reforma Tributária tende a tornar essas fragilidades ainda mais evidentes. Não se trata mais apenas de executar pagamentos, mas de garantir a integridade do vínculo entre documento fiscal, valor e liquidação financeira. Ainda segundo o Panorama, temas como split payment, gestão de créditos tributários e confiabilidade do documento fiscal já figuram entre as principais preocupações das empresas ao olhar para 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, combater fraudes e multas fiscais exige uma mudança de postura. Governança financeira deixa de ser um tema operacional e passa a ser estratégico. Processos mais integrados, padronização de rotinas e maior visibilidade sobre o ciclo financeiro permitem identificar anomalias antes que elas se transformem em perdas irreversíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A automação, quando aplicada com critério, atua como aliada nesse processo. Ela não substitui o controle humano, mas amplia a capacidade de monitoramento, reduz a dependência de tarefas repetitivas e cria trilhas de auditoria mais consistentes. Mais do que eficiência, trata-se de criar um ambiente menos suscetível a erros e fraudes silenciosas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desafio de 2026 é claro: assumir uma visão mais ampla do risco fiscal e financeiro, conectando áreas que historicamente operaram separadas. Preservar caixa, competitividade e sustentabilidade passa, necessariamente, por enxergar e endereçar esses custos invisíveis antes que eles comprometam o resultado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Combater fraudes e multas fiscais não é só uma iniciativa de eficiência operacional, mas uma decisão estratégica de proteção do caixa e da governança corporativa. Em um ambiente tributário complexo e em constante mudança, o custo invisível tende a crescer justamente onde existe pouca integração, baixa visibilidade e excesso de trabalho manual. Estruturar processos capazes de antecipar riscos, preservar previsibilidade e sustentar o crescimento do negócio no longo prazo será o diferencial para encarar as mudanças esperadas para 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Daniel Paschino é CFO da Qive&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/cabo-verde-sedia-web-summit-2026/&quot;&gt;Cabo Verde sediará o primeiro evento do Web Summit na África em dezembro de 2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Web Summit, uma das plataformas de conferências de tecnologia mais influentes do mundo, anunciou que seu primeiro evento no continente africano será realizado em Cabo Verde, em dezembro de 2026, marcando um importante marco no crescente papel da África no ecossistema global de tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento, Web Summit Spotlight posiciona Cabo Verde como um novo ponto de encontro internacional para tecnologia, inovação e investimento, além de reforçar o papel do país como uma ponte entre a África, a Europa e as Américas. “Este é um momento decisivo para Cabo Verde”, afirmou Ulisses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde. “Sediar o primeiro evento do Web Summit na África reflete a confiança que a comunidade internacional de tecnologia tem na nossa visão e no caminho que escolhemos para a nossa transformação digital.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comentando sobre o caráter de longo prazo da iniciativa, Pedro Lopes, secretário de Estado para a Economia Digital, disse que “essa conquista é resultado de muitos anos de trabalho consistente para conectar Cabo Verde aos principais ecossistemas de tecnologia do mundo. Fomos ao encontro do mundo, e hoje recebemos o mundo com um dos maiores eventos internacionais de tecnologia.”&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Cabo Verde e o Web Summit&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A expansão para a África ocorre após o recente crescimento do Web Summit em novos mercados globais, incluindo o Oriente Médio. Embora várias grandes economias africanas tenham sido consideradas como possíveis sedes, a escolha de Cabo Verde sinaliza uma abordagem estratégica e orientada para o futuro na conexão com ecossistemas emergentes de inovação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A edição em Cabo Verde será realizada no formato Spotlight do Web Summit, desenvolvido para destacar polos emergentes de tecnologia e conectar talentos locais, startups e tomadores de decisão com investidores globais, empresas e líderes de tecnologia. O evento será organizado em parceria com o Parque Tecnológico Arquipélago Digital de Cabo Verde, alinhando-se aos esforços nacionais para fortalecer a infraestrutura digital, o empreendedorismo e o crescimento orientado pela inovação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reconhecido como um dos maiores e mais influentes eventos de tecnologia do mundo, o Web Summit reúne fundadores, investidores, formuladores de políticas públicas e executivos que estão moldando o futuro da tecnologia, da inovação e da economia digital global.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Cabo Verde, sediar o Web Summit Spotlight representa tanto uma oportunidade quanto um reconhecimento estratégico. Espera-se que o evento aumente a visibilidade internacional do país, atraia investimentos qualificados e integre ainda mais Cabo Verde e as startups africanas às redes globais de tecnologia.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;O Santander, em parceria com a Alura + FIAP Para Empresas, abre 36 mil bolsas de estudo para programas de capacitação em 2026. Voltadas a profissionais e estudantes que querem evoluir em tecnologia, inovação e inteligência artificial, as formações oferecem nivelamento de habilidades técnicas e comportamentais, além de especializações em gestão de produtos, análise de dados e IA aplicada. Com duração entre 8 e 16 semanas, os conteúdos foram desenvolvidos para acelerar a qualificação e ampliar a empregabilidade dos participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com certificado de participação, os cursos estimulam o desenvolvimento de competências essenciais para atuar em ambientes digitais, como comunicação assertiva, oratória, metodologias ágeis (Scrum e Kanban), inovação aberta, marketing digital, startupismo e análise de dados. No campo técnico, os participantes terão contato com Excel, Power BI, SQL, Python, machine learning e governança de IA e técnicas avançadas de engenharia de prompt.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além das competências técnicas, as trilhas também fortalecem habilidades comportamentais consideradas críticas pelo mercado, incluindo pensamento sistêmico, liderança adaptativa, negociação assistida por IA e tomada de decisão orientada a dados. “A oferta gratuita de formação em inteligência artificial e análise de dados gera impacto direto na empregabilidade, estimula a inovação e fortalece a competitividade do país. A ação sintetiza nossa missão em democratizar o acesso a conhecimentos essenciais para o mercado tecnológico”, destaca Carolina Learth, sênior head de plataformas de educação do Santander Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A jornada é organizada em módulos semanais que combinam aulas gravadas, exercícios práticos, conteúdos teóricos e encontros ao vivo para aprofundamento dos temas. Entre os diferenciais, estão o uso de ferramentas como ChatGPT, Google AI Studio, Gemini, Maritaca AI, LangChain, Hugging Face e Copilot, além do desenvolvimento de projetos reais e portfólios orientados ao mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa Santander Imersão Digital atende tanto profissionais que buscam se atualizar em meio à transformação digital quanto estudantes iniciantes em programação e especialistas que desejam avançar na criação de soluções com IA. Ao final, os participantes recebem certificado e acesso estendido à plataforma da Alura para continuidade dos estudos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Tavane Gurdos, diretora de geral da Alura + FIAP Para Empresas, “o programa é uma porta de entrada para a capacitação digital e a atuação no mercado de tecnologia. É uma chance de conhecer de perto diferentes áreas, além de aprofundar conhecimentos técnicos e desenvolver novas habilidades, preparando profissionais para um mercado com oportunidades e que se transforma continuamente.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essa iniciativa, as instituições reforçam o compromisso com educação, inovação e formação de talentos preparados para os desafios tecnológicos do futuro.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Etapas dos programas do Santander&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O programa inicia com uma trilha de nivelamento, com o objetivo de igualar os conhecimentos dos participantes e prepará-los para a próxima fase, que selecionará 35 mil participantes com base no desempenho em um teste teórico online. Na fase final, 350 classificados avançam para uma imersão na área de sua escolha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após concluírem o programa, os participantes continuam com acesso à plataforma da Alura por mais seis meses, podendo explorar mais de 2000 cursos disponíveis em diferentes áreas da tecnologia. Além disso, também passam a contar com o Talent Lab, espaço da FIAP dedicado a impulsionar o sucesso profissional por meio de experiências enriquecedoras, orientações psicopedagógicas e de carreira, além de conexões estratégicas com o mercado de trabalho.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;A Cibra acaba de anunciar a inauguração de um lounge no Cubo Itaú, em São Paulo, e o lançamento do Seiva, programa de inovação aberta voltado à conexão com startups. As iniciativas fazem parte da estratégia da companhia para ampliar a integração com empresas de base tecnológica e desenvolver soluções aplicadas ao agronegócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com um espaço de 35 m² dentro do Cubo, a empresa pretende intensificar a identificação, o teste e a implementação de tecnologias voltadas à eficiência operacional, digitalização, sustentabilidade e novos modelos de negócio. O lounge foi projetado para reuniões técnicas e interação com startups e parceiros do ecossistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O futuro do agronegócio passa por ecossistemas colaborativos. Ao nos aproximarmos de quem desenvolve novas tecnologias, aceleramos a evolução de processos, produtos e serviços, sempre conectados às necessidades do produtor e da cadeia agrícola”, afirma Rafael França, diretor de inovação da Cibra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A chegada da companhia ao Cubo Itaú ocorre dentro da vertical Agro do hub, onde já atuam empresas como CNH Industrial, Itaú BBA e Suzano. O ambiente reúne mais de 40 startups e tem como foco o desenvolvimento de soluções para o setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A chegada da Cibra ao Cubo Itaú reforça nosso papel como plataforma de conexão entre grandes empresas e startups da América Latina. O agronegócio é um dos setores mais estratégicos para o Brasil, e iniciativas como essa mostram como a inovação aberta pode potencializar ganhos de eficiência, sustentabilidade e competitividade”, diz Paulo Costa, CEO do Cubo.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Cibra lança programa Seiva para estruturar conexão com startups&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Seiva, programa de inovação aberta lançado pela Cibra, atuará de forma complementar às iniciativas de Pesquisa &amp;amp; Desenvolvimento (P&amp;amp;D) da companhia. Enquanto o P&amp;amp;D seguirá focado em produtos e tecnologias agronômicas, o novo programa terá como objetivo conectar startups a desafios estratégicos definidos pela empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O modelo prevê a seleção de startups com aderência aos desafios, realização de testes em ambiente real, validação de resultados e, quando aplicável, escalabilidade das soluções. A proposta é acelerar a implementação de tecnologias e gerar impacto direto nas operações da companhia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Startups interessadas poderão participar por meio de chamadas ao longo do ano ou submeter propostas diretamente no site da empresa. Os projetos serão avaliados com base em critérios como aderência estratégica, viabilidade técnica e potencial de geração de valor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A aproximação com startups faz parte de uma estratégia mais ampla da Cibra, que também inclui o desenvolvimento de soluções digitais baseadas em dados e inteligência artificial. Entre as iniciativas estão a Cibele, assistente virtual voltada ao acesso a informações no campo, e o Jarilo, plataforma social de inteligência artificial aplicada ao agronegócio.&lt;/p&gt;
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&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/mercado-bitcoin-anunciam-parceria-estrategica/&quot;&gt;Mercado Bitcoin anunciam parceria estratégica para estruturar a ponte entre credores de precatórios e o mercado de capitais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mercado de precatórios acaba de ganhar mais uma importante movimentação. A Adianta Jus, empresa que atua com o propósito de transformar o ecossistema de ativos judiciais, e o MB | Mercado Bitcoin, maior plataforma de investimentos em ativos digitais da América Latina, anunciam parceria inédita para atuar como facilitador estratégico e estruturar a ponte entre credores de precatórios e o mercado de capitais. Como índice do sucesso da parceria, a primeira oferta pública foi integralmente vendida em menos de uma semana do lançamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objetivo principal da nova parceria é estruturar de forma segura e escalável a ponte entre credores e investidores, dando liquidez imediata para quem tem créditos a receber do governo. Além disso, a iniciativa busca democratizar o investimento no setor, oferecendo cotas acessíveis a partir de um investimento inicial de R$100, com uma rentabilidade estimada de 20,00% ao ano e uma camada de proteção de subordinação (primeira camada a absorver possíveis perdas) no valor de 10% do montante captado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por um lado, a Adianta Jus realiza a originação dos precatórios e direitos creditórios, operacionalizando a compra dos ativos com os credores, desde a negociação de valores, passando por uma análise jurídica rigorosa, até a escritura de cessão de crédito e o pagamento ao credor. A Adianta Jus é a detentora integral da cota subordinada do token, garantindo o alinhamento de interesses na qualidade da originação uma vez que é a primeira camada a absorver eventuais perdas. Por sua vez, o Mercado Bitcoin transforma esses direitos creditórios em tokens e realiza a distribuição para investidores, referente a cota sênior da operação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Essa parceria resolve o problema da lentidão no recebimento de recursos por parte de credores que não querem esperar o longo cronograma de pagamentos de precatórios. Pelo lado do mercado de capitais, a estrutura mitiga riscos sistêmicos ao descentralizar processos, evitando modelos excessivamente concentrados de originação e análise que aumentam o risco operacional, como visto em casos institucionais recentes. Além disso, permite que investidores pessoa física diversifiquem a carteira de investimentos em ativos antes restritos à investidores institucionais”, comenta José Werneck, sócio-fundador da Adianta Jus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto interessante é que a base da operação é a tokenização, que utiliza o token PREC01, que representa Certificados de Recebíveis emitidos pela MB Securitizadora. Na prática, os direitos creditórios judiciais são transformados em tokens e lançados em blockchain, permitindo que diversos investidores comprem facilmente pequenas fatias desse título de crédito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Nossa infraestrutura oferece transparência, conformidade e segurança por meio de oferta sob a Resolução da CVM, além do registro na blockchain, o que garante a posse e pagamento do recebível em nome do investidor por meio de contratos inteligentes garante a posse e pagamento do recebível em nome do investidor por meio de smart contracts.” É o selo de qualidade do Mercado Bitcoin que traz peso e governança para os investidores. O MB é auditado pela KPMG, possui todas as licenças regulatórias para operar no Brasil e é a quinta maior tokenizadora de crédito privado no mundo, tendo tokenizado R$2,3 bilhões em toda a nossa história”, afirma André Gouvinhas, VP de Head Investments &amp;amp; Banking.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O potencial desse mercado é expressivo, especialmente com o foco em ativos pulverizados, que apresentam menor concorrência e deságios maiores. A emissão do token PREC01 representa apenas o primeiro passo da parceria, com um volume máximo de captação de R$2 milhões. Ao longo do ano de 2026, a expectativa é de que novos tokens sejam lançados, alcançando uma captação total estimada em R$15 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Fintechs e legaltechs também desempenham um papel central ao ampliar o acesso e simplificar esse ecossistema complexo. A aplicação de tecnologia inteligente permite a identificação automatizada de créditos, além de precificação e análises jurídicas mais ágeis. Esse modelo colaborativo beneficia desde o investidor de varejo até os institucionais, que agora podem terceirizar a originação e análise sem precisar internalizar toda a burocracia da operação”, explica Werneck.&lt;/p&gt;
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&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/da-aceleracao-a-integracao-o-proximo-salto-das-startups-brasileiras/&quot;&gt;Da aceleração à integração: o próximo salto das startups brasileiras&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os anos, eventos globais de inovação como o South by Southwest (SXSW) ajudam a reforçar discussões que deveriam estar permanentemente na agenda das empresas de tecnologia. Mais do que apresentar novas ferramentas ou tendências emergentes, esses encontros revelam movimentos estruturais no ecossistema de inovação. Um deles vem ganhando força: a conexão estratégica entre startups e grandes empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se por muitos anos o foco esteve na aceleração e no surgimento de novas startups, agora cresce a percepção de que o verdadeiro desafio está em transformar inovação em adoção real no mercado corporativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa reflexão ficou clara em uma edição do Café com IA, encontro que realizamos na Oracle reunindo startups, executivos de grandes empresas e investidores para discutir aplicações práticas de inteligência artificial. Durante uma mentoria com startups brasileiras em fase de scale-up, surgiu um tema recorrente nessa etapa da jornada: transformar interesse em contratos com grandes corporações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao ouvir também executivos das empresas presentes, percebi que as perspectivas eram muito semelhantes. De um lado, startups com boas soluções buscando escala. De outro, empresas procurando tecnologias que resolvam problemas reais e atendam requisitos de segurança, governança de dados e capacidade de implementação. É justamente nessa interseção que começa o verdadeiro processo de integração.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Quando o produto funciona, mas a venda ainda não escala&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O ecossistema de startups no Brasil amadureceu significativamente na última década. Hoje há mais capital disponível, hubs de inovação mais estruturados, programas de aceleração consolidados e fundadores cada vez mais preparados. Muitas startups atingem o chamado &lt;em&gt;product-market fit&lt;/em&gt; e validam suas soluções no mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É justamente nesse momento que começa uma nova etapa: estruturar vendas para o mercado corporativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Negociações com grandes empresas envolvem múltiplos decisores, ciclos comerciais mais longos e exigências técnicas mais rigorosas. Segurança, compliance, governança e arquitetura tecnológica deixam de ser detalhes finais e passam a ser pré-requisitos desde o início da conversa.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O papel da inteligência artificial na operação comercial&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Outro tema recorrente é o papel da inteligência artificial na estratégia comercial. E aqui existe um equívoco comum: acreditar que simplesmente adotar IA já gera vantagem competitiva. Na prática, o diferencial está em como ela é utilizada para melhorar a inteligência comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ferramentas de IA podem automatizar tarefas operacionais, gerar resumos de reuniões, registrar interações com clientes, sugerir próximos passos e apoiar previsões de vendas. Em níveis mais avançados, ajudam a mapear contas estratégicas, identificar sinais de compra e priorizar oportunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, negociações complexas continuam baseadas em confiança, contexto e relacionamento. A IA reduz ruídos operacionais e melhora a preparação das equipes, mas as decisões mais importantes ainda dependem de interação humana qualificada.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Talvez o Brasil precise menos aceleração e mais integração&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Brasil fez um trabalho importante ao fortalecer programas de aceleração ao longo dos últimos anos. Essas iniciativas ajudaram a desenvolver empreendedores, aprimorar produtos e aproximar startups do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez estejamos entrando em uma nova fase. Startups que já passaram pelo estágio inicial não precisam apenas de mentorias e demodays. Precisam de acesso real ao mercado corporativo e oportunidades concretas de teste e implementação. Como ouvi recentemente de um executivo, empresas não precisam de mais apresentações de startups. Precisam testar soluções que resolvam problemas reais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando essa integração funciona, ela acontece como um processo contínuo. Primeiro surge a conexão entre startup e empresa. Depois vem a identificação de um caso de uso relevante, seguida de etapas de cocriação, ajustes técnicos e engajamento com as áreas certas da organização. Só então é possível chegar à escala e à geração de receita recorrente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez o próximo salto do ecossistema brasileiro não esteja em acelerar mais startups, mas em integrá-las melhor às grandes empresas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Infraestrutura também importa&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Outro fator decisivo nessa integração é a infraestrutura tecnológica capaz de suportar soluções corporativas em escala, especialmente com o avanço de agentes de inteligência artificial e automações mais sofisticadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das formas de facilitar essa integração tem sido o uso de marketplaces tecnológicos, onde startups podem disponibilizar suas soluções prontas para adoção por empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Plataformas como o Oracle Cloud Marketplace permitem que essas soluções estejam disponíveis para empresas, reduzindo barreiras de integração e ampliando o acesso ao mercado corporativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais do que infraestrutura, esses ambientes funcionam como pontes entre inovação e adoção.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O próximo capítulo do ecossistema&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ao observar a evolução do ecossistema de inovação, uma tendência fica cada vez mais clara: o sucesso das startups depende menos da criação de novas tecnologias e mais da capacidade de construir modelos eficientes de colaboração com grandes empresas.Talvez o próximo avanço do ecossistema não esteja apenas no surgimento de novas soluções, mas na criação de mecanismos mais eficazes de integração entre startups e corporações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Menos programas isolados e mais integração contínua. Menos apresentações e mais contratos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim, inovação que não chega ao mercado continua sendo apenas uma boa ideia.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;A KAST anunciou a captação de US$ 80 milhões em uma rodada de investimento co-liderada pelos fundos QED Investors e Left Lane Capital, com participação de Peak XV Partners, HSG e DST Global Partners.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a empresa, os recursos serão utilizados para acelerar a expansão internacional da plataforma, com foco em mercados da América Latina, América do Norte e Oriente Médio. O capital também será direcionado a iniciativas de licenciamento regulatório, desenvolvimento de novos produtos e ampliação da equipe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada em 2024 por Raagulan Pathy, ex-executivo da Circle, a KAST opera uma plataforma financeira baseada em stablecoins que permite enviar, receber e movimentar recursos globalmente. A empresa oferece contas em dólar e infraestrutura de pagamentos internacionais para usuários em mais de 190 países.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Transações da KAST&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Desde o lançamento, a companhia afirma ter ultrapassado 1 milhão de usuários e processar cerca de US$ 5 bilhões em volume anualizado de transações. “A captação reflete a confiança dos investidores na tese de um neobanco construído sobre stablecoins e na capacidade da KAST de executar essa visão em escala global”, afirma Raagulan Pathy, fundador e CEO da empresa. “Nosso objetivo é construir uma plataforma financeira verdadeiramente global, pensada para pessoas e empresas que operam além das fronteiras.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com dados da Artemis Analytics citados pela empresa, o volume global de transações com stablecoins cresceu 72% no último ano, ultrapassando US$ 33 trilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Israel Buzaym, country manager da KAST no Brasil, o crescimento da empresa acompanha mudanças na infraestrutura financeira global. “A infraestrutura financeira está passando por uma mudança importante, com soluções digitais e baseadas em blockchain ganhando espaço em operações internacionais. O Brasil é um mercado estratégico nesse movimento, tanto pelo nível de digitalização quanto pela abertura à inovação financeira”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a nova rodada, a KAST também pretende ampliar sua oferta de produtos ao longo do ano, incluindo o lançamento do KAST Business, solução voltada a empresas dentro da estratégia de expansão dos serviços de neobanco.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;Durante muitos anos acreditamos que as redes sociais eram lugares onde você seguia pessoas, acompanhava amigos, celebridades ou empresas e recebia conteúdos basicamente dessas conexões. Esse era o modelo original. A lógica era simples, quanto mais seguidores você acumulasse ao longo do tempo, maior seria sua audiência e maior seria seu alcance. Durante mais de uma década essa foi a principal moeda do jogo digital. Quem tinha muitos seguidores tinha poder de distribuição. Quem estava começando precisava primeiro construir audiência para depois ter alcance.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas algo vem mudando profundamente nos últimos anos e alterando a lógica das plataformas digitais. As redes sociais deixaram de ser apenas social media e passaram a funcionar muito mais como interest media. Ou seja, não é mais apenas sobre quem você segue. O novo centro de gravidade das plataformas é o interesse do usuário e não mais a sua rede de conexões. Hoje os algoritmos estão muito mais interessados em entender os seus interesses do que em respeitar a sua lista de seguidores. Isso significa que o conteúdo que aparece para você não é necessariamente de quem você acompanha. Ele é, cada vez mais, de quem produz algo que conversa com os seus interesses atuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse inclusive tem sido um dos debates recorrentes entre especialistas, criadores e executivos de tecnologia nas talks que estou acompanhando aqui no SXSW, que está acontecendo agora em Austin, no Texas. Muitos dos painéis e discussões por aqui apontam exatamente para essa mudança estrutural na lógica das plataformas. O centro de gravidade deixou de ser a rede de seguidores e passou a ser a rede de interesses.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;O novo jogo das redes sociais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Esse movimento mudou completamente as regras do jogo. Antes seu alcance dependia basicamente da sua base de seguidores. Hoje, em plataformas como TikTok, Instagram ou YouTube, um conteúdo pode alcançar milhões de pessoas mesmo que tenha sido publicado por um perfil que acabou de nascer. Sim, é isso mesmo. Uma pessoa pode criar um perfil hoje, com zero seguidores, publicar um bom conteúdo e alcançar mais visualizações do que alguém que passou vinte anos acumulando milhões de seguidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso parece injusto para quem construiu audiência ao longo do tempo. Mas ao mesmo tempo revela algo poderoso.&lt;br /&gt;
Nunca houve tanta democracia de distribuição nas plataformas digitais. O algoritmo hoje recompensa mais relevância do que histórico. Ele pergunta apenas uma coisa. Esse conteúdo prende atenção ou não. Se prende atenção ele distribui. Se não prende, ele desaparece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso cria uma oportunidade gigantesca para startups, empreendedores, especialistas e criadores de conteúdo. Porque agora não é mais obrigatório construir uma base enorme de seguidores antes de ter alcance. Você pode começar pequeno e ainda assim atingir muita gente se produzir algo que realmente seja interessante. Claro que ter audiência ainda ajuda. Reputação, consistência e comunidade continuam sendo ativos importantes. Mas a porta de entrada ficou muito mais aberta do que no modelo anterior das redes sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fundo o jogo mudou de seguidores para relevância. Sai a lógica do quem você conhece. Entra a lógica do que você entrega. Para startups e novos negócios digitais isso traz uma implicação estratégica importante, a distribuição de conteúdo pode se tornar um motor poderoso de crescimento. Talvez nunca tenha sido tão possível construir autoridade, audiência e oportunidades a partir de ideias bem comunicadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas isso exige algo que muitos ainda não entenderam. Não basta postar. É preciso ser interessante. Não basta estar presente. É preciso gerar atenção. E atenção hoje é um dos ativos mais escassos da economia digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem aprende a produzir conteúdo que conecta com interesses reais das pessoas passa a ter algo extremamente valioso nas mãos. Distribuição. E na Nova Economia, muitas vezes, distribuição vale mais do que o próprio produto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pense Nisso!&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;A Azos anunciou a captação de R$125 milhões em uma rodada Série C liderada pela Kaszek e por Kevin Efrusy, investidor inicial do Facebook. O investimento também marca a entrada da Endeavor Catalyst no cap table da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A rodada ocorre menos de um ano após a insurtech levantar R$170 milhões em uma Série B. Segundo a companhia, os recursos serão destinados ao fortalecimento da estrutura tecnológica e à ampliação do uso de inteligência artificial em suas operações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a empresa, em 2025 a Azos mais que dobrou seu faturamento e ultrapassou R$100 bilhões em capital segurado. A companhia também expandiu sua rede de distribuição, que hoje conta com mais de 11 mil corretores parceiros em todo o país e presença em 24 cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Rafael Cló, CEO e cofundador da Azos, a nova rodada amplia a capacidade de investimento da empresa em tecnologia e desenvolvimento de produtos. “Já estávamos capitalizados, e escolhemos expandir nossa reserva para acelerar, de forma agressiva, nossa ofensiva em Inteligência Artificial. Em um momento de ruptura tecnológica, não estamos apenas observando a mudança; estamos financiando nossa adequação à nova realidade operante para sermos a referência nessa tecnologia dentro do setor de seguros”, afirma o executivo.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Expansão da base de corretores e operação da Azos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Desde a última captação, a companhia ampliou sua base de corretores parceiros e expandiu sua presença territorial. Segundo a empresa, cerca de 65% dos sinistros foram pagos em até oito dias úteis após o envio do último documento em 2025.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Azos afirma que pretende aumentar em aproximadamente 50% os investimentos em engenharia, tecnologia e desenvolvimento de novos produtos. A estratégia inclui o aprofundamento do uso de sistemas proprietários de inteligência artificial em processos como subscrição, atendimento, retenção e monitoramento de qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o próximo ciclo, a insurtech projeta crescer mais R$80 bilhões em novos capitais segurados até o fim de 2026 e reduzir o tempo médio de pagamento de sinistros para cerca de cinco dias úteis.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Investidores ampliam participação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A rodada também representa a ampliação da participação de Kevin Efrusy na empresa. O investidor já havia participado da rodada anterior e coliderou o novo aporte ao lado da Kaszek. “Rafa e o time da Azos têm uma persistência admirável. Modernizar um setor historicamente analógico e altamente regulado como o de seguros no Brasil exige tecnologia própria e disciplina na execução, e a Azos está fazendo isso a partir do seguro de vida”, afirma Efrusy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Andy Young, sócio da Kaszek, a empresa foi estruturada com base tecnológica desde sua fundação. “A Azos nasceu como uma empresa tech-native, o que a posiciona para capturar oportunidades da era da inteligência artificial no setor de seguros. O time tem utilizado tecnologia proprietária não apenas para ganhar eficiência, mas para colocar o cliente no centro da operação”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Mercado de seguros no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) indicam que, em 2025, os ramos de seguros de danos e pessoas, excluindo VGBL, registraram crescimento nominal de 7,82%, totalizando R$223,3 bilhões em receitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fundada com foco em seguro de vida individual, a Azos oferece apólices com coberturas de até R$5 milhões sem necessidade de exames médicos no processo de subscrição. A empresa utiliza sistemas de inteligência artificial para análise de risco e emissão de apólices, que podem ocorrer em cerca de 30 segundos ou em até um dia útil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Rafael Cló, a Série C reforça a estratégia da empresa para a próxima etapa de crescimento. “Esta rodada reafirma a confiança dos investidores na tese da Azos. O aporte é o combustível para a continuidade de soluções proprietárias de IA, que elevam a eficiência operacional dos times internos e entregam valor tanto para clientes finais quanto para parceiros distribuidores”, afirma.&lt;/p&gt;
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&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/google-brasil-anuncia-nova-temporada-de-programas-de-estagio/&quot;&gt;Google Brasil anuncia nova temporada de programas de estágio e aprendizagem com expansão do foco em diversidade&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google Brasil iniciou o processo seletivo para seus programas de estágio e aprendizagem de 2026. Com cinco modalidades de ingresso, a iniciativa busca estudantes de ensino superior e médio em diferentes fases da formação. As edições deste ano trazem mudanças relevantes nos critérios de seleção: a inclusão inédita de estudantes indígenas no programa Next Step, anteriormente direcionado apenas para pessoas negras, e a abertura de vagas de UX Design no Programa SWE+, que era focado apenas em engenharia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As oportunidades são divididas entre as áreas de Negócios e Tecnologia, com jornadas que variam de 3 a 24 meses. A maior parte das posições é para atuação presencial nos escritórios de São Paulo e Belo Horizonte. No entanto,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;o SWE+ (Software Engineering Intern Program)&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;foi reestruturado para&lt;strong&gt;&amp;nbsp;receber candidaturas de estudantes de qualquer região do Brasil&lt;/strong&gt;, desde que tenham disponibilidade para residir em uma das duas capitais durante o período do estágio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Ao expandir o alcance dos nossos programas, reforçamos o compromisso com a formação de talentos plurais e preparados para a economia digital”, afirma Thais Gomes, gerente de programas talentos do Google Brasil. “Nosso objetivo é oferecer uma experiência prática e estruturada, onde estudantes de diferentes origens e regiões possam aplicar seu conhecimento em desafios reais da tecnologia.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Google oferece uma trilha de conteúdos preparatórios para os candidatos aos programas.&amp;nbsp;&lt;a rel=&quot;noreferrer noopener&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;https://nam10.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fcareersonair.withgoogle.com%2Fprogramas-talentos-br-2026&amp;amp;data=05%7C02%7Cmarystela.barbosa%40startupi.com.br%7Cfe5749f5e8a74700ce3508de803e126f%7C6f8818154bfa4ba8968c546e8246fef6%7C0%7C0%7C639089201359109166%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;amp;sdata=Jp%2FcJw78pa509DZFOr7yJ1GcWOlPAVDry55FKoAvIIg%3D&amp;amp;reserved=0&quot;&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;para acessar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira abaixo os detalhes de cada programa e os períodos de inscrição:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Foco em Equidade Racial: Next Step (Negócios e Tecnologia)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa, premiado por seu pioneirismo na inclusão de talentos sub-representados, oferece uma jornada estendida de 18 meses, focada no desenvolvimento técnico e de soft skills.&lt;/p&gt;
&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;Público-alvo: Estudantes que se autodeclaram pessoas negras ou indígenas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;Duração: 18 meses.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inscrições: 09 de março.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Modalidade Business (Negócios):
&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;Perfil: Bacharelado em qualquer área, com interesse em Vendas e Comercial.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Local: São Paulo (SP).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Previsão de Formatura: Entre fevereiro e junho de 2028.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Modalidade SWE (Engenharia de Software):
&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;Perfil: Bacharelado em Ciência da Computação, Engenharia de Software e áreas correlatas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Local: São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Previsão de Formatura: Entre fevereiro e junho de 2028.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Estágio em Negócios: Business Intern Program (BIP)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Voltado para uma imersão intensiva no dia a dia corporativo de uma Big Tech.&lt;/p&gt;
&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;Perfil: Estudantes de Bacharelado com interesse em Vendas, Comercial e Marketing.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Local: São Paulo (SP).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Duração: 6 meses.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Previsão de Formatura: Entre fevereiro e junho de 2027.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inscrições: 23 de março.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Tecnologia em Escala Nacional: Software Engineering Intern Program (SWE+)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este é o único programa que busca talentos de qualquer região do Brasil, desde que tenham disponibilidade para atuar presencialmente em SP ou BH durante os meses de estágio. É focado em projetos técnicos de curta duração e alto impacto.&lt;/p&gt;
&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;Perfil: Estudantes de Bacharelado em Ciência da Computação, Engenharia de Software e UX Design.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Local de atuação: São Paulo (SP) ou Belo Horizonte (MG).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Duração: 3 meses.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Previsão de Formatura: Dezembro de 2026 ou janeiro de 2027.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inscrições: 06 de abril.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Programa de Aprendizagem em Gestão de Projetos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Focado na inserção de jovens no mercado de trabalho e no desenvolvimento de competências administrativas e de gestão.&lt;/p&gt;
&lt;ul class=&quot;wp-block-list&quot;&gt;
&lt;li&gt;Perfil: Jovens de 18 a 22 anos (sem limite de idade para pessoas com deficiência) residentes em São Paulo. Devem já ter concluído o Ensino Médio, podendo estar no máximo no segundo semestre de cursos técnicos ou superiores.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Local: São Paulo (SP).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Duração: 24 meses.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inscrições: 20 de abril.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr class=&quot;wp-block-separator has-alpha-channel-opacity&quot; /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aproveite e junte-se ao nosso canal no WhatsApp para receber conteúdos exclusivos em primeira mão.&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://whatsapp.com/channel/0029VaEmWYkAInPksWbWE00Q&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noreferrer noopener&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Clique aqui para participar&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Startupi |&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;https://startupi.com.br/midia-kit/&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Jornalismo para quem lidera inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/google-brasil-anuncia-nova-temporada-de-programas-de-estagio/&quot;&gt;Google Brasil anuncia nova temporada de programas de estágio e aprendizagem com expansão do foco em diversidade&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;img src=&quot;https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2022/11/b3-brasil-bolsa-balcao-768x444-1.png&quot; style=&quot;display: block; margin: 1em auto&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/b3-recebe-autorizacao-da-cvm-para-iniciar-operacoes-pelo-regime-facil/&quot;&gt;B3 recebe autorização da CVM para iniciar operações pelo Regime Fácil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A B3, bolsa do Brasil, recebeu autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para dar início às operações do Regime Fácil – Facilitação do Acesso a Capital e de Incentivo a Listagens. O regime entra em vigor oficialmente em 16 de março e tem como objetivo ampliar o acesso de companhias de menor porte ao mercado de capitais, além de expandir as possibilidades de captação de recursos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Regime Fácil é voltado para companhias com faturamento bruto anual inferior a R$ 500 milhões. As empresas que optarem pelo Regime Fácil poderão se listar na B3, passando a operar no mesmo ambiente das grandes empresas, com liquidação contínua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da possibilidade de captar recursos via oferta de ações, outra vantagem do Regime Fácil é que as empresas de menor porte também terão ritos mais simples para captar recursos por meio da emissão de títulos de dívida corporativa, como debêntures e notas comerciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com regras simplificadas e proporcionais à realidade dessas empresas, o regime busca reduzir barreiras de entrada e representa um marco na democratização do mercado de capitais brasileiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Participamos da construção desse projeto desde o início, com a alteração da legislação societária para permitir a pavimentação deste caminho, e acreditamos que ele cria novas oportunidades tanto para empresas quanto para investidores. Companhias de menor porte passam a ter um caminho mais simples para captar recursos, enquanto os investidores ganham acesso a empresas com alto potencial de crescimento, o que contribui para a diversificação dos portfólios”, comenta Flavia Mouta, diretora de Listagem e Relacionamento na B3.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se listar pelo Fácil, a empresa precisa ter registro na CVM como companhia aberta, ser uma sociedade anônima e estabelecer um Conselho de Administração. A partir disso, a empresa poderá acessar o mercado por meio de ofertas tradicionais, com dispensas, ou optar pela Oferta Direta, um novo modelo criado especialmente para o Fácil, que permite a captação de até R$ 300 milhões por ano sem a necessidade de contratar um coordenador líder.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O regime também traz regras mais simples e adequadas à realidade dessas empresas. Entre elas estão a substituição do Formulário de Referência pelo Formulário Fácil; divulgação de resultados em períodos semestrais, em vez de trimestrais; a dispensa de apresentação do relatório de sustentabilidade; e a possibilidade de cancelamento de registro por meio de OPA com quórum reduzido, entre outras vantagens.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Vantagens de aderir ao Regime Fácil na B3&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A B3 oferece infraestrutura de mercado sólida e robusta para viabilizar o Regime Fácil, com conexão estabelecida com todas as corretoras, além de uma base completa, formada por milhões de investidores institucionais, individuais, nacionais e estrangeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As empresas listadas pelo Fácil terão seus papéis negociados no segmento de listagem Básico e a única diferenciação será a inclusão da sigla MP (menor porte) no nome do pregão para identificação dessas empresas. A liquidação será contínua, seguindo o mesmo calendário de dias e horários dos outros papéis que já são negociados na B3.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A negociação das empresas do Fácil acontecerá exatamente no mesmo ambiente das grandes companhias brasileiras, conectadas a investidores de todo o país por meio da nossa infraestrutura, um ambiente regulado, com tecnologia robusta e alto nível de segurança para negociação em tempo real”, comenta Flavia Mouta&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os clientes também podem se beneficiar de ampla rede de parceiros consolidados e com grande expertise de mercado para facilitar o acesso das companhias ao mercado de capitais e oferecer orientação especializada em todas as etapas do processo de listagem, incluindo assessores jurídicos, assessores financeiros, associações e estruturadores de ofertas, seja para listagem e oferta de ações ou para emissão de debêntures e notas comerciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A B3 reúne, em um único ambiente, as principais formas de captação, produtos e oportunidades para financiar e desenvolver empresas de todos os portes. Com mais de 400 companhias listadas, oferece um ecossistema consolidado, variedade de soluções, além de consultoria, apoio regulatório, suporte personalizado e capacitação ao longo de toda a jornada no mercado de capitais.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&quot;wp-block-heading&quot;&gt;Programa de formação para empresas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para apoiar na preparação das empresas de menor porte, a B3 viabilizará um programa de capacitação gratuito que combina conteúdo digital, diagnóstico de maturidade e acesso a especialistas do mercado financeiro. O objetivo é apoiar as empresas em todas as etapas da jornada de preparação para acessar capital de forma estruturada e sustentável.&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;O post &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/b3-recebe-autorizacao-da-cvm-para-iniciar-operacoes-pelo-regime-facil/&quot;&gt;B3 recebe autorização da CVM para iniciar operações pelo Regime Fácil&lt;/a&gt; aparece primeiro em &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt; e foi escrito por &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://startupi.com.br/autor/startupi/&quot;&gt;Startupi&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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